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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

«F.C. Porto não é equipa da Liga Europa», diz técnico do Genk

Confirmada a ausência por lesão do brasileiro João Carlos, os belgas do Genk continuam a preparar o jogo desta quinta-feira com o F.C. Porto (19.30 portuguesas). O central brasileiro sofreu uma lesão na virilha durante o último fim-de-semana e terá como mínimo uma semana de paragem, embora nesta altura tenha também em risco a presença no jogo da segunda mão.

Apesar do bom início de temporada da sua equipa, o treinador Franck Vercauteren não tem dúvidas em colocar a equipa portuguesa num patamar superior: «Não há dúvidas sobre quem tem o favoritismo antes da eliminatória», assumiu perante os jornalistas belgas. «O F.C. Porto não é uma equipa da Liga Europa, mas dos quartos ou oitavos-de-final da Liga dos Campeões, é um grande da Europa. De qualquer forma é um bom teste para avaliar o nosso crescimento, colectivo e individual. É um desafio que nada tem a ver com as realidades do campeonato belga», afirmou Vercauteren.

O técnico admite que a sua equipa tem de colocar enorme intensidade no jogo para tentar equilibrar as operações. «A forma física é essencial, o fundamental é não dar tempo ao nosso adversário para controlar a bola. E, felizmente, a avaliar pelos últimos jogos, estamos bem nesse aspecto», completou.

Refira-se, entretanto, que o Genk prolongou até 2014 o contrato com o jovem guarda-redes Courtois Thibaut, de apenas 18 anos.

in "maisfutebol.iol.pt"

Henri Depireux: "Não vai haver necessidade de recorrer ao photo finish"


Henri Depireux, antigo treinador do Belenenses em 1986/87 e 1990/91, não tem dúvidas de que o FC Porto parte largamente como favorito para esta pré-eliminatória da Liga Europa com o Genk e explicou a O JOGO porquê: "Não me parece que vá haver necessidade de recorrer a qualquer photo finish no final desta eliminatória, porque o FC Porto mora no último andar do futebol europeu e vai defrontar um adversário com um peso incomparavelmente menor". Aliás, para o técnico que aproveitou para praticar algumas palavras de português, só há mesmo uma questão que pode equilibrar a eliminatória: "Estamos no início da temporada, numa altura em que as equipas procuram ainda encontrar o seu melhor ritmo competitivo e por vezes há jogos que não saem como seria de prever. Penso que só um jogo fraco do FC Porto poderia baralhar as cartas, mas não acredito nisso, porque a este nível uma equipa como a do FC Porto desenvolve um trabalho muito sério". Na sequência disso, Depireux sublinhou a ordem favorável dos jogos para os azuis e brancos. "Se houver um azar, coisa que me custa a acreditar, repito, o FC Porto ainda terá oportunidade de corrigir um eventual passo em falso em casa, por isso até nesse aspecto a equipa portuguesa foi feliz com o sorteio", frisou.


O Genk lidera actualmente a Liga belga, com três vitórias em outras tantas jornadas, nesta fase inicial e Depireux alertou para o efeito anímico que isso pode ter sobre os jogadores: "Esta espiral positiva é sempre muito importante e tratando-se do FC Porto, tenho a certeza de que os jogadores vão entrar em campo muito galvanizados para se mostrarem". De qualquer forma, é certo que os dragões vão defrontar uma equipa sólida: "Não têm a categoria de um Anderlecht ou de um Standard de Liège, mas podem contar com um Genk sério e concentrado a jogar".

"Ataque é ponto forte"


Os onze golos marcados nas três primeiras jornadas da Liga belga fazem do ataque do Genk o sector mais em foco e o mais dotado segundo Depireux. O israelita Barda, no eixo, Vossen, mais atrás, De Bruyne na esquerda e Buffel no flanco oposto, têm feito da equipa comandada pelo antigo internacional belga, Franky Vercauteren, a revelação deste início de temporada. "É preciso ter cuidado com o De Bruyne. É um jovem muito bom, que costuma desequilibrar muito pela esquerda. Mas são quatro jogadores muito aguerridos, que disputam cada lance até ao fim e que, sem dúvida, fazem do ataque o ponto forte desta equipa muito bem orientada pelo Vercauteren", comentou Depireux, que prometeu estar nas bancadas.

Belenenses ainda é o clube do coração


A última passagem de Henri Depireux pelo Belenenses remonta já a 1990/91, mas nem por isso o técnico esquece Portugal e o emblema do Restelo. "Já soube que atravessam um momento muito complicado e que desceram de divisão. É uma pena, porque Portugal é o meu segundo país e o Belenenses o meu clube", desabafou. A internet tem ajudado a fazer a ponte entre a Bélgica e Portugal. "Alguns adeptos do Belenenses encontraram-me através do Facebook, temos conversado e até já me pediram para regressar", comentou. De qualquer forma, Depireux aproveitou para, através de O JOGO, desejar a melhor sorte aos dirigentes do Belenenses: "Espero que devolvam o clube ao seu lugar no futebol português".

in "ojogo.pt"

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Meireles e Fucile em stand by

O FC Porto continua no mercado e isso significa que a porta de entrada no plantel também está aberta para eventuais saídas, até porque as finanças do clube não dispensam a realização de encaixes significativos numa época em que não há Liga dos Campeões. Depois de Bruno Alves, vendido ao Zenit, o FC Porto mantém Raul Meireles e Fucile em stand by, dentro do plantel, mas com um pé de fora que podem ser dois logo que algum dos interessados nos dois jogadores corresponda às exigências financeiras dos portistas. Nos últimos dias, cresceram os rumores em torno do eventual interesse do Manchester United em Raul Meireles, sendo certo que os gigantes ingleses têm condições para chegar ao patamar dos cerca de 18 milhões de euros exigidos pelo FC Porto para negociar o médio internacional português. De resto, também o mercado espanhol continua atento a Raul Meireles que tem sido poupado por André Villas-Boas para não "complicar" a hipótese de um negócio que se adivinha iminente. Fucile também ainda não foi utilizado no FC Porto 2010/11, também tem interessados e alternativas de sobra no actual plantel que regista um excedente de laterais. Por isso mesmo, a sua saída não está descartada, dependendo, contudo, de uma oferta que o FC Porto considere interessante.

in "ojogo.pt"

Um pesadelo belga

Portugal ocupa atualmente o 8.º lugar no ranking da UEFA, muito à frente da Bélgica, que se encontra na 14.ª posição. No papel, a superioridade nacional é incontestável, mas tempos houve em que a história escrevia-se com outros contornos. E o FC Porto que o diga. Num currículo que conta com seis deslocações a território belga, os azuis e brancos foram brindados com outras tantas derrotas.


A última vez que por lá passaram foi em 2000, ou seja, há 10 anos, e custou o apuramento para a fase de grupos da Liga dos Campeões. Nessa altura, as ambições dos dragões foram traídas pelo gigante Jan Koller, autor do único tento da pré-eliminatória. “Foi o primeiro jogo oficial da época e isso foi determinante para a nossa equipa. A exibição não foi boa e o resultado muito menos. Como se não bastasse, a lesão do Silvio Maric foi marcante não só nesse encontro como no resto da temporada”, lembrou Nálson, o lateral-direito escolhido por Fernando Santos nessa noite.

Velho inimigo

Mas o pesadelo belga já tinha deixado marcas em cinco viagens anteriores, com o Anderlecht quase sempre no caminho. A primeira vez foi na época 1977/78. Na formação de Bruxelas havia, entre outros, um talento de nome Frank Vercauteren, médio que brilhou durante muitos anos na seleção belga. O mesmo que, depois de amanhã, vai sentar-se no banco oposto ao de André Villas-Boas a orientar a equipa do Genk. Vercauteren até marcou nesse duelo. Em 1982/83, os dois conjuntos voltaram a encontrar-se e o triunfo voltou a sorrir à equipa mais prestigiada da Bélgica e um dos emblemas europeus mais carismáticos.

Mas a história encarregou-se de colocar novamente Anderlecht e FC Porto frente-a-frente na década de 90. Na fase de grupos da Liga dos Campeões, num encontro disputado até ao último instante, valeu um tento solitário de Luc Nilis para resolver o assunto. Nas Antas, os dragões venceram e deram um passo decisivo para as meias-finais da competição.

Antes disse surgiram o FC Brugge, que foi eliminado, e o Standard de Liège, que se revelou demasiado forte. O Genk é o senhor que se segue, impondo o respeito próprio de uma equipa que segue na frente do campeonato com 3 vitórias em igual número de jornadas.

in "record.pt"