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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

ANDIF LAMENTA “FALTA DE CORAGEM” DA FPF ​Associação de dirigentes gostaria de ter indicado o presidente com “mais troféus” para as Quinas de Ouro


A Associação Nacional de Dirigentes de Futebol (ANDIF) lamenta a “falta de coragem” da FPF (Federação Portuguesa de Futebol), revelada na atribuição do prémio Quinas de Honra - categoria dirigente, entregue a 14 de Janeiro, na gala Quinas de Ouro, a Gilberto Madaíl. Em carta endereçada a Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente da instituição frisa desconhecer “os critérios usados para atribuição dos diversos prémios” e lamenta não ter podido indicar o “presidente de clube de reconhecimento internacional que mais troféus tem conquistado” em Portugal.

“País esse que pode ter o melhor jogador do mundo, o melhor treinador do mundo, mas não pode ter o melhor dirigente do século em Portugal, pois pode ferir-se sensibilidades. Achamos que, com esta falta de coragem, melhor seria não atribuírem este prémio”, escreve o presidente Diamantino Gonçalves.

A ANDIF é um dos 29 sócios ordinários da FPF, com assento na respectiva Assembleia Geral.


in "fcp.pt"

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

VARREDOR PRECISA-SE


A Federação Portuguesa de Futebol celebrou o primeiro centenário com uma gala em que premiou os que, em seu entender, mais se distinguiram. E o em seu entender deve ser sublinhado, porque honrando uma das mais fortes tradições da instituição, o FC Porto, os seus atletas, treinadores ou dirigentes têm para a federação um valor muito abaixo da realidade e do que os desempenhos e resultados demonstram.

Ser juiz em causa própria pode desfocar um pouco a realidade e até por isso nem vamos perder muito tempo por a FPF, certamente por lamentável esquecimento, ter passado ao lado do facto do dirigente mais titulado da história do futebol mundial ser presidente do clube português que mais troféus conquistou, o clube português que mais troféus internacionais trouxe para a federação.

O que nos intriga verdadeiramente é a incompreensível e inaceitável ausência de qualquer referência a José Maria Pedroto. Se há treinador na história do futebol português que não pode ser esquecido é José Maria Pedroto, pela revolução que provocou, pelas barreiras que ajudou a derrubar, mas também por ter sido o primeiro treinador a conquistar um título internacional para a federação, quando em 1961 levou a selecção de juniores ao título europeu.

Quando os prémios são atribuídos com base em votações online todos nós percebemos como tudo o que não é de agora tende a ser esquecido, mas foi a própria federação que fez questão de esclarecer que havia prémios decididos pela Direcção da FPF, pela Comissão Organizadora, pelos Media e até pelo presidente da federação, o que torna tudo ainda mais intrigante.

Mas será que o nosso portismo desfoca assim tanto a realidade e afinal José Maria Pedroto não foi assim tão importante? Respondem Vítor Serpa, director de “A Bola” e Manuel Sérgio, professor universitário, que não são propriamente conhecidos pela simpatia para com o nosso clube: “Pedroto tem razão para além do tempo, é isso que marca a diferença. Nos tempos de hoje seria da dimensão de Mourinho”, disse Vítor Serpa, no final da tertúlia organizada na semana passado pelo ISMAI (Instituto Universitário da Maia), que assinalou os 30 anos da morte de José Maria Pedroto. “Pedroto e Pinto da Costa fizeram a maior revolução que alguma vez assisti, não no futebol português, mas no desporto nacional”, afirmou Manuel Sérgio.

Que fique registado para memória futura, um século de hostilidade da federação e dos seus dirigentes não impediu o FC Porto de ser o clube português com mais troféus e, de longe, o clube português com mais troféus internacionais. Desde José Maria Pedroto que os adeptos do FC Porto sabem bem que é assim e que assim continuará a ser, mas todos nós permaneceremos vigilantes e prontos para denunciar estes branqueamentos da história. Ou como dizia um dos premiados, “é preciso varrer a porcaria que há na federação”.


in "fcp.pt"

terça-feira, 16 de abril de 2013

Árbitros admitem boicotar o FC Porto-Benfica

Problema vai além do clássico. Bola Branca sabe que há vários árbitros que já pediram escusa ao Conselho de Arbitragem da Federação, com efeitos a partir de 9 de Maio.


Os árbitros estão a ponderar boicotar as últimas duas jornadas da Primeira e Segunda Ligas, caso o policiamento obrigatório não seja reposto nos estádios de todo o país nas próximas duas semanas. Na penúltima ronda do campeonato há um FC Porto-Benfica.
 
Bola Branca sabe que há vários árbitros que já pediram escusa ao Conselho de Arbitragem da Federação, com efeitos a partir de 9 de Maio, devido às jornadas que os juízes admitem ser as de maior risco. O clássico do Estádio do Dragão está previsto para o fim-de-semana de 11 e 12 de Maio.

A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) anunciou a intenção de avançar para medidas extremas esta segunda-feira, em conferência de imprensa na qual marcaram presença José Gomes, presidente da entidade, assim como o árbitro lisboeta João Capela. A proposta de boicotar as últimas duas jornadas, que surgiu na sequência dos desacatos que suspenderam o encontro entre Vitória de Guimarães "B" e Sporting de Braga "B", em Fevereiro, continua de pé.

"Todas as acções que possamos vir a tomar para que consigamos que haja segurança para todos, os árbitros estão dispostos a fazê-lo. Não é o caminho que queremos, nem tão pouco, se calhar, o idealizamos. No entanto, as coisas têm 'timings'e o final do campeonato está à porta. É bem tempo de haver uma resposta para esta situação", explicou José Gomes.

O decreto-lei que obriga ao policiamento no interior dos recintos desportivos, que tem de ser pago pelos clubes, foi aprovado há 11 dias em conselho de ministros. Depois de o documento chegar à Presidência da República, Cavaco Silva tem 40 dias para se pronunciar sobre o decreto, isto é, promulgar ou chumbar.
in "rr.pt"

sábado, 16 de março de 2013

Dragões continuam na Taça da Liga

APÓS DECISÃO DO CONSELHO DE JUSTIÇA DA FPF


O Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) decidiu esta sexta-feira manter a decisão do Conselho de Disciplina (CD), que considerou que o FC Porto não utilizou irregularmente jogadores na Taça da Liga.

O Vitória de Setúbal e a Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga de clubes tinham recorrido da decisão inicial do CD, que absolveu o FC Porto e os futebolistas Fabiano, Seba e Abdoulaye, por alegada utilização irregular de jogadores. Os três futebolistas alinharam na terceira jornada da Taça da Liga, com o Vitória de Setúbal, menos de 72 horas depois de terem alinhado pela equipa B, na II Liga.

A 13 de fevereiro, o CD entendeu que o artigo 13 do anexo V do regulamento de competições, sobre a utilização de jogadores nas equipas B e principais, não se pode aplicar à Taça da Liga. O artigo diz "qualquer jogador apenas poderá ser utilizado pela equipa principal ou equipa "B", decorridas que sejam 72 horas após o final do jogo em que tenha representado qualquer uma das equipas, contadas entre o final do primeiro jogo e o início do segundo".

Na avaliação do CD, e fundamentação da improcedência, é tido em conta que a base da acusação era o artigo 13.º e que o mesmo está inserido no "regulamento de inscrição e participação de equipas B na II Liga por clubes da I Liga".

O FC Porto vai receber o Rio Ave nas meias-finais da Taça da Liga.

in "record-pt"

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Dragões reuniram-se com a Federação

DEBATERAM CEDÊNCIA DE JOGADORES À SELEÇÃO


A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e o FC Porto debateram esta segunda-feira a cedência de jogadores à Seleção Nacional e as linhas estratégicas para a modalidade a nível interno.

O sítio da FPF na internet esclarece que as duas entidades discutiram "temas como a cedência de jogadores às seleções e outros assuntos de interesse comum, como a partilha de informação e linhas estratégicas do futebol português".

O encontro, realizado no estádio do Dragão, juntou à mesa o vice-presidente para as Seleções, Humberto Coelho, João Pinto (diretor para as Seleções A e sub-21), Silveira Ramos (Diretor Técnico Nacional), Antero Henrique (CEO FC Porto Desporto), Jaime Teixeira (diretor de relações externas), Luís Castro (diretor técnico da formação azul e branca) e Acácio Valentim ("team manager" da equipa principal).

"Ambas as partes consideraram a reunião muito positiva", refere o comunicado.

A FPF está a visitar os clubes que cedem mais jogadores às seleções nacionais, tendo já reunido com o Sporting, o Belenenses e o Benfica.

in "record.pt"

sábado, 17 de novembro de 2012

Federação responde ao FC Porto

A Federação Portuguesa de Futebol emitiou um comunicado para responder à nota publicada no site do FC Porto.


A Federação Portuguesa de Futebol reagiu esta noite à NOTA publicada pelo FC Porto no seu site oficial, reagindo aos comentários de Paulo Bento, na Gala de Desporto, ao que Pinto da Costa dissera sobre o jogo Gabão-Portugal de quarta-feira.

Comunicado na íntegra

1 - A Federação Portuguesa de Futebol é liderada de dentro para fora, independentemente de pressões que sejam ou tentem ser feitas por quem quer que seja.

2 - Por haver na Federação Portuguesa de Futebol uma liderança que pensa pela própria cabeça e segue uma estratégia clara, a Selecção Nacional jogou fora do país, tal como fizeram outras grandes selecções mundiais, procurando obter receitas que lhe permitam cumprir a sua missão de defender os superiores interesses de todo o Futebol Português.

3 - A equipa técnica da Selecção Nacional, bem como todos os outros colaboradores da Federação Portuguesa de Futebol, respondem perante a sua Direcção e o seu Presidente, gozando de autonomia nas respectivas áreas de intervenção directa. Na Federação Portuguesa de Futebol, o Seleccionador Nacional convoca os jogadores que quer e coloca-os em campo de acordo com as suas ideias tácticas, durante o tempo que entende adequado.

4 - A Federação Portuguesa de Futebol proporciona as melhores condições de trabalho a todos os colaboradores e técnicos, nomeadamente ao Seleccionador Nacional, Paulo Bento, e apoia-o sem reservas.

5 - A Federação Portuguesa de Futebol agradece o entusiasmo crescente que os adeptos têm vindo a demonstrar à Selecção Nacional e apela à união em torno do objectivo comum a todos os portugueses sem excepção - a qualificação para o Mundial 2014.

6 - A Federação Portuguesa de Futebol não promove nem alimenta polémicas pelo que nem a FPF nem qualquer um dos seus colaboradores voltarão a pronunciar-se sobre este assunto


in "ojogo.pt"

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O RABECÃO E O SAPATEIRO


Quanto mais nos dispersamos menos sucesso conseguimos. É uma lei da vida que todos devemos seguir e que a sabedoria popular sintetiza muito bem: “Quem te manda a ti sapateiro tocar rabecão”.

Vem isto a propósito das infelizes declarações do seleccionador nacional Paulo Bento, que parece preocupar-se mais com o FC Porto do que com os adversários que enfrenta no campo.

Da Federação Portuguesa de Futebol e dos seus funcionários, do mais anónimo ao mais relevante, espera-se a defesa do futebol português e dos seus clubes, em especial daqueles que defendem as cores nacionais nas provas internacionais. Estranhamente, porém, Paulo Bento acha que tem a mesma obrigação em relação ao futebol português e aos clubes portugueses que o seu homólogo da Colômbia, ou de qualquer outra selecção. Um absurdo.

Mais do que pelas palavras, as pessoas devem ser julgadas pelos actos e não pode haver conivência maior do que aceitar uma deslocação ao Gabão para realizar um jogo que não servia, como não serviu, para nada. Para quem se diz tão independente, não casa a cara com a careta.

O FC Porto tudo fará para preparar bem os seus jogadores, para que possam contribuir para uma vitória da selecção nacional em Israel, mas infelizmente constatamos que o seleccionador nacional não fez o mesmo, como é sua obrigação.

Estranha a alusão ao seu empresário Jorge Mendes, que não foi tido nem achado no assunto e pensamos que não precisa de ser promovido à custa de quem agencia. 

De resto, estas declarações só podem fazer sentido a quem tem perdido visibilidade pelo desempenho da selecção e tenta pôr-se agora em bicos de pés, atacando o presidente do FC Porto para aparecer na primeira página do jornal “A Bola”. 

No FC Porto os treinadores servem para treinar e ganhar jogos e, se nos é permitida a ousadia, aconselhamos a federação a seguir esta regra.

Defender o futebol português e os seus clubes não é certamente a reacção inflamada e chantagista do seleccionador, que se diz à espera de apoio vindo dos oito pisos da sede da Federação. No FC Porto, que até já teve uma sede com 16 pisos, a liderança tem um nome, o seu presidente. É assim agora, como foi no passado. Pelos vistos, na FPF não parece ser bem assim, o que ajuda a perceber a dificuldade que o seleccionador tem tido em concentrar-se no que é a sua obrigação, vencer jogos.


in "fcp.pt"

LOURENÇO PINTO "Pinto da Costa está cheio de razão"

Lourenço Pinto, presidente da Associação de Futebol do Porto, comenta a polémica troca de palavras do presidente do FC Porto com o seleccionador nacional, Paulo Bento.


A resposta de Paulo Bento a Pinto da Costa não caiu bem ao presidente da AF Porto. O seleccionador nacional chegou a admitir que o líder do emblema portista pelas afirmações proferidas, podia gostar mais da selecção colombiana. Lourenço Pinto refuta, lembrando que "Pinto da Costa ao longo dos anos tem sido um homem devotado à selecção nacional. Tem apoiado e viajado com a selecção e transmitido o que deseja para bem do futebol português e do país", refere numa entrevista a Bola Branca.

Paulo Bento também criticou Pinto da Costa por não ter referido o tempo de utilização de James e Jackson no Colômbia-Brasil. Lourenço Pinto lamenta porque esse jogo "foi posterior às declarações do presidente do FC Porto". De resto, o dirigente associativo realça que foram incomparáveis as condições da realização do Colômbia-Brasil, em Nova Jérsia e do Gabão-Portugal, em Libreville. "Os países, os jogadores, e outros factores como a temperatura e humidade são muito diferentes. Daí que também nesse ponto não há razão para as críticas feitas ao presidente do FC Porto", conclui Lourenço Pinto.

Sobre as duras críticas de Pinto da Costa à Federação, a propósito da marcação no Gabão de um jogo particular nesta altura, Lourenço Pinto subscreve. "Não só foi inoportuna como causou sérios prejuízos aos clubes e aos jogadores. Os clubes estão ligados às competições nacionais e estrangeiras com grande desgaste e não podem ter jogadores na sua plenitude. O jogo no Gabão foi manifestamente prejudicial. Sobre isso o presidente do FC Porto está cheio de razão", considera o presidente da AF Porto.

in "rr.pt"

terça-feira, 25 de setembro de 2012

FPF pede análise às declarações de Rui Gomes da Silva

Conselho de Disciplina envia declarações do dirigente encarnado sobre a arbitragem do Académica-Benfica para a Comissão de Instrução de Inquéritos da Liga.

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) solicitou à Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) que averigue as denúncias do Benfica quanto à actuação do árbitro Carlos Xistra, no encontro do passado domingo entre Académica e Benfica.

Ao que Bola Branca apurou, o Conselho de Disciplina (CD) da FPF enviou para a Comissão de Instrução de Inquéritos da LPFP as declarações proferidas por Rui Gomes da Silva, vice-presidente do Benfica, para que sejam analisadas. No fundo, a Federação pretende dar oportunidade ao Benfica de esclarecer as referidas denúncias.

Recorde-se que o dirigente encarnado afirmou, em Bola Branca, que o clube da Luz e Vítor Pereira, presidente do Conselho de Arbitragem, teriam sido alertados para a eventualidade de uma actuação prejudicial de Carlos Xistra em relação ao Benfica.

"Sei que chegaram avisos ao Benfica e a Vítor Pereira. Já que se investiga tanta coisa em Portugal que também se investigue a arbitragem. Estamos a lidar com coisas muito importantes e que exigem seriedade, frontalidade e credibilidade e as pessoas têm que dizer o que pensam e o que sabem", acusou Rui Gomes da Silva, na segunda-feira.

Desta forma, seguir-se-à um inquérito da Comissão de Instrução de Inquéritos que, por seu turno, enviará o resultado da análise para o CD da FPF. Depois, o órgão disciplinar federativo decidirá sobre as referidas denúncias.

in "rr.pt"

PS - Como não acredito nos politicos que estão á frente do pais, não acredito que esta suposta investigação a este incendiario que faz juz aquilo que ele foi ... politico, secretario de estado e ministro, dê em alguma coisa. Como sabemos não se passou nada, e eles(s) como não ganham rigorosamente nada limitam-se a lançar entrupias para a comunicação social, subserviente e incapaz de fazer aquilo que deve ... tentar ser imparcial.

Este palhaço que fez parte do governo e que faz parte da merda em que o pais se encontra, tem espaço num programa da SIC, que deve ter um share fantastico, dado os 6M de carneiros que, como no tempo do Vale e Azevedo, fazem parte do rebanho e não tem o descernimento de chegar á conclusão que não ganham nada, tirando a taça da cerveja, o campeonato dos tuneis e o estoril gate ... e continuam a dizer amen a um presidente que colocou a agremiação da 2ª circular com um pacivo inacredital e em falencia tecnica.

Por mim espero que estas personagens contnuem por aqui ... este palhaço, searas, delgados, gordoberns, carraças, queridos manhosos, traficantes, ruizinhos e tantos outros, porque a realidade é que apesar de terem tudo a seu favor, comunicação social, orgãos da liga, da federação, politicos, arbitros ... são uns tristes.

Como nota de rodapé ontem vi o prolongamento da tvi24 ... porque tenho uma afinidade grande com o Dr. dos Figados ... o Cutty Sark (dos scotshs novos o melhor) ... e depois de uma hora e meia de programa que supostamente falam dos 3 ou 4 (braga incluido) grandes ... falaram da tristeza do Sborting, dos casos do SLBosta ... e a unica equipa que ganhou na europa e que teve um jogo para o campeonato digno de registo .... pura e simplesmente não comentram, com a conivencia do Serão que se calhar estava á espera de ir comer um botique. 

Realmente nos ultimos anos eles (a CS) perderam completamente a vergonha ... e seguem o fundamentalismo vermelho como se estivessemos num pais tipo afeganistão, irão e outros que tal.

O problema é que contra tudo e contra todos continuamos a ganhar ... e muito !!!!!!!!!!!

SOMOS PORTO CARAGO.

sábado, 19 de maio de 2012

FC Porto pede descida de divisão para o Marítimo

O FC Porto apresentou uma participação disciplinar contra o Marítimo junto do presidente do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, Santos Serra. Em causa está, segundo o documento divulgado pela agência Lusa, o recurso dos insulares para os tribunais civis no chamado caso Kléber, que opõe dragões e madeirenses há quase dois anos. Com a participação efetuada, o FC Porto evoca o caso Mateus, que condenou o Gil Vicente à descida de divisão em 2005/06. O Marítimo, acrescente-se, terminou o campeonato na quinta posição e conseguiu acesso à Liga Europa (pré-eliminatórias) na próxima temporada. 

in "ojogo.pt"

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Alargamento "suspenso" devido a recurso do FC Porto CJ DA FEDERAÇ

CJ DA FEDERAÇÃO ADMITIU ARGUMENTAÇÃO DOS DRAGÕES



O Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) decidiu suspender a deliberação da Assembleia-Geral da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) relativa ao alargamento do campeonato principal de 16 para 18 clubes.

De acordo com uma decisão a que a Lusa teve acesso, o CJ admitiu um recurso interposto pelo FC Porto e atribuiu-lhe "efeito suspensivo", conforme era solicitado pelo clube azul e branco.

Na base da decisão do órgão da FPF está o ponto 2 do artigo 36.º do Regulamento do Conselho de Justiça, no qual se enumeram os casos em que os recursos para o CJ têm efeito suspensivo.

Isto sucede, nomeadamente, "quando da decisão do recurso fique dependente a qualificação para uma prova de competência ou a manutenção em prova que se encontra a disputar", como se lê na alínea b do n.º 2 do artigo 36.º.

No recurso apresentado, o FC Porto suscita também uma questão prévia, requerendo que seja declarada a invalidade de "todas as deliberações tomadas pelo órgão recorrido na Assembleia Geral" de 3 de maio de 2012 "sobre a forma de execução da deliberação de alargamento (com efeitos suspensos)".

Neste caso, o CJ considera, de acordo com a decisão a que a Lusa teve acesso, que "as questões relativas à invalidade do ato impugnado têm a ver com o mérito do recurso, pelo que não podem ser apreciadas como questões prévias, só o podendo ser na decisão final".

Desta forma, a deliberação do alargamento da Liga principal de futebol em 2012/2013 de 16 para 18 clubes fica suspensa até decisão final do CJ sobre o recurso do FC Porto, o que inviabiliza, até lá, a realização de uma "liguilha".

Para que a prova tivesse mais dois clubes, a AG da Liga de 03 de maio deliberou a criação de uma "liguilha", com o 15.º e o 16.º da Liga e o terceiro e o quarto da Liga de Honra.

O alargamento da Liga terá sempre de ser ratificado pela direção da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que não se pronunciará enquanto o CJ não tomar uma decisão sobre o pedido de impugnação feito pelo FC Porto.

A direção da FPF já tinha rejeitado uma primeira proposta aprovada pela AG da Liga que previa o alargamento sem descidas de divisão e que também foi alvo de pedidos de impugnação por parte de alguns clubes.

in "record.pt"

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

«Não saí do FC Porto pelo dinheiro» - Fernando Gomes

Fernando Gomes esclarece que a sua saída da SAD do FC Porto, para assumir a presidência da Liga, não se ficou a dever a questões de natureza financeira.

«Saí do FC Porto, onde tinha um vencimento superior relativamente ao que actualmente aufiro na Liga, e não é por essa razão que o deixaria de fazer», disse à Renascença o candidato à presidência da Federação Portuguesa de Futebol, realçando a preocupação de exercer o cargo «o melhor possível» e com «competência para poder concretizar todas as ideias inseridas no projecto» que preconiza.

Fernando Gomes revelou, ainda, que «o cargo de presidente da Federação tem um salário ilíquido superior, em cerca de 1400 euros, relativamente ao cargo de presidente da Liga».


in "abola.pt"

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Vítor Baía "mandatário desportivo" de Fernando Gomes


Antigo guarda-redes diz-se honrado e mostra-se disponível para ajudar em tudo o que o candidato entenda que o ex-atleta pode cooperar ao serviço do futebol em Portugal
O antigo guarda-redes do FC Porto e da selecção nacional Vítor Baía vai ser "mandatário desportivo" da candidatura de Fernando Gomes à presidência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), revelou esta quarta-feira à agência Lusa uma fonte da candidatura.
Numa declaração divulgada pela candidatura, Vítor Baía, que também representou o FC Barcelona, afirma que aceitou o convite "honrado" e coloca-se à disposição de Fernando Gomes "para tudo aquilo que ele entenda" que o seu "perfil de competências pode ajudar, ao serviço do futebol em Portugal".
"Como já tinha afirmado publicamente, entendo que a pessoa mais bem preparada para liderar o futebol nacional é o dr. Fernando Gomes. A ele unem-me laços afectivos fortes, mas o apoio que lhe dou é baseado na racionalidade: é um economista de grande capacidade, tem um perfil executivo e rege a sua vida por objectivos e resultados", sublinha.
Vítor Baía considera que "o futebol português vai precisar muito de alguém assim" e, embora manifeste respeito pelos outros candidatos, António Sequeira e Carlos Marta, refere: "Não posso deixar de estar ao lado da pessoa e do projecto -- que já tive oportunidade de conhecer em detalhe -- em que mais acredito".

in "dn.pt"

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Baía: «FPF? Estou disponível, mas não me ofereço»


Antigo guarda-redes do FC Porto e da selecção garante que as balizas estão bem entregues nos dois casos


Vítor Baía admite que o futuro profissional «passa pela direcção desportiva», embora, no momento, o antigo guarda-redes de FC Porto e Selecção não esteja a desempenhar qualquer cargo. Quanto a um lugar na Federação, assume-se disponível, mas sublinha que não vai bater à porta de ninguém.

«Imagino uma direcção forte, porque sinto que o principal candidato, Fernando Gomes, tem grande capacidade e competência, na gestão e na organização», disse Baía, em declarações em Alfragide, à margem de uma iniciativa da Fundação à qual dá nome.

«Fernando Gomes será uma mais-valia, será o salto qualitativo que a Federação necessita há muitos anos, é a pessoa ideal para fazer algo pelo futebol português, já quanto a mim, sinto-me disponível para ajudar, mas não me ofereço para nada», destacou o antigo guarda-redes.

A conversa mudou, depois, para a baliza. A da Selecção e a do FC Porto. Eis o que pensa Vítor Baía sobre a primeira: «Temos guarda-redes de grande qualidade. O Eduardo fez um excelente Mundial, foi dos melhores. É pena não estar a jogar, mas tem muita qualidade. O Rui Patrício é jovem, já joga há alguns anos, mas pode fazer uma carreira de alto nível e pode ajudar Portugal nos próximos compromissos importantes.»

Já o do FC Porto parece dar todas a garantias, mesmo que na Taça de Portugal os dragões possam lançar Bracalli no lugar do titular Helton. «Se fica bem entregue? Penso que sim, aliás, penso que a baliza do FC Porto está muito bem entregue há muito tempo, não será por aí que terão problemas», afirmou Vítor Baía.

De resto, Baía garante que, no momento, quer «continuar a obra» à qual se dedicou, de âmbito social, e que pretende ajudar crianças. No entanto, o desporto está-lhe na mente.

«A minha vida é o futebol, agora tenho a minha fundação, que continuo a dizer que é a melhor defesa da minha vida, não estou em nenhum cargo, mas a minha vida passa pela direcção desportiva e vocacionada para o futebol», concluiu.



in "maisfutebol.iol.pt"

sábado, 29 de janeiro de 2011

Federação. O outro clássico FC Porto vs. Benfica

A norte há reuniões de última hora contra os novos estatutos; a sul há o desejo de os aprovar para lançar Fernando Seara a presidente. A luta pela FPF está ao rubro


Amanhã é o Dia D. Ou não, porque entre avanços e recuos, reuniões de bastidores e mudanças de última hora, também tudo pode ficar na mesma. A FPF aprova finalmente os novos estatutos (na AG que está marcada para este sábado) e torna-se legal (é ilegal desde 2008) para recuperar o estatuto de utilidade pública (os dinheiros que vêm do Estado) e já agora eleger um novo presidente em clima de paz? Ninguém o pode garantir. O que se pode assegurar é que a guerra pelo poder está ao rubro, com principalmente duas grandes forças envolvidas num braço-de--ferro que em certa medida representa o maior confronto da actualidade: de um lado o FC Porto, do outro o Benfica.

É assim o futebol português - dentro do campo também se joga este clássico já no início de Fevereiro, na meia-final da Taça de Portugal - e o combate é simples. As associações que têm recusado a votação dos novos estatutos alegam perda de direitos. Esta argumentação tem sido liderada pela Associação de Futebol do Porto, apoiada pelo maior clube da cidade, e no fim de contas a maior do país, até aqui com direito a 37 dos 500 votos que fazem a soma da assembleia- -geral da FPF (ver info em baixo). Em termos globais, com os novos estatutos as associações passam de uma representatividade de 55 para 25 por cento, um cenário que lhes retira poder nas grandes decisões do futebol. "Se for ao parecer do conselho de justiça da federação, está lá tudo o que tenho defendido nos últimos dois anos", disse ontem ao i Lourenço Pinto, presidente da Associação de Futebol do Porto, referindo-se ao documento ontem emitido e sem querer alongar-se. O novo Regime Jurídico das Federações, publicado em Diário da República em 2008, viola a Constituição porque implica "uma limitação à liberdade de organização das associações de direito privado", explica o parecer do conselho de justiça. No fundo, as associações, aquelas que que estão na génese de federação, sentem-se empurradas para fora dela. Os defensores do novo regime jurídico e da proposta de estatutos que dele decorre lembram que foi aprovado na Assembleia da República, segue as orientações internacionais e até obedece à FIFA, organismo que já ameaçou com a suspensão dos clubes e da selecção portuguesa das provas além--fronteiras. Apesar de uma eventual inconstitucionalidade, tudo pode resumir-se à votação de amanhã e, aí, 75% dos votos decidem tudo.

O jogo de bastidores Na Associação de Futebol do Porto sabe--se disso e, independentemente de também terem alegado a ilegalidade da assembleia-geral de amanhã, na quinta-feira foi promovido um encontro com a Associação de Braga, com o objectivo de inverter a tendência de voto que os minhotos têm vindo a manifestar. "Foi um encontro patrocinado pelo FC Porto e pelo Braga. Está em causa uma alteração do sentido de voto", explicaram ao i.

Caso se altere o voto de Braga, o grupo que apoia os novos estatutos pode ter os 75% de votos necessários hipotecados. E aí quem perde? De imediato, é Fernando Seara, o presidente da Câmara Municipal de Sintra, que apareceu esta semana na Benfica TV a dizer que avançava para eleições caso a nova lei fosse aprovada. Aí está o outro lado do braço-de-ferro: o Benfica. "A apresentação desta candidatura não faz qualquer sentido nesta altura; veio aprofundar as rivalidades e pode per- turbar o essencial, ou seja, o acordo estatutário", disse ao fonte federativa.

A estratégia do Benfica, com o lançamento de Fernando Seara, deixa por outro lado Gilberto Madaíl e Hermínio Loureiro em posição delicada. Eventualmente, uma candidatura absorverá outras. A presidência da federação é apetecível - ordenado de 15 mi euros brutos - mas será ainda mais interessante pelo reforço de poderes que os novos estatutos prevêem. Por isso Gilberto Madaíl dizia esta semana que, caso fosse reeleito, faria finalmente uma revolução no futebol português. Mas quem vai ganhar o braço-de- -ferro?


in "ionline.pt"

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Vítor Baía: «Futebol português vai continuar na ilegalidade»

RECORDA IMPORTÂNCIA DA APROVAÇÃO DO NOVO REGIME JURÍDICO
 

Depois de há cerca de três semanas ter mostrado disponibilidade para ajudar o futebol português, no âmbito de uma eventual candidatura à liderança da Federação Portuguesa de Futebol, Vítor Baía criticou esta quarta-feira o atual estado do desporto-rei no país.

Para o ex-diretor de relações externas do FC Porto, urge aprovar o novo Regime Jurídico das Federações. Até lá, a sucessão a Gilberto Madaíl não passará das palavras aos atos.

"Têm existido muitas críticas mas vamos seguir a mesma orientação enquanto não mudarem os estatutos", apontou Baía, rematando. "O futebol português continuará na ilegalidade. Não há hipótese de mudar nada enquanto não aprovarem os novos estatutos. Até lá, ninguém pode fazer seja o que for. Por isso, neste momento só tenho isto a dizer", advertiu, à margem de uma exposição sobre o corpo humano, que ocorreu na Alfândega do Porto.

Vítor Baía: «Foram duas finais ganhas»

A Seleção Nacional está novamente no bom rumo, depois de duas vitórias na fase de qualificação para o Euro'2012. Vítor Baía lembra a importância destes 6 pontos e destaca as qualidades do novo selecionador, Paulo Bento.

"Foram duas finais ganhas. O apuramento é possível e espero que Paulo Bento tenha sorte. Todos sabemos das suas capacidades", afirmou esta quarta-feira o antigo internacional português.

Baía destacou também a boa exibição dos atletas nacionais frente a Dinamarca e Islândia. "Ainda bem que os jogadores honraram Portugal", contou.

in "record.pt"

sábado, 25 de setembro de 2010

Vítor Baia disponível para a ser candidato à presidência da FPF


O antigo guarda-redes e ex-dirigente do FC Porto Vítor Baia mostrou-se hoje "disponível para ajudar o futebol português" e deixou em aberto a hipótese de se candidatar à presidência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

"Se o futebol português entender que eu possa ser uma mais valia estarei disponível para ajudar", sustentou Vítor Baia, que falava à margem de uma visita a uma escola em Baguim do Monte, em Gondomar.

Questionado se estaria disponível para ser candidato à presidência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), no próximo ato eleitoral, Vítor Baia assumiu que estava disponível para ajudar o futebol nacional.

Vítor Baia aproveitou ainda para manifestar a sua opinião relativamente ao novo selecionador nacional, dizendo que o cargo está "bem entregue" e alertou para não se responsabilizar Paulo Bento "se as coisas não correrem bem".

"Desejo que o Paulo tenha muita sorte e consiga atingir os objetivos, depois de toda esta confusão e de tudo o que se falou até este momento em relação ao futebol da federação e de toda a sua organização", adiantou Baía.

Vítor Baia espera que o apuramento para a fase final do campeonato da Europa de 2012 ainda seja possível, mas apontou que Portugal "parte em desvantagem", por ter perdido cinco pontos nos dois primeiros jogos.

in "ionline.pt"

sábado, 18 de setembro de 2010

Villas-Boas: «Seleção não está nos meus horizontes»


O treinador do FC Porto elogiou a iniciativa da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) de ter convidado José Mourinho para orientar a Seleção Nacional nos próximos dois jogos. No entanto, garante que se ele próprio tivesse sido chamado não aceitaria.

"A hipótese [de ter Mourinho a treinar a equipa das quinas dois jogos] parece sensata tendo em conta que haverá eleições na FPF brevemente. É sempre bom ter oportunidade de trazer o melhor treinador do Mundo para a Seleção. Mas, enquanto treinador do FC Porto, estando onde gosto de estar, não aceitaria essa proposta se me fosse colocada e nem sequer está nos meus horizontes vir a treinar a Seleção. Não é uma ambição que tenha. Tendo em conta a minha curta carreira, essa questão não se deve colocar", reiterou este sábado em conferência de imprensa.

Villas-Boas: «Jogar na Choupana é um bloqueio mental»

O treinador do FC Porto, André Villas-Boas, reconhece que a deslocação à Choupana para defrontar o Nacional na segunda-feira (19 e 45) "não vai ser fácil", mas assegura que a equipa se sente forte esperando deslizes dos adversários diretos no dérbi de domingo.

"Jogar na Choupana, além de não ser fácil, é um bloqueio mental. As deslocações à Madeira, por história, tornaram-se um bloqueio mental, são sempre jogos complicados. O que importante é afastar esse bloqueio. A equipa sente-se forte, a mensagem de consolidação tem passado. Vamos à Madeira para jogar na máxima força", assegurou o treinador este sábado em conferência de imprensa.

Esta jornada tem uma "motivação extra" para o FC Porto, já que pode beneficiar do resultado do dérbi Benfica-Sporting de amanhã. "São confrontos diretos. Nas próximas jornadas também há outras deslocações difíceis e mais confrontos diretos para adversários que, tendo em conta a historia, podem ameaçar a nossa liderança. Mas conta também o nosso compromisso com a vitória". E completa a ideia: "A nossa concentração está no jogo com o Nacional, mas o mais importante é ganharmos pontos em relação a um deles".

Sobre a convocatória do jogo, Villas-Boas esclareceu que o que é importante é que todos os jogadores tenham consciência que podem ser chamados em qualquer oportunidade. "Sinto que todos tem sido competitivos. Tem havido alternância na convocatória e essa competitivade é boa. Quem se deixar abater, menos espaço terá. Todo o plantel está disponível e sente que a oportunidade pode estar perto".

in "record.pt"

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Pinto da Costa: «Isto é para chamuscar a imagem de Queiroz»

Ridículo. É essa a palavra mais usada por Pinto da Costa para definir o caso que envolve o seleccionador Carlos Queiroz e a Federação portuguesa de futebol e que levou o presidente do F.C. Porto a prestar declarações em favor do treinador. O dirigente partilha da opinião do técnico que diz que todo o processo tem como objectivo prejudicar a sua imagem.


«Fico preocupado com o que ouvi hoje, devido à possibilidade e as pessoas e as instituições caírem no ridículo. Vir alguém como o Sir Alex Ferguson de Inglaterra para isto é rídiculo, vai levar este caso para o mundo do futebol e vai encher de ridículo a Federação e as pessoas que estão por trás disto. Receio que afecte de tal forma a imagem do futebol português que a candidatura ao Mundial 2018 possa vir a ser afectada. Tudo isto é demasiado ridículo», afirmou Pinto da Costa, após a audição na sede da Federação.

Pinto da Costa não acredita no entanto, que o processo venha a ditar a saída do seleccionador: «Pelo que tenho falado com os meus jogadores não lhes passa pela cabeça que a 3 de Setembro não tenham o mesmo seleccionador. Quero acreditar, porque até o ridículo tem limites. Manchar a imagem de Queiroz? Acho que isto é para chamuscar e queimar.»

«Nos próximos 15 dias ninguém fala de Freeport e Casa Pia»

Queiroz falou em «linchamento público». Pinto da Costa compreende a posição do seleccionador e até atira com um exemplo. «Vim de carro do Porto e por sorte não vinha a conduzir senão até dava uma guinada no volante quando ouvi um jornalista que não conheço e que teve um problema com o actual seleccionador no aeroporto a dizer que o caso passado com ele era muito mais grave do que aquele em que o Scolari agrediu um jogador adversário em pleno jogo», referiu.

O presidente dos dragões questionou, ainda, a altura em que o caso do alegado insulto ao presidente da Autoridade Antidopagem foi tornado público. «Este caso passou-se na Covilhã, foram depois para a África do Sul, com uma passagem por Massamá onde encontraram um campo com pedras, onde os jogadores se poderiam lesionar como aconteceu com o Nani, e só quando chegaram a Portugal é que se soube isto», recordou.

E mesmo o alegado insulto dirigido por Queiroz a Luís Horta merece uma avaliação peculiar, por parte de Pinto da Costa: «Não sei como é aqui, mas lá no norte se alguém perguntar: «oh filho da p***, tudo bem?», ninguém vai achar que está a ofender a sua mãe.»

Por fim, uma palavra para o envolvimento de Laurentino Dias no processo: «Não me compete julgar se houve envolvimento político, mas vir o senhor secretário de Estado, que raramente comenta em público, falar sobre isto, a sua gravidade e as suas consequências...Nos próximos 15 dias não se vai falar do Freeport, da Casa Pia, só de uma frase horrorosa do Queiroz, que todos tiveram problemas em dizer...Isto é tudo muito ridículo.»

in "maisfutebol.iol.pt"