Mostrar mensagens com a etiqueta Fernando Gomes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fernando Gomes. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Fernando Gomes: «Os 6 pontos não preocupariam Pedroto»

FALOU TAMBÉM DA ATUALIDADE E DO CAMPEONATO

A tertúlia no ISMAI serviu sobretudo para recordar Pedroto, mas a atualidade também marcou presença. E essa diz que, na Liga, o FC Porto leva 6 pontos de desvantagem em relação ao rival Benfica. Trata-se de uma distância que não desanima Fernando “bibota” Gomes.

“Ninguém está preocupado com isso, como o senhor Pedroto também não estaria”, garantiu o melhor marcador da história do FC Porto, para quem o “senhor Pedroto era um homem muito adiantado no tempo”.

in #record.pt"

domingo, 4 de janeiro de 2015

Fernando Gomes ao lado de Fiúsa

PINTO DA COSTA AUSENTE DO DRAGÃO

Na bancada VIP do Estádio Cidade de Barcelos, António Fiúsa, presidente do Gil Vicente, teve sentado a seu lado Fernando Gomes, o antigo autarca do Porto (e ministro com a tutela do Desporto). Gomes foi o representante oficial dos dragões, já que desde há cerca de um ano é o responsável pela área financeira da SAD azul e branca, tendo substituído Angelino Ferreira no cargo.

Quem não se viu por Barcelos foi Jorge Nuno Pinto da Costa. O presidente dos dragões não acompanhou a equipa em mais uma vitória fora de portas.

in "fcp.pt"

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Dragões reuniram-se com a Federação

DEBATERAM CEDÊNCIA DE JOGADORES À SELEÇÃO


A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e o FC Porto debateram esta segunda-feira a cedência de jogadores à Seleção Nacional e as linhas estratégicas para a modalidade a nível interno.

O sítio da FPF na internet esclarece que as duas entidades discutiram "temas como a cedência de jogadores às seleções e outros assuntos de interesse comum, como a partilha de informação e linhas estratégicas do futebol português".

O encontro, realizado no estádio do Dragão, juntou à mesa o vice-presidente para as Seleções, Humberto Coelho, João Pinto (diretor para as Seleções A e sub-21), Silveira Ramos (Diretor Técnico Nacional), Antero Henrique (CEO FC Porto Desporto), Jaime Teixeira (diretor de relações externas), Luís Castro (diretor técnico da formação azul e branca) e Acácio Valentim ("team manager" da equipa principal).

"Ambas as partes consideraram a reunião muito positiva", refere o comunicado.

A FPF está a visitar os clubes que cedem mais jogadores às seleções nacionais, tendo já reunido com o Sporting, o Belenenses e o Benfica.

in "record.pt"

domingo, 13 de janeiro de 2013

Promessa de hegemonia naquela cabeça de Gomes (com o terceiro anel pintado de azul)


O maior goleador da história do FC Porto travou inúmeros duelos com a defesa benfiquista, nomeadamente com o malogrado guarda-redes Manuel Bento: marcou-lhe oito golos mas também viu Bento defender-lhe três pénalties, sempre com o resultado em 0-0. 

A lembrança mais positiva de Fernando Gomes nos clássicos é seguramente o Benfica-FC Porto (0-1) de 27 Janeiro de 1985, o jogo que catapultou os dragões de Artur Jorge para o primeiro título desde o «bis» de Pedroto (1978-1979) e abriu a passadeira para uma hegemonia que dura há mais de duas décadas. 

Com uma enorme mancha azul a colorir o terceiro anel (25 mil adeptos portistas acorreram ao estádio da Luz nessa tarde!), o Bibota marcou o único golo do jogo aos 70 minutos, correspondendo a um cruzamento do extremo direito Jaime Magalhães com um cabeceamento fulgurante ao primeiro poste. 

Um golo lindo. O estádio explodiu de azul e branco e Gomes, sorridente, ergueu os braços para o céu numa imagem icónica. Mal sabia ele que acabava de inaugurar uma nova era no futebol nacional. A era portista.


in "abola.pt"

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

PRESIDENTE SUBLINHA CONSISTÊNCIA DEFENSIVA DO MÁLAGA


Alguns minutos após a realização do sorteio dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, que colocou o Málaga no caminho do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa assumiu o propósito de vencer a eliminatória e "prosseguir na prova", alertando, no entanto, para o grau de complexidade imposto pelo adversário, vencedor do Grupo C e actual quarto classificado da liga espanhola.

"Quem apresenta a defesa menos batida do campeonato espanhol, tendo sofrido menos golos do que o Real Madrid e o Barcelona, mostra uma grande consistência defensiva e demonstra bem a dificuldade da eliminatória", observou o presidente dos Dragões, acrescentando outros dados pertinentes para melhor caracterizar o adversário europeu.

"Não podemos esquecer que o Málaga foi uma das poucas equipas que se apurou para os oitavos-de-final sem sofrer qualquer derrota e terminou em primeiro lugar o grupo em que estavam o Milan e o Zenit", acrescentou Pinto da Costa, que detectou na curta deslocação à Andaluzia o pormenor mais positivo entre os que sorteio proporcionou. "Ultimamente, temos feito viagens de quatro e cinco horas, e a proximidade vai permitir-nos ter lá uma grande falange de apoio", concluiu. "Vamos ter muitos portistas em Málaga".


in "fcp-pt"

«Vamos abordar a eliminatória frente ao Málaga com grande confiança» - Fernando Gomes

Satisfeito. É este o estado de espírito depois de saber que terá que defrontar o Málaga nos oitavos de final da Liga dos Campeões, aponta o eterno Bibota de Ouro Fernando Gomes. 

«Saiu-nos a equipa sensação, que está em quarto no campeonato espanhol e possui uma das defesas menos batidas. Tem feito um investimento grande nos últimos tempos para se afirmar no futebol europeu e com a curiosidade de ter dois portugueses no plantel. Será uma eliminatória interessante entre duas equipas que desejam vencer e o FC Porto vai abordar a eliminatória com grande confiança».

«Só havia duas equipas que o Fc Porto nunca havia defrontado, o Borussia de Dortmund e o Málaga. Será uma estreia para esta última e para nós, mas estamos satisfeitos, principalmente porque a viagem é mais fácil, tanto para a equipa como para os nossos adeptos, depois de termos ido à Ucrânia e à Rússia", declarou Fernando Gomes, dirigente do FC Porto, depois de conhecer o resultado do sorteio dos oitavos de final da Liga dos Campeões», argumentou o dirigente dos bicampeões nacionais.

in "record-pt"

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Tóquio, 25 anos: as memórias de Madjer e Gomes


Taça Intercontinental de 1987A primeira vitória do FC Porto na Taça Intercontinental foi há 25 anos. Na neve de Tóquio, frente ao Peñarol. A recordação desse momento pela voz dos protagonistas, num artigo originalmente publicado em dezembro de 2004, quando o FC Porto jogou a sua segunda Intercontinental, a última edição naquele formato. 

42 minutos. Jaime Magalhães recupera a bola a meio-campo e solicita Madjer de imediato na direita, que finta Dominguez. Sem perder tempo, remata cruzado, a bola fica parada quase em cima da linha de baliza e surge Fernando Gomes, que se antecipa a Herrera e faz o 1-0.

Foi este o primeiro momento de triunfo registado a 13 de Dezembro de 1987, no Estádio Olímpico de Tóquio, sob um incessante nevão. O F.C. Porto ainda não era «campeão do mundo», como lhe chamariam na altura, porque os uruguaios do Peñarol viriam a empatar aos 80 minutos, por Viera, mas o tal golo de Gomes serviu para provar que era possível jogar naquele terreno impraticável, um lamaçal gelado, e vencer. Comprovando esse facto, já durante a segunda parte do prolongamento, Madjer pegou na bola amarela e despachou-a para o fundo da baliza de Pereira, fazendo-lhe um chapéu a mais de trinta metros da baliza.

Os heróis da altura mantêm as memórias frescas. «Lembro-me muito bem do jogo. O clima era péssimo, o campo impraticável, por isso as condições eram terríveis e ainda havia o Peñarol, que era uma belíssima equipa. A nossa única vontade era vencer e felizmente conseguimos. O Gomes marcou o primeiro golo, após uma jogada minha na direita; os uruguaios empataram e, finalmente, no prolongamento o Sousa recuperou a bola, chutou-a para a frente, o defesa não consegue controlar e eu venho de trás. Percebendo que o guarda-redes estava fora da baliza, chutei a bola mais ou menos do meio-campo, e esta, quando bateu no relvado, rolou muito levemente e houve algum suspense, mas acabaria por entrar», recorda Madjer ao Maisfutebol.

Para o argelino maravilhoso, este foi um dos melhores momentos da sua carreira. Não houve neve suficiente que o travasse: «Na altura até acho que não tivemos muitos problemas, porque enquanto estávamos a correr ficávamos quentinhos. O pior foi quando o jogo acabou, porque realmente estava muito frio, o que já nem interessava, porque éramos campeões».

Orgulho de «capitão»

Fernando Gomes, o bi-bota de ouro, esteve igualmente em destaque naquela madrugada louca de Tóquio. «Sabe, nunca cheguei a ver o jogo pela televisão. Até hoje apenas guardo as memórias daquilo que senti dentro de campo», confessa, conseguindo provar com toda a certeza o que tinha dito ao explicar minuciosamente o golo que marcou.

O ex-avançado resume os sentimentos em algumas palavras elogiosas para com todos os seus colegas da altura. «Tenho de realçar o comportamento dos jogadores sob aquelas condições. Foi o jogo mais difícil que tive na minha carreira, como com certeza o foi para todos os meus colegas. Mas valeu a pena, porque continuamos a ser a única equipa portuguesa com esse título. Fiquei muito feliz, porque para além de ter marcado o golo, fui o capitão e levantei a taça», abordou. De facto, Gomes levantou a Intercontinental, enquanto Lima Pereira se encarregou da Toyota Cup e Madjer da chave dourada do automóvel, prémio por ter sido o melhor jogador em campo.

FICHA DO JOGO

F.C. PORTO: Mlynarczyk; João Pinto, Geraldão, Lima Pereira e Inácio; Jaime Magalhães, André, Rui Barros (Quim, 61m) e Sousa; Madjer e Gomes.
Treinador: Tomislav Ivic

PEÑAROL: Pereira; Herrera (Gonçalves, 95m), Rotti, Trasante e Dominguez; Perdomo, Vidal, Da Silva e Cabrera (Matosos, 46m); Viera e Aguirre.
Treinador: Óscar Tabarez
Marcadores: 1-0, Gomes, aos 42m; 1-1, Viera, aos 80m; 2-1, Madjer, aos 109m.

Tóquio, 25 anos: na neve de manga curta para mostrar força

As memórias de Geraldão, dos treinos secretos nas Antas às queimaduras debaixo do chuveiro.


São 25 anos desde aquela final gelada de Tóquio mas ficaram várias histórias por contar. O   Porto venceu o Peñarol por 2-1 conquistou a primeira Taça Intercontinental. Gomes e Madjer, autores dos golos portistas, já recordaram esses momentos. Sobram episódios que Geraldão desvenda através do Maisfutebol.

Geraldo Dutra Pereira, brasileiro de Minas Gerais, aterrou em Portugal no verão de 1987. Venceu a Supertaça Europeia e a Taça Intercontinental, mais campeonato e taça. Uma época inesquecível.

A preparação para a viagem intercontinental teve capítulos deliciosos. Desde logo, pelos treinos de madrugada no Estádio das Antas. Uma forma de adaptar o plantel ao fuso horário do Japão.

«Lembro-me que um mês antes da viagem, já estávamos a fazer treinos secretos no Estádio das Antas. Começavam à meia-noite, uma, duas da manhã, e acabavam quanto fosse preciso. Estava há alguns meses em Portugal e percebia logo ali a organização do F.C. Porto, fantástica», recorda Geraldão.

Seguiu-se uma viagem «ao contrário». «Fomos ao contrário para o Japão. Tivemos de fazer uma escala no Alasca e lá chegámos. É verdade que havia alguma tensão, brigas internas, mas isso sempre ficou no balneário. Não vou ser eu a revelar. Só posso dizer que, para sermos campeões, sofremos muito (risos).»

Geraldão enaltece o valor do adversário, que chegara ao destino dias antes. A preparação seria essencial e o F.C. Porto parecia estar em desvantagem, nesse aspecto. «O Peñarol era melhor que algumas equipas argentinas da época. É normal desvalorizar as equipas sul-americanas, mas esquecem-se que elas chegam a essse jogos no final da sua temporada, portanto preparam-se de forma muito intensa e exclusiva.»

Porto decide jogar de manga curta!

O Peñarol não foi, contudo, o maior obstáculo. Para um brasileiro, então, o frio e a neve inquietavam. Sobretudo, após uma decisão de Pinto da Costa e João Pinto.

«O presidente e o capitão decidiram que íamos jogar de manga curta, para não demonstrar fraqueza. Foi uma decisão que o grupo aceitou e lá fomos nós!»

O antigo central não esquece. Diz, por iniciativa própria, todo o onze do F.C. Porto desse encontro. Resume com entusiasmo: «Era uma equipa de sonho, fantástica. Para além disso, tinha uma retaguarda tremenda. Foi aí que aprendi muito sobre estruturas profissionais de futebol.»

«Durante o jogo, claro que sentimos dificuldades. Jogámos de manga curta mas tínhamos plásticos por baixo, tudo para tentar combater o frio. Foi uma batalha muito dura. E sentimos isso na pele no final», revela.

Queimaduras debaixo do chuveiro

Na pele? Literalmente. «Após o jogo, já nos balneários, fomos logo tomar banho. Mas rodámos as torneiras de água quente e entrámos logo. Ainda me lembro do Rodolfo Moura a aperceber-se disso e a mandar toda a gente sair, mas para alguns já era tarde. Eu e outros ficámos com queimaduras no corpo.»

«Enfim, tudo valeu a pena. Todos os anos, por esta altura, lembro-me dessa conquista na Intercontinental. Tenho uma bandeira do F.C. Porto na minha fazenda e o clube deixou muitas saudades», acrescenta o brasileiro.

Geraldão, aos 49 anos, divide o tempo entre a sua fazenda em Governador Valadares e o cargo de gerente de futebol do Democrata de Valadares, clube local. Mas a ligação a Portugal perdura até aos dias de hoje.

«Tenho um andar no Porto e costumo ir aí. Não vou há dois anos, mas já fui uma vez com o meu filho ao Estádio do Dragão. Fui muito bem recebido, como sempre. Levo o F.C. Porto no coração», remata, em entrevista ao Maisfutebol.


in "maisfutebol.iol.pt"

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

GOMES E JACKSON ENSINAM A MARCAR

Fernando Gomes e Jackson Martínez estiveram, este domingo, no Vitalis Park para mais um Clinic Dragon Force. Simpáticos e atenciosos, os Dragões disponibilizaram duas horas do seu dia para ensinar a cerca de 200 crianças todos os truques que fazem de um bom avançado um autêntico goleador.

Recebidos em euforia, com cânticos personalizados, inclusive, o antigo e o actual número 9 do FC Porto dificilmente poderiam esperar uma tarefa fácil perante tantas crianças desejosas de os saudar. Nas bancadas, pais e familiares assistiam à enorme demonstração colectiva de alegria e entusiasmo de sorriso no rosto.

A primeira mensagem do dia foi forte e tocante: Jackson confidenciou aos mais novos que a sua carreira “começou na rua”, onde “jogava sem sapatos” e que só a dedicação e uma força de vontade muito grande o trouxeram até onde está hoje. As crianças assimilaram o discurso e não mais desligaram a sua atenção.

Cada história contada por Gomes e cada conselho dado por Jackson foram ouvidos e absorvidos com todos os sentidos. O “Bibota” lembrou a final da Taça Intercontinental em Tóquio, de 1987, para reforçar a ideia de que é indispensável “lutar e sofrer muito para vencer”, enquanto “Cha Cha Cha” deixou um pedido sincero: “Acreditem sempre, sonhem que podem chegar mais longe e lutem pelos vossos sonhos”.

As dicas de como fazer uma desmarcação, como fugir aos defesas, como rematar, como cabecear, como escolher o lado para onde chutar ou como fintar o guarda-redes foram o passo seguinte, com exemplos práticos, e serviram de mote para uma aula muito especial. Se algo sobrou deste encontro, foi a garantia de que não faltarão golos azuis e brancos para celebrar nos próximos tempos.

Antes da despedida, ainda houve tempo para os autógrafos e as fotografias da praxe, o que deixou os mais pequenos completamente deliciados e com um sorriso de orelha a orelha. Sem surpresa, os miúdos adoraram o convívio com os craques, mas, naturalmente, Gomes e Jackson também não esquecerão esta manhã. A prova está nas declarações de ambos à comunicação social.

Jackson Martínez: “É importantíssimo participar nestas acções. Eu também já tive a idade deles, tinha o mesmo desejo de ser jogador de futebol profissional e recordo-me do que passei na altura. Mais importante do que ensinar truques, é passar a mensagem de que para ter sucesso é necessário trabalhar, serem boas pessoas e disciplinados, numa fase em que o apoio dos pais é fundamental. Se têm um sonho, devem persegui-lo.”

Fernando Gomes: “Estas iniciativas são importantes por várias razões, para divertir os miúdos e para lhes alimentar o sonho de jogar futebol e no FC Porto, passando a mensagem do que é Ser Porto, que é ter espírito colectivo, capacidade de sofrimento e querer vencer com fair-play. Tivemos uma interacção muito importante. Senti que apanharam muita coisa do que o Jackson pode ensinar, eu já sou apenas uma ajuda ao Jackson [risos]. Ganhou o FC Porto, o futebol e estes miúdos que passaram uma manhã feliz e divertida.”

in "fcp.pt"

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Fernando Gomes: «Temos saudades de ir à final e vencer»

SANTA EULÁLIA DE VIZELA É O RIVAL NA TAÇA


Fernando Gomes, diretor de relações externas do F.C. Porto, analisa o sorteio da 3ª eliminatória da Taça de Portugal, que ditou uma visita ao Santa Eulália de Vizela:

«Vamos defrontar uma equipa recente, que subiu à 3ª divisão. Todos os anos temos a Taça de Portugal como uma prioridade, dada a tradição que temos na prova, que já vencemos 16 vezes, e que vencemos três vezes nos últimos quatro anos. Já temos saudades de ir à final. Vamos ter de abordar cada jogo de forma consentânea com a identidade do FC Porto, com humildade, seriedade, rigor e muita competência.»


in "maisfutebol.iol.pt"


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

F.C. Porto: «É um grupo com muita história para nós»


Fernando Gomes diz que o passado joga a favor dos portistas na Liga dos Campeões, mas a história não ganha jogos


Fernando Gomes, representante do F.C. Porto no sorteio da Liga dos Campeões, diz que este grupo lembra o passado ao Dragões, e um passado positivo.

«É um grupo com muita história para nós e uma história que jogou a nosso favor, mas nós sabemos que a história não ganha jogos e por isso teremos que estar ao nosso melhor nível para conseguirmos ficar à frente do grupo e passar esta fase».

«Vamos ter de ser fortes, solidários, unidos e vamos ter de ter alguma inspiração. Tenho confiança na equipa e nos jogadores, mas estamos perante um grupo muito difícil», avisou, em declarações à «TVI» no final do sorteio.

Para os Dragões, «validar o título de campeão nacional e a taça de Portugal são os objetivos principais. Na Liga dos Campeões é procurar na primeira etapa passar a fase de grupos e depois vemos jogo a jogo».

in "maisfutebol.iol.pt"

quarta-feira, 18 de abril de 2012

"BIBOTA" NÃO TEME ATLÉTICO DE MADRID

O FC Porto-Málaga, inicialmente agendado para esta sexta-feira, 21 de Abril, não se irá realizar. A formação espanhola, sem quaisquer hipóteses de apuramento para a próxima ronda da Liga Fertiberia, decidiu não viajar até Portugal, pelo que o triunfo é dos Dragões. Desta forma, a equipa Vintage volta à acção a 27 de Abril, para defrontar o Atlético de Madrid nos quartos-de-final da prova.

Em declarações ao www.fcporto.pt, Fernando Gomes lamenta a falta de comparência dos homens de La Rosaleda mas até agradece o descanso. Afinal de contas, o duelo com os "colchoneros" vai dar muito trabalho aos craques azuis e brancos.

"Só esta segunda-feira é que soubemos que íamos defrontar o Atlético nos quartos-de-final da Liga Fertiberia. Sinceramente ainda não tive tempo de ver nada sobre eles, nem sei quem são os jogadores disponíveis, mas parece-me que têm uma equipa mais jovem do que a nossa e, olhando para os resultados até ao momento, só vitórias, percebe-se que têm qualidade. Provavelmente será uma equipa que, sem ter grandes nomes, tem gente mais nova e isso aqui… faz grande diferença", assume o avançado.

O campo é mais pequeno, as balizas também, mas, apesar da vontade, a idade começa a pesar. A ambição das referências azuis e brancas é que se mantém no mesmo patamar de sempre, independentemente das dificuldades que possam surgir.

"Nestas idades, nestes jogos, uns aninhos a menos fazem diferença. Dão mais competitividade. Neste tipo de torneios, o nome na camisola conta muito menos do que a idade e a força física. A nossa maior dificuldade passará por aí: em Madrid, nessa data, os mais novos não vão estar presentes. O Capucho, o Folha, o Paulinho Santos, que são os jogadores com menos idade, e que são uma mais-valia, não vão jogar. Para além disso, o próprio treinador não vai poder estar presente. Portanto… estamos uma equipa desmembrada!", atira Gomes, com boa disposição.

"Ainda por cima, jogámos fora. São demasiadas adversidades pela frente, é um facto, mas somos Porto, o nosso destino é vencer, e continuamos a pensar em ganhar o jogo. Vamos lá para disputar a vitória", garante o capitão do FC Porto Vintage.

No auge da carreira, recorde-se, Gomes actuou duas temporadas nos espanhóis do Sp. Gijón e defrontou, marcou e venceu o Atlético de Madrid. Um bom prenúncio para o próximo encontro, apesar de tudo?

"Por acaso lembro-me que defrontei o Atlético de Madrid apenas duas vezes, mas marquei nos dois jogos. Fiz um ‘bis’ em casa, no Molinón, e um golo de cabeça no Vicente Calderón. O Atlético de Madrid era naquela altura um clube de um nível mais próximo do Barcelona e do Real Madrid do que é hoje. Ainda é um clube grande, mas naquela época tinha plantéis de grande qualidade e lutava directamente com o Barça e o Real. Neste jogo há muito menos pressão, trata-se de uma liga ‘indoor’, mais na brincadeira. E porque estamos todos mais velhos, também não dá para tantas correrias… Mas queremos ir lá vencer, ultrapassar aquela que é teoricamente a equipa mais complicada da prova e, quem sabe, conseguir chegar até à final do torneio", aponta o eterno número nove.

Caso o FC Porto ultrapasse o Atlético de Madrid e atinja as meias-finais da Liga Fertiberia, o jogo seguinte disputar-se-á a 11 de Maio. A final da competição está agendada para a sexta-feira posterior, dia 18.



in "fcp.pt"

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Fernando Gomes volta a jogar

O bi-bota de ouro é o capitão do FC Porto, na Liga Fertiberia de futebol indoor.



Fernando Gomes, é uma das estrelas da história do FC Porto que está de regresso à competição. Gomes, Vítor Baía, João Pinto, Pedro Emanuel, Paulinho Santos, Rui Barros, Latapy e Capucho, são alguns dos nomes do emblema azul e branco que participam num torneio ibérico de antigos jogadores. Esta 6ª feira, o Porto defronta o Sp Gijón, às 21 horas no Pavilhão Dragão Caixa.
Fernando Gomes de 55 anos, sente "uma grande emoção pelos momentos vividos no clube e que serão recordados nesta competição. Estarão a representar o FC Porto, alguns dos jogadores que marcaram a história do clube. É importante numa altura em que a união, hoje e sempre é fundamental para alcançar o sucesso. E vamos jogar para ganhar porque esse é o espírito que aprendemos no FC Porto", referiu o ex jogador, numa entrevista a Bola Branca.

O FC Porto é o representante português no grupo da Liga Fertiberia que também inclui as equipas do Sporting de Gijón, Celta de Vigo, Deportivo da Corunha, Málaga e Sevilha.

in "rr.pt"

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

«Há um problema: não dá para marcar de cabeça»

Há mais de três décadas, o Gijón gastou 60 mil contos num jovem de 23 anos que, algumas épocas volvidas, viria a sagrar-se melhor marcador da Europa por duas vezes. Gomes já não faz do golo um ofício, mas nem por isso retira emotividade ao reencontro.


A promoção que o clube tem feito do campeonato apresenta esta equipa como "FC Porto Vintage". É verdadeira a máxima "quanto mais velho melhor"?

Eu sinto-me bem, em espírito e em termos físicos. Treino com regularidade e tenho uma vida regrada, mas esse é um rótulo para outros colarem. Só posso dizer que me sinto bem.

O primeiro jogo é contra o Gijón, único clube pelo qual jogou fora de Portugal. Que guarda dessa experiência?

É um jogo de recordações para mim. Sou do FC Porto desde pequenino, Gijón foi uma cidade por onde passei muito jovem e onde tive a pior lesão da minha carreira. Foi lá que aprendi a sofrer e a ultrapassar dificuldades que me tornaram mais forte quando regressei ao FC Porto.

Na altura em que saiu [1980] não era frequente ver portugueses no estrangeiro. Como lidou com isso, com os 60 mil contos que custou e com a necessidade de substituir um histórico como Quini [comprado pelo Barcelona]?

Era um jogador emblemático, de facto. Eu era jovem, levei a coisa com outro à-vontade. Não pensava nas responsabilidades que tinha, apesar de ter custado 60 mil contos, o que na altura era bom dinheiro. De qualquer forma, o Gijón era, é e será sempre um clube inferior ao FC Porto na sua dimensão. Senti isso, mas marquei 5 golos num dos primeiros jogos e depois lesionei-me e tive de parar um ano, mas quando voltei fui o melhor marcador da equipa e cheguei à final da Taça do Rei. Enfim, foi bom e foi importante.

Mantém a ligação com o clube?

Volto lá várias vezes. Estive lá há dois anos, o presidente de agora [Manuel Vega-Arango] é o mesmo que me veio buscar ao FC Porto e tenho uma óptima relação com ele, muito próxima. Foi alguém que me apoiou e acarinhou, foram dois anos lá e tenho história no clube.

Todos falam de si como o "bibota". Acha que os adeptos vão estranhar se não for o melhor marcador deste campeonato?

Se calhar estranham, as pessoas olham para mim hoje e pensam no ontem. É difícil, mas vou ver se consigo um golito ou outro. Sem demagogia, o importante é que a equipa ganhe, sempre pensei colectivo e até nestes jogos isso é o mais importante. Se der para alguém fazer uma jogada bonita, tento melhor.

Está em forma para fazer trabalho defensivo ou a sua missão será exclusivamente a de marcar golos?

A minha condição já não me permite grandes veleidades, mas em campo a vontade pode superar as limitações. Não me quero comparar a quem tem menos 10 anos do que eu, vou apenas procurar não os deixar ficar mal. Se a bola aparecer por lá, é normal que tenha sucesso, mas até os melhores falham.

Estão várias glórias nesta equipa, mas se pudesse acrescentar alguém, quem seria?

É difícil, este é um jogo diferente, não tem nada que ver com futebol e há um problema que é não poder marcar golos de cabeça. Não prometo. Dos que jogaram comigo, gostava de ver Cubillas, Oliveira, Futre, Madjer... Não me faltariam nomes. O FC Porto teve duas gerações extraordinárias. Uma foi a que ganhou o campeonato depois de 19 anos e que foi bicampeã; e mais tarde a que fez as finais europeias de 1984 e 87. São gerações que marcam a história deste clube de forma extraordinária e que assentam em duas figuras maiores: o presidente Pinto da Costa e o senhor José Maria Pedroto. Por justiça, devo dizer, porém, que o FC Porto não existe só depois de 1970, porque conheço a história que o meu pai me contou de treinadores e jogadores fantásticos. Do que ouço, adorava ter jogado com Hernâni, um organizador de jogo, Carlos Duarte, um ala, ou Nóbrega, um ala esquerda que cruzava muito bem.

"Kléber é questão de tempo"

Imaginando que este campeonato lhe corre muito bem, há alguma hipótese de ainda fazer uma perninha na equipa de futebol?

Não. Mau era, porque eu seria muito pior do que qualquer um deles.

Mas como especialista, não acha que falta um goleador ao FC Porto?

Há vários factores que levam a esta especulação. Depois do Falcao, a responsabilidade seria enorme para quem quer que chegasse a seguir. O Kléber é um jovem com potencial, já o demonstrou no Marítimo e já o confirmou aqui. Sentiu, de facto, a responsabilidade num ou noutro jogo, é possível que tenha bloqueado um pouco a sua acção. A equipa, sobretudo no início, nem sempre teve as rotinas necessárias para um ponta-de-lança ter maior rendimento na área, mas para mim é tudo uma questão de tempo. Kléber está a iniciar o seu percurso a este nível, não se lhe pode exigir mais.

Vida dupla mas com marca do Dragão

A história de Fernando Gomes é a história do eterno retorno. Sempre o FC Porto. Há já alguns anos na estrutura da SAD, o antigo avançado tem hoje duas funções. Ligado ao departamento de scouting, avalia jogadores que possam interessar para o reforço da equipa de futebol. É uma actividade que lhe ocupa o dia-a-dia, mas que não o inibe de desempenhar uma função complementar no departamento de Relações Externas. Gomes representa o clube em sorteios e na visita a casas, dando a cara pelo FC Porto. Com 55 anos, diz estar bem consigo próprio e "entre amigos" na sua casa de sempre. A Liga Fertibéria é apenas um passatempo.

Fernando Gomes

IDADE 55 anos
CARREIRA NO FC PORTO 
De 1974 a 1980; De 1982 a 1989
NÚMEROS NO CAMPEONATO
342 jogos; 318 golos
TÍTULOS
1 Taça Intercontinental, 1 Taça dos Campeões, 1 Supertaça Europeia, 5 Campeonatos Nacionais, 2 Taças de Portugal,
2 Supertaças Nacionais; 2 Botas de Ouro, 6 vezes melhor marcador

in "ojogo.pt"

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

«Não saí do FC Porto pelo dinheiro» - Fernando Gomes

Fernando Gomes esclarece que a sua saída da SAD do FC Porto, para assumir a presidência da Liga, não se ficou a dever a questões de natureza financeira.

«Saí do FC Porto, onde tinha um vencimento superior relativamente ao que actualmente aufiro na Liga, e não é por essa razão que o deixaria de fazer», disse à Renascença o candidato à presidência da Federação Portuguesa de Futebol, realçando a preocupação de exercer o cargo «o melhor possível» e com «competência para poder concretizar todas as ideias inseridas no projecto» que preconiza.

Fernando Gomes revelou, ainda, que «o cargo de presidente da Federação tem um salário ilíquido superior, em cerca de 1400 euros, relativamente ao cargo de presidente da Liga».


in "abola.pt"

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Vítor Baía "mandatário desportivo" de Fernando Gomes


Antigo guarda-redes diz-se honrado e mostra-se disponível para ajudar em tudo o que o candidato entenda que o ex-atleta pode cooperar ao serviço do futebol em Portugal
O antigo guarda-redes do FC Porto e da selecção nacional Vítor Baía vai ser "mandatário desportivo" da candidatura de Fernando Gomes à presidência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), revelou esta quarta-feira à agência Lusa uma fonte da candidatura.
Numa declaração divulgada pela candidatura, Vítor Baía, que também representou o FC Barcelona, afirma que aceitou o convite "honrado" e coloca-se à disposição de Fernando Gomes "para tudo aquilo que ele entenda" que o seu "perfil de competências pode ajudar, ao serviço do futebol em Portugal".
"Como já tinha afirmado publicamente, entendo que a pessoa mais bem preparada para liderar o futebol nacional é o dr. Fernando Gomes. A ele unem-me laços afectivos fortes, mas o apoio que lhe dou é baseado na racionalidade: é um economista de grande capacidade, tem um perfil executivo e rege a sua vida por objectivos e resultados", sublinha.
Vítor Baía considera que "o futebol português vai precisar muito de alguém assim" e, embora manifeste respeito pelos outros candidatos, António Sequeira e Carlos Marta, refere: "Não posso deixar de estar ao lado da pessoa e do projecto -- que já tive oportunidade de conhecer em detalhe -- em que mais acredito".

in "dn.pt"

terça-feira, 20 de setembro de 2011

«Vamos procurar defender o título que nos pertence» - Fernando Gomes

Fernando Gomes diz que o FC Porto vai iniciar a participação na Taça de Portugal com o firme propósito de revalidar o título conquistado nas últimas três edições da prova. Pêro Pinheiro será o primeiro obstáculo a ultrapassar pelos azuis e brancos.

«A Taça de Portugal é um dos nossos objectivos. É uma prova que vencemos nos últimos três anos e em 16 ocasiões na totalidade. Vamos procurar defender este título que nos pertence. Para o conseguirmos temos de ser rigorosos e competitivos em cada eliminatória, independentemente do adversário que temos pela frente», considera Fernando Gomes, perspectivando a deslocação a Sintra para defrontar o Pêro Pinheiro.

«Vamos procurar fazer um bom jogo e proporcionar um bom espectáculo às gentes de Sintra. Vamos respeitar o adversário, que vai fazer tudo para que haja Taça. A nós compete-nos lutar para que isso não aconteça», sublinha.

Por fim, Fernando Gomes admitiu que o sorteio foi favorável ao dragão, ainda que o ideal fosse «jogar em casa».



in "abola.pt"

domingo, 18 de setembro de 2011

Pauleta: "Se Vítor Pereira pudesse adiantava o guarda-redes"


Fernando Gomes abriu as portas do Centro de Treinos do Olival a Pauleta para uma visita guiada ao açoriano, cuja escola tem um protocolo com o FC Porto para a detecção e formação de jovens jogadores. Ora, a visita foi o pretexto não só para um encontro entre os dois antigos goleadores, como acabou por conduzir a conversa para o inevitável: a filosofia ofensiva da equipa de Vítor Pereira. Não se podiam exigir melhores ligações entre os intervenientes, porque Pauleta foi visita regular do treinador azul e branco aquando da sua passagem pelo Santa Clara, pelo que estava perfeitamente identificado com o assunto. "Continua com a filosofia que tinha no Santa Clara, uma equipa que gostava de atacar, de ter a bola e criar muitas ocasiões de golo", recordou quem partilha das mesmas ideias, ou não tivesse ele sido ponta-de-lança.
A questão ofensiva tem estado na ordem do dia e até Vítor Pereira voltou a alimentá-la recentemente, em conferência de Imprensa, quando revelou as ideias que tinha para o número 6 que pretende na sua equipa. Mas para Pauleta isso nem chegou a ser surpresa. "Acho que se o Vítor Pereira pudesse até adiantava o guarda-redes para fazer mais golos", atirou, por entre risos. "Agrada-me muito a filosofia dos treinadores que gostam de atacar e de marcar golos. Quanto mais perto da baliza estivermos, mais perto estamos de marcar e é perfeitamente normal na filosofia dele", acrescentou. Esta pode ser uma explicação para um dos melhores arranques de sempre do FC Porto, com 12 golos à quarta jornada, mesmo sem Falcao: "Se calhar o Vítor encontrou no FC Porto qualidade para isso. Não há só um jogador a fazer golos, mas mais três ou quatro."

O futebol jovem e a mudança do chip

Durante a visita às instalações do Olival, Pauleta foi percebendo algumas das razões que têm levado o FC Porto a vencer regularmente em todos os escalões, mas para o antigo goleador português a questão da formação vai para além das condições que os jovens possam, ou não, ter à disposição: "O futebol jovem tem-me surpreendido pela grande qualidade dos seus jogadores. Mas se calhar o que falta é mudar a mentalidade e ter mais vontade de triunfar como profissionais. Se incutirmos uma mentalidade ganhadora o futebol vai crescer ainda mais."

"Kléber precisa de tempo e golos"

Este FC Porto é "mais ofensivo", na opinião de Pauleta, ainda que a equipa tenha perdido a sua referência no ataque: Falcao. O seu substituto, Kléber, soma três golos, mas tudo se resume a tempo. "Kléber vai ter algumas dificuldades, não pela sua qualidade, mas por Falcao ainda estar muito presente na cabeça dos adeptos. É uma dificuldade que todos os avançados sentem, quando chegam a um clube com uma referência como Falcao, e só o tempo, golos e uma equipa como a do FC Porto é que o pode ajudar a ultrapassar isso", apontou, sem fazer comparações: "Não se pode, senão ninguém jogava, nem fazia golos". De alternativa, Kléber passou a titular com a saída de El Tigre. "Quando cheguei a Salamanca era para ser quarta opção e quinze dias depois era titular. Ele é que tem de mostrar por que é que é a primeira opção", frisou.

"Açores nunca estiveram tão próximos"

Com a escola de futebol que pôs em marcha nos Açores, Pauleta espera um dia poder ver mais jogadores açorianos na I Divisão. O protocolo com o FC Porto foi mais um passo importante para que os valores emergentes das ilhas possam dar o salto para o futebol do continente. "Diria que nunca os Açores estiveram tão próximos do continente com este protocolo. O Pauleta é uma referência do futebol português e reconhecemos grande competência na sua escola de formação, entendemos que se trabalha bem a todos os níveis e esperamos ter um dia jogadores açorianos na equipa do FC Porto, já que temos treinadores que passaram pelos Açores", comentou Fernando Gome

in "ojogo.pt"

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Fernando Gomes homenageado em festival de cinema

NA PRÉ-ABERTURA DO III DOURO FILM HARVEST



Na pré-abertura do III Douro Film Harvest (DFH), a secção Foot Film Fest homenageia domingo o "bibota de ouro" Fernando Gomes, diretor de relações externas do FC Porto, na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto.
Fernando Gomes ficou na história como um dos melhores pontas de lança do futebol português ao serviço do FC Porto, tendo ainda representado o Sporting de Gijon e o Sporting.
A alcunha de "bibota" advém da conquista de duas Botas de Ouro, troféu para o melhor marcador dos campeonatos europeus, em 1983 e 1985, ambas pelo FC Porto. Foi ainda por 48 vezes internacional AA por Portugal.
A terceira edição do festival Douro Film Harvest vai decorrer entre 5 e 11 de setembro e este ano é dedicado ao Brasil.
A secção Foot Film Fest prevê, entre outras, a projeção de "Porque hay cosas que nunca se olvídan" [Porque há coisas que nunca se esquecem], com o ex-jogador da seleção italiana Fabio Cannavaro no elenco.
Está ainda previsto o visionamento de produções cinematográficas clássicas e outras envolvendo o futebol, como "Zico", "Boleiros 2", "Inacreditável" e "Copa Vidigal".
in "record.pt"

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Fernando Gomes: "É um dos grupos mais difíceis"


Fernando Gomes, representante do FC Porto no sorteio da fase de grupos da Liga dos Campeões, considera que o Grupo G, que os campeões nacionais vão disputar, é "um dos mais difíceis".
O FC Porto terá pela frente Zenit S. Petersburgo (Rússia), Shakhtar Donetsk (Ucrânia) e APOEL Nicósia (Chipre).

"É um dos grupos mais dificeis. Não só porque os clubes têm jogadores de grande nível, mas porque são viagens muito longas. São dificuldades enormes. Mas o FC Porto faz das dificuldades as suas forças e vai fazer disso uma motivação. Acreditamos que podemos passar a fase de grupos", começou por afirmar Fernando Gomes.


"Só chegaremos à frente se formos competentes, se tivermos rigor. O objectivo é passar à próxima fase", definiu o dirigente "azul-e-branco", deixando ainda uma mensagem de confiança para a partida do FC Porto com o Barcelona, para a Supertaça Europeia.


"Os melhores do Mundo também perdem. Nós somos os melhores de Portugal e também perdemos. Penso que poderemos vencer", considerou.


in "rr.pt"

Castro: "Para parar o Barça? É preciso mordê-los"

Como se pára o Barcelona? Poucos têm uma história para contar, portugueses ainda menos. Castro e Tiago Gomes, por exemplo, conseguiram-no na época passada. O médio que até começou esta temporada no Dragão admite que é preciso ser agressivo. "Fazem-nos correr muito atrás da bola com tabelas que desgastam. É preciso mordê-los de vez em quando para parar o carrossel. Faltas a meio-campo, daquelas que chateiam", diz Castro, que chegou ao fim do Gijón-Barcelona (1-1) de rastos: "Foi o jogo mais desgastante, o jogo em que corri mais. E sem bola, que cansa a dobrar." Tiago Gomes ganhou em Camp Nou pelo Hércules. "Esforço e sacrifício" são palavras-chave, mas há pontos a explorar. Sair da primeira zona de pressão, fortíssima, abre os espaços. "É fundamental, quem conseguir escapar à reacção do Barça à perda de bola fica com boa margem", aponta, salientando que as bolas paradas defensivas também não são a especialidade da superequipa de Guardiola. Castro sabe que jogou por uma equipa pequena e que aquilo que foi válido para o Gijón não o será para o FC Porto. "Jogámos mais baixo do que o normal e mais baixo do que o FC Porto quererá jogar. Confio muito na capacidade dos jogadores daquela equipa para derrotarem o Barcelona", reforçou o médio da formação.



Baía aconselha levar umas algemas para Messi

Vítor Baía ainda é o recordista mundial de títulos e conquistou-os nos dois clubes que esta noite se vão enfrentar no Mónaco. "É um dia especial, são os meus dois únicos clubes. Felizmente, por boas razões estou na história de ambos", referiu a O JOGO enquanto espreitava o treino da equipa. O antigo guarda-redes admitiu que a tarefa da equipa portista será muito complicada. "Quero crer que o FC Porto vai ter um dia especial e de grande inspiração, porque esta equipa do Barcelona é uma coisa invulgar. Por muito que nos custe, é a equipa que está a jogar melhor, mas o FC Porto já nos habituou, em momentos difíceis, a demonstrar a sua força mental", referiu, deixando um conselho ao onze que vai subir ao relvado do Estádio Louis II. "Levar umas algemas para Messi era uma boa solução, mas infelizmente o Barcelona é muito mais do que ele. Mas o FC Porto também tem jogadores de classe mundial, com cláusulas de rescisão elevadíssimas e, mesmo assim, com clubes a quererem batê-las", recordou.

Fernando Gomes

"Os melhores também perdem"

"O nosso presidente disse, e na minha opinião muito bem, que os melhores do mundo também perdem. Aliás, nós somos os melhores de Portugal e também perdemos de vez em quando. No futebol, tudo é possível e acredito que vamos conseguir um grande resultado".

Zubizarreta

"Vai ser difícil"

"Estamos muito próximos de disputar mais um título e temos a sorte de ter a equipa concentrada apenas no seu trabalho, no futebol, apesar de estarmos no Mónaco. Estará um título em jogo e estamos conscientes das dificuldades que vamos encontrar pela frente".

Luís Figo

"Tudo pode acontecer"

"Tudo pode acontecer. O Barcelona é a melhor equipa do mundo neste momento, e é favorito, mas o FC Porto tem um estilo próprio e terá uma palavra a dizer. Se acho que o FC Porto pode vencer? Porque não? É por isso que o futebol é bonito, precisamente porque é imprevisível".

in "ojogo.pt"

domingo, 24 de julho de 2011

Recordar é vencer

Foi na Sala Tóquio do Estádio do Dragão que Fernando Gomes e António Lima Pereira receberam O JOGO. O pormenor é apenas simbólico, mas garante que quem passa nos corredores da casa do FC Porto não se esquece da conquista de 1987, não mais importante do que a de Viena, do mesmo ano, mas seguramente diferente, pois nenhuma outra equipa portuguesa ousou consegui-la. O Peñarol foi, nesse frio 13 de Dezembro, o adversário. O jogo de domingo, ainda que amigável, avivará a memória dos adeptos. Mas não a de Gomes e Lima Pereira. "Este jogo faz recuar a memória colectiva e a história de um clube. Mas não a nossa. Lembramo-nos da Taça Intercontinental a qualquer momento", confirma o ex-goleador, autor do 1-0 nessa final. "Gomes e Madjer [fez o definitivo 2-1] eram sem dúvida grandes jogadores. Mas o conjunto é que funcionava e em campo não havia vedetas. Éramos todos muito humildes", acrescenta Lima Pereira, patrão de uma defesa acabada de receber Geraldão e que nas laterais mantinha João Pinto e Inácio, à imagem da Taça dos Campeões conquistada em Viena sete meses antes. "Fomos muito superiores. O Peñarol não teve hipóteses e muito poucas oportunidades", gaba-se.

Ao contrário do que acontece hoje, o FC Porto era na altura o parente pobre da final. No hotel, onde curiosamente pernoitavam as duas equipas, a arrogância uruguaia foi evidente e, quiçá, decisiva para o resultado. "Na altura sentimos alguma sobranceria do Peñarol. Notávamos um ar de superioridade quando nos cruzávamos no hotel. Éramos campeões da Europa, mas o nosso feito ainda não tinha corrido o mundo", aponta o bibota. "Até na Imprensa se notava. O grande destaque era para o Peñarol", interrompe Lima Pereira. "Aquela sobranceria foi uma motivação espontânea. Hoje arranjam-se estratégias de motivação, colam-se coisas nos balneários e recordam-se frases de outros, mas no fundo o efeito foi o mesmo", concordam.

Depois do Peñarol, foi o Once Caldas a estar na segunda conquista Intercontinental. A prova mudou de formato logo na edição seguinte e os dragões ainda não se estrearam no Mundial de Clubes. "Trabalhamos nesse sentido, como Barcelona, Real Madrid ou Manchester. É difícil, mas não impossível, como na altura não era", afirma Gomes. "O FC Porto posiciona-se para ganhar tudo. Espero que seja o mais depressa possível", fecha Lima Pereira.

in "ojogo.pt"