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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Walter (FC Porto): «Tive propostas de Goiás, Santos e Flamengo»

Suplente de Fred no Fluminense tem contrato de empréstimo até ao final do ano e é jogador do FC Porto até 2017

O avançado Walter, que o FC Porto cedeu ao Fluminense, revelou ter recebido propostas de três clubes brasileiros, pelo menos, durante a paragem do campeonato. 
  
O jogador foi emprestado por dois anos ao Fluminense em janeiro de 2014, tendo, na altura, renovado o seu contrato com o FC Porto até 2017. Os dragões têm apenas 15 por cento do passe. O período de empréstimo, esse, está a meio. 
  
Contudo, no Fluminense Walter não é primeira opção e houve a possibilidade de sair. 
  
«Tive propostas e algumas conversas, que posso falar, com o Goiás, o Santos e o Flamengo. São as três que posso falar. Houve outras, mas não posso falar porque não chegaram a mim. Hoje o meu foco é total no Fluminense», garantiu, em declarações ao programa brasileiro «Esporte Interativo». 
  
O avançado admite que esperava ser mais utilizado no Fluminense, mas frisa que o sistema de jogo o prejudica: «É uma posição difícil para mim, porque com dois avançados o meio campo fica bastante aberto.» 
  
Além disso, tem de encarar a concorrência de Fred, a maior figura da equipa. 
  
«É o nosso capitão e o nosso líder. Na hora do ‘vamos ver’ ele vai lá e faz o golo. Se fosse um jogador mais ou menos, aí sim, eu queria cobrar, mas não. É um jogador de qualidade, que eu respeito muito», elogiou Walter. 

in "maisfutebol.iol.pt"

sábado, 10 de janeiro de 2015

Onze perguntas a... Branco."Eram treinos divertidos: eu a bater livres de um lado, o Geraldão do outro"


Com uma perna mais curta que outra, o lateral- -esquerdo brasileiro lembra alguns golos da carreira e ainda a recusa de uma palmilha, a vitória das velhinhas do seu prédio no Rio de Janeiro e a falta cavada com a Holanda no glorioso Mundial-94

Cláudio Vaz Ibrahim Leal. Dito assim ninguém o conhece. Se dissermos Branco, aí o caso muda de figura. É a sua alcunha, o nome pelo qual se torna famoso em todo o mundo, sobretudo depois de ganhar dois títulos pela selecção brasileira (Copa América-89 e Mundial-94). E mais dois no Porto (Campeonato-1990 e Supertaça-1991). Contratado ao Brescia, o lateral-esquerdo chega às Antas no Verão de 1988 e é lançado por Quinito, em Guimarães, no mesmo dia que Vítor Baía. Curiosamente (ou não), os dois têm estátuas no museu como parte do onze ideal na centenária história do clube, ao lado de João Pinto, Aloísio, Ricardo Carvalho, André, Madjer, Deco, Gomes, Hulk e Futre. Se apanhámos Vítor Baía há duas semanas e Jorge Andrade há uma, agora é a vez de Branco. Depois de um guarda-redes e um central, é a vez de um lateral. Todos dos anos 90, todos com um passado portista. Que isto não seja visto como decreto-lei, é apenas coincidência. Branco mais branco não há.

1. Cláudio Vaz Ibrahim Leal. O Branco surge de onde?
Olha, comecei a jogar nas ruas de Bagé, mais precisamente na Rua Valdemar Machado. Como Bagé pertence ao estado do Rio Grande do Sul, fazia constantemente um frio danado. Por isso tinha de entrar num pavilhão, né? [risos] Aí entrei num clube chamado Aimoré, de futebol de salão. Na minha equipa de cinco, tinha eu e mais quatro negros. Ainda hoje todo o mundo me trata por Branco quando me vê na rua. Estou a falar dos adeptos, claro. Lá em casa é diferente. Então, Rui, sou duas pessoas: o Cláudio e o Branco.

2. Ambos com um pontapé canhão?
Aí é mais Branco, mas o Cláudio também é forte nesse tipo de lances, eheheh.

3. É verdade que tem uma perna mais curta que a outra?
É, isso sim. Sou como o Roberto Dinamite, por exemplo. Uma vez, o médico da selecção brasileira, o Lídio [Toledo], quis dar-me uma palmilha e eu recusei. Imagina que o meu pontapé enfraquecia ou que o meu jogo já não seria mais o mesmo? Não dava para aceitar. Então joguei sempre com um pequeno desnível. Além do Roberto Dinamite, também há o Garrincha. Homens assim chegam longe, eheheheheh.

4. Por falar nisso, como é o teu trajecto para sair de Bagé para o Rio de Janeiro?
Já te falei do Aimoré, futebol de salão. Daí fui para as escolinhas do Bagé, um dos dois clubes profissionais da cidade. O outro é o Guarany, onde cheguei a jogar nos juniores e até na equipa principal, como no Internacional. Num desses poucos jogos, um olheiro do Fluminense viu-me e interessou-se por mim. Claro que convém nunca esquecer a minha trajectória na selecção gaúcha de juniores. Na altura havia esses torneios estaduais de selecções. Se alguém se desse bem, era meio caminho andado para o sucesso. E nós fomos campeões brasileiros em 1981. Então, entre a selecção gaúcha e o Guarany, o Fluminense encontrou-me. Nunca mais me esqueço, um grande homem, um grande tricolor [alcunha do Fluminense] chamado Tadeu. Ele chegou na quinta-feira e levou-me para o Rio de Janeiro na sexta. Foi tudo muito muito rápido. E eu era novíssimo.

5. Como era a tua vida no Rio de Janeiro?
Xiiiiii, muito boa. Vivia no bairro Flamengo com uma turma gaúcha [três amigos jogadores: Tato, Jandir e René] e as gatas apanhavam-nos de mota à porta do prédio. Também vivi no bairro de Botafogo [com a mesma turma gaúcha mais o paranaense Leomir] e, ao que parece, estivemos para ser expulsos. Acredita que fomos salvos pelas velhinhas? Ao que parece, a síndica [administradora do condomínio] reuniu 100 assinaturas para nos expulsar porque fazíamos festas com barulho e pessoas nuas na varanda. E o que fizeram as velhinhas? Defenderam-nos, disseram a todo o mundo que nós éramos a graça daquele prédio.

6. No Fluminense o Branco ganha projecção e títulos. É o melhor período da sua vida?
É assim, Rui, o time da minha vida é o Fluminense. Porque joguei numa equipa cheia de estrelas, como Washington, Assis, Renato, Ricardo [Gomes], entre outros, porque fomos tricampeões cariocas e campeões do Brasil em 1984, e porque vivi lá o jogo da minha carreira, o jogo perfeito que nos conduziu ao tal título brasileiro de há 30 anos. Foi no Morumbi, com o Corinthians. Eles vinham de uma vitória importante com o Flamengo e nós tínhamos de ganhar. Ficámos hospedados lá no Morumbi e aquilo foi uma noite impossível de se dormir, com tantos fogos [very-light]. De manhã, quando nos juntámos ao pequeno-almoço, jurámos que íamos reverter essa situação. Começámos a dizer uns aos outros coisas do tipo "se eles não nos deixaram dormir agora vamos acordá-los com o nosso jogo". E assim foi, 2-0. Um golo em cada parte. O primeiro até fui eu que marquei o livre para o 1-0 do Tato.

7. E ele meteu a cabeça?
Eheheh, calma, não foi um remate com força. Foi um livre descaído para a esquerda. Bati a bola e o Tato cabeceou para o golo. O 2-0 foi do Assis. O treinador desse Fluminense era o Carlos Alberto Parreira. E esse Fluminense era grande pelo futebol mas também pela camaradagem fora do campo. Nunca vi um time que comesse tanto churrasco e bebesse tanta cerveja. Aquilo era um festival sem fim. Ganhámos muito com isso.

8. Pergunto isso porque há aquela história de teres danificado um defesa escocês (MacLeod) no Mundial-90.
Isso é mito, pura bobagem. Nunca matei ninguém, já ouvi essa história dezenas, centenas de vezes. Muitas vezes o torcedor vem ter comigo na rua e já fala "você matou o cara uma vez". Nem sequer questiona, já diz aquilo como se fosse uma verdade absoluta. Calma, graças a Deus o cara não morreu. Ficou mal porque a bola acertou-lhe em cheio na cara. Perdeu os sentidos e foi para o hospital mas está bem. Quer dizer, nunca mais falei com ele mas sei de fonte segura que ficou bem. Foi só um susto. Já passou.

9. No Mundial seguinte a tua bomba só parou na baliza da Holanda. Lembras-te?
Claro que sim, é o momento-chave da minha carreira. É o golo que todo o brasileiro se recorda. E há pormenores curiosos, como o facto de eu ter saído com a bola na nossa defesa. O Overmars perseguiu-me e levou com uma mãozada no rosto. Era falta, mas o árbitro mandou seguir. Passei o meio-campo e depois por entre dois adversários. Um deles meteu-me a perna à frente e eu nem hesitei: mergulhei para a falta. O árbitro atendeu-me. Atenção que eu nem era titular nessa Copa. O lugar de lateral-esquerdo era do Leonardo, que fora expulso nos oitavos-de-final, com os EUA. Esse jogo com a Holanda é o dos quartos. No livre, a barreira deles era de cinco homens. Peguei bem na bola, com efeito. A curva foi evidente mas também contei com a colaboração do Romário, que tirou o corpo e permitiu que a bola passasse entre ele e um defesa até beijar as redes. Foi um momento lindo, inesquecível. Naquela altura o Brasil só conseguiria marcar à Holanda de bola parada: ou escanteio [canto] ou penálti ou livre. Eles estavam a dominar-nos, depois de terem marcado dois golos para chegar ao empate. Esse livre foi a nossa salvação. E a minha maior alegria. Só o nascimento dos meus filhos supera esse acontecimento.

10. Quantos golos marcaste assim no FC Porto?
Muitos. Além de mim, também havia o Geraldão. Nós os dois batíamos as faltas com muita força e colocação, cada qual ao seu estilo. Os nossos treinos eram divertidos. Para nós, claro. Para os guarda-redes... coitados. Mas nem sempre a bola ia à baliza. Preferíamos marcar golo nos jogos, eheheheheh. No Porto devo ter marcado uns dez [na verdade, 12]. Lembro-me de ter marcado dois de uma só vez [3-1 à União da Madeira, no Funchal]. E lembro-me da minha estreia, com o Vitória, lá em Guimarães, no lugar do Inácio, que se lesionara no jogo anterior. Lançou-me o Quinito. Nessa tarde o Vítor Baía foi o outro estreante do Porto. Sei que fiz história no Porto porque sim e porque vi uma foto do Deco com uma estátua minha no museu. Fomos campeões de Portugal em 1990, um ano depois de ter ganho a Copa América pela selecção brasileira e um ano antes de ter saído para o Genoa.

11. Génova, obrigado por teres falado nisso. Sei de um golo histórico...

Com a Sampdoria, no dérbi de Génova. Eles foram campeões italianos, pela primeira e única vez [90-91], mas não nos conseguiram ganhar em 180 minutos: 0-0 em casa e 2-1 fora. Nesse 2-1, nós marcámos [Eranio], eles empatam [Vialli] e eu faço o 2-1 de livre indirecto. Acredita ou não, aquele golo não foi só meu, foi também de Deus. O efeito da bola, a força do remate e a colocação tiveram ajuda divina. O Genoa acabou essa época em quarto lugar, ainda hoje a melhor classificação de sempre do pós-guerra, e eu diverti-me imenso. Em Génova, os dérbis com a Sampdoria eram vividos com tal intensidade que não se podia sair de casa naquela semana. Tínhamos de ficar em regime de clausura.

in "ionline.pr"

Walter encheu e o treinador rebentou

Avançado reconhece ter chegado muito acima do peso, mas diz que já esteve pior. E promete que num mês recupera. "É o meu corpo...", avisa.

Walter apresentou-se no Fluminense com peso a mais. A notícia até pode não ser uma novidade, mas há quem diga que nunca o avançado esteve tão gordo. Ele desmente. Mas não revela quantos quilos pesa agora. "Em 15, 20 dias, volto ao peso do Brasileirão. Mas aos tempos dos 93 quilos, melhor peso no Fluminense, demoro um mês. É sério. Eu sou assim, é meu corpo. Páro um pouco e já encho. Mas voltei agora melhor do que quando cheguei ao clube", disse ao Globo Esporte negando portanto estar acima dos 106 quilos que apresentou quando foi emprestado pelo FC Porto.

in "ojogo.pt"

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Walter já escolheu o Santos

O avançado do FC Porto, emprestado ao Fluminense, deverá continuar no Brasil, mas mudando de clube e cidade.


Walter não deverá manter-se no Fluminense, clube com o qual tem contrato até ao final deste ano, sendo que o seu passe pertence ainda ao FC Porto.

Segundo o portal Lancenet, o avançado terá sido seduzido por uma proposta do Santos, que pretende reforçar o ataque, órfão de Leandro Damião, emprestado ao Cruzeiro.

"Se tivermos a certeza de que o Walter não vai ficar no Fluminense, a prioridade seria o Santos. Ele tem uma ótima relação com o Enderson [treinador], eles conversam sempre, têm uma boa amizade", disse Teodoro Fonseca, empresário de Walter. 


in "ojogo.pt"

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Fluminense quer Walter em definitivo

Mário Bittencourt, vice.presidente para o futebol do Fluminense, afirmou esta terça-feira que o clube brasileiro já colocou "uma pessoa da área internacional para iniciar a negociação"


O Fluminense está a tentar chegar a acordo com o FC Porto para ficar com Walter em definitivo, segundo noticia o "Globoesporte". No empréstimo feito no início deste ano, o Fluminense comprometeu-se a adquirir 25 por cento dos direitos económicos do avançado. Um acordo, que segundo o jornal brasileiro, poderá ser estabelecido de duas formas: ou paga 1,8 milhões de euros ou cede direitos económicos de dois jogadores da formação escolhidos pelo FC Porto, o que parece ser o mais provável devido à situação financeira difícil do Fluminense.

Ainda segundo o "Globoesporte", os dois jogadores em causa ainda não estão definidos. Robert e Kenedy, que agora integram o plantel principal, terão sido os jogadores que faziam parte das opções dos dragões, mas o Fluminense na altura não aceitou. "O FC Porto não pode exigir nomes, mas pode aceitar ou não os nomes que o Fluminense colocou à disposição. A discussão termina no fim de dezembro, já colocamos uma pessoa da área internacional para iniciar a negociação. A negociação está aberta", afirmou esta terça-feira Mário Bittencourt, vice-presidente para o futebol.

"O Fluminense tem um contrato de empréstimo de dois anos com o FC Porto. Dentro da negociação, o Fluminense tem que pagar até o fim de 2014 uma quantia para adquirir uma percentagem de direitos económicos do atleta, mas não federativos. Há essa possibilidade de pagar em dinheiro ou de se fazer um pagamento em forma de direitos económicos de alguns atletas que possam interessar ao FC Porto", acrescentou Mário Bittencourt.


in "ojogo.pt"

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Art Deco chega ao fim

Luso-brasileiro pôs um ponto final na carreira. Venceu 24 títulos em 16 anos. Rijkaard chegoua dizer que era o barómetro do Barça

"É o número 10, finta com os dois pés, é melhor que o Pelé, é o Deco allez allez." Assim cantavam os adeptos do FC Porto para um dos melhores jogadores que passaram pelo futebol português. Aos 36 anos (é hoje o seu aniversário), a sua caminhada muda de direcção devido a problemas físicos. "É com muita tristeza e pesar que comunico o fim de minha carreira como atleta profissional. [...] Gostaria muito de ter ajudado mais o Fluminense, mas o meu corpo não me permitiu", anunciou ontem.
Esta é daquelas carreiras especiais. Começou aos nove anos no Guarani, depois mudou-se para o futsal até aos 17 anos - ah! está tão bem explicada aquela técnica e aquele estilo de receber e conduzir a bola com a sola da bota -, e voltou ao futebol aos 17 para jogar nos juniores do Corinthians. Depois Portugal. Chegou para o Benfica, mas nunca ninguém teve olho para a coisa. É emprestado ao Alverca em 97/98, onde encontrou Maniche pela primeira vez (depois FCP e selecção).

Na época seguinte é dispensado pelos encarnados, acabando por assinar pelo Salgueiros. "Não vinha com estatuto de craque. No primeiro treino notou-se logo a diferença para os restantes, até nos perguntámos o que estava ali a fazer. Sabíamos que ia estar lá pouco tempo. É muito boa pessoa, foi um bom amigo que tive lá", conta o ex-central Paulinho ao i. Em Vidal Pinheiro, onde também partilhou balneário com Silvino, convenceu Fernando Santos, o então treinador do FCP, e a partir daí é o que se sabe: ganhar, ganhar, ganhar. Qualquer coisa como 24 títulos em 16 anos. No FCP só faltou ganhar a Taça Intercontinental, de resto limpou tudinho. Seguiram-se Barcelona, Chelsea e Fluminense, com os títulos como denominador comum.

Em Março de 2003, a estreia pela selecção e logo em casa (Estádio das Antas) contra o "seu" Brasil. Luiz Felipe Scolari lançou-o aos 62', em troca com Sérgio Conceição. Happy ending? Claro. Aos 82' Deco sofreu uma falta, que acabaria por assumir e fazer o 2-1. A selecção portuguesa não vencia os brasileiros desde o Mundial-66 (Eusébio-2, Simões e Rildo no 3-1). Deco jogou 75 vezes pela selecção das quinas e marcou cinco golos (15 assistências), o último em Alvalade, na derrota frente à Dinamarca (2-3).

A última etapa da carreira foi o Fluminense (2010-2013), onde conquistou dois campeonatos nacionais e um estadual. O ex-jogador é também um craque fora dos relvados: criou o Instituto Deco 20 em Indaiatuba (São Paulo) para ajudar as crianças com mais dificuldades. A ideia é oferecer educação, alimentação, desporto e arte aos mais desfavorecidos. Até sempre, campeão.

Os três grandes
FC Porto. De desconhecido a campeão europeu (1998-2004)

Chegou no mercado de Inverno da época 98/99 pela mão de Fernando Santos, depois de mostrar a sua qualidade no Salgueiros. A estreia só aconteceu em Abril, no jogo contra o Sp. Braga (1-0, Zahovic). O criativo ganhou dez títulos de dragão ao peito, entre eles três campeonatos nacionais, uma Taça UEFA (Celtic 3-2) e uma Liga dosCampeões (Monaco 3-0, Deco fez o segundo). Foram 229 jogos (48 golos) de magia no seu estado puro. Nunca esqueceu o relvado das Antas: “O melhor onde já joguei na vida.” Pinto da Costa afirmou que o ex-atleta é “uma lenda do FCP”. A camisola era a 10, claro.


Barcelona. Més que un club. Més que un jugador (2004-2008)

O lema do Barça diz tudo. Não chega ganhar, há toda uma identidade e filosofia para respeitar. Deco e o seu pé direito encaixaram que nem uma luva em Camp Nou (188 jogos, 28 golos). Na capital da Catalunha voltou a vencer uma Champions (2-1ao Arsenal), mais dois campeonatos e outras tantas supertaças (sete títulos no total). Tudo pela mão de Frank Rijkaard, que em tempos disse que Deco era o barómetro doBarça. “Quando está bem a equipa joga bem. É parecido com o que se passava no Milan com Albertini. Era quem marcava o ritmo”, disse.
Jogar no Barcelona era um sonho de criança, admitiu.



Chelsea. As contas de somar do costume (2008-2010)

Os quase 20 pontos de atraso para o Real Madrid e, essencialmente, a chegada de Pep Guardiola ditaram mudanças, entre elas a saída de Deco. Quem esfregou as mãos foiFelipão, que o levou para Londres. Na estreia (4-0 ao Portsmouth), enquanto os comentadores da SKY o elegiam o melhor em campo, o luso-brasileiro lançou um míssil aos 89’ e fez golo. Levantou o indicador e sorriu. O arranque ao serviço dos blues foi de craque, com golos e exibições de encher o olho. Dois anos em Inglaterra, quatro troféus (uma Premier League com Carlo Ancelotti; duas taças e uma Taça da Liga). As contas de somar do costume...


in "ionline.pt"

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Deco anuncia fim de carreira devido a problemas musculares

O jogador, que completará terça-feira 36 anos, representava atualmente o Fluminense, do Rio de Janeiro, onde conquistou dois títulos do Brasil


O médio Deco, campeão pelo FC Porto, Barcelona, Chelsea e Fluminense e 75 vezes internacional pela seleção de Portugal, anunciou hoje o fim da carreira de futebolista devido a problemas musculares.

O jogador, que completará terça-feira 36 anos, representava atualmente o Fluminense, do Rio de Janeiro, onde conquistou dois títulos do Brasil.

"É com muita tristeza e pesar que comunico o fim de minha carreira como atleta profissional. Gostaria muito de continuar até o final deste Brasileirão e ajudar a colocar a equipa novamente na Libertadores, mas não estou a conseguir. Fisicamente poderia jogar, mas os meus músculos não suportam mais ", considerou o jogador, já levava 17 anos como futebolista profissional, num comunicado divulgado pela sua assessoria de imprensa.


*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

in "ionline.pt"

Deco: 11 títulos no FC Porto, 23 no total


Foi com a camisola azul e branca que o médio conquistou quase metade dos troféus. A passagem pela Europa rendeu 20 títulos.
O número de títulos de Deco são a marca óbvia de uma carreira repleta de sucessos, sendo de destacar, por exemplo, o facto de ter conquistado a Liga dos Campeões por dois clubes diferentes, o FC Porto e o Barcelona.

No total, são 23 títulos, com 11 deles conquistados com a camisola do FC Porto, de onde saiu para o Barcelona onde acabaria por somar cinco títulos. Quatro títulos no Chelsea e três pelo Fluminense completam o quadro.

Pela seleção de Portugal disputou dois Mundiais e dos Europeus em sete anos. Perdeu a final do Euro'2004, por exemplo. Vestiu a camisola da seleção em 75 ocasiões, o que na altura lhe valeu um lugar entre os 10 jogadores com mais internacionalizações.

in "ojogo.pt"


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Deco quer despedir-se no Dragão


Ainda não sabe quando terminará a carreira, mas gostava de o fazer com um jogo entre o Fluminense e o FC Porto, confessou em entrevista ao Globosporte.
Deco revelou, numa entrevista ao Globosporte, que ainda não tem uma data concreta para terminar a carreira - "só pensarei nisso no final de 2013" -, mas já sabe como gostava de celebrar a despedida dos relvados.

"Gostava de fazer uma despedida no Porto, porque é um clube que me deu tudo, principalmente no início. Já o Fluminense é o clube que me marcou, que me deu a oportunidade de voltar ao meu país, que me recebeu de portas abertas e onde sou respeitado pelos adeptos. Também não esqueço o Barcelona, onde fui muito feliz, e o próprio Chelsea... também seria um jogo interessante", afirmou o médio.

Para já, no entanto, Deco ainda não sabe quando vai terminar a carreira: "É difícil dizer que vai ser o último ano... Se disser algo definitivo agora, corro o risco de ter de voltar atrás depois, e eu não gosto disso. Vou analisar a temporada, como fiz no ano passado. Preciso ver se vou estar bem, se vou ter capacidade para fazer uma boa época. Em 2012, deixei as coisas acontecerem, vi que tinha condições de jogar mais um ano, que me sentia bem e tomei a decisão. Vou fazer a mesma coisa agora".

Antes de se despedir dos relvados, o médio de 35 anos ainda tem mais um objetivo. "Se conseguir ganhar esta Libertadores com o Fluminense, não faltaria nada na minha carreira em termos de clube. Mas, se não ganhar, também não será uma frustração", concluiu.

in "ojogo.pt"

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Deco termina carreira em 2013

O antigo internacional português já decidiu a momento da retirada. Joga mais uma época pelo Fluminense. Em entrevista à Renascença, revela que continuará ligado ao futebol.
 
Deco anuncia, em entrevista à Renascença, que se retira dos relvados em 2013. O antigo internacional português fará mais uma época pelo Fluminense e fecha a carreira, aos 35 anos.

"Quero jogar até ao final de 2013, depois eu paro. Já decidi isso. O Fluminense tem interesse, eu também quero, e em princípio isso vai acontecer", antevê o jogador. Deco regressou ao Rio de Janeiro, em 2010, depois de uma carreira na Europa, ao mais alto nível, em que representou FC Porto, Barcelona e Chelsea.

"Estou feliz por ter voltado para o Brasil. Encontrei um clube onde me sinto bem, com o qual me identifico. Está sendo boa esta fase final da minha carreira. Estou a conseguir jogar a um alto nível e estou feliz", diz o antigo número 10 da selecção nacional.

Deco ainda não sabe o que vai fazer depois de "pendurar as botas", mas garante que continuará ligado ao futebol. Ainda assim, os primeiros tempos serão para "dedicar tempo à família, fazer coisas que eu normalmente não faço com eles". Aos 34 anos, fica o anúncio de que Deco dura nos relvados até ao final de 2013. O jogador notabilizou-se, em Portugal, ao serviço do FC Porto.
 
in "rr.pt"

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Deco quer reformar-se com um F.C. Porto-Fluminense

Antigo internacional português recorreu ao Facebook para corrigir declaração da entrevista à RTP.

Deco recorreu ao «Facebook» para corrigir uma declaração à RTP, na qual mostrava vontade de encerrar a carreira com «seis meses ou um ano no F.C. Porto». Agora o antigo internacional português esclarece que quer pendurar as chuteiras com a camisola do Fluminense, mas frente aos «dragões».

«Disse que gostaria, isso sim, de disputar um jogo de despedida no Estádio do Dragão. Como quero acabar a carreira no Fluminense, seria bom ter um jogo de despedida entre o clube que me deu tudo na Europa e o clube que me abriu as portas do Brasil de volta, e onde sou muito feliz», esclareceu o médio, na referida rede social.

Deco representou o F.C. Porto entre 1999 e 2004. Depois passou por Barcelona e Chelsea, para regressar ao Brasil em 2010. O jogador cumpre o 35º aniversário em Agosto.  

in "maisfutebol.iol.pt"

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Deco: «Gostava de terminar no F.C. Porto»

Médio do Fluminense fala em jogar seis meses ou um ano de azul e branco. Na pior das hipóteses, admitia um jogo de despedida

Deco garante que tem um sonho: acabar a carreira no F.C. Porto. O médio do Fluminense admite também, porém, que é um sonho difícil de concretizar. «Gostaria, realmente, se não tivesse as questões pessoais no Brasil. Gostava de jogar seis meses ou um ano no F.C. Porto», referiu.

O médio de 34 anos (faz 35 em Agosto) acrescenta de resto que já se sentiria satisfeito com uma homenagem. «Em função da maneira como as coisas estão, se calhar é um bocado difícil. Mas gostava de voltar», insistiu em entrevista exclusiva à RTP. «Nem que fosse um jogo de despedida.»

Pelo caminho perguntou-se a Deco se mantinha casa em Portugal. O jogador sorriu e disse que sim, que mantinha. Mas não garantiu que fosse por vontade dele: Deco tem uma casa num condomínio privado em Leça da Palmeira em frente ao mar. «Tenho de manter, agora não se vende nada.»

 

in "maisfutebol.iol.pt"

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Noticias Breves

Fluminense pensou em Helton, diz-se no Brasil

A Imprensa brasileira garantiu ontem que Helton tinha sido sondado para reforçar o Fluminense, com vista à Copa Libertadores. A notícia adianta que o clube brasileiro teria feito uma aproximação através dos seus patrocinadores, mas esta não terá tido sucesso. Em causa está o facto de o FC Porto não estar disponível para transferir o internacional brasileiro e, por parte do jogador, o facto de ter obtido recentemente passaporte português, o que facilitaria a transferência no Velho Continente, isto, claro, se se desse o caso de deixar o Dragão.

Villas-Boas: sucesso global

Depois de coleccionar elogios por jornais dessa Europa fora, o arranque de época vitorioso de André Villas-Boas foi detalhadamente analisado pela comunicação social... mexicana. Apelidado (claro está...) de "filho pródigo de Mourinho", a trajectória de Villas-Boas é contada aos leitores mexicanos numa apresentação que termina em jeito de profecia. "Não esqueçam este nome, porque este novo treinador promete afirmar-se no nível mais elevado do futebol mundial."

in "ojogo.pt"

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Deco: «É pelo FC Porto que eu sofro»

ABRIU O CORAÇÃO NO REGRESSO A CASA
 

Passou os melhores momentos da sua carreira no futebol europeu, tendo-se sagrado campeão europeu ao serviço do FC Porto e do Barcelona, contando ainda com uma passagem pelo Chelsea onde conquistou a Premier League. Muitos títulos e prestígio fizeram de Deco um dos jogadores mais talentosos do seu tempo. No regresso ao Brasil, o médio abriu o coração e confessou a sua grande paixão. “Foi o clube que mais amei na vida. Nunca me imaginei a jogar lá, mas depois de tudo o que vivi, se me perguntarem qual é a equipa pela qual eu torço, pela qual eu sofro a ver os jogos, digo que é o FC Porto”, revelou o Mágico, agora com 33 anos, numa entrevista à revista “Placar”.

Tendo assinado pelos dragões a meio da época 98/99, Deco ainda foi a tempo de inscrever o seu nome no penta. Era o número 29, mas o estatuto que foi ganhando no grupo permitiu-lhe chegar ao 10. Tentou remar contra a travessia de três anos sem o título nacional e foi com José Mourinho que recuperou a confiança e mais brilhou. Em 2002/03 venceu o campeonato, Taça de Portugal e Taça UEFA. Na temporada seguinte repetiu o título nacional, ao qual juntou a Supertaça e a Liga dos Campeões.

Por isso mesmo não esquece o treinador que lhe possibilitou ser o melhor jogador da Champions em 2003/04. “O Mourinho passa uma confiança muito grande aos jogadores, tudo o que ele diz que vai acontecer, acontece. O que acho mais impressionante nele é a leitura que faz durante o jogo”, recordou o atual jogador do Fluminense.

in "record.pt"

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Hélton na mira do Fluminense

Deixou o futebol brasileiro em 2002 para rumar a Portugal (representou o União de Leiria até 2005), mas continua a ser seguido com atenção no outro lado do Atlântico. Hélton, guarda-redes do FC Porto desde 2005/06, está a ser cobiçado pelo Fluminense.

Aos 32 anos, o dono da baliza dos azuis-e-brancos vê o seu nome ser cogitado no Brasil, onde a imprensa dá conta do alegado interesse do “Flu” no seu concurso, a par de Diego Cavalieri, guardião brasileiro que representa o Cesena, da Serie A.

A forte ligação de Hélton ao FC Porto e os montantes que estariam envolvidos no negócio, e o elevado salário auferido por Cavalieri em Itália são apontados no Brasil como entraves difíceis de ultrapassar pelo emblema do Rio de Janeiro, actual líder do Brasileirão.

Diga-se que a imprensa brasileira noticia também o alegado interesse do Fluminense no guarda-redes do Sp. Braga, Felipe
 
in "abola.pt"

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Carlos Alberto e Deco jogaram juntos pelo Porto (POR), onde foram campeões mundiais

O clássico entre Vasco e Fluminense, no próximo domingo, pode separar por 90 minutos dois grandes amigos: o vascaíno Carlos Alberto e o tricolor Deco. Os dois jogaram juntos no Porto (POR), em 2004, quando o clube luso sagrou-se campeão da Supercopa de Portugal, da Liga dos Campeões da Europa e do Mundial Interclubes. Da parceria vencedora em outrora, na primeira passagem do camisa 19 pelo futebol europeu, ficou a profunda gratidão.

– Sou muito grato ao Deco por tudo que ele me fez e me proporcionou naquele ano no Porto. A performance que eu tive naquele ano, eu credito à convivência que tive com ele, jogador experiente - disse.

E essa convivência rendeu frutos também dentro de campo. O meia vascaíno afirmou ainda que Deco foi o jogador com quem ele mais aprendeu.

– Acho que, dos atletas com os quais joguei, foi com ele que mais aprendi. O Deco sempre foi um jogador de qualidade e trabalhava para a equipe. Ele e o Delei foram dois caras que facilitaram muito a minha vida. Uns 80% do que aconteceu

agradeço muito a eles – disse.

Com tanto conhecimento, Carlos Alberto aproveitou para dar dicas aos xomandados de Paulo César Gumsão de como parar o camisa 20 do Fluminense:

– Ele conhece bem os atalhos do campo. Se deixar ele pensar com a bola no pé, ele vai achar o atacante em condição boa para finalizar.

in "goal.com.br"

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Deco despede-se da Europa: «Serei portista para sempre»


Há 13 anos aterrava no aeroporto de Lisboa aquele que, no Brasil, era conhecido como «Maradoninha». Ninguém sabia, mas estava ali um dos jogadores mais importantes da história do futebol português. Ninguém sabia, mas estava ali o motor do F.C. Porto campeão da Europa em 2004. Ninguém sabia, mas estava ali aquele que seria o maestro da selecção portuguesa nas gloriosas campanhas do Euro 2004 e do Mundial 2006.


O próprio Deco não sabia de tudo, também. Não sabia que se envolveria em polémica ao optar pela nacionalidade portuguesa, algo esbatido a cada toque de quinas ao peito. Não sabia que arrancava um percurso de anos e anos de braço dado com o sucesso. Não sabia, imagine-se, que não era no Benfica que ia jogar...

Deco acabou por entrar num carro rumo a Alverca e estava longe de imaginar que o início conturbado da aventura europeia seria, apenas, mais uma estória para contar, de um jogador que se habituou a reescrever a história.

«Sou sincero, depois daquele início não pensei que ia ser assim. Sempre acreditei, é obvio, mas acabou por ser melhor do que tudo o que eu esperava. Tinha sonhos como é lógico e felizmente a minha carreira na Europa teve mais altos do que baixos. No geral levo excelentes memórias da Europa, principalmente da minha relação com Portugal. Tudo o que vivi no F.C. Porto e na selecção é inesquecível, mas também os anos que passei no Barcelona e estes últimos tempos no Chelsea. Foram muitos anos e foram tempos fantásticos», começa por dizer Deco, em declarações ao Maisfutebol

Escassearam as oportunidades no reino da águia, impôs-se de dragão ao peito. Participou no histórico «penta», carregou a equipa para a inédita Taça UEFA e tocou o céu ao levantar a Liga dos Campeões. Tudo isto vai com Deco para o Brasil.

«Vou continuar portista para sempre. Foi um clube que eu aprendi a amar e onde aprendi muito. Deu-me tudo e o F.C. Porto fica comigo para sempre. Lembro-me da recepção que tive o ano passado quando fui lá jogar pelo Chelsea, com muita gente a cantar o meu nome. Foi dos momentos mais emocionantes da minha carreira», confessou.

«Comparar Villas-Boas a Mourinho? É muito novo...»

Com a conversa a chegar aos tempos actuais, Deco opta por vincar um tópico importante na sua relação com o Benfica. O luso-brasileiro confessa não ter qualquer espécie de celeuma com os encarnados. «É passado», refere.

Nunca tive nenhum problema com o Benfica. Eles fizeram a opção deles que não passava por mim naquele momento e eu decidi seguir em frente. Mas não ficaram ressentimentos», garante.

Agora sim, o presente. E o presente, no F.C. Porto, dá pelo nome de André Villas-Boas. Deco conhece o actual treinador dos dragões, do tempo em que era o observador de adversários de José Mourinho, quando ambos estavam no F.C. Porto. Mas, mesmo assim, evita falar do actual timoneiro dos dragões.

«Não queria muito comentar isso, até porque não conheço assim tão bem o André Villas-Boas. Quando o conheci já trabalhava com o Mourinho há algum tempo, mas acho que se apostaram nele é porque mostrou trabalho para isso. Acho que tem demonstrado que pode ter sucesso, porque não é qualquer um que treina o F.C. Porto. As comparações com Mourinho? Ainda é muito novo, para que se possa comparar», concluiu.

Se com o F.C. Porto, Barcelona e Chelsea encheu o curriculum de títulos, para Deco fica uma mágoa: a ausência de títulos de quinas ao peito. A naturalização de Deco foi um processo que fez correr muita tinta em 2003, quando o talento do médio explodia nos relvados portugueses. Aos poucos, os contestatários foram diminuindo, embora houvesse quem nunca ficasse convencido. Deco optou sempre por ignorar e trabalhar.


Tornou-se o substituto natural de Rui Costa, partilhando, ainda, com o, agora, director desportivo do Benfica, o balneário do Euro 2004. O tal que prometia ser o torneio de todas as alegrias e acabou por ser a maior decepção.

«No tempo que passei na Europa só me faltou ganhar alguma coisa com a selecção. Aquela final do Euro 2004 foi a pior derrota da minha carreira», confessou Deco, quando questionado sobre as mágoas que leva dos 13 anos passados na Europa.

Depois, ainda esteve em mais dois Mundiais e no Europeu da Áustria e da Suíça. Antes do torneio sul-africano anunciou que seria ali a sua meta na selecção. O desejo de regressar ao Brasil para terminar a carreira junto da família pesou na decisão e é altura de os responsáveis da selecção encontrarem uma solução definitiva para um problema que, a espaços, surgia. Durante muito tempo questionou-se quem substituiria Deco numa eventual ausência do luso-brasileiro. Pois bem, agora não há mais Deco. O substituto terá de ser definitivo e o médio do Fluminense não encontra problemas nisso.

«Um novo Deco? Não creio que isso vá ser um problema. Há sempre jogadores novos a aparecer e vai aparecer alguém para fazer esse lugar. Não interessa estar agora a avaliar quem. Vai aparecer alguém, é só esperar e ver quem vai despontar», assegurou.

in "maisfutebol.iol.pt"

Miranda e Dalton são alternativa a Tolói e Otamendi

O central brasileiro Tolói ainda é o favorito para reforçar o FC Porto, mas o argentino Otamendi também entra para as contas. Miranda (S. Paulo) e Dalton (Fluminense) são as alternativas na lista dos dragões.


O FC Porto deverá deixar passar mais alguns dias até anunciar o central escolhido para a vaga de Bruno Alves. Tolói continua no top de preferências, mas há mais opções: António Araújo esteve uma semana no Brasil a bater a outras portas e o argentino Otamendi ganhou também algum balanço.

O facto de não estar pressionado permite ao dragão alargar as avaliações e certezas quanto à melhor solução entre custo e qualidade, e aí a perspectiva de poder chegar a Nicolas Otamendi por um preço bem abaixo da sua elevada cotação, dados os problemas financeiros do Vélez Sarsfield, permite isso mesmo: deixar o tempo correr, colocando pressão nas entidades vendedoras.

Como quer Goiás quer Vélez são clubes de cofres secos, o dragão está nas suas quintas, até porque tem ligações fortes aos homens que representam os jogadores mais favoritos ao lugar de quarto central: Figer está com Rafael Tolói, Marcelo Simonian com Nicolás Otamendi.

Miranda (S. Paulo) e Dalton (Fluminense) são outras hipóteses nos cadernos de Villas Boas, e também viáveis. António Araújo esteve uma semana no Brasil a bater a estas duas outras portas, e o FC Porto medita agora sobre o melhor negócio...
 
in "abola.pt"