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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Atenção F.C. Porto: Genk dá chapa 4 fora de casa e é líder

O Genk, adversário do F.C. Porto no play-off de acesso à Liga Europa, venceu este sábado no reduto do Eupen por 4-1, em jogo da quarta jornada da liga belga.

O defesa Joneleit foi a grande figura da partida ao apontar dois golos, o segundo e o terceiro da noite, depois de um autogolo de Ibrahima Camara ter inaugurado o marcador, após uma boa jogada de De Bruyne (14m).

O 0-2 surgiu aos 33. Petr não agarra um livre de Toszer e Joneleit aproveitou a primeira oportunidade. Aos 42, Vinamont viu o segundo cartão amarelo e deixou o Eupen reduzido a dez elementos.
 
No segundo tempo, o 0-3 chegou aos 51. Joneleit deu continuidade a um tiro de Vossen e tornou-se o herói improvável do encontro. Vossen marcou o seu golo aos 62, mas a diferença voltaria a três com o tento de honra de Obradovic.

O Genk é lider com o pleno de 12 pontos, empatado com o FC Malines.

GENK - Courtois; Joneleit (Durwael, 64), Matoukou, Ngongca e Buffel; De Bruyne (Dugary, 64), Hubert, Pudil e Toszer; Barda (Vossen, 15) e Ogunjimi

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A Estrela: Helton (8)

Capitão deu consistência a uma vitória folgada

Pode parecer estranho ver surgir Helton como figura num jogo em que o FC Porto acabou por golear o seu adversário, mas a verdade é que se os azuis e brancos transformaram o encontro da segunda mão numa formalidade, devem-no bem ao brasileiro. Helton transmitiu confiança com intervenções seguras e começou logo com a defesa da noite, a remate de Barda (56'), que desviou para canto. Nova intervenção preciosa (75') numa entrada de Buffel e depois (86') voltou a negar o golo a Dugary.

Souza rebentou Cristal à bomba


Sapunaru 5

Não passou por grande situações de apuro, ao contrário do que se previa, com a estrela do Genk, De Bruyne, no seu raio de acção. Com a bola nos pés, foi lento, não conseguiu criar profundidade e um melhor dinamismo pelo corredor direito.

Rolando 5

Pareceu menos sereno nos cortes do que habitualmente. Facilitou na marcação a Vossen (8') e permitiu o remate do avançado quando parecia ter o lance controlado. Subiu mais no terreno do que Maicon para apoiar o meio-campo. Dobrou bem Helton (86') em mais um lance de perigo do Genk.

Maicon 5

Depois de uma primeira parte sem manchas, uma desatenção do brasileiro (52') ia custando um golo, mas Helton defendeu o remate de Barda. A seguir voltou a deixar-se surpreender, desta vez por Buffel (75'), que entrou pelas costas e só não marcou devido à intervenção de Helton.

Álvaro Pereira 5

Algumas dificuldades no período de maior assédio do Genk à baliza do FC Porto, designadamente com as entradas nas costas dos adversários. Até ali, Buffel e Vossen, que foram caindo na seu espaço, não lhe colocaram grandes problemas. A atacar, notou-se a falta de rotina com Ukra, que começou na esquerda, levando-o a procurar descair para o meio para tentar encontrar uma solução.

Fernando 6

Está um jogador diferente, com um raio de acção mais amplo, e ontem não se coibiu de fazer passes bem medidos para as costas da defesa belga para Varela (7', 16'). Sem bola, esteve atento nas compensações e entregou-se à luta pela recuperação. Chegou atrasado à marcação de Ogunjimi (55'), que falhou a emenda para o golo, mas saiu-se bem, apesar de perder a noção da colocação do terreno em certas alturas.

Belluschi 6

Um golo alcançado com uma bola bem colocada salvou uma exibição menos conseguida, com lances em que se notou uma certa falta de concentração e perdas de bola que não costuma permitir. No meio-campo, Belluschi foi dos que mais sofreram com a superioridade numérica do Genk. Antes, o argentino tinha recarregado um remate de Falcao (12'), mas sem sucesso.

Moutinho 5

Não teve o peso desejado no futebol da equipa e não foi o jogador esperado para dinamizar o jogo. A marcação apertada dos belgas no meio-campo privou-o de espaço nas transições, e os passes nem sempre lhe saíram bem doseados.

Ukra 5

O azar de Hulk fez dele titular inesperado, mas esteve longe de aproveitar a oportunidade de se mostrar, melhorando apenas quando passou do flanco esquerdo para o direito, por onde criou perigo (45') numa excelente iniciativa, ao passar por dois defesas e rematar para Courtois brilhar.

Varela 4

Começou bem, com um cruzamento atrasado (13') a passe de Fernando que Matoukou cortou, mas pouco ou nada se viu até à sua substituição (60'). Incapaz de imprimir velocidade e de explodir pelo seu flanco, como se pede a um extremo. Muito apagado.

Falcao 6

Sofreu uma falta para grande penalidade num lance em que mostrou a sua experiência nestas andanças, quando fazia um compasso de espera para receber mais apoio no ataque. Depois não se deixou contagiar pela pressão de ter de transformar o castigo máximo e marcou um golo importante, mais um, depois de se ter estreado esta época contra o Benfica. Antes (12'), já tinha criado perigo com um remate (12') que Joneleit deteve.

Souza 6

Substituiu Varela (60') para ajudar a segurar o meio-campo, que o Genk dominou numa fase em que veio para cima da área do FC Porto para tentar empatar. Curiosamente, foi ele que acabou por marcar o golo (83') que garantiu a vitória portista, com um remate frontal fulminante.

Rúben Micael 6

Villas-Boas trocou Ukra pelo madeirense (74'). Muito bem no lance do segundo golo, no compasso de espera para meter a bola redondinha para o golo de Souza.

Walter 4

Seis minutos em campo, sem tempo para se mostrar.

in "ojogo.pt"

Jogo com pés, mãos e ainda a cabeça de Villas-Boas

Está feito: o FC Porto está a 90 minutos burocráticos de entrar formalmente na Liga Europa depois de uma exibição com ares de Champions. A equação de sucesso começou na inteligência de Falcao e ganhou consistência nas mãos de Helton, solidificando-se em definitivo com um tiro de Souza e com a arte de Belluschi. Quatro sul-americanos frios. Pelo meio, ainda houve dedo de André Villas-Boas, que mexeu - e bem - no que não funcionava. Terá servido de exemplo para outras batalhas, porque esta está ganha.

Vamos às explicações. Por mais que se queira fugir da referência, porque a ideia não é que soe a desculpa, a verdade é que este jogo começou antes... de começar. Sem Hulk, Villas-Boas viu-se forçado ao improviso, sabendo de antemão que, sem ele, perdia a mola que mexe verdadeiramente com a velocidade do jogo. E notou-se.

Ukra foi a aposta, mas é preciso um bocadinho mais do que assinalar essa entrada directa no onze. Surpreendentemente, ainda que familiarizado com o flanco, Ukra posicionou-se à esquerda, deslocando Varela para o lado contrário. Porquê? Talvez porque Villas-Boas não estivesse convencido de que Sapunaru daria ao flanco, de forma regular, a profundidade desejada, e que Álvaro Pereira garantia do lado contrário. Assim, trocando, equilibrava à esquerda um lateral atrevido com o extremo menos rotinado; à direita, conjugava um Sapunaru mais contido com a irreverência de Varela. Uma irreverência teórica, porque Varela foi quase sempre discreto até sair. Belluschi também demorou a arrancar, perdendo-se em deslizes de atenção num meio-campo que, por causa da diferença de desenhos, foi garantindo ao Genk superioridade numérica até às entradas certeiras de Souza e Rúben Micael. Não era uma superioridade de talento, a do Genk, mas, mesmo assim, ter gente a mais nessa zona foi atrapalhando a construção de jogo aos portistas, espevitados aqui e ali por algumas aberturas de Fernando e pela natureza incansável de Falcao.

Incansável e inteligente. Numa jogada que parecia perdida, porque não tinha companhia, o colombiano fez um compasso de espera com a bola nos pés, já na área, e Joneleit fez o resto: uma falta que o árbitro viu e que o público nem queria acreditar que tivesse existido. Indiferente aos assobios, Falcao marcou o penálti e deu a um FC Porto que jogava à velocidade de quem sabia que a eliminatória se podia resolver a duas mãos (e que esta era em casa do adversário, convém lembrar...) uma tranquilidade adicional. O jogo era bonito? Não, não era, mas o FC Porto, mais apostado em moer o juízo ao adversário do que em asfixiá-lo com uma pressão vistosa, tinha-o nas mãos. Deixou-o escorregar por entre os dedos no início da segunda parte, altura em que o Genk imprimiu outra velocidade, esbarrando na segurança de Helton. Uma, duas, três vezes.

Villas-Boas cansou-se e resolveu corrigir: apostou primeiro em Souza, depois em Rúben, sacrificando os dois alas, e - embora com a ajuda preciosa de Matoukou, expulso aos 66' - recuperou o controlo das operações. Uma ou outra vez quebrado por erros nos passes e desatenções defensivas que Helton foi resolvendo até que o resultado magro, virou goleada farta; primeiro com uma bomba de Souza, depois com a arte de Belluschi. Ponto final nesta história e, sem dúvida alguma, nesta eliminatória.

in "ojogo.pt"

Maldição em cacos

Nem uma terrível tradição em solo belga conseguiu travar um FC Porto que soma 3 vitórias consecutivas, 6 golos marcados e... nenhum sofrido em 2010/11. O registo é perfeito e o sucesso perante o Genk tem o valor acrescido de ter resolvido, de imediato, a questão da entrada na fase de grupos da Liga Europa.

A estreia de André Villas-Boas como treinador em jogos internacionais foi resolvida com a maior das naturalidades e nem sequer a ausência de última hora, de Hulk, se revelou um problema insanável para os azuis e brancos.

Após muitos momentos amargos vividos ao longo dos anos frente ao Anderlecht, mas também contra o Standard Liège e Brugges, a visita ao Genk revelou-se um bálsamo execional, até porque estava perante o FC Porto uma formação que reparte a liderança do seu campeonato. A Bélgica ficou mais doce.

Novidades

O triunfo em Genk será lembrado por diversos motivos, mas um dos que podem ter peso em termos futuros é o alargar de opções que concede maior profundidade ao plantel. O jovem Ukra foi lançado para o onze em face da ausência de Hulk. Walter, um avançado no qual se depositam fortes esperanças de um elevado rendimento, fez a sua estreia oficial pelos dragões. No entanto, desta vez o suplente mais precioso foi o brasileiro Souza, que apontou um golo importante para consolidar a vantagem no marcador.

De resto, e depois de na época passada a falta de ajuda dos médios na finalização ter sido um lastro para a equipa, ontem já houve dose dupla com, para além de Souza, também Belluschi a fazer o gosto ao pé.

in "record.pt"

Video - Genk 0 - FC Porto 3

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Ukra: «Mais tranquilos para o jogo em casa»

Com a indisponibilidade de Hulk, Ukra foi a novidade na equipa portista diante do Genk. No final do encontro, o jovem extremo disse não ter acusado o peso da inesperada titularidade.

"Senti-me bem, que era o mais importante", afirmou Ukra, que também demonstrou satisfação com o confortável triunfo dos dragões. "Com esta vitória estamos mais tranquilos para o jogo em casa".

Ukra, por outro lado, dirigiu palavras de solidariedade ao companheiro Hulk, que teve de viajar para o Brasil devido ao falecimento de um familiar. "Dedicamos à vitória ao Hulk e dizer que estamos com ele", observou.

in "record.pt"

Villas-Boas: «Helton fez uma exibição excelente»

O treinador do FC Porto, André Villas-Boas, admitiu, após a vitória folgada (3-0) no terreno do Genk, que o guarda-redes Helton fez uma "exibição excelente", evitando o golo adversário. O técnico portista aproveitou para dedicar a vitória a Hulk, que esteve ausente devido à morte de um familiar.

"É verdade que o nosso guarda-redes fez uma exibição excelente", admitiu Villas-Boas, acrescentando que os seus jogadores deveriam ter gerido o jogo de uma forma mais cautelosa.

"Poderíamos ter controlado o jogo de outra forma. Fomos pouco cautelosos na procura do segundo golo, e foi devido às nossas perdas infantis que o Genk conseguiu chegar com perigo à nossa baliza", frisou o treinador portista

Villas-Boas aproveitou ainda para dedicar a vitória folgada a Hulk, referindo que o jogador "decidirá o momento para regressar, quando se sentir confortável".

in "record.pt"

F.C. Porto a um passo da Liga Europa após vencer Genk por 3-0

O FC Porto deu hoje um passo de gigante em direção à fase de grupos da Liga Europa de futebol, ao derrotar o Genk, por 3-0, na Bélgica, com golos sul-americanos de Falcao, Souza e Belluschi.

O colombiano Falcao colocou o FC Porto em vantagem na transformação de uma grande penalidade muito contestada, aos 29 minutos, que foi dilatada pelo brasileiro Souza (82) e pelo argentino Belluschi (90), com dois grandes golos.

Os portistas, órfãos do brasileiro Hulk, dispensado à última da hora por razões familiares, estrearam-se na Liga Europa -- sete anos após o triunfo na final da Taça UEFA, em Sevilha -- com uma exibição pálida, mas segura, que lhes valeu o primeiro triunfo de sempre na Bélgica em jogos oficiais.

O FC Porto assumiu o controlo do jogo desde o primeiro minuto, em parte consentido pelo Genk, apostado mais em tapar os caminhos para a sua baliza do que em possuir a bola, mas sem criar situações de perigo.

Belluschi, aos 07 minutos, a passe de Varela, rematou por cima, Falcao, aos 12, finalizou uma excelente jogada individual contra Eric Matoukou e João Moutinho, na recarga, voltou a acertar no central.

O Genk, com as "setas" Vossen e Barda apontadas à baliza de Helton, explorando os lançamentos para as costas da defesa dos "dragões", evidenciou grandes preocupações defensivas, defendendo, quase sempre, atrás da linha da bola.

O FC Porto chegou à vantagem na transformação de uma grande penalidade por Falcao, aos 29 minutos, após o árbitro italiano Luca Banti ter entendido que Torben Joneleit, num ombro a ombro com o colombiano, cometeu falta.

A formação belga provocou um calafrio à defesa do FC Porto na resposta pronta ao golo sofrido, muito contestado pelos adeptos belgas, mas o remate de Vossen, foi desviado por Sapunaru em cima da linha de baliza.

O intervalo do encontro chegou com uma "trivela" de Ukra à figura do guarda-redes Courtois, de apenas 18 anos, que já tinha mostrado serviço minutos antes a um remate de Falcao, aos 43, a passe de Varela.

O Genk entrou na segunda parte com uma atitude mais ofensiva e apostado em anular a vantagem do FC Porto e, já com Marvim Ogunjimi no lugar de Jelle Vossen, criou uma série de lances flagrantes de golo.

Barda, aos 55 minutos, explorou uma falha de Maicon e rematou fraco à figura de Helton, e aos 55 foi Ogunjimi a falhar o remate na área portista, novamente após falha defensiva. Aos 56, foi a vez de Helton negar o golo a Barda.

Aos 66 minutos o Genk ficou reduzido a 10 elementos por expulsão de Eric Matoukou, por entrada dura a João Moutinho, e a missão do FC Porto ficou facilitada, apesar do atrevimento dos belgas.

Falcao, na transformação de um livre aos 68 minutos e num lance aos 77, esteve perto de aumentar a vantagem do FC Porto, desígnio que viria a ser conseguido por Souza, aos 82, através de um potente remate em posição frontal.

Os belgas nunca baixaram os braços e criaram várias situações de perigo para a baliza dos portistas, nomeadamente por David Hubert, aos 87 minutos, e por Daniel Tözser, a que Helton correspondeu com uma grande defesa.

Já sobre o apito final do encontro, o FC Porto gorou dilatar a vantagem para 3-0 por Belluschi, aos 90 minutos, através de um remate forte e colocado, na sequência de um passe do regressado à competição Ruben Micael.

in "jn.pt"

Genk-F.C. Porto, 0-3 (crónica)

Uma sucessão feliz de erros que não tiveram nada a ver com ele permitiram ao F.C. Porto arrancar uma vitória preciosa na Bélgica. Primeiro o árbitro Luca Baldi, de Itália, assinalou (mal) um penalty por falta inexistente sobre Falcao, mais tarde Matoukou teve uma entrada duríssima sobre João Moutinho e foi expulso.

O F.C. Porto aproveitou as ofertas que lhe caíram do céu e garantiu a primeira vitória em solo belga. Mais do que isso, aliás, garantiu uma vantagem brilhante para a segunda-mão do play-off de acesso à fase de grupos. Um desastre parece curto para afastar os azuis e brancos da próxima fase da prova que assumiram querer ganhar.

O Genk, de resto, raramente mostrou poder constituir-se verdadeiramente como um obstáculo. Mesmo jogando fora de casa, o F.C. Porto assumiu maior posse de bola e teve quase sempre o domínio do jogo. A primeira parte foi toda dele e valeu-lhe uma série de ocasiões de perigo, perante uma equipa belga inofensiva.

Sem a presença de Hulk, e por arrasto sem a capacidade de mudar a velocidade do jogo que só o brasileiro tem, André Villas Boas apostou na irreverência de Ukra para criar situações de remate. Uma aposta bem conseguida: o jovem extremo encostou à direita, deu grande largura ao ataque e esteve repetidamente em jogo.

O F.C. Porto jogava pelas alas, criava situações de perigo e rematava com uma bonita cadência. O golo, porém, só surgiu num erro do árbitro: se há falta, é de Falcao sobre Joneleit. Certo é que o central belga caiu, o colombiano caiu por arrasto dentro da área e o árbitro assinalou falta. O mesmo Falcao marcou o penalty.

Uma expulsão que veio mesmo a calhar...

O golo tranquilizou os azuis e brancos, ao mesmo tempo que atrasou a reacção do Genk. Só na segunda parte, aliás, os belgas conseguiram reagir. Nessa altura, valeu Helton. O treinador do Genk substituiu o inoperante Vossel pelo jovem Ogunjimi e a equipa virou do avesso. Muito mais determinada, acutilante e profunda.

Nessa altura, Barda, Ogunjimi e Buffel ficaram perto do empate. Depois, e numa jogada inofensiva, Matoukou teve uma entrada muito dura ao pé de João Moutinho, uma entrada que só com muita felicidade não trouxe consequências para o médio portista, e foi expulso. Com menos um jogador, o Genk caiu aos trambolhões.

... e dois golaços para dar brilho à noite

F.C. Porto voltou então a assentar o jogo, Villas Boas trocou Varela e Ukra por Ruben Micael e Souza, a equipa trocou o 4x3x3 por um 4x2x3x1 bem mais conservador e recuperou o controlo do jogo. Teve mais posse de bola, manteve o adversário longe da baliza de Helton e nos minutos finais construiu um resultado brilhante.

Fê-lo aliás através de dois golaços: Souza encheu o pé de fora da área, num tiro ao ângulo indefensável, Belluschi entrou na área em simulações e atirou em arco também junto ao poste. Dois grandes golos, que valem praticamente a passagem à fase de grupos e dão brilho a uma vitória que chegou a parecer em risco

in "maisfutebol.iol.pt"

Liga Europa: Genk-F.C. Porto, 0-3 (ficha)

O F.C. Porto deslocou-se à Bélgica para bater o Genk, líder do campeonato daquele país, por 2-0, na primeira mão do «play-off» de acesso à fase de grupos da Liga Europa.

Sem Hulk, que foi dispensado devido à morte de um familiar, os azuis e brancos chegaram ao golo através de uma grande penalidade. Falcao sofreu a falta e apontou o 1-0, aos 29 minutos.

O encontro ficou ainda marcado pela expulsou de Matoukou, por uma falta duríssima sobre João Moutinho.

Com mais uma unidade, o F.C. Porto aumentou a vantagem para 3-0, num grande golo de Souza, aos 83. Belluschi ainda teve tempo para marcar o terceiro e os dragões regressam a Portugal com a eliminatória praticamente decidida.

in "maisfutebol.iol.pt"

Villas-Boas: "Voltaremos à Champions com o título nas mãos"

Ambição, agressividade, competência, concentração e atitude foram as máximas repetidas por André Villas-Boas durante o lançamento do jogo com o Genk. O técnico pisou e repisou a ideia do "compromisso com a vitória", afastando a tentação de traçar objectivos mínimos. Preferiu apontar para um resultado que faça jus ao prestígio e à história que o clube carrega nas competições europeias.



O que consideraria um bom resultado na Bélgica?

O nosso compromisso é sempre com a vitória, como todos sabem, e isso passa por ganhar os dois jogos. Obviamente que, no campo, os historiais e o prestígio contam pouco. Contará mais a atitude, a ambição e a forma como se encara cada jogo. Mas, estamos prontos e motivados para ganhar este e também o jogo da segunda mão. Vamos entrar num play-off de extrema importância, que nos abre a fase de grupos, e será o nosso primeiro desafio nesta competição. Teremos de jogar com grande agressividade mental e física; grande concentração e organização. Qualquer tipo de facilitismo não corresponderá, por isso, ao que temos vindo a fazer.

O objectivo passa por conquistar esta competição?

Sim, um clube como o FC Porto tem de encarar todas as competições dessa forma. O mais importante agora é jogar, porque, no campo, o historial não conta. Por isso digo que não podemos pensar em mais nada senão em ganhar.

Na Liga dos Campeões definia-se como objectivo mínimo chegar aos oitavos-de-final. Na Liga Europa está definido algum objectivo mínimo?

Objectivos mínimos não interessam a ninguém, o que interessa são os objectivos principais. Como respondi anteriormente, ganhar será o objectivo que definimos para todas as competições em que estamos inseridos.

Em equipa que ganha não se mexe ou haverá alterações?

Serão tomadas as decisões técnicas adequadas...

Sente o grupo desconfortável pelo facto de jogar esta competição e não a Liga dos Campeões?

Jogamos uma competição europeia que tem um prestígio valiosíssimo e nós temos de honrá-la. Da parte dos jogadores há, isso sim, motivação e o sentimento de que no próximo ano, com o título nas mãos, estaremos outra vez na Liga dos Campeões.

Para o actual treinador do FC Porto não será mais confortável começar pela Liga Europa, por uma questão de menor pressão?

Não me parece. A pressão é total e é maior quando se acredita na competência dos jogadores, e eu acredito neles, bem como na competência das pessoas que me rodeiam no clube e na equipa técnica.

O jogador e o treinador do Genk falaram muito em motivação num jogo que vale uma vida desportiva. Nessa perspectiva, como analisa o pedido de prémio extra que os jogadores fizeram para este jogo?

É uma forma de eles se motivarem. Nós temos a nossa forma, que é estarmos presentes aqui, com o símbolo do FC Porto ao peito. As motivações dos outros interessam-nos pouco.

Não teme que, com o avançar de uma competição longa, e com jogos a meio da semana, o FC Porto veja comprometido o seu objectivo principal, que é ser campeão?

Mau era se o FC Porto não estivesse habituado a jogar cinco competições por ano. Essa é uma questão que não faz sentido, tratando-se de jogadores de topo, com empenho e entrega sempre presentes.

Pergunta O JOGO


Não receia um certo excesso de confiança do FC Porto, quando se fala em tanto favoritismo e se sugere a ideia de facilidades?

Facilitismo só se for da vossa parte e da parte de alguns emissores de opinião. Da nossa parte, essa é a única coisa que não posso permitir e os jogadores também não. Pela forma como os vejo concentrados para o jogo, de certeza que esse termo não nos serve para podermos resolver esta eliminatória.

"O prestígio não joga"


Respondendo à Imprensa belga, dispensando o tradutor e num inglês escorreito por via das suas origens britânicas, André Villas-Boas elogiou o Genk.

Qual é o maior perigo para o FC Porto? Este jogo da Liga Europa contra o Genk, ou o facto de não estarem a jogar na Liga dos Campeões?

Grandes e pequenas equipas não se diferenciam dentro de campo pelo orçamento ou pelo prestígio. Se não enfrentarmos o jogo como devemos, com uma predisposição competitiva e agressiva, amanhã estaremos fora do estádio com um resultado negativo. Se formos agressivos e respeitarmos o Genk e mostrarmos qualidade, poderemos alcançar um bom resultado.

Que impressão teve desta equipa do Genk?

Muito boa. Marcaram muitos golos, mas não só: a organização e a coordenação entre os seus sectores pareceu-me boa; o equilíbrio entre os sectores também e este tipo de organização só é possível quando pessoas organizadas lideram o clube. Aliás, a forma como o Genk vem jogando reflecte o trabalho que Vercauteren tem desenvolvido.

Viu algum jogador que lhe tivesse causado boa impressão?

Sim, os dois avançados parecem-me muito bem coordenados, as movimentações são boas e as constantes mudanças de posições entre eles também. Depois há o De Bruyne. Há ainda todos os incentivos financeiros que lhes foram dados pela direcção. Todos esse detalhes são importantes.

in "ojogo.pt"

Olhos postos em Walter

Foram semanas de indefinição até chegar a notícia que os adeptos portistas tanto queriam: Walter já é jogador do FC Porto e, com o certificado a chegar a Portugal, o avançado até foi convocado para o embate frente ao Genk. Os primeiros remates oficiais podem, por isso, ter lugar esta noite, apesar de caber a Falcão a missão de marcar desde o primeiro minuto.

O Bigorna deve começar no banco mas, até pelas ausências de Cristian Rodíguez (devido a lesão) e James Rodríguez (não foi inscrito), é provável que venha a ser lançado em campo. A fama que ganhou na seleção e no Internacional de Porto Alegre coloca a fasquia bem alta e há já quem o tente comparar a Hulk. Pelo menos na violência do remate.

in "record.pt"

Rolando: «Falou-se muito mas...somos competentes»

Bruno Alves partiu rumo à Rússia; Fucile continua longe dos jogos oficiais depois de concretizado o sonho chamado Mundial da África do Sul, mas, mesmo assim, nem o tão badalado Benfica conseguiu marcar golos ao FC Porto. A festa da Supertaça pintou-se de azul e na estreia do campeonato a Naval também não ousou desfeitear Helton. Agora, seguem-se os quase desconhecidos do Genk que, pela Bélgica têm somado goleadas. Rolando, o novo patrão da defesa, não pestaneja nem treme.

“Admito que pode ser mais difícil parar avançados com que não estamos tão familiarizados, mas a nossa defesa conhece-se muito bem e vamos conseguir anular os pontos fortes do Genk”, assumiu, antes de mandar um recado aos críticos: “Falou-se muito dos centrais do FC Porto, mas somos competentes. Mesmo se já tivéssemos sofrido golos tínhamos saído com a consciência de que esta equipa se tem apresentado em bom nível.”

Maicon é o novo melhor amigo do internacional português, pelo menos no eixo da defesa. Ou talvez não... “Há sintonia entre todos, os médios e os avançados também ajudam a defender... Dou-me bem com o Maicon, como dou-me com os outros, e já trabalho com ele há mais de um ano.”

Passemos, então, a bola para o embate desta noite. De um lado está a questão do favoritismo do outro a baliza inviolável: “Mais importante do que pensar em não sofrer golos é entrar preparados para ganhar. Sabemos que temos valor para travar este adversário. Mesmo sendo teoricamente favoritos, o jogo é fora de nossa casa e, por isso, sempre mais difícil.”

in "record.pt"

DRAGÃO NA MÁXIMA FORÇA QUER VENCER O GENK


O FC Porto não quer esperar pelo jogo do Dragão para definir o acesso à fase de grupos da Liga Europa. Villas-Boas assumiu-o ontem mas, mais do que palavras, vai tentar conquistá-lo no relvado do Cristal Arena. Com o onze que derrotou o Benfica e a Naval, os portistas estão preparados para estilhaçar um adversário que está habituado a ganhar e a golear.

O registo belga atemoriza, mas o discurso portista foge à prudência que costuma ser típica das equipas nacionais. E se o técnico se assumiu no discurso, quer hoje testar em campo a dimensão europeia de uma equipa que só deve ter o reforço Moutinho no onze, isto apesar de Walter ser uma novidade entre os convocados.

O brasileiro seguiu viagem e é alternativa a Falcão, um avançado que fez 4 golos na Champions e que agora quer deixar a sua marca na Liga Europa. O FC Porto precisa de golos para fugir a um historial medonho na Bélgica. Os tempos mudaram e o futebol português tem hoje uma cotação superior e que dá aos dragões um claro estatuto de favorito.

Até que ponto pode a máquina ofensiva de Frank Vercauteren causar mossa a um clube que ainda não sofreu golos na época em curso é um dado para confirmar esta noite. O Genk, que perdeu com a U. Leiria numa eliminatória da Intertoto, venceu o FC Porto num particular da pré-época 2007/08. Helton e Fernando regressam ao Cristal, mas para partir tudo.

 
in "record.pt"

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

André Villas-Boas: «Prontos e motivados»

O treinador do FC Porto, André Villas-Boas, garantiu que o FC Porto está "pronto e motivado" para derrotar o Genk, na quinta feira, em encontro da primeira mão do playoff de acesso à Liga Europa.

"Sentimo-nos preparados para o jogar, sentimo-nos prontos e motivados para ganhar", disse Villas-Boas, em conferência de imprensa de antevisão da partida com a formação belga.

O treinador acrescentou que "tudo passa por ganhar" os dois jogos", no Crystal Arena, em Genk, e no Estádio do Dragão, no dia 26 de agosto.

"Dentro do campo os historiais contam pouco, o que conta é a atitude, a organização e a forma como se encara cada jogo", disse.

"O FC Porto entra nesta competição para ganhar. Para o fazer, teremos que jogar com grande agressividade, mental e física, e com grande concentração e organização", sublinhou.

Sobre a sua equipa, o responsável técnico referiu que todos os jogadores "são bons" e recusou "qualquer tipo de facilitismo".

Sobre os adversários, o técnico disse acreditar "no trabalho do treinador Frank Vercauteren e a maneira como o Genk joga reflete-o". Por isso, está convicto de que "o Genk vai enfrentar o FC Porto de cabeça levantada".

in "record.pt"

«F.C. Porto não é equipa da Liga Europa», diz técnico do Genk

Confirmada a ausência por lesão do brasileiro João Carlos, os belgas do Genk continuam a preparar o jogo desta quinta-feira com o F.C. Porto (19.30 portuguesas). O central brasileiro sofreu uma lesão na virilha durante o último fim-de-semana e terá como mínimo uma semana de paragem, embora nesta altura tenha também em risco a presença no jogo da segunda mão.

Apesar do bom início de temporada da sua equipa, o treinador Franck Vercauteren não tem dúvidas em colocar a equipa portuguesa num patamar superior: «Não há dúvidas sobre quem tem o favoritismo antes da eliminatória», assumiu perante os jornalistas belgas. «O F.C. Porto não é uma equipa da Liga Europa, mas dos quartos ou oitavos-de-final da Liga dos Campeões, é um grande da Europa. De qualquer forma é um bom teste para avaliar o nosso crescimento, colectivo e individual. É um desafio que nada tem a ver com as realidades do campeonato belga», afirmou Vercauteren.

O técnico admite que a sua equipa tem de colocar enorme intensidade no jogo para tentar equilibrar as operações. «A forma física é essencial, o fundamental é não dar tempo ao nosso adversário para controlar a bola. E, felizmente, a avaliar pelos últimos jogos, estamos bem nesse aspecto», completou.

Refira-se, entretanto, que o Genk prolongou até 2014 o contrato com o jovem guarda-redes Courtois Thibaut, de apenas 18 anos.

in "maisfutebol.iol.pt"

João Moutinho é o dragão com mais pedalada europeia

As aparências iludem. Apesar da cara de miúdo e da idade que lhe corresponde, João Moutinho tem muita rodagem. Com 23 anos, é um dos mais novos da lista de convocados elaborada por Villas-Boas para o encontro com o Genk, mas é o que melhor currículo europeu apresenta. Nenhum outro jogador do plantel, nem Helton que é nove anos mais velho, tem tantos jogos internacionais (53) nas pernas. A explicação é simples: o médio era indiscutível na equipa do Sporting, onde esteve seis temporadas a competir na Liga dos Campeões e na Taça UEFA, com várias eliminatórias de acesso à fase de grupos a ajudar à contabilidade. Já Helton (41 jogos) só assumiu a baliza do FC Porto, na Europa, em 2006/07.
Amanhã, em Genk, João Moutinho somará a 54ª presença em jogos europeus, mas apenas a primeira com a camisola do FC Porto. Contudo, tantos jogos não significam que o ex-leão seja o melhor marcador do actual plantel azul e branco nestas andanças. Esse estatuto cabe a outro médio: Rúben Micael. Na época passada, foi ele a figura da participação do Nacional na Liga Europa, marcando sete golos em oito jogos. Moutinho tem quatro golos, os mesmos de Falcao.
Voltando à temática da experiência, além de Helton e Moutinho, o FC Porto não leva para a Bélgica outro jogador com mais de 25 jogos europeus. Raul Meireles (35) e Rodríguez (30) ficam em casa: o primeiro porque estará de saída do Dragão e sua utilização inviabilizaria a transferência para outro clube presente nas provas europeias; o segundo por lesão. Por outro lado, há várias estreias em perspectiva nas competições europeias: Walter, Souza, Miguel Lopes, Sereno, Castro e Ukra

Walter, Rúben e Castro chamados


Villas-Boas riscou dois nomes e acrescentou três na lista de convocados para o encontro com Genk. Walter, cujo certificado chegou na segunda-feira, Rúben Micael e Castro seguem esta manhã viagem para a Bélgica, integrados numa comitiva de 19 jogadores. Na realidade, este trio estreia-se em convocatórias, uma vez que, por diferentes motivos, falharam os jogos da Supertaça e da Naval. Aumenta, assim, a expectativa quanto à possível utilização do reforço brasileiro em provas oficiais. Rúben esteve lesionado, mas já está em condições de lutar por um lugar na equipa.
Por outro lado, Guarín e Rodríguez ficam em terra devido a lesões. O colombiano continua a fazer tratamento à entorse traumática no tornozelo esquerdo sofrida na Figueira da Foz, enquanto o uruguaio procura debelar um problema num adutor. Ontem fez trabalho de ginásio.
Entre os jogadores que estão inscritos nas provas europeias ficaram, ainda, de fora Kieszeck, Raul Meireles e Sérgio Oliveira, entretanto cedido ao Beira-Mar.


in "ojogo.pt"

Henri Depireux: "Não vai haver necessidade de recorrer ao photo finish"


Henri Depireux, antigo treinador do Belenenses em 1986/87 e 1990/91, não tem dúvidas de que o FC Porto parte largamente como favorito para esta pré-eliminatória da Liga Europa com o Genk e explicou a O JOGO porquê: "Não me parece que vá haver necessidade de recorrer a qualquer photo finish no final desta eliminatória, porque o FC Porto mora no último andar do futebol europeu e vai defrontar um adversário com um peso incomparavelmente menor". Aliás, para o técnico que aproveitou para praticar algumas palavras de português, só há mesmo uma questão que pode equilibrar a eliminatória: "Estamos no início da temporada, numa altura em que as equipas procuram ainda encontrar o seu melhor ritmo competitivo e por vezes há jogos que não saem como seria de prever. Penso que só um jogo fraco do FC Porto poderia baralhar as cartas, mas não acredito nisso, porque a este nível uma equipa como a do FC Porto desenvolve um trabalho muito sério". Na sequência disso, Depireux sublinhou a ordem favorável dos jogos para os azuis e brancos. "Se houver um azar, coisa que me custa a acreditar, repito, o FC Porto ainda terá oportunidade de corrigir um eventual passo em falso em casa, por isso até nesse aspecto a equipa portuguesa foi feliz com o sorteio", frisou.


O Genk lidera actualmente a Liga belga, com três vitórias em outras tantas jornadas, nesta fase inicial e Depireux alertou para o efeito anímico que isso pode ter sobre os jogadores: "Esta espiral positiva é sempre muito importante e tratando-se do FC Porto, tenho a certeza de que os jogadores vão entrar em campo muito galvanizados para se mostrarem". De qualquer forma, é certo que os dragões vão defrontar uma equipa sólida: "Não têm a categoria de um Anderlecht ou de um Standard de Liège, mas podem contar com um Genk sério e concentrado a jogar".

"Ataque é ponto forte"


Os onze golos marcados nas três primeiras jornadas da Liga belga fazem do ataque do Genk o sector mais em foco e o mais dotado segundo Depireux. O israelita Barda, no eixo, Vossen, mais atrás, De Bruyne na esquerda e Buffel no flanco oposto, têm feito da equipa comandada pelo antigo internacional belga, Franky Vercauteren, a revelação deste início de temporada. "É preciso ter cuidado com o De Bruyne. É um jovem muito bom, que costuma desequilibrar muito pela esquerda. Mas são quatro jogadores muito aguerridos, que disputam cada lance até ao fim e que, sem dúvida, fazem do ataque o ponto forte desta equipa muito bem orientada pelo Vercauteren", comentou Depireux, que prometeu estar nas bancadas.

Belenenses ainda é o clube do coração


A última passagem de Henri Depireux pelo Belenenses remonta já a 1990/91, mas nem por isso o técnico esquece Portugal e o emblema do Restelo. "Já soube que atravessam um momento muito complicado e que desceram de divisão. É uma pena, porque Portugal é o meu segundo país e o Belenenses o meu clube", desabafou. A internet tem ajudado a fazer a ponte entre a Bélgica e Portugal. "Alguns adeptos do Belenenses encontraram-me através do Facebook, temos conversado e até já me pediram para regressar", comentou. De qualquer forma, Depireux aproveitou para, através de O JOGO, desejar a melhor sorte aos dirigentes do Belenenses: "Espero que devolvam o clube ao seu lugar no futebol português".

in "ojogo.pt"

Ricardo Rocha: "Hulk pode desequilibrar"

Apesar de curta, a passagem de Ricardo Rocha pelo Standard de Liège permitiu-lhe observar de perto o adversário que o FC Porto enfrenta amanhã. "Tem feito um início de época muito bom", avisa o central, de 31 anos, que já passou por Braga, Benfica, Tottenham ou Portsmouth, aguardando agora uma proposta para prosseguir a carreira.


1 - Que ambiente vai o FC Porto encontrar?

Como em quase todos os estádios da Bélgica, o FC Porto pode esperar um público entusiasta, que adora futebol e que apoia fortemente a equipa. Não se tratando de um dos maiores clubes belgas, tem conseguido boas classificações.

2 -Que tipo de futebol enfrentará?

Ainda que não tenha um conhecimento profundo da equipa, sublinho a disponibilidade física, característica que se pode alargar às equipas do futebol belga. O FC Porto deverá contrariar isso apostando na qualidade técnica que tem

3 - Quem pode resolver este jogo?

O FC Porto que vi na Supertaça foi organizado e muito superior. Destacaria a importância de Moutinho no meio-campo, o trabalho de Falcao na frente e acredito que Hulk pode desequilibrar as coisas nesta eliminatória. O FC Porto tem tudo para passar.

in "ojogo.pt"

F. C. Porto faz "forcing" por Otamendi

O argentino Otamendi continua a ser a prioridade do F. C. Porto para reforçar o centro da defesa e, depois de uma primeira proposta já ter sido recusada pelo Velez Sarsfield, os dragões estão em Buenos Aires para tentar consumar a desejada contratação.


O F. C. Porto mantém-se em busca de um central para colmatar a saída de Bruno Alves para o Zenit e vai insistir em Otamendi. O internacional argentino, de 22 anos, ainda é a prioridade dos dragões, que desde esta terça-feira têm representantes em Buenos Aires, com o objectivo de fazer nova investida junto dos dirigentes do Velez Sarsfield.

Na semana passada, o clube da capital argentina recusou uma proposta a rondar os cinco milhões de euros, feita pelo empresário Marcelo Simonian em nome da SAD portista, mas os próximos dias poderão trazer novidades, sabendo-se que o Velez está disposto a negociar, desde que os contactos sejam feitos por representantes oficiais, e não por emissários, como agora acontece.
O passe de Otamendi foi avaliado em dez milhões de euros, na sequência da sua participação no Mundial 2010, mas oito milhões poderão chegar para consumar a transferência, existindo ainda a possibilidade de o F. C. Porto comprar apenas uma percentagem do passe ou de ser realizado um contrato com objectivos, a exemplo do que tem sucedido em várias contratações recentes.

Do Brasil, também chegaram, esta terça-feira, sinais de que o argentino continua a ser o alvo preferencial dos dragões, tendo em conta o facto de o presidente do Goiás, clube em que alinha o central Rafael Tolói, outro dos potenciais reforços azuis e brancos, ter afirmado que não foi contactado pelos portistas. “Não há proposta do F. C. Porto, mas de outro clube do futebol europeu”, referiu Syd de Oliveira à imprensa brasileira, que avança o nome do Palermo como único clube oficialmente interessado em contratar Tolói, o capitão da selecção de sub-20 do Brasil.

Walter chamado para Genk

Um dia depois da chegada a Portugal do seu certificado internacional, Walter foi convocado para o jogo que o F. C. Porto vai disputar esta quinta-feira com o Genk (19.30 horas, SIC), a contar para a primeira mão do play-off de acesso à fase de grupos da Liga Europa. Pela primeira vez em partidas oficiais, o avançado brasileiro faz parte das opções de André Villas-Boas, tal como Castro e Rúben Micael, as outras duas novidades da convocatória dos dragões, relativamente ao encontro de sábado passado com a Naval, que abriu com uma vitória (1-0) a participação portista na Liga portuguesa.

Como se esperava, Guarín não recuperou da lesão sofrida na Figueira, enquanto Rodríguez ficou de fora devido aos problemas musculares que o afastaram dos treinos nos últimos dias. Raul Meireles voltou a não ser chamado, o que continua a indiciar que a porta de saída está aberta para o médio, desde que ao Dragão chegue uma proposta tentadora até ao fecho do mercado de transferências, daqui a duas semanas.

Fucile também não estará, esta quarta-feira de manhã, no avião que transportará os dragões para a Bélgica, mas esse era um cenário inevitável, já que o lateral uruguaio não foi incluído na lista de jogadores enviada à UEFA para o play-off da Liga Europa, tal como acontece com Emídio Rafael, James Rodríguez e Mariano, que ainda recupera da grave lesão num joelho sofrida em Março.

in "jn.pt"