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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

GONÇALO PACIÊNCIA NOVAMENTE NO TREINO

Avançado do FC Porto B voltou a marcar presença em mais um ensaio para a visita ao Moreirense (sábado, 20h15)

​Gonçalo Paciência, do FC Porto B, voltou a integrar os trabalhos da equipa principal e foi a única nota de destaque no treino desta quinta-feira do FC Porto, que decorreu no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival.

Em mais uma sessão de trabalho tendo em vista o jogo frente ao Moreirense (sábado, 20h15), em Moreira de Cónegos, para a 20.ª jornada da Liga, Julen Lopetegui apenas não pôde contar com Adrián López, que se limitou a realizar tratamento. 

Os Dragões voltam a treinar esta sexta-feira, às 10h30, novamente no Olival, à porta fechada.

in "fcp.pt"



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Lopetegui vetou saída de Gonçalo Paciência


Não passou despercebida a ausência de Gonçalo Paciência na convocatória do FC Porto para o jogo com o Paços de Ferreira. Julen Lopetegui, porém, cortou pela raiz qualquer tentativa de controvérsia em torno do jovem avançado.

«Estamos encantados com ele e, para que todos fiquem tranquilos, quero dizer que fui eu que o coloquei a jogar e fui eu que não o deixei sair, quer no início da temporada quer na reabertura do mercado. Só quero dizer isso para aqueles que falam de ouvido e com má intenção», esclareceu em conferência de Imprensa.


in "abola.pt"

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

"Sabe quem são?"

FC Porto assinala nas redes sociais o facto de Gonçalo Paciência ter festejado o golo marcado à Académica da mesma forma que o pai Domingos fazia. E publicou a fotografia do pai com o filho ao colo.



in "ojogo.pt"

GONÇALO, EM NOME DO PAI

Avançado estreou-se a marcar ao terceiro jogo com a camisola do FC Porto, tal como Domingos, há quase 27 anos

​Quinze anos depois de Ricardo Sousa, o FC Porto volta a ter um filho de um antigo craque da casa a jogar na equipa principal. Gonçalo Paciência, que esta quarta-feira se estreou a marcar pela equipa principal, foi galgando as etapas da formação do FC Porto, sob o olhar atento de tudo e de todos, para chegar ao topo ao fim de 14 anos no clube. O avançado estreou-se pela equipa principal com 20 anos e cinco meses, a 21 de Janeiro deste ano, nojogo contra o Sporting de Braga para a Taça da Liga, enquanto o pai, Domingos, fê-lo com 18 anos e dez meses, a 21 de Novembro de 1987, numa partida contra o Moura, para a Taça de Portugal, que os azuis e brancos venceram por 4-0.

As coincidências entre os dois não se esgotam aqui. Tal como o pai, o filho do meio do clã Paciência estreou-se a marcar num jogo em casa, diante da Académica (4-1). Domingos fê-lo, pela primeira vez, na goleada (4-0) que o FC Porto, sob o comando de Tomislav Ivic, impôs ao Elvas, na 30.ª jornada do campeonato, a 13 de Abril de 1988, no antigo Estádio das Antas. Tal como o pai, Gonçalo precisou de três jogos (108 minutos de jogo) para festejar o primeiro golo com a camisola azul e branca, depois de também ter sido chamado por Julen Lopetegui para o encontro contra o Marítimo, para a Liga portuguesa, na jornada anterior. 

Pai e filho estão unidos pelo sangue, pelo nome, pelas coincidências históricas e mesmo pelas características que os definem. “Tanto eu como o meu irmão Vasco [que também joga nas camadas jovens portistas], somos parecidos com ele na forma de jogar. A única diferença é que ele era mais um pouco mais rápido, por ser franzino, e eu sou mais possante”, afirmou Gonçalo, numa entrevista à edição de Abril do ano passado da revista “Dragões”.

No final do jogo desta quarta-feira, Gonçalo não escondeu a felicidade que lhe vai na alma. Motivos não lhe faltam, na verdade. Depois de, no início desta época, ao serviço da selecção Sub-21, ter contraído uma lesão que voltou, tal como em 2013, a afastá-lo dos relvados por um período considerável de tempo, o número 39 dos Dragões regressou melhor do que nunca. Recuperado, depressa assumiu a titularidade no FC Porto B, onde já assinou cinco golos em dez jogos (o penúltimo dos quais superiormente marcado ao Benfica B, no Seixal). Na semana passada, após ter-se estreado na partida contra o Sporting de Braga, Gonçalo confessou, nas redes sociais, que tinha concretizado “um sonho de criança”. Oito dias depois realizou outro, com um golo que celebrou tal e qual fazia o pai, que assistiu in loco a um “dia especial” que nem um nem outro esquecerão.


in "fcp.pt"

LOPETEGUI: “QUERÍAMOS MUITO CHEGAR ÀS MEIAS-FINAIS”

Técnico espanhol elogiou o trabalho colectivo no triunfo sobre a Académica (4-1)
​Com três vitórias e um empate em quatro jogos, o FC Porto garantiu desde já uma vaga nas meias-finais da Taça da Liga antes de folgar na derradeira jornada do grupo D da competição. Após o triunfo sobre a Académica (4-1), Julen Lopetegui não escondeu que esse era o grande objectivo dos Dragões na antecâmara deste desafio e garantiu muitas "ganas" na luta por um lugar na final.

“Queríamos muito chegar às meias-finais, mas também sabíamos que teríamos de vencer a Académica, uma equipa muito organizada tacticamente e que procurou tirar-nos espaço para jogar. Creio que a minha equipa fez um óptimo trabalho, ainda que sentindo maiores dificuldades na primeira parte. Conseguimos fazer mais golos na segunda e aí colhemos os frutos do nosso trabalho. Tínhamos obrigação de vencer”, afirmou Julen Lopetegui momentos depois da partida com a formação de Coimbra, relativa à quarta jornada do grupo D da terceira fase da Taça da Liga.

Consciente da árdua tarefa que espera os Dragões no jogo das meias-finais, frente ao Marítimo, nos Barreiros, o treinador portista garante que o FC Porto não vai à Madeira para passear. “Damos importância a todas as competições e estamos encantados por chegar às meias-finais da Taça da Liga. Não vamos à Madeira fazer turismo e sabemos que nunca é fácil disputar uma meia-final fora de casa, mas temos muita esperança e toda a ilusão do mundo em chegar à final. É com esse objectivo que vamos para lá”, reiterou Julen Lopetegui.

Na noite em que Jackson Martínez se tornou o melhor marcador da história do Estádio do Dragão e Gonçalo Paciência se estreou a marcar pela equipa principal, o técnico espanhol não se coibiu de individualizar nos elogios aos dois goleadores. “O Jackson é o nosso avançado titular e tem uma atitude fenomenal em todos os jogos. Dá muito à equipa, não só nos golos que marca. O Gonçalo é um jogador com um grande futuro pela frente e nunca é fácil chegar à equipa principal do FC Porto, mas é ainda mais difícil manter-se lá”.


GONÇALO PACIÊNCIA: “É UM DIA ESPECIAL”

Avançado marcou o seu primeiro golo pelo FC Porto na estreia no Estádio do Dragão, em jogo da Taça da Liga

O protagonista da noite foi Jackson Martínez, mas o jogo desta quarta-feira frente à Académica, para a Taça da Liga, tinha também um papel de relevo reservado para Gonçalo Paciência. Depois de, na semana passada, em Braga, se ter estreado aos 20 anos na equipa principal do FC Porto, o jovem avançado marcou o seu primeiro golo na estreia no Estádio do Dragão e ainda arrancou o penálti com que Evandro fixou o resultado final (4-1). Gonçalo não podia viver dias mais felizes e não o escondeu, nas declarações no final do jogo.

“É um dia especial. Há uma semana estreei-me na equipa principal, agora fiz um golo, na minha estreia no Estádio do Dragão, que foi muito importante depois de a Académica ter reduzido. Mas o mais importante de tudo foi termos conseguido a vitória e a passagem à meia-final da Taça da Liga”, afirmou o número 39, que festejou o golo como o pai fazia, em jeito de dedicatória.

Gonçalo, o filho mais velho de Domingos, outro goleador da história dos Dragões, discute um lugar com Jackson e Aboubakar, tem consciência de que essa é uma luta “difícil” e de que “tem que agarrar todas as oportunidades” que o treinador lhe dá. “Mas estou aqui para ser mais um, para ajudar a equipa”, acrescentou Gonçalo, feliz por “mais um passo” na sua evolução e na sua integração no plantel principal do FC Porto.


JACKSON: “ESPERO CONTINUAR A AUMENTAR A MARCA”

Colombiano tornou-se o melhor marcador da história do Estádio do Dragão ao apontar dois dos quatro golos do FC Porto

Os dois golos - um deles magistral - que Jackson Martínez assinou, esta noite, na vitória sobre a Académica (4-1), ficam eternizados na história. É que 45 dos 83 golos que já apontou com a camisola azul e branca entraram nas balizas do Dragão e fazem dele o melhor marcador de sempre no Estádio do FC Porto. Cha cha cha continua a somar recordes, com aquilo que tão bem sabe fazer.

“Agradeço a Deus, aos meus companheiros, aos treinadores e a todos os responsáveis do clube, por me ajudarem. Sou um profissional e o meu trabalho é marcar golos. Estou muito satisfeito por ter alcançado esta marca, mas espero continuar a aumentá-la”, disse o avançado colombiano, em declarações no final do encontro diante da Académica, a contar para a quarta jornada da terceira fase do grupo D da Taça da Liga.

Questionado sobre o jogo, o capitão dos Dragões considerou que a equipa foi “merecedora da vitória”, frente a um adversário que pouco ou nada incomodou. “Sabíamos que ia ser assim, que a Académica se ia apresentar num bloco baixo, que tínhamos que ter paciência e circular a bola de forma a criar espaços para chegar à baliza. Conseguimos, por isso fizemos um bom trabalho e fomos competentes”.


in "fcp.pt"

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Gonçalo Paciência: a sombra do pai atrapalha mais do que ajuda

Ricardo Sousa foi o último filho de um ex-jogador do FC Porto a representar o clube e sabe como é viver num mundo de comparações constantes: «Nada do que fazemos parece sufiente»


Quinze anos depois da última vez, o FC Porto volta a ter um filho de um ex-craque da casa a jogar na equipa principal. Gonçalo Paciência escalou paulatinamente a montanha da formação portista, sempre envolto em grande curiosidade, e chegou ao topo: titular em Braga, para a Taça da Liga, num jogo inesquecível por várias razões
  
O avançado, que admite ter realizado um sonho de criança, seguiu as pisadas do pai, com o número 21 a pairar na história de ambos. Gonçalo estreou-se a 21 de janeiro. Domingos fora lançado a 21 de novembro de 1987, num jogo com o Moura, para a Taça de Portugal. 
  
A última vez que o FC Porto olhara para um filho de ex-jogador na equipa principal foi no final do século passado. Em 1999, Ricardo Sousa, filho de António Sousa, estreou-se pelo FC Porto num jogo da Supertaça, com o Beira-Mar…do pai. E que estava naquele encontro depois de o próprio Ricardo ter feito o golo que valeu a vitória na Taça de Portugal, na temporada anterior, frente ao Campomaiorense. 
  
Mais do que a última vez, será mesmo a única (até Braga) em que um filho de um ex-jogador representou também o FC Porto. É António Sousa quem o confirma aoMaisfutebol. «À falta de um estudo exaustivo vou pelo que sempre me disseram e acredito que seja a verdade: antes do Ricardo não havia outro», explica. 
  
No FC Porto já jogara André Castro, bisneto de Francisco Castro, um bicampeão pelo clube nos anos 30. Na equipa B está Francisco Ramos, filho de Vitoriano Ramos, figura do Varzim, que representou os dragões por duas temporadas. O filho de António André, André André, esteve na formação do FC Porto, dá nas vistas em Guimarães e até já foi apontado a um regresso. 
  
Mas o tempo, para já, é de Gonçalo Paciência. Ricardo Sousa, que aos 36 anos ainda joga no Gafanha, do Campeonato Nacional de Séniores, lembra-se bem do seu exemplo. Em conversa com o nosso jornal explica o que para uns pode ser uma vantagem mas que, rapidamente, se transforma numa pressão exagerada. 
  
«As pessoas pensam que o nosso apelido ajuda, mas se calhar até prejudica mais. Quando não temos constantemente uma sombra sobre nós, as coisas são mais fáceis. Quando há essa sombra, as comparações são inevitáveis. Senti muitas vezes que nada do que eu fazia era suficiente. Sentia essa pressão extrema que não me beneficiou em nada», considera. 

«Gonçalo sabe que não pode fazer o mesmo que o pai: tem de fazer mais» 
  
Ricardo Sousa fez cinco jogos pela equipa principal do FC Porto, sempre na época 1999/00. Era um FC Porto pentacampeão e as dificuldades de afirmação foram evidentes. 
  
«A minha afirmação no FC Porto foi prejudicada pelo tempo que se vivia. Era uma altura em que o FC Porto praticamente não apostava em jogadores da casa. Antes de eu chegar, lembro-me que o último jogador a sair dos juniores diretamente para a equipa principal e a afirmar-se tinha sido precisamente o Domingos. Já lá iam mais de dez anos», recorda. 
  
Ricardo fez dois jogos na Supertaça, que na altura era jogada a duas mãos, outros dois na Liga dos Campeões e um no campeonato, frente ao Alverca. Entrou ao intervalo, saiu a 15 minutos do fim. Era Fernando Santos o treinador. 
  
Esquerdino e bom na transformação de livres, as comparações com o pai foram lógicas. A pressão crescia a cada minuto somado. Só o prejudicou. 
  
«Por termos o pai que temos, as pessoas esperam sempre um bocado mais de nós. O que os outros fazem, para nós acaba por não ser suficiente. Temos de dar mais porque estamos sempre a ser comparados. O Gonçalo sabe que não é suficiente fazer o mesmo que o pai. Vai ter de fazer mais, porque vai conviver sempre com as comparações», avisa. 

Pais e filhos na mesma equipa? Recorde alguns casos 
  
António Sousa, por seu turno, acha que as comparações «não são prejudiciais». «Depende muito do caráter do jogador, que sabe que o que vem de fora não pode interferir no seu trabalho. Se o jogador tiver uma personalidade muito própria vai conseguir isolar-se e fazer com que as pessoas se abstraem de comentários como: só joga porque é filho de fulano», comenta. 
  
O treinador, sem clube desde que deixou o Trofense em 2012, admite que «no futebol há alguns favores», mas alerta: «Ninguém vai prejudicar uma equipa por causa de um nome. Seja quem for. Só joga quem tem qualidade. O Ricardo trabalhou para isso, como o Gonçalo agora.» 
  
«Por vezes pode tornar-se mais difícil pelas expectativas que se criam mas, lá está, aí entra o feitio de cada um. O Ricardo impôs-se naturalmente e fez o seu caminho. Mas não somos todos iguais», sublinha. 
  
«Gonçalo não pode cair no erro de tentar imitar o pai» 
  
Apesar de se ter estreado na equipa principal do FC Porto vinte anos depois do pai (Sousa fez o primeiro jogo a 1 de setembro de 1979, frente ao Portimonense), e dez anos depois da saída definitiva do mesmo, Ricardo Sousa ainda foi colega de alguns ex-companheiros de António. 
  
Casos de Vítor Baía, Rui Barros e do próprio Domingos. Jovens quando António Sousa deixou o FC Porto, figuras incontornáveis quando Ricardo a eles se juntou. O balneário portista, de resto, nunca foi problema. 
  
«Em termos de balneário sempre soube gerir. Aliás, cheguei a ter companheiros de equipa no FC Porto que já tinham jogado com o meu pai e quem eu era passava-lhes ao lado. Ajudaram-me sempre. Depois havia os que não conheciam e, portanto, era-lhes indiferente, também. A pressão maior vem da imprensa e dos sócios, sobretudo», explica Ricardo Sousa. 
O médio considera ainda que a política do FC Porto na altura o prejudicou. «Não se apostava em jogadores de 18, 19 anos. Os jogadores só estavam prontos para um grande aos 26, 27 anos. Hoje o negócio está diferente. Basta um jogador fazer dois ou três jogos em condições e o clube, se quiser, consegue vendê-lo logo, por exemplo», atira. 
  
«Felizmente é algo que tem vindo a mudar. Na altura o Benfica e o Sporting apostavam mais em jogadores da casa do que o FC Porto, que passou uma fase onde não ligava à formação. Agora começam a aparecer mais novamente e é bom sinal», completa. 

Sobre Gonçalo, considera que o ponto chave será gerir a enorme expectativa que tem à sua volta: «Basta ver que, mesmo a jogar na equipa B, era um jogador que já criava imensas expectativas. As pessoas queriam saber o que fez, comentam quem ele é, de quem é filho. Vai ter de saber gerir isso tudo, mas tenho a certeza que será muito apoiado.» 
  
António Sousa aconselha «trabalho» a Gonçalo Paciência, frisando que não conhece a sua «personalidade», avisando para o perigo do deslumbramento. «As portas de um grande clube estão abertas. A oportunidade que teve pode ser a primeira de muitas se continuar consciente que o trabalho é a chave», sublinha. 
  
Já Ricardo Sousa diz que Gonçalo «não pode cair no erro de tentar repetir o que o pai fez». 
  
«Que não se preocupe com a sombra que tem atrás de si. Essa vai estar lá sempre, não há nada a fazer. Que trabalhe, porque tem uma qualidade estonteante. Pode ser igual ou melhor que o pai, mas tem que fazer o próprio caminho e acredito que tem qualidade para isso», encerra. 
  
Se o conseguir, para Domingos Paciência a sensação será semelhante à que António Sousa viveu um dia: «Foi ótimo. Uma sensação incrível de satisfação pessoal.»
in "maisfutebol.iol.pt"

Via aberta para Gonçalo Paciência

Gonçalo Paciência e Ivo Rodrigues estrearam-se, esta época, na equipa principal. Na última temporada, a equipa B já tinha "emprestado" Víctor García, Mikel, Tozé e Joris Kayembe


Primeiro, foi Ivo Rodrigues, na receção ao U. Madeira; esta quarta-feira, em Braga, chegou a vez de Gonçalo Paciência se estrear na equipa principal do FC Porto, depois de um trajeto cheio de momentos na formação. Luís Castro, que trabalha diariamente com os dois na equipa B, ficou "satisfeito" com uma aposta "natural" do clube, mesmo que as circunstâncias dos jogos tenham sido desfavoráveis aos jovens internacionais portugueses - Ivo lesionou-se ainda na primeira parte e Gonçalo participou numa partida em que os portistas jogaram a maior parte do tempo reduzidos a nove jogadores. "No caminho para esta profissão não podemos escolher contextos, temos é de agarrar as oportunidades. Eles entregaram-se aos jogos de uma forma apaixonada e é isso que me interessa enquanto treinador. Vi que eles tiveram dedicados ao jogo, sem qualquer restringimento, e muito envolvidos naquilo que é uma equipa FC Porto", explicou um dos treinadores mais competentes ao nível da formação.

Estas oportunidades indicam, segundo Luís Castro, que há uma "via aberta para cima" na estrutura do FC Porto, e que agora cabe aos jogadores saber aproveitá-la da melhor forma. "Há um sentimento de satisfação por vermos os jogadores atingir patamares mais elevados. Houve o Ivo e o Gonçalo, mas também tivemos o Joris [Kayembe] e o Víctor García na convocatória. Eles têm trabalhado com grande competência e percebe-se que há, claramente, uma via aberta para cima", acrescentou.

Este processo é lento e contínuo e está longe de acabar aqui, com estas duas estreias. "Eles estão cada vez mais competentes e a prova disso é a prestação que têm tido quando são chamados à equipa principal, seja para treinar ou jogar. Até aqui, fizeram tudo aquilo que é obrigatório no FC Porto: dedicaram-se por completo ao jogo e fiquei muito satisfeito pela competência que demonstraram", concluiu.


in "ojogo.pt"

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

«É desta fibra que somos feitos» - Gonçalo Paciência


Gonçalo Paciência congratulou-se nas redes sociais com a estreia na equipa principal do FC Porto e enalteceu a demonstração de força dos azuis e brancos no jogo com o SC Braga.

«Um dia que nunca vou esquecer, um dia em que concretizei um sonho de criança. Obrigado a todos que me acompanharam nesta caminhada, é de facto muito especial vestir esta camisola. Um orgulho ter estado hoje [quarta-feira] em campo, dia esse que tiveram bem vincados os valores porto. O FC Porto é isto, é desta a fibra que somos feitos . Obrigado por todas mensagens de apoio. emojiemojiemoji ISTO É O Futebol Clube do Porto. "Realizar um sonho é um bom motivo para abrir a porta para outros que estão para vir!"», escreveu o avançado noInstagram.

Gonçalo Paciência estreou-se pela equipa principal dos dragões com 20 anos e cinco meses. O pai, Domingos, fê-lo com 18 anos e dez meses, a 21 de novembro de 1987.


in "abola.pt"

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Gonçalo pode seguir os passos do pai

Com Quaresma e Jackson Martinez fora da lista de convocados, é bem possível que em Braga o jovem Gonçalo Paciência repita o que sucedeu ao pai em 1987.
Tudo indica que Gonçalo Paciência seja opção de Julen Lopetegui na equipa do FC Porto na quarta-feira em Braga, no jogo da Taça da Liga, tal como sucedeu ao seu pai, em 1987, na Taça de Portugal.

Domingos (378 jogos, 144 golos) estreou-se na equipa principal do FC Porto em Moura, na Taça de Portugal, a 21 de novembro de 1987. Com 18 anos e dez meses, foi aposta de Ivic na terceira eliminatória da competição, um jogo em que os azuis e brancos venceram por 2-0, com golos de Juary e Raudnei.

A confirmar-se a estreia de Gonçalo, com 20 anos e cinco meses, esta será uma das raras vezes na história do clube em que pai e filho jogaram na equipa principal, feito até aqui conseguido apenas por António e Ricardo Sousa. O "bê" Francisco Ramos é filho de Vitoriano.

in "ojogo.pt"

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

TRÊS “BÊS” NOS CONVOCADOS PARA BRAGA

Víctor García, Kayembe e Gonçalo Paciência entre os 18 eleitos de Julen Lopetegui
​O guarda-redes Helton, os defesas Reyes e José Ángel, o médio Rúben Neves, e os “bês” Víctor García, Kayembe e Gonçalo Paciência (na foto) são as novidades na lista de convocados de Julen Lopetegui para a deslocação ao terreno do Sporting de Braga (quarta-feira, 20h45), a contar para a terceira jornada do grupo D da terceira fase da Taça da Liga. Os Dragões lideram com seis pontos, enquanto os bracarenses seguem na segunda posição, com três.

Relativamente à convocatória para o triunfo sobre o Penafiel (3-1), o mais recente compromisso oficial dos azuis e brancos e referente à 17.ª jornada da Liga portuguesa, saem da lista Fabiano, Danilo, Maicon, Alex Sandro, Casemiro, Quaresma e Jackson Martínez.

No ensaio desta terça-feira, no Centro de Treinos e Formação Desportiva Porto/Gaia no Olival, que contou com os três jogadores da equipa B eleitos para o encontro com os arsenalistas, o brasileiro Otávio realizou treino condicionado. Aboubakar e Brahimi, a representar os Camarões e a Argélia, respectivamente, na CAN também estiveram ausentes da sessão.

Lista de 18 convocados: Helton e Andrés Fernández (g.r.); Martins Indi, Marcano, Quintero, Tello, Reyes, José Ángel, Evandro, Herrera, Adrián López, Ricardo, Campaña, Óliver Torres, Rúben Neves, Gonçalo Paciência, Víctor García e Kayembe.


in "fcp.pt"

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Gonçalo Paciência para Braga

O jovem ponta de lança do FC Porto B, internacional sub-21, deverá receber novo voto de confiança de Julen Lopetegui na Taça da Liga.


Tendo em conta que Lopetegui chamou sempre alguém da equipa B para os jogos da Taça da Liga e que Gonçalo Paciência até já esteve no banco contra o U. Madeira - esteve para entrar, mas um golo dos madeirenses mudou os planos do treinador - , o golo ontem apontado pela equipa B, ante a formação secundária do Marítimo, alimentou expectativas de que o avançado seja chamado para o jogo deesta quarta-feira em Braga.

Ivo Rodrigues, que foi titular na receção ao União da Madeira, está lesionado e Julen Lopetegui precisa de alternativas a Adrián, sendo pouco provável que, à imagem do que já sucedeu nos outros dois jogos da Taça da Liga, Jackson seja opção inicial.


in "ojogo.pt"