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sexta-feira, 13 de março de 2015

LUÍS CASTRO "Gonçalo tem mais probabilidades de atingir o êxito"

Luís Castro, o técnico da equipa B, destaca a "qualidade" do jovem avançado e garante que existem mais talentos escondidos


O afastamento, por lesão, de Jackson Martínez está a ser um problema relativo para o FC Porto. Na qualidade de substituto, Aboubakar contribuiu para a recente goleada sobre o Basileia e Gonçalo Paciência também já mostrou estar à altura das responsabilidades no que diz respeito a golos. Envolvido nos trabalhos da equipa principal, o jovem avançado dos bês mereceu rasgados elogios do técnico Luís Castro. "É um jogador de qualidade e, por isso, tem mais probabilidades de atingir o êxito", estimou.

Segundo o treinador da equipa B, Paciência atravessa "uma fase de crescimento" e não será o único jogador de qualidade na equipa B. "Temos mais jogadores de qualidade e que no futuro terão igualmente oportunidades. Para mim, é muito importante que alguns desses jogadores cheguem mais acima, pois é um dado adquirido que não podemos subir de divisão. Todos sabem que é importante o crescimento individual num contexto de desempenho coletivo", analisou.

Luís Castro prevê, de resto, um jogo muito competitivo com o Aves, agora que o campeonato da II Liga entrou "numa fase delicada", com "muitas equipas a lutar pela subida e pela permanência". "Isso torna os jogos mais intensos, difíceis de controlar. São ótimos para ajudar ao crescimento do jogador", comentou.


in "ojogo.pt"

PROSSEGUE PREPARAÇÃO PARA A RECEPÇÃO AO AROUCA

Gonçalo Paciência, do FC Porto B, chamado novamente aos trabalhos da equipa principal
​O FC Porto voltou a treinar esta sexta-feira no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival, numa sessão de trabalho que voltou a contar com a presença de Gonçalo Paciência, avançado do FC Porto B.

Em mais um ensaio tendo em vista a recepção ao Arouca, marcada para este domingo, às 19h15, no Estádio do Dragão, a contar para a 25.ª jornada da Liga portuguesa, Julen Lopetegui não teve quatro atletas à disposição. Adrián López realizou trabalho de ginásio e treino condicionado, Jackson Martínez efectuou tratamento e Tello esteve ausente por motivos pessoais. Danilo, que teve alta hospitar na quarta-feira após a lesão sofrida napartida com o Basileia, manteve-se em repouso no domicílio.

Os Dragões voltam a treinar este sábado, às 10h30, no Olival, à porta fechada. Às 13h00, Julen Lopetegui faz a antevisão do desafio com os arouquenses, em conferência de imprensa que pode seguir em directo no Twitter do FC Porto e no Porto Canal.


in "fcp.pt"

sábado, 7 de março de 2015

Lopetegui chama Gonçalo Paciência para suprir ausência de Jackson


Substituído devido a lesão na partida com o SC Braga, Jackson não marcou presença no treino desta manhã do plantel do FC Porto, que iniciou a preparação para o jogo com o Basileia, marcado para terça-feira, referente à 2.ª mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões. 

Confirma-se assim a indisponibilidade do avançado colombiano, que deverá estar obrigado a parar algumas semanas, na sequência da lesão contraída na coxa frente ao SC Braga.

Para suprir a ausência de Jackson, o treinador Julen Lopetegui chamou à sessão de trabalho o jovem Gonçalo Paciência, que voltou assim a trabalhar com a equipa principal.

A sessão ficou ainda marcada pela presença do médio espanhol Oliver, aparentemente já sem limitações da lesão contraída no ombro, enquanto Adrián continua entregue ao departamento médico, voltando, por isso, a estar ausente.


in "abola.pt"

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

O futuro sem Jackson: quais são as alternativas?

Ir ao mercado parece o caminho natural para os portistas no final da época, caso se confirme a saída do colombiano. Algumas opções em análise e o perfil de avançado para Lopetegui

Como em tantas outras vezes de dragão ao peito, também no que diz respeito ao seu futuro, foi Jackson Martínez a abrir o ativo. «Estou certo de que a minha saída vai acontecer no próximo verão», revelou o avançado, escancarando uma porta de saída que já lhe parecia destinada desde a última renovação de contrato, quando a cláusula de rescisão baixou de 40 para 35 milhões. 

  
A saída parece, então, um dado adquirido e, se é verdade que ainda há tudo (ou quase) para jogar esta época, torna-se inevitável começar a antever o futuro sem Jackson no FC Porto. 
  
Maisfutebol olhou para a frente e tentou perceber o que fará o FC Porto caso se confirme a saída do goleador máximo das últimas três épocas. A conclusão é relativamente simples: será muito provável uma ida ao mercado. 
  
Para esta análise socorremo-nos de Rui Gomes, antigo treinador do FC Porto B e dos juniores portistas e, por isso, conhecedor da realidade recente do clube, e também de José Pedro Teixeira, analista de futebol internacional, antigo colaborador da plataforma «Wyscout», no sentido de perceber que alternativas existem no mercado que encaixem no esquema portista. 
  
Começamos pelo perfil. Para Rui Gomes há um dado adquirido: haverá ida ao mercado. 
  
«Acho difícil que, no curto prazo, ou seja, se o Jackson sair já no final desta temporada, pelo que tenho visto e pelo que conheço dos jogadores, o FC Porto consiga substituí-lo com as opções que já tem nos seus quadros», comenta. 
  
O técnico, atual coordenador das camadas jovens do Al-Ahli de Jeddah, cargo que assumiu aquando da passagem de Vítor Pereira pelo clube saudita, acredita que o FC Porto já tenha identificado a alternativa a Jackson. Até porque não é fácil chegar a um bom avançado. 
  
«Ponta de lança e guarda-redes são as duas posições mais específicas do futebol e os clubes procuram sempre contratar jogadores para o imediato. O que, já se sabe, custa caro», sublinha. 
  
Mas é nessa posição que deve ser feito o principal investimento, defende o técnico: «Não faz sentido ir buscar um jogador de 18, 19 anos para ser primeira opção. Para isso há o Aboubakar, há o Gonçalo, até o Ghilas, que tem feito uma boa época em Espanha, mesmo que várias vezes encostado a um flanco. Ou ainda o Adrian López, que não sendo um ponta de lança, é um jogador que, se estiver bem, consegue render ali.» 
  
A opção passará, assim, por um jogador que tenha o perfil dos últimos de sucesso que o FC Porto contratou: o próprio Jackson e Falcao. «Quando chegaram, eram jogadores de créditos firmados na América. O Falcao era titular do River Plate, tinha curriculo internacional. O Jackson jogava no México mas era um jogador experimentado, de seleção. O FC Porto, se for ao mercado, será sempre por um jogador entre os 22 e os 25 anos, com provas dadas», insiste. 
  
Alternativas? Mitrovic à cabeça 
  
No verão de 2013, o Maisfutebol já tinha tentado perceberquem poderia render Jackson Martínez no caso de uma saída surpresa do avançado, que não se confirmou. Agora que o dado parece adquirido repetimos o exercício. 
  
José Pedro Teixeira divide as opções em dois grupos: os jogadores que encaixariam melhor no esquema de Julen Lopetegui e estão, relativamente ao alcance do FC Porto; e os jogadores que o FC Porto poderia valorizar para mais tarde negociar, como tem sido seu apanágio. 
  
Em relação aos «noves tipo» de Lopetegui, a análise é simples. «Gosta de um jogado com mobilidade, com capacidade para jogar fora da área de conforto do ponta de lança, que tenha qualidade no apoio à construção ofensiva, com aptidão para aproximas os médios e combinar com eles e, também, que seja forte no jogo aéreo, sobretudo ofensivo», explica José Pedro Teixeira. Um Jackson, percebe-se. 
  
Portanto a missão é bicuda: encontrar outro Jackson. José Pedro Teixeira avança com quatro nomes, dois deles relativamente mais simples do que outros. 
  

Aleksandar Mitrovic, do Anderlecht, parece, nesta altura, uma opção forte. Não só porque reúne essas características, mas também porque já foi associado ao FC Porto no passado e os recentes negócios dos dragões com o emblema belga (venda de Defour e empréstimo de Rolando) poderão ter contrapartidas. 

  


Tem apenas 20 anos mas uma rodagem assinalável. Nos últimos quatro anos, entre a Sérvia e a Bélgica, com Liga Europa e Champions pelo meio tem quase 150 jogos no currículo e 46 golos. Esta época, por exemplo, soma 32 jogos e 15 golos. 
  
Se o FC Porto quiser apostar noutro colombiano, saltam à vista dois nomes, um mais provável do que o outro. SeTeofilo Gutierrez (River Plate), aos 29 anos, parece ter perdido o comboio para a Europa, Jhon Córdoba, de apenas 21, está aqui ao lado, no Granada, e tem o selo de qualidade do Jaguares, o clube de Jackson, antes do FC Porto. Quatro golos em 18 jogos, esta época, pelo Granada não são um currículo vistoso, mas é preciso lembrar as ambições modestas do emblema na Liga espanhola. 
  
Por fim, uma opção que parece, à primeira vista, fora do alcance do FC Porto mas que encaixaria perfeitamente no esquema de Lopetegui: Alexandre Lacazette. É o atual melhor marcador da Liga francesa, com 22 golos em 22 jogos! Problema? O preço, claro. O FC Porto precisaria fazer uma ginástica orçamental grande para pagar o que o Lyon pedirá por ele. Vinte milhões de euros, no mínimo. 
  
Comprar para vender depois? Há vários nomes... 
  
Se a ideia do FC Porto passar por trazer um valor ainda a precisar de ser trabalhado, com intuito de o valorizar, José Pedro Teixeira aponta cinco nomes interessantes. Um deles da Liga portuguesa: Hassan, do Rio Ave. 
  
«Tem 10 golos na Liga e é um finalizador soberbo, capaz de marcar com ambos os pés. Está no momento ideal para um salto deste género na carreira», considera. 
  

Davie Selke, alemão de 20 anos, era o titular da seleção que recentemente se sagou campeã europeia, a mesma onde o Benfica foi «pescar» Mukhtar. Joga no Weder Bremen e a negociação também não seria fácil, atendendo à imagem que começa a deixar: já leva seis golos no ano de estreia na Bundesliga. 

  
«Apesar dos 1.92m está longe de ser um ponta-de-lança pesado e sem mobilidade. Não sendo um portento técnico, apresenta tremenda leitura do jogo e excelente tomada de decisão para a idade», desvenda José Pedro Teixeira. 
  
Ao lado da Alemanha, na Áustria, está a nascer outro valor interessante para a posição. Robert Beric, esloveno, tem 13 golos em 17 jogos na Liga. «Tem remate forte, colocado e consistente, a curta e média distância», define José Pedro Teixeira. 
  
Se a opção for o mercado espanhol, que o FC Porto atacou em força na última época, salvo qualquer jogador que possa chegar a título de empréstimo dos grandes, o que fará pouco sentido, destaca-se o nome de Santi Mina, do Celta de Vigo: «É forte e agressivo a atacar os espaços, sagaz nas movimentações sem bola e com bom sentido de baliza. Pode atuar, esporadicamente, aberto num dos corredores.» 
  
Para o fim fica o mercado sul-americano onde a «última novidade» é Gabriel Vasconcelos, do Corinthians, que se destacou na Copinha de São Paulo, com oito golos. 
  
José Pedro Teixeira apresenta-o: «Tem uma qualidade técnica acima da média e enorme sentido de baliza. Tem excelente margem de progressão, assim consiga controlar a sua impulsividade e melhorar o entendimento tático do jogo» 
  
Aboubakar e Gonçalo: alternativas válidas? 


  

Para terminar, uma análise ao que o FC Porto já tem. Descartando os nomes dos emprestados Kléber e Walter, que dificilmente voltarão, e também do jovem André Silva, que ainda precisará de mais tempo para mostrar a Lopetegui que possa ser opção, restam quatro opções. 
  
Resgatar Ghilas também parece pouco provável. Afinal, falámos de um jogador que Lopetegui enviou para rodar sem sequer o ver treinar. Adrián López seria um candidato óbvio mas primeiro, precisa, recuperar a aura de outros tempos. 
  
Restam, então, Aboubakar e Gonçalo Paciência. O camaronês parte na pole-position. Segundo melhor marcador na Liga francesa na temporada passada, ao serviço do Lorient, tem estado na sombra de Jackson, mas fica a dúvida: era suposto conseguir tirar o lugar ao colombiano? 
  
A verdade é que os números são interessantes: quatro golos em 339 minutos. Rui Gomes admite que não o conhece muito bem, mas sublinha, precisamente o seu índice de golos. «Ainda não deu bem para perceber o que é. Tem golo, sim, mas é diferente do Jackson e a equipa pode ressentir-se», avisa. 
  
Por fim, Gonçalo Paciência. Um Jackson em potência, acredita Rui Gomes. «Salvas as diferenças, nesta altura, é mais parecido do que o Aboubakar», defende. 
  
«É muito forte dentro da área. Pé direito, pé esquerdo, cabeça…Tem o pacote todo. Precisa de ganhar outras coisas: maturidade, algum componente físico extra e rotinas. Acredito que, se tiver mais um ano, no mínimo, a jogar regularmente um nível acima da Liga de Honra, que já é curta para ele, ficará pronto para ser o ponta de lança do FC Porto e da seleção nacional», remata. 

in "maisfutebol.iol.pt"

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

HERNÂNI EM ESTREIA NO OLIVAL

Gonçalo Paciência, do FC Porto B, voltou a treinar com a equipa principal
​A presença de Hernâni, o mais recente reforço do FC Porto, foi a novidade no regresso ao trabalho dos Dragões, esta terça-feira, no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival. Gonçalo Paciência, do FC Porto B, voltou a integrar o treino da equipa principal.

Na primeira sessão de trabalho tendo em vista o jogo frente ao Moreirense (sábado, 20h15), em Moreira de Cónegos, para a 20.ª jornada da Liga, Julen Lopetegui não teve à disposição Adrián López, que se limitou a realizar tratamento à lesão, e Brahimi, ainda devido à participação da selecção da Argélia na Taça das Nações Africanas (CAN).

Os azuis e brancos voltam a treinar esta quarta-feira, às 10h30, novamente no Olival, com os primeiros 15 minutos abertos à comunicação social.


in "fcp.pt"

sábado, 31 de janeiro de 2015

JULEN LOPETEGUI "O Paços mereceu ganhar ao Benfica"

Treinador do FC Porto, Julen Lopetegui, destacou o bom momento do Paços de Ferreira e salientou que a sua equipa terá que estar a um bom nível no Dragão para somar três pontos.


Paços de Ferreira: "O Paços de Ferreira mereceu ganhar ao Benfica, é uma equipa que joga bem e diferente, tem qualidade e vai obrigar-nos a fazer um jogo muito bom para ganharmos"

Inexperiência da equipa: "Claro que a equipa jovem falta experiência, mas tem outras coisas boas, como a energia e eu prefiro centrar-se nelas. A experiência adquire-se com o tempo"

Madeira: "O que sinto é que na segunda volta há sempre mais dificuldades. Os pontos são cada vez mais caros e temos de fazer por os ganhar. A realidade vai apertar para todos. Não conseguimos os três pontos frente ao Marítimo, apesar de termos feitos muito para vencer. Eles fizeram um remate à baliza, e marcaram um golo. Mas, neste momento, não fazemos contas, só queremos trabalhar bem para ganhar todos os jogos até ao final da temporada"

Derrota do Benfica: "Temos de nos alimentar dos nossos pontos e vitórias, que é isso que nos vai fazer subir na classificação. Se ganharmos os nos jogos tudo ficará mais fácil. E é nisso que temos de nos concentrar. Para além disso, também tivemos um jogo a meio da semana e pouco tempo para pensar no que aconteceu na última jornada. O que me interessa é que agora vamos ter um jogo difícil, atrativo, frente a um Paços de ferreira que joga de forma diferente de quase todas as equipas do campeonato"


"Gonçalo? Depende da mentalidade que apresentar"


Lopetegui falou de Gonçalo Paciência e ainda da candidatura do "amigo" Luís Figo à presidência da FIFA.

Balanço de meio ano no FC Porto: "Os balanços fazem-se no final da época. Neste momento, a equipa está em três competições: oitavos de final da Champions, meias-finais da Taça da Liga, e ainda estamos na luta pelo campeonato. Tivemos momentos bons, outros piores, mas houve muitos bons. Houve também um grande crescimento dos jogadores jovens. A parte negativa? Bem, sentimos que essa parte é mais valorizada diariamente por vocês [jornalistas] do que a parte positiva"

Gonçalo Paciência: "É um miúdo que está a trabalhar bem, teve vários problemas com lesões, mas que agora está a ter continuidade. Há que estar perto dele, para o ajudar, e temos de o deixar tranquilo. Estamos encanta
dos com ele, mas o passo final para se impor numa equipa grande é sempre o mais difícil. Tudo dependerá da mentalidade que apresentar e da resposta que nos der"

Luís Figo candidato à FIFA: "Sou amigo dele e jogámos juntos. Fico contente por ele ser candidato a um lugar tão importante como este. Desejo-lhe a a melhor das sortes. É uma pessoa preparada para o cargo, um homem do futebol, que já viveu várias experiências depois de ter deixado de jogar"

in "ojogo.pt"

VÍDEOS Como o FC Porto moldou Gonçalo Paciência

Na edição deste sábado de O JOGO pode ficar a conhecer todos os segredos sobre o projeto do FC Porto que ajudou a formar Gonçalo Paciência, Rúben Neves, entre outros. Veja aqui como trabalham os potenciais jogadores de elite.

in "ojogo.pt"

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Gonçalo Paciência. Um goleador com molde


Domingos, último melhor marcador português da Liga, preparou a sucessão. O filho, tal como ele, precisou de três jogos para marcar pelo Porto

"Pelo festejo deu para ver. Foi para o meu pai, por aquilo que ele é para mim". Gonçalo Paciência fintou para dentro, rematou e balançou as redes da baliza da Académica. Em seguida levantou o braço direito, imitando os festejos de um histórico goleador do FC Porto: o seu pai, Domingos. Foi um golo simbólico, entre tantos que já marcou, por ter sido o primeiro pela equipa principal dos dragões.
Aos 20 anos, Gonçalo tem ainda muito caminho para trilhar se quiser aproximar-se da carreira do pai. Domingos venceu 17 títulos pelo FC Porto: sete campeonatos, cinco Taças de Portugal e cinco Supertaças). Nos livros, ficará para sempre como um dos maiores goleadores do clube. Fez 378 jogos na Liga, marcou 144 vezes. Mas Gonçalo teve 20 anos para estudar a lição.

Tal como Domingos, precisou de três jogos para se estrear com um golo na equipa A; o registo é até ligeiramente melhor que o do progenitor (108 minutos contra 133), embora Domingos o tenha conseguido aos 18 anos. Tudo aconteceu em 1988. O treinador jugoslavo Tomislav Ivic apostou no então jovem avançado, num jogo para a Taça de Portugal em Moura. Mas Domingos só faria o primeiro golo no recinto portista, o Estádio das Antas. Foi no jogo com o Elvas, da 30.ª jornada da Liga, em que os dragões venceram por 4-0. Só em 1995/96 alcançaria o troféu de melhor marcador do campeonato nacional. Contudo, é até hoje o último português nessa lista.

DOIS PROFES O futuro tem tudo para sorrir a Gonçalo Paciência. Mas a dificuldade histórica que Portugal tem tido nas últimas décadas em formar goleadores de nível mundial aconselham alguma prudência. Foi esse o tom do discurso do seu treinador, Julen Lopetegui, após o golo à Académica: "É um jogador com futuro mas falta-lhe o mais difícil. Chegar aqui é complicado mas manter-se é mais difícil ainda."

Paciência (agora falamos da qualidade, não do apelido) é coisa que Gonçalo tem tido. Demorou 14 anos, mas chegou finalmente à equipa A do FC Porto. Na segunda metade da época passada, jogou com regularidade na equipa B e apontou cinco golos na II Liga. Em 2014/15 continua a representar a formação orientada por Luís Castro (cinco golos em dez jogos). Lopetegui chamou-o pela primeira vez para a Taça da Liga, a 13 de Janeiro, num jogo contra o União da Madeira. O avançado não saiu do banco, mas a estreia chegaria oito dias depois, novamente na mesma competição. Foi titular em Braga, suplente utilizado contra o Marítimo para o campeonato e à terceira não perdoou: golo à Académica, depois de ter substituído Jackson Martínez.

Bem, já que falamos no colombiano, Gonçalo tem tido a sorte de aprender com os melhores. Se em casa tem um excelente professor, nos treinos com a equipa principal basta-lhe olhar para o lado. Jackson é um dos melhores do mundo na sua posição. Com o bis à Académica, na Taça da Liga, tornou-se o melhor marcador de sempre do Dragão. O internacional colombiano contratado ao Jaguares em 2012/13 tem 45, superando os 44 de Hulk na casa portista.


Há 15 anos, Ricardo Sousa fez o primeiro jogo pela equipa principal do Porto, seguindo os passos do pai, António. Domingos e Gonçalo são a segunda família a conseguir tal proeza. Contactado pelo i, o antigo goleador portista não quis comentar o dia especial do filho: "É o momento dele, não meu". Até onde vai Gonçalo?

in "ionline.pt"

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

FC Porto-Académica, 4-1 (destaques)

Jackson acima de todos e Gonçalo Paciência a aparecer


A FIGURA: Jackson Martínez 

Uma vénia ao Cha Cha Cha. Uma vénia inteirinha pela magia naquele calcanhar que deu o segundo golo, aquecendo a fria noite do Dragão. Uma vénia para um goleador nato, que não joga a brincar. Depois da noite em branco na Madeira, partilhada por toda a equipa, voltou aos golos na estreia, esta época, na Taça da Liga. Até nem se esperava que fosse titular, mas, já que Lopetegui assim o decidiu, o avançado fez por justificar o lugar. Logo aos cinco minutos percebeu a asneira de Aníbal Capela, roubou-lhe a bola e marcou. Viu um amarelo por simulação quando, na verdade, foi mesmo tocado na área. Pouco depois desperdiçou, isolado, o que seria o segundo golo, mas guardou o lance de antologia para o segundo tempo. O público agradeceu, claro. 
  
O MOMENTO: um novo Paciência 

Minuto 74. O segundo golo de Jackson foi, sem dúvida, o mais bonito da noite, mas o mais simbólico foi mesmo o de Gonçalo. Está aí a rebentar um novo Paciência de azul e branco vestido. Já marca, já leva três jogos seguidos, aproveitando de forma brilhante a ausência de Aboubakar. O golo? Receção na direita, a passe de Quintero, baile sobre João Real e disparo ao primeiro poste. Para primeira amostra, está muito bom. 
  
A DESILUSÃO: Aníbal Capela 

Noite para esquecer. Um drible em local proibido deu a Jackson a oportunidade de abrir o marcador e já se sabe que o colombiano não é de fazer-se rogado. Mais tarde, já perto do intervalo, outra desconcentração permitiu que o mesmo Jackson lhe roubasse a bola na área. Precipitado rasteirou o portista. Valeu-lhe que Tiago Martins tenha transformado um penálti numa simulação do portista. 
  
OUTROS DESTAQUES
 
TELLO 
Merecia ter marcado. Voltou ao onze depois de ser suplente em Braga e na Madeira. Entrou dinâmico como quase sempre e perdulário como também tem vindo a ser habitual. Mais perigoso à esquerda do que à direita, teve no primeiro tempo duas ocasiões para marcar. Na primeira, num lance parecido com o que terminou no poste frente ao Marítimo, atirou cruzado mas Cristiano desviou com a ponta dos dedos. A outra foi menos flagrante e o remate saiu disparatado. No segundo tempo, fez-se notar em mais dois lances: remate em esforço, ao lado, quando poderia (deveria) ter encostado para o golo e pontapé em arco que Cristiano evitou que fosse parar à baliza. 
  
GONÇALO PACIÊNCIA 
Marcou (e um bom golo) e arrancou o penálti que Evandro converteu. À terceira oportunidade seguida mostrou o que vale. O Dragão vai ficar de água na boca, certamente. 
  
JOSÉ ÁNGEL 
Mais um bom jogo do lateral. Essa é, de resto, uma das suas principais virtudes: o nível exibicional não oscila muito. Continua tapado por Alex Sandro mas a mostrar que poe, a qualquer altura, saltar para o onze sem que a equipa trema. É solução, claro. 
  
QUINTERO 
Muito boa entrada em jogo, dinamizando bem mais do que Campaña o ataque portista. Foi uma espécie de abre-latas que ajudou a que a reta final fosse bem melhor do que o início. 
  
CRISTIANO 
Se a Académica não perdeu por mais a «culpa» é dele. Tello não ficou seu amigo, certamente, depois de lhe ter negado dois golos feitos…Mas também a Gonçalo Paciência e Ricardo levou a melhor, noutros lances. 

in "maisfutebol.iol.pt"

FC Porto-Académica, 4-1 (crónica)


Um momento de génio e o nascer de uma estrela de apelido conhecido. FC Porto naturalmente apurado

Madjer, Falcao, Jackson Martínez. O FC Porto tem mais um especialista no calcanhar. Um momento que se separa dos demais de um jogo demasiado fácil para o FC Porto e que serviu para cumprir calendário em competição. Meias-finais da Taça da Liga garantidas, com nota artística, desenhada no calcanhar de Jackson. 4-1 foi o resultado. Poderiam ser mais, tamanha a diferença entre as equipas.  
  
O segundo golo do FC Porto esta noite é uma obra à parte de um jogo que só agitou na última meia hora mas sempre com a mesma toada: tão fácil para os da casa. Um golaço de calcanhar a meia altura, a fazer lembrar Ibrahimovic. 
  
Não tem o peso de uma final da Champions, como Madjer; nem sequer de jogos com Atlético Madrid ou Benfica, como Falcao. Nem mesmo, aliás, como outro famoso calcanhar do mesmo Jackson, há dois anos, frente ao Sporting, neste mesmo Dragão. 

Mas é um momento que separa os bons dos notáveis. Jackson merece que a crónica do jogo comece por si porque foi o principal atrativo até sair de campo. Em boa hora, para os cerca de 14 mil adeptos que foram ao Dragão, Julen Lopetegui decidiu estreá-lo na Taça da Liga. Jackson fez o que sabe: respondeu com golos. 

Antes do momento mágico do minuto 59 (bem antes, aliás), já tinha colocado o FC Porto na frente. Foi aos cinco minutos, aproveitando um erro infantil de Aníbal Capela, que tentou fintar Ricardo, esta noite extremo, em zona proibida. Jackson recolheu, encarou a baliza e disparou. 
  
Se o FC Porto já era favorito, com um golo tão madrugador ficou como quis no jogo. Até porque, para a Académica pouco mudou. Paulo Sérgio montou o tradicional bloco baixo da grande maioria dos rivais no Dragão e nem a perder mudou uma linha. 
  
A primeira parte acabou por roçar o tédio porque o FC Porto controlou como quis mas, a vencer, nem precisou forçar muito. Ainda assim, para além do golo de Jackson, Tello, em duas fugidas pela esquerda poderia ter dado outro volume ao marcador. 
  
Gonçalo, em nome do pai 
  
O segundo tempo teve o tal golo de antologia de Jackson e foi bem mais interessante. Desde logo porque também Gonçalo Paciência, em mais um belo momento, entrou para a história do jogo. E do FC Porto. 
  
Como se de uma passagem de testemunho se tratasse, Jackson saiu, entrou o míudo da «cantera». E a resposta foi de craque. O filho de Domingos já marca de Dragão ao peito, escassos minutos depois de Mbala, outro miúdo, este da Académica, ter tentado dar a ideia que a Académica poderia tirar algo do jogo. Pura ilusão. 
  
Quanto ao golo de Gonçalo, o movimento é, de facto, delicioso. Recebe de Quintero, que mexeu muito com o jogo quando rendeu Campaña, veio da direita para o centro, dançou sobre João Real e disparou ao primeiro poste. Depois foi correr junto à linha lateral, puxar o braço atrás e erguer, triunfante, o indicador. Um festejo igual ao que o pai repetiu, dezenas de vezes, num estádio ali ao lado mas com o mesmo símbolo ao peito. Para os nostálgicos, claro.
  
O 3-1 decidiu o que já estava decidido, mas Gonçalo, de novo a passe de Quintero, ainda ganhou um penalti que Evandro transformou no quarto golo. 
  
O FC Porto apura-se para as meias finais da Taça da Liga e só não se pode dizer que o resultado faz esquecer o Marítimo porque é, precisamente, o rival da Madeira que aí vem. O último obstáculo antes da final de uma competição que, não sendo prioritária, ninguém enjeita, pois claro. E se continuar a dar golos como o de Jackson ou momentos para jovens como Gonçalo Paciência sonharem, para quê ganhar de cara feia?

in "maisfutebol.iol.pt"

Eduardo Luís "Gonçalo Paciência é muito diferente do pai"

Eduardo Luís apadrinhou a estreia do Domingos Paciência no FC Porto. O antigo jogador dos dragões entende que o filho tem qualidades bem diferentes e que pode ser uma mais-valia para o ataque dos dragões e da selecção portuguesa

Gonçalo Paciência estreou-se a marcar na equipa principal do FC Porto frente à Académica. Gonçalo é filho do antigo avançado do FC Porto e actual treinador, Domingos Paciência. Eduardo Luís, também um antigo jogador dos dragões, apadrinhou a estreia de Domingos na primeira equipa do FC Porto em 1987 e em Bola Branca diz "que os dois têm características futebolísticas muito diferentes". O antigo defesa recorda que "Domingos era muito débil em termos físicos", ao contrário de Gonçalo Paciência "que é mais forte e que segura bem a bola e é tecnicamente bom", por isso rejeita qualquer parecença entre os dois. Eduardo Luís acredita que se for devidamente apoiado no FC Porto, "Gonçalo Paciência pode vir a ser uma mais-valia para o clube e também para a selecção portuguesa". Outro jogador em destaque na goleada à Académica foi Jackson Martínez. O colombiano tornou-se no melhor marcador do FC Porto em jogos realizados no Estádio do Dragão, ultrapassando Hulk. Eduardo Luís destaca a capacidade goleadora do colombiano, recordando que "raramente aparecem jogadores que estão muitos anos no FC Porto e que Jackson tem sido muito regular". No entanto, o antigo jogador dos portistas tem a noção de que as suas ambições passam pela transferência para um clube que lhe possa dar uma compensação monetária mais elevada, algo "que os clubes portugueses não conseguem evitar". 

"Campeonato está em aberto"

A derrota do Benfica em Paços de Ferreira deixou o campeonato em "standby". Eduardo Luís acredita que o Porto pode vencer o campeonato, mas não pode facilitar. 

Eduardo Luís considera que a derrota do Benfica em Paços de Ferreira deixou o "campeonato em aberto". O antigo jogador do FC Porto observa que com seis pontos de diferença a equipa de Lopetegui continua bem dentro das contas do título.  Em entrevista a Bola Branca, Eduardo Luís refere que "o campeonato ficou em standby", acreditando que "pode haver um menor rendimento do Benfica, podendo o Porto e Sporting aproveitar para se aproximarem". O ex-defesa acredita que os dragões têm possibilidades de conquistar o título, mas avisa que "não podem facilitar e não podem falhar nos seus jogos". 

in "rr.pt"

Gonçalo Paciência prossegue sob as ordens de Lopetegui

ADRIÁN, ABOUBAKAR E BRAHIMI FORAM AS BAIXAS

Na sequência da vitória sobre a Académica (4-1), que garantiu aos dragões a presença nas meias-finais da Taça da Liga, o FC Porto regressou aos trabalhos no Olival, na manhã desta quinta-feira, com Gonçalo Paciência a permanecer sob as ordens de Julen Lopetegui.

O avançado da equipa B, de 20 anos, encontra-se em estado de graça, tendo marcado presença nos três últimos jogos da formação principal, nos quais ganhou duas grandes penalidades e apontou um belo golo.

Gonçalo Paciência não foi, de resto, o único jogador do plantel de Luís Castro chamado por Lopetegui àquele que foi também o primeiro treino de preparação para a receção de domingo, ao P. Ferreira, num jogo a contar para a 19.ª jornada da Liga. O defesa-direito, Víctor Garcia, também evoluiu sob as ordens do treinador espanhol.

Desta forma, ficaram colmatadas as baixas do lesionado Adrián López e dos internacionais Brahimi e Aboubakar. Enquanto o argelino prossegue em prova na CAN'2015, o camaronês já foi afastado da competição africana e regressará em breve à Invicta.

Ainda no que toca ao treino desta manhã, refira-se que, exceção a Helton, todos os restantes titulares do duelo da véspera, frente à Académica, cumpriram um plano de treino mais ligeiro.

Agora, a equipa volta aos trabalhos amanhã de manhã, numa sessão com início marcado para as 10.30 e cujos primeiros 15 minutos terão portas abertas para os jornalistas. No dia seguinte, o treino já será totalmente fechado a olhares curiosos, mas no final Lopetegui fará a conferência de imprensa de antevisão ao jogo com os pacenses. No final da conversa, o treinador divulga a lista de convocados para essa partida. 

in "record.pt"

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Gonçalo Paciência contribuiu para momento único

TRÊS PORTUGUESES EM CAMPO EM JOGOS DA LIGA

O minuto 59 do jogo com o Marítimo ficou marcado por um momento raro na época do FC Porto. Assim que Gonçalo Paciência entrou para o lugar de Bruno Martins Indi, os dragões passaram a ter três portugueses em campo, o que nunca tinha acontecido em encontros a contar para o campeonato. O ponta-de-lança, de 20 anos, juntou-se a Ricardo Quaresma, que foi o único titular, e Rúben Neves, que entrou no decorrer da segunda parte.

Mais um produto da formação portista que vai procurando espreitar entre a elite, aproveitando o facto de o ataque se encontrar numa situação deficitária, face à presença de Vincent Aboubakar na CAN e à lesão de Adrián López. O filho de Domingos Paciência ainda não venceu pela equipa principal do FC Porto, mas num período de cinco dias estreou-se na Taça da Liga, em Braga, e fez o mesmo no campeonato, frente ao Marítimo. Momentos para recordar...

A Taça da Liga não é uma competição prioritária para os portistas e Julen Lopetegui tem cumprido a tradição do clube de utilizar jogadores com menos rodagem no campeonato, pelo que Gonçalo Paciência tem as portas do onze novamente abertas. O titularíssimo Jackson Martínez será poupado para outras batalhas e assim o jovem avançado corre para o duelo com a Académica com os olhos no golo.

Travessia

A última vez que o FC Porto tinha utilizado três portugueses em simultâneo em jogos da Liga foi em maio de 2014. Na última jornada, frente ao Benfica, Quaresma, Ricardo Pereira e Josué estiveram juntos oito minutos em campo. Foi preciso esperar oito meses para ver algo igual.

Um trio em ação na Champions

Na Champions não foi preciso esperar tanto tempo para ver três portugueses em campo ao mesmo tempo. Na 5.ª jornada, diante do Shakhtar Donetsk, Lopetegui deu a titularidade a Ricardo Pereira, Rúben Neves e Quaresma. Mas isso também só aconteceu durante 41 minutos, já que esse foi o momento em que Rúben teve de abandonar o relvado devido a lesão. O guarda-redes Ricardo Nunes sentou-se no banco de suplentes, ele que só foi convocado para a Champions.

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