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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Lucho pede paciência com Jackson Martínez: "Não pressionem demasiado"

Médio diz que o avançado vai mostrar valor mas não quer demasiado peso nos ombros do colombiano. Lucho refere ainda que o FC Porto é favorito ao título e gostava de ser capitão. 
 
Lucho González falou hoje aos jornalistas e abordou um dos temas que marcam a atualidade do FC Porto: a chegada de Jackson Martínez ao plantel. O médio argentino pediu paciência para que o avançado possa render o máximo."Não pressionem demasiado, deixem jogar. Vai mostrar o seu valor", afirmou Lucho.

Quanto à nova temporada, não tem dúvidas em colocar os dragões na linha da frente rumo a mais um título de campeão. "O FC Porto é o principal favorito, até porque ganhou na última época", referiu, sem deixar de salientar o desejo de realizar uma boa Liga dos Campeões.

Em termos pessoais, Lucho não esconde que gostaria de ter a braçadeira de capitão, mas garante, ao mesmo tempo, que "todos têm importância" na equipa. "Gostava de ser capitão. Sinto-me importante, mas também é verdade que nesta equipa todos são capitães", sublinhou. 

in "ojogo.pt"

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Lucho: os valores do pai e a desilusão de não ir ao Mundial


Lucho Gonzalez diz que lida bem com a pressão porque «a verdadeira pressão é a de um pai que se levanta cedo todas as manhãs para alimentar os filhos». Em entrevista ao France Football, o argentino admite que não é um jogador rápido mas define-se com um jogador de equipa. O ex-jogador do F.C. Porto, agora figura do Marselha, falou da sua carreira, do pai, de Messi e da sua ausência no Mundial da África do Sul.

«Considero-me um jogador de equipa. Os meus treinadores sempre me ensinaram a jogar em um ou dois toques. O futebol mudou mas estou convencido que a bola deve chegar o mais rápido possível ao parceiro», define-se Lucho. E aceita as críticas que o acusam de ser lento. «Quando se é jogador de futebol, sabemos que vamos ter críticas e elogios. Algumas pessoas gostam da forma como eu jogo, outros não. Para ser honesto, reconheço que não sou um jogador rápido», sorri.

Lucho recorda de resto que começou a avançado-centro na Argentina e diz que o que gosta mesmo é de jogar a 10. «É como me sinto melhor, a número 10. Na Argentina é um lugar muito importante. Bem mais do que aqui na Europa, onde se prefere um médio com perfil de recuperador.»

O argentino diz que lida bem com a pressão porque «a pressão real é a de um pai que se levanta cedo todas as manhãs para alimentar os filhos». «Isso é o que meu pai fez por mim e pelos meus irmãos. Fico espantado quando vejo jogadores a queixarem-se de algo. Levantar-se todos os dias às cinco horas da manhã para ir fazer um trabalho de que não gostamos, isso sim é motivo de queixa», afirma o jogador. E completa: «Estes são os valores do meu pai».

Sobre a selecção, Lucho Gonzalez diz que compreende Maradona, pois a Argentina tem grandes jogadores nos principais campeonatos. Mas a ausência do Mundial custou-lhe. «Fiquei um pouco triste por não ser seleccionado», assume: «Mas não posso levar-lhe a mal. Maradona era o meu ídolo como jogador!»

Quanto a Messi, é para Lucho «um jogador calmo e humilde». «Tudo o que ele faz com uma bola de futebol é fantástico. Na selecção, no entanto, ainda não foi capaz de mostrar toda a extensão de seu talento».

Lucho conclui a entrevista dizendo que «gostava de terminar a carreira na Argentina»: «No futebol as coisas mudam muito depressa, mas gostava de terminar a carreira na Argentina, no Huracán ou no River Plate.»

in "maisfutebol.iol.pt"

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Mariano de regresso aos relvados

Cerca de seis meses após ter sido operado ao joelho direito, devido a uma rotura do ligamento anterior cruzado, Mariano voltou aos relvados. O argentino já está a treinar de forma condicionada, habituando o joelho ao esforço e tentando readquirir a condição física. Depois de um largo período na enfermaria, Mariano enfrenta agora a última fase da recuperação. Se tudo correr pelo melhor, dentro de poucas semanas será dado como clinicamente apto. Ontem de manhã, a equipa de Villas-Boas prosseguiu a preparação para o jogo de amanhã com o Rapid de Viena com um treino à porta fechada.

in "ojogo.pt"