sábado, 12 de novembro de 2011

Álvaro Pereira goleia Matias Fernández

Uruguai vence Chile por 4-0 com quatro golos de Luis Suárez, o herói da noite. Rodriguez também jogou.

O Uruguai assumiu o primeiro lugar da zona sul-americana de qualificação para o Mundial 2014 ao golear em casa o Chile: Luís Suárez foi a figura do encontro ao apontar todos os quarto-golos-quatro! O avançado do Liverpool dizimou por completo o adversário, numa noite para mais tarde recordar.

Álvaro Pereira foi titular no Uruguai, Matias Fernández também foi titular do lado Chile e Rodriguez entrou aos 77 minutos precisamente para o lugar de Luís Suárez. Os jogadores do F.C. Porto tiveram por isso uma noite mais feliz, embora Matias tenha sido o mais inconformado no Chile.

O médio do Sporting rematou com perigo primeiro, serviu Humberto Suazo depois e colocou o guarda-redes Muslera à prova mais duas vezes, ambas na marcação de livres. Tudo o que Chile fazia de melhor passava pelos pés de Matias, que ainda assustou quando caiu cheio de dores, mas recuperou.

O Chile, recorde-se, partiu para este jogo após uma semana muito difícil, que acabou no afastamento de cinco habituais titulares: Valdivia, Gonzalo Jara, Jean Beauséjour, Carlos Carmona e Arturo Vidal foram afastados por indisciplina e acusaram o seleccionador Cláudio Borghi de ser mentiroso.

A história do jogo, de resto, passa sobretudo por Luís Suárez, que inaugurou o marcador aos 42 minutos de pé esquerdo e fez o 2-0 aos 45 minutos de cabeça. Na segunda parte aumentou aos 67 minutos também de cabeça e fechou as contas aos 73 minutos de pé direito, após passe de Cavani.

Ficha de jogo:

URUGUAI: Muslera; Cáceres, Lugano, Godín e Álvaro Pereira; Alvaro González (Eguren, 69m), Rios, Diego Pérez e Gastón Ramírez (Loco Abreu, 57m); Luis Suárez (Rodriguez, 77m) e Edinson Cavani.

CHILE: Cláudio Bravo; Ponce, Marcos González e Contreras; Mauricio Isla, Marcelo Díaz, Campos-Toro e Gary Medel; Matías Fernández; Humberto Suazo e Eduardo Vargas.

Golos: Luis Suárez (42m, 45m, 67m e 73m)

in "maisfutebol.iol.pt"

Juve e Udinese seguem James

O colombiano James Rodriguez continua à procura da afirmação plena no FC Porto, mas as suas exibições e a qualidade que evidencia sempre que é chamado não passam despercebidas aos olheiros de grandes clubes do futebol europeu.

Ontem, os jornais italianos voltaram a atacar em força com notícias sobre o interesse de clubes do Calcio no prodígio sul-americano. Não é a primeira vez que se fala da cobiça da Juventus e da Udinese, mas as informações dadas a conhecer mais recentemente dão conta que responsáveis destes dois clubes possuem dossiers completos e muito positivos sobre James, o que pode fazer com que surjam avanços para eventual transferência no Verão.


in "abola.pt"

Rolando com Mangala sofre menos golos

Há quatro jogos consecutivos que Vítor Pereira insiste na dupla de centrais formada por Rolando e Mangala. Uma combinação que estará sempre condicionada, dado encontrar-se de fora alguém como Nicolas Otamendi, mas que tem resultado num menor número de golos sofridos: apenas dois em cinco desafios, tantos quantos o francês alinhou até a data com o internacional português.

Talvez por isso o treinador dos dragões tenha surpreendentemente deixado para trás o argentino, que era dado não só como o fiel escudeiro de Rolando como ainda... o futuro patrão do quarteto defensivo. 

Os efeitos práticos desta dupla (Rolando-Otamendi) que se julgava ser a indicada e até indestrutível é que não terão agradado a Vítor Pereira os dez golos sofridos no total. Aí o treinador percebeu que algo não estaria bem com os seus dois pilares da defesa. 

Na primeira série de três desafios em que ambos foram a jogo o FC Porto sofreu cinco golos, na segunda e última quatro, tendo o décimo acontecido após a Taça de Portugal, em que ambos foram poupados, com o APOEL, para a Champions.
E porque não estará o defeito em... Rolando? Possivelmente, do ponto de vista do treinador, e olhando para as estatísticas, a que Vítor Pereira dá muita importância, porque nas outras combinações nunca o FC Porto sofreu tantos golos. 


in "abola.pt"

Dragão quer três milhões por Rodriguez

O FC Porto está em contactos com o empresário Paco Casal para tentar transferir Cristian Rodriguez na reabertura do mercado em Janeiro. 

O avançado uruguaio não entra nas contas de Vítor Pereira e também não interessa aos dragões, que investiram nele, em 2008, sete milhões de euros por 70 por cento do passe, um valor naturalmente inflacionado pelo facto de o jogador ter representado o Benfica e a mudança para o Dragão representar um rombo nas aspirações dos encarnados, que na altura negociavam a compra dos seus direitos económicos e desportivos com o Paris Saint-Germain.

O clube azul e branco ganhou a corrida, o Cebola foi utilizado com alguma regularidade nos primeiros tempos, mas este ano pouco de bom tem acontecido a Rodriguez, à excepção, talvez, do jogo do Mónaco, na Supertaça Europeia com o Barcelona, quando o técnico resolveu conceder-lhe um lugar no onze inicial, para surpresa quase geral, aproveitando o seu bom desempenho nos treinos e o facto desse jogo poder ser uma montra para cativar a atenção de eventuais interessados de um jogador que há muito é considerado excedentário nos quadros da SAD portista.

Há clubes interessados nele, designadamente na Turquia, Rússia e Grécia, mas o empresário está em contactos no sentido de tentar uma transferência mais aliciante para o jogador, designadamente para Inglaterra, Espanha e França, campeonatos que lhe agradam bastante, em especial os dois primeiros.


in "abola.pt"

«Guarín só quer recuperar titularidade», garante empresário

Marcelo Ferreyra voltou a falar sobre a situação de Fredy Guarín no FC Porto. O representante do jogador diz que foi mal interpretado com as suas recentes declarações, salientando que o médio colombiano está totalmente concentrado em recuperar o estatuto de titular na equipa orientada por Vítor Pereira. 

«Neste momento, Guarín só pensa em reconquistar o posto de titular no FC Porto, com quem, é preciso não esquecer, tem contrato até 2014», vincou Marcelo Ferreyra, em declarações prestadas ao site Calciomercato.com.

Recentemente o empresário tinha admitido a vontade do jogador em sair, perante a condição de suplente. No entanto, Marcelo Ferreyra diz agora que foi mal interpretado, mas garante não haver qualquer problema com o treinador Vítor Pereira. «Até parece que Guarín é a razão de todos os problemas do FC Porto... Obviamente que existe aquele mau humor de quem não joga, mas não há qualquer problema particular», referiu.

No mais, o empresário aproveitou ainda para garantir que não recebeu qualquer contacto directo por parte de clubes interessados no seu representado, deixando o assunto nas mãos do FC Porto.


in "abola.pt"

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

F.C. Porto: Helton de regresso antes das folgas

Guarda-redes está recuperado; Vítor Pereira privado de 12 internacionais e 4 lesionados.


Helton foi presença notada no relvado do Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, nesta sexta-feira. O guarda-redes voltou ao convívio com os companheiros de equipa depois de ter realizado trabalho de ginásio na véspera.

Vítor Pereira ministrou mais uma sessão de trabalho no Olival, com um grupo bastante reduzido. O F.C. Porto tem 12 jogadores ao serviço das respectivas selecções nacionais. Para além disso, subsistem quatro casos clínicos.

Iturbe está limitado a treino condicionado, enquanto Fucile e Sapunaru permanecem em tratamento. Emídio Rafael continua em repouso.

Face à paragem na competição, o treinador do F.C. Porto decidiu conceder dupla folga ao plantel. Assim, os dragões regressam ao trabalho apenas na segunda-feira. A sessão está agendada para as 15h30.

in "maisfutebol.iol.pt"

Confederação explica prémios em carta a Pinto da Costa

Presidente Carlos Paula Cardoso lembra que prémio Alto Prestígio está relacionado com o tema da gala e que Benfica e Sporting foram os clubes que mais fizeram pela CPLP


A Confederação do Desporto reagiu ao comunicado do F.C. Porto e justificou o critério de atribuição dos prémios «Alto Prestígio» a Benfica e Sporting. Em declarações ao Maisfutebol, o presidente Carlos Paula Cardoso revelou já ter explicado os prémios numa carta enviada a Pinto da Costa.

De acordo com Carlos Cardoso, a Confederação do Desporto de Portugal «ficou surpreendida» com o tom do comunicado portista, até porque garante ter «imenso respeito pelo F.C. Porto e pelos sucessos do F.C. Porto». «Não temos nada contra o clube, bem pelo contrário», adiantou o dirigente.

Ora nesse sentido, a Confederação do Desporto emitiu também um comunicado, no qual diz que a atribuição do prémio «Alto Prestígio» a Benfica e Sporting num ano em que o F.C. Porto venceu o título nacional e a liga Europa teve apenas a ver com a distinção dos dois clubes que mais têm feito pela CPLP.

Lembrando que o tema desta gala era a Comunidade de Países de Língua Portuguesa, a CDP diz ter decidido atribuir o prémio a Benfica e Sporting «considerando os contributos dos dois clubes, ao longo de muitas décadas, para os particulares laços desportivos com os países que têm o Português como língua.»

Carlos Paula Cardoso lembra de resto exemplos como o Benfica de Luanda, Benfica de Huambo, Sporting de Lourenço Marques «e muitos outros». «O prémio Alto Prestígio é uma distinção desportiva e intemporal, que não tem nada a ver com os feitos de uma entidade ou figura no ano anterior». 

Ora nesse sentido, e para justificar a decisão tomada este ano, a Confederação de Desporto de Portugal lembra que «em 2008, a Gala do Desporto foi subordinada ao tema O Amor à Camisola e o futebolista internacional do F.C. Porto, Vítor Baía, foi distinguido com o Prémio Alto Prestígio.»

«Recordamos também que, em 2010, a Gala do Desporto subordinou-se ao tema das Comemorações do Centenário da República. Na escolha dos desportistas que marcaram o primeiro século da República foram incluídos Artur Jorge, Fernanda Ribeiro, Fernando Gomes, José Maria Pedroto, José Mourinho, Vítor Hugo e Vítor Baía.»

Por isso, o comunicado encerra a polémica com o F.C. Porto garantindo que «a Confederação do Desporto de Portugal é uma casa aberta a todos os desportos, desportistas e clubes e os êxitos conseguidos pelos representantes portugueses são os êxitos da Confederação do Desporto de Portugal».

iin "maisfutebol.iol.pt"

Gabão-Brasil (0-2): a vitória mais «portuguesa» de sempre

Seis «portugueses» em campo e Luisão com a braçadeira; Hernanes e Sandro marcaram os golos

A selecção do Brasil venceu a sua congénere do Gabão (2-0), no amigável realizado nesta quinta-feira em Libreville. O jogo decorreu no novo estádio Nacional, cujo relvado, em condições inacreditáveis, estava transformado num autêntico pantanal. 

Com seis jogadores que actuam na Liga portuguesa, este foi o Brasil mais «português» de sempre, num jogo que permitiu as estreias de Bruno César, Alex Sandro e Kléber.

Luisão envergou a braçadeira de capitão, e foi o único a jogar os 90 minutos. Bruno César, Elias e Hulk foram confirmados no onze titular por Mano Menezes. Já Alex Sandro entrou ao intervalo, para o lugar de Fábio (Manchester United). Kléber foi o último representante da Liga portuguesa a entrar em acção, rendendo o seu colega de equipa Hulk, aos 70 minutos. 

Foi Sandro, médio defensivo do Tottenham, a marcar o primeiro golo da sua equipa (13 m), de recarga a uma defesa de recurso do guarda-redes Ebang, na sequência de um cruzamento de Bruno César, após canto curto na direita. 

Aos 35 minutos, o médio Hernanes fez o 2-0, em nova recarga, de cabeça, a uma defesa incompleta do guarda-redes gabonês, após excelente remate de Jonas, de fora da área.

Entre os dois golos, Hulk teve um bom remate de fora da área, que passou perto do poste (27 m) e no minuto seguinte Elias esteve quase a marcar, mas o seu remate foi bem defendido por Ebang, que está a ser uma das figuras da parte. 

Na segunda parte, Hulk voltou a ter uma excelente ocasião, aos 55 minutos, embalando para o face a face com o guarda-redes. Mas, agarrado na camisola por um defesa do Gabão, acabou por perder a hipótese de concluir a arrancada de forma vitoriosa.

O maior destaque individual para os jogadores que actuam na Liga portuguesa acabou por ser conseguido por Bruno César, que além da participação no lance do primeiro golo teve mais algumas aberturas de bom nível, e uma espectacular tentativa de chapéu, quase do meio-campo, que passou muito perto do alvo (53 m).

Aos 70 minutos, Bruno César voltou a passar perto do golo, num lance criado por Hulk: o avançado do F.C. Porto cruzou na direita, e o médio do Benfica concluiu de primeira, sem deixar cair a bola. Só uma grande defesa do guarda-redes Ebang impediu o terceiro golo do Brasil.

O guarda-redes Diego Alves, do Valência, também teve oportunidade de valorizar a estreia na baliza do escrete com três boas defesas, num jogo em ritmo fatalmente lento, com os jogadores forçados a adaptar-se às condições do terreno.

O onze do Brasil foi o seguinte: Diego Alves, Fábio (Alex Sandro, 46 m), Luisão, David Luiz e Adriano; Sandro (Lucas Leiva, 57), Elias (Thiago Silva, 85), Hernanes e Bruno César (Willian, 71); Jonas (Dudu, 75) e Hulk (Kléber, 70).

in "maisfutebol.iol.pt"

Sub-21 franceses vencem sem Mangala

Defesa do F.C. Porto tem uma lesão na coxa direita


A selecção de sub-21 francesa bateu a Roménia por uns expressivos 3-0, em jogo do Grupo 9 de apuramento para o Europeu de 2013. Eliaquim Mangala, defesa do F.C. Porto, lesionou-se na coxa direita, pelo que não foi opção.

Cabella (36m), Lacazette (71m) e Corchia (78m) marcaram os tentos da selecção francesa, que soma e segue - tem quatro vitórias em quatro jogos. 

A França irá receber a Eslóvaquia na próxima segunda, na primeira «final» do Grupo 9. Os eslovacos contabilizam três vitórias em igual número de jogos. 

in "maisfutebol.iol.pt"

GONÇALO SUIÇAS: "ESTAMOS A ATRAVESSAR UM BOM MOMENTO"

Com três vitórias em três jogos no campeonato, o FC Porto Império Bonança desloca-se agora ao rinque do Riba d’Ave (quarta jornada, sábado, 15h05). Em declarações ao www.fcporto.pt, Gonçalo Suíssas confirma que a equipa está coesa e reconhece que cabe aos Dragões "tornar o jogo mais fácil".

Adversário aguerrido
"Esperamos dificuldades, vindas de uma equipa que ascendeu de divisão e que vai com toda a certeza jogar com a motivação em alta por defrontar o FC Porto. Estamos muito fortes, demonstrámos isso mesmo nos últimos desafios, e acreditamos que dificilmente alguma equipa nos vencerá. Vamos a Riba de Ave para ganhar, mas logicamente que teremos de ser cautelosos, de forma a tornar o jogo mais fácil. Eles têm jogadores experientes, um bom guarda-redes, e a tradição de ser uma equipa aguerrida, que não desiste."

Coesão e ambição
"Os três jogos realizados até ao momento no campeonato mostram que estamos a atravessar um bom momento de forma. Não temos dado qualquer hipótese aos adversários, temos estado muito coesos e demonstrámos grande ambição para atingir os nossos objectivos. Este jogo será mais um na nossa caminhada."

Balão de oxigénio
"Esperamos um campeonato mais competitivo. Chegar aos jogos teoricamente decisivos na frente da classificação é sempre muito importante: a confiança fica em alta e temos um balão de oxigénio, uma ‘folga’ que poderá ser útil caso tenhamos um resultado negativo."

A força do colectivo
"Encontramos a nossa motivação para vencer no dia-a-dia, lutamos diariamente para ganhar sempre mais. Esta equipa é muito homogénea e tem grandes valores individuais, mas vale essencialmente pelo seu colectivo."



in "fcp.pt"

"NÃO PODEMOS ENTRAR RELAXADOS"

Após uma paragem motivada pela participação da selecção portuguesa na Bring Cup, o Andebol 1 está de regresso, com o FC Porto Vitalis a receber o Fafe (11.ª jornada, sábado, 15h00). Tiago Rocha, considerado o melhor pivô na competição disputada na Noruega, põe o foco no trabalho colectivo e defende que os Dragões não podem começar o encontro relaxados.

Intensidade alta
"Não podemos entrar relaxados com o Fafe. Temos de jogar tal como fazemos frente aos candidatos ao título. O Fafe, apesar do lugar que ocupa na tabela classificativa, vai querer mostrar serviço e tentar-nos dificultar a vida. Nós cá estaremos para os contrariar."

Mês importante
"Jogar em casa ajuda, porque os nossos adeptos são sempre um apoio fundamental. Na próxima semana teremos dois jogos complicados, por isso queremos passar esta fase com três vitórias no campeonato. Seguem-se as competições europeias e os jogos com o Estrela Vermelha. Este mês de Novembro é bastante importante."

Ajuda no banco
"É óptimo ter o Ricardo Costa no banco, a transmitir-nos conselhos e toda a sua experiência. Durante a suspensão do treinador Obradovic, tem-nos ajudado bastante."



in "fcp.pt"

O MENINO PRODÍGIO

Estreou-se nos seniores com 14 anos e foi o estrangeiro mais jovem de sempre a jogar, marcar e sagrar-se campeão no futebol argentino. Um ano depois, aos 19, participou activamente na temporada perfeita do FC Porto, culminando-a com um "hat-trick" na final da Taça de Portugal. Aos 20 anos, James Rodríguez pode ainda ter cara de miúdo, mas tem classe que se farta e uma maturidade acima da média.

Numa suite do luxuoso hotel Yeatman, com o Porto a seus pés, o colombiano reconheceu que todos os sacrifícios que fez pela carreira, nomeadamente separar-se dos pais aos 16 anos, valeram a pena.

De onde vem o nome James?
Chamo-me James porque o meu pai também se chama assim [Wilson James Rodríguez Bedoy]. É daí que vem o nome, não há qualquer outro motivo.

Mas é um nome pouco comum na Colômbia, não é?
Pois... Poucas pessoas na Colômbia o têm. Que eu saiba, só eu e o meu pai [risos]. Nos Estados Unidos e em Inglaterra é que é normal...

Começaste muito cedo a jogar futebol...
Jogo futebol desde os três anos. Sempre gostei de tocar a bola e acho que desde os quatro anos que sou bom futebolista. Sempre brinquei com a bola. Para mim, o futebol é algo de especial.

Nasceste em Cúcuta, mas mudaste-te para Ibagué aos três meses. Porquê?
O meu pai também jogava futebol e, quando nasci, ele jogava no Cúcuta Deportivo. Quando tinha três ou quatro meses ele foi para um clube em Ibagué e eu fui atrás.

O teu pai era futebolista profissional? Jogava em que posição?
Sim! Jogava no meio campo, como "oito". Chegou a ser internacional Sub20 [jogou no Mundial 1985, na USSR, sendo conhecido por Wilson Rodríguez]. Nunca o vi no campo, mas dizem-me que jogava bem e tinha muito talento.

Numa entrevista, na Colômbia, dizias que os teus pais te mostraram o "caminho do bem"...
A minha mãe, que me acompanhou mais, sempre me deu muitos conselhos para que me tornasse um homem de bem e cada dia uma melhor pessoa. Aos quatro anos, foram a minha mãe e o meu padrasto que me meteram numa escola para miúdos e foi assim que a minha carreira começou. Desde os quatro anos que sabia que tinha talento e que podia chegar longe. Por isso, sempre quis jogar. Nunca pensei fazer outra coisa: foi sempre futebol, futebol.

E os maiores críticos, também são eles?
Também, mas sempre com muita tranquilidade. Acima de tudo, destacam o que faço de bom.

O primeiro grande momento da tua carreira foi em 2004, no Pony Fútbol, um torneio para menores de 14 anos em Medellín, na Colômbia. A Academia Tolimense venceu o troféu e foste o melhor marcador (nove golos) e jogador. Na final, marcaste um golo de canto directo e foste comemorar junto à câmara da televisão. Foi a primeira que te sentiste uma estrela?
Sim, foi muito especial. Tinha 12 anos, era muito miúdo. Foi aí que o Envigado me viu e me convidou para jogar lá.

A Academia Tolimense era uma escola de futebol, o Envigado já competia e tinha uma equipa sénior...
Foi uma mudança muito importante. Saí de Ibagué e fui para Medellín. Estive lá até aos 16 anos. Fiz o primeiro jogo nos seniores aos 14 anos.

Tornaste-te o profissional mais jovem de sempre na Colômbia.
Não dei muita importância a isso. Sabia que podia dar muito mais, que era jovem e que tinha talento para aproveitar. Foi só mais um passo. Na carreira de futebolista, o mais difícil é manter o nível e não quebrar recordes. Sempre tive isso na minha cabeça.

(Este é um extracto de uma entrevista a James Rodríguez, que poderá ler na íntegra na mais recente edição da revista Dragões, já disponível nas bancas)



in "fcp.pt"

"ESTAMOS PREPARADOS"

O adversário exige concentração máxima e eleva o grau de dificuldade, especialmente depois de duas semanas de paragem, mas Greg Stempin garante capacidade de sobra para superar a Ovarense, numa missão a confirmar a partir das 18h00 de sábado, no Dragão.

Adversário bem preparado
"Esperamos um jogo difícil, frente a uma equipa que está sempre bem preparada, muito colectiva e que joga bem tacticamente. No entanto, nós estamos a treinar muito bem, estamos preparados para este jogo."

Rob vai ajudar
"É sempre difícil quando estamos duas semanas sem competir mas, por outro lado, temos um jogador novo e ganhámos tempo para ele apreender os sistemas tácticos da equipa. O Rob vai ajudar-nos. Tem a experiência de jogar em Espanha, numa boa liga. É um jogador que aprende tudo muito rápido e está a adaptar-se muito bem nestas três semanas que passou cá."

Pressão constante
"Disse ao Rob que neste clube a pressão da vitória é constante, que gostamos muito de vencer e que os adeptos acreditam muito em nós."

Candidata eterna
"É importante ter o pavilhão cheio no jogo de sábado. A Ovarense é uma eterna candidata ao titulo, tem uma equipa que pode surpreender, muito experiente e que vai mostrar o que vale."



in "fcp.pt"

Galatasaray volta à carga por Rodríguez

Os turcos do Galatasaray estão atentos à situação de Cristián Rodríguez e prometem voltar a atacá-lo em Janeiro. O interesse no uruguaio remonta ao Verão, mas reacende-se agora que o esquerdino está quase livre para poder assinar contrato com outro clube.
A notícia circulou ontem na Turquia e falava até de uma proposta recusada pelo jogador no sentido de renovar com o FC Porto, situação altamente improvável, pois há muito que se sabe que a intenção dos dragões é vender o Cebola e recuperar parte do investimento feito na sua contratação.
Com o contrato a terminar em Junho de 2012, Rodríguez pode assinar livremente por qualquer outro clube a partir de Janeiro, mas o Galatasaray tentará convencer o FC Porto a dispensá-lo já na reabertura do mercado a troco de uma verba acessível, uma vez que a saída de Arda Turan para o Atlético de Madrid ainda não foi suplantada.

James Rodríguez interessa à Juventus

O site italiano "Tutto Mercato" deu ontem à estampa ao interesse da Juventus em James Rodríguez. O gigante italiano segue o colombiano desde os tempos do Banfield e volta agora a interessar-se depois da evolução tremenda registada no FC Porto, que lhe vale até a candidatura à reputada Bola de Ouro para o melhor jovem da Europa. Segundo o mesmo site, o ataque vai ser feito já no próximo mercado de Verão e a "Velha Senhora" pode ter a concorrência de Milan e Inter, também eles atentos ao médio. Além dos três colossos, também a Udinese estaria interessada, mas neste caso não teria dinheiro para o ataque.

in "ojogo.pt"

Único campeão que resiste na frente

Vítor Pereira ganhou mais um argumento para se defender dos críticos: o FC Porto é o único campeão em título que consegue estar na liderança do campeonato, entre as principais ligas europeias. Barcelona, Manchester United, Milan, Borússia de Dortmund ou ainda Lille são os actuais campeões dos cinco campeonatos mais cotados na Europa, mas nenhuma destas equipas consegue ocupar, neste momento, a liderança da respectiva liga. Neste particular, o FC Porto apresenta-se como a grande excepção do topo europeu, ao conseguir repartir a liderança do campeonato com o Benfica, ainda que com vantagem na diferença de golos - os portistas têm mais golos marcados e menos sofridos do que o rival da Luz.
Esta curiosidade não elimina, no entanto, a validade de algumas das críticas que têm sido dirigidas à equipa de Vítor Pereira, até porque o tom mais agressivo das últimas análises surgiram, sobretudo, devido às más prestações - e resultados - na Liga dos Campeões. É precisamente na Champions que o FC Porto tem falhado neste início desta temporada, tendo-se colocado numa posição pouco confortável para garantir um dos dois primeiros lugares do grupo e consequente acesso aos oitavos-de-final da competição. Se a nível interno os portistas podem continuar a gabar-se de se conseguirem destacar dos restantes campeões, lá fora o caso muda ligeiramente de figura: o Barcelona já se encontra apurado no mesmo grupo em que o Milan está perto de seguir o mesmo caminho, tal como o Manchester United, que lidera o grupo onde se encontra o Benfica; sendo assim, sobram Lille e Dortmund, as duas equipas capazes de imitar o FC Porto nas dificuldades para garantir um lugar na fase a eliminar da Liga dos Campeões.
No essencial, sobra a liderança do FC Porto no campeonato, um feito actualmente sem paralelo nos seis campeonatos mais bem cotados no ranking europeu. Este facto serve também para reforçar a ideia de que nem sempre é fácil conviver com os sucessos mais recentes - e foram muitos na época passada -, naquele que até parece ser um dos principais problemas dos portistas neste arranque de temporada. Já agora, quem é que já não se recorda do fracasso desportivo que se seguiu à conquista da Liga dos Campeões em 2004?

in "record.pt"

Rui Quinta passa as mensagens

OBSERVAÇÕES NO BLOCO DE NOTAS



É bastante comum ver Vítor Pereira e Rui Quinta trocarem algumas ideias durante os jogos. O técnico principal debate as suas opções com o adjunto e, em última análise, a decisão é tomada pela totalidade da equipa técnica.
De resto, muitas vezes é possível observar Vítor Pereira a escrever num bloco de notas as indicações que posteriormente Rui Quinta passará aos jogadores que entram em campo.
Aliás, Vítor Pereira é aparentemente um treinador bastante diferente de Villas-Boas neste parâmetro, já que o agora técnico do Chelsea fazia questão de falar também ele com o eleito para entrar, já depois de... Vítor Pereira passar as primeiras indicações.
in "record.pt"

Intervalo não é só para descansar

MUDANÇA MADRUGADORA DEVIDO A LESÃO



Qualquer altura é boa para mexer, desde que das substituições em causa resulte o benefício da equipa. Sem surpresas, o FC Porto de Vítor Pereira apresenta uma maior mutação na fase final de cada encontro, à semelhança do que acontece com todas as equipas.
O quarto de hora compreendido entre os 60 e os 75 minutos é, sem dúvida, o de maior atividade, com 22 alterações operadas neste período. Logo atrás estão os 15 minutos finais de cada partida – até ao momento contabilizam-se 17 substituições.
in "record.pt"

Pólvora seca

ALTERAÇÕES DE VÍTOR PEREIRA A PARTIR DO BANCO ACRESCENTAM POUCO



O tipo de decisões que Vítor Pereira toma a partir do banco de suplentes é um dos parâmetros que tem estado no epicentro da discussão sobre o treinador do FC Porto.
Em 17 encontros oficiais já disputados pelos dragões, Vítor Pereira nunca deixou uma substituição em branco na ficha de jogo, mas, afinal, que resultados obteve das opções tomadas? A análise às substituições azuis e brancas desta época mostra que boa parte dos trunfos lançados a partir do banco acabam por não ter uma efetiva importância no decorrer das partidas.
in "record.pt"

Teófilo Gutiérrez volta a ser falado

Avançado colombiano será apenas uma hipótese académica para Janeiro. Mas o seu nome sugere uma incursão séria ao mercado dos 9. 

O avançado colombiano Teófilo Gutiérrez é outra vez citado na Argentina para reforçar o FC Porto no mercado de Janeiro. Já se falara nele durante o Verão, quando os dragões negociaram Falcao com o Atl. Madrid, pelo que a reentrada do jogador que representa o Racing Avellaneda nos planos do dragão já não é novidade absoluta. 

Da Argentina noticiam ainda que Teófilo Gutiérrez tem propostas de outros clubes europeus, como Nápoles, Fiorentina e Paris Saint-Germain, o que significa que tem cotação muito aceitável no mercado continental e não será valor a desprezar de todo. 

Para além disso, Gutiérrez será jogador acessível em termos financeiros e o dragão movimenta-se com particular à-vontade no mercado de onde o colombiano se tem evidenciado. Convém ainda não esquecer que os dragões têm acertado na contratação de jogadores colombianos, como são flagrantíssimos exemplos dessa política Falcao, James e Guarín. 

Se três resultaram, porque não o investimento num quarto elemento?


in "abola.pt"

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

CIRCUITO FECHADO

A Confederação do Desporto de Portugal realizou a sua gala anual esta semana no Casino Estoril. Para além de uma série de desportistas premiados pelos seus desempenhos no último ano desportivo, entenderam os responsáveis atribuírem o prémio Alto Prestígio ao Benfica e ao Sporting.

Estas distinções valem sempre o que valem, mas não deixa de ser surpreendente e estranho que os responsáveis pela Confederação tenham distinguido dois grandes clubes de Lisboa e tenham esquecido, por exemplo, os finalistas da última Liga Europa, FC Porto e Braga, os dois clubes que nos últimos anos mais têm feito pela imagem internacional de Portugal.

Pela primeira vez dois clubes portugueses disputaram uma final europeia, pela quarta vez nos últimos oito anos uma equipa portuguesa venceu um troféu internacional – e só para recordar o quão difícil é vencer competições internacionais basta recordar que os agora distinguidos venceram troféus internacionais há 47 anos (Sporting) e 49 anos (Benfica) – mas os senhores da Confederação do Desporto de Portugal decidiram homenagear esses emblemas com o prémio Alto Prestígio.

Desconhecem-se os critérios de tais escolhas, necessariamente muito criativos, mas para os mais desatentos convirá também recordar que caso queiram retirar o futebol e concentrar a argumentação nas chamadas modalidades, o FC Porto venceu todas e até tem uma equipa (hóquei em patins) que há dez anos consecutivos conquista o campeonato nacional, mas isso ainda deve estar no “quase prestígio”, longe de atingir o épico “alto prestígio”...

É este funcionamento em circuito fechado, alheado da realidade, que o FC Porto continuará sempre a denunciar e a combater. Para ao menos no Desporto o país ser realmente do Minho ao Algarve, sem esquecer as regiões autónomas.



in "fcp.pt"

Dragão virou fábrica de internacionais

Na última década, excluindo das contas a Selecção portuguesa, o FC Porto "fabricou" oito internacionais de raiz, seis deles na principal selecção do planeta: o Brasil. Aliás, com algumas condicionantes a servir de justificação, o FC Porto é o clube mais representado na última convocatória de Mano Menezes. Não é uma medalha, mas quase.
Alex Sandro e Kléber ainda só têm a convocatória para comemorar, mas é muito provável que hoje [ver também página 31] ou na próxima semana passem a fazer parte dos jogadores oficialmente estreados. Se a chamada do lateral reflecte o estatuto adquirido no Brasil, e não as exibições produzidas em Portugal, já Kléber beneficiou claramente do efeito mediático da mudança. E não foi o único.
Hulk tem sido o exemplo mais bem sucedido da montra portista no que toca a projectar internacionais para a selecção brasileira, apesar de não estar no lote dos indiscutíveis. Helton não conseguiu fixar-se nas opções e Anderson estava a despontar nas escolhas do seleccionador de então, Dunga, quando foi transferido para Manchester, onde, ironicamente, passou a ter menos atenção.
Na última década, para além das estreias absolutas, foram vários os exemplos de jogadores que recuperaram ou reforçaram o estatuto de internacionais depois de chegarem ao futebol português, e ao FC Porto em particular. Lisandro e Belluschi, na também emblemática Argentina, são os casos mais flagrantes. Um e outro tinham passagens episódicas pela selecção e repetiram mais vezes as chamadas com o rendimento no Dragão. Aliás, o salto de Lisandro para o campeonato francês significou, no que toca a internacionalizações, o ponto final.
Os critérios dos seleccionadores nas escolhas nem sempre são claros, mas, pelo que se percebe do balanço dos últimos dez anos, no quadro aqui ao lado, o FC Porto parece estar bem cotado nas atenções que dispensam ao rendimento dos jogadores. Uma montra de que todos tiram partido.


Luís Fabiano e Diego perderam fôlego

A tendência para o FC Porto produzir internacionais é notória, mas já houve casos em que a permanência no Dragão provocou o efeito inverso. Luís Fabiano e Diego, por exemplo, chegaram como membros de uma nova vaga brasileira, mas saíram sem que tenham somado qualquer convocatória no pouco tempo que jogaram no FC Porto. O caso do Fabuloso é o mais flagrante, pois foi contratado logo depois de um ano em que jogou nove vezes pelo Brasil e fez cinco golos. Nem um nem outro tiveram rendimento de montra no Dragão e ambos perderam o comboio para o Mundial'2006.
Outros, como Walter, Souza e Edgar (este actualmente no Guimarães), chegaram como efectivos das selecções canarinhas mais jovens, mas interromperam os trajectos por também não se terem afirmado no FC Porto.


Curiosidades

Bolatti teve de sair

Mario Bolatti estreou-se na Argentina com contrato com o FC Porto, mas a jogar no Huracán, por empréstimo. Só assim ganhou espaço.

Anderson a meias

O mérito clubístico é difícil de distinguir quando se fala de Anderson. O médio estreou-se pelo Brasil na Copa América 2007, na sequência de duas épocas no FC Porto, mas quando estava a caminho do Manchester United.

Sub-21 também contam

Mangala e Iturbe não são ainda internacionais A, mas mantêm a regularidade nos respectivos escalões desde que chegaram ao FC Porto. O primeiro até já é capitão dos sub-21 franceses.

Danilo é o futuro

Em breve o FC Porto poderá ter quatro brasileiros na selecção. Danilo, que chega em Janeiro, foi convocado recentemente por Mano Menezes.

Estreias marcantes

Lisandro e Jardel ficaram associados nas respectivas selecções a grandes nomes do futebol mundial. O primeiro apadrinhou a estreia de Messi pela Argentina, ao ser substituído pelo prodígio do Barcelona. Já Jardel, substituiu Ronaldo "Fenómeno" na primeira vez que vestiu a canarinha.

Kléber afinal só na segunda parte

Ao contrário das indicações de anteontem, que apontavam para uma dupla atacante 100% portista na selecção brasileira, Kléber deve afinal ser suplente de Jonas, do Valência. No último treino antes do jogo de hoje, Mano Menezes optou por excluir o estreante, que mesmo assim terá oportunidade de mostrar valor no segundo tempo. O outro portista no escrete, Alex Sandro, também começará no banco.

Cristian Rodríguez intocável no Uruguai

A sete meses de terminar contrato com o FC Porto, Cristian Rodríguez não é opção de Vítor Pereira, mas mantém o seu estatuto inabalável no Uruguai. Além de ter sido novamente convocado por Óscar Tabárez, o extremo pode até ser titular na equipa celeste, no lugar onde habitualmente joga Forlán, desta vez lesionado. O seleccionador parece estar inclinado a escolher Cebola em detrimento de Gastón Ramírez, o outro candidato. Álvaro Pereira, o outro portista desta selecção, é intocável. E voltará a alinhar como médio-esquerdo, à imagem do que tem sucedido no passado recente.

3 perguntas a Fredrick Soderstrom

(EX-JOGADOR DO FC PORTO)
O médio estreou-se pela selecção sueca quando defendia o Guimarães. Contudo, foi no FC Porto que se tornou um internacional regular e foi depois da saída que voltou a ser esquecido. Com 38 anos, é agora comentador televisivo, mas até mantém a ligação ao FC Porto: é numa casa sua que mora Belluschi.


"Fui o melhor em Guimarães, mas visibilidade só no FC Porto"

1 | Recorda-se do efeito FC Porto na sua carreira ao nível da selecção sueca?

Sim. Ainda jogava no V. Guimarães quando me chamaram pela primeira vez. Mas das 11 convocatórias que tive, a grande maioria ocorreu quando estava no FC Porto. Depois saí para o Braga e o Standard de Liège e só fui chamado mais duas vezes. Acabou por aí a minha carreira na selecção sueca.


2| O declínio teve que ver com o facto de ter deixado o FC Porto ou com questões inerentes à sua forma?

A última vez que fui à selecção estava no Standard de Liège e a jogar muito bem. Nessa ocasião pedi uma reunião com os treinadores e perguntei por que razão, apesar disso, era suplente, ao contrário de outros que não jogavam nos clubes. Penso que foi por isso que não voltei e não por estar a jogar melhor ou pior. A verdade é que em Guimarães, FC Porto, Braga ou Liège fui quase sempre titular e estive em bom nível, mas só fui frequentemente à selecção no FC Porto.


3 | A marca FC Porto é sinónimo de qualidade e garante chamadas à selecção, independentemente da forma dos jogadores, é isso?

Para ir á selecção é preciso estar em boa forma. Mas claro que é muito mais fácil chegar a uma selecção jogando num grande clube como o FC Porto. Para mim, jogar lá teve uma grande importância na afirmação pela selecção da Suécia. Jogar no FC Porto significa ser grande jogador. Além disso, todos os jogos passam na televisão e é mais fácil ter visibilidade. No V. Guimarães, por exemplo, fui o melhor médio estrangeiro em Portugal e não ia à selecção porque não viam os meus jogos. No FC Porto pude mostrar-me. Eu e os meus colegas. Naquele tempo, só os brasileiros não eram internacionais.

in "ojogo.pt"

Encostados à parede

MEIO-CAMPO TEM ANDADO EM BOLANDAS



Tornou-se conhecido pela alcunha de Polvo, tal é o número de bolas que recupera. Há quem o veja como um autêntico muro à frente da defesa, e a verdade é que nos últimos tempos o meio-campo do FC Porto tem sido encostado à parede. As críticas são muitas, escapando apenas Fernando a um turbilhão de indecisões à volta de João Moutinho, Guarín, Belluschi e Defour. A rotatividade promovida por Vítor Pereira é o melhor exemplo da instabilidade que tomou conta deste sector.
Em 17 jogos oficiais, o treinador dos dragões já utilizou oito esquemas diferentes. Longe vão os tempos em que a fórmula era Fernando, Moutinho... e mais um. Por esta altura, o brasileiro pode gabar-se de ser o único com estatuto de indiscutível no centro do terreno. Mas a história não foi assim desde o princípio. Fernando, de 24 anos, também passou pelo banco de suplentes quando atravessava um momento de instabilidade emocional.
in "record.pt"

James corre para o ouro

Colombiano na luta para «Golden Boy» do ano. Quarenta nomes a concurso, a nata da nata dos valores emergentes. Principais concorrentes são Thiago (Barcelona) e Gotze (Dortmund). 

Se os títulos conquistados por James Rodriguez ao longo da última época forem reconhecidos amplamente pelo colégio de votantes, o prodígio do FC Porto estará, seguramente, no topo do lote de candidatos a vencer o prestigiado troféu Golden Boy, prémio anual que consagra o melhor jogador jovem a actuar na Europa. 

O colombiano venceu quatro troféus pelos dragões, foi eleito o melhor jogador do Torneio de Toulon e teve presença muito aceitável no Mundial sub-20, surgindo na lista de nomeados como detentor de candidatura muito consistente. Face a este enorme brilho está já a ser reconhecido publicamente para jogador do ano, recebendo até agora 17 por cento dos votos do público, o que em termos globais lhe garante o segundo lugar na corrida logo a seguir ao russo do Schennikov, do CSKA Moscovo.

São 40 nomeados para o prestigiado prémio patrocinado pelo jornal italiano Tuttosport e do qual o jornal A BOLA faz parte integrante do júri ao lado de outras publicações de alto prestígio como Marca, Bild, France Football e The Times. O nome do vencedor será conhecido através da associação dos votos do público e do colégio de publicações de que o nosso jornal faz parte. 


in "abola.pt"

Djalma será o primeiro internacional a regressar

Dos 12 internacionais portistas chamados pelas respectivas selecções nacionais, Djalma será o primeiro a voltar à casa-mãe, prevendo-se que regresse ao Porto durante o fim-de-semana.

Face a esta pequena vantagem em relação aos outros internacionais, Djalma deverá estar entre os designados para defrontar a Académica, para a Taça de Portugal, dia 19. O angolano defronta esta tarde o Sporting em jogo de carácter particular a a realizar em Luanda.


in "abola.pt"

A arma secreta de Defour

Defour tem uma arma secreta, assim mesmo anunciou ontem a imprensa belga, a quem o médio falou sobre um aparelho dentário que usa desde que entrou ao serviço no FC Porto. 

É um aparelho semelhante ao utilizado por Cristiano Ronaldo e que ajuda ao equilíbrio físico. Uma boca sã equivale mesmo a um corpo são e Defour seguiu conselhos do departamento médico dos portistas, passando a usar esse aparelho. 

«Quando fiz os exames médicos no FC Porto, disseram-me para utilizá-lo durante um mês. Depois disso, só o costumo tirar para comer. Mudou a minha vida. Não tenho sofrido lesões e, fisicamente, sinto-me muito melhor», explicou Steven Defour, que está a representar a selecção da Bélgica. O médio também abordou o momento que atravessa no Dragão. 

«A concorrência no meio-campo é muito forte. É preciso trabalhar muito para agarrar as oportunidades, e é no melhor para a equipa que se deve colocar o esforço. Quem não entender isso, tanto pior... Eu sei o que devo pensar», disse.


in "abola.pt"

James percebeu que era talentoso aos quatro anos

Na ainda curta carreira de James Rodríguez, tudo se tem desenrolado de forma precoce. Estreou-se nos seniores com 14 anos (o mais jovem de sempre na Colômbia) e, quatro anos depois, foi o estrangeiro mais jovem de sempre a jogar, marcar e sagrar-se campeão no futebol argentino. O talento para o futebol, diz, descobriu-o aos quatro anos de idade.

«Jogo futebol desde os três anos. Sempre gostei de tocar a bola e acho que desde os quatro anos que sou bom futebolista. Sempre brinquei com a bola. Para mim, o futebol é algo de especial. Aos quatro anos, a minha mãe e o meu padrasto levaram-me a uma escola para miúdos e foi assim que a minha carreira começou. Desde os quatro anos que sabia que tinha talento e que podia chegar longe. Por isso, sempre quis jogar. Nunca pensei fazer outra coisa: foi sempre futebol, futebol», conta o jovem colombiano, em entrevista à revista Dragões.

Aos 12 anos, e depois de brilhar num torneio de futebol em Medellín, James despertou a atenção do Envigado, clube sediado naquela cidade colombiana que serviria de rampa de lançamento para os argentinos do Banfield.

«Foi uma mudança muito importante. Saí de Ibagué e fui para Medellín. Estive lá até aos 16 anos. Fiz o primeiro jogo nos seniores aos 14 anos», recorda, desvalorizando o facto de ter sido o profissional mais jovem de sempre na Colômbia.

«Não dei muita importância a isso. Sabia que podia dar muito mais, que era jovem e que tinha talento para aproveitar. Foi só mais um passo. Na carreira de futebolista, o mais difícil é manter o nível e não quebrar recordes. Sempre tive isso na minha cabeça», realça



Valderrama sobre James: «Temos jogador»

Carlos Valderrama, antigo médio e capitão da Colômbia, elogia qualidades do jovem jogador do FC Porto. El Pibe, como era conhecido, diz que James Rodriguez tem capacidade para ser o novo líder da selecção. 

«A selecção não precisa de um El Pibe. James está muito bem nessa posição. Há que dar-lhe força porque está motivado e precisa de apoio porque acredito que temos aqui um grande jogador», disse Valderrama, que hoje acompanhou os trabalhos de preparação da Colômbia para os jogos com a Venezuela e a Argentina.

O antigo internacional colombiano mostra-se satisfeito com a qualidade e desempenho dos actuais jogadores da selecção e diz que a actual geração se aproxima daquela que representava: «Futebolisticamente, é muito parecida com a nossa. Falta-lhe algum tempo de trabalho juntos, mas está no bom caminho.»

in "abola.pt"