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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Brahimi: «Não estou no FC Porto a 100 por cento, estou a 200 por cento»

Yacine Brahimi, jogador do FC Porto, em declarações à Sport TV após o empate caseiro com o Copenhaga, para a Liga dos Campeões:
Resultado de imagem para brahimi«Sabíamos que um jogo da Liga dos Campeões nunca é fácil. Começámos bem, com um golo, mas ficamos tristes com o empate, pois encaramos qualquer jogo para vencer. Temos de continuar a trabalhar, pois a equipa cresce de jogo para jogo.»
[o que pediu o técnico quando entrou?] «Pediu para ajudar a equipa, para tentar marcar o segundo golo. Não conseguimos. Vamos continuar a trabalhar para ganhar os próximo jogos.»
[sobre os aplausos dos adeptos, tanto quando saiu para o aquecimento como no momento da entrada em campo] «Tenho de agradecer aos adeptos e a toda a gente. Espero poder ajudar o FC Porto a conquistar muitas vitórias e muitos dias felizes. Para eles, para nós e para todos aqueles que estão atrás de nós. Estou contente e vou dar o máximo.»
[está no clube a 100 por cento, depois da dúvida dos últimos dias de mercado?] «Não estou no clube a 100 por cento, mas a 200 por cento. Sou jogador do FC Porto e nada mais. Estou contente e tenho de trabalhar muito pelo clube.»

in "maisfutebol.iol.pt"

FC Porto responde a Nuno Saraiva: "Entretenha-se com o exila

Dragões não gostaram das críticas do diretor de comunicação do Sporting e escrevem que o clube de Alvalade não chega aos calcanhares do FC Porto.
O FC Porto não deixou Nuno Saraiva sem resposta. O diretor de comunicação do Sporting deixou críticas aos dragões, afirmando, num texto colocado no Facebook, que os dragões estavam debilitados. Ao mesmo tempo, acusou o Benfica de ser gerido por um exilado no Dubai.
"Nuno Saraiva, diretor de comunicação do Sporting, descobriu o Facebook e agora não faz outra coisa. Ontem pôs-se em bicos de pés e pretendeu meter-se com o FC Porto. Caro Nuno, as notícias do nosso falecimento são muito exageradas, como o tempo se encarregará de confirmar, mas olhe que se o FC Porto é um clube debilitado o que será o seu? Desde a última vez que o Sporting foi campeão nacional, há mais de 15 anos, o FC Porto venceu só nove campeonatos, uma Liga dos Campeões, uma Taça Intercontinental, uma Taça UEFA, uma Liga Europa, só para falar do mais importante. Todo o palmarés dos 110 anos de vida do Sporting não chega aos calcanhares do conquistado pelo FC Porto depois da última vez que o seu clube foi campeão nacional. Aceita um conselho? Entretenha-se com o exilado", responderam os dragões na newsletter "Dragões Diário"
in "ojogo.pt"

FC Porto-Copenhaga, 1-1 (crónica)

A intensidade ficou no balneário ao intervalo e acabou por custar caro aos dragões

O FC Porto empatou em casa 1-1 com o Copenhaga na primeira jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, num jogo em que os portistas mandaram na primeira parte, mas não trouxeram a intensidade do balneário para o segundo tempo.
Depois do 4-4-2 do jogo passado, Nuno Espírito Santo voltou ao 4-3-3, deixando Depoitre no banco, para a entrada de Corona, e fez regressar Herrera, que no jogo passado tinha ficado de fora por causa do desgaste da chamada à seleção, em detrimento de André André. Já Stale Solbakken apostou no habitual 4-4-2.
Durante toda a primeira parte, o domínio do encontro coube ao FC Porto e, tirando um lance nos primeiros minutos, em que Santander obrigou Casillas a uma grande defesa, o Copenhaga não conseguiu criar perigo.
Mesmo com os dinamarqueses a baixar muito as linhas quando o FC Porto perdia a bola, os dragões ainda iam conseguindo arranjar espaços para jogar, trocar a bola, e progredir no terreno, sobretudo graças às movimentações de Oliver e Otávio. Mesmo com o centro do terreno habitado por verdadeiras torres, os dois jogadores portistas, iam conseguindo serpentear e levar a bola para a frente.
André Silva voltou a apresentar-se muito móvel. Sempre disposto a vir atrás buscar jogo para depois rematar ou servir um companheiro. E foi dos seus pés, mais propriamente do calcanhar, que surgiu o passe que Otávio aproveitou para atirar uma bomba à baliza de Robin Olsen, que só parou dentro da baliza.
O relógio marcava 13 minutos, e o FC Porto ganhava por 1-0. O jogo não podia estar a correr melhor para os portistas. O Copenhaga tentava reagir, mas não conseguia chegar com a bola em condições à área portista. Augustinsson ia subindo, combinando com Toutouh, que tentava colocar em Cornelius e Santander na área, mas a defesa portista ia dando conta do recado.
Mas já se sabe que uma vantagem de um golo é pequena e perigosa. Sem hipótese no jogo aéreo na área, dada a altura e envergadura física dos jogadores do Copenhaga, o FC Porto foi tentado chegar à área pelos flancos, mas, no lado direito, a combinação de Layun com Corona nem sempre funcionou, e pelas incursões de Oliver e Otávio. André Silva e Corona ainda tiveram grandes ocasiões, mas não conseguiram chegar ao golo.
Assim chegou o intervalo e a magra vantagem rapidamente se mostraria insuficiente. Logo aos 52 minutos, O Copenhaga fez o empate. Toutouh cruzou da esquerda e Danilo desviou de cabeça, com a bola a chegar a Cornelius ao segundo poste. Telles ainda faz um primeiro corte, in extremis, mas Cornelius, que não desistiu de lutar pelo lance, cabeceou para o fundo da baliza.
Nuno Espírito Santo mexeu na equipa. Fez sair um pouco inspirado Corona, para fazer entrar Depoitre e regressar ao bem sucedido 4-4-2 do jogo passado.
Logo de seguida, aos 66 minutos, a expulsão de Gregus deixou o Copenhaga reduzido a dez elementos. Os dinamarqueses fecharam os espaços e o FC Porto foi fazendo entrar mais dois homens criativos, um deles, o primeiro a entrar, Yacine Brahimi, que assim joga pela primeira vez no FC Porto de Nuno Espírito Santo. O Dragão deu-lhe uma enorme ovação de incentivo. O outro foi Diogo Jota, para o lugar de um desgastado Otávio.
Até ao apito final, o FC Porto teve apenas uma missão: chegar ao golo. A bola não andou longe da baliza, mas não entrou mais.
Pecou o FC Porto por um erro defensivo, mas sobretudo pela falta de intensidade durante quase toda a segunda parte (tirando os minutos finais).

in "maisfutebol.iol.pt"

FC Porto não dá a volta à tradição do Copenhaga

O FC Porto marcou primeiro mas sofreu o empate na segunda parte
FC Porto-Copenhaga, 1-1 (2.ª parte)O FC Porto, que também empatou no Dragão (1-1) com o Roma, na primeira mão do play-off, voltou a repetir o resultado na estreia na fase de grupos, não conseguindo bater o Copenhaga.
Otávio, aos 13 minutos, inaugurou o marcador, na sequência de uma bonita jogada de ataque dos portistas. O empate apareceu aos 52 minutos, com Cornelius a marcar o golo que confirmaria uma tendência de todas as presenças do Copenhaga na Champions: nunca perdeu na primeira jornada
in "ojogo.pt

Youth League FC Porto 4-1 Copenhaga

Youth League: FC Porto goleia Copenhaga com «bis» de Rui PedroO FC Porto estreou-se na Youth League com uma vitória sobre o Copenhaga por 4-1.
Rui Pedro foi a figura da partida ao bisar, marcando os dois golos que desfizeram o empate a uma bola.
Wind abriu o ativo aos 11' para os dinamarqueses, mas o capitão Moretto Cassamá empatou com um remate de pé esquerdo pouco depois.
Só na segunda parte a equipa de Folha chegou à vantagem no marcador, traduzindo assim o que se via no relvado do Olival.
Primeiro Rui Pedro aproveitou uma bola perdida na área para bater o guarda-redes com um remate forte e passados oito minutos, o mesmo Rui Pedro fez o terceiro com um belo cabeceamento. Assistência de Diogo Dalot.
No período de descontos, Rui Miguel Pires fez o 4-1 final de grande penalidade.
O treinador António Folha escalou o seguinte onze: João Costa, Diogo Dalot, Diogo Queirós, Jorge Fernandes, Oleg Reabcuik, Rui Pires, Bruno Costa, Moreto Cassamá, João Cardoso, Abou Ayoub e Rui Pedro.
A outra partida do grupo realizou-se na terça-feira com o Club Brugge a vencer o Leicester por 2-1.
As incidências da partida:
0' - INÍCIO DA PARTIDA
5' - FC Porto melhor nos primeiros minutos, com vários remates mas a grande oportunidade é dos dinamarqueses. João Costa negou o golo, defendendo um remate do camisola 16, Kristoferssen, que seguia isolado.
11' - GOLO de Wind. O dinamarquês correspondeu na perfeição a um canto do lado esquerdo e rematou para dentro da baliza com o pé direito.
17' - Amarelo para Diogo Queirós por falta à entrada da área.
19' - GOLO do FC PORTO: Moreto Cassamá faz o empate com um remate à entrada da área.
INTERVALO
Dragões entraram bem, só que contra a corrente do jogo sofreram e abalaram um bocadinho. Moreto Cassamá, o capitão, mostrou o caminho do golo e depois o FC Porto voltou a ser melhor. Está mais perto do segundo.
INÍCIO DA SEGUNDA PARTE
51' - GOLO do FC PORTO: Rui Pedro a fazer o segundo dos dragões. Aproveitou uma bola perdida na área para, de primeira, dar vantagem aos azuis e brancos.
59' - GOLO do FC PORTO: Rui Pedro corresponde na perfeição a um belo cruzamento de Diogo Dalot. 
90'+3' - GOLO do FC PORTO: Rui Miguel Pires faz de grande penalidade o 4-1. Guarda-redes ainda adivinha o lado (esquerdo), mas a bola ia bem colocada

segunda-feira, 16 de março de 2015

FC Porto-Arouca, 1-0 (crónica)

De Helton a Jonas, passando por Viterbo

O dragão tremeu mas, com dez, soube sofrer e otimizou o talento

O dragão levou um grande susto, nem deu para saborear a euforia da goleada europeia ainda tão próxima na memória dos adeptos azuis e brancos, mas acabou por conseguir cumprir o objetivo essencial: vencer os três pontos, manter distância de quatro para o Benfica. 

Mas que foi um grande abalo para o conjunto de Lopetegui, foi: Fabiano expulso ainda antes do quarto de hora, 1-0 construído a custo (mas com mérito) em inferioridade numérica, terminar o jogo com o coração nas mãos, perante as tentativas arrojadas do Arouca. 

Um aplauso para a equipa de Pedro Emanuel, que nunca se atemorizou com o adversário poderoso e bateu-se, literalmente do início ao fim, pela conquista de pelo menos um ponto, no reduto portista. 

O FC Porto teve o mérito de minimizar danos de jogar com dez tanto tempo, mas teve boa parte do seu poder de fogo diminuído por esse constrangimento. 

E depois de boa resposta à inferioridade numérica na primeira parte, chegando ao 1-0, teve fases de risco elevado no segundo tempo, fruto do recuo no terreno em momentos em que o Arouca esteve por cima. 

O início do jogo não estava no programa oficial. 
  
O Arouca entrou bem, trocava a bola, aproveitava uma certa ressaca de euforia do dragão, depois da bela noite europeia de quarta-feira, com o Basileia. 
  
O FC Porto demorava a impor-se, mas perto dos dez minutos já dava mostras de poder chegar ao golo. 
  
Mas a formação de Pedro Emanuel mantinha-se atrevida e surgiu, então, o lance inesperado que viria a baralhar o rumo desta partida. 
  
Iuri Medeiros (sim, o mesmo que marcou cedo ao Benfica, na jornada anterior) assina passe fantástico, a desmarcar André Claro. 
  
Perante o perigo iminente, Fabiano, que já tinha tido saídas arrojadas no jogo com o Basileia, decide abandonar a área e fazer-se ao lance. Derruba André Claro, leva vermelho direto. 

O FC Porto, com o jogo a 0-0 e ainda em fase muito prematura, passa a atuar em inferioridade numérica, perante o Arouca, no Dragão. Não é costume. 
  
Animado com o cenário inesperadamente favorável, o conjunto arouquense teve fase de algum domínio: mais alguns lances de entendimento, um ou outro remate de longe, mas nada de muito significativo. 
  
O dragão não precisou de muito tempo para se reorganizar: Ricardo Pereira (isso é que foi azar!) não teve tempo de aproveitar a oportunidade de ser titular a lateral-direito e foi o sacrificado, para a entrada de emergência de Helton (que não jogava para o campeonato há um ano menos um dia, desde que se lesionou com gravidade no tendão, frente ao Sporting, a 16 de março de 2014). 
  
Carismático, corajoso, Helton entrou motivado e mereceu a maior ovação da noite. Em poucos minutos justificou os aplausos, respondendo sempre bem às tentativas dos jogadores do Arouca. 
  
A defesa do FC Porto passou a ser formada por apenas três unidades: Indi à direita, Marcano no eixo, Alex Sandro à esquerda. O resto, pouco mudou: dragão a crescer, Quaresma em alta, estimulado pela titularidade que permitiu descanso suplementar a Tello. 
  
E Oliver a regressar cheio de vontade, depois de lesão e de espera no banco pelos bons desempenhos de Evandro. 
  
Mesmo com menos um, o FC Porto, a meio da primeira parte, já mandava e tinha mais posse de bola. Quaresma, aos 28, terá sofrido penálti que ficou por marcar em lance em que é atingido na cara por Diego Galo. 

O árbitro deixou seguir, Quaresma protestou muito e ainda teve que receber assistência. Mas poucos minutos, lá estava o extremo (capitão neste jogo), a voltar a assinar daqueles momentos que só ele sabe fazer: grande cruzamento para Aboubakar, a desenhar o 1-0. 

Marcar e gerir a inferioridade numérica  
  
Com o FC Porto em vantagem no marcador, parecia que o mais difícil estava feito para o plano portista: ultrapassar a adversidade da expulsão de Fabiano e conseguir chegar à vantagem. 

Mas ainda não foi fim de linha para o Arouca: a equipa de Pedro Emanuel tinha intentos de chegar pelo menos ao 1-1... e fazia por isso. 

Não foi, assim, de admirar que, para a segunda parte, Lopetegui tenha optado por uma recomposição daquele «10»: a defesa voltou a ter quatro elementos, com Herrera encostado a lateral-direito, Indi e Marcano como centrais, Alex Sandro na esquerda. Casemiro e Oliver aguentavam a zona mais recuada do meio-campo, Brahimi dava apoio quando era preciso. 

Minutos depois, pelos 57, Oliver (ainda com pouco ritmo) foi sacrificado, para entrar Ruben Neves: o meio-campo portista passava a ter um maior equilíbrio. 

Quaresma, inspirado, ia marcando um golaço, mas Goicoechea não deixou, voando para defesa que redundou em canto. 

Arouca acredita 
  
Mas o Arouca não se assustou com a reorganização e teve mesmo fase, pelo minuto 60, em que esteve bem perto do 1-1: primeiro foi Claro a assinar remate perigosíssimo, com defesa assombrosa de Helton, num dos grandes momentos da noite; depois foi um remate de Rui Sampaio, a passar muito perto do poste. 

Pragmático, o FC Porto, com dez, foi abdicando do ataque continuado e recuou no terreno, sempre que se sentiu ameaçado pelo adversário. Mais do que festejar o 2-0, havia que preservar o 1-0. 

E assim foi até ao fim: o FC Porto a dar graças pelo 1-0, que ao menos lhe mantinha a quatro pontos do Benfica, o Arouca a tentar o 1-1, ainda que sem lograr grandes oportunidades para isso. 

Ficaria mesmo 1-0: justo para o pragmatismo de um dragão com dez, mas mais talento que o adversário.

in "maisfutebol.iol.pt"

FC Porto-Arouca, 1-0 (destaques)

A liderança de Helton e a inspiração de Quaresma

O MOMENTO
 
Expulsão de Fabiano 
Iuri Medeiros assina assistência de sonho, desmarca André Claro, que corre isolado, embora ainda longe da área portista. Fabiano, a exemplo do que fez algumas vezes no jogo com o Basileia, sai da baliza e da sua área, faz-se ao lance e acaba por derrubar André Claro. Vermelho direto e FC Porto a jogar com dez, ainda antes do quarto de hora de jogo. Quem diria? 
A FIGURA
 
Helton, líder 
Um ano menos um dia depois, Helton voltava a jogar para o campeonato (desde 16 de março de 2014, dia em que se lesionou com gravidade no tendão d'Aquiles, frente ao Sporting). Não foram 12 meses de paragem, porque pelo meio Helton atuou por três vezes para a Taça da Liga (numa delas, em Braga, com fantástica exibição). O brasileiro, líder, entrou da melhor forma: confiante, a dar segurança aos colegas, no momento difícil. Assinou defesa assombrosa, a evitar 1-1, em remate de André Claro, nos primeiros minutos da segunda parte. Teve que sair uma vez da área, mas fê-lo bem. Será titular na Madeira, no reduto do Nacional, no castigo que Fabiano terá pelo vermelho. E depois disso.. quem sabe? 
  

OUTROS DESTAQUES
 
Quaresma, inspirado 
O extremo foi titular, Lopetegui decidiu dar algum descanso a Tello. Quaresma respondeu com momentos de inspiração, sobretudo no cruzamento com conta, peso e medida no lance do 1-0, para a cabeça de Aboubakar. Ia fazendo um golo do outro Mundo, já na segunda parte, mas Goicoechea não deixou. Acabou por sair, a um quarto de hora do fim, dando lugar ao extremo espanhol. Quaresma/Tello, Tello/Quaresma, uma dualidade que marca esta época de FC Porto de Lopetegui: jogadores diferentes (na idade, no estilo, no conceito), mas os dois muito bons. 
  
Iuri Medeiros, muito talento 
Já tinha feito o golo ao Benfica, na semana passada. Foi dele o primeiro remate do jogo, corria ainda o pirmeiro minuto da partida. O jovem extremo, de 20 anos, cedido pelo Sporting, voltou a mostrar muito talento. Foi dele o passe, soberbo, que desmarcou André Claro no lance da expulsão de Fabiano. Passaram por ele muitos dos lances de construção do Arouca, a partir daí. 

in "maisfutebol.iol.pt"

Danilo chamado pelo compatriota Lucas Silva


Lucas Silva, médio do Real Madrid, teceu elogios ao compatriota do FC Porto que tem sido apontado como eventual reforço dos madrilenos, considerando-o uma «boa contratação».

«O Danilo já atuou pela seleção do Brasil, é muito bom jogador. Apoia bem a lateral direita, defende e ataca, se vier será uma boa contratação», disse o internacional sub-21 brasileiro.


in "abola.pt"

Guilherme Aguiar: «Benfica teve ajuda de fatores externos»

No entender do antigo dirigente portista, o título está, ainda, por decidir, a nove jornadas do final. Guilherme Aguiar critica nível da arbitragem portuguesa.

“Quando não esteve bem, o Benfica teve a ajuda de factores exógenos que lhe permitiram obter bons resultados”. A acusação é feita, em Bola Branca, por José Guilherme Aguiar.

O antigo dirigente portista considera que os encarnados foram beneficiados pelas arbitragens, mas apesar de tudo continuar a dizer que o título está por decidir: "O Benfica está com alguma regularidade e produtividade, mas quando atravessou períodos menos bons, teve factores exógenos que lhe garantiram resultados que, só por si, não conseguiria. Faltam nove jogos e pode haver uma falha, quer do Benfica, quer do FC Porto. Nada está decidido".

Guilherme Aguiar não entende critério das nomeações
Os dragões criticaram a arbitragem de Jorge Tavares, no jogo com o Arouca (1-0), com realce para a expulsão de Fabiano, logo aos 12 minutos, e ainda para uma grande penalidade não assinalada, por falta sobre Ricardo Quaresma, também na primeira parte.

O antigo dirigente do FC Porto não compreende o critério de nomeações, utilizado por Vítor Pereira, presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol: "Não entendo a política de nomeações. Para o presidente do Conselho de Arbitragem, todos os árbitros são iguais e todos os jogos são iguais, mas é preciso diferenciar o mediatismo de cada partida".

Para Guilherme Aguiar, vem aí um "deserto" na arbitragem portuguesa ao nível da UEFA. Com a saída de Pedro Proença e Olegário Benquerença, a "qualidade baixou muito". Salvam-se Jorge Sousa e Artur Soares Dias, na opinião do antigo dirigente e actual comentador.

i9n "rr.pt"

Braçadeira para Herrera

MÉDIO ESTREOU-SE A CAPITÃO QUANDO QUARESMA SAIU

Na ausência dos lesionados Jackson Martínez, Danilo e Maicon, coube a Ricardo Quaresma envergar a braçadeira de capitão do FC Porto na noite de ontem. Foi a terceira vez que o extremo mereceu tal responsabilidade nesta época, depois de ter capitaneado a equipa na jornada inaugural do campeonato, diante do Marítimo, e num encontro da Taça da Liga, frente ao Rio Ave.

A principal surpresa residiu na estreia de Herrera nesse papel. Quando Quaresma foi substituído, durante a segunda parte, Lopetegui deu ordens para que a braçadeira fosse entregue ao mexicano. Enquanto se preparava para abandonar o relvado, Quaresma teve de se virar para o banco para perguntar a quem delegaria esse estatuto.

Mesmo já tendo Helton em campo, o treinador espanhol não teve dúvidas na resposta, optando por manter a braçadeira num jogador de campo. Ao mesmo tempo, foi também uma forma de recompensar o médio sul-americano, cuja preponderância no balneário tem vindo a crescer de jogo para jogo.

in "record.pt"

Aboubakar decisivo na primeira vez como titular no campeonato

AVANÇADO APURA A FORMA

Vincent Aboubakar continua a aproveitar da melhor maneira a ausência de Jackson Martínez. Depois de ter faturado a meio da semana, no encontro da Liga dos Campeões frente ao Basileia, o camaronês demonstrou estar a viver um bom momento de forma, ao apontar o tento que decidiu o jogo de ontem.

À 25.ª ronda do campeonato, o antigo jogador do Lorient cumpriu finalmente a sua estreia na condição de titular. E abrilhantou-a da melhor forma, marcando o seu segundo golo nesta edição do campeonato. Curiosamente, o outro também tinha tido os arouquenses como vítimas, no embate da primeira volta.

A cabeçada certeira de ontem permitiu ao avançado festejar pela sexta vez em 14 aparições com a camisola do FC Porto. Além dos dois golos que leva no campeonato, Aboubakar contabiliza três na liga milionária e ainda um na Taça da Liga. Graças à meia dúzia de tentos celebrados em 544 minutos de utilização na Invicta, o dianteiro de 23 anos continua com uma média de um golo por jogo.

in "record.pt"

Evandro destaca ótimo momento

EQUIPA PODE EVOLUIR MAIS

Depois de três jogos a titular, Evandro foi para o banco de suplentes, mas não perdeu o entusiasmo. O brasileiro, de 28 anos, está satisfeito com o momento e espera por muito mais.

"Estamos a falar de um processo evolutivo que é normal e natural quando se constrói uma equipa nova. Estamos num ótimo momento e vamos trabalhar cada vez mais. O grupo tem muita qualidade e margem para crescer", referiu ao programa oficial do jogo promovido pelos dragões.

in "record.pt"

Lado a lado três meses depois

Julen Lopetegui apresentou frente ao Arouca uma dupla que não se via desde o jogo com o Benfica.


Frente ao Arouca, Indi voltou a fazer dupla com Marcano na defesa do FC Porto, uma parceria que já não se via desde a derrota com o Benfica, por 2-0, num jogo disputado em dezembro de 2014. O holandês aproveitou o descanso de Maicon, depois de o brasileiro ter acusado fadiga muscular durante a semana.

Martins Indi, sublinhe-se, ocupou o eixo da defesa até à expulsão de Fabiano, passando a lateral-direito até ao intervalo e voltando na segunda parte a jogar no eixo.


in "ojogo.pt"

RUI ÁGUAS "Lopetegui tinha que arriscar e Aboubakar marcou logo"

Selecionador de Cabo Verde elogia, em exclusivo a O JOGO, a audácia do treinador do FC Porto e a capacidade de resposta da equipa, a começar por Aboubakar


Resistir à tentação de tirar um avançado para resguardar a defesa, logo após a expulsão do guarda-redes Fabiano ou o golo de Aboubakar, foi meio caminho andado para o FC Porto bater o Arouca. Rui Águas, selecionador de Cabo Verde, assistiu à última prova de fogo dos portistas e apreciou a coragem do técnico Julen Lopetegui. "A necessidade de vencer era muito grande. Em situações análogas, tira-se normalmente um atacante, mas isso não faria qualquer sentido para o FC Porto. Estava a jogar em casa e precisava de vencer, pelo que o treinador teve de correr esse risco", analisou.

A capacidade de resposta foi outro aspeto que o antigo internacional português e ex-jogador do FC Porto reteve da noite em que os dragões se viram obrigados a trabalhos forçados. "O FC Porto teve a virtude de forçar imediatamente e de marcar logo depois", avaliou, considerando "equilibrada" a gestão do jogo da parte dos portistas. "O timing das substituições pareceu-me bem", referiu.

Na frente, com a ajuda do talento de Quaresma, Aboubakar voltou a faturar. Algo que não espantou completamente Rui Águas. "O FC Porto perdeu uma opção de qualidade na frente (Jackson) e capacidade de retenção de bola, mas tem outra excelente nível. Já antes, nas poucas oportunidades que teve, Aboubakar havia respondido com qualidade e potência. É um ponta delança a considerar. Tem provas internacionais, representa a seleção do seu país, pelo que não é um jogador qualquer. É um marcador de golos, agressivo, forte, e com mobilidade. Quando os jogadores são bons e há disponibilidade, as coisas funcionam", considerou.

Entre a vitória sobre o Arouca e o empate com o Boavista, ainda na primeira volta, noutro jogo igualmente marcado pela expulsão de um jogador portista (Maicon), só a eficácia foi, de resto, diferente. "O Arouca não é um rival do Porto, mas o FC Porto desperdiçou muitos golos contra o Boavista. Desta vez, houve um golo", apontou Rui Águas, que não detetou sintomas de receio ou de fraqueza da parte da formação portista nos dois jogos. "Foi sempre um FC Porto superior. Os jogadores uniram-se e deram todos um pouco mais de si, pelo que o coletivo manteve-se forte", assinalou.


in "ojogo.pt"

Lopetegui iguala Vítor Pereira

Treinador espanhol igualou o registo de Vítor Pereira no comando técnico dos dragões.


Com a vitória frente ao Arouca, este domingo, o FC Porto de Julen Lopetegui aumentou para sete a série de vitórias consecutivas no campeonato e igualou, desta forma, o melhor registo conseguido por Vítor Pereira nos dois anos em que foi campeão nacional no Dragão.

O treinador português conseguiu vencer sete jogos seguidos em duas ocasiões, ambas na segunda época em que treinou o FC Porto, mas nunca foi capaz de chegar ao oitavo triunfo. O anterior melhor registo pertence a André Villas-Boas que, em 2010/11, esteve 16 jogos consecutivos a vencer para o campeonato.


in "ojogo.pt"

FORMAÇÃO: RESULTADOS DO FIM-DE-SEMANA

Para além dos Sub-15 e dos Sub-19, conheça aqui os outros resultados das equipas de formação do FC Porto
​Sábado, 14 de Março

Sub-9 A: Campeonato Distrital (Fut. 7), 2.ª Fase, Série 4, 1.ª Jornada

Rebordosa-FC Porto, 0- 11

Sub-11 B: Campeonato Distrital (Fut. 7), Série 4, 21.ª Jornada
CD Aves-FC Porto, 2-7

Sub-12: Campeonato Distrital (Fut. 7)
FC Porto-Leça FC, 8-2

Domingo, 15 de Março

Sub-14: Campeonato Nacional, 2.ª fase, Série B, 8.ª Jornada
Dragon Force-Varzim, 4-5

Sub-14: Campeonato Distrital, 1.ª Fase, Série 1, 21.ª Jornada
Custóias-Dragon Force FC, 1-2

in "fcp.pt"

DRAGÃO DE FIBRA

FC Porto resistiu a 80 minutos em inferioridade numérica e venceu Arouca (1-0) com golo de Aboubakar
​O FC Porto recebeu e venceu este domingo o Arouca (1-0), no Estádio do Dragão, em jogo a contar para a 25.ª jornada da Liga NOS. Com um golo solitário de Aboubakar (32m), os azuis e brancos somaram o sétimo triunfo consecutivo na prova e voltaram a reduzir para quatro pontos a distância relativamente ao primeiro lugar.

Com Ricardo no lugar de Danilo, Quaresma em vez de Tello e Óliver Torres de volta às escolhas iniciais, o FC Porto não teve um início de jogo nada fácil. À passagem dos 11 minutos, Fabiano viu o cartão vermelho directo por derrubar André Claro quando este seguia em posição privilegiada, mas Ricardo também estava no lance e até acabou por ficar na posse da bola, ficando a ideia de que a decisão de Jorge Tavares foi um tanto ao quanto exagerada. Indiferentes à infelicidade e já com Helton em campo, um dia antes de se cumprir um ano exacto após a última vez que actuou em jogos do campeonato, os Dragões não perderam o controlo emocional e foram pacientes na busca do golo.

Aos 23 minutos, Óliver Torres ficou perto de fazer o primeiro da noite após passe de Quaresma, que pouco depois sofreu falta passível de grande penalidade não assinalada pelo árbitro de Aveiro (26m). Resistente e persistente, o FC Porto chegou finalmente ao golo por intermédio de Aboubakar, que deu o melhor seguimento a um cruzamento milimétrico de Quaresma com um cabeceamento oportuno ao segundo poste (32m). Foi o segundo golo na mesma semana para o avançado internacional camaronês, que já tinha facturado na goleada ao Basileia (4-0), na segunda mão dos oitavos-de-final da UEFA Champions League. Perante um Arouca que, mesmo em superioridade numérica, pouco ou nada incomodou Helton, foi com naturalidade que o jogo chegou ao intervalo com os azuis e brancos em vantagem.

A etapa complementar foi parca em oportunidades de golo e mostrou um Arouca mais atrevido, mas a defensiva portista conseguiu quase sempre travar com tranquilidade as investidas do colectivo comandado por Pedro Emanuel. Com Quaresma no epicentro das jogadas de maior perigo do FC Porto (55m e 74m), os Dragões não desarmaram na procura do segundo golo, ainda que o facto de estarem a actuar com menos um jogador não tenha permitido o habitual fluxo ofensivo. Com uma exibição de fibra e muita transpiração, o FC Porto assegurou um triunfo de importância ainda maior face às contrariedades às quais teve de resistir. Sétima vitória consecutiva na Liga NOS com a baliza fechada a sete chaves e a liderança novamente à distância de quatro pontos. Missão cumprida, portanto.


in "fcp.pt"

LUÍS CASTRO: “FOI UMA BOA EXIBIÇÃO”

Técnico e Frédéric falaram de uma vitória “importante” frente ao Desportivo das Aves
​Em declarações ao Porto Canal, no final da partida frente ao Desportivo das Aves, que assinalou o regresso dos “bês” às vitórias na Segunda Liga (2-1), Luís Castro declarou que a equipa dominou “em vários períodos do tempo de jogo” e Frédéric falou de um objectivo cumprido na partida da 35.ª jornada.

Luís Castro isolou a partida deste domingo das anteriores, dizendo-se satisfeito por, “no cômputo geral”, o FC Porto B ter sido “uma equipa boa”: “Hoje era importante ganhar e nos outros jogos também é importante ganhar. Nós queremos sempre ganhar. Foi uma boa exibição frente a uma boa equipa, que queria muito pontuar e sabíamos que um dos caminhos para o golo eram as bolas paradas. Eles têm bons executantes e bons finalizadores e podia vir daí perigo, tal como veio, tanto que o golo do empate nasce daí. Dominámos o encontro em vários períodos do tempo de jogo, criámos várias oportunidades e concretizámos algumas que nos valeram a vitória”.

O aniversariante (cumpriu neste domingo 21 anos) Frédéric foi o autor do golo decisivo, “a cereja no topo do bolo”: “Mais do que o golo, o mais importante foi a vitória da equipa. Vínhamos de uma derrota e um empate, queríamos uma vitória, conseguimos e esse era o grande objectivo. Estou num grande momento graças também à equipa, que está a contribuir muito para que eu consiga marcar golos. Espero continuar e fazer mais golos e que a equipa continue a vencer”.


in #fcp.pt"

domingo, 15 de março de 2015

FC Porto-Arouca (antevisão): dragão motivado pela goleada europeia


Os 4-0 ao Basileia reforçaram a tese do melhor FC Porto da época. Arouca vai tentar uma... enorme surpresa

O MOMENTO 


FC Porto: Quase toda a gente diz que este FC Porto de Lopetegui atravessa o melhor momento da época. Os resultados, pelo menos, estão a demonstrar isso: a goleada ao Basileia, 4-0, pôs os dragões nos quartos da Champions e reforçou tese de um FC Porto muito forte. O favoritismo dos dragões, que venceram em Arouca na primeira volta por 0-5, é enorme. A defesa está desfalcada: Danilo deve ser rendido por Ricardo Pereira, Maicon é baixa e dará a titularidade a Martins Indi. 

Arouca: O conjunto de Pedro Emanuel precisa de pontos, mas não será, certamente, pelo Dragão que as contas da sobrevivência da formação arouqense devem passar. Qualquer resultado que não seja a derrota será muito bom para o Arouca, que na semana passada chegou a estar a ganhar ao Benfica, mas acabou por perder por 1-3. 

AUSÊNCIAS 

FC Porto: Danilo e Maicon (lesionados); Gonçalo Paciência (opção) 

Arouca: Hugo Basto e Nelsinho (castigados) 

DISCURSO DIRETO 

Julen Lopetegui: «O Arouca é um adversário motivado, porque tem necessidade de pontos. Na passada jornada [frente ao Benfica], até à expulsão, esteve a discutir o jogo, queria ganhar. Fez um jogo muito bom e poderia ter pontuado. É uma equipa que cresceu muito na segunda volta e que nos vai obrigar a fazer um grande jogo. É um jogo de grandíssima importância». 

Pedro Emanuel: «É difícil parar este Porto. Principalmente jogando em casa, o Porto tem sido fortíssimo, mas vamos com o mesmo entusiasmo com que vamos sempre, sabendo de antemão que o adversário é melhor, mas vamos tentar apanhar o Porto num dia menos bom e estarmos num dia excelente para podermos trazer pontos do Estádio do Dragão». 

HISTÓRICO DE CONFRONTOS 
Cem por cento de vitórias do FC Porto sobre o Arouca nos jogos para  a Liga. Em casa dos dragões, apenas um duelo. Os outros dois foram em Arouca e com triunfo portista. Na primeira volta, foi com goleada: 0-5, a 25 de outubro de 2014.  

in "maisfutebol.iol.pt"