terça-feira, 3 de abril de 2012

MARIA CAROLINA RIBEIRO CONQUISTA OURO NA GRÉCIA

Decorreu este fim-de-semana o Multinations Youth Meet em Corfu, na Grécia. Maria Carolina Ribeiro, atleta juvenil dos Dragões, integrou a estafeta dos 4x200m livres, batendo assim o recorde nacional e arrecadando a medalha de ouro.

No "ranking" geral, a jovem nadadora conquistou o 6.º lugar colectivo e o 4.º feminino. No torneio participaram rapazes (1996-97) e raparigas (1998-99) da Grécia, Bulgária, Brasil, Israel, Chipre, Finlândia, Polónia, Suíça, Turquia e Portugal.

Ao mesmo tempo, em Coimbra, teve lugar o Multinations Junior Meet, um torneio que contou com a participação das selecções de Portugal, Brasil, Bulgária, Chipre, Finlândia, Grécia, Israel, Polónia, República Checa, Suíça, Turquia e Ucrânia. Pelo FC Porto competiram Tomás Silva e Paula Oliveira.

A atleta azul e branca ajudou a equipa feminina a chegar ao segundo lugar do pódio conquistando duas medalhas de prata nos 50m e 200m bruços, uma de bronze nos 100m bruços e uma de ouro na estafeta 4x100m estilos. A nadadora estabeleceu um novo recorde no torneio.


in "fcp.pt"

"Jogo com o Braga não é bom para o regresso de Danilo"

Cândido Costa, antigo jogador do Porto, não acredita que o lateral brasileiro regresse à competição frente à equipa minhota.


Cândido Costa, que já vestiu a camisola dos campeões nacionais, considera que será complicado para Danilo regressar à competição no jogo contra o Sporting de Braga: "Não sei se este é o melhor momento para o colocar em jogo, já que vem de uma lesão e não é o melhor momento para regressar, ainda por cima num jogo desta importância".

O lateral direito, agora a representar o Arouca, reconhece, contudo, o valor do internacional brasileiro e aquilo que pode acrescentar à equipa de Vítor Pereira: "O Danilo foi uma aposta forte do Porto, tem qualidades que lhe são reconhecidas, é um bom jogador que pode acrescentar algo ao FC Porto".

O FC Porto jogo com o Braga, no estádio AXA, no sábado, 7 de Abril, às 20h30.



in "rr.pt"

FC Porto encanta Michu

O jogador do Rayo Vallecano está muito familiarizado com a realidade portista, apesar de desconhecer, por via oficial, o interesse dos dragões. Michu é uma das figuras da Liga espanhola.


Michu surge, hoje, associado ao FC Porto, depois de o ter sido ao Manchester United. Em destaque na Liga espanhola, no Rayo Vallecano, o jogador espanhol, em entrevista a Bola Branca, manifesta felicidade pelas notícias em que se vê envolvido:"Fico muito feliz por ver o meu nome associado a clubes do nível do FC Porto e do Manchester United".
 
Questionado sobre o interesse, em concreto, da equipa portuguesa, Michu esclarece que nada lha foi transmitido. "Não posso comentar o interesse do Porto, porque não sei se existe", responde, acrescentando que está "feliz no Rayo Vallecano e até ao fim da época nada deverá acontecer".

Melhor marcador do Rayo, com 13 golos, este médio ofensivo espanhol, de 26 anos, revela grande conhecimento do futebol português e, em particular, do FC Porto. "No ano passado, joguei no Celta e assisti a jogos no Dragão. É um clube de topo. É campeão e está de volta à liderança do campeonato português. É um dos melhores clubes da Europa. Sempre tive simpatia pelo FC Porto. Do que conheci, gostei muito do estádio e dos adeptos", observa.

Atento à Liga portuguesa, não esconde que gosta do campeonato e justifica, dizendo que "normalmente, há muitos golos. É uma liga de que gosto muito, onde há muitos e bons jogadores espanhóis".

Área adversária é o sítio preferido de MichuMichu pode jogar em várias posições no ataque, mas a sua preferência é actuar "atrás do ponta-de-lança, como segundo avançado. Uma das minhas melhores características é surgir na segunda linha na área, criando surpresa. Este ano tenho tido a sorte de marcar vários golos".

A época passada, na II divisão espanhola, Michu destacou-se no Celta de Vigo, com sete golos. Cartão de visita que motivou o interesse do clube do Rayo Vallecano. É a primeira experiência do jogador ao mais alto nível e não podia estar a correr melhor.  "É a minha primeira época na I Liga e está a ser genial. O objectivo da equipa é a permanência. Estamos muito perto de o conseguir. Ultimamente, as coisas estão sair-nos muito bem. Temos 27 pontos. Estamos tranquilos e se ganharmos ao Osasuna, em casa, na próxima jornada, creio que atingimos o nosso objectivo", finaliza.

Michu Pérez nasceu em Oviedo e representou o clube asturiano, durante três temporadas. Mudou-se para o Celta, onde esteve quatro épocas. O jogador, de 26 anos, tem 1,90m, e esta época marcou 13 golos, em 28 jogos.



in !rr.pt"

Inter Milão quer segurar Guarín

NERAZZURRI TEMEM CONCORRÊNCIA



O jornal italiano “Gazzetta dello Sport” revela esta terça-feira que o Inter vai avançar para a contratação de Fredy Guarín a título definitivo, médio colombiano que está em Milão por empréstimo do FC Porto.
Os nerazzurri deverão chegar a proposta ao Dragão ainda este mês, uma vez que a opção de compra sobre o passe de Guarín é de apenas 8,5 milhões de euros até maio, subindo para 13,5 milhões depois disso.
Mas, segundo o diário desportivo transalpino, existe outra razão para a “pressa” do Inter em segurar Guarín: o suposto interesse do Real Madrid no jogador. A mesma fonte avança que os merengues já terão pedido informações ao FC Porto sobre o médio.
Guarín estreou-se apenas este fim-de-semana pelo Inter e parece ter agradado os responsáveis do clube, ele que estava lesionado desde que chegou ao Giuseppe Meazza, em janeiro.
in "record.pt"

Hulk tem nova especialidade

BRASILEIRO BRILHA NAS ASSISTÊNCIAS



Nos últimos 10 jogos, Hulk marcou apenas 2 golos. O termo “apenas” poderia ser excessivo para muitos avançados, mas não para o Incrível. O brasileiro, que já habituou os seus adeptos a autêntica chuva de golos desde que chegou à Invicta no verão de 2008, vive uma seca de eficácia. Como quem se recusa a ocupar um lugar secundário na equipa azul e branca, o capitão tem aprimorado a sua capacidade para ajudar os companheiros a faturarem. Entre assistências e uma participação essencial em jogadas que resultaram em golo, a importância de Hulk tem crescido a olhos vistos.
Uma distensão muscular contraída a meio do mês de janeiro só lhe permitiu regressar à competição no dia 12 do mês seguinte. Frente à U.Leiria, na 18.ª jornada da Liga Zon Sagres, o “senhor doutor Hulk”, agora com uma nova especialidade, disse logo ao que vinha. Deu início à jogada que terminou com um golo de James, aos 73’ minutos, e que, pelo meio, ainda teve a intervenção de Lucho. Repetiu a dose no encontro seguinte, na receção ao Manchester City, a contar para os 16 avos-de-final da Liga Europa. Com o jogo empatado a zero, o Incrível fugiu pelo flanco esquerdo e assistiu Varela para um tento que dava esperanças, mais tarde desfeitas, aos azuis e brancos.
in "record.pt"

Otamendi de volta ao palco onde deu ares de goleador

Quando chegou ao FC Porto, no início da época passada, depois de ter sido titular à direita da defesa no Mundial'2010, Otamendi tinha apenas um golo marcado na sua carreira. Neste momento já tem mais oito e dois deles foram marcados ao Braga, na deslocação à Pedreira da época passada. Por isso, no sábado, Otamendi regressa a um palco onde foi muito feliz e com a confiança redobrada depois das boas exibições assinadas nas partidas com o Paços de Ferreira - foi o melhor do setor defensivo do FC Porto - e Olhanense.
"Este era um jogo-chave para nós. Não é normal um defesa marcar tantos golos, mas vieram num bom momento pessoal", afirmou o central no final desse jogo, disputado um dia depois de ter completado 23 anos. Uma prenda que, provavelmente, nem nos melhores sonhos o argentino pediria. Esses foram o quarto e quinto golo da época. Os outros foram conseguidos contra Olhanense, CSKA Sófia, Paços de Ferreira e V. Setúbal.
Porém, o mais importante golo de Otamendi, segundo as palavras do próprio, foi apontado já esta época, na receção ao Benfica (2-2). A 17 de dezembro voltaria a marcar, ao Marítimo, aquele que é o último golo pelo FC Porto. Ou seja, Otamendi está em jejum há três meses e meio, o que para um central não é, de todo, caso para alarme. Kléber, por exemplo, é ponta-de-lança e está há mais tempo sem faturar...
No sábado, tudo indica que Otamendi será titular. Aliás, atendendo às recentes apostas de Vítor Pereira, o argentino e Álvaro Pereira são os únicos que têm lugar garantido na defesa. Além de Helton, claro. Isto porque a recente condição de suplente por opção de Rolando abriu a discussão sobre qual a dupla de centrais em que o treinador vai apostar para os cinco jogos que faltam disputar no campeonato. E há outra nuance que poderá influenciar quem será o parceiro de Nico Otamendi no eixo: a escolha para o lado direito. Partindo do princípio que ainda é cedo para Danilo entrar nesta equação, Vítor Pereira tem duas hipóteses: manter Sapunaru ou readaptar Maicon. Com a primeira solução, o treinador pode garantir a estabilidade da defesa, repetindo o quarteto que defrontou o Olhanense, e repetir todas as caras deste setor é coisa que não acontece no FC Porto há 15 jogos. Com a outra possibilidade, Maicon à direita, Rolando recuperaria a titularidade. Dúvidas para Vítor Pereira desfazer ao longo da semana.

Centrais decisivos são uma tradição


Em 2009/10, na última temporada que realizou de azul e branco, Bruno Alves marcou oito golos, a dividir por todas as competições. Um registo que daria ao central o pódio entre os melhores marcadores da equipa esta época, quando há cinco jogos por disputar. Só Hulk (14) e James (13) estariam à sua frente.
O FC Porto tem fama de formar excelentes centrais e de os treinar para serem goleadores. Uma tendência que se tem acentuado nos últimos tempos. Aliás, falta apenas um tento para os quatro centrais chegarem à dezena de golos esta época. E todos já fizeram o gosto ao pé... ou à cabeça.
O recorde absoluto são 15 golos numa época, conseguidos no último ano de Jesualdo Ferreira e com o tal contributo de Bruno Alves, mas também de Rolando, que fez seis, num total de 17 de dragão ao peito, distribuídos por quatro temporadas. Pepe, Ricardo Carvalho e Jorge Costa também tinham por hábito marcar. Pedro Emanuel é, aliás, a única exceção, uma vez que marcou apenas um golo em sete épocas no FC Porto.

A marca dos centrais

2011/12 41 9 Maicon e Rolando (3)
2010/11 58 12 Otamendi (6)
2009/10 51 15 Bruno Alves (8)
2008/09 52 6 Bruno Alves (6)
2007/08 46 3 Bruno Alves (2)
2006/07 50 6 Pepe (4)
2005/06 45 4 Pepe (3)
2004/05 46 6 Jorge Costa e Ricardo Costa (2)
2003/04 55 5 Ricardo Carvalho (3)
2002/03 53 3 Jorge Costa (2)


Foi assim...


Golo à Falcao

A fechar a primeira parte, Otamendi bateu pela primeira vez Artur. Foi numa segunda vaga do ataque do FC Porto, após um canto. Varela cruzou para a área, Varela não dominou bem a bola, que sobrou para o central. Este, "à ponta-de-lança" tirou as medidas à baliza e rematou em jeito fora do alcance do guardião.

Às três tabelas

No limite do fora de jogo, Otamendi acorreu a um ressalto e bateu de novo Artur, com o pé direito. Tudo começou num livre direto apontado por Hulk, o remate do Incrível sofre dois desvios seguidos nas pernas de Lima e de Alan e a bola segue calmamente para a esquerda, onde o central finalizou.

in "ojogo.pt"

Janko despede-se do Twente

Desde a saída para o FC Porto, em janeiro, que Janko tinha prometido despedir-se dos adeptos do Twente, que o viram partir repentinamente. A oportunidade surge com a paragem do campeonato após a deslocação a Braga. Assim, Janko vai estar no Twente-NAC Breda, no dia 14, devendo dar o pontapé de saída simbólico da partida e ser homenageado.

Michu Pérez apontado

Segundo a Imprensa italiana, Michu Pérez, médio do Rayo Vallecano está referenciado pelo FC Porto, que tem a concorrência do Manchester United. Pérez tem 26 anos e é o sétimo melhor marcador da Liga Espanhola (13 golos). "Sempre apreciei o FC Porto, mas não posso falar do interesse, nem sei se é verdade", referiu à Rádio Renascença.

Vion chamado à seleção

Thibaut Vion, avançado do FC Porto, foi chamado pelo selecionador sub-19 de França, Pierre Mankowski, para o Torneio Internacional do Porto, que vai decorrer entre 9 e 14 de abril. Contratado ao Metz no início da temporada, Vion tem estado em destaque na equipa de juniores, tendo mesmo sido convocado por Vítor Pereira para o jogo com o V. Guimarães.

in "ojogo.pt"

Trunfo dos jogos grandes já está pronto para Braga

Surpresa no treino de ontem: Djalma voltou a trabalhar com os restantes companheiros, e sem limitações aparentes, pelo que estará à disposição de Vítor Pereira para a importante deslocação a Braga. O internacional angolano conseguiu recuperar ainda antes do tempo previsto de uma rotura muscular sofrida na receção à Académica (10 de março), apresentando-se agora como uma alternativa credível para os seis jogos que ainda faltam disputar até ao final da época, a começar desde já pela visita de sábado a Braga.
Djalma é mesmo uma espécie de arma secreta de Vítor Pereira para estes grandes confrontos, uma vez que dos cinco jogos que realizou a titular no campeonato, quatro foram frente aos primeiros classificados: Benfica, Braga, Marítimo e Sporting (sobra apenas o Paços de Ferreira). Mas há mais, até porque Vítor Pereira também confiou no internacional angolano para os dois jogos decisivos da fase de grupos da Liga dos Campeões (Shakhtar Donestk e Zenit), naquelas que foram as únicas presenças de Djalma na equipa titular durante a participação europeia dos portistas.
Com o regresso de Djalma, Vítor Pereira ganha mais opções ofensivas e até... defensivas, uma vez que também o pode utilizar como lateral-direito numa situação de recurso. Já foi assim frente a Feirense, Marítimo e Benfica, e sempre numa altura em que o resultado era desfavorável ao FC Porto, que só não conseguiu inverter a situação frente à equipa de Santa Maria da Feira.

Opção inicial nos jogos a doer


FC Porto-Braga

Primeira vez a titular

Não deixa de ser uma curiosidade, mas a primeira titularidade de Djalma no campeonato aconteceu precisamente frente ao Braga, tendo Vítor Pereira relegado Varela para o banco de suplentes. Hulk foi o ponta-de-lança e James jogou sobre a esquerda. Cristian Rodríguez também foi utilizado, enquanto Iturbe, o outro extremo do plantel, ficou de fora.

FC Porto-Marítimo

Acabar na defesa

A receção ao Marítimo também se fez com Djalma a titular. Apesar de ter todos os extremos disponíveis (Varela, Rodríguez e Iturbe), Vítor Pereira voltou a apostar no angolano, que terminou o jogo a defesa-direito. Ainda com o resultado empatado, Djalma recuou no terreno para ocupar o lugar de Maicon. O FC Porto acabou por vencer.

Sporting-FC Porto

Apagado em Alvalade

Numa altura da época em que Vítor Pereira apostava em Hulk para o centro do terreno, Djalma voltou a ter a oportunidade de ser titular, desta vez em Alvalade (0-0). James começou o jogo no banco de suplentes por opção, tendo a aposta de Vítor Pereira recaído no angolano e em Rodríguez. Djalma acabaria substituído pelo colombiano.

Benfica-FC Porto

Recuar para dar a volta

Com Varela lesionado e James a regressar do México no dia do próprio jogo, mas já com Janko no centro do ataque, Vítor Pereira voltou a apostar em Djalma para o clássico da Luz. O angolano começou a partida no lado esquerdo do ataque, mas terminou-a no lado direito da defesa. E foi assim que o FC Porto deu a volta ao resultado..


Danilo continua afastado


Danilo está praticamente recuperado da lesão que o afastou da competição durante o último mês e meio, mas ainda continua afastado dos treinos no relvado com os restantes companheiros. A explicação é simples: o internacional brasileiro até já poderia regressar à competição em Braga, mas a importância do jogo, que será de máxima intensidade, deverá levar Vítor Pereira a resguardá-lo para a partida que se segue, a receção ao Beira-Mar. Ontem, e segundo a informação oficial, Danilo ainda trabalhou com limitações.


Fernando parou, mas recupera para sábado


Fernando foi o grande ausente no regresso do FC Porto ao trabalho depois da vitória frente ao Olhanense, tendo-se limitado a realizar tratamento a uma contusão na perna direita, informou o clube. Apesar da paragem, o médio vai recuperar para a partida de Braga, uma vez que a lesão anunciada não é grave. Aliás, Fernando lesionou-se durante a segunda parte do jogo com o Olhanense - e até foi assistido pela equipa médica do clube - sem que Vítor Pereira tivesse optado por o substituir, apesar de ainda não ter realizado as três alterações possíveis. No entanto, Fernando acabou o jogo com visíveis limitações físicas, que agora o obrigaram a parar no primeiro treino da semana que antecede a importante deslocação a Braga. O regresso ao relvado acontecerá nos próximos dias.


3 questões: João Pinto, Ex- jogador do FC Porto

"Sapu e Maicon devem jogar"


1 Considera que o jogo entre o Braga e o FC Porto pode ser decisivo para a definição do campeão nacional?

Não sei se será decisivo, mas vai ser, certamente, muito importante para a decisão do campeonato. Se o FC Porto ganhar, ficará com o caminho aberto para conquistar mais um título, embora ainda tenha jogos muito complicados pela frente.


2 Djalma está de regresso às opções de Vítor Pereira. Acredita que pode ser uma boa solução, até como uma opção a sair do banco para o lado direito da defesa?

Sinceramente, não sei. Parece-me que o Djalma é uma boa opção para a ala-direita ou para o ataque e é como avançado que ele deve ser olhado. No entanto, e tendo em conta as experiências já feitas durante esta época, concordo com a ideia de que pode ser utilizado como defesa-direito, mas apenas em último recurso e numa situação de desvantagem no marcador.


3 Em Braga, quem deve jogar no lado direito da defesa? Mantinha a aposta em Sapunaru ou voltava à opção por Maicon?

Para mim, se pudesse jogar, escolhia o Danilo... Mas não podendo, acredito que, neste momento, a defesa mais forte do FC Porto será com Sapunaru na direita, Álvaro Pereira na esquerda, e Maicon e Otamendi no centro. Por isso, acho que devem jogar os dois, com o Sapunaru na ala. Apesar disso, devo dizer que estou a falar de fora e não sei em que condições se encontram os jogadores, nem como têm treinado.

in "ojogo.pt"

Belluschi: "Quando ganhámos na Luz pensei que estava resolvido"

Belluschi desfaz as dúvidas sobre a oportunidade da sua cedência ao Génova, a troco de 1,5 milhões de euros com cláusula de opção fixada em 3,5 milhões. Foi o argentino quem pediu para sair, não porque lhe tenha faltado motivação para continuar no FC Porto, mas porque entendia não ter a utilização desejada e as perspetivas de futuro pretendidas. Em Itália, torce pelo título dos dragões, mas não esconde que esperava que a vitória na Luz tivesse sido definitiva para as contas do campeonato. A O JOGO, falou sobre os últimos meses e explicou as oscilações da equipa.


Como segue, à distância, o campeonato português e o que pensa que vai acontecer?

Tenho vários amigos no FC Porto e estarei sempre a seguir esta grande equipa. Acho que o FC Porto pode ser campeão, mas neste momento é difícil dizer, porque os três primeiros são três grandes equipas e todos têm possibilidade de ganhar.

Não era suposto o FC Porto ter arrancado depois da vitória na Luz? Porque vacila tanto a equipa?

É verdade que quando ganhámos ao Benfica, na Luz, pensei que o campeonato estaria resolvido. Depois houve uns pequenos deslizes e o Braga soube aproveitar. Todos podem ser campeões.

Mas por quê estes deslizes? Alguma vez, esta época, a mensagem do treinador ou dos dirigentes não passou?

O treinador tentou sempre manter a equipa concentrada e motivada, mas é claro que quando os resultados não chegam, o estado do grupo não é o mesmo. Muitas vezes, dentro de campo, não conseguíamos obter o rendimento que queríamos e nesse caso o treinador teria que fazer mais força para manter a equipa motivada. Em alguns casos, ele não conseguiu fazê-lo.

Admite que os rumores de mercado tenham mexido com alguns jogadores?

Nos primeiros meses da época sim. A ideia de que muitos jogadores iriam sair talvez tenha prejudicado um pouco o grupo. Mas depois de encerrado o período de transferências, o jogador mentaliza-se de que irá continuar no clube e estivemos totalmente concentrados no nosso trabalho.

Há diferenças entre Villas-Boas e Vítor Pereira? Quais?

Claro que cada treinador tem a sua forma de trabalhar. Com Vítor Pereira a equipa jogava de maneira diferente, tinha outro estilo de jogo. Talvez com Villas-Boas fôssemos capazes de pressionar muito mais alto e dominar a posse de bola. Com este treinador tentamos fazer as mesmas coisas, simplesmente não conseguimos. A ideia sempre esteve lá.

Qual foi a importância de Villas-Boas para a sua carreira?

Tínhamos uma boa relação. Villas-Boas deu-me muita confiança, ajudou-me a acreditar mais em mim próprio, porque eu vinha de um período difícil de seis meses de adaptação e não fazia parte das contas da equipa. Ele confiou em mim e sobretudo deu-me muita liberdade para jogar, o que para o meu estilo de jogo é fundamental. O mais importante é que ele tinha uma ótima relação com o grupo e por isso também tínhamos tanta vontade de ganhar dentro de campo.

"Objetivo é continuar no Génova"


Teve propostas para sair no verão? Se sim, por que não saiu? Saiu agora por sua iniciativa ou por vontade do FC Porto?

Sim, tive algumas propostas que não foram consideradas nem pelo clube e, sinceramente, nem por mim. Achei que o melhor seria continuar no FC Porto, mas depois não encontrei a regularidade que esperava, também pela falta de oportunidades que tive para jogar. Por isso, quis sair.

Mas foi noticiado que iria renovar. O que aconteceu entretanto? Sente que lhe faltaram à palavra?

Não acho que me tenham faltado à palavra. Talvez este problema pudesse ter sido resolvido muito antes. Deixou-se passar o tempo, depois já era tarde e eu já não tinha vontade de ficar e continuar naquela situação. Queria conhecer outra equipa. Esperava que me renovassem o contrato já na passada temporada, depois o tempo começou a passar e eu tentei esquecer essa situação e concentrar-me apenas em jogar. Sempre se falou em renovar, mas nunca chegámos a um acordo, depois jogámos as várias finais e o tema ficou esquecido. Nem eu nem o FC Porto pensámos em fazê-lo rapidamente e, como disse em janeiro, achei que o melhor para mim seria sair.

O regresso de Lucho González influenciou a sua decisão?

Não, porque quando saí ainda nem sabia que ele vinha. Mas independentemente da entrada de Lucho ou de outro jogador para o plantel, a minha vontade era sair.

Acha inevitável a transferência no final da temporada?

Sim, no final desta temporada o meu objetivo é poder continuar no Génova. Estou a adaptar-me ao futebol italiano e estou a gostar muito desta experiência.

Foi sempre muito acarinhado pelos adeptos do FC Porto, mas por que não conseguiu ser mais regular?

Não penso que seja verdade. No ano de Villas-Boas joguei quase 35 jogos e só no final é que me lesionei e por isso joguei menos. Mas 35 jogos num ano são muitos e estive sempre bem fisicamente, não creio que tenha sido irregular. No início desta temporada é que não encontrei a regularidade que gostaria.


"Vi que já não confiavam em mim no FC Porto"


O argentino trocou o FC Porto, que luta por títulos europeus, por um Génova que atualmente procura evitar a descida, mas a explicação saiu rápida: "A verdade é que também estava um pouco cansado da minha situação no FC Porto. Tinha todas as condições para jogar mais, mas vi que já não confiavam em mim no FC Porto, por isso tratei de dar outro rumo à minha carreira e abrir novas portas. Mas não deixa de ser um clube enorme, provavelmente um dos que podem oferecer mais condições aos jogadores, luta por vários títulos e todos os anos participa nas competições europeias. O Génova não, mas o importante para um jogador é jogar, só assim se sente motivado e realizado". Agora o objetivo é ficar em Itália: "Acredito que possa crescer aqui. Desde pequeno que sonhava jogar no futebol italiano e sinto-me bem, muito tranquilo". Se correr bem, até as portas da seleção podem abrir-se: "O futebol italiano é mais visto na Argentina e muito mais considerado pelos treinadores. É uma boa oportunidade para me mostrar".


"Villas-Boas seria bem-vindo ao futebol italiano"


Belluschi não voltou a falar com André Villas-Boas desde que o treinador saiu do FC Porto para o Chelsea. "Não voltámos a falar", garantiu, continuando a par do seu percurso. "É muito difícil um treinador jovem como ele chegar com ideias tão concretas e definidas a uma das maiores equipas da Europa. O Chelsea é um grupo que está estruturado há vários anos e ele também não teve a sorte de ter o tempo suficiente para demonstrar o seu trabalho", comentou. Tudo bem diferente do que aconteceu no FC Porto: "Os jogadores estiveram sempre muito contentes com o trabalho dele, éramos todos amigos, mas acredito que tenha sido difícil para ele, sendo mais jovem do que outros jogadores importantes do plantel do Chelsea". Mas uma coisa é certa para Belluschi: "Villas-Boas tem capacidade para dirigir um grupo e certamente irá encontrar outro clube rapidamente". Em Itália? "Penso que seria uma boa oportunidade para ele e para o futebol italiano. Pode trazer ótimos resultados ao futebol italiano".


"James é um predestinado"


James Rodríguez tem sido o homem decisivo do FC Porto em vários jogos esta temporada. Até onde pode ir?

James está certamente destinado a um dos melhores clubes da Europa. No máximo em dois anos estará no topo e vamos vê-lo num dos melhores europeus, porque ele é jovem, tem muita qualidade e gosta muito de desafios. É um jogador fabuloso, um predestinado.

in "ojogo.pt"

segunda-feira, 2 de abril de 2012

João Gobern festeja 2º golo do Benfica contra o Braga, em directo, no programa Zona Mista (Edição Especial)

Ja todos conheciamos o benfiquismo fundamentalista desta personagem, por isso as imagens não são nada de novo ... pura e simplesmente a constatação de um facto.

È com os dinheiros publicos que esta gente é paga ... mais uma vergonha do pais em que vivemos.


Michu Pérez apontado ao dragão

Miguel ‘Michu’ Pérez Cuesta, médio direito do Rayo Vallecano, está a ser seguido com atenção pelo FC Porto, segundo noticia o site italiano ‘calciomercato’.

O jogador espanhol, de 26 anos, leva 13 golos marcados na presente edição do campeonato do país vizinho, aos quais junta mais dois na Taça do Rei.

Michu ingressou esta época no Rayo Vallecano proveniente do Celta de Vigo, tendo assinado até 2013.

Formado na Real Oviedo, o médio estará também na agenda de potenciais reforços do Manchester United.


in "ojogo.pt"

Itália: Belluschi expulso, Inter vence Génova por 5-4!

«Samurai» cometeu penalty sobre Guarín!


Jogo louco em Milão. Duas expulsões, quatro penalties e nove golos na vitória do Inter sobre o Génova (5-4), naquela que foi a estreia de Andrea Stramaccioni como técnico «nerazzurro». Um dos cartões vermelhos foi para Fernando Belluschi, por falta na área sobre Freddy Guarín, seu antigo colega no F.C. Porto.

Ao intervalo o Inter vencia por 3-0, graças a dois golos de Milito (13 e 27m) e um de Walter Samuel (38m). Miguel Veloso saiu ao intervalo, na equipa do Génova, que reagiu muito bem no início da etapa complementar. Moretti (47m) e Palacio (penalty, aos 59m) recolocaram a equipa visitante na discussão do triunfo. 

Zarate voltou a dar dois golos de vantagem ao Inter, ao minuto 74, mas o jogo teria ainda mais três penalties. Dois deles convertidos por Alberto Gilardino (80 e 90m), sendo que o primeiro dos quais motivou a expulsão de Júlio César. Pelo meio Diego Milito chegou ao «hat trick» (85m), ao marcar também da marca de onze metros, após falta de Belluschi sobre Guarín, que saiu do banco (60m). O médio argentino foi expulso, e o tento do compatriota acabou por valer a vitória ao Inter.

in "maisfutebol.iol.pt"

Fernando falha treino

VÍTOR PEREIRA JÁ CONTA COM DJALMA



O grande destaque do treino desta segunda-feira do FC Porto foi a ausência de Fernando. O médio brasileiro não pisou o relvado nos 15 minutos abertos à comunicação social, aparentemente devido a problemas físicos, depois de ter terminado o jogo de sábado frente ao Olhanense diminuído fisicamente.
No entanto, só à tarde, quando os dragões disponibilizarem o boletim clínico, será possível conhecer as razões da ausência de Fernando.
Quem também não participou nos trabalhos foi Danilo, que continua a realizar treino condicionado devido a lesão.
Ainda assim, Vítor Pereira contou na sessão desta manhã com o regresso de Djalma, que já treinou sem limitações.

in "record.pt"

Liderança sem traumas

PRESSÃO DA DIANTEIRA EXIGE RESPOSTA



O FC Porto valoriza muito o facto de estar de novo sozinho no topo da tabela classificativa e, mais do que isso, aprecia a sensação de independência que daí resulta, aquela que lhe permite sonhar com o título de campeão nacional sem depender dos resultados de terceiros. Isto mesmo foi assumido por Vítor Pereira e por James Rodríguez, depois do encontro de anteontem. À terceira até pode ser de vez, mas a verdade é que os dragões não se têm dado bem com a situação de líderes isolados, como se pode perceber pelos dois anteriores – e bastante curtos – períodos em que olharam todos os adversários de cima para baixo.
Os azuis e brancos estiveram sempre na liderança da atual edição da Liga Zon Sagres até à 14.ª jornada, mas só a exerceram a solo em duas delas. No final da terceira ronda, e depois da Académica ter perdido os seus primeiros pontos, a equipa de Vítor Pereira tomou a dianteira da tabela à entrada para a 4.ª jornada. O V. Setúbal foi derrotado no Dragão, mas a deslocação à Aveiro para enfrentar o Feirense, na 5.ª ronda, resultou num primeiro amargo de boca que, de imediato, permitiu ao Benfica agarrar uma das rédeas do campeonato português, lado a lado com os homens da Invicta.
in "record.pt"

James chama a claque mas é ele quem festeja

Fã das redes sociais, Pilar Rubio partilhou um desabafo via Twitter durante o jogo com o Olhanense: "Por que será que todos os guarda-redes que jogam contra o FC Porto são as figuras?" A pergunta chegou antes do golo de James, que assegurou o triunfo dos dragões, o regresso da equipa à liderança e o reencontro do colombiano com as redes. James não marcava desde o clássico da Luz, para o campeonato, e é justo acrescentar-se que o seu nível exibicional estava em quebra desde então.
Para voltar a festejar, o esquerdino chamou a claque e já há cerca de dez dias que a mãe e a irmã, Juana, estão no Porto, onde devem ficar até muito perto do final do campeonato. A corrente de apoio empurra o jovem de 20 anos para um final de época que o pode consagrar como figura maior do campeonato em caso de triunfo do FC Porto.
É que os 12 golos de James na prova superam já os registos do clube em quatro das últimas sete temporadas, ficando apenas atrás das marcas de Lisandro (24 golos em 2007/08), Falcao (25 em 2009/10) e Hulk (23 em 2010/11).
O tento ao Olhanense esvaziou a pressão que até James vinha acusando. Ontem, a família descomprimiu num passeio entre Monção e Vigo e é precisamente a Norte que os dragões esperam que o colombiano seja capaz de fazer a diferença no fim-de-semana. O título passa por Braga já no sábado e James terá uma palavra a dizer.

Golo é sinónimo de vitória


Há um denominador comum aos jogos em que James faturou na Liga: o FC Porto ganhou sempre. Já assim havia sido nos dois encontros em que marcou na época passada e a regra tem-se mantido na maior prova interna. O caso só muda de figura na Europa, onde o tento do colombiano em São Petersburgo, a abrir o marcador, foi insuficiente para evitar a derrota final por 3-1.

in "ojogo.pt"

De indiscutível a suplente num abrir e fechar de olhos

Rolando sentou-se no banco de suplentes contra o Olhanense e lá se manteve os noventa minutos a ver jogar Maicon e Otamendi no eixo da defesa. Em condições normais, o internacional português é um dos poucos indiscutíveis na zona central do quarteto defensivo do FC Porto, como o comprova o facto de ter sido titular em 34 dos 41 jogos dos azuis e brancos esta temporada. Mas esta não está a ser visivelmente uma época "normal" para Rolando.
A condição de suplente contra os algarvios é só a ponta de um icebergue alicerçado em alguns erros cometidos recentemente - que terão contribuído para que a equipa perdesse pontos - e uma ou outra atitude que se desconhecia no central, que até passou a ser capitão da equipa esta temporada. O desagrado manifestado quando recebeu ordem para sair contra a Académica foi o caso mais evidente, que acabou resolvido entre quatro paredes com Vítor Pereira, que poucos dias depois desvalorizou a situação, justificando ter ficado tudo esclarecido durante uma conversa com o capitão.
Coincidência, ou não, a condição de suplente de Rolando surge após o empate do FC Porto em Paços de Ferreira, jogo no qual reparte culpas com outros parceiros, num lance em que Melgarejo aproveita a passividade defensiva para cabecear e obrigar à repartição de pontos.
Outro sinal que acentua uma época anormal de Rolando é a disciplina, até então um dos grandes trunfos do central. Do seu cadastro passaram a fazer parte cartões vermelhos, algo que já se verificou três vezes esta época - frente a Barcelona, Rio Ave e Manchester City - e que nunca tinha acontecido ao defesa desde que se tornou profissional.

Uma época aos soluços


Barcelona (n) Expulso na Supertaça Europeia por derrubar Messi quando este fugia disparado. Primeiro vermelho em mais de 130 jogos ao serviço do FC Porto.

Rio Ave (c) Travou João Tomás em falta aos 90+4' e com 2-0 no marcador. Viu vermelho direto.

Gil Vicente (f) Batido no ar no primeiro golo do Gil Vicente e destroçado pelo chão no terceiro na derrota por 3-1. Viu ainda o quinto amarelo na prova, ficando suspenso na jornada seguinte.

Manchester City (f) Expulso por acumulação de amarelos por protestar fora de jogo de Dzeko no lance do segundo golo inglês. O FC Porto acabou por perder 4-0.

Académica (c) Deixou Edinho ganhar-lhe as costas no golo da Académica. Saiu aos 61' e não conteve o seu desagrado com a substituição. O encontro acabou empatado (1-1).

Paços de Ferreira (f) Reparte culpas com a defesa no golo de Melgarejo. Mais um empate (1-1).


Aberta discussão no eixo


Depois de Rolando se ter sentado no banco contra o Olhanense e de Vítor Pereira ter optado por colocar Maicon e Otamendi lado a lado, levanta-se agora a discussão em torno da dupla de centrais a alinhar na deslocação do FC Porto a Braga. Até sábado, esta combinação defensiva só se tinha visto uma vez esta temporada, forçada pela suspensão de Rolando na primeira jornada da Liga dos Campeões, contra o Shakhtar Donetsk, na sequência da expulsão por acumulação de cartões amarelos do internacional português, no Mónaco, na Supertaça Europeia frente ao Barcelona.
A boa forma de Maicon deixava antever a reedição pela sétima vez esta época de uma dupla com Rolando, apesar de Otamendi ter estado em bom nível em Paços de Ferreira, mas Vítor Pereira optou mesmo pelos jogadores que melhores garantias defensivas lhe davam no momento e "sacrificou" Rolando. Consequência direta desta opção técnica serão as dúvidas que vão passar a levantar-se em relação à dupla de centrais do FC Porto em Braga.

Duplas de Vítor Pereira

Rolando/Otamendi 22
Rolando/Mangala 6
Rolando/Maicon 6
Maicon/Mangala 3
Maicon/Otamendi 2
Otamendi/Mangala 2


3 questões: Rui Ferreira, Treinador do Nogueirense e ex-companheiro de Rolando no Belenenses

"Não tem estado ao melhor nível"


1 O que pode ter causado esta ida para o banco de suplentes de Rolando?

Aquele desabafo na substituição com a Académica pode ter funcionado a favor dele. Rolando será hoje um jogador diferente e deve ter percebido a importância que tem no FC Porto, mesmo numa época em que não tem estado reconhecidamente ao seu melhor nível. Mas serviu para amadurecer de certeza e perceber que mantém as suas qualidades intactas.


2 Acha que esta é a melhor forma de o recuperar para os jogos que restam?

Nesta altura, sem margem de manobra para tentar chegar ao título, não acredito que o Vítor Pereira faça qualquer tipo de gestão. Simplesmente, o plantel do FC Porto é vasto em opções de qualidade para o eixo da defesa e o técnico está numa fase em que tem de apostar nos jogadores que lhe dão mais garantias. A prioridade agora é ganhar.


3 Mas como é que o Rolando pode interpretar esta situação?

Um jogador quando deixa de ser titular pode começar a ter dúvidas, ainda para mais com o Europeu à porta, mas não é por causa disso que ele vai deixar de ser selecionável.
Não podemos esquecer o que ele fez para trás. Agora, é natural que ele possa estar a sentir o peso da herança deixada por Bruno Alves e o facto de se ter tornado capitão, mas vai dar a volta por cima.

in "ojogo.pt"

"Fizemos um bom jogo e merecemos a liderança"

A conjugação da vitória do FC Porto contra o Olhanense com a derrota do Braga na Luz devolveu os azuis e brancos ao topo da tabela e Defour não disfarçou a alegria através do Facebook. "É muito bom estarmos de regresso à liderança", apontou. O médio belga entrou muito bem no decorrer do jogo, envolvendo-se, poucos minutos depois, na jogada que permitiu a James fazer o segundo golo contra os algarvios e assegurar três pontos importantes. "Fizemos uma boa exibição no sábado, dominámos constantemente o jogo e merecemos a vitória", resumiu Defour. O próximo desafio do FC Porto passa pela deslocação a Braga, jogo que os azuis e brancos enfrentam agora com uma vantagem de dois pontos sobre os minhotos.


in "ojogo.pt"

Regresso às origens já dá lucro

Mais de três anos depois, Lucho voltou a marcar no campeonato português, depois de ter experimentado a sensação pela última vez num jogo frente à Naval, realizado a 15 de março de 2009, que os portistas venceram (2-0) no Dragão. Apesar do muito festejado regresso aos golos, o dado mais significativo da noite de sábado acabou por ser outro: o recuo do argentino no campo, que se colocou, desta vez, ao lado de João Moutinho. A mudança acabou por ser revelar positiva e Jesualdo Ferreira, que trabalhou três épocas com o argentino no FC Porto, avaliza a alteração estratégica operada por Vítor Pereira. "O jogo com o Olhanense pode ser um bom exemplo. Pode parecer curioso, mas Lucho faz mais golos se jogar mais longe da baliza. Disse-o quando ele estava no Marselha: não me parece que tenha competências para ser pivô ofensivo, convém-lhe jogar de frente para o jogo, porque assim avalia muito bem os espaços por onde pode entrar", explicou, a O JOGO o atual treinador do Panathinaikos.
No entanto, Jesualdo Ferreira até encontra uma explicação para a opção inicial de Vítor Pereira em colocar o argentino mais perto do ponta de lança, desvalorizando, porém, a mais recente discussão à volta da condição física do médio. "Não sei como está fisicamente, nem quero falar à distância ou questionar as opções do Vítor. Lembrem-se apenas que o triângulo do Marselha era com um duplo pivô defensivo e o Vítor pode ter pretendido aproveitar aquilo a que o Lucho já estava habituado. Se o fez, acho que fez muito bem", afirmou, vincando sempre que só o treinador tem dados que lhe permitem perceber o que mais convém à equipa.
Durante a conversa, Jesualdo Ferreira recordou ainda uma história curiosa. "Uma vez, o Lucho foi à seleção e jogou a 10. Quando voltou, falámos sobre isso e disse-lhe que não era uma posição que o favorecesse. Ele concordou comigo." No que sobrou de tempo, o professor não teve dúvidas em afirmar que a "experiência, sensatez, equilíbrio e conhecimento do clube e do campeonato" que Lucho tem vão ser "fundamentais para o final do campeonato e para a luta pelo título".

Mais golos em menos jogos e a três dos 50


Três golos em 10 jogos é o registo apresentado por Lucho neste regresso ao Dragão. Apesar de não ter marcado de penálti - Hulk continua a ser o marcador de serviço -, ele que até é um especialista, o argentino já se transformou no médio mais concretizador do FC Porto, embora ainda em igualdade com Moutinho. No entanto, o internacional português tem quase o quádruplo dos jogos realizados (39, para ser preciso), o que torna o feito de Lucho ainda mais relevante. Nesta lista de médios goleadores, segue-se Defour (2), para além de Fernando (1) e dos agora "italianos" Guarín (1) e Belluschi (1). Feitas as contas, Lucho já realizou 161 jogos com a camisola do FC Porto (119 para o campeonato), tendo apontado 47 golos (32 para o campeonato), o que oferece uma média de um golo a cada três jogos e meio realizados. Nada mau.


in "ojogo.pt"

domingo, 1 de abril de 2012

DRAGÕES PERDEM FINAL DA TAÇA

O FC Porto Vitalis perdeu este domingo a hipótese de conquistar a sua oitava Taça de Portugal, ao perder na final, frente ao Sporting, por um golo de diferença (26-25). O jogo, disputado em Tavira, foi extremamente equilibrado e os azuis e brancos estiveram na luta até à última posse de bola, com um remate de Pedro Spínola a ser defendido por Hugo Figueira.

O equilíbrio foi a nota dominante da primeira parte, se bem que os Dragões tenham estado a vencer por três tentos (8-5). O resultado ao intervalo (13-13) pressagiava um encontro disputado até ao fim e em que os detalhes se revelariam fundamentais. O Sporting teve do seu lado o factor sorte, ao apontar três ou quatro golos na sequência de ressaltos, após defesas de Hugo Laurentino.

Os lisboetas abusaram ainda da agressividade, de que é exemplo o lance da desqualificação de João Pinto e as sete exclusões averbadas (contra três do FC Porto). Ainda assim, é justo dizer que o adversário preparou bem o jogo, usou as suas armas e aproveitou uma menor rendimento das principais unidades portistas no ataque. Wilson Davyes foi o mais inspirado nesse capítulo, com cinco golos de primeira linha, todos na segunda parte.

O FC Porto comandou quase sempre o marcador entre os 30 e os 45 minutos, mas o Sporting passou para a frente aos 47 (22-21) e a partir daí o máximo que o FC Porto conseguiu foi empatar. A última dessas situações ocorreu a dois minutos do apito final (25-25), graças a um golo de Wilson Davyes. No ataque seguinte, Pedro Solha pôs o Sporting em vantagem, quando os azuis e brancos estavam reduzidos a seis elementos, por exclusão de Daymaro Salina.

No último ataque – com Gilberto Duarte no lugar de guarda-redes avançado, para que o FC Porto pudesse atacar com seis jogadores –, o remate de Pedro Spínola foi detido pelo guardião Hugo Figueira, que terá feito uma das melhores exibições da sua carreira. O FC Porto volta a não vencer a Taça, uma competição em que tem sido manifestamente infeliz nos momentos decisivos.

FICHA DE JOGO

Sporting-FC Porto Vitalis, 26-25
Taça de Portugal, final
1 de Abril de 2012
Pavilhão Municipal de Tavira

Árbitros: Mário Coutinho e Ramiro Silva (Aveiro)

SPORTING: Hugo Figueira e Ricardo Correia (g.r.); Bruno Moreira (3), Pedro Solha (7), Ricardo Dias (1), João Pinto (3), Daniel Muresan (5), Fábio Magalhães, Rui Silva (6), Frankis Carol (1) e Pedro Portela
Treinador: Branislav Pokrajac

FC PORTO VITALIS: Hugo Laurentino e Alfredo Quintana (g.r.); Gilberto Duarte (3), Pedro Spínola (5), Tiago Rocha (2), Ricardo Moreira (5), Elias Nogueira (2), Wilson Davyes (5), Daymaro Salina (1), Ricardo Costa, Filipe Mota (1), Dario Andrade (1) e Nenad Malencic
Treinador: Ljubomir Obradovic

Ao intervalo: 13-13
Disciplina: cartão vermelho para João Pinto (49m)



in "fcp.pt"

Despertador voltou a tocar mais cedo

HÁ 3 JORNADAS QUE O DRAGÃO NÃO FESTEJAVA NA 1.ª PARTE



Os adeptos do FC Porto que ontem se deslocaram ao Estádio do Dragão puderam voltar a conversar sobre um golo da sua equipa durante o intervalo. Tudo graças ao remate de recarga de Lucho, aos 24 minutos, que só parou nas redes da baliza de Fabiano.
O último golo apontado pelos azuis e brancos, em casa, nos 45 minutos iniciais, remontava a 22 de janeiro, frente ao V. Guimarães (16.ª jornada), quando Rolando abriu o marcador logo aos 18 minutos. Daí para cá, não mais os campeões nacionais tinham faturado na etapa inicial.
in "record.pt"

Palito jogou à defesa

ALVARO PEREIRA EVITOU O CARTÃO AMARELO



Alvaro Pereira era o único jogador do FC Porto que estava em risco de exclusão para a deslocação a Braga e acabou por alcançar os seus intentos, já que conseguiu evitar o cartão amarelo no jogo de ontem. A atuação do internacional uruguaio foi de tal forma exemplar que não o obrigou a cometer qualquer falta durante os 79 minutos que esteve em campo. Mesmo assim, a sua entrega permitiu-lhe fazer 14 recuperações de bola.
Com a equipa a vencer por 2-0, Vítor Pereira preferiu não correr riscos e trocou Palito por Alex Sandro à entrada para a parte final do encontro. Dessa forma, o lateral-esquerdo, de 26 anos, ficou com a sua posição salvaguardada para esse duelo que se espera muito disputado.
in "record.pt"

FC Porto - Olhanense (Declarações)

Vítor Pereira

"O futuro está nas nossas mãos"

Desta vez, correu tudo como Vítor Pereira previra: o FC Porto dominou e marcou ao Olhanense, colocando-se a salvo de surpresas como a que custou dois pontos, na jornada anterior, em Paços de Ferreira (1-1). A diferença entre a vontade e a eficácia foi assumida por Fabiano, mas, nem o desempenho do guarda-redes do clube algarvio afastou os portistas da "obrigação" de voltar ao primeiro lugar, primeiro à condição, antes de jogarem Benfica e Braga, e depois confirmado pelo resultado da Luz. "Queria ganhar este jogo, porque é isso que conseguimos controlar. Ser primeiro no fim é que nos dá o título", notou, feliz pelo desempenho da equipa. "Fizemos um jogo seguro, consistente. Eis alguns dados: 63 por cento de posse de bola, o que quer dizer que, tivemos a iniciativa, controlo com bola; 25 remates à baliza, com nove situações de golo, fizemos dois, o guarda-redes fez uma belíssima exibição, e não nos deixou fazer mais alguns; não me recordo que tenhamos consentido qualquer situação de golo ao adversário e é destes jogos que eu gosto", confessou, recuando à Mata Real para sublinhar que, também naquela ocasião, a equipa fez quase tudo o que pretendia: "Em Paços de Ferreira, o que faltou foi o golo, porque controlámos como eu gosto. Não fomos eficazes e fomos penalizados na única situação de golo, perdemos dois pontos que nos deixaram tristes, mas, sabendo que o futuro está nas nossas mãos, que temos o controlo sobre isso. E isso é que é importante".

James

"Rivais? Temos é de vencer os jogos"


No dia em que voltou a marcar e a reforçar o estatuto de melhor marcador do FC Porto no campeonato, com 12 golos, James reconheceu que a entrada forte no jogo de ontem, capaz de contrariar aquilo que tem sido habitual, foi "fundamental" para a conquista da vitória frente ao Olhanense. "O importante era ganhar e claro que foi importante começar bem. Entrámos com muita confiança e, agora, temos de seguir por este caminho, que é muito bom", começou por explicar o extremo colombiano.
Ainda antes de conhecer o desfecho do jogo entre o Benfica e o Braga, James desvalorizou os resultados dos principais adversários na luta pelo título,considerando apenas importante vencer os cinco jogos que ainda faltam disputar na competição, até porque isso seria suficiente para os portistas revalidarem o título de campeão nacional. "Temos é de olhar para nós, para o FC Porto. Pensamos apenas na nossa equipa. Independentemente do que acontecer com os outros rivais, temos é de ganhar sempre", afirmou.
Refira-se ainda que o FC Porto voltou a não permitir que falassem mais jogadores no final da partida.

in "ojogo.pt"

O FC Porto um a um

A ESTRELA


João Moutinho 7
Quanto mais tempo joga, melhor o faz


Vítor Pereira ofereceu-lhe mais liberdade de ação, colocando-o na linha de Lucho, e Moutinho agradeceu ao treinador com uma enorme exibição, conseguida com muita fibra e brilhantismo técnico. O "pequeno" Moutinho assumindo-se como um enorme maestro da equipa, com passes fantásticos, como um em que Lucho cabeceou ao lado, ou aquele em que deixou Hulk na cara de Fabiano, logo aos 19'. Aliás, o Incrível foi o grande beneficiário da excelente leitura de jogo do companheiros que, com um remate do meio da rua, ainda obrigou Fabiano a uma grande defesa. De facto, só lhe faltou mesmo marcar. E merecia. É o jogador mais utilizado da equipa e percebe-se porquê: parece que quanto mais joga, melhor o faz.


Helton 5
Interrompeu a condição de mero espectador para mergulhar e segurar um cruzamento venenoso de Salvador Agra, aos 18'. Foi a única intervenção digna desse nome na primeira parte. E na segunda só teve que segurar um remate de longe de Ismaily. Noite tranquila, portanto.

Sapunaru 6
Manteve a titularidade e sentiu dificuldades para controlar os movimentos de Wilson Eduardo, sobre quem cometeu uma falta dura que lhe valeu o amarelo. Melhorou, e muito, no segundo tempo, sobretudo no plano ofensivo. Por duas vezes esteve perto do golo.

Maicon 6
De volta ao eixo da defesa para anular as tímidas investidas de Meza. Deu nas vistas pelos bons passes em profundidade, pelo cabeceamento (23') que só não deu golo porque Fabiano é grande guarda-redes, e por dois excelentes cortes em que evitou remates de Wilson Eduardo e Dady.

Otamendi 6
Também esteve perto de marcar num canto, mas o guarda-redes não deixou. Muito bem nas dobras e nas antecipações.

Álvaro Pereira 6
Andou quase sempre em terrenos avançados, não se "assustando" com os embaraços que a velocidade de Salvador Agra poderia causar. Os cruzamentos é que não tiveram consequência.

Fernando 6
Estranha entrada em jogo, algo permissivo. Acertou a partir da meia hora, passando a roubar bolas com a regularidade que lhe é conhecida.

Lucho 7
Recuou posicionalmente uns metros no terreno e… chegou-se à frente para abrir o marcador, num bom remate. Já antes tinha tentado marcar, de cabeça, e ainda fez uma assistência milimétrica para Hulk, a abrir a segunda parte. Boa exibição que mereceu aplausos quando saiu.

Hulk 7
Tão cedo não deve querer ouvir falar de Fabiano, que lhe negou quase duas mãos cheias de golos feitos. Isto, depois de lhe ter defendido uma grande penalidade em Olhão. Travou e perdeu o primeiro de sete, sim sete!, duelos com o compatriota logo aos 22 segundos. Não marcou, mas esteve nos dois golos: no primeiro faz o cruzamento que a defesa cortou para os pés de Lucho e, no segundo, assistiu de forma brilhante James.

James 7
Quase sempre longe das alas foi, a par de Hulk, dos que mais remataram. E fez um grande golo, pela colocação da bola e finta simulação de corpo, que deixou o defesa pregado no chão. Boas combinações e o regresso às boas exibições. Desta vez, como titular.

Janko 5
Apenas dois remates, sem perigo, mas a verdade é que só aos 64' é que recebeu uma bola em carreira de tiro… e não contava com ela. Fartou-se de sofrer faltas fora da área, onde é cada vez mais uma referência para as tabelas com os companheiros.

Defour 6
Entrou muito bem no jogo, no lugar de Lucho, estando na origem do 2-0.

Alex Sandro 5
Uma dúzia de minutos para lhe dar confiança porque, mais cedo ou mais tarde, terá de ser titular já que Álvaro Pereira está à bica nos amarelos.

Varela -
Tempo para duas arrancadas e recuperar algum ritmo.

in "ojogo.pt"

O Tango de Lucho: um passo atrás e dois à frente

Lucho foi o primeiro a marcar no regresso do FC Porto às vitórias, e é nele que começa a explicação. A coisa era óbvia e este jogo tornou-a mais óbvia ainda: El Comandante andava mesmo perdido numa zona de ninguém a acrescentar coisa nenhuma e, ainda que essa evidência tenha sido desvalorizada ao longo da semana, a verdade é que o argentino lá voltou a pisar terrenos mais recuados, permitindo também que João Moutinho avançasse uns metros e deixasse a estranhíssima posição de guarda-costas de Fernando. Coincidência das coincidências, que não é coincidência nenhuma: o meio-campo do FC Porto ganhou um desenho normal e outro fôlego, com lances desenhados pelos pés de ambos, a esticar bem o jogo até à cara de Fabiano. Hulk e Maicon começaram por esbarrar nas mãos do brasileiro, que foi adiando um golo que Lucho haveria de assinar pouco depois. Ironia perfeita ter sido Lucho a fazê-lo, porque isso só reforçou a certeza de que, como se desconfiava, colocá-lo um pouco mais atrás não lhe retira fôlego algum para aparecer nas zonas de finalização. Pelo contrário.
Partindo de trás, El Comandante assumiu protagonismo na coordenação de jogo, acertando o passo com um inesgotável Moutinho ao lado, e conseguiu também estar onde Vítor Pereira gosta que ele esteja - à entrada da área para capitalizar os ressaltos. Aproveitando um deles, Lucho aplicou um pontapé forte, colocado e certeiro que o deixou visivelmente eufórico. É natural. O golo não só ajudava a contrariar a tendência do FC Porto em adiá-los para as segundas partes como lhe permitia também dar uma resposta firme às críticas. É bem capaz de ser a parte mais subjetiva da questão, mas Lucho pareceu acusar o toque do protagonismo em que se viu metido pelas interrogações à volta da sua anterior, e discutível, posição em campo.
Afinal, Lucho não era uma falsa questão jornalística. O mau momento de Rolando também não, porque foi ele quem saltou do onze, deixando a defesa nas mãos de Maicon. Do outro lado, era precisamente na defesa que Sérgio Conceição se via forçado a improvisar. Cauê a central foi uma novidade, mas o puzzle contemplou outras mudanças. À frente, onde era suposto o Olhanense surgir reforçado com o regresso de Wilson Eduardo, notou-se apenas um fogacho ou outro de Salvador Agra. Pouco para incomodar a defesa portista e, por acréscimo, para reavivar os fantasmas das vantagens curtas.
A segunda parte acentuava a tendência da primeira. Embalado por um Moutinho de gala, o FC Porto continuava dono e senhor do jogo, esbarrando quase sempre em Fabiano, um guarda-redes inspirado que justifica atenções especiais. Sérgio Conceição decidiu, então, mudar: Toy e Dady saltaram do banco para o relvado, onde se desenhava um Olhanense capaz de correr riscos. A ideia era boa no papel, mas acabou por não resultar como estaria pensada, porque, escaldado por situações semelhantes, os portistas não tiraram o pé do acelerador, nem os olhos da baliza. E há mais Lucho na equação. Desta vez, convencido de que já havia espremido o que ele tinha de melhor, Vítor Pereira decidiu substituí-lo. Uma boa ideia, com uma consequência ainda melhor: Defour entrou e participou logo no segundo golo. O belga combinou bem com Hulk e este com James, que fez o resto: tirou uma defesa da frente, Fabiano incluído. A vantagem ganhava, agora, um conforto acrescido, permitindo a Vítor Pereira gerir o plantel, trocando Álvaro Pereira, que estava a um amarelo de falhar Braga, por Alex Sandro e permitindo também que Varela ganhasse alguma rodagem.
O FC Porto continuou a dominar. E a esbarrar em Fabiano. Mas, o mais importante estava feito, a deixar a pressão do lado da concorrência direta, que jogava na Luz pouco depois. Braga é já ali...

in "ojogo.pt"