sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Tenho um orgulho tremendo em ser portista

Antes de mais ainda não temos a equipa a carburar em pleno. Para alem dos jogadores que ainda não estão com rotação normal (Moutinho e Guarin) tivemos três alterações relativamente aquela equipa precisa e eficaz do ano passado ... o Palito não jogou, o Fernando tambem não e o Falcao ja não mora cá.

Vitor Pereira esteve muito bem, primeiro em não abdicar do nosso modelo e depois em incluir o Cebola no onze inicial em detrimento de um Varela ser ritmo de jogo. Rodriguez é e será sempre um jogador de garra, rectilíneo pode não ser um fora de serie no entanto dedica-se com toda a alma e coração ao jogo, por isso é um jogador á Porto.

Ja sabíamos que ganhar ao Barça era uma tarefa sobre-humana, porque eles não perdem um passe, porque eles jogam um futebol estratosferico e porque são sem duvida a melhor equipa do mundo. No entanto na primeira parte fomos fantásticos, demonstramos que apesar de não termos o melhor jogador do mundo, de não termos o orçamento deles, de não termos 7 jogadores campeões pela selecção de Espanha, que o FC Porto não é um clube de dimensão regional, que somos uma tribo de campeões, que somos um povo e um clube diferente ... e isso ficou demonstrado no Monaco.

O Barcelona, meu segundo clube, não precisava de um arbitro medroso (ou merdoso) são uma super equipa,   toda a gente reconhece que é um prazer vê-los jogar, mas merecíamos alguem que fosse mais equilibrado e menos tendencioso ... houve uma mão na area que a propria realização não repetiu, um penalty clarissimo , se não me falha a memoria sobre o Guarim, e a dualidade de cartões e de faltas ... Dani Alves e Villa são peritos em sacar faltas.

O Barça ganhou com um unico erro nosso ( o golo do Fabregas não conta) ... fatal ... mas nem os comentadores miseraveis da RTP, nem o arbitro, nem quem quer que seja nos vai tirar a forma brilhante que estivemos em campo do primeiro ao ulltimo minuto ... perdiamos 2-0 e os jogadores pressionavam, insistiam e lutavam... . Podíamos não merecer a vitoria nos 90 minutos, mas nunca a derrota ... podíamos não ter ganho porque a estrelinha da sorte nunca esteve do nosso lado, mas merecíamos algo mais ... não somos o fantastico Barcelona ... mas SOMOS PORTO.

Reforço o titulo ... Tenho um orgulho do carago em ser Portista.

Um abraço

PS - Se mantivermos esta atitude fantástica  ... ninguém nos pára !!!


FC PORTO BATE SELECÇÃO DE ANGOLA

O FC Porto venceu Angola por 32-25 (19-10 ao intervalo), em jogo a contar para o Torneio de Portugal e que serve de preparação para a nova época.

O FC Porto assumiu desde cedo o controlo de uma partida em que sobressaiu a qualidade do colectivo. Todos os convocados jogaram, com um especial destaque para a estreia do lateral esquerdo Eduardo Filipe e do ponta direita Ricardo Costa, que mostraram estar integrados na equipa tricampeã nacional.

Eduardo Filipe, lateral esquerdo de 37 anos, estava parado há dois anos, tendo a sua última época sido ao serviço do FC Porto Vitalis em 2008/09, ano em que conquistamos o primeiro título rumo ao tri.

Ricardo Costa, ponta direita de 34 anos, que regressou este defeso ao clube para o cargo de treinador-adjunto, e que vê agora alterada a sua função, volta a ser jogador. Costa jogava no Ademar Léon, clube que disputava a Liga Asobal em Espanha.

Uma nota para as exibições do guarda-redes Hugo Laurentino, com uma eficácia de 50% ao ter defendido dez remates e para o central Filipe Mota.

Marcadores: Filipe Mota, 6; Tiago Rocha, 6; Ricardo Moreira, 5; Eduardo Filipe, 4; João Ramos, 3; Dario Andrade, 3; Wilson Davyes, 3; Ricardo Costa, 1; Ricardo Pesqueira, 1.

O FC Porto Vitalis volta a jogar no Torneio de Portugal este sábado às 17h00 frente ao Sporting.



in "fcp.pt"

«Época fantástica para FC Porto e para mim» - Falcao

O avançado colombiano espera continuar a marcar tantos golos ao serviço do Atlético de Madrid como os que marcou com a camisola do FC Porto.

«Foi uma época fantástica para o FC Porto e para mim. Conseguir todos os títulos é algo que não vou esquecer. Ter marcado o golo da final que nos deu o título da Liga Europa é algo muito importante na minha carreira», disse o colombiano, melhor marcador da Liga Europa na época passada, que esta sexta-feira participou no sorteio da fase de grupo da competição.

O colombiano recebeu do presidente da UEFA, Michel Platini, uma distinção pelo feito de se ter tornado o melhor marcador (17 golos) da história da Liga Europa numa só temporada: «Estou muito agradecido a todos no FC Porto e espero esta época, pelo Atlético de Madrid, voltar a conseguir este troféu.»



in "abola.pt"

Será a noite de Hulk? «Parceiro, que Deus te ilumine»


Denilson, amigo de infância e também internacional canarinho, é um dos brasileiros que estará em casa a torcer pelo melhor Incrível esta noite!


Um jogo com a dimensão de uma Supertaça Europeia, frente ao melhor adversário do mundo, é um jogo à medida dos maiores talentos. Por isso as expectativas sobre uma noite inspirada de Hulk não alimentam ambições apenas em Portugal: no Brasil também há quem esteja a torcer pelo melhor do Incrível.

Afinal de contas, e depois de ter sido chamado à selecção, esta é a melhor altura para Hulk afirmar ao mundo que é realmente um dos maiores talentos. Denilson, amigo de infância nos descampados de Paraíba, onde aprenderam a jogar à bola até conquistarem a selecção, diz que é uma questão de tempo.

«O Hulk tem muito potencial e o mundo do futebol já começa a vê-lo como um jogador diferente de todos os outros, e de alto nível», referiu ao Maisfutebol. «Claro que jogar com o Barcelona pode ser um factor que chame ainda mais atenção e que o motive para fazer ainda mais.»

De resto, o antigo trinco do Arsenal, também ele internacional brasileiro, diz ter tido sempre a noção de que Hulk iria chegar ao topo. Mais tarde ou mais cedo, confessa, vai acontecer. «Acho que quem não planeia, deseja, sonha e se esforça, não alcança nunca. Nós sempre tivemos esse objectivo bem definido.»

Pode ser já esta noite, portanto. Grandes oportunidades geram grandes conquistas. Para um jogador de futebol, não deverá nesta altura haver melhor oportunidade do que um jogo com o Barcelona, perante os melhores jogadores, e numa final que está a ser seguida em todo o mundo em directo.

«O Barcelona, na minha humilde opinião, é a equipa mais forte do planeta. Mas futebol é futebol e tudo pode acontecer. É bom recordar que estamos a falar do F.C. Porto, que se trata de outra grande equipa, habituada a ganhar títulos e que tem jogadores muito fortes», adiantou Denilson.

A partir do Brasil, o amigo Denilson, agora a representar o São Paulo, vai estar a torcer por uma noite inspirada de Hulk. Enquanto o jogo não começa, envia uma mensagem pelo Maisfutebol. «Parceiro, que Deus te ilumine para você fazer aquilo que sabes fazer bem: muitos golos.»



in "maisfutebol.iol.pt"

Fernando Gomes: "É um dos grupos mais difíceis"


Fernando Gomes, representante do FC Porto no sorteio da fase de grupos da Liga dos Campeões, considera que o Grupo G, que os campeões nacionais vão disputar, é "um dos mais difíceis".
O FC Porto terá pela frente Zenit S. Petersburgo (Rússia), Shakhtar Donetsk (Ucrânia) e APOEL Nicósia (Chipre).

"É um dos grupos mais dificeis. Não só porque os clubes têm jogadores de grande nível, mas porque são viagens muito longas. São dificuldades enormes. Mas o FC Porto faz das dificuldades as suas forças e vai fazer disso uma motivação. Acreditamos que podemos passar a fase de grupos", começou por afirmar Fernando Gomes.


"Só chegaremos à frente se formos competentes, se tivermos rigor. O objectivo é passar à próxima fase", definiu o dirigente "azul-e-branco", deixando ainda uma mensagem de confiança para a partida do FC Porto com o Barcelona, para a Supertaça Europeia.


"Os melhores do Mundo também perdem. Nós somos os melhores de Portugal e também perdemos. Penso que poderemos vencer", considerou.


in "rr.pt"

O maior desafio de todos os tempos



Alguém está à espera de um resultado que não seja a vitória do super-Barcelona na partida desta noite? Dificilmente. A equipa de Pep Guardiola é a melhor da actualidade, provavelmente a melhor de sempre, e chega a esta Supertaça Europeia ainda mais confiante depois da vitória sobre o Real Madrid do super-José Mourinho. Posto isto, o FC Porto vai ter esta noite o jogo mais fácil da temporada; perder será normal, ganhar terá contornos de feito sobrenatural. A teoria, pelo menos da gente que conhece menos bem a mística dos campeões portugueses, até pode revelar duas equipas separadas por uma enorme distância qualitativa. Faz sentido. No entanto, na prática, todos sabemos - pelo menos os portugueses - que o FC Porto se supera em momentos como este, e que raramente perde finais: venceu sete num total de 10. Bem, não serão apenas os portugueses. Guardiola também. Na conferência de Imprensa de ontem, o supertreinador do Barcelona fartou-se de elogiar a equipa portista; jogadores, treinadores e até Pinto da Costa mereceram várias distinções. Palavras de circunstância? Não pareceu. O pingue-pongue de elogios seguiu-se depois com Vítor Pereira, que até considerou este Barcelona como a "melhor equipa" que já viu a jogar.

Esta final do Mónaco está também marcada por uma série de acontecimentos, a começar pelo facto de o FC Porto se tornar, a partir de hoje, no clube português com mais finais internacionais disputadas, ultrapassando uma vez mais o Benfica. Depois de ter deixado para trás o rival da Luz em número de títulos conquistados, os campeões nacionais preparam-se agora para somar a 11ª final numa competição internacional, contra as 10 do Benfica. Curiosamente, o Barcelona, em caso de vitória, também se transformará no rei dos títulos europeus, ultrapassando o Milan, que também contabiliza 14 (!), e Pep Guardiola tornar-se-á no treinador mais titulado da história do Barça, com 12 títulos em pouco mais de três anos. Pormenores que servem apenas para apimentar um jogo que se até se antevê... desequilibrado. Ou será que esta noite também vamos ver um super-FC Porto?


Histórias que se cruzam no Mónaco

Há muitas ligações entre o FC Porto e Barcelona, tantas que não é difícil de encontrar por cá quem goste especialmente dos dois clubes. Há uma partilha da famosa mística, de um lado a tripeira, do outro a catalã; há também uma luta contra o poder central que parece eternizar-se, por cá instalado em Lisboa, por lá na capital Madrid - são contadas histórias de "injustiças" que remontam aos tempos de Salazar e Franco. Essa rivalidade FC Porto-Benfica tem, portanto, uma cópia perfeita em Espanha com o Barcelona-Real Madrid - ou vice-versa... -, com a curiosidade de os dois participantes na final da Supertaça Europeia terem dominado o futebol nos respectivos países durante os últimos anos. Aliás, os portistas ultrapassaram no final da última temporada, com a conquista da Taça de Portugal, o número de títulos conquistados pelo rival Benfica (depois da vitória na Supertaça, com o Guimarães, a diferença aumentou, com 70 troféus para o FC Porto e 68 para o clube da Luz). Curiosamente, em Espanha contam-se as mesmas histórias; com a última vitória na Supertaça espanhola, precisamente frente ao Real Madrid, o Barcelona igualou o rival no número de títulos (73), apontando agora à final do Mónaco para ultrapassar em definitivo o clube orientado por José Mourinho. E não há nada que dê mais prazer àquela gente da Catalunha do que estar por cima do Real Madrid... No Mónaco, vão estar dois clubes próximos, amigos, e se alguma prova fosse precisa, basta recordar o clube que o FC Porto escolheu para inaugurar o Estádio do Dragão: o Barcelona, claro. E até foi nesse dia, a 16 de Novembro de 2003, que Lionel Messi se estreou, com apenas 16 anos, na primeira equipa do Barça

in "ojogo.pt"


Castro: "Para parar o Barça? É preciso mordê-los"

Como se pára o Barcelona? Poucos têm uma história para contar, portugueses ainda menos. Castro e Tiago Gomes, por exemplo, conseguiram-no na época passada. O médio que até começou esta temporada no Dragão admite que é preciso ser agressivo. "Fazem-nos correr muito atrás da bola com tabelas que desgastam. É preciso mordê-los de vez em quando para parar o carrossel. Faltas a meio-campo, daquelas que chateiam", diz Castro, que chegou ao fim do Gijón-Barcelona (1-1) de rastos: "Foi o jogo mais desgastante, o jogo em que corri mais. E sem bola, que cansa a dobrar." Tiago Gomes ganhou em Camp Nou pelo Hércules. "Esforço e sacrifício" são palavras-chave, mas há pontos a explorar. Sair da primeira zona de pressão, fortíssima, abre os espaços. "É fundamental, quem conseguir escapar à reacção do Barça à perda de bola fica com boa margem", aponta, salientando que as bolas paradas defensivas também não são a especialidade da superequipa de Guardiola. Castro sabe que jogou por uma equipa pequena e que aquilo que foi válido para o Gijón não o será para o FC Porto. "Jogámos mais baixo do que o normal e mais baixo do que o FC Porto quererá jogar. Confio muito na capacidade dos jogadores daquela equipa para derrotarem o Barcelona", reforçou o médio da formação.



Baía aconselha levar umas algemas para Messi

Vítor Baía ainda é o recordista mundial de títulos e conquistou-os nos dois clubes que esta noite se vão enfrentar no Mónaco. "É um dia especial, são os meus dois únicos clubes. Felizmente, por boas razões estou na história de ambos", referiu a O JOGO enquanto espreitava o treino da equipa. O antigo guarda-redes admitiu que a tarefa da equipa portista será muito complicada. "Quero crer que o FC Porto vai ter um dia especial e de grande inspiração, porque esta equipa do Barcelona é uma coisa invulgar. Por muito que nos custe, é a equipa que está a jogar melhor, mas o FC Porto já nos habituou, em momentos difíceis, a demonstrar a sua força mental", referiu, deixando um conselho ao onze que vai subir ao relvado do Estádio Louis II. "Levar umas algemas para Messi era uma boa solução, mas infelizmente o Barcelona é muito mais do que ele. Mas o FC Porto também tem jogadores de classe mundial, com cláusulas de rescisão elevadíssimas e, mesmo assim, com clubes a quererem batê-las", recordou.

Fernando Gomes

"Os melhores também perdem"

"O nosso presidente disse, e na minha opinião muito bem, que os melhores do mundo também perdem. Aliás, nós somos os melhores de Portugal e também perdemos de vez em quando. No futebol, tudo é possível e acredito que vamos conseguir um grande resultado".

Zubizarreta

"Vai ser difícil"

"Estamos muito próximos de disputar mais um título e temos a sorte de ter a equipa concentrada apenas no seu trabalho, no futebol, apesar de estarmos no Mónaco. Estará um título em jogo e estamos conscientes das dificuldades que vamos encontrar pela frente".

Luís Figo

"Tudo pode acontecer"

"Tudo pode acontecer. O Barcelona é a melhor equipa do mundo neste momento, e é favorito, mas o FC Porto tem um estilo próprio e terá uma palavra a dizer. Se acho que o FC Porto pode vencer? Porque não? É por isso que o futebol é bonito, precisamente porque é imprevisível".

in "ojogo.pt"

Bruno Alves: «Apostei que ia defrontar o F.C. Porto»


Defesa português do Zenit fala em exclusivo ao Maisfutebol sobre o reencontro com os dragões: «Nunca esquecerei os momentos marcantes que lá vivi»


Algum dia tinha de ser. Quis a lei do acaso que fosse agora. Bruno Alves vai defrontar o F.C. Porto pela primeira vez, desde a saída dos dragões no Verão de 2010. O Zenit está colocado no Grupo G da Liga dos Campeões, o mesmo que tem o Porto como cabeça-de-série.

Em declarações exclusivas ao Maisfutebol, o defesa central não esconde a dicotomia sentimental que dele se apoderou. Por um lado, há a «imensa felicidade» de «rever amigos, poder estar com a família e pisar a relva de um estádio tão marcante». Por outro, porém, há o peso sentimental deste reencontro. Um peso difícil de suportar.

«Nunca esquecerei o que passei no F.C. Porto. Vivi momentos magníficos, marcantes. Vou carregá-los em mim até ao fim dos meus dias», refere o internacional português desde São Petersburgo. «Ninguém poderá estranhar este meu sentimento especial. Já joguei no Dragão pela selecção, depois de sair do Porto, mas agora é diferente. Esta é a primeira vez que defrontarei o meu clube.»

«A direcção do Zenit fez um enorme investimento»

Para começar, Bruno Alves já lucrou com o emparelhamento do sorteio. É o próprio a revelar-nos isso mesmo. «O Zenit organizou um encontro e estivemos a ver toda a cerimónia do Mónaco em directo», começa a explicar.

«No início realizámos apostas entre nós e quem acertasse no principal adversário seria premiado. Eu falei com o Danny e disse-lhe que ia apostar no F.C. Porto. Estava com essefeeling. Acertei em cheio», atira o central, entre risos.

O Zenit entra na Liga dos Campeões com um objectivo claro: «ultrapassar a fase de grupos». «A direcção fez um grande investimento e espera ter o respectivo retorno desportivo. A intenção do presidente é fazer do Zenit um clube cada vez mais reconhecido na Europa. Este regresso à Champions servirá para isso mesmo.»

«O Danny e o Kerzhakov desequilibram»

Bruno Alves não tem problemas em endossar o favoritismo todo para o lado do F.C. Porto. Mesmo que o Zenit tenha um orçamento milionário e «vários jogadores internacionais». «Temos um plantel bastante forte, de boa qualidade técnica. E depois, na frente, o Danny e o Aleksandr Kerzhakov desequilibram. Podemos ir longe nesta competição.»

O Grupo G é, no entender de Bruno Alves, «acessível, mas não fácil». «O F.C. Porto é o que sabemos. O Shakhtar Donetsk vi o ano passado contra o Sp. Braga e jogámos contra eles em Janeiro, numa pré-época realizada no Dubai. Têm vários brasileiros que jogam bem à bola, rápidos e habilidosos. Gostei do que vi.»

Finalmente, o APOEL. «Defrontei-os duas vezes quando ainda estava no F.C. Porto. Não é uma equipa fácil, principalmente no estádio deles. Há muito barulho das bancadas, um ambiente pesado», conta Bruno Alves. 




Bruno Alves: «Kléber até é mais completo do que Falcao»

Defesa do Zenit antecipa duelo com o novo ponta-de-lança do F.C. Porto. «É forte e rápido, tem grande qualidade», diz ao Maisfutebol


Radamel Falcao partiu para Madrid e 72 golos nas memórias portistas. Da Madeira chegou Kléber. Bruno Alves já sabe que, muito provavelmente, terá o brasileiro como adversário directo no duplo duelo da Liga dos Campeões.

«Vejo vários jogos do F.C. Porto e o Kléber tem estado bem. É um ponta-de-lança mais móvel do que o Falcao, até mais completo se calhar», defende o defesa central português, em conversa com o Maisfutebol. «Claro que o Falcao é um jogador único e faz golo a qualquer momento, mas parece-me que o Kléber também possui grande qualidade. É forte e rápido.»

O F.C. Porto, de resto, não reserva grandes segredos para Bruno Alves. «A maioria dos atletas já estava no clube quando eu saí. É verdade que o André Villas-Boas e o Falcao saíram, o clube contratou alguns atletas, mas a qualidade é a mesma. A organização do clube permite-lhe sobreviver sem problemas a estas mudanças. A SAD tem tudo prevenido, mesmo antes das transferências ocorrerem.»

São Petersburgo: praia, cultura, Verão quente

Há pouco mais de um ano na Rússia, Bruno Alves assegura estar «totalmente feliz». O defesa sabe que a mudança para o Zenit causou algum espanto em Portugal e, por isso, apressa-se a explicar a sua opção.

«Na altura não pensei duas vezes. Tinha a oportunidade de jogar a pré-eliminatória da Liga dos Campeões, um treinador de topo à minha espera, a luta por troféus nacionais e uma importante proposta financeira. Sinto-me bem, não me falta nada, a minha família adora viver cá e o clube dá-me um apoio fantástico.»

A Rússia não é só frio e neve. Em São Petersburgo, Bruno Alves encontrou uma vida perfeitamente ocidentalizada. «A cidade tem praia, uma vida cultural espantosa e uma oferta turística muito interessante. Agora no Verão faz muito calor.»

O duelo com o F.C. Porto vai «reavivar a saudade». Bruno Alves sabe que o regresso definitivo a Portugal «vai acontecer, mais ano, menos ano» e encara isso «na maior naturalidade». «É o ciclo normal. Estou bem no Zenit, tenho contrato e não me posso fazer de convidado de ninguém em Portugal. Sou uma pessoa emocional, só assim me sinto bem, e o meu país mexe comigo.» 



in "maisfutebol.iol.pt"

Deco ao Maisfutebol: «Vai depender do que Hulk fizer»


Barcelona-F.C. Porto terá espectador atento no Brasil.


No Brasil vai estar um espectador muito particularmente atento ao Barcelona-F.C. Porto desta sexta-feira: Deco, pois claro. O brasileiro ainda é um ídolo dos adeptos portistas e é também uma referência recordada com saudade em Camp Nou. Por isso a final da Supertaça Europeia motiva sentimentos estranhos.

Deco diz que está dividido e que não consegue apontar um preferido para vencer a final. «É difícil falar», conta aoMaisfutebol. No entanto quando o comentário pedido passa por apontar um favorito, as ideias tornam-se mais claras. «Acho que o Barcelona tem uma ligeira vantagem», garante.

«O F.C. Porto perdeu a grande referência que era o Falcão. O Barcelona, pelo contrário, reforçou-se com o Fabregas, e isso tem um peso grande. Se o Porto fosse completo com a equipa do ano passado, as possibilidades eram maiores. Só que assim, por ter perdido o Falcão, talvez o Barcelona seja mais favorito.»

Apesar disso, Deco recorda que «é um jogo só, tudo se decide ali, e por isso tudo acontecer». Nesse aspecto, o brasileiro chama a atenção para um factor que pode ser decisivo nesta final vista do lado do F.C. Porto: Hulk, pois claro. «É um jogador que pode desequilibrar uma final», garante.

«O Hulk é o jogador mais importante do F.C. Porto nesse momento. É um jogador fantástico, que pode decidir qualquer jogo.» Da mesma forma que o Barcelona tem os génios de Messi, Xavi ou Iniesta, o F.C. Porto tem Hulk. «A sorte do Porto vai depender muito do que ele conseguir fizer neste jogo.»

Recuando uns anos, Deco comparou o F.C. Porto actual com aquele outro de Mourinho que ganhou a Liga dos Campeões. O médio fazia parte dessa equipa e foi uma peça fundamental de toda a felicidade conquistada. À distância de sete anos, Deco diz que há um pormenor que faz toda a diferença: o mercado.

«Pelo que fez na última época no campeonato e na Liga Europa, este F.C. Porto pode ser comparado com aquele em que eu joguei. Mas há um pormenor: aquela equipa deu sequência ao trabalho no ano seguinte. Por isso ganhou a Liga dos Campeões, porque conseguiu manter todo mundo», referiu.

O brasileiro, que ainda torce pelo F.C. Porto à distância, claro, lamenta que esta época não tenha sido possível repetir a receita que conduziu ao sucesso. «Infelizmente este Porto não conseguiu fazer a mesma coisa. Já teve a saída do Falcão e provavelmente deve ter a saída de mais um ou dois jogadores.»

Ora as mexidas prometem fazer toda a diferença. «Naquele ano o Porto conseguiu manter toda a gente», diz, lembrando que ele próprio teve convites para sair e preferiu ficar para conquistar algo grande pelo clube. «Aliás, conseguiu até reforçar-se para o ano seguinte e manteve o treinador, que foi determinante.»

«Essa é a diferença maior do F.C. Porto daquele tempo para este. Mas continua sendo o F.C. Porto, uma equipa forte e que vai estar forte na Liga dos Campeões. Se no futuro pode ser comparado à equipa de 2004, vamos ver. Só o tempo pode dizer isso.» Palavra de um homem sempre atento ao F.C. Porto



in "maisfutebol.iol.pt"

Guarín na lista da Colômbia

CAFETEROS DISPUTAM DOIS PARTICULARES



Fredy Guarín marca presença na lista de convocados da Colômbia para os particulares que os cafeteros vão disputar frente às Honduras e Jamaica, a 3 e 6 de setembro, respetivamente.
Depois da excelente prestação na última Copa América o médio do FC Porto mereceu a confiança do selecionador Leonel Álvarez, que assumiu o cargo após a saída de Hernán Gómez.
Quem também marca presença nos eleitos é o ex-portista Falcão.
in "record.pt"

Chega-te à frente Hulk

TEM ADIADO PAPEL RELEVANTE EM JOGOS DE GRANDE IMPACTO



Aí está o grande jogo para Hulk. O jovem avançado brasileiro, que tem sido de novo o “abono de família” nesta fase em que a equipa do FC Porto ainda não se encontrou e vá lá perceber-se porquê, tem esta noite, contra o Barcelona, a grande oportunidade de provar à Europa futebolística que o seu brilho não é só intenso na Liga portuguesa ou quando defronta adversários de menor expressão nas provas europeias.
É o que nos relata, pelo menos, a sua ficha de participação nos maiores palcos, e, para que não fiquem dúvidas, vamos aos factos: nos oito jogos com adversários de peso, como são os casos de Arsenal (quatro vezes), Manchester United e Chelsea, duas vezes cada, o Incrível ficou sempre em branco, ou seja, nem um só golo para a sua particular coleção. É muito jogo para um contributo igual a zero, e ainda para mais num jogador que todos aprenderam a respeitar e a apreciar por força das suas qualidades únicas.
in "record.pt"

Kléber apontado ao dragão

Kléber, lateral de 31 anos do Internacional de Porto Alegre, é apontado no Brasil como possível reforço do FC Porto.

De acordo com o site Correio do Povo, o representante do jogador, Delcir Sonda, apresentou uma proposta ao Internacional, alegadamente mandatado pelos azuis-e-brancos, que o clube gaúcho não poderá rejeitar, visto que Sonda é detentor do passe.

Formado no Corinthians, Kléber representa o Internacional desde 2009, onde ingressou proveniente do Santos. O internacional brasileiro conta duas experiências no futebol europeu, ao serviço de Hannover (2003/04) e Basileia (2004/05).

O lateral, que estaria referenciado pelo FC Porto para precaver a saída de Álvaro Pereira para o Chelsea, marcou ontem o terceiro golo da equipa de Porto Alegre no triunfo (3-1) sobre o Independiente, que valeu a conquista da Supertaça sul-americana ao conjunto brasileiro.



in"abola.pt"

Agarrem esse mundo

Duelo entre iguais... na forma de olharem para um jogo de futebol. Dragões com desafio hercúleo mas de sonho. Equipa com uma ou duas alterações.

O Barcelona é um pequeno mundo a jogar futebol, Messi é pequeno e também é um mundo, ora se o FC Porto sair hoje vitorioso do Estádio Luís II, neste Mónaco de ricos e de ricas histórias com príncipes e mulheres feitas princesas, de Grace a Charlene, então bem se poderá dizer que os dragões agarram o mundo, que o metem debaixo do braço e vão mais ricos para o Porto do que todo o Principado, em espírito, claro. É hoje um encontro entre dois iguais, dizem ambos, na forma de olharem para um jogo de futebol.

Agarrar o mundo, com a força de Hulk e a destreza de Moutinho, será este um dos pensamentos dos pupilos do estreante Vítor Pereira, que seguramente há dois meses não se via nestas andanças. Mas está cá e ontem demonstrou que tem aquele discurso de vitória que os portistas tanto gostam. Falou em respeito, nunca em medo, elogiou o adversário sem lhe prestar vassalagem, e bem pode ter massajado o ego com os adjectivos elogiosos que Pep Guardiola deixou na sala de Imprensa.

Armas iguais? Os portistas dizem que sim, os catalães, lá no íntimo, acham que são melhores. As respostas vão ficar para hoje, a partir das 19.45 horas portuguesas. No Mónaco é mais uma hora - no Mónaco é tudo mais, mais caro, mais calor (o dia de ontem andou sempre com o ar abafado do mediterrâneo pelos 32 graus), mais Ferraris do que em qualquer parte do mundo.



in"abola.pt"

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

LC: F.C. Porto tem bons antecedentes com rivais do grupo G


Nunca perdeu com cipriotas e russos, e já eliminou o Shakhtar


Só por uma vez o F.C. Porto se cruzou com o Shakhtar Donetsk nas competições europeias. Foi na Taça das Taças de 1983/84, e o saldo foi favorável aos dragões, que seguiram para as meias-finais da prova. Na primeira mão, nas Antas, o Shakhtar esteve a ganhar por 2-0, mas os portistas deram a volta ao marcador, vencendo pela margem mínima (3-2). Na segunda mão, na Ucrânia, um golo de Walsh valeu o empate (1-1) e a passagem para as meias-finais.

Confrontos do F.C. Porto com o Shakhtar Donetsk:
1 vitória e 1 empate
1983/84 (TVT): 3-2 e 1-1

O Shakhtar tem sido, nos últimos anos, um cliente habitual do futebol português. O confronto mais recente foi na época passada, com o Sp. Braga, com dupla vitória ucraniana. Mas Benfica e Sporting também jogaram com a equipa de Mircea Lucescu nas últimas temporadas. Ao todo, há quatro vitórias lusas, quatro do Shakhtar e dois empates. Veja os dez confrontos do Shakhtar com portugueses:

2010/11 (LC): Sp. Braga (0-2 e 0-3)
2008/09 (LC): Sporting (1-0 e 1-0)
2007/08 (LC): Benfica (0-1 e 2-1)
1997/98 (TVT): Boavista (2-3 e 1-1)
1983/84 (TVT): F.C. Porto (3-2 e 1-1)

O Zenit S. Petersburgo nunca defrontou o F.C. Porto em jogos oficiais. Mas já foi afastado por uma equipa portuguesa: o Nacional da Madeira, que em 2009/10 garantiu o acesso à fase de grupos da Liga Europa, com um empate (1-1) e uma vitória (4-3), após prolongamento. Antes, os russos já tinham batido o V. Guimarães, na fase de grupos da UEFA (2005/06), por 2-1.

Por outro lado, é bem positivo saldo de jogos do F.C. Porto com equipas russas em provas da UEFA: na época passada registaram-se quatro vitória na Liga Europa, diante de CSKA e Spartak, e em 2004/05 e 2006/07, na Liga dos Campeões, os portistas impuseram-se por duas vezes ao CSKA, com empates sem golos em casa e vitórias em Moscovo. Ao todo, o F.C. Porto jogou oito vezes com equipas da Rússia, vencendo seis e empatando duas.

Por fim, os dois embates do F.C. Porto com o APOEL Nicósia são bem recentes: datam da edição 2009/10 da Liga dos Campeões. Na fase de grupos, os dragões somaram duas vitórias tangenciais: Falcao marcou em Chipre, e Hulk bisou no Dragão, anulando os efeitos de um autogolo de Alvaro Pereira. A equipa cipriota está na história do futebol português por ter defrontado o Sporting em 1963/64, sofrendo duas derrotas e, em Alvalade, uma derrota que ainda hoje é recorde nas provas da UEFA.

Confrontos do APOEL Nicósia com portugueses:
4 derrotas

Sporting
1963/64 (TVT): 16-1 e 2-0

F.C. Porto
2009/10 (LC- fase de grupos): 2-1 e 1-0



in "maisfutebol.iol.pt"

Sorteio Liga dos Campeões: os adversários de F.C. Porto

Grupo G

FC PORTO
Shakhtar
Zenit



Apoel

"ESTOU POUCO ME LIXANDO PARA O MERCADO"

Hulk e Helton responderam, cada um na sua vez, a perguntas em tudo idênticas e formuladas para ambos, já depois da abordagem de Vítor Pereira ao jogo da Supertaça Europeia. Repisaram, sobretudo, as ideias do treinador. Mas Hulk fez muito mais, proporcionando o melhor momento da conferência, ao recorrer a uma expressão bem brasileira para assegurar concentração absoluta no jogo com o Barcelona.

Hulk sem medo do Barça
"Vamos enfrentar o Barcelona de sempre, que constrói os seus resultados através do colectivo e com várias soluções. A ideia não nos aterroriza, porque a verdade é que não há motivação maior do que defrontar a melhor equipa do momento. Estamos muito motivados para levar o troféu. Quem cá está, está concentrado no jogo de amanhã. Eu estou pouco me lixando para o mercado. Quero dar o melhor e ganhar o troféu."

Helton com atenção redobrada
"Vamos tentar jogar o nosso futebol. Sabemos da capacidade do adversário, mas isto é uma final. A solução é ter personalidade e tentar fazer o melhor dentro de campo. Um guarda-redes nunca tem jogos tranquilos, especialmente tratando-se de uma final. Por isso, o jogo merece atenção redobrada."



in "fcp.pt"

HÓQUEI EM PATINS REGRESSA SEXTA AO TRABALHO

A equipa de hóquei em patins do FC Porto inicia esta sexta-feira a preparação para a nova época, com o primeiro treino marcado para as 17h00, no Dragão Caixa.

Os decacampeões nacionais têm agendado um superflash 15 minutos antes, com as presenças do treinador Tó Neves e do capitão Filipe Santos.

Os primeiros 20 minutos do treino serão abertos à comunicação social.



in "fcp.pt"

Vítor Pereira: «Não viemos ver o Barça jogar»


Treinador garante que vai manter o habitual 4x3x3 e que vai querer um F.C. Porto ofensivo: «Acredito claramente que podemos ganhar»


Vítor Pereira não considera o Barcelona favorito. A conferência estava quase a acabar quando foi questionado sobre se havia favoritos. O treinador respondeu que não. «São duas equipas experientes, com grande qualidade individual e com grande qualidade colectivo. O resultado está em aberto.»

Uma resposta que veio corroborar o que o técnico já tinha dito: o F.C. Porto não veio ao Mónaco para prestar vassalagem. «Estamos cá por mérito próprio, em sequência de uma época brilhante. Reconhecemos no Barcelona uma grande equipa, um grande treinador, uma grande filosofia», disse.

«Mas não viemos cá para ver o jogo, viemos cá para jogar e para amanhã dar uma resposta à altura. O Barcelona é um clube de grande exigência, de grande qualidade de jogo, mas o F.C. Porto também é um grande clube, habituado a grande exigência e que prima por jogar bom futebol», adiantou.

De resto, e nesse sentido, Vítor Pereira prometeu não mexer no esquema táctico do F.C: Porto para se adaptar ao adversário. «Temos vindo a trabalhar em 4x3x3, somos fiéis a nós próprios e acreditamos nas nossas ideias. Por isso vamos manter o esquema. Não há razões nenhumas para mudar.»

Por isso, e para além do esquema táctico, Vítor Pereira promete manter também o atrevimento ofensivo. «Vamos procurar ter bola, vamos procurar o nosso jogo e acreditamos que temos argumentos para colocar problemas a este Barcelona. Acreditamos claramente numa vitória», disse.

«A melhor equipa que vi jogar na minha vida é este Barcelona. Tem à frente a liderar a equipa um grande treinador. Mas eu também lidero uma grande equipa, com jogadores de grande qualidade, acreditamos na nossa ideia de jogo, acreditamos no nosso trabalho e acreditamos que amanhã podemos ganhar.»




Vítor Pereira explica como parar Messi

Treinador promete não mover marcações individuais ao argentino e diz que o segredo está na capacidade de ser mais inteligente do que ele


É a pergunta óbvia: como parar o melhor do mundo? Vítor Pereira sorriu com a questão e respondeu ao seu jeito: «O Messi não se pára com fórmulas especiais», disse. «Pára-se com trabalho colectivo, com ajudas constantes, com um antecipar de intenções que permita perceber mais cedo o que vai acontecer.»

Ora por isso, o treinador do F.C. Porto garantiu que não vai colocar nenhum jogador a policiar o argentino. «Não sou apologista de marcações especiais ou de algo que nos faça adaptar ao adversário. Vamos ser a equipa que sempre fomos e acreditar nos nossos mecanismos defensivos colectivos.»

A propósito de Messi, perguntou-se o que aconteceu a Fernando. «É um jogador de grande nível, está a trabalhar bem, mas fruto de um início de época muito bom, o Souza foi ganhando o seu espaço. Há que fazer opções e escolho os jogadores que me dão mais garantias. O Souza ganhou o seu espaço.»




Por que ficou Álvaro Pereira de fora dos convocados?

Vítor Pereira garante que continua a contar com o lateral-esquerdo. Mas nesta altura ele não era a melhor opção.


Vítor Pereira continua a contar com Álvaro Pereira. Palavra de treinador. O líder portista deixou o lateral uruguaio de fora dos convocados para a final da Supertaça Europeia, com o Mónaco, o que naturalmente provocou enorme surpresa. Mas garante que foi apenas uma escolha pontual.

«O nosso plano para este jogo inclui os melhores jogadores no momento e por isso o Álvaro Pereira ficou de fora desta vez, mas contamos com ele no futuro», disse Vítor Pereira. «Estão aqui aqueles que estão melhores preparados para responder ao plano de jogo que temos para este momento.»

De resto, o treinador voltou a criticar o facto do mercado estar aberto até dia 31 de Agosto. Na perspectiva de Vítor Pereira, as transferências só deviam ser possíveis até meio do mês e antes de começarem as competições oficiais. Nessa altura, os clubes deviam conhecer os planteis definitivos.

«Este é um período em que os jogadores, pensando na própria vida, estarão sujeitos a alguma instabilidade emocional. Temos de viver com isso e fizemos o nosso trabalho dentro de um quadro de muita vontade dos jogadores de jogar este troféu», admitiu, prometendo a melhor resposta possível.




«Elogios de Guardiola? Vindo de quem vem, sabe bem»

Vítor Pereira retribui as palavras do colega catalão e garante que o Barcelona é a melhor equipa que já viu jogar na vida


Guardiola falou cerca de uma hora antes de Vítor Pereira e falou bem: elogiou o F.C. Porto. Disse que gostava de ter muitos jogadores da equipa portista, que qualquer grande equipa europeia os queria, que Vítor Pereira treina um dos maiores colossos mundiais e que vai ser difícil ganhar-lhe.

Ora depois disso, Vítor Pereira não deixou de retribuir o elogio. Disse, por exemplo, que o actual Barcelona é, «sem dúvida», a melhor equipa de futebol que já viu jogar na vida. Para além disso, mostrou-se agradado com os elogios. «Nós, clube, gostamos por vir da pessoa que vem e do clube que vem.»

«Sentimos isso como um elogio muito grande. O F.C. Porto gosta de ter bola, gosta de proporcionar bons espectáculos e tem exigências com a qualidade de jogo. Isso virá no seguimento das ideias do Barcelona. O nosso futebol é também positivo e acredito que amanhã será um grande espectáculo.»



in "maisfutebol.iol.pt"

Guardiola: «Porto é das equipas mais poderosas do mundo»

Não se pode dizer que tenha chegado a irritar-se, mas pelo menos impacientou-se: Guardiola não gostou do tom das perguntas dos espanhóis e sobretudo não gostou da sobranceria com que antecipam a final desta sexta-feira com o F.C. Porto. «Olhem para os números», atirou. «Eles dizem tudo.»

O treinador do Barcelona falava dos números do F.C. Porto, recordou «sete títulos nos últimos tempos» e lembrou a superioridade na liga portuguesa. Por isso falou com os olhos nos olhos. «Não se esqueçam: o F.C. Porto é uma equipa muito forte, muito física e que faz tudo bem. Vão vê-lo amanhã.»

Depois disso foi mais longe: procurou baixar a confiança catalã. «É uma honra para nós jogar com uma equipa das mais poderosas do mundo. O F.C. Porto ataca com intensidade e não sai para o ataque por sair, sai para o fazer bem», disse. «Tem boa capacidade de chegar à frente e criar perigo.»

«Tem jogadores que sabem jogar futebol, tem um sentido de futebol bem definido, jogado por atletas inteligentes, que sabem o que estão a fazer e que passos devem dar. Por isso obrigaram-nos a estudá-los bem e a prepararmo-nos da melhor forma. Pinto da Costa sabe montar as suas equipas», adiantou.

Para além de tudo isso, existe a motivação adversária. O gigante Real Madrid é a prova viva, qualquer equipa se transcende frente ao Barcelona. «A final da Supertaça Espanhola foi difícil e a final de amanhã também o vai ser. Não somos uma equipa invencível: qualquer equipa nos pode ganhar.»

Ora por isso Guardiola exige um Barcelona no máximo das suas capacidades. «Os jogadores têm de gozar o jogo, mas têm também de se preocupar e sofrer. O facto de termos ganho muitos títulos nos últimos tempos pode fazer parecer que vai ser fácil ganhar ao F.C. Porto, mas vai ser muito difícil.»

Frisando que «quanto mais se ganha, mais difícil é ganhar de novo», o treinador catalão adiantou que não se cansa de ganhar. «Queremos mostrar ao mundo que temos o desejo de ganhar mais títulos. Toda a gente gosta de ligar a televisão e ver o Barcelona jogar, esse é o maior elogio que nos podiam fazer.»




Guardiola: «Gostaria de ter muitos jogadores do F.C. Porto»

Treinador do Barcelona não poupa elogios ao rival, na véspera da Supertaça Europeia


Os elogios já vinham de trás: Guardiola impacientou-se até com o tom das perguntas dos jornalistas espanhóis e com alguma petulância como falavam do confronto desta sexta-feira. Por isso respeitou e referiu que era uma honra defrontar uma das equipas mais poderosas do mundo: o F.C. Porto.

Depois disso perguntou-se ao treinador que jogadores azuis e brancos gostava de levar para Barcelona. «Gostava de ter muitos jogadores do F.C. Porto na minha equipa. Estou muito satisfeito com o plantel que tenho e não posso pedir mais ao presidente. Mas todos os jogadores do F.C. Porto têm nível.»

«Pinto da Costa coloca os jogadores no mercado e todas as grandes equipas da Europa os querem. Todas. Por isso também os queria a todos: Helton, Rolando, Guarín, Moutinho, Hulk, Varela... O F.C. Porto é a equipa que mais títulos nacionais ganhou nos últimos anos e isso mostra a sua força.»

Antes disso, e logo no início da conversa, Guardiola já se tinha irritado com a primeira pergunta: no dia do sorteio, questionaram se a data que importa memorizar é a da final da Champions do próximo ano. «A data que temos marcada é a de amanhã. Era um erro estar já a pensar na final de 18 de Maio.»

Por isso mais à frente voltou a insistir na ideia de um grande F.C. Porto nesta fase da vida do clube. «Quando vemos o F.C. Porto jogar, percebemos que eles fazem tudo bem», referiu. E o Barcelona?, quis saber-se. «Estamos melhores do que há dez dias e piores do que estaremos dentro de outros dez.»




Guardiola: «Boa sorte para Villas-Boas»

Treinador comparou o F.C. Porto ao Barcelona e disse são duas equipas que mantêm a matriz independentemente do comando técnico.


Era um encontro muito esperado entre Guardiola e André Villas-Boas, mas a partida do treinador português para o Chelsea inviabilizou o confronto entre duas pessoas que se admiravam e elogiavam publicamente. O que não evitou que houvesse uma pergunta sobre Villas-Boas na mesma.

Guardiola respondeu com cuidado. «O F.C. Porto joga de uma forma muito parecida. Vítor Pereira era adjunto de Villas-Boas, conhece bem o trabalho e por isso manteve um matriz de futebol que é muito semelhante. São parecidos connosco, temos continuidade na forma de jogar», respondeu Guardiola.

«No Barça também pouco importa quem é o treinador, temos uma forma de jogar que se mantém sempre. Quero desejar boa sorte a Villas-Boas no Chelsea, espero que faça o melhor. Espero poder encontrá-lo nas competições europeias. Seria um prazer, como é um prazer defrontar o Manchester United.»




Guardiola: «Mourinho? Não respondo»

A única pergunta que o treinador do Barcelona deixou por comentar foi sobre as polémicas acusações de agressões no túnel de Camp Nou.


A polémica em torno do Barcelona e do Real Madrid, que motivou processos disciplinares a Mourinho e a Pepe Vilanueva, continua a centrar atenções. Naturalmente houve perguntas sobre a acusação merengue de agressões e insultos no túnel de Camp Nou. «Não falo disso», reagiu Guardiola.

O treinador foi pronto a deixar a garantia de que não iam colher-lhe nem uma palavra sobre o assunto e nem houve mais insistência dos jornalistas. No entanto, antes disso, já se tinha questionado Guardiola sobre a notícia de que Mourinho deixou Casillas de fora por este ter ligado a Xavi e Puyol.

«Somos todos adultos, o Casillas tem dado muito ao futebol espanhol e tenho a certeza que a amizade entre os jogadores não se vai perder», respondeu Guardiola. «Ganhámos o direito de ganhar a Supertaça de Espanha e ganhámos o direito de ganhar a Supertaça Europeia. Isso é que conta.»



in "maisfutebol.iol.pt"

Sapunaru: "Temos de recuperar o nosso futebol"


Passaram-se três meses. Pelo meio, saíram o treinador e o goleador. Até o FC Porto dá os primeiros passos em 2011/12 tentando perceber quem é. São questões a que só se responde com vitórias e isso os dragões têm conseguido. Para Sapunaru, porém, o patamar a que a equipa se propõe exige mais. O romeno desfrutou da última temporada e quer repetir. "Temos de melhorar o nosso jogo, a qualidade do nosso jogo. Temos de recuperar o nosso futebol do ano passado, de que toda a gente gostava e que se dizia ser o segundo Barcelona. Temos de melhorar a qualidade e a concentração", atirou em conversa com O JOGO.

Parece cábula, mas Sapunaru fala por si e sabe de cor o que quer. Aliás, percebe-se que essa é uma noção colectiva e permanentemente enfatizada por Vítor Pereira. O plantel assume que quer mais, que pode dar mais, mas conhece as agruras dos arranques. "Estamos a começar e é difícil, no ano passado também não arrancámos assim tão bem. Estamos a ganhar jogos e a ganhar confiança", projecta quem sente que o ponto de viragem pode chegar a qualquer momento.

Aliás, convém que chegue já. O Barcelona assim exige. "Gostamos de ter a bola, será um jogo de posse", avisa, ciente de que ainda nenhuma equipa conseguiu que os catalães passassem a maior parte de um jogo em trabalho defensivo. É um dado que assusta sem abalar a predisposição portista. "Queremos reclamar a bola, é assim que jogamos. Se começarmos a correr atrás da bola não vai ser bom para nós. É muito mais fácil quando se tem a bola", sentencia Sapunaru. Essa é uma verdade absoluta para ambas as equipas. Não há um acordo tácito que satisfaça ambas as partes. O FC Porto sabe que se pode ganhar de várias formas, mas quer fazê-lo tocando no ponto mais sensível do rival, no seu orgulho: a bola.

Com Villas-Boas, essa era uma obsessão. Por isso, Sapunaru fala de "um ano de sonho", não como recordação, mas como referência. "Fizemos grandes jogos", diz quem quer voltar a abrir os jornais e a ler apreciações eloquentes: "Todos nós queremos dar mais. Pensamos no ano passado porque toda a gente falava bem de nós…" Se ganhar ao Barcelona, o FC Porto volta a tocar o céu…

"Temos de ajudar o Hulk"

Ora aí está um título para barulho. Ajudar como? Sapunaru vai marcar outra vez? "Agora vou ficar à espera do próximo. Mas o meu trabalho é defender, não marcar. Não conheço muitos laterais que marquem golos. Fico contente é por ganhar campeonatos. Se marco ou não, é-me indiferente", foi avisando. Portanto, lá voltamos a olhar para Hulk. "O Hulk é um grande jogador, mas se o deixarmos sozinho vai ser complicado. Temos de o ajudar", remata, salientando que Messi também não funcionará a solo no Barcelona. Não?

"Playstation? O Moutinho joga bem"

Sapunaru compara o Barça de Guardiola a um videojogo: "Toda a gente sabe a equipa que é o Barcelona, joga à bola como se fosse Playstation. Temos de estar concentrados." L1+X: passa e desmarca. Talvez não resulte tão fluído no famoso jogo que até tem Messi na capa. Aí, pelo menos, Sapunaru sabe que é possível vencer. "Na Playstation conseguimos ganhar. O João Moutinho joga bem. O futebol parece muito fácil quando vemos o Barcelona jogar. É a melhor equipa do mundo", sentencia. Parecendo que não, há outras vantagens nas consolas: não é preciso correr e até a duração do jogo é virtual.

in "ojogo.pt"