terça-feira, 4 de outubro de 2011

Defour: «O treinador está satisfeito comigo»


Médio do F.C. Porto e Witsel partilharam o balneário na Bélgica, embora sejam rivais em Portugal


Steven Defour continua à procura do seu espaço no onze do F.C. Porto mas enfrenta uma concorrência forte. Convocado para a selecção da Bélgica, o médio explicou isso mesmo aos jornalistas do seu país.

«Quando se chega a um clube de topo como o Porto, há que ser paciente. A competição é enorme, tal como na selecção. Não podemos simplesmente chegar e ocupar o lugar de quem já deu provas no clube», começou por dizer.

Defour e Witsel partilharam o balneário na Bélgica, embora sejam rivais em Portugal. O portista espera reforçar a sua influência em breve: «Só posso trabalhar duro nos treinos e ser paciente. O treinador diz que está satisfeito comigo. Foi rapidamente integrado no grupo, mas claro que seria melhor se eu jogasse mais.»



in "maisfutebol.iol.pt"

"Vitória foi boa para mostrar que estamos sólidos"

O FC Porto regressou às vitórias em Coimbra, depois de dois empates no campeonato e, para Helton, os três pontos não vieram só devolver tranquilidade ao plantel. "A vitória foi boa para mostrar que o grupo está sólido e empenhado", declarou o guarda-redes em entrevista ao Porto Canal. Aliás, à partida para este encontro, o capitão dos campeões nacionais tinha deixado as coisas bem claras dentro do grupo: "Deixei claro aos meus colegas que todo o prestígio que conquistámos não se ia perder por causa de dois empates". Em vez de "crise", Helton reconheceu ter havido "uma quebra normal" em qualquer equipa de futebol, mas que a atitude do FC Porto não deixava margem para dúvidas: "Ficou clara a vontade e a determinação com esta vitória".


in "ojogo.pt"

Eficácia é uma lição que Walter só recebe de Falcao


Mal amado pelos adeptos e protegido pela SAD, Walter voltou às bocas do povo e agora não foi por ter ficado novamente de fora. O golo em Coimbra abre uma nova janela de oportunidades a um goleador que, na última década azul e branca, só tem paralelo em Falcao. Hulk, Lisandro, Farías ou McCarthy não devem achar piada àquilo que não é uma brincadeira. Os números não mentem. Só o colombiano pode dar lições de eficácia ao Bigorna. E, mesmo assim, a diferença é residual. Walter precisa apenas de menos um minuto para marcar do que El Tigre.
Ao todo, o brasileiro marcou 11 golos pelo FC Porto em pouco mais de mil minutos de utilização. Lembra Ernesto Farías, o bombeiro de serviço de Jesualdo Ferreira, que alguns clamavam no onze e outros achavam não passar de um avançado mediano, mas os dados apontam ainda para uma maior utilidade do jogador na comparação com o argentino.
É verdade que faltam provas de fogo a Walter, como defrontar Benfica, Sporting ou outro grande europeu. Mas só a continuidade lhe permitirá melhorar. É essa a convicção de Teodoro Fonseca, seu empresário. "Está muito longe das alegrias que pode dar. Conheço o Walter desde os 13 anos de idade e por onde passou foi o artilheiro. Ele sabe que tem de melhorar muito a parte física, mas no Brasil chegaram a compará-lo com Romário. Se jogar com Hulk, exímio a assistir, e James, que joga com facilidade, nem tenho ideia até onde pode chegar. Mas não ficará atrás de Falcao e Lisandro. Seguramente faz 30 golos em 50 jogos", comenta.
A relação minutos/golos confirma-o na íntegra. Mas não são os números que nesta fase lhe ocupam a cabeça. "Ele não pensa em metas. Quer é estar no elenco", prossegue. Em 10 jogos como titular, Walter marcou em seis deles. E num até fez hat trick. "Se joga, faz golos. Isso é que é o certo", continua, entusiasmado, o empresário que lhe ligou ontem para sentir "muita felicidade e serenidade" após o jogo em Coimbra. "Agradeceu-me a força que lhe dei e falou da filha outra vez. Está muito agradecido a Antero Henrique e a Vítor Pereira", continua Teodoro, antes de confirmar que "o Walter sabe que Kléber é o titular", mas não desiste de retribuir todo o carinho recebido. "Já retribuiu um pouquinho. Mas pela força que tem recebido de todos, quer dar muito mais", fechou.


Drama roubou-lhe a Europa

Os últimos meses de Walter foram passados a correr entre o centro de treinos do FC Porto e o hospital, onde teve mulher e filha internadas após complicações com o parto. O caso da bebé chegou a ser dramático e implicou risco de vida.
Só há duas semanas a situação ficou resolvida (a mulher já está bem há mais tempo) e isso tem muito a ver com a subida de rendimento. Foi precisamente essa situação que lhe custou a inscrição na Liga dos Campeões. "Ele não podia sair do país, pois era a única visita possível no hospital e não havia certezas de como a situação iria evoluir. Nem à Suíça, para um jogo-treino, pôde ir, quanto mais participar em viagens mais longas na Liga dos Campeões", conta Teodoro Fonseca.
O empresário não tem dúvidas que o eclipse desportivo do brasileiro teve a ver com a doença das duas pessoas que mais gosta: "Sempre acreditou, mas esteve mesmo mal. Ponham-se no lugar dele. Com a idade que tem (22 anos), fora do país, sem amigos e com esses problemas todos, como poderia estar bem da cabeça?"

"Fenómeno" contra a teoria do peso certo

O peso de Walter já foi amplamente discutido e todos entenderam que emagrecer era solução obrigatória. Todos os dias o brasileiro faz trabalho específico orientado pelo FC Porto nessa direcção mas, apesar da vontade, não há obsessão. Até porque há muitos "gordos" de sucesso. "Ronaldo, com 25 quilos a mais, quase foi o artilheiro do Brasil. Quando se é predestinado, faz-se golos com qualquer peso. Ele não pode perder a força que tem", exemplifica Teodoro Fonseca, a propósito da constituição física do matador. "Sabem quantos quilos se perdem em dois jogos completos numa semana? É disso que o Walter precisa", fechou.

in "ojogo.pt"

«Depois do Zenit dissemos basta!»


James partiu ontem para uma aventura há muito sonhada, embalado por mais um golo marcado por cá e capaz de sustentar um arranque de temporada em grande. O avançado deixou Portugal para representar pela primeira vez a selecção principal da Colômbia e fê-lo com a satisfação de quem está a viver um momento único na carreira. Para a despedida - ou melhor, para um até já -, nada melhor do que vencer pelo FC Porto depois de três jogos consecutivos sem o conseguir. "Era muito, muito, muito importante conquistar os três pontos frente à Académica. Sentíamos que podíamos ganhar, tal como já tinha acontecido nos jogos anteriores, apesar de termos defrontado uma bela equipa. Era um jogo muito complicado, mas conseguimos vencer com inteira justiça depois de uma exibição muito positiva", começou por explicar James em declarações a O JOGO, excluindo desde logo a possibilidade de o plantel ter duvidado em algum momento das suas capacidades, mesmo depois das críticas que se seguiram a três resultados menos positivos.
Apesar da evidência, o avançado confessou que a partida na Rússia serviu para mexer com o estado de espírito do plantel. "Sentimos muito a derrota com o Zenit, porque estávamos convencidos de que podíamos conquistar um bom resultado. Foi um jogo em que tudo nos correu mal. Mas depois de a partida ter terminado pensámos todos o mesmo: dissemos 'basta' e decidimos que tínhamos de retomar o nosso caminho de vitórias. E foi isso que aconteceu frente à Académica. Com este triunfo, reconquistámos a tranquilidade e a confiança que podíamos ter perdido", explicou.
Se, no plano colectivo, a equipa não está nada mal, apesar das dúvidas que se precipitaram nos tempos mais recentes, no aspecto individual dificilmente as coisas podiam estar a correr melhor ao avançado; James já é uma figura fundamental e incontornável deste FC Porto, apesar de o colombiano recusar esse título. "É verdade que estou num bom momento de forma, e espero fazer uma grande época. Melhor momento da minha carreira? Não penso nisso, pelo menos para já. Penso apenas em trabalhar para garantir um lugar no onze. Os golos são importantes, como também o são as assistências, mas o mais importante é mesmo a equipa. Quero é que o FC Porto ganhe para estarmos sempre no primeiro lugar." E nem mesmo os mais recentes elogios de Vítor Pereira, antes e depois do jogo com o Benfica, serviram de incentivo para lhe arrancar palavras mais ambiciosas e menos humildes. "Os elogios do treinador foram muito importantes, mas tenho consciência de que há outros grandes jogadores no plantel e de que a concorrência é muito forte. Todos os jogadores são fundamentais: o Cebola, Varela, Djalma... Qualquer equipa gostaria de os ter, e não me sinto dono do lugar."
Aos 20 anos, James vai vivendo de sonho (titularidade no FC Porto) em sonho (chamada à selecção principal), mas nem por isso sabe explicar qual é o seu sonho final. "Nem sei onde acabam os meus sonhos... Não costumo traçar limites para o que me pode acontecer. Quero ser sempre melhor, estar bem para ajudar a equipa. Este ano espero voltar a vencer grandes competições, tal como aconteceu na última época. Liga dos Campeões? Quem sabe?..." Depois acenou e lá partiu rumo à Colômbia.

Curiosidades

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Sempre que jogou esta temporada - 6 jogos -, James foi decisivo, através de golos marcados, assistências directas ou ainda de uma participação influente em jogadas de golo. Só ficou em "branco" numa partida: no empate a zero frente ao Feirense, jogo em que foi expulso. Terá sido coincidência?
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Os cinco golos já marcados esta temporada deixam James a apenas um da marca conseguida em toda a temporada passada. No último campeonato, o colombiano tinha apontado apenas dois (mais três na Taça de Portugal e um na Liga Europa); no actual, já fez quatro, o último dos quais na partida com a Académica. O avançado também marcou mais um na Champions.
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Além dos cinco golos já marcados nos seis jogos realizados esta temporada, James teve influência directa em mais quatro: fez duas assistências para Kléber e Guarín - terceiro golo com a Académica - e ainda desbloqueou as jogadas para mais dois marcados ao Leiria, no jogo que assinalou a sua estreia esta época.

Prefere não correr o risco de brincar com Falcao...

James - tal como Guarín - vai reencontrar Falcao na selecção colombiana. Mesmo depois da partida relativamente atribulada do avançado para o Atlético de Madrid, continuam a sobrar apenas elogios para as qualidades futebolísticas e humanas do compatriota. "É um grande amigo, um bom jogador, continua a fazer golos, e espero que nos ajude na selecção." Seguiu-se uma provocação: será que James pondera brincar com a provável ausência de títulos do avançado no Atlético de Madrid, em contraste com o que costuma acontecer no FC Porto? "Não, não... não vou brincar com isso. Ele pode levar a mal [risos]. Fez essa escolha porque entendeu que era o melhor para ele. Espero sinceramente que tudo lhe corra bem, porque estamos a falar de uma pessoa espectacular." Falcao já apontou cinco golos em outros tantos jogos do campeonato, apesar de o Atlético de Madrid se encontrar apenas no oitavo lugar, já a seis pontos da liderança...

"Iturbe? É difícil chegar e ficar sem jogar"

Iturbe igual a James. Essa é, pelo menos, a primeira conclusão que se tira da ausência do argentino nestes primeiros jogos da época. O colombiano passou pela mesma situação e confessou que não foram momentos fáceis de ultrapassar. "Foi um período muito complicado, em que por vezes chegámos a duvidar das nossas reais capacidades. Estive quatro ou cinco meses sem competir, apenas a treinar, e é difícil, porque cheguei com o sonho de jogar. Mas temos de compreender que o futebol europeu é diferente, tem outro ritmo, e é preciso algum tempo para nos adaptarmos." O aviso a Iturbe fica feito; restam os elogios às suas qualidades. "Percebe-se que é um grande jogador. É muito rápido, tem talento e condições para triunfar."

Selecção é "mais um sonho" cumprido

Depois de uma brilhante participação no recente Campeonato do Mundo de sub-20, James prepara-se agora para se estrear na selecção principal. O arranque de mais uma etapa na carreira coincide com o primeiro jogo de qualificação para o Mundial'2014. O adversário é a Bolívia, e o portista só pensa em ajudar a Colômbia a garantir a presença na prova, que se realizará no Brasil. "Estou muito feliz com tudo isto, até porque é um grande orgulho representar a selecção principal do meu país. É mais um sonho concretizado, e espero que tudo corra bem". O avançado revelou que já conversou com o novo seleccionador, Leonel Álvarez, que lhe telefonou ainda antes da divulgação da convocatória. "Ele falou comigo e disse-me que estava a acompanhar os meus jogos no FC Porto. Disse-me que estava muito satisfeito com as minhas exibições em Portugal. Agora espero conseguir repetir estes bons jogos pela minha selecção. Seria fantástico."

Um dia cheio no aeroporto

Otamendi foi o primeiro dos internacionais portistas a chegar ontem ao aeroporto; o argentino, que se fez acompanhar da mulher, chegou alguns minutos antes de Hulk e dos colombianos Guarín e James, tendo ainda encontrado Moutinho e Rolando (e também Sereno, Paulo Machado e Ricardo Costa), que viajaram até Faro numa companhia low cost. O belga Defour, que está de regresso à selecção, também partiu ontem para o seu país, assim como os uruguaios Fucile, Cristian Rodríguez e Álvaro Pereira, que deixaram a Invicta apenas ao final do dia. Aliás, o lateral-esquerdo ainda estava em Portugal quando o FC Porto oficializou, por meio de um comunicado enviado à CMVM, a notícia de O JOGO sobre a sua renovação de contrato até 2016.

in "ojogo.pt"

Futebol à brasileira deixava FC Porto à beira de um ataque de nervos

E se o campeonato português imitasse o brasileiro e decidisse não parar durante os jogos das selecções? Os dragões, que acabam de dar um pontapé na minicrise, seriam os mais prejudicados e nem sequer teriam opções para formar um onze. Jorge Jesus teria o trabalho mais facilitado, muito por culpa da legião de brasileiros e argentinos que não são chamados, enquanto o Sporting começa a pagar os dividendos da filosofia aplicada no Verão de contratar jogadores que sejam habitualmente chamados pelas selecções dos seus países



FC Porto
Kléber e Alex Sandro estão lesionados. Iturbe vai participar nos Pan-Americanos, Sapunaru foi chamado pela selecção romena apesar das dificuldades físicas e até Silvestre Varela foi opção de última hora de Paulo Bento para substituir Danny. E a razia continuou nos nomes já esperados: Fucile, Rolando, Mangala, Otamendi, Álvaro Pereira, Guarín, James Rodríguez, João Moutinho, Defour, Cristian Rodríguez e Hulk deixam Vítor Pereira a trabalhar com uma equipa que mais parece de futsal. Restam dez jogadores e três deles são guarda-redes: Helton, Bracalli e Kadú. Prevê-se que o técnico portista reforce o plantel provisoriamente com juniores, mas ainda assim dificilmente conseguirá fazer trabalho de planeamento para o jogo da Taça de Portugal, em Sintra, frente ao Pêro Pinheiro. A prioridade passa por recuperar os índices físicos depois de uma semana de desgaste (recepção ao Benfica, jogo com o Zenit na Rússia e deslocação a Coimbra). Por outro lado, há males que vêm por bem. Prevendo que Vítor Pereira opte por uma estratégia cada vez mais comum no futebol português e dê oportunidades aos jogadores menos utilizados no jogo da Taça, poderá começar já a testar o entrosamento num meio-campo com Souza e num ataque com Djalma e Walter. Como não há milagres e, que se saiba, nenhum dos guarda-redes tem habilidade para jogar na frente, Vítor Pereira está, para já, privado de qualquer opção para o lugar de lateral direito, central e uma das alas. Felizmente para o líder do campeonato, Portugal não segue o exemplo do Brasil, onde os jogos das selecções não são justificação para interromper o campeonato.
Benfica
Eduardo e Rúben Amorim foram convocados por Paulo Bento apesar de não jogarem na Luz e Maxi Pereira, Witsel e Gaitán são as baixas de luxo nas contas de Jorge Jesus. Aparentemente compõem um trio difícil de substituir, mas a versão deste ano do Benfica é forte precisamente por isso: tem um banco de indiscutível qualidade. Felizmente para Jesus, nem sempre esta qualidade é sinónimo de chamada à selecção. Mano Menezes ignora Luisão, enquanto Artur, Emerson e Bruno César não têm passado no escrete e Sabella olha para as opções argentinas na Luz e só rouba Gaitán, deixando ficar Garay, Aimar e Saviola. E Cardozo também continua a ser ignorado na selecção paraguaia. Por último, a cereja no topo do bolo: Javi García e Nolito são bons e fazem falta a Jesus, mas a selecção espanhola é uma muralha praticamente impenetrável para quem compete contra nomes como Xavi, Iniesta ou David Villa. Entre os prós e os contras das selecções, Jesus fica apenas com uma dor de cabeça: o lado direito da defesa. Maxi Pereira é insubstituível no Paraguai e Rúben Amorim dá graças a que “Paulo Bento não pensa como Jesus”. Na lista de possíveis adaptações sobra um lugar para Miguel Vítor, o mesmo que, durante o estágio, passou de possível dispensado a titular com direito a envergar a braçadeira de capitão. Naturalmente, o Benfica perderia opções entre os suplentes, mas o onze continuaria a ser de luxo se jogasse já no próximo sábado frente ao Portimonense para a Taça de Portugal ou mesmo para o campeonato em Aveiro. Assim, Jesus poderá apenas recuperar alguns dos jogadores mais importantes e afinar rotinas e entrosamentos.
Sporting
Godinho Lopes deu o mote no ataque ao mercado na pré-época, exigindo que os jogadores contratados fossem internacionais pelos seus países. Carlos Freitas fez-lhe a vontade e de todas as caras novas em Alvalade apenas o guarda-redes brasileiro Marcelo Boeck sabe que não vale a pena sonhar com uma eventual chamada. A aposta do presidente está a dar frutos e a subida de rendimento da equipa de Domingos Paciência já ajudou a que jogadores como Onyewu e Bojinov fossem chamados às selecções dos Estados Unidos e da Bulgária. Os resistentes entre os reforços são poucos e concentram-se todos no ataque. Van Wolfswinkel está num excelente momento, mas Marwijk tem muitas opções de qualidade e só chamou Schaars. Diego Capel sofre o mesmo que Nolito ou Javi García e Carrillo foi preterido por Markarian, apesar dos elogios da semana passada. Se no ataque os grandes nomes continuam, daí para trás acontece exactamente o oposto. O meio-campo é a situação mais grave, porque com Rinaudo, Elias e Schaars nas selecções, o regresso de Luis Aguiar ao Uruguai, as lesões de Jeffrén e Izmailov e até a chamada à selecção de um suplente (Matías Fernández), restam apenas os portugueses André Santos e André Martins. A falta de médios faz com que, num eventual jogo, Diego Rubio (ignorado pelo Chile) pudesse ganhar um lugar ao lado de Van Wolfswinkel. Na baliza e na defesa também há uma razia completa entre os titulares, mas as alternativas estão todas em condições para treinar às ordens de Domingos Paciência. E até dá para pensar que se voltou ao início da época, com Anderson Polga, Daniel Carriço e Evaldo na linha da frente.
in "ionline.pt"

Paragem proveitosa

TÉCNICO NÃO SE ASSUSTA COM AUSÊNCIAS



Ao contrário do que acontece muitas vezes, em que os treinadores lamentam a paragem dos campeonatos numa altura em que a equipa está em recuperação, neste caso após a vitória em Coimbra, Vítor Pereira acolheu com satisfação este interregno. O técnico do FC Porto entende que este período será bom para “readquirir os bons comportamentos de jogo”, entretanto perdidos com a calendarização exigente que não permitiu trabalhar adequadamente alguns aspetos do treino que considera importantes. No seu pensamento talvez estejam os erros cometidos nos jogos com o Feirense, Benfica e Zenit...
Nem a debandada para as seleções preocupou o treinador. E não foi uma divisão qualquer. Precisamente metade do plantel deixou o Dragão para se empenhar nas respetivas equipas nacionais, conforme se pode observar no quadro que acompanha esta peça. Ao todo são 13 os portistas que vão estar em ação, voltando a maioria à Invicta em vésperas do embate da Taça de Portugal, frente ao Pêro Pinheiro. Quem sabe tenha sido por isso que Vítor Pereira viu reduzidas as suas preocupações nesta altura.
in "record.pt"

Spartak Moscovo interessado em Otamendi

Otamendi, central do FC Porto, tem contrato com os dragões até 2016, com uma cláusula de rescisão de 15 milhões de euros.



O Spartak Moscovo está interessado na contratação de Nicolas Otamendi, central do FC Porto e internacional argentino. Segundo a imprensa russa o clube da capital russa está disposto a oferecer dez milhões de euros pelo passe do jogador, incluindo ainda no negócio os passes do argentino Marcos Rojo ou do checo Marek Suchy.
Recorde-se que Otamendi tem contrato com o FC Porto até 2016, com uma cláusula de rescisão de 15 milhões de euros, e que recentemente a SAD portista adquiriu a totalidade do passe do central argentino.
in "rr.pt"

Chegou o momento de Walter, diz empresário

Agora sim, Walter tem todas as condições para se afirmar no FC Porto e no futebol europeu, diz o seu empresário.

Os azuis e brancos regressaram às vitórias depois de três partidas oficiais sem conhecer o sabor do triunfo. Em Coimbra, para o campeonato, ganharam 3-0 à Académica.

Walter mereceu a titularidade, devido à lesão de Kléber e aproveitou para apontar o primeiro golo.

O seu empresário em declarações a Bola Branca fala dos problemas pessoais que apoquentaram o avançado e que o impediram de mostrar todo o seu valor na primeira época ao serviço do FC Porto.

Teodoro Fonseca lembra que a filha de Walter já está recuperada, a família está reunida, o jogador com a ajuda do FC Porto, está no ponto para começar a fazer a diferença: “Ele está a morar com a filha dele recém-nascida, tem a sua esposa em casa, não tem mais aquele quotidiano do hospital todos os dias. Já está com a cabeça limpa, tem trabalhado bastante. Sabe que perdeu muito tempo, sabe que tem de agradecer aos adeptos e ao Futebol Clube do Porto”

Durante este tempo menos bom, Walter contou sempre com o apoio dos seus colegas, garante o empresário: “Os jogadores sempre estiveram com ele, porque sabiam dos seus problemas. Não vou dizer que ele agora é o titular, porque isso ele vai conquistar com o tempo, mas ele tem ajudado muito o Futebol Clube do Porto, tem tentado esforçar-se ao máximo, apesar dos problemas que teve, agora vai poder lutar pelo espaço dentro da equipa para poder um dia ser o titular e ser lembrado como um grande jogador, um grande goleador, que sempre foi.”

Teodoro Fonseca conhece há muitos anos as qualidades de Walter, actualmente com 22 anos de idade: “Conheço o Walter desde os 13 anos, quando foi para o Vitória da Bahia. Com 13 anos já jogava nos sub15. Com 15 anos já foi o melhor marcador do campeonato bahiano de sub15, sub16 e sub17. Foi para Porto Alegre, para uma equipa modesta que era o São José e foi o melhor marcador do campeonato gaúcho, foi para o Internacional de Porto Alegre e foi o melhor marcador do campeonato gaúcho sub-20.

A qualidade manteve-se ao serviço da selecção brasileira: “Nos três torneios em que participou pela selecção do Brasil foi sempre o melhor marcador. Então este jogador, que sempre foi goleador, que foi considerado pela imprensa brasileira como o segundo Romário, acredito muito nele. Toda a gente sabe as condições que tem, que tem de ganhar na parte física. Quando ele estiver perto dos 100% física, técnica e psicologicamente, ele vai dar muitas alegrias e vai ser dos melhores atacantes que há no mundo”.

Os elogios a Walter do seu empresário, Teodoro Fonseca, que é também o representante de Hulk. A estrela do Futebol Clube do Porto está prestes a afirmar-se também na selecção, acredita o agente.

“O Hulk, como todos conhecemos, é um dos maiores do mundo tanto na parte de finalização como de assistências. Logo quando chegou, com o Lisandro Lopez, com o Falcao, agora com o Kleber, com o James Rodriguez, com o Walter, não é um jogador egoísta, é um jogador que procura sempre os colegas bem colocados. Hoje é um jogador completo, viajou para integrar a selecção brasileira, acho que vai ser a afirmação dele na selecção brasileira e que tem tudo para ter um ano extraordinário como teve a época passada”, diz Teodoro Fonseca.



in "rr.pt"

domingo, 2 de outubro de 2011

Académica-F.C. Porto, 0-3 (destaques)


De Bigorna a El Bandido, num carrossel trepidante que não deu hipóteses ao adversário.


A figura: Walter

De mal amado a herói da noite. Abriu o caminho para os golos com um golpe de cabeça subtil. Não é que tenha tido muitas oportunidades para brilhar mas foi eficaz quando lhe foi pedida responsabilidade. E, para todos os efeitos, resolveu numa altura em que a Académica estava longe de estar dominada. Além disso, evitou que Hulk tivesse de jogar no meio, criando mais problemas à equipa. Em suma, não acusou o peso de substituir Kléber e, pela amostra, podem ficar descansados os adeptos portistas que há quem marque golos para além do jovem ponta-de-lança «canarinho».

James: o goleador

Já é o melhor marcador dos azuis e brancos, com quatro golos. Sem atingir a espectacularidade de outras exibições, trocou o fogo que costuma trazer nos pés pela frieza com que encarou Peiser, para marcar o segundo golo da equipa. Delicioso o pormenor da finta de olhar com que iludiu o guarda-redes dos estudantes, convencendo-o de que ia colocar a bola no coração da área, para a fazer entrar, sorrateiramente, entre as pernas do francês. No terceiro golo «obrigou» o compatriota Guarin a marcar, tal a qualidade do seu cruzamento... de pé direito.

Outros destaques:

Guarin

Igual a si próprio. Muito seguro a defender e extremamente eficaz a ajudar no ataque. É isto que pode trazer ao sector intermediário do F.C. Porto, conjuga melhor do que ninguém a solidez que dá, defensivamente, e mostra-se sempre pronto a subir, para fazer o gosto ao pé. Marcou o terceiro golo, numa jogada em que se pode dizer que ficou com o papel mais fácil: encostar para a baliza.

Fucile

Vítor Pereira não quis «matá-lo» e voltou a confiar-lhe o corredor direito, sem lugar a rancores. Aproveitou bem a prova de confiança o uruguaio, que esteve no lance do primeiro golo, e sentiu imenso apoio dos colegas ao longo da partida. A resposta à Porto também passou pelo lateral que tem sofrido na pele a ira dos mais intolerantes.

Pape Sow

Bons apontamentos na melhor fase da Briosa, com vários remates, recuperações e capacidade de lançar a equipa para o ataque. Á semelhança da equipa, foi consumido pelo fogo do dragão quando o F.C. Porto entrou em velocidade de cruzeiro e pouco mais se viu do senegalês.

Sissoko

Um potencial enorme deste jovem costa-marfinense. Um diamante negro que está a ser lapidado por Pedro Emanuel. Começou por dar muito trabalho a Alvaro Pereira. Depois, a abrir a segunda parte, fez um passe muito açucarado, a deixar Éder na cara de Helton, mas o companheiro não conseguiu dar o melhor seguimento. Ainda lhe falta alguma clarividência na hora de decidir, mas prende a atenção pela forma como joga.

Adrien

Está em grande forma o jovem médio emprestado pelo Sporting à Académica. Se juntarmos a isso a injecção de confiança que representou a sua exibição frente ao Feirense na última jornada, temos um jogador em grande. Muito bem a cortar linhas de passe e a pressionar logo na primeira zona de construção do F.C. Porto, e com boa capacidade técnica para iniciar os ataques dos estudantes. Proporcionou a Helton a melhor defesa da noite. 



in "maisfutebol.iol.pt"

Académica-F.C. Porto, 0-3 (crónica)


Alguém falou em crise? Campeões nacionais em passeio tranquilo pelas calmas águas do Mondego. Exibição e resultado ideais para exorcizar fantasmas e reacender a luta pelo primeiro lugar


Se é a isto que chamam crise, saibam desde já: este F.C. Porto dispensa qualquer intervenção do exterior. Depois de três jogos sem conhecer a palavra vitória, soaram os alarmes, levantaram-se dúvidas, questionou-se o perfil do técnico, houve tempo para (quase) tudo.

Vítor Pereira sentiu necessidade de pedir uma resposta à Porto. Pois bem. Pelo menos os jogadores, tem-nos na mão porque a reacção da equipa foi mesmo à moda da velha escola do Dragão: acutilante, inclemente, avassaladora.

Recuperam os campeões o primeiro lugar da classificação e a Académica, depois de já o ter feito há duas épocas, volta a ficar associada a um grito de revolta azul e branco. Afinal, não é por acaso que os portistas não perdem em Coimbra há quase 41 anos.

Prometia muito este encontro em função do momento menos feliz dos campeões nacionais e da reconhecida capacidade do adversário, meritoriamente colocado no quinto lugar e com um registo impressionante em casa: três vitórias, com duas goleadas (4-0) pelo meio e nem um golo consentido. A partida tinha ainda o aliciante de colocar frente-a-frente dois ex-adjuntos portistas, da equipa liderada por André Villas Boas que se fartou de coleccionar títulos no ano passado.


Walter descobriu o caminho


Início de jogo em bom ritmo, pese o calor anormal para uma noite de Outubro, mas pouco espaço para o F.C. Porto se movimentar graças ao posicionamento e dinâmicas competentes por parte da Briosa. Enquanto se manteve coesa, a equipa de Pedro Emanuel foi mantendo o perigo afastado da sua baliza e conseguia alguma posse de bola

Mas os portistas já tinham dado mostras de superioridade pelo ar na área de Peiser e, à terceira, foi mesmo de vez: Fucile acelerou, deu para trás para Hulk e este serviu Walter - afinal a solução mais lógica para render o lesionado Kléber - na área para um golo sem espinhas.

A Académica nem teve tempo para reagir ao primeiro e logo sofreu o segundo numa falha ainda mais gritante da sua defesa. Cédric e Real não acompanharam a subida de Abdoulaye e Nivaldo, colocando James em jogo e fazer o golo foi o mais fácil para o colombiano. E fácil foi mesmo a palavra de ordem de ora em diante.

Não podemos jogar com eles todas as semanas?

O peito coimbrão orgulhosamente cheio nos primeiros 25 minutos esvaziou-se num ápice e os portistas passaram a manobrar no meio-campo a seu bel-prazer. Também começaram a fazê-lo junto da defesa da casa. Os dois golos de «rajada» resolveram o jogo cedo e vestígios daquela Académica palpitante em casa nem vê-los.

De brinde em brinde, os campeões nacionais aproveitaram para solidificar o resultado, definitivamente ideal para esquecer as agruras recentes. Guarin entrou na brincadeira e elevou para 0-3, os adeptos portistas rejubilavam e a crise, a ter existido, era atirada às malvas. Com estrondo. E direito até a olés.

No meio da folia, alguém próximo dos azuis e brancos questionava: não podemos jogar contra eles todas as semanas? Não, não podem, mas os próximos jogos são prometedores: Pero Pinheiro para a Taça de Portugal e três partidas em casa, com o Apoel, o Nacional e o Paços de Ferreira. Para reforçar os tons de azul. Pois claro. 



in "maisfutebol.iol.pt"


Academica 0-1 FC Porto - Walter 27'

Simão | Myspace Video



Academica 0-2 FC Porto - James Rodriguez 33'

Simão | Myspace Video



Academica 0-3 FC Porto - Guarin 59'

Simão | Myspace Video

Walter aprovado para o onze


Finalmente, Walter. Vítor Pereira não o confirmou, mas nas entrelinhas ficou a ideia de que o brasileiro vai mesmo ser titular em Coimbra. A urgência de um triunfo desaconselha experiências, por isso entende-se que a ausência confirmada de Kléber seja colmatada com o ponta-de-lança que está mais à mão. O único, aliás, e com números que só o recomendam à titularidade. Seria a primeira vez que tal aconteceria com Vítor Pereira ao leme e a décima desde que Walter é dragão.
Villas-Boas chamou-o à equipa inicial nove vezes e, dessa utilização, o brasileiro conseguiu espremer sete golos. Um registo que convence e um indício que é reiterado até pela convocatória de Vítor Pereira, que excluiu Varela dos eleitos. Se não chamar Walter, só tem duas opções para o centro, ambas de recurso: Hulk ou Cristian Rodríguez. Ora, numa fase em que o seu cunho pessoal tem sido tão questionado, talvez nem sequer fosse prudente que o treinador assumisse uma adaptação, voltando a remeter Walter para o banco.
A ausência de Kléber foi ontem confirmada, o que abre um cenário novo para este FC Porto. É que o ex-Marítimo foi titular em todos os dez jogos oficiais de 2011/12, e resta perceber como vai o colectivo reagir na sua ausência. Walter, que colhe o voto popular - como ainda nos últimos dias se percebeu pela consulta de O JOGO aos adeptos VIP dos dragões -, tem uma oportunidade de ouro para justificar a sua pretensão de mais minutos.
Na fase em que a equipa mais precisa de golos, cabe ao avançado personalizar o assalto à baliza de Peiser. Walter tem vivido na sombra de Falcao, primeiro, e de Kléber, depois; curiosamente, na ausência de El Tigre até chegou a ser preterido por Hulk, por muito que o Incrível não veja as suas características preenchidas ao centro.
Contratado por seis milhões de euros, ainda está muito longe de retribuir o investimento do FC Porto. Eis a altura ideal para a cobrança. O pagamento é em golos.

in "ojogo.pt"

Espaço online de Fucile fecha por causa de chuva de insultos


Apesar de ter toda a confiança de Vítor Pereira e do restante plantel - a prova é que mantém a titularidade hoje - Jorge Fucile não tem passado por uma semana fácil, depois de dois jogos em que não esteve em bom plano, especialmente o de São Petersburgo, em que foi expulso ao intervalo.
O perfil no Facebook do lateral uruguaio registou um movimento invulgar nos últimos dias, mas mais do que as palavras de força, foram os insultos e as várias críticas que tomaram conta do mesmo. Muitos adeptos de clubes adversários, mas também alguns do FC Porto, publicaram mensagens de conteúdo proibido e outras, mais soft como "estás com a mania que és jogador e só fazes asneiras", "vê se atinas" ou "já tenho saudades do Sapunaru".
Em resposta à gravidade do que se passou, o administrador do espaço decidiu fechá-lo - e também o Twitter - não só para evitar a repetição de bocas deste género, como também para castigar com o desaparecimento aqueles que se habituaram às mensagens semanais do jogador. "A partir de hoje, as páginas de Facebook e Twitter ficam fechadas por decisão do administrador do Jorge, que nada tem a ver com isto. Quem quiser criticar e ameaçar o jogador, deve pagar entrada no estádio e fazê-lo lá", lê-se na espécie de comunicado publicado, que depois enumera os títulos do jogador para provar a sua competência.
No seio da equipa, o uruguaio já foi desculpado e nem sequer viu o dedo apontado. Mas Vítor Pereira exige que o erro não se repita. "O Fucile sabe das suas responsabilidades e nós vamos dar-lhe uma resposta colectivamente, porque nos momentos bons e maus respondemos sempre assim", afirmou o treinador, sem se alongar, pois "neste clube ganhamos e perdemos como equipa e não se costuma apontar o dedo a ninguém".

Sapu é baixa

Ainda que a titularidade já estivesse assegurada, como O JOGO adiantou ontem, Fucile ficou também a saber que nem no banco terá concorrência directa. É que Sapunaru, não convocado por opção técnica nos dois últimos desafios, contraiu desta feita uma mialgia e, por isso, fica de fora das opções para Coimbra, tal como Alex Sandro e Kléber, os outros lesionados. O romeno continua a perder tempo e espaço de afirmação.

in "okogo.pt"

Pinto da Costa admite que museu possa não ser inaugurado a 23 de Abril

O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, foi convidado do programa "À conversa com Ricardo Couto", do Porto Canal. Durante a entrevista, anunciou que pode haver uma derrapagem nos prazos de construção do museu do clube, cuja inauguração estava prevista para 23 de Abril de 2012, data em que completa 30 anos como presidente do clube. "Poderá não ser, como eu gostava que fosse, já em Abril, mas será seguramente até final do mandato [2013]", confessou. Numa entrevista que percorreu a sua vida, voltou a dar provas de uma memória intocável. "Acho que tenho de mais. Há coisas que gostava de apagar", disse Pinto da Costa.


in "ojogo.pt"

DEZ MINUTOS FINAIS DÃO VITÓRIA AO FC PORTO VITALIS

O FC Porto Vitalis venceu este sábado o Xico Andebol, por 31-25, em encontro da sexta jornada do Andebol, 1 disputado no Dragão Caixa. A partida foi bastante equilibrada, com os azuis e brancos a descolar no marcador apenas nos últimos 10 minutos. O capitão Ricardo Moreira, com oito golos, foi o melhor marcador da partida.

Aos 10 minutos registava-se um empate (5-5) e o FC Porto apenas passou pela primeira vez para a frente do marcador aos 12, graças a um remate de Tiago Rocha. Os Dragões acertaram várias vezes nos postes da baliza do Xico, que contou igualmente com a inspiração do guardião Ricardo Castro. Dois golos consecutivos de Filipe Mota e um livre de sete metros defendido por Hugo Laurentino permitiram aos portistas chegar ao intervalo a liderar (15-14).

A dificuldade dos Dragões em obter uma vantagem confortável podia explicar-se, na análise estatística, pelo reduzido número de finalizações de segunda linha, um capítulo em que o Xico tinha bastante vantagem ao intervalo. Mas o FC Porto, com uma exibição em crescendo, emendaria esse aspecto na segunda parte.

Apesar de ter melhorado defensivamente e na exploração do contra-ataque, o FC Porto apenas garantiria o triunfo nos 10 minutos finais. Dois golos consecutivos de Filipe Mota, na concretização de contra-ataques, permitiram aos portistas passar de 22-23 para 24-23. Os vimaranenses ainda empatariam, mas não mais voltariam a liderar o marcador. Aos 26 minutos, com um forte remate de primeira linha, Pedro Spínola vez o 28-24 e quase confirmou o triunfo azul e branco, que ficaria selado com um resultado de 31-25.

FICHA DE JOGO

FC Porto Vitalis-Xico Andebol, 31-25
Andebol 1, primeira fase, sexta jornada
1 de Outubro de 2011
Dragão Caixa, no Porto
Assistência: 574 espectadores

Árbitros: Mário Coutinho e Ramiro Silva

FC PORTO VITALIS: Hugo Laurentino (g.r.), Filipe Mota (6), Hugo Santos, Ricardo Moreira «cap.» (8), Pedro Spínola (4), Tiago Rocha (4) e Gilberto Duarte (5)
Jogaram ainda: Alfredo Quintana (g.r.), Melancic (2), Ricardo Costa (1), Eduardo Filipe (1) e João Ramos
Treinador: Ljubomir Obradovic

XICO ANDEBOL: Ricardo Castro (g.r.), Gustavo Castro (1), André Caldas (5), Luís Sarmento (3), Nuno Gomes (1), João Martins e Jaime Barreiros (6)
Jogaram ainda: Miguel Queirós, Pedro Correia (6), João Baptista e João Gonçalves (3)
Treinador: Nuno Santos

Ao intervalo: 15-14



in "dcp.pt"

Dragões defendem troféu


Dois dias depois de se apresentar aos sócios, o FC Porto entrou a ganhar no Troféu António Pratas, prova que a equipa venceu na época passada. Os portistas foram a Barcelos bater os minhotos por 77-70. O jogo, que marcou oficialmente o início da época para ambas as equipas, foi equilibrado e com muita pressão, o que acabou por resultar num número excessivo de faltas - 34 para o Barcelos e 26 para os portistas.
O treinador Moncho López tentou garantir a vitória com uma rotação significativa da equipa, provavelmente a pensar no encontro de hoje em Guimarães (16h00), que irá definir quem do Grupo Norte vai disputar as meias-finais do troféu; e também apontando já à Supertaça, que se irá realizar quarta-feira em Vagos, frente ao CAB Madeira (ausente desta prova).
O poste David Gomes, normalmente pouco utilizado, jogou cerca de 26 minutos e foi o melhor do FC Porto ao contabilizar 13 pontos e quatro ressaltos.

in "ojogo.pt"

Helton de saco cheio

NUNCA COMEÇOU TEMPORADA A SOFRER TANTO



Helton está pouco habituado a ir buscar a bola ao fundo das suas redes. Porém, no início desta temporada, tem percorrido esse penoso caminho mais vezes do que é usual. O hábito de passar para lá da linha de golo já tem contornos pouco conhecidos na Invicta e que explicam o momento periclitante da equipa. Numa dezena de partidas oficiais já disputadas, o brasileiro, de 33 anos, já sofreu 12 golos, algo que os campeões nacionais não registavam desde 2005/06, quando a baliza até era terreno sagrado de Vítor Baía...
O internacional canarinho vive o seu pior arranque de temporada no que ao capítulo dos golos consentidos diz respeito. O recente resultado de São Petersburgo, derrota por 3-1, colocou a média portista acima de 1 um golo sofrido por partida – mais precisamente 1,2 –, algo muito pouco habitual no território azul e branco. Em 2005/06, os homens de Co Adriaanse começaram por mostrar-se bastante permeáveis no sector defensivo, tento sofrido a mesma dúzia de golos que o atual plantel, seis deles no campeonato e outros tantos nas competições europeias. Daí para cá, e já com Helton como principal opção para as redes, o FC Porto foi consentindo três, quatro, cinco tentos por arranque, à exceção da época 2008/09, em que JesualdoFerreira orientava uma equipa que havia de permitir um golo por encontro.Desses 10 jogos iniciais, em três deles a responsabilidade de resguardar a baliza da equipa foi entregue a Nuno Espírito Santo.
in "record.pt"

Choro de Walter só por causa de Cebola

LUGAR NO ATAQUE DISPUTADO POR SUL-AMERICANOS



Walter tem via aberta para fazer a sua estreia a titular esta temporada em Coimbra... ou talvez não seja tanto assim. O brasileiro é a opção natural para substituir Kléber, mas há mais um nome possível para formar o trio de avançados juntamente com Hulk e James: o uruguaio Cristian Rodríguez. Tudo depende da decisão de Vítor Pereira, que ontem, na conferência de imprensa de antevisão ao encontro de hoje, não abriu o jogo sobre o substituto de Kléber.
Mas a corrida por um lugar na frente de ataque é a dois, devido a uma novidade na convocatória elaborada pelo técnico portista. Varela ficou de fora da lista de eleitos e, assim, é menos um nome a entrar nas contas da titularidade, já que Djalma surge num plano secundário da hierarquia de avançados em relação aos restantes concorrentes. Vítor Pereira tem vincado publicamente a sua confiança nas capacidades de Walter, mas a verdade é que as palavras não têm tido correspondência dentro de campo.
in "record.pt"

Walter deve ocupar vaga de Kléber

Walter avança para o ataque ou não? É o tema tabu, pelo menos até às 19.45 horas de hoje, meia hora antes de se iniciar a partida entre a Académica e o FC Porto.

Quando ontem falou aos jornalistas, Vítor Pereira não quis escalpelizar o assunto, e nem disse se será Hulk a jogar no eixo do ataque. Tudo isto porque Kléber não recuperou da lesão no ombro de uma forma satisfatória (ver página 19)e ficou fora dos convocados, onde há a registar ainda a entrada de Guarín, que falhou o encontro com o Zenit de S. Petersburgo por estar a cumprir o último de dois jogos de castigo, ainda por via da expulsão no Mónaco.

O avançado Walter não é um mistério, mas anda lá perto. Em condições de travar uma luta com Kléber, já por diversas vezes neste início de época ficou sentado no banco a ver outros colegas entrarem para o lugar do compatriota. Em circunstâncias normais, seria ele mas não tem sido assim, e disso é prova o que aconteceu, no jogo com o Feirense. Kléber saiu lesionado, o FC Porto ficou sem ponta-de-lança, e a baixa condição física de Sapunaru obrigou Vítor Pereira a alterar os planos. Disse o treinador, no final desse empate a zero e justificando as suas opções, que Walter ia entrar, mas que sem o romeno em campo optou por colocar Djalma na posição de lateral direito, que já tinha feito «por diversas vezes nos treinos».



in "abola.pt"

Kléber falha selecção

Problema na clavícula trava o sonho de estreia pela canarinha. Avançado ainda não se sente cómodo para jogar. Dragões vão enviar para a CBF um relatório detalhado sobre a lesão.

Kléber não está em condições de representar a selecção do Brasil nos jogos particulares agendados para a próxima semana e vai ficar em Portugal a recuperar da lesão na clavícula esquerda sofrida no jogo de São Petersburgo. Está adiado o sonho de estreia pela canarinha que o ponta-de-lança do FC Porto legitimamente alimentou a partir do momento em que viu o seu nome entre os convocados de Mano Menezes para os amigáveis a disputar na Costa Rica (dia 7) e no México (dia 11), nos quais deveria ter a oportunidade de se mostrar ao seleccionador e aos adeptos brasileiros, para quem é praticamente um ilustre desconhecido.

Aos 21 anos, é certo que Kléber dispõe ainda de muito tempo para tornar esse sonho realidade, mas o facto de estar afastado devido a uma lesão tem impacto relevante em termos psicológicos e assume-se como um grande momento de azar para o jovem goleador.

Para já, os efeitos imediatos da queda sobre o ombro esquerdo junto à linha lateral, no jogo da Champions frente ao Zenit, passam pela ausência na partida que o FC Porto realiza esta noite em Coimbra. Apesar de ter sido ventilada a hipótese de uma recuperação total a tempo de ser chamado para o encontro desta jornada, A BOLA sabe que o jogador ainda não se sente cómodo para entrar em campo e jogar, pelo que a reavaliação feita pelo departamento médico dos portistas deu um parecer negativo à sua utilização.



in "abola.pt"

sábado, 1 de outubro de 2011

Académica-F.C. Porto (antevisão): tão bem que eles se conhecem


Portistas de visita ao ex-adjunto num terreno historicamente favorável mas em contexto de alto risco. Um duelo sem segredos para esconder.


O Momento

Académica:

Espantoso início de época sob a batuta de mais um jovem técnico «made in» F.C. Porto, um pouco à semelhança do ano passado, com Jorge Costa. A equipa respira confiança em casa, onde tem por hábito golear e ainda não sofreu golos. No primeiro confronto com um grande, foi «despachada» por 4-1 na Luz mas mostrou atitude e tentou discutir o jogo. Falta saber se irá repetir a dose este domingo ou adoptar uma postura mais pragmática.

F.C. Porto:

Ao fim do terceiro jogo sem ganhar, coisa rara no reino do Dragão, o desconforto tornou-se evidente e tudo aquilo que os portistas não querem é ver prolongado o jejum por influência directa de um antigo homem da casa. No ano passado, Vítor Pereira e Pedro Emanuel faziam parte da mesma equipa; agora, estão frente-a-frente, num duelo onde dificilmente terão segredos para esconder um do outro.

Ausências:

Académica: Fábio Santos, Hélder Cabral, Orlando, Diogo Gomes e Jerry Sitoe, lesionados.

F.C. Porto: Sapunaru, Alex Sandro e Kléber, todos lesionados; Maicon e Varela, por opção.

Discurso directo:

Pedro Emanuel: «É especial por ser frente ao campeão nacional e não vou negar a ligação ao clube. Mas agora estou na Académica e vou defender intransigentemente os seus interesses. Vantagem? Sim, de os conhecer um pouco mais em termos individuais e colectivos. O Porto é muito forte e é isso que vamos tentar contrariar em duas ou três situações que temos de controlar, dentro dos nossos princípios, e procurando, com a bola, ser acutilantes em termos ofensivos. Respeito sim, medo nunca.»

Vítor Pereira: «Quando não se ganha não ficamos satisfeitos, mas sabemos que vamos dar uma reposta à Porto e que os nossos adeptos vão dar também uma resposta à Porto, de certeza absoluta. Sei exactamente o que quero para o F.C. Porto e sei que as críticas e os elogios fazem parte da profissão.»

Histórico de confrontos:

O F.C. Porto é o grande que mais dissabor causa à Académica. É, simplesmente, o adversário a quem não ganha há mais tempo em casa: quase 41 anos. Foi a 15 de Novembro de 1970 que os portistas perderam pela última vez em Coimbra. Ao todo, foram apenas 10 derrotas contra 38 triunfos e ainda 13 empates. A Académica ficou ainda ligada ao facto de ter sido a equipa, na altura liderada por André Villas Boas, que permitiu a Jesualdo Ferreira, no derradeiro ano de consolado (2009/10), colocar um ponto final à última sequência portista de três jogos sem vitórias. Será que se repete a história?

Equipas prováveis:


ACADÉMICA: Peiser; Cédric, João Real, Abdoulaye e Nivaldo; Pape Sow; Adrien e Danilo; Sissoko, Éder e Rui Miguel.

Outros convocados: Ricardo, João Dias, Flávio Ferreira, Júlio César, Marinho, Fábio Luís e Diogo Valente.

F.C. Porto: Helton; Fucile, Rolando Otamendi e Álvaro Pereira; Fernando; Guarín e Moutinho; Hulk, Walter e James.

Outros convocados: Bracali, Mangala, Belluschi, Souza, Defour, Djalma e Cristian Rodriguez.



in "maisfutebol.iol.pt"