sábado, 5 de novembro de 2011

James reclama um lugar

No final do encontro da Liga dos Campeões com o APOEL, Vítor Pereira assumiu a responsabilidade pela ausência de James Rodríguez no onze inicial, sublinhando o facto de só colocar em campo quem ele achava estar em melhores condições, garantindo não ceder a pressões, "nem da Imprensa, nem dos adeptos". Mas, com a deslocação do FC Porto a Olhão, tudo aponta para que a situação se altere e que o colombiano possa regressar ao onze inicial. O último encontro de James a titular remonta a 19 de Outubro e ao empate no Estádio do Dragão frente ao APOEL (1-1). Nesse jogo, o extremo terá mesmo realizado uma das suas piores exibições com a camisola azul e branca, não se fazendo notar durante os 68 minutos que esteve em campo, até ser substituído e brindado com uma grande assobiadela dos adeptos da casa.
O jogo foi mau e terá contribuído para que Vítor Pereira o afastasse da titularidade. Daí para cá, o colombiano foi suplente em três encontros - não chegou a sair do banco na goleada ao Nacional - entrando contra Paços de Ferreira e APOEL (em Nicósia), sempre para jogar a última meia hora.
Olhão surge agora como uma oportunidade para a redenção de El Bandido, directamente implicado no lance da grande penalidade que permitiu ao FC Porto empatar por breves minutos o jogo em Chipre. Se a este contexto se somar o pobre desempenho de Varela, com quem tem disputado mais directamente o lugar nos últimos jogos no flanco esquerdo do ataque, então a tese que aponta para o regresso de James Rodríguez ao onze inicial ganha ainda mais consistência. Esta provável alteração no onze adquire ainda mais importância, numa altura em que Vítor Pereira continua a procurar a melhor fórmula para que o colectivo dos campeões nacionais possa render ao nível que vinha habituando os seus adeptos e se recupere a confiança que tem faltado em todos os sectores do colectivo.

Na corrida para o "Golden Boy"

Mais de um milhão de votos já tinham sido registados ontem na página do jornal italiano "Tutto Sport" para eleger o "Golden Boy" de 2011, que conta com os portistas James e Mangala entre os nomeados. O colombiano esteve mesmo na luta directa com Schennikov, jogador do CSKA de Moscovo. O prémio que distingue o melhor jogador com menos de 21 anos a jogar na Europa já foi entregue, recorde-se, a craques como Van der Vart (2003), Rooney (2004), Messi (2005), Fàbregas (2006), Aguero (2007), Anderson (2008), Pato (2009) e Balotelli (2010).


in "ojogo.pt"

Rendimento intermitente

A temporada não tem corrido da melhor maneira a Varela que, à imagem do que vem sucedendo com a equipa do FC Porto, dificilmente consegue manter um rendimento constante que lhe permita ganhar confiança. Aposta para jogar de início nos últimos encontros, a verdade é que o internacional português está longe de fornecer argumentos a Vítor Pereira para continuar a apostar nele para jogar de início neste FC Porto.
Em Chipre, o extremo voltou a ser uma sombra daquilo que já se lhe viu fazer e acabou mesmo por ser um dos portistas mais visados pelos adeptos à chegada à Invicta.
Varela corre agora o risco de perder o lugar em Olhão e com Djalma e Iturbe disponíveis, as surpresas poderiam ser maiores até.
Perante o actual momento de forma de Varela, Paulo Bento acabou mesmo por deixá-lo de fora para o play-off com a Bósnia, sinal de que precisa de render mais se quiser regressar aos eleitos e sonhar com o Euro'2012.

in "ojogo.pt"

"Olho para a frente e não vejo ninguém"

Começou sereno, como sempre, mas irritou-se e deu um murro na mesa. Vítor Pereira bateu-se como um guerreiro na defesa do grupo , que considera maltratado. Aos gritos, frisou que isso só lhe dá mais força para seguir em frente e pediu a ajuda dos adeptos.
Que efeitos negativos pode ter, na equipa, a derrota com o APOEL frente a um Olhanense que costuma criar problemas?
Nós temos de perceber que a Liga dos Campeões e o campeonato são competições distintas, e é importante mudarmos o "chip" para nos focarmos inteiramente naquilo que temos feito no campeonato. E no campeonato somos líderes e vamos a Olhão, onde vamos encontrar uma equipa bem organizada e com bons jogadores.
Como é que explica a inconstância do FC Porto esta época, com algumas boas exibições no campeonato e uma Liga dos Campeões onde fica muito aquém daquilo que era o desejo da administração do clube e da sua própria ambição?
As coisas ainda estão em aberto. Acreditamos que seremos capazes de no fim concretizar os nossos objectivos. Mas é importante perceber que o nível exibicional acontece em cima de confiança, de resultados. Aquilo que apresentámos no ano passado veio depois das vitórias; no início, as coisas não começaram no nível que nós pretendíamos. O que temos que fazer é ir à procura do nosso jogo, de posse, de pressão. Mas de forma tranquila, para que a confiança venha, para que o nível exibicional constante surja naturalmente.
E consegue prometer que a equipa vai atingir essa regularidade exibicional? Se sim, para quando?
Trabalho, competência e dedicação total é tudo aquilo que podemos prometer.
Quando começou a trabalhar, esperava já estar melhor nesta fase?
Nesta altura da época, se quisermos comparar com factos, o ano passado, nesta mesma jornada, tínhamos empatado dois jogos e tínhamos ganho a Supertaça [n.d.r.: o FC Porto tinha apenas um empate]. É exactamente o mesmo registo que temos este ano e acrescentamos-lhe o melhor ataque no campeonato. A única diferença é da Liga dos Campeões para a Liga Europa. Mas as duas provas, nomeadamente nos grupos que nos calharam, são realidades completamente incomparáveis.
Depois da chegada de Chipre, que tipo de comportamentos percebeu por parte dos jogadores?
O que eu vejo é que há um critério diferenciado entre aquilo que nós fazemos e o que os outros candidatos ao título fazem. Isso, para nós, é claro e percebemos a intenção das pessoas que o fazem. Respeitamos as críticas, mas não admitimos a falta de respeito. Os jogadores sentem a injustiça na apreciação que se faz ao que acontece nos jogos do FC Porto. Isso, no balneário, só nos revolta e dá força para continuar a lutar. Estes jogadores, que no ano passado nos deram tanto, merecem o apoio da nossa massa associativa. Os outros querem é o nosso mal. E é para esses jogadores, que se querem exibir ao nível do ano passado, que eu peço ajuda. A massa associativa não pode ir nessa onda, nessa diferenciação que às vezes irrita. Porque quando eu olho para a frente, não vejo ninguém. Se nós estamos assim tão mal e os outros tão bem, devíamos estar a dez pontos dos outros. Mas estamos à frente e com mais golos marcados, e é isso que não podemos esquecer.
O jogo com o Olhanense é também a forma de dar resposta a isso tudo que acabou de dizer?
É um jogo em que queremos ganhar e ser Porto na entrega e qualidade. Ser Porto não é só qualidade; fomos Porto na entrega no último jogo. Não fomos na qualidade, mas quisemos ser. Vamos a Olhão conscientes de que somos líderes do campeonato, apesar de todo o folclore. Conscientes das dificuldades que vamos ter, vamos com a vontade de trazer de lá os três pontos e manter a liderança.

"Coragem não me falta"

Para quem acha que o treinador possa ter o lugar ameaçado, Vítor Pereira respondeu duas vezes. "Não. Decididamente não", frisou. "A estrutura dá-me total confiança", prosseguiu.
A crítica faz parte e tolera-se. "A falta de respeito é que não", avisa, garantido que "os jogadores estão unidos e querem corresponder em termos exibicionais àquilo que é a sua qualidade." Sobre o que se diz e o que se escreve, rebate tudo e todos e até aponta um exemplo. "No último jogo, estávamos a perder, queríamos mais posse e variação dos corredores, e então tiro Fernando, meto Guarín, como se fez muitas vezes o ano passado. Empatámos, e tudo estava bem feito; um minuto depois sofremos o golo da derrota e tudo muda. E porquê? Porque os analistas não são coerentes e vão nessa onda de teatralização que já falei. Mas ser treinador é ter coragem. E isso não me falta", sublinhou. "Vejo o que é melhor para a equipa e não tenho medo das minhas decisões. No fim vamos dar resposta a toda esta gente e tenho a certeza absoluta de que vamos festejar", prosseguiu.
Sobre a sua posição no clube, garante "total confiança da estrutura", que o convidou "pelo reconhecimento da competência e do trabalho." Por isso, quando ouve que não tem carisma nem autoridade responde novamente com o conhecimento de causa que a SAD tinha quando o promoveu. "Sinto a liderança. E também a confiança dos jogadores. Não me sinto minimamente fragilizado com o que se diz externamente", concluiu.

Treinador não acredita que Guarín se tenha queixado ao empresário

A insatisfação de Guarín, dada à estampa por O JOGO, na voz do empresário Marcelo Ferreyra, não corresponde, segundo Vítor Pereira, àquilo que o jogador mostra diariamente. "Com certeza, o empresário de Guarín tem falado pouco com ele. O que sinto do Guarín que tem trabalhado comigo e, aliás, de todos os outros jogadores é uma grande união e uma grande vontade de dar alegrias aos nossos adeptos. É isso que eu tenho visto e sentido no treino", respondeu.

"Época passada não se repete"

Vítor Pereira acredita que muita da contestação que sentiu, por exemplo, à chegada de Chipre tenha a ver com a memória da época passada. "Quando eu aceitei ser o treinador, sabia que herdava uma época de sonho. É importante que todos saibam que a época passada não se repete. A massa associativa também tem de perceber isso e ter paciência para os jogadores encontrarem o seu melhor jogo, que mais dia menos dia vai chegar", disse. Ainda sobre o que ouviu no aeroporto, "é natural que o lado emocional se faça sentir quando as coisas não correm bem." "Mas não temos de o valorizar muito", concluiu.











"Chip" doméstico para evitar contaminação

CHAMPIONS SÓ NO FIM DO MÊS


O resultado frente ao Apoel foi negativo, mas pertence inteiramente ao passado. Para que a equipa seja influenciada ao mínimo pelo que aconteceu em Nicósia, o técnico deixou o aviso público ao balneário.
“Temos de ter capacidade para perceber que a Liga dos Campeões e a Liga Zon Sagres são duas competições distintas e por isso é importante, até internamente, mudarmos o ‘chip’ de uma competição para outra”, referiu, notando que hoje a equipa tem “que se focar somente no plano interno, ainda que dando à Liga dos Campeões a importância que merece.” A questão é que só lá mais para a frente é que a Europa vai “exigir de novo a atenção” dos dragões. O jogo com o Shakhtar, em Donetsk, está agendado para o próximo dia 23.
in "record.pt

Uruguai: Fucile desconvocado

Jorge Fucile, a contas com uma tendinite no Aquiles direito, foi desconvocado da selecção do Uruguai para o jogo com o Chile, no próximo dia 11, da fase de apuramento para o Mundial de 2014. 

De acordo com a Imprensa uruguaia, a dispensa do lateral do FC Porto foi decidida em consonância pelos departamentos médicos do FC Porto e da selecção celeste.

Fucile contraiu a lesão no tendão de Aquiles no jogo da Champions com o APOEL.


in "abola.pt"

Otamendi é opção... para a direita da defesa

O defesa argentino está de regresso à equipa, ao que parece, mas não ao seu lugar. As ausências de Fucile (tendinite no Aquiles direito) e Sapunaru (lombalgia) obrigam Vítor Pereira a arranjar uma alternativa para a posição de lateral direito e a solução mais adequada e até aconselhável. 

O treinador portista nunca experimentou Otamendi a defesa direito em jogos oficiais, mas houve já quem o fizesse com resultados muito satisfatórios: Diego Maradona utilizou o ex-jogador do Vélez Sarsfield nessa posição no Mundial de 2010.

Agora, Vítor Pereira parece querer tirar partido dessa experiência acumulada de Otamendi, ou por certo não teria convocado quatro centrais para o jogo de Olhão, o que acontece pela primeira vez no campeonato.


in "abola.pt"

Alex Sandro estreia-se nos convocados

Alex Sandro estreia-se nas convocatórias de Vítor Pereira em jogos do campeonato. O lateral esquerdo, que foi visto pela primeira e única vez esta época na Taça de Portugal, a 15 de Outubro, com o Pêro Pinheiro, jogo que cumpriu a tempo inteiro, volta a ser opção. Mas ao que tudo aponta, agora para o banco dos suplentes. 

Em trânsito para a selecção do Brasil, para onde viaja já na próxima semana, com os seus companheiros Hulk e Kléber, o jovem lateral esquerdo (20 anos), Alex Sandro, ex-jogador do Santos, foi comprado pelos dragões por 9,6 milhões de euros e com uma cláusula de rescisão de 50 milhões de euros. Mas ainda aguardava a primeira convocatória... 

O lateral brasileiro parece finalmente começar a entrar nas contas do técnico portista, que também não terá recorrido mais cedo aos serviços do defesa devido à lesão muscular contraída no Mundial de Sub-20, em Agosto.

Alex Sandro só começou a trabalhar no campo, ainda condicionado, em finais de Setembro e agora estará em condições de concorrer com Fucile e ser alternativa a Álvaro Pereira, o inquestionável dono do lado esquerdo da defesa. 


in "abola.pt"

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Vitor Pereira: «A última época é irrepetível»

Treinador tenta cortar radicalmente com o passado, mas lembra que no campeonato a equipa tem exactamente os mesmos pontos


Vitor Pereira assumiu uma postura muito diferente da habitual, na conferência de imprensa desta sexta-feira. Assertivo, agitado, por vezes até agressivo, o treinador do F.C. Porto entendeu ser a hora de dar um murro na mesa publicamente e afastar, de uma vez por todas, as críticas sobre o seu trabalho. Só o tempo poderá dar razão, ou não, ao técnico. 

Um dos pontos mais fortes da conversa terá sido o corte radical com o passado. Vitor Pereira disse alto e a bom som que a «última época é irrepetível». E recusou-se a fazer promessas. «Isso não.»

«Sabia o que ia passar este ano quando aceitei treinar o F.C. Porto. Temos é de ir em busca de um bom nível exibicional, mas isso só se faz com trabalho e paciência», alvitrou o treinador dos dragões, interessado também em puxar os adeptos para o seu lado. Isto, apesar da forte contestação sofrida à chegada do Chipre.

Vítor Pereira: «Mais cedo ou mais tarde a regularidade virá»

Técnico lembra que na época passada a equipa nem sempre jogou bem


Vítor Pereira, treinador do F.C. Porto, admite que acabar com a instabilidade nas exibições da equipa é, neste momento, um dos principais objectivos dos dragões. Na antevisão do jogo deste sábado com o Olhanense, e no rescaldo da derrota em Nicósia, o técnico lembrou que na época passada a qualidade das actuações nem sempre foi a melhor:

«O nível de qualidade só sobe quando há confiança. No ano passado isso aconteceu porque vencemos muitas vezes. Inicialmente o nível exibicional também não foi elevado, gostaria de recordar isso», referiu.

Por isso, o técnico admite que no Algarve, para lá da conquista dos três pontos, há a intenção de reforçar a confiança com um jogo conseguido: «Temos de ir buscar o nosso jogo, a pressão, a constância exibicional. É para isso que trabalhamos. Mais cedo ou mais tarde, o mais depressa possível, essa regularidade chegará.»

Perante tudo isto, a intenção é clara. «Vamos a Olhão como líderes do campeonato, apesar de todo o folclore. O objectivo é claro: trazer de lá os três pontos. Queremos ser Porto no carácter, na entrega e na qualidade. No Chipre fomos Porto na união, não fomos na qualidade.»

in "maisfutebol.iol.pt"
«Trabalhamos para os nossos adeptos. Há que perceber a insatisfação deles, mas ele também têm de entender que o ano passado acabou e que este ano há novas dificuldades. Estamos a começar, estamos à procura do nosso melhor. Quando as coisas correm mal, é normal que as emoções venham à flor da pele. Aceitamos as críticas, mas não as faltas de respeito», sublinhou Vitor Pereira.

O Maisfutebol quis saber se não seria legítimo, mais de três meses após o início do trabalho, esperar mais deste F.C. Porto. O treinador respondeu com números. 
«O ano passado, nesta mesma jornada da Liga, também tínhamos dois empates. Este ano, tal como na época anterior, vencemos a supertaça. É exactamente o mesmo registo. A única diferença é no plano europeu. Mas a realidade da Liga Europa e da Liga dos Campeões é completamente diferente.»


Olhanense-FC Porto (antevisão): imagens e purificação


O MOMENTO:
Olhanense: Os algarvios vêm de uma derrota tangencial na Luz obtida através de uma exibição a dois tempos: depois de uma entrada em falso a imagem foi rectificada na etapa complementar. Esta impressão aplica-se ao percurso nos jogos em casa, onde «patinou» nos dois primeiros jogos e equilibrou-se nos dois últimos. Para prolongarem a agonia de terça-feira dos campeões nacionais ¿ o que seria bom prenúncio para as suas cores - o Olhanense terá de mostrar a sua melhor (última) face.

F C Porto: Em ressaca europeia, os campeões nacionais são obrigados a rectificar no quadro interno a cambaleante exibição (e resultado) de Nicósia. A purificação do corpo e da alma tem sido conseguida nesse espaço personificada com o primeiro lugar da tabela classificativa. Nesse processo de reabilitação, a dúvida (que os últimos resultados no campeonato podem desmentir mas as exibições legitimar) será sempre equacionada, até devido a possíveis sequelas que a derrota com o Apoel poderá ter deixado.

AUSÊNCIAS:
Olhanense: Jander (rotura muscular na face posterior da coxa esquerda), Luís Filipe (mialgia de esforço e lombalgia), João Gonçalves (estiramento no adutor direito) e Djalmir (entorse no joelho esquerdo)

F C Porto: Fucile (tendinite no calcanhar de Aquiles direito) e Sapunaru (lombalgia), Djalma (gastroenterite), Juan Iturbe (a recuperar da fractura de um braço) e Emídio Rafael (continua o plano de reabilitação). Souza e Cristián Rodriguez excluídos por opção técnica.


DISCURSO DIRECTO:
O treinador do Olhanense, Daúto Faquirá: «Colocamos sempre intensidade nos jogos e vamos mais uma vez colocá-la. E quero a minha equipa sempre ambiciosa, agressiva e que jogue em antecipação. Estes três A¿s, são pressupostos variáveis fundamentais para conseguimos estar mais perto de ter êxito. Às vezes isso não chega mas é um bom ponto de partida para ganhar, ou pelo menos fazer pontos, mas vamos sempre para o ringue a pensar que vamos derrubar o adversário. Por ko, tudo bem, por ko técnico ou pontos, também. O que interessa é conquistarmos pontos.»

O treinador do FC Porto, Vítor Pereira: «Vamos a Olhão como líderes do campeonato, apesar de todo o folclore. O objectivo é claro: trazer de lá os três pontos. Queremos ser Porto no carácter, na entrega e na qualidade. No Chipre fomos Porto na união, não fomos na qualidade. Temos de ir buscar o nosso jogo, a pressão, a constância na exibição. É para isso que trabalhamos. Mais cedo ou mais tarde, o mais depressa possível, essa regularidade chegará.»

HISTÓRICO DE CONFRONTOS:
6-1, ganhou o Olhanense. Na actualidade, ninguém acreditava. Mas na realidade é este o resultado mais desnivelado no confronto entre as duas equipas em jogos para o campeonato realizados no Algarve. Remonta à época de 1949/50. O melhor que o F C Porto conseguiu foi 4-0,na campanha seguinte. Mas é só nesse item que o Olhanense está por cima, porque no total dos 17 jogos os dragões obtiveram 8 vitórias, contra cinco dos algarvios, sobrando 4 empates. Na história recente, desde o retorno do Olhanense ao principal campeonato (últimas duas épocas), o F C Porto regista duas vitórias por 3-0. O último triunfo (2-1) da equipa algarvia aconteceu em 1973/74.

EQUIPAS PROVÁVEIS:
Olhanense: Fabiano Freitas; Figueroa, André Pinto, Mexer e Ismaily; Fernando Alexandre e Cauê; Nuno Piloto, Mateus e Wilson Eduardo; Dady
A lista de convocados só será divulgada no dia do jogo.

F C Porto: Helton; Otamendi, Rolando, Mangala e Alvaro Pereira; Belluschi, Fernando e João Moutinho; Hulk, Kléber e James Rodríguez
Outros convocados: Bracali, Alex Sandro, Maicon, Guarín, Steven Defour, Varela e Walter


in "maisfutebol.iol.pt"

PEDRO MOREIRA; "OS BONS RESULTADOS MORALIZAM A EQUIPA"

Já na liderança do campeonato nacional de hóquei em patins, após duas vitórias em outros tantos jogos, o FC Porto Império Bonança está cheio de confiança. Este sábado (17h00), desloca-se ao terreno do “europeu” HC Braga, para um encontro “em que não haverá lugar para facilitismos”, como afirmou Pedro Moreira ao www.fcporto.pt.

O arranque de campeonato correspondeu aos vossos objectivos?
Os bons resultados moralizam a equipa e são sinónimo de que o trabalho que temos realizado tem dado os seus frutos. Entramos em todos os jogos para vencer, que é o nosso principal objectivo, e é isso que tem acontecido.

Ainda assim, nos primeiros minutos, o FC Porto tem sentido algumas dificuldades...
É natural que no início dos jogos se verifique um período de maior ansiedade, mas não considero que haja qualquer tipo de relaxamento inicial. Com o decorrer do próprio jogo, a evolução da equipa tem sido natural.

Este é o primeiro jogo fora de portas no campeonato, pelo que não vão poder contar com o apoio do público...
Jogar no Dragão Caixa, perante a nossa massa associativa, é fantástico. No entanto, estou certo de que em Braga também teremos, como habitualmente, alguns adeptos a apoiar-nos.

Que dificuldades esperam encontrar em Braga?
Podemos considerar o HC Braga uma equipa “mista”, ou seja, tem experiência e muita juventude com qualidade. Esperamos um jogo muito difícil, à imagem de todos os outros, em que não haverá lugar para facilitismos. Um bom resultado seria a vitória, nem que fosse por 1-0.



in "fcp.pt!"

JOÃO SANTOS PRONTO PARA VENCER A DOBRAR NOS AÇORES

A jornada dupla nos Açores, que obriga os Dragões a defrontar o Terceira Basket e o Lusitânia em dois dias consecutivos, é classificada como "complicada" por João Santos. E a escolha de adjectivo não se esgota na imposição de um curto período de recuperação entre jogos, mantendo aplicabilidade na análise a cada um dos adversários. Ambos para vencer.

Primeiro o Terceira Basket, às 18h30 locais de sábado (mais uma hora em Portugal continental), depois o Lusitânia, menos de 24 horas depois, às 16h30 de domingo. No primeiro adversário, o internacional português distingue a influência de três norte-americanos, a propósito do segundo, sublinha o jogo colectivo e, sobre ambos, reconhece dificuldades. A atenuar já com a disponibilidade de Rob Johnson, que caracteriza como "uma mais-valia", em especial na proximidade das tabelas.

Duplamente complicado
"É uma jornada dupla complicada. A equipa do Terceira tem quatro americanos que jogam muitos minutos, com praticamente todos os movimentos ofensivos a passar por eles, enquanto o Lusitânia apresenta um jogo mais colectivo. Em resumo, são duas equipas difíceis."

Valor acrescentado
"O Rob Johnson vem acrescentar valor à equipa e ajudar-nos numa posição em que existia uma lacuna. Vai ser-nos útil, essencialmente no capítulo defensivo, nos ressaltos e na execução ofensiva das nossas jogadas. Será, portanto, uma mais-valia para a equipa."

Reposição de níveis físicos
"Estes quinze dias, em que não competimos oficialmente, ajudaram-nos a repor parte da condição física. Cada jogador tem as suas mazelas, o seu momento de forma e, na minha opinião, este intervalo ajudou a colocar todos num patamar físico muito semelhante."

Adversários com qualidade
"O Benfica reforçou-se bastante, é uma equipa com um forte poder ofensivo, mas há equipas com muita qualidade na nossa liga e que vão certamente bater o pé aos candidatos ao título. Ainda é muito cedo para tirar ilações sobre a competitividade das restantes equipas e o único dado certo para nós é que o FC Porto Ferpinta continua a trabalhar da mesma forma que fez na época passada e com os mesmos objectivos, que passam por vencer todas as competições em que está envolvido."



in "fcp.pt"

Danilo pode chegar a Portugal com mais de 70 jogos nas pernas

A chegada de Danilo prevista para Janeiro está a gerar enorme expectativa, não só pelas reconhecidas qualidades do lateral/médio, mas também porque se transformou na segunda contratação mais cara de sempre do FC Porto, ultrapassada apenas por Hulk. No entanto, falta saber o que poderá acrescentar Danilo à equipa na segunda metade da temporada, até porque há dois aspectos relevantes nesta história: o primeiro, subjectivo, está relacionado com o tempo que o jogador precisará para se adaptar ao futebol europeu - essa velha questão; o segundo, mais concreto, está ligado à excessiva carga de jogos com que o internacional brasileiro vai chegar a Portugal. Até ao momento, em 2011, e sempre sem parar, Danilo já contabilizou 63 jogos, 46 pelo Santos e 17 pelo Brasil, dois deles na selecção principal. Mas há mais. Até ao final do ano, Danilo tem a possibilidade de participar em mais oito partidas, seis no Brasileirão e duas no Mundial de Clubes que se jogará em Dezembro no Japão. Feitas as contas, o internacional brasileiro poderá chegar a Portugal com 71 jogos realizados este ano. Será impeditivo? O professor José Neto diz que não. Ou melhor, diz que pode não ser um problema. E explica. "O número de jogos, por si só, não significa nada. Tudo dependerá do contexto e de um conjunto de características do próprio jogador." Ou seja, e segundo o especialista em psicologia desportiva e metodologia de treino, tudo dependerá de um conjunto de factores bem mais complexos. "Um atleta é físico, é mental, natureza, desejo e sociedade. É importante haver uma consciencialização da tarefa. Um jogador com crença está mais disponível fisicamente. O interior é muito importante neste aspecto." Em resumo, para o professor José Neto tudo dependerá da adaptação de Danilo "à carga de treinos e à forma como recupera e resiste à fadiga", para além da forma como o jogador conseguirá "gerir as expectativas", porque estas tanto podem "motivar" como "criar uma ansiedade prejudicial". Apesar disso, e no essencial, os mais de 70 jogos que Danilo se prepara para realizar este ano não parecem ser um problema para 2012.


in "ojogo.pt"

Hulk não mudou

É errado eleger Hulk bode expiatório do momento atribulado do FC Porto. É certo que as coisas já saíram melhor ao Incrível (dois golos nos últimos quatro jogos, sendo que um foi de penálti), mas não é por falta de esforço que o registo e as exibições não são melhores.
A estatística nem sempre chega para ilustrar o momento de forma de um jogador, mas neste caso permite-nos concluir que se Hulk não faz melhor, não é porque esteja desmotivado.
Nos dois últimos jogos para o campeonato, o brasileiro foi até mais participativo do que nos seis anteriores: tocou mais vezes na bola, participou em mais ataques e combinações com os colegas e só rematou menos do que é habitual. A grande diferença foi o aumento de 50% nas bolas perdidas, o que revela, sim, mais dificuldades em passar pelos adversários. Quando muito, o craque vive uma crise de confiança, que obviamente o impede de fazer melhor.
Na Liga dos Campeões, Hulk também foi o melhor portista nos dois jogos contra o APOEL e melhorou registos por comparação com os dois primeiros jogos do grupo.
Em Chipre, o subcapitão mostrou-se disponível para arcar com as responsabilidades, o que por si só é um atestado de maturidade. Mas, como frisou, é injusto que o culpem de tudo. Afinal, a disponibilidade não mudou - e a forma de jogar também não.

Só Leo Messi remata mais

Se ao lado explicamos que ninguém pode apontar o dedo ao Incrível por não tentar fazer melhor, os números, por comparação com outros craques europeus, também dão razão ao esforço do jogador. Só Messi remata mais do que Hulk na competição: 33 contra 25 remates. Isto significa que até Cristiano Ronaldo (21 remates) procura menos o golo do que o Incrível, embora seja muito mais eficaz. Seguem-se Ibrahimovic e Benzema, ambos com 15, e, por fim, Fernando Torres, com catorze.

Até é mais colectivo

Substituído contra o Paços de Ferreira e acusado de ter sido muito individualista nos 54 minutos que passou em campo, Hulk prova com números que isso é errado. Nos últimos dois jogos, Hulk dobrou o número de passes feitos aos seus colegas. E participou em mais jogadas.

in "ojogo.pt"

Seguranças do Benfica provocaram "mal estar"

RELATÓRIO DA PSP NO CASO DO TÚNEL DA LUZ



A investigação da Polícia da Segurança Pública (PSP) sobre os incidentes no túnel do estádio do Luz, a 20 de dezembro de 2009, concluiu a existência de "mal estar" na equipa do FC Porto provocado pelos seguranças.
O relatório da Divisão de Investigação Criminal da 3.ª Esquadra da PSP, baseado no qual o Ministério Público (MP) proferiu acusação contra Hulk, Sapunaru, Fucile, Helton e Cristian Rodríguez, refere que "a constante identificação e acompanhamento do 'staff' do FC Porto (...), bem como o impedimento a determinados acessos, não era normal".
"ɐ certo que tal situação criou mau estar no 'staff' do FC Porto", concluiu a investigação, realçando que as supostas atitudes dos seguranças foram testemunhadas "por elementos policiais".
A conclusão da investigação, a que a Lusa teve acesso, salienta que Sandro Correia, um dos dois autores da participação judicial, impediu "a passagem de Fernando Oliveira [responsável pela segurança dos dragões]".
Nota-se ainda que o assistente de recinto desportivo insistiu no pedido de identificação do delegado ao jogo do FC Porto, Reinaldo Teles, e negou a sua presença na manga do túnel "por não estar devidamente credenciado para permanecer naquele local", quando aquele elemento dos portistas tinha autorização para o exercício das suas funções.
Salienta a conclusão da investigação que o "mal estar estará relacionado com o incentivo de Fernando Oliveira [elemento da comitiva do FC Porto encarregue da segurança] à desordem", instigando os jogadores portistas "para saírem do balneário", comprovado com fotogramas extraídos de câmaras de videovigilância.
O apuramento dos factos permitiu ainda refutar a tese do "staff" do FC Porto de que a saída dos jogadores do balneário foi motivada pelos elementos da equipa do Benfica "entoarem cânticos e baterem com os pés" com o propósito de afrontarem os portistas, derrotados por 1-0.
"Não corresponde ao verificado nas imagens, pois o visionamento não indica se é percetível qualquer batimento das botas", refere-se. Concluiu-se ainda na investigação que não foi possível constatar a ocorrência de "injúrias entre ambas as partes", porque as quatro câmaras de videovigilância no acesso aos balneários do estádio da Luz "não são possuidoras de sistema de recolha de som".
O MP deduziu acusações contra os cinco jogadores do FC Porto, depois de dar como provadas as agressões, com murros e pontapés, a Sandro Correia, que lhe provocaram traumatismo na face e num membro inferior, e a Ricardo Silva.
Os jogadores do FC Porto alegaram que foram injuriados e difamados pelos seguranças e requereram a abertura da instrução do processo.
Pelos incidentes no jogo da 14.ªa jornada da temporada de 2009/10, a Comissão Disciplinar da Liga suspendeu Hulk por quatro meses e Sapunaru por seis e arquivou o inquérito ao guarda-redes Helton.
No recurso para o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, Hulk foi suspenso por três jogos e Sapunaru por quatro.
in "record.pt"

Ansiosos pela revolução

EXCLUÍDOS NO CHIPRE NA EXPECTATIVA



O jogo com o Apoel pertence ao passado e, por isso, no Dragão, as atenções estão centradas no Olhanense. A expectativa de poder corrigir a imagem deixada na última partida será grande no plantel, mas é ainda maior entre aqueles que espreitam uma nova oportunidade.
Na possibilidade de Vítor Pereira operar mais uma pequena revolução no onze, há jogadores que se apresentam na linha da frente para o regresso à titularidade. Os nomes dos portistas ansiosos por voltarem a receber a confiança técnica saltam à vista.
in "record.pt"

Moutinho chega aos 200 jogos na Liga

CAMISOLA 8 ATINGE EM OLHÃO UMA MARCA HISTÓRICA



Seis anos, nove meses e 13 dias depois da estreia,João Moutinho cumpre, amanhã, frente ao Olhanense, o seu jogo número 200 no campeonato nacional. Esta é uma marca que, por si só, já é histórica, mas a verdade é que ganha ainda maior relevância se tivermos em conta que o internacional português vai atingi-la com apenas 25 anos.
A cumprir a sua 8.ª temporada na principal competição do futebol português, João Moutinho somou, neste período, muitas mais vitórias do que derrotas e/ou empates.´
in "record.pt"

Dragões cobiçam 49.º sem perder na Liga

Desde a derrota em Alvalade a 28 de Fevereiro de 2010 (0-3), que o FC Porto não perde qualquer jogo para o campeonato... É um percurso marcado pelo brilhantismo e pela força expressiva de três treinadores: Jesualdo Ferreira - esteve no início da etapa -, André Villas Boas - fechou a temporada 2010/2011 sem qualquer derrota - e por último Vítor Pereira.

Ao longo destes 20 meses, o dragão somou 42 triunfos e seis empates, com a marca a ganhar mais profundidade tendo por princípio que quatro dessas partidas tiveram o Benfica como adversário. 

Com as águias, neste quadro entusiasmante e de fogo, o FC Porto conta três vitórias e um empate, 12 golos marcados e quatro sofridos. Já com o Sporting realizou apenas dois jogos neste ciclo, com uma vitória e um empate.


in "abola.pt"

Guarín e James nos convocados da Colômbia

Os médios Freddy Guarín e James Rodríguez, ambos do FC Porto, integram a lista de convocados da selecção da Colômbia para os jogos com a Venezuela e a Argentina, referentes à fase sul-americana de qualificação para o Mundial-2014. 

Entre os eleitos do seleccionador Leonel Alvarez está ainda o avançado Radamel Falcao, ex-FC Porto actualmente ao serviço do Atlético de Madrid, que também contribui com o defesa Luís Perea.

Os jogos com Venezuela e Argentina estão agendados para 11 e 15 de Novembro, respectivamente, e vão decorrer no Estádio Metropolitano, em Barranquilla, na Colômbia.


in "abola.pt"

Walter a caminho do quarto jogo a titular na Liga

Regresso muito provável à equipa em Olhão. Kléber só lhe ganhou o lugar na Champions... 

Os jogos da Champions é que têm baralhado as contas e complicado a vida de Walter, que quase sem se dar por isso fez os últimos três jogos no campeonato a titular (Académica, Nacional e Paços de Ferreira), com um saldo de dois golos marcados. 

Número já positivo, é verdade, mesmo tendo em atenção os 12 marcados pela equipa portista nesta série de três jogos, mas que em termos meramente contabilísticos até em nada beliscam e diminuem Kléber, que agora na pele de Bigorna - porque nestas três últimas partidas da Liga só fez duas, e como suplente utilizado - apontou outros tantos golos...


in "abola.pt"

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

F.C. Porto: Fucile continua em recuperação

O lateral regressou à competição no Chipre mas ressentiu-se e acusou o esforço.


O F.C. Porto procura recuperar do desaire europeu no reduto do Apoel, preparando a visita ao Olhanense. O encontro relativo à 10ª jornada da Liga 2011/12 está agendado para o próximo sábado, às 20h30, no Algarve. 

Vítor Pereira não sabe se poderá contar com Jorge Fucile. O lateral regressou à competição no Chipre mas ressentiu-se e acusou o esforço. Nesta quinta-feira, voltou a fazer trabalho de recuperação no ginásio do Olival.

O jovem Iturbe treina com condicionalismos, enquanto Emídio Rafael permanece em repouso após nova operação que o deverá afastar dos relvados até final da presente temporada.

O F.C. Porto volta a treinar na manhã de sexta-feira, seguindo-se a conferência de imprensa de Vítor Pereira. 

Entretanto, o clube portista colocou bilhetes à venda para o jogo em Olhão. O preço unitário é de 12,5 euros.

in "maisfutebol.iol.pt"