domingo, 1 de abril de 2012

DRAGÕES PERDEM FINAL DA TAÇA

O FC Porto Vitalis perdeu este domingo a hipótese de conquistar a sua oitava Taça de Portugal, ao perder na final, frente ao Sporting, por um golo de diferença (26-25). O jogo, disputado em Tavira, foi extremamente equilibrado e os azuis e brancos estiveram na luta até à última posse de bola, com um remate de Pedro Spínola a ser defendido por Hugo Figueira.

O equilíbrio foi a nota dominante da primeira parte, se bem que os Dragões tenham estado a vencer por três tentos (8-5). O resultado ao intervalo (13-13) pressagiava um encontro disputado até ao fim e em que os detalhes se revelariam fundamentais. O Sporting teve do seu lado o factor sorte, ao apontar três ou quatro golos na sequência de ressaltos, após defesas de Hugo Laurentino.

Os lisboetas abusaram ainda da agressividade, de que é exemplo o lance da desqualificação de João Pinto e as sete exclusões averbadas (contra três do FC Porto). Ainda assim, é justo dizer que o adversário preparou bem o jogo, usou as suas armas e aproveitou uma menor rendimento das principais unidades portistas no ataque. Wilson Davyes foi o mais inspirado nesse capítulo, com cinco golos de primeira linha, todos na segunda parte.

O FC Porto comandou quase sempre o marcador entre os 30 e os 45 minutos, mas o Sporting passou para a frente aos 47 (22-21) e a partir daí o máximo que o FC Porto conseguiu foi empatar. A última dessas situações ocorreu a dois minutos do apito final (25-25), graças a um golo de Wilson Davyes. No ataque seguinte, Pedro Solha pôs o Sporting em vantagem, quando os azuis e brancos estavam reduzidos a seis elementos, por exclusão de Daymaro Salina.

No último ataque – com Gilberto Duarte no lugar de guarda-redes avançado, para que o FC Porto pudesse atacar com seis jogadores –, o remate de Pedro Spínola foi detido pelo guardião Hugo Figueira, que terá feito uma das melhores exibições da sua carreira. O FC Porto volta a não vencer a Taça, uma competição em que tem sido manifestamente infeliz nos momentos decisivos.

FICHA DE JOGO

Sporting-FC Porto Vitalis, 26-25
Taça de Portugal, final
1 de Abril de 2012
Pavilhão Municipal de Tavira

Árbitros: Mário Coutinho e Ramiro Silva (Aveiro)

SPORTING: Hugo Figueira e Ricardo Correia (g.r.); Bruno Moreira (3), Pedro Solha (7), Ricardo Dias (1), João Pinto (3), Daniel Muresan (5), Fábio Magalhães, Rui Silva (6), Frankis Carol (1) e Pedro Portela
Treinador: Branislav Pokrajac

FC PORTO VITALIS: Hugo Laurentino e Alfredo Quintana (g.r.); Gilberto Duarte (3), Pedro Spínola (5), Tiago Rocha (2), Ricardo Moreira (5), Elias Nogueira (2), Wilson Davyes (5), Daymaro Salina (1), Ricardo Costa, Filipe Mota (1), Dario Andrade (1) e Nenad Malencic
Treinador: Ljubomir Obradovic

Ao intervalo: 13-13
Disciplina: cartão vermelho para João Pinto (49m)



in "fcp.pt"

Despertador voltou a tocar mais cedo

HÁ 3 JORNADAS QUE O DRAGÃO NÃO FESTEJAVA NA 1.ª PARTE



Os adeptos do FC Porto que ontem se deslocaram ao Estádio do Dragão puderam voltar a conversar sobre um golo da sua equipa durante o intervalo. Tudo graças ao remate de recarga de Lucho, aos 24 minutos, que só parou nas redes da baliza de Fabiano.
O último golo apontado pelos azuis e brancos, em casa, nos 45 minutos iniciais, remontava a 22 de janeiro, frente ao V. Guimarães (16.ª jornada), quando Rolando abriu o marcador logo aos 18 minutos. Daí para cá, não mais os campeões nacionais tinham faturado na etapa inicial.
in "record.pt"

Palito jogou à defesa

ALVARO PEREIRA EVITOU O CARTÃO AMARELO



Alvaro Pereira era o único jogador do FC Porto que estava em risco de exclusão para a deslocação a Braga e acabou por alcançar os seus intentos, já que conseguiu evitar o cartão amarelo no jogo de ontem. A atuação do internacional uruguaio foi de tal forma exemplar que não o obrigou a cometer qualquer falta durante os 79 minutos que esteve em campo. Mesmo assim, a sua entrega permitiu-lhe fazer 14 recuperações de bola.
Com a equipa a vencer por 2-0, Vítor Pereira preferiu não correr riscos e trocou Palito por Alex Sandro à entrada para a parte final do encontro. Dessa forma, o lateral-esquerdo, de 26 anos, ficou com a sua posição salvaguardada para esse duelo que se espera muito disputado.
in "record.pt"

FC Porto - Olhanense (Declarações)

Vítor Pereira

"O futuro está nas nossas mãos"

Desta vez, correu tudo como Vítor Pereira previra: o FC Porto dominou e marcou ao Olhanense, colocando-se a salvo de surpresas como a que custou dois pontos, na jornada anterior, em Paços de Ferreira (1-1). A diferença entre a vontade e a eficácia foi assumida por Fabiano, mas, nem o desempenho do guarda-redes do clube algarvio afastou os portistas da "obrigação" de voltar ao primeiro lugar, primeiro à condição, antes de jogarem Benfica e Braga, e depois confirmado pelo resultado da Luz. "Queria ganhar este jogo, porque é isso que conseguimos controlar. Ser primeiro no fim é que nos dá o título", notou, feliz pelo desempenho da equipa. "Fizemos um jogo seguro, consistente. Eis alguns dados: 63 por cento de posse de bola, o que quer dizer que, tivemos a iniciativa, controlo com bola; 25 remates à baliza, com nove situações de golo, fizemos dois, o guarda-redes fez uma belíssima exibição, e não nos deixou fazer mais alguns; não me recordo que tenhamos consentido qualquer situação de golo ao adversário e é destes jogos que eu gosto", confessou, recuando à Mata Real para sublinhar que, também naquela ocasião, a equipa fez quase tudo o que pretendia: "Em Paços de Ferreira, o que faltou foi o golo, porque controlámos como eu gosto. Não fomos eficazes e fomos penalizados na única situação de golo, perdemos dois pontos que nos deixaram tristes, mas, sabendo que o futuro está nas nossas mãos, que temos o controlo sobre isso. E isso é que é importante".

James

"Rivais? Temos é de vencer os jogos"


No dia em que voltou a marcar e a reforçar o estatuto de melhor marcador do FC Porto no campeonato, com 12 golos, James reconheceu que a entrada forte no jogo de ontem, capaz de contrariar aquilo que tem sido habitual, foi "fundamental" para a conquista da vitória frente ao Olhanense. "O importante era ganhar e claro que foi importante começar bem. Entrámos com muita confiança e, agora, temos de seguir por este caminho, que é muito bom", começou por explicar o extremo colombiano.
Ainda antes de conhecer o desfecho do jogo entre o Benfica e o Braga, James desvalorizou os resultados dos principais adversários na luta pelo título,considerando apenas importante vencer os cinco jogos que ainda faltam disputar na competição, até porque isso seria suficiente para os portistas revalidarem o título de campeão nacional. "Temos é de olhar para nós, para o FC Porto. Pensamos apenas na nossa equipa. Independentemente do que acontecer com os outros rivais, temos é de ganhar sempre", afirmou.
Refira-se ainda que o FC Porto voltou a não permitir que falassem mais jogadores no final da partida.

in "ojogo.pt"

O FC Porto um a um

A ESTRELA


João Moutinho 7
Quanto mais tempo joga, melhor o faz


Vítor Pereira ofereceu-lhe mais liberdade de ação, colocando-o na linha de Lucho, e Moutinho agradeceu ao treinador com uma enorme exibição, conseguida com muita fibra e brilhantismo técnico. O "pequeno" Moutinho assumindo-se como um enorme maestro da equipa, com passes fantásticos, como um em que Lucho cabeceou ao lado, ou aquele em que deixou Hulk na cara de Fabiano, logo aos 19'. Aliás, o Incrível foi o grande beneficiário da excelente leitura de jogo do companheiros que, com um remate do meio da rua, ainda obrigou Fabiano a uma grande defesa. De facto, só lhe faltou mesmo marcar. E merecia. É o jogador mais utilizado da equipa e percebe-se porquê: parece que quanto mais joga, melhor o faz.


Helton 5
Interrompeu a condição de mero espectador para mergulhar e segurar um cruzamento venenoso de Salvador Agra, aos 18'. Foi a única intervenção digna desse nome na primeira parte. E na segunda só teve que segurar um remate de longe de Ismaily. Noite tranquila, portanto.

Sapunaru 6
Manteve a titularidade e sentiu dificuldades para controlar os movimentos de Wilson Eduardo, sobre quem cometeu uma falta dura que lhe valeu o amarelo. Melhorou, e muito, no segundo tempo, sobretudo no plano ofensivo. Por duas vezes esteve perto do golo.

Maicon 6
De volta ao eixo da defesa para anular as tímidas investidas de Meza. Deu nas vistas pelos bons passes em profundidade, pelo cabeceamento (23') que só não deu golo porque Fabiano é grande guarda-redes, e por dois excelentes cortes em que evitou remates de Wilson Eduardo e Dady.

Otamendi 6
Também esteve perto de marcar num canto, mas o guarda-redes não deixou. Muito bem nas dobras e nas antecipações.

Álvaro Pereira 6
Andou quase sempre em terrenos avançados, não se "assustando" com os embaraços que a velocidade de Salvador Agra poderia causar. Os cruzamentos é que não tiveram consequência.

Fernando 6
Estranha entrada em jogo, algo permissivo. Acertou a partir da meia hora, passando a roubar bolas com a regularidade que lhe é conhecida.

Lucho 7
Recuou posicionalmente uns metros no terreno e… chegou-se à frente para abrir o marcador, num bom remate. Já antes tinha tentado marcar, de cabeça, e ainda fez uma assistência milimétrica para Hulk, a abrir a segunda parte. Boa exibição que mereceu aplausos quando saiu.

Hulk 7
Tão cedo não deve querer ouvir falar de Fabiano, que lhe negou quase duas mãos cheias de golos feitos. Isto, depois de lhe ter defendido uma grande penalidade em Olhão. Travou e perdeu o primeiro de sete, sim sete!, duelos com o compatriota logo aos 22 segundos. Não marcou, mas esteve nos dois golos: no primeiro faz o cruzamento que a defesa cortou para os pés de Lucho e, no segundo, assistiu de forma brilhante James.

James 7
Quase sempre longe das alas foi, a par de Hulk, dos que mais remataram. E fez um grande golo, pela colocação da bola e finta simulação de corpo, que deixou o defesa pregado no chão. Boas combinações e o regresso às boas exibições. Desta vez, como titular.

Janko 5
Apenas dois remates, sem perigo, mas a verdade é que só aos 64' é que recebeu uma bola em carreira de tiro… e não contava com ela. Fartou-se de sofrer faltas fora da área, onde é cada vez mais uma referência para as tabelas com os companheiros.

Defour 6
Entrou muito bem no jogo, no lugar de Lucho, estando na origem do 2-0.

Alex Sandro 5
Uma dúzia de minutos para lhe dar confiança porque, mais cedo ou mais tarde, terá de ser titular já que Álvaro Pereira está à bica nos amarelos.

Varela -
Tempo para duas arrancadas e recuperar algum ritmo.

in "ojogo.pt"

O Tango de Lucho: um passo atrás e dois à frente

Lucho foi o primeiro a marcar no regresso do FC Porto às vitórias, e é nele que começa a explicação. A coisa era óbvia e este jogo tornou-a mais óbvia ainda: El Comandante andava mesmo perdido numa zona de ninguém a acrescentar coisa nenhuma e, ainda que essa evidência tenha sido desvalorizada ao longo da semana, a verdade é que o argentino lá voltou a pisar terrenos mais recuados, permitindo também que João Moutinho avançasse uns metros e deixasse a estranhíssima posição de guarda-costas de Fernando. Coincidência das coincidências, que não é coincidência nenhuma: o meio-campo do FC Porto ganhou um desenho normal e outro fôlego, com lances desenhados pelos pés de ambos, a esticar bem o jogo até à cara de Fabiano. Hulk e Maicon começaram por esbarrar nas mãos do brasileiro, que foi adiando um golo que Lucho haveria de assinar pouco depois. Ironia perfeita ter sido Lucho a fazê-lo, porque isso só reforçou a certeza de que, como se desconfiava, colocá-lo um pouco mais atrás não lhe retira fôlego algum para aparecer nas zonas de finalização. Pelo contrário.
Partindo de trás, El Comandante assumiu protagonismo na coordenação de jogo, acertando o passo com um inesgotável Moutinho ao lado, e conseguiu também estar onde Vítor Pereira gosta que ele esteja - à entrada da área para capitalizar os ressaltos. Aproveitando um deles, Lucho aplicou um pontapé forte, colocado e certeiro que o deixou visivelmente eufórico. É natural. O golo não só ajudava a contrariar a tendência do FC Porto em adiá-los para as segundas partes como lhe permitia também dar uma resposta firme às críticas. É bem capaz de ser a parte mais subjetiva da questão, mas Lucho pareceu acusar o toque do protagonismo em que se viu metido pelas interrogações à volta da sua anterior, e discutível, posição em campo.
Afinal, Lucho não era uma falsa questão jornalística. O mau momento de Rolando também não, porque foi ele quem saltou do onze, deixando a defesa nas mãos de Maicon. Do outro lado, era precisamente na defesa que Sérgio Conceição se via forçado a improvisar. Cauê a central foi uma novidade, mas o puzzle contemplou outras mudanças. À frente, onde era suposto o Olhanense surgir reforçado com o regresso de Wilson Eduardo, notou-se apenas um fogacho ou outro de Salvador Agra. Pouco para incomodar a defesa portista e, por acréscimo, para reavivar os fantasmas das vantagens curtas.
A segunda parte acentuava a tendência da primeira. Embalado por um Moutinho de gala, o FC Porto continuava dono e senhor do jogo, esbarrando quase sempre em Fabiano, um guarda-redes inspirado que justifica atenções especiais. Sérgio Conceição decidiu, então, mudar: Toy e Dady saltaram do banco para o relvado, onde se desenhava um Olhanense capaz de correr riscos. A ideia era boa no papel, mas acabou por não resultar como estaria pensada, porque, escaldado por situações semelhantes, os portistas não tiraram o pé do acelerador, nem os olhos da baliza. E há mais Lucho na equação. Desta vez, convencido de que já havia espremido o que ele tinha de melhor, Vítor Pereira decidiu substituí-lo. Uma boa ideia, com uma consequência ainda melhor: Defour entrou e participou logo no segundo golo. O belga combinou bem com Hulk e este com James, que fez o resto: tirou uma defesa da frente, Fabiano incluído. A vantagem ganhava, agora, um conforto acrescido, permitindo a Vítor Pereira gerir o plantel, trocando Álvaro Pereira, que estava a um amarelo de falhar Braga, por Alex Sandro e permitindo também que Varela ganhasse alguma rodagem.
O FC Porto continuou a dominar. E a esbarrar em Fabiano. Mas, o mais importante estava feito, a deixar a pressão do lado da concorrência direta, que jogava na Luz pouco depois. Braga é já ali...

in "ojogo.pt"

sábado, 31 de março de 2012

F.C. Porto-Olhanense, 2-0 (crónica)

Dragão ganhou direito a tornar-se sobranceiro: e para a semana joga em Braga.


FC Porto vs OlhanenseO F.C. Porto venceu o Olhanense e conquistou mais do que três pontos: conquistou o direito a ser sobranceiro. Pode colocar um ar de desdém e murmurar que não quer saber do Benfica-Braga. Não quer, de facto. Vai ganhar pontos a um rival, seguramente, e continua a depender só dele próprio.

Ora ter o controlo sobre o calendário é uma aspiração legítima, sim, mas que sobretudo legitima outras aspirações. Legitima por exemplo a ambição de na pior das hipóteses recuperar a liderança em Braga, no sábado. Legitima também a ambição de entrar na reta final com mais auto-estima.

O que nos devolve ao início da crónica e ao tal ar sobranceiro que o F.C. Porto pode atirar aos adversários. A vitória sobre o Olhanense não chegou sozinha, veio escoltada por momentos de puro deleite numa das melhores exibições da equipa esta época. Sobretudo no início da segunda parte.

Curiosmente já não é a primeira vez que acontece: na semana passada, recorde-se, em Paços de Ferreira, o F.C. Porto fez uma das melhores exibições dos últimos tempos numa mão cheia de ocasiões claras de golo. Não ganhou, é certo, mas jogou melhor e por isso surgiu esta noite mais Porto.

Demorou quinze minutos a entrar no jogo mas a partir não voltou a sair dele. Marcou por Lucho e James, em momentos importantes do encontro, e deixou por acabar uma goleada das antigas. As ocasiões sucederam-se e construíram um herói com direito a estátua de bronze: Fabiano Freitas.

O empresário do guarda-redes brasileiro deve até estar de sorriso rasgado: o jogo no Dragão deu-lhe material para fazer, só ele, uma daquelas compilações que se apresenta a clubes maiores. O que diz muito da noite portista. Mas não diz tudo: como é possível continuar a desperdiçar tantos golos?

Assim por alto, por exemplo, contam-se oito oportunidades de golo, todas elas paradas por Fabiano, mais uma bola ao poste num livre de James. Onze ocasiões para marcar, portanto, mais dois golos, numa exurrada de futebol ofensivo que não viveu de Hulk, mas apoiou-se muito em Moutinho.

Tal como tinha acontecido na segunda parte da Mata Real, após a entrada de Fernando, João Moutinho cresceu com a liberdade ofensiva e pôde enfim inventar rotas por onde o futebol caminhava. Surge nesta altura em excelente forma e o F.C. Porto cresce com ele. Até Lucho volta a ser mais Lucho.

Ora tudo isto perante um adversário musculado mas muito pouco criativo, que fez o primeiro remate à baliza de Helton já depois da hora de jogo. A semana passada, em casa, deu para travar o Benfica: no Dragão teve sorte em não ser goleado. O F.C. Porto, esse, agradeceu a gentileza e sorriu.

Resta da falar da primeira novidade: Rolando ficou no banco: não acontecia há muito tempo. Maicon respondeu bem e tornou difícil imaginar que Rolando possa regressar à equipa. Mas enfim, não é inocente o facto deste reparo ter ficado para o fim. Não afetou nada a dinâmica coletiva.

O F.C. Porto esteve bem e recomenda-se.

in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-Olhanense, 2-0 (destaques)

A Figura: João Moutinho
Enorme do princípio ao fim! A entregar, a recuperar, a rematar, a deliciar a plateia. Pormenores voluptuosos, ao alcance apenas dos predestinados. Toque de calcanhar a isolar James na primeira parte, passe em jeito a solicitar a entrada de Sapunaru na segunda. Dois exemplos de uma atividade intensa durante os 90 minutos. Está com uma capacidade física notável e uma confiança sem limites. Influente no processo defensivo e decisivo no ofensivo. Está, enfim, em todos os momentos. O F.C. Porto precisa de um João Moutinho assim até final da época. 

O Momento: o sossego do golo
As recentes aparições do F.C. Porto no Dragão preocupavam os adeptos. Compreensivelmente. Daí que o primeiro golo tenha sido uma catarse coletiva, o purgar de todos os medos e anseios da equipa a jogar em casa. Surgiu em boa hora para os azuis e brancos, a meio da primeira parte. 

A Desilusão: Wilson Eduardo e Salvador Agra
Exceção feita aos primeiros 15/20 minutos, os talentosos extremos do Olhanense jamais preocuparam a defesa do Porto. Talvez por mais mérito alheio do que demérito próprio. A verdade é que os internacionais sub-21 não foram os jogadores venenosos, incisivos e agitadores que costumam ser. Wilson Eduardo até já marcara em Alvalade e na Luz. Desta vez, não. Deles se esperava muito, mas a resposta foi claramente insuficiente. 

Outros destaques

Lucho Gonzalez
Por tudo o que se tem dito/escrito sobre «El Comandante» e por tudo o que a equipa (não) tem feito nos jogos em casa, aquele primeiro golo foi providencial para o F.C. Porto. Um pontapé seco, bem colocado, a celebrar a harmonia entre o argentino e as bancadas. Vítor Pereira defendera Lucho na conferência de imprensa de antevisão, apesar do evidente abaixamento de forma. O jogador respondeu com competência. Procurou mais a bola, palmilhou uma superior dimensão de terreno, entregou-se até à derradeira gota de suor. Percebeu-se a substituição por Steven Defour a meio da segunda parte. Lucho correu como à muito não corria. 

James Rodríguez
Atirou uma bola ao poste, marcou um golo belíssimo e jogou como há algumas semanas não o fazia. Talento cristalino, diáfano, a não aceitar qualquer reprimenda. Não é um extremo, já se sabe, antes um avançado que precisa de bola para criar espaço. Letal a driblar da direita para o meio, à semelhança de Hulk, e a procurar o melhor pé. Qualidade sem reservas de espécie alguma. Já leva 12 golos no campeonato nacional. 

Hulk
Bom jogo. Vontade de fazer sempre tudo bem, várias tentativas de chegar ao golo, algumas combinações recheadas de altruísmo e os exageros que se lhe conhecem e perdoam. Devia ter tocado para Lucho fazer o golo ainda no primeiro tempo, mas optou por rematar. Pontapé extraordinário aos 47 minutos e uma arrancada poderosíssima já em cima do apito final. Corre, corre, resiste, resiste. Unidade incontornável no ataque, mesmo que aqui e ali continue a não definir bem. 

Fabiano Freitas
O F.C. Porto tinha-o atravessado na garganta desde o jogo de Olhão. Não será exagero, porém, que fez uma exibição ainda melhor desta vez. Não parou uma grande como na primeira volta, é certo, mas fez seguramente cinco/seis defesas de elevado grau de dificuldade. Inspiradíssimo, quase inultrapassável. Só o vimos a cometer um erro de pormenor, ao calcular mal o tempo de saída por volta dos 55 minutos. Fora isso, perfeito! 


in "maisfutebol.iol.pt"

DRAGÕES NA FINAL DA TAÇA

O FC Porto Vitalis classificou-se para a final da Taça, depois de vencer este sábado o Madeira SAD, por 29-27. O jogo decisivo é este domingo (17h), frente ao Sporting, em Tavira, onde a prova se disputa em regime de “final 4”.

O FC Porto arrancou melhor e aos cinco minutos vencia por 3-0, mas o equilíbrio foi a tónica dominante do jogo. Ao intervalo registava-se um empate (14-14) e as margens mínimas foram-se sucedendo ao longo do encontro.

À entrada dos últimos 10 minutos, os Dragões assumiram o comando do marcador, através de um contra-ataque finalizado por Ricardo Moreira (25-24), e não mais o largariam. Seguiram-se mais dois golos de contra-ataque de Gilberto Duarte, que colocaram o resultado em 27-24

O FC Porto soube segurar a vantagem até final, com Hugo Laurentino a defender um livre de sete metros de Daniel Santos, a pouco mais de um minuto do termo da partida, garantindo assim a qualificação.

Pelo FC Porto marcaram Gilberto Duarte (7), Filipe Mota (1), Pedro Spínola (6), Tiago Rocha (6), Ricardo Moreira (6), António Elias (2) e Wilson Davyes (1).

O adversário de domingo, o Sporting, apurou-se para a final depois de bater o Belenenses, por 29-21. Os Dragões procuram um triunfo que lhes escapa desde 2007, quando derrotaram na final o Benfica, por 19-18.



in "fcp.pt"

O MELHOR ESTAVA GUARDADO PARA O FIM

Um último período assombroso (33-18), em contraste com os três que o precederam, deu para tudo. Para reverter os efeitos de um acumulado de 20 perdas de bola e para quase triplicar a pontuação do parcial anterior. Confirmada a 24 segundos do fim, no Dragão Caixa, a vitória (80-73) sobre o CAB Madeira mantém os Dragões na frente, com apenas uma jornada para o final da fase regular.

O número absurdo de “turnovers” ajudam a contar uma boa parte da história do jogo, sendo que a equipa do CAB, em tarde inspirada, contribuiu com uma fracção considerável das razões que colocaram o campeão em apuros, em especial no decurso do terceiro período. Por duas vezes (37-48 e 42-53), os Dragões estiveram a perder por 11 pontos e entraram no quarto decisivo com uma desvantagem de oito (47-55).

A aproximação à exibição perfeita nos momentos de resolução traçou a recuperação azul e branca, conduzida com requinte por José Costa, que assumiu o lançamento em situações difíceis (foi autor de três triplos), ainda que tenha sido Rob Johnson a distinguir-se como o melhor da equipa, com 12 pontos e 5 ressaltos, superando o duplo-duplo de Carlos Andrade (12 pontos e 12 pontos).

FICHA DE JOGO

Campeonato da Liga, 21.ª jornada
31 de Março de 2012
Dragão Caixa, no Porto
Assistência: 927 espectadores

Arbitro principal: Fernando Rocha
Árbitros assistentes: Paulo Marques e Pedro Rodrigues

FC PORTO FERPINTA (80): Reggie Jackson (9), Carlos Andrade (12), João Santos (9), Greg Stempin (18) e Rob Johnson (12); Miguel Maria (3), João Soares (0), Miguel Miranda (7), Diogo Correira (0), José Costa (10), David Gomes (0)
Treinador: Moncho López

CAB MADEIRA (73): Mário Fernandes (21), Jaime Silva (14), Fábio Lima (9), Shawn Jackson (17) e Jorge Coelho (8); Austin Kenon (4), João Ferreirinho (0), Bruno Cavalcante (0)
Treinador: João Freitas

Ao intervalo: 35-36
Por períodos: 19-16, 16-20, 12-19 e 33-18



in "fcp.pt"

JUNIORES VENCEM EM BRAGA

O FC Porto foi vencer na tarde deste sábado a Braga por 2-1, em jogo da 8.ª jornada da fase final do campeonato nacional de juniores.

Vencer em Braga era obrigatório para manter acesa a chama da revalidação do título e o FC Porto entrou no jogo com vontade de derrotar a equipa minhota.

Logo aos nove minutos Fábio Martins abriu o marcador, mas os bracarenses reagiram e chegaram à igualdade antes do intervalo.

Na segunda parte, pressão do FC Porto, com o golo da vitória a surgir aos 77 minutos, por intermédio de Tiago Ferreira, um central com veia goleadora e que voltou a ser decisivo.

Com esta vitória o FC Porto subiu à terceira posição, com menos dois pontos do que o Benfica, que empatou em casa com o Sporting, que é segundo, com mais um ponto do que os Dragões.

Na próxima jornada, marcada para sexta-feira, 6 de Abril, o FC Porto recebe o Nacional da Madeira.



in "fcp.pt"

F.C. Porto-Olhanense (antevisão): tempo de decidir o título

Dragão proibido de perder pontos no dia do Benfica-Sp. Braga: até porque para a semana vai a Braga...


Momento

F.C. Porto: No dia do Benfica-Sp. Braga, o dragão está proibido de não ganhar: uma vitória permite ganhar pontos pelo menos a um dos rivais. Para a semana, de resto, o F.C. Porto joga em Braga e precisa de ganhar confiança para um jogo decisivo. A equipa, recorde-se, vem de dois jogos sem ganhar: na Luz para a Taça da Liga e em Paços de Ferreira, para a Liga: até perdeu a liderança.

Olhanense: A formação de Sérgio Conceição não perde há mês e meio, desde o dia 12 de fevereiro. Desde então só ganhou em Leiria, é verdade, mas empatou em Guimarães, com o Nacional e até com o Benfica, na última jornada. Ora por isso é um adversário motivado, que subiu ao sétimo lugar e que ambiciona chegar ao sexto lugar, do V. Guimarães.

Principais ausências

F.C. Porto: Danilo, Djlama e Emídio Rafael estão lesionados, Rodriguez foi dispensado.

Olhanense: Maurício está suspenso e Luís Filipe está lesionado.

Discurso direto

Vítor Pereira: «Em Paços criámos uma série de golos e não marcámos. Irregularidade? Os números dizem que estamos a um ponto do primeiro. Os outros é que são regulares? Dependemos de nós para sermos campeões. Se fossemos irregulares não estaríamos a lutar pelo título.» 

Sérgio Conceição: «Vai ser muito difícil porque vamos encontrar um adversário com a necessidade de vencer. Queremos dar sequências aos resultados e ao bom momento. Não vai ser fácil mas os maus jogadores vão fazer de tudo para trazer algo positivo e isso passa por pontuar.» 

Histórico de confrontos

Só uma vez na história o Olhanense venceu na casa do F.C. Porto: foi em 1945, numa altura portanto em que o Estádio das Antas ainda nem sequer existia. De resto, já se jogaram mais 19 encontros no Porto e o dragão venceu 17 deles, empatando ainda dois: a última foi há dois anos.

Equipas prováveis

F.C. PORTO: Helton; Sapunaru, Maicon, Otamendi e Alvaro Pereira; Fernando, Lucho e João Moutinho; Hulk, Janko e James. 
Suplentes: Bracali, Rolando, Alex Sandro, Defour, Kléber, Varela e Iturbe.

OLHANENSE: Fabiano Freitas; Cauê, Vasco Fernandes André Pinto e Ismaily; Fernando Alexandre, Jander e Rui Duarte, Salvador Agra, Dady e Wilson Eduardo. 
Suplentes: Bruno Veríssimo, Vítor Vinha, Paulo Regula, Mateus, Ivanildo,Yontcha,Toy, Victor Meza e Djalmir.

in "maisfutebol.iol.pt"

Que futuro para Cristían Rodríguez?

Sai ou não sai? Fica ou não fica? "Cebola" não entra nas contas de Vítor Pereira, mas desconhece-se qual o destino do uruguaio. Grémio de Porto Alegre confirma, em Bola Branca, ter já desistido de contratar Cristian Rodríguez.



Cristian Rodriguez é uma hipótese descartada pelo Grémio de Porto Alegre.
Em entrevista a Bola Branca, o diretor executivo do clube brasileiro, Paulo Pelaipe, afirma que a contratação do "Cebola" - que chegou a ser negociada junto da SAD do FC Porto - "é um assunto encerrado".
"Não existe nada. Perdemos o interesse no jogador. O Grémio há mais de dois meses que não conversa com o FC Porto. Esse assunto acabou, é uma página virada", garante o dirigente.
Desentendimento precipita saídaCristían Rodríguez, recorde-se, está de saída do FC Porto, com quem tem contrato até Junho deste ano.

A saída já era esperada, mas um desentendimento com João Moutinho, em pleno treino, terá precipitado a partida do jogador.
in "rr.pt"

Não há sector que resista

ONZE EM EBULIÇÃO



Reabre-se a caixa de Pandora azul e branca. O campeonato nacional aproxima-se do fim e o plantel dos dragões tem cada vez menos opções, mas, mesmo assim, as dúvidas sobre a equipa que Vítor Pereira vai apresentar em cada jogo subsistem.
A partida de hoje, perante o Olhanense, não é exceção, e neste caso os pontos de interrogação abrangem mesmo todas as zonas do terreno. Da defesa ao ataque, não há sector que resista...
As dúvidas ganham forma logo no último reduto, muito por culpa do regresso aos convocados de um dos jogadores em melhor forma entre os campeões nacionais: Maicon.
in "record.pt"

Janko deu mais força ao ataque do dragão

EQUIPA GANHOU PRESENÇA NA ÁREA ADVERSÁRIA



Não é elogiado pela sua elegância nem tão-pouco pela eficácia na concretização, mas a verdade é que Marc Janko, de 28 anos, tornou-se numa referência incontornável no ataque do FC Porto.
O austríaco é o melhor marcador da equipa desde que chegou ao clube, com 4 golos, tendo dado mais força ao sector ofensivo. Com a sua presença na área adversária, a equipa passou a rematar mais vezes, desfrutou de um maior número de oportunidades para finalizar e, por consequência, subiu a média de golos por jogo no campeonato.
in "record.pt"

Nuno Delgado: «O FC Porto é o principal candidato ao título»

O EX-JUDOCA NÃO DUVIDA DA CAPACIDADE PORTISTA



Nuno Delgado acredita que o FC Porto será campeão nacional. Apesar do grande equilíbrio que tem marcado a Liga Zon Sagres, para o ex-judoca a experiência que os azuis-e-brancos têm em situações de maior pressão será decisiva.
“O campeonato está equilibradíssimo com o FC Porto ligeiramente atrás do líder. São as condições ideais para os dragões saírem vitoriosos, já que é uma equipa habituada a grandes desafios com muita pressão e competitividade. E sem dúvida que este é o fim de campeonato mais emotivo dos últimos anos. Nesse sentido coloco o FC Porto como o principal candidato ao titulo”, disse.
O técnico Vítor Pereira ainda não está totalmente aceite pela massa associativa azul-e-branca, mas o ex-judoca não censura o timoneiro portista pelas várias exibições medianas da equipa: “Os treinadores devem ser avaliados pelos resultados finais, não agora. É verdade que a época internacional não foi fantástica, mas esperemos pelo fim do campeonato. Se levar o clube ao título não vejo porque não continuar. Caso contrário aí sim teremos que avaliá-lo”.
Nuno Delgado, medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Sidnei, em 2000, esteve na Câmara Municipal do Porto a apresentar a “maior aula de judo do mundo”, que terá lugar no dia 7 de maio, na Avenida dos Aliados.
in "record.pt"

"João Moutinho é um maestro fantástico"

Se lhe perguntassem, Rui Barros aconselharia quatro jogadores do campeonato português à Juventus. O site Tutto Juve perguntou-lhe isso mesmo e os nomes estavam na ponta da língua, prontinhos a saltar. "Hulk e James Rodríguez, seguramente. Depois Fernando, mas sobretudo João Moutinho, um maestro fantástico", elogiou Rui Barros, numa entrevista em que recordou a passagem pelo clube de Turim, explicando também as funções que desempenha atualmente. "Estive cinco anos como adjunto. Agora faço observações e viajo muito, preferencialmente pela América do Sul, mercado onde as equipas portugueses costumam reforçar-se", explicou.
Da passagem por Turim, ficou-lhe gravado na memória o primeiro encontro com o então presidente, Giampiero Boniperti. "Eu tinha o cabelo comprido e, antes de assinarmos, disse-me: 'esse cabelo não está nada bem, vais ao barbeiro porque queremos apresentar-te e serás entrevistado'. E assim fiz. Outros tempos, agora os jogadores são mais rebeldes", atirou. Rui Barros ficou apenas dois anos na Juventus, transferindo-se depois para o campeonato francês antes de encerrar a carreira no FC Porto.

Guarín longe de ser um "bidone"


Guarín tem despertado algumas desconfianças em Itália. A lesão que o afastou dos relvados durante muitas semanas tem-no impedido de ser uma mais-valia num Inter à beira de uma crise de nervos. Nesta entrevista, Rui Barros defende o internacional colombiano, que começa a ser apontado entre os candidatos ao "bidone d'oro", um troféu que nenhum jogador que passe por Itália gosta de receber. Basicamente, assinala o maior fracasso das contratações. "Guarín esteve muito bem no FC Porto. Fez um campeonato fantástico e é um jogador que, se estiver bem fisicamente, consegue fazer coisas boas. Tem tido azar por causa da lesão, mas é um jogador que me agrada muito. A rematar é fortíssimo e é um excelente médio, mas tem de estar bem fisicamente."

in "ojogo.pt"

UEFA decidiu, falta anunciar

A UEFA vai anunciar na próxima semana o veredicto da queixa apresentada pelo Manchester City contra o FC Porto por alegados cânticos racistas dos adeptos portistas, revelou ontem a Imprensa inglesa. Segundo as mesmas notícias, o Comité de Controlo e Disciplina da UEFA já terá analisado todo o processo, faltando apenas o anúncio da decisão.

Derrotados em Vigo, mas apurados

O FC Porto perdeu (9-7), ontem, frente ao Celta de Vigo, num jogo referente à última jornada da fase de grupos da Liga Indoor Fertiberia. Apesar do resultado negativo da equipa comandada por Luís Castro, os dragões seguem em frente na competição, depois de terem vencido por duas vezes durante esta fase da prova, frente ao Sporting Gijón e Sevilha, curiosamente nos dois jogos realizados no Dragão Caixa. Na partida de ontem, o FC Porto já perdia ao intervalo, por 5-3. Agora, segue-se a fase a eliminar, não sendo, no entanto, conhecido o próximo adversário dos portistas, uma vez que ainda estão por disputar alguns jogos.

in "ojogo.pt"

À procura da 100ª vitória no Dragão

Oito anos depois, o Estádio do Dragão prepara-se para celebrar a 100ª vitória do FC Porto em jogos de campeonato. Para esta noite, há um número redondo em perspetiva, numa história que começou a ser escrita com um golo de Maniche, no dia de estreia oficial da nova casa frente ao Leiria (vitória por 2-1). A equipa de Mourinho, em ano de conquista da Liga dos Campeões, também terminou essa época só com triunfos no Dragão (oito), num arranque auspicioso.
Agora, para chegar à centena, é preciso vencer esta noite o Olhanense, curiosamente um dos adversários que já conseguiram evitar uma vitória do FC Porto no Dragão: em março de 2010, os algarvios arrancaram um empate a dois golos, embora em setembro do mesmo ano tenham perdido (2-0), naquelas que são as únicas visitas da formação algarvia ao estádio portista.
Para trás, ficaram também os tais 99 triunfos nos 138 jogos ali disputados para o campeonato, num rácio de aproveitamento de vitórias que supera os 70 por cento (72% para ser preciso). Para a contabilidade ficar concluída, diga-se que o Estádio do Dragão também assistiu a 21 empates e a 18 derrotas do FC Porto ao longo destes oito anos, para além de ter visto 278 golos marcados e 77 sofridos. Estes números positivos revelaram-se fundamentais na conquista de cinco títulos de campeão nacional.
Mas há mais: o FC Porto não perde em casa, para o campeonato, há quase três anos e meio. Três anos e meio! Foi na receção ao Leixões, que venceu por 3-2, em 2008, ainda com Jesualdo Ferreira no comando técnico da equipa. Curiosamente, Lucho até marcou um dos golos dessa partida, através de uma grande penalidade, antes de se ter transferido para o Marselha. A título de curiosidade, refira-se ainda que Sapunaru, Rolando e Hulk - para além do já anunciado Lucho -, são os únicos sobreviventes do atual plantel que participaram nesse jogo.
Na história, também ficou o registo de grandes vitórias do FC Porto no Dragão, com especial destaque para a inevitável goleada (5-0) infligida na época passada ao Benfica. Hoje, no entanto, pode assistir-se a mais um momento importante na vida do Estádio do Dragão, com a chegada da 100ª vitória. A Académica impediu que tal se verificasse na última jornada...

Hulk continua a perseguir Falcao


O penálti marcado na mais recente receção à Académica colocou Hulk a apenas um golo de Falcao na lista dos melhores marcadores da história do Estádio do Dragão. O avançado brasileiro já fez 39 - oito deles esta temporada -, enquanto Falcao conseguiu chegar aos 40 em apenas duas temporadas. Nesta lista, refira-se ainda que Lisandro surge na terceira posição, com 36. Sendo assim, Hulk tem hoje a primeira oportunidade de igualar e/ou ultrapassar o colombiano, sobrando-lhe, depois deste jogo, apenas mais duas partidas no Dragão até ao final da presente temporada: Beira-Mar e Sporting.

in "ojogo.pt"

sexta-feira, 30 de março de 2012

"MANTER O PRIMEIRO LUGAR É O NOSSO GRANDE OBJECTIVO"

Regressar às vitórias é imperativo para o FC Porto Ferpinta, quando restam apenas duas jornadas para o fim da fase regular da Liga. Vencer o CAB Madeira coloca a equipa mais perto de assegurar o primeiro lugar, que dá direito ao factor casa nos playoffs. O encontro está marcado para as 16h00 de sábado, no Dragão Caixa.

Na antevisão à 21.ª jornada da Liga, o extremo João Soares assegura que a derrota da última jornada, frente ao Benfica, já foi esquecida e promete que a equipa vai reagir e mostrar bom basquetebol. Jogar em casa revela-se muito importante nesta fase, sublinhou, e os portistas até terminam a fase regular no Dragão Caixa. Depois do CAB segue-se o Barreirense, no fim-de-semana seguinte.

Lutar pelo primeiro lugar
"Esperamos que seja um bom jogo e que consigamos conquistar a vitória. Manter o primeiro lugar é o nosso grande objectivo. Vamos mostrar que conseguimos reagir da melhor maneira quando algo não nos corre bem. Estamos aqui para lutar pelo primeiro lugar".

Derrota esquecida
"A derrota apenas nos afectou no próprio dia. Domingo já limpámos as cabeças e segunda-feira já estávamos a trabalhar. O que se passou já está esquecido, agora o que nos interessa é ficar em primeiro lugar. Foi só uma derrota, não há equipas invencíveis. Agora queremos ganhar os próximos jogos, é nisso que estamos focados".

Motivação dos adeptos
"Jogar em frente aos nossos adeptos serve-nos de motivação e aumenta a nossa confiança. Queremos mostrar um bom basquetebol porque é disso que eles gostam. Além de ganhar, queremos realizar uma boa exibição e esperamos que este sábado tudo corra da melhor maneira."

Factor decisivo
"Temos de ganhar os próximos dois jogos para continuar em primeiro. A vitória traz a vantagem de nos playoffs podermos disputar as partidas decisivas em casa. Temos de conseguir esse primeiro lugar para começarmos e acabarmos da melhor maneira, que é a jogar em casa e com os nossos adeptos."



in "fcp.pt"