domingo, 28 de outubro de 2012

FC PORTO B DERROTADO NA TAPADINHA

O FC Porto B perdeu este domingo no terreno do Atlético, por 1-2, em jogo da 11.ª jornada da Segunda Liga, um resultado com sabor amargo, tendo em conta o pressing final da equipa de Rui Gomes.

Depois de uma primeira parte sem grandes lances de perigo, o Atlético adiantou-se logo no início da segunda parte, com um golo de Ailton (61m). Cinco minutos depois, novo golo do Atlético, com Hernâni a marcar na transformação de um livre directo.

A perder por dois golos, o FC Porto B foi para a frente e reduziu o marcador aos 73 minutos, com Sérgio Oliveira a marcar com um remate de fora da área. Seguiu-se uma intensa pressão do FC Porto B, mas a bola teimou em não entrar, acabando a equipa por sofrer uma derrota amarga.

FICHA DE JOGO

Atlético-FC Porto B, 2-1
Segunda Liga, 11.ª jornada
28 de Outubro de 2012
Estádio da Tapadinha, em Lisboa
Assistência: cerca de 1000 espectadores

Árbitro: Rui Silva (Vila Real)

ATLÉTICO: Leão, Luís Dias, Paulo Renato, Hugo Carreira, Vítor Moreno, Taira, Marco Bicho, Vasco Varão (Hugo Pina, 86), Hernâni (Adilso, 69), Lito (Quinaz, 46) e Ailton.

Substituições: Quinaz por Lito (46m), Adilso por Hernâni (69m) e Hugo Pina por Vasco Varão (86m).

Não utilizados: Janota, Mauro, Julian e Tininho.
Treinador: António Pereira

FC PORTO B: Stevanovic, David Bruno, Abdoulaye, Tiago Ferreira, Quiñones, Edú (Pedro Moreira, 73), Sérgio Oliveira, Mikel (Sebá, 66), Tozé, Dellatorre (Frederic, 57) e Vion.

Substituições: Frederic por Dellatorre (57m), Sebá por Mikel (66m) e Pedro Moreira por Edu (73m)

Não utilizados: Eloi, Zé António, Fábio Martins e Diogo Mateus.
Treinador: Rui Gomes

Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Ailton (61m), Hernâni (66m) e Sérgio Oliveira (73m).
Cartões amarelos: Delatorre (45+3), Sérgio Oliveira (66), Quiñones (83), Paulo Renato (84), Quinaz (90) e Hugo Pina (90+2).


in "fcp.pt"

JUNIORES B SOFREM PRIMEIRA DERROTA

A equipa de Sub17 do FC Porto deslocou-se este domingo ao Estádio do Bessa para defrontar o Boavista e acabou por não ser feliz, sofrendo a primeira derrota no campeonato (1-0), depois de seis jogos consecutivos a ganhar.

Um golo solitário da equipa da casa, apontado aos 12 minutos na sequência de um lance de bola parada precedido de falta sobre um atleta dos Dragões, foi quanto bastou aos axadrezados para, injustamente, levarem de vencidos os azuis e brancos.

A formação orientada por José Guilherme comandou todo o encontro, teve maior posse de bola e mais chances de golo, mas faltou-lhe objectividade no momento da finalização. Com a ansiedade a crescer e o tempo a passar, os jovens portistas acabaram por não conseguir sequer o merecido golo da igualdade.

Mesmo assim, apesar do desaire, os Dragões continuam a liderar a tabela classificativa , com 18 pontos em sete jornadas.


SUB15 TRIUNFAM NA PÓVOA DE VARZIM

Os juniores C do FC Porto visitaram este domingo o Varzim, em partida da oitava jornada do campeonato, série B, e venceram por 4-2. Desta forma, os jovens Dragões reforçaram a liderança da prova, agora isolada, fruto dos 17 pontos conquistados.

Numa partida animada e de “bola cá, bola lá”, o ascendente dos azuis e brancos foi sendo evidenciado com o decorrer dos minutos. Apesar do Varzim ter dado luta, a superioridade dos comandados de António Folha não teve forma de ser anulada e a vitória sorriu mesmo aos portistas graças aos golos de Madi, Casimiro, Bola e Rui Pedro.

A juntar a mais estes três pontos, o FC Porto ampliou ainda a diferença para os demais no que diz respeito ao posto de melhor ataque da prova: em oito jogos, já se contam 22 golos.


in "fcp.pt#

Estoril-F.C. Porto (antevisão): fim da maldição na Amoreira?


O momento

Estoril: Depois de um bom período, que culminou com um empate em Alvalade (2-2), a equipa Marco Silva caiu com estrondo, por duas vezes, em casa. Primeiro perdeu com o Rio Ave por 1-3, na última jornada, logo a seguir foi afastada da Taça de Portugal, outra vez na Amoreira, pelo Paços de Ferreira (1-2). Uma nota positiva para o registo de golos do Estoril: marcou em todos os jogos oficiais esta temporada.

F.C. Porto: O campeão chega à Amoreira orgulhoso depois da terceira vitória consecutiva na Liga dos Campeões, a meio da semana, frente ao Dínamo Kiev (3-2) e já depois de conhecer o resultado do Benfica em Barcelos. Mesmo, assim, Vítor Pereira deixou um alerta: o líder não pode levantar o pé frente ao Estoril, até porque a Amoreira é, por tradição (ver histórico), um campo difícil para o F.C. Porto. Na última jornada para a Liga, no início do mês, o dragão bateu o Sporting em casa por 2-0.

Ausências 

Estoril: João Paulo volta a ser opção, depois de ter cumprido castigo no jogo da Taça. De fora por motivos físicos continuam Tiago Gomes, que recupera de uma intervenção cirúrgica, Bruno Miguel, ainda condicionado, e Pedro Henrique, a contas com uma lombalgia. 

F.C. Porto: Alex Sandro, lesionado, continua a ser a principal baixa na equipa de Vítor Pereira que, tal como aconteceu frente ao Dínamo Kiev, terá de recorrer a Mangala para defender o flanco esquerdo. De resto, apenas Emídio Rafael está indisponível por motivos físicos. Kléber, Miguel Lopes e Abdoulaye ficaram de fora por opção.

Discurso direto:

Marco Silva: «É um jogo em que teremos de ter uma concentração muito grande, em que não podemos cometer erros e vamos tentar ser nós a tirar pontos ao Porto. Se pudermos tirar os três pontos melhor, mas queremos somar pontos. Foi com esse intuito que trabalhámos ao longo da semana e que vamos entrar no jogo».

Vítor Pereira: «Como o Rio Ave e o Gil Vicente, o Estoril ilustra a qualidade de um treinador português. É uma equipa de média qualidade e tem um treinador astuto. São equipas que defendem bem, organizadas e têm uma grande entreajuda» .

Histórico de confrontos
Pode ser surpresa para os mais distraídos, mas o Estoril tem mais vitórias do que o F.C. Porto nos vinte jogos que os dois emblemas já realizaram na Amoreira. Oito vitórias para os «canarinhos» e sete para a equipa do Dragão, com cinco empates pelo meio. Mas parece cada vez mais difícil à modesta equipa da Linha de Cascais manter estes números, até porque nos últimos quatro jogos, entre 1991 e 2005, somaram outras tantas derrotas. A invulgar marca tem por base as seis vitórias consecutivas do Estoril na década de quarenta. No último embate, já este ano, mas para a Taça da Liga, em janeiro, o F.C. Porto bateu o Estoril, no Dragão, por 1-0.

Equipas prováveis:

ESTORIL: Vagner; Jefferson, Steven Vitória, Bruno Nascimento e Anderson Luís; Diogo Amado e Gonçalo; Carlitos, Carlos Eduardo e Licá; Luís Leal.
Convocados.

F.C. PORTO: Helton; Danilo, Maicon, Otamendi e Mangala; Lucho González, Fernando e João Moutinho; Varela, Jackson e James.
Convocados.


in "maisfutebol.iol.pt"

"Gozo supremo foi sermos campeões na Luz"


Na véspera de completar o milésimo jogo à frente do FC Porto, o presidente mais titulado do futebol mundial recorda os melhores momentos dos últimos 30 anos e revela qual o resultado que mais "custou a engolir".
Odiado por uns e amados por outros, são poucas aqueles que são indiferentes ao nome Jorge Nuno Pinto da Costa. O presidente do FC Porto, o dirigente desportivo com mais títulos (57) colecionados no futebol profissional mundial, bem como 200 em modalidades amadoras (101 entre basquetebol, hóquei em patins e andebol), cumprirá este domingo o milésimo jogo no futebol enquanto líder dos dragões.
Foi a 22 de abril de 1982, no terreno do Estoril, que o 33.º presidente da história do FC Porto se estreou, com um empate a um golo. Este domingo, será o regresso à casa de partida: será também contra o Estoril que os dragões proporcionarão o milésimo jogo a Pinto da Costa, ambicionando a 724.ª vitória.
"Era inimaginável para qualquer pessoa atingir este número como presidente do FC Porto. Quanto ao sucesso, naturalmente que acreditava ser possível. Se não fosse assim, não teria assumido o cargo", começou por dizer Pinto da Costa, em entrevista ao semanário Expresso, onde recordou os treinadores que mais o marcaram. "Artur Jorge, que foi campeão europeu; Mourinho, foi campeão europeu e ganhou a [Taça] UEFA; Villas-Boas que ganhou a Liga Europa. Mas aquele que me recordo como sendo o meu treinador foi o primeiro: José Maria Pedroto", considerado um dos melhores técnicos da história do futebol nacional.
A vitória mais marcante não foi, porém, em nenhuma final europeia, mas sim no seu 18.º campeonato conquistado no futebol: "O gozo supremo foi sermos campeões na Luz, num jogo célebre pelo apagar da Luz. Fizemos uma grande exibição e mostrámos a nossa real superioridade numa partida a que se seguiu um final triste, traduzindo um espetáculo de antidesportivismo e de mau perder por parte do adversário, que apagou a luz e ligou o sistema de relvado para que não pudéssemos festejar", recordou.
A derrota mais marcante, curiosamente, foi a última registada no campeonato, há dez meses, frente ao Gil Vicente, por 1-3, já com Vítor Pereira, o seu 20.º treinador. "Quebrámos um ciclo sem derrotas para o campeonato. Esse resultado, com uma arbitragem incrível, levou-nos a sofrer a primeira derrota ao fim de quase dois anos. Foi uma grande injustiça e o resultado que mais me custou engolir", confessou.

in "dn.pt"

SUB19 GOLEIAM VARZIM

Os juniores A do FC Porto receberam e venceram o Varzim por esclarecedores 5-0, em partida da décima jornada do campeonato nacional, zona Norte.

André Silva inaugurou o marcador do Centro de Treinos e Formação Desportiva logo aos sete minutos, oferecendo aos Dragões uma vantagem merecida, dada a forte entrada no encontro.

Num jogo de sentido único, Ivo fez o 2-0 aos 50 minutos e André Silva anotou o terceiro tento pouco depois.

Com a partida totalmente controlada, os comandados de Nuno Capucho aproveitaram para afinar a finalização e facilmente chegaram à mão-cheia: Leandro e Rafa fecharam as contas de uma vitória perfeitamente tranquila.

Com mais estes três pontos, os azuis e brancos aproximam-se do topo da tabela, agora com 25 pontos, menos um do que o líder Rio Ave.


in "fcp.pt"

FC Porto quer manter-se «na sua praia»



Comandante em todas as frentes, o FC Porto procura mais uma vitória, este domingo, frente ao Estoril, no regresso aos jogos do campeonato nacional, em partida no estádio António Coimbra da Mota. A ideia passa por manter os portistas na liderança (perdida depois da vitória do Benfica em Barcelos), afinal aquela que tem sido «a sua praia» ao longo dos anos.
Evitar uma deslocação traiçoeira... como foram Vila do Conde e Barcelos
Quatro vitórias nos últimos quatro jogos voltam a colocar o FC Porto longe das dúvidas que pairaram após o empate em Vila do Conde (2x2). Ainda assim, este conjunto de Vítor Pereira parece quebrar o ritmo de jogo, não de vitórias, algo que está identificado pelo treinador; o «calendário» competitivo é o culpado e acaba por acentuar o desagrado do técnico portista devido à atividade das seleções nacionais.
Para o embate com a equipa do Estoril, Vítor Pereira sabe que a formação da «Linha», a jogar em casa, vai colocar dificuldades à sua equipa mas só pensa na vitória. Porém, todos os cuidados são poucos, bastando recordar que os portistas costumam «escorregar» nos duelos teoricamente mais acessíveis.
O jogo com o Santa Eulália para a Taça de Portugal, o tal que Vítor Pereira promete rever no futuro quando aparecer a Taça outra vez, é um sinal disso mesmo; a menor concentração dos azuis e brancos ou motivação dos jogadores das equipas menos favoritas resultam, não raras vezes, em jogos onde os portistas perdem pontos.
Na Amoreira, os bicampeões nacionais enfrentam um conjunto que subiu este ano de divisão mas nem está a atravessar o melhor dos momentos, depois de ser afastada da Taça de Portugal (1x2 com o Paços de Ferreira).
Jogo 50 entre Estoril e FC Porto
Nas contas dos confrontos com o Estoril, os azuis e brancos levam a melhor, com 27 vitórias, 11 empates e 11 derrotas.
Na casa da equipa da «Linha», o cenário é também positivo para a equipa de Vítor Pereira: seis vitórias consecutivas nos últimos seis jogos. Porém, o histórico até revela que em 24 jogos, o FC Porto perdeu 10 vezes, empatou cinco e venceu em nove partidas.
Os dados estão lançados. Agora é só esperar.
Equipa provável do FC Porto:
Com Iturbe e Rolando no lote de convocados, Vítor Pereira deve, contudo, apostar na habitual estrutura em campo, apesar do jogo europeu que a equipa teve a meio da semana.
Ainda assim, Helton deve ser o dono da baliza, tendo na sua frente Danilo, Maicon, Otamendi e Mangala. 
No miolo a aposta deve recair em Lucho, João Moutinho e Fernando, enquanto que no ataque é de esperar James, Jackson e Varela.
in "zerozero.pt"

FC Porto: United pode oferecer Nani para garantir James

O rumor surgiu em Inglaterra e chegou a Itália, apontando-se que os "red devils" estarão dispostos a pagar 27 milhões pelo colombiano, mais o internacional português.


O Manchester United estará disposto a incluir Nani nas negociações com o FC Porto para a aquisição do passe de James Rodríguez. A notícia surgiu em Inglaterra e chegou a Itália, apontando-se que o clube de Sir Alex Ferguson pretende assim amenizar o preço a pagar pelo jovem talento colombiano.

A cláusula de rescisão de James com o FC Porto é de 45 milhões de euros. E as especulações apontam para que o United considera pagar apenas 27 milhões, atirando Nani como "moeda de troca" para o pagamento da quantia restante.

O contrato de Nani com o United termina em junho de 2014, incluindo uma cláusula de rescisão de 50 milhões de euros. O futuro do internacional português há muito que vem sendo situado longe de Manchester, surgindo Itália como um destino possível. Já o regresso a Portugal não parece uma via muito provável.


in "relvado.pt"

Varela agradeceu

ESTORIL AJUDOU-O A RECUPERAR TERRENO EM 2011/12


Há uma linha que liga Silvestre Varela ao Estoril. Foi contra o adversário desta noite que, na época passada, o internacional português, de 27 anos, arrancou para uma ponta final ao mais alto nível, também empurrado por um pequeno incentivo, em jeito de desafio, que lhe foi lançado por Vítor Pereira.

Na sequência da época fantástica que assinou em 2010/11, Varela foi perdendo terreno na temporada seguinte, já com Vítor Pereira ao leme, ultrapassado pelos Rodríguez do plantel, Cristian e James, e até mesmo por Djalma. O Drogba da Caparica estava na segunda linha do plantel e, por isso, avançou num onze que defrontou os canarinhos, em jogo referente à Taça da Liga. Apostado em agarrar essa oportunidade e recuperar o estatuto de titular, Varela marcou o único golo dessa partida, oferecendo a vitória aos dragões. A prova foi superada e, no final, até foi elogiado pelo treinador: “O Varela tem muita qualidade e espero dele uma grande segunda volta. Já lhe disse isso. Sei que pode ser uma opção tanto no FC Porto como na Seleção Nacional.” Confirmou-se.

in "record.pt"

Antiga maldição para contrariar

ESTORIL NÃO RIMA COM CAMPEÃO


O que tiveram em comum as épocas de 1993/94 e de 2004/05? Entre outras coisas, essas duas temporadas foram as últimas que tiveram a participação do Estoril no principal campeonato e, curiosamente, o FC Porto não foi campeão em nenhuma delas. É, portanto, uma maldição que os azuis e brancos vão querer contrariar na presente época, que marca o regresso dos canarinhos ao convívio com os grandes.

De resto, a relação entre portistas e canarinhos não tem sido especialmente pacífica. Em 2009/10, para a Taça da Liga, o FC Porto venceu o Estoril, por 2-0, mas à chegada ao terreno do adversário, o autocarro que transportava a equipa e a viatura onde seguiam alguns dirigentes foram apedrejados, num momento que causou algum pânico. Para além disso, na memória dos portistas está ainda presente um jogo entre o Estoril e o Benfica, em 2004/05, que foi ganho pelos encarnados, e no qual os canarinhos aceitaram mudar a receção aos homens da Luz para o Estádio do Algarve.

in "record.pt"

Rolando e Iturbe convocados


Central estreia-se em convocatórias para o campeonato em 2012/13 e argentino regressa aos eleitos. Vítor Pereira prescinde de Kléber para a deslocação ao Estoril.
Rolando volta a contar para Vítor Pereira e desta feita não se trata de uma competição "menor". O central, que até foi trinco contra o Santa Eulália, merece a primeira convocatória para um jogo de campeonato desde maio, o que não deixa de ser um reconhecimento da parte de Vítor Pereira e uma recuperação do internacional português, que parecia condenado ao "desaparecimento" depois da rábula da sua transferência falhada para o Queens Park Rangers.

Também Iturbe está de regresso, ele que jogou a meio da semana pela equipa B no empate (1-1) contra o Covilhã. Estas duas entradas custam lugares, porém, a Abdoulaye, Miguel Lopes e Kléber, o que não deixa de ser surpreendente nestes dois últimos casos, uma vez que o FC Porto não tem alternativas para as laterais, nem para a posição de ponta-de-lança.

Eis os 18 convocados por Vítor Pereira e que hoje entram em estágio: Helton, Danilo, Lucho, Maicon, Castro, Iturbe, João Moutinho, Jackson, James, Rolando, Varela, Mangala, Fabiano, Fernando, Atsu, Kelvin, Otamendi e Defour.

in "ojogo.pt"

sábado, 27 de outubro de 2012

"O FC PORTO JOGA SEMPRE PARA SER NÚMERO UM"

Tiago Losna realizou a antevisão do FC Porto Império Bonança-Académica de Espinho tendo na memória o desaire da última temporada (8-4) perante este adversário. Salientando que “esse jogo é passado”, o camisola nove garante que a equipa “aprendeu com os erros” e está agora totalmente concentrada para “ganhar e marcar muitos golos”, mesmo que para isso tenha de “trabalhar muito”.

“A época passada já lá vai e esse jogo com o Espinho já passou. Foi um mau jogo nosso e já pagamos essa factura”, começou por vincar o avançado. “Agora queremos ganhar, como sempre, sabendo que o Espinho tem tido algumas ‘derrotas morais’, como o 6-5 com a Oliveirense e o 4-3 com o Candelária, em casa, cedido a 30 segundos do fim”, atentou. Independentemente do que o oponente quer ou não fazer, Tiago avisa que “não vai ser fácil” e que será preciso “trabalhar muito de forma a ficar com os três pontos”.

“Hoje em dia nenhum jogo é fácil e somos nós, como equipa, que os temos de tornar fáceis”, prossegue. “Se entrarmos em qualquer jogo a pensar que é apenas mais um podemos ser surpreendidos. O ano passado isso aconteceu e tivemos um percalço em Espinho, mas aprendemos com os erros e agora vamos tratar de ficar com a vitória”, promete o camisola nove, que admite sentir-se “mais solto” esta temporada.

“O meu primeiro ano no FC Porto foi de adaptação. Agora é diferente, até porque também mudei de nome, mas vão ver um Tiago normal e, espero, melhor do que o da última época”. A posição em campo, assegura, não interfere com o seu rendimento. “Este ano tenho jogado um pouco mais recuado, tal como jogo à frente. É-me igual. No hóquei actual não há avançados nem defesas; tanto os defesas marcam golos como os avançados recuam para defender”, justifica.

Acima de tudo, lembra o hoquista, está a equipa. “O FC Porto joga sempre para ganhar e para ser o número um. Neste momento não estamos em primeiro lugar no campeonato mas temos toda a motivação para lá chegar. Com a Académica de Espinho vamos entrar com a garra de sempre, a querer ganhar e marcar muitos golos”, reitera Tiago Losna.

O FC Porto Império Bonança-Académica de Espinho diz respeito à 4.ª jornada do campeonato nacional e está marcado para as 16h30 de domingo, no Dragão Caixa.


in "fcp.pt"

Maldição da Amoreira: até Pedroto levava as mãos à cabeça


Depois de Benfica e Sporting, Estoril é a equipa da Liga com melhor saldo nas receções ao F.C. Porto


A síndrome foi identificada na década de 40. O F.C. Porto chegou a perder por 8-1 no vetusto Campo da Amoreira. Em seis deslocações ao terreno do Estoril-Praia, seis derrotas. Trauma, psicose, incompreensão. 

Nos anos 50 o ciclo inverteu-se. Os azuis e brancos venceram nas duas únicas viagens à Linha. O suplício, porém, não acabara. Após as tréguas peace and love nos anos 60, por força da descida do Estoril à 2ª divisão, os clubes reencontraram-se em 1975. 

O F.C. Porto escapou no primeiro ensaio (vitória por 1-3), mas submergiu logo depois num ciclo de oito jogos seguidos sem triunfar. Isto apenas em jogos para o campeonato nacional. 

Rodolfo Reis, histórico dragão, habituou-se a não ganhar na Amoreira. A maldição era assumida no balneário azul e branco. «Podia estar aqui o dia todo a pensar e não encontrava uma explicação para os maus resultados lá», confessa ao Maisfutebol. 

«Uma vez fomos lá jogar para a Taça e perdemos», conta o antigo médio, jogador de raça. «Depois fomos jogar ao Colónia, que tinha uma boa equipa na altura, e empatámos. Nas Antas ganhámos. Ou seja, perdemos com o Estoril e eliminámos o Colónia. Era assim».

Um fim-de-semana sem totalistas no totobola

Óscar Duarte sabe bem do que fala Rodolfo Reis. O médio revelou-se no Estoril-Praia entre 1976 e 1978. Transferiu-se daí para as Antas. «O F.C. Porto não tinha o valor de hoje, atenção, mas o Estoril jogava com uma espécie de vantagem moral nesses jogos», conta o cabo-verdiano. 

«Numa das vezes fiz um golo fabuloso. Nesse fim-de-semana não houve totalistas no totobola por minha culpa. Ninguém esperava que o F.C. Porto não ganhasse», conta Óscar.

«Fui o melhor em campo e recebi umas calças e um guarda-chuva. Tínhamos seis meses de salários em atraso e aquilo para mim foi oEl Dorado». Rodolfo Reis lembra-se bem de Óscar e recorda-o com alguma piada.

«Ele não marcava golos a mais ninguém e contra nós marcava a 30 e 40 metros da baliza. Uma vez fez um chapéu do círculo de meio campo. Era incrível. Não tem explicação», insiste. 

Pedroto desesperado contra um Estoril sem dinheiro para salários

Época 1978/79, Taça de Portugal. O Estoril-Praia envergonha o F.C. Porto com uns concludentes 3-0. José Maria Pedroto acaba o jogo em desespero. Na baliza do Estoril-Praia estava um senhor chamado Manuel Abrantes. Ao Maisfutebol recorda essa tarde de trás para a frente. 

«Perto dos 80 minutos estava 0-0. Tivemos uma grande assistência. Pensámos que o empate era bom, porque depois íamos às Antas e aproveitávamos a receita de lá, que era a dividir. Ajudava-nos a pagar os salários». Mas não foi bem assim.

«Marcámos um golo. O falecido Pedroto tirou um defesa e meteu um avançado. E nós fizemos o 2-0. Ele tirou um médio, meteu outro avançado e nós chegámos ao 3-0. No final o senhor Pedroto andava de mãos na cabeça, à porta dos balneários», atira Manuel Abrantes, a sorrir.

«O mestre Pedroto dizia que era inacreditável perder contra uma equipa que nem dinheiro tinha para os vencimentos. O jogo ficou-me na memória porque o João Lachever, a alma do clube, ia morrendo. Teve um princípio de ataque cardíaco». 

ESTORIL-F.C. PORTO

DÉCADA DE 40

6 jogos: 6 vitórias para o Estoril; 23-4 em golos

DÉCADA DE 50

2 jogos: 2 vitórias para o F.C. Porto; 3-5 em golos

DÉCADA DE 60

nada a assinalar

DÉCADA DE 70

6 jogos: 3 vitórias Estoril, 1 para F.C. Porto, 1 empate; 9-5 em golos

DÉCADA DE 80

3 jogos: 3 empates; 2-2 em golos

DÉCADA DE 90

3 jogos: 3 vitórias do F.C. Porto; 1-6 em golos

SÉCULO XXI

1 jogo: 1 vitória do F.C. Porto; 1-2 em golos 

TOTAL: 

8 vitórias do Estoril, 7 do F.C. Porto, 5 empates 
39-28 em golos


Maldição da Amoreira: Jogos Sem Fronteiras a iluminar o duelo

Quando Manuel Abrantes defendeu o penalty de Gomes e ganhou o respeito de Pinto da Costa


Finais dos anos 70, início dos anos 80 era certo: a viagem à Amoreira era um grande sarilho para o F.C. Porto. Depois de Benfica e Sporting, aliás, o Estoril é, ainda hoje, a única equipa da Liga que tem saldo positivo nas receções aos bicampeões nacionais. Aquela fase ajudou e muito. Foram sete jogos seguidos sem ganhar no recinto do Estoril: duas derrotas e cinco empates. Um fenómeno estranho e sem aparente explicação. 

Nesse período houve, claro está, jogos mais míticos de que outros. Manuel Abrantes foi o guarda-redes do Estoril em seis desses jogos. Na época de 1982/83 brilhou em grande estilo. «Eu tinha sempre muito trabalho contra o F.C. Porto mas aquele jogo foi o que mais me ficou na memória», conta ao Maisfutebol. 

O jogo passava em direto na televisão. Coisa rara na altura. O Estoril queria fazer boa figura. Como o Estádio tinha pouca iluminação encontrou-se uma solução de recurso. «Colocaram lá os holofotes dos Jogos Sem Fronteiras a fazer de torres de iluminação», conta Manuel Abrantes. 

O jogo corria normalmente. Sousa adianta o F.C. Porto ao minuto 35. Na segunda parte Vítor Madeira empata para o Estoril. A um quarto de hora do fim, o caldo entorna-se. 

«O árbitro marca um penalty contra nós, o Vítor Madeira protesta, vê o segundo amarelo e é expulso. O Gomes mete a bola na marca de penalty mas eu defendo. Quando me levanto vejo que o Vítor Madeira estava em campo. Não sei dizer se nunca saiu ou se tinha voltado a entrar. Mas estava lá e o banco do F.C. Porto estava todo de pé a reclamar», diz. 

Gerou-se a confusão, com os portistas a pedirem a repetição do penalty. «Os jogadores do Porto empurravam o árbitro para a marca do penalty os nossos empurravam-no para fora da área. E ele não tomava nenhuma decisão», continua o ex-guardião. 

O jogo esteve interrompido 20 minutos. «E estava a dar na televisão!», lembra Manuel Abrantes. Ao longe, o guarda-redes do Estoril vê Fernando Gomes com a bola nas mãos: «Aproximei-me dele e perguntei-lhe: Por que estás com a bola no braço? E ele disse-me: O árbitro vai mandar repetir, eu lixo-te e desta vez marco.E eu disse-lhe: Então eu não vou dizer nada, vou defender e ainda ficas pior», atira. 

Manuel Abrantes aproximou-se do árbitro que era Graça Oliva. «Só lhe disse uma coisa: se vocês não viram se o Vítor Madeira estava em campo, esqueçam lá isso. Eles que joguem à bola que são melhores do que nós. Ele olhou para mim e disse: Tem razão. E o jogo seguiu» contra entre risos. 

Aquela exibição marcou Manuel Abrantes: «Foi uma coisa do outro mundo. Ainda hoje, quando o F.C. Porto vem cá jogar e o senhor Pinto da Costa me vê brinca comigo: Manuel, não vais jogar pois não? E eu respondo: Esteja descansado que desta vez o mister não me convocou»

«Não éramos nós que nos agigantávamos, o F.C. Porto é que ficava intimidado sempre que vinha cá. Nós jogávamos sempre da mesma maneira e eles tremiam sempre. Fazíamos bons jogos com o Sporting e o Benfica, mas contra o F.C. Porto era diferente», assume. 

Óscar: golos por uma camisa

Óscar, outra das figuras do Estoril da época, também guarda recordações dos embates com o F.C. Porto. E da vida no Estoril, aliás, apesar das dificuldades que passou. 

«Andava sem dinheiro, não recebia há muitos meses. O senhor José Torres vinha sempre ter comigo e fazia-me uma promessa: se marcares um golo este fim-de-semana, levo-te a uma boutique de Cascais para compares uma camisa. O homem levou-me lá quase dez vezes em duas épocas. Acho que ainda uso algumas dessas camisas chiques», conta. 

Guarda boas memórias da vida na equipa da Amoreira a ponto de ignorar alguns revés de peso: «O presidente era o senhor Alfredo Farinha, jornalista. Ele tinha boa vontade, mas quando saí para o F.C. Porto ficou a dever-me uns milhares de contos. Esqueci tudo porque o Estoril me ajudou muito».


in "maisfutebol.iol.pt"


Novo jogo de alto risco

O perigo espreita em cada estádio de clube de pequena dimensão. Os dragões têm essa consciência, mostram publicamente em vésperas dos respetivos duelos estarem sempre de sobreaviso, mas nem por isso deixam de ser menos vezes surpreendidos. 

Os exemplos são inúmeros. O agigantamento dos adversários, a menor concentração ou motivação dos jogadores das equipas favoritas resultam normalmente num combinado explosivo que dita a perda de pontos e faz muitas vezes a diferença na tabela classificativa. 

A deslocação dos azuis e brancos à renovada e sempre traiçoeira casa de jogo do Estoril, mais do que reavivar velhos fantasmas, apresenta todos os ingredientes para transformar o anfiteatro da Amoreira numa autêntica roleta russa. E este é o terceiro desafio da época com adversários deste género, de quem tudo se pode esperar sem que Vítor Pereira tenha muitas certezas sobre com o que poderá contar... da sua equipa. 

Na primeira temporada como treinador principal do FC Porto, em 2011/12, Vítor Pereira perdeu muito mais pontos nas casas dos denominados clubes pequenos do que na Luz, Alvalade e Braga! Isto porque os portistas só empataram uma das partidas, com o Sporting (0-0), tendo vencido Benfica (3-2) e SC Braga. Em contrapartida, deixaram nove pontos nos terrenos do Feirense (0-0), Olhanense (0-0), Gil Vicente (3-1) e P. Ferreira (1-1).

in "abola.pt"

Quem quis ser milenário

PINTO DA COSTA CUMPRE O JOGO MIL


Amanhã, no Estoril, Jorge Nuno Lima Pinto da Costa completa o seu jogo mil no campeonato na condição de presidente do FC Porto. Não precisava disto para ser considerado o último monarca do futebol nacional mas é um feito que deve ser registado nos anais. À porta dos quatro dígitos, o registo apresenta 723 triunfos, ou seja, uma percentagem superior aos 72 por cento de triunfos com apenas 9,2 por cento de derrotas. Por isso, os 19 campeonatos conquistados pelo FC Porto do seu reinado não espantam.

A história do FC Porto é como a história do mundo ocidental. Tem de ser dividida em dois períodos. Antes de Pinto da Costa e depois da sua chegada à liderança do clube, o que aconteceu na sequência de um longo tirocínio nas modalidades amadoras do clube e na condição de chefe do departamento de futebol quando, com José Maria Pedroto como mestre e referência, o emblema azul e branco quebrou um longo jejum de títulos com a conquista do campeonato em 1977/78.

in "record.pt"

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

"QUEREMOS MANTER-NOS NA FRENTE NA CHAMPIONS E NO CAMPEONATO"

Vítor Pereira teve, esta sexta-feira, uma conversa franca com os jornalistas, na conferência de imprensa de antevisão da deslocação ao Estoril (domingo, 20h15). O técnico abordou a possível estratégia do adversário e as dificuldades provocadas pelo calendário, mas a ideia forte foi outra: o FC Porto não quer abdicar do raro estatuto de liderar o grupo da Champions e a Liga portuguesa.

Que comentário lhe merece o jogo 1000 do presidente Pinto da Costa?
Mais do que o jogo 1000, importa falar de um presidente com muitas conquistas acumuladas. Se fosse o jogo 1000 sem conquistas, este número não teria valor. É uma marca que apraz registar.

Que tipo de jogo espera no Estoril?
A ideia que tenho de equipas como Estoril, Rio Ave e Gil Vicente ilustra aquilo que são as qualidades do treinador português e das equipas portuguesas de média qualidade. São formações com treinadores astutos na forma como abordam o jogo: defendem bem, de forma organizada, com muita entreajuda quando defrontam equipas de nível superior. A qualidade das acções ofensivas centra-se no momento da transição: algumas têm jogadores que exploram melhor esses momentos e que têm mais critério quando recuperam a bola. Para além disso, aproveitam os lances de bola parada. São argumentos válidos para conquistar pontos, porque quem for demagógico e não os apresentar geralmente não sobrevive. Refiro-me ao Rio Ave e Gil Vicente porque foram equipas que nos retiraram pontos com esses argumentos.
As nossas armas são a agressividade defensiva e ofensiva e o controle dos momentos de perda de bola. É importante saber controlar a profundidade, imprimir um ritmo forte na circulação de bola e criar situações de ruptura, um contra um e tabelas. São essas situações que nos permitem entrar nestas defesas compactas. Não é com um jogo lento e denunciado que se consegue desestruturar e encontrar situações de penetração em equipas que se organizam da forma como o Estoril se deve apresentar. O campo do Estoril também não é como o do Dragão e isso cria algumas dificuldades.

Não há o perigo da equipa procurar o controlo depois do 1-0 e depois sofrer com isso?
Todos temos consciência, como equipa, de que para vencer adversários como o Estoril, em sua casa, temos de estar ao nosso melhor nível. Muitas vezes, somos nós que subentendemos a gestão e o controlo; não admitimos que o adversário nos obrigou a jogar assim. A gestão e o controlo podem não ser demérito da nossa equipa e sim mérito do adversário. Noutras situações, baixar o ritmo permite ao adversário chegar sempre a tempo no fecho dos espaços, interceptar bolas que não deveria e ganhar confiança em determinados momentos. Foi isso que aconteceu com Gil Vicente e Rio Ave.

É ingrato trabalhar numa grande equipa durante a paragem das selecções?
Posso fazer-vos um retrato: trabalhamos com seis, sete ou oito jogadores e com alguns atletas da nossa equipa B. Os espaços reduzem-se. O ritmo que uma competição exigente nos dá é muito diferente, apesar de treinarmos com intensidade e competitividade. Os factores motivacionais também caem, porque há algum relaxamento. Nas selecções, aqueles que jogam mantêm algum ritmo, mas num contexto diferente. Depois, há aqueles que vão, não jogam e fazem dois ou três treinos, com a intensidade que se exige, durante duas semanas e meia. Não é fácil "cair" na Liga dos Campeões e manter o mesmo nível que vínhamos a demonstrar, durante 90 minutos.

É preciso repensar os calendários?
Sinceramente, julgo que sim.

O que tem sido mais agradável na equipa esta época, em comparação com o ano passado?
Tenho sentido uma equipa do ponto de vista afectivo mais ligada e uma receptividade ao trabalho ainda maior. Tudo isso contribui para nos mantermos no lote estrito de equipas que comandam os seus grupos na Liga dos Campeões mas também os respectivos campeonatos. Comandar na Champions sem comandar no campeonato não nos deixaria satisfeitos. Vamos procurar mantermo-nos assim.

Para além dos problemas das selecções e dos calendários, o actual estado do relvado do Dragão também prejudica a equipa?
A empresa que trata do nosso relvado é a melhor que já tive oportunidade de observar, mas tenho que admitir que no ano passado tínhamos um relvado de altíssimo nível e este ano há dificuldades. Para um jogo rápido, de qualidade e com mau tempo, não é uma situação fácil. Face ao tipo de dificuldades que os adversários nos colocam no Dragão, seria preferível ter uma relva rápida e consistente. Neste momento ainda não é possível, mas acredito que no futuro isso ainda vai acontecer.

O que o desagradou tanto no jogo da Taça frente ao Santa Eulália?
Não estou a fugir do jogo da Taça. Vou, com todo o gosto, abordar o tema quando voltarmos à Taça, até para sublinhar o mérito do Santa Eulália.

A opinião que tinha sobre o Jackson tem sido excedida pela positiva?
É preferível colocar-vos a questão, porque já o observava há muito tempo. Estão surpreendidos? O que veio ele acrescentar ao nosso jogo? Eu mantenho a mesma opinião sobre ele e já lá vão dois anos desde que o conheço.


in "fcp.pt"

FC Porto 8. na tabela da historia da Liga dos Campeões


A vitória no jogo frente ao Dínamo Kiev deu ao FC Porto o 8. lugar na tabela da historia da Liga dos Campeões.

O azuis e brancos são a equipa portuguesa com mais pontos na Champions, o FC Porto chega mesmo a ter mais pontos do que todos os outros clubes portugueses juntos e é ainda a única equipa a entrar no Top 10 europeu que não faz parte dos principias campeonatos de futebol.

Com as 17 participações dos campeões nacionais na Liga Milionária , neste novo formato de grupos que arrancou na temporada de 1992/93, o FC porto consumou 135 jogos (só seis clubes tem mais jogos), que resultam num total de 153 pontos.

Sendo assim graças as estas vitórias todas, a equipa azul e branca passa a ser o oitavo classificado a nível europeu, ficando mesmo á frente da Juventus.

A nível nacional a superioridade da equipa do FC porto é tão grande, que consegue somar mais pontos do que todas as outras equipas portuguesas juntas que já participaram na Liga dos Campeões (Benfica, Sporting, Boavista e SC Braga).

O somatório do histórico de cada uma destas equipas dá as mesmas presenças que o FC Porto (17) tem na liga milionária, contudo os campeões nacionais contam com 56 vitórias, enquanto que as restantes equipas somam 36 e em relação aos pontos o FC Porto tem 153 contra 101 das outras equipas nacionais.

Este é um registo impressionaste da equipa do FC Porto, já que em relação a outras grandes equipas do futebol europeu o seu orçamento é mais reduzido.
Contudo poderemos voltar a ler nas notícias de futebol que a equipa do FC Porto subiu no ranking da Champions, já que na edição deste ano da Liga dos Campeões, os pupilos de Vítor Pereira estão a conseguir grandes resultados de futebol, três vitorias em três jogos, com nove pontos conquistados e lideres isolados do Grupo A.


Cubillas: "Ronaldo merece ganhar a Bola de Ouro"

Considerado o melhor jogador peruano de sempre e um dos melhores da América do Sul, o antigo futebolista que passou pelo FC Porto junta-se aos apoiantes de Cristiano Ronaldo

Teófilo Cubillas, o lendário '10' peruano, e antigo futebolista do FC Porto entre 1974 e 1976, considera que o português Cristiano Ronaldo merece ganhar a Bola de Ouro, prémio atribuído ao melhor jogador do mundo pela FIFA.

"Por tudo o que fez Cristiano Ronaldo, merece ganhar", adiantou aquele que é considerado o melhor futebolista peruano de todos os tempos, assim como o melhor marcador da seleção peruana.

Integrado na lista dos 50 melhores jogadores do século XX, conta com a vitória na Copa América de 1975, onde foi eleito o melhor jogador, numa altura em que atuava igualmente no meio campo dos dragões. O peruano, agora com 63 anos, realça: "O Cristiano Ronaldo tem ganho com a sua equipa e tem um grande rival como é o Barcelona. Porém, ele aparece nos momentos decisivos, penso que mercece ganhar esse prémio".

Cubillas é o oitavo goleador na história dos mundiais e é o centro-campista que mais golos fez num mundial, ultrapassando Cruyff, Zico, Zidane, Maradona, Platini, entre outos. O peruano destaca-se também pelo desportivismo, uma vez que nunca foi expulso de uma partida.

in "dn.pt"

Matador em série

Jackson quer avolumar sequência de jogos a marcar

Ultrapassado que está o objetivo de estrear-se a marcar na Liga dos Campeões, Jackson Martínez já vislumbra novos desafios e um deles passa por manter a série de jogos consecutivos a faturar no campeonato. O internacional colombiano vem a festejar golos seus desde a 2.ª jornada da Liga, ou seja, há cinco rondas seguidas, e caso marque ao Estoril, no domingo, igualará a marca obtida por Derlei, em 2003/04 (6 jogos a marcar). Falcão e Hulk, as mais recentes referências atacantes dos dragões, já estão para trás do Cha Cha Cha neste particular.

Motivado pelo seu primeiro bis ao serviço do FC Porto, conseguido contra o Dínamo Kiev, o reforço colombiano tem agora oportunidade de conseguir mais um feito digno de registo naquela que está a ser a sua primeira experiência no futebol doVelho Continente. Ultrapassar o campeão europeu Derlei, a marcar em jornadas consecutivas do campeonato, é o desafio que se apresenta pela frente, podendo depois sonhar ainda mais alto, atacando o recorde do novo milénio, que continua a ser de Pena. Em 2000/01, também na sua primeira época de dragão ao peito, este brasileiro faturou de forma consecutiva em nove jornadas da Liga, entre a 3.ª e a 11.ª. Conseguirá Jackson igualar ou superar esse feito?

in "record.pt"

Porto Canal vai acompanhar Dragões de Ouro a par e passo


Na próxima segunda-feira, realiza-se no Coliseu do Porto a gala dos Dragões de Ouro referentes à época 2011/12. O Porto Canal vai acompanhar o evento a par e passo, com uma emissão especial e em directo de três horas, que vai para o ar a partir das 21h.

A gala, que se realiza no Coliseu do Porto pelo segundo ano consecutivo, vai também incluir uma homenagem aos plantéis campeões da época passada e terá Júlio Magalhães como anfitrião. A acompanhá-lo, na condução da emissão, estarão várias figuras do canal: Ricardo Couto, Maria Cerqueira Gomes, Tiago Girão, Carla Ascenção e Paulo Miguel Castro.

O evento arranca às 22h e tem a duração prevista de 1h30, mas entre as 21h e as 22h o Porto Canal vai projectar a gala. Entre as 23h30 e as 0h, será feito o rescaldo.

A lista de premiados dos Dragões de Ouro 2011/12 é:

Dirigente do ano: Dr. Paulo Nunes de Almeida
Funcionário do ano: Fernando Bandeirinha
Carreira: Cecília Matos
Técnico do ano: Vítor Pereira (futebol)
Atleta do ano: Hulk (futebol)
Futebolista do ano: Maicon
Atleta de alta competição do ano: Wilson Davyes (andebol)
Atleta amador do ano: Rui Manuel Costa (bilhar)
Revelação do ano: Gilberto Duarte (andebol)
Atleta jovem do ano: Tiago Ferreira (futebol)
Sócio/adepto do ano: Eng.º António Manuel Leitão Borges
Projecto do ano: FC Porto B
Recordação: Costa Soares


in "fcp.pt"

Sócios aprovam contas do FC Porto


Os associados do FC Porto aprovaram por unanimidade na noite desta quinta-feira o Relatório e Contas relativo ao exercício 2011/12, que fechou com um resultado de 10,099 milhões de euros negativos.

Para este prejuízo contribuíram de forma decisiva os resultados das sociedades participadas, que penalizaram o clube em 11,667 milhões de euros. Não fosse o desempenho negativo das participadas e o clube teria apresentado um lucro de 1,568 milhões de euros.

O Activo do clube é de 102,2 milhões de euros, enquanto o Passivo atinge os 38,6 milhões, o que garante Capitais Próprios acima dos 63 milhões de euros.

in "fcp.pt"