Craques
de várias gerações associaram-se à empreitada do novo museu e colocaram
à disposição do clube artigos que ilustram os grandes momentos do
passado dos dragões.
A
vinte dias da inauguração do museu do FC Porto, vão-se desvendado
algumas das relíquias que o clube está a reservar para os adeptos. Pinto
da Costa quer um espaço único e, entre várias surpresas que os dragões
se esforçam por esconder, há um movimento que O JOGO já pode adiantar:
os jogadores que marcam a história do emblema estão a associar-se à
recolha de objetos e colocaram parte do seu espólio à disposição.
Vítor Baía, o mais titulado de todos eles, viu mesmo sair tudo de casa, mas não foi o único, até porque a onda não se ficou pelos craques do passado recente. Américo, guarda-redes entre as décadas de 50 e 60, e Rolando, defesa com mais de dez épocas no clube, foram algumas das glórias de tempos mais remotos que também cederam artigos ao FC Porto, ainda que aquilo que os visitantes mais vão encontrar seja precisamente a memorabilia das muitas conquistas recentes.
Vítor Baía, o mais titulado de todos eles, viu mesmo sair tudo de casa, mas não foi o único, até porque a onda não se ficou pelos craques do passado recente. Américo, guarda-redes entre as décadas de 50 e 60, e Rolando, defesa com mais de dez épocas no clube, foram algumas das glórias de tempos mais remotos que também cederam artigos ao FC Porto, ainda que aquilo que os visitantes mais vão encontrar seja precisamente a memorabilia das muitas conquistas recentes.
in "ojogo.pt"
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