segunda-feira, 4 de abril de 2011

Rui Moreira: "Benfica foi influenciado por alguns talibans"

Foi um São João antecipado nas ruas da cidade Invicta.O FC Porto venceu na Luz, garantindo o 25.º título de campeão nacional. Rui Moreira e Manuel Serrão, dois conhecidos adeptos portistas, enaltacem o feito alcançado pelos azuis e brancos e destacam a superioridade portista relativamente ao  seu arqui-rival.

No Estádio do Dragão, cerca de cinco mil pessoas esperaram pelas 3:30 da manhã para vitoriarem os jogadores do FC Porto, após a conquista do título nacional no Estádio da Luz.
No final do jogo, o Benfica mandou desligar a iluminação artificial, ao mesmo tempo que era accionado o sistema de rega.

Segundo Rui Moreira, falta de fair-play de um Benfica cujos dirigentes são… e cito… influenciados por alguns talibans…

No jogo de ontem, o da consagração no Estádio da Luz, ficou evidente, segundo Rui Moreira, que o FC Porto é a melhor equipa do campeonato.
O conhecido adepto portista regista diferenças para melhor entre este FC Porto e o anterior, que era orientada por Jesualdo Ferreira.
Para outro conhecido adepto, Manuel Serrão, as dúvidas, se existiam, ficaram completamente dissipadas.

Foram dois banhos, durante e após o jogo, num ambiente hostil, com um árbitro que diz, teve um desempenho vergonhoso.

Para Manuel Serrão o jogo de ontem confirmou que dia 20, quando jogarem para a segunda-mão da meia-final da Taça de Portugal, o FC Porto pode reverter o resultado.
Os números do FC Porto impressionam.

  71 pontos em 75 possíveis, com 23 vitórias e 2 empates, Guimarães e Alvalade. Melhor ataque com 59 golos, melhor defesa com apenas 9 golos encaixados. A jogar fora o FC Porto sofreu apenas 3 golos em 12 jogos.
Ao longo da época, só houve uma equipa, mas na Taça da Liga, que conseguiu fazer dois golos aos dragões em casa, foi o Gil Vicente


PORTO CAMPEÃO: troféu entregue na recepção ao Sporting

O F.C. Porto vai receber a taça de campeão nacional 2010/11 no próximo jogo em casa. Neste caso, na recepção ao Sporting, agendada para a 27ª jornada, pois na próxima ronda a equipa de André Villas-Boas joga em Portimão.

Conforme indicam os regulamentos da Liga e confirmou o Maisfutebol, o campeão nacional terá de receber o troféu no primeiro jogo que faz na condição de visitado logo depois de garantir o título. 

Este ano o troféu é completamente novo e até tem reproduzido um soneto inteiro de Luís Vaz de Camões.


O F.C. Porto vai receber uma taça nova. Esta época a Liga criou um novo troféu para o vencedor do campeonato.

Apresentado como «mais robusto e complexo» que o anterior, o troféu tem inscritos os nomes de todos os clubes participantes e o do campeão gravado a ouro. Mede 80 centímetros, pesa nove quilos e é feito de prata e ouro.

Fique ainda a saber que tem reproduzido no verso um soneto inteiro de Camões. Já agora, está aqui.

«Se me Vem Tanta Glória Só de Olhar-te». 

«Se me vem tanta glória só de olhar-te,
É pena desigual deixar de ver-te;
Se presumo com obras merecer-te,
Grão paga de um engano é desejar-te 

Se aspiro por quem és a celebrar-te,
Sei certo por quem sou que hei-de ofender-te;
Se mal me quero a mim por bem querer-te,
Que prémio querer posso mais que amar-te?

Porque um tão raro amor não me socorre?
Ó humano tesouro! Ó doce glória!
Ditoso quem à morte por ti corre!

Sempre escrita estarás nesta memória;
E esta alma viverá, pois por ti morre,
Porque ao fim da batalha é a vitória»

in "maisfutebol.iol.pt"

Os nossos Campeões !!!!




in "fcp.pt"

A MÁSCARA CAIU


O FC Porto é campeão nacional. Um campeão justo. Um campeão invicto em 25 jogos, com 16 pontos de vantagem sobre o segundo classificado. No jogo da consagração mostrou, como em todos os outros, que é de longe a melhor equipa da competição.

No desporto há que saber ganhar e há que saber perder. O que aconteceu hoje no Estádio da Luz, quando se apagaram as luzes e se accionou o sistema de rega, é o exemplo mais vivo do fair-play de alguma gente que gosta de parecer muito educada, mas a quem, mais tarde ou mais cedo, cai a máscara. Ela iria sempre cair, foi hoje como podia ser noutro dia qualquer.

Estamos certos de que a maioria dos benfiquistas não se reconhece neste comportamento, mas o FC Porto, sempre na vanguarda, deixa um conselho: a luz devia ter sido desligada duas horitas mais cedo, sempre dava para escapar a mais um banho de bola.


in "fcp.pt"

O FC Porto um a um

A ESTRELA: Guarín 8

Tabelar com Roberto e entender-se com Falcao

Tal como se suspeitava, André Villas-Boas não prescindiu do colombiano. O clássico reclamava um jogador robusto, mas com visão de jogo, que conseguisse estar em vários sítios. Ficou tudo confirmado com um punhado de grandes intervenções do médio, com especial interferência no resultado. Logo a abrir o jogo deu nas vistas com um passe perfeito que desmarcou Falcao. Ganhou confiança, foi à linha e, apesar de ter tentado cruzar, conseguiu tabelar com Roberto, para o primeiro golo da noite. Com boa eficácia nas recuperações de bola, saiu a jogar e levantou a cabeça até descobrir Falcao com um grande passe: na área o compatriota sofreu falta de Roberto e o FC Porto voltou a ficar em vantagem. Continuou em ritmo elevado, com bons passes que desequilibraram a defesa benfiquista, e também tentou o golo de longe, com um remate potente que Roberto desviou para canto.


Helton 8
Grande exibição do brasileiro, que segurou até ao limite do improvável a vitória em casa do rival lisboeta. Efectuou excelentes e impossíveis defesas. Sofreu um golo, marcado por Saviola de penálti, quando ainda nem uma defesa tinha feito. Na primeira parte esteve em destaque em novo duelo com o argentino, ao parar um remate com selo de golo, mas foi após o intervalo que brilhou mais. Parou um remate de Saviola, outro de Salvio e, por instinto, negou o golo numa cabeçada de Cardozo. O mais impressionante chegou nos descontos, com uma intervenção espantosa após um remate de Sidnei na área. A eficácia foi elevadíssima.

Fucile 6
Bem a defender, teve muita dinâmica em todo o corredor, o que garantiu uma boa dose de lances atacantes. Teve apenas uma falha, quando escorregou e deixou o caminho livre para Gaitán. Protagonizou também um duelo interessante com Fábio Coentrão, num choque de dois jogadores que nunca viram a cara à luta.

Rolando 8
Mais uma actuação de grande rigor defensivo. Nos momentos de maior aflição conseguiu ter uma calma impressionante, afastando a bola da zona perigosa vezes sem conta, especialmente nos minutos finais. Escolheu quase sempre o momento certo de entrar à bola, tanto no jogo de pés como no de cabeça.

Otamendi 5
Actuação penalizada pela falta em plena área que deu origem ao golo do empate do Benfica e sobretudo pela expulsão, por acumulação de cartões amarelos. Não fossem esses lances e o argentino até teria uma noite nivelada por cima, sobressaindo uma grande capacidade física. Foi batido em alguns lances de tabelas, mas também formou com Rolando uma dupla segura.

Álvaro Pereira 6
Começou por dar nas vistas com um excelente passe longo e foi sempre um obstáculo às investidas benfiquistas pelo lado direito, raramente deixando o caminho livre para Salvio atacar. Cumprida essa parte, começou a subir mais no relvado e na segunda parte pertenceram-lhe muitos cruzamentos.

Fernando 8
Com uma enorme disponibilidade física, o brasileiro esteve praticamente em todo o lado, tapando os caminhos para a baliza de Helton. Nunca se desorientou na ocupação dos espaços, um aspecto em que sobressaiu claramente, e após as recuperações raramente falhou um passe. Não se deixou ficar na zona recuada e também assumiu um papel de destaque no processo de circulação da bola e construção de jogadas ofensivas.

João Moutinho 7
Subiu de rendimento em relação aos últimos jogos. Com uma garra imensa, foi o primeiro a sentir na pele a animosidade dos adeptos quando recebeu uma chuva de objectos na marcação do primeiro canto do clássico. Partiu então para uma actuação de nível, com recuperações e muito rigor nos passes. Participou na jogada que deu origem ao penálti e, consequente, segundo golo da noite. Destaque também para uma bela assistência para Falcao, que desperdiçou o lance.

Hulk 6
Marcou um golo, na transformação de uma grande penalidade, e comemorou-o de forma especial. Uma pequena vingança num estádio que lhe proporcionou más recordações na época passada, na sequência do famoso "caso do túnel da Luz". O brasileiro esteve imensos minutos com a bola nos pés, mas as fintas nem sempre lhe saíram bem, convencendo-o a assumir um papel mais colectivo, com um jogo curto e de muitos passes para os companheiros. Participou decisivamente no primeiro golo, ao pressionar Javi García até a bola sobrar para os pés de Guarín. Faltou-lhe alguma pontaria nos livres.

Varela 5
Com Airton pela frente ficou a ideia de que podia ter desequilibrado mais. Chegou a trocar de flanco com Hulk, embora sem grandes resultados práticos. Teve o mérito de não comprometer e jogar para a equipa quando foi necessário. Acabou substituído por Belluschi, que entrou para os 15 minutos finais.

Falcao 5
O colombiano falhou muito na zona de finalização. Fez as coisas bem longe da área, com preponderância na circulação de bola e ganho de espaços, mas depois, incrivelmente, falhou naquilo que parecia mais fácil. De fora da área rematou com o pé esquerdo por cima e, já depois de ter sofrido falta para penálti, que resultou no segundo golo portista, desperdiçou frente a Roberto uma oportunidade clara de golo. O espanhol defendeu com o pé. A perdida mais incrível aconteceu quando Sidnei lhe deu a bola. O ponta-de-lança caminhou sozinho para a baliza e... rematou ao lado.

Belluschi 4
Entrou para dar mais consistência ao meio-campo. Deu nas vistas quando sofreu uma falta de Cardozo e que resultou na expulsão do adversário.

Maicon 5
Com Otamendi expulso, o brasileiro entrou para o lugar de Falcao e deu uma boa ajuda a Rolando quando o Benfica tentava a todo o custo o golo do empate.

Rodríguez 5
Foi o último a entrar para a festa e por pouco não fez rebentar os foguetes mais cedo. Valeu a defesa de Roberto num frente-a-frente que parecia favorável ao uruguaio.

in "ojogo.pt"

A festa foi uma metáfora

O jogo que permitiu ao FC Porto vencer o Benfica no Estádio da Luz por 2-1 e assegurar, a cinco jornadas do fim, o título de campeão nacional, foi a metáfora perfeita para a época a cuja competitividade pôs um fim prematuro. Tal como na globalidade do campeonato, discutiram-se as decisões do árbitro, mas o que mais prejudicou o Benfica foram os erros madrugadores do seu guarda-redes Roberto, que abriu a contagem com um autogolo infantil e deu de novo avanço aos líderes com um penálti sobre Falcao. Em abono da verdade, deve dizer-se, porém, que, tal como na Liga completa, não foi por causa de Roberto que o FC Porto venceu. A equipa de André Villas-Boas ganhou o jogo e o campeonato porque foi melhor, porque controlou sempre, porque mesmo a vencer, e mesmo depois de ficar reduzida a dez unidades, por expulsão de Otamendi, impôs a sua mestria táctica, a capacidade de posse de bola, a um Benfica obcecado com a velocidade e a verticalidade do seu futebol mas que se perdeu na vertigem do jogo ao primeiro toque.

A passagem de testemunho, do justo campeão de 2010 para o igualmente justo campeão de 2011, fez-se por várias razões. Fez-se porque o FC Porto progrediu muito como equipa, ganhou consistência, sobretudo nos jogos com os mais pequenos, onde o seu actual futebol de posse é mais indicado que o jogo mais feito de transições que dominava tão bem na época passada. Só por isso o FC Porto chega à 25ª jornada com 23 vitórias e dois empates, em condições de igualar o mítico recorde do Benfica de 1973. Mas fez-se também porque ao Benfica passou a faltar quem contemporizasse: o Benfica de 2010 fazia das mudanças de velocidade uma arma; o actual quer jogar sempre depressa e em vez de destruir o adversário quando acelera entra muitas vezes em processo de autodestruição pela forma como afasta as linhas e perde a bola no processo. Foi isso que aconteceu ontem, por exemplo, quando os cinco da frente imprimiam a tal velocidade furiosa ao jogo e os cinco de trás ficavam (à excepção de Coentrão, o melhor da equipa). No espaço entre estes dois blocos, o novo campeão montou a tenda de onde Fernando, Moutinho e Guarín controlavam o jogo e tiravam quase sempre com sucesso a bola das zonas de pressão.

Mesmo assim, tal como na Liga, onde os erros de Roberto nas primeiras jornadas deram ao FC Porto um avanço que o Benfica nunca foi capaz de anular, foi também de um erro do guardião espanhol que nasceu a vantagem portista. O autogolo com que concluiu um cruzamento de Guarín, logo aos 9 minutos, trouxe ao Estádio da Luz um prenúncio de festa de título que o penálti convertido por Saviola, aos 17', só momentaneamente veio contrariar. É que aos 26', em novo penálti, Hulk recolocou os portistas na frente, pondo ponto final num período louco do jogo, no qual cinco remates originaram três golos.

O último quarto-de-hora da primeira parte, assim como o primeiro do segundo tempo, foram o melhor período do Benfica. Pelo meio, ao intervalo, Jesus chamou Cardozo (que se arrastou pelo campo e acabou expulso) e César Peixoto para os lugares de Jara e Aimar. E foi nessa meia-hora que o Benfica mais vezes ameaçou empatar. Saviola permitiu a defesa a Helton aos 32', na primeira vez que o Benfica acertou um par daquelas tabelas rápidas que tanto gosta de fazer frente à área, e repetiu a graça aos 50', quando dominou a bola na área com espaço para chutar. O Benfica avançava o bloco, tentava encostar o FC Porto às suas redes, mas aí se viu mais uma razão para a passagem de testemunho: a diferença de qualidade de algumas das novas unidades benfiquistas em comparação com as que brilharam na última campanha. Sidnei perdeu aos 57' uma bola para Falcao, que se isolou e falhou um golo cantado. Foi o suficiente para o Benfica esfriar e para o FC Porto voltar a assumir o controlo do jogo, dando início a um período onde o 1-3 esteve sempre mais perto do que o 2-2.

Após a expulsão de Otamendi, aos 70', Jesus reorganizou a equipa, baixando Peixoto para lateral-esquerdo, avançando Coentrão para o ataque e derivando Gaitán para as costas dos dois pontas-de-lança, mas Villas-Boas respondeu bem, trocando o ineficaz Falcao por Maicon (e assim recompondo o quarteto defensivo) e Varela por Belluschi. Passou o FC Porto a jogar em 4x1x3x1, com Hulk só na frente: nunca criou perigo, mas com Belluschi e Moutinho (mais tarde Rodríguez, quando o uruguaio substituiu Guarín) a fecharem os corredores laterais, o FC Porto também impedia o Benfica de ser sistematicamente perigoso: só o era a espaços, sempre através do incremento de presenças na área. Sidnei, lateral-direito após a lesão de Airton, aparecia por lá cada vez mais, e esteve no par de lances em que os encarnados podiam ter festejado o empate. Aos 77' serviu Cardozo, mas o paraguaio cabeceou frouxo para as mãos de Helton; já nos descontos obrigou Helton a mais uma intervenção difícil e viu Gaitán acertar a recarga no poste. O jogo acabava e o FC Porto podia fazer a festa de campeão, já com a ideia no recorde do Benfica de Hagan e no jogo da Taça de Portugal, no mesmo Estádio da Luz. Aí, contudo, as dificuldades serão certamente maiores.

El Oporto se proclama campeón en casa del enemigo

El Oporto se proclamó campeón de la liga portuguesa tras ganar en casa del eterno rival, el Benfica (1-2), y hacer que la distancia con los lisboetas, a falta de cinco jornadas para el final, sea inalcanzable. Los de André Villas Boas lograron su vigésimo quinto título liguero, el séptimo en los diez últimos años, de la manera más dulce posible.
El estadio lisboeta apagó los focos mientras los jugadores del Oporto celebraban el éxito sobre el césped. Era demasiado duro para cualquier aficionado del Benfica. Feo gesto, pero hasta cierto punto entendible.
En el estadio Da Luz, casa del máximo rival, ganando y dejando claro quien es el dominador absoluto del torneo luso. Siete títulos en esta década es una evidencia clara de ello. Nadie dudaba que los de Villas Boas ganarían la Liga Sagres, pero en Lisboa confiaban al menos en no ver la celebración tan de cerca.
Para ello, y a pesar del triunfo de los 'Dragones', el estadio lisboeta apagó los focos mientras los jugadores del Oporto celebraban el éxito sobre el césped. Era demasiado duro para cualquier aficionado del Benfica. Feo gesto, pero hasta cierto punto entendible.
En cuanto al partido, el líder hizo valer su mayor potencial, su gran pegada y su calidad ante un Benfica que no le perdió la cara al partido. Se adelantaron los 'Dragones' gracias a un tanto de Guarín en el que erró de manera clamorosa el español Roberto. De un centro inofensivo hizo el primer tanto del partido tras resbalarle el balón entre los guantes.
El día negro de Roberto
Pero el Benfica reaccionaría ocho minutos después. Tras un penalti más que dudoso, Saviola establecía el empate en el minuto 17. Nueve después, Hulk hacía el segundo para el Oporto, también de penalti.

El partido se convirtió entonces en una preciosa batalla donde el propio Falcao pudo poner tierra de por medio en un mano a mano que definió sin acierto. La insistencia del Benfica se hizo aún más latente cuando Otamendi veía la segunda amarilla y dejaba al Oporto con diez a veinte minutos del final.
Y llegó el asedio local. El Oporto se defendió como pudo y aguantó hasta que a Cardozo se le fue la cabeza. El paraguayo soltó una fea patada y equilibró las fuerzas: diez contra diez. El último susto lo daría Salvio con un disparo al palo con el tiempo ya cumplido. Era el último susto del campeonato para el Oporto, rey indiscutible de Portugal.
in "amarca.es"

Com frango e 'Tchubirabiron' de Hulk, Porto vence o Benfica e é campeão


Brasileiro faz um na vitória de 2 a 1 no Estádio da Luz e time do técnico André Villas-Boas fatura título faltando mais cinco rodadas para o términ


No ritmo do carnaval brasileiro, o Porto bateu o Benfica por 2 a 1 no Estádio da Luz, neste domingo, e conquistou o título do Campeonato Português na casa do maior rival faltando cinco rodadas para o término da competição. O brasileiro Hulk fez o segundo gol da equipe treinada por André Villas-Boas e comemorou com o "Tchubirabiron", dança do grupo baiano Parangolé.
A festa do Porto na casa do maior rival começou com uma bela ajuda do goleiro espanhol Roberto: aos oito minutos do primeiro tempo, Guarín aproveitou falha da defesa, passou por Luisão pela direita da área e cruzou, mas o camisa 12 do Benfica acabou empurrando a bola para dentro do gol. Frangaço, que abriu o caminho para o título.
in "globo.br"

FC Porto é campeão nacional ao vencer o Benfica por 2-1 no Estádio da Luz


O FC Porto sagrou-se esta noite campeão nacional ao vencer o Benfica por 2-1 no Estádio da Luz. Golos de Falcão e Hulk para o lado dos dragões, e Saviola para os encarnados fizeram a história do clássico.
Naquele que viria a ser o jogo do titulo ambas as equipas entraram velozes e com vontade de sair rápido para o ataque, com o FC Porto a ser melhor sucedido nas primeiras tentativas.


Ao minuto oito, surge o primeiro golo da partida, para o FC Porto por Guarín, com um incrível frango de Roberto. O colombiano a cruzar aparentemente sem perigo, e Roberto ao defender larga a bola para dentro da baliza.
O golo dos dragões deixou os jogadores encarnados intranquilos, no período que se seguiu.
Ao minuto 16, jara vai ser travado por Otamendi dentro da área, e Duarte Gomes assinala grande penalidade. Na marcação Saviola não perdoa e faz o 1-1. O jogo animava.


Nove minutos volvidos, e vai ser o FC Porto a beneficiar duma grande penalidade. Roberto vai derrubar falcão, e na concretização Hulk não falha. O guarda-redes encarnado a ficar mais uma vez ligado ao golo do adversário.
O Benfica vai reagir bem ao golo portista, e ao minuto 33, Saviola vai ganhar uma bola e já dentro da pequena área vai rematar para a defesa de Helton.

Os encarnados procuravam chegar ao golo mas os dragões não se desconcentravam defensivamente.

Ao minuto 43, livre de Moutinho descaído para o lado esquerdo, e Roberto afasta com os punhos.
Aos 46, novamente Roberto, desta vez numa defesa junto ao solo proveniente num remate de Guarín.
O jogo ia chegar ao intervalo, com os Dragões a 45 minutos do título. O Benfica jogava de igual para igual com o FC Porto, mas os erros de Roberto foram preponderantes no resultado.


No inicio da segunda parte, é o FC Porto que vai entrar melhor, com Falcão logo no primeiro minuto a fugir à defensiva encarnada e a rematar para defesa de Roberto, com as pernas.
A reacção encarnado surge três minutos depois, com Saviola a rematar para uma boa defesa de Helton para canto. Na sequência do mesmo, Javi Garcia vai cabecear ao lado.


Ao minuto 56, erro tremendo de Sidnei, que perde a bola para Falcão, que isolado com Roberto a atirar ligeiramente ao lado da baliza. Precipitação do avançado colombiano.


Os dragões ganham o domínio do jogo e apesar de bastante morno, o FC Porto entra numa fase em que se sente confortável no jogo.


Ao minuto 68, Otamendi vai ver o segundo amarelo e a consequente expulsão. O Benfica podia agora tentar fazer-se valer da superioridade numérica para chegar ao empate.


Começava-se a notar a superioridade do Benfica em campo, e vai ser Cardozo a ficar muito próximo do empate ao minuto 75, ao cabecear para a defesa de Helton.


Aos 86, é Cardozo a ser expulso, após entrada grosseira sobre Belluschi.
Já em cima dos 90, Sidnei vai atirar para a defesa de Helton, na recarga Gaítan vai atirar uma bola ao poste e ficar muito próximo do empate.


Pouco depois, Rodriguez vai ficar próximo do 3-1, mas Roberto a negar o golo ao uruguaio.
No final, 1-2 para o FC Porto, com os dragões a conquistarem o 25º título nacional. Os dragões chegaram cedo ao golo, com um frango de Roberto a dar a Guarín o 1-0. Mais tarde depois dum penalty de Saviola que deu o 1-1, vai ser Hulk também de grande penalidade a estabelecer o resultado final e sagrar o Porto campeão nacional.

Jogo no Estádio da Luz, em Lisboa.


Benfica -- FC Porto, 1-2.


Ao intervalo: 1-2.


Marcadores:
0-1, Roberto, 09 minutos (própria baliza).
1-1, Saviola, 17 (grande penalidade).
1-2, Hulk, 26 (grande penalidade).



Equipas:


- Benfica: Roberto, Airton (Jardel, 61), Luisão, Sidnei, Fábio Coentrão, Javi Garcia, Sálvio, Gaitan, Aimar (César Peixoto, 46), Saviola e Jara (Cardozo, 46).


(Suplentes: Moreira, Roderick, Jardel, César Peixoto, Felipe Menezes, Kardec e Cardozo).


- FC Porto: Helton, Fucile, Rolando, Otamendi, Álvaro Pereira, Fernando, Guarín (Cristian Rodriguez, 81), João Moutinho, Hulk, Falcao (Maicon, 73) e Varela (Belluschi, 73).


(Suplentes: Beto, Sapunaru, Maicon, Ruben Micael, Belluschi, Cristian Rodriguez e James Rodriguez).

Árbitro: Duarte Gomes (Lisboa).


Acção disciplinar: Cartão amarelo para Aimar (03), Airton (13), Otamendi (16 e 70), Fábio Coentrão (21), Roberto (25), Fucile (32), Javi Garcia (68), Álvaro Pereira (81), Jardel (88), João Moutinho (94). Cartão vermelho por acumulação de amarelos para Otamendi (70). Cartão vermelho direto para Cardozo (86).
Assistência: cerca de 40.000 espectadores.

in "ojogo.pt"

FC Porto Campeão - Declarações (video)





Pinto da Costa - Declarações (video

Villas Boas conferencia de imprensa (video)

FC PORTO É O CLUBE EUROPEU COM MAIS TÍTULOS NO SÉCULO XXI


O título nacional confirmado este domingo não é apenas o 25.º da história dos Dragões. É ainda o 21.º troféu conquistado no século XXI, uma marca única em toda a Europa. Com sete campeonatos nacionais, cinco Taças de Portugal, seis Supertaças, uma Liga dos Campeões, uma Taça UEFA e uma Taça Intercontinental, o FC Porto é o clube europeu com mais títulos no século XXI.

Esta análise reporta-se às competições oficiais de topo dos 30 primeiros países do ranking da UEFA. Na segunda posição aparecem os alemães do Bayern de Munique (seis campeonatos, cinco Taças, duas Taças da Liga, uma Supertaça, uma Liga dos Campeões e uma Taça Intercontinental) e os croatas do Dínamo Zagreb (seis campeonatos, seis Taças e quatro Supertaças), ambos com 16 títulos.

Seguem-se, nesta lista, Olympique Lyon (França) e Manchester United (Inglaterra), com 15, e Rangers (Escócia), Olympiacos (Grécia) e Inter (Itália), com 14. Convém não esquecer que, esta época, ainda há troféus para conquistar: o século XXI pode tornar-se ainda mais azul e branco.

Clubes europeus com mais títulos no século XXI

1.º - FC Porto (Portugal), 21 títulos
2.º - Bayern Munique (Alemanha) e Dínamo Zagreb (Croácia), 16
4.º - Lyon (França) e Manchester United (Inglaterra), 15
6.º - Rangers (Escócia), Olympiacos (Grécia) e Inter (Itália), 14
9.º - Celtic (Escócia), Barcelona (Espanha), Kaunas (Lituânia), CSKA Moscovo (Rússia), Dínamo Kiev (Ucrânia) e Shaktar Donetsk (Ucrânia), 13


in "fcp.pt"

Hulk, sim. E depois quem?

É fácil escolher o jogador em maior destaque no FC Porto e por isso aquele que mais ajudou o clube a regressar aos títulos.

Hulk é a opção óbvia. Basta olhar para os números, todos os números. O brasileiro começou por resolver o primeiro jogo, na difícil vitória sobre a Naval, na primeira jornada. Terminou a marcar, outra vez de grande penalidade, na Luz, para a festa. Foi quase sempre ele. Depois de uma época, a passada, em que Hulk ficou marcado por duro castigo, em 2010/11 deu ao FC porto exactamente o que o clube esperava dele.

Se Hulk foi a grande figura portista e o jogador da Liga 2010/11, não é fácil escolher o segundo melhor. As opções são muitas e boas.

Rolando, o mais utilizado, seria uma delas. Na Luz, por exemplo, foi um dos melhores. João Moutinho, campeão logo no primeiro ano, acrescentou óbvio valor ao meio-campo do FC Porto. Falcao decidiu muitas vezes. Mas também há Guarín, o «suplente» que apareceu na época exactamente quando André Villas-Boas mais precisava. E ainda Alvaro Pereira, um dos melhores laterais esquerdos a jogar na Europa.

Escolha o leitor, aproveitando a caixa de comentários deste artigo. Por mim, qualquer um destes nomes merece a medalha de prata neste FC Porto 2010/11.


in "fcp.pt"

Belluschi: «É o melhor momento da minha carreira»

Belluschi, jogador do F.C. Porto, depois da vitória sobre o Benfica (2-1), que permitiu antecipar a festa do título em pleno Estádio da Luz:

«É o melhor momento da minha carreira, agradeço ao treinador e aos meus companheiros por tudo isto. É um prémio justo para todo o grupo, por tudo o que fizemos, merecemos este campeonato»

[Foi o melhor título da sua carreira, pela forma como foi ganho?]
«Sim, já tinha sido campeão na Argentina, no clube onde cresci (Newells Old Boys), mas este, em casa do maior rival de sempre, a cinco jornadas do fim, com tanta diferença de pontos, é um título inesquecível, poucos jogadores o conseguiram».

[Como foi aquela festa às escuras e com água?]
«Ficámos mais felizes do que estávamos, porque isso quis dizer que eles não queriam que fossemos campeões aqui. Fizeram tudo o que era possível para não nos deixar comemorar quando o jogo acabou. Não nos deixaram ir para o balneário, mas comemorámos entre nós. Foi inesquecível».

[Daqui a quinze dias estão de volta, mas com uma diferença de dois golos. Acredita que pode voltar a festejar?]
«Claro que sim, podemos recuperar, mas agora o mais importante é festejar esta vitória e começar a pensar no jogo de quinta-feira com o Spartak Moscovo e acabar a liga sem derrotas que também seria histórico. Temos muitas coisas para fazer até ao final da época».


in "maisfutebol.iol.pt"

PORTO CAMPEÃO a cinco jogos do fim é recorde pessoal

Faltam cinco rondas para o fim da Liga e o F.C. Porto já é campeão nacional. Isto é um recorde pessoal para o emblema azul e branco. A anterior melhor marca do emblema azul e branco cifrava-se no título a quatro jogos do epílogo do campeonato. Isso sucedera nas temporadas 1991/92 (o técnico era Carlos Alberto Silva), 1995/96 (Bobby Robson), 2002/03 (José Mourinho) e 2007/08 (Jesualdo Ferreira).

Ainda assim, o recorde absoluto continua nas mãos do Benfica orientado por Jimmy Hagan. Na época 1972/73, o emblema da Luz cilindrou a concorrência e garantiu o campeonato nacional a sete jogos do fim. Eusébio marcou 40 golos e o segundo classificado (Belenenses) acabou a 18 pontos. 


in "maisfutebol.iol.pt"

Villas-Boas, sem dúvida

Treinador é a figura da temporada portista


André Villas-Boas, 33 anos, campeão.

Ele próprio, o treinador do FC Porto, previu o que vai passar-se. Nós, os jornalistas, vamos analisar o título e iremos elegê-lo como figura principal. É muito provável que tenha razão.

Villas-Boas, na conferência do título, procurou retirar peso a esta versão da história. Falou no grupo, na estrutura, no talento dos jogadores, no presidente. Foi inteligente e provavelmente sincero, até porque no futebol ninguém ganha sozinho.

Mas, dito isto, é evidente que André Villas-Boas é a figura do ano portista. Pelo menos para mim. Não apenas por ser o treinador que devolve a festa ao Porto, o que já não seria pouco, mas essencialmente por ter construído uma equipa que sabe estar e sabe jogar. 

Villas-Boas, no primeiro ano a tempo inteiro como treinador principal, deixou uma imagem de competência, carácter e paixão. Como se viu esta noite, na sala de imprensa da Luz, acumula a função de técnico com a de adepto do clube, o que dá uma mistura invulgar. Por vezes excessiva, quase sempre curiosa, até divertida.

Para o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, Villas-Boas era obviamente uma escolha delicada. Também ele está de parabéns, apesar de esta coisa de fazer opções arriscadas para o banco não ser sinónimo, só por si, de dirigente de grande visão. Vale e Azevedo, com Mourinho, ou Soares Franco com Paulo Bento são exemplos recentes que sabemos como terminaram.

Dito isto, resta dar os parabéns a André Villas-Boas, o último dos bons treinadores que o futebol português tem produzido. Bem os merece.

in "maisfutebol.iol.pt"

Fucile: «Este título fica na memória e na história»

Jorge Fucile, jogador do F.C. Porto, comenta o título de campeão português conquistado em pleno Estádio da Luz (1-2):

«Este título tem um sabor diferente. Não é sempre que se consegue assim. Fica na memória e na história.»

[sobre a festa com luzes apagadas e sistema de rega accionado] «É normal. Não queriam que festejássemos no campo deles. O Benfica fez o que pôde, mas fomos superiores.»


in "maisfutebol.iol.pt

FC Porto Campeão 2010-2011 !!!

Futre e Dito explicam sucesso portista

PRIMEIRO TERÇO DA LIGA DETERMINANTE


Paulo Futre e Dito, ambos antigos futebolistas de FC Porto e Benfica, comungam da ideia de que o primeiro terço do campeonato foi determinante para a vitória dos Dragões na Liga portuguesa de 2010/11.
As quatro derrotas sofridas pelo Benfica nas dez primeiras rondas, entre as quais a goleada no Estádio do Dragão (5-0), permitiram ao invicto FC Porto assumir a liderança com 10 pontos de vantagem sobre o rival.
"O início do campeonato foi fatal para o Benfica. Embora não se possa dizer que se ganham títulos à 10.ª jornada, já faz sentido dizer-se que se perdem", defendeu Dito, que jogou pelos encarnados em 1986/88 e pelos azuis e brancos em 1988/89.
Paulo Futre considera que o arranque do Benfica na prova foi "um pouco confuso" e recordou a polémica levantada em torno do novo guarda-redes do Benfica, o espanhol Roberto, que demorou a justificar os milhões gastos na sua aquisição.
"O Roberto estava submetido a uma pressão enorme, mas provou que é um grande guarda-redes", reconheceu Futre, considerando que os lisboetas se "distraíram um pouco com situações por definir, como a saída de David Luiz".
Dito admitiu que no início da época foi notória a ausência de alguns jogadores que deixaram o Benfica, como Di Maria e Ramires, e os problemas do treinador Jorge Jesus em disfarçar carências e encontrar soluções.
Ainda de acordo com Dito, o Benfica "terá pago um bocadinho a fatura da saída desses jogadores", de "ter demorado ainda um pouco a acertar com os seus substitutos" e "em tirar o máximo de rendimento dos reforços".
Futre considera que "a regularidade nas várias provas, em que a exceção é a derrota sofrida em casa com o Benfica (0-2)" para a Taça de Portugal, foi a imagem de marca da "consistente" equipa dos "Dragões".
"O FC Porto nunca teve uma quebra e nunca baixou o ritmo. Foi muito regular, em todas as principais competições", sublinhou Futre, que envergou a camisola dos Dragões entre 1984/85 e 1986/87 e a dos encarnados em 1992/93.
Para Dito, o FC Porto "mudou pouco na sua estrutura", em relação à última época, e surgiu "com um futebol algo diferente, a privilegiar a posse de bola e com o médio brasileiro Fernando mais ligado à equipa do que à defesa".
O avançado brasileiro Hulk foi, para o antigo defesa, o principal desequilibrador do FC Porto, porque, "quando a equipa não estava ainda consolidada, fez a diferença e ganhou jogos, mesmo sabendo que ninguém ganha jogos sozinho".
Tanto Dito como Futre reconhecem que, após o início desastroso do campeonato - com três derrotas nos quatro primeiros jogos -, o Benfica melhorou significativamente, como atesta a série de 11 vitórias consecutivas na Liga, apenas interrompida em Braga (2-1), à 22.ª jornada.
"A partir de outubro tivemos um grande Benfica", frisou Futre. Para Dito, a formação encarnada, "algo perra" de início, só com a adaptação do médio argentino Gaitán, contratado na defesa, é que conseguiu "apresentar um futebol em profundidade e a toda a largura".
in "record.pt"

Pinto da Costa: «O que aconteceu foi uma vergonha»

PRESIDENTE CRITICA RIVAIS DO BENFICA


O presidente Pinto da Costa comentou o título conquistado pelo FC Porto, voltando a criticar o rival Benfica.
"Ainda não recebi qualquer mensagem de parabéns por parte do Benfica. Mas também de quem apaga a luz e põe a rega a funcionar logo após o jogo...seria de estranhar é que fossem capazes de dar os parabéns a alguém... Festejar o título às escuras foi inédito, giríssimo e inédito."
"Já recebi mensagens de Angola, de Venuzuela, do Brasil e um pouco por todo Mundo, e todos me disseram que foi uma vergonha completa o que se passou na Luz após o final do jogo. Mas as ações ficam por quem as faz. Felizmente todo o mundo viu..."
“Dedico o título à minha família. Mas quero fazer duas distinções. Uma a Pôncio Monteiro, que teve sempre ao meu lado, e que infelizmente não pode estar aqui, mas de certeza que estará feliz... E outra, ao Pedroto, que disse numa homenagem de que havíamos conquistar o campeonato em sua honra. Palavra de desprezo para alguns imbecis que na televisão que gozaram com a minha vontade de querer dedicar-lhe esta conquista.”
"O segredo foi termos sido estimulados por alguns palhaços que fazem alguns comentários semanalmente na comunicação social, e que não dão mérito ao FC Porto, nem mesmo depois dos 5-0. Devem ter vergonha com o que dizem e deviam deixar essas maldicências e maldizeres para Pravda e Kasparov."
in "record.pt"

Villas-Boas: mestres da táctica e a relação fria com Mourinho



André Villas-Boas comenta a conquista do título na Luz, após a vitória sobre o Benfica, neste domingo, na 25ª jornada da Liga. O treinador do FC Porto surgiu na sala de imprensa molhado e de cachecol no pescoço: 


[Segredo do sucesso] «Não vivo na ilusão da liderança ditatorial, o jogo tem coisas tão fáceis de compreender, não há nada de oculto no futebol, não há mestres da táctica, futebol resume-se a talento individual e colectivo, limito-me a encaminhar os jogadores, a liderar um grupo como este. Se calhar outra pessoa aqui fazia a mesma coisa, mérito total dos jogadores, numa filosofia em que defendemos a cultura do futebol português e do futebol bem jogado.»

[Campeão noutro país?] «Em Portugal. Tenho 33 anos e acabei de aterrar no mundo do futebol. Fiz parte de uma equipa técnica de grande sucesso, devo muito ao Mourinho, que me encaminhou numa série de conhecimentos, devo-lhe muito, mas também lhe dei muito da minha competência e profissionalismo. Não é mentira que a relação esfriou um pouco. Agradeço à minha equipa técnica, somos todos muitos jovens, o Vítor deu um salto do Santo Clara para cá, o Mário veio comigo da Académica, o Pedro Emanuel é um treinador- capitão, ajuda-me na liderança, é o sustento de muitos jogadores que sentem as suas palavras, e o Daniel que também trouxe da Académica e é um irreverente como eu.»

[Mas em que país quer voltar a ser campeão?] «Nem penso nisso sequer.»


in "maisfutebol.iol.pt"