terça-feira, 19 de outubro de 2010

F.C. Porto: saem seis, entram sete para a Turquia

Seis jogadores saem, sete entram na convocatória do F.C. Porto para o jogo com o Besiktas, na Turquia, a contar para a Liga Europa.

Em relação ao jogo com o Limianos para a Taça de Portugal, o treinador André Villas-Boas excluiu Kieszek, Emídio Rafael, Sereno, James Rodriguez, Souza e Castro, este por lesão. Desse modo, o técnico fez regressar Helton, Alvaro Pereira, Fucile, Rolando, Fernando, João Moutinho e Cristian Rodríguez.

No total, Villas-Boas convocou 19 jogadores e faz regressar aqueles que têm formado o onze base da equipa e que não actuaram na Taça.

Os dragões deslocam-se a Istambul nesta terceira jornada da fase de grupos da Liga Europa e vão embarcar rumo à capital turca ainda nesta terça-feira. O voo está previsto para as 14 horas e a chegada às 18h15 portuguesas (menos duas que na Turquia).

Lista de convocados:

Guarda-redes: Helton e Beto
Defesas: Sapunaru, Fucile, Rolando, Maicon, Otamendi e Alvaro Pereira;
Médios: Rúben Micael, Fernando, Guarín, Belluschi, João Moutinho,
Avançados: Falcao, Cristian Rodríguez, Hulk, Varela, Walter e Ukra

in "maisfutebol.iol.pt"

Selecção repleta de Dragões no ataque ao Europeu


Hugo Laurentino, Wilson Davyes, Inácio Carmo, Nuno Grilo, Filipe Mota, Dario Andrade, Tiago Rocha e Ricardo Moreira. São oito os jogadores do FC Porto Vitalis que estão convocados para representar Portugal nos próximos dois jogos de qualificação para o Europeu de 2012, a realizar-se na Sérvia.

Os Dragões são a equipa que mais atletas cede à Selecção, com destaque para os regressos dos capitães Ricardo Moreira e Filipe Mota, melhores marcadores dos azuis e brancos no triunfo no clássico de ontem [domingo], frente ao Sporting, com seis e nove golos, respectivamente.

Portugal integra o Grupo 3, composto ainda por Eslovénia, Polónia e Ucrânia.

Calendário de jogos da Selecção:

Quarta-feira, 27 de Outubro de 2010
Eslovénia-Portugal (1.ª jornada do Grupo 3), em Celje (20h15 locais – 19h15 em Portugal)

Domingo, 31 de Outubro de 2010
Portugal-Polónia (2.ª jornada do Grupo 3), em Portimão (17h00)

Cebola sorri para servir Falcao

Com o objectivo de fazer o pleno de vitórias na Liga Europa, Villas-Boas vai voltar a apostar nos jogadores habituais, cuja maioria ficou a descansar na partida com Os Limianos, da Taça de Portugal. E para alimentar o goleador da equipa, Falcao - ainda que esta época esteja menos concretizador -, o técnico portista deverá escolher Hulk e Rodríguez, o que significaria a ida de Varela para o banco de suplentes.

A decisão só será tomada hoje, no último treino antes da viagem para a Turquia, porque a sessão marcada para o Estádio Inonu servirá apenas de ambientação. Assim, esta manhã, no Dragão, o onze para o Besiktas será testado, em princípio com o uruguaio no ataque e com a responsabilidade de alimentar Falcao.

Aliás, foi essa a aposta de Villas-Boas nos outros dois jogos da Liga Europa. Tanto em casa com o Rapid de Viena como em Sófia, com o CSKA, no dia em que completou 25 anos, Cebola foi titular, mesmo contra algumas expectativas. E olhando para as estatísticas da época percebe-se que essas foram as únicas vezes em que o antigo jogador do Benfica começou de início e fez os 90 minutos.

Rodríguez não foi convocado para a Taça de Portugal porque tinha acabado de chegar da Selecção, onde fez dois jogos, muitos milhares de quilómetros e um golo com o pé direito.

Varela foi o eleito para jogar no lado esquerdo do ataque contra Os Limianos, marcou um golo e está motivado, mas pode ter que se contentar com a condição de suplente em Istambul.

De resto, é admissível que o meio-campo seja composto por Fernando, João Moutinho e Belluschi. O argentino não jogou na Taça e está sem competir há 15 dias. Na defesa a grande dúvida prende-se com o lateral-direito. Fucile foi co-responsável pelo empate em Guimarães e poderá passar pela terapia do banco, depois de cumprir castigo pela expulsão. Por outro lado, Sapunaru esteve mal contra Os Limianos e isso pode custar-lhe a titularidade. Questões para o técnico decidir antes da viagem.

in "ojogo.pt"

Banhos de qualidade

portistas têm sido bem sucedidos em território turco
 
Basta recuar até ao início desta década para encontrar a primeira deslocação do FC Porto a território turco em competições da UEFA. A história começou a escrever-se com um empate, mas os últimos episódios fizeram-se com vitórias. O mito dos ambientes escaldantes tem sido arrefecido com banhos de qualidade.

Mas como todas as histórias têm um ponto de partida, a dos dragões na Turquia teve o seu início no terreno do Denizlispor. Depois de uma goleada (6-1) imposta nas Antas, os azuis e brancos defenderam o seu prestígio com uma igualdade (2-2) na casa do adversário. Estávamos na época 2002/03 e José Mourinho aproveitou para rodar alguns jogadores menos utilizados. O apuramento era mais do que garantido, mas o empate só foi conseguido graças a um desvio de calcanhar de Clayton. A caminhada dos azuis e brancos teve o seu final feliz em Sevilha, com a conquista da Taça UEFA.

A cimeira que se seguiu ocorreu apenas em 2007, já com Jesualdo Ferreira no comando técnico. A Liga dos Campeões juntava FC Porto e Besiktas no mesmo grupo e os dragões voltaram a superiorizar-se. Desta feita foi o talento da dupla Lucho González/Ricardo Quaresma que fez a diferença, silenciando os adeptos turcos no período de descontos, com um triunfo por 1-0. Ficava provado que os portistas não se deixavam intimidar por ambientes adversos, por mais fanáticos que pudessem ser.

Domínio

Contrariando uma tendência que se verificava no historial do FC Porto, a Champions de 2008/09 colocava novamente uma equipa turca no caminho dos azuis e brancos. Agora foi o Fenerbahçe, mas o desfecho foi idêntico ao do rival. Lisandro López assumiu protagonismo no ataque, apontando os 2 golos que valeram a vitória por 2-1.

Com o Besiktas a cruzar-se outra vez no percurso europeu do FC Porto, cabe a André Villas-Boas resolver o problema. A formação onde alinha Quaresma não atravessa um bom momento no campeonato, mas na Liga Europa divide com os azuis e brancos a liderança do Grupo L. Motivados pela vantagem confortável de que desfrutam internamente e com uma equipa a respirar confiança, os portistas assumem o duplo duelo com a ambição de vencer, primeiro na Turquia e depois em Portugal. Fechar o grupo na frente é uma prioridade para Villas-Boas. Aliciantes não faltam para o primeiro encontro.

in "record.pt"

Besiktas - FC Porto (antevisão)


Pelé: «FC Porto vai marcar»

médio convicto da vitória da sua antiga equipa
 
Passou, sem sucesso, pelo Dragão, onde chegou envolvido no negócio Quaresma. Hoje estão os dois na Turquia, onde o médio ganhou um lugar no onze do Eskisehirspor, clube que também recebeu Diego Ângelo (ex-Naval) e Rodrigo Tello (ex-Sporting). Pelo que conhece do Besiktas, aposta no FC Porto. “É melhor equipa e o Besiktas não tem os jogadores que mais desequilibram”, começa por dizer quem antecipa um jogo aberto. “A nível tático há que tirar partido das lacunas do Besiktas. O Hulk pode desequilibrar e acho que o FC Porto vai acabar por marcar golos aqui”, analisa.

O médio, de 23 anos, partilha das ideias defendidas por Makukula. “O campeonato é competitivo e consegue atrair muitos jogadores de qualidade, apesar de as equipas terem algumas debilidades a nível tático”, reconhece quem ainda não sabe se poderá rever antigos companheiros de equipa. Pelé está abaixo da linha de água, mas reencontrou a alegria: “Estou num momento feliz da minha carreira e acredito que dei um passo importante.”

Makukula: «Jogo para Hulk e Varela rebentarem o Besiktas»

avançado festejou em istambul na última jornada
 
Makukula esteve dez dias a estudar o Besiktas antes de vencer no Inonu, no passado sábado. Villas-Boas já o faz há muito tempo, restando saber se vai tirar iguais proveitos. É que o Manisaspor do internacional português tinha a lição bem estudada e o avançado conhece bem todas as lacunas do rival dos dragões, tendo-as desvendado em conversa com Record.

“O treinador já me tinha dito que eu não ia marcar golos. A minha tarefa era prender os centrais e abrir espaços para os alas. O Besiktas é uma equipa que se desorganiza muito”, explica, identificando elementos que podem explorar as fragilidades da equipa de Schuster. “É preciso usar as laterais ofensivas. Pelo que conheço do Besiktas, este será um bom jogo para Hulk e Varela rebentarem com eles. Se o avançado segurar os defesas, vai sobrar muito espaço para eles entrarem”, antecipa.

Villas-Boas pode ganhar o desafio no modo como o preparar. “Schuster tem currículo, mas o futebol turco é caótico e o Besiktas tem problemas táticos. Por aquilo que vejo do FC Porto, é óbvio que pode ganhar”, analisa, lembrando que o adversário gosta de ter bola e tem uma combatividade muito própria. “Num jogo europeu e com um oponente de renome, a motivação do Besiktas será outra. O ambiente é muito intenso e obriga a equipa a lutar até ao fim”, recorda.

Guti e Ricardo Quaresma, que são cartas fora do baralho, deixam um vazio na manobra turca. “Sente-se muito a falta que fazem. São as unidades que agitam o jogo a meio-campo e não têm substitutos à altura”, reconhece quem elogia o avançado. “Bobô está em grande forma e é um perigo para qualquer defesa”, alerta sobre o brasileiro que já tem 6 golos na Liga turca e outros 3 na Europa.

Iniciativa

É, contudo, um Besiktas limitado (Ferrari também está em dúvida) e desconfiado aquele que vai defrontar o FC Porto, algo que não deve ser sobrevalorizado pelos dragões. “São uma equipa que gosta de ter a bola, sobretudo em casa. Contra nós tiveram mais de 60 por cento de posse, mas isso não nos incomodou e até foi de encontro ao que tínhamos pensado. Apostámos no contra-ataque e nos desequilíbrios e tudo correu conforme o treinador tinha previsto. Trabalhámos em cima desta estratégia durante muitos dias e tudo nos saiu bem”, adianta.

Aos 29 anos, Makukula fixou-se no futebol turco. Depois dos 21 golos no Kayserispor, ainda só marcou 2 pelo Manisaspor. O futebol agrada-o. “É muito ofensivo. Taticamente ainda há algumas debilidades, mas é bom para um avançado como eu”, finaliza este ex-Benfica.

in "record.pt"

James é séria ameaça na luta dos Rodríguez

promete dar que fazer ao colega uruguaio
 

Não está em causa a titularidade de Silvestre Varela no lado esquerdo do ataque, já que o lugar está bem defendido pelo internacional português desde o arranque da época, mas há outras posições para ocupar na hierarquia do plantel. Neste caso existem mais duas opções como alternativa ao Drogba da Caparica. Cristian Rodríguez tem estatuto, mas James mostrou atributos no jogo da Taça de Portugal. Está prometida uma luta renhida e quem vai beneficiar é André Villas-Boas, que tem dado tempo ao mais jovem dos Rodríguez para se tornar uma certeza do dragão.


Com 19 anos, El Bandido tem sido protegido para que o seu processo de evolução não seja traído por um qualquer percalço. Foram 5,1 milhões de euros investidos pela SAD para o desviar do Benfica, numa das novelas que animou o verão futebolístico, circunstância que justifica todo o cuidado por parte da equipa técnica. Como se viu diante do Limianos, o jovem colombiano é mesmo bom de bola.

Quebra

Só que do outro lado está o Cebola, um jogador que tem em comum com o seu concorrente o facto de ter sido desviado do Benfica. Custou um pouco mais aos cofres da SAD (7 milhões) e o seu salário também é superior ao do companheiro. Percebe-se que o estatuto é diferente e isso tem-lhe permitido surgir com maior frequência em campo.

Só que o rendimento do internacional uruguaio tem vindo a decrescer de época para época. Em 2008/09 era uma unidade fulcral nas opções de Jesualdo Ferreira, algo que não aconteceu na temporada anterior, muito por força do acumular de lesões. Deixou-se ultrapassar de forma definitiva por Varela e este ano ainda não conseguiu retomar o caminho da regularidade exibicional. A recente chamada à seleção e o golo apontado à China poderão dar motivação a Cristian para se manter na luta entre as escolhas do treinador. Terá é de aumentar os níveis qualitativos para não ser novamente batido pela concorrência.

in "record.pt"

Noite encantada: Walter, o hat-trick de «uma pessoa nova»

Avançado está a redescobrir-se na cidade do Porto


Não foi de coche, nem calçou chuteiras de cristal. Da fada-madrinha nem sinal também. Não, Walter não precisou de nada disso para ter a sua primeira noite encantada no Dragão. Ao brasileiro bastaram 90 minutos e três remates certeiros para encetar uma paixão assolapada no F.C. Porto.

Uma paixão pelo golo, repleta de promessas e juras de eternidade, muito para lá da meia-noite e das 12 badaladas. Walter roçou a perfeição e completou o primeiro hat-trick da carreira. Um golo de pé direito, outro de cabeça e mais outro de pé esquerdo. E agora, o que se segue neste conto do menino de Recife?

«Mais golos e oportunidades. O Walter precisava de uma noite assim, de ânimo e confiança», responde ao Maisfutebol o empresário Umberto Rimoli, representante do avançado. Vittorio Piffero, amigo e presidente do Internacional, ex-clube de Walter, vai mais longe. «Há muitos clube na Europa atentos a ele. O Walter vai ser grande. Ele está em busca da estabilidade emocional.»

Ora aí está. A tal estabilidade emocional que o protagonista deste texto raramente teve no Brasil. As línguas viperinas acusavam-no de ser um desequilibrado, outras que não tinha cabeça, havia mesmo quem jurasse ser este um caso de iliteracia.

«Posso garantir que o Walter é um menino bom, de boa índole. É um rapaz excelente. Nós temos estado a acompanhar a sua estada em Portugal e sinto que ele está feliz e equilibrado. Houve momentos negativos no passado dele, mas ainda vai muito a tempo de corrigir tudo», refere Umberto Rimoli.

«O Walter abandonou o caminho da perdição»

Diz quem sabe que Walter «é uma pessoa nova» desde que chegou ao Porto. A companhia da namorada e a distância das más companhias fazem milagres. «Não tem criado nenhum problema. Foram as próprias pessoas do Porto a passar-me essa indicação», sublinha o agente do atleta, no que é acompanhado pelo líder do Internacional de Porto Alegre.

«Ele abandonou o caminho dos perigos, da perdição, e encontrou a felicidade em Portugal», refere, certo de que os três golos ao Limianos são «apenas o começo de uma bela história».

Mas, e Falcao?

«O próprio Walter referiu que não se importa de ser suplente dele. O meu conselho é simples: treinar bem, ir à luta em cada jogo que participar e aproveitar ao máximo até ao Falcao ser vendido. Acredito que isso vai acontecer e que o Walter ganhará mais espaço.»

Um activo pesado à procura de valorização

Walter custou seis milhões de euros ao F.C. Porto (75% do passe) e esteve dez dias na Cidade Invicta antes de assinar contrato. As negociações foram duras e exigiram uma grande dose de paciência e maleabilidade por parte de todos os intervenientes. O F.C. Porto apostou em grande num atacante potente e móvel, autor de cinco golos pela selecção do Brasil no campeonato sul americano (em 2009) e de quatro com a camisola do Internacional na primeira metade de 2010.

Agora, é hora de responder à chamada do mundo real. Walter tem ainda muito a provar em Portugal, sem fórmulas mágicas, nem varinhas de condão.

in "maisfutebol.iol.pt"

Quaresma no Dragão: «Nunca hei-de festejar contra o F.C. Porto»

«É um clube que amo», diz o jogador que não esquece os tempos passados na Invicta.


Quatro anos de Dragão ao peito fizeram com que Ricardo Quaresma ganhasse um sentimento especial pelo F.C. Porto. Em entrevista ao Maisfutebol/TVI, o extremo do Besiktas admitiu que será «estranho» jogar com outras cores na casa dos portistas.

Como será reencontrar o F.C. Porto?
«Será difícil porque o F.C. Porto foi um clube onde me senti feliz e foi das melhores épocas que tive como jogador profissional. Fiz muitas coisas no clube, ganhei muitas coisas e ganhei amor àquele clube. Por isso, é complicado saber que vou jogar contra o F.C. Porto. Mas o futebol é isto e temos de estar preparados. Vou respeitar o F.C. Porto, como sempre respeitei, mas, se puder jogar, vou fazer o meu trabalho, como tenho vindo a fazer. »

E voltar ao Dragão com uma camisola diferente. Como será?
«Sinceramente não sei o que vou sentir no momento, mas, para já, acho que vai ser estranho.»

Apesar de ser a estrela da equipa adversária, acha que vai ser bem recebido pelos adeptos?
«Acho que sim. Acho que não têm motivos para me tratarem mal... Não acredito que possam tratar-me mal, mas, se assobiarem, vou respeitar porque não será por isso que vou deixar de amar aquele clube.»

Se marcar um golo ao F.C. Porto, festeja?
«Não.»

Porquê?
«Porque o F.C. Porto é um clube que amo e que respeito muito. Faço o meu trabalho, como profissional que sou. Mas nunca hei-de festejar contra o F.C. Porto.»

O treinador do Besiktas já lhe pediu algumas informações sobre o F.C. Porto?
«Não, porque, ultimamente, quando falamos é sobre a minha lesão. Mas se me perguntar estou cá para falar sobre isso.»

O que vai dizer?
«Isso são coisas entre mim e ele.»

Quaresma: «Besiktas e F.C. Porto sempre foram os favoritos»
Extremo não pode jogar, mas prevê um jogo complicado.
 
Vai jogar o primeiro jogo? Como está a lesão?
«Estou a recuperar bem, mas não acredito que possa ficar a cem por cento para o jogo do F.C. Porto. No segundo espero já estar bem e espero jogar.»

Considera que quem vencer este jogo estará praticamente apurado para a fase seguinte?
«Vai ser um jogo complicado. Sabemos que, se ganharmos frente ao F.C. Porto, damos um grande passo para a fase seguinte. Mas ainda temos mais três jogos complicados. Por isso, não acredito que este jogo vá decidir esta fase. Mas sabemos que poderemos dar um grande passo.»

Quem é favorito?
«Para mim os favoritos sempre foram o Besiktas e o F.C. Porto. Neste jogo depende... São jogos difíceis. Conheço bem as duas equipas, ambas jogam para ganhar. Tudo depende do momento de cada uma das equipas.»

Até onde pode ir o Besiktas e o F.C. Porto nesta Liga Europa?
«Temos de pensar jogo a jogo. Não podemos pensar que podemos ser campeões ou que podemos chegar à final. Ainda há grandes jogos pela frente. Nesta altura o mais importante é pensar em jogar bem, continuar a fazer o trabalho que temos vindo a fazer e passar à fase seguinte. Depois aí tudo dependerá de nós. Temos valor e qualidade, mas sabemos que, nestas competições, existem grandes equipas. É difícil estarmos a dizer que vamos estar numa final ou que vamos ser campeões.»

in "maisfutebol.iol.pt"

Incrível Hulk até na Europa

Na antecâmara do F. C. Porto defrontar o Besiktas, Hulk reluz. É o melhor marcador da equipa na Liga e contabiliza três golos na Liga Europa. Tantos como na época passada. E pode bater, já na quinta-feira, em Istambul, o melhor registo de golos nas provas europeias.

Bastou um jogo para Hulk deixar a sua marca no futebol europeu e distinguir-se da concorrência. Marcou três golos de rajada na recepção ao Genk (vitória por 4-2) e ajudou o F. C. Porto a apurar-se para a fase de grupos da Liga Europa. O avançado é mesmo um caso sério de explosão junto da baliza e goza do estatuto de melhor marcador da equipa nos palcos internacionais. A par de Falcao, soma três golos na prova, mas com a particularidade de ter menos minutos de utilização do que o colombiano.

Por isso, os holofotes estão centrados no internacional brasileiro na antecâmara do jogo no terreno do Besiktas (depois de amanhã, 18 horas, Sport TV1), onde é uma séria ameaça à defesa do conjunto turco. A estatística é clara: na época passada, o Incrível apenas marcou três golos nas competições europeias nos oito jogos em que defendeu as cores do F. C. Porto. Agora, soma três golos em igual número de desafios. Em termos de eficácia, está melhor e também mais forte do ponto de vista de psicológico, por causa do castigo que o impediu de competir em alguns jogos nacionais da temporada anterior.

Quando a Liga Europa ainda está numa etapa prematura, em que as equipas se defrontam na fase de grupos, Hulk tem uma excelente oportunidade para garantir a sua época internacional mais produtiva em termos ofensivos. Basta-lhe apenas um golo para conseguir esse registo pessoal. Quando chegou ao F. C. Porto em 2008/09, pagou bem cara a factura da adaptação a uma realidade muito diferente, porque foi incapaz de marcar qualquer tento nessa edição da Liga dos Campeões.

No entanto, também é verdade que a última vez que o jogador marcou nas competições europeias foi precisamente na recepção ao Genk, a 26 de Agosto. Sendo assim, está quase há dois meses sem fazer as redes abanar na prova, o que é estranho para quem abriu o marcador no último desafio dos dragões no campeonato, precisamente no terreno do Vitória de Guimarães (1-1). Mas Hulk está a viver um excelente momento de forma, por isso, a defesa do Besiktas que se cuide...

in "jn.pt"

Besiktas: Depois de Quaresma, Guti está em dúvida para o FC Porto


Ricardo Quaresma não deverá estar apto para o reencontro com o FC Porto, marcado para quinta-feira, ao serviço do Besiktas, em jogo da 3ª Jornada do Grupo L da Liga Europa.

Contudo, os problemas de Bernd Schuster não se cingem ao extremo internacional português, já que o espanhol Guti deverá igualmente falhar a recepção aos "dragões", devido a problemas físicos.

De resto, o avançado eslovaco Holosko, com uma lesão num tornozelo, está em dúvida para o jogo com os "azuis-e-brancos".

in "rr.pt"

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Bruno Alves e Fernando Meira podem estar de saida


Os futebolistas internacionais portugueses Bruno Alves e Fernando Meira pretendem sair do Zenit de São Petersburgo e querem aproveitar o período de transferências de Inverno, revela o diário desportivo lifesport.ru.

“Se a decisão de Meira de pedir transferência é, aparentemente, fundamentada, as acções de Bruno Alves são absolutamente incompreensíveis para a direcção do clube. Talvez sejam manobras do seu agente, para o qual é vantajoso que o jogador mude de clube”, acrescenta o jornal, citando uma fonte do clube russo.

Segundo o lifesport.ru, Fernando Meira tem jogado muito pouco nesta época e por isso quer transferir-se, “além de que existe já uma proposta bem concreta do seu antigo clube, o Benfica, que acolherá com alegria o seu filho pródigo”.

Quanto a Bruno Alves, o jornal russo informa que o seu agente lhe teria falado do interesse do Arsenal por ele, mas sublinha que o Zenit não recebeu qualquer proposta do clube inglês. Além, disso, o diário desportivo considera que o clube inglês dificilmente irá desembolsar os pelo menos 22 milhões de euros pelo jogador, que foi quanto o Zenit pagou pela transferência do FC Porto.

O Zenit de São Petersburgo garantiu já praticamente o título de campeão de futebol da Rússia, mas não conseguiu acesso à Liga dos Campeões, mais uma razão que poderá ter levado Bruno Alves a pedir a transferência.

in "publico.pt"

FC Porto é favorito no encontro contra o Besitkas, diz Carlos


«Não jogando um dos dois», a equipa não é a mesma, disse Carlos, que, estando no camponato turco, conhece bem o adversário dos "dragões".

Desde o primeiro jogo, quando tem faltado um deles, o Besitkas nunca vence, reforçou.

Na óptica de Carlos, o FC Porto é favorito, mesmo tendo de jogar num ambiente muito complicado, já que os adeptos turcos são «fanáticos», e de o estado do terreno ser «muito mau».

«O FC Porto é uma equipa que joga como equipa», ao contrário do Besitkas, onde cada jogador que recebe a bola «procura o Guti ou o Quaresma», explicou.

in "tsf.pt"

F.C. Porto: Castro sofre traumatismo na cabeça

O F.C. Porto continuou a preparar a viaem a Istambul, para defrontar o Besiktas, em jogo da Liga Europa, com um treino que ficou marcado pela lesão de Castro. O jovem sofreu um traumatismo na região frontal da cabeça, do qual resultou uma ferida corto-contusa. Resultado: Castro foi suturado com sete pontos.

A lesão não deve, de resto, ser muito grave, para além do incómodo causado ao jovem médio. Para além disso, sobra uma folha limpa: o plantel de André Villas-Boas não tem mais jogadores lesionados ou condicionados. O grupo prepara por isso o jogo da terceira jornada da Liga Europa praticamente na máxima força.

Refira-se, por fim, que a preparação do jogo que marca o reencontro com Ricardo Quaresma continua esta terça-feira, com um treino agendado para as 10 horas, desta vez no Dragão. Pelas 14 horas a equipa viaja para a Turquia, onde chegará às 18.15 horas portuguesas, mais duas pelo horário de Istambul.

in "maisfutebol.iol.pt"

Dragão a dois tempos

O Sporting estudou bem o FC Porto, mas ficou-se pela página 15, num livro de estudo que tinha 60.

Ou seja, os leões fizeram tudo o que deveriam ter feito nos primeiros 15 minutos de jogo, momento que atingiram a vencer por 8-2, encontrando um sistema defensivo capaz de travar o adversário e conseguindo escolher o local e a direcção das finalizações ideais para ultrapassar a temível defesa portista. O problema é que, passado esse quarto de hora, o Sporting esqueceu tudo o que fizera e permitiu ao FC Porto, que nunca desistiu de procurar o antídoto para o domínio dos sportinguistas, encetar uma recuperação que acabaria por levar os campeões nacionais para a frente do marcador ainda antes do intervalo.

Por outro lado, Ljubomir Obradovic teve a capacidade de ir lendo o jogo e adaptando as práticas dos seus jogadores ao que se ia passando em campo, e fê-lo até que a equipa passasse a render o seu habitual. Com um grupo que tem por característica lutar por todas as bolas, o técnico acabaria por ver a sua persistência dar frutos.

Quanto ao Sporting, as ausências de Petric e Galambas limitam as opções de Faria que, mesmo assim, teve Zelenovic sem sair do banco. E mesmo que tenha sido notório que os leões chegaram ao Dragão com a pressão de não sofrerem o terceiro desaire consecutivo - o que veio a acontecer - e mostraram vontade de contrariar o favoritismo portista, também foi notório que a equipa baixou os braços demasiado cedo, mostrando-se menos lutadora do que seria desejável, sobretudo nos últimos 15 minutos de jogo, quando ainda poderiam almejar outro desfecho.

Com a recepção ao ABC marcada para a próxima quarta-feira, a candidatura do Sporting ao título está, para já, a viver dias difíceis.

Figura: Hugo Laurentino


Os contra-ataques começam nele

O guarda-redes do FC Porto foi o principal responsável, em campo, pela reviravolta no rumos dos acontecimentos. Voltou a fechar a baliza e a proporcionar diversos contra-ataques que terminaram em golos.

"Fomos como uma fénix"

O técnico considerou que a má entrada da sua equipa foi "uma excelente experiência para os jogadores, que souberam o que têm de fazer para recuperar de uma desvantagem de seis golos". "Fomos como uma fénix, renascemos para o jogo depois de uma má entrada, o que não é habitual. A segunda parte foi mais fácil", acrescentou Obradovic, valorizando o facto de "o FC Porto ter ganho a uma boa equipa, que não queria perder mais jogos".
in "ojogo.pt"

Barcelona de olho em Moutinho

João Moutinho é um dos jogadores seguidos pelo Barcelona. Segundo informações provenientes da Catalunha, o desempenho do médio no FC Porto não tem passado despercebido aos responsáveis blaugrana, mantendo-se, ao que garantiram a O JOGO, relatórios que, ainda segundo as mesmas fontes, já eram frequentes desde os tempos do Sporting.

A prática de manter os ficheiros actualizados é comum em qualquer equipa, mas o contexto para o regresso em força destas indicações sobre esta atenção dispensada a Moutinho é agora outro: o problema físico com Xavi, que só anteontem voltou aos relvados depois de uma paragem que deixou a equipa à deriva, tornou o meio-campo do Barcelona, assim como a necessidade de haver alternativas à altura do médio que guiou a Espanha às conquistas do Europeu e do Mundial, num assunto sensível. Guardiola reconheceu publicamente a importância de Xavi, comprovada no último jogo com duas assistências para golo, mas sublinhou também que terá de continuar com alguns cuidados na gestão física do médio, cujas queixas no tendão de Aquiles determinaram o afastamento recente e até a substituição nos minutos finais da última jornada.

É aqui que entra João Moutinho, incluído numa onda de especulações segundo as quais o Barcelona procurará alternativas nas próximas investidas de mercado, mas não necessariamente já em Janeiro. O espanhol Fàbregas foi, e continua a ser, apesar das inúmeras tentativas frustradas, a prioridade dos catalães, mas, precisamente pelas dificuldades impostas pelo Arsenal, o Barça vai pesquisando no mercado outras soluções que encaixem nos seus princípios de jogo, surgindo João Moutinho com um perfil do agrado de Guardiola: capacidade de pressão alta, precipitando os erros do adversário; polivalência no meio-campo; precisão no passe e também nos disparos de meia distância.

A atenção dispensada pelo Barcelona - que pode até nem ser única, porque João Moutinho habituou-se a ver o nome associado a listas de vários clubes quando ainda estava no Sporting - reflecte também o bom início de época no FC Porto, onde já é tido como peça nuclear do xadrez de Villas-Boas, e o regresso em força à Selecção.

Curiosamente, na última sexta-feira, os portistas comunicaram à CMVM a venda de 37,5 por cento do passe do médio à empresa Mamers B.V., a troco de 4,125 milhões de euros. E um dos pressupostos desse acordo passará, claro, pela expectativa de uma futura transferência de Moutinho.

Contratado ao Sporting por 11 milhões de euros, já com a metade do passe de Nuno André Coelho incluída nessa parcela, refira-se que os sportinguistas terão direito a 25 por cento do valor da mais-valia que os portistas venham a garantir numa futura transferência por valor superior a 11 milhões de euros.

A turma dos baixinhos...

O acompanhamento do Barcelona à carreira de João Moutinho é um facto curioso por vários motivos, incluindo este: medidas de alto a baixo, as principais referências do meio-campo do Barcelona, como são os casos de Xavi (30 anos) ou Iniesta (26), estão ao nível de Moutinho (24) pelo menos num ponto: a altura. Os três medem exactamente o mesmo - 1,70 metros. É improvável que esse seja o critério seguido por Guardiola para as contratações, mas não deixa de ser curioso...

in "ojogo.pt"

Sentido obrigatório

vitória em istambul é um objetivo essencial
 

Vencer todos os jogos do grupo foi definido como grande meta por Villas-Boas para concluir com nota máxima a segunda etapa da caminhada do FC Porto na Liga Europa. Até agora o objetivo tem sido cumprido com sucesso, mas os dragões vão enfrentar em Istambul o maior desafio até ao momento. Não que o Besiktas esteja num bom momento no campeonato (ocupa o 7.º lugar), mas sobretudo pela boa campanha a nível internacional dos turcos, repartindo com os dragões a liderança do grupo.

Mas um triunfo neste jogo significa muito mais do que ficar isolado à frente do Besiktas. A vitória é meio caminho andado para seguir rumo aos 16 avos-de-final, permitindo ao técnico gerir o grupo com outra tranquilidade nos desafios que se seguem na competição. Assegurado o apuramento o mais rapidamente possível, os azuis e brancos passam a concentrar toda a sua atenção num calendário nacional que exige todo o empenho do grupo.

Benfica e Sporting são os expoentes máximos de um percurso complicado, mas adversários como a União de Leiria, Académica e Paços de Ferreira já deram indicações de que podem complicar e muito a missão aos grandes. Villas-Boas sabe disso e não pretende facilitar, daí que a chegada aos 9 pontos na Liga Europa seja determinante para dar continuidade a um ciclo de vitórias que já ganhou forma com o Limianos.

Máxima potência

É certo que se tratou de um obstáculo menor, em comparação com o que por aí vem, mas permitiu à equipa seguir em frente na Taça de Portugal, fazendo descansar os seus principais jogadores. O grupo está na máxima força para a deslocação a Istambul. Villas-Boas conta com um onze reconhecidamente forte e passou a dispor também de mais alternativas válidas, como são os casos de Walter e Guarín, que se juntam a Ruben Micael, Fucile, Cristian Rodríguez ou Ukra.

A isso junta-se o facto de o FC Porto se dar bem nas deslocações à Turquia. Além das vitórias sobre o Besiktas e o Fenerbahçe, nos tempos de Jesualdo Ferreira, merece também referência o empate com o Denizlispor, em 2002/03, na caminhada que culminou com a conquista da Taça UEFA. Os sinais são positivos, faltando apenas uma confirmação à altura dentro das quatro linhas.

in "record.pt"

Parabéns ao mister em semana especial

villas-boas festejou 33 anos e ouviu parabéns


André Villas-Boas festejou ontem os seus 33 anos e o plantel do FC Porto fez questão de assinalar a data e de, ainda no balneário, dar os parabéns ao mister. Foi uma semana feliz para o técnico, que foi pai, completou o seu primeiro ano como treinador principal e vive um momento de sonho ao nível profissional. Nem este contexto permitiu que folgasse em dia de anos.

53 títulos depois

Villas-Boas nasceu em 1977, quando o palmarés do seu clube do coração era este: 5 campeonatos da 1.ª Divisão, 4 Campeonatos de Portugal e 4 Taças de Portugal. O presente é incomparável (o futebol profissional soma 66 títulos) e o técnico que já ofereceu uma Supertaça à galeria do Dragão soma e segue em todas as frentes.

O portuense tem feito questão de desviar o foco em torno da sua idade, o que conseguiu, em grande medida, logo após a vitória sobre o Benfica. A sua afirmação prossegue e depende dos resultados que apresentar em maio, sobretudo da conquista da Liga, definida como a grande prioridade.

in "record.pt"

Bênção de Walter a inspirar Falcão


Foi a grande figura no triunfo sobre o Limianos e deu um banho de humildade quando reconheceu que Falcão é o dono do lugar na frente de ataque. Walter vai evoluindo semana a semana e o hat-trick na Taça de Portugal acabou por ser o reflexo do trabalho que André Villas-Boas vem desenvolvendo com o avançado que se distinguiu ao serviço do Internacional de Porto Alegre. Aos poucos, o brasileiro vai-se afirmando como uma alternativa a El Tigre.

No entanto, tão evidente como o facto de o Bigorna ter sido um sucessor à altura de Ernesto Farías é o facto de a reentrada em cena da Liga Europa devolver a Radamel Falcão o lugar que lhe pertence por direito próprio. Mesmo não atravessando um bom momento no campeonato – já não marca há 431 minutos –, o colombiano tem feito da Liga Europa a sua grande referência na presente época. À sua conta, já lá estão 3 golos, tendo marcado a todos os adversários que encontrou pelo caminho.

Primeiro foi com o Genk, abrindo caminho ao triunfo na Bélgica, seguindo-se o segundo tento na vitória sobre o Rapid Viena. Decisiva foi mesmo a finalização em Sofia, a passe de Hulk, revivendo a aliança que tão bons frutos deu em 2009/10.

Motivação

Falcão ainda está longe da campanha que fazia por esta altura com Jesualdo Ferreira, mas Villas-Boas não tem dúvidas relativamente à capacidade do seu goleador, depositando nele toda a confiança. Neste cenário, a passagem pela seleção colombiana terá sido boa para aumentar os seus índices de motivação, percebendo-se a forma exuberante como El Tigre festejou o golo apontado ao Equador.

Moralizado, o camisola 9 será um perigo à solta na área do Besiktas, apoiado por dois jogadores que atravessam um bom momento: Varela e Hulk. Pelo tridente ofensivo dos azuis e brancos passa uma parte significativa da ambição portista.

in "record.pt"

Sereno: «Neste clube exige-se muito»

Sereno foi um dos jogadores que aproveitou o jogo com o Limianos para fazer a sua estreia oficial com a camisola do FC Porto. Teve de esperar pelo 13.º encontro da época para concretizar esse objetivo, experimentando algo que não conhecia desde que se afirmou como profissional.

“É uma situação nova para mim, já que estava habituado a jogar com regularidade. Tento adaptar-me a esse facto da melhor maneira, continuando a trabalhar para merecer mais chamadas à equipa”, referiu o central, de 25 anos, admitindo que a grandeza do clube não o ajudou. “Já sabia que seria difícil ganhar o lugar numa equipa como o FC Porto, já que neste clube exige-se muito a cada jogador”, advertiu o defesa, satisfeito com a exibição que efetuou na Taça de Portugal: “Acho que foi bom para mim e para o FC Porto. O jogo foi difícil mas ganhámos bem. O importante era vencer.”

Recorde-se que, desde que se impôs na equipa do V. Guimarães, Sereno jogou sempre com regularidade. Foi assim durante o tempo que passou no Minho e posteriormente no Valladolid, onde foi elogiado pelo treinador Javier Clemente.

in "record.pt"

Walter fez história

Jardel, Pena, McCarthy, Jankauskas e Hulk foram os avançados que, nos últimos anos, marcaram três golos num jogo do F. C. Porto, só que nenhum deles o fez na estreia como titular. Walter conseguiu-o no jogo com o Limianos, mas Falcao voltará ao onze na Turquia.

Walter não esquecerá tão cedo o jogo oficial em que se estreou como titular do F. C. Porto. É certo que o adversário, o Limianos, era da 3.ª Divisão, mas a verdade é que, anteontem, sábado, o brasileiro fez história, ao tornar-se o primeiro avançado dos dragões, em várias décadas, a marcar três golos na partida de estreia no onze.

O dianteiro mostrou, neste encontro da Taça de Portugal, que tem qualidades para jogar na área (marcou o primeiro golo de pé direito, o segundo de pé esquerdo e o terceiro de cabeça), mas terá de fazer bastante mais para poder sonhar em tirar o lugar a Falcao, que voltará ao onze portista no jogo de quinta-feira com o Besiktas, na Turquia, a contar para a terceira jornada da Liga Europa.

Nos últimos anos, avançados como Jardel, Pena, Jankauskas, McCarthy e Hulk, este já na presente temporada, assinaram "hat-tricks" ao serviço dos dragões, mas nenhum de forma tão repentina. "Super-Mário" fez vários, entre 1996 e 2000, e até chegou a marcar sete golos num só jogo (todos na segunda parte, ao Juventude de Évora, numa eliminatória da Taça de Portugal, em 1997/98), mas na estreia marcou "apenas" um golo, no empate a dois entre F. C. Porto e V. Setúbal, na primeira jornada do campeonato de 1996/97.

Pena também se estreou em grande, com dois golos ao Paços de Ferreira logo na primeira vez em que vestiu a camisola azul e branca, na terceira jornada da temporada de 2000/01, mas faltou-lhe um para chegar ao feito de Walter. O lituano Jankauskas marcou um golo na estreia, na jornada de abertura da época de 2002/03 (empate a dois entre F. C. Porto e Belenenses), mas só assinou um "hat-trick" mais de um ano depois, nas meias-finais da Taça de Portugal de 2003/04, em Braga.

McCarthy marcou no primeiro jogo pelos dragões, curiosamente também a contar para a Taça de Portugal (2001/02), diante do Académico de Viseu, mas foi apenas na última jornada da época 2003/04, que consagrou o F. C. Porto como campeão diante do Paços de Ferreira (3-1), que o sul-africano fez três golos num jogo, um dos quais através de um fabuloso pontapé-de-bicicleta.

Na presente época, Hulk já marcou três golos numa só partida, na recepção ao Genk (4-2), a contar para o play-off da Liga Europa. O "incrível" ficou em branco na estreia, realizada em Agosto de 2008, no jogo de atribuição da Supertaça, que os dragões perderam para o Sporting.

in "jn.pt"

O perfeito «hat trick» de Walter à atenção do senhor Falcao


Foi a primeira vez na carreira de futebolista que Walter marcou três golos num só jogo. De pé direito, esquerdo e de cabeça. Há quem lhe chame o hat-trick perfeito. Walter está mais maduro e a má imagem que deixou no Brasil sobre a instabilidade emocional parece resolvida.

Custou chegar a verdadeira oportunidade, mas Villas Boas cumpriu o que tinha prometido, em relação a ele e a outros atletas (como Sereno, por exemplo) e o avançado não podia dar melhor resposta.

As dúvidas, que as havia, estão desfeitas. Villas Boas sabe bem que tem ali um avançado, agora com mais direito absoluto de lutar com o goleador da equipa, Radamel Falcao, que até tem andado um tanto por baixo na Liga (Hulk é o melhor marcador com nove golos nas várias competições, seguindo-se o colombiano com seis). Também por essa baixa de produção de Falcao, que se admite ser apenas fruto das marcações mais atentas dos adversários, Walter pode sentir-se ainda mais apostado em roubar o lugar ao parceiro de ataque...

Um dos grandes problemas de Walter, pelo menos era assim no Internacional de Porto Alegre, de onde saiu para o FC Porto, está relacionado com a estabilidade emocional, que se reflectiu, por exemplo, em faltas a treinos na útlima temporada, quando percebeu que ia ser relegado para a equipa B. A forma como anteontem se referiu à condição habitual de suplente, as palavras que deixou a Falcao,são um bom exemplo de que algo terá mudado ou que alguém terá transformado a mentalidade do jogador.

in "abola.pt"

Dragão comemora 300 jogos na Europa


A história do dragão na Europa começou com cinco derrotas mas hoje mostra quatro troféus. 54 anos depois o FC Porto é um dos gigantes da UEFA e esta semana na Turquia commemora 300 jogos na Europa.

A celebração está em marcha através da Liga Europa e uma vitória em casa do Besiktas dará mais brilho e intensidade à dobragem da terceira centena de partidas.

Um número próprio de um gigante europeu, conta-corrente que atesta a fama e solidez deste bicampeão da Champions que festeja, esta temporada, a 49.ª presença nas provas organizadas sob a égide da UEFA, num total de 53 participações nessas diversas competições, da saudosa Taça das Cidades com Feira às três presenças na Supertaça Europeia, o desígnio final.

É, então, desde 1956/57 que se ouve o vozeirão portista nas noites europeias. Um holofote azul que ganhou maior intensidade nas últimas décadas, anos de afirmação que elevaram o FC Porto à condição superior de adversário temível, hoje reconhecidamente um clube com rótulo Champions - é, a par de Real Madrid e Barcelona, o segundo clube europeu com mais participações no modelo da Liga dos Campeões (15), logo atrás do Manchester United (16), caindo, espaçadamente, para a segunda competição da UEFA, como acontece este ano, depois de mais quatro participações consecutivas na solenidade das estrelas.

Começando encalhado, mas saindo progressivamente do mapa sombrio dos perdedores crónicos, o dragão viria a surpreender a Europa em variadíssimas ocasiões e a enlouquecer os seus adeptos e os portugueses em geral com duas Taças dos Campeões, com uma Taça UEFA, com uma Supertaça Europeia e ainda duas Taças Intercontinentais, que não entram, necessariamente, nestas contas de orgulho e prestígio por terem égide FIFA, sendo, no entanto, épicos de sempre e para sempre.

Hoje, à entrada dos 300 jogos europeus, quase todos os adversários sentiram, no crescimento imparável, o contraveneno portista, e à pronúncia do Norte acrescenta-se o peso enorme da coluna de prata em troféus que vincam a história e a realidade do que é o FC Porto da modernidade.
 
in "abola.pt"

domingo, 17 de outubro de 2010

Videos FC Porto 4 - Limianos 1

Resumo



Conferencia de Imprensa

O FC Porto um a um

Walter 8

Uma opção de ataque com pés e cabeça

Marcar três golos na estreia em jogos oficiais é o melhor cartão de visita que se possa imaginar. Walter teve uma presença de peso na área e terá sido ela a responsável pelo primeiro golo, quando beneficiou de uma falha de César para abrir o marcador com o pé direito. Como o mais difícil estava feito, aproveitou o capital de confiança para deixar a sua marca no jogo. É na área que o brasileiro gosta de estar, surgindo nos espaços vazios nos momentos certos. Como no segundo golo que marcou, empurrando a bola para a baliza com o pé esquerdo depois de uma bomba de Guarín contra a barreira. Faltava ainda mostrar o melhor - o jogo de cabeça. Proporcionou a Pedro Baía uma espectacular defesa com um cabeceamento mortífero, após bela assistência de James, mas três minutos depois, também de cabeça, não falhou quando Ukra lhe passou a bola. Um avançado completo.

Beto 5

Depois de uma primeira parte sem uma única defesa, na segunda parecia que se ia continuar a assistir ao mesmo filme, mas Pedro Tiba acordou-o com um golo de cabeça. Nada a fazer.

Sapunaru 4

Sentiu dificuldades para travar Pedro Tiba, mesmo que isso não tenha resultado em situações de perigo para a baliza. Tentou o golo num remate torto.

Sereno 5

Estreou-se e tentou agarrar a oportunidade com unhas e dentes. Houve vários exemplos dessa aplicação máxima na primeira parte, como um corte em que saiu da sua zona para impedir a progressão do adversário junto à linha lateral. Na segunda parte não foi assim: sentiu mais dificuldades, repartiu culpas com Ukra no golo do Limianos e também teve uma entrada feia sobre um adversário.

Otamendi 4

Falhou algumas vezes no pouco que teve para fazer. Principalmente no golo do Limianos: foi junto da linha lateral tentar impedir a progressão, mas Tiago Ribeira fez-lhe um túnel antes de cruzar para Pedro Tiba. Um lance indigesto.

Emídio Rafael 7

Estreia muito positiva. Depois de uma finta fez uma assistência de luxo para Varela matar o jogo antes do intervalo. Sem grandes problemas defensivos, andou muitas vezes no ataque em combinações com os companheiros.

Souza 5

Primeiro jogador a progredir no relvado com a bola controlada, o amarelo visto ainda antes da meia hora não lhe refreou o ânimo de ajudar no processo de construção de jogo. Fez alguns passes longos interessantes.

Guarín 6

Demorou a entrar no jogo e só quando percebeu que tinha de se aplicar mais na disputa das bolas é que subiu de rendimento. Marcou o livre que deu origem ao terceiro golo.

Rúben Micael 6

Coube-lhe comandar o meio-campo e servir o ataque. A primeira parte não lhe correu muito bem, perdendo mesmo algumas bolas, mas esteve bem melhor após o intervalo. Alimentou muitas vezes o ataque e também tentou o golo num remate de longe.

Hulk 7

Foi o principal causador de suores frios nos jogadores do Limianos. Sempre que pegou na bola ganhou vários metros de relvado ao opositor e uma vez esteve perto de marcar. Com a braçadeira de capitão, foi menos individualista do que o costume. Exemplos? Cinco assistências, sendo que só uma resultou em golo (Walter).

Varela 6

Depois de dois cabeceamentos ao lado, à terceira, com o pé, acertou na baliza. Foi o ponto alto de uma exibição razoável, que ainda teve um remate ao lado após a terceira assistência de Hulk.

Castro 6

Deu dinâmica ao meio-campo e só pecou na pontaria, quando tentou o golo perto do fim.

Ukra 6

Repartiu culpas com Sereno no golo do Limianos, mas depois compensou o erro com boas jogadas no ataque. Por pouco não marcou de trivela e mais tarde ainda assistiu Walter para o último golo.

James 7

Grande estreia. Nos minutos em que esteve em campo, fez tudo ou quase tudo bem. Mexeu com o ataque, mostrou um baralho de fintas, ofereceu o golo a Walter (grande defesa de Pedro Baía) e até marcou de cabeça (anulado por fora-de-jogo mal assinalado).

in "ojogo.pt"

Plano b também já tem quem resolva


Tudo nos conformes: era suposto que o jogo fosse uma festa, e foi; era previsível que o FC Porto ganhasse, e ganhou; era obrigatório que as segundas escolhas de Villas-Boas dessem sinais de que podem ser alternativas válidas ao onze do costume, e deram.

Walter, por exemplo, deu três fortíssimos sinais. Os golos fizeram dele protagonista óbvio, mesmo que a diferença de forças entre as duas equipas aconselhe a conclusões contidas. Mas houve mais. De uma só vez, houve três caras novas (Sereno, Emídio Rafael e James) apresentadas a um estádio quase cheio, a comprovar que preços convidativos são isso mesmo: um convite irresistível.

Finalmente, houve também, sem os dramas e as reviravoltas das grandes surpresas, o lado romântico da Taça, espelhado no golo de um Limianos já em inferioridade numérica. Esse tornar-se-ia, aliás, num momento de catarse colectiva, com unanimidade de aplausos nas bancadas. Pouco depois a claque do FC Porto juntou-se à festa num sonoro tributo ao Limianos e aos milhares de adeptos que pintaram o Dragão de amarelo. Aplausos a isso, pois claro.

Arrumado o lado sentimental, sobra um enredo simples. Como se previa, Villas-Boas transformou o relvado num laboratório de experiências e as caras novas deste "plano B" não mudaram muito a identidade. O FC Porto manteve a forma, arrumando-se no 4x3x3 do costume, e apresentou conteúdo suficiente para assumir o controlo de jogo. Walter fez o favor de evitar ataques de ansiedade, com um golo fácil e obrigatório que castigou uma desatenção defensiva do Limianos.

Apanhando-se em vantagem quando o adversário ainda se adaptava à dimensão real do palco - com duas linhas defensivas muito próximas, as incursões de ataque do Limianos começaram por ser aventuras muito cansativas -, os portistas passaram a controlar o jogo sem carregar muito. Carregavam apenas o suficiente para mostrar que tinham as coisas controladas, beneficiando de alguns arranques de Hulk para espevitar emoções. Do outro lado era Pedro Tiba quem animava, expondo Sapunaru a alguns embaraços. Daí resultava um equilíbrio inconsequente, que parecia destinado a prolongar-se até ao intervalo. Não se prolongou, porque um arranque de Emídio Rafael abanou esse aparente pacto de não agressão, com Varela a completar a maldade, mesmo em cima do intervalo.

A segunda parte arrancava assim, com uma vantagem mais do que confortável para o FC Porto. O desfecho parecia definitivo com a expulsão de Zé Manel e, na sequência da falta que a originou, com o segundo golo de Walter. Adivinhava-se uma ponta final ainda mais desnivelada. Villas-Boas aproveitou, então, para testar uma fórmula nova: abdicou de Sapunaru e Varela, apostando em Ukra e James. Desenhava-se um 3x4x3, que acabaria encravado quase no minuto seguinte. O golo de Pedro Tiba obrigou o treinador a repensar a estratégia, optando por um reajuste táctico mais clássico.

Em todo o caso, James mexeu consideravelmente com o ritmo. E até marcou, um golo acabaria por ser (mal) anulado. Ukra, James, Hulk, Walter e um Rúben Micael mais solto tornaram o FC Porto - em vantagem numérica, é preciso recordar... - ainda mais acutilante. Por estranho que possa parecer, o Limianos também estava desinibido.

Já no último fôlego, Walter voltaria a encontrar o caminho certo da baliza. Demorou, mas o brasileiro explodiu tudo de uma vez. Será que também ele é fã da teoria de Cristiano Ronaldo, segundo a qual os golos são como o Ketchup? Ontem, não houve um, nem dois. Foram logo três de uma vez.

in "ojogo.pt"

Noite à Walter


Na estreia como titular, Walter marcou três golos e contribuiu, de forma decisiva, para a vitória do F. C. Porto sobre o Limianos, que lhe garantiu a passagem à quarta eliminatória da Taça de Portugal. O avançado deu um sinal de que pode ser útil à equipa portista.

O jogo foi de estreias no F.C. Porto e, se a de Walter foi perfeita, também a de James podia ter sido. Pouco depois de ter entrado, o colombiano marcou um golo que abrilhantaria ainda mais a noite, mas o assistente de Cosme Machado descortinou um inexistente fora-de-jogo. De resto, o árbitro confirmou no resto do jogo o que se sabe: não nasceu para isto.

A forma séria como o F. C. Porto abordou um jogo perante uma equipa nitidamente inferior a todos os níveis merece nota de destaque. Sem facilitar um milímetro, a equipa de Villas-Boas procurou sempre o golo e teve em Walter um protagonista inspirado. O avançado marcou três golos e mostrou que pode ser alternativa a Falcao no ataque dos dragões.

Na festa da Taça, feita por mais do 40 mil adeptos no jogo de ontem no Dragão, cerca de 5000 dos quais entusiastas fervorosos do Limianos, brilhou Walter. De todos os jogadores habitualmente pouco utilizados na equipa portista aos quais André Villas-Boas deu a esperada oportunidade, foi o avançado brasileiro o que mais aproveitou; marcando três golos dignos de um rato de área, capaz de transformar erros alheios e espaços curtos em lances de golo. Ontem, isso aconteceu por três vezes, a primeira logo aos nove minutos, numa jogada em que o dianteiro beneficiou de uma falha de um central adversário para, num remate sem preparação, abrir o marcador para o F. C. Porto.

A estratégia do Limianos levou o esperado rombo, mas o actual quinto classificado da Série A da 3.ª divisão não desistiu de lutar e de correr desalmadamente por cada posse de bola no resto da partida. Mesmo num ambiente a que os seus jogadores não estão habituados, se há algum queijo com que se possa comparar, por exemplo, a defesa da equipa limiana, não será um daqueles suíços cheios de buracos, tal a forma como os espaços rarearam nas imediações da área visitante até ao intervalo... Sem pressas, os dragões foram controlando a partida, mas só a resolveram em definitivo nos últimos instantes da primeira parte, pelos pés de Varela, que concluiu de forma eficaz uma boa jogada de Rafa, outro estreante no onze portista.

Tranquila pela vantagem de dois golos ao intervalo, a equipa de Villas-Boas continuou a atacar de forma intensa no segundo tempo, chegando ao 3-0 de novo por Walter, num minuto que podia ter sido fatídico para o Limianos, já que se seguiu à expulsão do lateral Zé Manel. Bravos, os jogadores da formação vinda dos escalões secundários continuaram a discutir o jogo e até proporcionaram uma grande alegria aos seus adeptos, com um inesperado golo no Dragão, marcado numa altura em que o sector recuado dos portistas ainda se adaptava a uma experiência do treinador, com apenas três defesas. Pedro Tiba tornou-se o herói da equipa de Ponte de Lima, que depois foi sobrevivendo a uma série de jogadas de golo feito do ataque portista, desperdiçadas por Hulk e companhia, ou bem defendidas pelo guarda-redes. Os instantes finais trouxeram, no entanto, a cereja no topo do bolo da exibição de Walter, que, desta vez de cabeça, garantiu a 12.ª vitória em 13 jogos do F. C. Porto desde o início desta época.

in "jn.pt"

Resultados Modalidades

Julian foi MVP no triunfo sobre o Vitória

O FC Porto Ferpinta venceu o Vitória, por 70-59, em jogo da primeira jornada da liga, disputado este sábado, no Dragão Caixa, onde o portista Julian Terrell compôs um «duplo-duplo» de 14 pontos e 12 ressaltos, distinguindo-se como o MVP da partida.

Greg Stempin (17 pontos e 5 ressaltos), José Costa (10 pontos e 5 assistências) e Carlos Andrade (4 pontos e 12 ressaltos) foram também determinantes no desfecho do encontro, que entrou no terceiro período com uma vantagem de três pontos (36-33) para os Dragões, que permitiram a aproximação do adversário nos momentos finais da primeira parte.

No final de um jogo em que procedeu a uma rotatividade intensa, utilizando 11 dos 12 jogadores disponíveis, Moncho López falou de «um bom arranque», embora sublinhando que a equipa não atacou tão bem quanto desejava, exagerando «nas tentativas de lançamentos triplos», cujo índice de eficácia não ultrapassou os 24 por cento (8 em 33).
 
FC Porto Império Bonança soma a terceira vitória consecutiva


O FC Porto Império Bonança mantém o registo 100 por cento vitorioso no campeonato nacional de hóquei em patins, depois de vencer, este sábado, o Cascais, por 6-5. Pedro Moreira foi autor de um «hat-trick».

A equipa da Linha apresentou-se no Dragão Caixa muito fechada, mas Filipe Santos, com um lance genial – em que ultrapassou sucessivamente vários adversários –, desbloqueou o marcador, a meio da primeira parte. A partir daí, o ritmo da partida aumentou, apareceram mais espaços e os Dragões lograram chegar ao intervalo com uma vantagem confortável (5-2).

No segundo tempo, os forasteiros aproveitaram o facto do FC Porto Império Bonança ter diminuído um pouco a intensidade de jogo e reduziram a desvantagem. Nos sete minutos finais, os azuis e brancos optaram por controlar o esforçado adversário, que procurava o empate, mas a história podia ter sido outra. Ao longo do encontro, o guarda-redes do Cascais, Marco Barros, fez uma excelente exibição e os postes da sua baliza «soaram» por cinco vezes, evitando um final mais tranquilo para a formação da casa.

Na sala de imprensa, o técnico Franklim Pais analisou o encontro: «Não fizemos um bom jogo. Tínhamos tudo controlado e acabámos por facilitar. Temos de melhorar no capítulo defensivo, não podemos permitir que a outra equipa se aproxime no marcador desta forma. A cada ano que passa as coisas tornam-se mais difíceis, vamos encarar o campeonato jogo a jogo e no final fazemos as contas».

FICHA DE JOGO

FC Porto-GDS Cascais, 6-5

Campeonato nacional, terceira jornada

16 de Outubro de 2010

Pavilhão Dragão Caixa, no Porto

Assistência: 688 espectadores

Árbitros: João Rodrigues (Minho), Florindo Cardoso (Minho) e Sílvia Coelho (Porto)

FC PORTO: Edo Bosch, Filipe Santos, Reinaldo Ventura, Pedro Gil e Pedro Moreira
Jogaram ainda: Gonçalo Suíssas, André Azevedo e Emanuel Garcia
Treinador: Franklim Pais

GDS CASCAIS: Marco Barros, Diogo Lã, Tiago Roquete, Tiago Nogueira e Carlos Martins
Jogaram ainda: Carlos Trindade, Tiago Monteiro e André Moreira

Treinador: Carlos Santos

Ao intervalo: 5-2

Marcadores: Filipe Santos (12m), Pedro Moreira (15m, 17m e 19m), André Moreira (16m e 35m), Tiago Monteiro (22m), Reinaldo Ventura (23m), Pedro Gil (35m), Diogo Lã (37m) e Tiago Nogueira (43m)

in "fcp.pt"