Assegurado o triunfo nos Barreiros, diante do Marítimo (2-0), Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FC Porto, abordou a polémica em torno do UD Leiria, deixando críticas ao presidente da Liga, Mário Figueiredo.
«É uma tristeza e um motivo de chacota do futebol português, como pude comprovar hoje [ontem] quando falei com pessoas que ligaram do estrangeiro a perguntar o que se passa. Talvez seja bom que alguns artistas que andam por aí reflitam se há capacidade de termos mais equipas na Liga», afirmou, sem rodeios, o líder portista, que deixou ainda vincada a sua rejeição sobre o alargamento da Liga:
«Se há um clube que desiste a três jornadas do fim, podendo alterar os resultados, se há clubes que com muito sacrifício não conseguem não ter três ou quatro meses de salários em atraso, pergunto como é que com liguilha ou sem liguilha podemos ter mais clubes na primeira divisão?»
in "abola.pt"
domingo, 29 de abril de 2012
Largas vitórias têm 3 mil jogos

O FC Porto atingiu sábado a marca histórica de 3.000 jogos oficiais disputados com um total de vitórias (1.913) que é quase o dobro dos empates e derrotas (1.087).
Uma performance que, como todos sabem, foi afinada e potenciadas nos últimos 30 anos, desde que Pinto da Costa se tornou presidente do clube. No campeonato nacional, esta foi, por outro lado, a 1.422.ª vitória dos dragões para 396 empates e 347 derrotas.
in "record.pt"
Veredito popular no caso Kléber
Noutros tempos, Pinto da Costa sentava-se ao lado de Carlos Pereira na tribuna de honra do Estádio dos Barreiros e antes cumpria o ritual de brindar com vinho da Madeira com o presidente do Marítimo, embora todos saibam que o presidente do FC Porto não gosta de bebidas alcoólicas.
Mas desta vez não houve brinde e Pinto da Costa sentou-se longe do líder do Marítimo na tribuna, ao lado da sua noiva, Fernanda Miranda, e de Reinaldo Teles. Carlos Pereira tinha prometido vida difícil aos portistas nesta deslocação aos Barreiros por causa da forma como Kléber saiu para o FC Porto, à revelia do clube maritimistas.
Os adeptos assimilaram a mensagem do presidente e não se pouparam em assobios e impropérios dirigidos ao presidente portista mas especialmente a Kléber, sobretudo quando este saiu das cabinas e aproveitou para acenar...à claque portista. Também Djalma não escapou e quando entrou em ação, na 2.ª parte, foi assobiado pela massa adepta do Marítimo. Um clube claramente de costas voltadas com o FC Porto por causa de um imbróglio no qual até esteve envolvido o atual presidente da Liga quando conduziu a defesa do Marítimo.
in "record.pt"
Chelsea na linha da frente para garantir Hulk
O Chelsea avança no cerco a Hulk para reforçar o ataque. Segundo o "Daily Mail", Abramovich não se deixou intimidar pela cláusula de rescisão do Incrível e tem desenvolvido esforços no sentido de garantir o jogador. Aliás, segundo o jornal inglês, a seu favor estaria a vontade manifestada pelo jogador, que terá pedido a Pinto da Costa para o deixar sair no final da época. O presidente portista estará disposto, segundo os ingleses, a baixar os valores e o Chelsea já terá proposto cerca de 43 milhões de euros. Na corrida por Hulk estão ainda Tottenham, Manchester City e Liverpool, mas os blues estariam em vantagem. Nos planos de Abramovich para a próxima temporada estariam ainda Pep Guardiola, segundo o "Daily Mail", e o avançado do Nápoles, Edinson Cavani.
in "fcp.pt"
in "fcp.pt"
Pinto da Costa "Campeonato sofrido? A mim não me dói nada"
Pinto da Costa não faz questão de antecipar para hoje a festa. Para o presidente do FC Porto, "não tem o mesmo sabor ser campeão no sofá. Bonito é no estádio, seja qual for. Por mim, gostava que não fosse amanhã [hoje]", surpreendeu. E, aconteça o que acontecer no Rio Ave-Benfica de hoje, o FC Porto "vai encarar o jogo com o Sporting com a mesma seriedade, embora mais à vontade, porque faltam dois pontos em dois jogos e isso torna a pressão menor".
Para os que dizem que este é um campeonato sofrido, Pinto da Costa responde com ironia. "Não sei o que é isso. Sofrido é quando dói alguma coisa, mas a mim não me dói nada. Se estão a falar em dificuldades, ainda não vi muitos jogos que alguém tivesse ganho sem dificuldades", atirou. O de ontem, contra o Marítimo, foi mais um. O Marítimo não merecia um resultado mais desfavorável", opinou a O JOGO. "Demos mais um grande passo para o título. A equipa está bem, com vontade e a jogar com qualidade", regozijou-se.
Sobre o caso que envolve o Leiria, Pinto da Costa não hesita em pedir responsabilidades à Liga de Clubes. "É uma tristeza, motivo de chacota do futebol português. Se a Liga dá aval aos orçamentos que os clubes apresentam, seria bom fazer uma inspeção a isso. Se há clubes que não conseguem deixar de ter atraso nos salários, pergunto às pessoas que defendem o alargamento, com ou sem liguilha, se é isso que interessa ao futebol português e aos clubes. As pessoas que têm responsabilidades na Liga deviam pensar e tentar resolver e não andar com manobras de diversão para alargamentos", continuou.
A concluir, e também a O JOGO, o presidente deixou os parabéns à equipa de andebol, "que conquistou o tetra de forma brilhante" e lamentou a morte de Nóbrega,"excelente jogador e pessoa", enviando "um abraço à família."
in "fcp.pt"
O Tribunal de O JOGO
Penáltis consensuais
O FC Porto venceu o jogo no Estádio dos Barreiros com dois golos de penálti que não suscitaram qualquer dúvida aos especialistas em arbitragem de O JOGO, embora todos estejam de acordo que o árbitro Paulo Baptista errou ao ignorar o cartão amarelo que penalizaria Fidélis pelo corte da bola com a mão - lance, refira-se identificado pelo assistente José Braga. Pedro Henriques, porém, deu razão a Heldon para cair na área e exigir falta máxima.
Momento mais complicado
88'
Existe falta de Rafael Miranda sobre Djalma, justificando grande penalidade e o segundo amarelo?
Jorge Coroado
+
Djalma adianta a bola ligeiramente e Rafael Miranda, com a perna direita, estorva-lhe o movimento, contribuindo para sua queda. Grande penalidade e segundo cartão amarelo bem exibido.
Pedro Henriques
+
Rafael Miranda, com a perna, derruba e impede a progressão de Djalma dentro da área, num lance para grande penalidade e para o segundo cartão amarelo.
José Leirós
+
Grande penalidade bem assinalada. A bola seguia a sua trajetória, Rafael Miranda desinteressou-se do lance deliberadamente e colocou a perna direita de forma a evitar que Djalma passasse, atingindo-o e derrubando-o, sendo bem exibido o segundo cartão amarelo.
Outros casos
14'
Ao assinalar penálti, por corte com a mão, o árbitro não deveria ter mostrado amarelo?
43'
Fez bem o árbitro ao ignorar a carga de Maicon sobre Olberdam?
45'+1'
Há razões para o Marítimo reclamar penálti num lance entre Fidélis e Sapunaru?
84'
Heldon, que pedia penálti de Hulk, mereceu cartão amarelo por simulação?
Jorge Coroado
-
Óbvio que sim, o jogador foi objetivo no movimento efetuado, socando a bola com a mão e fazendo grande penalidade merecedora de cartão amarelo, o que não sucedeu.
-
Maicon saltou sobre o adversário e, com um braço, empurrou Olberdam. Não considero uma agressão, mas seria punível com livre direto, não assinalado, e, pelo comportamento antidesportivo, merecia o amarelo.
+
Não houve qualquer infração merecedora de castigo máximo. O contacto foi natural e próprio do futebol, sem razão para reclamação.
+
Heldon não tinha como continuar a jogada e, de forma deliberada, tentou conquistar o que não existiu, pelo que o cartão amarelo é exigido nessa circunstância.
Pedro Henriques
-
Grande penalidade corretamente assinalada por indicação do assistente, pois Fidélis toca na bola de forma deliberada, contudo ficou um cartão amarelo por mostrar.
-
Maicon, quando salta, acaba por tocar com um braço, de forma negligente, em Olberdam. Lance passível de livre direto sem motivo para ação disciplinar.
+
Quem jogou a bola com a mão na área do FC Porto foi Fidélis. Não houve motivo para grande penalidade.
-
Hulk tem o braço sobre o ombro de Heldon acabando desta forma por derrubá-lo. Lance passível de grande penalidade.
José Leirós
-
A penalidade foi bem assinalada pelo árbitro assistente José Braga. No entanto, ao Fidélis deveria ter sido exibido o respetivo cartão amarelo.
+
Maicon atinge com um braço a cabeça de Olberdam, mas sem qualquer intencionalidade, pois apenas saltou para disputar a bola.
+
Não houve mão de Sapunaru, pelo contrário: a bola foi à mão de Fidélis. O árbitro decidiu bem ao deixar seguir o jogo.
+
Cartão amarelo bem exibido, pois Heldon, ao sentir Hulk por perto, atirou-se para o chão dentro da área.
Apreciação global
Jorge Coroado
Um jogo sonolento que o árbitro e seus colegas acompanharam. Paulo Baptista esteve apático, tardio nas decisões, não se compreende, no primeiro penálti, porque teve de ser o assistente a dar-lhe indicação.
Pedro Henriques
Arbitragem com inúmeras incidências ao nível das áreas, tendo acertado na maioria dos lances. Fez uma gestão disciplinar discutível pelo elevado número de cartões. Foi bem auxiliado.
José Leirós
Arbitragem experiente, com alguns erros no capítulo disciplinar. Paulo Baptista decidiu bem os casos mais difíceis e teve boa colaboração dos árbitrosassistentes.
in "ojogo.pt"
O FC Porto um a um
A ESTRELA
Hulk 7
Resolve com golos há três jogos
Marcou nos últimos três jogos - cinco golos nas últimas três jornadas para ser mais preciso - e surge na fase decisiva do campeonato para desequilibrar os pratos da balança. É certo que bisou com duas grandes penalidades, mas a verdade é que acabou por estar envolvido em quase todos os lances de perigo do FC Porto. Acertou num defesa (12'), quase marcava a passe de Lucho (68'), antes de devolver a gentileza ao argentino (86'), que falhou escandalosamente, e ainda meteu a bola em Djalma no lance do segundo penálti.
Helton 6
Teve uma má reposição de bola (55') que quase complicava as coisas, mas depois redimiu-se com uma excelente defesa a remate de Benachour (71') e a seguir com nova intervenção num lance com Sami.
Sapunaru 5
Permitiu algumas entradas pelas costas que lhe dificultaram as tarefas defensivas. Não foi agressivo o suficiente para cortar o lance de perigo criado por Benachour (71'). Melhor a atacar, como prova o cruzamento atrasado para James
chutar e Salin defender com os pés (37').
Maicon 6
Foi o melhor elemento da defesa, com dobras preponderantes e corte determinantes, ainda que tenha dividido com Sapunaru a falta de agressividade no lance de Benachour. Ganhou tudo o que havia para ganhar de cabeça e voltou a mostrar que é atualmente o jogador mais consistente da defesa.
Otamendi 5
Lutou muito, como é seu hábito, e teve boas intervenções como num desvio (52') que evitou o pior, mas depois teve lances em que não conseguiu resolver tão bem e aí valeu-lhe Maicon, como aos 83', quando não conseguiu cortar uma bola perigosíssima no ataque do Marítimo, que o brasileiro "abafou" na dobra.
Alex Sandro 5
Entrou bem no jogo e acabou em bom plano a primeira parte, mas no segundo tempo, com o Marítimo mais subido e atrevido, ficaram evidentes as dificuldades que sente a defender, o que o obrigou a recorrer à falta em alguns lances. Precisa de outra agressividade na abordagem dos lances defensivos e jogar com outra dinâmica quando tem a bola nos pés para não travar as transições da equipa.
Fernando 5
Regressou à titularidade e não se pode dizer que tenha feito uma exibição de encher o olho. Discreto, sofreu com a entrada em jogo de Benachour e a equipa ressentiu-se disso mesmo, obrigando Vítor Pereira a mexer. Terá acusado uma certa falta de ritmo, disfarçando-o, apesar de tudo, com a sua colocação em campo.
Lucho 6
É verdade que teve um falhanço inacreditável (86'), que podia ter dado o segundo golo mais cedo, mas nem por isso deixou de fazer a diferença com passes inteligentes, como o que levou Hulk a rematar ao lado (68').
João Moutinho 5
Este não foi um grande jogo para ele, talvez a dar sinais do desgaste de uma temporada em que foi sendo sempre muito solicitado e em que muitas vezes carregou a equipa sozinho. Como atenuante serve-lhe o facto de ter surgido um pouco mais recuado em campo, mas ninguém lhe pode apontar falta de empenho e entrega ao jogo.
James 5
Muito discreto, nunca pesou no jogo. Nos lances em que ganhou a bola raramente encontrou a melhor solução para criar perigo e quando teve uma oportunidade, Salin defendeu com os pés (37'). Substituição natural...
Varela 5
Um par de boas iniciativas que criaram perigo na área do Marítimo. Esteve melhor a cruzar, como no lance (12') em que Hulk emendou uma bola que acertou num defesa. O problema é que durou pouco e acabou por cair até quase desaparecer.
Djalma 5
Não entrou muito bem, mas procurou o jogo, desceu para ajudar o meio-campo e, quando teve oportunidade, escapou-se para entrar na área, vendo o árbitro assinalar uma falta decisiva. Acabou por se revelar uma opção acertada de Vítor Pereira.
Defour 5
Mais uma entrada para reforçar o meio-campo, evitando que o Marítimo continuasse a ganhar ascendente. Com ele, a equipa acabou o jogo com quatro homens no miolo a fechar os caminhos ao adversário.
Rolando -
Entrou nos minutos finais para reforçar a defesa, quando o Marítimo estava a criar lances de perigo.
in "ojogo.pt"
Champanhe já está pronto a estourar
Vitória sofrida nos Barreiros, no jogo 3000 da história do clube e bicampeonato à vista. Jorge Jesus acreditava que o FC Porto deixaria pontos na visita à Madeira, mas os portistas deixaram o treinador do Benfica agarrado à calculadora para evitar uma festa antecipada. É com a pressão de não poderem perder qualquer ponto que os encarnados entrarão em campo esta noite, em Vila do Conde, sob o risco de entregarem de mão beijada o campeonato. Mesmo que Vítor Pereira e Pinto da Costa prefiram fazer a festa no clássico contra o Sporting. O triunfo de ontem foi tão difícil como saboroso. O FC Porto começou como poucas vezes esta época: com atitude e qualidade na circulação de bola; o Marítimo respondeu na segunda parte com muita alma.
Vítor Pereira decidiu voltar a experimentar a fórmula que resultou em Braga, mas agora de início. Apostou em Hulk para o centro do ataque - Janko ficou no banco, ao lado de Kléber - promovendo, dois meses depois, Varela à titularidade. A equipa entrou autoritária e encostou o Marítimo à área. Hulk deu alguns avisos que os insulares não levaram a sério. Salin foi adiando o golo inevitável, que surgiu de penálti.
Pedro Martins tinha trocado de guarda-redes porque Peçanha sofrera oito golos nos últimos dois jogos e ainda colocou Olberdam a vigiar Lucho. Mas, o problema estava na atitude e no lado direito, corredor bem explorado por Alex Sandro, Varela e companhia. Com as linhas muito recuadas, o Marítimo apostou claramente no contra-ataque, esquecendo-se de pressionar para forçar o erro e, assim, não conseguiu criar qualquer ocasião de golo na primeira parte. Equilibrou um pouco mais o jogo, que perdeu qualidade, quando Pedro Martins adiantou Olberdam e deu ordens a Rafael Miranda para recuar e fechar à direita.
Nessa altura, o FC Porto também tinha desacelerado por conveniência, mas só não fez o segundo golo porque Salin desviou com o pé esquerdo um remate de James.
Os dragões regressaram dos balneários convencidos de que a segunda parte seria mais do mesmo, mas erraram os cálculos porque o Marítimo arregaçou as mangas e foi à procura do empate. Heldon foi a primeira aposta e o cabo-verdiano acrescentou velocidade e aproveitou a reentrada desastrada de Alex Sandro. Helton foi obrigado a sujar as luvas, mas a vantagem ainda não estava verdadeiramente ameaçada. Isso só aconteceu a partir da entrada de Benachour (62'). Aí sim, o Marítimo ganhou o meio-campo e quase todas as segundas bolas, perdendo o respeito ao campeão nacional. Helton salvou o empate um minuto depois de Hulk falhar, por pouco, o segundo golo.
O sufoco continuou com remates de Fidélis e Benachour e o sentimento geral era de que o empate poderia chegar a qualquer momento. Mas, quem tem Hulk arrisca-se a ganhar os jogos… Vítor Pereira tentou reequilibrar as contas no setor intermediário, recorrendo a Defour. Tirou James e deixou Hulk, sobretudo este, e Djalma na frente, dando ordens a Lucho para os apoiar. O Incrível saiu do meio dos centrais e ganhou espaço para as suas arrancadas, fabricando de seguida dois lances de golo. No primeiro, Lucho falhou inacreditavelmente e no segundo entregou a bola a Djalma, que caiu na área. Penálti, outra vez, disse o árbitro. Hulk, não falhou e encerrou o assunto. O champanhe pode ir para o congelador porque só uma hecatombe afastará o FC Porto do 26º título da sua história.
in "ojogo.pt"
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sábado, 28 de abril de 2012
Marítimo-F.C. Porto, 0-2 (crónica)
O F.C. Porto abriu a porta do título: venceu num terreno que lhe é simpático, no fim de noventa minutos e dois penalties
Um Marítimo muito apático e uma mão desnecessária de Fidelis abriram caminho à vitória do F.C. Porto no Caldeirão dos Barreiros. Depois disso, foram os portistas que estiveram mais perto do 2-0. Os madeirenses deram 45 minutos de avanço e só reagiram a espaços na segunda parte. Foi de novo de grande penalidade que Hulk bisou e colocou o campeão mais perto de ser outra vez campeão.
Feitas as contas, o dragão ficou a um triunfo de revalidar o título. Mas até pode nem ser necessário: em casa de derrota ou empate do Benfica este domingo em Vila do Conde, o F.C. Porto pode soltar os foguetes. A festa está iminente.
Muito pouco Marítimo para um F.C. Porto empenhado. Uma mão desnecessária de Fidelis que o auxiliar José Braga viu deu origem a uma grande penalidade que Hulk não perdoou. Estava jogados 16 minutos. Até então, é verdade, só os pupilos de Vítor Pereira tinham estado da baliza adversária.
Pedro Martins deixou Benachourr no banco e apostou num meio campo constituído por Olberdam como médio mais defensivo, para além de Rafael Miranda e João Luíz. Os portistas surgiram apenas com uma surpresa: Varela foi titular e Janko ficou no banco. Dessa forma, Hulk jogou a ponta de lança.
Até ao lance do golo, foi Hulk a dar na vistas a assustar Salin. Os locais não conseguiam sair em transição rápida, nem ter posse de bola. Ruben Ferreira salvou um remate do brasileiro quase sobre a linha de baliza aos 13 minutos
O Porto dominava, e mesmo após o golo apontado aos 16 minutos, esteve perto de fazer o 2-0 aos 37 minutos. Só que, Salin levou a melhor sobre James efectuando uma excelente defesa a remate deste, que aproveitou bem um cruzamento de Sapunaru.
Melhoria madeirense insuficiente
O técnico dos madeirenses Pedro Martins mexeu na sua equipa ao intervalo, retirando João Luíz e apostando na velocidade de Heldon para o flanco direito e avançou Danilo Dias para as costas de Fidelis.
Ora Heldon, precisamente, veio dar mais algum alento ao ataque verde-rubro, tentando a sua sorte aos 53 minutos, mas o remate saiu fraco para defesa fácil de Helton. Vítor Pereira também refrescou a sua equipa aos 63 minutos lançando Djalma no lugar de Varela, enquanto o treinador maritimista já tinha lançado Benachour.
A partida entrou numa toada menos interessante, mas aos 68 minutos, Hulk falhou por milímetros o 2-0, após um grande passe de Lucho que o isolou. Este lance teve resposta imediata dos locais com Fidelis a ter um remate forte, mas com Helton a defender bem e evitando o empate.
Os pupilos de Martins começam a acreditar e Benachour aos 71 esteve perto de empatar com excelente remate rasteiro. Depois, aos 73 minutos, foi Fidelis quem cabeceou para defesa atenta de Helton, após cruzamento de Sami na esquerda.
Sentindo a pressão do Marítimo, Vítor Pereira lança Defour para dar maior consistência defensiva retirando o apagado James.
No tudo por tudo, o líder do onze local lança Pouga. E aos 84 minutos, Heldon cai na grande área portista, mas Paulo Batista mostra amarelo ao avançado por simulação de falta. Num lance de contra-ataque, Hulk passou tudo e todos e ofereceu o golo a Lucho que chutou para as nuvens e perdeu aos 87 minutos o lance para «matar» a partida.
Em mais um lance de contra-ataque, Djalma cai na área e Paulo Batista assinala grande penalidade por falta de Rafael Miranda. Hulk fez o segundo da noite e colocou o ponto final num triunfo importante.
Feitas as contas, o dragão ficou a um triunfo de revalidar o título. Mas até pode nem ser necessário: em casa de derrota ou empate do Benfica este domingo em Vila do Conde, o F.C. Porto pode soltar os foguetes. A festa está iminente.
Muito pouco Marítimo para um F.C. Porto empenhado. Uma mão desnecessária de Fidelis que o auxiliar José Braga viu deu origem a uma grande penalidade que Hulk não perdoou. Estava jogados 16 minutos. Até então, é verdade, só os pupilos de Vítor Pereira tinham estado da baliza adversária.
Pedro Martins deixou Benachourr no banco e apostou num meio campo constituído por Olberdam como médio mais defensivo, para além de Rafael Miranda e João Luíz. Os portistas surgiram apenas com uma surpresa: Varela foi titular e Janko ficou no banco. Dessa forma, Hulk jogou a ponta de lança.
Até ao lance do golo, foi Hulk a dar na vistas a assustar Salin. Os locais não conseguiam sair em transição rápida, nem ter posse de bola. Ruben Ferreira salvou um remate do brasileiro quase sobre a linha de baliza aos 13 minutos
O Porto dominava, e mesmo após o golo apontado aos 16 minutos, esteve perto de fazer o 2-0 aos 37 minutos. Só que, Salin levou a melhor sobre James efectuando uma excelente defesa a remate deste, que aproveitou bem um cruzamento de Sapunaru.
Melhoria madeirense insuficiente
O técnico dos madeirenses Pedro Martins mexeu na sua equipa ao intervalo, retirando João Luíz e apostando na velocidade de Heldon para o flanco direito e avançou Danilo Dias para as costas de Fidelis.
Ora Heldon, precisamente, veio dar mais algum alento ao ataque verde-rubro, tentando a sua sorte aos 53 minutos, mas o remate saiu fraco para defesa fácil de Helton. Vítor Pereira também refrescou a sua equipa aos 63 minutos lançando Djalma no lugar de Varela, enquanto o treinador maritimista já tinha lançado Benachour.
A partida entrou numa toada menos interessante, mas aos 68 minutos, Hulk falhou por milímetros o 2-0, após um grande passe de Lucho que o isolou. Este lance teve resposta imediata dos locais com Fidelis a ter um remate forte, mas com Helton a defender bem e evitando o empate.
Os pupilos de Martins começam a acreditar e Benachour aos 71 esteve perto de empatar com excelente remate rasteiro. Depois, aos 73 minutos, foi Fidelis quem cabeceou para defesa atenta de Helton, após cruzamento de Sami na esquerda.
Sentindo a pressão do Marítimo, Vítor Pereira lança Defour para dar maior consistência defensiva retirando o apagado James.
No tudo por tudo, o líder do onze local lança Pouga. E aos 84 minutos, Heldon cai na grande área portista, mas Paulo Batista mostra amarelo ao avançado por simulação de falta. Num lance de contra-ataque, Hulk passou tudo e todos e ofereceu o golo a Lucho que chutou para as nuvens e perdeu aos 87 minutos o lance para «matar» a partida.
Em mais um lance de contra-ataque, Djalma cai na área e Paulo Batista assinala grande penalidade por falta de Rafael Miranda. Hulk fez o segundo da noite e colocou o ponto final num triunfo importante.
in "maisfutebol.iol.pt"
Marítimo-F.C. Porto, 0-2 (destaques)
O Incrível Hulk bisou e deu a vitória ao Porto que teve ainda um Lucho desequilibrador
Figura: Hulk a todo o terreno
Foi o ponta de lança escolhido por Vítor Pereira, mas Hulk jogou a «todo o terreno» dando que fazer à defesa maritimista. Ruben Ferreira que o diga... E na hora de marcar a grande penalidade não perdoou. No segundo tempo manteve-se activo e aos 68 minutos esteve perto de fazer o segundo golo. Ofereceu um golo a Lucho aos 88 minutos num lance individual genial. Para concluir uma noite feliz, bisou de grande penalidade.
Momento: uma mão desnecessária dá vantagem
O FC Porto dominava mas não marcava. Só que Fidelis, num lance sem grande perigo e de forma desnecessária levou a mão à bola, provocando uma grande penalidade contra a sua equipa aos 16 minutos. O auxiliar de Paulo Batista, José Braga, não teve dúvidas e assinalou de pronto o lance. Hulk não se fez rogado e deu tranquilidade à sua equipa colocando-a em vantagem no marcador.
OUTROS DESTAQUES
Sapunaru bem certinho
O defesa portista Sapunaru tinha pela frente o veloz Sami e anulou-o durante os primeiros 45 minutos. Se a defender esteve bem, foi também precioso a apoiar o seu ataque e foi seu o cruzamento para James que quase deu origem ao segundo golo. Na segunda metade limitou-se mais a acções defensivas.
Lucho, o desiquilibrador
O médio argentino foi o pêndulo portista. Lucho foi pautando o jogo ofensivo do FC Porto e surgindo perto da área a criar muitos desequilíbrios. Na segunda parte voltou a mostrar classe num passe que isolou Hulk. Falhou um golo incrível aos 87 minutos.
Salin evitou o pior
Salin substituiu Peçanha na baliza do Marítimo. E esteve bem. Sofreu um golo de grande penalidade e evitou o pior aos 37 minutos. Esteve sempre atento e seguro mesmo a jogar com os pés. Na segunda parte voltou a ser batido por Hulk de pénalti.
Benachour e Heldon ainda mexeram
Saíram do banco e mexeram com a equipa. Heldon primeiro e Benachour depois, foram duas apostas ganhas por Pedro Martins, mas que não lhe renderam golos, apesar de darem outra dinâmica à sua equipa.
Djalma, resposta aos assobios
Quando entrou foi assobiado e quando tocava na bola também. Mas Djalma acabou por ser feliz neste regresso à Madeira. Provocou a grande penalidade que deu origem ao segundo golo da noite.
Maicon, intratável
Durante a primeira parte não perdeu um lance. Maicon foi limpando a sua área quer em termos do jogo aéreo, quer junto ao relvado. Foi um osso duro de roer este central portista.
Foi o ponta de lança escolhido por Vítor Pereira, mas Hulk jogou a «todo o terreno» dando que fazer à defesa maritimista. Ruben Ferreira que o diga... E na hora de marcar a grande penalidade não perdoou. No segundo tempo manteve-se activo e aos 68 minutos esteve perto de fazer o segundo golo. Ofereceu um golo a Lucho aos 88 minutos num lance individual genial. Para concluir uma noite feliz, bisou de grande penalidade.
Momento: uma mão desnecessária dá vantagem
O FC Porto dominava mas não marcava. Só que Fidelis, num lance sem grande perigo e de forma desnecessária levou a mão à bola, provocando uma grande penalidade contra a sua equipa aos 16 minutos. O auxiliar de Paulo Batista, José Braga, não teve dúvidas e assinalou de pronto o lance. Hulk não se fez rogado e deu tranquilidade à sua equipa colocando-a em vantagem no marcador.
OUTROS DESTAQUES
Sapunaru bem certinho
O defesa portista Sapunaru tinha pela frente o veloz Sami e anulou-o durante os primeiros 45 minutos. Se a defender esteve bem, foi também precioso a apoiar o seu ataque e foi seu o cruzamento para James que quase deu origem ao segundo golo. Na segunda metade limitou-se mais a acções defensivas.
Lucho, o desiquilibrador
O médio argentino foi o pêndulo portista. Lucho foi pautando o jogo ofensivo do FC Porto e surgindo perto da área a criar muitos desequilíbrios. Na segunda parte voltou a mostrar classe num passe que isolou Hulk. Falhou um golo incrível aos 87 minutos.
Salin evitou o pior
Salin substituiu Peçanha na baliza do Marítimo. E esteve bem. Sofreu um golo de grande penalidade e evitou o pior aos 37 minutos. Esteve sempre atento e seguro mesmo a jogar com os pés. Na segunda parte voltou a ser batido por Hulk de pénalti.
Benachour e Heldon ainda mexeram
Saíram do banco e mexeram com a equipa. Heldon primeiro e Benachour depois, foram duas apostas ganhas por Pedro Martins, mas que não lhe renderam golos, apesar de darem outra dinâmica à sua equipa.
Djalma, resposta aos assobios
Quando entrou foi assobiado e quando tocava na bola também. Mas Djalma acabou por ser feliz neste regresso à Madeira. Provocou a grande penalidade que deu origem ao segundo golo da noite.
Maicon, intratável
Durante a primeira parte não perdeu um lance. Maicon foi limpando a sua área quer em termos do jogo aéreo, quer junto ao relvado. Foi um osso duro de roer este central portista.
in "maisfutebol.iol.pt"
VItor Pereira: «Ganhar 2-0 nos Barreiros não é para qualquer um»
Vítor Pereira diz que o F.C. Porto não vai tirar o pé do acelerador, apesar de sentir que o título está muito perto
Vítor Pereira, treinador do F.C. Porto, em declarações após a vitória por 2-0 sobre o Marítimo, na Madeira:
«Demos um passo importante, ainda não revalidamos o título, mas estamos perto de facto. Num campo difícil provámos a nossa qualidade e o nosso carácter como equipa. Os jogadores estão de parabéns. Já tivemos vitórias mais sofridas que esta e outras menos sofridas.
É um campeonato muito competitivo e vir ganhar aos Barreiros por 2-0 não é para qualquer equipa. O título conquista-se, ainda não o conquistamos, temos agora um jogo em casa que queremos ganhar, tal como o jogo que vem a seguir com o Rio Ave. Vamos tentar ganhar sempre.
Abordamos todos os jogos com sentido de vitória e não vamos tirar o pé do acelerador. Vamos focar-nos no nosso objectivo e queremos ganhar os dois jogos que faltam.»
«Demos um passo importante, ainda não revalidamos o título, mas estamos perto de facto. Num campo difícil provámos a nossa qualidade e o nosso carácter como equipa. Os jogadores estão de parabéns. Já tivemos vitórias mais sofridas que esta e outras menos sofridas.
É um campeonato muito competitivo e vir ganhar aos Barreiros por 2-0 não é para qualquer equipa. O título conquista-se, ainda não o conquistamos, temos agora um jogo em casa que queremos ganhar, tal como o jogo que vem a seguir com o Rio Ave. Vamos tentar ganhar sempre.
Abordamos todos os jogos com sentido de vitória e não vamos tirar o pé do acelerador. Vamos focar-nos no nosso objectivo e queremos ganhar os dois jogos que faltam.»
Moutinho: «Adversários melhoraram em relação à época passada»
João Moutinho, jogador do F.C. Porto, em declarações à Sport TV, analisa a vitória no reduto do Marítimo (0-2), na 28ª jornada da Liga:
[Passo importante para o título?] «Claro que sim. Sabíamos que era um campo difícil, frente a uma excelente equipa, que está a fazer um excelente campeonato. Saímos daqui com três pontos importantes.»
[Esta vitória permite encarar o jogo com o Sporting com menor pressão?] «O Porto encara todos os jogos da mesma forma. Com a mesma seriedade e humildade, seja com quem for. Queremos fazer o nosso jogo, mais uma vez, e tentar uma vitória para o título.»
[Mais um jogo difícil?] «Foi um campeonato em que tivemos dificuldades. As outras equipas melhoraram em relação à época passada. Mantivemos o mesmo nível. Com altos e baixos, como todas as equipas, mas demos a volta por cima.»
[Passo importante para o título?] «Claro que sim. Sabíamos que era um campo difícil, frente a uma excelente equipa, que está a fazer um excelente campeonato. Saímos daqui com três pontos importantes.»
[Esta vitória permite encarar o jogo com o Sporting com menor pressão?] «O Porto encara todos os jogos da mesma forma. Com a mesma seriedade e humildade, seja com quem for. Queremos fazer o nosso jogo, mais uma vez, e tentar uma vitória para o título.»
[Mais um jogo difícil?] «Foi um campeonato em que tivemos dificuldades. As outras equipas melhoraram em relação à época passada. Mantivemos o mesmo nível. Com altos e baixos, como todas as equipas, mas demos a volta por cima.»
in "maisfutebol.iol.pt"
JUNIORES DERROTADOS EM CASA PELO SPORTING
Jogo amargo para os jovens Dragões, que sofreram um golo na parte inicial do jogo, numa altura em que ninguém justificava a vantagem. Seguiu-se um período de intensa pressão do FC Porto, com várias oportunidades e duas bolas nos ferros, mas as equipas foram para o descanso com o Sporting em vantagem.
Na segunda parte e quando se esperava que o FC Porto intensificasse a pressão, o Sporting fez o segundo golo na primeira jogava, deixando poucas opções à equipa de Rui Gomes.
O FC Porto é actual quarto classificado, com 21 pontos. Na próxima e penúltima jornada da prova, marcada para 5 de Maio, o FC Porto desloca-se ao terreno do Vitória de Guimarães.
in "fcp.pt"
CAMPEOES !!! Aguas Santas 25 - FC PORTO 30
Homem do jogo ... Grande TINO !!!
52 ANOS DEPOIS, DE NOVO "TETRA"
O FC Porto Vitalis é pela segunda vez na sua história tetracampeão, após vencer este sábado o Águas Santas, por 30-25. Os Dragões chegam ao título no mesmo palco da época transacta, na Maia, mas desta vez uma jornada mais cedo (o campeonato foi então conquistado a 7 de Maio). O primeiro “tetra” portista tinha sido consumado em 1960, há 52 anos.
A vitória a três jornadas do fim comprova o domínio do andebol português, em que os portistas são de longe a equipa mais consistente e eficaz. O jogo dos Dragões é mais rápido, mais forte e mais moderno do que o de qualquer adversário nacional. Também nesta modalidade o FC Porto está num patamar de excepção e, por isso, a festa que se viveu em Águas Santas foi mais do que merecida, após nove meses de trabalho intenso.
Os predicados que levaram os azuis e brancos a este domínio foram colocados em campo mais uma vez, num pavilhão repleto de adeptos do FC Porto, que prestaram um apoio incansável à equipa e que, no final, puderem comemorar em plena arena. Num encontro em que o guarda-redes Hugo Laurentino se exibiu a grande nível e em que Gilberto Duarte foi o melhor marcador, com oito tentos, os portistas mostraram níveis de eficácia que contam toda a história: 54% na primeira linha, 73% na segunda, 70% no contra-ataque (7 golos em 10 remates) e 40% de eficácia dos guarda-redes.
O FC Porto entrou de rompante na partida e chegou a uma vantagem de cinco golos (2-7, aos 8:17). O contra-ataque funcionava então em pleno, mas os maiatos readaptaram-se e recuperaram no marcador. A partir de meados da primeira parte e até ao intervalo, a vantagem portista estabilizou nos dois/três golos. Nem o vermelho, que pareceu algo e
xagerado, visto por Daymaro Salina aos 22 minutos impediu os Dragões de se manter na frente.
No arranque da segunda parte, o FC Porto surgiu mais agressivo defensivamente e “cavou” a margem de que necessitava para assegurar a vitória. O golo de Wilson Davyes que deu o 18-24 ao FC Porto, a 15 minutos do final, praticamente sentenciou a partida, perante um Águas Santas sem reacção. Ainda houve tempo para dar espectáculo: por exemplo, no “chapéu” de Tiago Rocha a António Campos, aos 53 minutos, após assistência fantástica de Filipe Mota.
O marcador final já não interessava muito. Interessava mais a festa, que foi sendo feita no banco portista, nos minutos finais, e nas bancadas. Todos os 14 andebolistas do FC Porto que estavam na ficha de jogo tiveram oportunidade de entrar em campo e, no final, mesmo os não convocados se juntaram às celebrações.
FICHA DE JOGO
Águas Santas-FC Porto Vitalis, 25-30
Andebol 1, fase final, sétima jornada
28 de Abril de 2012
Pavilhão de Águas Santas, na Maia
Árbitros: César Carvalho e Daniel Freitas
ÁGUAS SANTAS: António Campos e Daniel Paiva (g.r.); Joel Rodrigues (5), Pedro Cruz (7), Mário Lourenço, Eduardo Salgado (4), Juan Couto (cap., 1), Marco Sousa (4), Nuno Pimenta (2), Albano Lopes (1) e Jorge Sousa (1)
Treinador: Jorge Borges
FC PORTO VITALIS: Hugo Laurentino e Alfredo Quintana (g.r.); Gilberto Duarte (8), Pedro Spínola (6), Tiago Rocha (5), Dario Andrade (3), Ricardo Moreira (cap., 3), Wilson Davyes (3), Filipe Mota (2), Daymaro Salina, Ricardo Costa, Malencic, Elias Nogueira e Vasco Santos
Treinador: Ljubomir Obradovic
Ao intervalo: 13-15
Disciplina: cartão vermelho a Daymaro Salina (22m)
A vitória a três jornadas do fim comprova o domínio do andebol português, em que os portistas são de longe a equipa mais consistente e eficaz. O jogo dos Dragões é mais rápido, mais forte e mais moderno do que o de qualquer adversário nacional. Também nesta modalidade o FC Porto está num patamar de excepção e, por isso, a festa que se viveu em Águas Santas foi mais do que merecida, após nove meses de trabalho intenso.
Os predicados que levaram os azuis e brancos a este domínio foram colocados em campo mais uma vez, num pavilhão repleto de adeptos do FC Porto, que prestaram um apoio incansável à equipa e que, no final, puderem comemorar em plena arena. Num encontro em que o guarda-redes Hugo Laurentino se exibiu a grande nível e em que Gilberto Duarte foi o melhor marcador, com oito tentos, os portistas mostraram níveis de eficácia que contam toda a história: 54% na primeira linha, 73% na segunda, 70% no contra-ataque (7 golos em 10 remates) e 40% de eficácia dos guarda-redes.
O FC Porto entrou de rompante na partida e chegou a uma vantagem de cinco golos (2-7, aos 8:17). O contra-ataque funcionava então em pleno, mas os maiatos readaptaram-se e recuperaram no marcador. A partir de meados da primeira parte e até ao intervalo, a vantagem portista estabilizou nos dois/três golos. Nem o vermelho, que pareceu algo e
No arranque da segunda parte, o FC Porto surgiu mais agressivo defensivamente e “cavou” a margem de que necessitava para assegurar a vitória. O golo de Wilson Davyes que deu o 18-24 ao FC Porto, a 15 minutos do final, praticamente sentenciou a partida, perante um Águas Santas sem reacção. Ainda houve tempo para dar espectáculo: por exemplo, no “chapéu” de Tiago Rocha a António Campos, aos 53 minutos, após assistência fantástica de Filipe Mota.
O marcador final já não interessava muito. Interessava mais a festa, que foi sendo feita no banco portista, nos minutos finais, e nas bancadas. Todos os 14 andebolistas do FC Porto que estavam na ficha de jogo tiveram oportunidade de entrar em campo e, no final, mesmo os não convocados se juntaram às celebrações.
FICHA DE JOGO
Águas Santas-FC Porto Vitalis, 25-30
Andebol 1, fase final, sétima jornada
28 de Abril de 2012
Pavilhão de Águas Santas, na Maia
Árbitros: César Carvalho e Daniel Freitas
ÁGUAS SANTAS: António Campos e Daniel Paiva (g.r.); Joel Rodrigues (5), Pedro Cruz (7), Mário Lourenço, Eduardo Salgado (4), Juan Couto (cap., 1), Marco Sousa (4), Nuno Pimenta (2), Albano Lopes (1) e Jorge Sousa (1)
Treinador: Jorge Borges
FC PORTO VITALIS: Hugo Laurentino e Alfredo Quintana (g.r.); Gilberto Duarte (8), Pedro Spínola (6), Tiago Rocha (5), Dario Andrade (3), Ricardo Moreira (cap., 3), Wilson Davyes (3), Filipe Mota (2), Daymaro Salina, Ricardo Costa, Malencic, Elias Nogueira e Vasco Santos
Treinador: Ljubomir Obradovic
Ao intervalo: 13-15
Disciplina: cartão vermelho a Daymaro Salina (22m)
MISSÃO CUMPRIDA!
No final do jogo em Águas Santas, que deu o tetracampeonato ao FC Porto Vitalis, Wilson Davyes, Tiago Rocha, Daymaro Salina e Hugo Laurentino falaram ao www.fcporto.pt e mostraram a evidente sensação de missão cumprida.
Pela quarta vez, o central Wilson Davyes sentiu na pele a conquista do título de campeão nacional. “É uma satisfação enorme. É o momento em que vemos o nosso trabalho recompensado. Encaro isto como um prémio pelo esforço que fomos obrigados a fazer durante a época”, disse, em clara euforia.
Tiago Rocha, também “tetra”, orgulha-se do feito conquistado, este sábado, no pavilhão do Águas Santas. “Só uma equipa nos anos 60 é que tinha conseguido ser tetracampeã e nós estamos a repetir esse feito hoje”, afirmou orgulhoso. “Pensar no ‘penta’ é fundamental para entrar na história do clube”, rematou o pivô.
O guarda-redes azul e branco Hugo Laurentino já não é novo nestas andanças, mas o “tetra” foi vivido na mesma de forma intensa. “É uma sensação única. Estamos a fazer história e queremos continuar a fazê-la para o ano”, declarou. “Trabalhamos muitíssimo para conseguirmos chegar ao fim do ano e sermos campeões”, acrescentou.
O cubano Daymaro Salina chegou ao FC Porto em Outubro e já sabe o que é ser campeão. “Cheguei esta época e esta é uma sensação que não dá para explicar. É espectacular e é para repetir para o ano e nos próximos anos”, observou.
Pela quarta vez, o central Wilson Davyes sentiu na pele a conquista do título de campeão nacional. “É uma satisfação enorme. É o momento em que vemos o nosso trabalho recompensado. Encaro isto como um prémio pelo esforço que fomos obrigados a fazer durante a época”, disse, em clara euforia.
Tiago Rocha, também “tetra”, orgulha-se do feito conquistado, este sábado, no pavilhão do Águas Santas. “Só uma equipa nos anos 60 é que tinha conseguido ser tetracampeã e nós estamos a repetir esse feito hoje”, afirmou orgulhoso. “Pensar no ‘penta’ é fundamental para entrar na história do clube”, rematou o pivô.
O guarda-redes azul e branco Hugo Laurentino já não é novo nestas andanças, mas o “tetra” foi vivido na mesma de forma intensa. “É uma sensação única. Estamos a fazer história e queremos continuar a fazê-la para o ano”, declarou. “Trabalhamos muitíssimo para conseguirmos chegar ao fim do ano e sermos campeões”, acrescentou.
O cubano Daymaro Salina chegou ao FC Porto em Outubro e já sabe o que é ser campeão. “Cheguei esta época e esta é uma sensação que não dá para explicar. É espectacular e é para repetir para o ano e nos próximos anos”, observou.
in "fcp.pt"
"SÓ DEPENDEMOS DE NÓS"
"Ressaca" das derrotas
“Vimos de dois resultados que não foram bons para nós. No campeonato, perdemos na última jornada em Espinho e, para a Taça, sofremos a primeira derrota com uma equipa portuguesa, a Oliveirense, no Dragão Caixa. Não é muito habitual perdermos, muito menos em dois jogos seguidos. Estamos um pouco desmoralizados.”
Recuperação da confiança
“Já começámos a treinar para o jogo de domingo e vamos trabalhar para ganhar. Queremos conquistar uma vitória capaz de aumentar os nossos níveis de confiança mas, para isso, temos que jogar muito concentrados.”
Factor casa
“Todos os encontros são difíceis, principalmente agora que se aproxima o fim da época. Tivemos resultados que não são habituais mas acho que vamos conseguir uma boa vitória. Estamos a ganhar confiança e tudo é mais fácil no nosso pavilhão, em frente aos nossos adeptos.”
"Hendeca” em vista
“Só dependemos de nós para revalidar o título e isso é um factor muito importante. Sabemos que no campeonato falhámos em Espinho, mas se conseguirmos sete vitórias nos sete jogos que faltam vamos ganhar o campeonato. Queremos conquistar os resultados que nos levem ao título.”
in "fcp.pt"
SUB19 RECEBEM SPORTING COM O PENSAMENTO NO TÍTULO
Benfica, Sporting e Sporting de Braga empataram na última jornada, colocando o FC Porto mais perto do primeiro lugar. A renovação do título não é uma miragem, já que o líder Benfica está à distância de uma vitória. "As coisas não ficaram fantásticas mas ficaram melhores", confessa o técnico. Ainda assim, os Dragões continuam a "depender demasiado de resultados de terceiros". Para já, é certo que um triunfo frente ao Sporting (que tem mais dois pontos) coloca os azuis e brancos no segundo lugar.
Apesar de confiante, a formação Sub19 reconhece no Sporting um concorrente muito difícil. "É tido desde o princípio como o grande favorito ao título. Teoricamente foi sempre a equipa mais forte ao longo dos diferentes escalões", explica o treinador portista. "Houve momentos em que conseguimos enganá-los e continuamos a ter essa esperança", remata.
Para vencer o encontro, Rui Gomes defende que o espírito de equipa não pode faltar. "Temos que ser solidários e jogar com uma formação forte que não cometa erros. Concentração, determinação e ambição vão ser decisivas para conseguirmos ganhar um encontro que deverá ser equilibrado", antevê.
Para além disso, o técnico apela ao "12.º jogador". "É muito importante olharmos para a bancada e vermos os adeptos a apoiar-nos", confessa.
Os sócios do FC Porto e das colectividades de Vila Nova de Gaia têm entrada gratuita. Os ingressos para os restantes adeptos têm o valor de 5 euros e estão disponíveis uma hora antes do jogo na bilheteira do Centro de Treinos portista, no Olival.
in "fcp.pt"
"A POSSE DE BOLA É A NOSSA GRANDE ARMA"
Adversário difícil
“Estamos à espera de um jogo difícil em Guimarães. O Vitória procura sempre dificultar-nos a tarefa e é fisicamente muito forte. Temos de nos impor ao adversário, para conseguir ultrapassar estas dificuldades.”
Equipa motivada
“Fizemos um jogo muito bom contra o Benfica e queremos continuar a impor o nosso futebol. A equipa sente-se mais confortável, tem uma boa dinâmica de jogo e consegue fazer golos, portanto é na vitória que estamos focados.”
Estratégia delineada
“Obviamente que temos de respeitar o Guimarães e encarar o jogo seriamente, mas vamos jogar à nossa maneira, com dinâmica e a pressionar o adversário, desde o início da partida. Essa é a estratégia ideal para este jogo.”
Arma principal
“A posse de bola é a nossa grande arma. Esta é uma equipa que gosta de ter a maior percentagem de posse de bola possível e obviamente que contamos com isso para vencer.”
in "fcp.pt"
RUI MOREIRA "Se o FC Porto perde três pontos vai ser uma tremideira até ao final"
Rui Moreira, membro do Conselho Cultural do FC Porto, acredita que os dragões vão querer vencer o Marítimo para festejar o título frente ao Sporting, mas reconhece que o jogo dos Barreiros é o mais difícil dos três que estão por disputar.
Rui Moreira considera que a equipa orientada por Vitor Pereira tem que vencer na Madeira, "até porque os adeptos vão querer fazer a festa no estádio do dragão, com o Sporting", não deixando porém de reconhecer que este é talvez o jogo mais importante dos três que falta disputar.
Nesta entrevista a Bola Branca, o conhecido adepto e membro do Conselho Cultural do FC Porto admite que um empate do FC Porto nos Barreiros não compromete a revalidação do título, mas "se perde três pontos, vai ser uma tremeideira até ao final".
Rui Moreira admite que Vitor Pereira não é um treinador consensual no FC Porto e lembra que, nas antigas Antas "havia uma bancada que era o tribunal, e essa é a diferença do Porto: quem está no clube como é o caso do Vitor Pereira e ainda por cima conhece bem os cantos à casa, tem que aceitar essa pressão."
in "rr.pt"
Rui Moreira considera que a equipa orientada por Vitor Pereira tem que vencer na Madeira, "até porque os adeptos vão querer fazer a festa no estádio do dragão, com o Sporting", não deixando porém de reconhecer que este é talvez o jogo mais importante dos três que falta disputar.
Nesta entrevista a Bola Branca, o conhecido adepto e membro do Conselho Cultural do FC Porto admite que um empate do FC Porto nos Barreiros não compromete a revalidação do título, mas "se perde três pontos, vai ser uma tremeideira até ao final".
Rui Moreira admite que Vitor Pereira não é um treinador consensual no FC Porto e lembra que, nas antigas Antas "havia uma bancada que era o tribunal, e essa é a diferença do Porto: quem está no clube como é o caso do Vitor Pereira e ainda por cima conhece bem os cantos à casa, tem que aceitar essa pressão."
in "rr.pt"
Marítimo-Porto (antevisão): importante mas ainda não decisivo
Dragões precisam de ganhar para poder celebrar o título em casa com o Sporting. Marítimo precisa de ganhar para não fugir da luta pelo terceiro lugar. Mas tudo pode ser corrigido.
O momento:
MARÍTIMO: O Marítimo vem de duas derrotas atípicas segundo o seu treinador Pedro Martins. É que em duas jornadas, os madeirenses sofreram oito golos em dois jogos. Antes, os verde-rubros estavam à oito jornadas sem conhecer os sabor do desaire. Agora, o líder maritimista acredita que a normalidade vai voltar, jogando em casa, onde os pupilos de Martins são uma das melhores equipas da Liga. Um triunfo contra os portistas deixa ainda tudo em aberto quanto à possibilidade de chegar ao quarto lugar (embora não dependendo só de si e ter de esperar pelo Sporting).
F.C. PORTO: Depois de uma escorregadela na Mata Real frente ao P. Ferreira, os portistas arrepiaram caminho para o título e já somam três triunfos consecutivos nas últimas três jornadas. Uma vitória nos Barreiros deixam a equipa de Vítor Pereira cada vez mais perto do título, embora em termos matemáticos possa não ser decisivo e definitivo.
Principais ausentes:
MARÍTIMO: Roberto Sousa (castigo) e Fábio Felício (lesão)
F.C. PORTO: Álvaro Pereira (opção), Rodriguez (está no Uruguai) e Emídio Rafael, ainda em repouso
Discurso directo:
PEDRO MARTINS: «O F.C. Porto sabe da importância deste jogo e que se conquistar um bom resultado pode dar um passo de gigante rumo ao título, mas nós também temos ainda os nossos objetivos por concretizar e queremos, igualmente, os três pontos. Este FC Porto não tem nada a ver com o de dezembro ou janeiro e está nesta altura muito forte. Conseguiu bons resultados, adquiriu serenidade e confiança e vai jogar tudo sabendo da importância que este jogo pode ter. Mas penso que o jogo não é decisivo para nenhuma das duas equipas.»
VÍTOR PEREIRA: «Vencer na Madeira significa três pontos fundamentais. Só isso. Não estou à espera de decisões. Disse, desde o início, que o título seria discutido até ao fim, e continuo a acreditar nisso. O Marítimo vale por aquilo que tem feito ao longo da época. Tem provado ser uma equipa regular, com princípios bem definidos e tem provado, ao longo do campeonato, que é consistente e forte.»
Histórico de confrontos:
O F.C. Porto é claramente favorito, pois já venceu 16 partidas nos Barreiros, tendo perdido 7 e empatado 8. Os portistas nas últimas cinco épocas apenas perderam no ¿caldeirão¿ uma vez, na temporada de 2009/10, à 10ª jornada, curiosamente, com um auto-golo de Rolando. No ano passado, os dragões venceram por 2-0, com golos de Varela e Walter. Nos anos anteriores, os portistas também venceram: 0-3 (2007/08 e 2008/09) e 1-2 em 2006/07. Em termos de golos, a vantagem também é grande para o clube da invicta: 28-50.
Equipas prováveis:
MARÍTIMO: Salin; Briguel, Robson, Roberge e Rúben Ferreira; Rafael Miranda, João Luíz e Benachour; Danilo Dias, Fidelis e Sami
Outros convocados: Peçanha, João Diogo, João Guilherme, Luís Olim, Olberdam, Heldon e Pouga
FC PORTO: Helton; Sapunaru, Maicon, Otamendi e Alex Sandro; Defour, João Moutinho e Lucho Gonzalez; Hulk, James e Janko
Outros convocados: Bracali, Danilo, Rolando, Fernando, Kléber, Varela e Djalma
MARÍTIMO: O Marítimo vem de duas derrotas atípicas segundo o seu treinador Pedro Martins. É que em duas jornadas, os madeirenses sofreram oito golos em dois jogos. Antes, os verde-rubros estavam à oito jornadas sem conhecer os sabor do desaire. Agora, o líder maritimista acredita que a normalidade vai voltar, jogando em casa, onde os pupilos de Martins são uma das melhores equipas da Liga. Um triunfo contra os portistas deixa ainda tudo em aberto quanto à possibilidade de chegar ao quarto lugar (embora não dependendo só de si e ter de esperar pelo Sporting).
F.C. PORTO: Depois de uma escorregadela na Mata Real frente ao P. Ferreira, os portistas arrepiaram caminho para o título e já somam três triunfos consecutivos nas últimas três jornadas. Uma vitória nos Barreiros deixam a equipa de Vítor Pereira cada vez mais perto do título, embora em termos matemáticos possa não ser decisivo e definitivo.
Principais ausentes:
MARÍTIMO: Roberto Sousa (castigo) e Fábio Felício (lesão)
F.C. PORTO: Álvaro Pereira (opção), Rodriguez (está no Uruguai) e Emídio Rafael, ainda em repouso
Discurso directo:
PEDRO MARTINS: «O F.C. Porto sabe da importância deste jogo e que se conquistar um bom resultado pode dar um passo de gigante rumo ao título, mas nós também temos ainda os nossos objetivos por concretizar e queremos, igualmente, os três pontos. Este FC Porto não tem nada a ver com o de dezembro ou janeiro e está nesta altura muito forte. Conseguiu bons resultados, adquiriu serenidade e confiança e vai jogar tudo sabendo da importância que este jogo pode ter. Mas penso que o jogo não é decisivo para nenhuma das duas equipas.»
VÍTOR PEREIRA: «Vencer na Madeira significa três pontos fundamentais. Só isso. Não estou à espera de decisões. Disse, desde o início, que o título seria discutido até ao fim, e continuo a acreditar nisso. O Marítimo vale por aquilo que tem feito ao longo da época. Tem provado ser uma equipa regular, com princípios bem definidos e tem provado, ao longo do campeonato, que é consistente e forte.»
Histórico de confrontos:
O F.C. Porto é claramente favorito, pois já venceu 16 partidas nos Barreiros, tendo perdido 7 e empatado 8. Os portistas nas últimas cinco épocas apenas perderam no ¿caldeirão¿ uma vez, na temporada de 2009/10, à 10ª jornada, curiosamente, com um auto-golo de Rolando. No ano passado, os dragões venceram por 2-0, com golos de Varela e Walter. Nos anos anteriores, os portistas também venceram: 0-3 (2007/08 e 2008/09) e 1-2 em 2006/07. Em termos de golos, a vantagem também é grande para o clube da invicta: 28-50.
Equipas prováveis:
MARÍTIMO: Salin; Briguel, Robson, Roberge e Rúben Ferreira; Rafael Miranda, João Luíz e Benachour; Danilo Dias, Fidelis e Sami
Outros convocados: Peçanha, João Diogo, João Guilherme, Luís Olim, Olberdam, Heldon e Pouga
FC PORTO: Helton; Sapunaru, Maicon, Otamendi e Alex Sandro; Defour, João Moutinho e Lucho Gonzalez; Hulk, James e Janko
Outros convocados: Bracali, Danilo, Rolando, Fernando, Kléber, Varela e Djalma
in "maisfutebol.iol.pt"
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