domingo, 11 de janeiro de 2015

Negociações por Marcos Rocha

INFORMAÇÃO ADIANTA PELA ESPN BRASIL

O lateral-direito Marcos Rocha, de 26 anos, voltou a ser colocado na órbita azul e branca. De acordo com a ESPN brasileira, o jogador do Atlético Mineiro está a ser negociado com os dragões, surgindo Deco, na qualidade de representante de Jorge Mendes, a intermediar as conversas. Ainda segundo a mesma fonte, o clube brasileiro está a pedir aproximadamente 10 milhões de euros por Marcos Rocha, que chegaria ao FC Porto para suceder a Danilo, que, por seu lado, estará de partida para o Barcelona.

in "record.pt"


Marcos Rocha
Nome completoMarcos Luis Rocha Aquino
PosiçãoLateral-direito
Data de nascimento11/12/1988
NacionalidadeBrasileira
Local de nascimentoSete Lagoas (MG)
Altura1,76m
Peso68kg









  • Tombense (MG):
  • CRB (AL): 2008
  • Atlético (MG): 2009-2010
  • Ponte Preta (SP): 2010
  • América (MG): 2010-2011
  • Atlético (MG): 2012
  • Campeonato Estadual de Minas Gerais - 2012 - Atlético-MG
  • Campeonato Estadual de Minas Gerais - 2013 - Atlético-MG
  • Copa Libertadores da América - 2013 - Atlético-MG

Otávio é o único lesionado

Julen Lopetegui iniciou este domingo a preparação do jogo da Taça da Liga e só não contou com o lesionado Otávio, além dos africanos Brahimi e Aboubakar, que se encontram na CAN'2015.


Otávio, que se lesionou ao serviço da seleção de sub-20 do Brasil, é o único futebolista do plantel do FC Porto impedido de cumprir o plano normal de trabalhos, que na manhã deste domingo, no Olival, entrou no ciclo de preparação do jogo da Taça da Liga, com o União da Madeira.

Os dez jogadores, excluindo o guarda-redes, que defrontaram o Belenenses na noite deste sábado efetuaram apenas uma corrida de dez minutos, recolhendo depois ao balneário, enquanto os restantes treinaram sem restrições.

Esta segunda-feira, às 10h30, a equipa treina à porta fechada, sendo depois revelados os convocados para o encontro de terça-feira, no Dragão, com o União da Madeira.


in "ojogo.pt"

ÓLIVER TORRES "Ainda não viram o melhor FC Porto"

Óliver Torres, médio do FC Porto, marcou o segundo golo dos portistas na vitória, por 3-0, ante o Belenenses.


Melhorar: ""Tivemos um início de primeira e segunda partes muito fortes, tivemos o jogo quase sempre controlado, mas há sempre coisas a melhorar. O resultado foi bom para a confiança".


A crescer: "Somos muitos jogadores novos, estamos a criar uma boa equipa, mas ainda falta aprender e crescer. Ainda não viram o melhor FC Porto. Trabalhámos muitos e todos os dias para continuar a melhorar como equipa".

O mais importante: "O importante para mim é poder ajudar a equipa, seja mais atrás ou mais na frente. o melhor de tudo é ganhar".


in "ojogo.pt"

GUDIÑO, KAYEMBE E GONÇALO NOS CONVOCADOS DO FC PORTO B

Ricardo Nunes, Graça e Célestin Djim saem dos eleitos para a deslocação ao terreno do Benfica B (sábado, 16h00), da 22.ª jornada da Segunda Liga

O guarda-redes Raúl Gudiño, o defesa/extremo Joris Kayembe (na foto) e o avançado Gonçalo Paciência são as três novidades na lista de 18 convocados elaborada por Luís Castro para a deslocação ao terreno do Benfica B, que se disputa este domingo, no Centro de estágio e formação do Benfica, no Seixal, pelas 16h00. O encontro conta para a 22.ª jornada da Segunda Liga.

Em relação à última convocatória, há a registar as saídas do guarda-redes Ricardo Nunes, da equipa principal, do médio Graça e do avançado Célestin Djim. Os Dragões ocupam o nono lugar da tabela, com 32 pontos, enquanto os lisboetas estão na quinta posição com mais três. O líder Tondela soma 38 pontos.

Lista de 18 convocados: Kadú e Raúl Gudiño (g.r.); André Silva, David Bruno, Diego Carlos, Francisco Ramos, Frédéric, Gonçalo Paciência, Igor Lichnovsky, Ivo Rodrigues, Joris Kayembe, Leander Siemann, Leandro Silva, Marko Pavlovski, Pité, Rafa, Tomás Podstawski e Víctor García.


in "fcp.pt"

DRAGÕES DE FIBRA VENCEM NOS AÇORES

​FC Porto Fidelidade bateu o Candelária (4-2) na 14.ª jornada do Campeonato
​O FC Porto Fidelidade venceu este sábado o Candelária, nos Açores, em jogo referente à 14.ª jornada do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão. Os azuis e brancos, que estiveram em desvantagem no marcador, registaram assim mais um triunfo e continuam na segunda posição da prova, com 37 pontos, menos três do que o Benfica, primeiro classificado.

No tradicionalmente complicado pavilhão do Candelária, o FC Porto Fidelidade entrou melhor e adiantou-se no marcador por intermédio de Caio (12m), naquele que foi o único golo nos primeiros 25 minutos. O reinício não foi fácil para os Dragões, que viram o Candelária dar a volta ao marcador com golos de Alan Fernandes (30m) e João Ramalho (41m).

Em mais uma demonstração de força dos azuis e brancos, nova “cambalhota” no marcador. Jorge Silva restabeleceu a igualdade (42m) e, de livre directo, o capitão Reinaldo Ventura voltou a colocar o FC Porto Fidelidade em vantagem (43m), reforçada a 17 segundos do final por Ricardo Barreiros.

O conjunto comandado por Tó Neves alinhou com Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira, Ricardo Barreiros (1), Caio (1) e Jorge Silva (1). Jogaram ainda Reinaldo Ventura (cap., 1), Hélder Nunes, Vítor Hugo e Rafa.


in "fcp.pt"

Aboubakar marca no empate dos Camarões com a África do Sul


Vincente Aboubakar, avançado do FC Porto, marcou o golo dos Camarões no empate com a África do Sul 1-1) em mais um jogo de preparação para a fase final da Taça das Nações Africanas (CAN-2015) que vai decorrer, a partir do próximo dia 18, na Guiné Equatorial. 

O avançado marcou logo a abrir o jogo, aos 7 minutos, mas os Bafana Bafana acabaram por empatar, já na segunda parte, aos 76 minutos, por Sibusiso Vilazaki. 

Os Camarões estão inseridos no Grupo D com a Costa do Marfim, Guiné Conacri e Mali, enquanto a Á frica do Sul está intergrada no Grupo C com o Gana, Senegal e a Argélia de Brahimi e Slimani. 


in "maisfutebol.iol.pt"

Arbitragem: adeptos do FC Porto protestam, Lopetegui concorda

Tarja exibida durante o jogo atinge diretamente o Benfica

Na fase inicial do jogo, uma das claques do FC Porto exibiu uma tarja onde sugeria que o Benfica tem sido levado ao colo pela arbitragem. Julen Lopetegui foi confrontado com a imagem e colocou-se ao lado dos adeptos.   

«Os adeptos do FC Porto mostraram a sua opinião. Uma opinião acertada. Houve decisões que nos prejudicaram claramente. Mas são erros, como eu também cometo. Prejudicaram-nos, beneficiaram outros, isso é um facto», disse Lopetegui, referindo-se a jogos anteriores. 

«Hoje os nossos três médios viram o cartão amarelo. Isso condiciona. Não somos uma equipa que dá patadas, somos apenas agressivos. Creio que somos uma equipa exemplar no aspeto disciplinar. Houve um penálti sobre o Óliver, foi pisado. Continuaremos a trabalhar para dar alegrias aos adeptos, com energia». 

«Começámos muito bem, com ritmo, intensidade e agressividade, a recuperar a bola rapidamente. A chave esteve na intensidade e felizmente conseguimos marcar. Na segunda parte fizemos o 2-0 muito cedo e depois baixámos um pouco de ritmo. Não sofremos em termos defensivos, a única ocasião de golo do Belenenses aconteceu no fim. E estamos a falar de uma equipa forte, com um bom treinador».


in "maisfutebil.iol.pt"

FC Porto-Belenenses, 3-0 (destaques)


Oliver em grande momento frente a um tenrinho Belenenses que já está na lista de Jackson

A FIGURA: Oliver Torres 

Que grande momento de forma. O miúdo com pinta de líder voltou a somar pontos com mais uma exibição muito boa. Chega a parecer mais do que um, tal é a capacidade para estar (quase) sempre no local onde a bola vai cair. Os colegas já sabem que, com ele, a equipa ganha fantasia e verticalidade. Não é de muitos rendilhados porque o caminho para o golo pode ser simples. A quem o acusa de rematar pouco, respondeu com o golo, o segundo do FC Porto, numa tentativa colocada e rasteira, sem hipóteses. 
  
O MOMENTO: tão cedo e já decidido 

Depois de se analisar os 90 minutos do jogo, é fácil perceber que este só seria difícil para o FC Porto se o primeiro golo tardasse. Com Jackson a abrir o ativo logo aos 9 minutos, tudo ficou mais simples e os três pontos encaminhados. Mérito também para Oliver, no primeiro passe, e Herrera, no centro, para um golo fácil do colombiano. 
  
A DESILUSÃO: ataque do Belenenses 

Não houve lances de perigo, nem sequer remates enquadrados em 90 minutos. Nada. Nos descontos, em dois remates de Fábio Nunes, sobretudo no segundo, largado por Fabiano, esteve perto de um golo que, é preciso dizer, não merecia. A ausência de Deyverson não pode explicar tudo o que não foi o Belenenses, uma das equipas mais interessantes do primeiro terço da Liga, no Dragão. Mérito também para a defensiva portista, claro está, mas o trabalho nem foi extraordinário. 
  
OUTROS DESTAQUES 
  
Jackson Martínez 
Belenenses? Check! Juntamente com Boavista e Penafiel (que nunca defrontou), faltava o Belenenses na lista de «vítimas» de Jackson. Em 9 minutos a tarefa ficou resolvida. Golo simples de um jogador que até nem é goleador de um toque. Mas também os faz. E já vão 13 na Liga e o estatuto intacto de melhor marcador da competição. 
  
Quaresma 
Sem Brahimi, para já, o lugar é dele. Lopetegui já mostrou que não é adepto da utilização de dois extremos puros no ataque portista, mas ao primeiro jogo sem o argelino foi essa a receita apresentada. Tello de um lado, Quaresma do outro. Nenhum deles esteve brilhante, mas o português mostrou-se uns furos acima. Mais assertivo e dinâmico, brilhou ainda numa trivela ao seu estilo que Jackson quase transformou num golaço, ainda na primeira parte. 
  
Jose Angel 
Mais uma prova de que é uma opção credível sempre que o FC Porto precisar. Talvez lhe falte ainda alguma consistência, que só ganha com jogos, e entrosamento, que exige a mesma receita, porque errou alguns passes no último terço e os cruzamentos nem sempre lhe saíram bem. Mas uma coisa é certa: sempre que não houver Alex Sandro, ao contrário de tempos recentes, não há necessidade de tremeliques ou invenções. Está ali uma opção das boas.  

Adrián Lopez 
O Dragão ainda desconfia, mas está, claramente, com mais confiança do que no arranque da época. Um pormenor a meio campo sobre um adversário valeu-lhe os primeiros aplausos. Uma arrancada até à área já em cima dos 90 confirmou que acredita mais no que pode fazer. Talvez pudesse ter entrado mais cedo... 

Evandro 
Primeira opção de Lopetegui esta noite e primeiro golo com a camisola do FC Porto. Sai feliz, de certeza.

in "maisfutebol.iol.pt"

FC Porto-Belenenses, 3-0 (crónica)


Uma longa reta. De prego a fundo durante 60 minutos, em desaceleração no derradeiro terço. Curvas? Nem uma. Obstáculos? Apenas a miragem do aborrecimento. 

Autoridade absoluta do FC Porto, debilidade surpreendente do Belenenses, três golos a separarem competência e equívoco. Um número simpático para os anémicos azuis do Restelo. 

Lembram-se dos Washington Generals? Acompanharam anos a fio os geniais Harlem Globetrotters em digressões mundiais. Faziam parte do espetáculo, mas sem nunca beliscar o brilhantismo dos protagonistas. Perdiam e tinham gosto na derrota. 

Salvo as devidas diferenças, o Belenenses teve momentos em que pareceu confortável na pele de dominado. Desinteressado, impotente, incapaz de incomodar por uma vez que fosse Fabiano Freitas. O show era do FC Porto e os homens da Cruz do Cristo não tinham objeções a levantar. 

Lito Vidigal queixara-se do pouco tempo de recuperação, após os 7-1 sofridos em Braga, e até fez seis mudanças na equipa inicial. Mas nada, nem mesmo essa rotação, explica uma noite tão pobre, paupérrima, dos lisboetas na Cidade Invicta. Só no período de descontos andaram perto do golo de honra. 

Muita dessa incapacidade está diretamente ligada à exibição convincente do FC Porto, obviamente. 

Óliver Torres de mãos seguras e pés de veludo com o volante, Herrera de pulmão cheio a ser o combustível perfeito, Jackson Martinez a funcionar como motor de arranque na explosão do marcador. 

O décimo terceiro golo do colombiano tem tanto de simples como de feroz, de resto. Óliver a servir Herrera, o mexicano a cruzar em jeito, Ventura e Tikito por terra, Jackson a encostar de cabeça. Nove minutos de jogo. 

Primeira aceleradela, Belenenses perdido no fumo azul e branco, uma pista em exclusivo para o FC Porto usufruir. 

Provando que é possível ter vários amores sem estar louco, os dragões foram primeiro contundentes e mais tarde conscientes. Dos passes verticais à procura das fugas de Herrera, a equipa passou ao futebol curto e tricotado por Óliver. Tudo válido, tudo a eclodir no 2-0. 

Autor? Óliver, o melhor em campo. E já leva cinco golos na Liga. Para quem assumia que a finalização era um problema… 

A 40 minutos do apito final, o jogo estava decidido e mais do que decidido. O Belenenses, tantas vezes alvo de encómios esta época (e de forma justa) deixou uma imagem horrível péssima. Nem uma jogada interessante, nem uma nota de incómodo à baliza do FC Porto até aos 90+3 minutos. 

Logo a seguir, Evandro aproveitou para marcar pela primeira vez de dragão ao peito. Entrou bem, tal como Quintero e Adrián López. 

A noite do FC Porto foi como o cartaz de Estrada Perdida, o filme de David Lynch. Muito alcatrão, tracejado, uma reta com nulo grau de dificuldade e olhos no horizonte. Uma reta feita em total segurança. Sem distrações.      


in "maisfutebol.iol.pt"

LOPETEGUI: “NÃO PODIA ESTAR MAIS SATISFEITO”

Técnico portista elogiou a atitude e o trabalho dos jogadores na vitória (3-0) sobre o Belenenses
Um golo a abrir o jogo, outro a abrir a segunda parte e outro a fechar o encontro. Foi uma exibição segura dos Dragões, na segunda vitória (3-0) em outras tantas partidas no novo ano e houve, por isso, nota positiva de Julen Lopetegui para o desempenho e atitude dos jogadores diante do Belenenses, na 16.ª jornada da Liga Portuguesa. O técnico queixou-se ainda da arbitragem de Manuel Mota.

“Não podia estar mais satisfeito com a atitude dos meus jogadores, que foram competentes no seu trabalho, fizeram uma boa exibição frente a um adversário que joga muito bem fora de casa, organizado, e que defende muito bem”, afirmou o treinador espanhol, no final da primeira partida no Estádio do Dragão em 2015.

Julen Lopetegui sublinhou o bom início do jogo dos azuis e brancos, com um “ritmo alto, com intensidade, agressividade, e recuperando a bola de forma rápida no campo adversário", frente a uma equipa com "bons jogadores". "Marcámos um golo e até poderíamos ter marcado mais, tal a intensidade que demos ao jogo. Na segunda parte marcámos muito cedo, o que fez com que a equipa baixasse o ritmo durante 20 minutos, mas nunca permitimos que o Belenenses criasse perigo real, porque estivemos sempre muito concentrados”, acrescentou.

O técnico espanhol sai, assim, “satisfeito com todos os jogadores, num jogo difícil perante uma equipa muito boa, que vinha de sofrer sete golos, o que condicionou também o jogo à partida". O FC Porto teve "a força mental para encarar este tipo de jogos como se deve, com todo o profissionalismo e competência”.

No início do jogo, os Super Dragões exibiram uma faixa em protesto contra as arbitragens. O treinador espanhol assinou por baixo: “Os adeptos mostraram a sua opinião, que para mim é acertada, uma vez que houve decisões que nos prejudicaram claramente em vários jogos e houve outras decisões que beneficiaram os nossos adversários”.

Lopetegui lembrou igualmente que ficou uma grande penalidade por assinalar: “Podemos ser uma equipa agressiva, mas não somos uma equipa violenta, mas o árbitro decidiu assim, são erros humanos. Naquele lance do Óliver, entendo que não era fácil para o árbitro analisar, mas ele disse-me, no fim, que foi pisado e levou um amarelo. Os três médios ficaram com um amarelo, não é normal. Espero que os erros da arbitragem sejam equilibrados para o bem da Liga e do futebol português”.

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EVANDRO: “HÁ MUITO QUE PROCURAVA ESTE GOLO”

​Médio brasileiro estreou-se a marcar pelo FC Porto e fechou as contas frente ao Belenenses (3-0)
​Lançado por Julen Lopetegui aos 69 minutos, Evandro esperou pelo período de compensação para se estrear a marcar com a camisola do FC Porto, estabelecendo o 3-0 final com um excelente remate de fora da área (90m+3). Feliz pelo primeiro golo de Dragão ao peito, o camisola 15 sublinhou o “bom jogo” dos azuis e brancos e destacou a importância de mais uma vitória.

“Foi uma grande felicidade ter marcado o golo, pois já o procurava há muito tempo. Creio que fizemos um bom jogo, seguro, e que estivemos sempre por cima do Belenenses. É sempre uma alegria marcar, mas o mais importante foi a vitória da equipa. Estávamos precavidos para as dificuldades que nos esperavam, mas soubemos contorná-las com paciência e dinâmica na posse de bola. É importante continuar no caminho das vitórias, pois temos o objectivo de conquistar o título e vamos lutar por isso até ao fim”, afirmou Evandro, em declarações ao Porto Canal.


JACKSON MARTÍNEZ: “NÃO QUEREMOS CEDER MAIS TERRENO”

​Avançado colombiano abriu caminho ao triunfo sobre o Belenenses (3-0)
​Jackson Martínez, autor do primeiro golo do FC Porto na vitória frente ao Belenenses (3-0), logo aos dez minutos, enalteceu a importância da conquista de mais três pontos na recepção aos lisboetas. O avançado, que foi eleito o MVP da partida - e que vai por isso falar este domingo à comunicação social sobre o prémio, às 10h45, antes do treino do plantel - destacou o golo marcado bem cedo.

“Sabíamos que o Belenenses ia adoptar uma postura mais defensiva, procurando fechar-nos todos os espaços. Com paciência, conseguimos fazer o primeiro golo e isso deu-nos maior tranquilidade para o resto do jogo. Alcançámos mais uma vitória e todas são importantes, pois não queremos ceder mais terreno e esperamos continuar nesta série vitoriosa", declarou Jackson Martínez ao Porto Canal, momentos antes de receber o galardão das mãos de Armando Oliveira, representante da Repsol.

Com mais um golo na conta pessoal, o 13.º na Liga, o capitão portista passa a somar 43 no Estádio do Dragão e está cada vez mais próximo do registo de Hulk (44), o líder dos marcadores no recinto azul e branco. "Fiquei feliz por marcar, mas o mais importante é que a equipa venceu e os golos são fruto do trabalho de todos”, frisou, aproveitando ainda para dedicar o golo apontado à filha recém-nascida.



in "fcp.pt"

JACKSON, ÓLIVER E EVANDRO DERRUBARAM MURO DE BELÉM

​Dragões bateram Belenenses por 3-0 e continuam a ter o melhor ataque da Liga portuguesa, com 39 golos

​Golos de Jackson, a abrir a primeira parte (10 minutos), Óliver Torres, a abrir a segunda (47), e Evandro, a fechar a partida (93), permitiram ao FC Porto bater de forma clara o Belenenses, por 3-0, e manter-se a seis pontos do líder Benfica. Com uma postura bastante defensiva, que pareceu a espaços destinar-se apenas a evitar a goleada, os lisboetas não foram o adversário ideal para proporcionar um encontro de grande espectáculo, mas os Dragões derrubaram o muro do opositor e mantiveram até o estatuto de melhor ataque da prova, agora com 39 golos, numa partida que serviu igualmente para transmitir outras mensagens.

A partida começou com a Superior sul despida, devido a um protesto dos Super Dragões contra as arbitragens na Liga portuguesa. Só ao fim de seis minutos (o número de pontos de desvantagem do FC Porto face ao Benfica, à entrada para a 16.ª jornada) é que a claque ocupou os seus lugares e recolheu as faixas em que se lia "Se roubo de igreja era habitual / agora são roubos de catedral" e o lençol em que se via um andor a carregar figuras do clube lisboeta. Porém, se os Super Dragões chegaram simbolicamente atrasados ao encontro, a equipa azul e branca não o fez.

Pressionando o adversário e circulando bem a bola, os Dragões cercaram um Belenenses que pareceu traumatizado pela goleada sofrida na quarta-feira (7-1 no terreno do Sporting de Braga, em encontro da Taça de Portugal) e que se recolhia em 25 metros quando defendia. O primeiro remate foi de Jackson Martínez, aos oito minutos, e, apenas dois minutos depois, o colombiano abriu o marcador: Herrera desmarcou-se e cruzou da direita para o avançado, que apenas teve de encostar a cabeça. Jackson está agora a apenas um golo de igualar Hulk (44 golos) como melhor marcador de sempre do Estádio do Dragão.

A formação de Belém ainda se libertou em meados da primeira parte, mas sem conseguir criar perigo. E quando o FC Porto acelerava e aproveitava o terreno oferecido para trocar bem a bola, o adversário tremia. Foi assim aos 39 minutos, quando Quaresma aplicou uma trivela na esquerda e Jackson, ao segundo poste, bem se esticou mas não conseguiu rematar para a baliza. Antes, aos 35, Maicon cabeceou por cima, na sequência de um canto, e os Super Dragões voltaram a evidenciar-se, aos 30, com um minuto de aplausos em honra de José Maria Pedroto, três dias depois de se terem assinalado os 30 anos do seu desaparecimento.

A segunda parte arrancou praticamente com o 2-0: Óliver Torres aproveitou a cerimónia da defesa do Belenenses para aliviar a bola e rematou de forma imparável à entrada da área, apontando o quinto golo com a camisola dos Dragões. O 2-0 esfriou qualquer tentativa de reacção por parte dos visitantes e os Dragões foram gerindo o resultado, mesmo que o Belenenses se procurasse estender no terreno. O 3-0 pareceu sempre mais próximo do que o 2-1 e Tello (Ventura desviou o remate para a barra) e Indi (em boa posição, cabeceou por cima) ameaçaram fazer mexer de novo o marcador.

A melhor ocasião do Belenenses foi já nos descontos, mas Maicon travou em cima da linha o remate de Camara. Curiosamente, na resposta, o FC Porto chegou ao 3-0, através de um remate de fora da área de Evandro (substituiu Óliver aos 69 minutos), que assim se estreou a marcar pelos azuis e brancos. A luta pelo título continua no próximo sábado (20h15), quando os azuis e brancos se deslocarem a Penafiel para fechar a primeira volta da Liga.



in "fcp.pt"

“POKER” DE RUI PEDRO VALE PASSAGEM ÀS “MEIAS” DA FRENZ INTERNATIONAL CUP


Juniores dos Dragões bateram o Tottenham por 4-2, na Malásia
Rui Pedro apontou os quatro golos com que os juniores do FC Porto bateram este sábado os ingleses do Tottenham (4-2), em encontro dos quartos-de-final da Frenz International Cup, que se disputou no Estádio Shah Alam, na Malásia. Os Dragões, que apresentam neste torneio uma equipa Sub-18, vão disputar as meias-finais esta segunda feira (19h30 locais, 12h30 de Portugal Continental), frente aos brasileiros do Internacional de Porto Alegre, no Estádio Gelora Sriwijaya, em Palembang, na Indonésia.

O primeiro tempo foi de altíssimo nível por parte do FC Porto, que exibiu uma grande dinâmica de jogo, com constante troca de bola no meio-campo adversário. O primeiro golo surgiu através de uma grande penalidade convertida por Rui Pedro (18 minutos) e o segundo num grande remate do avançado, à entrada da área adversária (23).

Fazendo o adversário desgastar-se à procura da bola, os azuis e brancos continuaram a dominar na segunda parte, não ampliando desde logo a vantagem devido a intervenções do guarda-redes inglês. Porém, o guardião revelou-se impotente para travar mais duas excelentes finalizações de Rui Pedro (53 e 56 minutos). Após algumas alterações na partida, os Dragões perderam o controlo do encontro e sofreram dois golos (69 e 90), que não puseram em causa a justiça do apuramento para a eliminatória seguinte.

No outro encontro das meias-finais, defrontam-se os espanhóis do Valência e os argentinos do Estudiantes, também na segunda-feira. Recorde-se que, neste torneio que está a decorrer na Malásia e na Indonésia, o FC Porto foi primeiro no grupo C, com sete pontos, após vencer o PVF Vietnam (2-0) e o Gamba Osaka (1-0), registando ainda uma igualdade diante doBesiktas (1-1).

Os juniores do FC Porto, treinados por António Folha, alinharam com: Diogo Costa, Fernando, Sandro (Diogo Queirós, 65m), Jorge Fernandes, David Sualehe, Bruno Costa, João Cardoso (cap.), Rui Pedro (Pedro Marques, 79m), Moreto Cassamá (Rui Pires, 56m), Tony Djim e Luís Mata.


in "fcp.pt"

sábado, 10 de janeiro de 2015

FC Porto-Belenenses (antevisão): Dragão sem magia africana


Regresso a casa após a afluência recorde a 1 de janeiro

MOMENTO 

FC PORTO: a equipa regressa ao Estádio do Dragão após a afluência recorde ao treino à porta aberta, a 1 de janeiro. Foram 23 mil pessoas a ver uma simples sessão de trabalho, demonstrando as saudades que sentem por um contacto mais regular com os jogadores. Entretanto, o FC Porto foi a Barcelos golear a equipa local (1-5), na despedida de Brahimi e Aboubakar. Os dois africanos, que vão disputar a CAN, apontaram 13 dos 57 golos (22,8 por cento) azuis e brancos na presente temporada. A magia de Brahimi, sobretudo, deixa saudades entre os adeptos. É altura para outros surgirem, como salienta Lopetegui. Tello e Quaresma assumem os flancos, Adrián López – nova vida?  - e Juan Quintero surgem como principais alternativas. Fabiano reecontra a equipa que defrontou na estreia como titular na Liga.  

BELENENSES: os homens do Restelo vem de uma pesadíssima derrota para a Taça de Portugal, em Braga (1-7) e não vencem para a Liga desde 9 de novembro de 2014. Ainda assim, apresentam um registo pontual de grande mérito sob o comando técnico de Lito Vidigal, que orientou a equipa pela primeira vez no Dragão, precisamente, na época passada. Como jogador, Litoesteve na última vitória do Belenenses no terreno do FC Porto (1-2), em 2001/02. Ainda assim, este não é o melhor momento para visitar os dragões. Pouco tempo de descanso após o embate com o Sp. Braga e a perda de Deyverson, referência ofensiva, face à contestada expulsão no Minho.  

AUSÊNCIAS 

FC PORTO: Alex Sandro castigado, Otávio lesionado, Brahimi e Aboubakar na CAN. 

BELENENSES: Deyverson castigado. 

DISCURSO DIRETO 

Julen Lopetegui: «Não vai ser um jogo fácil, não. O Belenenses está a fazer muitas coisas bem e uma boa época. A meu ver, o resultado de Braga foi exagerado e mentiroso. Com a ausência de Brahimi e Aboubakar há jogadores que vão ter mais presença, claro, que vão dar um passo em frente e mostrar que têm talento e que podemos contar com ele. Pedroto dizia que os adeptos não eram o jogador número 12, mas sim o jogador número um. Essa frase é perfeita, é por eles que temos que continuar a acreditar e a trabalhar. Depois do treino aberto, espero-os no primeiro jogo no Dragão.» 

Lito Vidigal: «Este jogo chega em circunstâncias diferentes do habitual. É o FC Porto que surge com mais tempo de recuperação, quando, por norma, é uma equipa mais sobrecarregada que nós. Temos 72 horas de recuperação no limite, vai ser um jogo dificílimo. Não tenho dúvidas de que se tivéssemos uma semana de recuperação, as nossas possibilidades de êxito seriam bem superiores. Temos de olhar para os nossos 23 pontos, o sétimo lugar diz tudo do trabalho brilhante que estes jogadores têm feito. Estamos muito acima do que seria de esperar.» 

HISTÓRICO DE CONFRONTOS 


Este é um dos duelos com maior historial na Liga portuguesa. São 146 jogos, com 79 vitórias para o FC Porto, 31 empates e 36 triunfos para o Belenenses. O favoritismo portista cresce nos jogos em casa, com 51 vitórias em 73 encontros. 

in "maisfutebol.iol.pt"

Onze perguntas a... Branco."Eram treinos divertidos: eu a bater livres de um lado, o Geraldão do outro"


Com uma perna mais curta que outra, o lateral- -esquerdo brasileiro lembra alguns golos da carreira e ainda a recusa de uma palmilha, a vitória das velhinhas do seu prédio no Rio de Janeiro e a falta cavada com a Holanda no glorioso Mundial-94

Cláudio Vaz Ibrahim Leal. Dito assim ninguém o conhece. Se dissermos Branco, aí o caso muda de figura. É a sua alcunha, o nome pelo qual se torna famoso em todo o mundo, sobretudo depois de ganhar dois títulos pela selecção brasileira (Copa América-89 e Mundial-94). E mais dois no Porto (Campeonato-1990 e Supertaça-1991). Contratado ao Brescia, o lateral-esquerdo chega às Antas no Verão de 1988 e é lançado por Quinito, em Guimarães, no mesmo dia que Vítor Baía. Curiosamente (ou não), os dois têm estátuas no museu como parte do onze ideal na centenária história do clube, ao lado de João Pinto, Aloísio, Ricardo Carvalho, André, Madjer, Deco, Gomes, Hulk e Futre. Se apanhámos Vítor Baía há duas semanas e Jorge Andrade há uma, agora é a vez de Branco. Depois de um guarda-redes e um central, é a vez de um lateral. Todos dos anos 90, todos com um passado portista. Que isto não seja visto como decreto-lei, é apenas coincidência. Branco mais branco não há.

1. Cláudio Vaz Ibrahim Leal. O Branco surge de onde?
Olha, comecei a jogar nas ruas de Bagé, mais precisamente na Rua Valdemar Machado. Como Bagé pertence ao estado do Rio Grande do Sul, fazia constantemente um frio danado. Por isso tinha de entrar num pavilhão, né? [risos] Aí entrei num clube chamado Aimoré, de futebol de salão. Na minha equipa de cinco, tinha eu e mais quatro negros. Ainda hoje todo o mundo me trata por Branco quando me vê na rua. Estou a falar dos adeptos, claro. Lá em casa é diferente. Então, Rui, sou duas pessoas: o Cláudio e o Branco.

2. Ambos com um pontapé canhão?
Aí é mais Branco, mas o Cláudio também é forte nesse tipo de lances, eheheh.

3. É verdade que tem uma perna mais curta que a outra?
É, isso sim. Sou como o Roberto Dinamite, por exemplo. Uma vez, o médico da selecção brasileira, o Lídio [Toledo], quis dar-me uma palmilha e eu recusei. Imagina que o meu pontapé enfraquecia ou que o meu jogo já não seria mais o mesmo? Não dava para aceitar. Então joguei sempre com um pequeno desnível. Além do Roberto Dinamite, também há o Garrincha. Homens assim chegam longe, eheheheheh.

4. Por falar nisso, como é o teu trajecto para sair de Bagé para o Rio de Janeiro?
Já te falei do Aimoré, futebol de salão. Daí fui para as escolinhas do Bagé, um dos dois clubes profissionais da cidade. O outro é o Guarany, onde cheguei a jogar nos juniores e até na equipa principal, como no Internacional. Num desses poucos jogos, um olheiro do Fluminense viu-me e interessou-se por mim. Claro que convém nunca esquecer a minha trajectória na selecção gaúcha de juniores. Na altura havia esses torneios estaduais de selecções. Se alguém se desse bem, era meio caminho andado para o sucesso. E nós fomos campeões brasileiros em 1981. Então, entre a selecção gaúcha e o Guarany, o Fluminense encontrou-me. Nunca mais me esqueço, um grande homem, um grande tricolor [alcunha do Fluminense] chamado Tadeu. Ele chegou na quinta-feira e levou-me para o Rio de Janeiro na sexta. Foi tudo muito muito rápido. E eu era novíssimo.

5. Como era a tua vida no Rio de Janeiro?
Xiiiiii, muito boa. Vivia no bairro Flamengo com uma turma gaúcha [três amigos jogadores: Tato, Jandir e René] e as gatas apanhavam-nos de mota à porta do prédio. Também vivi no bairro de Botafogo [com a mesma turma gaúcha mais o paranaense Leomir] e, ao que parece, estivemos para ser expulsos. Acredita que fomos salvos pelas velhinhas? Ao que parece, a síndica [administradora do condomínio] reuniu 100 assinaturas para nos expulsar porque fazíamos festas com barulho e pessoas nuas na varanda. E o que fizeram as velhinhas? Defenderam-nos, disseram a todo o mundo que nós éramos a graça daquele prédio.

6. No Fluminense o Branco ganha projecção e títulos. É o melhor período da sua vida?
É assim, Rui, o time da minha vida é o Fluminense. Porque joguei numa equipa cheia de estrelas, como Washington, Assis, Renato, Ricardo [Gomes], entre outros, porque fomos tricampeões cariocas e campeões do Brasil em 1984, e porque vivi lá o jogo da minha carreira, o jogo perfeito que nos conduziu ao tal título brasileiro de há 30 anos. Foi no Morumbi, com o Corinthians. Eles vinham de uma vitória importante com o Flamengo e nós tínhamos de ganhar. Ficámos hospedados lá no Morumbi e aquilo foi uma noite impossível de se dormir, com tantos fogos [very-light]. De manhã, quando nos juntámos ao pequeno-almoço, jurámos que íamos reverter essa situação. Começámos a dizer uns aos outros coisas do tipo "se eles não nos deixaram dormir agora vamos acordá-los com o nosso jogo". E assim foi, 2-0. Um golo em cada parte. O primeiro até fui eu que marquei o livre para o 1-0 do Tato.

7. E ele meteu a cabeça?
Eheheh, calma, não foi um remate com força. Foi um livre descaído para a esquerda. Bati a bola e o Tato cabeceou para o golo. O 2-0 foi do Assis. O treinador desse Fluminense era o Carlos Alberto Parreira. E esse Fluminense era grande pelo futebol mas também pela camaradagem fora do campo. Nunca vi um time que comesse tanto churrasco e bebesse tanta cerveja. Aquilo era um festival sem fim. Ganhámos muito com isso.

8. Pergunto isso porque há aquela história de teres danificado um defesa escocês (MacLeod) no Mundial-90.
Isso é mito, pura bobagem. Nunca matei ninguém, já ouvi essa história dezenas, centenas de vezes. Muitas vezes o torcedor vem ter comigo na rua e já fala "você matou o cara uma vez". Nem sequer questiona, já diz aquilo como se fosse uma verdade absoluta. Calma, graças a Deus o cara não morreu. Ficou mal porque a bola acertou-lhe em cheio na cara. Perdeu os sentidos e foi para o hospital mas está bem. Quer dizer, nunca mais falei com ele mas sei de fonte segura que ficou bem. Foi só um susto. Já passou.

9. No Mundial seguinte a tua bomba só parou na baliza da Holanda. Lembras-te?
Claro que sim, é o momento-chave da minha carreira. É o golo que todo o brasileiro se recorda. E há pormenores curiosos, como o facto de eu ter saído com a bola na nossa defesa. O Overmars perseguiu-me e levou com uma mãozada no rosto. Era falta, mas o árbitro mandou seguir. Passei o meio-campo e depois por entre dois adversários. Um deles meteu-me a perna à frente e eu nem hesitei: mergulhei para a falta. O árbitro atendeu-me. Atenção que eu nem era titular nessa Copa. O lugar de lateral-esquerdo era do Leonardo, que fora expulso nos oitavos-de-final, com os EUA. Esse jogo com a Holanda é o dos quartos. No livre, a barreira deles era de cinco homens. Peguei bem na bola, com efeito. A curva foi evidente mas também contei com a colaboração do Romário, que tirou o corpo e permitiu que a bola passasse entre ele e um defesa até beijar as redes. Foi um momento lindo, inesquecível. Naquela altura o Brasil só conseguiria marcar à Holanda de bola parada: ou escanteio [canto] ou penálti ou livre. Eles estavam a dominar-nos, depois de terem marcado dois golos para chegar ao empate. Esse livre foi a nossa salvação. E a minha maior alegria. Só o nascimento dos meus filhos supera esse acontecimento.

10. Quantos golos marcaste assim no FC Porto?
Muitos. Além de mim, também havia o Geraldão. Nós os dois batíamos as faltas com muita força e colocação, cada qual ao seu estilo. Os nossos treinos eram divertidos. Para nós, claro. Para os guarda-redes... coitados. Mas nem sempre a bola ia à baliza. Preferíamos marcar golo nos jogos, eheheheheh. No Porto devo ter marcado uns dez [na verdade, 12]. Lembro-me de ter marcado dois de uma só vez [3-1 à União da Madeira, no Funchal]. E lembro-me da minha estreia, com o Vitória, lá em Guimarães, no lugar do Inácio, que se lesionara no jogo anterior. Lançou-me o Quinito. Nessa tarde o Vítor Baía foi o outro estreante do Porto. Sei que fiz história no Porto porque sim e porque vi uma foto do Deco com uma estátua minha no museu. Fomos campeões de Portugal em 1990, um ano depois de ter ganho a Copa América pela selecção brasileira e um ano antes de ter saído para o Genoa.

11. Génova, obrigado por teres falado nisso. Sei de um golo histórico...

Com a Sampdoria, no dérbi de Génova. Eles foram campeões italianos, pela primeira e única vez [90-91], mas não nos conseguiram ganhar em 180 minutos: 0-0 em casa e 2-1 fora. Nesse 2-1, nós marcámos [Eranio], eles empatam [Vialli] e eu faço o 2-1 de livre indirecto. Acredita ou não, aquele golo não foi só meu, foi também de Deus. O efeito da bola, a força do remate e a colocação tiveram ajuda divina. O Genoa acabou essa época em quarto lugar, ainda hoje a melhor classificação de sempre do pós-guerra, e eu diverti-me imenso. Em Génova, os dérbis com a Sampdoria eram vividos com tal intensidade que não se podia sair de casa naquela semana. Tínhamos de ficar em regime de clausura.

in "ionline.pr"

Gonçalo Paciência e Vuletich certos


edro Emanuel, treinador do Arouca, vai receber dois reforços para o ataque: Gonçalo Paciência, emprestado pelo FC Porto, e o argentino Agustin Vuletich, oriundo do Olimpia, escreve A BOLA este sábado.


in "abola.pt"

Tello feliz na Invicta mas tendo sonho por concretizar

EXTREMO NA EXPECTATIVA SE VOLTA A BARCELONA

O empresário Josep Maria Orobitg foi taxativo quando afirmou a Record que “Tello quer ficar no FC Porto”. O problema é que, na mesma declaração, o agente deixou claro que o jogador só admite deixar a Invicta “se o chamarem para o plantel principal do Barcelona”.

É precisamente essa possibilidade que ganha cada vez mais força, embora ainda tenha de ser ratificada pela planificação que terá de ser feita na Catalunha quando a poeira assentar em torno do futuro de diversos protagonistas. A ideia defendida por Orobitg, que “lá para abril ou maio” haverá tempo para conversar, pode tornar-se uma obrigatoriedade. Tendo em conta o sonho de menino de Tello em afirmar-se na equipa principal do Barça, dificilmente continuará feliz em Portugal se o FC Porto não for sensível a essa aspiração. Nos próximos meses, a pressão mediática vai aumentar.

in "record.pt"

Setas pelas alas como solução para Brahimi

QUARESMA E TELLO SÃO CANDIDATOS

A partida de Brahimi para a CAN desenrola o tapete para uma nova versão da abordagem ao ataque pelos flancos na era Lopetegui. Tello e Quaresma são os favoritos para o onze frente ao Belenenses, dando continuidade ao que já se tinha visto na última partida no Dragão, face ao V. Setúbal.

Todavia, essa foi mesmo a única vez em que os dois extremos puros coincidiram na formação titular. E mesmo assim, a saída do espanhol aos 62’ cerceou o campo de análise, embora o tento de penálti de Quaresma e o passe de Tello para golo de Jackson tenham garantido bons indicadores. Embora o técnico possa sempre enveredar por soluções híbridas, aproveitando a versatilidade de Óliver ou Quintero, nesta primeira aparição sem o argelino devem ser Quaresma e Tello as setas apontadas pelas alas como solução ideal.

in "record.pt"