segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Filho de Domingos Paciência brilha nas selecções jovens
Domingos Paciência já tem um seguidor no futebol: chama-se Gonçalo Paciência e é filho do treinador do Sp. Braga. Tal como o pai, também Gonçalo demonstra um jeito particular para fazer golos. Nos últimos dias marcou nos dois jogos que a selecção sub-17 disputou em Maputo, onde se realizam os Jogos da CPLP.
Gonçalo Paciência fez o quarto golo frente a Moçambique e o segundo sobre Angola, neste domingo, nas vitórias por 4-1 e 2-0. «A exibição não foi muito boa, mas conseguimos ganhar e consegui marcar um golo que é sempre bom», referiu o jogador ao site da Federação. «Marcar no meu dia de anos foi de facto especial.»
O golo em dia de aniversário não foi porém a única prenda que recebeu. «É a primeira vez que faço anos longe da minha família. É sempre bom vir à Selecção e passar o meu aniversário aqui ainda é melhor. Ontem, após o jantar, cantaram-me os parabéns, ofereceram-me um bolo e a Federação deu-me um presente.»
Aos dezasseis anos, Gonçalo Paciência já conta com dez internacionalizações (oito nos Sub-16 e duas nos Sub-17), pelo que é no espaço da equipa nacional que o jovem avançado do F.C. Porto se tem afirmado. Nesses sentido, olha para o futuro e diz querer «continuar a marcar golos para ajudar a Selecção a vencer».
«Gostamos de estar em Moçambique. O espírito é muito bom. Queremos conquistar o torneio, se possível antes de disputar o último jogo. Não queremos adiar as decisões para a partida com Cabo Verde, por isso queremos ganhar amanhã à Guiné-Bissau», finalizou o jovem, que como o pai se afirma como um jogador de área.
in "maisfutebol.iol.pt"
Ruben é dúvida para a Supertaça
Ruben Micael lesionou-se frente ao PSG, mas ontem defrontou o Bordéus com a condição de não forçar. Uma lesão na face posterior da coxa direita obrigou-o, contudo, a sair ao minuto 16, tendo sido prontamente assistido no banco de suplentes. Assim sendo, o madeirense vai ser hoje reavaliado, no regresso do FC Porto aos trabalhos, marcado para as 17 horas.
No lançamento do Torneio de Paris, recorde-se, Villas-Boas tinha referido que o mais importante era não surgirem lesões, mas o azar bateu à porta de Ruben, que fica em dúvida para a Supertaça.
in "record.pt"
No lançamento do Torneio de Paris, recorde-se, Villas-Boas tinha referido que o mais importante era não surgirem lesões, mas o azar bateu à porta de Ruben, que fica em dúvida para a Supertaça.
in "record.pt"
Quarta-feira é data limite para Bruno Alves
Alexey Miller, presidente do Conselho de Administração da Gazprom, companhia de gás proprietária do Zenit, anuncia contratação para breve de um «reforço sonante» e Bruno Alves é o nome que encaixa nessa definição.
Já não é novo o interesse do Zenit no central portista mas agora, analisando as declarações do «dono» do emblema russo, tudo deverá concluir-se muito em breve. A imprensa russa refere 48 horas, máximo quarta-feira, para que as negociações entre Zenit e Porto fiquem concluídas e Bruno Alves se junte a Danny e Fernando Meira, na Rússia.
Alexey Miller, da Gazprom, companhia de gás dona do Zenit e a maior da Rússia, promete anunciar um «reforço sonante» num curto espaço de tempo e o facto de Bruno ainda não ter feito qualquer jogo pelos azuis e brancos, inclusive este fim-de-semana no Torneio de Paris, é indicativo de que o central não entra no planeamento de André Villas-Boas para a época 2010/2011. Caso se confirme a transferência do central para a Rússia, os azuis e brancos deverão encaixar uma verba situada entre os 18 e os 23 milhões de euros e Bruno deverá assinar por quatro anos.
In "zerozero.pt"
Já não é novo o interesse do Zenit no central portista mas agora, analisando as declarações do «dono» do emblema russo, tudo deverá concluir-se muito em breve. A imprensa russa refere 48 horas, máximo quarta-feira, para que as negociações entre Zenit e Porto fiquem concluídas e Bruno Alves se junte a Danny e Fernando Meira, na Rússia.
Alexey Miller, da Gazprom, companhia de gás dona do Zenit e a maior da Rússia, promete anunciar um «reforço sonante» num curto espaço de tempo e o facto de Bruno ainda não ter feito qualquer jogo pelos azuis e brancos, inclusive este fim-de-semana no Torneio de Paris, é indicativo de que o central não entra no planeamento de André Villas-Boas para a época 2010/2011. Caso se confirme a transferência do central para a Rússia, os azuis e brancos deverão encaixar uma verba situada entre os 18 e os 23 milhões de euros e Bruno deverá assinar por quatro anos.
In "zerozero.pt"
Superleague: Álvaro Parente longe dos lugares cimeiros
O piloto português Álvaro Parente, do FC Porto, não ficou muito satisfeito com a prestação alcançada na ronda espanhola, onde não foi além do oitavo e 11.º lugar nas duas corridas disputadas.
Na etapa espanhola, que decorreu no circuito Jarama, nos arredores de Madrid, Álvaro Parente não conseguiu lutar pelos lugares cimeiros e teve de contentar-se com um oitavo e 11.º lugar.
Após esta prestação, O FC Porto continua na nona posição do campeonato, após realizadas quatro rondas.
in "abola.pt""
Na etapa espanhola, que decorreu no circuito Jarama, nos arredores de Madrid, Álvaro Parente não conseguiu lutar pelos lugares cimeiros e teve de contentar-se com um oitavo e 11.º lugar.
Após esta prestação, O FC Porto continua na nona posição do campeonato, após realizadas quatro rondas.
in "abola.pt""
Rúben Micael tem lesão na coxa
Rúben Micael foi obrigado a abandonar o jogo com o Bordeús aos 17 minutos, sendo substituído por Castro. O médio sofreu uma falta logo nos primeiros minutos e ficou com dores na face posterior da coxa direita. André Villas-Boas e o médico Nélson Puga ainda lhe perguntaram se podia continuar, mas como as dores persistiram a decisão de o retirar do jogo foi tomada. Quando saiu foi-lhe aplicado gelo na coxa. André Villas-Boas referiu no final que a lesão de Rúben Micael não deve ser preocupante, podendo, em princípio, defrontar o Benfica. Hoje, no regresso ao trabalho, será reavaliado.
Cheque de 650 mil euros para esquecer mágoas
Apesar das duas derrotas, o FC Porto não regressou de Paris de mãos a abanar. Além do natural prestígio de participar numa prova com equipa de alto valor, recebeu um cheque de 650 mil euros, que foi o cachet distribuído por igual aos participantes. Um valor bem interessante para uma prova de pré-temporada que até nem teve grande sucesso a nível de público. Se em termos financeiros a prova compensou, resta saber se o efeito desportivo será idêntico. Isto porque o FC Porto fez dois jogos num relvado pesado e uma bola bem diferente da que será usada no campeonato português.
Uma bola (ainda mais) esquisita
Villas-Boas queixou-se no final do jogo e percebeu-se em alguns jogadores a dificuldade para controlar e passar a bola usada neste torneio. É de uma marca diferente - Puma - daquela com que têm treinado desde o início da preparação e isso acabou por condicionar a equipa e, provavelmente, até prejudicado os jogadores que têm vindo a habituar-se à Jabulani desde o princípio da época, com os lamentos e resmungos que são conhecidos e também os aplausos de alguns, poucos, a quem a bola da Adidas beneficia por terem um pontapé forte. Hulk é um deles.
Publicidade nas costas foi tapada
O FC Porto voltou a usar a camisola alternativa, com uma nuance em relação ao encontro com o PSG: a publicidade da SuperBock foi tapada com uma fita preta por uma questão de precaução. É que a lei francesa proíbe a propaganda a bebidas alcoólicas em recintos desportivos e em equipas de futebol. O jogo passou em directo em Portugal e o "sponsor" acabou por perder, compreensivelmente, 90 minutos de exposição mediática.
Poucas centenas nas bancadas
Ao contrário da véspera, o jogo do FC Porto foi o primeiro do dia, pelo que as bancadas estavam quase despidas de público.
Algumas centenas de emigrantes e outros tantos adeptos do Bordéus assistiram à partida, mas mesmo que estivessem todos juntos não chegavam para encher uma única bancada. Naturalmente, com o aproximar da partida do PSG, o estádio foi ficando mais composto.
Cinco na bancada
Desta vez, todos os que poderão estar de saída foram para o banco, mas mesmo assim houve quem tivesse de assistir ao encontro na bancada. Villas-Boas optou por deixar de fora Moutinho, Fernando, Helton, Guarín e Miguel Lopes, todos titulares na véspera. Curioso é que inscreveu 23 jogadores na ficha quando só poderiam lá estar 22.
Treino à tarde
Terminada a participação no Torneio de Paris, a comitiva portista regressou de imediato a Portugal, onde chegou por volta da 1h30 da madrugada. Contudo, hoje não é dia de descanso para o plantel. O primeiro jogo oficial está marcado para sábado e, por isso, Villas-Boas marcou um treino para as 17 horas. Será o início da última semana de testes.
Valeri marcou na estreia
Desta vez, foi entrada com o pé direito. Cedido ao Almeria pelo FC Porto, clube a que está vinculado ainda por mais um ano, o argentino Valeri marcou um golo, a passe de José Ramon, logo no primeiro jogo pela equipa espanhola. Foi o sexto e último da goleada (6-0) ao Costa Cálida, equipa da III Divisão. O médio jogou apenas os segundos 45 minutos.
in "ojogo.pt"
Cheque de 650 mil euros para esquecer mágoas
Apesar das duas derrotas, o FC Porto não regressou de Paris de mãos a abanar. Além do natural prestígio de participar numa prova com equipa de alto valor, recebeu um cheque de 650 mil euros, que foi o cachet distribuído por igual aos participantes. Um valor bem interessante para uma prova de pré-temporada que até nem teve grande sucesso a nível de público. Se em termos financeiros a prova compensou, resta saber se o efeito desportivo será idêntico. Isto porque o FC Porto fez dois jogos num relvado pesado e uma bola bem diferente da que será usada no campeonato português.
Uma bola (ainda mais) esquisita
Villas-Boas queixou-se no final do jogo e percebeu-se em alguns jogadores a dificuldade para controlar e passar a bola usada neste torneio. É de uma marca diferente - Puma - daquela com que têm treinado desde o início da preparação e isso acabou por condicionar a equipa e, provavelmente, até prejudicado os jogadores que têm vindo a habituar-se à Jabulani desde o princípio da época, com os lamentos e resmungos que são conhecidos e também os aplausos de alguns, poucos, a quem a bola da Adidas beneficia por terem um pontapé forte. Hulk é um deles.
Publicidade nas costas foi tapada
O FC Porto voltou a usar a camisola alternativa, com uma nuance em relação ao encontro com o PSG: a publicidade da SuperBock foi tapada com uma fita preta por uma questão de precaução. É que a lei francesa proíbe a propaganda a bebidas alcoólicas em recintos desportivos e em equipas de futebol. O jogo passou em directo em Portugal e o "sponsor" acabou por perder, compreensivelmente, 90 minutos de exposição mediática.
Poucas centenas nas bancadas
Ao contrário da véspera, o jogo do FC Porto foi o primeiro do dia, pelo que as bancadas estavam quase despidas de público.
Algumas centenas de emigrantes e outros tantos adeptos do Bordéus assistiram à partida, mas mesmo que estivessem todos juntos não chegavam para encher uma única bancada. Naturalmente, com o aproximar da partida do PSG, o estádio foi ficando mais composto.
Cinco na bancada
Desta vez, todos os que poderão estar de saída foram para o banco, mas mesmo assim houve quem tivesse de assistir ao encontro na bancada. Villas-Boas optou por deixar de fora Moutinho, Fernando, Helton, Guarín e Miguel Lopes, todos titulares na véspera. Curioso é que inscreveu 23 jogadores na ficha quando só poderiam lá estar 22.
Treino à tarde
Terminada a participação no Torneio de Paris, a comitiva portista regressou de imediato a Portugal, onde chegou por volta da 1h30 da madrugada. Contudo, hoje não é dia de descanso para o plantel. O primeiro jogo oficial está marcado para sábado e, por isso, Villas-Boas marcou um treino para as 17 horas. Será o início da última semana de testes.
Valeri marcou na estreia
Desta vez, foi entrada com o pé direito. Cedido ao Almeria pelo FC Porto, clube a que está vinculado ainda por mais um ano, o argentino Valeri marcou um golo, a passe de José Ramon, logo no primeiro jogo pela equipa espanhola. Foi o sexto e último da goleada (6-0) ao Costa Cálida, equipa da III Divisão. O médio jogou apenas os segundos 45 minutos.
in "ojogo.pt"
André Villas-Boas : "Benfica? Motivação será outra"
A passagem do FC Porto por Paris saldou-se por duas derrotas, embora para o treinador dos dragões esse seja um detalhe, por se estar ainda na pré-temporada. "Quantas vitórias consecutivas tivemos?", atirou aos jornalistas quando confrontado com o desempenho ante PSG e Bordéus.
Mais importante do que os resultados foram os apontamentos que tomou daquilo que correu mal e promete corrigir ao longo de uma semana que tem no horizonte o primeiro troféu oficial da temporada, a Supertaça. "Sofremos dois golos de bola parada, temos de melhorar. Vamos tratar disso esta semana, embora seja difícil recriar em treino as situações mais emotivas de um jogo", reconheceu. Mas ressalvou que esses lances tiveram origem na "constante procura da falta e um árbitro que apitou tudo e ajudou à festa dos clubes franceses". "Já no jogo do Bordéus com o Roma tinha sido assim. E no primeiro golo houve uma falta claríssima sobre o Sapunaru", acrescentou.
Com o pensamento no confronto com o Benfica, Villas-Boas assegurou que o "grupo terá outra motivação". "Esta semana os jogadores estarão mentalmente mais disponíveis, devido à motivação de um jogo oficial e de um título a disputar, que queremos ganhar", sublinhou o técnico portista, para quem isso seria uma forma de "dar um sinal às pessoas do clube".
Enquanto esse sinal não chega, Villas-Boas vai dando outros, como o reconhecimento que, a par das bolas paradas, "é preciso definir melhor os momentos de pressão em conjunto e melhorar a posse e a mobilidade".
Bruno Alves e Raul Meireles voltaram a não ser utilizados. Foi mais uma evidência de que vão sair? E se assim for, virá um central? O treinador recordou que também Tomás Costa não foi utilizado em Paris, evocando o limite de seis substituições por jogo, mas admitiu estar "à espera que o mercado funcione". "Se foram poupados? Nós não temos de fazer a gestão dos outros clubes, se há interessados que se mostrem", atirou, garantindo que serão ambos opção para o Benfica.
in "ojogo.pt"
Mais importante do que os resultados foram os apontamentos que tomou daquilo que correu mal e promete corrigir ao longo de uma semana que tem no horizonte o primeiro troféu oficial da temporada, a Supertaça. "Sofremos dois golos de bola parada, temos de melhorar. Vamos tratar disso esta semana, embora seja difícil recriar em treino as situações mais emotivas de um jogo", reconheceu. Mas ressalvou que esses lances tiveram origem na "constante procura da falta e um árbitro que apitou tudo e ajudou à festa dos clubes franceses". "Já no jogo do Bordéus com o Roma tinha sido assim. E no primeiro golo houve uma falta claríssima sobre o Sapunaru", acrescentou.
Com o pensamento no confronto com o Benfica, Villas-Boas assegurou que o "grupo terá outra motivação". "Esta semana os jogadores estarão mentalmente mais disponíveis, devido à motivação de um jogo oficial e de um título a disputar, que queremos ganhar", sublinhou o técnico portista, para quem isso seria uma forma de "dar um sinal às pessoas do clube".
Enquanto esse sinal não chega, Villas-Boas vai dando outros, como o reconhecimento que, a par das bolas paradas, "é preciso definir melhor os momentos de pressão em conjunto e melhorar a posse e a mobilidade".
Bruno Alves e Raul Meireles voltaram a não ser utilizados. Foi mais uma evidência de que vão sair? E se assim for, virá um central? O treinador recordou que também Tomás Costa não foi utilizado em Paris, evocando o limite de seis substituições por jogo, mas admitiu estar "à espera que o mercado funcione". "Se foram poupados? Nós não temos de fazer a gestão dos outros clubes, se há interessados que se mostrem", atirou, garantindo que serão ambos opção para o Benfica.
in "ojogo.pt"
domingo, 1 de agosto de 2010
Bordéus-FC Porto, 2-1: Com dedo de terceiros
O que mudou de um dia para o outro? Para além dos rostos, praticamente nada. Este Domingo o FC Porto voltou a actuar de acordo com o seu plano e criou diversas oportunidades. Os desenhos voltaram a ser difíceis de acompanhar e a pressão manteve-se apertada. As feições estão cada vez mais marcadas. O colectivo continua a crescer. E não serão desfechos injustos a condicioná-lo.
O método «bola parada», cada vez mais decisivo em partidas equilibradas, foi o primeiro a gerar pânico. Belluschi cobrou um canto da direita, Ukra cabeceou por cima. Do mesmo ponto e com repetição no marcador, surgiria nova aflição para a defesa do Bordéus, desta vez em dose dupla. A cabeçada de Sapunaru e a recarga de Walter, todavia, esbarraram no guarda-redes contrário.
Tal como frente ao PSG, era o FC Porto quem mais e melhor corria pelo golo, faltando-lhe apenas um pouco de fortuna na finalização. Em cima da meia hora, Walter confirmou a agressividade atacante que todos lhe reconhecem. Primeiro, e após assistência de Belluschi, rematou por cima. À segunda, e após jogada colectiva perfeita, culminou a combinação entre Belluschi e Varela com um remate seco, de pé esquerdo.
Sem que a sua produção o justificasse, o Bordéus acabaria de empatar, num lance que constituiu o cúmulo da tendência caseira da arbitragem. Da cobrança de uma falta inexistente, gerou-se confusão na área do FC Porto, com Ciani a empurrar descaradamente Sapunaru, permitindo a cabeçada de um companheiro. Todos viram menos o juiz. Inaceitável num torneio com este prestígio.
Quase sem pestanejar, o Dragão voltou à carga, com Falcao e James a darem nova dinâmica. A injustiça também serve para testar o Dragão e a pressão repetiu-se, sempre à procura de conquistar a bola, empurrar o adversário e abrir espaços. Seria, contudo, o Bordéus a chegar ao segundo golo, com felicidade e sem merecimento. Estava (mal) escrita a história de mais um jogo de preparação.
FICHA DO JOGO
Torneio de Paris 2010-08-01 (2ª jornada)
Parque dos Príncipes, em Paris
Árbitro: Jean-Charles Caillex (França)
Assistentes: Fedji Harchay e Hicham Zakrani
BORDÉUS: Olimpa; Chalme «cap.», Saunier, Ciani e Marange; Ducasse; Sertic, Jussié e Traoré; Saivet e Ayite
Substituições: Saunier por Henrique (46m), Sertic por Plasil (60m), Ayite por Gourcuff (66m), Traoré por Wendel (66m), Saivet por Cavenaghi (66m) e Ducasse por Sane (79m)
Não utilizados: Andrietti, Diarra, Fernando, Bellion, Lasne e Tremoulinas
Treinador: Jean Tigana
FC PORTO: Beto; Sapunaru, Sereno, Maicon e Alvaro Pereira «cap.»; Souza, Belluschi e Ruben Micael; Ukra, Walter e Varela
Substituições: Ruben Micael por Castro (16m), Alvaro Pereira por Rafa (46m), Walter por Falcao (60m), Varela por James (60m), Maicon por Rolando (64m) e Sapunaru por Fucile (71m)
Não utilizados: Kieszek, Bruno Alves, Raul Meireles, Rodríguez, Hulk e Tomás Costa
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Walter (29m), Ayite (60m) e Ciani (83m)
Disciplina: Cartão amarelo a Chalmet (39m), Varela (45m), Maicon (62m) e Sane (81m)
in "fcporto.pt"
O método «bola parada», cada vez mais decisivo em partidas equilibradas, foi o primeiro a gerar pânico. Belluschi cobrou um canto da direita, Ukra cabeceou por cima. Do mesmo ponto e com repetição no marcador, surgiria nova aflição para a defesa do Bordéus, desta vez em dose dupla. A cabeçada de Sapunaru e a recarga de Walter, todavia, esbarraram no guarda-redes contrário.
Tal como frente ao PSG, era o FC Porto quem mais e melhor corria pelo golo, faltando-lhe apenas um pouco de fortuna na finalização. Em cima da meia hora, Walter confirmou a agressividade atacante que todos lhe reconhecem. Primeiro, e após assistência de Belluschi, rematou por cima. À segunda, e após jogada colectiva perfeita, culminou a combinação entre Belluschi e Varela com um remate seco, de pé esquerdo.
Sem que a sua produção o justificasse, o Bordéus acabaria de empatar, num lance que constituiu o cúmulo da tendência caseira da arbitragem. Da cobrança de uma falta inexistente, gerou-se confusão na área do FC Porto, com Ciani a empurrar descaradamente Sapunaru, permitindo a cabeçada de um companheiro. Todos viram menos o juiz. Inaceitável num torneio com este prestígio.
Quase sem pestanejar, o Dragão voltou à carga, com Falcao e James a darem nova dinâmica. A injustiça também serve para testar o Dragão e a pressão repetiu-se, sempre à procura de conquistar a bola, empurrar o adversário e abrir espaços. Seria, contudo, o Bordéus a chegar ao segundo golo, com felicidade e sem merecimento. Estava (mal) escrita a história de mais um jogo de preparação.
FICHA DO JOGO
Torneio de Paris 2010-08-01 (2ª jornada)
Parque dos Príncipes, em Paris
Árbitro: Jean-Charles Caillex (França)
Assistentes: Fedji Harchay e Hicham Zakrani
BORDÉUS: Olimpa; Chalme «cap.», Saunier, Ciani e Marange; Ducasse; Sertic, Jussié e Traoré; Saivet e Ayite
Substituições: Saunier por Henrique (46m), Sertic por Plasil (60m), Ayite por Gourcuff (66m), Traoré por Wendel (66m), Saivet por Cavenaghi (66m) e Ducasse por Sane (79m)
Não utilizados: Andrietti, Diarra, Fernando, Bellion, Lasne e Tremoulinas
Treinador: Jean Tigana
FC PORTO: Beto; Sapunaru, Sereno, Maicon e Alvaro Pereira «cap.»; Souza, Belluschi e Ruben Micael; Ukra, Walter e Varela
Substituições: Ruben Micael por Castro (16m), Alvaro Pereira por Rafa (46m), Walter por Falcao (60m), Varela por James (60m), Maicon por Rolando (64m) e Sapunaru por Fucile (71m)
Não utilizados: Kieszek, Bruno Alves, Raul Meireles, Rodríguez, Hulk e Tomás Costa
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Walter (29m), Ayite (60m) e Ciani (83m)
Disciplina: Cartão amarelo a Chalmet (39m), Varela (45m), Maicon (62m) e Sane (81m)
in "fcporto.pt"
Walter: "É sempre bom marcar"
O avançado Walter estreou-se a titular frente ao Bordéus e fez logo o seu primeiro golo de dragão ao peito, porém não foi suficiente para segurar a vitória, uma vez que na segunda parte a equipa adversária deu a volta ao marcador.
“É sempre bom marcar, mas o importante é o grupo, por isso foi pena pela derrota. Agora vamos erguer a cabeça e pensar no importante jogo que vamos ter no sábado [frente ao Benfica para a Supertaça Cândido de Oliveira]”, disse o jogador brasileiro.
“Foi difícil para mim, pois praticamente apenas fiz um treino e já não jogava há muito tempo. O treinador decidiu trazer-me e graças a Deus fiz o golo”, contou Walter, que recusou qualquer comparação com o seu conterrâneo Hulk: “Sempre que o Hulk joga é o melhor em campo. É um jogador fantástico e ainda bem que podemos estar juntos no FC Porto”.
in "ojogo.pt"
“É sempre bom marcar, mas o importante é o grupo, por isso foi pena pela derrota. Agora vamos erguer a cabeça e pensar no importante jogo que vamos ter no sábado [frente ao Benfica para a Supertaça Cândido de Oliveira]”, disse o jogador brasileiro.
“Foi difícil para mim, pois praticamente apenas fiz um treino e já não jogava há muito tempo. O treinador decidiu trazer-me e graças a Deus fiz o golo”, contou Walter, que recusou qualquer comparação com o seu conterrâneo Hulk: “Sempre que o Hulk joga é o melhor em campo. É um jogador fantástico e ainda bem que podemos estar juntos no FC Porto”.
in "ojogo.pt"
«Árbitro beneficiou os franceses»
No final da partida entre o Bordéus e o FC Porto, a contar para o Torneio Cidade de Paris, que terminou com a vitória dos franceses por 2-1, o treinador dos dragões, André Villas-Boas, mostrou-se desagradado com a arbitragem.
"Normalmente criamos muitas oportunidades de bola parada, hoje não fomos nós, foram eles. Mas o árbitro também ajudou, pois marcou muitas faltas. Nas bolas paradas é uma questão de detalhe e temos de analisar os golos sofridos."
Com o jogo da Supertaça frente ao Benfica à porta o técnico revelou que a equipa "vai agora encarar a semana com muita concentração."
Vilas-Boas mostrou-se satisfeito com a gestão do plantel durante o torneio e garantiu que Bruno Alves e Raul Meireles são opções para o jogo com o Benfica:
"Claro que são opções e se cá estiverem serão utilizados. São jogadores que geram mercado mas se há interessados que se mostrem e paguem o dinheiro" finalizou.
in "record.pt"
"Normalmente criamos muitas oportunidades de bola parada, hoje não fomos nós, foram eles. Mas o árbitro também ajudou, pois marcou muitas faltas. Nas bolas paradas é uma questão de detalhe e temos de analisar os golos sofridos."
Com o jogo da Supertaça frente ao Benfica à porta o técnico revelou que a equipa "vai agora encarar a semana com muita concentração."
Vilas-Boas mostrou-se satisfeito com a gestão do plantel durante o torneio e garantiu que Bruno Alves e Raul Meireles são opções para o jogo com o Benfica:
"Claro que são opções e se cá estiverem serão utilizados. São jogadores que geram mercado mas se há interessados que se mostrem e paguem o dinheiro" finalizou.
in "record.pt"
«Hulk é único e sou fã dele»
O mais recente reforço dos dragões, Walter, estreou-se a marcar frente ao Bordéus, e mostrou-se satisfeito com o seu desempenho apesar de lamentar a derrota da sua equipa.
"É sempre bom marcar. Um avançado vive de golos. Tenho tentado adaptar-me ao futebol praticado pela equipa, pois em Portugal é tudo muito mais rápido, mas correu bem apesar de não jogar há dois meses e ainda não estar em forma," frisou.
"Perdemos mas há que levantar a cabeça e trabalhar para estarmos bem frente ao Benfica," acrescentou o Bigorna, revelando que foi "muito bem recebido por todos" e rejeitando qualquer comparação com o estilo de Hulk. "Ele é único, sou um grande fã dele," finalizou.
in "record.pt"
"É sempre bom marcar. Um avançado vive de golos. Tenho tentado adaptar-me ao futebol praticado pela equipa, pois em Portugal é tudo muito mais rápido, mas correu bem apesar de não jogar há dois meses e ainda não estar em forma," frisou.
"Perdemos mas há que levantar a cabeça e trabalhar para estarmos bem frente ao Benfica," acrescentou o Bigorna, revelando que foi "muito bem recebido por todos" e rejeitando qualquer comparação com o estilo de Hulk. "Ele é único, sou um grande fã dele," finalizou.
in "record.pt"
Anderson no Porto: «É a melhor cidade do mundo para eu recuperar»
A época acabou para Anderson. O brasileiro do Manchester United contraiu uma grave lesão no joelho direito e terá de parar cerca de meio ano. O ex-jogador do F.C. Porto será operado na Cidade Invicta na próxima sexta-feira de manhã.
Em declarações exclusivas ao Maisfutebol/TVI, Anderson explicou os motivos que o levaram a optar pelo cirurgião José Carlos Noronha. «Quando fiz aquela lesão grave no pé, contra o Benfica (n.d.r. após entrada de Katsouranis), foi ele que me tratou e tudo correu bem», referiu o esquerdino. «É um médico espectacular e tenho inteira confiança nele. O ManUtd também tem um bom departamento médico, mas achei que o melhor era ser operado pelo José Carlos Noronha.»
Anderson explica a má fase no ManUtd
Sempre de sorriso nos lábios, o médio do ManUtd explicou o que se passou na partida frente ao West Ham, no dia 24 de Fevereiro. «Senti os ligamentos a romperem, na parte de trás do joelho. O jogo levava apenas seis minutos, estava a sentir-me bem e foi acontecer-me isto¿ Mas o futebol é isto e as coisas podem acontecer quando menos se espera.»
«Quero estar a 100 por cento no início da temporada»
Anderson esteve apenas uma época e meia no F.C. Porto, mas envolveu-se emocionalmente com o clube e os adeptos. Para o atleta dos red devils, cada viagem a Portugal carrega uma enormidade de boas memórias. Mesmo agora, num período difícil da sua carreira, o brasileiro não perde de vista as boas sensações que a cidade do Porto lhe provoca.
«É sempre importante para mim voltar ao Porto e reencontrar os meus amigos. Tenho um grande carinho por essa cidade. É o melhor lugar do mundo para poder recuperar bem», confessou Anderson, que irá tentar estar com alguns ex-colegas dos azuis e brancos.
«Vai dar para matar saudades dos meus amigos no clube, mas tenho, antes de mais, de pensar na minha recuperação. As lesões no joelho são sempre complicadas e eu quero fazer um bom trabalho de fisioterapia para estar a 100 por cento no início da próxima época.»
in "maisfutebol.iol.pt"
Em declarações exclusivas ao Maisfutebol/TVI, Anderson explicou os motivos que o levaram a optar pelo cirurgião José Carlos Noronha. «Quando fiz aquela lesão grave no pé, contra o Benfica (n.d.r. após entrada de Katsouranis), foi ele que me tratou e tudo correu bem», referiu o esquerdino. «É um médico espectacular e tenho inteira confiança nele. O ManUtd também tem um bom departamento médico, mas achei que o melhor era ser operado pelo José Carlos Noronha.»
Anderson explica a má fase no ManUtd
Sempre de sorriso nos lábios, o médio do ManUtd explicou o que se passou na partida frente ao West Ham, no dia 24 de Fevereiro. «Senti os ligamentos a romperem, na parte de trás do joelho. O jogo levava apenas seis minutos, estava a sentir-me bem e foi acontecer-me isto¿ Mas o futebol é isto e as coisas podem acontecer quando menos se espera.»
«Quero estar a 100 por cento no início da temporada»
Anderson esteve apenas uma época e meia no F.C. Porto, mas envolveu-se emocionalmente com o clube e os adeptos. Para o atleta dos red devils, cada viagem a Portugal carrega uma enormidade de boas memórias. Mesmo agora, num período difícil da sua carreira, o brasileiro não perde de vista as boas sensações que a cidade do Porto lhe provoca.
«É sempre importante para mim voltar ao Porto e reencontrar os meus amigos. Tenho um grande carinho por essa cidade. É o melhor lugar do mundo para poder recuperar bem», confessou Anderson, que irá tentar estar com alguns ex-colegas dos azuis e brancos.
«Vai dar para matar saudades dos meus amigos no clube, mas tenho, antes de mais, de pensar na minha recuperação. As lesões no joelho são sempre complicadas e eu quero fazer um bom trabalho de fisioterapia para estar a 100 por cento no início da próxima época.»
in "maisfutebol.iol.pt"
Rolando desvaloriza derrota
O defesa-central Rolando diz que o FC Porto tem deixado boas indicações, por isso não se mostra preocupado com a derrota diante do PSG. Ainda assim, admite que «é sempre mau perder».
«Entramos sempre para vencer. Foi um jogo de preparação e o golo surgiu quase no final. É sempre mau perder e temos de corrigir algumas coisas. Porém, temos deixado boas indicações», afirmou Rolando, em declarações prestadas em falsh interview.
in "abola.pt"
«Entramos sempre para vencer. Foi um jogo de preparação e o golo surgiu quase no final. É sempre mau perder e temos de corrigir algumas coisas. Porém, temos deixado boas indicações», afirmou Rolando, em declarações prestadas em falsh interview.
in "abola.pt"
Villas-Boas: «Walter deu boas indicações»
O avançado Walter fez este sábado a estreia com a camisola do FC Porto - alinhou 30 minutos - e deixou o técnico André Villas-Boas convencido de que a sua contratação foi acertada.
"Deu boas indicações, mas também há que ter em atenção que ele só tem um treino com a equipa. Vai demorar a adaptar-se, mas é um jogador que vem adicionar qualidade ao plantel e tentaremos que ele se integre o mais rápido possível", explicou o técnico do FC Porto, que garantiu que a troca de Walter por Falcão foi para fazer descansar o colombiano.
in "record.pt"
"Deu boas indicações, mas também há que ter em atenção que ele só tem um treino com a equipa. Vai demorar a adaptar-se, mas é um jogador que vem adicionar qualidade ao plantel e tentaremos que ele se integre o mais rápido possível", explicou o técnico do FC Porto, que garantiu que a troca de Walter por Falcão foi para fazer descansar o colombiano.
in "record.pt"
Raul Meireles treinou-se após o encontro colm o PSG
Ao contrário do que aconteceu com Bruno Alves, Fucile, Ukra, Souza, Belluschi e Tomás Costa, que assistiram à partida na bancada, o nome de Raul Meireles estava na ficha de jogo.
O médio esteve no banco de suplentes durante os 90 minutos, pelo que continua por estrear-se nesta pré-temporada. Como não somou os seus primeiros minutos, Raul Meireles subiu ao relvado do Parque dos Príncipes após o final da partida, para realizar uma ligeira sessão de treino.
O internacional português esteve acompanhado pelo preparador físico José Mário Rocha.
in "record.pt"
O médio esteve no banco de suplentes durante os 90 minutos, pelo que continua por estrear-se nesta pré-temporada. Como não somou os seus primeiros minutos, Raul Meireles subiu ao relvado do Parque dos Príncipes após o final da partida, para realizar uma ligeira sessão de treino.
O internacional português esteve acompanhado pelo preparador físico José Mário Rocha.
in "record.pt"
Fernando na hierarquia dos capitães
Falcao voltou a ser a primeira escolha para capitão de equipa do FC Porto, assumindo essa responsabilidade durante 63 minutos na partida com o PSG, parte dos quais já com Helton em campo, outro dos capitães da equipa, conforme O JOGO revelou. Uma indicação de que o colombiano, com apenas um ano de clube, será mesmo a principal escolha para liderar o balneário. Quando o avançado saiu, entregou a braçadeira a Fernando, outro jogador na hierarquia dos líderes. Convém lembrar, contudo, que Bruno Alves e Raul Meireles, capitães nos últimos anos, ainda entraram nestas contas, por nunca terem jogado.
Guarín e Álvaro a jacto
Guarín e Álvaro Pereira vestiram ontem pela primeira vez a nova camisola reciclável do FC Porto, no caso a amarela. O colombiano lesionou-se no final da época passada, ao serviço da selecção, e só esta semana conseguiu treinar ao lado dos companheiros. Villas-Boas ficou convencido com a entrega do médio e ofereceu-lhe a titularidade no jogo com o PSG, o primeiro de Guarín esta época. O mesmo se aplica ao uruguaio, que só regressou de férias na terça-feira.
Pelo menos na bancada não faltaram goleadores
Pauleta e Fernando Gomes assistiram à partida em diferentes bancadas do Parque dos Príncipes. Em épocas distintas, ambos foram reis dos mercadores e juntos contabilizam algumas centenas de golos marcados. E que jeito dariam tanto a FC Porto e PSG se a idade ainda permitisse que calçassem as chuteiras… O bibota aproveitou a presença do FC Porto em Paris para passar por lá o fim-de-semana.
Franceses tiveram de mudar de roupa
O PSG foi obrigado a trocar de meias e calções à última hora quando se apercebeu de que as cores eram muito parecidas com as do FC Porto. Sendo o anfitrião, o PSG permitiu que os portistas jogassem de calções e meias azuis, trocando o seu equipamento para branco, com camisola vermelha. Os dragões usaram o amarelo alternativo, mas sempre ecológico.
Sem Jabulani, para variar
O Torneio de Paris está a ser disputado com a bola que será adoptada no campeonato gaulês, que é da Puma. Portanto, bem diferente da Jabulani que tanta polémica tem levantado. Só que é mesmo com essa que os portistas vão jogar ao longo da época. Este fim-de-semana desabituaram-se um pouco da bola do Mundial sul-africano, sendo "apresentados" a uma outra.
Emigrantes presentes
O FC Porto contou com o apoio de muitos emigrantes lusos que rivalizaram em número com os adeptos do PSG. Quando o animador de serviço pediu que se manifestassem percebeu-se isso mesmo: os portistas estavam bem distribuídos pelas bancadas, numa tarde de bastante calor em Paris. Até alguns elementos dos SuperDragões viajaram de Portugal com o propósito de apoiar a equipa.
in "ojogo.pt"
Guarín e Álvaro a jacto
Guarín e Álvaro Pereira vestiram ontem pela primeira vez a nova camisola reciclável do FC Porto, no caso a amarela. O colombiano lesionou-se no final da época passada, ao serviço da selecção, e só esta semana conseguiu treinar ao lado dos companheiros. Villas-Boas ficou convencido com a entrega do médio e ofereceu-lhe a titularidade no jogo com o PSG, o primeiro de Guarín esta época. O mesmo se aplica ao uruguaio, que só regressou de férias na terça-feira.
Pelo menos na bancada não faltaram goleadores
Pauleta e Fernando Gomes assistiram à partida em diferentes bancadas do Parque dos Príncipes. Em épocas distintas, ambos foram reis dos mercadores e juntos contabilizam algumas centenas de golos marcados. E que jeito dariam tanto a FC Porto e PSG se a idade ainda permitisse que calçassem as chuteiras… O bibota aproveitou a presença do FC Porto em Paris para passar por lá o fim-de-semana.
Franceses tiveram de mudar de roupa
O PSG foi obrigado a trocar de meias e calções à última hora quando se apercebeu de que as cores eram muito parecidas com as do FC Porto. Sendo o anfitrião, o PSG permitiu que os portistas jogassem de calções e meias azuis, trocando o seu equipamento para branco, com camisola vermelha. Os dragões usaram o amarelo alternativo, mas sempre ecológico.
Sem Jabulani, para variar
O Torneio de Paris está a ser disputado com a bola que será adoptada no campeonato gaulês, que é da Puma. Portanto, bem diferente da Jabulani que tanta polémica tem levantado. Só que é mesmo com essa que os portistas vão jogar ao longo da época. Este fim-de-semana desabituaram-se um pouco da bola do Mundial sul-africano, sendo "apresentados" a uma outra.
Emigrantes presentes
O FC Porto contou com o apoio de muitos emigrantes lusos que rivalizaram em número com os adeptos do PSG. Quando o animador de serviço pediu que se manifestassem percebeu-se isso mesmo: os portistas estavam bem distribuídos pelas bancadas, numa tarde de bastante calor em Paris. Até alguns elementos dos SuperDragões viajaram de Portugal com o propósito de apoiar a equipa.
in "ojogo.pt"
Raul Meireles no banco, Bruno Alves na bancada
Importa começar por dizer que hoje há mais um jogo e que só nessa altura se poderá tirar conclusões, mas para já fica o registo da ausência de Bruno Alves e Fucile da ficha do jogo da partida com o PSG. Villas-Boas só pode inscrever 22 nomes e optou por deixar de fora, além destes dois jogadores que podem estar de saída do Dragão, Souza, Belluschi, Tomás Costa e Ukra. Curioso é que colocou lá os três guarda-redes. Outro dos nomes que têm animado o mercado, Raul Meireles, sentou-se no banco, de onde voltou a não sair, tal como na recepção à Sampdória, e nem sequer saiu para o aquecimento, assim como Beto, Castro, Sapunaru e Varela. Ou melhor, saiu de lá após o apito final para treinar sozinho com Vítor Pereira. Para já estas escolhas de Villas-Boas não passam disso mesmo e a promessa de dar minutos a todos os atletas fica pendente do que decidir para o encontro com o Bordéus. Em todo o caso, o treinador deixou no ar a hipótese de Bruno Alves e Raul Meireles não serem utilizados, eles que têm as portas de saída abertas. O central estará a caminho do Zenit.
in "ojogo.pt"
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Erros ditam primeira derrota
Depois de três vitórias consecutivas, a uma semana de defrontar o Benfica, o FC Porto perdeu pela primeira vez na pré-época. O central Traoré deu a vitória ao PSG no último suspiro do jogo, num lance que serviu para exemplificar algumas falhas defensivas cometidas pela equipa de Villas-Boas ao longo dos 90 minutos. Para hoje está reservado o jogo com o Bordéus e a decisão sobre o vencedor do Torneio de Paris. E o FC Porto, mesmo que vença, já não pode levantar o troféu.
O que houve de positivo e negativo na exibição do FC Porto em Paris diante de muitos emigrantes portugueses? Sem dúvida, a circulação de bola durante alguns períodos do jogo merece elogios, apesar de a eficácia ofensiva não ter sido conseguida. Walter estreou-se e só tentou ganhar ritmo e Falcao ficou, mais uma vez, sem marcar. Pela negativa há a apontar as tais falhas no sector recuado, mais evidentes na segunda parte.
André Villas-Boas tinha dito que o jogo não serviria para descobrir o onze titular para a Supertaça e que o importante era continuar a dar minutos aos jogadores (Guarín e Álvaro Pereira jogaram pela primeira vez), mas deve ter ficado com ideias mais esclarecidas sobre alguns jogadores. Na primeira parte, por exemplo, a colocação do médio colombiano entorpeceu um pouco o sector, que viveu mais de João Moutinho e, no ataque, as explosões intermitentes de Hulk ficaram sem o objectivo final: o golo. O brasileiro esteve perto de o conseguir, mas Apoula negou-o aos 29 minutos. Na baliza portista, e com Rolando e Maicon à frente de Kieszek, também houve oportunidades de golo. Kezman esteve a milímetros dos festejos depois de uma cabeçada cheia de técnica.
Na segunda parte, com a entrada de Rúben Micael para o lugar de Guarín, a circulação de bola melhorou, embora o ataque, agora com James no lugar de Rodríguez, não tenha melhorado, nem tão-pouco com a substituição de Falcao por Walter. A defesa, com Emídio Rafael no lugar de Álvaro Pereira e Sereno no posto de Maicon, é que baixou de nível, tanto mais que o meio-campo defensivo também perdeu lucidez na pressão sobre a bola. Resultado: lançamento lateral, Helton ficou a meio, Rolando hesitou e Traoré não perdoou.
André Villas-Boas baralha onze da Supertaça
Como começou
Circulação
Com o sistema táctico do costume, a novidade foi a inclusão de Álvaro Pereira e Guarín. Mas só o primeiro parece perto da titularidade. Moutinho a comandar o meio-campo e Hulk a tentar o golo no ataque foram os artistas de serviço. Fernando começou muito bem, a criar jogo depois de recuperar bolas.
Como acabou
Menos eficácia
Com o PSG a acelerar, o FC Porto abanou um pouco nos processos defensivos, permitindo, por outro lado, o brilho de Helton. Sereno foi mais permissivo do que Maicon e Rolando, ainda sem o melhor ritmo, baixou de nível. Com a bola nos pés, e através de Rúben Micael, voltou a haver boa circulação de bola da equipa portista.
Paris SG 1
FC Porto 0
Estádio: Parque dos Príncipes
Árbitro Lennart Bruggemann, auxiliado por Rene Kunsleben e Dimitros Gavrilas
Treinador Antoine Kombouare
Apoula; Ceara, Camara, Traoré e Armand (Jallet, 51'); Makelele, Sessegnon e Chantôme; Maurice (Makonda, 19'), Erding e Kezman
Treinador André Villas-Boas
Kieszek (Helton, 46'); Miguel Lopes, Rolando, Maicon (Sereno, 63') e Álvaro Pereira (Emídio Rafael, 46'); Fernando, João Moutinho e Guarín (Rúben Micael, 63'); Hulk, Rodríguez (James, 63') e Falcao (Walter, 63')
Ao intervalo 0-0
Golo
Traoré (90')
Cartão amarelo a Miguel Lopes (72')
in "ojogo.pt"
O que houve de positivo e negativo na exibição do FC Porto em Paris diante de muitos emigrantes portugueses? Sem dúvida, a circulação de bola durante alguns períodos do jogo merece elogios, apesar de a eficácia ofensiva não ter sido conseguida. Walter estreou-se e só tentou ganhar ritmo e Falcao ficou, mais uma vez, sem marcar. Pela negativa há a apontar as tais falhas no sector recuado, mais evidentes na segunda parte.
André Villas-Boas tinha dito que o jogo não serviria para descobrir o onze titular para a Supertaça e que o importante era continuar a dar minutos aos jogadores (Guarín e Álvaro Pereira jogaram pela primeira vez), mas deve ter ficado com ideias mais esclarecidas sobre alguns jogadores. Na primeira parte, por exemplo, a colocação do médio colombiano entorpeceu um pouco o sector, que viveu mais de João Moutinho e, no ataque, as explosões intermitentes de Hulk ficaram sem o objectivo final: o golo. O brasileiro esteve perto de o conseguir, mas Apoula negou-o aos 29 minutos. Na baliza portista, e com Rolando e Maicon à frente de Kieszek, também houve oportunidades de golo. Kezman esteve a milímetros dos festejos depois de uma cabeçada cheia de técnica.
Na segunda parte, com a entrada de Rúben Micael para o lugar de Guarín, a circulação de bola melhorou, embora o ataque, agora com James no lugar de Rodríguez, não tenha melhorado, nem tão-pouco com a substituição de Falcao por Walter. A defesa, com Emídio Rafael no lugar de Álvaro Pereira e Sereno no posto de Maicon, é que baixou de nível, tanto mais que o meio-campo defensivo também perdeu lucidez na pressão sobre a bola. Resultado: lançamento lateral, Helton ficou a meio, Rolando hesitou e Traoré não perdoou.
André Villas-Boas baralha onze da Supertaça
Como começou
Circulação
Com o sistema táctico do costume, a novidade foi a inclusão de Álvaro Pereira e Guarín. Mas só o primeiro parece perto da titularidade. Moutinho a comandar o meio-campo e Hulk a tentar o golo no ataque foram os artistas de serviço. Fernando começou muito bem, a criar jogo depois de recuperar bolas.
Como acabou
Menos eficácia
Com o PSG a acelerar, o FC Porto abanou um pouco nos processos defensivos, permitindo, por outro lado, o brilho de Helton. Sereno foi mais permissivo do que Maicon e Rolando, ainda sem o melhor ritmo, baixou de nível. Com a bola nos pés, e através de Rúben Micael, voltou a haver boa circulação de bola da equipa portista.
Paris SG 1
FC Porto 0
Estádio: Parque dos Príncipes
Árbitro Lennart Bruggemann, auxiliado por Rene Kunsleben e Dimitros Gavrilas
Treinador Antoine Kombouare
Apoula; Ceara, Camara, Traoré e Armand (Jallet, 51'); Makelele, Sessegnon e Chantôme; Maurice (Makonda, 19'), Erding e Kezman
Treinador André Villas-Boas
Kieszek (Helton, 46'); Miguel Lopes, Rolando, Maicon (Sereno, 63') e Álvaro Pereira (Emídio Rafael, 46'); Fernando, João Moutinho e Guarín (Rúben Micael, 63'); Hulk, Rodríguez (James, 63') e Falcao (Walter, 63')
Ao intervalo 0-0
Golo
Traoré (90')
Cartão amarelo a Miguel Lopes (72')
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sábado, 31 de julho de 2010
Bigorna, o original: «Walter vai marcar ao Benfica como eu»
Walter chegou a Portugal com a alcunha de Bigorna. O reforço do F.C. Porto surgiu no Internacional de Porto Alegre e foi rapidamente comparado a Claudiomiro, o homem que marcou o primeiro golo no Estádio Beira-Rio. Ao Benfica de Eusébio, em 1969.
Claudiomiro é o Bigorna original. Baixo e largo, como Walter (176 centímetros e 86 quilos). Representou a selecção do Brasil em cinco ocasiões, no início da década de 70. Nessa altura, acumulava títulos pelo Internacional. Mas já tinha deixado a sua marca. Aquele golo ao Benfica, na inauguração do estádio em Porto Alegre, a 6 de Abril de 1969, imortalizou o Bigorna.
«Walter remata forte com os dois pés»
«O Walter foi apelidado de Claudiomiro II, mas eu era mais rápido que ele. Temos algumas parecenças, porque ele é baixinho e gordinho. Eu era mais de partir para cima, jogava no centro, o Walter cai mais nas alas e remata de longe, forte, com os dois pés», explica Claudiomiro, no início da conversa com o Maisfutebol.
O F.C. Porto contratou um craque, garante o antigo avançado, rebobinando o filme para explicar como entrou na história do Internacional de Porto Alegre. «Convidámos o Benfica para a inauguração do Beira-Rio porque jogava de vermelho, como nós. Era uma equipa fabulosa. A base da selecção de 66. Tive a felicidade de marcar o primeiro golo desse estádio, mas a minha carreira foi mais que isso», lembra.
«Vencemos por 2-1, nesse dia. Eu marquei o primeiro, lembro-me que foi um cruzamento do Valdomiro, eu estava entre os centrais, um deles era o Humberto, e marquei», recorda o Bigorna original, desejando igual sorte para o seu sucessor: «Sei que o Benfica é rival aí do Porto. Acredito que o Walter vai marcar ao Benfica como eu, tem qualidade para isso e para muito mais!»
«Tem tendência natural para engordar»
Claudiomiro terminou, aos 29 anos, uma carreira atormentada por problemas físicos e descontrolo no peso. Mais um ponto, aliás, em comum com Walter. Antes, os elogios. «O Walter sabe usar o físico, usa bem o corpo e remata com muita força. Tem muito potencial para dar certo no F.C. Porto e depois sair para Espanha, Itália ou Inglaterra. Só precisa de ter a cabeça no sítio», considera o Bigorna.
«Ele tem de saber bem o que diz. Lembro-me que chegou aqui uma vez a dizer que nunca mais jogava no Internacional. Voltou e forçou a barra de novo. Nunca pode sair de um clube como este sem deixar a porta aberta. Tentei dar-lhe conselhos, nas viagens que fazíamos juntos, espero que ele melhore», desabafa o brasileiro, que trabalha agora no Departamento de Comunicação do Internacional.
No final da conversa, entre inúmeros elogios a um potencial imenso, mais um conselho para o reforço azul e branco. «Ele tem tendência natural para engordar, como eu tinha, mas no meu tempo não havia nutricionista. Vai ter de fazer um regime para ficar em condições. Lembro-me que, quando voltou de lesão, até veio com peso a menos, portou-se muito bem. Portanto é só uma questão de manter essa situação sob controlo», remata Claudiomiro, em entrevista ao Maisfutebol
Walter assinou pelo F.C. Porto, treinou por duas vezes em Portugal e seguiu com a equipa para Paris. Os adeptos esperam ver o reforço em acção neste fim-de-semana. Até isso acontecer, aqui fica um aperitivo:
http://www.youtube.com/watch?v=qtID5TKNgI8&feature=player_embedded
in "maisfutebol"
Claudiomiro é o Bigorna original. Baixo e largo, como Walter (176 centímetros e 86 quilos). Representou a selecção do Brasil em cinco ocasiões, no início da década de 70. Nessa altura, acumulava títulos pelo Internacional. Mas já tinha deixado a sua marca. Aquele golo ao Benfica, na inauguração do estádio em Porto Alegre, a 6 de Abril de 1969, imortalizou o Bigorna.
«Walter remata forte com os dois pés»
«O Walter foi apelidado de Claudiomiro II, mas eu era mais rápido que ele. Temos algumas parecenças, porque ele é baixinho e gordinho. Eu era mais de partir para cima, jogava no centro, o Walter cai mais nas alas e remata de longe, forte, com os dois pés», explica Claudiomiro, no início da conversa com o Maisfutebol.
O F.C. Porto contratou um craque, garante o antigo avançado, rebobinando o filme para explicar como entrou na história do Internacional de Porto Alegre. «Convidámos o Benfica para a inauguração do Beira-Rio porque jogava de vermelho, como nós. Era uma equipa fabulosa. A base da selecção de 66. Tive a felicidade de marcar o primeiro golo desse estádio, mas a minha carreira foi mais que isso», lembra.
«Vencemos por 2-1, nesse dia. Eu marquei o primeiro, lembro-me que foi um cruzamento do Valdomiro, eu estava entre os centrais, um deles era o Humberto, e marquei», recorda o Bigorna original, desejando igual sorte para o seu sucessor: «Sei que o Benfica é rival aí do Porto. Acredito que o Walter vai marcar ao Benfica como eu, tem qualidade para isso e para muito mais!»
«Tem tendência natural para engordar»
Claudiomiro terminou, aos 29 anos, uma carreira atormentada por problemas físicos e descontrolo no peso. Mais um ponto, aliás, em comum com Walter. Antes, os elogios. «O Walter sabe usar o físico, usa bem o corpo e remata com muita força. Tem muito potencial para dar certo no F.C. Porto e depois sair para Espanha, Itália ou Inglaterra. Só precisa de ter a cabeça no sítio», considera o Bigorna.
«Ele tem de saber bem o que diz. Lembro-me que chegou aqui uma vez a dizer que nunca mais jogava no Internacional. Voltou e forçou a barra de novo. Nunca pode sair de um clube como este sem deixar a porta aberta. Tentei dar-lhe conselhos, nas viagens que fazíamos juntos, espero que ele melhore», desabafa o brasileiro, que trabalha agora no Departamento de Comunicação do Internacional.
No final da conversa, entre inúmeros elogios a um potencial imenso, mais um conselho para o reforço azul e branco. «Ele tem tendência natural para engordar, como eu tinha, mas no meu tempo não havia nutricionista. Vai ter de fazer um regime para ficar em condições. Lembro-me que, quando voltou de lesão, até veio com peso a menos, portou-se muito bem. Portanto é só uma questão de manter essa situação sob controlo», remata Claudiomiro, em entrevista ao Maisfutebol
Walter assinou pelo F.C. Porto, treinou por duas vezes em Portugal e seguiu com a equipa para Paris. Os adeptos esperam ver o reforço em acção neste fim-de-semana. Até isso acontecer, aqui fica um aperitivo:
http://www.youtube.com/watch?v=qtID5TKNgI8&feature=player_embedded
in "maisfutebol"
Bruno e Raul na comitiva
Os temas relacionados com o mercado de transferências ainda estão na ordem do dia. Bruno Alves e Raul Meireles continuam a ser cobiçados por vários clubes europeus mas a verdade é que viajaram com a comitiva portista para Paris. Todavia, Villas-Boas não garantiu minutos de jogo aos capitães.
“Vão jogar se eu assim o entender...”, atirou, mas sem alongar-se mais no assunto. Mais tarde, após nova pergunta sobre esses dois jogadores, o treinador deixou elogios a ambos garantindo que não vão sair ao desbarato. “Têm qualidades indiscutíveis e estão satisfeitos neste clube. Defendem a causa Porto como ninguém e, por isso, não os vão deixar sair por meia batuta. Há que esperar pela proposta certa”, esclareceu Villas-Boas.
O técnico, de resto, ainda garantiu que o FC Porto está atento ao mercado e que, apesar da chegada de Walter, ainda espera mais um avançado
in "record"
“Vão jogar se eu assim o entender...”, atirou, mas sem alongar-se mais no assunto. Mais tarde, após nova pergunta sobre esses dois jogadores, o treinador deixou elogios a ambos garantindo que não vão sair ao desbarato. “Têm qualidades indiscutíveis e estão satisfeitos neste clube. Defendem a causa Porto como ninguém e, por isso, não os vão deixar sair por meia batuta. Há que esperar pela proposta certa”, esclareceu Villas-Boas.
O técnico, de resto, ainda garantiu que o FC Porto está atento ao mercado e que, apesar da chegada de Walter, ainda espera mais um avançado
in "record"
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