domingo, 9 de janeiro de 2011

Falcao garante desconhecer interesse de outros clubes


Após a vitória do F.C. Porto ante o Marítimo, avançado colombiano do F.C. Porto, Radamel Falcao, justificou, no Twitter, a sua ausência do jogo por lesão, acrescentando que só pensa no Porto e em "fazer uma boa época com a equipa".
Ontem, sábado, o goleador não deu o seu contributo na goleado da equipa azul e branco no Dragão, mas tratou de sossegar os seus fãs na rede social.
"Tive um problema muscular e por isso não joguei, de qualquer forma esta semana integro-me no plantel e posso estar disponível para o jogo de domingo", escreveu poucas horas após o jogo do F.C. Porto.
Falcao também demonstrou que sabe das notícias sobre o alegado assédio de clubes estrangeiros, mas coloca-as para canto.
"Neste momento só penso no Porto, em fazer uma boa época com a equipa. Dos interesses de clubes que se fala não sei de nada", "twittou" depois de elogiar o belo golo do colega e compatriota, Guarín, classificando-o de "bomba impressionante".
 
in "jn.pt"

James Rodrigez: Declarações (video)

Pinto da Costa: "Estávamos todos cheios de medo..."

Pinto da Costa aproximou-se ontem dos jornalistas com o objectivo de desejar as "rápidas melhores" ao "amigo" Alberto João Jardim, embora não se tenha negado a responder a perguntas sobre futebol. Os festejos efusivos na tribuna presidencial pelo quarto golo apontado serviram de arranque para a conversa que se seguiu. Teria sido aquele momento um grito de revolta pelas críticas que se seguiram à derrota frente ao Nacional? Pinto da Costa diz que não. A culpa foi mesmo de James. "Nada disso. Revolta porquê? Por termos perdido um jogo da Taça da Liga? Aliás, nem me importo de perder todos os jogos da Taça da Liga. Festejei daquela forma porque o James conseguiu finalmente marcar. Ele andava à procura de um grande golo e marcou depois de uma grande jogada. Fiquei muito feliz, sobretudo porque ele tem tido azar na finalização. Foi apenas isso", explicou. Depois, Pinto da Costa foi confrontado com as constantes trocas de palavras entre André Villas-Boas e Jorge Jesus. "Tem sido muito giro. É bonito. Sinceramente, tenho gostado de tudo. Cada um no seu estilo, mas tenho gostado", afirmou, antes ainda de voltar a comentar as palavras do treinador do Benfica sobre os recentes elogios que recebeu do próprio… Pinto da Costa. "Gostei imenso da resposta dele. Ele é uma pessoa inteligente e por isso é que sou amigo dele, até porque não gosto de gente estúpida". O líder portista respondeu ainda à questão sobre o que poderá tirar o FC Porto da rota do título - "se perdermos três jogos e os vermelhos os ganharem todos" - antes de voltar a falar, com uma forte carga de ironia, sobre as palavras "desestabilizadores" de Jorge Jesus. "Estamos muito desestabilizados… Aliás, não se notou hoje [ontem]? É uma pressão negativa. Estávamos todos a tremer, cheios de medo e nem sequer fizemos golos bonitos. Aliás, nem sei o que vai acontecer com o Pinhalnovense, porque a equipa está muito nervosa", concluiu.

in "ojogo.pt"

O FC Porto um a um


Guarín 8
Dois golaços de se lhe tirar o chapéu

Cedo se percebeu que estava tentado a rematar de longe. Quando teve espaço, não pediu licença: a quase 40 metros da baliza, atirou e até ele próprio ficou surpreendido quando a bola bateu nas redes. Um golão que por si só valeu o dinheiro do lugar anual para os sócios portistas. Empolgado, cresceu, assumiu as despesas de ataques e voltou a marcar; agora com o pé esquerdo e mais perto da baliza, mas mesmo assim fora da área. Mais um grande momento, que teve direito a dança com o "sombrero vueltiao", tradicional chapéu da Colômbia



Helton 6
Não fez qualquer defesa na primeira parte. Marquinho ainda tentou por duas vezes, mas ambos os remates lhe saíram tortos. O brasileiro voltou a tentar aos 64', aí sim, obrigando o guardião a uma enorme intervenção. Nada podia fazer no golo, perante o cabeceamento de Baba um metro à sua frente. Até ao fim, apenas mais uma defesa digna de registo.

Sapunaru 5
Pouco ofensivo muito por culpa de Djalma, que o forçou a redobrar a atenção e a correr quilómetros para trás. Não comprometeu, mas também é verdade que já fez melhores jogos. Saiu lesionado após um choque com um adversário.

Rolando 6
Procurou controlar as movimentações de Baba, o que nem sempre foi fácil. Não complicou na hora de afastar a bola, apostando várias vezes nos passes longos. Dominou no jogo aéreo, ainda que, no golo do Marítimo, partilhe responsabilidades com os restantes companheiros.

Otamendi 6
Esteve sempre com um olho na bola e outro em Rafa. Foi notória a preocupação em dobrar o companheiro da esquerdo, levando-o por vezes a não tomar a melhor decisão. Sempre muito agressivo na disputa de bola, efectuou diversos cortes em zonas perigosas. Terminou a defesa-direito, posição que ocupou no Mundial'2010.

Rafa 5
O elo mais fraco nesta goleada. Ainda lhe parece pesar a camisola do FC Porto, pois esteve mal defensivamente, dando espaço nas costas, e pouco incisivo no ataque. Até tentou apoiar James, mas saiu do jogo sem efectuar qualquer cruzamento. Melhorou um pouco na segunda parte.

Belluschi 6
Bom início de jogo, com um remate perigoso e dois grandes passes para Varela. Voltou a tentar a sorte de longe, mas não acertou na baliza. Aos 37' entregou a bola a um adversário, proporcionando um contra-ataque perigoso.

João Moutinho 8
Exibição fantástica a que só faltou o golo; e foi o poste direito da baliza do Marítimo que o impediu de festejar. Fortíssimo na transição defensiva, recuperou inúmeras bolas. Decidiu sempre bem com a bola nos pés, criando autênticos buracos na defesa do Marítimo. Estendeu a passadeira a Hulk no lance do quarto golo.

Varela 6
Bom regresso. Explorou muito bem os espaços concedidos por Alonso. Um remate à malha lateral aos 11', além de vários cruzamentos atrasados que não tiveram a resposta adequada.

James 7
Continua a crescer a olhos vistos. Cheirou o golo em diversas ocasiões, mas só encostou para o fundo das redes aos 81', muito por culpa de Marcelo. E quase bisou pouco depois. Mas James não foi só finalização; também construiu e distribuiu jogo com grande classe.

Hulk 7
Dois meses depois voltou a marcar de bola corrida, num grande remate de fora da área. Já leva 14 golos no campeonato, confirmando toda a sua importância na equipa. Mais tarde ofereceu de bandeja o golo a James. Foi o ponta-de-lança de serviço, mas foi fora dessa zona de acção que brilhou.

Fernando 5
Depois de ver do banco os golaços de Guarín, teve direito a quase meia hora em campo para recuperar ritmo competitivo, actuando na posição 6.

Maicon 5
Chamado de urgência à equipa no último quarto de hora, porque Otamendi teve de fechar na direita após a lesão de Sapunaru. Não complicou, até porque o resultado ficou resolvido logo a seguir.

Mariano 5
Regresso muito saudado do capitão à equipa, 301 dias depois da grave lesão. O extremo argentino teve tempo para participar em dois contra-ataques e fazer uma assistência de cabeça para James, com o colombiano, porém, a cabecear por alto.

in "ojogo.pt"

Este líder sacode a pressão com bombas

O FC Porto voltou às vitórias depois do deslize frente ao Nacional na Taça da Liga e colocou a pressão toda em cima dos ombros do Benfica que hoje entra em campo sabendo que a diferença para o líder do campeonato está nos dois dígitos: ao certo, mesmo provisórios, são 11 pontos de avanço garantidos com uma exibição personalizada e uma goleada que parece querer dar razão aos responsáveis portistas quando dizem que não precisam de contratar mais avançados. Ontem, mesmo sem Falcao e com Walter sentado no banco, o FC Porto marcou quatro golos ao Marítimo, vencendo exactamente pelos mesmos números da última época e provando pelo caminho, com o devido pedido de perdão para os defensores dos direitos dos animais, que há mais do que uma maneira de esfolar um gato. E durante algum tempo, o Marítimo foi um gato particularmente difícil de esfolar.

Tal como O JOGO avançou em primeira-mão, André Villas-Boas mexeu em todos os sectores da equipa. Helton voltou para a baliza, Sapunaru e Otamendi recuperaram os respectivos lugares na defesa, Belluschi regressou à sua posição no meio-campo e até Varela cumpriu as profecias que davam como certo o seu regresso à equipa depois de recuperado da lesão que o afastou dos cinco jogos anteriores. A novidade, pelo menos para quem não lê O JOGO, foi a utilização de Hulk como ponta-de-lança, o que, com James na esquerda, permitiu a construção de um tridente ofensivo muito móvel, rápido e flexível. Foi esse tridente, devidamente municiado pela inteligência e criatividade de João Moutinho e Belluschi, o responsável pelas primeiras oportunidades de golo, logo nos instantes iniciais da partida. Curiosamente, apesar da eficácia das alterações introduzidas por André Villas-Boas na equipa, seria precisamente um jogador em que não mexeu a decidir o jogo. Com Fernando recuperado, houve quem adivinhasse o seu regresso ao lugar de trinco, mas Villas-Boas resolveu não tirar o tapete a Guarín, premiando a boa resposta dada pelo colombiano após a lesão de Fernando. E foi Guarín quem desatou o nó que o Marítimo tinha conseguido dar no jogo.

Com a velocidade de Djalma e Baba a manter a defesa portista em respeito e com o superpovoamento do meio-campo defensivo a complicar o futebol apoiado da equipa de Villas-Boas, o Marítimo tinha conseguido garantir que o domínio exercido pelo FC Porto desde o início fosse pouco mais do que inconsequente, jogando com o cronómetro e a pressão das bancadas para ampliar o nervosismo do anfitrião. E foi assim até Guarín se fartar de tentar encontrar um caminho por entre os problemas criados pelos madeirenses e resolver sobrevoá-los. Aos 37', o colombiano recebeu um passe de Varela em zona frontal. Sem marcação, com espaço à sua frente, Guarín puxou a perna atrás. Houve quem pensasse num excesso de optimismo quando a bola partiu, mas o facto é que, quase quarenta metros mais à frente, entrou com estrondo na baliza de Marcelo. A vantagem retirou pressão aos portistas e abanou a estrutura montada por Pedro Martins. De tal maneira que a primeira parte acabaria com um remate ao poste de Moutinho, depois de uma excelente combinação com Guarín.

O segundo golo chegaria apenas na etapa complementar, curiosamente logo depois do Marítmo ter ameaçado Helton. Djalma ultrapassou Sapunaru em velocidade, cruzou para a área e Baba só não marcou porque Rafa estava lá a pressionar. Na resposta James e Hulk combinaram em zona frontal. O colombiano faz o passe para o brasileiro e arrastou consigo um defesa, abrindo espaço para o remate de Hulk, sem hipótese para Marcelo. O jogo parecia resolvido aí, mas o Marítimo ainda conseguiria reduzir. Um livre, a castigar falta de Sapunaru sobre Djalma, foi cobrado por Sidnei. Enquanto o romeno recebia assistência fora das quatro linhas, Baba chegava mais alto que os centrais e batia Helton, ameaçando ressuscitar o jogo. Já com Fernando em campo e com Guarín a jogar mais adiantado no terreno, seria o colombiano a dar-lhe a estocada final, confirmando uma das melhores exibições de sempre no FC Porto com mais um golo bem desenhado. O Marítimo acabou aí, o que explica a facilidade com que James marcou o quarto golo do FC Porto, oferecido por Hulk, e a oportunidade que Villas-Boas deu a Mariano para voltar ao relvado do Dragão e ouvir uma das maiores ovações da noite.

in "ojogo.pt"

sábado, 8 de janeiro de 2011

Guarín, o golo que não foi «disparate» e o chapéu do amigo Arturo

Freddy Guarín, autor de dois golos na vitória do F.C. Porto sobre o Marítimo (4-1), na flash interview da SportTV

(Sobre o golo de fora da área que inaugurou o marcador) «Acho que é mérito, antes de mais. Tenho tentado sempre rematar de fora da área, às vezes saem disparates, mas continuo a tentar e felizmente hoje saiu bem. 

«Principalmente quero agradecer à equipa, porque somos um grupo. Ter a oportunidade de marcar dois golos deixa-me muito contente, dedico-o à minha família e aos meus pais.»

(Fernando ficou no banco, espera continuar a ser aposta?) «Sempre mostrei que estou e estarei disponível. Quando precisarem, estou pronto para me apresentar a um nível alto e aproveitar as oportunidades)

(A que se deveu a comemoração com um chapéu?) Foi muito importante para mim. Foi um amigo, Arturo, da aldeia onde nasci, que mo deu. É um chapéu típico do meu país.)

(Valeu-lhe cartão amarelo) «Sim, usei-o com muito orgulho.»


in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-Marítimo, 4-1 (crónica)

Um super-herói imperfeito não deixa de ser um super-herói. Principalmente quando faz milagres. Freddy Guarín fez dois numa só noite. Começou com um pontapé divino a 40 metros de distância e acabou num tiro em arco a beijar docemente as redes amadas. O colombiano não jogou de capa ondulante, escudo indestrutível e asinhas na cabeça, mas a sua verdadeira identidade foi revelada nos festejos do 3-1. 

Em passos de dança e chapéu vueltiao na mão, a celebração de uma noite heróica, única na carreira de um ser imperfeito. Como o são tantos super-heróis.

Guarín resgatou o F.C. Porto de duas situações incómodas diante do Marítimo. A trajectória abençoada do primeiro golo indicou o caminho da redenção aos dragões e a do segundo surpreendeu pela execução técnica perfeita, em arco projectado pelo pé esquerdo. 

O cigarro que culmina as grandes conquistas derrete na mão de Guarín. Justificadamente. Os adjectivos escasseiam perante tamanho esplendor. Os livros, as teses, os compêndios sobre futebol hão-de guardar um espaço para a noite heróica do colombiano incompreendido. Um atleta imperfeito, sem qualquer dúvida, mas senhor de super-poderes

Sem Falcao, é difícil não ser platónico

Para além do mundo Marvel interiorizado por Guarín, houve um F.C. Porto platónico. Um romântico muitas vezes ingénuo, sem sexo. Não ter Radamel Falcao é uma privação difícil de suportar, de facto. E nem Walter, remetido para 90 minutos de banco, serviu como medicina alternativa. 

As dificuldades penetrativas do dragão foram evidentes. A bola ardia em toques velocíssimos, virava da direita para a esquerda, servida pela excelência de Moutinho e Belluschi, mas morria quase sempre na modorra capitalizada por um Marítimo submisso e inofensivo. 

Hulk foi ponta-de-lança por obrigação, uma roldana esticada até ao limite, entre Varela e James Rodríguez. Tudo e todos inebriados num futebol não raras vezes poético e sofredor, necessitado de um acto mais carnal, heróico até. Como aqueles golos de Guarín.

Hulk e James associam-se ao herói colombiano 

O primeiro golo facilitou a leitura do processo e amansou as dores da revolta. Uma revolta que vinha desde a derrota contra o Nacional, há seis dias. Ainda houve um pontapé do laborioso Moutinho ao poste e um cabeceamento de James Rodríguez a cheirar o golo, antes de Hulk elevar para 2-0 num grito com tanto de irreverente como de sacro. 

O Marítimo reduziu sem saber bem como, através de um lance de bola parada, mas os fantasmas não chegaram a assombrar a baliza de Helton. Freddy Guarín e James Rodríguez não o deixaram, apesar de muitas vezes se ter percebido que sem Falcao este Porto pode vir a sofrer no futuro.

Nas alegações finais foi possível aplaudir o regresso de Mariano Gonzalez e usufruir de algumas combinações diabólicas entre o trio da dianteira. O F.C. Porto venceu, enfim, sem contestação possível, mesmo limitado na posição de ponta-de-lança e errático em um ou outro lance de bola parada.

Os da Madeira, vindos de oitos jogos sem derrotas, foram o vilão caído em desgraças às mãos de Freddy Guarín. Sem darem grande luta, nem provocarem danos de monta. O super-herói imperfeito resistiu sem mácula, nem dor. E foi para casa envolvido num espectro de mistério. Afinal, que Guarín é este, senhores?

in "maisfutebol.iol.pt"

Villas-Boas: «Grupo deu resposta à intranquilidade das bancadas»

André Villas-Boas, treinador do F.C. Porto, em declarações na sala de imprensa, no final do triunfo dos dragões sobre o Marítimo, por 4-1:

«Curiosamente fizemos um jogo semelhante ao que fizemos contra o Nacional, embora hoje tenhamos sido mais incisivos. Mas em tudo o resto foi parecido e como o futebol é imprevisível, acabámos por perder. No cenário pós-derrota era importante voltar a ganhar. O Marítimo colocou-nos um difícil obstáculo no caminho e por isso, fazer o que fizemos num jogo com uma carga emocional como esta foi fantástico. Depois do jogo com o Nacional vi uma grande crítica, individual e não colectiva, injusta. Por isso, acima de todo para os jogadores foi importante este triunfo

«Foi uma semana longa, parecia que a organização já valia pouco. Fizemos uma análise criteriosa, comparámos o jogo do Nacional com o do Paços de Ferreira. Lá termina com um resultado expressivo que não correspondia à verdade e com o Nacional fizemos tudo, mas o imprevisível aconteceu. Perdemos e pusemos em causa uma competição que queremos ganhar. Mas acreditámos no nosso trabalho, melhorámos onde tínhamos a melhorar e para um jogo com esta carga emocial, fazer o que fizemos hoje, é muito positivo. Os jogadores foram sujeitos a uma crítica agressiva, que não merecem. É importante haver respeito e apreço pelo que fizeram.»

in "maisfutebol.iol.pt"

[É positivo jogar tantos jogos em casa neste início do ano?] «É importante que o publico não se esqueça que é importante haver empatia e que não se deixe levar pela crítica fácil. A carga emocional extra deste jogo aconteceu por sentia-se que havia intranquilidade nas bancadas e o grupo deu um sinal muito forte. O jogo com o Nacional podia pôr em causa a empatia do público com a equipa nos próximos quatro jogos aqui no Dragão. Unidos fazemos a diferença e isso é muito mais importante.»

Villas-Boas volta a descartar mercado: «Hulk mostrou polivalência»

André Villas-Boas foi instado a comentar o volume de golos criado pela sua equipa num jogo em que o ponta-de-lança do costume, Radamel Falcao, até nem estava disponível. O brasileiro Walter ficou no banco, Hulk jogou na frente e, no entender do técnico, mostrou que é solução:


«Somos o melhor ataque, gostamos de gerar oportunidades. Ficamos satisfeitos porque normalmente críamos muitas e têm sido suficientes para ganhar. Hoje não fugiu à regra. Foi a primeira vez que o Hulk jogou sozinho na frente. Tinha jogado com o Genk ao lado do Falcao. Viu-se o talento que tem e a sua a polivalência, mas também a dinâmica do grupo para criar soluções para a frente.»



[F.C. Porto pode comprar mais um avançado?] «Não me parece que o façamos. Se o fizermos é de modo agressivo e rápido, como já referi. Temos um plantel com 26 jogadores eacrescentar opções a este número está fora de questão. Estamos satisfeitos com o que temos e não é pelo mercado abrir que vamos mudar a estrutura que definimos.»


in "maisfutebol.iol.pt"


Mariano, dez meses depois: «Não podia ser melhor»

Mariano Gonzalez voltou a jogar, dez meses após a grave lesão contraída em Coimbra. O argentino substituiu Fernando Belluschi aos 83 minutos da partida contra o Marítimo e no final falou aos jornalistas:


«O meu regresso não podia ser melhor. Após tudo o que passei é um prazer estar de volta. Agradeço todo o apoio que me foi dado nesta fase difícil. A equipa tem-se portado muito bem, vamos no primeiro lugar e espero que seja para continuar. A ovação das bancadas? Sinceramente, não estava à espera.»


in "maisfutebol.iol.pt"

Emídio Rafael: «Estou satisfeito com o meu rendimento»

Emídio Rafael, jogador do F.C. Porto, em declarações após a vitória sobre o Marítimo por 4-1:


«Tínhamos de dar uma boa resposta, após a derrota, e colocar mais pressão sobre o segundo classificado. O resultado de 4-1 é expressivo e justo. Estou satisfeito com o meu rendimento. Ainda não tenho o ritmo ideal, mas estou a ficar mais confiante. O Alvaro tem sido a primeira opção, mas quando jogo dou o máximo.»


in "maisfutebol.iol.pt"

Pinto da Costa: «Não me importo de perder sempre na Taça da Liga»

Jorge Nuno Pinto da Costa falou aos jornalistas no final da vitória sobre o Marítimo e deixou uma confissão. O presidente do F.C. Porto não se importa de «perder todos os jogos na Taça da Liga». Isto, quando instado a comentar o desaire frente ao Nacional da Madeira.


Na curta conversa com a comunicação social, Pinto da Costa mostrou-se especialmente feliz com o golo marcado por James Rodríguez, pois o jovem colombiano tem andado «com azar na finalização». 



A finalizar, o dirigente qualificou de «giro» o recente ping-pong de recados entre Villas-Boas e Jorge Jesus, dizendo ainda que o técnico do Benfica é «um homem inteligente». «Por isso é que é meu amigo». 


in "maisfutebol.iol.pt"


Receita é seguir exemplo do rival

Maldição ou apenas coincidência? Os adeptos maritimistas suspiram de desespero sempre que a equipa joga no terreno do FC Porto, porque esta nunca foi além do empate, e apenas em duas ocasiões, em 34 jogos, contando com quatro relativos à Taça de Portugal. Foi em 1980/81 e 2008/09 que os madeirenses conseguiram travar o FC Porto em plenas Antas e Dragão, respectivamente. Apontaram apenas 16 golos, consentindo 80 nas suas redes, números verdadeiramente assustadores, contrários aos do velho rival Nacional, que já venceu no reduto dos azuis e brancos quatro vezes em 12 confrontos.

Ora, tendo este bom desempenho do Nacional como pano de fundo, os verde-rubros, que não conseguem ultrapassar um estigma que vem de longe, tentarão agora seguir as pisadas do seu maior e mais histórico inimigo, que é a equipa que mais triunfos já registou no actual Estádio do Dragão, onde soma três sucessos pouco ortodoxos, pelos números que apresenta. Em sete desafios, os alvinegros ganharam por três ocasiões, duas delas com "recheio" de golos. Em 2004/05, esmagaram o FC Porto de Luis Fernández por quatro bolas a zero, sendo que um dos tentos foi apontado pelo esquerdino Alonso, que hoje vai subir ao mesmo relvado, mas de verde e vermelho vestido. Gouveia, Nuno Viveiros e Miguel Fidalgo apontaram os restantes golos. Em 2007/08, Fábio Coentrão bisou noutra goleada (0-3) que se tornou histórica para os seguidores alvinegros, enquanto o brasileiro Juninho fechou a contagem sobre o apito final. Há uma semana, novo bis de Anselmo e nova conquista em pleno Dragão, desta feita a contar para a Taça da Liga.

Mais: nestes sete embates, o Nacional apontou nove tentos, contra de dos nortenhos, novos dados que destoam e muito do desempenho do Marítimo, que apontou 15 golos no terreno dos portistas mas em... 34 jogos. Por muito que custe aos maritimistas, o melhor é copiar o inimigo público número um.

in "ojogo.pt"

Dragões e madeirenses de costas voltadas

CASOS PEPE E KLÉBER AZEDARAM PARCERIA FIRME


O Marítimo não será recebido com abraços no Dragão. O duelo de hoje é o primeiro desde que as relações se romperam, pondo termo a uma das mais sólidas parcerias do futebol nacional. O caso Kléber foi o detonador, mas as divergências arrastam-se praticamente desde a transferência de Pepe para o Real Madrid, em 2007. O impasse ainda perdura, já que há discordâncias quanto à verba a ser paga pelo FC Porto aos insulares.
Carlos Pereira levou o processo às instâncias internacionais e ameaçou fazer o mesmo com Kléber, cuja transferência para o Dragão foi inviabilizada pelos verde-rubros. “Não é com pressões, não é com aliciamentos e não é com ameaças que vão resolver o problema. Se for com ameaças, lá estaremos para resolver a questão nas instâncias jurídicas”, avisou o presidente do Marítimo em julho, quando se desenhava o acordo entre o FC Porto e o Atlético Mineiro.
in "record.pt"

Emídio sobre brasas

JOVEM LATERAL TEM NOVA OPORTUNIDADE


Não tem sido particularmente feliz no conjunto das exibições realizadas ao serviço do FC Porto, estando ainda muito distante do nível exibicional demonstrado com a camisola da Académica. Mas, por força das circunstâncias, Emídio Rafael é nos dias de hoje um titular indiscutível no lado esquerdo da defesa. Alvaro Pereira está parado por algum tempo, ao passo que Jorge Fucile também falha, pelo menos, a receção ao Marítimo.
Perante este cenário, o lisboeta, de 24 anos, tem mais uma oportunidade de corresponder à confiança que o treinador lhe tem transmitido.
in "record.pt"

F.C. Porto-Marítimo (antevisão): atracar à segunda na Madeira

Dragões querem fazer Marítimo pagar pela ousadia do rival


Enviar para a Madeira a factura que de lá chegou. Será este o pensamento que passa pelos homens de André Villas-Boas sedentos de corrigir em campo o desaire da Taça da Liga com o Nacional, o primeiro do treinador desde que orienta o F.C. Porto. Na última jornada da primeira volta, os dragões querem voltar a encarrilar no trilho do sucesso. A resposta terá de ser dada este sábado (19h15).

Pela frente estará o vizinho do «criminoso». O Nacional roubou a invencibilidade portista. Segue-se outra equipa da Madeira, com a ânsia de colocar pimenta na ferida azul e branca. É que um início moralizador pode trair a confiança dos portistas que, certamente, vão entrar desejosos de mostrar cedo que o último jogo foi pormenor e não problema. O objectivo volta a ser atracar a nau azul e branca no porto da Madeira. À segunda tentativa, espera-se sucesso.

Ao Marítimo resta tentar evitar o cenário de 2004. Então com José Mourinho ao leme, o F.C. Porto recebeu os madeirenses depois de ter sido terminada a sua série de vitórias, na altura pelo Gil Vicente. Um golo de Ricardo Carvalho colocou a equipa, de novo, na rota dos triunfos. História vencida ou história repetida?

Mariano, dez meses depois

O título de campeão de Inverno com tudo (ou nada) que vale, já não escapa a André Villas-Boas, apesar de esta ser a última ronda da primeira volta. Ao contrário das últimas semanas do ano, o F.C. Porto entra em campo primeiro que o Benfica. Os dragões responderam sempre quando os homens de Jorge Jesus colocaram a diferença nos 5 pontos. Porque não, agora, vencer, aumentar para 11 pontos e ficar à espera do que as águas façam em Leiria?

Os dragões atravessam alguns problemas com lesões. Não há Falcao, não há Alvaro Pereira, nem sequer Fucile ou Rodríguez. Mas apareceu Mariano, convocado pela primeira vez, e trouxe consigo Varela e Fernando. Para o onze? Uma dúvida que só será dissipada com o aproximar do apito inicial.

O regresso do extremo argentino, um dos capitães de equipa, é mesmo a grande novidade do lado azul e branco. Passaram quase 10 meses desde a última presença, em Coimbra, precisamente frente a...André Villas-Boas. Ambos do mesmo lado da barricada, tentarão trazer o sucesso para junto de quem o passeou desde Agosto.

Tentar o inédito sem Kléber

O Marítimo, que na semana passada perdeu na Luz por 2-0 para a Taça da Liga, vai tentar fazer de uma assentada o que ainda não conseguiu este ano e o que nunca conseguiu: travar um dos grandes e vencer na casa do F.C. Porto. Como será agora?

Pedro Martins não conta, ainda, com uma das figuras do último defeso: Kléber. O brasileiro, que poderá rumar ao Dragão na próxima época, ainda não assentou no presente ano e, apesar dos quatro golos apontados, ainda não é uma aposta efectiva dos insulares, devido às lesões que o apoquentam. O ataque deverá ser entregue assim ao trio formado por Djalma, Marquinho e Baba. 

Equipas prováveis:

F.C. PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Rafa; Guarín, João Moutinho e Belluschi; Varela, Walter e Hulk.

Suplentes: Kieszek, Maicon, Fernando, Souza, Rúben Micael, Mariano e James.

MARÍTIMO: Marcelo; Ricardo Esteves, Roberge, Robson e Luciano Amaral; Rafael Miranda, Roberto Sousa e Tchô; Marquinho, Baba e Djalma.

Suplentes: Marafona, Alonso, Luís Olim, João Guilherme, Sidnei, Cherrad e Heldon


in "maisfutebol.iol.pt"

Otamendi sobe ao palco

Um eleito de Diego Maradona que é também um líder. Argentino já conquistou o seu lugar e vai fazer dupla com Rolando no encontro de hoje, com o Marítimo. Central é o melhor marcador da defesa dos dragões, com três golos. 

Foi um dos meninos bonitos que Diego Maradona levou para o Mundial da África do Sul. E isso já dá alguma garantia de qualidade, ainda que entre os convocados houvesse quem nunca se tenha conseguido afirmar na Europa - como Bolatti. Otamendi chegou ao FC Porto a 23 de Agosto do último ano e demorou a impor-se. Coisas de adaptação, dizem, mas também algo que tem muito a ver com a dupla de centrais Rolando/Maicon que andou certinha até haver alguns percalços. Villas Boas foi-lhe dando oportunidades e o argentino vai começar o ano como titular. E não será fácil arrancá-lo da posição...

James entra no onze

Naturalmente que Villas Boas produziu algumas alterações na lista de convocados para o encontro de hoje, com o Marítimo (19.15 horas, transmissão na Sport TV1). O jogo com o Nacional da Madeira já lá vai e o objectivo anunciado pelo treinador é vencer o Marítimo e regressar ao caminho das vitórias que tem percorrido tão bem. Imbatível no campeonato, o FC Porto quer vencer. Vencer significa esquecer... a derrota com o Nacional. Assim, de adversário madeirense para outro, foram preteridos Sereno, Castro, Ukra e Fucile (este por lesão) para abrir vaga a Mariano, Varela, Fernando e Otamendi.

Embora desfalcado de Álvaro Pereira e de Falcao, dois dos elementos mais preponderantes no jogo ofensivo dos portistas, André Villas Boas há-de ter encontrado alternativas para não dar azo a mais deslizes. Assim, o onze do FC Porto começa com Helton na baliza e o quarteto defensivo composto por Sapunaru, Rolando, Otamendi e Emídio Rafael. Apesar de ter sido chamado, Fernando não deve, pelo menos para já, ganhar o lugar a Guarín, que vai formar o trio do meio campo com Belluschi e João Moutinho.

Na linha de ataque estarão Hulk, Walter e provavelmente James. O colombiano tem mais ritmo de jogo do que Varela e é nele que deve recair a aposta de Villas Boas. Mas é sempre aconselhável deixar uma margem à surpresa e se Varela jogar será, pelo menos, uma novidade, porque há cinco jogos que não entra em cena.

Equipas prováveis:

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Emídio Rafael; Guarín, Belluschi e João Moutinho; Hulk, Walter e James.

MARÍTIMO: Marcelo; Ricardo Esteves, Robson, Roberge e Alonso; Roberto Sousa, Rafael Miranda e Tchô; Marquinho, Babá e Djalma.


in "abola.pt"

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

GONÇALO SUISSAS: «O DECACAMPEONATO SÓ DEPENDE DE NÓS»


Após a paragem de Natal, está de regresso o campeonato nacional de hóquei em patins. O reforço Gonçalo Suíssas pensa que o período foi bom para «recuperar forças» e entrar em 2011 com o pé direito. O primeiro adversário é a Física, este sábado (18h00), em Torres Vedras.

Jogo fundamental
«Esta paragem talvez tenha sido benéfica para recuperarmos forças, unirmo-nos ainda mais e começarmos o ano com uma vitória. O último jogo, com o Gulpilhares (5-2), veio dar moral à equipa. Mantemo-nos na perseguição do objectivo da conquista do decacampeonato, que só depende de nós. Para isso, vencer a Física é fundamental.»

Adversário experiente
«Neste momento, estamos a dois pontos do primeiro classificado, que ainda tem de visitar o Dragão Caixa, por isso só dependemos de nós. Para já, estamos concentrados em vencer o jogo de sábado, num terreno sempre muito complicado, com um piso muito escuro, frente a uma formação com jogadores experientes e que defende muito bem no seu reduto. O próprio público também apoia bastante a equipa. No entanto, temos aptidões mais do que suficientes para sair de Torres Vedras com uma vitória.»

Coesão defensiva
«Será fundamental começarmos o jogo muito coesos defensivamente. A partir daí, teremos de sair para o ataque e não perdoar na hora de rematar. Se defendermos bem, estou convencido de que, ofensivamente, os processos e os golos surgirão naturalmente. Vamos fazer tudo para inverter a eventual falta de eficácia registada esta época. Por vezes é uma questão de azar, uma bola que bate no poste e não entra.»

Integração plena
«Sinto-me completamente integrado na equipa. Todos, sem excepção, me ajudaram. Estou adaptado tacticamente e dou o meu máximo em todos os minutos que jogo, de forma a ajudar o FC Porto Império Bonança a concretizar os objectivos.»

in "fcp.pt"

JULIAN ELEVA «INTENSIDADE DEFENSIVA» PARA VENCER O CAB


A deslocação à Madeira parece-lhe suficientemente delicada, mas Julian Terrell não admite outro desfecho se não a vitória, que nem precisa de ser por números amplos, como aconteceu em oito dos nove triunfos conseguidos pelos Dragões, sempre por margens iguais ou superiores a 17 pontos. Ao poste norte-americano basta sair do Funchal com o primeiro lugar consolidado, na jornada que encerra a primeira volta da fase regular.

Na equipa do CAB, Julian destaca a influência de Fred Gentry e Jorge Coelho, que já foram Dragões, e para a soma da décima vitória portista em 11 jornadas insiste na intensidade defensiva como solução. Só depois pensará em dar espectáculo.

Antecipado por Julian Terrell ao www.fcporto.pt, depois de mais um treino no Dragão Caixa, o CAB Madeira-FC Porto Ferpinta joga-se a partir das 15h30 de sábado, no Pavilhão Clube Amigos do Basquete, no Funchal.

Reflexão e determinação
«A pausa natalícia foi benéfica para a equipa. Temos trabalhado arduamente e o facto de dispormos de alguns dias para descansar foi muito bom. O intervalo de duas semanas sem competir chegou depois de uma derrota, o que nos permitiu reflectir sobre o que poderíamos ter feito melhor e regressámos em força e ainda mais determinados a vencer.» 

Consolidar o primeiro lugar
«O jogo na Madeira será o último da primeira volta e espero somar mais uma vitória, saindo de lá com o primeiro lugar mais consolidado. Para isso, teremos de jogar como habitualmente, como equipa, porque é essa a nossa filosofia de jogo.» 

Coelho e Gentry
«Conheço muito bem o valor de certos jogadores, como o Jorge Coelho e o Frederick Gentry, mas uma equipa não é constituída apenas por dois elementos. Teremos que revelar atenção a muitos outros aspectos colectivos.» 

Intensidade defensiva
«Para mantermos o nível exibicional, temos que garantir uma elevada intensidade defensiva. É ai que reside a nossa mais-valia, até porque qualquer jogador na nossa equipa tem capacidade para marcar pontos. Por isso, o essencial será mesmo impedir a outra equipa de marcar.»

Dar espectáculo
«Apesar da frequência com que conseguimos vitórias por margens dilatadas, os jogadores não sentem a pressão de vencer por 20 ou 30 pontos. Uma vitória é uma vitória e, no final, o que conta é o número de pontos somados, o que não quer dizer que não tentaremos dar espectáculo e vencer por uma margem ampla sempre que possível.»



in "fcp.pt"

F.C. Porto: Mariano convocado pela primeira vez

Varela e Fernando estão de regresso


Dez meses depois, Mariano González está de regresso a uma convocatória do F.C. Porto. O extremo argentino lesionou-se com gravidade na visita dos dragões a Coimbra, a 13 de Março do ano passado. Regressa agora para o encontro com o Marítimo.

Curiosamente, Mariano lesionou-se no desafio frente àquele que seria o seu futuro treinador, numa temporada em que tinha marcado sempre que defrontou a Académica. Foi assim para a Taça da Liga, foi assim para o campeonato, naquela que foi a primeira derrota da carreira de treinador de André Villas-Boas. Agora, após a primeira derrota no F.C. Porto, regressa para ajudar a regressar aos triunfos. 

De regresso à convocatória estão, também, Varela e Fernando. Os dois jogadores lesionaram-se em Viena, mas já são opção para os portistas, numa convocatória que regista ainda a entrada do argentino Otamendi, poupado frente ao Nacional.

Em sentido inverso saem da convocatória Fucile, por lesão, Castro, Ukra e Sereno, todos por opção. 

Falcao, Beto e Fucile realizaram, esta sexta-feira treino condicionado, enquanto Cristián Rodríguez evoluiu para o treino integrado, ainda que de forma condicionada. Num apronto que contou com Kadú, guarda-redes dos sub-17, Alvaro pereira continuou o tratamento após a cirurgia ao ombro a que foi submetido recentemente. 

Lista de convocados:

Guarda-redes: Helton e Kieszek.

Defesas: Maicon, Rolando, Rafa, Sapunaru e Otamendi.

Médios: Guarín, Belluschi, João Moutinho, Souza, Fernando e Rúben Micael.

Avançados: Mariano, Hulk, Varela, Walter e James.