segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Meireles na lista de compras de Ferguson

O tablóide "Sunday Mirror" escreveu na edição de ontem que Raul Meireles está na lista de compras do Manchester United, surgindo como alternativa a Mesut Ozil, do Werder Bremen. O internacional português é apontado como o "plano B" de Alex Ferguson com a curiosidade de, segundo a notícia, ser mais caro do que o médio pretendido pelo técnico. Sir Alex deu indicações para oferecer, no máximo, 10 milhões de euros pelo alemão, o mesmo que Chelsea e Real Madrid teriam proposto, mas o clube pede mais quatro milhões. Dado o impasse, o Manchester estuda alternativas e é aqui que Raul Meireles volta a ser relacionado com o clube inglês. Só que, avança o jornal, o médio de 27 anos do FC Porto custaria cerca de 18 milhões de euros.

Com Hulk é tiro e queda


Hulk devia rimar com vitória, mas, à falta da fonética, temos os números que atentam a importância do avançado brasileiro neste FC Porto e também naquele que concluiu a época passada com uma sequência de oito vitórias, incluindo a que permitiu a conquista da Taça de Portugal.

Mais do que ter voltado a ser decisivo com o golo na Figueira da Foz, quase um ano depois de o ter feito num jogo da Liga dos Campeões - dois golos da vitória caseira, por 2-1, diante do APOEL -, o brasileiro está ligado à sequência de vitórias que começou a 28 de Março, dia em que regressou do castigo da Liga e que prossegue ainda com um total de dez triunfos consecutivos, juntando-se as oito ainda com Jesualdo Ferreira no comando técnico às duas alcançadas sob as ordens de André Villas-Boas. E se o dado parece pouco, junte-se-lhe a parcela de dois troféus conquistados, a já referida Taça de Portugal e a recente Supertaça.

Anteontem, o brasileiro esteve intimamente ligado à entrada vitoriosa dos portistas na Liga 2010/11. Uma importância que se reflecte no facto de ter sido o marcador do único golo diante da Naval, mas que se prolonga noutros itens estatísticos. Foi o mais rematador dos portistas - oito remates, contra seis de Belluschi - e o que mais cruzamentos fez, destacando-se aqui o período na segunda parte em que o FC Porto passou a ser claramente mais forte e dominador. Pela direita, mas também pela esquerda a partir do minuto 61, altura em que Varela saiu para entrar Guarín e o brasileiro se tornou no segundo avançado do 4x4x2.

É certo que Hulk não deixou de ser o Hulk de sempre. Continua a protestar com os árbitros - viu o cartão amarelo -, insiste nas jogadas individuais (foi quem mais vezes perdeu a bola para os adversários), mas é verdade que, nesta sequência de dez jogos e dez vitórias, marcou quatro golos e fez sete assistências. Será mesmo individuialista?

Hulk com Naval
 
Recuperações 5

Hulk não se demitiu do papel defensivo e por isso acabou o jogo com cinco recuperações de bola, tendo mesmo sido o avançado que por mais vezes roubou a bola a jogadores da Naval no jogo de anteontem.

Passes certos 27
Guloso? Talvez haja momentos do jogo em que o brasileiro parece agarrar-se demasiado à bola, mas a verdade é que, na Figueira da Foz, foi o avançado que mais passes fez, tendo acertado por 20 vezes no destino.

Faltas 5
O avançado é um constante foco de preocupação para os adversários. Contra a Naval, foi o portista mais castigado, tendo sofrido cinco faltas e numa delas provocado um cartão amarelo ao defesa Carlitos.

FC Porto na Naval

Recuperações 87
A equipa do FC Porto somou 87 recuperações de bola durante os 95 minutos que durou o jogo, tendo perdido a bola em 142 ocasiões do jogo com a Naval, mais duas perdas do que a equipa da Figueira da Foz.

Passes 74%
O número é importante - 253 passes certos. Mas mais importante será concluir que o FC Porto acertou 74% dos 340 passes que fez. Igual percentagem obtém Hulk neste item, graças a 20 certos em 27 passes.

Faltas 15
O total de faltas que o FC Porto sofreu em 95 minutos de jogos foi de 15 - cometeu 19 -, sendo de salientar que a Hulk couberam cinco dessas entradas faltosas dos navalistas. Ou seja, 33 por cento.

in "ojogo.pt"

Afinal havia outro - villas-boas socorreu-se do sistema trabalhado em segredo


Depois de quase 800 minutos de futebol em 4x3x3, Villas-Boas esvaziou o debate em torno do sistema tático alternativo do seu FC Porto. Afinal havia outro! O encontro com a Naval estava num impasse e o técnico resolveu prescindir de Varela. Apesar de ter Rodríguez e Ukra para substituições diretas, preferiu abanar com o jogo e mostrar a versão losango do dragão. A forma como os jogadores se adaptaram à alteração foi esclarecedora: todos sabiam o que fazer. Trabalhado em segredo, o 4x4x2 arrasou com a resistência da Naval.


Villas-Boas ganhou o jogo e mostrou uma competência distinta da que tinha manietado o Benfica. Se contra as águias brilhou na forma como preparou o embate, delineando uma estratégia que anulou por completo o seu rival, na Figueira da Foz conseguiu dar a volta ao enredo com um jogada de banco que revelou a sua capacidade de ler o jogo.

Riscos

Nada disto resultaria sem um apurado trabalho prévio. Com o duplo pivô Godemèche-Hauw, a Naval criou uma barreira que impediu o FC Porto de ser acutilante nos últimos metros. Guarín, na cabeça do losango, posicionou-se entre linhas e criou desequilíbrios, como ficou evidente na bela jogada de entendimento com Hulk, que isolou o brasileiro na cara de Salin, aos 68’. E nem a entrada de Rodríguez abalou esta aposta no sistema alternativo, sendo esclarecedora a reação de Moutinho à saída de Varela: de imediato se posicionou a interior-direito, ciente de que o Cebola jogaria na posição que estava a ocupar até esse momento.

O golo surgiu numa fase em que Villas-Boas se preparava para ser ainda mais audaz, retirando um central e lançando Ukra para um 3x3x4 que lembra os tempos de Adriaanse, mas que o portuense testou amiúde na Académica, sempre como desenho alternativo. O tento de Hulk alterou o guião. Em vantagem, avançou Souza e houve um pequeno reajustamento tático, já que o meio-campo em losango deu lugar a uma estrutura em 1x3, com Souza a jogar na linha de Guarín e Rodríguez numa fase terminal em que importava segurar o resultado.

Na estreia para o campeonato, o FC Porto mostrou uma prometedora flexibilidade tática

in "record.pt"

Hulk já sabe dar a outra face - O incrível estreia-se a decidir na Liga


Hulk não falha penáltis e, por isso, é ele quem os bate no FC Porto. Mas Hulk também não decidia jogos de campeonato, mas fê-lo na Figueira. Nunca, nas duas épocas anteriores, o brasileiro tinha apontado golos triunfais na Liga, conseguindo-o apenas na Champions quando bisou e derrotou, no Dragão, o Apoel (2-1).


O Incrível aprendeu a dar a outra face, disso sendo exemplo o comparativo com o jogo inaugural da edição anterior do campeonato. Há um ano, na Mata Real, Hulk também viu um amarelo por protestos. No Bento Pessoa, porém, essa admoestação repercutiu-se no seu crescimento, impedindo a reprise do disparatado vermelho que limitou o rendimento coletivo frente ao Paços.

Hulk apontou o seu golo 20 ao serviço do FC Porto, mas este foi claramente o mais saboroso para a equipa, que amealhou um triunfo às custas do remate certeiro do internacional canarinho. Aos 24 anos, esta é uma época fundamental para a sua carreira e Hulk sabe-o.

Psicologicamente estável e a mostrar total adaptação às ideias de Villas-Boas, o camisola 12 assume-se como o perigo n.º 1 para as defesas da nossa Liga.

in "record.pt"

Walter em lista de espera para Genk


Expectativa no Dragão. Walter e James Rodriguez continuam dependentes dos respectivos passes internacionais para se poderem estrear pelos azuis e brancos em jogos oficiais. Para já, por falta dos respectivos documentos, falharam os desafios da Supertaça Cândido de Oliveira e da primeira jornada da Liga, com a Naval.


A lista de eleitos do treinador, aliás, só foi divulgada ao final da tarde da véspera do encontro, algo que muito raramente acontece, a não ser em situações extremas, como esta, porque os dragões esperaram até ao limite, mas em vão, pelos processos que permitiriam a regularização dos seus dois reforços.

James encontra-se numa situação mais gritante e, no mínimo, esquisita, na medida em que assinou contrato com o FC Porto nos primeiros dias do mês de Julho, já o caso de Bigorna, ainda que recente, por se ter vinculado oficialmente aos azuis e brancos a 28 de Julho, é, sem dúvida, mais desesperante, pois trata-se de um candidato a titular da equipa ou, no mínimo, um suplente para resolver jogos.

Mesmo defraudados com os compromissos estabelecidos de que tudo ficaria resolvido já no arranque do campeonato, nem por isso se deixa ainda de acreditar no dragão que, até hoje, tudo deverá ficar resolvido.

E se assim acontecer, viabilizará desde já a integração de Walter nos convocados portistas para o jogo com os belga do Genk, a disputar-se na quinta-feira, no primeiro duelo de dois do play off da Liga Europa. Disponibilidade por que Villa Boas muito torce, mormente depois das dificuldades de finalização reveladas pela sua equipa frente à Naval.
 
in "abola.pt"

Falcao a solo: «No ano passado, também fiz quase todos os jogos»


Radamel Falcao continua a ser exemplar único no enquadramento competitivo do F.C. Porto. Walter falhou os embates com Benfica e Naval, uma vez que o certificado internacional do jogador ainda não chegou a Portugal. Segue-se o Genk, na Liga Europa.


Kléber é o terceiro nome desejado para a ponta da lança portista, mas o jovem brasileiro continua no meio de uma disputa legal entre Atlético Mineiro e Marítimo. Enquanto Walter espera ser opção para André Villas-Boas na deslocação à Bélgica, até porque está inscrito na competição, Falcao vai acumulando quilómetros desde o arranque da pré-época.

«No ano passado, fiz quase todos os jogos do F.C. Porto em todas as competições, durante quase sempre os 90 minutos. Não tive qualquer problema com isso», garante o avançado colombiano, autor do segundo golo dos dragões na Supertaça Cândido de Oliveira. Farías e Orlando Sá abandonaram o Dragão neste defeso.

Na Figueira da Foz, Radamel Falcao ficou em branco, vertendo gotas de suor para contribuir para o triunfo dos dragões na recta final do encontro. Hulk converteu o castigo máximo conquistado por Guarín, após mão na bola de Jonathas.

«Só depois pensaremos em jogar bem ou mal»

«Foi um jogo muito difícil, porque eles estavam a jogar no seu campo. Aproveitaram o jogo ofensivo do F.C. Porto para atacar. No segundo tempo, as coisas correram melhor. Ficou mais fácil chegar à baliza, criámos mais oportunidades de golo mas acabámos por marcar de grande penalidade», sintetiza o avançado.

O vento foi uma forte condicionante para o F.C. Porto na etapa inicial da partida: «Foi difícil jogar com o vento, mas são situações que se verificam em muitos lugares. Temos de nos acostumar. Foi pena que isso nem tenha afectado um pouco»

«Conseguimos três pontos, era esse o objectivo. Queríamos entrar bem no campeonato, conseguimos a primeira vitória e só depois pensaremos em jogar bem ou mal. Foi o primeiro jogo, há sempre muita vontade e às vezes falta alguma tranquilidade», reconhece Falcao.

«Que sejam muitos golos para ganhar»

Segue-se uma deslocação à Bélgica, para enfrentar um Genk que merece o máximo de respeito. «Vamos disputar uma competição onde estão as melhores equipas da Europa. Certamente, o Genk já analisou como jogamos, nós também o vamos fazer. Sabemos que, no seu terreno, querem tomar do jogo. Temos de jogar com tranquilidade para garantir um resultado que nos convenha», espera o colombiano.

Golos. Tema incontornável na conversa com Falcao. Na estreia na Liga Europa, os olhares dos adeptos seguirão todos os movimentos do ponta-de-lança, esperando um golpe letal no reduto do Genk. «Esperemos que possamos marcar golos e que sejam muitos para ganhar», remata, de forma seca e directa, o jogador. Bem ao seu jeito.

in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto mandou espião ver o Rio Ave: André Villas Boas


Poucas horas depois de ter orientado uma sessão de treinos no Olival, no regresso do F.C. Porto ao trabalho, André Villas Boas já estava em Vila do Conde a observar o próximo adversário portista. O treinador, que é um especialista na observação de adversários, voltou a um papel que desempenhou durante anos.

Recorde-se que Villas Boas foi durante muito tempo o observador dos adversários da equipa técnica de José Mourinho. Esta tarde já se sabia que o F.C. Porto tinha enviado um olheiro ao jogo, mais tarde descobriu-se que era o próprio treinador. Não foi o único, porém: na mesma bancada, uma fila à frente estava Pinto da Costa.

A vitória do Nacional em Vila do Conde mereceu a presença de várias figuras de topo da hierarquia do futebol nacional. Fernando Gomes, novo presidente da Liga de Clubes, por exemplo, foi outra presença notada. Para além disso, também Benfica (adversário do Nacional na próxima jornada) e Sp. Braga estiveram presentes.

in "maisfutebol.iol.pt"

Genk goleia e lidera Liga Belga


À atenção do FC Porto: os adversários dos "dragões" nos playoff de acesso à fase de grupos da Liga Europa estão imparáveis na Jupiler League e golearam o Charleroi (5-0).


O Genk soma e segue na Jupiler League e assumiu, este domingo, a liderança do campeonato belga após uma goleada expressiva (5-0), imposta ao Charleroi.

Os adversários do FC Porto marcaram quatro golos na 1ª Metade, com Vossen a abrir a contagem (13'), Brunye a ampliar (20'), Baguette, na própria baliza (31') a fazer o terceiro e Barda (45'), a levar o Genk a vencer já de goleada para o intervalo.

Aos 49', o mesmo Barda haveria de fixar o resultado final.

Como jogou o Genk

Thibaut Courtois, João Carlos, Eric Matoukou, Ngongca, Thomas Buffel, Kevin De Bruyne (Fabien Camus, 57m), David Hubert, Daniel Pudil (Joneleit, 72m), Daniel Tozser, Elianiv Barda e Jelle Vossen (Ogunjimi, 68m

in "rr.pt"

Álvaro Pereira nega conversa com adversário


O jogador uruguaio afirmou que nunca falou com João Pedro, jogador com quem protagonizou uma jogada em que ficou a dúvida se teria sido grande penalidade.

Após o final do encontro entre Naval e FC Porto, o avançado da Naval, João Pedro, afirmou ter sofrido uma grande penalidade e que o jogador que a cometeu, Álvaro Pereira, havia admitido a irregularidade do lance.


No entanto, em declarações difundidas pela assessoria de imprensa do FC Porto e citadas pelo jornal Record, o jogador uruguaio refutou por completo essas declarações: “Em relação ao lance entre mim e o João Pedro, devo esclarecer que não falei com ele sobre a situação, portanto, se ele diz que confessei a existência de um pequeno toque, está a faltar à verdade e não está a ser correcto”.

Álvaro Pereira esclarece ainda que não houve “qualquer falta” e que falar-se de um penálti “seria desajustado”.

in "desporto.sapo.pt"

Preparação para o Genk arranca sem Guarín


Preparação para o Genk arranca sem FC Porto

O FC Porto regressou hoje aos treinos depois da vitória de ontem na Figueira da Foz e já com os olhos postos no encontro da próxima quinta-feira, frente ao Genk. O destaque do apronto matinal vai para ausência de Guarín. O médio colombiano sofreu uma entrada dura no jogo de ontem, frente à Naval, terminado o jogo em grandes dificuldades e esse será o motivo da ausência do jogador. O boletim clínico dará conta da gravidade da lesão. O jogo da Liga Europa poderá estar em risco. Os juniores Samir Badr e Sérgio Oliveira foram chamados para treinar com o plantel principal. Mariano permanece em tratamento e ginásio.

in "desporto.pt"

domingo, 15 de agosto de 2010

AVB: «Fizemos uma segunda parte muito, muito forte»


Foi motivação e desejo, mais uma amostra de cultura táctica, que até poderia ter revelado outra variante. Assim se resume e explica, segundo André Villas-Boas, a vitória portista na Figueira da Foz, que resulta, ainda de acordo com o treinador, de «uma boa exibição.»


Motivação e desejo

«Na primeira parte sentimos algumas dificuldades, mas conseguimos fazer uma segunda parte muito, muito forte. Tivemos a organização que queríamos e aliámos motivação e desejo. Conseguimos envolver os laterais e aí crescemos como equipa.»

Determinante Guarín

«As alterações que fizemos foram no sentido de sermos mais agressivos. A entrada do Guarín foi determinante, para desequilibrar um pouco o bloco da Naval. Obrigou um dos médios da Naval a baixar e conseguimos criar situações até chegar ao golo.»

Agressivos e pressionantes

«Na segunda parte, fomos mais agressivos e pressionantes. O tempo corria e as oportunidades não nos estavam a deixar chegar ao golo, mas antes do penalty estávamos dispostos a ser ainda mais agressivos em termos estruturais para procurar a vitória.»

Aporte de confiança

«Há consolidação de mensagens e de princípios. A vitória traz confiança. Dois jogos, duas vitórias, uma excelente exibição e uma boa exibição.»

Uma questão de cultura

«O F.C. Porto, pela sua cultura e pela cultura dos seus jogadores, é obrigado a jogar em vários sistemas. Vamos trabalhar o 4x3x3, mas hoje, com quatro médios, mostrámos que temos uma alternativa. E, se não marcássemos, íamos jogar em 3x3x4 até chegar à vitória. Ia lançar o Ukra e tirar um dos centrais. O F.C. Porto tem cultura para jogar em várias formas.»

Hulk

«Sabíamos que ia ser difícil. Eles estavam muitos motivados. Demorámos um pouco a pegar no jogo, mas no intervalo corrigimos e conseguimos três pontos que eram muito importantes. Tive confiança no penálti. Graças a Deus consegui marcar e quero dedicar aos meus filhos. Jogo em qualquer dos lados. Todos queremos ajudar a equipa»
 
in "fcp.pt"

Breves

Queiroz na tribuna a pensar no Euro


Numa altura em que tem sido notícia mais pelo polémico controlo antidoping do estágio da selecção na Covilhã, Carlos Queiroz esteve ontem na Figueira da Foz a ver o Naval-FC Porto. O seleccionador terá observado com particular atenção jogadores como João Moutinho, Rolando ou Varela com vista aos compromissos de Setembro, já a contar para o Euro'2012.

André Villas-Boas repetiu o onze utilizado em Aveiro

Não houve surpresas no onze inicial do FC Porto. Tal como se previa, Villas-Boas apostou nos mesmos jogadores que há uma semana venceram o Benfica na Supertaça. Portanto, João Moutinho continua a ser o único reforço com entrada directa na equipa.

Helton com a braçadeira

O assunto da hierarquia dos capitães do FC Porto está encerrado, pelo menos até que se confirme a saída de Raul Meireles que, juntamente com Mariano, é um dos capitães que transita da época anterior. Ontem, Helton voltou a usar a braçadeira, comandando a equipa dentro das quatro linhas, com Falcao a aparecer na ficha do encontro como o sub-capitão do FC Porto.

Outra vez na Bélgica

O FC Porto enviou um emissário à Bélgica para uma segunda e última observação do Genk. O adversário no play-off da Liga Europa defronta esta tarde (17 horas portuguesas) o Charleroi, em jogo da 3ª jornada do campeonato que é liderado, precisamente, pelo Genk. As duas equipas defrontam-se na quinta-feira, às 19h30.

Genk e grandes presentes

Embora não se tratando de uma surpresa, há a registar a presença do Genk, adversário dos dragões na Liga Europa, na Figueira da Foz, em espionagem, a cinco dias dos dois clubes se defrontarem. Além dos belgas, também clubes de nomeada como o Chelsea, Villarreal, Sevilha ou Sporting tiveram emissários no Estádio José Bento Pessoa.

Operação europa arranca

Com dois jogos por semana até ao final do mês, o plantel portista vai ter de aguardar algum tempo por uma folga. Hoje de manhã, algumas horas depois da comitiva chegar ao Porto - depois da partida na Figueira da Foz -, há treino no Olival, o primeiro para preparar a viagem a Genk, onde os dragões disputam a 1ª mão do play-off de acesso à Liga Europa.

in "ojogo.pt"

FC Porto Um a Um


A Figura: HULK (7)

Bomba de penálti e assunto arrumado

Actuou claramente em contraciclo, levando a equipa às costas e disfarçando a dificuldade em criar lances de perigo. A verdade é que praticamente todos saíram das suas "invenções"". Decidiu a partida com uma bomba da marca dos onze metros, mas merecia ter resolvido tudo mais cedo numa das inúmeras iniciativas individuais em que deixou os homens da Naval com problemas de rins. É justo dizer que por vezes exagerou nos remates de longe, só que o brasileiro percebeu cedo que tinha de ser ele a fazer tudo. E fez: diagonais, cruzamentos, assistências e remates. Cheirou o golo aos 60', quando surgiu na cara de Salin e atirou rente ao poste. E já depois de ter feito as redes balançar esteve muito perto de bisar, num remate cruzado.

Helton 6


Rápido a sair dos postes, desviou uma série de cruzamentos que ameaçaram a sua área e fez uma mancha providencial aos pés de João Pedro, emendando um erro de Álvaro Pereira. Mais tarde desviou um livre de Camora para canto.

Sapunaru 5

Complicativo com a bola nos pés e faltoso quando correu atrás dela. Ou melhor, tentou correr, porque lhe faltou velocidade para acompanhar Marinho e companhia. De positivo, o apoio aos centrais.

Rolando 5

Um mau passe na zona central, entregando a bola a Marinho, quase comprometeu uma exibição segura em que ainda procurou empurrar a equipa para o ataque. Esteve muito perto de marcar num canto.

Maicon 6

Foi rei e senhor das bolas altas, onde não permitiu qualquer cabeceamento aos homens da Naval. Chegou e sobrou para anular Previtali.

Álvaro Pereira 6

Está com a corda toda e por isso andou muito tempo no ataque, procurando desequilibrar. Mas foi a defender que quase o fazia, num mau atraso de cabeça que deixou a bola à mercê de João Pedro na cara de Helton. Redimiu-se aos 78', quando, de carrinho, tirou o pão da boca a Previtali. Que grande corte.

Fernando 5

É notória a preocupação - por ordens expressas do novo treinador - de pressionar mais alto, o que acabou por deixar um pequeno fosso atrás de si até aos centrais e que a Naval foi aproveitando. Mas foram muitas as bolas que ganhou.

Belluschi 5

Assumiu a responsabilidade de escrever a letra do ataque, mas a música estava desafinada, porque os passes de ruptura terminaram sempre nos pés dos jogadores da Naval. Porém, esteve bem nas bolas paradas: serviu Falcao num cruzamento e obrigou Salin a uma grande defesa num remate em zona frontal. Aos 60' aproveitou um ressalto, ganhou espaço e atirou de longe para grande defesa.

João Moutinho 5

Mais discreto do que Belluschi, mas muito mais disponível para defender. Procurou jogar sempre no pé, evitando o erro. Um bom remate à entrada da área, aos 70', que saiu um pouco ao lado.

Varela 4

Esteve uma sombra do jogador que ofereceu a Supertaça ao FC Porto há uma semana. Só em duas ocasiões conseguiu furar: na primeira, cruzou mal e, na segunda, sofreu uma falta à entrada da área. Não estranhou que tenha sido o primeiro a sair.

Falcao 5

Trabalhador incansável fora da área, ineficaz dentro dela. Arranjou espaço para quatro remates, mas não acertou com a baliza.

Guarín 5

A sua entrada alterou o figurino do FC Porto, que passou a jogar em 4-4-2. Encostou-se aos avançados e foi brigando pela bola.

Rodríguez 5

Entrou bem, dando alguma profundidade ao lado esquerdo. Perto do final, quase marcou.

Souza 5

Aposta final para segurar a bola, impor respeito no meio-campo nos últimos minutos e mostrar que tem grande toque de bola. Boa estreia em provas oficiais.

in "ojogo.pt"

Valeu Hulk contra a força do Vento

 

As comparações serão sempre inevitáveis, por isso mais vale começar logo por aí. Sim, o FC Porto voltou a merecer ganhar, como sucedera uma semana antes na Supertaça, diante do Benfica, mas não da mesma forma convincente, já que a exibição de ontem esteve a milhas da obtida no sábado. Cada jogo tem a sua história, pode sempre dizer-se, e este teve até um super-herói que voltou a salvar o dia, o que fica sempre bem num argumento em que o vento, poucas vezes associado ao futebol, tem direito a aparecer por entre as prováveis explicações do que aconteceu ontem à noite na Figueira da Foz.


É verdade, um jogo de futebol pode ter duas partes distintas como ficou patenteado nos primeiros 90 minutos de FC Porto e Naval na Liga Zon Sagres. Para surpresa de todos e desilusão dos que pensavam que todos os jogos podem ser como o clássico de sábado passado, pertenceu à equipa da casa o domínio do jogo nos primeiros 45 minutos. Não que isso se traduzisse num futebol capaz de asfixiar os portistas em missões defensivas, mas pelo menos capaz de interromper, quase sempre com sucesso, o processo criativo dos dragões.

Sem fogo, é certo, mas acima de tudo incapaz de ultrapassar a teia que Victor Zvnka desenhou no meio-campo navalista - o que parecia um 4x3x3, foi quase sempre uma equipa com cinco médios todos eles cientes da importância de pressionarem os médios adversários -, o FC Porto não foi perigoso e nem disso se aproximou. Por isso, viu-se pouco de Belluschi e quase nada de João Moutinho nos primeiros 45 minutos, como que perdidos numa luta em inferioridade numérica. Limitados a jogar com a bola rente ao solo - o vento estragava a trajectória se a opção fosse futebol aéreo -, os portistas nunca conseguiram dominar o jogo, perdendo-se em passes errados, perdas de bola e uma quase confrangedora incapacidade de serem perigosos para a defesa da Naval. O melhor lance do FC Porto acabou por ser o livre directo cobrado por Belluschi e que Salin resolveu com uma boa defesa, ainda assim, o melhor que a Naval conseguiu foi quase aproveitar um mau atraso de Álvaro Pereira. Um mau atraso que se explica por essa falta de espaço que o FC Porto sentiu na primeira parte e que deixou de ser um problema na segunda parte.

A jogar a favor do vento, ciente de que lhe restavam 45 minutos para não fazer suceder a perda de pontos a uma conquista, o FC Porto surgiu mais veloz, como que empurrado pelo vento que passou a ter pelas costas. Aos poucos, a Naval deixou de ser a bela equipa que fora até então, passando por dificuldades em especial a partir do momento em que André Villas-Boas juntou táctica à vontade de ganhar. Com uma hora de jogo e sem a liderança no marcador que esperaria ter por essa altura, Villas-Boas não se ficou pelo refrescar de peças e ideias, mudou também o desenho táctico - de 4x3x3 para 4x4x2 -, visto que a entrada de Guarín, para jogar nas costas de dois avançados, significou a saída de um apagado Varela. O treinador portista estava convencido que o problema não era apenas de rendimento, a questão era ter mais bola e para isso mais homens no meio-campo. O resultado é que o FC Porto apertou ainda mais o cerco, Hulk revelou-se ainda mais perigoso do lado esquerdo, mas nem isso se traduziu no esperado golo. Aliás, haveria de quase acontecer o contrário, quando aos 78 minutos Previtali falhou isolado o que seria o 1-0 para a Naval. Sem eficácia capaz de dar razão ao 4x4x2, o FC Porto voltaria ao seu esquema habitual com a entrada de Rodríguez, cerca de 10 minutos antes de Jonathas cometer o penálti que resultaria no golo de Hulk, a merecer de novo as analogias com o super-herói. E assim, Villas-Boas começou como acabou: a ganhar 1-0 à Naval.

NAVAL-FC PORTO, 0-1

19h15

ESTÁDIO José Bento Pessoa, na Figueira da Foz

RELVADO Irregular

ESPECTADORES 4972

ARBITRAGEM

Árbitro Paulo Baptista

Assistentes José Braga e Luís Tavares

4ºÁrbitro António Costa

GOLOS

[0-1] Hulk 84'(g.p.)

NAVAL

Salin, Carlitos, Lupède, Rogério Conceição, Jonathas, Godemèche, Alex Hauw, João Pedro, Hugo Machado (Giuliano, 72), Marinho (Camora, 60) e Previtali (Edivaldo, 81).

Suplentes não utilizados: Jorge Baptista, Michel Simplício, Godinho, Gómis.

Treinador Victor Zunka

Remates à baliza 2 Remates totais 11 Cruzamentos 22 Cantos 1 Faltas 18 Posse de bola 55%

AMARELOS Rogério 29' Carlitos 63' Jonathas 83'

FC Porto

Helton, Sapunaru, Rolando, Maicon, Álvaro Pereira, Fernando, João Moutinho (Sousa, 86), Belluschi (Rodriguez, 73), Hulk, Falcao e Varela (Guarín, 60).

Treinador André Villas-Boas

Suplentes não utilizados Beto (GR); Miguel Lopes (LD); Sereno (DC); Ukra (AD)

Remates à baliza 5 Remates totais 19 Cruzamentos 27 Cantos 6 Faltas 20 Posse de bola 56%

AMARELOS João Moutinho 44' Hulk 66' Guarín 74'

 
in "ojogo.pt"

A análise de JVP

1 FC Porto passivo e a Naval a dominar


A primeira parte do jogo correspondeu ao pior período do FC Porto, com a Naval a dominar nos primeiros 20 minutos. A partir daí e até ao intervalo, as coisas ficaram equilibradas. É fundamental referir que o vento que se faz sentir naquele campo e a relva seca geram problemas às equipas que querem criar, que querem atacar. Isso explica parte das dificuldades iniciais do FC Porto mas estas deveram-se fundamentalmente a uma atitude diferente da do jogo com o Benfica, de maior passividade e menor agressividade sobre a bola. Além disso, o FC Porto dispunha de poucos espaços para jogar, pois a Naval apresentou-se muito bem tacticamente, com Marinho e João Pedro a taparem bem as alas. Depois, Hulk começou a querer aparecer no jogo, tanto através de lances individuais como de remates de fora da área, embora nem todos levassem a melhor direcção

2 Segredo do sucesso foi a mudança de atitude

A segunda parte foi totalmente diferente, com o FC Porto mais agressivo sobre a bola, subido no terreno e com maior velocidade. Passou a jogar mais perto da área da Naval e a criar mais ocasiões de golo, algumas delas claras e quase sempre através de Hulk. Os azuis e brancos provocaram mais o erro e obrigaram a Naval a recuar, tendo justificado a vitória por aquilo que fizeram neste período. E não me parece que esta se tenha ficado a dever às substituições de André Villas-Boas. É certo que Guarín teve a preocupação de criar linhas de passe e mais soluções ofensivas, para o FC Porto ter um futebol mais pensado e Rodríguez deu alguma frescura, mas o mais importante foi a mudança de atitude colectiva.

3 Inteligência de Souza

Gostei particularmente de ver Souza jogar. Apesar de ter estado poucos minutos em campo, agradou-me a sua atitude agressiva bem como a forma como tentava jogar quando ganhava a bola, não se limitando a tentar entregá-la - passava e procurava ir recebê-la, conferindo dinâmica à equipa. Deu claramente a sensação de ser alguém inteligente na forma como joga.

in "ojogo.pt"

Tribunal de O JOGO - Penálti bem assinalado e erros no campo disciplinar

Os juristas de O JOGO defendem que Paulo Baptista esteve bem no julgamento do lance da grande penalidade que acabou por ser determinante no resultado. Na análise de uma eventual falta de Álvaro Pereira cometida na área do FC Porto, apenas Jorge Coroado entende que o árbitro de Portalegre errou ao não assinalar grande penalidade. As decisões no capítulo disciplinar também merecem reparos.


MOMENTO MAIS COMPLICADO

82' É bem assinalada a grande penalidade contra a Naval por mão na bola de Jonathas Suruk?

OUTROS CASOS

21' Há pénalti por falta de Álvaro Pereira sobre João Pedro?
25' Há mão na bola ou bola na mão de Rogério Conceição na área da Naval?
62' É bem mostrado o amarelo a Carlitos por falta sobre Hulk ou justificava o cartão vermelho?
74' Jonathas Suruk pontapeia João Moutinho intencionalmente? Merecia ser expulso?

Jorge Coroado

82' POSITIVO
Aceito a decisão do árbitro. O jogador da Naval fez braço firme quando se apercebeu que a bola lhe fugia. O cartão amarelo é que não se justificava, atendendo a que não cortou qualquer jogada prometedora ou linha de passe.

21' NEGATIVO
O portista tocou no pé direito de João Pedro, fazendo-o tropeçar, perder o equilíbrio e oportunidade de rematar. Além do penálti, faltou o vermelho.

25' POSITIVO
A bola foi chutada muito próximo e com força em alívio, por um colega. Não houve qualquer razão para castigo máximo.

62' POSITIVO
O cartão amarelo foi o adequado. Hulk não estava enquadrado com a baliza, tratou-se de corte e jogada prometedora.

74' NEGATIVO
O jogador da Naval foi objectivo e deliberado no gesto efectuado. O cartão vermelho impunha-se por nítida agressão.

APRECIAÇÃO GLOBAL

Desempenho feito muito à semelhança do que tem sido o seu percurso: falho de coragem e de determinação. Confuso na acção disciplinar, retraído na imposição técnica e pouco criterioso.

PEDRO HENRIQUES

82' POSITIVO
Jonathas toca a bola com o braço (encontra-se fora do plano do corpo) de forma deliberada. Grande penalidade bem assinalada e cartão amarelo enquadrado no comportamento antidesportivo (jogar a bola com a mão).

21' POSITIVO
João Pedro cai sem sofrer toque de Álvaro Pereira. Não há motivo para grande penalidade e aceita-se que o árbitro não interprete a queda como simulação.

25' POSITIVO
O jogador toca na bola com o braço sem o ter feito de forma deliberada. A distância entre o jogador e a bola também é muito curta (bola inesperada).

62' POSITIVO
Hulk é rasteirado à entrada da área. Carlitos é advertido por cortar um ataque prometedor. Decisão correcta do árbitro.

74' NEGATIVO
Jonathas agride João Moutinho com a sola da bota, de forma deliberada. Seria expulso por falta grosseira. Contudo, o lance é de difícil análise.

APRECIAÇÃO GLOBAL

Assertivo na maioria das decisões (nomeadamente na grande penalidade). No capítulo disciplinar justificar-se-ia a amostragem de alguns cartões vermelhos em lances de difícil análise para o árbitro.

PAULO PARATY

82' POSITIVO
É uma boa decisão. Haveria sempre controvérsia qualquer que fosse a decisão do árbitro, mas penso que o jogador da Naval tem o braço numa posição que não é natural, causando volumetria e impedindo que a bola passasse. O cartão amarelo parece-me desnecessário.

21' POSITIVO
É claro que João Pedro tropeça em si mesmo. Mesmo com a televisão, não há um ângulo que permita determinar se Álvaro Pereira toca no adversário.

25 POSITIVO
Um lance perfeitamente acidental; a bola saiu de muito perto e a grande velocidade. Correcta a decisão de Paulo Baptista.

62' POSITIVO
Boa decisão do árbitro. A falta é cometida fora da área, boa ajuda do árbitro-assistente. O amarelo justifica-se plenamente pela imprudência do defesa.

74' POSITIVO
Se é intencional só o jogador o pode dizer. Aceito a decisão do árbitro, embora fique com a sensação que Jonathas poderia ter evitado o contacto.

APRECIAÇÃO GLOBAL

Apesar de alguns lances controversos, a actuação geral do árbitro foi positiva; procurou dar solidez ao jogo que, pelo modo com as equipas se encaixaram, estava muito bloqueado.

in "ojogo.pt"

PC está preocupado com as arbitragens


Mostra-se confiante que esta época "o FC Porto não vai perder o campeonato", mas não esconde alguma apreensão relativamente ao campeonato que começou este fim-de-semana: "Vejo a próxima época com muita preocupação. No final da Supertaça ficaram cinco cartões vermelhos por mostrar aos jogadores do Benfica. E o jogo foi arbitrado por um árbitro internacional que só vê agressões nos túneis. Isto assusta-me. Temo que vá haver impunidade total com aquele tipo de jogo", palavras de Pinto da Costa na extensa entrevista concedida ao "Expresso", ontem publicada na revista "Única", daquele semanário. O presidente do FC Porto respondeu a todas as questões, inclusive relativas à sua vida pessoal, e deixou claro que para si o "Apito Dourado" não acabou. "Ainda hei-de falar e escrever sobre o 'Apito Dourado' e o 'Apito Final da Liga'. Coisas que se não tivesse testemunhas ninguém acreditava. Como ser detido dentro do Tribunal para ir a Tribunal", disse, prometendo, um dia mais tarde, escrever um livro "com muitas histórias, mas histórias verdadeiras", quando acabar o seu mandato no clube. Aliás, quanto ao seu futuro no FC Porto, deixou tudo em aberto. "Último mandato? Não sei. Ainda faltam dois ou três anos e há tanto para fazer, que não é isso que me preocupa. Quando chegar ao final do mandato e se tiver uma pessoa disponível para dar continuidade ao projecto, é entendível que eu me queira retirar".

FILME "CORRUPÇÃO"

"Tenho uma cópia do guião escrito pela Leonor Pinhão, mas escusam de me assaltar porque está num cofre seguro. No dia em que o livro foi publicado, o FC Porto jogava com uns turcos e ao meu lado ficou o dito dr. Hermínio Loureiro, que me disse: 'Isto do Apito Dourado já não dá nada, mas eles lá em baixo estão muito esperançados em reabrir o processo com o livro que a sua antiga namorada está a escrever"

CAMPEONATO

"A Liga Zon parte com um problema porque o patrocinador da Liga é o mesmo de um dos concorrentes. Eticamente está errado. As empresas patrocinam o clube para que ganhem, para aparecerem. Se isto é uma desculpa se o FC Porto perder o campeonato? Não, porque o FC Porto não vai perder"

VILLAS-BOAS

"A escolha do treinador é minha responsabilidade há 28 anos. Conheço-o desde criança e sempre tive a percepção que ele havia de ser alguém no futebol. Depois o Mourinho pegou nele e ele "doutorou-se". A escolha foi consensual porque era a viragem de página, mudança de ciclo, o que não se faz com pessoas iguais às que estão..."

JORGE JESUS

"Não foi opção porque tem contrato com o Benfica. Admito que possa vir a treinar o FC Porto, mas não estou a ver como porque tem 56 anos. O título do Benfica deveu-se muito a ele, não é só mérito do Ricardo Costa, da Comissão Disciplinar da Liga"

in "ojogo.pt"

Manchester United pode avançar para Meireles - segundo o "Sunday Mirror"


O "Sunday Mirror" revela, na edição deste domingo, que o Manchester United está a ponderar avançar para a contratação de Raul Meireles. O jogador do FC Porto seria o "plano B", caso o negócio com o Werder Bremen por Mesut Ozil não se concretize. Na última semana foi noticiado que os red devils não iriam pagar os 14 milhões de euros exigidos pelo clube alemão, apesar de Ferguson já ter observado o jogador num jogo particular.

O Manchester United está disposto a pagar apenas 10 milhões de euros, o mesmo que Chelsea e Real Madrid ofereceram para contratar o jogador, que ainda tem um ano de vínculo ao clube.

Assim, Ferguson foi "obrigado" a pensar numa alternativa e essa seria Raul Meireles. O português, de 27 anos, já manifestou vontade de abandonar os dragões e de ingressar num clube com mais ambições.

Segundo a mesma publicação, o United até já terá feito uma sondagem para saber o valor do jogador.


Fergie looking to Ozil alternative

Manchester United will go for Porto midfielder Raul Meireles if they fail to land Mesut Ozil.

Sunday Mirror Sport ­revealed last week that United were refusing to meet Werder Bremen’s £12million valuation on Germany playmaker Ozil, despite Sir Alex Ferguson making a trip to Fulham to check on the player in a pre-season friendly.

With only one year left on Ozil’s contract, United are willing to pay only £8m – and that has given Chelsea and Real Madrid the edge in the race to sign him.

That has forced Ferguson to cast his net elsewhere - and 27-year-old Meireles is now on United’s radar.

in "mirrorfootball.co.uk"

Belluschi: «Podemos fazer jogos muito melhores que este»


Belluschi, médio do F.C. Porto, comentou desta forma a vitória da formação azul e branca no reduto da Naval 1º de Maio. O médio argentino falou ainda sobre a renovação do seu contrato a curto prazo e a perspectiva de fazer uma segunda época de qualidade de dragão ao peito:


«Sabíamos que ia ser um jogo muito difícil, muito duro. Pensávamos que poderíamos resolver o jogo mais cedo, mas complicou-se. Felizmente, vencemos. Era o mais importante, para começar bem o ano. Vamos com muitas coisas por corrigir, mas contentes porque ganhámos. Sinto-me muito bem, cómodo, o treinador dá-nos motivação e o grupo está muito bem, unido. Moutinho tem muita grande qualidade e há vários soluções do meio-campo para a frente, como o Falcao lá na frente, que nos abre muitos espaços. Podemos fazer jogos muito melhores que este.»

Sobre a renovação de contrato e a sua afirmação: «Renovar? Temos tempo para isso. Agora penso mais em jogar com o Genk depois iremos tratar desse tema. O mais importante é que começámos bem e queremos este ano conquistar o campeonato. Confio que vou jogar muito melhor este ano.»

in "maisfutebol.iol.pt"

sábado, 14 de agosto de 2010

«Não conseguimos ser agressivos» - Villas-Boas


Faltou pressão e garra ao FC Porto na deslocação ao reduto da Naval, segundo o técnico André Villas-Boas, especialmente «na primeira parte». Mesmo face às adversidades, os portistas conseguiram o triunfo na ronda inaugural do campeonato.

«Vimos uma Naval bastante organizada, que cria sempre grandes dificuldades e que gosta de jogar bom futebol», elogiou o treinador azul-e-branco, sublinhando ainda que o forte vento foi o principal responsável pela má prestação dos dragões no primeiro tempo.

«O vento condicionou, porque obrigou a esticar a equipa na primeira parte e não conseguimos ser pressionantes e agressivos. Na segunda parte mantivemo-nos mais curtos e compactos, criando oportunidades que acabaram por levar ao penalty que deu golo», salientou.
 
in "record.pt"

Souza nem ia entrar: «Estou sempre pronto para jogar»


Souza, médio do F.C. Porto, comentou desta forma a vitória da formação azul e branca no reduto da Naval 1º de Maio. O jogador brasileiro foi suplente utilizado na sua estreia na Liga portuguesa:


«Foi uma estreia muito boa. Temos de estar sempre preparados para entrar e ajudar a equipa. Foi o que fiz, ajudei a equipa a vencer, portanto foi muito bom. Para mim, é igual jogar a 6 ou a 8. O mister falou comigo e eu estou sempre pronto para jogar, em qualquer posição. O F.C. Porto jogou de forma agressiva, não conseguiu marcar e ficou um pouco nervoso. Depois chegou o penalty, justo, e chegámos à vitória. Tivemos inúmeras oportunidades. Eu não estava para entrar, era para ser o Ukra, mas houve o golo e o mister quis segurar um pouco mais o jogo. Temos de estar sempre preparados.»

in "maisfutebol.iol.pt"

Villas-Boas: «Dificuldades na primeira jornada são para todos»


André Villas-Boas, treinador do F.C. Porto, comentando o triunfo por 0-1 sobre a Naval, no arranque da Liga 2009/10:

«Na primeira parte houve algumas dificuldades, mas conseguimos fazer uma segunda parte muito, muito forte. Tivemos a organização que queríamos e aliamos a motivação e desejo. Acabamos por só conseguir acrescentar e criar organização na segunda parte, mas parece óbvio que, na primeira parte, o vento condicionou. Ficamos estendidos no campo pelo jogo directo que, a espaços, a Naval praticou. Deixamos algum espaço à Naval, mas, no segundo tempo, conseguimos estar curtos e compactos e isso deu-nos mais recuperação de bola e gerimos melhor. Conseguimos envolver os laterais e aí crescemos como equipa. As alterações que fizemos foram no sentido de sermos mais agressivos. A entrada do Guarín foi determinante, para desequilibrar um pouco o bloco da Naval. Obrigou um dos médios da Naval a baixar e conseguimos criar situações até chegar ao golo.»

Que análise fez ao intervalo? «Os jogadores tiveram um discurso justo porque sentiam que estavam muito espaçados entre eles. Delineamos a estratégia com um bloco mais compacto. Deu-nos um ascendente em termos de jogo. Fomos mais agressivos e pressionantes. O tempo corria e as oportunidades não nos estavam a deixar chegar ao golo, mas antes do penalty íamos ainda ser mais agressivos em termos estruturais para procurar o golo.»

Sobre o lance do penalty: «Não vi as imagens, dizem-me que é penalty, mas ainda não vi. É uma distância muito grande.»

Houve algum deslumbramento esta noite? «A equipa não estava relaxada. Há uma tensão associada aos primeiros jogos, há o efeito surpresa e há uma Naval nova em relação ao ano passado. Estava muito bem organizada e tem um belo futuro pela frente. Na segunda parte conseguimos o ascendente que queríamos e chegamos ao golo. Estas dificuldades na primeira jornada penso que vão ser comuns a todos. O ano passado, o Benfica foi campeão e empatou em casa na primeira jornada. Há consolidação de mensagens e de princípios. A vitória traz confiança. Dois jogos, duas vitórias, uma excelente exibição e uma boa exibição.»

Sobre a não utilização de Raul Meireles: «São opções técnicas que são tomadas. Obviamente que conto com ele.»

Este jogo mostra que o F.C. Porto tem alternativas tácticas? «O F.C. Porto, pela sua cultura e pela cultura dos seus jogadores, é obrigado a jogar em vários sistemas. Vamos trabalhar o 4-3-3, mas hoje, com quatro médios, mostramos que temos uma alternativa. E se não marcássemos íamos jogar em 3-3-4 até chegar à vitória. Ia lançar o Ukra e tirar um dos centrais. O F.C. Porto tem cultura para jogar em várias formas.»

in "maisfutebol.iol.pt"

Villas-Boas resolveu ao intervalo; Zvunka quer ver lances nas áreas


Os treinadores de Naval, Victor Zvunka, e F.C. Porto, André Villas-Boas, em declarações à Sport Tv após o encontro entre as duas equipas, na última primeira jornada da Liga 2010/11:


Victor Zvunka:

«Penso que durante uma hora fizemos uma boa prestação. Fomos colocados em dificuldades até aos 60 minutos. Fico decepcionado. Houve uma grande ocasião para o Hulk outra para o Previtali. Gostava de rever os lances de penalty, numa área e noutra. Estou satisfeito, mas quando se perde há sempre qualquer coisa que não funciona. Eles fizeram um grande jogo na semana passada, com o Benfica, e foram mais agressivos com o Hulk do lado direito.»

Villas-Boas

Algumas dificuldades iniciais, até pelo vento, como analisa esse período? Vimos uma Naval bem organizada, que criou dificuldades, e uma Naval que tem gosto pelo bom jogo. Ainda bem que o diz, que é para não dizerem que fui eu que usei desculpa, mas é verdade que o vento condicionou, porque obrigou a esticar a equipa. Não pudemos ser agressivos. Na segunda parte, tivemos mais roubos de bola e tivemos mais a posse, criando oportunidades até ao penalty que deu o golo.»

Mexeu no sistema e baralhou a Naval. Essa fase foi fundamental? «Pretendia surpreender a Naval, colocando o Guarín entre os dois médios defensivos. Foi isso que aconteceu. Houve um momento de indefinição na marcação ao Guarín e libertou os outros médios. Com os laterais tivemos mais fluência de jogo e criámos ocasiões.»

«É importante conseguir três pontos onde quer que seja. O estilo da Naval é novo e traz um efeito surpresa. Encarando as dificuldades do jogo, fizemos um discurso forte ao intervalo para que as coisas mudassem e foi isso que aconteceu.»

in "maisfutebol.iol.pt"

Naval-F.C. Porto, 0-1 (crónica)

O F.C. Porto venceu a primeira batalha da Liga, graças a um castigo máximo convertido por Hulk, na recta final da partida (0-1). A Naval 1º de Maio caiu pelo próprio pé, sucumbindo à pressão azul e branca na segunda metade, até à ingenuidade de Jonathas.

E tudo o vento levou. O F.C. Porto esqueceu-se das promessas reforçadas pelo brilharete na Supertaça Cândido de Oliveira e assinou uma exibição cinzenta, longe do admirável mundo novo anunciado por André Villas-Boas.

Distância vertiginosa entre a capacidade de motivação dos portistas, entre um duelo clássico frente ao Benfica e uma visita pachorrenta à Figueira da Foz, onde mora uma Naval 1º de Maio sem largo historial de resistência.

Há uma semana, o F.C. Porto estava por baixo, jogava-se um título e a opinião pública inclinava-se para o lado encarnado. Villas-Boas espicaçou os seus jogadores com capas de jornais e anúncios de derrota categórica. A fórmula resultou.

Lógica invertida na Figueira

Com a Supertaça no bolso e a confiança em alta, os dragões chegaram à Figueira da Foz com a lógica invertida. Adormecidos, por vezes sobranceiros, caíram na pasmaceira e deixaram o adversário desenhar venenosos contra-ataques.

Bendita falta de recursos. Quando escasseiam os milhões, olha-se para o produto nacional e encontram-se talentos consideráveis. João Pedro, vindo da Oliveira, e Hugo Machado, outrora perdido no Azerbaijão, são bem-vindos ao escalão principal.

A Naval provocou alguns sobressaltos mas Helton, melhor que nunca, respondeu sem hesitações. Ao minuto 23, João Pedro caiu na área em lance com Alvaro Pereira. Protestos intensos, permanecendo a dúvida sobre o responsável pelo contacto entre os jogadores. Paulo Baptista mandou seguir.

O mesmo João Pedro, aliás, obrigou Helton a defesa providencial, após corte falhado do seu opositor uruguaio. O F.C. Porto jogava contra o vento, algo que tentara evitar na moeda ao ar, e ressentia-se.

O losango e o erro

Entre alguns bocejos, chegou o intervalo e a esperança de maior animação na etapa complementar. André Villas-Boas recuperou o losango que sustentou o F.C. Porto a partir de Março, lançando Guarín para o lugar do desgastado Varela. Hulk conquistou liberdade total e pegou na equipa em ombros. Tudo girava em torno do talento indomável do brasileiro.

Ao minuto 51, equipararam-se as queixas, com burburinho azul e branco após fora-de-jogo mal tirado a Sapunaru. Crescia o Dragão, empurrado pelo vento que corria de feição e a noite fria que aconselhava correrias mais regulares.

Belluschi obrigou Salin a defesa apertada e, logo depois, Hulk tabelou com Guarín para desperdiçar uma oportunidade soberana. Na cara do guarda-redes adversário, em esforço, o «incrível» picou a bola com o pé direito, o mais fraco, ligeiramente para fora.

A Naval parecia andar à deriva. Do nada, o fresco Camora vislumbrou uma linha de passe soberba, permitindo a Previtali ficar com uma via aberta para a baliza do F.C. Porto. O avançado local esperou, esperou e depois, esperou mais um pouco. Tanto que Alvaro Pereira, num instante decisivo, veio de carinho para manter o nulo.

Entre o sucesso e o fracasso

A história é rica em relatos do género. Pequenos detalhes que desenham a grande fronteira entre o sucesso e o fracasso.

Enquanto Hulk ensaiava bombas sem nexo, a Naval desperdiçava um golo e entregava os pontos logo depois. Um erro involuntário, claro está, mas imensamente infantil.

Ukra preparava-se para entrar, Villas-Boas ia queimar o último cartucho mas Jonathas mudou o guião. Guarín dominou a bola na área da Naval e o defesa brasileiro, por instinto, acabou por desviar com o braço.
Hulk agradeceu e fuzilou Salin. Tudo resolvido. De forma justa, pela supremacia azul na segunda parte. Nota final para a cena de Sapunaru, a contorcer-se de dores no chão, antes de uma recuperação milagrosa para anular um lance de perigo. Desnecessário.

in "maisfutebol.iol.pt"

Hulk: «Vínhamos motivados mas demorámos a entrar no jogo»


Hulk, jogador do F.C. Porto, em declarações à SportTV no final da vitóra sobre a Naval (0-1), no primeiro jogo da Liga 2010/11, disputado neste sábado na Figueira da Foz:

«Sabíamos que o adversário era forte. Nós vínhamos motivados depois da vitória na Supertaça, mas demorámos a etrar no jogo. Todo o mundo voltou depois mais atento no segundo tempo e conseguimos ganhar. Graças a Deus consegui marcar o golo e dedico aos meus filhos. Independentemente do sítio em que jogo, quero é jogar, isso é o mais importante.»

in "maisfutebol.iol.pt"

Naval-F.C. Porto, 0-1 (destaques)

Hulk


Depois de uma primeira parte apagada, em que no par de lances em que pôde arrancar foi travado em falta, o brasileiro esteve bem melhor no segundo tempo. Esteve muito perto de ser a gazua que os dragões precisavam para desbloquear este encontro, em jogo corrido. Não foi por falta de tentativas. Nem de força, já agora. Várias arrancadas ao seu estilo, uma delas, após combinação com Guarín, não deu golo por pouco, naquela que foi a melhor oportunidade do F.C. Porto em todo o encontro. Acabou por ser premiado com uma grande penalidade quando já parecia de cabeça perdida, com um par de remates disparatados

Belluschi

É o senhor bolas paradas, no F.C. Porto. E ganhou o estatuto devido ao mérito que tem, por exemplo, na forma como cobra os pontapés de canto. Já tinha mostrado contra o Benfica, que está com o pé quente neste capítulo e repetiu na Figueira da Foz, pese o forte vento que se fez sentir. Aos 25 minutos, obrigou Salín a aplicar-se com um forte remate na transformação de um livre. No futebol corrido, nem sempre lhe saíram bem os passes a rasgar, que tentou em várias ocasiões.

Helton

Está num bom momento de forma e voltou a prová-lo. Tremendamente eficaz a anular os cruzamentos figueirenses, o brasileiro deu, ainda, nas vistas com uma saída providencial aos pés de João Pedro, quando o avançado da Naval parecia ter tudo para encostar.

Fernando

Subiu uns metros no terreno com André Villas-Boas. Continua a ser o elemento mais recuado do meio campo portista, é certo, mas tem uma maior liberdade para galgar metros do que em tempos idos. Imperial no miolo, procurou ser o apoio constante que Moutinho e Belluschi precisam para fazer carburar a máquina azul e branca.

João Pedro

Agradável surpresa. Esteve muito irrequieto na direita este extremo formado no Sp. Braga e que a Naval descobriu na Oliveirense. Alvaro Pereira não conseguiu mostrar o fulgor ofensivo habitual durante o primeiro tempo muito por culpa de João Pedro que obrigou o uruguaio a estar sempre alerta. Numa das lutas com o portista, caiu na área, com os figueirenses a pedirem grande penalidade.

Hugo Machado

Mais uma descoberta figueirense, desta feita no longínquo Azerbaijão. Não foi brilhante, é certo,mas deixou indicações positivas, que podem torná-lo numa das referências da equipa, a breve prazo. Boa visão de jogo, mas um pé pouco calibrado na hora de executar alguns passes mais arriscados.

in "maisfutebol.iol.pt"

Ukra: «Sei do interesse do Panathinaikos»


O extremo Ukra diz estar ao corrente do interesse do Panathinaikos nos seus serviços, adiantando porém que até agora não lhe foi comunicado nada oficialmente por parte do F.C. Porto. De qualquer das formas, o jovem avançado espera que a hipótese seja bem analisada por todas as partes na procura da melhor solução.

Em declarações ao jornal grego «Goal», citado pelo Sport, Ukra garante não ter «nenhuma hesitação em jogar no campeonato grego». «Sei que há interesse do Panathinaikos e não tenho problemas em jogar na Grécia, se a proposta que houver for boa para mim e para o F.C. Porto», adiantou o jogador.

«Não sei se poderá ser um empréstimo ou uma transferência a título definitivo, têm de se ver todas as hipóteses. O que quero é lutar para jogar e sei que no F.C. Porto este ano vai ser duro ter oportunidades. De qualquer das formas até agora o F.C. Porto não me comunicou nada de oficial do Panathinaikos», referiu.

O Panathinaikos, campeão grego em título, é treinado por Nikos Nioplias e tem o português Carlos Freitas (ex-Sp. Braga) como director-desportivo. O mesmo Carlos Freitas que se recusou a comentar a possibilidade do clube estar interessado em Ukra à imprensa grega, referindo que não comenta nomes.

in "maisfutebol.iol.pt"

Naval - FC Porto directo ... Live tv

 

Link 1

Link 2

Paris já era, mas dragão enfrenta Naval francesa

 

NAVAL - FC PORTO
Estadio Magalhães Pessoa
19h15 - SportTv 



Festejado o primeiro título, dessa vitória do FC Porto em Aveiro sobra mais do que uma taça. Há também crédito acumulado. Dito de outra maneira, as ideias de Villas-Boas, traduzidas em campo com uma exibição irrepreensível contra o Benfica, conquistaram o direito a ganhar corpo sem a sombra das reservas, ou pelo menos as reticências, levantadas num mau fim-de-semana em Paris. Mas, não é contra o Benfica que o FC Porto joga todas as semanas. Transformar a rivalidade em força-extra foi parte complementar da estratégia da Supertaça; agora, será preciso ver na Naval qualquer coisa parecida. Propositado ou não, o facto de ter alimentado a conferência de Imprensa de anteontem com o rescaldo da Supertaça, prolongando o ataque às desconfianças, poderá ter sido também, da parte de Villas-Boas, um bom recado interno, ao jeito de "olhem que os desconfiados continuam ali, ao dobrar da esquina". Estratégia motivacional à parte, há detalhes mais concretos a considerar. Walter e James ainda não jogam e o plantel não está fechado, nas saídas e nas entradas, o que condiciona as escolhas. Isso não é irrelevante. Da Naval, menos exposta a análises mediáticas, registam-se os resultados de uma pré-época sem derrotas, acentuando-se a tradição francesa, este ano ampliada pela nacionalidade do timoneiro: Victor Zvunka.


VARELA

40
Milhões de euros é o valor da nova cláusula de rescisão após ter renovado contrato esta semana

2
Golos marcados à Naval na época passada. Um na Figueira, outro no Dragão

EM DESTAQUE

3
previtali ao ataque Com Fábio Júnior, referência do ataque da Naval, na última metade da época anterior, em parte incerta (não voltou à Figueira da Foz, após as férias), a vaga no sector ofensivo foi ocupada por um dos recém-chegados. Previtali, 23 anos, ex-Guegnon, acompanha o compatriota Zvunka na condição de estreante em Portugal. Conhecedor da filosofia de jogo do técnico, na pré-época, três golos fizeram dele o mais eficaz da equipa na finalização.

1
Sapunaru. O romeno recuperou e, desse modo, deve manter a titularidade. Tido como carta fora do baralho, Sapunaru parece ter convencido Villas-Boas. A título de curiosidade, refira-se que, até Dezembro da época passada, altura em que foi castigado, esteve em cinco jogos de campeonato e, desses, apenas completou um. Hoje pode igualar o número de jogos completos

4
Golos de hulk. O brasileiro mostrou pontaria afinada na pré-temporada, continuando a ser o melhor marcador. Autor de um golo ao Tourizense que não se viu, porque o jogo foi à porta fechada, Hulk marcou mais três golos: ao Preussun, ao Trabzonspor e à Sampdória. Depois da última época atribulada, o brasileiro aposta tudo esta temporada.

Árbitro
Paulo Baptista

[AF Portalegre]

Assistentes
José Braga/Luís Tavares



NAVAL

Treinador
Victor Zvunka

17 Salin GR
7 Carlitos LD
3 Lupède DC
91 Rogério Conceição DC
62 Jonathas LE
25 Godemèche MD
15 Alex MD
77 Marinho AD
37 Hugo Machado MO
45 Camora AE
19 Previtali AV

1 Jorge Baptista GR
26 Gomis DC
16 Godinho MO
20 João Pedro MO
30 Giuliano MO
9 Michel Simplício AV
11 Bolívia AV


FC PORTO

Treinador
André Villas-Boas

1 Helton GR
21 Sapunaru LD
14 Rolando DC
4 Maicon DC
5 Álvaro Pereira LE
25 Fernando MD
7 Belluschi MO
8 João Moutinho MO
12 Hulk AD
17 Varela AE
9 Falcao AV

24 Beto GR
22 Miguel Lopes LD
16 Sereno DC
23 Souza MD
6 Guarín MO
10 Rodríguez AE
27 Ukra AD

in "ojogo.pt"

Rodriguez - "Mudou a mentalidade"


Rodríguez regressou à selecção do Uruguai na quarta-feira, no particular com Angola, depois de ter sido afastado do Mundial da África do Sul. No final do encontro, ganho pela equipa celeste por 2-0, o extremo aceitou falar sobre o FC Porto, começando pelo triunfo na Supertaça Cândido de Oliveira. "Foi uma alegria ganhar o clássico", contou, admitindo que o sabor foi ainda melhor por causa do adversário. "É sempre bonito ganhar ao Benfica. Estou contente porque levantei mais uma taça. No FC Porto, é sempre para ganhar", sublinhou.


Na verdade, o Cebola começou a nova época da mesma forma que terminou a anterior: a vencer um título. Contudo, entre o Jamor e Aveiro muito mudou no Dragão. "Não sei se esta equipa é mais forte, mas mudou a mentalidade, houve várias alterações, novos jogadores e um treinador diferente", explicou, considerando que a equipa não pode estar dois anos seguidos sem vencer o campeonato. "A pressão é ainda maior porque não fomos campeões na época passada e este ano queremos o título", frisou. A terminar, Rodríguez disse que é "bom" treinar com Villas-Boas. "Estamo-nos a adaptar, e ele tem o apoio de toda a equipa ", concluiu.

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Os minutos de Rodríguez esta época com a camisola do FC Porto, contabilizando os jogos de preparação e a Supertaça Cândido de Oliveira. Depois de uma temporada atípica por causa de sucessivas lesões e do afastamento do Mundial da África do Sul, o Cebola está apostado em voltar à forma que levou o FC Porto a pagar sete milhões de euros por 70 por cento do seu passe. A concorrência aumentou com a chegada de James, mas é Varela quem tem ocupado o lado esquerdo do ataque. Na quarta-feira foi titular pelo Uruguai.

in "ojogo.pt"

Falcao: caderneta quase completa


Falcao volta a ser o único ponta-de-lança disponível no FC Porto (o processo de inscrição de Walter continua por finalizar), mas os adeptos podem ficar descansados: o colombiano tem dado conta do recado. Na época passada marcou nos dois jogos diante da Naval e mostrou na semana passada que o jejum da pré-época só serviu para lhe aumentar o apetite pelo golo.


O Benfica era um dos poucos clubes a que ainda não tinha marcado, restando agora um que transita da época anterior e, claro, os dois estreantes: Beira-Mar e Portimonense, com os quais, naturalmente, ainda não teve oportunidade de se cruzar. Feitas as contas, Falcao já facturou contra 14 equipas do escalão maior.

A Académica passa a ser assim o único emblema com o qual já se cruzou que tem conseguido resistir às bicadas de Falcao. E há um dado interessante para acrescentar à análise: André Villas-Boas. O actual treinador dos portistas parece possuir o antídoto para o veneno do colombiano. Pelo menos, conseguiu que Falcao ficasse em branco nos dois jogos em que defrontou a sua Académica na época passada. O FC Porto até fez quatro jogos contra este adversário, mas Falcao só esteve em dois.

Villas-Boas terá estudado bem as movimentações do avançado portista e anulou-o logo no jogo em que se estreou, para o campeonato, no banco da equipa de Coimbra. Esta época, Falcao tem pelo menos mais duas oportunidades para acrescentar o nome da Académica ao currículo, com a aparente vantagem de Villas-Boas estar do seu lado da barricada.

Falcao terminou a primeira época de dragão ao peito com 34 golos, mas não conseguiu facturar nos dois jogos que realizou diante do Benfica. Na Luz e no Estádio Algarve, na final da Taça da Liga, El Tigre ficou em branco, e o FC Porto também. Porém, à terceira foi de vez. O colombiano falhou a recepção aos encarnados - triunfo por 3-1 - por causa do polémico quinto amarelo visto em Setúbal na jornada anterior, mas fechou as contas na Supertaça Cândido de Oliveira há uma semana, reduzindo assim ainda mais o restrito lote de equipas que ainda não provaram do seu veneno. A caderneta completa-se...

Marcou em metade dos jogos da Champions

Se, por cá, Falcao conseguiu marcar a quase todos os adversários e em quase todas as provas - só está em branco na Taça da Liga -, nas competições europeias o cenário é muito parecido. O FC Porto defrontou quatro equipas na Liga dos Campeões e só o Chelsea foi capaz de resistir ao seu instinto de matador. Os londrinos, acrescente-se, não sofreram qualquer golo dos portistas nos dois encontros disputados na fase de grupos. De resto, Falcao estreou-se a marcar na Europa diante do Atlético de Madrid, e logo com um golo de calcanhar que correu mundo. O colombiano facturou quatro vezes na liga milionária, repetindo a proeza na deslocação a Madrid, marcando ainda no Dragão ao APOEL e ao Arsenal, no tal golo que foi muito criticado pelos ingleses, que não contavam com a rápida autorização do árbitro para a marcação da falta. Rúben assistiu, e Falcao só teve de encostar.

in "ojogo.pt"

Há um novo contrato à espera de Belluschi


É com tranquilidade que a SAD tem vindo a fechar processos abertos no final da última temporada. Um deles está relacionado com Belluschi e vai ficar concluído nas próximas semanas. Record sabe que o agente do médio, Alberto Meo, encontrou-se recentemente com os responsáveis portistas, numa visita de médico que alinhavou o novo vínculo. O Samurai vai renovar, melhorando as suas condições salariais e acrescentado uma ou duas épocas a uma ligação que, por ora, é válida até 2013.


Após o fecho do mercado e numa fase que coincide com trabalhos de seleções, o processo vai ficar concluído. O FC Porto segura, assim, o argentino de 26 anos e que tanto se tem destacado nos últimos tempos, justificando os 5 milhões de euros investidos há um ano. Titular no arranque da época, o camisola 7 é um dos elementos mais virtuosos da equipa, parecendo ganhar vantagem sobre Ruben Micael na luta por um lugar no meio-campo.

Processos

Independentemente do rendimento imediato, Belluschi vai ter um novo vínculo, juntando-se assim a Alvaro Pereira e Silvestre Varela, jogadores que já esta época rubricaram novos contratos com a SAD. Falcão é outro dos ativos na calha para renovar, o que espelha a firme vontade da direção em reconhecer e premiar aqueles que mais se destacam no relvado.

Depois de um arranque abaixo do esperado, Belluschi aproximou-se muito do patamar a que tinha chegado no Newell´s Old Boys, no River Plate e no Olympiakos. Já com João Moutinho, formou uma parceria empolgante no triunfo sobre o Benfica, que ofereceu a Supertaça a Villas-Boas no seu primeiro jogo oficial.

Fruto do excelente arranque, o médio vai também iniciar a Liga, já hoje, com o estatuto de titular e completamente tranquilo quanto às suas condições contratuais. Quando partiu para férias, no final de maio, Belluschi já conhecia as intenções da SAD, que vão de encontro às suas próprias intenções. O argentino está a viver um momento auspicioso.

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Finanças forçam Goiás a negociar Rafael Toloi


Não estando a atravessar uma situação financeira particularmente favorável, o Goiás tem necessidade de vender jogadores no imediato e Rafael Toloi é o nome que se encontra em cartaz. O presidente do clube brasileiro admitiu a Record que o central pretendido pelo FC Porto é uma mais-valia para negociar.


“Acredito que o Conselho Deliberativo não vai complicar a saída do Toloi, porque o Goiás precisa de vender jogadores. Isso não implica que o possamos vender a qualquer preço. Já avisei que ele só sai por 4 milhões de euros”, revelou Syd de Oliveira, acrescentando que até ao momento continua sem receber qualquer documento oficial da SAD portista: “Isso pode acontecer nos próximos dias, quem sabe?...”

O dossiê Rafael Toloi é de tal forma importante na atualidade do Goiás que o Conselho Deliberativo do clube brasileiro, com 250 elementos, agendou para a próxima terça-feira uma reunião extraordinária.

Quanto ao argentino Nicolás Otamendi não se registaram evoluções, depois de o Vélez Sarsfield ter rejeitado uma proposta de 5,5 milhões.

 
in "record.pt"

Ruben preterido - está recuperado da lesão mas descansa para o genk


Desde o meio da semana que Ruben Micael está recuperado da mialgia na coxa direita contraída no jogo com o Bordéus, mas nem assim o médio faz parte dos convocados. Villas-Boas optou por não chamar o madeirense para a Figueira da Foz, poupando-o para o primeiro duelo com o Genk. Desta forma, o regresso à competição em encontros oficiais fica adiado.


Foi a 14 de abril, quando os azuis e brancos bateram o Rio Ave, para a Taça de Portugal, que Ruben Micael esteve pela última vez na equipa. A lesão no pé direito impediu-o de jogar nas últimas jornadas da Liga e na final da Taça de Portugal. Já esteve em campo na pré-época, mas acabou por lesionar-se no Torneio de Paris. Por esse motivo falhou a presença na Supertaça e agora não defronta a Naval.

Em sentido contrário e com vista ao reforço do meio-campo, Villas-Boas já pode contar com Guarín. O internacional colombiano tinha falhado o jogo com o Benfica, por ainda não estar na sua melhor condição física, mas já é opção para a deslocação à Figueira da Foz. A titularidade, essa, ainda terá de esperar, porque o eleito para jogar próximo de Fernando e João Moutinho é Belluschi. Uma parceria de sucesso.

in "record.pt"

À saída do labirinto - A porta abre-se para raul meireles deixar o clube


A chamada para a Supertaça não passou de uma ilusão para quem ainda acreditava que Raul Meireles tinha entrado nas contas de André Villas-Boas para a nova época. A inclusão na lista enviada para UEFA alimentou esse cenário, mas foi só esperar pela convocatória para a deslocação à Naval para perceber que, afinal, não é aconselhável a utilização do internacional português nesta altura. Aos poucos o médio, de 27 anos, começa a vislumbrar a saída do labirinto onde se viu perdido desde que fincou pé no adeus do Dragão.

A ausência dos eleitos para o embate com a Naval é um indicador claro de que Raul Meireles não faz parte dos planos do técnico, até porque não foi comunicado qualquer impedimento de última hora. Mesmo tendo entrado nos últimos minutos do jogo com o Benfica, o camisola 3 só o fez porque Villas-Boas necessitava de um médio que pudesse assumir o papel que vinha a ser desempenhado por João Moutinho. Percebe-se que Meireles não atravessa um bom momento e o facto de se ter escusado a prestar declarações no final da Supertaça é um sinal de que pretende evitar ao máximo o contacto com a comunicação social.

Nas vezes em que o fez, durante o Mundial da África do Sul, o médio nunca escondeu o desejo que tinha manifestado na final da Taça de Portugal: procurar um novo desafio na carreira. Falou-se da Fiorentina, Sevilha, Chelsea e Real Madrid, mas atrás do fumo não se viu fogo. Com a partida do seu grande amigo Bruno Alves para o Zenit São Petersburgo, Meireles viu-se ainda mais isolado num balneário onde só partilha com Helton o estatuto de tetracampeão.

Compreende-se a necessidade de respirar outros ares e fortalecer a vertente económica, mas para isso é imperioso que chegue à SAD uma proposta convincente, o que parece não ter acontecido até ao momento. A duas semanas de fechar o mercado de transferências, este é um dos casos que merece grande parte da atenção para um jogador que perdeu espaço na equipa.

in "record.pt"


Raul Meireles protegido para o mercado

Villas-Boas deixou de contar com Raul Meireles. Pelo menos, para o encontro na Figueira da Foz. O internacional português foi riscado da lista de convocados e para o seu lugar entrou Guarín, naquela que é a única alteração relativamente ao encontro da Supertaça Cândido de Oliveira. Sapunaru recuperou da lesão na clavícula e foi chamado, devendo manter a titularidade.


Voltando a Raul Meireles, a decisão de o deixar de fora do arranque do campeonato, uma vez que o jogador não está lesionado, é da inteira responsabilidade do técnico, com a concordância da estrutura directiva. Aparentemente, esta opção deve ser entendida como uma forma de protecção de uma eventual lesão de um jogador que está no mercado, ainda que, o que não deixa de ser curioso, Raul até tenha jogado dez minutos no clássico, além de ter sido incluído na lista de 23 inscritos para a Liga Europa. Em todo o caso, não é de prever que seja usado nos jogos contra o Genk.

Raul Meireles estará, assim, numa espécie de redoma a aguardar que o mercado funcione. Dito por outras palavras, Raul não deverá jogar mais até ser vendido, numa situação em tudo idêntica à de Quaresma, antes de este ser transferido para o Inter de Milão, no último dia do mercado.

A mesma situação é aplicável a Fucile. O uruguaio não figura do boletim clínico, apesar de, alegadamente, ter sido essa a razão para não ter jogado pelo Uruguai na quarta-feira, e também já manifestou vontade de sair. Com mais dois laterais-direitos no plantel - Sapunaru e Miguel Lopes - tudo indica que Fucile vai mesmo abandonar o FC Porto.

Banco com três reforços mas sem ponta-de-lança

Tendo feito apenas uma alteração, Villas-Boas voltou a deixar de fora cinco reforços: Walter, James, Kieszek, Emídio Rafael e Castro. A estes junta-se o lesionado Mariano, e os preteridos por opção Raul Meireles, Fucile e Rúben Micael. Como o onze será o mesmo que derrotou o Benfica, só uma cara nova tem entrada: João Moutinho. Os outros reforços convocados estarão no banco - Souza, Sereno e Ukra -, onde não há qualquer ponta-de-lança.

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Alex reforça plantel do Stª. Clara


O Santa Clara garantiu a contratação do médio-ofensivo Alex, proveniente do FC Porto. O futebolista, de 19 anos, já se treina com a equipa há 15 dias, mas apenas ontem ficou confirmado o acordo entre a comissão administrativa do clube açoriano, juntamente com a SAD do FC Porto e Nacional, clubes onde o futebolista madeirense efetuou a sua formação.


Alex assinou um contrato válido para as próximas três temporadas, sendo considerado uma jovem promessa da equipa de Ponta Delgada para o futuro.

O FC Porto e o Nacional ficam com uma percentagem do passe do futebolista em caso de uma futura transferência.

Entretanto o clube açoriano recebeu a chegada de Kiki Ballack, um jovem, de 20 anos, de Cabo Verde, internacional pelas camadas jovens, que vai ser observado durante os próximos dias. Se o atleta revelar qualidades o clube pretende efetuar um contrato de longa duração com o futebolista para salvaguardar um potencial negócio no futuro, como aconteceu esta temporada com a venda de Stopira e Valter, respetivamente para o Desportivo da Corunha e Ceuta. O técnico Bruno Moura, já poderá utilizar Renato frente ao Estoril.

in "record.pt"

Walter e James sem certificados


Walter e James Rodriguez estão novamente fora de jogo. E vão dois, por ora, porque ontem, afinal, ainda não tinham chegado os certificados internacionais dos jogadores.


Motivo que levou os portistas a manterem em suspenso a lista de convocados para o jogo de hoje, com a Naval, até já ao final da tarde, na esperança que ainda estavam de poder regularizar a situação dos dois avançados.

O atraso na documentação de Walter ainda terá alguma justificação, dado que o jogador foi o último a ser recrutado pelos dragões e o seu vínculo ao clube apenas acabou por ser registado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários a 28 de Julho, mas já no que diz respeito a James Rodriguez o caso muda de figura: o colombiano oficializou a sua ligação ao FC Porto na primeira semana de Julho.

Em trânsito também estão Fucile e Raul Meireles, que ficaram fora da convocatória. O defesa uruguaio, como aconteceu na Supertaça, voltou a ser preterido alegadamente por ainda não se encontrar nas melhores condições físicas. Já Raul Meireles foi o (único) sacrificado relativamente ao jogo anterior, com o Benfica, em que até alinhou como suplente utilizado. Uma vez que o médio não conta no boletim clínico, só pode subentender-se que se tratou de uma opção de Villas Boas.

in "abola.pt"