segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O FC Porto um a um

Kieszek 2
Veredicto: culpado. Comprometeu a equipa no primeiro golo do Nacional, ao largar a bola quando parecia ter o lance controlado após um cruzamento. Anselmo não perdoou. Até aí deu nas vistas a jogar com os pés.

Fucile 5
Controlou Skolnik e, até sair lesionado, surgiu muitas vezes no ataque.

Rolando 5
Impediu uma série de lances perigosos do Nacional com cortes longe da área. No entanto, ficou com culpas no primeiro golo, porque podia ter evitado o lance se aliviasse atempadamente a bola da zona defensiva.

Sereno 3
Irremediavelmente ligado ao resultado, ficou pregado ao chão no lance do segundo golo. Foi o erro mais visível de uma exibição com outras manchas, como quando deixou Orlando Sá com o golo à vista.

Rafa 5
Evidenciou-se com a postura ofensiva, garantindo lances perigosos e até fintas vistosas, mas nem sempre esteve presente na retaguarda.

Guarín 7
Com o colombiano em campo a lei do mais forte é sempre aplicada. A favor dele, claro. Recuperou inúmeras bolas e poucas vezes errou no passe. Na segunda parte, Villas-Boas colocou-o na posição de Moutinho e o resultado continuou a ser bom. Sempre em jogo, foi dele o cruzamento para Walter sofrer falta para penálti.

João Moutinho 6
Mostrou mais uma vez grande capacidade de trabalho, tanto a organizar jogo como nas tarefas defensivas, que desempenhou, aliás, na segunda parte.

Rúben Micael 6
Bem a distribuir jogo e no apoio aos avançados, esteve mal nos remates (errou o alvo nas duas tentativas).

Hulk 6
Perdeu uma quantidade anormal de bolas e não se livrou de ouvir uns assobios na primeira parte. Melhorou após o intervalo, levou a equipa para a frente com lances individuais, obrigou Bracali a uma grande defesa e marcou um golo.

James 5
Livrou-se bem das marcações, mas poucas vezes acertou nos cruzamentos. Em situação de golo, e foram duas, falhou: primeiro porque não acertou na bola aos 27' e depois porque lhe "faltou" o pé direito aos 57'.

Walter 5
Dá a sensação de jogar em câmara lenta, demorando a libertar a bola. Destaque para uma assistência a James e para a falta que sofreu na área e que deu origem ao golo.

Sapunaru 5
Criou perigo com cruzamentos para a área.

Belluschi 4
Não mexeu com a equipa.

Ukra -
Nada a fazer.

André Villas-Boas: "Acho que não nos podem penalizar"

Ao 27º jogo, o FC Porto perdeu - em casa, com o Nacional -, mas mais do que os erros individuais, para André Villas-Boas esteve em causa o colectivo, o que explica este primeiro passo em falso da época. "Não me parece que os meus jogadores se tenham ido abaixo de forma alguma. A questão tem mais a ver com erros colectivos e com a eficácia do Nacional, que deixou pouco tempo e pouca margem de manobra ao FC Porto para dar a volta aos resultado", apontou antes de dividir o jogo em dois tempos para se justificar. "Na primeira parte podíamos ter feito mais, penso que faltaram mais remates à baliza e um colectivo mais incisivo. No segundo tempo, a ganhar, pagámos caro por erros colectivos. Mas não está em causa o nosso compromisso com a Taça da Liga e com este jogo, nem a concentração." O técnico do FC Porto também rejeitou que alguma vez tenha dado menos importância à Taça da Liga: "Nada disso. Ainda podemos fazer seis pontos e esperar que o Nacional e o Gil Vicente escorreguem, mas vamos tentar inverter a situação para tentarmos ainda passar às meias-finais da Taça da Liga." De seguida passou a jogar em defesa do grupo. "Relativamente ao que se passou aqui, acho que não se pode penalizar uma equipa depois do bom percurso feito até agora. Vamos focar-nos no Marítimo com a mesma preponderância da primeira volta", prometeu.

Também as cinco alterações efectuadas na equipa em relação ao último jogo, com o Paços de Ferreira, não terão consequências directas, garantiu ainda o técnico perante uma pergunta que visava saber se ia haver reflexos individuais depois desta derrota: "Parece-me uma análise demasiado agressiva quando o que aconteceu foram erros colectivos, mais do que situações individuais. Mas não haverá qualquer tipo de penalização no plantel."

in "ojogo.pt"


Desligados da corrente pelo herói conhecido

O que começa tem sempre um fim e ontem chegou o ponto final para a esta série de jogos sem perder do FC Porto, que fica para a história por ter durado 36 partidas. Mas, por consequência, também acabou a estreia sem derrotas de André Villas-Boas, que ainda não conhecera esse amargo sabor desde que vencera o Benfica na Supertaça, no início da época desportiva. O registo fica então nos 26 encontros a somar pontos e um troféu. Números que saltam para a ribalta na sequência da derrota de ontem, na primeira jornada da fase de grupos da Bwin Cup e que tem consequências no futuro próximo da equipa. Consequências práticas e uma outra mais teórica. Antes de mais, obriga os portistas a vencerem as duas outras partidas desta fase da competição - em casa do Gil Vicente e depois na recepção ao Beira-Mar -, num outro patamar, os dois golos de Anselmo terão feito soar o alarme entre o plantel. E, neste caso, Villas-Boas pode vir a agradecer o momento da primeira derrota e suspirar de alívio pelo facto de a perda de pontos não ter consequências na classificação da I Liga. É uma acha para a fogueira, mas ainda assim parece incapaz de incendiar os rivais do FC Porto no campeonato.

O feito de derrotar o FC Porto pertence ao Nacional, a glória fica para Pedrag Jokanovic, o quarto treinador da equipa madeirense a vencer em casa dos Dragões, desde um 2-1 em 1991/92, ainda no Estádio das Antas, era Manuel de Oliveira o técnico. Ora, o que fica bem no currículo do sérvio são esses dois pormenores deliciosos dos golos da reviravolta terem sido marcados por um suplente lançado no jogo momentos antes e da assistência do golo da vitória pertencer a outro jogador colocado na partida pouco antes. Anselmo - pela terceira vez marcou e derrotou o FC Porto - e João Aurélio ficaram assim ligados a um triunfo que chegou a parecer pouco provável ainda antes do FC Porto chegar à vantagem no marcador.

O jogo não começou bem para os portistas. Culpa própria, porque apenas incluíram a velocidade de procedimentos nos extras da segunda parte, passando os primeiros 45 minutos à espera do que vinha parecendo inevitável esta época, um golo e consequente vitória. O Nacional esfregou as mãos, mas pouco mais fez, porque também não se revelou perigoso, apesar de dois lances em que tanto Diego Barcellos como Skolnik podiam ter definido melhor. Do mesmo pode queixar-se o FC Porto, ainda que neste caso a maioria das tentativas de fazer golo fossem remates de meia distância. Facto comprovativo: só por uma vez Bracali defendeu - todos os outros seis pontapés acabaram atrás ou ao lado da baliza do Nacional.

André Villas-Boas fez as contas e enquanto não chegou o intervalo, onde poderia passar melhor a sua mensagem, ensaiou o que ia fazer na segunda parte: recuou João Moutinho para trinco e esperou que o médio desse ideias que Guarín não é capaz de ter quando joga tão recuado. A ideia era boa, mas precisava da tal velocidade de procedimentos que só os segundos 45 minutos trariam.

A ironia da melhoria do FC Porto traduz-se no nome do maior beneficiário: Guarín, sério candidato a melhor em campo se Anselmo tivesse ficado pelo banco do adversário. Mais perto do ataque - ou mais longe do início do processo criativo - a força do colombiano foi o poder que levou os portistas à vantagem do marcador por volta da hora de jogo. Um penálti e um golo, de Hulk, com sabor a justiça ante um Nacional que perdera a noção do espaço onde estava a baliza de Kieszek. Haveria de a descobrir de uma forma quase acidental. Na frente do marcador, jogo controlado, os portistas pareciam estar, uma vez mais, confortavelmente instalados no comboio da invencibilidade. Tão confortáveis que nem terão dado excessiva importância às alterações decididas por Jokanovic e que, em nome da verdade, pareceram apenas meras tentativas de refrescar unidades: Orlando Sá por Anselmo, Skolnik por João Aurélio, Diego Barcellos por Pecnik...

Mas, um erro clamoroso do guarda-redes do FC Porto, Kieszek, e dois golos em seis minutos tiveram a virtude de tornar as decisões de Pedrag Jokanovic providenciais. Afinal, foi o primeiro a derrotar Villas-Boas. Devia valer um póster.


FC Porto–Nacional 1-2

Estádio do Dragão
Relvado em bom estado
Espectadores 30018
Árbitro Olegário Benquerença (AF Leiria)
Golos 1-0 Hulk (g.p.) 64'; 1-1 Anselmo 78', 1-2 Anselmo 84'


domingo, 2 de janeiro de 2011

ALVARO PEREIRA OPERADO AO OMBRO ESQUERDO

Alvaro Pereira foi submetido a uma intervenção cirúrgica ao ombro esquerdo, este domingo, no Hospital de Santa Maria. Em consequência do traumatismo ao serviço da selecção do Uruguai, o defesa sofreu uma re-fractura que motivou a operação. A intervenção decorreu sem intercorrências e esteve a cargo de José Lourenço.

in "fcp.pt"

DRAGÕES REGRESSAM ÀS VITÓRIAS COM NÚMEROS ARRASADORES


O FC Porto Ferpinta venceu, este domingo, o Illiabum, por 28 pontos de diferença (97-69), em jogo da décima jornada da Liga, disputado no Dragão Caixa, onde regressou às vitórias com uma prova inequívoca de que a derrota em Coimbra não passou de um mero acidente de percurso.

Com 21 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências, Greg Stempin distinguiu-se como o MVP da partida, que teve em Sean Ogirri o melhor marcador (22) e autor de metade do total de lançamentos triplos convertidos (10) pelos Dragões, que mantêm a primeiro posição da prova, com um registo de nove vitórias e uma derrota.

No final da partida, o treinador Moncho López mostrou-se satisfeito com a réplica dos jogadores ao desaire sofrido diante da Académica: «Era importante ver a resposta da equipa depois de uma fase de trabalho algo complexa. Percebemos que, depois de seis meses de trabalho, o colectivo estava um pouco cansado física e psicologicamente, e quisemos realizar um bom jogo, fazendo dele um ponto de inflexão. Foi bom todos terem jogado e os mais novos fizeram um bom trabalho.»



in "fcp.pt"

Hulk: «Cometemos um erro e fomos penalizados»

Taça da Liga: F.C. Porto-Nacional, 1-2 (reportagem)


Hulk, avançado do F.C. Porto, em declarações na flash interview da SporTV após a derrota diante do Nacional por 1-2:

«Tínhamos o jogo controlado, falhámos oportunidades e depois aconteceram dois imprevistos. Queremos já ganhar no próximo sábado. Voltámos das férias de igual forma, mas cometemos um erro e fomos penalizados. 100 jogos pelo F.C. Porto? Todos são especiais. É uma marca muito bonita numa grande equipa da Europa.» 


in "maisfutebol.iol.pt"

Villas-Boas: «Não há que penalizar uma equipa que rendeu como esta»

F.C. Porto-Nacional, 1-2 (reportagem)


André Villas-Boas, treinador do F.C. Porto, em declarações após a derrota em casa com o Nacional (1-2) em jogo da Taça da Liga, naquela que foi a primeira derrota do F.C. Porto em 37 jogos e a primeira derrota do treinador à frente do dragão:

«Não há que penalizar uma equipa que rendeu como esta. Obviamente que é uma derrota e temos de evitar derrotas a todos os níveis. Mas fizemos um percurso bom e temos de nos focar no Marítimo com a máxima agressividade para voltarmos às vitórias.

Se há jogadores que ficaram com uma cruz? Os erros acontecem sempre de uma forma colectiva. Recordo que antes do lance do Kieszek tentámos uma construção curta e falhámos. Não há qualquer tipo de penalização, nem há cruzes aqui neste clube.

A equipa não foi abaixo, isso não está em questão. A questão são os erros colectivos. Além disso, na primeira parte podíamos ter feito mais, tivemos muitos remates mas fomos pouco incisos, andámos perto da baliza, mas rematámos muito ao lado. 

Crescemos um pouco na segunda parte, envolvendo os laterais e aumentando a dinâmica colectiva, mas ainda assim não chegou para alcançarmos a vitória. Não está em causa o compromisso, a exigência ou a concentração que tivemos.

Agora temos de esperar que o Nacional escorregue, porque não vamos poder chegar aos nove pontos. Para ficarmos em primeiro temos de esperar que o adversário perca pontos, mas antes de mais temos de nos comprometer com a vitória nos nossos jogos.»


in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-Nacional, 1-2 (destaques)

Anselmo, um jeito especial para abater o dragão


Anselmo, o caça-dragões
Quinze minutos em campo foram suficientes para destruir uma carreira impecável. Fez dois golos em dez minutos e virou do avesso um jogo que parecia condenado à vitória portista. Ele que já por duas vezes tinha feito os golos que derrotaram o F.C. Porto: ambas pelo E. Amadora e uma delas também no Dragão.

Kieszek, um frango que deitou tudo a perder
No segundo jogo oficial deitou tudo a perder: um erro difícil de explicar permitiu ao Nacional recuperar o empate que tanto trabalho tinha dado a ultrapassar. Largou uma bola fácil e permitiu a Anselmo empurrar fácil para o fundo da baliza. Ainda que no segundo golo não tenha tido culpa, já tinha deitado tudo a perder.

Luís Alberto, exemplo de capitão
O brasileiro regressou à equipa após dois jogos de ausência por lesão e voltou a ser ele próprio: um líder dentro de campo. Deu o exemplo na agressividade, na forma como pressionou adversários, como compensou os companheiros e como serviu de terceiro central numa leitura perfeita do jogo. Defensivamente, teve tudo.

Diego Barcellos, ainda ameaçou...
Colocado atrás da linha da bola, como todos os jogadores do Nacional à excepção de Orlando Sá, o brasileiro desdobrou-se entre a marcação aos adversários e a alimentação do ataque. Rematou para defesa de Kieszek e serviu Orlando Sá três ou quatro vezes em lances que não deram nada, mas ameaçaram.

Guarín, provavelmente o menos mau
Confirmou as boas indicações deixadas nos últimos jogos do ano passado com uma presença em campo astuta e personalizada. Agressivo na recuperação da bola, procurou dar velocidade ao jogo com passes rápidos, aos quais somou algumas aberturas bem medidas. Uma exibição positiva, mas não isenta de erros. 

João Moutinho, como um relógio
Não sabe jogar mal e por isso acabou por se destacar da mediania num jogo muito difícil para o F.C. Porto. Destacou-se sobretudo pela inteligência colocada em campo, tanto na compensação defensiva das subidas de Guarín, quanto na forma com percebeu cedo que tinha de jogar rápido. O normal nele, portanto.

Hulk, demasiado pouco
Confirmou na estreia em 2011 os dados deixados no final de 2010: está a cair de forma. É verdade que foi talvez o mais inconformado, o que mais pediu a bola, o que mais rematou, mas um tiraço para grande defesa de Bracalli e o golo de penalty foi demasiado pouco. Até porque fartou-se de perder bolas.


in"maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-Nacional, 1-2 (crónica)

36 jogos depois, a perda de imbatibilidade no regresso à prova maldita

A Taça da Liga não é definitivamente uma competição que faça bem ao F.C. Porto. No regresso à prova que significou a última derrota, na final da última época, frente ao Benfica, a formação azul e branca voltou a perder. Fê-lo com estrondo, em apenas oito minutos, aos pés de um Anselmo que voltou a fazer mossa.

O avançado entrou em campo a quinze minutos do fim e num instante virou do avesso um jogo que parecia destinado a perpetuar a caminhada imbatível do F.C. Porto. Primeiro aproveitou um erro enorme de Kieszek, ele que teve a pior estreia possível em jogos oficiais, depois aproveitou a apatia da defesa portista.


Curiosamente Anselmo já era uma espinha encravada na garganta do dragão muito antes desta noite heróica. Tinha sido ele, por exemplo, que há quase quatro anos ditou uma derrota caseira do F.C. Porto. Desta vez fez muito melhor: interrompeu uma série de 36 jogos sem perder do líder do campeonato nacional.


Para além dessas curiosidades, sobra a notícia mais relevante: o ano de 2011 começou muito mal para o F.C. Porto. Começou mal a todos os níveis, aliás. A equipa jogou mal, não teve soluções para ultrapassar a solidez defensiva do Nacional, marcou de grande penalidade e nem assim evitou a derrota que chegou pouco depois.


Durante toda a primeira parte, por exemplo, o F.C. Porto não conseguiu por uma vez rematar dentro da área. Finalizou muito, é verdade que sim, teve a posse de bola e empurrou o adversário para trás, mas só atirou à baliza do Nacional de muito longe. Um grande tiro de Hulk para excelente defesa de Bracalli foi muito pouco.



Na segunda parte melhorou um pouco, sobretudo após a subida do mais explosivo Guarín no terreno, por troca com João Moutinho, mas ainda assim não chegou para alterar a tendência pobre do jogo. Fez um golo de penalty que alimentou a esperança de vitória, mas deitou tudo a perder em dois erros defensivos.


É impossível não associar, de resto, a primeira derrota caseira às alterações de Villas-Boas. Para além da cruz que Kieszek terá de carregar por muito tempo, sobrou sempre a impressão que uma defesa com Sereno e Emídio Rafael não augurava nada de bom. Durante a primeira parte, por exemplo, já tinham ficado alguns avisos.


Mais tarde concretizaram-se num final de jogo trágico para o Dragão. Para além da derrota, sobrou um aviso sério: vai ser um 2011 difícil. Villas-Boas já o tinha dito antes, esta equipa tornou-se um alvo a abater. Em nenhum jogo como este, porém, se terá notado tão energicamente a vontade de travar o dragão. 


O Nacional deverá muito bem ter sido o adversário mais difícil no Dragão. Difícil pela agressividade, difícil pela robustez, difícil pela pujança. Difícil também porque não teve receio de fazer faltas feias, de travar o jogo, de defender com dez jogadores atrás da linha da bola e numa constante solidária combatividade. 


Perante isto, desmoronou-se a imaginação portista e quebrou-se a onda de positivismo que levou 30 mil adeptos ao Dragão numa noite de Janeiro para ver um jogo da Taça da Liga. O F.C. Porto já não é imbatível. Descobriu-se no regresso a uma Taça da Liga maldita, que começou agora e já ficou muito comprometida.

in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto: derrota apareceu 307 dias depois...na mesma prova

Último desaire portista tinha sido na final da Taça da Liga


A Taça da Liga não traz fortuna ao F.C. Porto. Os dragões sofreram a primeira derrota da era André Villas-Boas frente ao Nacional, na estreia na competição na actual temporada, quando já não perdiam desde...a final do ano passado, frente ao Benfica.

O jogo, realizado no Estádio do Algarve, aconteceu a 21 de Março de 2010, era Jesualdo Ferreira o treinador. Passaram 307 dias e o F.C. Porto voltou a sentir o sabor da derrota.

Termina, assim, uma série de 36 jogos sem perder, iniciada, ainda, no «reinado» de Jesualdo. O, agora, treinador do Panathinaikos venceu todos os jogos até ao final da temporada: sete para o campeonato e três para a Taça de Portugal.

Villas-Boas entrou a ganhar na Supertaça, passou os três obstáculos da Taça de Portugal, empatou apenas um dos oito jogos da Liga Europa e somou 12 vitórias e dois empates no campeonato. 

Os números da invencibilidade portista:

36 jogos sem perder

33 vitórias (19 para a Liga; 7 para a Liga Europa; 6 para a Taça de Portugal; 1 para a Supertaça)

3 empates (2 para a Liga; 1 para a Liga Europa)

in "maisfutebol.iol.pt"

Dose de Hulk para 6 mil

Os que aproveitaram o primeiro dia do ano para esticar as pernas até ao Dragão, por forma a presenciar o treino aberto do FC Porto, foram brindados com uma demonstração do poder de fogo de Hulk. O brasileiro chegou cheio de pólvora a 2011, e os estragos que fez nas balizas arrancaram das bancadas reacções semelhantes às de quem presencia um espectáculo pirotécnico bem colorido. Mas a Hulk nem foi preciso mudar de cor para dinamizar o treino e divertir os cerca de seis mil adeptos presentes para cumprir aquilo que já se começa a tornar uma tradição na cidade. Bacalhau à mesa na noite de Natal, fogo-de-artifício, na Baixa da Invicta, na passagem de ano e treino aberto no Dragão, com romaria de adeptos no primeiro dia de Janeiro. Ficou a certeza de que quem se deslocou ao estádio e aproveitou para fazer lá a digestão das iguarias da época saiu bem-disposto com o que viu, até quando a trave da baliza susteve, com grande desafio às leis da física, mais um daqueles "bilhetes" sem retorno de Hulk. Vibrou o ferro e vibrou o público .

O treino tinha começado com os jogadores a fazerem as honras da casa aos adeptos. Do círculo central do relvado, um grupo de 23 aplaudiu e ouviu a retribuição na mesma moeda antes de se dividir em dois para uns meiinhos bem puxados, ainda em jeito de aquecimento. Nada como uns túneis e uns toques de artista bem junto à linha lateral, mesmo debaixo das barbas dos adeptos, para animar o público, se ouvirem palmas e umas bocas para espicaçar à desforra dentro de campo. Peladinha em meio campo, amarelos contra azuis, com Villas-Boas a privilegiar o futebol disputado em espaço reduzido, em velocidade e ao primeiro toque e... oportunidade para um bonito de Sapunaru, que, num remate à meia-volta, marcou um daqueles golos causadores fatais de salvas de palmas espontâneas. Resultado final: 3-1 e mais seis mil aplausos para uma equipa que até à fotografia se fez.

Nota para o regresso de Fernando e Varela sem quaisquer limitações, eles que tinham sido duas das três vítimas do jogo de Viena. O departamento médico cortou da sua lista o nome de dois clientes das últimas duas semanas, mais o de Ukra - que já treinou depois da gripe que o afastara dos trabalhos na véspera -, e concentra-se agora nas recuperações de Beto, Cristian Rodríguez e Falcao, entregues aos cuidados do preparador-físico António Dias, que os obrigou ontem a mais uma sessão bem puxadinha. De fora ficou também Álvaro Pereira, por causa de um traumatismo no ombro esquerdo sofrido no último treino do ano passado, mas desta vez o uruguaio nem sequer se equipou, espreitando do túnel de acesso ao relvado de quando em vez.

"Reforços"

Fernando e Varela evoluíram ontem no Estádio do Dragão sem limitações, reintegrando-se no trabalho em pleno. Habituados ao convívio estas duas últimas semanas, ontem, durante o treino, quase não se largaram

Recuperação

Falcao, Cristian Rodríguez e Beto tiveram um "tratamento" à base de bolas e elásticos que os fez sofrer em cima dos tapetes. António Dias aplicou mais uma receita que deve ajudar os jogadores a recuperar rapidamente

in "ojogo.pt"

Walter: "Ainda vai ser melhor"

Ganhar tudo, ou seja, campeonato, Taça de Portugal, Taça da Liga e Liga Europa. O desejo é de Walter, mas estende-se a todo o grupo. "O FC Porto é uma equipa grande e pensa sempre em ganhar títulos. Queremos vencer todas as provas", disse ontem o ponta-de-lança. Jogar mais vezes é a outra parte do desejo. "Estou sempre disponível e treino todos os dias com o objectivo de ajudar a equipa quando for preciso".

O FC Porto ainda não perdeu esta época e o brasileiro justificou a invencibilidade com a qualidade da equipa. "O ano de 2010 foi muito bom para o FC Porto. Estar mais de 20 jogos sem perder é muito difícil de conseguir, mas 2011 vai ser ainda melhor. Vamos tentar ganhar todas as provas", insistiu.

O brasileiro tem hoje uma nova oportunidade para mostrar serviço e, se possível, vai tentar marcar um golo de fora da área. "Já marquei sete golos no FC Porto, contando com a pré-época, mas nenhum obtido de fora da área, tal como estava habituado a marcar no Brasil. Deve-se ao tipo de futebol praticado em Portugal, com menos espaços. Quem sabe se marco já amanhã [hoje]".

Sublinhando que a mensagem do treinador passa por "vencer todas as provas e lutar sempre por vitórias", Walter acha que a perspectiva de o plantel ter mais um ponta-de-lança trará benefícios. "Mais um jogador para o ataque é bem-vindo. Temos muitos jogos e não lutamos apenas por uma competição. É importante termos um grupo grande", justificou o ponta-de-lança brasileiro.

"Falar muito não ajuda a ganhar"

Jorge Jesus disse recentemente que o FC Porto está muito incomodado com o Benfica e que os campeões nacionais ainda têm uma palavra a dizer na luta pelo título. Ontem, Walter foi colocado a par das declarações e não se coibiu de responder ao treinador dos encarnados. "Ele [Jorge Jesus] cuida da equipa dele e nós cuidamos da nossa. Falar muito não ajuda a ganhar. O nosso trabalho é dentro do campo. O que ele falou é com ele. O importante é jogar dentro do campo e continuar a somar pontos", afirmou o brasileiro do FC Porto.n

in "ojogo.pt"

Mercado

Sampdória contactou FC Porto por Rodríguez

O portal latino-americano da agência noticiosa italiana Ansa, noticiou ontem que a Sampdória, da Serie A transalpina, terá iniciado "contactos informais" com dirigentes do FC Porto no sentido de contratarem Cristian Rodríguez. Uma fonte do líder do campeonato português, contactada por O JOGO, negou a existência de qualquer contacto. A notícia, de acordo com o referido portal, teve origem no clube italiano, com dinheiro para investir desde que transferiu Cassano para o Milan. Pelos vistos, o uruguaio do FC Porto é segunda opção para o ataque da "Samp", que pretendia Maccarone, ponta-de-lança do Palermo, que deu uma "nega" ao clube de Génova.

Valeri considera o FC Porto "um gigante"

Tal como O JOGO escreveu na edição de ontem, Valeri está de volta ao Lanús, depois de ter rescindido com o Almeria, clube ao qual o FC Porto o tinha cedido no início da temporada. Os dragões não exerceram o direito de opção de compra do passe e o médio volta, assim, a casa. Apesar de nunca se ter imposto na Invicta, Valeri elogiou o FC Porto à chegada a Buenos Aires. "O FC Porto pareceu-me um gigante, uma máquina de ganhar e competir. Fez-me crescer muito. É preciso estar sempre a cem por cento e dar tudo. Aprendi muito, passei lá um bom ano", admitiu.

in "ojogo.pt"

Incrível faz 100 jogos de azul e branco

O jogador a actuar em Portugal com a maior cláusula de rescisão (100 milhões de euros) prepara-se para atingir o centésimo jogo com a camisola do FC Porto. Quase que se pode dizer que cada jogo de Hulk tem o valor de um milhão de euros.

Dadas as várias ausências de homens do ataque - Falcao, Rodríguez, Varela e Mariano - o Incrível deve ir mesmo a jogo contra o Nacional, o que lhe permitirá completar o tal número redondo. No actual plantel portista só mais quatro elementos passaram esta marca: Helton (177), Fucile (129), Mariano (108) e Rolando (107).

Dividindo os jogos de Hulk por época, são 44 em 2008/09, 31 na seguinte e 24 na actual. Por competição são 57 no campeonato, 13 na Taça de Portugal, 3 na Supertaça, 1 na Taça da Liga, 18 na Liga dos Campeões e 7 na Liga Europa. Nestes jogos, Hulk marcou 37 golos, muitos dos quais decisivos para os triunfos do FC Porto.

A estreia daquele que se tornou num caso sério no futebol nacional aconteceu a 16 de Agosto de 2008, na Supertaça Cândido de Oliveira. Hulk transformou-se, rapidamente, num dos ídolos da torcida azul e branca e um jogador fundamental nos esquemas de Jesualdo Ferreira e de Villas-Boas. Basta recordar que o FC Porto nunca mais perdeu desde que o avançado voltou à competição, após o castigo imposto pela Comissão Disciplinar da Liga de Clubes. E desses 36 jogos da série, Hulk só não esteve em dois. Aliás, não fosse o castigo que resultou na perda de 17 jogos e Hulk seria centenário muito mais cedo.

in "ojogo.pt"

Foi há meio ano que tudo começou

VILLAS-BOAS ESTÁ NO DRAGÃO HÁ 6 MESES


A data até poderia passar despercebida não fosse de sucesso o início da história de André Villas-Boas no comando técnico do FC Porto. Faz hoje seis meses que o treinador, de 33 anos, subiu pela primeira vez ao relvado do Olival na liderança do grupo de trabalho. A concretização de um sonho para o portuense e um ponto de viragem no clube, depois de um ciclo de quatro épocas com Jesualdo Ferreira.
Alteraram-se processos de jogo e mentalidades. Conforme Pinto da Costa teve oportunidade de referir, a equipa estava acomodada. A entrada de Villas-Boas teve o condão de reabilitar jogadores que tardavam em impor-se e confirmou craques como Hulk e Falcão. Nem as saídas de Bruno Alves e Raul Meireles provocaram mossa no plantel. Os reforços foram escolhidos com critério e a prova disso está no facto de todos os disponíveis terem sido utilizados até ao momento. Só falta Mariano González, que esteve lesionado, mas que já tem garantida a chamada para breve.
Boa pressão
O jovem treinador, que tinha uma reduzida experiência como treinador principal na Académica, tem suportado a pressão com a capacidade própria de alguém que andou durante muito tempo de braço dado com José Mourinho.
O lema “chegar, ver e vencer” adapta-se perfeitamente a Villas-Boas. Conquistou a Supertaça logo na estreia e arrancou para uma série de vitórias que despertou a atenção de muita gente um pouco por toda a Europa. Pinto da Costa sabe que será difícil ao seu técnico cumprir o desejo de ficar no FC Porto por muito tempo, caso este ciclo de triunfos continue. Não perdeu tempo e renovou-lhe o contrato. Para já fica até 2013.
in "record.pt"

Alvaro, Falcão e Otamendi de fora

RAFA, SERENO E UKRA INTEGRAM LISTA


Alvaro, Falcão e Otamendi não foram convocados pelo técnico André Villas-Boas para a partida deste domingo, relativo à 1.ª jornada do Grupo A da 3.ª fase Taça da Liga, que os azuis e brancos disputam frente ao Nacional da Madeira no Estádio do Dragão, às 18 horas.
Para os lugares destes jogadores o jovem técnico portista chamou Rafa, Sereno e Ukra.
O departamento médico dos dragões tem a seu cargo Beto, Falcao, Cristian Rodríguez e Alvaro Pereira. O guarda-redes e os avançados, informa o site do FC Porto, desenvolveram treino condicionado; o lateral limitou-se a fazer tratamento, devido a um traumatismo no ombro esquerdo, sofrido no treino de ontem.
Eis a lista de convocados: Helton, Maicon, Guarín, Belluschi, João Moutinho, Hulk, Fucile, Rolando, Rafa, Sereno, Walter, James, Sapunaru, Souza, Castro, Ukra, Rúben Micael e Kieszek.
in "record.pt"

sábado, 1 de janeiro de 2011

Seis mil adeptos no treino

VARELA E FERNANDO TRABALHARAM SEM LIMITAÇÕES


Foram cerca de 6 mil os adeptos do FC Porto que marcaram presença no treino realizado esta tarde no Estádio do Dragão. Entre a receção e a despedida com aplausos de pé, os portistas tiveram oportunidade de vibrar com muitos golos, especialmente com os remates certeiros de Hulk.
Varela e Fernando foram integrados sem limitações, ao passo que Falcão, Cristian Rodríguez e Beto continuaram a trabalhar de forma condicionada, estando assim fora da opções para o jogo de amanhã, diante do Nacional. Quanto a Alvaro Pereira, não esteve no relvado.
Destaque ainda para a chamada do guarda-redes Luís Filipe, da equipa de Sub-19.
in "recod.pt"

Walter: «2011 vai ser ainda melhor»

AVANÇADO CRENTE NA CONQUISTA DE TROFÉUS


Walter apresentou, no arranque do ano novo, a convicção que o 2011 "ainda vai ser melhor" que 2010 porque a "equipa está em várias competições", que "pretende ganhar".
"O desejo é fazer um bom ano e jogar bem para ganhar títulos, uma vez que o FC Porto tem uma grande equipa, que pensa sempre em ganhar ", referiu.
O jogador portista frisou que a equipa "é forte e está unida". "O FC Porto joga para ganhar todas as provas", reforçou.
O avançado mostrou-se disponível para a ajudar o FC Porto a ser bem sucedido: "Estou aqui para ajudar. Tenho treinado forte".
Walter fez um balanço do seu desempenho: "Contando com os particulares, já marquei sete golos no FC Porto, mas nenhum resultou de um remate fora da área, como estava habituado a fazer. Mas aqui o futebol também é diferente, há menos espaço".
in "record.pt"

F. C. Porto: agarrar bem Falcao com as duas mãos


Falcao tem contrato até 2013, mas no próximo mês o empresário do avançado estará na Europa e irá conversar com o F. C. Porto para ampliar a duração do vínculo. É essa a vontade das duas partes. O jogador vai ganhar mais e ficará com cláusula de rescisão alta.

O craque colombiano é uma das pérolas do F. C. Porto. Soma 18 golos na presente época e o clube alimenta o desejo de lhe renovar contrato. Não só por causa do excelente desempenho na presente temporada, mas também porque Radamel Falcao está no bloco de notas de muitos clubes europeus de nomeada. Já mereceu observações do Milan, Bayern de Munique e Tottenham, entre outros.

As conversas entre os responsáveis portistas e Néstor Sivori, agente do futebolista, já duram há bastante tempo, mas na segunda quinzena do próximo mês podem conhecer mais um novo capítulo. O empresário argentino tem em agenda uma viagem à Europa e aproveitará a estadia para voltar a conversar com os azuis e brancos. E pode ser dado mais um passo em frente.

O objectivo da SAD é claro: renovar o contrato do jogador, melhorar as suas condições salariais e colocar-lhe uma cláusula de rescisão alta, na casa dos 40 milhões de euros. Aliás, esse é o valor que está nos contratos de João Moutinho e Varela, mas distante dos impressionantes 100 milhões que constam no vínculo do brasileiro Hulk, a grande estrela da companhia.

Recentemente, Radamel Falcao manifestou a sua intenção de continuar ao serviço do F. C. Porto. Sente-se feliz no Dragão, onde é um dos nomes mais sonantes da equipa, e também já revelou estar disposto a renovar contrato, mesmo sabendo que tem merecido a atenção de vários clubes europeus. Esta temporada, foi premiado com o Dragão de Ouro Atleta do Ano como prova do reconhecimento do valor e da excelente veia goleadora.

O futebolista integrou o plantel portista na época passada, quando o clube se antecipou ao Benfica e apresentou uma proposta mais convincente ao River Plate. Pagou 3,9 milhões de euros por 60% do passe, mas o bom desempenho motivou a aquisição da totalidade do passe. É que em 2009/10, na temporada de estreia no campeonato português, o avançado colombiano mostrou todos os créditos e marcou 34 golos, 25 deles na Liga.

Radamel Falcao continua lançado e mantém o estatuto como um dos melhores jogadores do campeonato. O próximo ano poderá trazer-lhe o título de campeão nacional. E também um contrato melhorado.

in "jn.pt"

F. C. Porto: Walter apontado ao onze frente ao Nacional


Na penúltima sessão de treino antes da recepção ao Nacional, da Taça da Liga (amanhã, 18 horas, SportTV1), Radamel Falcao continuou no gabinete médico, a recuperar de uma distensão muscular. O dianteiro Walter tem as portas da titularidade bem abertas.

Face à indisponibilidade de Falcao, o treinador André Villas-Boas deve recorrer a Walter para integrar o onze do F. C. Porto e preencher a vaga no eixo ofensivo da equipa. O ponta-de-lança brasileiro está motivado face ao golo marcado no último compromisso do ano passado, quando selou o resultado vitoriso no terreno do Paços de Ferreira (3-0). Saltou do banco ao intervalo, precisamente para render o colega colombiano, e bateu o guarda-redes Cássio no período de descontos.

Contratado ao Internacional de Porto Alegre, no Verão, tem sido a sombra de Radamel Falcao no F. C. Porto, um jogador muito possante, um diamante ainda em processo de maturação e por quem os responsáveis depositam grandes esperanças. Está a confirmar as expectativas e já contabiliza cinco golos ao serviço dos dragões, quatro deles na Taça de Portugal, prova na qual é o melhor marcador da equipa.

A porta da titularidade está bem aberta para o brasileiro surgir entre as primeiras opções diante do Nacional, da 1.ª jornada da Grupo A da Taça da Liga, uma prova que é encarada como uma motivação acrescida para os dragões. Porque é o único troféu nacional que falta na galeria do clube. Na época passada os portistas atingiram a final da prova, mas foram derrotados diante do rival Benfica (3-0).

Varela e Fernando mais perto
No treino de ontem, Varela e Fernando deram mais um passo em frente no processo de recuperação e já começaram a realizar trabalho integrado condicionado. E na próxima semana, já devem estar às ordens do técnico. Entretanto, Ukra está recuperado do síndrome gripal que o afastou do treino de anteontem. Cristian Rodríguez realizou treino condicionado, enquanto Beto e Falcao fizeram tratamento médico.

in "jn.pt"