sexta-feira, 8 de abril de 2011

Seis anos depois da estreia, Moutinho conquista o seu primeiro título

Passaram exactamente nove meses desde que foi oficializado o acordo entre Sporting e FC Porto para a transferência de João Moutinho. Uma troca que abalou o futebol nacional e mudou a vida do jovem médio. "Foi uma decisão acertada", considerou no domingo, após a vitória dos "dragões" sobre o Benfica (2-1) que valeu à equipa de André Villas-Boas a conquista do campeonato a cinco jornadas do fim da competição. Aos 24 anos, o médio nascido em Portimão acaba de se sagrar campeão nacional pela primeira vez na sua carreira.

"Escolhi o FC Porto por isto: títulos", confessou João Moutinho em Agosto passado, após vencer a Supertaça frente aos "encarnados". "Quis dar um novo rumo à minha carreira e o Sporting concordou com a transferência", acrescentou então o médio, um mês depois de o FC Porto ter pago 11 milhões de euros para além de ceder o defesa Nuno André Coelho à formação de Alvalade.

Depois de ter sido capitão de equipa e um símbolo da formação do Sporting, onde chegou com 13 anos, Moutinho passou a ser persona non grata em Alvalade - como se viu em Novembro quando os "dragões" visitaram o Sporting. A adaptação ao FC Porto foi rápida e tranquila. "Sempre que estiver bem, será titular", dizia André Villas-Boas aquando da chegada do médio. "Parece impossível acreditar, mas ele está aqui connosco", acrescentou o técnico sobre aquela que considerou a "transferência-surpresa" do Verão.

João Moutinho retribuiu em campo as palavras do treinador. Chegou ao duelo na Luz como o jogador com mais partidas disputadas na presente temporada e é o quarto mais utilizado de Villas-Boas no campeonato, apenas atrás de Helton, Rolando e Hulk. A fiabilidade que já lhe era reconhecida no Sporting - onde atingiu recordes de jogos consecutivos - teve continuidade no FC Porto. Em 25 jornadas, foi titular 23 vezes. Falhou o jogo em casa com o Portimonense e foi suplente utilizado na recepção à Académica. Frente ao Benfica, mostra a estatística oficial da Liga, foi o jogador do FC Porto com mais passes concretizados (44) e uma taxa de 81 por cento de acerto no passe, a mais alta entre os "dragões".

"É o tipo de jogador que todos os treinadores gostariam de ter, pela sua regularidade durante a época. É uma grande qualidade que ele tem, porque é difícil evitar os altos e baixos do futebol. Mas ele raramente se lesiona", destacou ao PÚBLICO o defesa André Marques, emprestado pelo Sporting ao Beira-Mar e que coincidiu com o médio algarvio nos "leões".

"É um jogador fora do normal, pela regularidade, competência e qualidade. À semelhança do Fernando, não se dá por eles mas estão no sítio certo à hora certa. Fazem com que os da frente tenham bola mais vezes", acrescentou André Marques, que considerou "merecido" o facto de Moutinho ter obtido o primeiro título de campeão. "É meu amigo e uma excelente pessoa. Tem qualidade para jogar em qualquer clube", concluiu o defesa.

Moutinho é como um trabalhador de bastidores, cuja acção não dá nas vistas mas é de extrema utilidade - no FC Porto como na selecção. Mais de seis anos depois de se ter estreado na Liga, conquistou o primeiro título de campeão. Aquilo que procurava e por que decidiu deixar o Sporting.


in "publico.pt"

O miúdo no ciclo


No momento em que o Benfica dos seis milhões de adeptos se transformou no Benfica dos oito milhões e meio por Roberto, sentiu-se que o ego estava a ultrapassar o seu criador. A criatura, pelo contrário, continuava lá. O Benfica desta época tinha quase tudo para ser o mesmo do ano passado: futebol motivante, de novelo, com ataque até às últimas consequências, romântico até pela forma como não abdicava de somar a alegria dos golos com passes de morte. Mas o ego estava a ultrapassar o criador e a criatura ficou em causa. No início da época, o Benfica sentia e não escondia de ninguém o que pensava: acreditava ser campeão “forever”.

O “pretender” desta vez era o FC Porto, a equipa que ganhou 14 vezes nos últimos 20 anos. Pouco habituado a correr atrás, contratou um treinador jovem e com pouco currículo, que muitos pensaram estar apenas destinado à formatação de lebre de corrida. Era a ele que competiria partir para a linha da frente e desafiar a criatura. Se não resultasse, poderia sempre desistir, que ninguém estranhava ou levaria a mal. Falava-se num ano de transição. De ano de transição para ano de afirmação foi um pulo e rapidamente o humanizaram: começaram a chamar-lhe miúdo. André Villas-Boas respondeu à pressão com nota muito acima da escala. Desafinou e, rebentando com a média, não deu chão para que se instalasse o receio maior, aquele que tratava de anunciar a sedimentação de um novo ciclo de hegemonia do Benfica. Foi André Villas-Boas que agitou a bandeira vermelha. E o Benfica encostou às boxes.

Na pré-época, Jesus vendeu e despediu jogadores em directo, multiplicou-se no auto-elogio, chamou a si todos os louros mesmo quando os parecia querer distribuir pela equipa. Jesus é tão responsável pelo título do ano passado como pela derrota deste ano. Na mesma e exacta medida, criou e destruiu. Não seria possível que um clube com o pior arranque da sua história pudesse ser campeão. O Benfica que termina esta época à procura de cumprir na Europa os seus serviços mínimos, atirou a toalha ao chão ainda perto do bloco de partida, a vociferar contra o mundo, a olhar ao espelho sem se ver nele. Para o FC Porto, o bloco de partida foi a Supertaça quando o adversário ainda estava a sair da conferência de imprensa com o Tottenham. O que se viu nesse jogo da Supertaça marcou e espelhou toda a época. Um FC Porto que esteve sempre por cima, um Benfica que nunca se conseguiu aproximar, uma equipa que apertou os laços de solidariedade e cerrou os dentes, uma outra que elevou a indisciplina e o descontrole emocional à característica do ano. Na equação das principais virtudes e fundamentais pecados, o balanço seria sempre feito entre os dois. Villas-Boas agarrou o balneário que tinha e Jorge Jesus estilhaçou o seu.

A felicidade tem sempre uma janela e uma porta, resta saber por onde vamos sair com ela. O Benfica que saiu pela janela o ano passado, fê-lo na cara do Braga. Sinto, numa enorme felicidade, que esta época ganhámos justamente e que saímos pela porta sem sobressaltos ou receios envergonhados. Agora que a conversa voltou a ser a dois, não vislumbro que o FC Porto seja o tal campeão “forever”, convencidote e arrogante. Pelo contrário. Como não acredito que Jorge Jesus, excelente treinador (digo-o convictamente) que resistiu a três votos de confiança de Luís Filipe Vieira este ano, possa repetir os erros de ego do passado. Caso Jesus se mantenha no clube e caso o Benfica encontre forma de investir fortemente numa grande equipa (e encontra sempre, não encontra?...), temos caso sério para o ano. Já André Villas-Boas termina em ombros, a pisar a pressão sem nunca a ter verdadeiramente sentido. Mesmo recém-chegado da Académica, nunca se pensou trazer a lição tão bem estudada. O que tem muito mais encanto, tão longe está a despedida. Villas-Boas, de pedra e cal.

Há algo que me intriga mas que não me tira o sono. É até um pouco como um efeito placebo que nos dá uma falsa sensação de cabala. Agora que não há confirmação dos sinais de interrupção de um longo ciclo de vitórias do FC Porto, é certa a razão pela qual o clube continua a ganhar adeptos. Mas a pergunta que me intriga e faço é outra: qual a razão que sustenta o facto indesmentível de o Benfica ser mais detestado pelo país agora, quando perde, do que quando ganhava hegemonicamente no passado? A resposta merece uma análise ao ego e à indisciplina dentro e fora dos 90 minutos de jogo, mas estamos seguramente perante uma enorme instituição que trai os seus princípios. É como nas alterações climáticas e na percepção que temos delas. Já não há um Benfica “forever”, mas ainda há quem não saiba.

No início da época não acreditei que um treinador tão jovem e sem currículo pudesse ser campeão. O facto de não ter acreditado num treinador mais novo do que eu foi um sinal do meu envelhecimento. Já lhe disse pessoalmente. Fico-lhe eternamente agradecido por me ter mostrado isso. Interrompi esse ciclo.


Miguel Guedes in "publico.pt"

FC Porto 5 - Spartak 1 (Declarações)

Falcao

"Vou recordar para sempre"

Com um sorriso tímido, mas significativo, Falcao não escondeu uma felicidade do tamanho do mundo pelo que tinha feito contra os russos do Spartak de Moscovo. "Vou recordar esta noite para sempre, em especial pelo rendimento da equipa no tempo todo", começou por atirar o ponta-de-lança do FC Porto, enaltecendo o comportamento cem por cento profissional de todo o grupo: "Apesar da conquista do título no domingo, não nos desviámos do objectivo de lutar por todas as competições e de procurar chegar à final desta prova europeia".
Um resultado tão dilatado poderá motivar uma natural euforia por parte dos adeptos portistas. Falcao apelou à serenidade: "Saiu-nos tudo muito bem, mas não está decidido. O Spartak é uma equipa muito perigosa, vamos continuar com a mesma disposição e estamos mentalizados de que ainda faltam 90 minutos".
A cobiça de grandes clubes europeus mereceu uma reacção rápida: "Já tenho a motivação de estar na Europa e de jogar numa grande equipa".


Varela:"Um grande jogo"


Autor do segundo golo de uma noite memorável, Varela foi moderado na análise da goleada sobre o Spartak. "Conseguimos um excelente resultado e fizemos um grande jogo contra um adversário que sabe o que faz e joga bem a bola", afirmou, considerando que a eliminatória não está resolvida: "Não, vamos pensar no próximo jogo do campeonato e depois ver o que há a fazer na segunda mão". O extremo contou que "ao intervalo foram feitas correcções importantes" por parte de André Villas-Boas e os efeitos foram notórios: "Entrámos na segunda parte com mais vontade e querer". Em Moscovo, "o campo é duro, a bola salta muito, o que dificulta um pouco", perspectivou.


Maicon:"Nada está decidido"


De regresso à titularidade, e logo com o nome inscrito na ficha dos marcadores, Maicon foi uma das estrelas da noite. Ainda assim, no rescaldo da goleada, o central portista optou por colocar um entrave à euforia. "Não está nada decidido. Da mesma forma que nós marcámos cinco golos aqui, eles podem fazer o mesmo lá", avisou. "O futebol tem destas surpresas", continuou, no mesmo registo cauteloso para a segunda mão. O central brasileiro garante, portanto, que a equipa não está já a pensar nas meias-finais - nem no Villarreal, que também goleou pelos mesmos números -, mas apenas "na segunda mão da eliminatória" com o Spartak. "Temos de pensar jogo a jogo", concluiu.

Guarín ficou encantado com a goleada

Guarín considerou os 5-1 um "resultado fantástico" que dá motivação "para o jogo de Moscovo". Porém, lembrou que é preciso "jogar para chegar às meias-finais". O médio considerou que todas as equipas em prova são fortes "mas há algumas que se destacam pela qualidade do futebol", esperando que "a final seja nossa que é para isso que aqui estamos", frisou, embora não tenha aconselhado os adeptos a reservarem já viagem para Dublin. "Aqui pensa-se dia-a-dia". Conquistado o título nacional, o colombiano diz que ainda há motivação. "Temos objectivos: queremos ficar invictos. Já estamos na história, mas podemos ficar nela de uma forma muito mais forte", referiu.

Helton ainda desconfia...

Quatro golos de diferença não chegam para relaxar. Quem avisa é Helton, que gostou do resultado, mas prefere ir com calma no anúncio de uma passagem às meias-finais. "Temos de manter os pés no chão, porque às vezes o futebol é traiçoeiro. Se estivermos muito relaxados ou dispersos do jogo, tudo se pode complicar. Mas este grupo está de parabéns, porque somos todos humildes". Depois, falou da aposta com o "amigo" Ibson. "Todas as vezes que ele vem aqui, ele tem que me pagar o jantar. É um grande amigo, mas lá dentro somos todos profissionais", explicou.

Fucile

"Somos grandes"

Fucile ainda não deu a vitória na eliminatória como garantida, apesar da vantagem confortável que os portistas alcançaram ontem, mas não deixou de fazer a antevisão do que se seguirá. "Villarreal? Seria uma eliminatória bastante complicada, mas para eles também. Nós somos o Porto, somos grandes na Europa, e as outras equipas também estão preocupadas connosco. Mas esta eliminatória ainda não está decidida", explicou o lateral, antes de falar do jogo na Rússia. "Nem que fossem 10 golos de vantagem. Não nos podemos dar ao luxo de ir para lá tranquilos. Temos que ir com a mesma atitude", concluiu.

in "ojogo.pt"









André Villas-Boas: "Resultado óptimo dá-nos mais conforto"

Não esperávamos que corresse tão bem", admitiu André Villas-Boas, após a goleada que deixou o FC Porto muito perto da meia-final da Liga Europa. Quando, no "flash interview", lhe pediram argumentos para refrear o entusiasmo, o treinador citou logo o Villareal... potencial adversário na meia-final. Logo corrigiu e lembrou "o sintético" de Moscovo, onde completará esta eliminatória, mas, admitiu que este é um "óptimo resultado", citando o "importante número de oportunidades" criadas num jogo que até nem começou bem. "O Spartak podia ter marcado aos 33 segundos e não o fez por infelicidade deles", reconheceu: "O Spartak é uma equipa que privilegia o toque com alguma facilidade, como se viu na primeira parte. Tem jogadores muito criativos, principalmente, o trio do meio-campo. A entrada não foi boa e criou-se um pouco de ansiedade, mas, sentimos que os jogadores estavam ali com a concentração máxima. São aqueles lances que acontecem: uma distracção e quase se sofre. Depois, respondemos muito bem, na segunda parte". Ao intervalo, Villas-Boas tentou transmitir "tranquilidade" ao jogo portista. "Não podemos exagerar na condução, na impetuosidade, e perder o critério. O critério e a certeza são o que nos leva a jogar melhor, e foi o que mudou, na segunda parte. Mantivemo-nos criteriosos e, a partir daí, crescemos para um resultado óptimo", que dá "conforto para a segunda mão". Ainda perguntaram ao técnico se, por algum momento, se arrependeu de ter dado folga, após a conquista do título, na Luz, mas, os problemas deste FC Porto são o oposto. "É preciso travar um pouco esta euforia que se viu nestes últimos minutos, pois também poderíamos ter sofrido, com os desequilíbrios que estávamos a sofrer, mas, ficámos empolgados pelos adeptos e fomos partindo à procura de mais golos", recordou quem, no banco, não resistiu e cabeceou no ar, enquanto Falcao, na área, cabeceava para o quinto da goleada, e viu os números da vitória abalarem o discurso competitivo, prudente, que qualquer treinador sabe de cor, numa eliminatória. Apesar do "conforto", Villas-Boas apelou à "máxima cautela". "Nada nos garante que sofrendo um golo cedo, em Moscovo, não possamos sofrer uma data deles", avisou, citando as dificuldades do Twente, que perdeu (2-0) com o Zenit, depois de uma vitória confortável (3-0), na primeira mão.


in "ojogo.pt"

O FC Porto um a um

A ESTRELA: Falcao 8

Exibição de sonho do colombiano. Abriu e fechou a goleada do FC Porto e, pelo meio, ainda marcou outro golo e assistiu de peito para Varela também facturar. O avançado fez balançar as redes com um golaço de cabeça, num voo picado; depois, só teve de encostar para bisar; e assinou o hat trick (o segundo na prova, depois de ter feito o mesmo ao Rapid de Viena) de novo nas alturas, ganhando a dois defesas. E vão dez golos nesta prova desde a fase de grupos, o que lhe dá a liderança dos artilheiros, à frente de Rossi (ver História do Jogo). E convém dizer que ficaram por marcar mais dois ou três golos, ou por falta de pontaria ou porque Dykan não deixou. Além disso, trabalhou sempre bem para a equipa, saindo da área quando necessário.


Helton 6
Até parece que leva escondido um íman que atrai a bola. Welliton apareceu-lhe pela frente duas vezes. Numa, atirou às malhas laterais e, na outra, não conseguiu desviar o suficiente. Saiu bem aos cruzamentos e nas antecipações; só não conseguiu evitar o golo de Kombarov.

Fucile 6
O Spartak privilegiou o seu lado, com Kirill Kombarov, a revelar-se um sério problema, sobretudo na primeira parte. Melhorou muito após o intervalo, tendo feito o cruzamento de que resultou o 2-0.

Rolando 5
Acumulou erros inéditos esta época. Começou surpreendido pela velocidade de Welliton e mais tarde perdeu uma bola a meio-campo que terminou num contra-ataque perigosíssimo. Aos 68', novo erro de avaliação permitiu outra transição rápida. Perto do fim, contudo, esteve quase a marcar.

Maicon 7
Surpresa no onze, mas boa aposta de Villas-Boas, apesar de um início periclitante e de ter colocado em jogo - involuntariamente - Kombarov no golo dos russos. Afastou quase todos os lances de perigo e fez o 3-0 na sequência de um canto.

Álvaro Pereira 7
Os três primeiros passes foram errados, e dava a sensação de que não ia atinar. Puro engano. Sem nada que fazer atrás, foi dando profundidade ao lado esquerdo, de onde arrancou os dois cruzamentos mais perigosos, ambos para Falcao, que aproveitou um deles para marcar. Esteve também na origem do quarto golo.

Fernando 7
Tratou da saúde a Alex, um dos criativos dos russos, controlando-lhe os movimentos sem grandes problemas. Registo para um enorme corte de carrinho a um cruzamento. Assumiu algumas transições ofensivas.

Guarín 6
Exibição intermitente. É verdade que recuperou bastantes bolas e que tentou, de longe, dar continuidade à fase goleadora, mas deu muita liberdade a Ibson e entregou muito jogo ao adversário.

João Moutinho 7
O mais esclarecido do meio-campo mesmo no período mais negativo da equipa. Lutou, recuperou e entregou bolas como ninguém. Exemplo? A forma como descobriu Álvaro Pereira no lance do primeiro golo.

Hulk 7
Só lhe faltou o golo. Umas vezes porque errou na pontaria, noutra porque a barra devolveu um livre directo superiormente marcado. Arrancou faltas perigosos e cruzamentos venenosos.

Varela 6
Era sério candidato à saída até ao momento em que marcou o 2-0, respondendo com uma bomba à assistência de Falcao. Antes, já tinha falhado dois lances de golo cantado.

Belluschi 6
Entrou bem no jogo, com uma enorme recepção e assistência a isolar Hulk. Seguiu-se um livre que raspou no poste e outro em que optou por cruzar e que Falcao concluiu.

James 6
Começou na esquerda e acabou na direita. Quase marcou num bom lance individual.

Rodríguez 6
Dez minutos em campo chegaram para fazer o cruzamento para o 4-1.

De mão-cheia para as meias


O FC Porto goleou o Spartak de Moscovo por 5-1 e tem praticamente garantido o apuramento para as meias-finais da Liga Europa. Pelo caminho, ainda conseguiu devolver Falcao ao seu lugar, na liderança da lista de melhores marcadores da competição com dez golos no total, três dos quais marcados ontem. Foi o colombiano a abrir e a fechar a contagem e também foi dele o quarto golo dos portistas, aquele que colocou um ponto final na resistência dos russos. E se uma mão-cheia de golos é coisa que não se vê todos os dias nesta fase das competições europeias - ainda que esta jornada tenha sido particularmente fértil em goleadas - a verdade é que o resultado só peca por escasso e podia facilmente ter chegado aos dois dígitos caso o FC Poro tivesse concretizado todas as oportunidades claras de que dispôs.

Houve o livre que Hulk disparou à barra e cuja recarga Fernando mandou para as nuvens; houve outra vez Hulk isolado por Belluschi a rematar ao lado; houve Varela a receber o passe de Guarín no coração da área e a errar o remate à meia-volta; houve Varela, outra vez, a falhar o desvio de cabeça a cruzamentos de Moutinho e Álvaro Pereira e houve até o próprio Falcao a falhar desvios de cabeça por milímetros. Tudo junto, mais do que o suficiente para o FC Porto ter conseguido ontem um resultado ainda mais dilatado que, em boa verdade, não mudaria muito a história do jogo. Uma história que, ontem, como em quase todos os jogos, se divide em duas partes, embora desta vez elas não correspondam às duas metades do jogo.

Houve, isso sim, um antes e um depois do primeiro golo. Antes disso, o Spartak chegou a parecer uma equipa ameaçadora, com o entendimento e a velocidade dos brasileiros Ibson, Alex e Welliton a ameaçar a tranquilidade da defesa portista. Foram precisos uns bons dez minutos para o FC Porto tomar definitivamente conta do jogo e um pouco mais de meia hora para começar a desatar o nó. Apesar disso, ainda antes de Falcao ter marcado o primeiro golo, já se tinha percebido que, se o Spartak podia ser uma equipa rápida, perigosa e flexível no ataque, era lenta, frágil e rígida na defesa. Um defeito que os portistas explorariam até à rendição incondicional dos russos que chegou a dois tempos. Houve um primeiro ponto e vírgula no jogo, quando Maicon marcou o 3-0, mas o golo quase acidental de Kirill Kombarov logo a seguir e as oportunidades desperdiçadas pelos portistas fizeram o Spartak acreditar que era possível chegar mais longe. Não era. O segundo golo de Falcao, tão definidor de um ponta-de-lança como o primeiro e o último, foi o golpe de misericórdia na equipa russa. Para a semana o FC Porto volta a Moscovo, mas, a menos que aconteça uma catástrofe que este Spartak não parece capaz de provocar, a próxima paragem na campanha europeia deverá mesmo ser o El Madrigal.

in "ojogo.pt"

Ranking UEFA: três equipas lusas na Champions em 2012/13!

Nem era preciso tanto, rapazes! As goleadas de F.C. Porto e Benfica e o empate do Sp. Braga confirmaram o que já era quase uma certeza: o sexto lugar no ranking da UEFA está garantido para os portugueses e, como tal, haverá três equipas lusas a participar na Liga dos Campeões em 2012/13: dois directamente na fase de grupos e um nas pré-eliminatórias, para além de três na Liga Europa.

A Ucrânia era o único país com remotas hipóteses de ultrapassar os portugueses, mas a derrota de Shakhtar e o empate do Dínamo Kiev tornam esse cenário impossível. Portugal tem agora 2,489 pontos de vantagem sobre os russos e 3,646 sobre os ucranianos. A França, no quinto lugar, está fora de alcance dos portugueses, pelo menos nesta temporada.

Os desfechos permitem também às equipas lusas aumentar significativamente o total de pontos em 2010/11 (15.400), cimentando um recorde já estabelecido. É para já o terceiro melhor registo da temporada, apenas atrás de Inglaterra e Espanha e à frente do conseguido por Alemanha e Itália.

* Ponto da situação (actualizado a 7 de Abril de 2011):

País2006/072007/082008/092009/102010/11TotalEquipas
1ºInglaterra16.62517.87515.00017.92817.21484.6423/7
2ºEspanha19.00013.87513.31217.92815.64279.7573/7
3ºAlemanha9.50013.50012.68718.08315.16668.9361/6
4ºItália11.92810.25011.37515.42811.57160.5521/7
5ºFrança10.0006.92811.00015.00010.75053.6780/6
6ºPortugal8.0837.9286.78510.00015.40048.1963/5
7ºRússia6.62511.2509.7506.16610.91644.7071/6
8ºUcrânia6.5004.87516.6255.8009.91643.7162/6
9ºHolanda8.2145.0006.3339.41611.00039.9632/6
10ºTurquia6.1009.7507.0007.6004.60035.0500/5


in "maisfutebol.iol.pt"

Falcao melhor marcador

Após o «hat-trick» na vitória (5-1) do FC Porto sobre o Spartak Moscovo, no Dragão, Falcao assumiu a liderança da lista de melhores marcadores da Liga Europa. 


O colombiano passou a somar dez golos, mais um que Giuseppe Rossi que também facturou na vitória (5-1) do Villarreal sobre o Twente.



Falcao repetiu o «hat-trick» marcado ao Rapid, em Viena, tendo ainda marcado à equipa austríaca no Dragão. Fez ainda o gosto ao pé frente ao CSKA Sófia e Besiktas, facturando na Invicta e em Istambul.


in "abola.pt"

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Cheira bem, cheira às meias-finais

FC Porto está a um pequeno passo de se qualificar para as meias-finais da Liga Europa, onde, possivelmente irá encontrar os espanhóis do Villarreal. Falcao foi o homem da noite ao fazer hat-trick.


O FC Porto venceu, esta quinta-feira, o Spartak de Moscovo por 5-1, com os golos portuenses a serem apontados por Falcao (3), Varela e Maicon, em jogo da primeira mão dos quartos-de-final da Liga Europa, disputado no Estádio do Dragão.
Os jogadores portistas foram recebidos debaixo de uma chuva de aplausos e vozes que gritavam “Campeões, Campeões” no Estádio do Dragão, neste que foi o primeiro jogo do FC Porto como novo Campeão Nacional.
A equipa portista apanhou o seu primeiro susto logo ao minuto 10 quando Welliton conseguiu isolar-se da defesa, depois de um erro de Rolando, mas Helton conseguiu segurar o remate fraco do brasileiro.
Ao minuto 17, depois de uma obra de arte fabricada pelo brasileiro Hulk no corredor direito, o FC Porto quase fazia o primeiro golo mas a defesa moscovita conseguiu aliviar a jogada de perigo. O mesmo Hulk, minutos depois, voltou a ter duas grandes oportunidades de golo.
FC Porto e Spartak de Moscovo continuavam numa luta acesa no meio-campo, com momentos carregados de agressividade nessa disputa,  quando o FC Porto conseguiu inaugurar o marcador graças à genialidade de dois sul-amercanos ao minuto 37.
Alvaro Pereira, que regressou à competição depois de ter cumprido castigo na eliminatória anterior, desfilou pelo corredor esquerdo e executou um belo cruzamento para o coração da área onde estava Falcao que, de cabeça, voou para fazer o primeiro golo.
O primeiro tempo foi equilibrado mas, no segundo, o FC Porto foi  equipa mais forte, dando a impressão, também, que ao Spartak de Moscovo começou a falhar as forças.
Mais dominador, os Dragões conseguiram marcar o seu segundo golo quando Radamel Falcao amorteceu para o seu companheiro de ataque Silvestre Varela à entrada da grande área e o extremo português, de primeira, fuzilou para dentro da baliza de Dykan ao minuto 64.
Os cerca de 38 mil espectadores no Dragão ainda celebravam o segundo golo quando Maicon, depois de um pontapé de canto executado por João Moutinho, fez o terceiro ao minuto 69.
O golo do Spartak surgiu logo depois do terceiro dos portistas, na sequência de uma pura desatenção da defesa portista.
O irrequieto Falcao quis aumentar a sua conta pessoal de golos e conseguiu-o, por mais duas vezes, quando fez o quarto e quinto golo no encontro, totalizando dez golos na prova europeia.
No outro encontro dos quartos-de-final, que se cruza com esta eliminatória nas meias-finais, o Villarreal goleou o Twente da Holanda por 5-1, sendo o mais provável adversário dos portistas caso passem com sucesso esta eliminatória.
in "sapodesporto.pt"

Highlights


Palmas dos jornalistas russos para André Villas-Boas

A conferência de imprensa no Estádio do Dragão terminou de forma inusitada. Em Portugal, subsistem poucos relatos do género. Liedson, na sua despedida de Alvalade, terá sido o último a receber aplausos da imprensa.


Nesta quinta-feira, aconteceu o mesmo a André Villas-Boas. No final da conversa com os jornalistas, os enviados russos despediram-se do treinador do F.C. Porto com palmas. Na antevisão do encontro, bem como após a partida, os jornalistas de Leste saciaram a curiosidade em torno do jovem técnico.



Rendidos ao discurso de Villas-Boas, bem como à goleada dos dragões frente ao Spartak de Moscovo, os jornalistas russos surpreenderam os presentes com um aplauso generalizado e pedidos de fotografias para a posterioridade. Um reflexo da crescente popularidade do treinador do F.C. Porto.


in "maisfutebol.iol.pt"

Villas-Boas: «Queremos conquistar mais dois troféus»

André Villas-Boas, treinador do F.C. Porto, comentou desta forma a goleada da sua equipa na recepção ao Spartak de Moscovo, no Estádio do Dragão (5-1). Os dragões conquistaram uma vantagem confortável, tendo em vista o jogo da segunda mão dos quartos-de-final da Liga Europa:

«Não estamos já a pensar nas meias-finais. É um resultado óptimo, mas não estávamos à espera de tantas facilidades.O Spartak merece-nos respeito e aos 33 segundos podia estar em vantagem. Temos muito respeito pela imprevisibilidade no futebol. Veremos o que pode acontecer no jogo da segunda mão. Na primeira parte, houve um período de ascendente do Spartak, até ao minuto 15/20. O primeiro golo era importante para nós, deu-nos um pouco mais de ânimo. Corrigimos o que queríamos ao intervalo, precisávamos de ser mais criteriosos nas escolhas. Felizmente, na segunda parte, conseguimos construir um resultado que é confortável para a segunda mão.»

Qual a sua importância no sucesso da equipa? «Acho que pouca. Acreditamos muito no talento dos jogadores, nós apenas guiamos o caminho. Acreditamos muito no potenciar de cada um, somos uns privilegiados por ter tamanho talento à disposição.»

Sobre os resultados das equipas portuguesas: «É óptimo, em termos de coeficiente, vamos colher os frutos disso de forma extrema. Ficámos todos mais perto das meias-finais, mas respeitamos muito o imprevisível. É um jogo no sintético, complicado, se sofremos cedo, nada nos diz que não podemos sofrer mais. Mas de qualquer forma, acreditamos no nosso trabalho. Gostava de relembrar os oitavos-de-final, em que o Twente venceu o Zenit mas depois sentiu grandes dificuldades. Há boas perspectivas, mas vamos ver.»

Que pontos fracos detectou no Spartak? «Não posso responder a essa pergunta (ndr. risos). Tudo pode acontecer na segunda mão, mas esta é uma vitória boa e esperemos que o F.C. Porto possa passar às meias-finais.»

A rotatividade no plantel tem dado frutos? «Todos os jogadores se têm mostrado muitos competitivos, isso tem sido fundamental, permitiu por exemplo hoje manter a frescura durante os noventa minutos. Todos querem entrar na equipa, todos querem vencer e isso tem-nos mantido na rota do sucesso. Conquistámos dois troféus e queremos conquistar mais dois.»


in "maisfutebol.iol.pt"

Villas-Boas: «Temos de manter o critério e combater a euforia»

TÉCNICO ELOGIA ATITUDE DOS JOGADORES


O treinador do FC Porto, André Villas-Boas, mostrou-se muito satisfeito com a vitória obtida frente ao Spartak Moscovo, por 5-1.
"É um resultado ótimo e por números elevados. A certa altura, foi difícil travar alguma euforia que se sentia das bancadas. Ficámos empolgados devido aos adeptos."
"Ótimo resultado mas temos que ter máximas cautelas para ir para as meias-finais. Temos de manter o critério e combater a euforia"
"Spartak é uma equipa que previligia o toque de bola e criou-nos alguma ansiedade, mas sentimos que a equipa estava com compromisso. Criámos muitas oportunidades. Bom resultado que dá-nos mais tranquilidade para o jogo da 2.ª mão."
in "record.pt"

Valery Karpin (Spartak): «Não há explicação para isto»

Valery Karpin, treinador do Spartak de Moscovo, comentou desta forma a goleada sofrida pela sua equipa no Estádio do Dragão (5-1). Tarefa muito complicada para a formação moscovita, tendo em vista o jogo da segunda mão dos quartos-de-final da Liga Europa:

«Nos primeiros 20/25 minutos o jogo esteve equilibrado. Tivemos dois momentos em que podíamos ter marcado. Depois disso, a equipa baixou, o F.C. Porto marcou e a partir daí tudo ficou mais difícil. Sou o culpado da derrota, como sempre acontece quando a equipa perde. Não há explicação para isto. Até podia perceber se isso tivesse acontecido na segunda parte, no minuto 70 ou 80, mas assim não percebo.»


in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-Spartak Moscovo, 5-1 (crónica)

Um campeão de alma e coração.


Em ritmo de festa o F.C. Porto celebrou a conquista do campeonato do jeito que sabe melhor: com um futebol azul carregado e uma vitória confortável. Foi aliás uma noite de comunhão refinada e quase completa. Só aquele golo de McGeady, lá pelo meio, a afastou um pouco da perfeição.

O horizonte é por isso azul para um F.C. Porto de alma e coração, que vive em estado de graça e continua a crescer à medida que o relógio avança: como nas boas histórias, guarda o melhor para o fim. Esta noite não entrou bem, é verdade, sofreu dois sustos cedo e demorou a impor a força.

Demorou aliás a entrar na zona de finalização. Sobretudo isso. Pareceu começar sem frescura mental, apesar da vontade em continuar a ganhar. Vale a pena lembrar a propósito um sprint de Hulk aos dez minutos, quase de uma área à outra, para pressionar Welliton e obrigá-lo a rematar em esforço.

Um exemplo cabal da fome de vitórias, portanto, de uma equipa que bebeu do entusiasmo das bancadas para crescer a partir do primeiro golo. Com um futebol intenso e que ganhou espaços na segunda parte, o F.C. Porto construiu uma exibição robusta sublinhada num triunfo histórico.

A vantagem de quatro golos é praticamente definitiva a quem olha de fora. Vista mais de perto é ainda mais definitiva que isso. Por uma razão: este Spartak é claramente uma equipa de velocidade na frente. Joga recuada, em lançamentos longos e saídas rápidas. Subida no terreno perde claramente força.

Ora por isso é que nos últimos quatro jogos fora para as competições europeias ganhou três: Amesterdão, Basileia e Zilina, mais Marselha no início da Liga dos Campeões. Esta noite não deu nem para ficar perto. Welliton falhou duas jogadas em que surgiu na frente de Helton e enterrou as esperanças russas.

Por isso volta-se atrás e sublinha-se que esta vitória é muito mais definitiva do que parece. Ela que só se tornou óbvia na segunda parte, de resto, depois de uma entrada que demorou a ser forte. Quatro dias depois da festa, os jogadores precisaram de tempo para fazer as ideias acompanhar a vontade.

Os primeiros minutos trouxeram perdas de bola e alguns passes errados, é certo, o golo de Falcao (que noite fantástica, três golos e uma assistência) tornou tudo mais claro. Por isso a segunda parte foi toda do F.C. Porto, num exercício repetitivo de ataques, transições rápidas e bolas na área.

Através de trocas posicionais, que colocavam muitas vezes Varela nos espaços interiores e abriam uma via às subidas de Álvaro Pereira ou encostavam Guarín à direita e faziam Hulk deambular por toda a frente de ataque, o F.C. Porto foi inventado espaços e justificando a vitória robusta no fim.

À medida que os golos apareciam, obviamente, o clamor das bancadas ficava mais forte. O grito «venceremos, venceremos, vencermos outra vez, o Porto vai ganhar a Taça, como em 2003» espalhou-se pelo estádio. De jogo para jogo torna-se mais forte, aliás, A onda azul segue imparável.

Mais imparável até do que em 2003. Nessa altura, recorde-se, o Porto apresentou-se na primeira-mão dos quartos-de-final também depois de ganhar na Luz. Fê-lo com um golo de Deco. Perante o Panathinaikos, ainda nas Antas, perdeu 1-0. Foi quando Mourinho disse que a eliminatória estava só a meio. 

Estava de facto: o F.C. Porto foi ganhar a Atenas. Esta noite... simplificou as coisas. O futuro volta a ser azul.

in "maisfutebol.iol.pt"

Falcao: «Uma noite para nunca mais esquecer!»

Falcao, autor de um hat-trick na goleada do F.C. Porto ao Spartak Moscovo:

«Vou recordar esta noite para sempre, antes do mais pelo rendimento da equipa no tempo todo. Apesar da conquista do título no domingo não nos desviámos do objectivo de lutar por todas as competições e saiu-nos tudo muito bem. Mas não está decidido, o Spartak é uma equipa muito perigosa e estamos mentalizados de que ainda faltam 90 minutos.»

Sobre a cobiça de grandes clubes europeus: 
«Já tenho a motivação de estar na Europa e jogar numa grande equipa.»

Sobre o facto de no final ter pedido a bola de jogo ao árbitro:
«Ainda não pensei no que vou escrever sobre isto, mas esta bola vai ser uma grande recordação para mim e para a minha família.»


in "maisfutebol.iol.pt"

Silvestre Varela: «Excelente resultado»

AUTOR DO 2.º GOLO FRENTE AO SPARTAK


Silvestre Varela enalteceu o excelente resultado que o FC Porto obteve esta quinta-feira frente ao Spartak Moscovo, em jogo a contar para a 1.ª mão dos quartos-de-final da Liga Europa. O internacional português apontou o segundo golo.
"Foi um excelente resultado, frente a uma equipa que sabe o que fazer em campo e que joga bem à bola. Agora vamos pensar no próximo encontro do campeonato, e só depois na partida da 2. mão, na Rússia."
"O treinador fez algumas correções ao intervalo. Na 2.ª parte entrámos com muita determinação e com vontade de resolver a partida."
"O encontro da 2.ª mão vai ser disputado em piso sintético, num campo duro onde a bola salta muito. Não estamos habituados e vai-nos dificultar um pouco."
in "record.pt"