terça-feira, 24 de abril de 2012

Afirmação divina

IMPORTÂNCIA DA RELIGIÃO NA SUBIDA DE FORMA DE MAICON



Maicon está a viver a sua melhor temporada desde que chegou à Invicta no verão de 2009. O nosso jornal já tinha desvendado a importância do trabalho que o psicólogo do clube, Luís André, tem levado a cabo junto do central – que o seu próprio pai, Maurides Neto, revelou – e, agora, aprofundamos ainda mais a questão. Record foi conhecer o mentor espiritual de Maicon, o apóstolo Fábio, da Comunidade Evangélica Ilha da Madeira, que não duvida da relevância “da palavra de Deus” num jogador tão religioso como Maicon.
“Não tenho dúvidas de que a sua estabilidade emocional influencia muito o seu rendimento desportivo e parte do seu equilíbrio vem de Deus. Quando entra em campo, oMaicon sabe e sente que tem um escudo, uma fortaleza e isso ajuda-o muito. Essa crença ajuda-o a prevenir uma eventual lesão, além das linhas de orientação para o seu comportamento que o impedem de entrar em picardias com os adversários, prejudicando até a equipa”, considerou o apóstolo Fábio, tal como é tratado entre os membros da sua igreja, vincando, “para evitar interpretações maldosas”, que não é a fé que dita a qualidade das suas exibições: “É claro que o Maicon tem de fazer o seu trabalho dentro de campo. Deus não vai fazer o trabalho dele, mas ajuda quem trabalha. De nada adianta que entre em campo com receio de errar, inseguro... O Maicon entra em campo seguro.”
in "record.pt"

Novo eixo defensivo fechou portas ao golo

EQUIPA MAIS PROTEGIDA COM MAICON E OTAMENDI


O pacense Melgarejo foi o último jogador a marcar ao FC Porto, na 24.ª jornada da Liga. Um golo que colocou a nação azul e branco em sobressalto e que acabou por afastar Rolando da titularidade, ele que não ficou isento de culpas nesse lance. No jogo seguinte ao de Paços de Ferreira, Vítor Pereira já lançou de início a dupla de centrais formada por Maicon e Otamendi. O treinador fez aí uma aposta de risco elevado, mas já está a colher frutos. É que, de lá para cá, as redes de Helton não voltaram a abanar.
São já 3 jogos seguidos sem sofrer qualquer golo – Olhanense, Sp. Braga e Beira-Mar – e caso assim se mantenha na próxima jornada, frente ao Marítimo, então o FC Porto igualará o seu melhor registo da presente edição da Liga.
in "record.pt"

Quarsma: "Hulk é o maior porque não vira as costas a nada"


Não se cruzaram durante mais do que uma pré-temporada no FC Porto, mas a simbólica passagem de testemunho de Quaresma para Hulk significou uma transição entre protagonistas que marcam, de forma indelével, os últimos anos dos dragões. Com o Incrível a carregar a equipa às costas para mais um título, O JOGO ouviu Ricardo Quaresma, que se desfaz em elogios ao sucessor, também ele refém de uma relação com as bancadas que é, muitas vezes, de amor-ódio. "Não há jogadores iguais, muito menos quando se tem estas características. O que digo é que o Hulk já mostrou a sua personalidade e para mim é normal que seja ele a resolver nestes momentos", diz o extremo do Besiktas, que passou quatro anos na Invicta e percebe o que é ser a referência da equipa.
"Adoro ver o Hulk jogar e admiro-o muito porque ele nunca se esconde, corra bem ou mal", assume, revelando identificação com o estilo do brasileiro. "Nisso ele é como eu, tem personalidade e nunca vira as costas. Vai para cima, assume e por isso é que é o maior", elogia Quaresma, que se recorda bem do espanto geral quando um avançado vindo do Brasil aterrou no balneário do FC Porto: "Cresceu muito como jogador, mas a potência dele impressionou-nos logo. Mal o conheci, mas o que vejo em campo é suficiente. É um grande jogador."
Quaresma foi sempre protagonista no Dragão. Pelos momentos inspirados, mas também pelas noites em que acabou vaiado. "Quanto mais me assobiam, mais eu pego na bola e resolvo", chegou a responder. Mais contido nas palavras, Hulk tem dito mais ou menos o mesmo em campo. Depois de uma valente assobiadela contra o Paços de Ferreira, em outubro, a verdade é que o Incrível é indissociável da retoma portista, reassumindo de forma destacada o protagonismo que, em determinada fase, chegou a dividir com James. Por isso, a eleição para MVP conta com um voto de Quaresma no brasileiro: "É a figura do campeonato. Quando foi preciso, ele apareceu..."

A prova que pode haver amor como o primeiro...


Ricardo Quaresma foi campeão no Sporting (2001/02) e tricampeão no FC Porto (2005/06, 06/07 e 07/08). Há já alguns anos longe de Portugal, desmente o ditado tão português que diz que "não há amor como o primeiro". "Continuo a ser adepto do FC Porto, nunca escondi esse carinho. É um grande clube, gerido por pessoas muito competentes, onde fui muito bem tratado e que nunca esquecerei", diz o extremo, que torce por mais um título dos dragões, mas que também não renega a ligação ao Sporting, para quem deseja a máxima sorte na Liga Europa.


"Lucho torna tudo mais fácil"


Desde que aterrou em Pedras Rubras, no dia 30 de janeiro, Lucho não falhou um onze inicial do FC Porto, somando 15 titularidades consecutivas e desmentindo o seu ocaso das opções de Didier Deschamps. A idade, 31 anos, passou a ser uma questão lateral, mas quem com ele jogou tantas temporadas garante nunca ter olhado ao BI. "Não me surpreende nada que ele esteja a jogar sempre e a ser decisivo, nunca tive dúvidas de que o conseguiria", revela Quaresma, que identifica as mais-valias de El Comandante: "O Lucho é líder e quem o contratou sabia muito bem disso. Foi uma grande aquisição, porque é importante no balneário e em campo torna tudo mais fácil."
Sobram elogios para um jogador que é o oposto de Quaresma e Hulk. Cerebral, frio, avesso a protagonismos, Lucho não deixa de ter um cunho muito próprio no futebol dos dragões. "Ele nunca correu muito, por isso não vejo que pudesse haver problemas agora. É inteligente, sabe o que faz, sabe gerir o esforço", sintetiza o internacional português, que remata de forma contundente: "No momento em que aconteceu, o regresso do Lucho foi muito importante para a temporada do FC Porto."
Voltemos aos números, que não os do BI, para perceber, com efeito, que desde a primeira temporada no Marselha (2009/10) que Lucho não conseguia uma sequência tão regular de jogos consecutivos no onze inicial. Com três golos apontados (dois deles na Taça da Liga), o argentino tem sido sobretudo valioso para solidificar um sector que não assentava um trio, depressa revelando entrosamento com Moutinho.

in "ojogo.pt"


Fazer a festa no sofá seria uma novidade


As festas dos 25 títulos de campeão nacional já conquistados pelo FC Porto servem para contar as mais variadas histórias, mas nunca os dragões celebraram a vitória de um campeonato em dia de folga. A novidade pode acontecer já este domingo, na eventualidade de o FC Porto vencer na Madeira, no sábado, e de o Benfica desperdiçar pontos no dia seguinte, em Vila do Conde. Como se sabe, os jogadores regressam à cidade do Porto logo após a partida com o Marítimo, ficando depois à espera do que acontecerá no domingo com o principal rival, dia em que Vítor Pereira até deverá conceder uma folga aos jogadores, tal como tem sido habitual desde que acabaram os jogos a meio da semana. Este cenário de conquista antecipada do título, que é o mais otimista que os portistas têm para já, não tem sido sequer equacionado pelos responsáveis do clube - até pelo conjunto de fatores a que obriga -, pelo que não há sinais de preparação para uma qualquer celebração agendada já para este domingo.
Na eventualidade de não se conseguir festejar a conquista do 26º título de campeão nacional no próximo fim de semana, haverá mais três possibilidades para esta luta a dois no topo da classificação: os portistas festejarem o triunfo no campeonato no jogo seguinte, frente ao Sporting; adiarem tudo para o último jogo, em Vila do Conde; ou deixarem escapar o título. Segundo a história, as probabilidades apontam para uma celebração no Estádio do Dragão, diante do Sporting. Aliás, se isso acontecer os leões passarão a ser o clube que mais vezes assistiu a festas de títulos portistas - neste momento, Sporting e Benfica estão empatados, com três cada. Mas deixar tudo em aberto para Vila do Conde também não será propriamente inédito, até porque os primeiros sete campeonatos do FC Porto foram conseguidos apenas na última jornada - há mais dois casos, o último dos quais na receção ao Aves, em 2006/07.
Novidade mesmo, e além da já anunciada "festa do sofá", seria os portistas desperdiçarem uma vantagem de quatro pontos a três jornadas do final...

Os quatro cenários possíveis


1 Vencer na Madeira e festejar de folga

O FC Porto pode conquistar o 26º campeonato nacional já este domingo. Para isso acontecer, terá de ganhar ao Marítimo no sábado e esperar que o Benfica perca pontos em Vila do Conde, no dia seguinte. Curiosamente, os jogadores do FC Porto até podem festejar o título em dia de folga, o que seria inédito.


2 Esperar pelo sporting para celebrar a vitória

Na eventualidade de FC Porto e Benfica conseguirem o mesmo resultado nos respetivos jogos deste fim de semana, os dragões podem vencer o campeonato na jornada seguinte, na receção ao Sporting. Neste caso, o clube de Alvalade passaria a ser a equipa que assistiu a mais festas do título do FC Porto, com quatro.


3 Deixar tudo em aberto para a última jornada

Existe ainda a possibilidade de o FC Porto só conseguir conquistar o título na última jornada, quando tiver de se deslocar a Vila do Conde para jogar frente ao Rio Ave. No entanto, os portistas estão habituados a carimbar a vitória no campeonato na última jornada, uma vez que já o fizeram nove vezes.


4 Deixar fugir o título para o rival da luz

Se o FC Porto deixar fugir o título para o Benfica, também entrará para a história, porque nunca os dragões deixaram escapar a vitória no campeonato com quatro pontos de avanço à entrada para as últimas três jornadas. Para isso acontecer, os portistas teriam de perder cinco pontos para o Benfica.


Festas do título


Na última

Os primeiros sete campeonatos do FC Porto só foram conquistados na última jornada, com dois deles (1938/39 e 1939/40) a serem festejados em jogos frente ao Benfica.

Penta em Alvalade

Poucas horas antes do jogo com o Sporting, em 1998/99, o Boavista empatou com o Farense e o FC Porto já entrou em Alvalade com o penta no bolso. Apesar disso, os dragões empataram o jogo (1-1), com os golos a serem marcados por Pedro Barbosa e Zahovic.

Festa no hotel

Na época 2003/04, o FC Porto festejou a conquista do título no hotel, quando se encontrava em estágio para o jogo com o Alverca. A derrota do Sporting na véspera, em Leiria, acelerou a festa.

Na Luz sem luz

A conquista do título da época passada jamais será esquecida pelos adeptos do FC Porto, não só por ter sido celebrada em pleno Estádio da Luz, mas também por ter acontecido num ano de grande sucesso, com a vitória na Liga Europa, Taça de Portugal e Supertaça.


3 questões: Bruno Vale, Guarda-redes da Oliveirense

"Festejar em casa não tem tanta piada"


1 Em 2004, o FC Porto festejou no hotel a conquista do campeonato e, no dia seguinte, o Bruno esteve no banco contra o Alverca. Como foram os festejos?

Recordo-me de que estávamos todos a ver a partida do Sporting no hotel, mas nem sequer vimos o jogo completo. Alguns jogadores iam só espreitando o resultado... No entanto, depois, no final, fez-se uma grande festa, mas no dia seguinte, no estádio, foi ainda melhor e mais bonito.


2 Este ano poderá dar-se a novidade de os jogadores festejarem em casa. Consegue imaginar como será?

Em primeiro lugar, acho que o FC Porto vai ganhar ao Marítimo, mas não sei se o Benfica perderá pontos com o Rio Ave. Depois festejar um título é sempre bom, porque se conseguiu o principal objetivo, mas a sensação de celebrar em casa, sem muita gente, não será a mesma. No estádio, com aquele ambiente, seria mais bonito.


3 Depois de uma época complicada, considera que o FC Porto será um justo vencedor?

O FC Porto tem vindo a demonstrar, sobretudo nesta fase final da temporada, que é a melhor equipa portuguesa. Depois de uma época em que venceu tudo, é difícil corresponder às expectativas das pessoas, porque um ano como aquele é irrepetível. Apesar disso, e se confirmar o triunfo no campeonato, a época do FC Porto foi positiva.




in "ojogo.pt"


Não olhar ao passado garante bom treinador


Em entrevista ao Porto Canal, Pinto da Costa passou em revista os 30 anos de presidente e reportou-se a todos os treinadores que passaram pelo FC Porto, mesmo aqueles que assinaram, como Mircea Lucescu ou Arsène Wenger, e que não conseguiram depois desvincular-se dos clubes onde estavam.
A fórmula para escolher um grande treinador implica arriscar. "Nunca olhei ao passado. Preocupa-me ver se tem capacidade. Sem risco ficavam sempre os mesmos. Só convivendo com as pessoas se descobrem os talentos", explica, exemplificando com a primeira grande descoberta: "Antes de o contratar, fui jantar com Artur Jorge."
Anos depois, Carlos Alberto Silva, "excelente pessoa", chegou porque "Carlos Alberto Parreira apareceu nos jornais." Robson "sabia tudo de futebol", mas já era uma certeza. E "foi por ele que Mourinho se tornou o que é hoje". Jesualdo Ferreira assinou porque "o clube precisava de quem valorizasse os jogadores". Villas-Boas também era conhecido. "Já Robson dizia que ele iria longe."

30 anos de histórias


Basileia garantiu Viena

"Na final de Basileia, com a Juventus, aprendi o que não se deve fazer. O hotel era no centro e estavam sempre a entrar adeptos, em festa. Na véspera os jogadores estavam preocupados em negociar contratos com marcas e nós próprios assinámos um. Nesse dia disse que haveríamos de voltar, mas para ganhar. E em Viena sim, isolámos a equipa e não estivemos em festa.

Primeiro banho de gente

"Depois de termos eliminado o Aberdeen e atingido a final da Taça das Taças, quando chegámos ao Porto o avião não pôde aterrar porque o público invadiu a pista. Não houve possibilidade de os deter, pois eram milhares e tivemos de ir aterrar a Lisboa. Foi chato. No dia a seguir viemos e voltou a ser uma loucura. Provou-se que, quando em 82 dizia que queria ir a uma final europeia, estava certo.

Robson acelerou viagem

"Quando cheguei a casa de Robson, para o convidar, ele estava a empacotar as coisas para voltar a Inglaterra. Disse-lhe que só tinha de as meter num camião e em três horas estaria no Porto. Ele recordou que tinha sido despedido. Então eu disse para ir imediatamente comigo, pois a mulher já estava em Inglaterra e as coisas até já estavam empacotadas.

Gomes contra o Gijón

"Depois de ter acordado o regresso do Gomes por 20 mil contos, ele voltou de uma lesão grave e marcou três golos. Como não estava assinado, esperei que o presidente não falhasse. Então ligou-me e disse que queria os 20 mil em 'cash'. Falei com o banco e disse que trazia o aval de um dos melhores clientes. Quando o Gijón chegou, pensou que ia levar novamente o Gomes, mas levou um cheque.

in "ojogo.pt"

Túnel da Luz: decisão adiada

O Tribunal Criminal de Lisboa adiou para 2 de maio a comunicação relativamente ao caso do túnel da Luz, podendo arquivar o processo ou levar a julgamento Hulk, Sapunaru, Cristian Rodríguez, Helton e Fucile, acusados de agressões a seguranças. Não foram revelados os motivos do adiamento da leitura da decisão instrutória, que estava marcada para hoje, sendo que a única comunicação foi mesmo a da nova data. Os dois seguranças em questão pediram, à SAD do FC Porto, uma indemnização superior a 45 mil euros, enquanto os jogadores dos dragões alegaram que houve um clima de provocação no túnel da Luz, pelo que também pediram a abertura da instrução do processo.


in "ojogo.pt"

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Entrevista a Pinto da Costa - 30 Anos (1ª Parte)



Hoje as 21.30 Porto Canal 2ª parte

MODALIDADES: RESULTADOS DA FORMAÇÃO

Conheça aqui os últimos resultados das equipas de formação de andebol, basquetebol e hóquei em patins.

ANDEBOL

Domingo
Campeonato Nacional de Juniores 1.ª Divisão, 1.ª fase
Académica S. Mamede-FC Porto, 29-35

Campeonato Nacional de Juvenis 1.ª Divisão, 1.ª fase
FC Porto–Águas Santas, 28-18

BASQUETEBOL

Quarta-feira
Campeonato Nacional Sub20, 2.ª fase Norte
Ovarense-FC Porto, 72-69

Sábado

Campeonato Nacional Sub18, 1.ª fase Norte
Guimarães-FC Porto, 51-91

Campeonato Nacional Sub16, 1.ª fase Norte
Desportivo de Leça-FC Porto, 75-67

Domingo

Campeonato Distrital Sub14B, 2.ª Divisão, 1.ª fase A
FC Porto–UA António Aroso, 55-67

Campeonato Distrital Sub14C, 2.ª Divisão, 1.ª fase D2
Juventude Pacense-FC Porto, 30-77

HÓQUEI EM PATINS

Sábado
Campeonato Nacional Juniores Norte B
Fânzeres-FC Porto, 2-12
Marcadores: Renato Castanheira, Afonso Santos (2), Telmo Pinto, Tomás Castanheira (5) e Miguel Costa (3)

Campeonato Nacional Juvenis Norte A
FC Porto–ED Viana, 6-2
Marcadores: Xavi, Álvaro (2), João Almeida (2) e Diogo Cardoso

Campeonato Nacional Infantis Norte A
FC Porto–ED Viana, 3-3
Marcadores: Nuno Ferreira e Hugo Santos (2)

Domingo
Campeonato Nacional Iniciados Norte B
Sanjoanense-FC Porto, 4-6
Marcadores: Rato (2), Dinis (3) e Tomás

in "fcp.pt"

Alex Sandro pode ficar com lugar de Álvaro Pereira

Alex Sandro está embalado para lutar pelo lugar de Álvaro Pereira. O brasileiro rendeu o uruguaio, castigado, frente ao Beira-Mar, mas nos outros dois últimos jogos da Liga já o tinha substituído, com o Olhanense e SC Braga.

A exibição de Alex Sandro diante dos aveirenses deu claros sinais de melhor enquadramento com a equipa e também indicações seguras que o futuro está ganho.

Álvaro Pereira em princípio poderá até estar de saída (é frequentemente colocado na rota de Inglaterra) e o regresso à equipa, no imediato, afigura-se assim mais complicado, para mais tendo em conta a reação intempestiva do jogador quando foi substituído na partida frente ao SC Braga.


in "abola.pt"

Com selo de Hulk

ESTÁ EM GRANDE NA RETA FINAL DO CAMPEONATO



O FC Porto está definitivamente no trilho certo para chegar à revalidação do título e, para isso, muito tem beneficiado do bom momento de forma de Hulk. O brasileiro deu um passo em frente no momento da decisões em torno do campeonato nacional, e se os dragões confirmarem a conquista da prova, esta terá a assinatura bem evidente de Hulk.
O avançado, de 25 anos, foi fundamental no início da época, somando sete golos e outras tantas assistências até à 13.ª jornada. Mas a entrada em 2012, com a deslocação a Alvalade, marcou a queda sua quebra exibicional que não se adivinhava. Como quem teima em mostrar que tem capacidade para aparecer nos momentos decisivos, o capitão portista regressou em grande na 20.ª ronda, passando a exercer uma influência no decurso dos encontros que não se limitou à sua folha de faturação ou a passes para golo.
in "record.pt"

Desencravar a quarta para acelerar a festa

MÁXIMO DE TRÊS TRIUNFOS CONSECUTIVOS NA LIGA



O FC Porto pode confirmar nos Barreiros a sua curva ascendente rumo ao título. Os azuis e brancos já falharam por quatro vezes o objetivo de atingir a quarta vitória consecutiva em jogos oficiais, mas desta vez a proximidade do maior objetivo do ano funciona como um estímulo motivacional. A quinta tentativa pode desencravar de vez o enguiço.
De resto, o triunfo nos Barreiros cria a possibilidade de o FC Porto comemorar o bicampeonato já no próximo fim-de-semana. Os dragões atuam sábado, no Funchal, e se alargarem temporariamente a vantagem para 7 pontos, obrigam o Benfica a triunfar em Vila do Conde, no domingo. Caso contrário, mesmo o empate permitirá aos portistas saltar do sofá para a festa na cidade devido à vantagem no confronto direto com os encarnados. Por isso não é difícil adivinhar que o Rio Ave pode ter uma claque especial a torcer a partir do sofá.
in "record.pt"

Dragão Caixa faz hoje três anos



Faz hoje três anos que foi inaugurado o Dragão Caixa, a casa das modalidades do FC Porto, numa cerimónia que recebeu muitas estrelas e homenageou diversas lendas do clube.
Alguns dias depois, a 7 de maio, disputou-se o primeiro jogo oficial, de andebol, com o FC Porto de Carlos Resende a receber o Madeira de Paulo Fidalgo.
Com os 1236 espectadores de ontem, curiosamente também num FC Porto-Madeira SAD, o Dragãozinho chegou aos 166 210 em 171 jogos, o que resulta numa média de 972 adeptos por jogo e uma taxa de ocupação de 44%, superior a nove das 16 equipas de futebol da Liga ZON Sagres.
2183 espectadores, em dois clássicos FC Porto-Benfica, de andebol e basquetebol, são o recorde de assistência no recinto.

in "ojogo.pt"

A uma vitória do tetra


Tal como na Madeira, na primeira jornada da fase final, o FC Porto não fugiu a um empate e, de novo, a 24 golos. Andou sempre na frente do marcador e chegou a ter uma vantagem de sete golos no início da segunda parte. Com as armas de sempre - organizado defensivamente, forte nas transições ofensivas e maior potência de remate -, o FC Porto foi impondo o seu ritmo, mas o vice-campeão nunca desistiu. Manteve-se em jogo e, depois do intervalo, com um parcial de 5-0 (16-9 - 16-14) mexeu com a cabeça dos jogadores portistas, que foram falhando mais na finalização. No banco, um Obradovic apreensivo e zangado pedia concentração; enquanto Fidalgo, mais sereno, certamente pedia o mesmo. Com um plantel mais curto, obrigado a adaptar jogadores a determinados postos específicos, o treinador insular foi recompensado. Com um minuto para jogar e 24-23 no marcador, o empate chegou de livre a dez segundos do fim. Agora, o FC Porto está a uma vitória de conquistar o tetra; podendo festejar a revalidação do título em Águas Santas. Já o Madeira SAD, em igualdade pontual com o Benfica, pode voltar a ser vice-campeão, embora ontem Paulo Fidalgo tenha apenas prometido "trabalho sério".

Declarações

"Fizemos bons jogos contra Sporting e Benfica e acontece isto... É proibido festejar antes. Estivemos a ganhar por sete. A culpa é nossa
Ljubomir Obradovic
treinador do FC Porto
"Só Göppingen, Minsk, Metalurg e Horta empataram no Dragão. O FC Porto é a melhor equipa portuguesa. Este resultado tem muito mérito nosso
Paulo Fidalgo
treinador do Madeira SAD

Vantagem é portista


Na fase final, o campeão FC Porto não foi capaz de dobrar o vice-campeão Madeira SAD. Mas na fase regular, apesar da oposição, bateu os insulares no Funchal por 28-32, e em casa por 29-24. E eliminou os madeirenses nas meias-finais da Taça (29-27).

in "ojogo.pt"

Golo para os pais depois da tragédia


Janko voltou aos golos, quatro jogos depois de ter marcado pela última vez. Pouco habituado a estar um mês sem faturar, como foi o caso, o austríaco fez questão de dedicar o momento aos pais, beijando a mão e, depois, tocando com ela na chuteira onde tem escrito "in honorem parentum", que em português significa "em honra dos pais", que não sabiam deste gesto. "Dedicou-nos o golo? Fico muito feliz. O Marc sempre foi muito dedicado à família. A primeira inscrição que fez nas botas até foi dedicada à avó", contou a O JOGO Herbert Janko, o pai do avançado que, pela televisão, vibrou com o golo. "Ir para Portugal foi o melhor que lhe podia ter acontecido. E ele é que o diz", confessa.
Em entrevista à revista austríaca "Sportwoche", o avançado assume que chora quando tem de o fazer, pois "mostrar as emoções é um sinal de força." Não esconde ser um "sentimentalista" e daí não ter pejo em mostrar a ligação aos pais. "Sacrificaram-se muito por mim e pelos meus irmãos. Só passados alguns anos nos apercebemos disso", justificou.
Antes desta dedicatória, Janko tinha gravado nas botas o nome de Gustav Kral, seu ex-colega no Admira e melhor amigo, falecido num acidente de viação. "Poucos dias antes tinham estado juntos de férias, nos Estados Unidos", contou-nos o pai. Janko chegou a fugir dos treinos do Salzburgo para poder estar presente no funeral. Por isso, incompatibilizou-se com Huub Stevens, o treinador. "Só iria a Viena deixar um último adeus ao meu amigo. Juntar-me-ia novamente aos meus colegas antes do jogo contra o Lask. O treinador tentou convencer-me a não ir e disse que não podia abandonar a equipa, mas a sua argumentação numa situação como esta, era para mim inimaginável. Tem de haver limites, existem alturas em que o desporto fica em segundo plano", explicou. Por isso, foi mesmo ao funeral. "E fez um pequeno discurso para uma multidão, que se emocionou bastante. Eram inseparáveis", completou Herbert Janko.

Lesão quase lhe custou a carreira


Em fevereiro de 2007, Marc Janko sofreu uma lesão num joelho que quase lhe custou a carreira. A ameaça foi séria, revelou o avançado à "SportWoche", na segunda parte de uma entrevista concedida há pouco mais de um mês mas só agora publicada. "Desde a cirurgia ao primeiro treino, foi o período mais stressante da minha carreira", reconheceu. "Quando estava na cama, o médico disse-me que não me garantia que voltaria a andar sem dores, quanto mais a jogar futebol. Na artroscopia verificou-se que os danos eram grandes e que perderia quase um ano na recuperação. O medo de me ser roubado o sonho de uma vida era mais forte do que nunca", contou. Contudo, e pouco mais de seis meses depois, o gigante voltou, recorrendo não só à medicina tradicional como às alternativas. "Dizem que o tempo cura tudo. Fui deixando de sentir dor e não pensei mais nisso", continua, adiantando que nunca sequer pensou numa profissão alternativa: "Acredito no poder do pensamento positivo."


Convenceu Co Adriaanse e elogiou Vítor Pereira


Janko não liga muito ao que os treinadores dizem à Imprensa. "Até o Mourinho é um provocador", nota. O que importa são as palavras para dentro. Co Adriaanse é um exemplo. Quando o holandês trabalhou consigo no Salzburgo, chegou a desconfiar do seu valor. Depois rendeu-se e, no Twente, ficou definitivamente convencido. "Tive de o convencer a deixar-me jogar como gosto. Na Holanda teve, depois, palavras muito boas para mim. Disse que nunca tinha visto alguém jogar tão bem na zona do penálti", contou. "Tive boa harmonia também com Trapattoni, Kurt Jara e Preud'homme. Eles souberam aproveitar as minhas características. Vítor Pereira também o faz", continuou, num elogio ao atual técnico, que depois da entrevista até já o deixou no banco (em Braga).

in "ojogo.pt"


.Mangala: "Espero jogar mais na próxima época"


Numa extensa entrevista concedida à publicação francesa "Planete Foot", Mangala diz-se "satisfeito" com a experiência que está a viver no FC Porto, apesar da pouca utilização [13 jogos]. Por isso, espera jogar mais na segunda temporada, tal como aconteceu no Standard de Liège. "Não estou arrependido. Absolutamente nada. Quando cheguei, tive uma conversa franca com o treinador e ele disse-me para ser paciente. A situação é muito clara. Somos quatro defesas-centrais para duas posições. Otamendi, que é muito bom, e Rolando, o patrão, são os titulares. Depois deles, estou eu e o Maicon. Por vezes é difícil ficar sem jogar, mas quando cheguei ao Standard aconteceu o mesmo, tinha muitos jogadores à minha frente. Mas mesmo na minha primeira época de profissional consegui disputar alguns jogos, antes de ter realizado duas temporadas em grande. Agora, espero repetir isso. Não nos podemos esquecer que uma defesa precisa de estabilidade, é um setor que não se pode estar sempre a mudar", referiu, antes de revelar o interesse que o Chelsea demonstrou para o contratar no início da época. "Tinha muitos clubes interessados. Havia o Chelsea, por exemplo, mas a minha decisão foi rápida e escolhi o FC Porto. Na última temporada, tinham conquistado tudo, inclusivamente a Liga Europa, e vencem todos os anos pelo menos um título. Em cada três anos, são duas vezes campeões. Para além disso, estão habituados a contratar jovens para os venderem bem depois. Para mim, este desafio representa um trampolim para o futuro".
Mangala explicou ainda que encontrou muitas diferenças no futebol em Portugal, muito mais "rápido do que na Bélgica", mas é nos clubes que encontra menos semelhanças. "O FC Porto é mesmo outra coisa. É um clube ao nível dos melhores da Europa. Aqui aprende-se muito, mesmo nos treinos. Estou a evoluir ao lado dos melhores jogadores do campeonato português. Quando, nos treinos, tenho de marcar jogadores como o Hulk ou o Kléber, só posso melhorar. Penso que estou a crescer muito mais do que um jogador titular numa equipa pequena do campeonato português".
O jovem internacional francês reconheceu que ainda tem de melhorar na "antecipação e posicionamento", até porque encontrou no FC Porto e em concreto no campeonato português uma forma diferente de abordar o jogo. "No início, perguntei-me: 'o que é que se passa aqui?', isto é tudo muito rápido. Mas com o passar do tempo, fui-me habituando e agora já estou adaptado a este ritmo. O jogo aqui é muito mais animado e variado, e tocamos muito menos vezes na bola. Um, dois toques no máximo... E depois os adversários colocam sempre os passes no momento certo e isso obriga-me a ler o jogo mais rapidamente, a jogar muito na antecipação. No Standard, quase que me limitava a encaixar nos adversários e partir para os duelos físicos. Aqui não, não há tempo para isso, é preciso pensar mais no que se vai fazer, refletir, jogar na antecipação e num bom posicionamento... Percebi logo no primeiro mês que um bom posicionamento era essencial para jogar a este nível", concluiu.

"Aqui há menos pressão"


Mangala surpreendeu na resposta a uma pergunta sobre a forma como tem lidado com a pressão de jogar num clube grande. "No Standard, e apesar de o nível ser inferior, tínhamos de ganhar sempre. Aqui é igual, embora sinta menos pressão!". A resposta curiosa levou a outra pergunta: como é que há menos pressão no FC Porto? Mangala explica, num elogio à experiência dos atuais companheiros. "Lembro-me do primeiro jogo na Champions, com o Shakhtar. No balneário, antes do partida, fiquei com a impressão de que íamos disputar um amigável. O ambiente era verdadeiramente tranquilo. Em contrapartida, quando entraram no campo, deram tudo para ganhar", explicou.


Laurent Blanc fala em "promessa"


Laurent Blanc, selecionador francês, revelou que deposita grande esperança na dupla de centrais da equipa de sub-21, composta por Mangala e Varane, atualmente no Real Madrid. "Fala-se muito de Varane, porque é o mais talentoso, o mais jovem e porque joga no Real Madrid. Mas, ele forma, juntamente com Mangala, uma dupla de centrais muito forte. Os dois juntos são muito sólidos", afirmou Laurent Blanc, quando confrontado sobre quais os jogadores da equipa de sub-21 que podem estar mais perto de serem chamados para a seleção principal de França.

in "ojogo.pt"


James e Defour fazem contas ao título

Numa altura em que escasseiam as declarações dos jogadores do FC Porto - limitadas à "flash-interview" após os jogos - as redes sociais ajudam a perceber o estado de espírito da equipa. "Jogámos muito bem e estivemos organizados ontem. Duas vitórias mais e somos campeões", escreveu Defour no Facebook. Antes, já James tinha dito algo semelhante, mas mais cauteloso nas contas do título. "Grande triunfo, vamos passo a passo em busca do título. Faltam três finais", referiu no Twitter.



Danilo feliz com o regresso

Dois meses depois, Danilo voltou à competição, entrando aos 57' para o lugar de Sapunaru. Através do Twitter, o internacional brasileiro não escondeu a felicidade por estar de novo à disposição de Vítor Pereira. "Obrigado por tudo meu Deus! Tu és maravilhoso", escreveu algumas horas depois do triunfo sobre o Beira-Mar.

in "ojogo.pt"

Hulk quebra recordes


Os dois golos marcados ao Beira-Mar transformaram Hulk no décimo melhor marcador da história do FC Porto no campeonato. O internacional brasileiro somou o 48º golo na Liga portuguesa, em 93 jogos realizados, e colou-se a Cubillas (85 jogos) e Lisandro (150 partidas) na lista dos maiores goleadores do clube. Por ter mais partidas realizadas, Hulk ainda precisa de fazer mais um golo para ultrapassar o mítico peruano, atual nono classificado, ou dois para deixar para trás outro histórico, Madjer. O argelino fez 49 golos e é, a curto prazo, o melhor que Hulk poderá alcançar, tendo em conta que Abel, o sétimo desta lista de ilustres, conseguiu marcar 61 golos no campeonato durante as cinco épocas que passou no FC Porto na década de setenta. Esta época, Hulk tem mais três jogos para continuar a bater recordes.
A ligação de Hulk com o FC Porto ainda não acabou, nem se sabe ainda quando acabará, mas já ninguém duvida de que o internacional brasileiro tem um lugar reservado na história do clube. Depois de se ter tornado este sábado no melhor goleador do Estádio do Dragão, com 41 golos em todas as competições, mais um do que o colombiano Falcao, Hulk também aproveitou a embalagem desses dois golos feitos ao Beira-Mar para entrar na história do FC Porto no campeonato, até porque, como se percebe, não há muitos jogadores a conseguir chegar a este registo de 48 golos com a camisola dos dragões. Fernando Gomes continua a ser o grande goleador portista na prova, com uma marca praticamente inalcançável (289 golos!), seguindo-se Jardel (129), Hernâni (123) e Domingos (105), os únicos da lista com mais de cem golos.
Mas, como se imagina facilmente, Hulk não brilha só no campeonato. O internacional brasileiro também já é o sétimo melhor marcador de sempre do FC Porto, se contabilizarmos todas as competições, com um total de 72 golos em 161 jogos. Os números até podem ser ainda mais significativos se tivermos em consideração que Hulk não é, por natureza, um verdadeiro ponta de lança, nem tão-pouco um jogador de área, até porque, como se sabe, também se destaca nas assistências, com um total de 16 só esta época. Agora, só falta responder a uma pergunta: até onde chegará Hulk?

Pode tornar-se no maior negócio de sempre


Depois de quatro épocas no FC Porto, e um investimento global na ordem dos 19 milhões de euros só na compra do seu passe (5,5 milhões de euros por 50% e, mais tarde, 13,5 por 40%), o passado recente do clube sugere que Hulk dificilmente continuará no Dragão na próxima época. Na teoria, há vários fatores que levam a que esta possibilidade seja real: a existência de vários clubes interessados no avançado, a intenção já revelada por Hulk de experimentar outros campeonatos e, ainda, a necessidade que a SAD terá de rentabilizar o grande investimento realizado na contratação do internacional brasileiro. Para já, sobram apenas os rumores...


3 questões: Drulovic, ex-jogador do FC Porto

"Hulk joga em qualquer equipa"


1 Sente que será impossível manter Hulk na próxima época?

Só ele e o FC Porto saberão. Depois da saída de Falcao, Hulk foi ainda mais fundamental. Mostrou grande carácter e tem feito grandes exibições. O FC Porto terá muitas propostas para ele, de certeza. Acho que é a altura certa para sair, pois já mostrou tudo no FC Porto e terá muitas propostas. Além disso, vale muito e permitirá também um bom negócio para o clube.

2 No futebol mundial, em que patamar está Hulk?

Pode jogar em qualquer equipa, incluindo Real Madrid e Barcelona. Não tenho dúvidas disso. Tem muito valor individual. Fala-se, com razão, de Messi e Ronaldo. Mas Hulk está logo no patamar a seguir, ao lado de outros grandes jogadores. De certeza que pode ser uma das melhores transferências da história do FC Porto e até do futebol.

3 A sua eventual saída compromete o futuro desportivo do FC Porto?

Hulk é, sem dúvida, o melhor jogador do FC Porto. Ainda contra o Beira-Mar o mostrou. Define bem e faz a diferença. Quando a equipa joga menos bem, ele está sempre ao mesmo nível e aparece. E isso é muito importante para uma grande equipa. Mas o FC Porto pensa sempre à frente e de certeza já tem soluções na manga para o caso de ele sair. Por isso não haverá problema.

in "ojogo-pt"


domingo, 22 de abril de 2012

Mangala: «O treinador pediu-me para ser paciente»


Eliaquim Mangala tem ficado de fora das opções de Vítor Pereira, mas não baixa a guarda pois sabe que a sua oportunidade virá. “Quando cheguei ao FC Porto, o treinador teve uma conversa franca comigo e pediu-me para ter paciência”, disse o central francês, de 21 anos, em entrevista ao Planete Foot, prosseguindo com a justificação para as poucas oportunidades que tem tido: “É tudo muito claro. Nós temos quatro centrais no plantel para apenas dois lugares e temos o Otamendi, que é muito forte, e o Rolando, que é o patrão da defesa.”
Revelando que no balneário portista é conhecido por “Manga” e que ninguém o trata por Eliaquim, o central prosseguiu com as mudanças técnicas e táticas que sentiu com esta mudança para o FCPorto: “Tenho de melhorar as antecipações e o posicionamento e não posso perder muito tempo com a bola nos pés, pois tenho colegas a quem compete pegar nela".
in"record.pt"

Agente revela que futuro de Iturbe passa por Itália


Gustavo Mascardi, agente de Iturbe, revelou este sábado em declarações ao site "tuttomercatoweb.com" que o avançado deverá sair do FC Porto no final da temporada, apontando depois Itália como destino.
"Na próxima semana estarei em Itália. Acho que ele vai sair do FC Porto. Não é feliz e em breve poderá surgir algo em Itália. Onde?Vamos ver", afirmou Mascardi.
in "record.pt"

Juniores - Resultados

JUNIORES B DÃO A VOLTA E BATEM BENFICA

A equipa de Sub 17 do FC Porto venceu este domingo o Benfica por 3-1, em jogo da 2.ª jornada da fase final do campeonato nacional de juniores B, disputado no Olival.

Depois de uma primeira parte em que o caudal ofensivo não teve correspondência no marcador, o FC Porto chegou ao intervalo a perder por 0-1. A segunda parte, porém, foi uma cavalgada sobre a baliza adversária e os golos surgiram com naturalidade.

André Silva igualou aos 61 minutos, Ivo deu a cambalhota no marcador aos 70 e Francisco Costa confirmou a vitória aos 76.

Com este resultado o FC Porto lidera a classificação, com quatro pontos, os mesmos do Sporting. Na próxima jornada, os Dragões deslocam-se ao terreno do Vitória de Guimarães.



FC PORTO BATE SPORTING EM SUB 15

O FC Porto foi vencer na manhã deste domingo o Sporting por 1-0, em jogo da 2.ª jornada da fase final do campeonato nacional de Juniores C.

Os Sub 15 do FC Porto foram a melhor equipa em campo e conseguiram uma justa vitória, que permite à equipa de António Folha liderar a classificação, com seis pontos.

O golo foi apontado por Rúben Neves, aos 54 minutos, na transformação de uma grande penalidade.

No próximo domingo o FC Porto recebe o Benfica, que também soma seis pontos, em jogo que encerra a primeira volta.



in "fcp.pt"



Revalidação do título complicou-se

P.M.S.
O Benfica deu um passo importante para a conquista do título ao bater o FC Porto, alargando para cinco pontos a diferença em relação aos dragões e mantendo o ponto de vantagem sobre o Sporting. Uma vitória que começou cedo a ser desenhada, com Ivan Cavaleiro, em salto de peixe, a dar a melhor sequência ao centro de Hélder Costa. Estavam abertas as hostilidades, com as águias, galvanizadas, a dominarem e a construírem outras ocasiões de golo. No recomeço, o FC Porto, mais empertigado, aproveitou para igualar por Tiago Ferreira, de grande penalidade, a punir falta na área de Fábio Cardoso sobre Tozé. O Benfica forçou, então, o ataque e acabou por ser feliz, com Cafu a selar o triunfo à beira do fim, numa altura em que os dragões jogavam com dez unidades, depois da expulsão por acumulação de amarelos de Vion, que foi punido por simular grande penalidade (85').

in "ojogo.pt"

DRAGÕES PERDEM EM ESPINHO

O FC Porto Império Bonança perdeu este sábado no terreno da Académica de Espinho, por 8-4, em encontro da 23.ª jornada do campeonato nacional. Trata-se da segunda derrota na prova dos Dragões, que assim descem ao segundo lugar da classificação, a um ponto do líder Benfica (58).

Os golos do FC Porto foram apontados por Reinaldo Ventura, Pedro Gil (2) e Pedro Moreira. Ao intervalo, os portistas perdiam por 3-1.


in "fcp.pt"

Vítor Pereira "Nós sabemos o que queremos"

A três jornadas do final de um campeonato que já deu muitas voltas para o FC Porto, Vítor Pereira é um treinador com um discurso ultradefensivo. Nem o conforto de uma vitória caseira sobre o Beira-Mar arranca o mais pequeno sinal de euforia perante a aproximação de um final feliz na corrida à revalidação do título nacional, que recusa mesmo sentir mais perto. O triunfo não lhe mereceu se não as conclusões inspiradas pelo rigor matemático, deixando de fora quaisquer sinais de emoção, num exemplo da concentração que quer ver dentro do campo e que, ontem, nunca faltou, nem sequer nos momentos em que o visitante conseguiu criar calafrios no Dragão. Vítor Pereira até concedeu que, tal como reclamara Ulisses Morais, um golo aveirense teria assentado bem na história do jogo. Acrescentou, contudo, que haveria que considerar outros, para a justiça ser completa: "O Beira-Mar foi uma equipa organizada. Podia ter feito um golo. Nós podíamos ter feito mais três ou quatro, mas, foi um jogo que, por aquilo que o Beira-Mar fez, pela dedicação, pela entrega, pela qualidade do seu jogo, se calhar, merecia ter um golo, mas, nós, sinceramente, fizemos três, mas, deixámos muitos mais por fazer. O resultado poderia ter sido outro." "Fizemos um bom jogo, marcámos três golos e não sofremos nenhum", sintetizou, num apelo ao rigor matemático que o inspira e que é aliado do FC Porto nas contas para a conquista do campeonato. Esta última constatação, porém, não entra no discurso do treinador. "Não me sinto mais perto do título", afirmou Vítor Pereira. "Sinto é que falta menos um jogo para acabar o campeonato e três para vencer e entrarmos concentrados", sublinhou, sem entrar em "futurologia". Nem sequer a que resulta do exercício de Jorge Jesus. O treinador do Benfica acredita que o FC Porto perderá pontos com o Marítimo, na próxima jornada. "É a opinião dele", desvalorizou, recusando, também, comentar o atraso do Braga, empatado pelo Paços de Ferreira, ou antecipar a comparação das dificuldades que oferecerão os Barreiros e a visita do Sporting. "Nós sabemos o que queremos: o título, e tudo faremos para o conseguir", garantiu.



Hulk

"Vamos ser campeões"

Com o campeonato a aproximar-se vertiginosamente do final, o FC Porto mantém os quatro pontos de vantagem sobre o Benfica (segundo classificado), muito por culpa de um super-Hulk, autor de dois dos três da vitória (3-0) alcançada frente ao Beira-Mar. Os adeptos começam a sonhar cada vez mais com a revalidação do título, mas o capitão portista fez ontem questão de afirmar, mais uma vez, que ainda é cedo para a equipa encomendar as faixas. "Como disse quando faltavam quatro jogos, ainda não ganhámos nada. Felizmente conseguimos vencer um jogo hoje [ontem]. Agora é enfrentar os três que faltam com os pés no chão, para chegarmos ao fim e podermos ser campeões", declarou o internacional canarinho, confiante na obtenção de bons resultados até ao cair do pano da competição. O próximo desafio é já na próxima semana, na visita aos Barreiros, para defrontar o Marítimo. "Quando se ganha estamos sempre moralizados e, por isso, o nosso objetivo é continuar a vencer até ao final. Sabemos que é muito difícil jogar fora com o Marítimo, mas vamos lá com humildade para tentar sair com a vitória", prometeu.
Quem segue atrás no campeonato fica sempre a torcer por uma escorregadela de quem vai à frente e o Benfica não é exceção. Jorge Jesus, de resto, não o escondeu tendo manifestado a convicção de que o FC Porto irá perder pontos até ao final. Hulk, contudo, contraria o treinador dos encarnados e mostra uma confiança ilimitada na conquista do título. "Jorge Jesus acredita que o FC Porto pode perder pontos na Madeira? Eu também acredito que, se continuarmos a ganhar, vamos ser campeões", atirou o Incrível, para quem "o Beira-Mar causou algumas dificuldades" na primeira parte, embora após o intervalo tudo se tenha resolvido a favor dos dragões, que, no entender do atacante, até ao final só precisam de fazer uma coisa para não perder a liderança: "temos de encarar todos os jogos como se fossem uma final", referiu.

in "ojogo.pt"

O Tribunal de O JOGO


Penálti sobre Sapunaru não reúne consenso

Para Jorge Coroado, o lance do primeiro golo do FC Porto não existiu; no entanto, identificou outra infração semelhante (62'), desta feita envolvendo Alex Sandro, num lance discreto cometido por Nuno Lopes que, no seu entender, seria grande penalidade. No cômputo geral, a arbitragem de Bruno Esteves não suscitou polémica, tanto que teve pela frente um jogo sem qualquer sobressalto.

Momento mais complicado

32'
Ricardo Dias faz penálti sobre Sapunaru?
Jorge Coroado
-
De modo algum. Houve um movimento de braços recíproco de ambos os jogadores. Aceitaria grande penalidade se demonstrarem que um jogador agarrado por trás consegue dar um passo e impulsionar o movimento e cair com ambos os braços em paralelo para a frente.
Pedro Henriques
+
Dias, com o braço esquerdo, agarra e puxa Sapunaru impedindo-o desta forma de progredir, derrubando-o. Grande penalidade e cartão amarelo por corte de ataque prometedor.
José Leirós
+
Penálti bem assinalado. O árbitro sem hesitar viu Ricardo Dias a agarrar Sapunaru tocando-lhe no pé, derrubando-o.
Outros casos
6'
Falta de Serginho sobre Helton seria merecedora de sanção disciplinar?
30'
Ricardo Dias não deveria ser penalizado por cortar lance com o braço esquerdo?
52'
Houve razão para assinalar uma simulação de Sapunaru na área do Beira-Mar?
62'
Nuno Lopes comete falta na área sobre Alex Sandro?
Jorge Coroado
-
Serginho foi objetivo no movimento efetuado não com o intuito violento mas sim de impor respeito, por isso justificava cartão amarelo.
-
Ricardo Dias cortou objetivamente uma linha de passe. Comportamento incorreto e merecedor de cartão amarelo que não foi exibido.
+
Sapunaru foi demasiado expressivo no gesto fingido justificando a advertência por simulação grosseira.
-
Há um impedimento objetivo do movimento de Alex por parte de Nuno Lopes, que lhe coloca o pé por baixo no momento em que chuta a bola. Penálti não assinalado.
Pedro Henriques
+
Serginho tenta rematar mas falha a bola e por ação do movimento que levava acaba por, de forma negligente, tocar em Helton, sem motivo para ação disciplinar.
+
Ricardo Dias, ao dominar a bola, acaba por fazê-lo com o braço. Uma infração passível de livre direto mas sem motivo para ação disciplinar, pois não cortou uma linha de passe nem um ataque prometedor.
+
Sapunaru é advertido dentro da área ao tentar ganhar uma grande penalidade, simulando a infração. Correta a decisão do árbitro.
+
Alex Sandro cai na área no momento em que remata, não parece que tenha sofrido infração de Nuno Lopes, pelo que se aceita a decisão do árbitro em nada assinalar.
José Leirós
+
A falta foi bem assinalada, pois o jogador entrou pelo chão atingindo Helton apenas para disputar a bola, situação que não é punível com sanção disciplinar.
+
Foi uma boa decisão, assinalando apenas a falta porque não havia lugar à sanção disciplinar.
+
Decidiu bem ao não assinalar grande penalidade e mostrou bem o cartão amarelo por simular rasteiro e por se deixar cair.
+
Bola e homem: o remate concretizou-se e não houve infração. Decidiu bem.
Apreciação global
Jorge Coroado

Não é num jogo sonolento e tranquilíssimo que o árbitro corresponde àquilo que sabe fazer, decidindo lances bem outros menos bem, só que estes últimos mais expressivos e com influência.
Pedro Henriques

Arbitragem positiva, sempre próximo dos lances com decisões técnicas e disciplinares assertivas, contando ainda com uma boa colaboração dos assistentes.
José Leirós

Bruno Esteves com tranquilidade continua o caminho na difícil missão de arbitrar. Elegante, disciplinador e tecnicamente perfeito. Saiu do dragão com mais uma excelente arbitragem.

in "ojogo.pt"

O FC Porto um a um


A ESTRELA: Hulk 8


Mais um Incrível momento de história


Que mais se pode pedir a Hulk? Depois de ter sido decisivo na Luz e, mais recentemente, na vitória em Braga, o brasileiro volta a estar ligado ao jogo de ontem com mais dois golos... e meio, porque o de Janko bem que podia ter sido atribuído a Hulk. Brincadeira à parte, percebeu-se desde cedo que este seria um jogo para um brilho incrível do brasileiro, não porque o Beira-Mar tivesse facilitado, porque não facilitou, mas porque Hulk demonstrou, desde cedo, que estava com vontade de explodir. Aqui vai a prova: arrancou os primeiros aplausos da bancada devido a duas recuperações de bola, uma delas no meio-campo defensivo. A disponibilidade para o jogo foi tal que, por vezes, até se perdeu com tanta vontade. Para a história ficaram os dois golos que o transformaram no melhor marcador de sempre no Estádio do Dragão. Falcao foi ultrapassado. Hulk é mesmo o novo rei deste Dragão.



Helton 6
Transmitiu menos segurança do que é habitual nos minutos iniciais e isso sentiu-se quando demorou muito tempo a sair da baliza para travar um passe em profundidade para Serginho (6'). Melhorou com o tempo e ainda evitou um golo de Camará (24').

Sapunaru 6
Esteve num dos momentos do jogo, ao sofrer a grande penalidade que colocou os portistas na frente do marcador. Esse foi, no entanto, um dos muitos lances em que surgiu incorporado no ataque. Atravessa um bom momento de forma.

Maicon 7
A assistência para o segundo golo de Hulk (55') é apenas um pormenor que serviu para ilustrar mais uma grande exibição. A serenidade e eficácia que emprestou ao jogo revelam um crescimento que parece não acabar.

Otamendi 5
Um corte falhado deixou Camará isolado frente a Helton (24'), naquela que foi o seu único erro durante o jogo. O problema é que foi um erro dos grandes...

Alex Sandro 6
No regresso à titularidade, a segunda no campeonato, entrou bem na partida, e demonstrou capacidade para esticar o jogo pelo flanco esquerdo. No entanto, teve algumas falhas defensivas, sobretudo de posicionamento, que o Beira-Mar aproveitou para criar os seus principais lances de perigo.

Defour 6
Voltou a ser titular depois da grande exibição de Braga e cumpriu, sem grandes problemas, o papel que lhe esteve reservado. Para além de ter contribuído com boas intervenções nos momentos de recuperação, foi sempre o primeiro a iniciar o ataque. Saiu para dar minutos a Fernando.

Lucho 6
Mais do mesmo. Pode parecer repetitivo, mas Lucho continua a revelar algumas debilidades físicas que o impedem de estar ainda melhor. Apesar disso, esteve bem na procura dos espaços e na forma como, com aquele toque de primeira, fez jogar a equipa.

Moutinho 6
Menos fulgurante do que tem sido habitual, mas com a mesma importância de sempre no jogo. Foi, tal como Lucho, eficaz na forma como fez circular a bola, embora nem sempre num ritmo muito elevado, sobretudo durante a primeira parte.

James 7
Alguns bons pormenores, como um passe a isolar Varela já nos descontos, são o exemplo da qualidade que deu ao jogo. É verdade que não esteve ligado diretamente a nenhum dos golos, mas ajudou ao crescimento da equipa na segunda parte.

Janko 5
Tudo o que fez, fez mal... até que marcou. Desperdiçou um golo feito (36'), denotou grandes dificuldades de movimentação e esteve ainda pior a jogar de costas para a baliza. Mas, depois, defendeu-se com o golo marcado, tendo aparecido bem a encostar um cruzamento de Hulk.

Fernando 5
Entrou numa altura em que o Beira-Mar já estava morto. Somou minutos para atacar os três últimos jogos da época.

Danilo 5
Regressou à competição dois meses depois de se ter lesionado, numa altura em que o jogo já estava decidido, e até teve autorização para marcar um livre, que saiu por cima.

Varela 5
Podia ter marcado já nos descontos, mas Rui Rego travou o remate. Trouxe velocidade ao jogo e pouco mais.

in "ojogo.pt"

Houve festa faltam as faixas


O FC Porto está, no pior dos cenários, a duas vitórias de se sagrar campeão nacional. Mas até pode comemorar o título já no próximo domingo, bastando para isso que os Dragões derrotem o Marítimo, na Madeira, e o Benfica não vença o Rio Ave, em Vila do Conde. Numa perspetiva mais otimista para os benfiquistas, a vida da equipa de Vítor Pereira pode complicar-se apenas se perder um jogo e empatar outro nas três jornadas que faltam até terminar o campeonato, sempre num cenário de três triunfos seguidos dos comandados de Jorge Jesus. Contas à parte, a festa já começou a ser feita ontem, no Estádio do Dragão, que esteve longe de estar cheio, mas mesmo assim com o público entusiasmado e confiante de que o título já não foge. Já houve festa, faltam as faixas de campeões nacionais.
Vítor Pereira apresentou uma equipa praticamente sem novidades. Sem Álvaro Pereira, castigado, apostou no brasileiro Alex Sandro, que tinha entrado bem em Braga. Defour manteve-se no onze, à frente da defesa, mesmo com Fernando recuperado e no banco, e no ataque o treinador portista apostou no tridente demolidor, com James na esquerda, Hulk na direita e Janko entre os centrais Hugo e Bura. Ulisses Morais também não apresentou nenhuma surpresa, apostando num futebol de posse de bola e saídas rápidas para o ataque. Essa estratégia começou por incomodar os dragões, que à custa de muitas trocas de bola, sobretudo no meio-campo ofensivo, efetuavam alguns passes errados. Mesmo cometendo esses erros, era um FC Porto dinâmico e apostado em chegar rapidamente ao primeiro golo, diante de um adversário que começou bem, apostando nas faixas, com Nildo a aparecer pelo meio ou pela esquerda, e Nuno Lopes, Balboa e Serginho a surgirem nas costas de Alex Sandro, com o brasileiro a sobressair mais no apoio ao ataque do que a defender. Foi até por aquele lado que os aveirenses criaram as melhores oportunidades na primeira parte, isto já sem o lesionado Nuno Coelho, formado no FC Porto e, agora, emprestado pelo Benfica.
À passagem dos 30 minutos, e tal como tinham prometido, os adeptos portistas começaram a homenagear Pinto da Costa pelos 30 anos de presidência no clube. Os cânticos prolongaram-se e, coincidência das coincidências, mais motivos tiveram para festejar quando Dias, que tinha entrado para o lugar de Nuno Coelho, agarrou Sapunaru e cometeu grande penalidade. Hulk transformou o lance em golo e abriu o marcador. Um golo que quebrou irremediável e animicamente o Beira-Mar.
No segundo tempo, o FC Porto chegou rapidamente ao 3-0, com golos de Janko e de Hulk. O ponta de lança respondeu bem à assistência do brasileiro, mascarando uma exibição muito fraca, com algumas falhas anedóticas. Redimiu-se com um bom movimento, próprio de um finalizador nato, beneficiando da excelente capacidade individual do Incrível. Hulk foi novamente decisivo, e com o terceiro golo, pleno de técnica e força, chegou aos 41 golos e tornou-se no melhor marcador portista no Estádio do Dragão, ultrapassando Falcao.
Mesmo com James sem conseguir marcar qualquer golo, apesar das tentativas, Janko e Hulk davam razão à aposta inicial de Vítor Pereira. Só à conta deste trio, o FC Porto marcou 22 golos, isto sem esquecer que o ponta de lança apenas chegou na reabertura do mercado de inverno. Curiosamente, privado de um deles - o avançado austríaco foi substituído - os campeões nacionais não voltaram a marcar no jogo de ontem. Bem tentaram, é certo, das mais diversas formas, sobretudo através de remates de Hulk e James, mas Rui Rego ou a falta de pontaria impediram que o resultado assumisse outros números. Nessa altura já os portistas faziam alguma gestão e controlo do jogo, diante de um Beira-Mar desaparecido no segundo tempo. E só a entrada de um médio, o ex-Vitória de Guimarães Edson Sitta, permitiu recuperar um meio-campo que quase nunca conseguiu travar as investidas do FC Porto, muito forte no segundo tempo.

in "ojogo.pt"