segunda-feira, 25 de outubro de 2010

F. C. Porto pode chegar aos 3500 pontos no 150.º jogo no Dragão


O F. C. Porto-União de Leiria é mais do que um simples jogo de futebol. Será o 150.º desafio oficial dos azuis e branco no Estádio do Dragão, onde hoje a equipa orientada por Villas-Boas pode ultrapassar a barreira dos 3500 pontos, na soma de todos os campeonatos.

O F. C. Porto recebe esta noite o União de Leiria (20.15 horas, Sport TV1), no jogo de encerramento da oitava jornada. Mas não será um desafio qualquer. O líder do campeonato, a única equipa sem derrotas na prova, vai disputar o 150.º jogo oficial no Estádio do Dragão, seis anos depois de o mesmo adversário ter inaugurado o recinto em jogos a sério. Uma feliz coincidência entre dois opositores que respiram confiança e uma solidez de processos em toda a linha, motivos suficientes para as expectativas estarem em alta e o encontro prometer emoções fortes.

A contabilidade no Dragão é clara: 106 vitórias para o F. C. Porto, 29 empates e 14 derrotas. Hoje, os azuis e brancos procuram mais um triunfo e diante de um adversário que não costuma causar grande mossa nem muitas cócegas. A contabilidade é simples: 15 vitórias e um empate a reforçar o favoritismo de uma equipa animada pela estrondosa vitória no terreno do Besiktas (3-1), a contar para a Liga Europa, e que está num plano de confiança muito elevado.

Fucile de regresso ao onze

Esta noite, no dia em que faz dois anos que o F. C. Porto perdeu em casa pela última vez no campeonato (diante do Leixões, por 3-2), o conjunto orientado por André Villas-Boas pode ultrapassar a barreira das 3500 pontos na contabilidade total de todos os campeonatos. Neste momento, os dragões somam 3499 pontos em 77 presenças no principal escalão, estão na segunda posição do ranking atrás do Benfica e à frente do Sporting. Os encarnados têm 3549 pontos, enquanto os leões garantem 3345. É mais um dado interessante a fazer aumentar o interesse do desafio.

Na lista de convocados do F. C. Porto, o treinador prescindiu de Sapunaru, Guarín e Ukra, todos por opção técnica, e chamou Souza e James Rodríguez, dois jogadores que não tinham integrado as escolhas na deslocação à Turquia. Parece claro que vai fazer algumas alterações no onze e apostar a equipa que mais garantias dá. Sendo assim, o lateral Fucile tem a via aberta para ocupar o lado direito da defesa, ocupando a vaga deixada por Sapunaru. Terá a oportunidade de se redimir da expulsão no terreno do Vitória de Guimarães, onde os dragões averbaram um empate (1-1) que interrompeu a espectacular série de 21 triunfos seguidos dos portistas.

No centro da defesa, onde o técnico tem rodado as opções, subsiste a dúvida entre Otamendi e Maicon, depois de o brasileiro ter sido expulso diante do Besiktas. Enquanto no ataque, é provável que Varela regresse ao onze para formar com Hulk e Falcao o habitual tridente. A dança dos golos também passa por eles...

in jn.pt"

Santíssima trindade. Uma equipa, um treinador e um jogador incrível

FC Porto, um grupo que não perde nem em inferioridade numérica, Villas Boas irrepreensível e um Hulk... imparável


Com o seu discurso a apontar aos "Bin Laden", Pinto da Costa aproveitou a vitória na Turquia para lembrar que foi ele a escolher André Villas Boas, portanto, autoproclamou-se como deus criador e origem de todas as coisas. É o normal e se calhar, se a equipa não estivesse a vencer, o presidente do FC Porto não se preocupava em recordar ao mundo as decisões que toma. Perante isto, será que a sua posição deve ser posta em causa sempre que uma contratação correr mal? Também não. Assim, esteja ou não Pinto da Costa na génese de tudo (e... do empenho de cada jogador, das decisões de Villas Boas ou dos golos e arrancadas de Hulk), após a incrível manifestação de força contra o Besiktas, no mais exigente teste da temporada, sugerimos constituir uma santíssima trindade portista que deixa o pai de fora e se revolve (e ganha jogos) e com outras divindades.

1- Uma equipa Há jogos que marcam uma época. A vitória do FC Porto na Turquia, parte do tempo em inferioridade numérica, marcará 2010/2011. É a grande prova de força, pela qualidade, capacidade de sofrimento e consistência. No ano passado, depois de andar de goleada em goleada, a verdadeira dimensão do Benfica talvez se tenha visto pela primeira vez na limpeza com que despachou duas vezes o Everton (5-0 e 2-0), igualmente na dificuldade da Liga Europa. O FC Porto de agora também marca abundantemente (34 golos) e sofre pouco (7). Mais: esta equipa tem tendência para dominar de princípio a fim. No único em que se viu em desvantagem, frente ao Sporting de Braga, o dragão teve capacidade para dar a volta. Depois, nos restantes 13 jogos, a equipa esteve sempre na frente do marcador. E em nove partidas não consentiu sequer um golo.

2- Um treinador André Villas Boas tem apenas 32 anos e mesmo que não pareça deve ser um treinador preparado. Os resultados dizem tudo. Empatou apenas um em 14 jogos (Vitória de Guimarães), sempre baseado no mesmo esquema táctico (4x3x3) onde as hierarquias estão definidas e os melhores jogadores encontram o seu espaço e rendimento. Villas Boas ainda não teve nenhuma grande lição táctica e, fora do campo, vai igualmente ganhando pontos na guerra da contra-informação: estuda ao pormenor os ataques ao Benfica e deixa o rival sem resposta; ao mesmo tempo, claro, injecta moral no seu balneário.

3- O melhor jogador Em cima desta superioridade, o FC Porto ainda tem Hulk. Com ele em campo, nos últimos 21 jogos a a equipa ganhou 20 e empatou outro. Só esta temporada, desde meados de Agosto, o internacional brasileiro marcou dez golos e foi criativo na maioria dos lances perigosos. Titular indiscutível, poupado apenas na recepção ao Rapid Viena, Hulk serenou e já não vive em guerra com os árbitros. Também por aí cresce o seu valor.

in "ionline.pt!

domingo, 24 de outubro de 2010

Álvaro Parente vence na Superleague em Espanha

Depois de ter sido oitavo na primeira corrida, Álvaro Parente e o FC do Porto levaram de vencida a segunda contenda da Superleague Formula que se realizou hoje em Navarra, Espanha, ao deixar Esteban Guerrieri (PSV), a 1.8s, sendo que Marcos Martinez (Sevilha) foi terceiro. Adrian Vales (Sporting Clube de Portugal), abandonou depois de um pião.

Na primeira corrida, a vitória foi para John Martin, do Beijing Gouan, sendo que Davide Rigon (RSC Anderlecht) foi segundo e Craig Dolby (Tottenham Hotspur), terceiro. Álvaro Parente foi oitavo, e Adrian Vales (Sporting Clube de Portugal), décimo.

Na Super Final, o piloto do FCP foi sexto, sendo que o 'big prize' de 1 milhão de euros foi para Davide Rigon.

1. Álvaro Parente FC Porto 40m46.976s

2. PSV Eindhoven Esteban Guerrieri 1.893s
3. Marcos Martinez 6.681s Sevilla FC
4. Craig Dolby Tottenham Hotspur 7.042s
5. Maxi Cortes AS Roma 8.209s
6. John Martin Beijing Guoan 9.171s
7. Chris van der Drift Galatasaray 11.663s
8. Ben Hanley Olympiacos 11.963s
9. Franck Perera Girondins de Bordeaux 12.395s
10. Maria de Villota Atlético de Madrid 13.459s
11. Davide Rigon RSC Anderlecht 14.351s
12. Yelmer Buurman AC Milan 14.848s
13. Olympique Lyonnais Tristan Gommendy 15.906s
14. Max Wissel FC Basel 19.646s

in "autosport.pt"

F.C. Porto: Souza e James Rodríguez convocados

Sapunaru, Ukra e Guarín saem dos eleitos de Villas-Boas

André Villas-Boas fez algumas mexidas na lista de convocados do F.C. Porto. Em relação às escolhas para o triunfo em Istambul, o técnico prescindiu de Sapunaru, Freddy Guarín e Ukra, chamando desta vez Souza e James Rodríguez.

Os dragões recebem a União de Leiria, na segunda-feira (20h15), e tentarão obter o sétimo triunfo em oito jornadas da Liga.



Lista de convocados:

Guarda-redes: Helton e Beto;
Defesas: Maicon, Álvaro Pereira, Fucile, Rolando e Otamendi;
Médios: Belluschi, João Moutinho, Souza, Fernando e Rúben Micael;
Avançados: Falcao, Cristian Rodríguez, Hulk, Varela, Walter e James Rodriguez.

in "maisfutebol.iol.pt"

André Villas-Boas : "Se não for campeão, para o ano estará cá outro"


Pragmático e directo. André Villas-Boas assumiu o objectivo do título e explicou por que não fez promessas no dia da apresentação...

No dia em que foi apresentado, não prometeu títulos aos adeptos. Agora já pode prometer?

Não quis prometer títulos, porque se tornou um hábito na apresentação de um treinador de um grande em Portugal, e muitas dessas promessas ficaram por cumprir. Quis afastar-me da mensagem que um predestinado tinha feito quando chegou ao FC Porto; essa mensagem foi forte, e o FC Porto foi uma equipa vencedora, que dominou em todos os sentidos, Europa incluída. Mas, isso não acontece todos os anos. Queria fugir dessa espécie de obrigação, que está implícita num clube como este. Obviamente que o FC Porto tem de vencer o campeonato todas as épocas. Se não for campeão, para o ano não estarei aqui, estará outro treinador. E se o panorama actual pode deixar adivinhar facilidades, eu não as encontro. O FC Porto limitou-se a cumprir os seus objectivos; se calhar os outros é que não fizeram o mesmo até esta fase da época. Temos um boa margem pontual, mas ainda não somos campeões, nem garantimos, seguramente, a certeza de que o campeonato está ganho.

Qual a razão que o leva a dizer que se não for campeão não estará cá na próxima época?

Um treinador com 33 anos, com uma experiência ainda reduzida, e que não ganhe o campeonato no FC Porto no seu primeiro ano, estaria sujeito a fortes críticas por parte da Comunicação Social. Não estou a dizer que é essa a minha opinião, ou a do presidente, ou até das pessoas que o rodeiam, mas estou certo de que seria essa a percepção da opinião pública.

Por tudo isso, tem consciência da importância desta experiência para o futuro da sua carreira?

A minha carreira pode ser mais curta ou mais longa consoante os sucessos que obtenha. Espero ser bem sucedido no FC Porto e que a minha estadia neste clube se prolongue. Mas, parece-me claro que serei penalizado se não for bem sucedido aqui...

Isso assusta-o?

Não. São as exigências naturais de uma profissão de risco. O meu grande desafio, até agora, foi a Académica. Saí de Milão onde tinha grandes condições, trabalhava com um treinador que está enquadrado com o sucesso como mais nenhum está na história do futebol, tinha um salário completamente anormal... E sair de lá para vir para a Académica, última classificada do campeonato com apenas três pontos, foi o grande passo e desafio da minha carreira. Sem querer entrar nos auto-elogios, parece-me um risco que poucos correriam.

As mais recentes declarações de Pinto da Costa, que o defendeu e elogiou, foram importantes para si?

Acho que este FC Porto nem sequer se permite a ser um alvo de críticas, porque tem sido uma equipa competente e tem cumprido com todos os seus objectivos. Fui sujeito a críticas após o jogo com o Guimarães, mas por outros motivos. Disseram que era um homem incapaz de lidar com a pressão, que era incoerente, mas refuto completamente isso. Acho que as declarações do presidente surgem na sequência da intolerância demonstrada por determinadas pessoas.

Era pouco conhecido há um ano: o que mudou na sua vida desde que chegou ao FC Porto?

Lembro-me das datas importantes na minha carreira: rescindi com o Inter a 13 de Outubro; no dia seguinte fiz o primeiro treino pela Académica, e a 18 de Outubro o primeiro jogo frente ao Portimonense. Foram datas que significam muito para mim, num ano explosivo. E foi explosivo por aquilo que a Académica fez como grupo e que me permitiu chegar até aqui. Na minha vida pessoal mudou pouco. Se calhar, lá em casa estão mais exigentes comigo nas tarefas familiares, porque agora existe uma maior proximidade. Quando estava em Coimbra, estava mais afastado deles. Agora estou mais próximo, algo que me proporciona um bem-estar emocional, mas também social, por estar no clube onde estou e na cidade onde cresci.

Mas, se calhar, agora já não pode tomar um café com tranquilidade...

Isso é natural e indiferente. Não me causa distúrbios...

PERGUNTA O JOGO

Vítor Baía referiu que se tivesse feito carreira no Benfica ou no Sporting teria outra projecção. Acha que esta ideia também se pode aplicar a si, ou seja, que teria outro tipo de projecção na eventualidade de estar a realizar este arranque de temporada num desses dois clubes?

O FC Porto foi contratar-me à Académica e, neste caso, juntou-se o treinador com o adepto do clube, num facto que não é inédito. Ao longo dos últimos anos, parece-me que mudaram mais jogadores do Benfica e do Sporting para o FC Porto do que o contrário. Isto para dizer que, sendo assim, ou eles procuram prestígio, títulos ou um ambiente diferente. Na geração do Vítor Baía, o FC Porto ganhou um número considerável de títulos, com um ambiente mais fechado, e que é a imagem de marca deste clube. O FC Porto protege-se do que acontece à sua volta, com os benefícios que a geração do Vítor Baía bem conhece

Ele sabia: a intuição sobre uma má arbitragem

O FC Porto queixou-se, até ao momento, de duas arbitragens, em Guimarães e agora em Istambul. Por isso, surgiu a pergunta: qual foi a pior? Villas-Boas contornou a questão. "Não são comparáveis. Quando li pela primeira vez o nome do árbitro para o encontro com o Besiktas, tive uma intuição de que algo iria correr mal. Não sei porquê, mas senti-me desconfortável. O Maicon foi bem expulso, se bem que ele poderia recuperar a posição e o Helton ainda sair ao lance; se o árbitro entendeu que o Maicon era o último defesa, então parece-me uma decisão correcta, apesar de ter dúvidas se o impacto foi suficiente para fazer cair o adversário. De resto, o golo anulado ao Falcao é ridículo, nem é fora-de-jogo, nem é falta; e o penálti parece-me demasiado evidente: pode discutir-se se é dentro ou fora-da-área, mas parecem-me erros demasiados graves, sobretudo para uma equipa de arbitragem que é constituída por um número exagerado de árbitros. São muitos, mas mesmo assim não conseguem tomar decisões correctas. Isso é que me parece grave. Agora, comparar as duas arbitragens não me parece justo nem correcto", referiu.

"Hulk? Quem o quiser terá vida difícil"

Hulk tem assumido um papel preponderante. Acredita que é um jogador inegociável em Janeiro?

O Hulk tem sido um jogador potenciado por um colectivo que está forte e, quando assim é, os jogadores descobrem e potenciam características que até pensavam não ter. Se calhar, o Hulk está a ser potenciado de uma forma diferente do que aconteceu nos últimos anos. Quanto a Janeiro, não sei o que pode acontecer... A única coisa que sei é que o Hulk tem uma cláusula de rescisão inatingível e que qualquer clube que queira negociar terá vida muito difícil. O FC Porto nunca prescinde dos seus talentos de uma forma fácil. Saíram daqui muitos jogadores, valorizados por equipas fortes e ganhadoras, mas não sei se acontecerá o mesmo com Hulk, em Janeiro ou no final da época.

Não teme que seja difícil lidar com a sua ausência em jogos futuros?

Tivemos dois jogos extremamente importantes sem o Hulk e realizámos grandes exibições: 3-0 ao Beira-Mar e Genk. Posso partilhar uma conversa que tive com os jogadores há uma semana: disse-lhes que só um colectivo forte é que potencia as características individuais. E isso também acontece nas vivências de treino, porque só novas experiências e novos hábitos potenciam novas características. E não é só o Hulk. Aliás, são quase todos os jogadores. Tiveram a oportunidade de ver uma quantidade enorme de jogadores em acção com o Limianos e a maior parte das pessoas ficou perplexa com o que viu. Aliás, ficaram tão perplexos que se permitem dizer que o FC Porto tem um plantel como nunca teve. Mas, se calhar, já teve plantéis tão fortes como este, só que não estavam potenciados. Jogadores de top fazem um treinador top e um clube de top dá-lhes prestígio.

Acha que o FC Porto teria sido campeão na última época se o Hulk não tivesse sido castigado?

Provavelmente sim. Hulk esteve suspenso durante um número anormal de jogos e penso que, com ele, o FC Porto teria ameaçado o campeonato de outra forma. Se não me engano, quando ele foi castigado, o FC Porto estava a cinco pontos do Benfica, uma margem perfeitamente recuperável. Não quero dizer que o Hulk levaria o FC Porto ao título, mas podia ter feito a diferença na equipa. E o Sapunaru também.

Fucile de fora por opção

Fucile viajou para a Turquia, mas acabou por assistir ao encontro na bancada. Villas-Boas refutou qualquer problema com o internacional uruguaio, tendo aproveitado para explicar a opção. "Não há problema nenhum com ele. Foi apenas uma opção estratégica. Levei 19 jogadores para Istambul e entendi que, para aquele jogo, o Ukra me podia ser mais útil do que o Fucile. Tinha o Otamendi no banco, que me poderia fazer o lado direito da defesa, mas também o esquerdo. Por isso, naquele jogo, decidi prescindir de uma opção no banco para as alas da defesa. E isso foi explicado ao Fucile", afirmou.

Pouco descanso antes do Benfica


André Villas-Boas já vai planificando o clássico com o Benfica. Ontem, abordou a questão relacionada com o tempo que separa o jogo entre o Besiktas, no Dragão, e o clube da Luz. "Depois da quarta jornada da Liga Europa, vamos ter apenas 48 horas de descanso antes da partida com o Benfica. É um tempo curto, mas também me parece claro que transferir um clássico para segunda-feira não seria uma boa opção", explicou. O treinador do FC Porto deixou ainda elogios para o Leiria, o adversário de amanhã. "Está a fazer um campeonato excelente, é quinto classificado com três vitórias. Teve agora duas derrotas para as Taças, mas vai criar-nos dificuldades", adiantou.



in "ojogo.pt"

Noticias Breves

Souza deve voltar aos convocados

O plano de trabalho para hoje inclui uma sessão de treino no Olival durante a manhã - à porta fechada, claro - e, no final, André Villas-Boas escolhe os jogadores para a partida de amanhã com o Leiria. Por aquilo que disse em Istambul, onde contrariou a ideia de que Souza tivesse sido afastado da lista devido ao fraco rendimento com o Limianos, é bem provável que o brasileiro volte aos escolhidos, numa escolha que, supõe-se, não deve mudar muito em relação à última.

Plantel sem lesionados nem castigados para enfrentar o Leiria

O plantel portista realizou ontem de manhã, no Olival, o penúltimo treino antes do jogo com o Leiria, e André Villas-Boas teve todos os jogadores à disposição. Ou seja, a equipa está na máxima força, o que permite total liberdade de escolha ao treinador. A sessão de ontem decorreu à porta fechada, e Villas-Boas aproveitou para testar o onze que amanhã será utilizado, prosseguindo hoje com os ensaios. Depois do Besiktas, foi também o primeiro treino em que conseguiu trabalhar com todos os elementos, porque, na véspera, a sessão servira para os titulares de Istambul recuperarem.

in "ojogo.pt"

Varela pronto a regressar ao ataque mais rodado

O regresso do campeonato à agenda portista, com a visita do Leiria ao Dragão, deve também assinalar o regresso de Varela ao onze titular. Villas-Boas tem alternado o extremo português com Rodríguez, apostando no primeiro para os jogos internos e no internacional uruguaio para a Liga Europa. Na frente de ataque esta deve ser a única mexida. Apesar do desgaste provocado pelo jogo de Istambul, principalmente para Hulk, o treinador continuará, até porque não há lesões, a apostar no brasileiro e em Falcao. No meio-campo, também não deve haver mexidas, apesar de Rúben Micael estar à espreita de uma oportunidade e de se esperar o regresso de Souza à lista de convocados. Já na defesa, pode sempre haver uma ou outra mexida: no lado direito, a alternância entre Sapunaru e Fucile tem sido óbvia, e pode ser a vez de o uruguaio voltar à competição, ele que cumpriu castigo com o Limianos. O último jogo de Fucile no FC Porto foi há cerca de três semanas, em Guimarães, onde foi expulso; com o Limianos e o Besiktas, a titularidade coube a Sapunaru, que poderá agora entrar em processo de gestão física. No resto do sector, subsiste ainda a dúvida do costume ao centro. Otamendi intromete-se.

in "ojogo.pt"

É a minha vez ou a tua?


Dois abonos que não se acumulam. Soa a medida do Governo de combate à crise orçamental, mas não é: Hulk e Falcao são os melhores marcadores do FC Porto, verdadeiros abonos de família da equipa de André Villas-Boas, mas, no que toca a golos, gostam de separar o protagonismo nos jogos. Quando partilham o ataque, marca um ou marca o outro. Istambul podia ter sido a primeira excepção da temporada a essa regra, porque até marcaram os dois. Podia, mas acabou por não ser. Por capricho do reajuste táctico a que Villas-Boas se viu forçado depois da expulsão de Maicon, os golos de Hulk só apareceram quando Falcao já não estava em campo. Assim, esta época, mantém-se tudo na mesma: continua a não haver exemplos de jogos em que ambos tenham marcado quando estavam em campo ao mesmo tempo. E, dos 14 oficiais já disputados pelo FC Porto este ano, Hulk e Falcao partilharam onze.

Sendo apenas uma curiosidade, que pouco diz sobre o entendimento em campo, até porque nalguns dos golos que marcaram em separado houve contributos dos dois, é, ainda assim, possível escarafunchar mais um pouco esta divisão de protagonismos. Alargando a pesquisa à época passada, marcada pelo longo castigo de Hulk, há apenas cinco exemplos - num universo de 26 jogos em que o brasileiro e o colombiano coincidiram em campo - em que os dois marcaram na mesma jornada: três de campeonato (FC Porto-Guimarães, FC Porto-Marítimo e FC Porto Leixões), um da Taça de Portugal (Belenenses-FC Porto) e outro da Liga dos Campeões (Atlético de Madrid-FC Porto). Nesses cinco jogos, Hulk e Falcao dividiram os holofotes nos golos, contrariando a tal tendência de marcarem apenas em jornadas separadas. Conseguiram-nosobretudo no Dragão, o que pode até servir de estímulo para o jogo com o Leiria.

A última época serve também para sublinhar um detalhe: sem Hulk em campo, a maior parte das vezes devido ao castigo de que foi alvo, Falcao fez 16 jogos e marcou 15 golos. A média sobe se acrescentarmos os da actual temporada. Então, nos 18 jogos sem Hulk em campo Falcao marcou... 18 golos (como se vê, em detalhe, aqui em baixo).

Para o FC Porto, o importante é que essa divisão de protagonismo não tem anulado o poder de fogo de um e outro, ainda que o colombiano pareça menos produtivo este ano. Uma aparência contrariada pelo trabalho de abrir espaços aproveitados por Hulk, que, apesar de não desdenhar marcar, também tem trabalhado a generosidade a assistir...

37
Jogos em que, no somatório das duas épocas, Hulk e Falcao partilharam o ataque do FC Porto

5
As vezes em que Hulk e Falcao marcaram golos no mesmo jogo, três delas em jogos no Dragão

23
Golos que Falcao marcou com Hulk em campo, a ver e até a contribuir com assistências nalguns deles

17
Golos de Hulk com Falcao ao lado, nalguns deles a beneficiar também dos espaços que o colombiano criou

in "ojogo.pt"

Helton vezes 250

VAI FAZER HISTÓRIA NO FUTEBOL PORTUGUÊS
 
Já são muitos os feitos alcançados por Helton desde que chegou ao futebol português, em 2002/03, para representar a U. Leiria. Mas, amanhã, o guarda-redes de 32 anos atingirá mais um. No reencontro com a formação que o trouxe para a Europa, cumprirá o seu jogo número 250 ao serviço de equipas nacionais.

No caso, só conheceu duas: U. Leiria e FC Porto, tendo já feito mais do dobro dos jogos pelos dragões do que aqueles que tinha registado em representação da equipa do Lis. Helton já é, desta forma, uma das caras mais conhecidas do futebol português, tendo superado uma série de provações até chegar à titularidade do clube que mais títulos lhe deu a ganhar.

Depois de uma mediática passagem por Leiria, onde era notícia não só pelas boas exibições que assinava, mas também por algumas questões disciplinares, Helton encontrou no FC Porto a tranquilidade de que necessitava para atingir o topo das suas capacidades. Ainda assim, a sua chegada a n.º 1 não foi imediata, registando percalços...

Baía no caminho

O internacional brasileiro entrou no FC Porto em 2005/06, numa altura em que, apesar de estar já em fim de carreira, Vítor Baía era o titular indiscutível da equipa. Helton esteve, por isso, quase meia época na prateleira, mas agarrou a primeira oportunidade que teve, com Co Adriaanse a assumir o momento de transição na baliza azul e branca.

Contudo, ganhar o lugar àquele que muitos consideram ter sido o melhor guarda-redes português de sempre talvez não tenha sido o maior feito de Helton. Mais difícil foi manter-se como n.º 1 durante todos anos que se seguiram, nos quais teve a forte concorrência interna de Nuno Espírito Santo ou Beto.

Helton não baixou a guarda, teve momentos bons e outros menos bons, mas a verdade é que se conseguiu manter sempre como titular. Por fim, já esta época e face ao que demonstrou nas anteriores, conquistou um lugar de destaque na história do FC Porto, tendo sido o primeiro capitão estrangeiro no reinado de Pinto da Costa. Agora também vai ganhar o seu lugar de destaque no futebol português e, curiosamente, na receção à equipa que o trouxe para a Europa. No Dragão, sem sentimentalismos, tudo fará para que a sua antiga equipa não marque qualquer golo, no seu jogo português número 250 e sem fim à vista...

in "record.pt"

sábado, 23 de outubro de 2010

FC Porto Império Bonança mantém registo imaculado

O FC Porto Império Bonança venceu este sábado no terreno do HA Cambra, por 2-0, em encontro da quarta jornada do campeonato nacional. Emanuel Garcia, aos 22 minutos, e Gonçalo Suíssas, aos 27, foram os autores dos tentos azuis e brancos.

Desta forma, os Dragões mantêm o registo 100 por cento vitorioso na prova, que lideram, com 12 pontos, a par de Oliveirense e Benfica.
 
in "fcp.pt"

Superleague Formula: FC Porto arranca da sétima


Álvaro Parente foi o mais rápido do Grupo B, mas acabou por ser ver batido logo nos quartos-de-final por Buurman

A última qualificação da época da Superleague Formula teve lugar esta tarde no Circuito de Navarra com o líder do campeonato Davide Rigon a ganhar vantagem para a corrida de domingo ao ter conquistado a «pole position». Enquanto isso, Álvaro Parente garantiu o sétimo posto da grelha e prepara-se para atacar o quinto posto da geral.

Com cinco pilotos a poderem conquistar o título, a prova de Navarra revela-se determinante para a atribuição do cheque de 1.000.000 de Euros ao vencedor do Campeonato e a verdade é que o líder Davide Rigon (RSC Anderlecht) se colocou em vantagem ao assinar a «pole position» para a primeira corrida de domingo.

Depois de ter visto o seu principal rival Max Wissel (FC Basel) quedar-se pelo 13º posto da grelha e de ter sido o mais rápido de ambos os grupos de qualificação o italiano bateu o piloto da casa Andy Soucek (Flamengo) e o gaulês Franck Perera (Girondins de Bourdeaux) para levar a cabo emocionante final contra John Martin. O piloto do Beijing Guoan não vendeu fácil a derrota, mas a verdade é que Rigon se apresentou muito forte neste sábado.

Enquanto isso, Álvaro Parente garantiu o sétimo posto da grelha. O piloto do FC Porto foi o mais rápido do Grupo B, mas acabou por ser ver batido logo nos quartos-de-final por Buurman. Ainda assim, o jovem português aspira a uma subida na classificação geral ao longo deste fim-de-semana e pode muito bem acabar a época em quinto da geral.

“Na parte de Grupos estive muito bem e foi com facilidade que fiz o melhor tempo do Grupo B, mas os pneus estão a perder muito – creio que é algo de que muitos se estão a queixar – e não consegui o resultado que esperava. O carro começou a fugir de traseira e não houve muito que pudesse fazer para travar o Yelmer. Vamos ver o que conseguimos fazer para amanhã”, afirmou Álvaro Parente.

Já Adrián Vallés ficou-se pelo 12º posto da grelha com o monolugar do Sporting Clube de Portugal dando continuidade ao que se está a revelar um difícil regresso do Campeão em título à Superleague Formula, isto num ano em que a competição distribui no total mais de 5.000.000 de Euros.

in "autoportal.pt"

Alvaro Parente: "Fiz o melhor tempo na fase dos grupos mas depois não fui além do 7º lugar. Estamos com dificuldade em evitar muita degradação dos pneus. Temos de tentar resolver para amanhã."

Hulk na mira do Manchester United


Quando tinha 15 anos, Hulk teve a possibilidade de integrar os quadros do F. C. Porto, mas a legislação da altura impedia que o clube tivesse mais do que um estrangeiro nas camadas jovens. Hoje, o brasileiro é a estrela da equipa e está na mira do Manchester United.

No início da década, um jovem brasileiro chamado Givanildo Vieira de Souza chegou a Portugal com uma mala carregada de sonhos e muitas ambições no olhar. Hulk tinha sido descoberto pela empresa Internacional Foot, na altura propriedade dos agentes FIFA Rui Neno e Nélson Almeida, que tentou colocá-lo nas camadas jovens dos dragões, mas as intenções saíram goradas por força do regulamento de inscrições.

"Chegou a treinar no F. C. Porto, mas a legislação não permitia que as equipas das camadas jovens tivessem mais do que um jogador estrangeiro", explica, ao JN, o agente Rui Neno, que anteontem relatou esse episódio nos Serões da Bonjóia, uma tertúlia futebolística na qual participou na qualidade de vice-presidente da ANAF (Associação Nacional de Agentes de Futebol).

Clubes europeus atentos

Como a vaga já estava preenchida por um jogador não comunitário, o brasileiro não pôde integrar os quadros dos azuis e brancos e acabou por ser colocado no Vilanovense, que era presidido por Nélson Almeida. "Era um jogador com muito potencial e já nessa altura treinava com os seniores. Com 15 anos batia-se muito bem frente a jogadores com o dobro da idade dele. Gostava de assumir situações de jogo, mas ninguém imaginava que seria o futebolista que é hoje. Se não fosse a legislação, creio que teria ficado no F. C. Porto, mas há muitos casos assim no futebol", alerta o empresário Rui Neno.

Hulk esteve cerca de um ano no Vilanovense e depois acabou por regressar ao Brasil, porque não se adaptou ao estilo de vida português e também tinha muitas saudades da família por ainda ser um jovem adolescente. Depois de ter jogado no Vitória da Bahia, transferiu-se para o futebol japonês, onde brilhou no Tokyo Verdy. É aí que ingressa no F. C. Porto, em 2008/09, por 5,5 milhões de euros, referentes a metade do passe. Hoje é uma das estrelas dos dragões e tem merecido a observação de vários clubes de nomeada do futebol europeu, entre eles o colosso Manchester United, que está atento à carreira do futebolista tanto no plano nacional como internacional.

Mas os azuis e brancos têm a sua estrela bem blindada com uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros, um recorde no futebol português. Mas os dois golos marcados ao Besiktas, na vitória por 3-1 na Liga Europa, fazem aguçar o apetite de vários emblemas e o próximo Verão promete ser rico em especulações. É que a época ainda vai no início e Hulk já leva 11 golos (cinco na Liga Europa, seis no campeonato). E também regista exibições de luxo.

in "jn.pt"

Villas-Boas: «Quem quiser Hulk terá vida difícil»

Técnico comenta interesse no Incrível

Na vitória em Istambul, o brasileiro Hulk foi, uma vez mais, peça fundamental na equipa de Villas-Boas. O técnico tem noção do bom momento de forma do seu jogador, que garante estar a ser "potenciado pela equipa" e não se mostra preocupado com o possível assédio ao brasileiro, até porque a cláusula de rescisão está fixada em 100 milhões de euros.

"Ainda falta muito tempo para o mercado reabrir. O Hulk tem sido um jogador potenciado por um coletivo que está forte e tem uma cláusula de rescisão inatingível, portanto o clube que se sente à mesa com o FC Porto em janeiro ou no final da época, terá a vida muito difícil", referiu,

Ainda tendo como base o jogador brasileiro, André Villas-Boas admitiu que caso Hulk e Sapunaru não tivessem sido castigados após o clássico no Estádio da Luz, o desfecho do campeonato do ano passado poderia ter sido diferente

"Acho que o FC Porto podia ser campeão, se o Hulk não tivesse sido castigado, sobretudo na fase em que foi. Eram 5 pontos, são distâncias recuperáveis. Penso que com ele e com o Sapunaru, o FC Porto estaria a discutir o título de outra forma", concluiu.

Villas-Boas: «Jogar depois do Benfica pode trazer pressão extra»

villas-boas acredita na sua equipa

O FC Porto recebe na segunda-feira a U. Leiria, no jogo que fecha a 8.ª jornada da Liga, facto que para o técnico portista pode motivar "pressão extra".

"Jogar depois do Benfica nesta jornada pode ser um fator de pressão extra. Acreditamos que estamos fortes e na nossa competência. Já não é a primeira vez que jogamos depois de todos os outros, não é por isso que os jogadores ficarão inibidos. Um resultado positivo do Benfica poderá alimentar a esperança de redução da desvantagem, mas os jogadores do F.C. Porto sabem lidar com a pressão", garantiu André Villas-Boas.

O treinador do FC Porto não está preocupado com o desgaste provocado pelo embate com o Besiktas, da Liga Europa, mas o mesmo não se aplica aquando da receção aos turcos e o posterior clássico com o Benfica.

"Esta semana teremos mais 24 horas para descansar, ao contrário do FC Porto-Benfica, onde só teremos 48 horas após a Liga Europa. Mas também percebo que não faria sentido marcar um clássico para uma segunda-feira. Este dia extra de repouso é ótimo para nós, para defrontar uma U. Leiria que está a fazer um campeonato excelente", alertou.

Depois das criticas à arbitragem do jogo com o Besiktas, André Villas-Boas foi questionado se a arbitragem de Istambul podia ser comparada à de Guimarães. "Não são comparáveis. Quando li pela primeira vez o nome do árbitro, tive uma intuição de que algo iria correr mal. O Maicon foi expulso, bem expulso, mas o golo anulado ao Falcão é ridículo, bem como a falta que ficou por marcar sobre ele. Quando há mais árbitros e mesmo assim não tomam a decisão correta, isso deve ser analisado", considerou.

Villas-Boas: «Se não for campeão não estarei cá para o ano»

reafirma que o campeonato não está ganho
 
André Villas-Boas salientou este sábado o desempenho do FC Porto, em oposição aos dos rivais crónicos na corrida ao título, como principal fator explicativo do panorama atual da classificação da Liga.

Na conferência de imprensa de lançamento da receção à U. Leiria, na segunda-feira, o técnico portista começou por lançar para a mesa a cobrança que haverá em caso de falhanço.

De forma desassombrada afirmou: "Obviamente que o FC Porto terá de ser campeão. Se não o for, para o ano não estarei aqui sentado."

"Se o panorama atual parece fácil? Discordo. O FC Porto cumpriu com a sua obrigação. Os outros é que não cumpriram com as suas. Mas não há margem para pensar que o campeonato está ganho", acrescentou André Villas-Boas

in "record.pt"

Álvaro Parente: "O meu objetivo é sempre lutar pelas vitórias"

Piloto do Futebol Clube do Porto pretende continuar na senda de bons resultados de modo a poder terminar a temporada em alta

O Circuito de Navarra será no próximo fim de semana o palco da derradeira etapa da temporada de 2010 da Superleague Formula by Sonangol, competição na qual Álvaro Parente espera poder terminar a época com mais um bom resultado.

Para o evento a disputar no próximo fim-de-semana no novo circuito espanhol, o piloto do Futebol Clube do Porto pretende continuar na senda de bons resultados de modo a poder terminar a temporada em alta. “Conheço o Circuito de Navarra das provas do Campeonato de España de GT que lá realizei e tem um traçado interessante. Mas o fundamental é realizar boas provas de modo a terminar a temporada com bons resultados e repetir o triunfo de Pequim. É claro que o meu objectivo é sempre lutar pelas vitórias, mas a única coisa que posso garantir é que darei o meu melhor ao longo de todo o evento”, garantiu Álvaro Parente.

A pista espanhola é uma novidade para a competição, obrigando às equipas a desenvolver um trabalho intenso para encontrar as melhores afinações para todo o fim-de-semana. Álvaro Parente está consciente destas dificuldades e sublinha que tudo fará para encontrar o melhor set-up com a formação que dá assistência ao carro do Futebol Clube do Porto. “Ao longo da temporada dei sempre o meu contributo para o desenvolvimento das afinações do carro. Este fim- de-semana não será diferente! Vamos trabalhar em conjunto de modo a podermos ter um monolugar competitivo ao longo do fim-de-semana e podermos lutar pelas posições cimeiras, como tenho feito ao longo da temporada. Mas também será primordial definir boas estratégias para as corridas de domingo”, salientou o jovem português.

Álvaro Parente irá disputar a qualificação para o evento de Navarra no próximo sábado, enquanto as corridas serão realizadas no domingo. Como é habitual, a Sport TV irá transmitir todas as provas.

in "autoportal.iol.pt"

Parente em busca do sexto lugar

Na última prova do ano, que decorre no domingo, no novo Circuito de Navarra, em Espanha, o FC Porto vai procurar alcançar o sexto lugar da Superleague Formula. A tarefa não é fácil, já que 83 pontos separam Álvaro Parente desse objectivo. No entanto, o piloto apresenta-se motivado pelo triunfo na segunda corrida de Pequim, há duas semanas.

O FC Porto está no nono lugar, com 421 pontos, a apenas cinco e 11, respectivamente, de AS Roma e Liverpool. A aproximação ao carro do Flamengo (sexto, com 504 pontos), promete ser bem mais complicada. Na luta pelo título estão os cinco primeiros classificados: Anderlecht, FC Basileia, Olympiacos, Tottenham e AC Milan.

A acção em pista tem início pelas 8h10 de sábado, com os treinos livres, enquanto a qualificação se desenrola entre as 12h50 e as 14h10. No domingo, a corrida um principia às 12h40 e a super final encerra o programa, às 14h35.
 
in "fcp.pt"

Last Minute - Álvaro Parente: ‎5º na primeira sessão de treinos. Penso que podemos ir bem mais longe com ligeiras alterações no carro.


Dois anos sem derrotas no Dragão


Uma fortaleza intransponível há dois anos. Eis o Estádio do Dragão em jogos para as competições nacionais. A data comemora-se, precisamente, na segunda-feira (25 de Outubro), dia da recepção ao Leiria. Se ganhar ou, no mínimo, empatar, o FC Porto ultrapassa esse registo e passará a somar 41 jogos seguidos sem conhecer o sabor amargo da derrota diante do seu público.

A última equipa portuguesa a sair do Estádio do Dragão com um sorriso de orelha a orelha foi o Leixões, em 2008/09, quando venceu por 3-2, naquele que foi, curiosamente, o centésimo jogo oficial a ser realizado no novo estádio dos azuis e brancos. Dois golos de Braga e um de Bruno China foram suficientes para anular os de Lucho e Lisandro. Um resultado surpresa que, ainda assim, acabaria por não impedir o FC Porto de, meses depois, conquistar o tetracampeonato.

Desde esse dia, 25 de Outubro de 2008, houve alguns percalços, meias surpresas que abalaram os pilares do Dragão, mas que acabaram por não ser suficientes para o quebrar. Casos dos empates com o Olhanense, que na época passada chegou a estar a vencer por 2-0; ou do nulo com o Trofense, na época anterior. Resultados que causaram admiração, embora não ao ponto de o FC Porto sair da sua casa sem qualquer ponto.

As excepções têm sido as visitas de equipas inglesas na Liga dos Campeões. Na verdade, nestes dois anos que se completam segunda-feira, há a registar duas derrotas do FC Porto: com o Chelsea e o Manchester United, ambas pela margem mínima.

Contra equipas portuguesas o saldo é amplamente favorável desde o desaire com os vizinhos de Matosinhos: são apenas 8 empates e 32 vitórias, distribuídas pelo campeonato, pela Taça de Portugal e pela Taça da Liga.

Esta época, o FC Porto venceu os seis jogos disputados em casa, dois dos quais para a Liga Europa, e apenas um foi pela margem mínima: os 3-2 ao Braga.

Leiria é rival nos números redondos


Se chegar a dois anos de invencibilidade caseira depende do resultado com o Leiria, há outro dado que o Estádio do Dragão vai atingir na segunda-feira, mesmo que os portistas não conquistem qualquer ponto: este será o jogo oficial do FC Porto número 150 no recinto construído para o Euro'2004. Curiosamente, o adversário será o mesmo que apadrinhou o jogo inaugural a 7 de Fevereiro de 2004, depois da festa de abertura com o Barcelona e os problemas com o relvado que se seguiram.

Nos 149 jogos que tiveram como palco o Dragão, o FC Porto venceu 106, empatou 29 e perdeu apenas 14, a maioria dos quais em partidas da Liga dos Campeões. Ainda no que diz respeito à estatística do "palco das emoções", os adeptos portistas já festejaram 281 golos (a média é de 1,8 por jogo) e viram os adversários festejar 86 vezes. Já agora, Lisandro (36) ainda é o melhor marcador de sempre no Dragão.

in "ojogo.pt"

Noticias Breves

Falcao melhorou média de golos

Depois de Hulk, é Falcao quem tem mais golos marcados nas competições europeias. Aliás, até podia ter tantos como o brasileiro, não fosse o árbitro espanhol ter-lhe invalidado um golo em Istambul. O colombiano também subiu de rendimento em relação à época passada. Em 2009/10 marcou quatro golos em oito jogos e agora já marcou quatro em apenas cinco jogos disputados.

Nunca Hulk tinha sido tão decisivo na Europa

À terceira época é de vez. Hulk explodiu finalmente nas competições europeias e, anteontem à noite, em Istambul, apontou dois golos, tornando-se o melhor marcador da equipa na Liga Europa. Já vai em cinco golos. Os números não enganam. Na primeira época em Portugal, e com o FC Porto na Liga dos Campeões, Hulk participou em dez jogos, mas não conseguiu marcar nenhum golo. Na época passada, igualmente na Champions, o brasileiro marcou três golos (dois ao Apoel e um ao Atlético de Madrid) em oito partidas. Agora já vai quase no dobro dos golos em apenas quatro partidas realizadas (uma no play-off e três na fase de grupos). Ou seja, já é a melhor época de Hulk nas competições europeias, o que, logicamente, pode despertar a atenção de alguns clubes de topo. Um factor curioso é que Hulk só marcou nos jogos em que não foi substituído na Liga Europa. Marcou três golos ao Genk em 90 minutos e apontou dois anteontem, igualmente em 90 minutos de competição. Com o Rapid de Viena e CSKA não fez o gosto ao pé e foi substituído em ambos. Aliás, o brasileiro nem fez questão de esconder o desagrado no momento das substituições.

Helton garante eficácia defensiva

Já se sabe que o nível da Liga Europa é substancialmente diferente do da Liga dos Campeões, mas não deixa de ser impressionante que o FC Porto só tenha sofrido um golo na fase de grupos. Que não significou uma derrota, nem perda de pontos. Helton é o principal responsável pela eficácia defensiva. Com o Genk, no play-off, foi Beto que sofreu os dois golos no jogo disputado no Dragão.

Ausências integradas na gestão do plantel

Os cartões vermelhos por Maicon e Fernando, este por acumulação de amarelos, na Turquia, vão obrigar Villas-Boas a mexer na equipa quando receber o Besiktas no Dragão. Contudo, isso acaba por não ser um verdadeiro problema visto que a gestão do plantel já está prevista pelo técnico portista. Atendendo à visita do Benfica três dias depois, admitem-se mudanças na partida da Liga Europa, independentemente dos castigos. Aliás, Villas-Boas deixou entender isso mesmo no final da partida em Istambul. "Não gosto da palavra gestão, mas temos um calendário apertado e mais três jogos para gerir a qualificação".

Otamendi estará na linha da frente para jogar ao lado de Rolando, com Souza e Guarín a apresentarem-se como candidatos a trinco

Revista de Imprensa

uefa.com

"O clube português ganhou 3-1 ao Besiktas no inferno do Estádio Inonu. Em quatro visitas à Turquia os dragões nunca perderam. Os visitantes ficaram reduzidos a dez jogadores antes do intervalo e a nove na fase final da partida. Falcao colocou em vantagem o FC Porto e, depois, Hulk arrasou a defesa turca".

SKY SPORTS

"Depois de ajudar a equipa com dois golos na segunda parte, Hulk ficou satisfeito com os aplausos que recebeu dos adeptos turcos após ter marcado o terceiro golo. O FC Porto já estava em vantagem quando Maicon foi expulso, mas a vitória estava longe de ser uma certeza no meio da intimidação que o Inonu provocou".

L'EQUIPE

"O FC Porto ficou em vantagem no Grupo L depois de uma impressionante vitória em casa do Besiktas. Os portugueses bateram os turcos, mas da maneira mais difícil, acabando o jogo com menos dois jogadores. Apesar da inferioridade numérica, o FC Porto aumentou a vantagem no marcador na segunda parte".

in "ojogo.pt"

Adelino Caldeira: «Na dúvida árbitros decidiam contra FC Porto»

João Carrajola de Abreu, de 57 anos, foi o membro do Conselho de Justiça da FPF que esteve no centro de uma polémica que ainda se arrasta nos tribunais. Esta sexta-feira sentou-se no banco dos réus respondendo por um processo de difamação movido pelo FC Porto devido a uma entrevista na qual referia que o clube azul e branco e o Boavista tinham uma estratégia, que o então presidente do CJ da FPF (Gonçalves Pereira) validou, no sentido de alterar o sentido de voto daquele conselho no processo Apito Final.

A reunião do CJ aconteceu no dia 4 de Julho de 2008 e acabou sem a presença do presidente do conselho e do vice-presidente Amorim Pereira (que a abandonaram) mas com as decisões que são conhecidas que determinaram a descida do Boavista, por coacção sobre árbitros, a perda de 6 pontos para o FC Porto e a suspensão de dois anos de Pinto da Costa, por tentativa de corrupção.

Boavista e Pinto da Costa tentaram afastar Carrajola de Abreu da reunião decisiva aleganda incompatibilidade do mesmo, que pertencia à comissão da FPF que determina as indemnizações compensatórias por formação de jogadores. Gonçalves Pereira deu provimento aos dois requerimentos mas, como relatou hoje no tribunal do Bolhão, no Porto, a reunião foi tão tumultuosa que se viu obrigado a dá-la por terminada, tendo ficado apenas cinco conselheiros na sala que deram sequência à mesma e tomaram as decisões.

Adelino Caldeira, administrador do FC Porto, foi a primeira testemunha arrolada pelo FC Porto para afirmar logo que quem fez as afirmações que estão na genése deste processo "tem de provar aquilo que disse" porque tal teve "uma gravidade tremenda". Quanto ao que se passou em relação ao FC Porto, garantiu que o clube "nunca falou direta ou indiretamente com alguém da FPF ou da Liga sobre o processo" e a prova disso é que não há registos numa altura "em que todos tínhamos os telefones sob escuta".

Por isso, a tal estratégia que Abreu referiu "é completamente mentira". Ainda quanto à estratégia, o também responsável pelo departamento jurídico do FC Porto disse que a única que aconteceu "foi jurídica", passando a historiar de seguida o processo de recurso na UEFA e no TAS. "Ganhámos todos os processos nestas instâncias desportivas e nos tribunais criminais", acentuou.

Respondendo diretamente ao advogado de Carrajola Abreu (Rogério Alves, bastonário da ordem), Adelino Caldeira classificou a reunião do CJ que determinou os castigos como "a noite das facas longas". Apesar de tudo, "curiosamente o FC Porto acabou por ganhar 3 campeonatos na época do Apito Dourado embora tivessem sido muito difíceis de conquistar porque na dúvida os árbitros decidiam contra o FC Porto".

O administrador portista não teve dúvidas em considerar que a afirmação de Carrajola de Abreu podia ter prejudicado gravemente o FC Porto num momento em que o TAS estava a decidir um processo que acabou por ficar suspenso entra a instância disciplinar da UEFA e o Juri d'Apelle. "O conselheiro Abreu teria interesses em beneficiar clubes da sua zona para poder continuar a ser indicado como perito da FPF", argumentou ainda sobre o pedido de impedimento que Gonçalves Pereira deferiu mas que na prática não foi atendido.

A segunda e última testemunha arrolada pelo FC Porto foi...Gonçalves Pereira. O antigo presidente do CJ da FPF criticou Carrajola Abreu pela deselegância de algumas afirmações suas ("disse numa entrevista que com a minha saída se tinha aberto uma janela na FPF para sair o mau cheiro") e revelou que é assistente num processo contra o antigo conselheiro que vai correr no tribunald e Gondomar. "Não havia condições para prosseguir a reunião e por isso a dei por terminada, se continuasse acabava à bofetada", revelou. Pereira disse que chegou a ser interpelado por Abreu com um "vá para o raio que te parta!"

O julgamento prossegue próximo dia 29. Uma das testemunhas convocadas pela defesa de Carrajola Abreu é Amândio de Carvalho, vice-presidente da FPF, que esteve esta tarde no tribunal mas não chegou a ser ouvido. Também vão ser ouvidos, em próximas sessões, antigos membros do Conselho de Justiça que decidiu o Apito Final.

in "record.pt"

Villas-Boas e a expulsão: "Eu sabia..."

Não é preciso um especialista em leitura labial, porque o plano televisivo é suficientemente focado. Só faltou mesmo som, mas o estádio do Besiktas está longe de ser um espaço silencioso para o permitir. Assim que Maicon foi expulso, a transmissão televisiva centrou-se no banco do FC Porto, com André Villas-Boas em grande plano. "Eu sabia que isto ia acontecer...", diz o treinador portista para Vítor Pereira, o adjunto. Bem, para se ser exacto, em vez de "isto", na frase deveria estar outra palavra (um palavrãozito, pronto) de idêntico sentido...

Depois do desabafo, Villas-Boas agarrou no bloco de notas e argumentou com o adjunto a melhor solução para dar resposta a um contratempo que, afinal de contas, não o terá surpreendido totalmente, talvez porque a sucessão de asneiras do árbitro espanhol, em prejuízo dos portistas, era de tal ordem que só faltava mesmo ficar em inferioridade numérica. Foi preciso, então, passar ao Plano B.

Ainda que as contrariedades nunca cheguem em boa altura, a de Maicon acabou por aparecer num momento-chave: a pouco mais de um minuto do intervalo. Como Hulk confessou no final, ainda que por outras palavras, Villas-Boas aproveitou o descanso para trabalhar a parte psicológica da reacção táctica que já havia cozinhado com o adjunto. O treinador apelou ao espírito de equipa e fê-lo reforçando não só os equívocos da arbitragem, mas também a necessidade de dar uma resposta em campo por Maicon.

Na cabeça de muitos, Falcao até nem seria a escolha mais óbvia para sair. Aliás, o colombiano tinha marcado e estava em destaque. Villas-Boas sacrificou-o em função da estratégia: juntou mais as linhas, com um aparente recuo do bloco de ataque, e apostou em força na velocidade de Hulk e Rodríguez para embalar a tal resposta. Deu certo, viabilizando a quinta vitória na Liga Europa. Obra desse reajuste táctico que faz de Villas-Boas um destaque natural, mas também das defesas de Helton ou dos golos do costume de Falcao e Hulk. Os quatro que mais brilharam na caminhada europeia já percorrida, como se detalha aqui ao lado.

in "ojogo.pt"

Família de Hulk desejosa de ver o 'Incrível' no Mundial 2014

Hulk voltou a ser decisivo para uma vitória do FC Porto, ao «bisar» no triunfo sobre o Besiktas (1-3), na Turquia, e atravessa um dos melhores momentos de forma, ao ponto, como Bola Branca adiantou, às 12h45, de estar a ser levada muito a sério a sua contratação pelo Man. United, em Inglaterra.

O avançado brasileiro de 24 anos faz sonhar os adeptos e a sua família, que admite que – mais tarde ou mais cedo – o Dragão pode ser pequeno de mais para o jovem nascido em Campina Grande, no Brasil.

Confrontado com a hipótese de poder ver o sobrinho representar os "red devils", Luís Carlos, tio de Hulk, que o acompanha desde sempre, aprova o clube inglês e admite a saída do "Incrível".

"Acho óptimo, porque é um clube muito bom. Ele pode sair em breve do FC Porto, claro", começou por afirmar, apontando, igualmente, a uma ambição de ver Hulk na titularidade da selecção do Brasil no Mundial 2014.

"Estou muito feliz com o desempenho dele porque tem sido óptimo. Está a conseguir tudo o que queria e irá conseguir mais ainda. Espero vê-lo na selecção brasileira no Mundial 2014 e acredito que ele irá marcar presença e será titular nesse Mundial", atirou.

Hulk vai na terceira época no FC Porto, depois de uma passagem pelo Japão e Luís Carlos não tem dúvidas de que só agora é que o atacante ganhou projecção. De resto, isso vê-se quando regressa a casa.

"Ele é muito conhecido aqui e todos assistimos aos jogos dele", concluiu

in "rr.pt"

No antecipar estará o ganho

Pico de valorização antevisto por vários clubes favorece golpes de mercado
 
A Liga inglesa é aquela onde mais se investe e, consequentemente, a montra preferencial para Hulk. Em Espanha, só Barcelona e Real Madrid têm pujança financeira, mas parecem apontar a outro perfil de reforços, ao passo que em Itália o mercado recupera ainda dos fortes abalos dos últimos anos. Restam os magnatas da Rússia e da Ucrânia, que não oferecem campeonatos suficientemente competitivos para o Incrível.

O FC Porto, que tem um modelo de negócio claramente definido e de que depende das receitas com transferências, sabe que se aproxima o momento ideal para libertar Hulk. Aliás, quase todos os grandes encaixes da SAD se deram entre os 24 e os 26 anos dos atletas envolvidos, sendo a exceção o caso de Anderson, por quem o Manchester United perdeu a cabeça quando ainda tinha 19 anos.

Foi uma jogada de antecipação. Quem quiser Hulk também tem de marcar posição a breve prazo...

in "ojogo.pt"

Miolo no semáforo

Belluschi e moutinho em risco com o benfica à vista

A pressão que é exercida pelos médios portistas está ter os seus custos disciplinares. Com o clássico frente ao eterno rival Benfica a 2 jogos de distância, são também dois os jogadores do FC Porto que têm de abrandar, uma vez que o semáforo já pisca a amarelo.

Fernando Belluschi e João Moutinho são indiscutíveis no onze de André Villas-Boas e estão ambos a dois cartões amarelos de terem de cumprir um jogo de castigo na Liga. Foi, contudo, na 5.ª jornada, frente ao Nacional, que atingiram esse total e de lá para cá conseguiram manter esse registo. Sinal de que esse motivo não faz com que André Villas-Boas se prive dos seus serviços. Por isso, devem manter a titularidade no jogo de segunda-feira frente aos homens do Lis.

Em todo o caso, com o aproximar dos clássicos – Benfica na 10.ª jornada e Sporting na 12.ª – essa situação já só pode ser gerida com pinças, tendo em conta a importância que a dupla de centro-campistas tem na estratégia de André Villas-Boas. É que, de resto, todos os habituais titulares ainda estão longe do 5.º amarelo, mas os médios são os mais penalizados.

in "record.pt"

Farto de voos abortados

Falcão explode e recupera críticas antigas contra árbitros
Ao fim de 4 golos mal anulados, Falcão disse “basta”. Em Istambul, o colombiano viu um tento limpo ser-lhe invalidado pela primeira vez num jogo europeu e, no final, atirou-se à arbitragem. Não foi a sua estreia no papel de crítico, é certo, mas as declarações tiveram, agora, um impacto maior, também por terem sido feitas após uma partida realizada sob a égide da UEFA.

Contudo, já este ano, mas na temporada passada, El Tigre aproveitou uma “superflash” para anunciar o seu descontentamento face às decisões desacertadas das equipas de arbitragem. E já aí, após os jogos com a U. Leiria e o P. Ferreira, tinha sido mordaz, embora não estivesse pleno de razão: “Os jogadores preferem não pensar que há coisas estranhas no campeonato português. Nunca me tinha acontecido anularem-me 3 golos em apenas 2 jogos. Sinceramente, não sei por que é que isso aconteceu. Temos de procurar manter a tranquilidade.”

Acontece que, agora, a paciência esgotou-se. Falcão está farto de ver os seus voos serem abortados e generalizou: “Realmente já me habituei, em Portugal e na Europa, a que me anulassem golos”. Foi este o grito da revolta do colombiano, dado ainda em solo turco.

El Tigre tentou depois desvalorizar a questão, lembrando que o mais importante era a vitória da equipa, mas a verdade é que o sentimento de injustiça manteve-se na sua cabeça. As mensagens que deixou no seu Twitter, ao longo da madrugada, são a prova disso mesmo.

Em todo o caso, nos 4 golos que já lhe foram mal anulados no FC Porto, só um deles teve interferência direta no resultado. Foi contra ao P. Ferreira, num jogo que terminou empatado. Aí, Jesualdo saiu publicamente em sua defesa...

Vingança a frio

há golos após os injustamente anulados
 
Felino como ataca a bola e como encara as adversidades. Falcão não desanima face aos golos que lhe são injustamente anulados. Muito pelo contrário. A resposta tem surgido em jeito de vingança a frio, ou seja, com mais golos. Foi assim após os jogos com U. Leiria, P. Ferreira e Belenenses. Será também assim após o compromisso com o Besiktas? Isso só se saberá na segunda-feira, quando o FC Porto receber a U. Leiria.

Certo, para já, é que Falcão nem sempre teve razão nas queixas que apresentou. Em 2009/10, por exemplo, quando criticou o facto de lhe terem sido anulados 3 golos em 2 jogos, não referiu que um deles – frente à U. Leiria – foi mesmo bem invalidado. Todavia, compreende-se a sua indignação. Afinal, com os 3 golos que lhe foram mal anulados na época passada, todos eles na Liga, teria sido o melhor marcador da prova...

in "record.pt"

Jesualdo: «O quadro está preto para o Benfica»

Treinador português do Málaga diz estarem reunidas as condições para o F.C. Porto ser campeão nacional

Jesualdo Ferreira acredita estarem reunidas as condições para o F.C. Porto ser campeão na presente temporada. Em exclusivo à TVI, o treinador tricampeão pelo F.C. Porto, actualmente no Málaga, considera que os sete pontos de vantagem ao fim de sete jornadas e a duas semanas de um clássico no Dragão deixam o campeão nacional em maus lençóis para a revalidação do título.

«Ainda vai haver muito campeonato, mas creio que o F.C. Porto tem uma grande, grande, vantagem para ser campeão. O que está a acontecer agora aconteceu nos meus primeiros três anos no F.C. Porto. À excepção do último ano, ganhámos uma vantagem que nunca mais foi recuperável por ninguém e mesmo que se aproximassem nunca foi possível porque a distância era tão grande que permitiu que se gerissem jogos para a Liga dos Campeões, que se recuperassem lesões... Aquilo que fizemos durante três anos foi o que não conseguimos no último e que o Benfica e o Sp. Braga fizeram», analisou, numa entrevista que pode ver neste sábado na TVI, no programa Vamos à Bola, com início às 12h30.

Para o técnico português, que também conta com passagens pela Luz e por Braga, entre outras, «o quadro está preto para o Benfica» e por culpa própria: «Esta é que é a grande surpresa para mim. Acho que o F.C. Porto fez o seu trabalho, pelo calendário só teve um jogo difícil, que foi com o Sp. Braga, o F.C. Porto fez o seu dever, o Benfica não. Perder Ramires e Di María não é fácil, ter jogadores nas várias selecções também não é, começar de novo é difícil, dominar e controlar o sucesso não é fácil, e o Benfica saiu-se mal.»

À distância física com que Jesualdo Ferreira segue a Liga junta-se a distância emocional. «O meu tempo na liga portuguesa terminou. Há até um episódio na parte final que não gostei nada. Quando fui expulso em Setúbal e a seguir contra o Benfica no Dragão toquei num sentimento interno muito profundo e senti que estava a mais ali, já não queria continuar, já estava a sair da fotografia que sempre criei para mim próprio, da minha linha de conduta. Saí porque já havia coisas que não estava muito preparado para continuar a comer», desabafou.

Veja a entrevista exclusiva de Jesualdo Ferreira ao Vamos à Bola, na TVI, neste sábado, às 12h30, onde também se fala de Carlos Queiroz e da «barraca» nacional, de Paulo Bento e do «4x3x3?», do «grande reforço» João Moutinho e, claro, de José Mourinho.

in "maisfutebol.iol.pt"