sábado, 22 de outubro de 2011

FC Porto acaba com invencibilidade do Águas Santas

TRICAMPEÃO DERROTOU ÁGUAS SANTAS



À 9.ª jornada, o Águas Santas perdeu o estatuto de única equipa invencível no Andebol 1. A formação maiata foi derrotada no Dragão Caixa pelo tricampeão FC Porto (23-26) e partilha agora a liderança com o Benfica, que derrotou, fora de portas, o Belenenses, por 35-25.
Os portistas cedo tomaram conta do jogo, chegando ao intervalo a vencer por dois golos (13-11). Na segunda parte, os detentores do título ampliaram a vantagem, que chegou aos seis golos a poucos minutos do fim. Um parcial de 3-0 a favor do Águas Santas, já nos instantes finais, apenas amenizou a derrota.
Já os encarnados foram até Belém e, ao intervalo, já venciam por sete golos (20-13), numa vitória que nunca esteve em causa.

Classificação
TotalCasaFora
PClubePtsJVEDGolosDifVEDGolosDifVEDGolosDif
1ºBenfica249711278-20573401155-12035310123-8538
2ºÁguas Santas249711272-22349310124-9628401148-12721
3ºSporting239702238-20632400113-8825302125-1187
4ºFC Porto239702266-21848400126-9036302140-12812
5ºABC199504238-22216401154-1153910384-107-23
6ºMadeira SAD199504259-23425103110-1091401149-12524
7ºBelenenses189414250-263-13202117-122-5212133-141-8
8ºSp. Horta148305217-247-30301113-1103004104-137-33
9ºSão Bernardo139126213-286-73113121-151-3001392-135-43
10ºMaia129117217-266-49014115-140-25103102-126-24
11ºXico Andebol129117230-263-33103101-107-6014129-156-27
12ºFafe118116196-241-45014122-155-3310274-86-12

in "record.pt"

FC Porto vence e assume liderança


Dragões somaram segunda vitória.

FC Porto vence e assume liderança
O FC Porto venceu este sábado o Barcelos, por 81-66, em jogo da segunda jornada da liga portuguesa de basquetebol.
Com este triunfo, o segundo em outros tantos jogos, os dragões estão na liderança da prova.
O TerceiraBasket, que jogou antecipadamente com o Sampaense no dia 16 de outubro, ocupava a primeira posição, mas o maior número de pontos apontados pelo FC Porto destronou-os da liderança.
Este domingo, o Benfica vai ao reduto do CAB.
in "sapodesporto.pt"

Vítor Pereira: «Críticas? Algumas não são legítimas»


Treinador garante continuar a ter confiança no seu trabalho. Entende o protesto dos adeptos, mas duvida da intenção de outras críticas


Vítor Pereira garante que não se sente preocupado com as críticas recentes ao mau momento que a equipa atravessa. O treinador do F.C. Porto admite que a equipa não esteve ao seu melhor nível no jogo com o Apoel Nicósia, para a Liga dos Campeões, mas continua «confiante no seu trabalho», lembrando que nada mudou desde o início da época.

«O treinador do Porto é exactamente o mesmo que iniciou o trabalho, com confiança na competência, no trabalho, na dedicação, na qualidade, com confiança na qualidade dos jogadores e numa grande estrutura. As críticas são naturais. Quando acontece um jogo em que não tivermos ao nosso melhor nível, estamos sujeitos as criticas e isso é natural», afirmou.

Contudo, o técnico separou as críticas que tem recebido em duas partes. «As críticas dos nossos adeptos são as que temos de ouvir, valorizar e entender. Mas há muitas críticas com segundas intenções, no sentido de desestabilizar o clube. Temos de separar umas das outras. Entender as dos adeptos, porque querem resultados e estão habituados a boas exibições, e filtrar as outras que não têm o mesmo tipo de intenção. Não são legítimas e genuínas», acusou.

«Jogadores precisam de carinho dos adeptos»

Ainda no mesmo tema, Vítor Pereira foi claro ao separar o jogo com o Apoel da restante temporada. O treinador admite a má exibição na Liga dos Campeões, mas sublinha que no embate com a Académica a equipa tinha estado «muito bem». Por isso percebe que a equipa tenha sido assobiada quarta-feira, no Dragão.

«É perfeitamente natural. Os adeptos estão habituados a que o clube conquiste títulos e viemos de uma época de muitos títulos. Temos de trabalhar para proporcionar bons jogos e dar alegrias. Não há nada mais genuíno que a manifestação de um adepto, que aplaude e assobia quando acha que o deve fazer. Os nossos são exigentes, mas queria alertá-los, também que os jogadores, para readquirirem confiança, têm de ter o carinho, a compreensão e a força da massa associativa», referiu.




Vítor Pereira: «Nacional? Vão jogar os melhores no momento»

Técnico garante que as escolhas para o onze estarão apenas relacionadas com o momento de forma de cada jogador e desvaloriza o histórico do Nacional no Dragão.


Vítor Pereira não tem por norma dar luzes sobre o onze que irá fazer alinhar e repetiu a ideia na conferência de imprensa de antevisão do jogo com o Nacional. O técnico portista não esclareceu se Walter poderá ser titular no ataque e deixou o pensamento que irá servir de base ao onze: jogam os melhores no momento.

«Treinar é gerir sistematicamente os momentos de forma de cada um. No domingo irá entrar a equipa que neste momento se apresenta em melhores condições para responder àquilo que é a exigência do jogo com o Nacional. Walter ou Kléber? Ambos nos transmitem confiança total», resumiu, sem adiantar mais.

O técnico disse, ainda, que jogar depois do Benfica lhe é «indiferente», como seria se jogasse antes. «Sabemos que temos de ganhar o nosso jogo e estamos concentrados para defrontar uma equipa que vem de três resultados positivos», lembrou.

O Nacional é uma equipa que costuma fazer bons resultados no Dragão. É, aliás, a equipa que mais venceu na casa do F.C. Porto desde a inauguração do novo estádio, mas Vítor Pereira desvaloriza o histórico: «Se estivermos, e vamos estar, ao nosso melhor nível não temos com o que nos preocupar. Sabemos o que queremos e vamos ter de mostrar isso já no domingo.»

A ideia foi concluída com um apelo ao «jogo colectivo e de qualidade» que caracteriza a equipa. Se conseguir fazer isso, no entender de Vítor Pereira, e aliado «à qualidade e talento dos jogadores do Porto», a sua equipa vai conseguir «simplificar» o jogo com o Nacional.




Vítor Pereira: «Não estou decepcionado com os jogadores»

«Estes jogadores já fizeram grandes jogos», lembra o treinador do F.C. Porto que rebate as críticas à condição física da equipa, dizendo que é uma visão «simplista»


O F.C. Porto já teve momentos mais felizes. Não é preciso ser especialista no futebol para perceber que o rendimento da equipa caiu muito de um ano para o outro, mesmo que apenas tenha perdido o treinador e o ponta-de-lança. As exibições contra Feirense, Zenit e Apoel, por exemplo, estiveram longe de preencher o parâmetro de qualidade que existe nos adeptos portistas. Vítor Pereira sabe disso.

O treinador do F.C. Porto passou, ao longe de toda a conferência, uma ideia forte: a equipa sabe que esteve mal contra o Apoel e deve aos adeptos uma resposta condizente. Ainda assim, Vítor Pereira continua a acreditar piamente no potencial do plantel que tem em mãos.

«Não me sinto decepcionado, porque esta equipa já proporcionou grandes jogos. É fundamental gerir da melhor forma os momentos de cada um e iremos fazer a gestão necessária com o Nacional. Vamos apresentar os jogadores que neste momento, e repito, neste momento, estão em melhores condições», prometeu, falando do duelo com o Nacional.

As críticas à condição física da equipa também têm surgido de vários quadrantes. Vítor Pereira não as aceita.

«Não concordo. O físico é quase sempre o que se vê superficialmente. É muitas vezes condicionado pelo táctico e, a maior parte das vezes, pelo emocional. Muitas vezes não é fadiga física, é fadiga emocional. Há muito mais condicionantes por trás. Essa é a análise mais simplista que se pode fazer», afirmou.

«Moutinho? Se foi genuíno, respeito»

No final do jogo com o Apoel Nicósia, João Moutinho admitiu publicamente que não atravessa um bom momento. Vítor Pereira foi confrontado com as declarações do médio portista e garantiu que as respeita.

«O João [Moutinho] manifestou aquilo que sente. Se isso é genuíno, tenho de respeitar. É um jogador exigente consigo próprio, tal como eu. Essa reflexão só vem atestar o grande carácter que tem. Sente que pode render mais e quer render mais e admiti-lo publicamente atesta a qualidade humana e a personalidade do Moutinho», considera o treinador do F.C. Porto. 



in "maisfutebol.iol.pt"

PEDRO GIL: "JÁ TEMOS UM CANECO, FALTAM TRÊS"

Para Pedro Gil, pentacampeão mundial, não há limites. Nem para a ambição, nem para o projecto de continuar a fazer história. O insaciável avançado espanhol ergueu a Supertaça há menos de uma semana, mas já só pensa em acrescentar novos títulos ao palmarés portista. O campeonato é a prioridade, que começa a defender às 16h00 de domingo, no Dragão Caixa, frente ao Paço de Arcos.

Muito público
"Vamos começar o campeonato no domingo, em nossa casa, o que é sempre bom. Esperamos muito público no Dragão Caixa, já que temos novo treinador, novos companheiros e se trata de um jogo que acontece uma semana depois da conquista da Supertaça, com o aliciante de se realizar antes do jogo de futebol frente ao Nacional da Madeira."

Para o hendecacampeonato
"Sentimos pressão todos os anos, até porque sabemos que todas as equipas nos querem derrotar. Queremos voltar a vencer o campeonato e continuar a fazer história no hóquei em patins português e mundial."

Ambição e deveres
"O FC Porto, por mais alterações que sofra, entra em todas as provas para vencer. Vamos começar o campeonato com a obrigação de o ganhar, da mesma forma que temos o dever de vencer as restantes competições nacionais. Já temos um caneco no bolso, faltam três. Começamos sempre com o espírito, com a vontade e o pensamento de que vamos conquistar todas as competições. Estamos convencidos de que este ano será o ano em que o FC Porto Império Bonança vai arrecadar tudo o que tem para conquistar."

Mais intensidade
"Ainda só realizamos um jogo oficial, mas penso que estamos uma equipa mais aguerrida, ainda com mais força do que anteriormente, o que poderá elevar ainda mais a intensidade dos nossos jogos. Os dois primeiros encontros do campeonato são com equipas que ascenderam este ano ao escalão principal, o que, só por si, não representa uma vantagem, já que são equipas que têm menos a perder. Além do mais, prefiro jogar contra equipas que conheço melhor."



in "fcp.pt"

ROB JOHNSON ASSINOU E QUER O TÍTULO

O norte-americano Rob Johnson já é Dragão. O poste, que na época passada representou o River Andorra, da liga espanhola LEB Prata, assinou contrato válido por um ano com o FC Porto Ferpinta e assumiu, esta quinta-feira, pouco depois de ter assistido ao treino dirigido por Moncho López, a ansiedade de integrar o plantel campeão.

"Espero vencer e poder ajudar a equipa a conquistar o título", disse Johnson, de 30 anos e 2,03 metros, que cumpriu toda a etapa universitária com a camisola dos Oregon Ducks, alinhando ao lado de jogadores que atingiram a NBA, como Luke Ridnour e Luke Jackson.

Defensor notável e ressaltador por excelência, Rob Johnson apresenta um currículo com vasta experiência europeia, tendo já alinhado nas ligas austríaca, sueca, eslovaca, suíça e espanhola e recolhido várias distinções, sobressaindo, na época passada, entre o cinco ideal de estrangeiros da LEB Prata.

Com a camisola do River Andorra, Johnson atingiu máximos de 20 pontos (frente ao Lan Mobel) e 14 ressaltos (em duas ocasiões), desempenhando um papel determinante no percurso da equipa até à final de acesso à LEB Oro, direito que a formação andorrenha perdeu, por um único ponto, para o Mallorca.

Seguro de ter feito uma boa opção, o poste norte-americano disse, ainda, que o perfil do treinador portista pesou na hora de decidir. "Sei que é um óptimo treinador e que é conhecido por ter uma relação muito boa com os jogadores, o que torna tudo muito mais fácil", explicou Rob Johnson, que não espera tratamento especial: "Sou apenas mais um e disponível para ajudar".



in "fcp.pt"

Empréstimo de Kelvin vai ajudá-lo a evoluir, diz pai do jogador

Valdeci Oliveira garante que o filho está empenhado esta época e quando o Porto o chamar estará pronto para ingressar no plantel portista.


O pai e representante de Kelvin, Valdeci Oliveira, conclui que o empréstimo ao Rio Ave foi uma melhor solução para o jogador evoluir e adaptar-se ao futebol português. Em entrevista Bola Branca, Valdeci Oliveira diz que o filho está a gostar de jogar no Rio Ave porque assim “vai pegar o ritmo da Europa. É outro estilo de jogo, ele está gostando de jogar aí”.

Valdeci Oliveira sente que o jogador “está feliz” e entusiasmado com o empréstimo e com os golos apontados no passado fim-de-semana, porque diz o pai, “ele jogando está contente”. O pai e representante do jogador refere ainda que Kelvin promete mostrar serviço ao longo de toda a época, para justificar o ingresso no principal plantel portista a próxima temporada.

“Isso vai acontecer naturalmente. Ele está jogando bem e quando o Porto chamar, ele vai estar pronto para poder atender ao pedido do Porto”, garante.



in "rr.pt"

"Undecampeonato" é a palavra de ordem no FC Porto


Dragões procuram o 11.º título de campeão consecutivo. Benfica quer pôr fim ao reinado portista. Ambos têm 20 títulos conquistados.
Nem os mais eloquentes poderão estar familiarizados com a palavra 'undecampeão', mas é neste termo que a equipa de hóquei em patins do FC Porto está concentrada. Nos últimos dez anos, a equipa portista venceu todos os Campeonatos nacionais e celebrou, na época passada, o decacampeonato. O objectivo passa, agora, por conquistar o 11.º título de campeão consecutivo.
O campeonato nacional de hóquei em patins tem início este sábado e a equipa agora orientada por Tó Neves quer dar continuidade ao registo da última década. Só dois clubes, em duas modalidades, conseguiram um registo superior: o Sporting, no atletismo, com 18 títulos consecutivos, e o Salgueiros, no pólo aquático, com 12.
Tó Neves pronto para o desafio
É um dos hoquistas mais emblemáticos a ter actuado em Portugal nas últimas décadas e, aos 45 anos, abandonou o cargo de jogador-treinador na Oliveirense para assumir o comando técnico do FC Porto.
"Não penso muito na herança que tenho em cima, mas sim em preparar a equipa para tentar ser campeã nacional. Agora, o número de vezes? Tento-me abstrair ao máximo disso, sabendo que cada título que seja conquistado nesta altura terá mais dificuldade", vincou, em declarações à agência Lusa.
No último jogo enquanto hoquista, Tó Neves conduziu a Oliveirense à conquista da Taça de Portugal e, agora, só pensa em levar o FC Porto a novos triunfos. "Um resultado que não seja a vitoria será um resultado menos positivo", vincou.
Benfica quer acabar com o reinado portista
Na época passada, Benfica e FC Porto terminaram o campeonato nacional com os mesmos pontos, mas os portistas sagraram-se campeões, pois tinham vantagem no confronto directo.
Luís Sénica, treinador do Benfica, está convicto de que a equipa encarnada vai pôr fim ao império do FC Porto. "Estamos fortes, determinados e capazes de lutar pelos nossos objectivos", frisou
Apesar de o FC Porto ser decacampeão em hóquei em patins, a formação azul e branca tem tantos títulos conquistados como o Benfica: 20. Esta temporada poderá servir, portanto, para desempatar as contas.

in "dn.pt"

Candidatos à espreita na hora da mudança


A exibição menos positiva na recepção ao APOEL, que motivou um descontentamento que Vítor Pereira não escondeu, lançou uma questão: haverá espaço para mudanças no onze inicial já para o jogo com o Nacional? A avaliar pelas últimas semanas, candidatos não faltam. A começar pela defesa, onde Mangala surge agora com o estatuto de terceiro central do plantel, um lugar perdido por Maicon depois de o brasileiro ter sido afastado das últimas convocatórias.
No meio-campo, e depois do reconhecimento público feito por João Moutinho sobre o seu mau momento individual, mas também da exibição menos conseguida de Guarín na mais recente partida da Liga dos Campeões, surgem igualmente candidatos fortes ao onze, em especial Belluschi e Defour, que têm dado boas respostas sempre que chamados à equipa. No ataque, parece haver consenso nas alas, até porque só Varela parece ter neste momento condições para reivindicar um lugar no onze, não tanto pelo que tem feito esta época, mas sobretudo pelos créditos acumulados nas anteriores. Adivinham-se mudanças na equipa; falta é saber quais.

Os nomes de quem se fala

> Mangala

Titular em duas ocasiões - Feirense e Pêro Pinheiro -, o francês parece ter conquistado
o estatuto de terceiro central do plantel. Rolando e Otamendi têm estado expostos à crítica e o ex-Standard pisca o olho à titularidade.

> Belluschi

Tem sido uma espécie de 12º jogador, utilizado em todos os jogos, embora só cinco vezes a titular. Em virtude da boa resposta que tem dado, apresenta boas possibilidades de ser titular frente ao Nacional.

> Defour

Moutinho assumiu que não atravessa um bom momento de forma e o nome do belga saltou de imediato para a lista de possíveis titulares. As boas exibições do médio também ajudam a considerar esta hipótese.

> Varela

O internacional português será sempre um candidato ao onze inicial, nem tanto pelo que tem feito esta época, na qual as exibições têm sido intermitentes, mas mais pelos créditos acumulados nas últimas temporadas.

in "ojogo.pt"

Chelsea tentou levar Antero Henrique


Antero Henrique enjeitou a possibilidade de acompanhar André Villas-Boas na sua mudança para Londres. O facto tem meses, mas a notícia só ontem ganhou forma através do prestigiado jornal "Telegraph", que garante que o nome do director-geral portista é muito bem visto em Stamford Bridge, tendo já sido ventilado em 2004, quando da contratação de José Mourinho.
O interesse foi concreto, mas o "Telegraph" adianta que, perante as sondagens informais, prevaleceu de imediato a prolongada ligação de duas décadas ao FC Porto. Para o Chelsea, Antero Henrique seria um activo de peso para matar dois coelhos de uma cajadada. Por um lado, o clube estava sem director desde a saída de Frank Arnesen para o Hamburgo. Por outro, o homem forte do futebol dos dragões associa conhecimento dos mercados a uma sintonia com Villas-Boas que permitiria que a máquina rolasse, desde cedo, com a máxima naturalidade.
A abordagem caiu por terra numa fase em que a simples saída do treinador já tinha sido suficiente para criar algum alvoroço para os lados do Dragão, a escassos dias do arranque dos trabalhos com vista à nova época. Villas-Boas seguiu sozinho e a verdade é que o Chelsea ainda não garantiu uma solução definitiva, tendo-se limitado a promover Michael Emenalo.
O grande entrave, qualquer que seja o interessado, é que, no FC Porto, Antero Henrique já faz parte da prata da casa, tendo conquistado com Pinto da Costa uma cumplicidade rara no historial de quase 30 anos de presidência. Apesar de cultivar o "low profile" no plano mediático, a verdade é que, para além do estatuto interno, construiu uma grande reputação no meio e nos mercados internacionais, movendo-se com facilidade graças a uma lista de contactos que interessa a qualquer clube.
Antero Henrique, que desempenhou as mais variadas funções no FC Porto, assumiu a pasta do futebol em 2005 (só em 2009/10 não foi campeão) e reforçou o seu raio de acção em 2010, quando passou a ser o responsável por toda a área desportiva, surgindo como CEO (director-executivo) no novo organograma do Grupo FC Porto.
Para além dos títulos, o seu cartão-de-visita apresenta um encaixe de mais de 300 milhões de euros com a transferência de jogadores, um dos segredos do modelo de negócio da SAD e que lhe dá margem, por outro lado, para assumir alguma agressividade nas contratações, gastando verbas impraticáveis no passado.
Trunfos que, aos 43 anos, lhe conferem créditos internacionais, mas que não o desviam do Dragão.

Mercado chega aos bastidores

Longe vão os tempos em que só treinadores e jogadores agitavam o mercado. Com o futebol a perder algumas referências clubísticas e a assumir-se como um negócio em que todos os funcionários são "negociáveis", ganham destaque as transferências de directores-desportivos ou chefes de scouting. Luís Gonçalves é um exemplo, tendo trocado o gabinete de prospecção do FC Porto por um contrato chorudo no Shakhtar Donetsk. Carlos Freitas, do Sporting, é outro caso paradigmático, tendo passado por Braga e Panathinaikos antes de regressar a Alvalade.

in "ojogo.pt"

Standard vai pedir sanções


Pierre François, director-geral do Standard de Liège, endureceu o discurso contra o FC Porto. Ainda com o pagamento em falta pelas transferências de Mangala e Defour, o clube belga prepara-se para avançar com um processo junto da UEFA e tentar quebrar a licença europeia dos azuis e brancos, alegando incumprimento. "O Standard de Liège vai interpor uma acção junto da UEFA e do seu dispositivo de licença europeia que sanciona os clubes que não cumprem com os seus compromissos e que pode afastar o FC Porto das competições europeias", declarou o dirigente a O JOGO. Com o incumprimento no pagamento da primeira prestação pelas transferências dos dois jogadores, Pierre François promete mesmo ir mais longe nas suas intenções: "A falta de pagamento da primeira de três prestações pelas transferências de Mangala e Defour torna agora legítima a exigência do pagamento integral".
O conflito entre os dois clubes parece inevitável, sobretudo depois de o FC Porto ter falhado uma segunda vez, depois de um telefonema aos dirigentes do clube belga, onde garantiam pagar na semana seguinte. "Comunicaram connosco há 15 dias dizendo que não tinham como pagar até ali, mas que o iam fazer na semana seguinte e eu respondi que íamos ficar à espera, mas que se não tinham dinheiro não deviam ter contratado os jogadores, pagando-lhes prémios de assinaturas e que eles podiam perfeitamente ter ficado no Standard de Liège, permitindo-nos, quem sabe, tê-los transferido para outros clubes", frisou. A questão do alegado atraso do Atlético de Madrid no pagamento de Falcao para justificar este atraso na transacção também não mereceu quaisquer contemplações por parte de Pierre François: "Dizer que não têm dinheiro porque ainda não receberam o pagamento pelo Falcao é desculpa de mau pagador. As minhas transferências estão pagas, não estive à espera do dinheiro de Mangala ou de Defour para pagar os reforços do Standard de Liège, portanto o FC Porto devia ter feito igual e só devia ter comprado se tivesse dinheiro".

Jogadores passam ao lado

Nem Mangala nem Defour conquistaram ainda estatuto de titulares no FC Porto, mas nem as reclamações e ameaças do Standard têm feito com que Vítor Pereira abdique do central e do médio. Ambos foram titulares na Taça de Portugal, tendo ficado no banco frente ao APOEL: só Defour entrou. Blindados por cláusulas de rescisão de 50 milhões de euros, são activos em processo de adaptação e que prometem valorização futura.

in "ojogo.pt"

Festa dos campeões vai homenagear 11 plantéis

A gala dos Dragões de Ouro, marcada para segunda-feira, terá mais pontos de interesse para além da entrega dos prémios anuais. A presença de Villas-Boas merece destaque, mas antes da cerimónia, marcada para as 22h, terá lugar a festa dos campeões, que irá homenagear os 11 plantéis que conquistaram títulos nacionais em 2010/11 (Natação, Desporto Adaptado, Bilhar, Boxe, Hóquei - juniores e seniores -, Andebol, Basquetebol e Futebol - sub-15, sub-19 e seniores). A entrega da taça da FPF para a conquista do campeonato do futebol será o momento alto antes da cerimónia dos Dragões de Ouro, que contempla, face à lista inicialmente divulgada, a distinção do team manager Rui Carvalho como funcionário do ano. O Porto Canal vai transmitir tudo em directo, com apresentação de Maria Cerqueira Gomes e Ricardo Couto e animação de cinco bandas em directo.


in "ijigi.pt"

Primeiro frente-a-frente


Kléber ou Walter? Este será um dos dilemas, provavelmente o maior, que Vítor Pereira terá de resolver para a partida de amanhã com o Nacional. Será que o treinador vai optar por manter a aposta em Kléber, que ficou em branco no regresso à competição, ou voltará a apostar em Walter, autor de cinco golos nos últimos dois jogos que realizou? Se não houver nenhuma novidade na conferência de Imprensa que Vítor Pereira dará hoje - o treinador nunca revelou as suas escolhas por antecipação -, a dúvida vai manter-se até à hora do encontro, isto apesar de as parcas indicações apontarem para o reforço da aposta no avançado que tem merecido a confiança desde o arranque da época. Certo, para já, é que este é o primeiro verdadeiro frente-a-frente entre os dois jogadores, depois de ter ficado para trás uma intermitência muitas vezes forçada pelas mais variadas contingências.
Expliquem-se então essas variáveis que nunca colocaram os jogadores em disputa directa pelo lugar. Numa primeira fase, provavelmente devido aos tão afamados problemas familiares, Walter foi preterido por Vítor Pereira, percebendo-se agora, como o próprio treinador já reconheceu, que tudo se deveu à baixa produção do brasileiro no trabalho diário. Kléber avançou então para a titularidade e para os golos, apresentando-se como o primeiro sucessor de Falcao no centro do ataque do campeão nacional. O problema é que, entretanto, Kléber lesionou-se e Walter, resolvidos os problemas familiares, entrou a matar no onze inicial, primeiro com um golo importante apontado frente à Académica, e depois com mais quatro marcados na vitória robusta sobre o Pêro Pinheiro.
Kléber recuperou e Walter saltou do onze no jogo com o APOEL, mas apenas porque não se encontra inscrito na Liga dos Campeões. Amanhã, no entanto, Vítor Pereira terá finalmente os dois pontas-de-lança do plantel disponíveis e, aparentemente, em boas condições físicas para se anunciarem como candidatos a um lugar no onze inicial. Falta confirmar o escolhido..
A grande maioria das opiniões recolhidas por O JOGO junto de adeptos do FC Porto oferecem a titularidade a Kléber, uma vantagem que o brasileiro perde quando a análise passa para o campo meramente estatístico. Nesse particular, Walter ganha ao compatriota em todos capítulos, mesmo contabilizando apenas os jogos realizados esta época no campeonato: Walter precisa de menos tempo para marcar, para ter uma intervenção com bola, sofrer uma falta, fazer um passe ou até um remate.
No plano teórico, e até por ser o único ponta-de-lança do plantel inscrito na Liga dos Campeões, Vítor Pereira deverá oferecer a titularidade novamente a Kléber.

Inquérito VIP

1

Quem escolhia para jogar no centro do ataque do FC Porto no jogo com o Nacional: Kléber ou Walter?

2

Além da questão do ponta-de-lança, faria mais alguma alteração na equipa inicial para esta partida?

Manuel Serrão

Empresário
1
Estando bem fisicamente, joga sempre Kléber, embora ele não possa fazer milagres... Também gosto de Walter, tem correspondido, mas prefiro Kléber.
2
Não fazia alterações e a explicação é simples: os jogadores que defrontaram o APOEL são os melhores do FC Porto. Estando todos em condições físicas, jogam aqueles.


José Guilherme Aguiar

Advogado
1
Mantinha a aposta em Kléber, tendo em conta que é o único ponta-de-lança que está inscrito na Champions. Entendo que a equipa deve ter alguma continuidade.
2
Limitava-me a mexer no meio-campo. Guarín e João Moutinho parecem-me extremamente fatigados nesta altura e eu lançaria, neste jogo, Defour e Belluschi.

Miguel Guedes

Músico
1
Seria injusto tirar Kléber depois de um jogo em que não teve bola. Não é aí que residem os problemas deste FC Porto, penso que estão noutro lado.
2
Metia Belluschi e tirava Guarín, porque fabrica mais jogo e traz outra criatividade numa altura em que até João Moutinho reconhece estar um pouco apagado.

Rui Moreira

Empresário
1
Apostava em Kléber, porque a última coisa de que precisamos a seguir ao jogo com o APOEL é criar problemas psicológicos a jogadores com que contamos na Champions.
2
Faria sentido trocar Guarín por Belluschi e tirar Otamendi e meter Maicon, até por uma questão de promover uma certa rotatividade, que não está a acontecer.

Álvaro Magalhães

Escritor
1
Optava por Walter, porque é mais maduro, mais completo, embora seja um avançado mais lento e menos ágil. Mas sabe ocupar melhor os espaços.
2
Devia jogar Defour em vez de Moutinho, que não funcionou contra o APOEL. Guarín está lento, trapalhão e erra muitos passes; era preferível Belluschi.

in "ojogo.pt"

F.C. Porto: vem aí o «carrasco» da Madeira


Nacional ainda é a equipa com mais vitórias no Dragão: três. Jokanovic é o único treinador que ganhou mais do que uma vez e deixa o palpite: dificilmente dará empate.


Benfica, Sporting, Chelsea ou Arsenal estão entre as equipas que já realizaram jogos suficientes no Estádio do Dragão para vencer, pelo menos, três vezes. Nenhuma conseguiu. A equipa que mais vence na casa do F.C. Porto é mesmo o Nacional! O emblema madeirense prepara a nona deslocação ao recinto portista com uma certeza: o estatuto de «carrasco oficial» ainda é seu.

De facto, até à vitória do Benfica nas meias-finais da Taça de Portugal, na época passada, nenhuma outra equipa tinha conseguido ganhar mais do que uma vez no Dragão (a outra foi com Ronald Koeman). O Nacional já somava três triunfos. Todos com estrondo.

O primeiro, em 2004/05, é também a maior goleada de sempre sofrida na nova casa do F.C. Porto ( 0-4). João Carlos Pereira, o treinador, quase que pediu desculpa no final pela ousadia. Começava a ganhar forma a «besta negra». Faltava entrar em acção o especialista: Jokanovic.

Ainda hoje é o único treinador a ganhar por duas vezes na nova casa do F.C. Porto. Em 2007/08 bateu uma equipa já campeã numa tarde de glória de Fábio Coentrão ( 0-3). No ano passado, para a Taça da Liga, causou a primeira derrota na época imaculada de Villas-Boas ( 1-2).

«É um orgulho, claro. Ganhar duas vezes num estádio como o Dragão não é fácil, mas, felizmente, em ambas conseguimos fazê-lo com todo o mérito. Tivemos a nossa oportunidade e não a desaproveitámos», lembra Jokanovic, em conversa com oMaisfutebol.

E, afinal, o que tem o Nacional de especial para ostentar o título de «carrasco-mor» no Dragão? «Talvez alguma sorte (risos). Ganhar três vezes é muito bom e ajuda a motivar a equipa para as outras vezes que lá tem de ir. Mas o F.C. Porto nem deve ligar muito a isso», afirma.

«F.C. Porto não está bem, mas pode acordar»

A tradição no futebol tem cada vez menos peso. O F.C. Porto até já bateu o Nacional em casa depois da derrota para a Taça da Liga e Jokanovic não acredita que o histórico pese: «Os jogadores nos grandes estão sempre a mudar. Chegam os novos que não estão identificados com essa tradição e só pensam em entrar e jogar.»

Ainda assim, a visita do Nacional ganha outra carga quando contrabalançada com o momento interno dos campeões nacionais.

«É super-difícil antever este jogo. É verdade que o Porto passa uma fase menos boa, mas as equipas grandes podem acordar de um momento para o outro e quando acontece não dão hipóteses. O Nacional não tem nada a perder. O Porto é que se não ganha, aí sim, a coisa complica-se», considera.

Jokanovic entende que para o Nacional é melhor encontrar o F.C. Porto nesta altura do que numa fase positiva. «Eu prefiro assim, mesmo sabendo que podem acordar. Quando vêm embalados numa série de vitórias é muito mais difícil. O F.C. Porto não tem o jogo do ano passado, está muito lento, é tudo devagarinho», opina.

«Vai ser um jogo interessante de se seguir», resume o treinador sérvio, que volta ao histórico de confrontos para deixar uma possível dica aos adeptos das apostas. «É verdade que o Nacional ganhou três vezes, mas, se reparar, nunca empatou: ou ganha ou perde», conclui.

Derrotas caseiras do F.C. Porto 

3 triunfos: Nacional (João Carlos Pereira e Jokanovic (2))

2 triunfos: Benfica (Ronald Koeman e Jorge Jesus)

1 triunfo: Boavista (Jaime Pacheco), Beira-Mar (Manuel Cajuda), Sp. Braga (Jesualdo Ferreira), Artmedia Bratislava (Vladimir Weiss), Atlético (António Pereira), Estrela da Amadora (Daúto Faquirá), Sporting (Paulo Bento), Dínamo Kiev (Yuriy Semin), Leixões (José Mota), Manchester United (Alex Ferguson), Chelsea (Carlo Ancelotti) e Sevilha (Gregorio Manzano). 



in "maisfutebol.iol.pt"

Champions pode pesar na Liga

PONTA-DE-LANÇA EM PONTO DE REBUÇADO



Esta era uma questão que nem se colocava até há bem pouco tempo, quando Walter era pouco mais do que uma carta de um baralho secundário. Com as boas indicações dadas pelo brasileiro nos últimos jogos, Vítor Pereira estará a equacionar – o técnico raramente comenta publicamente as suas opções nas conferências de imprensa de antevisão aos encontros – a sua hierarquia ofensiva. Mas há um fator que pode influenciar, e de que forma, a sua decisão.
A situação ainda pouco definida em que o FC Porto se encontra na Champions e a necessidade de conquistar o máximo de pontos possível nas três jornadas que restam, exigem que a equipa marque golos, muitos se possível, e, para isso, nada será mais indispensável do que um ponta-de-lança inspirado. Walter até pode ser o novo preferido de Vítor Pereira, mas a impossibilidade de ser utilizado nas competições europeias poderá pesar na sua decisão final, cujo primeiro rascunho será apresentado publicamente já amanhã, diante dos madeirenses.
in "record.pt"

Hulk em branco desde agosto

MARCOU PELA ÚLTIMA VEZ FRENTE AO GIL VICENTE



Quem quiser ver Hulk a marcar um golo tem de esperar pelos jogos da Liga dos Campeões, uma vez que no campeonato é preciso recuar até agosto para encontrar uma concretização do brasileiro. A última vez que tal aconteceu foi diante do Gil Vicente, na 2.ª jornada. Nessa noite, a uma semana do duelo com o Barcelona, para a Supertaça Europeia, o Incrível foi determinante na reviravolta. Marcou o primeiro e terceiro tentos e fez a assistência para o segundo, de autoria de Sapunaru. Daí para cá, o avançado, de 25 anos, tem-se limitado a servir os companheiros.
Oferecer golos não deixa de ser uma virtude, como também aconteceu em Coimbra, onde assistiu Walter e desmarcou James Rodríguez, mas a um jogador deste nível exige-se muito mais. Por esse motivo, quatro jogos em branco é demasiado, até porque estamos perante o melhor marcador da época passada. A verdade é que o internacional brasileiro não tem estado particularmente inspirado na competição interna, depois de um início fulgurante. É que, antes do bis ao Gil Vicente, Hulk tinha apontado o tento da vitória na jornada inaugural, em Guimarães.
in "record.pt"

Belluschi trata de pormenores

O médio argentino Fernando Belluschi deve oficializar nos próximos dias a renovação até 2015.

Fernando Belluschi ainda não oficializou a renovação do seu contrato com o FC Porto, que termina, por enquanto, dentro de um ano e meio. Há um entendimento entre as partes para prolongar o vínculo por mais duas épocas, ou seja, até 2013, mas ainda nada foi passado ao papel.

O empresário do internacional argentino deslocou-se esta semana a Portugal e tudo indica que apenas regresse ao seu país depois de ver o jogador assinar o seu novo contrato, o que não aconteceu na reunião realizada anteontem, no Porto, na qual foram tratados de alguns pormenores que interessam ao jogador e ao clube, apesar de não estar prevista qualquer mexida na cláusula de rescisão, actualmente cifrada em 30 milhões de euros.



in "abola.pt

Kléber pronto para resistir ao fogo de Walter

O «bigorna» deverá regressar aos convocados. Mas o autor do «poquer» de Sintra não deverá ser titular amanhã. Kléber nunca foi suplente.

Com o regresso às vitórias no pensamento, o dragão recebe amanhã o Nacional e a perspectiva de alterações no onze titular não abraçará, em princípio, uma troca de opções no eixo ofensivo, com Kléber a manter, assim, o posto num esperado regresso de Walter às convocatórias.

Seja como for, a possibilidade de contar, outra vez, com o Bigorna, oferece a Vítor Pereira uma maior estabilidade nas alternativas para o lugar de ponta-de-lança, quando os portistas buscam uma resposta ao empate com o APOEL na Champions e, separando águas, defendem a liderança na Liga.



in "abola.pt"