Aos 35 minutos, Hulk reclamou uma falta de Hugo sobre si, e Carlos Xistra nada assinalou. O árbitro considerou ainda que o avançado se excedeu nos protestos e mostrou-lhe o amarelo, sendo perceptível, através da televisão, o desabafo de Hulk: "É o Xistra, é normal!" A verdade é que a relação complicada entre os dois não é nova. Em 2009/10, na Mata Real, Hulk foi expulso por Xistra, por acumulação: viu o primeiro amarelo por protestos, o segundo por uma entrada sobre Danielson, e recebeu o seu único vermelho até hoje na Liga. Conhecedores da história, os elementos do banco do FC Porto pediram ontem cabeça fria a Hulk, tanto no momento do amarelo como ao intervalo.
in "ojogo.pt"
domingo, 11 de dezembro de 2011
FC Porto um a um
A figura: Hulk 7
Vale pontos que garantem tranquilidade
Estes três pontos são mais uma obra dele. No lançamento para o jogo, Vítor Pereira repetiu que Hulk era o avançado com quem contava e a verdade é que ele voltou a corresponder com uma assistência para o empate e mais um golo para a sua contagem pessoal. Num jogo de paciência e alguma aselhice à mistura, é um facto que foi um jogador pragmático, trabalhador e lutador, que não hesitou em descer no campo para vir buscar jogo e empurrar a equipa para a frente, procurando ainda aproveitar todas as bolas que lhe foram parar aos pés. Por esta altura, o Incrível será sem dúvida o jogador que carrega a equipa às costas e vai disfarçando algumas lacunas e limitações.
Helton 5
O jogo acaba com o lance em que não consegue chegar a um mau atraso de Maicon e que quase dá golo, mas seria ingrato para ele, que esteve sempre atento, apesar de pouco solicitado.
Maicon 4
Só Vítor Pereira saberá porque insiste nele, mas é um risco jogar com esta adaptação. Virado para a bola ainda disfarça, o pior é quando é preciso velocidade e técnica. Ainda tentou o golo nos descontos.
Rolando 5
Esteve algo desatento, permitindo que os avançados explorassem as costas, valendo-lhe Helton, num jogo em que foi mais lento do que habitualmente. Reparte com Otamendi a responsabilidade no golo do Beira-Mar.
Otamendi 5
Quase sempre mal no passe, conseguiu salvar a exibição com um punhado de cortes no momento certo, ainda que sem contribuir para que a defesa serenasse.
Álvaro Pereira 6
Lançou muito bem Hulk na jogada do segundo golo do FC Porto e evidenciou-se mais em acções ofensivas, com um ou outro cruzamento bem tirado. Pena que os remates não lhe tenham saído bem.
Fernando 6
Atravessa um bom momento de forma e voltou a cobrir bem o meio-campo graças a um pulmão que lhe permite percorrer o campo todo. Travou várias tentativas de saída para o ataque dos aveirenses
Belluschi 5
Iniciou o lance do primeiro golo do FC Porto ao meter a bola em Hulk. Tentou várias vezes alvejar a baliza de Rui Rego, mas sem sucesso. Precisava de ter sido mais rápido nas transições ofensivas para dinamizar o jogo da sua equipa.
João Moutinho 6
Surgiu mais recuado do que o costume e talvez por isso não se tenha notado tanto a sua influência no jogo. Sofreu com a falta de espaço provocada por um meio-campo muito povoado, mas nunca virou a cara à luta.
James 6
Acrescentou mais um golo à sua conta pessoal e contabilizou mais um par de remates venenosos (25' e 62'), que obrigaram Rego a aplicar-se.
Djalma 5
Não foi um extremo com o impacto que se esperava, porque se preocupou mais em fechar o seu corredor e em criar superioridade numérica no meio-campo.
Souza 3
Era de prever que a ganhar Vítor Pereira recorresse a ele. Foi mais um médio para preservar o resultado, permitindo a Moutinho soltar-se mais para a frente.
Varela 3
Foi ocupar um lugar na esquerda para prender a bola e ajudar a segurar a vitória.
Iturbe -
Estreou-se na Liga portuguesa, entrando já nos descontos do jogo.
in "ojogo.pt"
GPS do golo elege a rota mais simples
Hulk pode não ser ponta-de-lança, mas disfarça bem. A servir e a finalizar, provou que uma muralha, por mais frágil que ela seja, não se derruba com picaretas. Foi preciso que um golo do Beira-Mar caísse do céu para que os dragões descessem à terra e resolvessem o problema com a maior das simplicidades. Afinal, a rota dos golos previa coisas tão básicas como Hulk a fazer de pivô para o empate de James e a decidir, ele próprio, num binómio recepção-remate digno de um goleador nato.
Falávamos de disfarces no início deste texto e o resultado até esteve a centímetros da farsa completa mesmo no último suspiro de um jogo que parecia morto e enterrado com o segundo golo do FC Porto. Um momento de cortar a respiração e que deixou toda a gente sem Élio, tal a dimensão da oportunidade que quase fez voar os dois pontos que Vítor Pereira tinha mandado congelar assim que a equipa confirmou a reviravolta no marcador.
Eis-nos chegados à informação relevante: o FC Porto virou o resultado no terreno daquela que era a melhor defesa da Liga. Não se pode dizer que tenha escalado uma montanha, é certo, até porque o mito da solidez defensiva dos aveirenses caiu redondo assim que o dragão se deixou de rodriguinhos e foi directo ao assunto. O futebol rendilhado caiu na teia do Beira-Mar como sopa no mel, porque a posse portista raramente teve velocidade para desposicionar um articulado bloco baixo.
Com James e Belluschi a confundirem papéis, o jogo embrulhava-se no eixo central, afinal de contas a zona de conforto dos auri-negros, inclinados para a sua direita ao anteciparem, e bem, que da conexão Maicon-Djalma não resultaria qualquer ameaça. Com um carrossel de passes e de trocas posicionais, os dragões queriam deixar o Beira-Mar ourado, mas foi Zhang quem pôs Vítor Pereira com a cabeça à roda quando meteu Maicon e Otamendi num bolso e abriu o marcador. Uma desatenção, uma oportunidade e uma cambalhota no jogo, porque o FC Porto transformou a previsível ansiedade num firme assalto ao resultado.
Hulk parecia um pivô de andebol quando segurou os marcadores e subiu para atacar a bola, entregando-a em ponto de rebuçado para James. Um lance adocicado que repôs a ordem no futebol dos campeões e que sustentou um assalto declarado à reviravolta. Da ameaça da perda da invencibilidade ao cabo de 50 jogos, o FC Porto cresceu para uma "remontada" que atesta a sua renovada solidez mental, às cavalitas de um Incrível que consegue camuflar as insuficiências posicionais para continuar a levar a equipa ao colo.
A equipa tem uma figura, mas também um figurino. Solidificou opções e processos, cerrou fileiras e ganhou resistência. É quanto baste para ganhar a um Beira-Mar que, do meio-campo para a frente, se resume a um artista circense (Cristiano) e a um avançado que é carne para canhão (Douglas). E quando a primeira linha é isto, que pode Rui Bento espremer do banco senão uma última oportunidade caída do céu e do destempero de Maicon, que transformou um alívio do Beira-Mar num golo cantado que só não foi música para os aveirenses porque Élio desafinou à força toda.
Depois de penáltis falhados, de derrotas em descontos e de alguns jogos a bater contra o muro, o FC Porto teve em Aveiro a prova de que a sorte pode estar a mudar. É justo que se registe que uma equipa fez por merecê-la e que a outra não teve mais a que se agarrar.
in "ojogo.pt"
Peñarol volta a sonhar com o Cebola
EXTREMO URUGUAIO EM FIM DE CONTRATO
O Penãrol, clube de formação e do coração de Cristian Rodríguez, de 26 anos, está apostado em fazer o portista regressar ao Uruguai. O interesse, de resto, nem sequer é novo, mas ganha agora novos contornos face ao aproximar do final do contrato do Cebola com o FC Porto e ao seu recente afastamento da equipa azul e branca.
No início desta época, quando o Peñarol visitou o Dragão no jogo de apresentação do FCPorto aos sócios, já Cristian Rodríguez era apontado ao clube uruguaio, mas os seus dirigentes e treinador logo negaram essa possibilidade, face ao dinheiro que teriam de pagar pela sua contratação. Contudo, o extremo está a meio ano de terminar a sua ligação ao FC Porto e, por isso, o seu valor de mercado baixou. Irá agora o Peñarol passar das palavras aos atos?
in "record.pt"
Números mágicos de Hulk e James
São sem dúvida os dois jogadores mais influentes do ataque portista e basta um olhar mais atento, estatístico, de apenas alguns itens, para se perceber isso mesmo.
No jogo de ontem, com o Beira-Mar, James fez 35 passes acertados e falhou apenas 10; enquanto Hulk conseguiu concretizar com êxito 25 passes, contra quatro falhados. Nas recuperações, o primeiro contabilizou cinco e três perdas; Hulk perdeu mais vezes a bola, nove, e recuperou-a em duas ocasiões.
James fez cinco cruzamentos e rematou cinco vezes, Hulk realizou três cruzamentos e rematou seis vezes. E para completar esta lista de argumentos verdadeiramente diabólica para o Beira-Mar, os dois marcaram um golo cada no jogo de Aveiro, sendo que o de Hulk aconteceu após passe de... James.
in "abola.pt"
No jogo de ontem, com o Beira-Mar, James fez 35 passes acertados e falhou apenas 10; enquanto Hulk conseguiu concretizar com êxito 25 passes, contra quatro falhados. Nas recuperações, o primeiro contabilizou cinco e três perdas; Hulk perdeu mais vezes a bola, nove, e recuperou-a em duas ocasiões.
James fez cinco cruzamentos e rematou cinco vezes, Hulk realizou três cruzamentos e rematou seis vezes. E para completar esta lista de argumentos verdadeiramente diabólica para o Beira-Mar, os dois marcaram um golo cada no jogo de Aveiro, sendo que o de Hulk aconteceu após passe de... James.
in "abola.pt"
Iturbe estreou-se na Liga
Já passavam dois minutos dos 90 quando o internacional argentino Iturbe se estreou finalmente na Liga portuguesa.
No passado dia 1 de Dezembro, o avançado voltou a trabalhar com os companheiros, mês e meio depois de se ter lesionado na partida com o Pêro Pinheiro, para a Taça de Portugal. A sua recuperação decorreu dentro dos prazos normais e, logo que se apresentou em condições para dar o contributo à equipa, Vítor Pereira não hesitou em convocá-lo.
Ontem, o treinador portista, ainda que só o tenha lançado nos descontos da partida de Aveiro, deu um claro sinal de que o prodígio argentino será arma a lançar nos próximos tempos, naquela que foi, e é, uma das grandes apostas do FC Porto para esta época.
Em Aveiro ainda não houve oportunidade para conhecer o verdadeiro Iturbe, o mesmo que espalhou magia na Argentina e, imagine-se, o levou a ser comparado a... Messi.
in "abola.pt"
No passado dia 1 de Dezembro, o avançado voltou a trabalhar com os companheiros, mês e meio depois de se ter lesionado na partida com o Pêro Pinheiro, para a Taça de Portugal. A sua recuperação decorreu dentro dos prazos normais e, logo que se apresentou em condições para dar o contributo à equipa, Vítor Pereira não hesitou em convocá-lo.
Ontem, o treinador portista, ainda que só o tenha lançado nos descontos da partida de Aveiro, deu um claro sinal de que o prodígio argentino será arma a lançar nos próximos tempos, naquela que foi, e é, uma das grandes apostas do FC Porto para esta época.
Em Aveiro ainda não houve oportunidade para conhecer o verdadeiro Iturbe, o mesmo que espalhou magia na Argentina e, imagine-se, o levou a ser comparado a... Messi.
in "abola.pt"
JUNIORES A: FC PORTO VENCE BRAGA
O FC Porto bateu este sábado o Sporting de Braga por 2-1, em jogo a contar para a 16.ª jornada da primeira fase do campeonato nacional de Sub 19. Com este resultado, o FC Porto cimentou a liderança, que é agora segura por 13 pontos.O jogo nem começou bem para os jovens Dragões, que ao intervalo perdiam por 1-0, mas dois golos em apenas três minutos, ambos apontados pelo ponta-de-lança francês Vion, viraram o curso dos acontecimentos e garantiram mais uma vitória para o FC Porto, que permanece invicto nesta competição.
Primeiro, aos 58 minutos, Vion restabeleceu a igualdade e, aos 60, completou a reviravolta, consequência da pressão ofensiva dos Dragõezinhos.
Com esta vitória o FC Porto passou a totalizar 40 pontos, contra os 27 do Sporting de Braga e os 26 do Boavista.
O FC Porto volta a jogar no sábado, 17 de Dezembro, quando se deslocar a Matosinhos, para defrontar o Leixões, jogo marcado para as 15 horas.
IN "FCP.PT"
HUGO SANTOS: "TEMOS QUE JOGAR NO LIMITE"
Ao melhor nível
“Não vai ser um jogo fácil. Quando defrontámos o Horta, para o campeonato, sentimos uma certa dificuldade e ganhámos apenas por dois golos, o que quer dizer que teremos que estar ao nosso melhor nível para voltarmos a vencer.”
Ânimo europeu
“Termos ganho ao Estrela Vermelha foi muito bom. Vencemos por dez golos de diferença e isso transmitiu-nos ânimo para os jogos futuros.”
No limite
“Sendo um jogo da Taça, temos que jogar no limite, para não corrermos o risco da eliminação. A Taça é uma das competições que queremos ganhar e teremos que ser sérios para conseguirmos a vitória.”
Fórmula de sucesso
“Espírito de grupo, trabalho e união. Esta é a nossa fórmula de sucesso. Somos muito unidos, o que nos torna mais fortes. Durante a semana, o trabalho é intenso, duro e sempre no máximo, e a integração dos mais novos é muito fácil. Ambientamo-nos rapidamente e isso nota-se.”
in "fcp.pt"
FALECEU LOURENÇO
Lourenço, que tinha 89 anos, sagrou-se campeão pelo FC Porto e integrou a famosa equipa que venceu o Arsenal, em 1948, num jogo que se tornou mítico na história do clube.
O corpo de Lourenço estará sábado e domingo na capela da Igreja de Paranhos, realizando-se as cerimónias fúnebres na segunda-feira.
À família, o FC Porto apresenta sentidas condolências.
in "fcp.pt"
sábado, 10 de dezembro de 2011
Liverpool disposto a dar 20 milhões por Fernando
SEGUNDO O "DAILY MAIL"
O Liverpool parece estar disposto a ir ao mercado em janeiro para encontrar um substituto para o lesionado Lucas e o portista Fernando está no topo das prioridades para colmatar a posição de médio defensivo, segundo o jornal inglês "Daily Mail".
Lucas contraiu uma rutura de ligamentos no joelho esquerdo e irá falhar o resto da temporada dos reds e o técnico Kenny Daglish pondera oferecer 20 milhões de euros pelo médio brasileiro do FC Porto.
Segundo a publicação britânica, a formação de Anfield Road tem debaixo de olho outras opções para a posição como Beram Kaya, do Celtic, mas a exibição de Fernando frente aos russos do Zenit, no Dragão, terá enchido as medidas aos dirigentes de Liverpool.
in "maisfutebol.iol.pt"
Fernando: «No Porto, quando não se ganha, há muita pressão»
Fernando, jogador do F.C. Porto, no final da vitória sobre o Beira Mar, este sábado, em Aveiro:
«Sabíamos que ia ser uma partida muito difícil, porque o Beira Mar está muito bem e só tinha sofrido seis golos até agora. Conseguimos uma vitória e isso é o mais importante. Temos de pensar em nós e pontuar sempre, em qualquer campo. É isso que vamos procurar fazer. A gente sabe que, aqui no Porto, quando não se ganha, há sempre muita pressão. Temos consciência disso, Aqui, estamos acostumados às vitórias, aos títulos, e é isso que tentamos fazer.»
in "maisfutebol.iol.pt"
«Sabíamos que ia ser uma partida muito difícil, porque o Beira Mar está muito bem e só tinha sofrido seis golos até agora. Conseguimos uma vitória e isso é o mais importante. Temos de pensar em nós e pontuar sempre, em qualquer campo. É isso que vamos procurar fazer. A gente sabe que, aqui no Porto, quando não se ganha, há sempre muita pressão. Temos consciência disso, Aqui, estamos acostumados às vitórias, aos títulos, e é isso que tentamos fazer.»
in "maisfutebol.iol.pt"
Vítor Pereira: «Ainda vejo muitas teorias da conspiração»
Treinador do F.C. Porto reage aos que o acusam de falta de liderança
Vítor Pereira, treinador do F.C. Porto, em declarações no final da sofrida vitória, alcançada neste sábado, em Aveiro, diante do Beira Mar, e que coloca a pressão do lado do Benfica, que terá de vencer o Marítimo, nos Barreiros, para se manter colado ao F.C. Porto no topa da tabela classificativa:«Depois de um jogo a meio da semana, que exigiu muito de nós do ponto de vista emocional, quem esperava a resposta de uma equipa menos concentrada, menos unida e menos ambiciosa enganou-se. Hoje assistimos aqui a um jogo em que o F.C. Porto dominou do primeiro ao último minuto, quis ganhar e criou situações de golo.
Podíamos ter saído daqui com outro resultado, mas o Beira Mar também tem qualidade e está bem organizado. A nossa vitória é inteiramente justa num campo que já se revelou muito difícil para qualquer adversário. Hoje provámos que estamos unidos, que temos carácter e que há liderança neste clube. Eu às vezes ainda tenho lido que não há liderança neste F.C. Porto e a resposta que queremos dar é esta que vimos a dar de quatro jogos a esta parte. E a liderança mede-se desta forma e não de outra qualquer.»
[esta vitória tinha um grande significado para a equipa, e para si?]
«Este jogo era importante porque vem na sequência de quatro jogos que mostram que a equipa está num crescendo de forma, de confiança, e esta vitória veio provar isso mesmo, e não a dar razão a quem diz que há muitos problemas no F.C. Porto e que não nos encontramos e que não estamos a jogar com qualidade.
Quisemos contrariar as teorias da conspiração, que ainda vejo muitas, mostrando dentro de campo, debaixo de chuva, e num terreno pesado, que estamos unidos. É este tipo de vitórias que vai calando os críticos e nos vai dando confiança. Queria agradecer muito aos nossos adeptos e hoje a vitória é inteiramente dedicada a eles.»
[o que lhe pareceram os lances na grande área do Beira Mar?]
«Não consegui perceber muito bem, mas penso que não é uma arbitragem feliz do senhor Carlos Xistra. Mas todos nós temos dias menos felizes, e do meu ponto de vista hoje não foi um dia que lhe tenha corrido bem.»
in "maisfutebol.iol.pt"
Maicon: «Fizemos uma excelente partida»
Maicon, jogador do F.C. Porto, no final da vitória, deste sábado, sobre o Beira Mar, em Aveiro:«Foi um jogo difícil. Começámos bem mas sofremos o golo numa bola parada. Tivemos de dar a volta, mas penso que dominámos do princípio ao fim. Fizemos uma excelente partida. Procuro fazer o que o mister me pede, independentemente da posição onde jogue. Estou tranquilo, tento fazer o meu melhor, e as coisas estão a correr bem.»
in "maisfutebol.iol.pt"
James Rodríguez: «A equipa está mais confiante»
Jovem colombiano fez o primeiro golo do F.C. Porto em Aveiro
James Rodríguez, avançado do F.C. Porto, em declarações à SporTV após a vitória sobre o Beira-Mar por 1-2 em Aveiro:
«Todos fizemos um bom jogo. O mais importante é que a equipa está bem, mais confiante. O F.C. Porto trabalha sempre no máximo e procurará atingir todos os seus objectivos.»
«Todos fizemos um bom jogo. O mais importante é que a equipa está bem, mais confiante. O F.C. Porto trabalha sempre no máximo e procurará atingir todos os seus objectivos.»
in "maisfutebol.iol.pt"
Vítor Pereira enaltece «equipa de carácter», Rui Bento sai orgulhoso
Vítor Pereira, treinador do F.C. Porto, em declarações à SportTV, após o jogo com o Beira Mar (1-2):
«A equipa voltou a fazer um belíssimo jogo. Tivemos situações para o resultado ser mais dilatado. Queria aproveitar para dedicar esta vitória aos nossos adeptos, que bem merecem. Depois da eliminação da Liga dos Campeões, frente ao Zenit, aplaudiram-nos de pé. Somos uma equipa de carácter.»
[regresso da eficácia depois de um empate sem golos frente ao Zenit] «Fizemos dois, mas podíamos ter feito mais golos. Ganhámos num campo difícil.»
[ausência de Kléber] «Estivemos na máxima força. O Kléber conta para mim, mas optei pelo Walter. Nada mais que isso.»
Rui Bento, treinador do Beira Mar, em declarações à SportTV, após o jogo com F.C. Porto
«Foi um jogo difícil, mas temos de estar orgulhosos do trabalho que fizemos. Sabíamos que íamos, talvez, apanhar um Porto na melhor fase da época. Tivemos alguns problemas durante a semana e as substituições foram todas por impedimento físico. Os jogadores deram tudo. É pena que não víssemos o esforço materializado em pontos.»
in "maisfutebol.iol.pt"
«A equipa voltou a fazer um belíssimo jogo. Tivemos situações para o resultado ser mais dilatado. Queria aproveitar para dedicar esta vitória aos nossos adeptos, que bem merecem. Depois da eliminação da Liga dos Campeões, frente ao Zenit, aplaudiram-nos de pé. Somos uma equipa de carácter.»
[regresso da eficácia depois de um empate sem golos frente ao Zenit] «Fizemos dois, mas podíamos ter feito mais golos. Ganhámos num campo difícil.»
[ausência de Kléber] «Estivemos na máxima força. O Kléber conta para mim, mas optei pelo Walter. Nada mais que isso.»
Rui Bento, treinador do Beira Mar, em declarações à SportTV, após o jogo com F.C. Porto
«Foi um jogo difícil, mas temos de estar orgulhosos do trabalho que fizemos. Sabíamos que íamos, talvez, apanhar um Porto na melhor fase da época. Tivemos alguns problemas durante a semana e as substituições foram todas por impedimento físico. Os jogadores deram tudo. É pena que não víssemos o esforço materializado em pontos.»
in "maisfutebol.iol.pt"
Beira Mar - F.C. Porto, 1-2 (destaques)
Hulk volta a ser herói em Aveiro. Construiu a vitória, mesmo longe das melhores noites, mas houve outros destaques, de Otamendi a James.
A figura: Hulk
Desengane-se o leitor que ao ver o brasileiro como figura pensa que o Incrível voltou às grandes exibições. Um golo e uma assistência fazem dele, naturalmente, o maior destaque desta partida. Mas para além disso não se viu muito mais de um jogador de quem se espera sempre uma jogada de génio, um rasgo a deixar a defesa contrária plantada, ou um remate de fazer levantar o estádio. Nesta partida não houve nada disso, mas talvez a culpa maior nem seja dele, que agora tem de jogar mais fixo, longe da liberdade que lhe permite explorar todo o potencial que tem. Mantém-se decisivo, mas perde-se a espectacularidade, que lhe é reconhecida.
O guardião: Otamendi
Cada vez se assume mais como o guardião do castelo do Dragão. Seja pelo chão ou pelo ar é muito difícil perder um duelo. Nos primeiros 15 minutos - o melhor período dos auri-negros - por duas vezes foi um autêntico escudo a travar as investidas do ataque aveirense. E o melhor de tudo é que o argentino é daqueles que raramente recorre à falta, pois a tem grande capacidade de antecipação.
O intermitente: James
De regresso a um estádio onde esta época já foi réu - quando foi expulso no empate diante do Feirense -, até ao momento em que marcou o golo que deu o empate ao F.C. Porto parecia um jogador perdido no relvado. Passes falhados, remates fracos e à figura, e nem a velocidade de execução era a mesma daquele jogador empolgante que se revelou no início da temporada. O golo pareceu dar-lhe outra confiança, e até ao intervalo ainda teve mais uma iniciativa a fazer lembrar o saudoso James Rodriguez que qualquer adepto de futebol tem de admirar. Só que a pausa resfriou o ressurgimento do colombiano que voltou a desaparecer no segundo tempo.
O regressado: Belluschi
Voltou à equipa, para ocupar o lugar de Defour, e foi dos primeiros a testar os reflexos de Rui Rego, possibilitando ao guarda-redes aveirense talvez a defesa da noite. Muito activo, alimentou o ataque e ainda teve outra oportunidade para visar as redes da casa, com uma «folha seca» que não passou longe do alvo.
Outros destaques:
Djalma
Num trio ofensivo em que surgia com Hulk e James como parceiros, não era do angolano que se esperariam os melhores momentos. Contudo, quando a apatia se apoderou dos companheiros de sector foi ele quem correu, quem procurou a bola, e quem procurou dar sentido ao futebol da equipa. É verdade que são os companheiros que fazem os golos da equipa, mas era Djalma quem mais tinha lutado até momento. Quando foi preciso dar mais músculo ao meio campo, para segurar a preciosa vantagem, foi o primeiro sacrificado.
Cristiano
Quando não complica é um quebra-cabeças para quem o defende. Sempre que jogou ao primeiro ou segundo toque fez o futebol dos aveirenses fluir como a chuva que caía sobre os jogadores. O pior é quando tenta fazer mais do que pode, e acaba por empapar o jogo. Foi dele o excelente cruzamento que deu o golo de Zhang, e momentos antes do segundo golo portista colocou Douglas na cara de Helton com mais um passe soberbo, mas o compatriota não deu o seguimento que se lhe exigia.
Zhang
O antigo avançado, agora convertido em médio, não desaprendeu de como se faz abanar as redes adversárias. Agora trabalha mais para a equipa do que antes, e é de saudar a vontade de chinês com que disputa cada lance. É um exemplo de entrega ao jogo, e fez por merecer um melhor resultado para a sua equipa.
Desengane-se o leitor que ao ver o brasileiro como figura pensa que o Incrível voltou às grandes exibições. Um golo e uma assistência fazem dele, naturalmente, o maior destaque desta partida. Mas para além disso não se viu muito mais de um jogador de quem se espera sempre uma jogada de génio, um rasgo a deixar a defesa contrária plantada, ou um remate de fazer levantar o estádio. Nesta partida não houve nada disso, mas talvez a culpa maior nem seja dele, que agora tem de jogar mais fixo, longe da liberdade que lhe permite explorar todo o potencial que tem. Mantém-se decisivo, mas perde-se a espectacularidade, que lhe é reconhecida.
O guardião: Otamendi
Cada vez se assume mais como o guardião do castelo do Dragão. Seja pelo chão ou pelo ar é muito difícil perder um duelo. Nos primeiros 15 minutos - o melhor período dos auri-negros - por duas vezes foi um autêntico escudo a travar as investidas do ataque aveirense. E o melhor de tudo é que o argentino é daqueles que raramente recorre à falta, pois a tem grande capacidade de antecipação.
O intermitente: James
De regresso a um estádio onde esta época já foi réu - quando foi expulso no empate diante do Feirense -, até ao momento em que marcou o golo que deu o empate ao F.C. Porto parecia um jogador perdido no relvado. Passes falhados, remates fracos e à figura, e nem a velocidade de execução era a mesma daquele jogador empolgante que se revelou no início da temporada. O golo pareceu dar-lhe outra confiança, e até ao intervalo ainda teve mais uma iniciativa a fazer lembrar o saudoso James Rodriguez que qualquer adepto de futebol tem de admirar. Só que a pausa resfriou o ressurgimento do colombiano que voltou a desaparecer no segundo tempo.
O regressado: Belluschi
Voltou à equipa, para ocupar o lugar de Defour, e foi dos primeiros a testar os reflexos de Rui Rego, possibilitando ao guarda-redes aveirense talvez a defesa da noite. Muito activo, alimentou o ataque e ainda teve outra oportunidade para visar as redes da casa, com uma «folha seca» que não passou longe do alvo.
Outros destaques:
Djalma
Num trio ofensivo em que surgia com Hulk e James como parceiros, não era do angolano que se esperariam os melhores momentos. Contudo, quando a apatia se apoderou dos companheiros de sector foi ele quem correu, quem procurou a bola, e quem procurou dar sentido ao futebol da equipa. É verdade que são os companheiros que fazem os golos da equipa, mas era Djalma quem mais tinha lutado até momento. Quando foi preciso dar mais músculo ao meio campo, para segurar a preciosa vantagem, foi o primeiro sacrificado.
Cristiano
Quando não complica é um quebra-cabeças para quem o defende. Sempre que jogou ao primeiro ou segundo toque fez o futebol dos aveirenses fluir como a chuva que caía sobre os jogadores. O pior é quando tenta fazer mais do que pode, e acaba por empapar o jogo. Foi dele o excelente cruzamento que deu o golo de Zhang, e momentos antes do segundo golo portista colocou Douglas na cara de Helton com mais um passe soberbo, mas o compatriota não deu o seguimento que se lhe exigia.
Zhang
O antigo avançado, agora convertido em médio, não desaprendeu de como se faz abanar as redes adversárias. Agora trabalha mais para a equipa do que antes, e é de saudar a vontade de chinês com que disputa cada lance. É um exemplo de entrega ao jogo, e fez por merecer um melhor resultado para a sua equipa.
in "maisfutebol.iol.pt"
Beira Mar - F.C. Porto, 1-2 (crónica)
Dragão vinga saída da Liga dos Campeões no campeonato, como de costume, em jogo que meteu cambalhota no resultado.
Mais uma prova (interna) superada pelo Dragão soluçante, este sábado, em Aveiro, no terreno do aguerrido Beira Mar. Depois do fracasso na Liga dos Campeões, os portistas voltaram a redimir-se no Campeonato e estão, de novo, isolados no comando da classificação. Com algum suor e muita persistência à mistura.
Os campeões nacionais estiveram a perder, responderam de imediato, e consumaram a reviravolta na segunda parte, numa consequência lógica daquilo que se passava em campo, uma vez vencida a resistência local, nada menosprezável ou não tivesse o Beira Mar a melhor defesa da Liga. Ganhou o melhor ataque. À tangente. Faz sentido.
Vítor Pereira optou pela versão conservadora para suprir a falta de Defour, apostando numa troca directa com Belluschi, em vez de colocar James a 10 e abrir uma vaga num flanco para Varela. O argentino foi, de resto, o primeiro portista a estar perto do golo mas Rui Rego defendeu para canto, numa das várias intervenções valorosas de um dos menos batidos guarda-redes da Liga.
Cedo se percebeu que os campeões nacionais teriam, em Aveiro, um jogo muito semelhante ao último, diante do Zenit, para a Liga dos Campeões. Iniciativa total na partida perante uma autêntica muralha auri-negra, muito bem posicionada mas longe de ser estática ou inofensiva: sempre que podiam, os aveirenses davam corda aos jogadores mais rápidos e aceleravam até à baliza de Helton, mostrando que também podiam fazer estragos.
Prova disso, foi o golo de Zhang, numa fase em que os portistas já justificavam a vantagem. O golpe, todavia, não derrubou os pupilos de Vítor Pereira, que continuaram a fazer o que estavam a fazer até então, metendo velocidade, desmarcações e não hesitando nos remate à mínima nesga. O sufoco acabou, de forma natural, por dar frutos. Hulk amorteceu à ponta-de-lança para James e este, com um disparo fortíssimo, restabeleceu a igualdade.
Muralha perde alicerce e Hulk volta a ser Incrível
O Incrível deu o mote para a segunda parte, com um remate rasteiro, que passou a centímetros do poste direito da baliza aveirense, numa altura em que a principal referência defensiva da equipa da casa, Hugo, estava fora de combate, por lesão. Entrou Bura para substituir o capitão. Não é a mesma coisa. Viu-se.
O Beira Mar, ainda assim, conseguiu responder bem na frente, aproveitando o balanceamento portista, com Douglas a desperdiçar uma soberana oportunidade, mas, na sequência, Hulk puxou dos galões e consumou a pirueta no marcador. Derrubada, pela segunda vez, a muralha aveirense, o Dragão embalou para um jogo mais descansado e pensado. Em suma, uma versão mais económica, mas nem por isso menos eficiente.
Não fosse um susto, quase mortal, no último lance da partida, quando Élio não conseguiu acerta correctamente na bola com a baliza aberta, e a segunda metade da partida teria sido quase um passeio para os portistas.
O jogo a meio da semana, com todas as despesas assumidas, teve, obviamente, consequências na frescura da equipa e o mais difícil, em abono da verdade, estava feito. Tem agora a palavra o Benfica, nos Barreiros. Será que lhe queima as mãos a batata quente?
Os campeões nacionais estiveram a perder, responderam de imediato, e consumaram a reviravolta na segunda parte, numa consequência lógica daquilo que se passava em campo, uma vez vencida a resistência local, nada menosprezável ou não tivesse o Beira Mar a melhor defesa da Liga. Ganhou o melhor ataque. À tangente. Faz sentido.
Vítor Pereira optou pela versão conservadora para suprir a falta de Defour, apostando numa troca directa com Belluschi, em vez de colocar James a 10 e abrir uma vaga num flanco para Varela. O argentino foi, de resto, o primeiro portista a estar perto do golo mas Rui Rego defendeu para canto, numa das várias intervenções valorosas de um dos menos batidos guarda-redes da Liga.
Cedo se percebeu que os campeões nacionais teriam, em Aveiro, um jogo muito semelhante ao último, diante do Zenit, para a Liga dos Campeões. Iniciativa total na partida perante uma autêntica muralha auri-negra, muito bem posicionada mas longe de ser estática ou inofensiva: sempre que podiam, os aveirenses davam corda aos jogadores mais rápidos e aceleravam até à baliza de Helton, mostrando que também podiam fazer estragos.
Prova disso, foi o golo de Zhang, numa fase em que os portistas já justificavam a vantagem. O golpe, todavia, não derrubou os pupilos de Vítor Pereira, que continuaram a fazer o que estavam a fazer até então, metendo velocidade, desmarcações e não hesitando nos remate à mínima nesga. O sufoco acabou, de forma natural, por dar frutos. Hulk amorteceu à ponta-de-lança para James e este, com um disparo fortíssimo, restabeleceu a igualdade.
Muralha perde alicerce e Hulk volta a ser Incrível
O Incrível deu o mote para a segunda parte, com um remate rasteiro, que passou a centímetros do poste direito da baliza aveirense, numa altura em que a principal referência defensiva da equipa da casa, Hugo, estava fora de combate, por lesão. Entrou Bura para substituir o capitão. Não é a mesma coisa. Viu-se.
O Beira Mar, ainda assim, conseguiu responder bem na frente, aproveitando o balanceamento portista, com Douglas a desperdiçar uma soberana oportunidade, mas, na sequência, Hulk puxou dos galões e consumou a pirueta no marcador. Derrubada, pela segunda vez, a muralha aveirense, o Dragão embalou para um jogo mais descansado e pensado. Em suma, uma versão mais económica, mas nem por isso menos eficiente.
Não fosse um susto, quase mortal, no último lance da partida, quando Élio não conseguiu acerta correctamente na bola com a baliza aberta, e a segunda metade da partida teria sido quase um passeio para os portistas.
O jogo a meio da semana, com todas as despesas assumidas, teve, obviamente, consequências na frescura da equipa e o mais difícil, em abono da verdade, estava feito. Tem agora a palavra o Benfica, nos Barreiros. Será que lhe queima as mãos a batata quente?
in "maisfutebol.iol.pt"
REINALDO VENTURA: "ESTAMOS MUITO FORTES"
A lição do adversário
"Esperamos dificuldades, até porque sabemos perfeitamente que a equipa do Espinho joga junta há algum tempo. Vem, com certeza, com a lição bem estudada, com o objectivo de defender bem e tentar retardar o nosso golo o mais possível. Mas nós estamos muito fortes e decididos a ganhar o jogo de forma clara."
Entrar a marcar
"Eles chegam cá sem pressão e com a motivação extra de conseguir aquilo que as outras equipas não conseguiram, mas nós estamos preparados para o impedir, entrando fortes e com o objectivo de marcar nos minutos iniciais."
Por um ou por dez
"O principal objectivo é ganhar, seja por um ou por dez, sendo certo que temos a clara noção de que o nosso trabalho é melhor executado quando ganhamos por muitos. Mesmo com as dificuldades que estamos à espera, contamos que todos joguem e que os mais novos possam somar minutos de jogo e ganhem ainda mais confiança."
in "fcp.pt"
VÍTOR PEREIRA: "NÃO VAMOS PERDER JOGADORES FUNDAMENTAIS"
Devido às notícias especulativas que quase diariamente têm sido veiculadas pela imprensa, o sítio do FC Porto colocou directamente a questão a Vítor Pereira, sobre eventuais saídas do plantel.
"Após conversa com o Presidente, tenho a garantia de que em Janeiro não sairão quaisquer jogadores que eu considere fundamentais para alcançar o sucesso", respondeu o técnico.
Vítor Pereira quis ainda esclarecer que o planeamento faz-se sempre entre o presidente, a estrutura e o treinador, e que o FC Porto não está disponível para negociar os passes de jogadores considerados decisivos para o sucesso da equipa.
"É normal que haja clubes interessados em jogadores nossos, como é normal o FC Porto estar interessado em jogadores de outros clubes, isso faz parte do futebol, mas é seguro que não vamos prescindir dos nossos principais atletas, pelo que não faz sentido sequer voltar a responder a este género de notícias especulativas, que não têm qualquer fundo de verdade".
in "fcp.pt"
"Após conversa com o Presidente, tenho a garantia de que em Janeiro não sairão quaisquer jogadores que eu considere fundamentais para alcançar o sucesso", respondeu o técnico.
Vítor Pereira quis ainda esclarecer que o planeamento faz-se sempre entre o presidente, a estrutura e o treinador, e que o FC Porto não está disponível para negociar os passes de jogadores considerados decisivos para o sucesso da equipa.
"É normal que haja clubes interessados em jogadores nossos, como é normal o FC Porto estar interessado em jogadores de outros clubes, isso faz parte do futebol, mas é seguro que não vamos prescindir dos nossos principais atletas, pelo que não faz sentido sequer voltar a responder a este género de notícias especulativas, que não têm qualquer fundo de verdade".
in "fcp.pt"
Clássico desempata na luz
Empatados no topo da classificação, com os 16 pontos correspondentes às oito vitórias em outras tantas jornadas, é na diferença de cestos marcados (704 contra 665) e sofridos (504 contra 519) que o FC Porto chega ao clássico de amanhã com uma magra vantagem sobre o Benfica. Será também o segundo confronto entre da época e entre dois técnicos que dizem muito às respectivas equipas, Carlos Lisboa e Moncho López.
"Não faço nada para motivá-los, não é necessário. Fala-se de basquetebol e argumentos tácticos e estratégicos. A equipa tem consciência de que vai jogar com um adversário forte, está também consciente da rivalidade histórica entre os clubes e, neste tipo de jogo, um discurso mais motivador, mais emotivo, não é necessário", explica Moncho López a O JOGO sobre um jogo como o que terá na Luz. "Tenho a sorte de ter um balneário em que a química funciona bem. Aos atletas nacionais, como Andrade, Marçal, Miranda, não é preciso explicar o que é um jogo destes, e temos a sorte de ter um americano que, com tantos anos de Portugal, está identificado com o FC Porto. Se é portista? Acho que sim, é muito inteligente... Nunca lhe perguntei, porque a sua linguagem corporal já diz tudo", revela.
Do lado do Benfica, que tem o factor casa a seu favor, a vontade é conquistar a liderança isolada. "Apesar de tanto o FC Porto como o Benfica poderem perder algum jogo com outras equipas, a fase regular poderá ser decidida nos jogos na Luz e no Dragão. Não sendo um jogo decisivo, tem obviamente uma grande importância", salienta Sérgio Ramos em entrevista à FPB.
O capitão encarnado é um exemplo da motivação que gera um jogo destes, até pela forma como analisa o rival - "Continuam com a mesma espinha dorsal e todos sabem o seu papel dentro da equipa. São uma equipa bastante organizada ofensivamente e, defensivamente, bastante coesos", avisa -, para depois dar o mote ao seu Benfica: "Ganhámos no Troféu António Pratas, numa altura em que a equipa estava num processo de construção. Podemos voltar a fazê-lo".
"Têm métodos de trabalho diferentes"
Rui Mota, jogador do Guimarães, passou pelo Benfica em 2005/06 e pelo FC Porto em 2009/10, portanto conheceu os dois técnicos nos grandes clubes. Sobre Carlos Lisboa e Moncho López, o base-extremo considera que "são ambos bons treinadores, mas têm métodos de trabalho diferentes." O jogador de 33 anos afirma: "Moncho López, na altura em que chegou ao FC Porto, inovou o modelo de jogo. Além disso, coloca sempre mais dinâmica numa equipa." Quanto a motivação, para Rui Mota é algo que "depende muito dos rituais dos jogadores".
"Temos de vencer a equipa do Sul"
Se Moncho López garante que não precisa de motivar os seus atletas (ver peça principal), especialmente para um clássico como o Benfica-FC Porto, também diz que os jogadores "têm os seus rituais, o seu espaço no balneário onde ficam sozinhos", da mesma forma que o próprio técnico precisa de se concentrar antes dos jogos.
"Tal como eles, nós, equipa técnica, também temos dez minutos para a nossa própria motivação. Ouvimos a 'Pronúncia do Norte' e depois fico eu, sozinho, a ouvir o 'Porto Sentido' ao vivo. Porque são músicas de que gostamos, pelo que significam, porque são estimulantes, motivam, ajudam na concentração. Preciso daquele tempo e fico lá a pensar nas circunstâncias que podem ocorrer no jogo, especialmente as negativas, e nas soluções que poderei encontrar para elas, e penso nisso enquanto ouço essa música, o 'Porto Sentido', acompanhada de um vídeo com imagens da cidade", revela.
De resto, a escolha destes dois temas emblemáticos para as pessoas do Norte, embora um deles, mais em particular, para os portuenses - há quem o considere um hino oficioso da cidade -, espelham a afeição que Moncho ganhou pelo Porto e que, de resto, nunca escondeu. "Sou um portuense de adopção. Sinto-me muito bem na cidade e no clube. Inicialmente no clube, que me foi buscar, que me acolheu e tratou sempre tão bem. Depois fui-me integrando na cidade e sinto-me cada vez melhor", insistiu.
Sobre o encontro, o técnico espanhol não evitou as rivalidades que o rodeiam: "É uma guerra desportiva que envolve adeptos de todo o País; são dois clubes que têm muitos adeptos, até mesmo fora de Portugal. Nesse caso, são os portistas que nos fazem sentir que estamos a jogar para eles e por eles e que temos de vencer a equipa do Sul."
"FC Porto é espectacular"
O extremo Carlos Andrade já actuou no Benfica (2006/07) e, noutro período, já representou o FC Porto (2003/04), clube onde está desde 2009. "Lá dentro, sentimos a pressão, que estamos a representar uma cidade, um povo, um clube, neste caso o FC Porto, que é um clube espectacular", diz o natural de Cabo Verde, de 33 anos.
in "ojogo.pt"
Iturbe chega-se à frente e Kléber ficou para trás
Com grande surpresa, Vítor Pereira prescindiu de Kléber para o jogo de Aveiro, frustrando as suas expectativas em relação à titularidade. O brasileiro saiu de cena e Walter passa a ser o único ponta-de-lança às ordens do treinador, que reforçou as opções para as alas com outra surpresa, a chamada de Iturbe.
Se o brasileiro foi, pela primeira vez, excluído por opção, o argentino é estreia absoluta em convocatórias para o campeonato, ele que só foi utilizado em Pêro Pinheiro, para a Taça de Portugal, num jogo que abandonou ao intervalo devido a uma fractura no cotovelo esquerdo.
Nesse encontro, Iturbe não deixaria o relvado sem antes dar um ar da sua graça com uma brilhante assistência para golo, depois de ter iniciado outra jogada que valeu um dos oito tentos do encontro. As boas indicações deixaram água na boca aos adeptos portistas, mas a confirmação das credenciais foi adiada pela intervenção cirúrgica a que foi sujeito e que o afastou desde então.
Desde que chegou ao FC Porto, Iturbe passou por um período de adaptação muito semelhante ao que viveu James Rodríguez na temporada passada, com André Villas-Boas. Esta estratégia já tinha sido posta em prática com Anderson, de tal forma que o brasileiro não tardou a dar nas vistas e a transferir-se para o Manchester United.
Para o argentino, o jogo com o Beira-Mar ainda poderá não ser o da estreia no campeonato nacional, mas será com certeza um passo importante, mais um, para que esteja a muito curto prazo em pé de igualdade para lutar por um lugar na equipa principal.
Iturbe foi, a par de James, um dos jogadores recentemente nomeados por Pinto da Costa como "o futuro" do FC Porto. Uma previsão que tem de ser confirmada em campo.
Perseguição do Benfica obriga a alerta máximo
A exclusão da convocatória terá surpreendido o próprio Kléber, que mesmo assim falou à sua assessoria de Imprensa. "Ainda estamos a digerir a eliminação na Liga dos Campeões. Foi complicado, mas são águas passadas. Agora é hora de manter o foco na Liga. Precisamos de seguir invictos para continuar no topo, até mesmo pelo facto de o Benfica estar em situação igual à nossa. Eles também não perderam e estão firmes, dispostos a roubar a nossa liderança", salientou o avançado, que projectou o jogo de hoje: "Sabemos da qualidade do Beira-Mar, mas é hora de mostrarmos que superamos a recente eliminação e provar que estamos focados."
NOVIDADES
Alex Sandro
Não entrava nos planos de Vítor Pereira desde a deslocação dos azuis e brancos a Olhão, jogo no qual não chegou a sair do banco. Aliás, tal como Iturbe, o lateral brasileiro só tinha jogado em Pêro Pinheiro, na Taça de Portugal, pelo que este é mais um sinal da sua evolução no FC Porto.
Walter
O ponta-de-lança brasileiro não era chamado desde o descalabro azul e branco de Coimbra, que marcou o afastamento da Taça de Portugal. Depois de ter participado em todos os jogos entre a sexta e a décima jornada do campeonato - foi mesmo titular contra a Académica, o Nacional e o Paços de Ferreira - Walter aproveitou a Taça de Portugal e o jogo com o Pêro Pinheiro para dar um ar da sua graça e fazer um póquer. Ainda que não se preveja que seja titular em Aveiro, não deixa de ser curioso que Vítor Pereira o tenha preferido a Kléber, que nem sequer foi convocado.
Convocatória sem defesa-direito
Depois de Sapunaru, desta vez foi Fucile a também ficar de fora da lista de convocados. Apesar de estarem aptos e a treinar sem qualquer tipo de limitação, Vítor Pereira optou por prescindir dos dois laterais ao mesmo tempo, o que acontece pela primeira vez esta época, estando os dois em condições de jogar. O treinador não justificou esta opção, uma vez que a lista de convocados só foi divulgada depois da conferência de Imprensa, mas não restarão grandes dúvidas de que Maicon vai ser, pela sexta vez consecutiva esta época, o lateral-direito do FC Porto. As exibições do defesa brasileiro convenceram em definitivo Vítor Pereira, ao ponto de o treinador prescindir dos dois defesas-direito de raiz na lista de convocados para a partida com o Beira-Mar, tendo preferido chamar Alex Sandro para o lado esquerdo. Esta opção dá ainda mais força à teoria de que os responsáveis portistas estarão à espera de Danilo para ocupar o lado direito da defesa a partir do próximo mês de Janeiro, faltando apenas saber qual o destino pensado para Fucile e Sapunaru.
in "ojogo.pt"
Maicon e mais 10
CUMPRIRÁ O SEU 6.º JOGO SEGUIDO A LATERAL
Vítor Pereira mantém a fé nas capacidades de Maicon como lateral-direito. O brasileiro, de 23 anos, vai voltar a jogar adaptado no flanco, já que Fucile não foi sequer convocado para o encontro de hoje, diante do Beira-Mar. Para o técnico, e olhando às suas opções, Maicon apresenta-se como o jogador que melhor satisfaz as necessidades dos dragões no atual contexto.
A aposta no central junto à linha lateral reporta-se ao início do mês de novembro. À altura, com Fucile e Sapunaru lesionados, o número 4 azul e branco foi desviado para a direita na viagem a Olhão, que os campeões nacionais empataram sem golos. Daí para cá, a receita repetiu-se em Coimbra, frente à Académica, em Donetsk, na receção ao Sp. Braga, na última jornada, e mais recentemente no derradeiro desafio da Liga dos Campeões para os homens da Invicta, ante o Zenit. Cinco jogos de uma enfiada, dos quais resultaram dois empates, uma derrota e duas vitórias – que acabariam por significar a eliminação da Taça de Portugal, da Champions e a permanência na liderança do campeonato nacional a par do Benfica.
in "record.pt"
Amarelos exigem cautela
GESTÃO DA DISCIPLINA A PENSAR EM ALVALADE
Alvaro Pereira e Rolando são os dois jogadores portistas em perigo de exclusão. Caso sejam admoestados com o cartão amarelo esta noite, falharão obrigatoriamente a receção ao Marítimo, na próxima jornada. Mas nem será esta a principal preocupação disciplinar dos dragões... que na jornada seguinte ao confronto com os insulares se deslocam a Alvalade para enfrentar o Sporting.
É com este quadro competitivo em mente que a equipa técnica terá de decidir que tipo de gestão pretende fazer: se opta por limpar o cadastro dos seus jogadores com mais uma amarelo frente ao Beira-Mar, ou apela ao seu sentido de responsabilidade para que não cometam qualquer infração nos dois próximos compromissos.
in "record.pt"
James é aposta no meio-campo
A ausência de Defour complicou as contas de Vítor Pereira. O jogador belga estava a revelar-se um jogador influente na equipa portista e a lesão que sofreu com o Zenit, que vai afastá-lo dos relvados durante um mês, obriga o treinador a mexer no meio-campo, precisamente um sector cujas unidades começavam a revelar bom entendimento.
Belluschi desde logo perfilou-se como candidato ao lugar em aberto, mas o mais provável é que a escolha recaia mesmo sobre James, cenário também apresentado por A BOLA nos últimos dias. O colombiano jogou toda a segunda parte do embate europeu desta semana como criativo, na posição 10, oferecendo boas garantias.
Como tal, a aposta deve recair nele, abrindo-se, portanto, uma vaga no ataque, que pode ser ocupada por Varela. Apesar de não atravessar um bom momento, o extremo entrou nos dois últimos encontros da Champions e beneficia da continuidade de Hulk como ponta-de-lança. Pelo menos Vítor Pereira deixou claro que está satisfeito com essa aposta.
in "abola.pt"
Belluschi desde logo perfilou-se como candidato ao lugar em aberto, mas o mais provável é que a escolha recaia mesmo sobre James, cenário também apresentado por A BOLA nos últimos dias. O colombiano jogou toda a segunda parte do embate europeu desta semana como criativo, na posição 10, oferecendo boas garantias.
Como tal, a aposta deve recair nele, abrindo-se, portanto, uma vaga no ataque, que pode ser ocupada por Varela. Apesar de não atravessar um bom momento, o extremo entrou nos dois últimos encontros da Champions e beneficia da continuidade de Hulk como ponta-de-lança. Pelo menos Vítor Pereira deixou claro que está satisfeito com essa aposta.
in "abola.pt"
Vítor Pereira não quis explicar o caso de Cristian Rodríguez
Vítor Pereira foi ontem confrontado com a questão disciplinar que riscou Cristian Rodríguez dos trabalhos normais do plantel do FC Porto durante praticamente uma semana - foi apenas reintegrado anteontem.
O incidente ocorreu no treino da quinta-feira que antecedeu o jogo da Champions frente ao Zenit, numa azeda troca de palavras com o técnico que teve como resultado prático o afastamento do Cebola para alguns dias de trabalho sozinho, no ginásio, conforme A BOLA noticiou.
«Está a trabalhar e as opções são sempre tomadas consoante os jogadores que me transmitem maior confiança», comentou apenas Vítor Pereira a respeito deste tema, que preferiu contornar. A resposta acabaria por ficar mais completa minutos depois, quando divulgou a lista dos convocados. Onde, obviamente, não constava o nome de Cristian Rodríguez.
in "abola.pt"
O incidente ocorreu no treino da quinta-feira que antecedeu o jogo da Champions frente ao Zenit, numa azeda troca de palavras com o técnico que teve como resultado prático o afastamento do Cebola para alguns dias de trabalho sozinho, no ginásio, conforme A BOLA noticiou.
«Está a trabalhar e as opções são sempre tomadas consoante os jogadores que me transmitem maior confiança», comentou apenas Vítor Pereira a respeito deste tema, que preferiu contornar. A resposta acabaria por ficar mais completa minutos depois, quando divulgou a lista dos convocados. Onde, obviamente, não constava o nome de Cristian Rodríguez.
in "abola.pt"
Semana de descanso no Natal como é tradição
Como é tradição no FC Porto, os jogadores vão ter direito a uma semana de férias no período de Natal.
Assim, os elementos do plantel vão ser dispensados após o jogo com o Marítimo, agendado para sábado (17 de Dezembro), tendo ordens para se apresentarem nove dias depois (26 de Dezembro), altura em que os dragões começam a preparar o encontro de estreia na Taça da Liga, frente ao Paços de Ferreira, a realizar no dia 2 ou 3 de Janeiro de 2012.
O tempo de descanso será aproveitado para a maior parte dos jogadores passarem a quadra natalícia em família, ainda que para alguns isso obrigue a uma viagem para outro continente, caso dos sul-americanos.
Jantar de Natal entre dragões
Antes, porém, os portistas juntam-se à mesa ainda em Portugal para a habitual confraternização de Natal da família azul-e-branca, em data a anunciar.
Um pouco fora do padrão habitual está o jogo de este sábado: os jogadores não entraram em estágio, concentram-se esta sexta de manhã no Porto e almoçam juntos num hotel de Espinho, seguindo depois para o Estádio Municipal de Aveiro.
in "abola.pt"
Assim, os elementos do plantel vão ser dispensados após o jogo com o Marítimo, agendado para sábado (17 de Dezembro), tendo ordens para se apresentarem nove dias depois (26 de Dezembro), altura em que os dragões começam a preparar o encontro de estreia na Taça da Liga, frente ao Paços de Ferreira, a realizar no dia 2 ou 3 de Janeiro de 2012.
O tempo de descanso será aproveitado para a maior parte dos jogadores passarem a quadra natalícia em família, ainda que para alguns isso obrigue a uma viagem para outro continente, caso dos sul-americanos.
Jantar de Natal entre dragões
Antes, porém, os portistas juntam-se à mesa ainda em Portugal para a habitual confraternização de Natal da família azul-e-branca, em data a anunciar.
Um pouco fora do padrão habitual está o jogo de este sábado: os jogadores não entraram em estágio, concentram-se esta sexta de manhã no Porto e almoçam juntos num hotel de Espinho, seguindo depois para o Estádio Municipal de Aveiro.
in "abola.pt"
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