O jogador brasileiro é o novo capitão de equipa. Hulk escreveu no "Twitter" que se sente "feliz" com a escolha e que está de regresso para o jogo frente ao Vitória de Setúbal.
Helton abdicou, Hulk é agora o dono da braçadeira. O Incrível é o novo líder dos Dragões, depois de o guarda-redes ter confessado a Vítor Pereira que achava bem que fosse um jogador de campo a comandar: "O Helton pediu para falar comigo antes do jogo em Barcelos. Por estar na baliza, e longe de algumas zonas de acção, não podia intervir durante o jogo. Tinha de correr da baliza para o árbitro e isso podia comprometer a sua intervenção. Para bem da equipa, o Helton achou que devia ser um jogador de campo a envergar a braçadeira. Ouvimos a sua opinião e todos concordámos com a opinião dele, inclusive a administração do clube".
"No futuro será o Hulk a capitanear a equipa", acrescentou o técnico do FC Porto. Entretanto a lesão de Hulk estará resolvida. No encontro de Domingo, o avançado brasileiro deverá estar de regresso, assim garantiu na rede social "Twitter", esta Sexta-feira, o jogador: "já estou treinando e já posso estar à disposição para o próximo jogo".
"Fico feliz por ser o novo capitão do FC Porto, é uma honra e uma grande responsabilidade", escreveu ainda o atleta.
O FC Porto recebe, Domingo, pelas 18h30, o Vitória de Setúbal, na terceira jornada do Grupo D da Taça da Liga.
in "rr.pt"
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Baía e a braçadeira que Helton perdeu: «Aconteceu o mesmo comigo»
O antigo capitão do FC Porto falou sobre a decisão de Helton entregar a braçadeira de capitão a Hulk. «Encaro a decisão com naturalidade. Estamos numa área muito restrita. A nossa posição de líder reflete-se no dia-a-dia, no balneário, no seio da equipa, onde as câmaras não vêem. Em campo, embora façamos o nosso trabalho como líderes, estamos muito condicionados ao nosso local», começou por dizer, lembrando que Co Adriaanse lhe retirou a braçadeira por considerar que um guarda-redes não deve ser o capitão.
«Aconteceu o mesmo comigo em tempos. Não é sinal de menosprezo ou falta de confiança. O lugar do Helton é como um dos líderes desta equipa», atirou.
Sobre a prestação do FC Porto esta temporada, Baía sublinha que nunca deixou de acreditar na equipa orientada por Vítor Pereira: «O FC Porto continua a ser um sério candidato ao título. Vai continuar, se Deus quiser, a ter essa possibilidade. Nunca fiquei desiludido com o Porto, há-de lutar sempre por títulos e este é mais um ano, um ano em que ainda temos confiança.»
O antigo internacional português falou após o jogo da Liga Fertiberia, que juntou antigas glórias do FC Porto no Dragão Caixa: «Foi divertido, sobretudo por voltar a vestir a camisola do F.C. Porto. Correu bem. Já não ia à baliza há três anos e meio mas, quando chego a este local, acabo por me transformar. Saudação do público? É mais um motivo de orgulho e satisfação, sinal que fiz algo de importante, que dei algo ao clube e o clube também me deu a mim. Há uma relação umbilical com o F.C. Porto.»
João Pinto e a vitória do coletivo
João Pinto foi outro antigo jogador que voltou a vestir a camisola azul e branca:
«Estes jogadores têm de agradecer ao clube por lhes proporcionar este grande momento. Ainda para mais com um pavilhão praticamente cheio. Quem envergou esta camisola sabe que tem de jogar para vencer. Estamos contentes por entrar neste campeonato a ganhar. Sabemos da importância do primeiro jogo, logo frente ao campeão.»
Quem esteve melhor em campo? «Foi a equipa do FC Porto. Este clube ganhou sempre às custas do coletivo. É claro que depois sobressaem os jogadores que tecnicamente são mais habilidosos, o que é o meu caso. Importante é que ninguém se magoe, embora o futebol não seja para senhoras. Agora há que descansar bem e ter uma boa alimentação...»
Capucho e o prazer de voltar a jogar
Capucho destacou a importância de reencontrar amigos:
«Jogar futebol sempre me deu prazer. O mais importante é rever alguns amigos com quem não estamos há algum tempo. É sempre bom o reconhecimento dos adeptos e vestir esta camisola. As pessoas gostam de nos ver jogar, dá-lhes gozo. Futebol é alegria, é sempre divertido. Já tenho a força que tinha. As pessoas diziam que corria pouco, jogava era com inteligência e as qualidades que tinha.»
in "abola.pt"
LUCHO E JANKO ESTREIAM-SE NOS CONVOCADOS
Lucho González e Marc Janko foram convocados este sábado pelo treinador Vítor Pereira para o jogo da Taça da Liga, frente ao Vitória de Setúbal, que se joga amanhã, no Estádio do Dragão.
A chamadas do dois reforços é a principal nota da lista divulgada ao início da tarde, beneficiando do facto dos dois atletas estarem em competição antes de assinarem pelo FC Porto.
No treino deste sábado participaram todos os atletas, ainda que Hulk tenha feito trabalho condicionado, consequência da lesão sofrida na partida com o Rio Ave.
O FC Porto recebe este domingo o Vitória de Setúbal, às 18h30, em jogo a contar para a terceira jornada da fase de grupos da Taça da Liga, bastando aos Dragões um empate para assegurarem um lugar nas meias-finais.
Lista de convocados: Danilo, Lucho González, Maicon, Alvaro Pereira, João Moutinho, Cristian Rodríguez, Kléber, Varela, James Rodríguez, Sapunaru, Mangala, Fernando, Alex Sandro, Iturbe, Janko, Bracali, Defour e Kadú.
in "fcp.pt"
A chamadas do dois reforços é a principal nota da lista divulgada ao início da tarde, beneficiando do facto dos dois atletas estarem em competição antes de assinarem pelo FC Porto.
No treino deste sábado participaram todos os atletas, ainda que Hulk tenha feito trabalho condicionado, consequência da lesão sofrida na partida com o Rio Ave.
O FC Porto recebe este domingo o Vitória de Setúbal, às 18h30, em jogo a contar para a terceira jornada da fase de grupos da Taça da Liga, bastando aos Dragões um empate para assegurarem um lugar nas meias-finais.
Lista de convocados: Danilo, Lucho González, Maicon, Alvaro Pereira, João Moutinho, Cristian Rodríguez, Kléber, Varela, James Rodríguez, Sapunaru, Mangala, Fernando, Alex Sandro, Iturbe, Janko, Bracali, Defour e Kadú.
in "fcp.pt"
Caio: "Adeptos não perdoam se perdermos com o Benfica"
Caio é pragmático. Não está para rodeios, nem com espírito para clássicos. A morte do pai de Filipe Santos abalou toda a equipa e despertou o lado mais existencialista do avançado. Antes de falar do frente-a-frente mais esperado da época e que ontem à tarde já esgotara os bilhetes no Dragão Caixa, o jogador justificou-se: "Infelizmente recebemos uma notícia triste, que afectou um certo clima de euforia em torno do jogo. Mas, de alguma forma, é bom para percebermos que a vida não se resume a isto, que são apenas 50 minutos de um jogo em que estão três pontos em disputa."
O clássico surge à 14ª jornada e "não tem qualquer outro ingrediente" que não seja o facto de opor "o primeiro contra o segundo". Esta é a visão simplista do jogador, que aos poucos vai revelando um pouco mais: "Preparámos o jogo como todos os outros: de forma séria. Sabemos que, principalmente para os adeptos, é especial porque nos perdoam todas as derrotas menos contra o Benfica. Mas nós temos de ser mais racionais e saber que estão três pontos em jogo. Não o vemos como um jogo decisivo. Queremos vencer e dar mais um passo rumo ao principal objectivo, que é sermos campeões. Temos de nos alhear da envolvência, porque esta pode criar um certo deslumbramento e não podemos achar que o jogo está ganho antes de terminar."
O discurso de Caio alinha pelo de Filipe Santos, capitão portista, e até de Valter Neves, capitão do Benfica, que, nas vésperas do grande jogo, mostraram contenção nas palavras e até alguma reverência. "Nesta altura do campeonato percebemos que este jogo, qualquer que seja o resultado, não irá ser decisivo. Normalmente, os campeonatos ganham-se e perdem-se contra equipas mais fracas", defendeu com convicção.
Num percurso de 13 jornadas [ndr: um jogo subtraído com a exclusão do Porto Santo SAD], se os dragões deram a sensação de uma caminhada tranquila, o Benfica foi demonstrando mais dificuldades. Caio até pode concordar, mas, num tom cortez, recusou avaliações: "Nós não andamos a fazer comparações com ninguém. Acreditamos numa estratégia que até agora tem dado resultado."
Com velocidade nas transições e uma forte dinâmica posicional, o FC Porto é a melhor equipa do campeonato - "pelo menos é o que diz a classificação", anota Caio -, estatuto reconhecido pelos próprios adversários, como confidenciou o avançado: "Já me disseram: 'Parece que vocês são mágicos. Onde está a bola têm de estar lá dois jogadores nossos'. E é, de facto, algo difícil de contrariar. Exige um plantel de oito jogadores ao mesmo nível. Isto provoca um desgaste físico e psicológico porque, mais minuto menos minuto, as equipas acabam por quebrar pelo facto de estarmos sempre em cima do lance. Tem sido um dos trunfos da nossa equipa."
O maior desses trunfos foi oferecido de bandeja pelo Benfica, quando logo na primeira jornada foi a Braga empatar, ficando a dois pontos dos dragões. A equipa da Luz é agora posta à prova pelo decacampeão, mas terá a última palavra em Junho, pois, na segunda volta, joga em casa.
Segredo da força está na camisola
No final de 2008/09, Caio trocou o FC Porto pelo Benfica, onde esteve duas épocas, voltando este ano ao clube onde foi quatro vezes campeão. Conhece a realidade da Luz e do Dragão e sabe bem o que os distingue: "É possível ter uma equipa bem orientada, mas se faltar a entrega de disputar o lance como se fosse o último, não chega." Então, o que define o FC Porto? "Uma enorme ambição, intensidade de jogo, valor individual e o somatório de tudo é o que forma um colectivo muito forte.", respondeu Caio. Mas, existindo a possibilidade de o Benfica partilhar as mesmas qualidades, qual a diferença entre ambos? "Como todas as equipas, temos fraquezas, que tentamos superar com garra e companheirismo e nos últimos anos isso tem sido suficiente para ganhar ao Benfica."
A união de uma equipa, com menos apoio a nível nacional do que o rival da Luz, parece traduzir-se na mística de que todos falam. Caio não é excepção e, num exercício que considerou "difícil", explicou quem esteve nos dois lados: "Com esta camisola sentimos que não há ninguém melhor do que nós e que defrontamos qualquer adversário em qualquer lado. Sentimos que temos tudo para ganhar e fazemos de tudo para ganhar. Isso sente-se quando se está no FC Porto e quando se sai. Passei por vários clubes [Gulpilhares, FC Porto, Barcelos e Benfica] e sinto isso."
"Vitória permite-nos depois ter um dia menos bom"
Nem todas as recomendações de Tó Neves podem ser reveladas. Mas há, pelo menos, uma que Caio pode partilhar. "O treinador disse que temos de impor a nossa condição de anfitriões e criar uma margem de protecção para o restante campeonato. Se ganharmos ficamos com cinco pontos de vantagem, o que nos permite ter depois um dia menos bom." Como depois do clássico se segue uma deslocação aos Açores, Caio admitiu: "Acho que, no ano passado, foi o jogo dos Açores que decidiu o campeonato e, neste momento, se ganharmos os dois jogos [Benfica e Candelária], será muito difícil depois perdermos seis pontos durante o resto do campeonato. Essa é a mensagem que passa entre nós." Se atingirem esse objectivo, os dragões entrarão invictos na segunda volta do campeonato, a 18 de Fevereiro.
"Tó Neves dá-nos total liberdade"
No regresso ao FC Porto, Caio já não encontrou Franklim Pais no banco. Tó Neves é o novo treinador e Caio aprova: "Tem superado as minhas expectativas. Dá-nos total liberdade para decidirmos no momento, mas também nos cobra." Apreciador do estilo de Tó Neves, deixou escapar: "Gostava de ter jogado com ele, porque as lacunas enquanto jogador eram colmatadas com a raça, entrega e querer. Contagiava a restante equipa. Gostava de ter podido captar essa energia." Num gracejo, concluiu: "Joguei contra ele. Tenho aqui uma lembrança [dedo que partiu]."
"Estou feliz por voltar"
A passagem pelo Benfica não agradou aos adeptos, mas estes já esqueceram. De águia ao peito era alvo de cânticos insultuosos, agora é acarinhado como dantes. "Não me sentia magoado. Achava que era normal. E aconteceu-me, depois do jogo, cruzar-me com pessoas que me tinham insultado duas horas antes e falávamos normalmente. Saí a bem e a pensar que um dia gostaria de voltar a casa. Ainda bem que aconteceu. Estou feliz por isso. Quando vinha à cidade, cruzava-me com pessoas que diziam que gostavam de me ver outra vez no FC Porto."
"Benfica vale pelo colectivo"
FC Porto e Benfica ainda não se defrontaram esta época. É com dois reforços que a equipa de Luís Sénica se desloca ao Dragão, onde também residem novas apostas (Tiago Santos, Nélson Pereira e Tó Neves). Sérgio Silva "leva experiência e o Carlos López o hábito de ganhar tudo", garantiu Caio, com a mesma certeza que acrescentou: "Temos de ter cuidado com a irreverência dos jogadores mais jovens". Afinal, Caio acredita que "o Benfica vale pelo seu colectivo", mas também se apressou a esclarecer: "Estamos atentos".
in "ojogo.pt"
Ganso gostou da proposta dos dragões
O FC Porto apresentou recentemente uma proposta de oito milhões de euros para contratar Ganso ao Santos, mas o clube brasileiro recusou por ter considerado o valor em questão de "cómico". Ontem, o médio-ofensivo comentou pela primeira vez a recusa. "Não tenho que gostar de nada, mas sim do que me ofereceram de salário. Apesar disso, estou muito feliz no Santos e se quisesse já teria saído há muito tempo", afirmou Ganso, que garante estar apostado em realizar uma grande temporada em 2012 de forma a garantir o regresso à selecção brasileira.
UEFA nega investigação a Walter
A UEFA negou, ontem, estar a investigar a transferência de Walter para o FC Porto, num negócio em que estiveram envolvidas duas empresas britânicas. O desmentido, através do "Público", surgiu depois de ter sido avançado que a UEFA teria pedido às autoridades britânicas para investigarem a Gol Co., empresa que tem direito a 10% de uma futura mais-valia na venda de Walter, e a Pearl Design, que tem 25% do passe do jogador. O avançado está, actualmente, emprestado ao Cruzeiro.
in "ojogo.pt"
"Continuam a ser candidatos"
Com "Simply the Best", de Tina Turner, a servir de banda sonora para sublinhar a vitória do FC Porto, Vítor Baía comentou a temporada da equipa principal, reforçando, com toda a naturalidade, a certeza de que continua a acreditar na luta pelo título apesar dos cinco pontos que separam os azuis e brancos do Benfica. "O FC Porto continua a ser um sério candidato ao título, vai continuar a ter essa possibilidade. Ainda temos confiança", confessou, garantindo não se sentir "desiludido" com a campanha da equipa: "Este clube vai lutar sempre por títulos, nunca fiquei desiludido".Desta vez, o guarda-redes não foi capitão. Fernando Gomes estava em campo e a braçadeira respeitou a antiguidade. Este era quase uma espécie de "déjà vu", não tivesse Helton passado a responsabilidade para Rolando, em Barcelos, na última jornada. "Nós, guarda-redes, estamos numa área muito restrita. A nossa posição de líder reflecte-se mais no dia-a-dia do balneário, no seio da equipa, onde as câmaras não vêem. Em campo, embora façamos o nosso trabalho como líderes, estamos muito condicionados ao nosso espaço", explicou Vítor Baía, que encarou a situação "com naturalidade". Aliás, o próprio passou por isso na era de Co Adriaanse. "Sim, aconteceu o mesmo comigo. Mas não é sinal de menosprezo ou falta de confiança. O lugar do Helton é o de um dos líderes desta equipa", frisou.
O que não passou despercebido foi a ovação que ouviu, quando o seu nome foi pronunciado no pavilhão. Os adeptos até puxaram pelo habitual "salta Baía", quando este cedeu o seu lugar a Daniel Correia: "Há uma relação umbilical com o FC Porto, é sinal de que fiz algo de importante e que dei e recebi do clube. Já não ia à baliza há três anos e meio, mas quando chego aqui transformo-me." Apesar dos golos encaixados, Baía fez sobressair bons reflexos e uma competitividade que evocou outros tempos...
Este FC Porto foi um vintage de boas castas
Não foi de velhos o futebol que se viu ontem no Dragão Caixa, mas de artistas a quem os anos não subtraíram nada à classe que os notabilizou nos relvados. Foi como abrir uma garrafa de vinho e respirar os aromas de um passado que não engana. Ver Vítor Baía fazer defesas de classe inegável, ou ainda Fernando Gomes parar no peito e virar-se para a baliza para acertar na trave, foram apenas algumas pinceladas de artista. Impressionante a condição física de Rui Barros, a garra e a entrega de Paulinho Santos, ou a classe inconfundível de Pedro Emanuel. Foi isto que a jornada inaugural da Liga Fertibéria proporcionou aos adeptos, contra o campeão em título.
O Gijón defrontou um adversário difícil e não evitou a festa azul e branca. Desta vez, até os papéis se inverteram, com Lucho, Cristian Rodríguez e Helton a não perderem a oportunidade de ver a "mística" expressar-se a um nível muito competitivo.
Dragão Caixa - Espectadores 1360 >> Árbitros Aníbal Fernandes e José Castro
Vítor Baía; João Pinto, Paulinho Santos; Rui Barros e Fernando Gomes
Jogaram ainda: Capucho, Pedro Emanuel, Bino, Folha, Bandeirinha, Mário Silva, Coelho, Chainho, Daniel Correia
Treinador Luís Castro
Ramón; Abelardo, Marcelino Elena; David Cano e Tomás
Jogaram ainda: Tati, Caco Morán, José Manuel, Alejandro Mendez, Nikiforov
Treinador Redondo
Ao intervalo 4-3
GoLOS 7' Tomás, 9' Capucho, 16' Caco Morán, 22' Mário Silva, 23' Abelardo, 30' Rui Barros, 30'+2' Paulinho Santos, 34' Rui Barros, 37' Tati, 39' David Cano, 42' Fernando Gomes, 43' Mário Silva, 44' João Pinto, 45' Marcelino Elena, 47' Bino, 50' Tomás, 52' Bandeirinha, 55' Rui Barros, 60' José Manuel, 60'+1' José Manuel, 60'+4'' David Cano
in "ojogo.pt"
Está a chegar a hora de Danilo
Um mês de trabalho no FC Porto será suficiente para justificar uma oportunidade na equipa inicial? E se esse jogo for no Estádio do Dragão, para a Taça da Liga, e até for suficiente um empate para garantir a qualificação? Aparentemente, estão reunidas todas as condições para uma das mais aguardadas estreias na equipa titular do FC Porto: Danilo. Amanhã, dia da recepção ao Setúbal, o internacional brasileiro completa precisamente um mês desde que treinou pela primeira vez no Olival, tempo mais do que suficiente para justiticar, desde já, uma aposta na equipa titular. As mais variadas circunstâncias (derrota em Barcelos, ausência de um lateral-direito, fortuna gasta na sua contratação...) forçam a aposta de Vítor Pereira, que dificilmente encontrará novo argumento para deixar Danilo longe da equipa titular durante mais uma semana. Em Barcelos, o brasileiro até entrou logo a seguir ao intervalo, mas numa altura em que, como o próprio treinador confessou, a equipa "jogou mais com o coração do que com a cabeça". Amanhã será, ao que tudo indica, bem diferente, pelo menos no que diz respeito a Danilo, que deverá ter um jogo inteiro para começar a mostrar o que vale.
Mas as mexidas não se devem ficar por aqui. Alex Sandro também poderá ter nova oportunidade, depois de ter recuperado de mais uma lesão, assim como Mangala. A questão do defesa francês está ligada ao jogo que se segue, uma vez que o FC Porto não terá os habituais defesas-centrais (Rolando e Otamendi) disponíveis, por castigo. Dar minutos a Mangala é, por isso, uma questão de bom senso para o que se segue.
Falta falar de Lucho e Janko. Vítor Pereira preferiu não abrir o jogo sobre a possível estreia destes dois reforços, mas a verdade é que também não poderá argumentar uma eventual não-utilização com falta de ritmo... Para já, sobra apenas uma certeza: Lucho e Janko vão mesmo ser convocados.
in "ojogo.pt"
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Lucho vai ser o treinador no campo, mas Belluschi faz falta
Se dermos como verdadeira a tese de que as contratações em Janeiro servem principalmente para emendar erros cometidos no Verão, salta à vista que o FC Porto acaba de fazer um enorme mea culpa com as contratações de Lucho González e Janko – enquanto a chegada de Danilo terá, obrigatória e rapidamente, de servir para corrigir o equívoco em que se tornou a colocação de Maicon na lateral e a gestão dos humores de Fucile e Sapunaru. Mas as correcções criaram pelo menos uma outra situação difícil de entender: que vantagens vai retirar o FC Porto da cedência, ainda por cima por empréstimo (e a custo zero), de Belluschi ao Génova? Aparentemente, nenhuma...
Belluschi foi contratado, em 2009, por cinco milhões de euros ao Olympiakos. Na primeira época, com Jesualdo Ferreira, confirmou o que já se conhecia dele: dotes técnicos excepcionais, mas também alguma renitência na colaboração defensiva. Esta ideia acabou por ser contrariada na época seguinte, já com André Villas-Boas. Belluschi esteve absolutamente imparável na primeira metade da época, período em que provou ser um jogador completo, capaz de criar desequilíbrios na frente, mas também de participar nas ajudas defensivas.
A certa altura, era mesmo um dos jogadores com mais recuperações de bolas. É verdade que a segunda metade da época não lhe correu tão bem. Mas isso aconteceu principalmente por mérito de Guarín, que nesse período final se apresentou, de facto, numa condição física e mental excepcional. Mesmo assim, o argentino continuou a ser um jogador determinante, conseguindo exibições que lhe valeram mesmo o regresso à selecção argentina, da qual andava afastado há muito tempo.
Esta época, Belluschi não passou, naturalmente, incólume às variações de humor de uma equipa que teve de lidar com problemas de vário género. Mesmo assim, acabou por ser um dos que menos acusaram as condições adversas e o mau momento da equipa. Foi, de resto, o médio mais utilizado no somatório das várias provas, a par de João Moutinho, ambos com 27 jogos realizados (Moutinho jogou mais um na Liga dos Campeões, mas menos um na Taça de Portugal). É verdade que, a partir de certa altura, o argentino passou a alternar na titularidade com Defour, mas o belga só leva realizados 21 jogos, tal como Fernando, enquanto o também emprestado Guarín somou apenas 11, menos quatro do que Souza. Ou seja, Belluschi foi sempre um jogador útil e não consta que contribuísse para desestabilizar o balneário, ao contrário de outros.
O empréstimo de Belluschi não pode sequer ser justificado pela cláusula de opção que ficou estabelecida na sua cedência gratuita, porque o Génova só a exercerá se quiser. Mais do que isso, essa cláusula oscila entre os 3,5 e os 5 milhões, em função de o clube italiano se apurar ou não para as provas europeias. Guarín, que tem características distintas mas nunca teve o peso de Belluschi no FC Porto, foi emprestado até ao final da época por 1,5 milhões de euros. E, no final, se o Inter quiser ficar com ele, vai ter de pagar mais 13,5 milhões. Claro que Guarín tem apenas 25 anos, enquanto Belluschi já tem 28. Mas Lucho também já vai nos 31 anos e nem por isso o FC Porto teve de abdicar de receber dois milhões de euros que o Marselha ainda lhe devia para garantir o regresso do El Comandante...
Por outro lado, Belluschi e Lucho González são dois médios de qualidade e que seriam sempre compatíveis e até complementares no mesmo plantel. Salta à vista que o FC Porto só retiraria vantagens de poder contar com ambos. Pode, claro, questionar-se a questão orçamental, que estará na origem da redução do plantel para apenas 23 jogadores. Mas também não é fácil perceber como é que agora só há disponíveis cinco médios para o triângulo no meio-campo, enquanto para as duas vagas nas alas existem seis alternativas possíveis (James Rodriguez, Varela, Hulk, Iturbe, Cristian Rodriguez e Djalma).
As vantagens da contratação de Lucho são evidentes. O argentino, que esta época jogou a generalidade dos jogos do Marselha, é um jogador refinado tecnicamente e de uma rara lucidez, o que lhe dá vantagens até em termos de finalização. Mas nunca foi um jogador muito rotativo, valendo a pena recordar palavras de Jesualdo Ferreira ao jornal O Jogo: “Não é exactamente um jogador explosivo, o que pode tê-lo impedido de chegar a clubes ainda maiores. Mas a inteligência táctica e a facilidade de execução fazem com que valha uns 12 ou 13 golos por temporada”. Resta a dúvida até que ponto a idade já um pouco avançada não irá, no futuro, deixar ainda mais nu a sua principal limitação.
Para além da mais-valia que representa o seu futebol, as vantagens da sua contratação são também relevantes noutras vertentes. Dentro do campo, Lucho pode transformar-se na “extensão do treinador” a que se referia recentemente Jorge Jesus quando falou das qualidades de Aimar. E isso pode vir a ser muito importante numa equipa do FC Porto que, por vezes, parece desnorteada e sem comando no relvado.
Mas Lucho é também um jogador que se impõe pela sua personalidade tranquila e que não deixará de ser olhado com muito respeito num balneário que conhece bem. Não é crível sequer que saia prejudicado pelo facto de ter ultrapassado o tecto salarial e de ter ultrapassado Hulk e João Moutinho como jogadores mais bem pagos. Até porque já foi bem passada a mensagem de que abdicou de 108 mil euros líquidos por mês, passando a receber no FC Porto “apenas” 250 mil...
Lucho não é um líder destemido e agressivo na senda de outros que passaram pelo Dragão, como João Pinto ou até Pedro Emanuel, antes alguém que se impõe pela forma tranquila e esclarecida como reage e aborda as questões. É provável que acabe por contribuir para a resolução de conflitos no balneário, contribuindo assim para disfarçar as limitações de Vítor Pereira em termos de liderança e comunicação. Até por isso, faz todo o sentido que a Lucho seja devolvida a braçadeira de capitão...
Os melhores da primeira volta
Na continuação do balanço da primeira volta (em que destacámos Aimar e Pedro Martins, respectivamente como melhor jogador e melhor treinador), deixamos hoje aqui as nossas restantes escolhas, que ficaram de fora noutras alturas, por razões de espaço:
Melhor equipa (em 4x4x2) Artur; Maxi Pereira, Luisão, Garay e Álvaro Pereira; Javi Garcia, João Moutinho, Schaars e Aimar; Hulk e Babá.
Caso a opção passasse pelo 4x3x3, o beneficiado seria James Rodríguez. Gaitán seria o eleito se o desenho táctico fosse o 4x2x3x1. Entre Schaars e Witsel a dúvida foi enorme, sobrando a ideia de que o benfiquista vai acabar por se impor de forma indubitável.
Outro onze possível Helton; João Pereira, Ewerton (Braga), Onyenu e Insua; Rinaudo, Elias, Hugo Viana, Capel, Nolito e Cardozo.
Revelação Rodrigo, com menções honrosas para Hugo Vieira (Gil Vicente), Sami (Marítimo), Rúben Ferreira (defesa-esquerdo do Marítimo), Barrientos (Guimarães), Atsu (Rio Ave), Carrillo, Salvador Agra (Olhanense), Melgarejo (Paços de Ferreira) e Sissoko (Académica, entretanto transferido para o Wolfsburgo, da Alemanha).
Azarado Orlando (o capitão da Académica voltou a lesionar-se gravemente no dia em que regressava de uma paragem de mais de um ano, após uma cirurgia ao tendão de Aquiles).
Desilusões Capdevila, Enzo Pérez, Bojinov e Kléber.
A certa altura, era mesmo um dos jogadores com mais recuperações de bolas. É verdade que a segunda metade da época não lhe correu tão bem. Mas isso aconteceu principalmente por mérito de Guarín, que nesse período final se apresentou, de facto, numa condição física e mental excepcional. Mesmo assim, o argentino continuou a ser um jogador determinante, conseguindo exibições que lhe valeram mesmo o regresso à selecção argentina, da qual andava afastado há muito tempo.
Esta época, Belluschi não passou, naturalmente, incólume às variações de humor de uma equipa que teve de lidar com problemas de vário género. Mesmo assim, acabou por ser um dos que menos acusaram as condições adversas e o mau momento da equipa. Foi, de resto, o médio mais utilizado no somatório das várias provas, a par de João Moutinho, ambos com 27 jogos realizados (Moutinho jogou mais um na Liga dos Campeões, mas menos um na Taça de Portugal). É verdade que, a partir de certa altura, o argentino passou a alternar na titularidade com Defour, mas o belga só leva realizados 21 jogos, tal como Fernando, enquanto o também emprestado Guarín somou apenas 11, menos quatro do que Souza. Ou seja, Belluschi foi sempre um jogador útil e não consta que contribuísse para desestabilizar o balneário, ao contrário de outros.
O empréstimo de Belluschi não pode sequer ser justificado pela cláusula de opção que ficou estabelecida na sua cedência gratuita, porque o Génova só a exercerá se quiser. Mais do que isso, essa cláusula oscila entre os 3,5 e os 5 milhões, em função de o clube italiano se apurar ou não para as provas europeias. Guarín, que tem características distintas mas nunca teve o peso de Belluschi no FC Porto, foi emprestado até ao final da época por 1,5 milhões de euros. E, no final, se o Inter quiser ficar com ele, vai ter de pagar mais 13,5 milhões. Claro que Guarín tem apenas 25 anos, enquanto Belluschi já tem 28. Mas Lucho também já vai nos 31 anos e nem por isso o FC Porto teve de abdicar de receber dois milhões de euros que o Marselha ainda lhe devia para garantir o regresso do El Comandante...
Por outro lado, Belluschi e Lucho González são dois médios de qualidade e que seriam sempre compatíveis e até complementares no mesmo plantel. Salta à vista que o FC Porto só retiraria vantagens de poder contar com ambos. Pode, claro, questionar-se a questão orçamental, que estará na origem da redução do plantel para apenas 23 jogadores. Mas também não é fácil perceber como é que agora só há disponíveis cinco médios para o triângulo no meio-campo, enquanto para as duas vagas nas alas existem seis alternativas possíveis (James Rodriguez, Varela, Hulk, Iturbe, Cristian Rodriguez e Djalma).
As vantagens da contratação de Lucho são evidentes. O argentino, que esta época jogou a generalidade dos jogos do Marselha, é um jogador refinado tecnicamente e de uma rara lucidez, o que lhe dá vantagens até em termos de finalização. Mas nunca foi um jogador muito rotativo, valendo a pena recordar palavras de Jesualdo Ferreira ao jornal O Jogo: “Não é exactamente um jogador explosivo, o que pode tê-lo impedido de chegar a clubes ainda maiores. Mas a inteligência táctica e a facilidade de execução fazem com que valha uns 12 ou 13 golos por temporada”. Resta a dúvida até que ponto a idade já um pouco avançada não irá, no futuro, deixar ainda mais nu a sua principal limitação.
Para além da mais-valia que representa o seu futebol, as vantagens da sua contratação são também relevantes noutras vertentes. Dentro do campo, Lucho pode transformar-se na “extensão do treinador” a que se referia recentemente Jorge Jesus quando falou das qualidades de Aimar. E isso pode vir a ser muito importante numa equipa do FC Porto que, por vezes, parece desnorteada e sem comando no relvado.
Mas Lucho é também um jogador que se impõe pela sua personalidade tranquila e que não deixará de ser olhado com muito respeito num balneário que conhece bem. Não é crível sequer que saia prejudicado pelo facto de ter ultrapassado o tecto salarial e de ter ultrapassado Hulk e João Moutinho como jogadores mais bem pagos. Até porque já foi bem passada a mensagem de que abdicou de 108 mil euros líquidos por mês, passando a receber no FC Porto “apenas” 250 mil...
Lucho não é um líder destemido e agressivo na senda de outros que passaram pelo Dragão, como João Pinto ou até Pedro Emanuel, antes alguém que se impõe pela forma tranquila e esclarecida como reage e aborda as questões. É provável que acabe por contribuir para a resolução de conflitos no balneário, contribuindo assim para disfarçar as limitações de Vítor Pereira em termos de liderança e comunicação. Até por isso, faz todo o sentido que a Lucho seja devolvida a braçadeira de capitão...
Os melhores da primeira volta
Na continuação do balanço da primeira volta (em que destacámos Aimar e Pedro Martins, respectivamente como melhor jogador e melhor treinador), deixamos hoje aqui as nossas restantes escolhas, que ficaram de fora noutras alturas, por razões de espaço:
Melhor equipa (em 4x4x2) Artur; Maxi Pereira, Luisão, Garay e Álvaro Pereira; Javi Garcia, João Moutinho, Schaars e Aimar; Hulk e Babá.
Caso a opção passasse pelo 4x3x3, o beneficiado seria James Rodríguez. Gaitán seria o eleito se o desenho táctico fosse o 4x2x3x1. Entre Schaars e Witsel a dúvida foi enorme, sobrando a ideia de que o benfiquista vai acabar por se impor de forma indubitável.
Outro onze possível Helton; João Pereira, Ewerton (Braga), Onyenu e Insua; Rinaudo, Elias, Hugo Viana, Capel, Nolito e Cardozo.
Revelação Rodrigo, com menções honrosas para Hugo Vieira (Gil Vicente), Sami (Marítimo), Rúben Ferreira (defesa-esquerdo do Marítimo), Barrientos (Guimarães), Atsu (Rio Ave), Carrillo, Salvador Agra (Olhanense), Melgarejo (Paços de Ferreira) e Sissoko (Académica, entretanto transferido para o Wolfsburgo, da Alemanha).
Azarado Orlando (o capitão da Académica voltou a lesionar-se gravemente no dia em que regressava de uma paragem de mais de um ano, após uma cirurgia ao tendão de Aquiles).
Desilusões Capdevila, Enzo Pérez, Bojinov e Kléber.
Bruno Prata in "publico.pt"
FIM-DE-SEMANA EM CHEIO NO DRAGÃO CAIXA
ANDEBOL
FC Porto Vitalis-Sporting (sábado, 17h00, 18.ª jornada do Andebol 1)
Bilhetes disponíveis na Loja do Associado, na sexta-feira (9h00-19h00) e no sábado (10h00-13h00), e nas bilheteiras nascente (sábado, a partir das 10h00) e do Dragão Caixa (sábado, a partir das 15h00)
Preço: 4 euros (sócios) e 8 euros (público)
HÓQUEI EM PATINS
FC Porto Império Bonança-Benfica (domingo, 15h05, 14.ª jornada do campeonato nacional)
Bilhetes disponíveis na Loja do Associado, na sexta-feira (9h00-19h00) e no sábado (10h00-13h00), e nas bilheteiras nascente (sábado e domingo, 10h00-19h00) e do Dragão Caixa (sábado, 15h00-17h30, e domingo, a partir das 13h05)
Preço: 4 euros (a venda de ingressos será feita em regime de exclusividade a sócios e mediante a apresentação do respectivo cartão, sendo que cada pessoa pode adquirir dois bilhetes mediante a apresentação dos respectivos cartões)
BASQUETEBOL
FC Porto Ferpinta-Terceira Basket (domingo, 20h30, 15.ª jornada da Liga de basquetebol)
Bilhetes disponíveis na Loja do Associado, na sexta-feira (9h00-19h00) e no sábado (10h00-13h00), e nas bilheteiras nascente (sábado e domingo, 10h00-19h00) e do Dragão Caixa (sábado, 15h00-17h30, e domingo, 13h05-15h35 e a partir das 19h00)
Preço: 1 euro (sócios) e 2 euros (público)
in "fcp.pt"
"ESTAMOS FORTES E NO CAMINHO CERTO"
Como estão a olhar para este jogo, uma vez que o Terceira Basket não tem feito um campeonato muito positivo?
Olhamos os adversários todos como iguais e vamos entrar em campo da mesma forma. Encaramos todos os jogos com a mesma seriedade, seja o adversário teoricamente forte ou fraco.
Que tipo de dificuldades esperam?
O Terceira Basket tem um estilo de jogo que não é muito regrado, é muito livre. A nossa equipa, pelo contrário, tem muitas rotinas defensivas e é muito táctica. Vai ser uma espécie de quebra-cabeças, um jogo difícil.
Esta é uma fase relevante do campeonato. É importante chegar agora ao primeiro lugar?
Sim, queremos transmitir a mensagem de que estamos aqui para revalidar o nosso título. E o objectivo de acabarmos o campeonato em primeiro lugar, com uma única derrota [79-69, frente ao Benfica], é uma das melhores formas de demonstrarmos aos clubes que nos tentam derrubar que estamos fortes e no caminho certo.
Como define a evolução da equipa e a integração dos mais novos?
Estamos cada vez melhores. Temos uma equipa com muita experiência, mas mesmo os jogadores mais velhos já foram os mais novos da equipa, sabem jogar com isso e é dessa maneira que nos integram melhor. Aqui nenhum de nós se sente diferente, independentemente de ter mais ou menos tempo de jogo. Todos sabemos qual é o nosso papel e tudo se resume a ajudar a equipa da melhor forma. Os americanos estão entrosados, porque aqui temos um ambiente de trabalho bastante sério, mas amigável, o que lhes permite facilmente integrar-se.´~
in "fcp.pt"
Fernando Gomes volta a jogar
O bi-bota de ouro é o capitão do FC Porto, na Liga Fertiberia de futebol indoor.
Fernando Gomes, é uma das estrelas da história do FC Porto que está de regresso à competição. Gomes, Vítor Baía, João Pinto, Pedro Emanuel, Paulinho Santos, Rui Barros, Latapy e Capucho, são alguns dos nomes do emblema azul e branco que participam num torneio ibérico de antigos jogadores. Esta 6ª feira, o Porto defronta o Sp Gijón, às 21 horas no Pavilhão Dragão Caixa.
Fernando Gomes de 55 anos, sente "uma grande emoção pelos momentos vividos no clube e que serão recordados nesta competição. Estarão a representar o FC Porto, alguns dos jogadores que marcaram a história do clube. É importante numa altura em que a união, hoje e sempre é fundamental para alcançar o sucesso. E vamos jogar para ganhar porque esse é o espírito que aprendemos no FC Porto", referiu o ex jogador, numa entrevista a Bola Branca.
O FC Porto é o representante português no grupo da Liga Fertiberia que também inclui as equipas do Sporting de Gijón, Celta de Vigo, Deportivo da Corunha, Málaga e Sevilha.
O FC Porto é o representante português no grupo da Liga Fertiberia que também inclui as equipas do Sporting de Gijón, Celta de Vigo, Deportivo da Corunha, Málaga e Sevilha.
in "rr.pt"
F.C. Porto a cinco pontos do Benfica: «Não nos inibe»
Dragões vão «atrás do título», assegura Vitor Pereira
O pesadelo de Barcelos deixou o F.C. Porto a cinco pontos do líder Benfica. A renovação do título complicou-se, embora Vitor Pereira assegure que a equipa está decidida a afrontar as probabilidades.
«É óbvio que a derrota nos deixou mais longe, mas vamos atrás dessa distância. Não é uma distância que nos iniba ou retire confiança. Vamos atrás do título», disparou o treinador do F.C. Porto. «Essa derrota não estava dentro das nossas previsões. Não estivemos bem e tivemos uma conversa séria. Gostei da reacção do grupo, fizemos uma boa semana de trabalho.»
O trajecto entre o balneário e o autocarro da equipa, em Barcelos, ficou marcado pelos confrontos entre alguns adeptos e os jogadores do F.C. Porto. Só a intervenção do corpo de segurança impediu que Otamendi e Cristián Rodríguez chegassem a vias de facto com quem os insultava.
Sobre isto, Vitor Pereira nada sabe. «Não tenho conhecimento absolutamente nenhum. Não posso falar do que não conheço.»
Depois do 3-1 sofrido às mãos do Gil Vicente, surge o Vitória de Setúbal para a Taça da Liga. «Queremos rectificar o último resultado e exibição. Não é para o campeonato. Eles têm os seus objectivos, nós também, e espero que seja um bom jogo.»
«É óbvio que a derrota nos deixou mais longe, mas vamos atrás dessa distância. Não é uma distância que nos iniba ou retire confiança. Vamos atrás do título», disparou o treinador do F.C. Porto. «Essa derrota não estava dentro das nossas previsões. Não estivemos bem e tivemos uma conversa séria. Gostei da reacção do grupo, fizemos uma boa semana de trabalho.»
O trajecto entre o balneário e o autocarro da equipa, em Barcelos, ficou marcado pelos confrontos entre alguns adeptos e os jogadores do F.C. Porto. Só a intervenção do corpo de segurança impediu que Otamendi e Cristián Rodríguez chegassem a vias de facto com quem os insultava.
Sobre isto, Vitor Pereira nada sabe. «Não tenho conhecimento absolutamente nenhum. Não posso falar do que não conheço.»
Depois do 3-1 sofrido às mãos do Gil Vicente, surge o Vitória de Setúbal para a Taça da Liga. «Queremos rectificar o último resultado e exibição. Não é para o campeonato. Eles têm os seus objectivos, nós também, e espero que seja um bom jogo.»
Vitor Pereira: o caso-Iturbe e as saídas de Belluschi e Guarín
Técnico do F.C. Porto explicou ao jovem argentino os motivos que o afastaram da lista para a Liga Europa
A exclusão de Juan Iturbe da lista de eleitos para a Liga Europa levou o atleta ao desespero. Iturbe desabafou através de uma rede social e a sua saída chegou a ser um cenário real. Vitor Pereira não fugiu à questão e garantiu acreditar muito nas capacidades do mini-Messi.
«O Iturbe tem 18 anos e é natural que queira jogar sempre. Entendo o seu desabafo. Foi o desabafo de um jovem que está num período de adaptação, mesmo em termos sociais», sublinhou Vitor Pereira.
«Conversei com ele antes de tomar a decisão e conversei já depois disso. Ele pediu desculpa e agora só lhe temos de lhe transmitir confiança. O Iturbe tem muito talento.»
O pai do atleta, ao Maisfutebol, afinou pelo mesmo diapasão, assegurando que Juan Iturbe já entendeu a decisão e está, mais do que nunca, disposto a conquistar a confiança de Vitor Pereira.
«Guarín e Belluschi queriam jogar mais vezes»
Freddy Guarín partiu para o Inter de Milão, Fernando Belluschi para o Génova. Ambos por empréstimo e pelo mesmo motivo: «queriam jogar mais regularmente».
Vitor Pereira tem a certeza que a perda dos dois médios não enfraquece o grupo. «Surgiram duas situações que vinham ao encontro do interesse dos atletas e o clube achou que o plantel continuaria a ser equilibrado», resumiu o treinador do F.C. Porto.
«O Iturbe tem 18 anos e é natural que queira jogar sempre. Entendo o seu desabafo. Foi o desabafo de um jovem que está num período de adaptação, mesmo em termos sociais», sublinhou Vitor Pereira.
«Conversei com ele antes de tomar a decisão e conversei já depois disso. Ele pediu desculpa e agora só lhe temos de lhe transmitir confiança. O Iturbe tem muito talento.»
O pai do atleta, ao Maisfutebol, afinou pelo mesmo diapasão, assegurando que Juan Iturbe já entendeu a decisão e está, mais do que nunca, disposto a conquistar a confiança de Vitor Pereira.
«Guarín e Belluschi queriam jogar mais vezes»
Freddy Guarín partiu para o Inter de Milão, Fernando Belluschi para o Génova. Ambos por empréstimo e pelo mesmo motivo: «queriam jogar mais regularmente».
Vitor Pereira tem a certeza que a perda dos dois médios não enfraquece o grupo. «Surgiram duas situações que vinham ao encontro do interesse dos atletas e o clube achou que o plantel continuaria a ser equilibrado», resumiu o treinador do F.C. Porto.
Vítor Pereira: «Natural que Lucho ajude na gestão do balneário»
Treinador do FC Porto fala dos reforços
Vítor Pereira analisou os dois reforços que o FC Porto assegurou a fechar o mercado de transferências, Lucho González e Marc Janko. O técnico admite que o argentino, pela sua experiência e conhecimento do clube, «venha a ajudar na gestão do balneário».
«O Lucho pode dar qualidade e experiência. É isso que espero dele. Quanto ao Mark, desejo que dê sequência ao seu jogo característico. Tem feito muitos golos todas as épocas e espero que se adapte rapidamente. É um bom finalizador, junta-se ao Kléber e agora temos mais opções. Ficámos mais equilibrados», afirmou o técnico na antevisão do jogo de Taça da Liga com o V. Setúbal, a realizar-se neste domingo.
«O Lucho tem muitos anos de Porto e é natural que nos venha a ajudar na gestão do balneário», acrescentou, confirmando ainda que ambos estão disponíveis e podem entrar nas suas opções.
O elevado salário de Lucho Gonzalez também veio à baila. Em Marselha, o argentino auferia 400 mil euros por mês. No F.C. Porto, apesar de ter baixado bastante esse número, continuará a ser dos mais bem pagos.
Poderá isso criar algum sentimento negativo no balneário? Vitor Pereira reagiu da seguinte forma: «Não faço a mínima ideia quanto ganham os meus jogadores. Isso é uma questão que interessa à imprensa, a mim não.»
«O Lucho pode dar qualidade e experiência. É isso que espero dele. Quanto ao Mark, desejo que dê sequência ao seu jogo característico. Tem feito muitos golos todas as épocas e espero que se adapte rapidamente. É um bom finalizador, junta-se ao Kléber e agora temos mais opções. Ficámos mais equilibrados», afirmou o técnico na antevisão do jogo de Taça da Liga com o V. Setúbal, a realizar-se neste domingo.
«O Lucho tem muitos anos de Porto e é natural que nos venha a ajudar na gestão do balneário», acrescentou, confirmando ainda que ambos estão disponíveis e podem entrar nas suas opções.
O elevado salário de Lucho Gonzalez também veio à baila. Em Marselha, o argentino auferia 400 mil euros por mês. No F.C. Porto, apesar de ter baixado bastante esse número, continuará a ser dos mais bem pagos.
Poderá isso criar algum sentimento negativo no balneário? Vitor Pereira reagiu da seguinte forma: «Não faço a mínima ideia quanto ganham os meus jogadores. Isso é uma questão que interessa à imprensa, a mim não.»
in "maisfutebol.iol.pt"
Hulk passa a ser o capitão
GARANTIA DE VÍTOR PEREIRA
Vítor Pereira anunciou esta sexta-feira que a braçadeira de capitão vai passar a ser envergada por Hulk.
"Helton pediu para falar comigo no sentido de explicar, que de acordo com as novas regras é complicado intervir sendo guarda-redes. Achou que para bem da equipa era importante deixar a braçadeira de capitão. Falámos e a administração concordou com a opinião do Helton. A partir do próximo jogo passará o Hulk a ser capitão e os outros que se seguem", referiu.
No jogo com o Gil Vicente, a braçadeira de capitão foi entregue a Rolando.
in "record.pt"
Djalma à procura de recuperar o lugar
EXTREMO VOLTA A TEMPO DESTE JOGO
Djalma já deverá marcar presença no treino desta manhã, colocando-se assim à disposição de Vítor Pereira para o jogo frente ao Vitória de Setúbal. Há boas perspetivas relativamente à sua chamada para este encontro, mas é pouco provável que integre o onze.
Depois de praticamente um mês ao serviço da seleção angolana, Djalma terá de recuperar o lugar que perdeu quando partiu para a Taça das Nações Africanas.
in "record.pt"
O regresso faz-se com títulos
"Os únicos que não se divertem são os guarda-redes"
O único guarda-redes no grupo de 20 ex-dragões que hoje inicia a Liga Fertibéria fala de um pedestal quando confrontado com erros do passado: "Nos momentos mais importantes, nunca falhei."
Porque é que aceitou este desafio? Achou que ainda tinha poucos títulos?
Foi pelos quatro anos de contrato [risos]. Acima de tudo, pelo gosto que tenho pelo clube e pelas pessoas que fizeram parte da minha vida desportiva. É um privilégio voltar a jogar pelo FC Porto, mas espero divertir-me.
Continua a jogar?
Sim, entre amigos, mas abandonei a baliza por completo. Sou o pinheiro com que qualquer equipa sonharia, não me mexo para nada, mas estou lá na frente.
Porque é que abandonou a baliza?
Já lá passei muitos anos, é um ciclo que terminou. Quero divertir-me e até tenho uma boa média de golos. É raro o guarda-redes que não sonhe ser avançado, porque os conhecemos muito bem, sabemos como eles funcionam, como se movimentam... No campo, tento fazer aquilo que não gostava que me fizessem a mim.
Houve algum ponta-de-lança que fosse capaz de o surpreender?
O estudo era tão pormenorizado que era raro ser surpreendido. No início da carreira apanhei com o Van Basten, por exemplo.
Sendo dos mais novos da equipa, vai aproveitar para alijar responsabilidades?
Nestes jogos, assim como nos jogos de estrelas que tenho feito a nível internacional, os únicos que não se divertem são os guarda-redes, porque nós temos de nos atirar para o chão, o que é logo um problema, e se as bolas começam a entrar sobra sempre para nós. Se correr mal, é para mim que vão olhar.
Tendo tido uma carreira com tantos títulos, surpreende-o que se fale de momentos negativos? Pergunto-o por que ainda recentemente se recuperou, em Espanha, a história de alguns golos que sofreu no Barcelona...
Não acho que tenha tido uma experiência infeliz em Barcelona. Tive lesões, estava longe do meu país e da minha gente e aí sim tive os meus problemas. De qualquer forma, foi algo que me enriqueceu, não me limitei a jogar no Barça, fiz parte da sua história e ganhei cinco títulos.
Por isso mesmo, custa-lhe que se fale, por exemplo, dos 0-4 com o Dínamo de Kiev?
Nos momentos mais importantes da minha carreira, e eles têm a ver com finais e com decisões de títulos, posso afirmar que nunca falhei. Ninguém se lembra de erros meus que ditaram a perda de títulos, quando foi preciso marcar a diferença, não falhei. Dei "frangos", mas isso para mim...
Mas ainda lhe ligam muito de Espanha?
Sim, ainda esta semana me ligaram. Interessam-se por mim, querem saber o que faço, ouvir a minha opinião. Quando há um Real Madrid-Barcelona, o telefone não pára de tocar.
Como se posiciona face a um Real Madrid-Barcelona?
Respeito muito Barcelona, mas sei ser justo com quem me ajudou. Não escondo que acho que José Mourinho é o melhor treinador do mundo, que acho que Cristiano Ronaldo é o melhor jogador do mundo, e que espero que o Real Madrid seja campeão. Disse isto para uma rádio da Catalunha, mas assumo o que penso.
Que guarda-redes gosta de ver hoje?
O guarda-redes tem sempre de evoluir. Os melhores são Petr Cech, Casillas, Buffon, Júlio César... Não sei quem é o melhor.
Há dias saiu um ranking dos últimos 25 anos e o Vítor seria o 15º a nível internacional...
Na minha opinião, ninguém estaria acima de mim. Tinha uma confiança ilimitada nas minhas capacidades, sempre acreditei que era o melhor. Não sei que parâmetros foram tidos em conta. Se fosse pelos títulos, de certeza que estava bem mais acima no ranking mundial, estaria nos cinco primeiros, já que a nível nacional penso que não há dúvidas e digo que me sinto o melhor. Vivemos num país em que só se dá valor a título póstumo, aí sim é que o elogio é veemente e convicto. É uma cultura, gostava que ela mudasse, para se ser justo não é preciso ser a título póstumo. Só quando Damas e Bento faleceram é que disseram que eles eram os maiores de todos os tempos, acho que mereciam essa homenagem em vida. Lido bem com a cultura portuguesa, mas é uma constatação.
VÍTOR BAÍA
IDADE 42 anos
CARREIRA NO FC PORTO De 1988 a 1996 e de 1999 a 2007
NÚMEROS NO CAMPEONATO
445 jogos
TÍTULOS NO FC PORTO
1 Taça Intercontinental, 1 Liga dos Campeões, 1 Taça UEFA, 10 Campeonatos Nacionais, 5 Taças de Portugal, 9 Supertaças Nacionais
"Couto vai ter sucesso"
O Fernando Couto abraçou um projecto um pouco raro, aceitando ser treinador num campeonato indiano. Admite dar a cara por algo tão excêntrico?
Estou vocacionado para a direcção desportiva, mas não sei o dia de amanhã. De qualquer forma, o meu pensamento continua igual. O Fernando, tendo sido director-desportivo do Braga, tinha o sonho de ser treinador e é legítimo que siga aquilo que o preenche e lhe dá gozo. Estou convencido de que terá uma carreira extraordinária e de sucesso, tal como teve enquanto jogador.
Assume o desejo de ser director-desportivo
Licenciado em Gestão Desportiva, Vítor Baía nunca escondeu que deseja exercer um cargo na área da sua formação. Teve propostas, mas não se sentiu seduzido: "Recebi muitos convites para ser director-desportivo no estrangeiro, mas não eram os projectos que eu gostaria de abraçar." Baía é frontal nas metas que tem traçadas, ele que deu a cara por Fernando Gomes na corrida à FPF, mas que não espera retribuições: "Fui mandatário da candidatura de Fernando Gomes por amizade, não me foi prometido nada. Se acharem que posso ser útil e para um cargo que me preencha, estou disponível." Enquanto o convite não surge, tem o tempo preenchido. "Continuo dedicado à minha Fundação e isso exige a maior parte do meu tempo. É algo muito meritório e de que me orgulho", conclui.
Ninguém terá dúvidas em afirmar que a relação de Lucho com o FC Porto tem algo de especial e, aparentemente, este reencontro tem tudo para dar certo, mas também tem o seu quê de inédito, ou não fosse Lucho o primeiro estrangeiro a regressar depois de uma primeira passagem pelo clube. Pois é, nunca aconteceu na história do FC Porto, que conta apenas alguns episódios de regressos a casa de jogadores portugueses - detalhado no quadro em cima.
Vítor Baía terá sido o caso mais mediático e capaz de proporcionar alguns pontos de contacto com Lucho, até pelo facto de também ter prescindido de dinheiro para regressar ao FC Porto. Ontem, o antigo guarda-redes falou da contratação do argentino a O JOGO em tom naturalmente elogioso. "Fiquei muito feliz, porque o Lucho é uma pessoa extraordinária. Apesar de ter vindo de outra cultura e de outro país, soube absorver a cultura do FC Porto e ter um comportamento, entrega e dedicação acima do normal para quem vem de outra realidade", contou Vítor Baía, que não parou nos elogios ao internacional argentino. "Por isso é que faz a diferença, por isso é que é acarinhado e por isso é que as pessoas gostam dele. É um como nós e parece que nasceu neste clube. Por isso é que teve esta recepção e merece-a, porque é um extraordinário jogador e uma pessoa fantástica", reforçou.
A verdade é que Lucho é apenas o quarto jogador da história que regressa durante o mês de Janeiro, mas pode ser também o primeiro a não ser campeão nestas circunstâncias. Ou seja, Secretário, Vítor Baía e Sérgio Conceição também voltaram ao FC Porto durante a reabertura de mercado de Inverno e foram campeões logo no Verão seguinte. Lucho parte em desvantagem, mais precisamente com uma desvantagem de cinco pontos para o Benfica que, não sendo irrecuperável, torna a missão bem mais complicada. Mas há muito mais do que isso para contar. É que de todos os jogadores que regressaram, apenas um não conseguiu ser campeão na segunda passagem pelo FC Porto. Foi Domingos, que ganhou "apenas" uma Taça e uma Supertaça nos dois anos que se seguiram.
Regresso só pela certa
As excepções apenas confirmam a regra: o FC Porto não é um clube que privilegie o reencontro com o passado. Quem voltou fê-lo num cenário de firme convicção de que teria algo a acrescentar. Nuno parece desmentir a máxima, mas desempenhava um papel muito importante no balneário. Já Postiga acusou o peso de um negócio avultado, mas foi importante na conquista da Liga 2006/07. Sérgio Conceição permitiu a Mourinho gerir esforços antes de ganhar campeonato e Champions.
in "ojogo.pt"
Reforços disponíveis já para o jogo com o Setúbal
Só falta que os serviços da Federação Portuguesa de Futebol encaminhem os certificados internacionais de Janko e Lucho para a Liga Portuguesa de Futebol Profissional para que o processo de inscrição dos dois reforços do FC Porto permita a utilização de ambos já contra o Setúbal. Este último passo deverá verificar-se ainda esta manhã, pelo que Vítor Pereira poderá chamar Janko e Lucho para o encontro da Taça da Liga.
Este poderá ser mesmo o jogo ideal para ganhar tempo na adaptação, principalmente no que diz respeito a Janko, uma vez que, para Lucho, pouco ou nada deverá ser novidade nestas andanças, já que o argentino só esteve ausente do FC Porto cerca de duas épocas e meia. Para Janko, ainda que possa não jogar de início, esta poderá certamente ser uma oportunidade para jogar alguns minutos e começar a perceber como é que as outras peças do ataque se podem encaixar.
Mais altos, mais fortes e mais experientes
PEDRO MARQUES COSTALucho e Janko transformaram-se nos jogadores de campo mais velhos do actual plantel às ordens de Vítor Pereira. Os dois mais recentes reforços do FC Porto marcaram uma inversão na habitual política de contratações do clube, normalmente concentrada em jogadores jovens com potencial, e acrescentaram mais uns anos a um plantel ainda assim muito novo (média de 24 anos). Helton continua a ser o mais velho (33 anos), mas Lucho (31) e Janko (28) seguem logo a seguir na hierarquia, ainda que intercalados por Bracali (30), o segundo guarda-redes do plantel. No entanto, no que diz respeito a jogadores de campo Lucho e Janko são mesmo os mais velhos do FC Porto actual, mesmo contando com aqueles que saíram agora na reabertura de mercado e que tinham em Belluschi (28) o jogador com mais idade - o argentino ainda consegue ser uns meses mais novo do que Janko. Feitas as contas, e depois das mudanças que o plantel sofreu nos últimos dias, o grupo de trabalho ganhou experiência, mas também altura e peso, não fosse Marc Janko um gigante e Lucho um jogador igualmente alto.
Mas é na idade que se nota a maior diferença, sobretudo por sinalizar uma mudança relativamente ao passado mais recente do clube; por exemplo, durante o último Verão, Djalma (24 anos) foi o jogador de campo mais velho a chegar ao Dragão, seguido de Defour (23), Kléber (21), Alex Sandro (21), Mangala (20) e Iturbe (18), numa política de contratações que levou a um natural rejuvenescimento do plantel. Agora, os responsáveis portistas sentiram a necessidade de oferecer maior experiência à equipa, sendo essa opção ainda mais notória na contratação de Lucho, um jogador que já passou dos 30.
Tão novinhos que eles eram...
O FC Porto perdeu em Barcelos, mas fê-lo com uma equipa relativamente nova, com a média de idades a rondar os 24,5 anos. A verdade é que a experiência não se vê só pela idade e a prova disso é que os portistas acusaram, frente ao Gil Vicente, a ausência de duas das suas principais figuras, que até representam precisamente a média da equipa nessa partida: Fernando (24 anos) e Hulk (25).
Apesar disso, o exercício que se segue passa por imaginar o onze que Vítor Pereira apresentou em Barcelos já com os dois novos reforços incluídos, ou seja, com Lucho no lugar de Defour e Marc Janko em vez de Kléber. Resultado? A média de idade dispara mais de um ano e meio, para os 26. Sintomático.
E é precisamente isso que os responsáveis portistas querem oferecer à equipa com Lucho e Marc Janko: mais idade, mais experiência e mais equilíbrio colectivo, por forma a permitir a evolução natural da enorme quantidade de jovens jogadores que o plantel portista também possui. James, por exemplo, é um dos casos mais paradigmáticos, ele que aos 20 anos teve de assumir a responsabilidade de tentar carregar a equipa na ausência de Hulk. Correu bem com o Guimarães, falhou em Barcelos. Normal.
in "ojogo.pt"
Guarín agradecido a Villas-Boas
Na hora dos primeiros passos com as cores do Inter, Guarín não esquece o FC Porto, e obviamente que também não esquece o maior responsável pela dimensão futebolística que ganhou e lhe permitiu entrar no radar do clube de Milão para reforçar o plantel no mercado de Inverno. O colombiano elegeu André Villas-Boas como uma figura preponderante neste processo todo. "A minha chegada ainda é oficial há pouco tempo, ainda não consegui conversar com ele, mas não vou deixar de agradecer tudo o que o André Villas-Boas fez por mim", sublinhou o colombiano em declarações ao canal do emblema italiano.
Foi com o actual técnico do Chelsea que Guarín alcançou o momento mais alto na sua carreira, conquistando quatro títulos com a camisola do FC Porto, mas não foi só aí que o técnico parece ter marcado: "Ele é um grande treinador, mas é também uma grande pessoa".
Daqui em diante, o colombiano quer continuar na mesma curva ascendente: "Em três anos e meio no FC Porto venci nove troféus e estou convencido que vai continuar aqui".
in "ojogo.pt"
Janko: "Não vim para fazer turismo"
Janko está pronto para assumir o desafio que lhe coloca o FC Porto e aposta forte no sucesso com a camisola azul e branca. "Não vim para fazer turismo, mas sim para vencer", disparou em jeito de aviso ao jornal austríaco "Kurier". Em Portugal, o avançado descobriu uma espécie de mundo novo, mas que não o deslumbra ao ponto de esquecer as responsabilidades que implica jogar num clube com a grandeza dos campeões nacionais. "O FC Porto é completamente diferente de tudo o que tenho visto até agora e só me resta provar que não se enganaram ao contratar-me", frisou. "Nunca tinha vivido numa cidade à beira-mar e acho que um Inverno com 15 graus é algo a que vou conseguir sobreviver", comentou, com alguma ironia à mistura, numa alusão à adaptação ao novo contexto que veio encontrar.
Mais do que fazer esquecer um avançado como Falcao, Janko sabe que todos esperam dele uma resposta que Kléber ainda não conseguiu dar até ao momento. "As expectativas estão muito altas, mas é normal. Sinto que essa pressão é necessária num clube como o FC Porto, para se ganharem títulos", sustentou. Depois de ter recusado recentemente representar os alemães do Hoffenheim, o austríaco viu a sua vida mudar em pouco mais de uma semana: "Os contactos foram rápidos. O meu empresário soube que o FC Porto procurava um avançado com as minhas características dentro da área, fui contactado, porque sou aquilo que o clube procurava, e foi uma grande honra para mim assinar poucos dias depois."
Janko espera poder beneficiar da mesma quantidade "absurda" de bolas que fez de Falcao um goleador respeitado na Europa, pelo que sublinhou a importância que terá a filosofia ofensiva da equipa. Além disso, há Hulk na equação. "Não o vejo como um concorrente, porque joga numa posição diferente. Só espero estar à altura dos desafios que ele me colocar", apontou.
De outra galáxia
Impressionado é o mínimo que se pode dizer de Janko nestes primeiros dias de azul e branco. Para perceber diferenças em relação àquilo a que estava habituado, bastaram os exames médicos. "Debruçaram-se sobre cada um dos meus poros. Estão muito organizados e não deixam faltar nada aos jogadores", declarou.
in "ojogo.pt"
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
«Iturbe quer jogar e triunfar», diz empresário do argentino
Augusto Paraja pretende perceber junto dos responsáveis do FC Porto o porquê de Juan Iturbe ter sido novamente preterido por Vítor Pereira da lista de jogadores inscritos na Liga Europa.
«Ainda não falei com ele, mas fico triste por não ter sido inscrito. É um jogador de futebol que quer jogar e triunfar. Tenho que falar com Iturbe e com o clube para saber o que se passou», diz o representante do argentino, ouvido pela Renascença.
Recorde-se que o jogador publicou ontem uma mensagem no Twitter, manifestando a sua insatisfação com a decisão de Vítor Pereira.
«Estou cansado disto. A minha paciência está a esgotar-se», podia ler-se durante alguns minutos, uma vez que o desabafo depressa foi apagado.
in "abola.pt"
«Ainda não falei com ele, mas fico triste por não ter sido inscrito. É um jogador de futebol que quer jogar e triunfar. Tenho que falar com Iturbe e com o clube para saber o que se passou», diz o representante do argentino, ouvido pela Renascença.
Recorde-se que o jogador publicou ontem uma mensagem no Twitter, manifestando a sua insatisfação com a decisão de Vítor Pereira.
«Estou cansado disto. A minha paciência está a esgotar-se», podia ler-se durante alguns minutos, uma vez que o desabafo depressa foi apagado.
in "abola.pt"
Processo de inquérito a Kléber foi arquivado
INFORMOU O CONSELHIO DE DISCIPLINA DA FPF
O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) arquivou esta quinta-feira o processo de inquérito sobre as declarações de Kléber, jogador do FC Porto, após uma denúncia do Marítimo, num inquérito sobre a sua transferência.
Em comunicado, o CD recorda que o inquérito referido foi instaurado na sequência do chamado "Caso Kléber" (também já arquivado), em que a equipa do Funchal se queixou de comportamento irregular dos "dragões" no processo que levou o avançado brasileiro para o plantel portista.
O Marítimo quis então que a Liga averiguasse "do eventual relevo jurídico-disciplinar das declarações prestadas pelo jogador" no âmbito do processo maior, aquele que analisou a transferência.
O ponta-de-lança brasileiro transferiu-se, no início da presente época, do Marítimo para o FC Porto, tendo o seu passe sido adquirido ao Atlético Mineiro, clube brasileiro que havia emprestado o jogador à equipa funchalense nas anteriores duas épocas.
in "record.pt"
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