domingo, 13 de janeiro de 2013

Benfica-FC Porto, 2-2 (crónica)


Os dragões mostraram-se mais sólidos mas foi de Helton a defesa da noite, a valer um ponto.


Estes dois gigantes querem continuar juntos. E, no primeiro exame, foi o campeão a mostrar-se um pouco mais sólido. O suficiente para levar um ponto e não perder o contacto. Claro que Helton fez um milagre perto do fim, mas somando todos os minutos, a entrar, o remate de Cardozo seria algo injusto.


Aos 17 minutos, quatro golos, dois para cada lado. Que mais se poderia desejar? Erros individuais ¿ incrível o de Artur no 1-2 (e Helton já tinha tentado algo semelhante minutos antes) -, uma finalização magistral (monumental o golo de Matic), uma jogada de laboratório (Moutinho, Jackson e o desvio de Mangala) e um ato de coragem, protagonizado por Gaitán, no remate para a segunda igualdade. 



Depois do frenesim e tanta emoção deitada sobre o tapete. Nesses 20 minutos, com golpe e contra-golpe, gancho de direita contra direto de esquerda, estava a prova de que estavam em campo, de longe, as melhores equipas do futebol português.



A luta desigual de Matic



Quando não estava a deixar-se empatar, o FC Porto mostrou-se superior. Melhor com a bola nos pés, melhor a ocupar os espaços. Bem Defour, o substituto de James, a garantir superioridade a meio-campo, bem Jackson a receber e a entregar a bola, bem Lucho, também, a chamar a si a bola e a construção de jogo, obrigando Matic a querer estar em vários sítios ao mesmo tempo, face ao menor acerto de Pérez e Gaitán. 



Os primeiros 20 minutos colocaram as fragilidades de ambos os conjuntos mas também os seus méritos. O talento de Jackson, a objetividade de Salvio, o jogo aéreo de Mangala, a presença de Matic. A liderança de Lucho. Esteve tudo na Luz, não faltou quase nada. 



A equipa de Vítor Pereira entrou melhor na partida. Um fora de jogo a Defour (mal assinalado) dava o tom para uma primeira parte equilibrada, em que o visitante sempre mostrou mais controlo, emocional e tático, da partida. O primeiro golo, aos oito minutos, confirmava a tendência. Mal a defesa do Benfica, ao não conseguir perceber o engodo de Jackson e a deixar Mangala na cara de Artur. 



Mas se há coisa que o Benfica tem mostrado saber fazer esta temporada é reagir. Dois minutos depois de o francês ter enganado Artur, Melgarejo, Cardozo e Jardel, prepararam o golo da noite, assinado pelo pé esquerdo de Matic.



Que foi isso, Artur?



O ritmo era vertiginoso. Cinco minutos depois da explosão nas bancadas, Artur atrapalha-se com Jackson e perde a bola para o colombiano, fazendo a Luz voltar a deitar as mãos à cabeça com um guarda-redes. 



Só que, mais uma vez, o Benfica respondeu. A ala direita fez uma das suas combinações, com Salvio a ganhar a linha e a cruzar. Cardozo atrapalhou Helton, e a bola chegou a Gaitán, que colocou toda a sua fome de golos naquele remate. Novamente dois minutos depois, os encarnados igualavam.



Com o 2-2, a partida acalmou. Ataque aqui, ataque lá, mas a um ritmo mais controlado. O FC Porto sempre a dar a sensação de estar mais perto de qualquer coisa, como durante grande parte da segunda parte. Um parêntesis para aquela entrada de Mangala sobre Cardozo, que merecia o amarelo.



O milagre de Helton



A primeira alteração de Jesus para mudar o estado de coisas foi tirar Pérez de campo. Apagado e já com um amarelo, Martins parecia solução óbvia para garantir mais bola. O FC Porto mostrava-se mais rápido e mais inteligente a sair, mas faltava-lhe uma unidade rápida na frente para finalizar. Lucho ainda tentou com Jackson, mas sem grande sucesso.



O tempo também começava a pesar. Com o aproximar do minuto 90, o Benfica inclinou-se para a frente. E Cardozo teve a sua oportunidade, aos 77 minutos, isolado perante Helton. Daquelas que não se podem falhar. Helton foi demasiado grande.



Até ao fim, João Ferreira ainda perdoou o segundo amarelo a Matic (79) e o Benfica tentou prolongar o mais que pôde um último fôlego. Não chegou.

in "maisfutebol.iol.pt"

JUNIORES B SELAM PRIMEIRO LUGAR COM VITÓRIA FRENTE AO LEIXÕES


A equipa Sub17 do FC Porto concluiu, neste domingo, a primeira fase no Campeonato Nacional de Juniores B na primeira posição, selada com uma vitória, por 4-0, sobre o Leixões, em jogo da 18.ª jornada da competição disputado no Estádio Luís Filipe Menezes, no Olival, em Vila Nova de Gaia.

A equipa de José Guilherme atingiu o intervalo a vencer por 2-0 e teve em Sérgio Ribeiro e Ruben Macedo, com dois golos cada, os marcadores de serviço.

Com esta vitória, o FC Porto totalizou 51 pontos, juntando à condição de vencedor da Série B o melhor ataque (69 golos marcados) e a melhor defesa (sete golos sofridos).


JUNIORES C: RUI PEDRO BISOU EM VILA DO CONDE


Com uma vitória (4-0) em Vila do Conde, frente ao Rio Ave, a formação Sub15 do FC Porto fechou, neste domingo, a primeira fase do Campeonato Nacional de Juniores C no primeiro lugar, somando 47 pontos, mais 15 do que o Leixões, que foi segundo classificado.

No relvado sintético do Rio Ave, em jogo da 19.ª e última jornada da Série B, os golos dos Dragões, que saíram para o intervalo a ganhar por 2-0, foram apontados por Michael, Rui Pedro (2) e Marcelo.

James: «A alegria é que não pode faltar»


James Rodríguez recupera de uma rotura muscular na coxa direita e não vai alinhar, esta noite, no Estádio da Luz, no clássico entre Benfica e FC Porto.
«Estou a recuperar passo a passo! A alegria é que não pode faltar», disse o 10 na sua página pessoal do Twitter.
O colombiano continua o seu processo de recuperação e vai ficar afastado dos relvados nas próximas semanas.

in "zerozero.pt"

Benfica e F.C. Porto com atalhos diferentes para golo


Idênticos no rendimento (só quatro pontos perdidos para cada), próximos na eficácia goleadora (média de 2,7-0,6 para o Benfica, 2,3-0,5 para o F.C. Porto) os protagonistas do Clássico são muito diferente na forma como chegam ao golo. Um olhar para os números chega para prová-lo. E para lançar o jogo desta noite num marcado confronto de estilos, com um Benfica desequilibrador a partir dos flancos e com mais presença na área, frente a um F.C. Porto habituado a romper defesas pelo centro, e muitas vezes com recursos a atiradores de longa distância.

No Benfica, realce para o peso relativo dos esquerdinos: mais de metade dos golos do Benfica, 18 em 35 foram, marcados de pé esquerdo, com Cardozo a somar oito e Rodrigo, quatro. Em proporção, o F.C. Porto, que deixou de ter o fator Hulk, reparte os seus golos de forma mais equilibrada e usa mais a cabeça para chegar ao golo: as duas equipas somam sete tentos nas alturas, mas os portistas têm menos um jogo e um total menor. Jackson, com quatro cabeçadas certeiras, é o maior especialista neste particular.

Dragão vê melhor ao longe, águia tem mais largura

Diferença substancial entre as duas equipas é o recurso a atiradores de precisão. Só por uma vez o Benfica marcou em remates de fora da área (Lima, com a Académica) enquanto o F.C. Porto já soma oito golos dessa forma. Uma explicação óbvia: jogando habitualmente com dois homens na área, o Benfica aposta mais na aproximação, enquanto o F.C. Porto, com Jackson como referência solitária, no eixo, depende mais dos movimentos de chegada de Lucho e João Moutinho, e também das diagonais de James. Todos eles rematam com mais frequência de fora da área do que Salvio, Enzo Pérez, Matic ou Ola John.

E isto leva-nos a outra diferença fundamental, que passa pela origem dos golos: descontando os seis penaltis de Cardozo, o Benfica tem 21 golos conseguidos a partir dos flancos (onze à esquerda, dez à direita) e apenas oito nasceram pelo corredor central. No F.C. Porto, o fenómeno é inverso: descontando os dois penaltis, há 16 golos a partir do corredor central e só dez nasceram dos flancos (quatro à esquerda, seis à direira).

Efeito desse dado, o peso dos defesas laterais nos golos da equipa: Maxi, Melgarejo e Luisinho entram em dez dos golos do Benfica, enquanto Danilo, Miguel Lopes e Alex Sandro só estiveram envolvidos em quatro golos do F.C. Porto.

Última referência para o peso relativo das bolas paradas: como habitualmente, esse é um aspeto mais forte na equipa de Jorge Jesus, que marcou 14 golos dessa forma, contra apenas oito do F.C. Porto. Os penaltis explicam parte da diferença (seis para a águia, dois para o dragão), mas é de sublinhar a capacidade de adaptação dos encarnados. Sem Aimar para bater livres laterais, sem Javi García, e ainda sem Luisão na maior parte dos jogos, o Benfica aproveitou menos os livres indiretos e os cantos, mas é a melhor equipa da Liga a tirar partido de lançamentos laterais, como quatro golos em consequência desse tipo de lances.

Como marca o Benfica:

Bola Corrida:
21 (60%)

Bola parada:
14 (40%)

Pé: 27 (77%)
Pé esquerdo: 18
Pé direito: 9

Cabeça: 7 (20%)
Autogolo: 1 (3%)

Fora da área: 1

Zona de construção:
Esquerda: 11
Direita: 10
Meio: 8

Como marca o F.C. Porto

Bola Corrida:
20 (72%)

Bola parada:
8 (28%)

Pé: 21 (75%)
Pé esquerdo: 11 (39%)
Pé direito: 10 (36%)

Cabeça: 7 (25%)

Fora da área: 8 (28%)

Zona de construção
Esquerda: 4
Direira: 6
Meio: 16


in "maisfutebol.iol.pt"

Promessa de hegemonia naquela cabeça de Gomes (com o terceiro anel pintado de azul)


O maior goleador da história do FC Porto travou inúmeros duelos com a defesa benfiquista, nomeadamente com o malogrado guarda-redes Manuel Bento: marcou-lhe oito golos mas também viu Bento defender-lhe três pénalties, sempre com o resultado em 0-0. 

A lembrança mais positiva de Fernando Gomes nos clássicos é seguramente o Benfica-FC Porto (0-1) de 27 Janeiro de 1985, o jogo que catapultou os dragões de Artur Jorge para o primeiro título desde o «bis» de Pedroto (1978-1979) e abriu a passadeira para uma hegemonia que dura há mais de duas décadas. 

Com uma enorme mancha azul a colorir o terceiro anel (25 mil adeptos portistas acorreram ao estádio da Luz nessa tarde!), o Bibota marcou o único golo do jogo aos 70 minutos, correspondendo a um cruzamento do extremo direito Jaime Magalhães com um cabeceamento fulgurante ao primeiro poste. 

Um golo lindo. O estádio explodiu de azul e branco e Gomes, sorridente, ergueu os braços para o céu numa imagem icónica. Mal sabia ele que acabava de inaugurar uma nova era no futebol nacional. A era portista.


in "abola.pt"

Defour para todo o serviço


Steven Defour a afirmar-se como extremo, completando o trio ofensivo ao lado de Jackson e Varela. 

A entrada do belga neste novo universo não é particularmente nova, já frente a Nacional e V. Setúbal fora utilizado em posição tão peculiar, mas a verdade é que acontece pela primeira vez num jogo de tão grande importância.

Defour é uma espécie de 112 de Vítor Pereira e tem dado sempre boas respostas, a polivalência que exibe coloca-o na linha dos jogadores favoritos do treinador portista. 

Com Fernando ausente já se posicionou a trinco, quando faltaram Lucho ou João Moutinho colocou-se em zona mais ofensiva do meio campo, desta vez cabe-lhe render a figura cintilante de James no lado direito do ataque.


in "abola.pt"

Rui Barros: «Supertaça foi conquista de equipa consolidada» RECORDA FEITO DE 1988


Rui Barros, autor de um dos dois golos com que o FC Porto conquistou a Supertaça Europeia, há 25 anos, disse que "a confiança de uma equipa bem consolidada" foi o trunfo contra o Ajax. Quando se assinala um quarto de século da conquista, o antigo avançado recordou à agência Lusa momentos "inesquecíveis", começando pelo jogo de Amesterdão, a 24 de novembro de 1987, quando marcou logo aos cinco minutos.

Contratado ao Varzim no início da época 1987/88, Rui Barros teve uma estreia europeia fulgurante, com a conquista de dois títulos internacionais (Supertaça Europeia e Taça Intercontinental): "Foi um golo muito especial, até porque era o dia do meu aniversário (23 anos, à época)". "Fiz uma tabela com o Gomes, à entrada do meio-campo, ganhei terreno em velocidade, driblei o Menzo e, depois de me reequilibrar, fiz o golo", disse o agora detetor de talentos no clube "azul e branco".

Um tento que pesou, confessa, na sua contratação pela Juventus (Itália), logo na época seguinte, "tal como as exibições do FC Porto nas várias finais".

De memória, Rui Barros afirma que, apesar de entrarem em campo com o estatuto de campeões europeus, os portistas não se sentiam favoritos: "Sentíamos, sim, que tínhamos uma equipa bem consolidada, forte e uma confiança enorme". "Sabíamos que era um adversário com grande historial e que jogava muito bem. Mas entrámos com sentido de responsabilidade e lutámos por um título que tínhamos a esperança de ganhar", acrescentou.

Pessoalmente, sublinha, foi uma época extraordinária: "Na temporada anterior jogava no Varzim e nem imaginava, nos meus sonhos, que no ano seguinte estaria no FC Porto e a ganhar títulos internacionais". "Estar a jogar no mesmo campo e na mesma equipa que aqueles grandes jogadores foi extraordinário. Ajudaram-me muito. Eu era humilde perante aqueles que eram os meus ídolos", recordou.

No final dessa época, Rui Barros ingressou na Juventus, onde "havia algum respeito pelo futebol português, mas não muito, pois sentia-se uma distância enorme". "Sentiam-se um bocado superiores, diziam que o futebol português era uma enorme confusão, que as equipas não eram tão fortes", afirmou.

Segundo Rui Barros, "as conquistas do FC Porto mudaram um pouco" essa ideia e "o futebol português acabou por demonstrar que tinha bons jogadores para a Europa e para o Mundo, o que veio a acontecer". E, assegura, viu o próprio clube, ao qual regressou em 1994/95, depois da "Juve", Mónaco e Marselha, a ganhar um estatuto ímpar: "Basta ver nos sorteios das taças europeias, quando os treinadores das equipas revelam que não gostam que lhes calhe o FC Porto".

"Foi mudando desde então, porque temos conquistado consistência ao nível europeu. Nos últimos anos, somos o clube que ganhou mais títulos internacionais, mesmo comparando com o Real Madrid, Bayern Munique e Manchester United", concluiu.

António Sousa: «Tomislav Ivic teve muito mérito na conquista»

O antigo futebolista do FC Porto, António Sousa, revelou que o técnico croata Tomislav Ivic teve mérito naconquista da Supertaça Europeia, conquistada há 25 anos aos holandeses do Ajax. Completam-se, este domingo, 25 anos sobre a conquista da Supertaça Europeia pelo FC Porto, "selada" nas Antas com um golo de António Sousa, depois de Rui Barros ter anotado o único tento no triunfo na primeira mão em casa dos holandeses.

Com um potente remate, à entrada da área, após um mau alívio dos defesas holandeses, Sousa concluiu o trabalho que Rui Barros havia começado, cerca de mês e meio antes (na primeira mão, a 24 de novembro de 1987).

"Lembro-me como se fosse hoje. São momentos que não esquecemos nunca, por muitos anos que passem. Foi um golo importante e uma grande conquista".

Naquele dia - 13 de janeiro de 1988 -, e com a segunda vitória por 1-0 face à equipa orientada por Johan Cruyff, o FC Porto conquistou o terceiro título internacional no espaço de oito meses (já era campeão europeu e intercontinental), mas este último "teve muito mérito de Ivic".

"Era muito carismático e o tipo de treinador que explorava tudo o que tinha ao seu dispor", afirmou António Sousa à agência Lusa, recordando a época em que o croata passou pelas Antas: "Mudou ligeiramente a nossa forma de jogar. Com ele, jogávamos mais em contra-ataque, com o Rui Barros e o Madjer, sobretudo".

Com a memória "reforçada" pela experiência como técnico profissional, Sousa recordou: "Nos dois jogos contra o Ajax montou uma estratégia mais defensiva, povoando o meio-campo e tirando espaço ao adversário". "O Ajax era fortíssimo, das melhores equipas europeias. A qualidade do seu jogo era diferente de todas as outras. Era uma equipa que jogava, por exemplo, como joga hoje o Barcelona", sublinhou.

Para o antigo campeão portista, "Ivic leu bem o jogo do adversário e soube fazer ver a melhor estratégia para vencer". "Queríamos ganhar. Tínhamos plantel para, mesmo face às dificuldades que nos esperavam, conseguir mais uma vitória histórica, para nós e para o futebol português", afirmou.

O antigo campeão portista recorda que o jogo foi "encarado com optimismo, mas também com um grande grau de seriedade, apesar do espírito em alta pela excelente carreira". Tempos memoráveis, repetiu António Sousa: "Uma época fantástica de um grupo excelente, no qual se respirava muita união, amizade e um companheirismo enorme. Éramos como uma família".

"Esse espírito imposto e criado no FC Porto tem conseguido títulos importantes para o historial do clube, que tem tido uma ascensão constante, baseada em grandes vitórias", afirmou o antigo médio ofensivo.

Segundo Sousa, o seu antigo clube "é uma instituição onde se sente essa mística e onde, felizmente para quem lá passa, as pessoas se sentem em casa". " Irei recordar isso na vida inteira", concluiu.

in "record.pt"

Supertaça Europeia foi há 25 anos


Depois da vitória em Amesterdão, um golo de Sousa confirmou um título único para o futebol português.
A 13 de janeiro de 1988, o FC Porto completou a sequência de vitórias internacionais iniciada em Viena (maio de 1987) e prolongada em Tóquio (dezembro do mesmo ano). O jovem Rui Barros já havia dado vantagem aos dragões em Amesterdão, mas o Ajax de Cruyff, detentor da Taça das Taças, ainda tentou inverter a história nas Antas, já que a prova era na altura decidida a duas mãos. Contudo, Sousa, de livre, marcou o único golo de um jogo marcado pela assobiadela dos adeptos a Ivic quando o croata decidiu trocar, aos 68' e com 0-0 no marcador, o capitão Fernando Gomes por Jorge Plácido.


Foi há 25 anos que o FC Porto conquistou a única Supertaça Europeia do futebol nacional, facto que, analisado a esta distância, tem uma dimensão que não é espelhada pelos pouco mais de 30 mil espectadores que estiveram nas Antas, quase metade da assistência registada meses antes na derrota frente ao Real Madrid (1-2), para a Taça dos Campeões.



Já sem Madjer (vendido ao Valência depois de ter sido tentado por Cruyff para o Ajax), os portistas superiorizaram-se a uma equipa com vários jogadores que venceriam o Euro'88 meses depois e onde pontificavam Danny Blind, Rob Witschge, Aaron Winter, Dennis Bergkamp ou Bryan Roy. 

in "ojogo.pt"

24.11.1987 e 13.01.1988 (Supertaça Europeia) -... por blogdoblueboy

JUNIORES A: FREDERIC FEZ CINCO GOLOS NA VITÓRIA SOBRE O LEIXÕES


Frederic, autor de cinco dos sete golos com que o FC Porto goleou (7-0) o Leixões, distinguiu-se como a principal figura do encontro da 20.ª jornada da primeira fase do Campeonato Nacional de Juniores A, disputado este sábado no Estádio Luís Filipe Menezes, no Olival, em Vila Nova de Gaia.

Frederic apontou os três primeiros e os dois últimos golos dos Dragões, com Raul e Gonçalo a inscreverem também os seus nomes na lista de marcadores nos minutos iniciais da segunda parte.

A equipa orientada por Nuno Capucho, que atingiu o intervalo a vencer por 4-0, lidera a Zona Norte, com 53 pontos, seguido pelo Braga, com menos dez pontos.


in "fcp.pt"

GILBERTO MARCA SETE EM VITÓRIA TRANQUILA


O FC Porto Vitalis venceu este sábado o Avanca, por 33-24, em encontro da 17.ª jornada da primeira fase do Andebol 1, que regressou após a paragem de Natal e Ano Novo. Gilberto Duarte, com sete golos, e João Ferraz, que apontou seis e foi eleito o jogador mais valioso, destacaram-se num encontro em que a vitória portista nunca esteve em causa.

A superioridade dos Dragões face ao penúltimo classificado da prova era mais do que esperada e não foi por isso surpreendente que a equipa da casa dobrasse o número de golos do Avanca (12-6) aos 17 minutos. Ao intervalo, o marcador registava 19-12. A partida foi disputada a um ritmo morno e Ljubomir Obradovic pôde dar minutos a todos os jogadores, inclusive a Nuno Carvalhais e Belmiro Alves, das camadas jovens portistas. De resto, apenas estes dois jogadores e os dois guarda-redes não marcaram qualquer golo.

Na baliza, destaque-se a exibição do cubano Alfredo Quintana, que actuou durante toda a segunda parte e deteve 16 remates do Avanca, obtendo assim uma eficácia de 57 por cento. Hugo Rosário, Tiago Rocha e Yoel Morales, lesionados, não puderam dar o seu contributo ao FC Porto, que mantêm a liderança do Andebol 1, com 49 pontos, mais um do que o Benfica, segundo classificado. Na próxima jornada, o FC Porto recebe no Dragão Caixa o Águas Santas (sábado, 18h).

A equipa orientada por Ljubomir Obradovic alinhou e marcou da seguinte forma: Hugo Laurentino (g.r.), Gilberto Duarte (7), Wilson Davyes (2), Daymaro Salina (2), Elias Nogueira (1), Ricardo Moreira (6) e Pedro Spínola (4). Jogaram ainda Alfredo Quintana (g.r.), João Ferraz (6), Filipe Mota (3), João Ramos (1), Nuno Carvalhais, Belmiro Alves e Sérgio Rola (1).


in "fcp.pt"

sábado, 12 de janeiro de 2013

Benfica x FC Porto: O mesmo clássico com 'nuances'


A três dias de mais um clássico entre Benfica e FC Porto, o zerozero.pt “viajou no tempo” para traçar as semelhanças e as diferenças nas equipas que entraram em campo na Luz no dia 2 de março de 2012 e as escolhas previsíveis de Jorge Jesus e Vítor Pereira para o confronto escaldante do próximo domingo, também no reino da águia, na 14.ª jornada do Campeonato Nacional.
Do passado ao presente, uma constatação: do lado encarnado, as saídas e as circunstâncias forçadas pelas lesões de Pablo Aimar e Carlos Martins levaram Jorge Jesus a mudar o esquema tático do vice-campeão. Do 4x4x2 em losango, com a batuta de maestro entregue ao argentino ou ao português, o Benfica redefiniu-se dentro do mesmo esquema mas com o figurino tradicional. Nemanja Matic já fez esquecer Javi García na posição de «6» e Enzo Pérez transformou-se numa espécie de Witsel em zonas próximas do sérvio; Salvio chegou para dar profundidade e velocidade nas alas, onde Ola John ganhou destaque mas Nico Gaitán acordou a tempo de ser primeira escolha no clássico com os dragões.
Jesus deve mexer em seis posições
Hulk, Witsel e Emerson. Três nomes que já não constam no clássico deste domingo ©Catarina Morais
Comparativamente à derrota por 2x3 do dia 2 de março do ano passado, Jorge Jesus deve operar seis alterações no onze do Benfica. Emerson, Javi García e Axel Witsel já não moram na Luz e terão em Melgarejo, Matic e Enzo Pérez os substitutos diretos no próximo domingo. A estas três mudanças resultantes do mercado, Jesus deve mexer no eixo defensivo caso Luisão não recupere a tempo, com Jardel a figurar ao lado de Garay. Com Pablo Aimar longe da melhor forma e Nolito das primeiras opções, Salvio e Lima serão indiscutíveis no onze encarnado dentro do remodelado4x4x2 das águias.
O mesmo esquema portista, seis intérpretes diferentes
Curiosamente, do lado azul e branco perspetivam-se igualmente seis mudanças no onze titular em relação ao triunfo na Luz no início do ano passado. Já sem Álvaro Pereira, Djalma, Hulk e Marc Janko no plantel, Vítor Pereira parece agora ter opções de maior peso para moldar o «seu» 4x3x3. Alex Sandro será o lateral esquerdo, Varela e Jackson Martínez têm entrada direta na linha de ataque que, por estes dias, tem uma vaga em aberto em virtude da lesão de James Rodríguez; em princípio será ocupada por Steven Defour, embora nomes como Kelvin ou o próprio Marat Izmaylov estejam à disposição do técnico portista.
A estas quatro alterações, Vítor Pereira fará mais duas: Danilo, lateral direito indiscutível, ocupa a posição que foi de Maicon no jogo de 2012, enquanto o francês Mangala deve formar dupla com Otamendi no eixo da defesa portista; tudo isto porque Rolando há muito que não conta no Dragão e Maicon só agora regressa de lesão, sendo pouco provável que tenha entrada direta no onze em pleno clássico.

in "zerozero.pt"

Duelo intenso no Dragão termina com vitória portista

FC PORTO BATE OLIVEIRENSE POR 9-8


O FC Porto precisou de suar para vencer, este sábado, no Dragão Caixa, a formação da Oliveirense por 9-8, em jogo referente à 14.ª jornada do campeonato nacional.

A Oliveirense entrou a todo gás e rapidamente se colocou na frente do marcador. André Azevedo e Gonçalo Alves, este por duas vezes, colocaram a equipa de Oliveira de Azeméis a vencer por 3-0, mas os dragões empataram por intermédio de Tiago Losna, Ricardo Barreiros e Pedro Moreira.

A partir daqui foi um autêntico festival de golos, com os azuis e brancos a saírem para o intervalo a ganhar por... 7-5! Ricardo Barreiros, Tiago Losna e Pedro Moreira voltaram a fazer o gosto ao stick, enquanto Hélder Nunes estreava-se a marcar na partida. Para a Oliveirense, antes do descanso, marcaram Xico Silva e, mais uma vez, André Azevedo.

Na segunda parte, o FC Porto consolidou a vantagem e marcou por mais duas vezes. Ricardo Barreiros fez o terceiro da conta pessoal e Reinaldo Ventura marcou o 9.º dos dragões. Para a Oliveirense, Gonçalo Alves e André Azevedo chegaram ao hat-trick e Tó Silva apontou o 8.º golo para a equipa forasteira.

Com o triunfo, o FC Porto consolidou o 1.º lugar do campeonato, agora com 37 pontos, enquanto a Oliveirense segue em 4.º, com 29.

in "record.pt"

CINCO NOVIDADES NO FC PORTO B


As chamadas de Anderson, Belinha, Ivo, Quiño e Stefanovic, jogadores que falharam a última partida, são as principais notas de destaque dos convocados de Rui Gomes para o jogo do FC Porto B, com o Tondela.

O FC Porto B realizou na manhã desta sábado a última sessão de treino antes de amanhã receber, no estádio do Pedroso, às 16 horas, o Tondela, com todos os jogadores disponíveis, à excepção de Sebá e Tozé, chamados à equipa principal, e de M'Bola, ao serviço da selecção da Zâmbia.

Lista de convocados: Anderson, Belinha, David, Dellatorre, Diogo, Edu, Elói, Fábio Martins, Ivo, Michael, Mikel, Quiño, Pedro Moreira, Sérgio Oliveira, Stefanovic, Tiago Ferreira, Vion e Zé António.


in "fcp.pt"

Izmaylov convocado para a Luz


Russo estreia-se numa convocatória e logo para o Clássico com o Benfica


Marat Izmaylov foi convocado pelo treinador do FC Porto para o clássico com o Benfica.
O russo chegou ao dragão proveniente do Sporting ainda esta semana e depois dos elogios de Vítor Pereira o técnico resolveu mesmo chamá-lo para a Luz.

Sebá e Tozé mantêm-se nos eleitos, aos quais regressam Helton e Jackson Martinez, que tinham descansado frente ao Vitória de Setúbal, na Taça da Liga.

James Rodriguez e Kleber são dois dos principais ausentes da lista, uma vez que se encontram lesionados. 

Maicon é outra baixa importante. O central brasileiro não terá recuperado dos problemas físicos (tinha recuperado de uma entorse no tornozelo direito) e ficou fora das opções. 

O defesa fez 45 minutos na Taça da Liga, mas saiu ao intervalo, por precaução. Ainda assim, não estará nas melhores condições físicas para o duelo da Luz, o qual o brasileiro resolveu para os dragões, ao apontar o 3-2 final.

Rolando continua a não ser opção para Vítor Pereira e Quiñones ficou fora da lista.

Eis a lista: 

Guarda-redes: Helton e Fabiano
Defesas: Danilo, Mangala, Abdoulaye, Otamendi e Alex Sandro 
Médios: Lucho, Castro, João Moutinho, Izmaylov, Fernando, Defour e Tozé.
Avançados: Jackson, Varela, Kelvin e Sebá.

in "maisfutebol.iol.pt"

"GRAU DE DIFICULDADE ELEVADO" NA RECEPÇÃO À OLIVEIRENSE


Pedro Moreira classifica a recepção à Oliveirense (sábado, 16h30) como um encontro de "grau de dificuldade elevado". Na antevisão da 14.ª jornada do Campeonato nacional, o defesa/médio sublinha que a vitória do passado sábado no pavilhão do Benfica (6-4) já lá vai e elogia o próximo adversário, actual quarto classificado da prova, com os mesmos pontos do terceiro, o Valongo (29).

"Costumo dizer que o jogo mais difícil é o próximo. O resto já passou e o grau de dificuldade é muito elevado", afirmou o hoquista ao Porto Canal e www.fcporto.pt. No Dragão Caixa, a equipa treinada por Nuno Resende apresenta-se moralizada por uma vitória sobre o Candelária (7-5), na última jornada, mas o FC Porto Império Bonança está igualmente na mó de cima, após ter assumido a liderança no campeonato com o triunfo em Lisboa (34 pontos).

"A Oliveirense tem uma boa equipa, tanto em termos de guarda-redes como defesas e avançados. A equipa em si é muito homogénea, trabalhadora e sabe o que está a fazer dentro do campo. Cabe-nos fazer o nosso trabalho para ganhar o jogo", analisou.

Pedro Moreira reconheceu ainda que o FC Porto tem sido muito apoiado pelos adeptos: "É sempre bom termos a nossa casa cheia e faço o apelo para que venham em força ajudar a equipa. Estamos aqui para contribuir com o nosso empenho e dedicação para ganhar o jogo".


in "fcp.pt"

Invictus. E não é que Jesualdo apaga a Luz?

Nunca SLB e FCP estiveram invencíveis tão tarde na liga. O recorde é de 2007, à 12.ª jornada (Quaresma, 0-1)


Excluindo a primeira jornada, Benfica e FC Porto têm por hábito encontrar-se na 1.ª divisão na condição de invictos. Começa em 1934/35 (3.ª jornada) e desagua na época passada (6.ª). Pelo meio, há casos e casos. Ao todo, 16. O mais flagrante tem uma história por escrever. É o deste domingo, na Luz. Nunca os dois rivais jogaram entre si sem terem perdido um único jogo tão tarde no campeonato. Relembremos, estamos na 14.ª jornada, ao virar da esquina da segunda volta.
O anterior recorde é também do século XXI, em Dezembro de 2007. À chegada da 12.ª jornada, o FCP lidera com 29 pontos, resultantes de nove vitórias (oito seguidas) e dois empates (seguidos, por sinal, vs. Belenenses em casa e vs. Estrela na Reboleira). Em segundo lugar está o Benfica com 7-4-0 num total de 25 pontos. O Sporting, esse, dista dez pontos do líder.
Na Luz, o Benfica tem obrigatoriamente de ganhar para sonhar com o título de campeão que lhe foge desde 2005. O FC Porto treinado por Jesualdo Ferreira (olha quem) não presta a mínima atenção a esse pormenor e ganha 1-0 na Luz ao onze de José Antonio Camacho. O golo é de Quaresma, o jogador português do momento e também o mais bem pago da liga com ganhos no valor de 2,1 milhões de euros. Aos 42 minutos, o extremo pega na bola, galga terreno, finge que vai para a esquerda, corta para a direita (pobre David Luiz) e marca de trivela à saída de Quim. Simples, até parece um mustang.
Pormenor: o Benfica não perde em casa há mais de um ano (28 de Janeiro de 2006), qualquer coisa como 28 jogos para o campeonato (vs. Sporting, 3-1). Jesualdo está mais feliz do que nunca. “Fomos bravos, sobretudo porque ganhámos num campo onde o anfitrião não perdia há mais de um ano.” Já o espanhol Camacho torce o nariz à equipa. “Fomos menos espertos do que o FC Porto, perdemos tantas bolas a meio-campo na primeira parte...”
O curioso é que semanas antes Camacho dera uma entrevista a elogiar o comportamento de Quaresma, então cobiçado pelo Atlético Madrid. “Quaresma é melhor do que Cristiano Ronaldo. É infinitamente melhor e com mais qualidade. É impressionante. Quando o vi pela primeira vez, perguntei ao meu adjunto [Pepe Carcelén] se tinha visto o mesmo que eu? Fiquei impressionado, isso sim. Este Quaresma é capaz de fazer coisas deslumbrantes, fora do alcance da maioria. Ele e Ronaldo deslumbram, quiçá Cristiano esteja um degrau acima pelo que tem feito no Manchester United, mas repito que Quaresma tem uma qualidade infinita. Tem o mesmo tipo de explosão de Ronaldo e até de Miguel. Ou de Tiago do Lyon. Ou Simão do Atlético Madrid. Todos estão cada vez melhor.”
Excepção feita a este desabafo, numa época em que Ronaldo acabaria por se sagrar campeão inglês e europeu pelo Manchester United enquanto Quaresma assinaria pelo Inter, o FC Porto acaba a primeira volta com nove pontos de avanço sobre o Benfica (2.º) e 12 sobre o Sporting (3.º). Quando o clássico se joga no Dragão, resolvido com um bis de Lisandro López e já com Fernando Chalana no lugar do demissionário Camacho, o FCP continua à frente da classificação, seguido pelo Vitória de Guimarães, Sporting e Benfica. Três jornadas volvidas, o campeonato terminaria com FCP, Sporting, Vitória e Benfica, este último com tantas vitórias como empates (13).
in "ionline.pt"

João Ferreira nomeado para o Benfica-FC Porto


O Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol nomeou hoje o árbitro João Ferreira, de Setúbal, para dirigir o Benfica-FC Porto de domingo (20:15), da 14.ª jornada da Liga.
O nome de João Ferreira está relacionado com o caso “Túnel da Luz”, aquando do Benfica-FC Porto da época 2009/10, vitória "encarnada" por 1-0, pois era o quarto árbitro da equipa dirigida pelo também setubalense Lucílio Baptista.
João Ferreira foi um dos responsáveis pelo relato dos incidentes que deram origem aos castigos aplicados aos portistas Hulk e Sapunaru, jogadores que se envolveram em confronto com os seguranças privados do Benfica, junto ao balneário do FC Porto.
O testemunho de João Ferreira à então Comissão Disciplinar (CD) da Liga terá tido relevância no castigo imposto pelo órgão dirigido, na altura, por Ricardo Costa, que aplicou quatro e seis meses de suspensão a Hulk e Sapunaru, respetivamente.
Mais tarde, o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol reduziu para três e quatro jogos aquelas penas.

in "ionline.pt"

Labyad apontado ao FC Porto


Dias depois de Izmaylov ter trocado o Sporting pelo FC Porto, a imprensa holandesa escreve que Labyad pode fazer o mesmo percurso que o internacional russo.

Segundo o Algemeen Dagblad Wereld, os azuis e brancos poderão avançar com uma proposta pelo internacional marroquino que tem sido utilizado com pouca regularidade em Alvalade.

Labyad, que chegou ao Sporting proveniente do PSV, leva 15 jogos de leão ao peito, tendo disputado apenas 636 minutos, nos quais marcou um golo frente ao Videoton.


in "zerozero.pt"

Lucho só perdeu uma vez na Luz e foi sempre campeão


Para uns é el comandante, para outros o farol em campo, que independentemente dos resultados guia a equipa... normalmente a bom Porto. Isto porque nas cinco temporadas em que vestiu a camisola azul e branca (meia em 2011/12) foi sempre campeão. O que diz bem da sua influência, também das boas energias que transmite aos companheiros e que no futebol são tão apreciadas quanto preciosas. Mesmo na sua estreia na Luz, em 2005/06, o argentino perdeu por 1-0 - aliás, nessa época foi ainda derrotado no Dragão - e nem por isso deixou de conquistar o seu primeiro título. Depois disso, não mais perdeu na casa dos encarnados, ganhou mais três campeonatos de rajada [ver quadro] e outro no seu regresso.

Para reforçar a importância de Lucho no FC Porto, no campo e fora dele, basta dar o exemplo da temporada passada, quando a SAD portista rompeu com uns quantos princípios e preconceitos no respeitante a não contratar jogadores de idade avançada e foi recuperar Lucho aos franceses do Marselha: o médio argentino estreou-se na 18.ª jornada da Liga, frente ao UD Leiria, com a equipa portista a agoniar, em segundo lugar na tabela classificativa e com cinco pontos de atraso para o Benfica... mas acabou em primeiro. Com seis pontos de vantagem!

Outra vez segundo 
Nas cinco temporadas em que está no FC Porto, el comandante é ainda o melhor marcador da equipa nos clássicos da Luz, com um golo... em cada baliza. O que marcou na sua (2006/07) resultou num empate a uma bola, o que apontou na dos benfiquistas (2008/09), de grande penalidade, terminou igualmente com a divisão de pontos (1-1). Festejou a vitória em 2007/08 e na época passada, na 21.ª jornada (3-2), ronda em que os dragões arrepiaram decididamente caminho rumo à reconquista do título nacional. 


in "abola.pt"

"Vivi na Luz as maiores alegrias"


Hulk, reforço do Zenit no último verão, acredita que o FC Porto vai voltar a ser feliz na Luz.
Em exclusivo a O JOGO, o Incrível revela não duvidar que a sua antiga equipa vai voltar a fazer a festa na Luz. De viagem para o Dubai, onde o Zenit vai realizar um estágio, Hulk ainda mostra-se atento ao campeonato português e revela não estar surpreendido com o rendimento de Jackson Martínez. "Vi-o treinar", remata.

Nos últimos anos, o FC Porto tem-se dado bem no Estádio da Luz. Isso pode ter alguma influência neste jogo?

O FC Porto gosta de jogar em estádios difíceis, com adversários complicados. Por isso é que fazíamos sempre grandes jogos na Luz, até porque é o grande rival. Temos sido muito felizes lá e eu, pessoalmente, vivi lá das maiores alegrias enquanto jogador. O FC Porto vai entrar bem tranquilo e vai conseguir a vitória. 

Está surpreendido com a quantidade de golos que Jackson tem feito?

Se não tivesse jogado com ele, tinha de admitir que sim. Mas como ainda fiz três jogos e vários treinos ao lado dele no início da temporada, deu para perceber que ele tem grande qualidade e instinto de matador. Procura o golo, não fica à espera do golo. 

in "ojogo.pt"

Souza agradece a Pinto da Costa


Médio assinou pelo Grémio e agradeceu a Pinto da Costa a oportunidade que teve em representar "o melhor clube português".
Souza, que a partir desta sexta-feira reforça em definitivo os brasileiros do Grémio, agradeceu ao presidente dos azuis e brancos a oportunidade que teve para jogar no Dragão.

"Agradeço ao Presidente do Porto, Pinto da Costa e ao FC Porto pela oportunidade de vestir a camisa do Maior clube de Portugal ..", pode ler-se na página oficial do jogador, no Twitter.

Souza, médio defensivo de 23 anos, estava já no clube brasileiro, mas a título de empréstimo. 

Recorde-se que o FC Porto pediu inicialmente cerca de dez milhões de euros pelo passe do jogador e o Grémio ofereceu três milhões por metade do passe. O JOGO pode garantir que a transferência foi feita por um valor superior a três milhões.

in "ojogo.pt"