quinta-feira, 9 de setembro de 2010

E o favorito é... o FC Porto! - O DIÁRIO DO RAPID VIENA

Aproxima-se o arranque da fase de grupos da Liga Europa e pela Áustria medem-se as possibilidades do Rapid seguir em frente. O sítio oficial do primeiro adversário do FC Porto na internet analisou as três formações que vão medir forças e a portuguesa foi considerada... favorita.

“É um adversário temível e, possivelmente, o obstáculo mais complicado para superarmos o grupo”, lê-se no sítio do clube austríaco.

in "record.pt"

Hierarquia sob pressão



OTAMENDI E FUCILE AMEAÇAM TITULARES

Como se pode melhorar o que tem sido quase perfeito? É este o dilema para o qual Villas-Boas pode dar resposta já no encontro de sábado, frente ao Sp. Braga, no qual vai procurar manter o registo imaculado de 6 vitórias em 6 jogos oficiais. O técnico azul e branco já pode explorar todo o potencial do seu plantel depois de uma paragem para as seleções crucial no sentido de garantir a integração dos reforços que terão de dar um passo em frente nas próximas semanas.

A hierarquia da titularidade vai estar inevitavelmente sob pressão a partir do momento em que Nico Otamendi e Fucile começam a bater à porta do onze. No meio-campo e ataque dificilmente se processarão alterações. Já na defesa, apesar da solidez que tem sido patenteada, com apenas 2 golos sofridos, em casa, com o Genk, e sem Helton na baliza, a ordem de valores poderá sofrer um reajuste fruto de um confronto de qualidade individual que não pode ser ignorado.

Até agora, Maicon foi totalista do plantel, não falhando um único minuto dos 540 possíveis no que vai de temporada oficial. Porém, o FC Porto investiu 4 milhões em Otamendi, acreditando que o argentino, apesar da sua juventude, será o tal líder capaz de fazer esquecer Bruno Alves. Algo que o brasileiro ex-Nacional, apesar do empenho demonstrado, não conseguiu na totalidade, nomeadamente devido a uma exibição titubeante frente ao Genk.

O futebol é inclemente no que toca a decisões complicadas e Villas-Boas já demonstrou que é pouco dado a hesitações. Com um ciclo complicado à vista, dado que após o Sp. Braga segue-se de imediato a estreia na Liga Europa, o mais natural é que o técnico coloque desde já as cartas na mesa, enviando uma mensagem para o grupo perfeitamente clarificadora sobre em quem está disposto a depositar confiança no imediato.

Agora

Helton tem sido um bastião entre os postes e continua por superar nos jogos a doer, dado que foi Beto a encaixar os dois tentos perante os belgas. Rolando e Alvaro Pereira são outros totalistas que nem sequer admitem concorrência. Para Otamendi, é muito provável que o futuro comece já este semana, relegando Maicon para o banco e adaptando-se ao futebol europeu com o comboio em andamento. Resta o flanco direito onde a disputa é mais renhida, mas onde Fucile, após o desejo expresso de saída, volta a estar em condições de superar um Sapunaru que nem sequer tem trabalhado em pleno. O técnico vai ter a palavra.

in "record.pt"

Aloísio: Domingos tem a «experiência», Villas-Boas a «teoria»

Aloísio, lembra-se? O antigo defesa central do F.C. Porto, mais tarde adjunto de José Mourinho nas gloriosas campanhas europeias dos dragões, voltou ao Brasil há um par de anos, mas nem por isso perdeu o rasto ao futebol português. Com o auxílio da preciosa internet e de amigos que vivem «o dia-a-dia» dos dragões, o brasileiro vai-se mantendo informado sobre tudo o que se passa no clube que conquistou o seu coração, a ponto de ser, ainda hoje, o estrangeiro que mais vezes vestiu a camisola azul e branca.

Em fim-de-semana de F.C. Porto-Sp. Braga, o Maisfutebol conversou com o ex-jogador, ele que desempenhou as funções de adjunto nos dois clubes, reeditando no Minho uma dupla com Jorge Costa que fez sucesso a tapar os caminhos da baliza dos dragões.

«São sempre jogos complicados. O Sp. Braga é um adversário tradicional que o F.C. Porto conhece bem. Sempre foi complicado e neste momento mais ainda, porque tem uma grande equipa. Está moralizado, por estar na Champions e ter sido vice-campeão no ano passado. E tem um grande treinador, também», começa por dizer Aloísio.

O antigo central refere-se ao «amigo» Domingos, companheiro de tantas partidas de azul e branco pintadas, agora no banco arsenalista. Para ele, «tudo do melhor». «É um jovem mas já com muita experiência, que está a mostrar em Braga as capacidades que todos já lhe viam quando treinou a Académica e o U. Leiria», afirmou.

Do outro lado da barricada, outra cara conhecida. «Quando eu comecei como adjunto no F.C. Porto o André Villas-Boas trabalhava nas camadas jovens. De certa maneira foi uma surpresa vê-lo chegar ao comando da equipa. Eu conhecia o André desde o seu início de carreira, quando estava nos infantis e nos juvenis. O Mourinho fez dele observador e aí passamos a ter mais contacto, pois ele estava sempre connosco. O trabalho que ele fez na Académica já mostrou um pouco do que ele vale como treinador e agora teve essa grande oportunidade. Desejo-lhe toda a sorte», atirou.

«Domingos e Villas-Boas têm perfis idênticos»

No discurso as características que o distinguiam em campo: classe e serenidade, seja qual for o tema. Na hora de comparar os dois técnicos, como tantas vezes quando teve um avançado temível na cara, Aloísio não tremeu.

«O Domingos tem mais experiência. Começou mais cedo, tem um curriculum mais preenchido. A nível de capacidade penso que são bastante parecidos, até porque têm perfis idênticos. Têm a escola do F.C. Porto e isso nota-se na forma como jogam as suas equipas. O Domingos usa um futebol atractivo e moderno. O Villas-Boas tem a parte teórica a seu favor. Está a pôr em prática o que aprendeu ao longo dos anos com um grande treinador como é o Mourinho», explicou.

Domingos explorou em campo o mundo pelo qual Villas-Boas sempre foi apaixonado. E mesmo quando ninguém o imaginava, o agora técnico dos dragões não baixava os seus horizontes, como conta Aloísio: «Já quando estávamos os dois no F.C. Porto, o André comentava connosco que no futuro queria ser ele a treinar uma equipa. O tempo que trabalhou como observador deu-lhe uma grande experiência, mas ele sempre mostrou ter grandes capacidades e foi numa boa altura para o F.C. Porto. É um treinador muito novo e sem grande experiência, mas acredito que vai dar certo.»

Aloísio: o amigo Jorge Costa e os conselhos a Walter

Em 2007, Aloísio separou-se de Jorge Costa, com quem estava a trabalhar no Sp. Braga, despediu-se do companheiro de tantas conquistas e regressou ao Brasil, para estar «perto da família». Para trás ficaram 17 anos em Portugal, quase sempre de dragão ao peito. Passou pelo banco do Caxias e é hoje director desportivo do Porto Alegre Futebol Clube. Foi lá que o Maisfutebol o descobriu e o convidou para uma conversa. Com a elegância que sempre mostrou em campo, Aloísio abriu-nos as portas.

«É uma função diferente de tudo o que fiz até hoje. Estive sempre no campo, estou nesta função há um ano. Tenho gostado, mas como é óbvio não perdi a ideia de voltar a treinar, porque no campo é onde me sinto melhor», esclarece.

O destino, esse, deseja que volte a ser Portugal, tal como há vinte anos, quando deixou o Barcelona para ingressar nos dragões de Artur Jorge. «Estive aí em Maio, no jogo do Sérgio Conceição e falei com algumas pessoas. O meu objectivo é mesmo voltar, agora tenho de esperar um convite, até porque poder treinar uma equipa em Portugal seria óptimo. Na verdade, é o meu desejo», confessa o antigo patrão da defesa portista.

Ao seu lado alinharam centrais de topo, como Paulo Pereira, José Carlos, Fernando Couto ou Jorge Costa. Este é um amigo que ficou para sempre e que ainda hoje não esquece, também pela parceria no banco que vivenciaram em Braga, na temporada 2006/07. E que tal os dois no F.C. Porto? «Seria óptimo. Já disse que gostava de voltar a Portugal e seria um grande prazer voltar a trabalhar com ele. Então no F.C. Porto...Ele está a aproveitar o mesmo espaço que o Domingos e o André Villas-Boas tiveram na Académica e penso que tem condições para fazer um trabalho ainda melhor este ano», refere.

Os amigos que perdoem: Aloísio é 100 por cento dragão

17 anos é tempo mais que suficiente para construir amizades e Aloísio, logicamente, não esquece as que deixou em Portugal. Até na hora de vaticinar um favorito para o título, o brasileiro lembra aos amigos que o coração tem leis e há que respeitar.

«Eu sou portista e, como é óbvio, torço para que o F.C. Porto seja campeão. O Sp. Braga é um dos candidatos e está lá o Domingos. E há o Jorge [Costa] na Académica...Bem, desejo-lhes toda a sorte, mas o F.C. Porto será sempre a minha equipa e é um forte candidato até pelo seu histórico», resume.

Um curriculum que Aloísio também ajudou a preencher quando participou no maior feito interno da equipa: a conquista do penta-campeonato. «Tínhamos um grande plantel. Fizemos com que o F.C. Porto fosse forte naqueles anos e conquistar o «penta» foi muito importante para o clube. Tínhamos o Jardel na sua melhor fase e com a ajuda de outros jogadores conseguiu deixar o seu nome no clube. Bateu todos os recordes e foi muito importante na conquista daqueles campeonatos.»

Para Walter vingar vai depender...do Walter

A trabalhar em Porto Alegre, Aloísio tinha vista privilegiada para um dos reforços do F.C. Porto, o avançado Walter. O, agora, director desportivo lembra que os dragões não eram os únicos a querer o «Bigorna» e explica porquê: «É um jovem com um grande potencial, mas é um jogador que tem de ser trabalhado em vários aspectos. Tenho a certeza que se vai impor. Condições de trabalho ele tem, porque as condições que o F.C. Porto dá são excepcionais. Vai depender mais do Walter do que outra coisa.»

Pedro Proença no FC Porto-Sp.Braga



O lisboeta Pedro Proença foi designado para dirigir, no sábado, o encontro entre FC Porto-Sporting de Braga, primeiro e segundo classificados do campeonato, respectivamente, anunciou esta quarta-feira a Liga Portuguesa de Futebol Profissional.

in "sapo.desporto.pt"

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

F.C. Porto: Varela e James começaram a treinar com o grupo

Boas notícias para André Villas-Boas, na preparação para o embate com o Sp. Braga. Silvestre Varela e James Rodriguez começaram a treinar com o grupo, pelo que foi possível observar nos primeiros minutos da sessão desta quarta-feira. O F.C. Porto recebe os arsenalistas no sábado, no Estádio do Dragão.

Varela apresentou uma lesão de sobrecarga, após o duelo com o Rio Ave, falhando a dupla jornada da selecção portuguesa. James Rodriguez procura recuperar de uma entorse no tornozelo esquerdo. Até agora, os dois jogadores limitavam-se a treino condicionado, separados do planel. Esta tarde, deram um passo em frente no processo de recuperação.

Sapunaru também treina sem limitações visíveis e deverá estar apto para a recepção aos arsenalistas. Desta forma, Guarín e Mariano González continuam a ser os principais clientes do departamento médico do F.C. Porto.

André Villas-Boas contou com o regresso dos internacionais que representaram as respectivas selecções: Beto, Rolando e João Moutinho (Portugal AA), Castro e Ukra (Portugal sub-21), Hulk (Brasil). Falcao, que vestiu a camisola da Colômbia, foi o único a não ser visto no treino desta tarde.

Elói Silva, guarda-redes de 17 anos, foi chamado aos trabalhos do plantel principal.

in "Maisfutebol.iol.pt"

Souza e a luta no meio-campo: «Assim crescemos muito»


Souza foi um dos reforços do F.C. Porto para a temporada 2010/11 mais desconhecidos do grande público. O médio que os dragões descobriram no Vasco da Gama, do Brasil, chegou discreto mas foi ganhando confiança a ponto de ser, quase sempre, uma das primeiras soluções de André Villas-Boas quando quer mexer com o jogo.

Apesar da regularidade apresentada, Souza garante que não vive obcecado com a titularidade. Aliás, durante a conversa com os jornalistas nesta quarta-feira, o brasileiro até estranhou a pergunta sobre uma eventual entrada no onze. «Foi titular que você disse?», questionou, antes da resposta propriamente dita.

«É como eu digo, estou sempre preparado para entrar. Estas semanas sem competição acabaram por ser boas semanas de treino, deu para dar um pouco mais de gás. Quando há um jogo atrás do outro fica difícil treinar, agora tivemos mais recuperação. Esta semana foi muito boa para treino. Quem entrar vai cumprir com as obrigações e vamos sair vitoriosos», afirmou.

Apenas João Moutinho, de entre os reforços, tem sido mais utilizado por Villas-Boas neste início de temporada. Souza acha que é uma fase, apenas: «Isso é a opção o treinador. No momento está a optar mais por mim e pelo Moutinho, mas isso vai rodando. Daqui a pouco pode ser o Walter ou o James. O que interessa é que estejamos todos preparados para ajudar quando formos utilizados.»

O F.C. Porto possui várias opções para a linha média e a luta por um lugar nos três que Villas-Boas habitualmente utiliza tem sido feroz. Nada que o médio não estivesse à espera, ainda por cima «num grande clube» como o F.C. Porto.

«Vai existir sempre concorrência. É bom para o clube e bom para nós que crescemos muito. Está a haver uma boa competição entre nós, uma competição saudável. Graças a Deus tenho ganho o meu espaço no clube e na equipa», resumiu.

O F.C. Porto-Sp. Braga é o primeiro jogo grande da Liga 2010/11. A formação arsenalista continua a justificar o estatuto, surgindo no Estádio do Dragão como segundo classificado do campeonato. A equipa de André Villas-Boas, por seu turno, lidera a competição.


Souza chegou este ano a Portugal mas já está a par da realidade do Sp. Braga. O médio brasileiro fala da recepção a «um clube grande», apostando uma vitória para cavar um fosso de cinco pontos para a formação arsenalista.

«Só temos dois pontos de vantagem. Se vencermos, ficamos com cinco e isso seria muito bom. Mas é muito cedo para falar em arranque para o título. Moralmente, seria muito bom. Qualquer vitória já é boa, ainda para mais frente a um clube grande como o Sp. Braga. Abrindo uma diferença de cinco pontos, melhor ainda», considera o jogador.

Contratado ao Vasco da Gama neste defeso, Souza tem provado ser uma alternativa válida para o sector intermediário dos dragões. O jogador brasileiro foi confrontado com a gorda vitória do F.C. Porto na recepção ao Sp. Braga (5-1), na época passada. Seria bom repetir, admite, mas qualquer resultado que redunde no triunfo azul e branco já encantará os líderes.

«Fiquei a saber esse resultado, ficou cinco, não é? Claro que cada ano é um ano, mas vamos tentar tudo para conseguir a vitória, independentemente dos números. Seria bom repetir esse resultado, mas nem que seja por 1-0, será bom. Queremos é sair do jogo com os três pontos», garantiu.

Souza enaltece o valor do adversário, embora acredite que este não será o jogo mais complicado do F.C. Porto até ao momento: «Mais difícil? Não. Vai ser tão difícil como contra o Benfica ou o Genk. Temos de estar preparados para este jogo difícil. É uma equipa muito qualificada, tem ganho bons jogos. Fez quatro golos em Sevilha, o que é muito difícil, tem-se mostrado qualificada e creio que vai ser um grande jogo.»

«No Sp. Braga, destaco a união que eles têm tido, a garra e a força que mostraram ao se qualificarem para a Liga dos Campeões. Eles sabem a qualidade que têm e nós também sabemos», concluiu o médio.


in "maisfutebol.iol.pt"

Um Senhor !!!!

1994: quando Robson juntou Mourinho, Villas-Boas e Domingos

O F.C. Porto-Sp. Braga, o primeiro jogo grande da Liga 2010/11, permitirá o reencontro entre André Villas-Boas e Domingos Paciência. Dois treinadores com um passado em comum, iniciado na casa do Dragão. Na história partilhada, destaca-se o ano de 1994, quando Bobby Robson chegou à Invicta.

Sir Bobby Robson, falecido há pouco mais de um ano, logrou juntar três homens que marcam o presente do futebol português. José Mourinho viajou com o treinador inglês, do Sporting para o F.C. Porto. Na Invicta, encontrou Domingos como ponta-de-lança e Villas-Boas como vizinho sedento de oportunidades.

No próximo sábado, no Estádio do Dragão, a marca do «Gentleman» sorridente e bem-disposto estará bem vincada. O F.C. Porto de André Villas-Boas, nesta altura líder e participante da Liga Europa, recebe o melhor Sp. Braga de sempre, orientado por Domingos Paciência e dividido entre duas frentes, uma delas a inusitada fase de grupos da Liga dos Campeões.

Quarteto de luxo até 1997

Villas-Boas, primeiro como mero adepto, habituou-se a vibrar com os golos de Domingos. Então jogador, o actual técnico arsenalista viu Robson chegar ao banco do F.C. Porto, com um prodígio chamado José Mourinho. Pouco depois, começaria a cruzar-se com André Villas-Boas, vizinho que convenceu o inglês a dar-lhe uma oportunidade no clube portista.

O quarteto de luxo manteria o contacto regular até 1997. Três anos de ensinamentos comuns, de crescimento sob a orientação inimitável de Bobby Robson. Quando o treinador partiu para Barcelona como bicampeão, Mourinho foi com ele. Domingos seguiu para o Tenerife e Villas-Boas ficou nas camadas jovens do F.C. Porto, onde acabava de conquistar o título nacional de juvenis, como adjunto de Ilídio Vale.

O reencontro antes de Mourinho

Domingos Paciência ficou dois anos nas Canárias, enquanto André Villas-Boas dividia o seu tempo entre a formação do F.C. Porto e os indispensáveis cursos de treinador. Em 2001, o actual técnico do Sp. Braga pendura as chuteiras e o timoneiro dos dragões regressa de uma experiência exótica nas Ilhas Virgens Britânicas. Mourinho, agora a solo, chega à Invicta para iniciar um período dourado dos dragões.

José Mourinho reencontra Villas-Boas e aproveita o seu potencial como observador de adversários. Domingos dá os primeiros passos como treinador nas camadas jovens do F.C. Porto, até chegar ao banco da equipa B (2004/05), logo após a partida desta dupla para o Chelsea.

Universidade do futebol em Coimbra

O Estádio do Dragão vai receber dois homens da casa, embora Paciência tenha dado passos por conta própria e esteja disposto a colocar sentimentos de lado. Foi hipótese para a sucessão a Jesualdo Ferreira, mas o vínculo ao Sp. Braga fez Pinto da Costa avançar com determinação para André Villas-Boas.

Sete meses após assumir o primeiro cargo como treinador principal, na Académica, Villas-Boas recebia o convite para orientar o clube do seu coração. Para trás, ficara a parceria com Mourinho, no F.C. Porto, Chelsea e Inter. Um dos principais adversários seria Domingos, outro técnico que passou pela Universidade de futebol em Coimbra, antes de chegar a um emblema que se fez grande.

in "maisfutebol.iol.pt"

Falcão titular na derrota frente ao México

O avançado do FC Porto, Falcão, foi titular na derrota da Colômbia frente ao México, em jogo particular disputado no Estádio Universitário de Monterrey. Um golo de Elias Hernández, aos 89 minutos, chegou para os aztecas fazerem a festa.

in "record.pt"

Cinquentenário de Falcao


O Braga vai apadrinhar o jogo 50 de Falcao com a camisola do FC Porto, em todas as competições. Quase 13 meses depois de se ter estreado - em Paços de Ferreira - com a enorme responsabilidade de substituir Lisandro no ataque dos azuis e brancos, Falcao não só fez esquecer o argentino como se tornou no melhor estreante de sempre do clube, atendendo aos golos marcados no início: apontou oito golos nos primeiros nove jogos pelo FC Porto.

A partida com o Braga será, por isso, especial para Falcao, surgindo na semana em que voltou à selecção da Colômbia. Tudo elementos motivacionais para o avançado de quem os adeptos esperam golos para repetir o triunfo alcançado na época passada diante do Braga. Nesse jogo, Falcao fez dois dos cinco golos com que os portistas golearam os minhotos que, nessa 20ª jornada, perderam a liderança do campeonato para o Benfica.

Desde que chegou a Portugal, Falcao falhou apenas oito jogos oficiais do FC Porto e dos 49 em que foi utilizado só em cinco ocasiões não foi titular. Dito de outra forma, o colombiano participou em 84,4 por cento dos compromissos, tendo o pleno na presente temporada. No ano passado, falhou a Supertaça porque ainda não estava inscrito, foi poupado em dois jogos da Taça de Portugal e três da Taça da Liga e ficou de fora duas vezes no campeonato: uma por opção de Jesualdo Ferreira e outra por castigo.

Nestes 49 jogos, Falcao marcou 38 golos, o que dá uma fantástica média de quase um por partida. Nos últimos cinco jogos em que participou na época passada - falhou a 29ª jornada por castigo - marcou sempre, naquela que é a sua melhor série.

Falcao já marcou de todas as maneiras e feitios: de cabeça, com o pé direito, com o esquerdo, de calcanhar e de pontapé de bicicleta. O que lhe falta, afinal? Duas coisas: facturar na Taça da Liga e fazer um hat trick. Já bisou nove vezes, mas nunca conseguiu fazer três golos no mesmo jogo.

Estreou-se a marcar com o Paços e fez do Benfica a última vítima

Falcao começou cedo a fazer esquecer Lisandro, iniciando a sua carreira de "goleador em série", em Portugal, com um golo ao Paços de Ferreira, na estreia, no campeonato. Na Champions abriu a sua contagem pessoal com um golo à Madjer e elegeu, mais tarde, o golo de bicicleta ao Marítimo como o seu golo mais bonito. Na Supertaça, o Benfica também passou a fazer parte do seu quadro de adversários abatidos.

COMENTARIO

Falcao unânime


Por: JORGE MAIA

Se o leitor fizer o favor de espreitar o quadro que publicamos na página aqui ao lado verá que, de acordo com o Termómetro O JOGO/Eurosondagem, a maioria dos portugueses considera Falcao o melhor jogador do campeonato até ao momento, à frente de jogadores da qualidade de Fábio Coentrão, Hulk ou David Luiz. De resto, o colombiano acumula essa distinção com outra: a de ser considerado o mais provável vencedor do título de melhor marcador da prova, com vantagem sobre Cardozo e Liedson. Resultados significativos, mais ainda se sublinharmos que, dos mais de mil entrevistados, 39 por cento confessaram ser adeptos do Benfica, 29 por cento do Sporting e apenas 19 por cento do FC Porto. A prova, afinal, de que a qualidade de Falcao resiste à cegueira histérica induzida pelas preferências clubísticas de cada um. Percebe-se porquê. Pela personalidade do colombiano, avesso a polémicas. Pela sua generosidade e espírito de sacrifício em campo, que alguns adversários exploram literalmente até ao tutano dos ossos. Mas também pelo instinto goleador. Afinal, como dizia alguém, numa adaptação livre de uma frase feita, Deus perdoa, Falcao não.


in "ojogo.pt"

Hulk a facturar com Walter a ver

Tem sido assim desde o início da época: Hulk a marcar golos uns atrás dos outros e a cotar-se como um avançado decisivo na equipa. No extremo oposto, Walter ainda mal saiu do banco para mostrar argumentos convincentes que possam transformá-lo numa alternativa credível a Falcao. Ainda com o Bigorna à procura do seu melhor, fisicamente, André Villas-Boas tem "caçado" com Hulk e não se tem saído mal, porque o internacional brasileiro festejou seis golos em 360 minutos equivalentes aos quatro jogos realizados com a camisola azul e branca. Mas este grande momento de forma de Hulk, neste início de época, tem sido de tal modo relevante e decisivo, que já não são poucos os que levantam interrogações em redor de um FC Porto a lutar pelo título com o Benfica na temporada passada, mas com o Incrível a tempo inteiro.

Dito isto, André Villas-Boas tem um problema, porque Walter foi contratado para "fazer de Falcao", se necessário, mas ainda não tem condições para isso. O Bigorna só esteve oito minutos em campo, em Genk, e vem treinando para recuperar os índices físicos ideais que lhe permitam ter condições para disputar o lugar e provocar algumas dores de cabeça ao técnico. A paragem do campeonato só o veio beneficiar, mas enquanto não mostrar argumentos, Hulk será o único em quem Villas-Boas pode contar para fazer o lugar, em caso de necessidade, porque a outra alternativa pensada para o lugar (Kléber) acabou com a transferência adiada até uma altura mais oportuna. Enquanto isso, Hulk arrisca-se a ser pau para toda a colher

in "ojogo.pt"

Já não há problemas à direita agora é mesmo só escolher...

À falta de melhor, porque o grupo continua curtinho, sobra o duelo à direita para animar os treinos na contagem decrescente para o Braga. Sapunaru ou Fucile: afinal, quem joga? O romeno, aparentemente recuperado da lesão no tornozelo esquerdo, volta a embalar numa discussão que parecia perdida por causa do toque sofrido em Vila do Conde. Assim, se não houver retrocessos na ficha clínica a interrogação segue direitinha para a cabeça de André Villas-Boas. A menos que o treinador portista a queira desfazer por antecipação quando falar aos jornalistas, num improvável gesto que Domingos certamente agradeceria, ficam os palpites. Sapunaru tem a vantagem de ter sido a primeira escolha quando ainda havia Miguel Lopes e de até agora não ter comprometido no rendimento desportivo. Os resultados comprovam-no acima de qualquer suspeita. Mas encerrado o mercado e resolvida a indefinição à volta da continuidade no plantel, o fantasma de Fucile, dono e senhor do lugar nas últimas épocas, volta a atacar em força. É legítimo, porque é difícil desfazer a ideia de que, mais tarde ou mais cedo, o lugar voltará a ser dele. A dúvida é mesmo essa: mais tarde ou já? É uma simples questão de escolha.

Uma ideia que se aplica também no centro da defesa, com Otamendi à espreita. A lógica mandaria apostar na continuidade da parceria entre Rolando e Maicon, porque apresentar apenas dois golos sofridos em seis jogos - e esses dois golos foram sofridos num jogo que estava resolvido por antecipação - é um belo cartão-de-visita para qualquer defesa. E quando não há pretextos, a mudança torna-se mais improvável.

in "ojogo.pt"

Falcão sempre em pé

Falcão é o grande trunfo do FC Porto para a finalização. O camisola 9 dos azuis e brancos rapidamente conquistou os adeptos na época passada e, às ordens de André Villas-Boas, também não demorou a apresentar o seu cartão-de-visita, registando já 4 golos em 6 jogos. No entanto, essa importância no onze tem como consequência uma relevante sobrecarga no leque de minutos que vai ter de disputar nas competições mais importantes, Liga e Champions, onde a rotatividade será mínima.

Sem um concorrente direto para o seu posto, dado que Walter ainda se encontra em fase de adaptação, ninguém imagina que Villas-Boas possa poupar El Tigre no ciclo de 6 partidas que se estende até à próxima paragem para os compromissos da seleções: Sp. Braga (c), Rapid (c), Nacional (f), Olhanense (c), CSKA Sofia (f) e V. Guimarães (f).

Em teoria, essa exploração intensiva dos recursos goleadores de Falcão poderia tornar-se preocupante, aumentando o risco de lesão ou quebra de forma. Agravado ainda mais pelo facto de, esta época, o antigo dianteiro do River ser sujeito a um desgaste muito maior ao serviço da Colômbia, onde se assumiu como titular indiscutível, fruto da qualidade demonstrada no Dragão.

No entanto, o registo demonstra que, na época passada, Falcão aguentou bem a carga de trabalhos que lhe desabou em cima, apesar de ainda estar a integrar-se na realidade europeia. Se olharmos para os encontros de campeonato e Liga dos Campeões, o R9 apenas falhou duas partidas em 38 possíveis. A única ausência que se verificou por opção técnica foi contra o V. Setúbal, em casa, após o triunfo no Vicente Calderón (0-3) para a Champions. Falcão ficou no banco, Farías foi titular e o FC Porto triunfou com naturalidade (2-0).

Cartão

A outra situação em que Falcão deixou a equipa órfã derivou do polémico cartão amarelo visto no Sado e que o deixou de fora de uma receção ao Benfica que se antevia escaldante. Sem lesões graves, e mantendo uma regularidade notável na faturação, esse espírito “sempre em pé” que marca a personalidade desportiva do colombiano é uma garantia para qualquer treinador.

Como Villas-Boas tem pouco de Quinito, dificilmente alguma vez dirá que a sua equipa é composta por “Falcão e mais 10”, mas a realidade dificilmente desmentirá o chavão.

in "record.pt"

Bomba H(ulk) em alerta

Em vez do Plano B, André Villas-Boas tem a... Bomba H(ulk). O Incrível é um trunfo tático tremendo que viabiliza um 4x4x2 alternativo para utilizar ao longo da temporada. Pode ser, de resto, esta a solução ideal para cobrir alguma contrariedade que suceda a Falcão.

O primeiro teste decorreu na receção ao Genk, para a Liga Europa. Hulk teve o colombiano ao lado, mas assim que as peças estiverem todas integradas, nada impede o técnico de usar o internacional brasileiro como pilar central de um trio na dianteira, ou até como elemento de uma dupla ofensiva onde pode ser acompanhado por Varela ou Cristian Rodríguez.

Foi este conforto na gestão do grupo que deixou a SAD tranquila mesmo quando se tornou claro que o impasse gerado em torno da transferência de Kléber não iria ter solução a breve trecho. De resto, há sempre que contar com Walter, um diamante em bruto que teve duas semanas para trabalhar sem pressão.

in "record.pt"

Suspiros pelos internacionais

Chuva intensa e temperatura muito abaixo do normal para esta época do ano marcaram a sessão de treino que André Villas-Boas orientou na manhã de ontem no Olival. O calendário diz que ainda estamos no verão, mas a verdadeira inverneira que se abateu sobre a região do Porto obrigou os dragões, que preparam o encontro da próxima jornada da Liga, frente ao Sp. Braga, a uma adaptação climática acelerada. Já para não falar do teste aos nervos que deve ter sido enfrentar o trânsito caótico depois da tranquilidade rodoviária estival...

Na perspetiva técnica, para Villas-Boas foi certamente um alívio saber que se tratou do último dia sem a maior parte dos internacionais que deixaram a estrutura portista no início da semana passada para tomarem parte nos compromissos das suas seleções. Beto, Rolando, Moutinho, Ukra e Castro, já devem reintegrar hoje o grupo azul e branco, aproveitando a vantagem de estarem ao serviço de Portugal, tanto na formação principal como na de Sub-21. O mesmo devendo suceder com Hulk, que teve uma viagem curta, até Espanha, para integrar o escrete de Mano Menezes que defrontou o Barcelona B como corolário de um curto estágio. Apenas Falcão, que representa a Colômbia, frente ao México, foi obrigado a uma viagem intercontinental e deve integrar mais tarde os trabalhos.

Quanto ao boletim clínico, mantêm-se os condicionamentos conhecidos de James Rodríguez, Silvestre Varela, Fredy Guarín e Mariano González. Bem como, oficialmente, do romeno Sapunaru.

in "record.pt"

Castro despede-se: «Estou a trabalhar para chegar à selecção A»

Castro, médio da selecção nacional, comentando a vitória sobre a Macedónia, por 3-1, no seu jogo de despedida da selecção sub-21:

«Sinto-me triste por ter acabado este ciclo. Como grupo e como equipa podíamos ter feito mais, mas também tivemos alguma infelicidade. Foi mau para Portugal, mas vamos continuar a trabalhar e acreditar no trabalho da Federação. Quanto a mim, estou a trabalhar muito forte no F.C. Porto, para que um dia possa chegar à selecção A.»

In "maisfutebol.iol.pt"

Helton a começar no zero


Guarda-redes brasileiro sem golos sofridos em cinco jogos oficiais na nova época. Primeiro registo imaculado num arranque de campeonato em Portugal.

A felicidade de um guarda-redes é exactamente inversa à alegria dos avançados e Helton está a viver um período único de fortuna, sem qualquer golo sofrido no início desta temporada. O brasileiro trabalha em Portugal desde a segunda metade da época de 2002/03, quando assinou pelo União de Leiria. Dois anos e meio depois, entrou no Dragão para ser suplente de Vítor Baía, a quem ganhou a baliza do FC Porto no decorrer de 2005/06, de acordo com a vontade do técnico holandês Co Adriaanse.

Zero é o melhor número que Helton podia desejar num arranque de temporada quando se fala em golos sofridos. O futebolista nunca apresentou um registo tão imaculado, mesmo a servir os dragões, onde os argumentos de protecção aos guarda-redes costumam revelar fortíssima eficácia. Curiosamente, o treinador que entregou a baliza portista a Helton surgiu no Dragão a defender uma visão de futebol inclinado para o ataque, seguindo, primeiro, a matriz táctica da casa, revolucionando, depois, o desenho estratégico, confiando orgulhosamente na mudança para levar a água ao moinho do título. Adriaanse, um bloco de gelo polar, saiu do clube quando se preparava para iniciar o segundo ano no FC Porto, mas deixou o caminho aberto para Helton se instalar definitivamente na titularidade.
 
in "abola.pt"

terça-feira, 7 de setembro de 2010

FC Porto mantém lugar no Board da ECA

O FC Porto foi reeleito esta terça-feira para o Executive Board da European Club Association (ECA), no decorrer da assembleia-geral deste organismo, que teve lugar em Genebra. A eleição é válida para o biénio 2010/12 e envolveu os 103 membros ordinários do fórum que substituiu o G-14.

O FC Porto mantém, desta forma, um lugar de destaque na discussão dos temas estruturantes do futebol. O clube, recorde-se, esteve na fundação do G-14 e da ECA e já fazia parte do Executive Board desta no exercício anterior. O representante azul e branco no novo elenco será Diogo Paiva Brandão.
 
in "fcp.pt"

Portugal vence Itália com um «hat-trick» de Reinaldo Ventura

A selecção portuguesa começou da melhor maneira a sua participação no Europeu de hóquei em patins de 2010, a decorrer em Wuppertal (Alemanha), ao vencer a Itália por 4-1, em encontro do grupo B. O grande herói do encontro foi Reinaldo Ventura, capitão português e jogador do FC Porto Império Bonança, que marcou três golos (o quarto tento foi da autoria de Ricardo Barreiros). O Dragão André Azevedo também deu o seu contributo ao triunfo luso, enquanto que Pedro Moreira não saiu do banco.

O capitão espanhol Pedro Gil é o quarto hoquista azul e branco a participar na competição. Na jornada inaugural do grupo A, apontou igualmente um «hat-trick», na goleada por 14-0 sobre a Áustria.
 
in "fcp.pt"

Inverneira no Olival



Chuva intensa e temperatura muito abaixo do normal marcaram a sessão de treino que André Villas-Boas orientou esta manhã, no Olival. O calendário diz que ainda estamos no verão, mas a verdadeira inverneira que se abateu sobre a região do Porto obrigou os irredutíveis dragões que preparam o importante encontro da próxima jornada da Liga, frente ao Sp. Braga, a uma adaptação climática acelerada.

Na perspetiva técnica, para Villas-Boas é sempre um alívio saber que se tratou do último dia sem a maior parte dos internacionais que estão ausentes, dado que Beto, Rolando, João Moutinho, Ukra e Castro já integram amanhã a estrutura azul e branca, o mesmo devendo suceder com Hulk, que atua pelo Brasil em Barcelona. Apenas Falcão, que representa a Colômbia frente ao México, foi obrigado a uma viagem intercontinental, devendo ter a sua reintegração ligeiramente atrasada, mas ainda assim bem a tempo de estar a postos frente aos arsenalistas.

Quanto ao boletim clínico, mantêm-se os condicionamentos conhecidos de James Rodríguez, Varela, Guarín e Mariano, dado que o romeno Sapunaru trabalha desde ontem sem limitações.

Entretanto, foi divulgado que o jogo entre o FC Porto e o Rapid Viena, que assinala a estreia dos azuis e brancos no Grupo L da Liga Europa, será arbitrado pelo escocês Douglas McDonald. Os assistentes serão Francis Andrews e Graham Chambers. O jogo realiza-se na próxima semana, a 16 de setembro, no Estádio do Dragão, pelas 20.05.

A título de curiosidade, refira-se que McDonald estará hoje em ação no Dinamarca-Islândia de apuramento para Euro'2012, um encontro do grupo de Portugal.

in "record.pt"

Visitas ilustres para marcar o segundo aniversário

A Dragon Force festejou dois anos e conta já com 1500 dragõezinhos nas suas escolas. Ontem, muitas crianças não quiseram perder a oportunidade de contactar directamente com uma das actuais estrelas do FC Porto e puderam até trocar algumas palavras com o argentino Belluschi. André Villas-Boas e os restantes elementos da equipa técnica também foram assaltados pela curiosidade das crianças.

Treinadores ajudaram à festa

Entusiasmo não faltou, e motivos para isso também não. Sim, havia Belluschi, e é evidente que a presença de André Villas-Boas e da restante equipa técnica que o acompanha no FC Porto (Vítor Pereira, Pedro Emanuel, José Mário e Wil Coort) ajudava à festa; mas ontem, no centro de tudo, havia um bolo. Enorme e a abrir os apetites. Cortado a meias por Belluschi e Villas-Boas, esse bolo gigantesco serviu para assinalar o segundo aniversário da Escola de Futebol Dragon Force e marcou ainda o arranque da nova fase do projecto portista, que a partir de agora, e para além da casa-mãe no Vitalis Park, passa a estar espalhado por mais cinco novos espaços de aprendizagem: Grijó (Gaia), Ermesinde, Braga, Viseu e Lisboa.

André Villas-Boas, que já havia participado numa das sessões de Verão efectuadas no Vitalis Park, voltou ontem para incentivar os primeiros passos de quem sonha chegar aos relvados a título profissional. Como Belluschi, que sublinhou a importância de uma aprendizagem bem orientada. "Fiquei contente por terem boas condições de trabalho. É importante que o FC Porto tenha este lugar para as crianças crescerem", sublinhou o argentino na visita que fez ao espaço, na Rua da Constituição.

in "ojogo.pt"

"Esta é a minha melhor fase"


Com a renovação de contrato até 2014 alinhavada, tal como antecipou O JOGO, Fernando Belluschi é um dos destaques do início de época do FC Porto e diz mesmo estar a passar a melhor fase desde que chegou a Portugal. "Sinto-me muito bem e estou contente com a minha forma de jogar, tal como com a da equipa. Queremos seguir assim com o Braga, mantendo o registo de vitórias, porque estamos no bom caminho. É a minha melhor fase em Portugal; custou-me um pouco quando cheguei ao país, mas depois fui melhorando. Sinto-me bem, e a equipa também está a atravessar um bom momento de forma", explicou. A mudança de treinador, como o próprio confirmou, favoreceu-o. "Sim, o meu bom momento tem a ver com isso. É sempre positiva a troca de treinador e, neste caso, estou a ter mais oportunidades. Estou a deixar tudo em campo e a mostrar ao treinador que estou bem."


O Braga já domina as atenções no Olival, e Belluschi dá conta das dificuldades que espera. "O Braga está a passar por uma boa fase e tem grandes jogadores. Vai ser um jogo muito disputado, e espero que seja um bom espectáculo entre duas equipas que gostam de jogar bom futebol. Vamos ganhar e demonstrar que somos mais fortes", atirou.

Sobre a renovação, não quis falar muito - "Ficou decidido que renovaria se fizesse um determinado número de jogos e está mais ou menos tudo tratado" -, preferindo sublinhar o bom momento da equipa, em parte devido ao entendimento que demonstra com João Moutinho. "Estamos a entender-nos. Estamos ainda a conhecer-nos, e é importante para a equipa que o façamos", disse, não querendo fazer comparações entre Moutinho e Raul Meireles. "Saiu um grande jogador, que deu um passo importante e merecido na carreira, e entrou outro grande jogador."

Otamendi mereceu também uma palavra de Belluschi: "Eu e o Mariano estamos a ajudá-lo na adaptação para que se sinta cómodo e para que se sinta como mais um portista."

in "ojogo.pt"

Liderança é marca de Villas-Boas


Os mais de mil participantes no estudo de opinião realizado pela Eurosondagem consideram que a capacidade de liderança e as opções tácticas são os dois aspectos que mais contribuíram para o arranque de temporada protagonizado por André Villas-Boas no cargo de treinador do FC Porto. Certo é que, hoje, o treinador mais jovem da Liga já não é considerado um risco.

Há cerca de três meses, André Villas-Boas era um risco. O treinador que Pinto da Costa contratou à Académica para substituir Jesualdo Ferreira era visto como a antítese do professor. Muito novo e pouco experiente, Villas-Boas tinha escassas provas dadas e, a seu favor, para além do trabalho realizado na Académica durante a última época, jogava essencialmente o tempo passado ao lado de José Mourinho em Portugal, Inglaterra e Itália. Ainda assim, para muitos André Villas-Boas representava uma aposta no escuro enquanto treinador, sobretudo para um candidato ao título e logo numa época que tinha de ser de reafirmação do FC Porto, após um atípico terceiro lugar no campeonato.

Em pouco mais de três meses - completa cem dias à frente do FC Porto na sexta-feira -, André Villas-Boas passou de incógnita a certeza, reforçada pela sequência de seis jogos oficiais a ganhar que começou com a conquista da Supertaça ao Benfica, mas também pelos registos impressionantes da equipa, que leva 15 golos marcados e apenas dois sofridos. Por isso mesmo, não é exactamente uma surpresa que o treinador do FC Porto mereça a distinção, por parte dos mais de mil entrevistados pela Eurosondagem para a elaboração deste Termómetro, como um dos melhores treinadores da Liga, praticamente a par de Domingos (ver página 8). De resto, também não é uma surpresa que os participantes neste estudo de opinião destaquem a capacidade de liderança e a mestria táctica como qualidades que suportam o excelente arranque de temporada do treinador portista. Chegar a um clube a meio de um processo revolucionário em curso e assumir a reconquista do título como objectivo principal e a vitória na Liga Europa como meta, enquanto lida com um balneário que perdeu algumas das suas principais referências e que regista a média de idades mais baixa do futebol português, tudo sem comprometer os resultados desportivos, é uma clara demonstração da sua capacidade de liderança.

Ora, a capacidade para se assumir como um líder num clube com a dimensão do FC Porto era uma das dúvidas que levavam parte da crítica a considerar André Villas-Boas uma aposta de risco. Outra era a sua capacidade para mudar o estilo de jogo de uma equipa formatada por Jesualdo Ferreira ao longo dos últimos quatro anos. O facto é que sem mudar radicalmente o conteúdo - João Moutinho é o único reforço contratado esta temporada que assegurou entrada directa para o onze titular -, André Villas-Boas mudou o estilo de jogo do FC Porto, trocando as transições rápidas do antecessor por um futebol mais apoiado onde a posse e a circulação de bola assumem um papel preponderante, com resultados evidenciados pelo registo de seis vitórias em seis jogos. Claro que as tácticas são suportadas pela escolha dos jogadores que as interpretam e, a esse nível, a opção por dois médios criativos, como são João Moutinho e Belluschi, e a mudança ideológica em relação ao papel desempenhado por Fernando enquanto trinco são pedras basilares do futebol praticado pelo FC Porto. Juntem-se a estes aspectos as competências técnicas reunidas por Villas-Boas ao longo da última década, o seu discurso assertivo e personalizado e o apoio de uma equipa técnica escolhida criteriosamente, e o resultado é o reconhecimento expresso no Termómetro.

As competências

Impressionou Bobby Robson com relatórios e não tardou a integrar-se na estrutura do FC Porto, onde se cruzou com José Mourinho. Tornou-se no observador principal dos adversários, ganhando visibilidade nas campanhas europeias dos portistas. Da cumplicidade com Mourinho nasceu uma relação de confiança que haveria de lhe garantir lugar na equipa técnica que assumiu o Chelsea em 2004/05. Villas-Boas manteve-se como observador preferido de Mourinho, partilhando a experiência em Inglaterra e Itália e quebrando a parceria em Outubro de 2009, altura em que assumiu o comando da Académica, garantindo a permanência.

A constituição da equipa técnica

Poucos deram importância a este pormenor, apesar das inúmeras mudanças operadas. José Mário, o preparador-físico, transitou de Coimbra. Foi o único a acompanhá-lo directamente. Vítor Pereira, que já tinha trabalhado nas camadas jovens do FC Porto, tal como Villas-Boas, assume o papel de braço-direito. A fechar o grupo, há ainda Pedro Emanuel, que assume parte do diálogo com os jogadores, socorrendo-se da experiência de balneário. Wil Coort trata dos guarda-redes.

O discurso

Directo e com a preocupação de passar algumas ideias que sabe, à partida, que dão bons títulos de jornais, como os "monólogos de Jesus", ou destaque em rádio e televisão. Não costuma deixar perguntas penduradas, e o discurso articulado garante-lhe uma mensagem clara. Se Mourinho for mesmo uma referência, como é natural que seja, saberá certamente que parte essencial da estratégia passa pelos "mind games" para consumo interno e externo. Para já, só pouco mais de cinco por cento dos inquiridos sublinha esta parte, que se entronca também com a liderança.

A Capacidade de liderança

Os jogadores que já trabalharam com ele gabam-lhe a capacidade de trabalho, característica indispensável a um líder e traduzida num planeamento exaustivo dos treinos e da abordagem aos jogos. Essa é uma explicação possível para justificar que tenha sido esta a característica mais destacada pelos inquiridos. Mas o mais provável é que essa imagem de liderança esteja interligada com o discurso e com as mensagens que Villas-Boas foi passando nestes quase cem dias de trabalho no Dragão. Por exemplo: assumiu que voltará à Champions como campeão no próximo ano; disse que está nos planos ganhar a Liga Europa; explicou que queria ser líder do campeonato já nesta paragem - e é mesmo; e foi porta-voz de críticas importantes, designadamente quando lembrou que Jorge Jesus não faz conferências de Imprensa antes dos jogos ou quando sugeriu que Raul Meireles não estava a treinar como devia e que tinha soluções tão ou mais competentes para o substituir.

A escolha de jogadores

O bom desempenho de reforços como Moutinho ou Souza talvez tenha contribuído para a imagem de que escolhe bem jogadores, ainda que a participação, neste particular, possa ter sido limitada. Aliás, um dos que parece ter escolhido directamente, Emídio Rafael, ainda não entrou nas opções. Villas Boas destaca-se, isso sim, na recuperação de alguns jogadores, como Sapunaru ou Belluschi, que transitaram do último plantel e que só agora assumiram protagonismo.

As opções tácticas

Herdou o 4x3x3 que já era imagem de marca de Jesualdo Ferreira, mas avisou logo que não se queria limitar às transições rápidas, preferindo um futebol de posse de bola. Moldou alguns jogadores a essa fórmula, sendo Fernando um dos casos evidentes. Mais do que ser apenas um trinco clássico, com posicionamento defensivo, Villas-Boas tem exigido do brasileiro uma participação efectiva nos desequilíbrios criados no ataque. E com êxito. Aliás, o FC Porto tem sido particularmente eficaz, com 15 golos marcados e apenas dois sofridos. Há mais: no segundo jogo do play-off com o Genk, e porque disse ter um meio-campo recheado de opções, Villas-Boas ensaiou um 4x4x2 alternativo, juntando Fernando, Souza, João Moutinho e Rúben Micael no meio. Sem ter sido perfeita, a experiência serviu pelo menos para mostrar que têm sido trabalhadas alternativas, potenciando as características do plantel. Neste capítulo, Hulk tem sido um dos destaques, adaptando-se bem ao 4x3x3 clássico, mas também à alternativa proposta. Outro detalhe: os lances de bola parada aparecem agora com outra eficácia. Hulk e Belluschi têm estado em evidência.

in "ojogo.pt"

"Já fui reconhecido nas ruas do Brasil"

Hulk foi o principal protagonista mediático de ontem na selecção depois de se ter colocado à disposição da curiosidade dos jornalistas brasileiros. O avançado contou o percurso de vida que o levou até à selecção e revelou ainda que agora até já é conhecido nas ruas do Brasil. "Este ano, quando fui lá de férias, já houve muitas pessoas que me reconheceram. Aos poucos, os brasileiros começam a conhecer-me um pouco melhor, sobretudo agora que o campeonato português passou a ser transmitido na televisão. Mas antes ninguém falava comigo na rua… Sai do Brasil com 18 anos, fui para o Japão, onde passei três anos e meio, e agora estou em Portugal há dois." Hulk explicou que deixou o Brasil muito novo porque surgiu uma "boa oportunidade" financeira para ajudar a família, mas agora, passados cinco anos, reconhece que até foi uma boa opção. "Aprendi muito durante este tempo e não estou a falar apenas de futebol. O facto de ter vivido tanto tempo sozinho no Japão fez-me crescer também como pessoa." Os jornalistas brasileiros aproveitaram a embalagem para brincar com Hulk; recordaram um dos treinos realizados esta semana em que o brasileiro foi gozado pelos companheiros depois de ter falhado dois lances consecutivos num exercício de finalização. "Estavam a meter-se comigo, e esse é um sinal de que este grupo está bem. Brincamos todos uns com os outros, e o espírito aqui é muito divertido", explicou Hulk, que, pelo que se tem visto, se integrou muito bem no espírito da selecção.

Seguiu-se a temática futebol, mais concretamente a ausência do último Campeonato do Mundo. Hulk explicou aos jornalistas os acontecimentos ocorridos durante este ano. "Fiquei três meses sem jogar pelo FC Porto, e isso prejudicou-me muito. Nunca se sabe se teria ido ao Mundial se não fosse castigado, mas o Dunga escolheu os jogadores que estavam melhor naquele momento. Fiquei três meses parado, e é difícil para um treinador chamar um jogador naquelas condições…" A concluir, foi a vez de uma jornalista japonesa recordar que, no Japão, toda a gente continua a torcer pelo sucesso de Hulk; o brasileiro agradeceu o carinho e prometeu lá voltar um dia, mas apenas para… passear.

E, para variar, o Incrível marcou um golo de cabeça


Ainda por estes dias, numa entrevista a O JOGO Hulk recordava que nunca marcou um golo de cabeça em Portugal e que esse até era um objectivo para esta época, nem que fosse para variar um pouco no estilo. Pois bem, na sessão de trabalho de ontem da selecção brasileira, Hulk estreou-se a marcar nos treinos de conjunto e fê-lo de… cabeça. Ironia do destino que colocou o avançado entre a lista de marcadores de uma sessão com muitos golos. Apesar da pontaria afinada - também esteve bem nos exercícios específicos de finalização -, Hulk deverá ser suplente no jogo-treino que a selecção brasileira vai realizar hoje frente à equipa B do Barcelona e que encerra este estágio em Espanha. Em contrapartida, David Luiz tem um lugar garantido no centro da defesa, onde formará dupla com Thiago Silva.


in "ojogo.pt"

Fucile sorri para o onze

Sapunaru até tem dado boas indicações neste início de época, mas o romeno deve perder a titularidade para Fucile, no jogo de sábado, frente ao Sp. Braga. O uruguaio, que foi apontado por muitos como o melhor lateral-esquerdo do Mundial’2010, prepara assim a sua estreia no onze portista, na corrente temporada.

Face à sua prestação na África do Sul, Fucile foi muito assediado durante este defeso, mas nunca forçou a saída como fizeram Bruno Alves ou Raul Meireles, embora não tenha deixado de manifestar o seu desejo de rumar a um campeonato mais competitivo do que o português. Depois, chegou a estar na lista de possíveis reforços do Schalke, mas a verdade é que não chegou ao Dragão qualquer proposta para a sua contratação e o uruguaio acabou por ficar no clube. Uma situação que não lhe tirou o sorriso do rosto, pois sempre se mostrou grato pela aposta que nele foi feita pelo FC Porto.

No entanto, houve vários fatores que o afastaram da titularidade neste início de época: a chegada tardia das férias, alguns problemas físicos que teve de debelar e o assédio de vários clubes europeus, que nunca chegou a consumar-se. Aproveitou Sapunaru, que agarrou a titularidade com exibições convincentes. Acontece que “o azar de uns é a sorte de outros” e a lesão que o romeno contraiu frente ao Rio Ave, pode ter aberto o caminho do onze a Fucile.

Sapunaru só ontem voltou a trabalhar nos relvados do Olival, mas ainda o fez com algumas limitações. Como a época é longa e o FC Porto defronta o Rapid Viena cinco dias depois da receção ao Sp. Braga, não é preciso arriscar uma recaída do romeno e, assim, será Fucile o titular frente ao vice-campeão. O uruguaio regressa, assim, ao posto que conquistou após a saída de Bosingwa para o Chelsea. Resta saber até quando permanecerá no onze..

in "record.pt"

Falcão: «Procuro ser o melhor»

A Colômbia deposita grandes esperanças em Falcão, tendo em vista o apuramento da sua seleção para o Mundial’2014, que terá lugar no Brasil. Com apenas 24 anos, o avançado do FC Porto já tem provas dadas nos campeonatos argentino e português e todos acreditam que será ele a recolocar a seleção colombiana na rota do sucesso. Por isso mesmo, é muito assediado pela comunicação social do seu país e, em entrevista à “Futbolred”, revelou alguns dos segredos que o levaram ao topo num campeonato como o português.

“O segredo é o trabalho. Esforço-me sempre muito e esse tem sido o meu princípio desde pequeno. Luto por melhorar as minhas qualidades e por crescer na minha profissão. Preparo-me todos os dias nesse sentido e procuro trabalhar para ser o melhor no que faço”, explicou Falcão, em quem os portistas também depositam muitas esperanças, tendo em vista a reconquista do título nacional.

Para já, o colombiano está concentrado na sua seleção, mas amanhã regressa a Portugal, embora só deva integrar os treinos na quinta-feira.

in "record.pt"

Kléber: «Recuperar a forma para ajudar equipa»


Com vontade e empenho. Foi assim que Kléber surgiu no treino de ontem à tarde colocando ponto final a um processo que durou mais de quatro meses, num braço-de-ferro em que o presidente Carlos Pereira levou a melhor. Kléber não foi para o FC Porto e regressou – sempre esteve inscrito e tem contrato até janeiro de 2012 – aos verde-rubros.

Sob o olhar e os ouvidos do restante grupo de trabalho, o treinador Van der Gaag falou alguns minutos com Kléber. Antes do treino, a manhã foi totalmente preenchida por uma reunião de 4 horas com o presidente Carlos Pereira, tendo o brasileiro apresentado as suas justificações ao líder verde-rubro. “Foi apenas um problema que ocorreu e chegámos a um acordo. Como nada se acertou até ao fecho do mercado, regressei ao clube com o qual tinha contrato, dei as explicações ao presidente e agora é trabalhar”, frisou Kléber, de 20 anos.

Para o avançado, o importante agora é jogar o mais rápido possível. “Ficar muito tempo sem jogar é complicado e nenhum jogador gosta de estar longe dos relvados tanto tempo. Espero conseguir recuperar a forma física o mais rápido possível para voltar a ajudar a equipa”, afirmou.

Presidente satisfeito

O líder maritimista, Carlos Pereira – visivelmente satisfeito com a reintegração do jogador no plantel –, não confirmou se Kléber vai estar sujeito a alguma multa, apenas revelando que só quando o processo ficar concluído é que haverá lugar a uma decisão nesse aspeto. Intransigente continua o líder dos verde-rubros em recorrer até às últimas instâncias para salvaguardar os interesses do clube e alguém vai ser responsabilizado.

“Isto só veio provar que o Marítimo tinha razão em não abdicar das cláusulas contratuais relativas ao contrato do jogador. Kléber é do Marítimo, vai cumprir contrato e a partir de agora estamos abertos a qualquer tipo de negociação”, concluiu

in "record.pt"

Sapunaru no relvado

Depois do fim-de-semana de folga, o plantel do FC Porto começou, esta tarde, a preparar o jogo de sábado, frente ao Sp. Braga. Com sete internacionais e quatro lesionados ausentes, o destaque vai para o regresso de Sapunaru aos trabalhos nos relvados.

O romeno está aparentemente recuperado da lesão que o tem afastado dos trabalhos, dando mais uma opção para a lateral-direita a André Villas-Boas.

Amanhã de manhã (10 horas), no Centro de Treinos do Olival, há nova sessão de trabalhos.

in "record.pt"

Ranking IFFHS: FC Porto sobe 23 posições

Melhoria no que diz respeito às equipas portuguesas na tabela do ranking IFFHS - Federação Internacional de História e Estatística – que cabe ao Sporting de Braga: os arsenalistas subiram 52 lugares na lista e ocupam agora o patamar número 89. Os leões também melhoraram a posição no ranking e só o Benfica desceu.

O FC Porto subiu 23 posições na tabela do ranking IFFHS e ocupa agora o número 25. Logo abaixo surge o Benfica, na posição 31, sendo que no mês passado as águias ocupavam o patamar 24. O Sporting subiu dez posições - do número 48 para o 38 - e o Sporting de Braga regista a maior subida, passando do número 141 para o 89.

Ainda na lista das equipas portuguesas o Marítimo, apesar de ter sido eliminado da Liga Europa, subiu 34 posições, ocupando agora o lugar número 200 e a outra equipa da Madeira, o Nacional, desce do número 209 para o 306.

No mês passado o primeiro lugar era dividido entre Barcelona e Internazionale, mas no ranking do mês de Agosto os italianos empurram os catalães para a segunda posição e lideram isolados com mais dez pontos. O terceiro e quarto lugares mantêm-se com Bayern München e Chelsea, respectivamente, e no quinto posto é o Liverpool que reentra no top ten, subindo do patamar número 26. Novidade é também a entrada do Anderlecht, que ocupava a posição número 20, para o sexto lugar da tabela.

O Atlético Madrid, vencedor da Liga Europa época 2009/2010 e que conquistou recentemente a Supertaça Europeia mantém a sétima posição. Os alemães do Werder Bremen desceram do quarto para o oitavo posto e na nona e décima posições surgem dois emblemas com o mesmo número de pontos: o Estudiantes de La Plata, da Argentina e o Internacional Porto Alegre, do Brasil. O Manchester United deixa de figurar nos dez primeiros ocupando a posição número 11.

Dez primeiros classificados:

1. (1.) Internazionale
2. (1.) Barcelona
3. (3.) Bayern München
4. (4.) Chelsea
5. (26.) Liverpool
6. (20.) Anderlecht
7. (7.) Atlético de Madrid
8. (4.) Werder Bremen
9. (12.) Estudiantes de La Plata
9. (29.) Internacional Porto Alegre

Dragões premiados com o maior feito não-desportivo do ano

FC Porto vai receber o prémio de maior feito não desportivo do ano, anunciou hoje, em Genebra, a Associação Europeia de Clubes (ECA), durante a sua assembleia-geral.

Segundo fonte do FC Porto, o prémio está relacionado com a candidatura apresentada pelo clube no âmbito das boas práticas ambientais implementadas no Estádio do Dragão e que estão materializadas nos certificados de qualidade e ambiente que o recinto “azul e branco” ostenta.

A ECA é uma associação que congrega mais de uma centena de clubes europeus e que sucedeu, em Fevereiro de 2008, ao G14, grupo dos clubes mais fortes da Europa.

in "sapodesporto.pt"