quarta-feira, 10 de julho de 2013

«Jackson Martínez pode fazer melhor do que Cavani», diz empresário


O representante do jogador, Salvatore Fiore, não tem dúvidas que Jackson Martínez (FC Porto) pode fazer um melhor trabalho do que o goleador uruguaio Edinson Cavani.

«Jackson Martínez é um jogador que tem capacidade para ocupar o lugar de Cavani. Tem grande força física e é um jogador humilde. Ele mostrou todo o seu valor no campeonato português e nas competições europeias. Cavani já demonstrou aquilo que pode fazer e acredito que Jackson pode fazer ainda melhor», afirmou Salvatore Fiore, em declarações à Rádio CRC.


in "abola.pt"

António Sousa: «FC Porto é uma máquina de fazer dinheiro»

TÉCNICO ELOGIA TRABALHO DE PAULO FONSECA

António Sousa conhece bem a realidade do FC Porto e não se cansa de aplaudir o trabalho levado a cabo pelos campeões nacionais. Em declarações à Rádio Renascença, o antigo jogador dos dragões garante que Paulo Fonseca "entrou com o pé direito" no comando técnico do FC Porto.

"É um jovem que já mostrou que tem qualidade e valor. É uma aposta tranquila e segura do FC Porto. Estou convicto que realmente entrou com o pé direito e vai certamente ter sucesso", afirmou o técnico

Já João Moutinho e James Rodríguez são duas "perdas grandes" de um clube que é "uma máquina de fazer dinheiro", sublinha. "O clube consegue, ano após ano, valorizar os seus atletas. Conseguem novos talentos, e vão continuar a ser uma equipa muito forte", garantiu.

A chegada de Herrera e Ghilas ao Dragão agrada a António Sousa, que entende que o franco-argelino é um avançado "móvel" "Em termos de jogo aéreo não parecem nada mal. Jackson Martinez passará a ter um concorrente à altura."

in "record.pt"

"Importante é que a equipa marque"

Avançado portista estreou-se com um golo, mas diz que acima de tudo está a equipa e a necessidade de ganhar sempre para ser campeã.


"Fui muito bem recebido pelo grupo, gostei da atitude, sinto-me feliz e muito contente no FC Porto", palavras de Ghilas, depois da vitória do FC Porto, por 6-0, frente ao Maastricht, na tarde desta quarta-feira, na Holanda.

O reforço portista, que foi autor de um dos golos e ainda assistiu um colega para outro, revelou-se satisfeito com o seu desempenho, fazendo, contudo, questão de sublinhar:

"Concorrência com Jackson? Nesta equipa, o importante é que ela marque golos e ganhe. Vou fazer tudo para ser campeão este ano com o FC Porto".


in "ojogo.pt"

PAULO FONSECA "Tivemos bons momentos"

Treinador dos dragões destacou a atitude dos jogadores, naquele que foi o segundo jogo na pré-época dos azuis e brancos.


Exibição/resultado final:

"É sempre importante vencer, e ganhámos de forma clara. Tivemos bons momentos, alguns deles que não resultaram em golo, o que é expectável nesta altura. Os jogadores têm sido fantásticos, há uma clara intenção de tentar passar para o campo aquilo que treinamos. Estamos satisfeitos por tudo o que o jogo nos ofereceu"

Reforços:

"É sempre bom quando marca, mas o mais importante é perceberam que o caminho que estamos a traçar levam-nos à vitória e aos resultados, como este. Percebemos que ainda há muito para evoluir, mas foi apenas o segundo jogo e os jogadores estão a esforçar-se. O próximo jogo vai obrigar-nos a outro nível, o que será bom"


Herrera e Reyes? Chegaram há dois dias"


Treinador dos azuis e brancos justificou a não utilização dos reforços mexicanos

Apesar de estarem disponíveis para ir a jogo, Paulo Fonseca optou por não utilizar Diego Reyes e Herrera. No final do encontro com o Maastricht, no qual o FC Porto venceu por 6-0, explicou porquê.

"Chegaram há dois dias, não estão dentro dos processos. Ainda por cima num jogo em que tínhamos tantas opções, tantos jogadores para utilizar. Não achamos por bem expor os jogadores", justificou.

in "ojogo.pt"

Josué: "Trabalhámos bem"

Médio portista mostrou-se radiante com o desempenho da equipa no primeiro jogo da temporada, destacando a ambição de todos para conquistar títulos.


Josué, que esteve na origem do primeiro golo da vitória folgada do FC Porto perante o Maastricht, naquele que foi o primeiro jogo na pré-época, salientou, no final, o empenho de todos.

"Graças a Deus que toda a gente nos dá confiança e aumenta a nossa vontade de trabalhar para ajudar o FC Porto na conquista de mais títulos. Foi um bom jogo e trabalhámos bem para no arranque da época, em agosto, estarmos bem preparados. O apoio dos nossos adeptos foi óptimo e esperamos ter sempre muita gente connosco".


in "ojogo.pt"

Ghilas marca e Jackson também

Paulo Fonseca mudou toda a equipa durante o jogo, mas o destino do encontro não se alterou: três golos na primeira parte e três na segunda


O FC Porto venceu esta quarta-feira os holandeses do Maastricht por 6-0, no segundo jogo da pré-época dos azuis e brancos. 

Os dragões dominaram o primeiro tempo e saíram para intervalo a vencer por 3-0. Paulo Fonseca optou por colocar três dos reforços no onze inicial - Licá, Josué e Ghilas -, sendo o argelino o que mais deu nas vistas, ao apontar um dos golos dos azuis e brancos e ao assistir para outro. 

No segundo tempo, Paulo Fonseca mudou 10 jogadores, deixando apenas Alex Sandro na equipa, mas o sentido do jogo não se alterou. Os dragões continuaram por cima e chegaram sem dificuldades à goleada.

Num jogo ainda a "meio gás", o FC Porto começou a desenhar o resultado ao minuto 22, por Varela, num lance em que Josué teve um papel fundamental. O reforço dos azuis e brancos, que acompanhou Paulo Fonseca na viagem de Paços de Ferreira até ao Porto, sofreu a falta e marcou o livre que resultou no tento do internacional português. Um minuto volvido e novo golo dos dragões. Desta vez foi Ghilas, reforço que assinou horas antes do plantel partir para a Holanda, a não desperdiçar a oportunidade para, depois de se antecipar ao guarda-redes Castro, se estrear a marcar.

O 3-0 viria a surgir à passagem da meia hora de jogo, pelo jovem Castro, depois de um bom trabalho de Ghilas. O argelino roubou a bola na direita, cruzou rasteiro e o jogador formado no Dragão fechou as contas do primeiro tempo.

Na segunda parte, e já com um onze novo, o FC Porto ampliou por mais três vezes o resultado. Primeiro por Jackson, que ao segundo poste cabeceou para o fundo das redes (53'), depois por Iturbe, na conversão de uma grande penalidade (65') e finalmente por Izmailov (88'), num remate cruzado, do lado esquerdo do ataque portista.

Este foi o segundo jogo do FC Porto na pré-época, sendo que o primeiro, com o Valadares, terminou com o placar a assinalar 14-0. Os dragões somam até ao momento 20 golos marcados e zero sofridos.


in "ojogo.pt"

GOLEADA AO MVV MAASTRICHT NO PRIMEIRO AMIGÁVEL DA ÉPOCA

O FC Porto deu início ao ciclo de jogos no estágio de pré-época deslocando-se, esta quarta-feira, a Mopertingen, na Bélgica, para vencer o MVV Maastricht, da segunda divisão holandesa, por 6-0. Este triunfo contou com os golos de Varela, Ghilas (uma estreia a marcar com a camisola azul e branca), Castro, Jackson, Iturbe e Izmaylov.

A superioridade portista nunca esteve em causa neste encontro com a equipa holandesa e isto foi notório na diferença no tratamento da bola, na qualidade de passe e, principalmente, na pressão que a equipa impôs, nomeadamente nos primeiros 30 minutos.

Com Castro e Josué a assumir as despesas do dinamismo do meio-campo portista, Lucho foi o primeiro a rematar à baliza do adversário, logo aos três minutos. Alternando entre passes longos e curtos, Josué assumiu o protagonismo várias vezes no decorrer da primeira parte, fazendo-se notar aos 13 minutos, ao solicitar Varela que, do lado direito, cruzou para Ghilas proporcionar uma defesa apertada ao guardião adversário.

A partir dos 20 minutos, o FC Porto foi mais eficaz em frente à baliza e, ao passar do minuto 21, chegou mesmo ao 1-0: falta sofrida por Josué que o próprio se encarregou de marcar, a bola sobrou para Varela e o avançado, com um remate acrobático, bateu pela primeira vez Castro.

Logo de seguida, aos 23 minutos, surgiu o segundo golo do FC Porto, com um passe de trivela de Lucho a proporcionar, após um ressalto no guarda-redes contrário, o remate vitorioso do reforço Ghilas. Pouco depois, aos 31 minutos, Josué interceptou novamente uma bola no meio-campo ofensivo do FC Porto, Ghilas ganhou em velocidade a um adversário e aguardou por Castro, que fez o 3-0 no meio da grande área. Os últimos 15 minutos da primeira parte foram disputados a um ritmo mais baixo, não surgindo ocasiões soberanas de golo.

A segunda parte começou com muitas substituições por parte do FC Porto e, naturalmente, o ritmo da partida ressentiu-se. No entanto, à passagem do minuto 51, dois remates (um de Jackson e outro de Izmaylov) deram o mote para os golos da segunda parte. Aos 53 minutos, um cruzamento de Otamendi à entrada do meio-campo adversário encontrou Jackson que, com um cabeceamento exemplar, fez o 4-0. Aos 65 minutos, e já com Iturbe em campo, Kelvin sofreu falta dentro da área adversária e o jovem argentino converteu a penalidade máxima de forma exemplar, enviando o guarda-redes para um lado e bola para o outro.

Os Dragões continuavam a procurar as trocas constantes de bola e as desmarcações, com a bola a circular constantemente no meio-campo do MVV Maastricht. A acção da partida decorreu principalmente pela esquerda, onde Izmaylov e Kelvin se entendiam bem, com o apoio de um meio-campo com um Carlos Eduardo (entretanto substituído por Tiago Rodrigues) como grande novidade, apoiado pelos activos Defour e Fernando. No entanto, foi apenas aos 88 minutos, e já com a partida num ritmo mais lento, que o FC Porto dilatou ainda mais a diferença: um belo remate de Izmaylov carimbou o sexto golo, numa jogada de entendimento com Jackson e Tiago Rodrigues. Um ensaio confortável da equipa de Paulo Fonseca neste primeiro amigável da época.


FICHA DE JOGO

FC Porto-MVV Maastricht, 6-0
Jogo de Preparação
10 de Julho de 2013
Estádio Spouwen Mopertingen, Bélgica

Árbitro: Christoph Virant
Assistentes: Kenens Yves e Gilen Bart

FC PORTO: Fabiano; Danilo, Maicon, Abdoulaye e Alex Sandro; Castro, Lucho e Josué; Varela, Licá e Ghilas
Jogaram ainda: Kadú, Fucile, Otamendi, Mangala, Kelvin, Fernando, Defour, Carlos Eduardo, Izmaylov, Iturbe, Jackson, Tiago Rodrigues.
Treinador: Paulo Fonseca

MVV MAASTRICHT: Castro; Verdellen, Knops, Stankov, Rutjes, Hyfte, Labylle, Braken, Veldmate, Ospitalieri e Njengo
Treinador: Tini Ruijs

Ao intervalo: 3-0
Marcadores: Varela (21m), Ghilas (23m), Castro (31m), Jackson (53m), Iturbe (65m, pen.) e Izmaylov (88m)


in "fcp-pt"

MVV x FC Porto: Primeiro teste dos dragões na Holanda

O FC Porto iniciou o está de pré-temporada esta segunda-feira e é já esta quarta-feira que vai ter o primeiro teste na Holanda.
O MVV, equipa que na temporada competiu na segunda divisão holandesa, é o primeiro adversário dos azuis e brancos no estágio e Paulo Fonseca deverá aproveitar o embate para ver se as ideias transmitidas nos treinos estão a ser bem recebidas pelos jogadores.
Antes de partir para a Holanda, após a goleada imposta ao Valadares por 14x0, Paulo Fonseca afirmou que estava bastante satisfeito com a atitude dos atletas que tem à disposição e diante de mais um adversário acessível, o técnico dos dragões espera já notar mais alguma evolução nos processos de jogo da equipa.
Para o encontro desta quarta-feira o destaque vai para Nabil Ghilas, que foi confirmado como reforço do FC Porto horas antes da equipa partir para a Holanda, Hector Herrera e Diego Reyes, que ainda não vestiram a camisola dos tricampeões nacionais em nenhum jogo.
De realçar ainda que Christian Atsu, que tinha marcado um dos golos do FC Porto frente ao Valadares, não vai participar no encontro, uma vez que ficou em Portugal e deverá ser transferido em breve.
in "zerozero.pt"

Pré-Época PRÉ-ÉPOCA 2013/14
2013/07/10, 17:00, Mopertingen
MVV
Maastrichtse Voetbal Vereniging
vs
FC Porto
Futebol Clube do Porto

Com o novo amigo Abdoulaye

senegalês tem ajudado Ghilas a integrar-se

Ghilas é dos poucos elementos do atual plantel que não conta no seio de grupo com outro companheiro da mesma nacionalidade. A formação de duplas oriundas do mesmo país beneficia muitas vezes a adaptação dos jogadores a um novo clube. À falta de outro argelino com o qual pudesse por a conversa em dia, Ghilas acabou por encontrar algumas afinidades culturais e linguísticas com Abdoulaye.

O argelino e o senegalês partilham a língua francesa e as origens africanas. Assim, acabaram naturalmente por se aproximar durante o apronto de ontem. Depois de Fucile ter quebrado o gelo junto de Ghilas durante os passos iniciais da corrida à volta do relvado, o avançado e Abdoulaye acabaram por encontrar-se, conversando de forma bastante próxima daí em diante.

De uma forma ou de outra, praticamente todos os jogadores portistas têm no seio do grupo algum companheiro com o qual se identificam do ponto de vista cultural. O caso mais díspar é o de Izmailov. Sem qualquer outro companheiro do leste europeu no plantel, valem ao russo os largos anos que já conta em Portugal. Ainda assim, o extremo terá ficado satisfeito com a visita que ontem mereceu de um jovem compatriota com quem privou em Moscovo. Tiraram algumas fotografias, Izmailov deu-lhe um autógrafo e, claro, falaram em russo.

in "record.pt"

FC Porto quer Jhon Córdoba para o lugar de Jackson

O internacional colombiano pode ser o substituto do seu compatriota caso se verifique a sua saída dos azuis e brancos.

Jhon Córdoba será o jogador referenciado pelo FC Porto para colmatar a eventual saída de Jackson Martínez, que terá recebido uma oferta de 30 milhões de euros por parte do Nápoles. 

De acordo com a imprensa italiana, o avançado colombiano de 20 anos, que está também a ser seguido pelo Parma, destacou-se no Mundial Sub-20 da Turquia e terá despertado também o interesse dos dragões. 

Córdoba joga no Dorados de Sinaloa do México por empréstimo do Jaguares de Chiapas, antiga formação de Martínez. 

in "rr.pt"

Quintero desmente declarações mas espera ordem para viajar


Juan Quintero desmentiu, através da sua conta no Twitter, ter produzido quaisquer declarações no Facebook, dando conta da pressa de se estrear pelo FC Porto. 

Nesta guerra de redes sociais, a impaciência de alguns fãs do colombiano parece superar a do próprio jogador, que espera ordens do seu agente para viajar para o Porto. O facto, porém, é que as negociações entre Pescara, clube ao qual está ligado, e os dragões conheceram avanços importantes e poucas dúvidas restam de que aquele foi eleito pelos internautas o melhor jogador do Campeonato do Mundo de sub-20 vestirá de azul e branco, esta época. 

Ontem, agentes ligados ao jogador e ao FC Porto tratavam dos derradeiros detalhes da mudança do atleta para o Dragão. O emblema italiano mantinha exigências financeiras na ordem dos 10 milhões de euros para concluir a transferência de Quintero. O FC Porto jogou com um valor ligeiramente inferior, entre os 6 e os 7 milhões, e neste campo não tem concorrência: o Génova, que também procurava servir-se do talento do colombiano, estacionou nos 4 milhões. Despromovido esta época à série B, o Pescara sabe o que Quintero quer e o negócio avança para um quadro de entendimento total, porque é inevitável que assim seja. 

Alguma imprensa transalpina dava o negócio como estando em stand-by, mas Quintero corre rápido, como ele quer, rumo à Invicta, para ser o nono reforço do FC Porto para 2013/2014. A confirmar hoje, no máximo amanhã.


in "abola.pt"

Futuro de Bernard joga-se de madrugada

O extremo vai decidir a passagem à final da Taça dos Libertadores e se for eliminado ficará livre para escolher um novo clube...


Bernard pode realizar o último jogo pelo Atlético de Mineiro já na madrugada desta quarta para quinta-feira, altura em que vai defrontar o Newell's Old Boys na segunda mão das meias-finais da Taça dos Libertadores. Na primeira partida, realizada na Argentina, o extremo viu a sua equipa perdeu por 2-0, uma desvantagem que tentará agora eliminar.

Na eventualidade de ser afastado da final da competição, o internacional brasileiro ficará com caminho livre para negociar com outro clube, tal como foi prometido por Alexandre Kalil, presidente do Atlético Mineiro.

Entretanto, no Brasil, mais concretamente no site da ESPN, foram acrescentados alguns pormenores sobre a "luta" entre o FC Porto e o Shakhtar Donestk pela contratação do jogador.

Segundo a notícia, Luís Gonçalves, antigo funcionário do FC Porto e atual chefe do departamento de scouting e principal responsável pela política de contratações do clube ucraniano, que visita "o Brasil pelo menos quatro vezes por ano", esteve recentemente por lá para contratar Fernando, médio que também chegou a ser pretendido pelo FC Porto, e Bernard. No entanto, e para já, "conseguiu apenas o primeiro".

Ainda segundo a ESPN, o FC Porto tem a vantagem de Antero Henrique ter "uma relação próxima com Kalil", mas também com o empresário do jogador, Giuliano Bertolucci, com quem ainda recentemente "esteve lado a lado na tentativa de colocar Rolando no QPR".


in "ojogo.pt"

terça-feira, 9 de julho de 2013

DRAGÕES A TODO O VAPOR NA HOLANDA


O FC Porto realizou esta terça-feira mais duas sessões de treino em Horst, na Holanda, onde realiza o estágio de pré-temporada. Amanhã, às 17 horas, a equipa realiza o primeiro jogo de preparação da nova temporada, frente ao Maastricht.

O dia começou com uma sessão de treino às 10h30, aberto à comunicação social, tendo-se seguido o almoço e um período de descanso. Às 17h30 voltaram ao trabalho, para uma sessão à porta fechada.

O estágio decorre em ambiente de grande tranquilidade, com a equipa a beneficiar das excelentes condições de trabalho. O meio de transporte mais utilizado para já tem sido a bicicleta, um hábito na quase sempre plana Holanda.

Esta quarta-feira o dia começa com uma sessão de treino às 11h00, à porta fechada, seguindo-se o jogo com o MVV Maastricht, da II divisão holandesa. A partida disputa-se em Mopertingen na vizinha Bélgica, com início marcado para as 17h00 de Portugal continental e com transmissão televisiva no Porto Canal.


ibn "fcp.pt"

Zidane e Ribéry "salvaram" Ghilas

Estrelas francesas, que então jogavam em Marselha com o irmão Kamel, foram determinantes para que o argelino não optasse pelo basquetebol ou pelo boxe...


Nabil Ghilas, o último reforço do FC Porto que esta segunda-feira assinou um contrato válido por quatro épocas, tem uma história curiosa na sua infância, passada em França, quando dava os primeiros passos no futebol. Começou a dar pontapés na bola aos 13 anos em clubes de bairro, na cidade de Marselha, onde vivia com a família.

Evoluiu com naturalidade e aos 17 anos já procurava, então, dar o salto, mas a verdade é que emblemas como Toulouse, Nantes, Le Havre ou Le Mans lhe responderam "não". Ficou de tal modo desiludido que já pendia para o basquetebol e para o boxe.

Contudo, Ghilas via crescer-lhe o bichinho pelo futebol, quando, no Verão, via o irmão Kamel jogar com Zidane e Ribéry, que acabaram por influenciá-lo e ser determinantes para não mais deixar a modalidade em que se tornou famoso.


in "ojogo.pt"

Chaves quer o Dragão emprestado

As obras no recinto flaviense obrigam o Chaves a procurar uma alternativa para os dois primeiros jogos oficiais.
O Chaves abordou FC Porto, Braga, Vitória de Guimarães e Freamunde para realizar os dois primeiros jogos oficiais nos seus campos, dado o Estádio Municipal estar em obras. O diretor desportivo do clube, Carlos Adão, avançou, em conferência de imprensa, que a equipa de Trás-os-Montes está com "alguma dificuldade" em arranjar alternativas para a realização dos dois primeiros jogos da Taça da Liga em casa, a 27 e 31 de julho, frente ao Feirense e ao Covilhã, porque a substituição do relvado ainda não terminou.

Por esse motivo, o Chaves iniciou conversações com os quatro clubes, mas ainda não obteve resposta. Os estádios da região, explicou o dirigente, não são opção porque não têm a vistoria feita pela Liga, logo não podem ser palco de jogos profissionais.

O emblema flaviense teve de substituir o relvado com mais de 30 anos, um investimento de cerca de 150 mil euros, por não ter as condições exigidas para competir na II Liga. As obras deverão estar terminadas no fim de julho, permitindo um "normal" início de época. 

Na primeira fase da Taça da Liga, o Chaves terá como adversários Moreirense, Oliveirense, Feirense e Covilhã. Refira-se que o FC Porto já "cedeu" o Estádio do Dragão ao Paços de Ferreira para disputar o playoff da Champions.

in "ojogo.pt"

Ghilas. O avançado que não sonhava jogar no Dragão

Goleador argelino assinou por quatro temporadas e vai tentar seguir as pisadas do compatriota Rabah Madjer
Era uma questão de tempo até Ghilas sair do Moreirense. O avançado argelino começou a dar nas vistas no início de 2012 ao marcar em Alvalade num jogo da Taça da Liga (1-1, 19 de Janeiro), mas foi nesta última época, já na Liga Portuguesa, que se assumiu decididamente como um goleador. Apesar de a equipa de Moreira de Cónegos ter descido de divisão, o contributo de Ghilas foi indiscutível - 13 golos em 30 jogos.

O interesse do Sporting foi público logo em Janeiro e muito se falou sobre a eventualidade de haver um direito de preferência, garantido após o empréstimo de Jorge Chula, mas o i apurou em tempo oportuno que o futebolista nunca chegou a ser uma hipótese provável neste defeso. As características agradavam, mas o dinheiro exigido numa contratação e a dúvida sobre eventuais dificuldades de adaptação afastaram essa hipótese, apesar de Augusto Inácio, actual director do futebol profissional dos leões, ter orientado Ghilas na equipa minhota. O empresário do argelino, Romeu Magalhães, declarou ontem que achava haver "alguma paixão de Inácio em contar com Ghilas no Sporting".

O FC Porto foi o destino final para um jogador que também interessou a clubes ingleses e franceses. O interesse dos dragões foi subindo de intensidade e ontem as dúvidas ficaram definitivamente esclarecidas, com a oficialização do negócio. Ghilas assinou por quatro temporadas, tem uma cláusula de rescisão fixada nos 30 milhões de euros e não foi especificado o valor exacto da transferência, apesar de sempre se ter especulado que rondaria os 3 milhões de euros. "Estou muito contente, este clube vai ensinar-me muita coisa. Tenho de trabalhar muito e quero jogar o maior número de vezes possível", afirmou o avançado, que foi muitas vezes chamado "Benzema de Moreira de Cónegos" e que terá a difícil tarefa de fazer concorrência a Jackson Martínez.

Ghilas viu, chegou, assinou e partiu já com a equipa para o estágio na Holanda. O FC Porto "é a melhor equipa de Portugal e uma grande equipa na Europa", mas o argelino não cedeu à tentação de cair em elogios rotineiros, garantindo que vestir a camisola os dragões não é um verdadeiro sonho. "Não posso dizer isso porque não sou daqui. Mas foi uma coisa muito boa para mim", esclareceu em declarações ao Porto Canal. O espírito que muitos jogadores associam ao FC Porto já parece ter sido assimilado por Ghilas no momento de estabelecer um objectivo: "O clube vai ensinar- -me muitas coisas. Espero que seja campeão este ano e quero trabalhar muito, muito, muito, muito e tentar jogar o mais possível."


Ghilas será o segundo argelino na história do FC Porto. O primeiro, Rabah Madjer, também era avançado e ficou ligado a um momento histórico na vida do clube. Representou os dragões entre 1985 e 1991 - uma época no Valencia pelo meio - e fez parte da equipa que conquistou a Taça dos Campeões Europeus na final de Viena com o Bayern Munique, em 1987. Mais que isso, marcou o famoso golo de calcanhar. Para Ghilas, o calcanhar poderá ser uma meta longa; entrar com o pé direito já será bom.

in "ionline.pt"

Licá: «Será para vencer todos os jogos» (video)

Fonseca - entre a continuidade e a mudança- António Tadeia

Modelo. Dizer que o FC Porto jogo no mesmo sistema há vários anos é dizer uma verdade mas fugir ao essencial. Entre o FC Porto de Jesualdo Ferreira e as equipas de André Villas-Boas ou Vítor Pereira havia diferenças abismais, tão grandes como o talento de João Moutinho. Paulo Fonseca tem um desafio enorme pela frente: reconstruir.

Quando perdeu Hulk, Vítor Pereira perdia um atacante de top, de seleção brasileira, capaz de resolver um jogo numa arrancada, num remate potente, mas ao mesmo tempo perdia também um elemento disruptivo na sua organização coletiva. Já antes, quando o Incrível se lesionara, o treinador desdramatizara: “O Hulk acrescenta-nos qualidade individual, mas o FC Porto sem o Hulk não é fraco. Valemos pelo coletivo”, dissera. E os acontecimentos deram-lhe razão. Mas quando o rendimento de João Moutinho baixou, no início da Primavera, o FC Porto ressentiu-se. Porque Moutinho era a chave do coletivo do FC Porto desde a sua chegada ao Dragão, a razão pela qual, sempre no 4x3x3, uma equipa que era mais perigosa em transição se transformou numa equipa de posse e circulação. Nessa altura, com o coletivo a funcionar pior, teria dado jeito Hulk: é para isso que servem os elementos disruptivos. E esta constatação serve para se avaliar a dimensão da tarefa de Paulo Fonseca. O treinador que chega de Paços de Ferreira terá de construir um coletivo sem James, o substituto de Hulk na hieraquia de desequilibradores, e sobretudo sem João Moutinho.

Dizer que o FC Porto tem trabalhado em continuidade em cima do 4x3x3 desde os tempos de Mourinho é ver o futebol sob um prisma exclusivamente posicional e iludir a questão à volta das sucessivas reconstruções da equipa. O próprio Mourinho mudou de um ano para o outro, baixando linhas e tirando intensidade à pressão do onze que ganhou a Taça UEFA, em 2003, para o que venceu a Champions, em 2004. Mas basta atentar nos anos mais recentes para perceber as mudanças. Jesualdo Ferreira é um dos mais conceituados especialistas europeus em transições e gostava de ter a sua equipa a funcionar assim, metendo profundidade logo que possível no seu jogo. Daí que os jogadores-chave das suas equipas fossem sendo homens muito fortes neste tipo de futebol, como Lisandro López ou Raul Meireles – além de Lucho, que sabe fazer tudo, claro. A perda da Liga de 2010 para o Benfica e a chegada de André Villas-Boas ao Dragão coincidiu com a entrada de João Moutinho na equipa. E, apesar de ser um ás, por exemplo, na transição defensiva, as características de Moutinho faziam dele o homem-ideal para um novo conceito de jogo. O algarvio recrutado ao Sporting pensa rápido, passa bem, dá dinâmica e segurança à equipa e tem uma noção de ocupação de espaço que podia fazer dele o eixo de um onze a jogar sobretudo em posse, estimulando mais o momento da organização ofensiva.

Foi isso que fez Villas-Boas e a equipa disparou, ganhando Liga, Taça e Liga Europa. Vítor Pereira manteve as bases da organização coletiva, aperfeiçoou-as até, após a saída de Hulk, e continuou a ganhar internamente. Simplesmente, com a saída de Moutinho, do que se trata agora é de mudar a ideia. Para o lugar do jogador vendido ao Mónaco, os dragões foram buscar o mexicano Herrera, que já disse ser capaz de dar à equipa “a largura de jogo” que lhe dava Moutinho, querendo com isto dizer que podia funcionar como diretor de orquestra, como elemento de ligação no tal futebol de posse, que leva a bola aos dois flancos em cada jogada. Herrera é um médio versátil, bom organizador, que joga normalmente como segundo elemento do duplo pivot (que o FC Porto não usa há anos), mas que pode atuar também como 10 ou até como médio-ala. É, nesse aspeto, um jogador mais parecido com Lucho González que com João Moutinho. Além de que é um jogador acabado de chegar da América Central e pode ser o cúmulo do otimismo esperar que se repita o fenómeno de adaptação instantânea que se viu, por exemplo, com Jackson Martínez.

Jackson, aliás, teve muito mérito na forma como chegou e se integrou de imediato, rendendo golos desde a estreia, mas estava a entrar numa máquina oleada onde o que se lhe pedia era o acabamento. Herrera está mais atrás no processo criativo: se vem ocupar a vaga de Moutinho, o que se lhe pede é que puxe alavancas e empurre rodas dentadas, algo mais complicado de conseguir no imediato por quem chega a um clube e a um país novo. É por isso que Paulo Fonseca terá pela frente uma tarefa tão difícil. Porque também ele chega agora a um grande e nos primeiros dias terá de decidir o que quer: continuidade sem o principal garante de estabilidade coletiva, perdido no mercado para o Mónaco, ou mudança de uma estrutura que ganha há três anos sem parar. A resposta surgirá com os primeiros jogos a sério.

Saque
Cassano fustigou-se ontem: diz que deve a si próprio uma grande carreira, por nunca ter dado mais do que 30% do que podia dar, se se esforçasse. Aos 30 anos, ainda vai muito a tempo. Ao contratá-lo sem ter de pagar pelo passe ao Inter de Milão, o Parma pode estar a acertar no jackpot. Ou a enfiar um grande barrete.

Pechincha
O Mónaco não compra tudo acima do valor de mercado. A prova é a aquisição de Toulalan ao Málaga: pagou, ao que se diz – que os números ainda não são oficiais – cinco milhões de euros por um médio-defensivo que, apesar dos seus 29 anos, valerá o dobro, é francês e encaixa na perfeição com Moutinho.

Oportunidade
20 milhões de euros são uma soma avultada para se dar por um médio de equilíbrios, como Paulinho. Mas Paulinho é titular da seleção brasileira, foi um dos destaques na Taça das Confederações e faz golos como um autêntico segundo atacante. Parece-me que o Tottenham não vai arrepender-se.

Barrete
Michael Laudrup não costuma enganar-se, mas a sua especialidade em Inglaterra é a contratação de espanhóis, mais baratos que a mão-de-obra local. Paga cinco milhões de euros por Shelvey ao Liverpool. OK, é um internacional sub-21, mas em três épocas no Liverpool nunca conseguiu afirmar-se.

Desastre
Quando um treinador começa a aparecer nas notícias pelas más razões, é sinal que está a acabar a carreira. Quando ainda assim a notícia é o montante da indemnização recebida, é também sinal que não precisará de trabalhar muito mais. Camacho perdeu por 5-1 com a Tailândia, foi despedido pela China e leva 6,4 milhões de euros.

TOP 10
As transferências mais caras do Verão
JOGADOR DE PARA VALOR*
Falcao At. Madrid Mónaco 60
Neymar Santos Barcelona 57
James Rodríguez FC Porto Mónaco 45
Fernandinho Shakthar Manchester City 40
Götze B. Dortmund Bayern 37
Isco Málaga Real Madrid 30
João Moutinho FC Porto Mónaco 25
Schürrle Leverkusen Chelsea 21,5
Navas Sevilha Manchester City 20
Kokorin D. Moscovo Anzhi 19
*Valor em milhões de euros 


A importância de Lucho -


Numa equipa que mudou de treinador, perdeu as referências de Moutinho e James e precisa de integrar reforços, Lucho pode revelar-se decisivo
Lucho garante hoje, nas páginas de O JOGO, que ainda vai jogar mais um bom par de anos.

 Ora, a utilização do adjetivo "bom" soa redundante no caso de Lucho, até por ser mais ou menos unânime que o capitão do FC Porto simplesmente não sabe jogar mal.

De resto, não terá sido por acaso que foi campeão seis vezes nas seis épocas que esteve no Dragão, pelo que o adjetivo a aplicar ao par de anos que garante ainda ter nas pernas depende muito da perspetiva de cada um: cumprindo-se a tradição, será tão "bom" para os adeptos do FC Porto como "mau" para os rivais. Entretanto, a disponibilidade de El Comandante é, isso sim, uma excelente notícia para Paulo Fonseca que até já confessou a sua admiração por ele.

Numa época em que o FC Porto perdeu as referências que eram João Moutinho e James Rodríguez, a presença forte do "capitão" no balneário e no relvado pode ser tão decisiva na integração dos reforços, como para a afirmação da autoridade do novo treinador junto dos mais antigos. Pelo menos tão decisiva como foi quando regressou, há um ano e meio, para pôr nos eixos uma equipa que ameaçava escapar ao controlo de Vítor Pereira.

Como dizia Jesualdo Ferreira, "Lucho está no clube com alegria, mas com seriedade. Nos jogos, nos treinos ou nos estágios, a sua postura é sempre essa. E quem não faz como ele, nem sequer se sente bem. Isso é que é ser líder." E um líder, nunca é de mais.

Jorge Maia in "OJOGO.pt"

Mónaco: «Seguíamos Moutinho e James há muito tempo»


João Moutinho e James Rodríguez foram apresentados nesta terça-feira como jogadores do Mónaco, várias semanas depois de ter sido oficializada a contratação de ambos ao FC Porto, num negócio de 70 milhões de euros. Vadim Vasilyev, diretor-desportivo do clube, disse na cerimónia de apresentação que o Mónaco seguia há muito os ex-portistas e que são duas opções para pôr em prática o «jogo bonito» que a equipa quer mostrar.

«Seguíamos estes jogadores no FC Porto há muito tempo . O Mónaco foi sempre símbolo de jogo bonito e foi nesses espírito que quisemos estes jogadores. Queremos oferecer espectáculo aos nosso adeptos», afirmou, para depois definir os dois reforços: «O João já é muito conhecido como um dos melhores médios da Europa e James, com o seu talento, será, espero, a revelação desta época.»

O dirigente comentou ainda a relação do Mónaco com a Liga francesa. O clube mantém uma batalha legal com as instâncias desportivas, que lhe exigem residência em território francês a partir de 2013/14. «As relações com a Liga são boas, acho que temos de trabalhar juntos para melhorar o campeonato francês, para o fazer crescer, para que os adeptos venham ao estádio. Isso só com equipas fortes que joguem em França. Acho que toda a gente vai beneficiar do que o Mónaco está a fazer.»


in "maisfutebol.iol.pt"