O FC Porto Império Bonança perdeu este sábado no Dragão Caixa, frente ao Valdagno, por 4-8, em encontro da terceira jornada do grupo C da Liga Europeia. Pela primeira vez esta época, a equipa azul e branca não venceu um jogo oficial e, pela segunda vez em dois anos e meio, perdeu um encontro em casa. A primeira derrota, em Janeiro de 2010, havia sido frente ao mesmo Valdagno.
Os Dragões foram apanhados na armadilha do contra-ataque, que os italianos urdiram com inegável mestria. Apesar do maior volume de jogo, os portistas esbarraram num guardião Juan Oviedo inspirado e foram pouco eficazes na finalização.
Durante a primeira parte, o FC Porto esteve muito tempo enredado na armadilha italiana. O Valdagno colocou-se em vantagem logo aos três minutos, por intermédio de Nicolia, num contra-ataque. Esta seria de resto a principal arma dos forasteiros: fortes defensivamente, os italianos não tiveram pejo em fechar-se junto à sua baliza, lançando depois venenosos contra-ataques.
Caio ainda atirou à barra, aos cinco minutos, mas seria o Valdagno a chegar ao 0-3, com dois tentos de Massimo Tataranni (9 e 11 minutos), um avançado que já tinha feito estragos há dois anos. Como um azar nunca vem só, o FC Porto também esteve infeliz na finalização e Reinaldo Ventura, aos 11 minutos, desperdiçou um penálti. Aos 18 minutos, falharia ainda um livre directo (Dario Rigo viu o cartão azul) e o Valdagno resistiria dois minutos com menos um elemento em rinque.
Notava-se, no entanto, algo diferente no jogo. Mais concentrados na defesa, os hoquistas azuis e brancos impuseram um ritmo diabólico, “sufocando” os italianos. Dario Rigo ainda atiraria ao poste, na conversão de um penalti, mas seria Reinaldo Ventura, aos 22 e 23 minutos, a reduzir a desvantagem para a margem mínima. E o FC Porto ainda teve várias hipóteses para chegar ao empate antes do intervalo, num verdadeiro “vendaval” de ataque dos Dragões.
O descanso fopi providencial para os italianos, que estavam à beira do KO técnico. No segundo tempo, o empate voltou a estar perto e o contra-ataque italiano parecia inoperante, mas estava apenas adormecido. Tataranni voltou a aparecer, aos 30 minutos, e fez o 2-4, um golo que a equipa portista sentiu muito.
Balanceados no ataque, os Dragões estiveram a perder por 2-7, mas nunca baixaram os braços. Suíssas, com um desvio à boca da baliza, a nove minutos do final, ainda deu alguma esperança aos adeptos, mas o Valdagno voltaria a marcar. Pedro Gil estabeleceu o resultado final (4-8), aos 45 minutos.
Na sala de imprensa, o técnico Tó Neves analisou o encontro: “Durante todo o jogo, o Valdagno foi muito forte defensivamente e o FC Porto teve dificuldades em penetrar na defesa contrário. O Valdagno jogou em contra-ataque e tivemos dificuldades em travá-los. As individualidades resolveram muitos dos seus problemas, traduzindo-se em golos. Tivemos pouco discernimento na finalização e o guarda-redes do Valdagno esteve muito bem. Eles dispararam na segunda parte e quisemos muito, mas não conseguimos”.
FICHA DE JOGO
FC Porto Império Bonança-Valdagno, 4-8
Liga Europeia, grupo C, terceira jornada
21 de Janeiro de 2012
Pavilhão Dragão Caixa, no Porto
Assistência: 1.102 espectadores
Árbitros: Teresa Martinez (Espanha), Emilio Montesinos (Espanha) e Sílvia Coelho (Porto)
FC PORTO: Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira, Caio, Pedro Gil e Gonçalo Suíssas
Jogaram ainda: Reinaldo Ventura, Filipe Santos (cap.), Tiago Santos e Nelson Pereira
Treinador: Tó Neves
VALDAGNO: Juan Oviedo (g.r.), Nicoletti, Nicolia, Tataranni e Dario Rigo (cap.)
Jogaram ainda: Gaston de Oro
Treinador: Franco Vanzo
Ao intervalo: 2-3
Marcadores: Nicolia (3m, 34m e 44m), Tataranni (9m, 11m, 30m e 35m), Reinaldo Ventura (22m e 23m), De Oro (38m), Gonçalo Suíssas (41m) e Pedro Gil (45m)
Disciplina: cartão azul para Dario Rigo (18m)
in "fcp.pt"
domingo, 22 de janeiro de 2012
Belluschi ao centro com a mesma defesa
Tal como O JOGO escreveu esta semana, Vítor Pereira não tinha como inventar dinâmicas para a equipa. As lesões de Hulk, Cristian Rodríguez, Guarín e Alex Sandro, a saída de Walter e a ida de Djalma para a CAN facilitaram-lhe a escolha do onze para o encontro com o V. Guimarães. Na prática, só teve que fazer duas escolhas: Belluschi ou Defour no meio-campo e Maicon ou Danilo no lado direito da defesa. Os outros titulares estavam eleitos por natureza. E Vítor Pereira optou pela continuidade na defesa e pela maior rotina de Belluschi no meio. Na frente, até porque não há alternativas, Kléber volta a ter uma oportunidade de quebrar o jejum de golos que dura há dois meses e Varela de responder ao apelo feito na sexta-feira pelo treinador que o quer ver a fazer uma grande segunda volta.
Hulk é a ausência maior numa equipa que procura recuperar a liderança e que vencendo sabe que coloca pressão no Benfica, que joga umas horas depois. Cristian Rodríguez também deu entrada na enfermaria pelo que o ataque foi definido sem qualquer dificuldade: jogam os que estão disponíveis (James, Varela e Kléber) e vão para o banco dois jovens: Iturbe e Vion, goleador dos juniores e a grande surpresa da convocatória.
De volta ao meio-campo, além do regresso de Belluschi - que, curiosamente, é o jogador do plantel utilizado em mais jogos (25) - ao tridente, também estará de volta Fernando - descansou na Taça da Liga -, mantendo-se apenas João Moutinho em relação ao jogo a meio da semana. Defour senta-se, por isso, no banco ao lado de Souza, o outro médio que resta nas contas do treinador porque Guarín além de estar de saída encontra-se lesionado.
Na defesa, voltam Helton e Rolando. Este para comandar o sector, ao lado de Otamendi. São as alterações previstas por Vítor Pereira num sector que conseguiu manter a baliza inviolada nos últimos três jogos do campeonato. Ou seja, Danilo, tal como O JOGO já tinha escrito, não será já aposta inicial. Culpa do certificado...
A longa agonia de Sapunaru
Nem com apenas 16 jogadores de campo disponíveis Sapunaru foi chamado. A exclusão só vem confirmar a validade do sinal dado no jogo contra o Estoril, em que quase toda a segunda linha portista jogou, mas o romeno nem foi convocado. Depois de nova ausência por opção, em função de um júnior, é quase garantido que o romeno não volta a jogar pelo FC Porto e que tem 10 dias para encontrar novo clube, sob pena de ficar parado até ao final da época. Interessados haverá, mas faltam propostas concretas. O FC Porto, curiosamente, recusou algumas vindas de Itália no último Verão, e nessa altura Vítor Pereira já tinha decidido que Sapunaru seria sempre segunda escolha.
A agonia do romeno começou há quase três meses. A 28 de Outubro foi titular na goleada ao Paços de Ferreira e, depois, suplente não utilizado contra o APOEL. Desde então, não voltou a ser convocado. Primeiro pensou-se que apenas por lesão. Mais tarde, depois de sucessivas exclusões por opção, entendeu-se que definitivamente não conta para Vítor Pereira. Mesmo que com ele em campo, em nove jogos, o FC Porto só tenha perdido uma vez e contra o Barcelona.
Mais 13 minutos para ultrapassar o Benfica
O FC Porto não sofre golos há 344 minutos - em jogos das várias competições - e poderá ultrapassar a melhor série da época estabelecida pelo Benfica, que manteve a sua baliza fechada a sete chaves durante 356 minutos. Para bater esta marca, os portistas não podem sofrer um golo frente ao V.Guimarães nos primeiros 13 minutos do encontro.
Com uma das defesas menos batida das ligas europeias - oito golos encaixados em 15 jornadas - os azuis e brancos têm argumentos de sobra para aspirarem a ultrapassar a marca dos encarnados. Esta época, refira-se o Beira-Mar já conseguiu somar 340 minutos sem as suas redes serem violadas, melhor até do que Braga (331') e Sporting (318').
Mas se limitarmos as contas a jogos do campeonato, a melhor série já pertence a Helton e ao FC Porto que esteve 457 minutos sem sofrer qualquer golos entre o empate com o Benfica (2-2), à sexta jornada, e a vitória sobre o Braga (3-2), à 11ª ronda. Actualmente a defesa da equipa de Vítor Pereira soma 327 minutos sem sofrer na Liga. O último data do jogo com o Beira-Mar.
Ainda na Liga, a seguir aos campeões nacionais, o Braga conseguiu estar 359 minutos sem encaixar golos, mais precisamente entre a primeira e a quarta jornada, numa série de jogos dividida entre Berni e Quim, que terminou com este último a não conseguir defender o penálti do Gil Vicente. Contudo, a tarefa de marcar golos aos vimaranenses também será fácil para os azuis e brancos, porque o V. Guimarães não concede golos na Liga há 226 minutos. Não faltam, por isso, motivos de interesse neste encontro.
in "ojogo.pt"
Guarín decidido amanhã
A transferência de Guarín deve ficar decidida amanhã. Marcelo Ferreyra, representante do colombiano, já se encontra no Porto para apresentar à SAD as propostas que recebeu nos últimos dias: Juventus e Inter de Milão são as hipóteses mais fortes, mas o emblema de Turim leva vantagem. A reunião com os responsáveis portistas terá, contudo, de ficar para depois do encontro com o Guimarães.
As últimas informações indicam que Giuseppe Marotta, director-desportivo da Juventus, terá oferecido 11 milhões de euros, mais prémios por objectivos, de forma a aproximar-se das pretensões do FC Porto, que terá insistido em 13 milhões de euros para abrir mão de Guarín. A Juventus propõe-se a pagar dois milhões no imediato e o restante no final da época. O parcelamento do pagamento será, nesta altura, o único ponto em que não há acordo. A SAD portista pretende receber já mais do que os dois milhões de euros. Recorde-se que o FC Porto está no mercado a tentar contratar um ponta-de-lança, e a venda de Guarín poderá ser importante nesse negócio.
Ontem, o próprio Guarín não escondeu uma certa ansiedade com o adiar do desfecho. "Deus é quem decide...", escreveu no Twitter.
Conforme O JOGO deu conta ontem, o Inter de Milão também está na corrida pelo internacional colombiano. Marco Branca, director-desportivo dos nerazzurri, confirmou isso mesmo ao nosso jornal, em declarações que ontem tiveram bastante repercussão em Itália.
Porém, o rival de Turim estará mais bem posicionado, uma ideia reforçada pelas declarações do próprio Guarín, que já confessou na primeira pessoa preferir a Juventus.
Villarreal na luta por Jackson Martínez
Pretendido pelo FC Porto para reforçar o ataque, Jackson Martínez pode estar a caminho de Espanha, para jogar no Villarreal. Apontado já a muitos clubes, foram os dragões e o Liverpool a estarem mais em foco. Porém, um dos empresários do jogador, Giovanni Fiore, diz agora que é o Villarreal a estar à frente na luta pelo ponta-de-lança colombiano. "Meia Europa o quer, mas o interesse mais concreto vem de Espanha. O Villarreal quer o jogador", disse ao TuttoMercatoweb. Segundo o mesmo site, o Jaguares, clube que detém o seu passe, pede 10 milhões de euros para o vender.
in "ojogo.pt"
Varela, o regresso? «Sempre foi um lutador»
Reportagem Maisfutebol: Vítor Pereira confia no regresso do super-Varela. Quem o conhece garante que o treinador pode estar descansado
Minuto 61 do embate com o Estoril para a Taça da Liga. Varela recebe um passe de Alvaro Pereira, domina com o pé direito à entrada da área e dispara com o pé contrário. Golo. Festejo calmo, sem euforias. Silvestre Varela, ao seu estilo, tenta dar a volta por cima a uma situação complicada.
Nunca tinha sido tão pouco influente desde que chegou ao F.C. Porto como na actual temporada. O golo ao Estoril foi apenas o terceiro da época. Marcou ao U. Leiria, para o campeonato, e ao Pêro Pinheiro, para a Taça. Na Liga fez 9 jogos. O pior registo de três anos de dragão ao peito.
A título de exemplo, recorde-se que, com André Villas-Boas, no mesmo período, Varela participou em 13 encontros do campeonato e fez seis golos. Com Jesualdo fez 10 jogos e marcou por cinco vezes. Como explicar a surpreendente perda de gás?
O Maisfutebol tentou encontrar justificações nas raízes do avançado, quando o campo do Pescadores da Costa da Caparica era a sua segunda casa. «Vir ao treino era o ponto alto do dia dele», diz José Dias, vizinho e antigo treinador do avançado. «Ele vai dar a volta por cima, acredito que sim, porque tem muita força e o talento continua lá», completa.
«Com 11 anos via-se que havia ali qualquer coisa»
Perceber se Varela vai ressurgir nesta segunda metade da época pode ajudar a definir aquilo que vai valer o F.C. Porto de Vítor Pereira. O treinador já disse esperar uma grande segunda volta do avançado. E o ano é de Europeu.
Quem o conhece bem acredita que a resposta estará à altura. Luís Lopo, responsável pelo futebol jovem nos Pescadores da Costa da Caparica, treinou-o e espera que o menino «atento» que conheceu um dia continue a dar cartas.
«É um lutador, sempre foi. Foi sempre esperto, era um miúdo atento e perspicaz. Levava para o campo o que lhe pedíamos, com uma grande maturidade. Via-se, com 11, 12 anos, que havia ali qualquer coisa. Acredito que não tenha mudado e vai dar a volta por cima», afirma o dirigente.
Luís Lopo frisa que não é fácil comparar os tempos actuais com aqueles em que os pontapés na bola eram apenas para gozo pessoal. «Ele aqui nunca sentiu competitividade porque, naquelas idades, quando aparece alguém com talento, a diferença é enorme. E ele estava acima da média. Como nunca teve problemas físicos nem familiares foi jogando sempre, até ir para o Sporting. Pena que nunca tenha sido uma mais valia para aquela equipa...», lamenta.
«O ano passado era titular e este ano nem joga?»
José Dias desconfia do súbito apagamento do seu ex-pupilo: «Eu sei que ele é capaz, mas precisa que lhe dêem espaço e oportunidades.»
«Dar a volta por cima, muitas vezes, é complicado num clube grande. Os empresários também mandam. Não percebo como o Varela era titular no ano passado, quando o F.C. Porto até tinha melhores jogadores, e este ano não joga... Mas isso não o vai afectar», assegura.
A verdade é que, desde que chegou ao F.C. Porto, a primeira metade da época tem sido sempre a mais positiva para Varela. No primeiro ano, só fez dois golos no campeonato, na segunda volta, até porque se lesionou num treino e não participou na final da Taça, com o Desp. Chaves, nem pôde fazer dores de cabeça a Carlos Queiroz nas escolhas para o Mundial. Com André Villas-Boas também perdeu importância. Ainda marcou por quatro vezes e foi titular muitas vezes, mas o crescimento de James Rodríguez fez-lhe sombra.
Esta época, como se disse, ainda não foi preponderante. Deve ser titular com o V. Guimarães. Jogo importante para perceber se o ressurgimento com o Estoril foi o ponto de viragem ou apenas mais uma página de uma temporada aos zigue-zagues.
Nunca tinha sido tão pouco influente desde que chegou ao F.C. Porto como na actual temporada. O golo ao Estoril foi apenas o terceiro da época. Marcou ao U. Leiria, para o campeonato, e ao Pêro Pinheiro, para a Taça. Na Liga fez 9 jogos. O pior registo de três anos de dragão ao peito.
A título de exemplo, recorde-se que, com André Villas-Boas, no mesmo período, Varela participou em 13 encontros do campeonato e fez seis golos. Com Jesualdo fez 10 jogos e marcou por cinco vezes. Como explicar a surpreendente perda de gás?
O Maisfutebol tentou encontrar justificações nas raízes do avançado, quando o campo do Pescadores da Costa da Caparica era a sua segunda casa. «Vir ao treino era o ponto alto do dia dele», diz José Dias, vizinho e antigo treinador do avançado. «Ele vai dar a volta por cima, acredito que sim, porque tem muita força e o talento continua lá», completa.
«Com 11 anos via-se que havia ali qualquer coisa»
Perceber se Varela vai ressurgir nesta segunda metade da época pode ajudar a definir aquilo que vai valer o F.C. Porto de Vítor Pereira. O treinador já disse esperar uma grande segunda volta do avançado. E o ano é de Europeu.
Quem o conhece bem acredita que a resposta estará à altura. Luís Lopo, responsável pelo futebol jovem nos Pescadores da Costa da Caparica, treinou-o e espera que o menino «atento» que conheceu um dia continue a dar cartas.
«É um lutador, sempre foi. Foi sempre esperto, era um miúdo atento e perspicaz. Levava para o campo o que lhe pedíamos, com uma grande maturidade. Via-se, com 11, 12 anos, que havia ali qualquer coisa. Acredito que não tenha mudado e vai dar a volta por cima», afirma o dirigente.
Luís Lopo frisa que não é fácil comparar os tempos actuais com aqueles em que os pontapés na bola eram apenas para gozo pessoal. «Ele aqui nunca sentiu competitividade porque, naquelas idades, quando aparece alguém com talento, a diferença é enorme. E ele estava acima da média. Como nunca teve problemas físicos nem familiares foi jogando sempre, até ir para o Sporting. Pena que nunca tenha sido uma mais valia para aquela equipa...», lamenta.
«O ano passado era titular e este ano nem joga?»
José Dias desconfia do súbito apagamento do seu ex-pupilo: «Eu sei que ele é capaz, mas precisa que lhe dêem espaço e oportunidades.»
«Dar a volta por cima, muitas vezes, é complicado num clube grande. Os empresários também mandam. Não percebo como o Varela era titular no ano passado, quando o F.C. Porto até tinha melhores jogadores, e este ano não joga... Mas isso não o vai afectar», assegura.
A verdade é que, desde que chegou ao F.C. Porto, a primeira metade da época tem sido sempre a mais positiva para Varela. No primeiro ano, só fez dois golos no campeonato, na segunda volta, até porque se lesionou num treino e não participou na final da Taça, com o Desp. Chaves, nem pôde fazer dores de cabeça a Carlos Queiroz nas escolhas para o Mundial. Com André Villas-Boas também perdeu importância. Ainda marcou por quatro vezes e foi titular muitas vezes, mas o crescimento de James Rodríguez fez-lhe sombra.
Esta época, como se disse, ainda não foi preponderante. Deve ser titular com o V. Guimarães. Jogo importante para perceber se o ressurgimento com o Estoril foi o ponto de viragem ou apenas mais uma página de uma temporada aos zigue-zagues.
in "maisfutebol.iol.pt"
F.C. Porto: o que fez Vion na véspera do V. Guimarães?
Jovem francês deu ajudinha à equipa de juniores do F.C. Porto, um dia antes de estar ao lado de Vítor Pereira
Um dia antes de estar lado a lado com os jogadores do plantel principal portista, o francês Thibaut Vion não parou e esteve em campo pela equipa de juniores que enfrentou o Gondomar.
O F.C. Porto venceu por 2-0, em jogo da 21ª jornada da primeira fase do campeonato nacional e continua na frente, com 16 pontos de vantagem para o Sp. Braga, que é 2º classificado.
O jovem avançado convocado por Vítor Pereira marcou o primeiro golo em cima do intervalo. Nos descontos Mikel fez o 2-0 final.
O F.C. Porto venceu por 2-0, em jogo da 21ª jornada da primeira fase do campeonato nacional e continua na frente, com 16 pontos de vantagem para o Sp. Braga, que é 2º classificado.
O jovem avançado convocado por Vítor Pereira marcou o primeiro golo em cima do intervalo. Nos descontos Mikel fez o 2-0 final.
in "maisfutebol.iol.pt"
F.C. Porto-V. Guimarães (antevisão): ser feliz sem Hulk
Dragões vão a jogo pela segunda vez sem Hulk. Na primeira empataram no terreno do Feirense
O Momento:
F.C. PORTO: a jogar no Dragão, os azuis e brancos apenas cederam pontos frente ao Benfica. Na verdade, apesar da oscilação qualitativa e das muitas baixas, a equipa de Vitor Pereira tem sido praticamente inatingível na condição de visitada. O maior problema nesta altura centra-se com as opções para o ataque. Sem Hulk, Cristian Rodríguez e Djalma, sobram James, Kléber, Varela e Iturbe. Por isso mesmo, o técnico convocou o júnior Thibaut Vion, ponta-de-lança sub-19. Hulk falha o segundo jogo na Liga. Na primeira, o Porto empatou a zero em casa do Feirense
V. GUIMARÃES: sete pontos nos últimos três jogos e o sexto lugar na classificação dão alento a uma equipa que vive em turbulência desde o início da época. O melhor ciclo dos minhotos ocorreu entre a 9ª e 11ª jornadas, período em que obtiveram três vitórias consecutivas. O quadro geral aponta para uma instabilidade emocional capaz dos caprichos mais devassos. A última semana é disso testemunha: vitória em Coimbra para o campeonato, derrota na Cidade-Berço para a Taça da Liga.
Ausentes:
F.C. PORTO: Hulk, Cristian Rodríguez, Alex Sandro, Guarín e Emídio Rafael (lesionados); Djalma presente na CAN
V. GUIMARÃES: Barrientos (castigado); Ndiaye presente na CAN
Discurso directo:
VITOR PEREIRA: «O Vitória é uma equipa com qualidade, onde fundamentalmente os jogadores da frente são criativos e capazes de colocar dificuldades. Acreditámos muito no nosso jogo, no nosso trabalho e vamos com clara intenção de vencer.»
RUI VITÓRIA: «Temos consciência de que o do outro lado está uma equipa muito forte, que vai querer comandar o jogo e que nos vai colocar problemas que outras equipas não colocam. Se o FC Porto vencer será normal, mas estamos aqui para contrariar essa lógica. Exigimos a nós mesmos uma atitude de campeões, de querer vencer na vida, determinada, e estes jogos servem para isso mesmo, para os jogadores se transcenderem.»
Registo histórico:
Em 66 confrontos para o campeonato nacional, com o F.C. Porto na condição de visitado, o Vitória só por três vezes conseguiu vencer: 1-2 em 1971/72 e em 1972/73, e 2-3 na temporada 1995/96. Há ainda a registar 12 empates e 51 vitórias dos dragões. Nos últimos seis anos o Porto venceu sempre. A última vez que os minhotos fugiram à derrota foi na época 2004/05: 0-0.
Equipas prováveis:
F.C. PORTO: Helton; Maicon, Rolando, Otamendi e Alvaro Pereira; Belluschi, Fernando e João Moutinho; Silvestre Varela, Kléber e James Rodríguez
Outros convocados: Bracali, Danilo, Mangala, Souza, Steven Defour, Juan Iturbe e Thibaut Vion
V. GUIMARÃES: Nilson; Alex, Freire, João Paulo e Anderson Santana; Leonel Olímpio e El Adoua; Paulo Sérgio, Nuno Assis e Marcelo Toscano; Edgar
Outros convocados: Douglas, Defendi, Bruno Teles, Pedro Mendes, Soudani, Tiago Targino e Faouzi
F.C. PORTO: a jogar no Dragão, os azuis e brancos apenas cederam pontos frente ao Benfica. Na verdade, apesar da oscilação qualitativa e das muitas baixas, a equipa de Vitor Pereira tem sido praticamente inatingível na condição de visitada. O maior problema nesta altura centra-se com as opções para o ataque. Sem Hulk, Cristian Rodríguez e Djalma, sobram James, Kléber, Varela e Iturbe. Por isso mesmo, o técnico convocou o júnior Thibaut Vion, ponta-de-lança sub-19. Hulk falha o segundo jogo na Liga. Na primeira, o Porto empatou a zero em casa do Feirense
V. GUIMARÃES: sete pontos nos últimos três jogos e o sexto lugar na classificação dão alento a uma equipa que vive em turbulência desde o início da época. O melhor ciclo dos minhotos ocorreu entre a 9ª e 11ª jornadas, período em que obtiveram três vitórias consecutivas. O quadro geral aponta para uma instabilidade emocional capaz dos caprichos mais devassos. A última semana é disso testemunha: vitória em Coimbra para o campeonato, derrota na Cidade-Berço para a Taça da Liga.
Ausentes:
F.C. PORTO: Hulk, Cristian Rodríguez, Alex Sandro, Guarín e Emídio Rafael (lesionados); Djalma presente na CAN
V. GUIMARÃES: Barrientos (castigado); Ndiaye presente na CAN
Discurso directo:
VITOR PEREIRA: «O Vitória é uma equipa com qualidade, onde fundamentalmente os jogadores da frente são criativos e capazes de colocar dificuldades. Acreditámos muito no nosso jogo, no nosso trabalho e vamos com clara intenção de vencer.»
RUI VITÓRIA: «Temos consciência de que o do outro lado está uma equipa muito forte, que vai querer comandar o jogo e que nos vai colocar problemas que outras equipas não colocam. Se o FC Porto vencer será normal, mas estamos aqui para contrariar essa lógica. Exigimos a nós mesmos uma atitude de campeões, de querer vencer na vida, determinada, e estes jogos servem para isso mesmo, para os jogadores se transcenderem.»
Registo histórico:
Em 66 confrontos para o campeonato nacional, com o F.C. Porto na condição de visitado, o Vitória só por três vezes conseguiu vencer: 1-2 em 1971/72 e em 1972/73, e 2-3 na temporada 1995/96. Há ainda a registar 12 empates e 51 vitórias dos dragões. Nos últimos seis anos o Porto venceu sempre. A última vez que os minhotos fugiram à derrota foi na época 2004/05: 0-0.
Equipas prováveis:
F.C. PORTO: Helton; Maicon, Rolando, Otamendi e Alvaro Pereira; Belluschi, Fernando e João Moutinho; Silvestre Varela, Kléber e James Rodríguez
Outros convocados: Bracali, Danilo, Mangala, Souza, Steven Defour, Juan Iturbe e Thibaut Vion
V. GUIMARÃES: Nilson; Alex, Freire, João Paulo e Anderson Santana; Leonel Olímpio e El Adoua; Paulo Sérgio, Nuno Assis e Marcelo Toscano; Edgar
Outros convocados: Douglas, Defendi, Bruno Teles, Pedro Mendes, Soudani, Tiago Targino e Faouzi
in "maisfutebol.iol.pt"
Milan prepara ataque a Fucile
Acaba de rumar ao Santos por empréstimo do FC Porto mas, em Itália, continua o assédio a Jorge Fucile. O Milan surge como novo interessado nos serviços do internacional uruguaio que já foi apontado como alvo da Juventus, Roma e Lazio.
Segundo o portal Calcio News 24, o empréstimo ao Santos foi uma mera etapa num percurso que acabaria por levar Fucile até San Siro, com os dirigentes do Milan a preparem terreno para a chegada do lateral em Junho.
Fucile tem contrato válido com o FC Porto até Junho de 2014 e uma cláusula de rescisão de 20 milhões de euros.
in "abola.pt"
Segundo o portal Calcio News 24, o empréstimo ao Santos foi uma mera etapa num percurso que acabaria por levar Fucile até San Siro, com os dirigentes do Milan a preparem terreno para a chegada do lateral em Junho.
Fucile tem contrato válido com o FC Porto até Junho de 2014 e uma cláusula de rescisão de 20 milhões de euros.
in "abola.pt"
Lucho é um sonho proibido
A imprensa francesa dava ontem conta da possibilidade de Lucho Gonzalez regressar ao Dragão. O médio argentino parece estar de saída do Marselha e ontem apontava-se o Dragão como destino possível, embora Internacional de Porto Alegre e Palmeiras estejam também na corrida. No entanto, segundo os dados recolhidos por A BOLA, a transferência de Lucho para o FC Porto é um cenário muito pouco provável.
Embora ó jogador gostasse de voltar ao Dragão (onde foi muito feliz) e no FC Porto ver-se com bons olhos o regresso de um futebolista que deixou saudades, a verdade é que os elevados salários que Lucho Gonzalez aufere no Marselha são incomportáveis para a realidade do clube azul-e-branco. Além disso, seria necesário fazer um forte investimento na contratação de um jogador de 31 anos, algo que vai contra a política sempre seguida pela SAD do FC Porto.
Por tudo isto, o sonho de contar com Lucho Gonzalez não deve passar disso mesmo. De um sonho quase impossível de concretizar-se...
in "abola.pt"
Embora ó jogador gostasse de voltar ao Dragão (onde foi muito feliz) e no FC Porto ver-se com bons olhos o regresso de um futebolista que deixou saudades, a verdade é que os elevados salários que Lucho Gonzalez aufere no Marselha são incomportáveis para a realidade do clube azul-e-branco. Além disso, seria necesário fazer um forte investimento na contratação de um jogador de 31 anos, algo que vai contra a política sempre seguida pela SAD do FC Porto.
Por tudo isto, o sonho de contar com Lucho Gonzalez não deve passar disso mesmo. De um sonho quase impossível de concretizar-se...
in "abola.pt"
Danilo: «Muito feliz por poder participar e ajudar»
Desta vez não é à condição, Danilo faz mesmo parte das opções de Vítor Pereira para o compromisso de hoje, com o V. Guimarães. O nome do internacional brasileiro está na lista dos 18 eleitos pelo treinador para a receção aos minhotos, pelo que será a sua estreia numa ficha de jogo dos azuis e brancos. Resta agora saber se Vítor Pereira lhe vai reservar um lugar no onze ou se, conforme se prevê, vai fazer com que a adaptação de Maicon à lateral direita se mantenha ainda neste jogo.O técnico, como vem sendo habitual, escondeu o jogo quanto às suas escolhas para esta noite, mas Danilo já se mostrou disponível para ir à luta, conforme escreveu, ontem ao início da tarde, na sua conta no Twitter – @daaniloluiz. “Já treinámos pela manhã! Tudo certo para o jogo de amanhã [hoje] pelo campeonato português! Estou muito feliz por já poder participar e ajudar”, adiantou o reforço, de 20 anos.
in "record.pt"
Guarín desabafa sem fumo branco
"DEUS DECIDE" ACREDITA O MÉDIO
Mais um dia de espera para Fredy Guarín, com a sua provável saída para Itália num impasse. Sem já ser possível esconder o interesse da Juventus e doInter Milão nos seus serviços, a verdade é que um provável negócio com um desses clubes só terá desenvolvimentos no início da próxima semana, já que há fatores competitivos a concentrar as atenções de todas as partes envolvidas.
Logo pela manhã de ontem, o colombiano, de 25 anos, deixou mais uma enigmática mensagem no seu Twitter – @fguarin13. “Deus é quem decide”, escreveu. Nessa altura, já as palavras do diretor-desportivo do Inter, Marco Branca, corriam o Mundo: “Guarín é muito interessante e precisamos de um médio.” A Juventus, pela voz do seu diretor-geral, Guiseppe Marotta, não foi tão direto: “O dever do clube é dar o melhor ao treinador.”
in "record.pt"
Marco Branca: «Guarín é definitivamente uma possibilidade»
INTER ASSUME INTERESSE PELO MÉDIO
O Inter Milão assumiu publicamente o interesse na contratação de Fredy Gaurín e esta posição estará na origem do atraso na transferência do colombiano para a Juventus.
"Guarín é um jogador muito interessante e como estamos a precisar de um médio ele é definitivamente uma possibilidade", afirmou Marco Branca, diretor do clube de Milão, em declarações ao site "fcinternews.it".
"Não sei de existem propostas de outros clubes, mas o Inter ainda não entregou nada. Tenho de falar com o presidente [Massimo] Moratti e depois tomamos uma decisão", acrescentou, referindo-se à Juventus.~
in "record.pt"
sábado, 21 de janeiro de 2012
DRAGÕES JOGAM PARA O SEXTO TÍTULO EM DOIS ANOS
À terceira edição da Taça Hugo dos Santos, que junta em Vendas Novas os quatro primeiros da Liga ao final da primeira volta, Diogo Gomes planeia o resgate do troféu conquistado em Janeiro de 2010 e perdido no ano seguinte. O técnico assistente de Moncho López recusa-se, no entanto, a projectar a final previsível sem uma abordagem prévia ao encontro das meias-finais, com a Ovarense.Para recuperar o título, que substitui a extinta Taça da Liga desde a época de 2009/10, os Dragões terão que superar a Ovarense na segunda meia-final da prova, às 18h30 de sábado, no Pavilhão Municipal de Vendas Novas, já conhecedores do resultado da primeira semifinal, que opõe o Barreirense ao Benfica.
Diogo Gomes, que fala em "Ser Porto", assume a motivação transmitida pelos adeptos e quer dedicar-lhes nova conquista, que, a consumar-se, será a sexta em menos de dois anos, numa sequência iniciada em Lagoa, a 31 de Janeiro de 2010, precisamente com a vitória na Taça Hugo dos Santos. Seguiram-se a Taça de Portugal, o Troféu António Pratas, o Campeonato da Liga e a Supertaça.
Prudência e elegância
"O FC Porto tem por objectivo vencer todas as competições em que participa, mas, antes de pensarmos numa possível vitória na final, temos um jogo dificílimo no sábado e seria imprudente e deselegante assumir um favoritismo claro quando falamos de uma equipa com a tradição da Ovarense. E, mais do que a tradição, é importante sublinhar a experiência e a organização da própria equipa, de jogadores que jogam juntos há muitos anos, com um treinador que conhece muito bem a equipa."
Primeiro a Ovarense, depois a final
"Respeitamos muito a Ovarense, mas sabemos que se fizermos um jogo completo, defensiva e ofensivamente, se estivermos concentrados no plano de jogo que traçámos e relembrando o último jogo que fizemos em Barcelos, onde soubemos respeitar profundamente a equipa da casa, que, para quem não se lembra, tinha forçado o prolongamento com o Benfica, perdido por três pontos com a Ovarense e ganho ao CAB, poderemos, então, pensar na final e em trazer o troféu."
Recuperar o troféu
"Na época passada, a Taça Hugo dos Santos escapou-nos por muito pouco [75-76] e até podemos dizer que a perdemos injustamente, depois de um jogo em que fomos claramente superiores. Escapou-nos na parte final, mas ganhámos na primeira edição, em que fizemos um percurso difícil, eliminando Guimarães, Benfica e Ovarense."
Ser Porto
"Apesar de não jogarmos no Dragão há cerca de dois meses, devido a um calendário estranho que já motivou a contestação de várias equipas, incluindo a nossa, através do nosso treinador, a do Benfica e a da Ovarense, temos contado com o apoio dos nossos adeptos em todo o lado, como aconteceu, mais recentemente, em Barcelos. Eles seguem-nos para todo o lado e isto é Ser Porto. Ter os adeptos atrás de nós, a apoiar-nos, transmite-nos uma motivação tremenda. E é também por eles que queremos ganhar e conquistar mais títulos para este clube."
in "fcp.pt"
Entrevista a Walter: «Cheguei a sentir-me desesperado»
Avançado conta tudo ao Maisfutebol. A onda de tristeza, o afastamento da equipa, a doença da filha bebé e o sonho de ganhar uma medalha nos Jogos Olímpicos
A personagem intriga. Uma temporada e meia no F.C. Porto, aparições intermitentes, média de golos muito interessante, problemas pessoais e empréstimo ao Cruzeiro de Belo Horizonte. Afinal, o que levou Walter a abandonar o Estádio do Dragão?
Na primeira entrevista a um jornal português desde a saída dos azuis e brancos, o ponta-de-lança não poupa nas palavras e larga vários desabafos. A não inscrição na Liga dos Campeões, a exclusão da equipa após a derrota em Coimbra, a subalternidade na luta com Kléber pela titularidade, motivos mais do que suficientes para mergulharem Walter «numa onda de tristeza».
A conversa começa precisamente por aí. Afinal, quais os verdadeiros motivos para o regresso antecipado ao Brasil? «Foi um conjunto de situações. Tudo piorou depois do jogo com a Académica para a Taça de Portugal. Perdemos 3-0, fui afastado da equipa e a minha confiança desapareceu», sublinha Walter ao Maisfutebol.
«A última vez que estive com a equipa foi a 10 de Dezembro, em Aveiro, e nem entrei. Percebi que o treinador tinha perdido a confiança em mim. Conversei várias vezes com a direcção, pois queria arranjar um clube onde pudesse voltar a jogar regularmente», conta o atacante, de 22 anos.
«O Porto não me queria deixar sair. A SAD demorou a decidir, até que voltei ao Brasil em Dezembro para definir o meu futuro. Foi uma fase terrível para mim. Não jogava, não treinava, estive 40 dias parado. Cheguei a ligar à minha mãe, desesperado. Foi a voz dela que me devolveu a esperança.»
Walter não jogava no F.C. Porto, viajou para o seu país à procura de uma solução e encontrou-a no Cruzeiro. Esta despedida, garante, nada tem a ver com o problema de saúde da sua filha ainda bebé.
«Isso foi em Agosto. Agora ela está bem. Aliás, a minha esposa queria continuar no Porto. Acredito que no Brasil terei mais tranquilidade. Gostaria de esclarecer também o que se passou comigo no Verão», pede o Bigorna. Desejo concedido.
«A minha filha nasceu prematura, apenas com seis meses de gestação. A pré-época tinha começado pouco antes, sentia-me bem e, de repente, passei a dividir os meus dias entre o hospital e os treinos», revela Walter, visivelmente emocionado na conversa com o nosso jornal.
«A sobrevivência dela foi um milagre. A minha sogra e eu passávamos horas de angústia interminável, a aguardar que a bebé e a mãe ficassem bem. Felizmente, elas recuperaram e estão óptimas.»
O que se afere das palavras de Walter é simples: a viver num limbo emocional, farto de entrar e sair da equipa, o avançado decidiu que estava na hora de voltar a reencontrar o prazer do golo. Daí a opção pelo Cruzeiro.
«Eu quero estar nos Jogos Olímpicos, ao serviço do Brasil, e com a minha situação no Porto isso não ia acontecer. Sonho conquistar a medalha de ouro em Londres e ser campeão do Brasileirão no Cruzeiro. Vou trabalhar e mostrar a todos que o Walter está bem vivo», promete ao Maisfutebol.
O contrato de Walter com o F.C. Porto estende-se até 2015. «No final do ano vamos ver o que sucede. Sei que os adeptos do Porto gostam de mim e adorava voltar a marcar golos no Dragão.»
Na primeira entrevista a um jornal português desde a saída dos azuis e brancos, o ponta-de-lança não poupa nas palavras e larga vários desabafos. A não inscrição na Liga dos Campeões, a exclusão da equipa após a derrota em Coimbra, a subalternidade na luta com Kléber pela titularidade, motivos mais do que suficientes para mergulharem Walter «numa onda de tristeza».
A conversa começa precisamente por aí. Afinal, quais os verdadeiros motivos para o regresso antecipado ao Brasil? «Foi um conjunto de situações. Tudo piorou depois do jogo com a Académica para a Taça de Portugal. Perdemos 3-0, fui afastado da equipa e a minha confiança desapareceu», sublinha Walter ao Maisfutebol.
«A última vez que estive com a equipa foi a 10 de Dezembro, em Aveiro, e nem entrei. Percebi que o treinador tinha perdido a confiança em mim. Conversei várias vezes com a direcção, pois queria arranjar um clube onde pudesse voltar a jogar regularmente», conta o atacante, de 22 anos.
«O Porto não me queria deixar sair. A SAD demorou a decidir, até que voltei ao Brasil em Dezembro para definir o meu futuro. Foi uma fase terrível para mim. Não jogava, não treinava, estive 40 dias parado. Cheguei a ligar à minha mãe, desesperado. Foi a voz dela que me devolveu a esperança.»
Walter não jogava no F.C. Porto, viajou para o seu país à procura de uma solução e encontrou-a no Cruzeiro. Esta despedida, garante, nada tem a ver com o problema de saúde da sua filha ainda bebé.
«Isso foi em Agosto. Agora ela está bem. Aliás, a minha esposa queria continuar no Porto. Acredito que no Brasil terei mais tranquilidade. Gostaria de esclarecer também o que se passou comigo no Verão», pede o Bigorna. Desejo concedido.
«A minha filha nasceu prematura, apenas com seis meses de gestação. A pré-época tinha começado pouco antes, sentia-me bem e, de repente, passei a dividir os meus dias entre o hospital e os treinos», revela Walter, visivelmente emocionado na conversa com o nosso jornal.
«A sobrevivência dela foi um milagre. A minha sogra e eu passávamos horas de angústia interminável, a aguardar que a bebé e a mãe ficassem bem. Felizmente, elas recuperaram e estão óptimas.»
O que se afere das palavras de Walter é simples: a viver num limbo emocional, farto de entrar e sair da equipa, o avançado decidiu que estava na hora de voltar a reencontrar o prazer do golo. Daí a opção pelo Cruzeiro.
«Eu quero estar nos Jogos Olímpicos, ao serviço do Brasil, e com a minha situação no Porto isso não ia acontecer. Sonho conquistar a medalha de ouro em Londres e ser campeão do Brasileirão no Cruzeiro. Vou trabalhar e mostrar a todos que o Walter está bem vivo», promete ao Maisfutebol.
O contrato de Walter com o F.C. Porto estende-se até 2015. «No final do ano vamos ver o que sucede. Sei que os adeptos do Porto gostam de mim e adorava voltar a marcar golos no Dragão.»
A transferência de Radamel Falcao para o Atlético de Madrid provocou naturais expectativas em Walter. Sem a presença do colombiano no ataque, abria-se uma vaga que, jugava o brasileiro, seria preenchida por si. Debalde. Kléber assumiu bem cedo uma predominância sobre Walter nas escolhas de Vitor Pereira.
Em entrevista ao Maisfutebol, o atacante confessa ter ficado «extremamente magoado» com o que se ia passando à frente dos seus olhos. «Fiquei chateado por ver o Kléber a jogar e eu nem ao banco ia. Só dois pontas-de-lança e o segundo nem convocado é? Então é porque não presta», desabafa Walter.
«Nunca entendi, sinceramente. O Kléber não é melhor do que eu, é um atacante do meu nível. O Falcao está acima de todos nós, foi o melhor ponta-de-lança que eu já vi. Ser suplente dele era um orgulho. Agora do Kléber... ele é como eu. Bom jogador como eu sou.»
O jornalista não interrompe. Walter fala sem parar. Há uma necessidade compreensível de explicar o que falhou e de purgar o sentimento de injustiça. «Com mais minutos eu sei que seria uma grande figura no F.C. Porto. A minha média de golos é óptima [33 jogos oficiais, 16 golos], quase meio golo por jogo. Faltou-me continuidade, mais confiança. Eu perdi isso esta temporada.»
«Entrava desanimado, a bola batia no meu pé e fugia. Quando eu me sentia bem, na época do André Villas-Boas e mesmo entre Outubro e Novembro com o Vitor Pereira, eu sabia que jogava e marcava. Não é fácil explicar, mas a força mental é essencial num ponta-de-lança», sublinha Walter.
Uma lesão no tornozelo, logo em Julho e em plena pré-temporada, também o condicionou. «Contra o Monchengladbach aleijei-me no tornozelo e tive dificuldades em reentrar no ritmo. Depois vi o Kléber a roubar-me o espaço, desanimei e depois acontece o problema de saúde da minha filha.»
«Saio do F.C. Porto melhor jogador. Aprendi muito com os dois técnicos, o André e o Vitor, e principalmente com o Falcao», realça Walter. «É uma grande pessoa, dava-me muitos conselhos. Foi o melhor atacante que já vi até hoje.»
Em entrevista ao Maisfutebol, o atacante confessa ter ficado «extremamente magoado» com o que se ia passando à frente dos seus olhos. «Fiquei chateado por ver o Kléber a jogar e eu nem ao banco ia. Só dois pontas-de-lança e o segundo nem convocado é? Então é porque não presta», desabafa Walter.
«Nunca entendi, sinceramente. O Kléber não é melhor do que eu, é um atacante do meu nível. O Falcao está acima de todos nós, foi o melhor ponta-de-lança que eu já vi. Ser suplente dele era um orgulho. Agora do Kléber... ele é como eu. Bom jogador como eu sou.»
O jornalista não interrompe. Walter fala sem parar. Há uma necessidade compreensível de explicar o que falhou e de purgar o sentimento de injustiça. «Com mais minutos eu sei que seria uma grande figura no F.C. Porto. A minha média de golos é óptima [33 jogos oficiais, 16 golos], quase meio golo por jogo. Faltou-me continuidade, mais confiança. Eu perdi isso esta temporada.»
«Entrava desanimado, a bola batia no meu pé e fugia. Quando eu me sentia bem, na época do André Villas-Boas e mesmo entre Outubro e Novembro com o Vitor Pereira, eu sabia que jogava e marcava. Não é fácil explicar, mas a força mental é essencial num ponta-de-lança», sublinha Walter.
Uma lesão no tornozelo, logo em Julho e em plena pré-temporada, também o condicionou. «Contra o Monchengladbach aleijei-me no tornozelo e tive dificuldades em reentrar no ritmo. Depois vi o Kléber a roubar-me o espaço, desanimei e depois acontece o problema de saúde da minha filha.»
«Saio do F.C. Porto melhor jogador. Aprendi muito com os dois técnicos, o André e o Vitor, e principalmente com o Falcao», realça Walter. «É uma grande pessoa, dava-me muitos conselhos. Foi o melhor atacante que já vi até hoje.»
Encantado com a realidade encontrada na Toca da Raposa, Walter confessa que «nunca» esquecerá o F.C. Porto. «Já tenho saudades», refere o atacante em entrevista aoMaisfutebol, poucas horas depois de ser apresentado oficialmente como jogador do Cruzeiro.
«Deixei grandes amigos no grupo de trabalho. Mas precisava de sair para jogar e voltar a ser feliz no relvado», vinca o atleta. Apesar da «boa relação com todos os jogadores» há um que reservou um lugar muito especial no seu coração.
«O Hulk é como um irmão para mim. Saíamos, jantávamos, as nossas famílias estavam muitas vezes juntas. Tornei-me fã dele. O maior fã mesmo», explica Walter. E como terá reagido o Incrível ao saber que Walter iria sair do F.C. Porto?
«Não gostou. Mas eu disse-lhe que é só por um ano e ele sossegou [risos]. O Hulk joga muito. Levo também o Fernando, o Souza, o Bracali, o Helton e os uruguaios como amigos do peito. O F.C. Porto tem um balneário excelente, o ambiente é fantástico.»
Faltava falar sobre a questão que desde o primeiro instante o perseguiu: o suposto excesso de peso. Terá sido mesmo verdade que Villas-Boas o obrigou a um rigoroso regime alimentar para o colocar a jogar?
«Não, isso não é verdade. O André nunca teve uma conversa comigo sobre isso. Perco e ganho peso, como qualquer outro. Nunca deixei de jogar por estar com peso a mais.»
Walter deixa o F.C. Porto pelo menos por um ano. Leva muitos golos na bagagem e uma imagem pouco nítida sobre aquilo de que é capaz. Na despedida, como na chegada, a simplicidade e honestidade nas palavras são uma marca de relevo na personalidade.
Para já, não há substituto para o Bigorna ao dispor de Vitor Pereira.
«Deixei grandes amigos no grupo de trabalho. Mas precisava de sair para jogar e voltar a ser feliz no relvado», vinca o atleta. Apesar da «boa relação com todos os jogadores» há um que reservou um lugar muito especial no seu coração.
«O Hulk é como um irmão para mim. Saíamos, jantávamos, as nossas famílias estavam muitas vezes juntas. Tornei-me fã dele. O maior fã mesmo», explica Walter. E como terá reagido o Incrível ao saber que Walter iria sair do F.C. Porto?
«Não gostou. Mas eu disse-lhe que é só por um ano e ele sossegou [risos]. O Hulk joga muito. Levo também o Fernando, o Souza, o Bracali, o Helton e os uruguaios como amigos do peito. O F.C. Porto tem um balneário excelente, o ambiente é fantástico.»
Faltava falar sobre a questão que desde o primeiro instante o perseguiu: o suposto excesso de peso. Terá sido mesmo verdade que Villas-Boas o obrigou a um rigoroso regime alimentar para o colocar a jogar?
«Não, isso não é verdade. O André nunca teve uma conversa comigo sobre isso. Perco e ganho peso, como qualquer outro. Nunca deixei de jogar por estar com peso a mais.»
Walter deixa o F.C. Porto pelo menos por um ano. Leva muitos golos na bagagem e uma imagem pouco nítida sobre aquilo de que é capaz. Na despedida, como na chegada, a simplicidade e honestidade nas palavras são uma marca de relevo na personalidade.
Para já, não há substituto para o Bigorna ao dispor de Vitor Pereira.
A exclusão da lista de inscritos para a Liga dos Campeões foi «o golpe mais duro» na auto-confiança de Walter. Em entrevista ao Maisfutebol, o avançado agora cedido ao Cruzeiro de Belo Horizonte diz não entender «até hoje» a opção de Vitor Pereira.
«Fiquei extremamente decepcionado. O F.C. Porto inscreveu um ponta-de-lança para seis jogos na Europa. Como é possível? Eu tinha tudo para estar entre o lote de escolhas do Vitor [Pereira]», lamenta o atacante contratado pelos dragões ao Internacional de Porto Alegre no Verão de 2010.
«Houve momentos em que eu fiz falta, sem dúvida. Estava em casa a ver na televisão, ou na bancada, e sentia-me doente por não jogar. Ficar fora da Liga dos Campeões atrapalhou-me muito, deixou-me numa onda de tristeza.»
Perante este desabafo, a pregunta impunha-se: Walter teve algum problema com Vitor Pereira? «Não, nunca. Aliás, o Vitor para mim é um exemplo. Lutou muito para chegar onde chegou. Torço para que tenha enorme sucesso e prove o grande treinador que é», diz o ponta-de-lança.
«Quando ele era assistente do André Villas-Boas, todos sentíamos que sabia muito de futebol e ia chegar longe. Foi promovido, conhecia todos os jogadores e a adaptação foi muito fácil. Sinceramente, gostei de trabalhar com ele. Tenho é pena de não ter jogado mais vezes.»
Vitor Pereira chegou a mostrar publicamente arrependimento por não ter inscrito Walter na UEFA. O que terá sentido o jogador nessa altura? «É difícil explicar. Ele assumiu que eu estava melhor. É uma sensação estranha. Nessa altura voltei à equipa, fiz golos e andei muito bem até ao jogo em Coimbra para a taça.»
«Passei a ser a terceira opção entre dois ponta-de-lança. Mas sempre treinei e trabalhei no máximo.»
«Fiquei extremamente decepcionado. O F.C. Porto inscreveu um ponta-de-lança para seis jogos na Europa. Como é possível? Eu tinha tudo para estar entre o lote de escolhas do Vitor [Pereira]», lamenta o atacante contratado pelos dragões ao Internacional de Porto Alegre no Verão de 2010.
«Houve momentos em que eu fiz falta, sem dúvida. Estava em casa a ver na televisão, ou na bancada, e sentia-me doente por não jogar. Ficar fora da Liga dos Campeões atrapalhou-me muito, deixou-me numa onda de tristeza.»
Perante este desabafo, a pregunta impunha-se: Walter teve algum problema com Vitor Pereira? «Não, nunca. Aliás, o Vitor para mim é um exemplo. Lutou muito para chegar onde chegou. Torço para que tenha enorme sucesso e prove o grande treinador que é», diz o ponta-de-lança.
«Quando ele era assistente do André Villas-Boas, todos sentíamos que sabia muito de futebol e ia chegar longe. Foi promovido, conhecia todos os jogadores e a adaptação foi muito fácil. Sinceramente, gostei de trabalhar com ele. Tenho é pena de não ter jogado mais vezes.»
Vitor Pereira chegou a mostrar publicamente arrependimento por não ter inscrito Walter na UEFA. O que terá sentido o jogador nessa altura? «É difícil explicar. Ele assumiu que eu estava melhor. É uma sensação estranha. Nessa altura voltei à equipa, fiz golos e andei muito bem até ao jogo em Coimbra para a taça.»
«Passei a ser a terceira opção entre dois ponta-de-lança. Mas sempre treinei e trabalhei no máximo.»
in "maisfutebol.iol.pt"
Crescer na Noruega
Um constante olhar para o futuro, tentando antecipar tendências e, com isso, ajudar no crescimento e formação dos jogadores. Essencialmente, é isto que motiva as experiências internacionais do FC Porto, como é o caso desta presença na Viking Cup, na Noruega, que tem no FC Porto uma das três equipas convidadas.
"Fundamentalmente, há que ajudar na desinibição mental dos atletas, especialmente dos mais novos. Fazê-los crescer também a esse nível e não só do jogo propriamente dito", explicou José Magalhães, director do andebol dos dragões e um profundo adepto da formação e da busca de novos talentos, sendo disso exemplo os cinco juniores que o FC Porto trouxe a este competição nórdica: João Jacob Ramos e António Silva (20 anos), Hugo Santos (19), Duarte Carregueiro e Vasco Santos (18).
"Jogar ao lado de Mota, de Moreira, até já de Gilberto e de todos os outros é, para eles, uma grande motivação, muito maior ao estar aqui com eles, a viver esta experiência", disse ainda Magalhães.
De resto, há muito que a política dos azuis e brancos passa pela descoberta de novos jogadores e, fundamentalmente, pela sua formação.
"Há já alguns anos que isso é assim. Já quando eu era treinador dos iniciados, o que se pretendia era formar atletas. Preferimos fazer esse tipo de trabalho a lutar pelos títulos nos iniciados, juvenis ou outro escalão qualquer. Se acontecer, isso é como a cereja no topo do bolo, mas ajudar os atletas a crescer ao ponto de estarem em condições de chegar à equipa principal é a nossa grande meta nessas idades", referiu também Mário Soares, agora team manager da equipa principal.
Mas o FC Porto também aceitou o convite do Viking Stavanger pela vontade do técnico Obradovic de jogar sempre ao mais alto nível e ter a equipa a postos neste recomeço de época. A nível oficial, o FC Porto joga dia 28 para a Taça de Portugal, com o São Bernardo, depois com Sporting (4 de Fevereiro) e Madeira SAD (7), para o campeonato, e com o Saint Raphael, para a Taça EHF (dias 11 e 18).
Voar, voltar a voar e ganhar
Concentração no Dragão às 9h30, de autocarro para Pedras Rubras, voo para Frankfurt, novo voo para Stavanger e chegada ao pavilhão em dez minutos. Ver o final do primeiro jogo, com vitória dos suecos do Aligsas sobre o Viking Stavanger, por 31-20, e aquecer para jogar. Foi assim o dia dos atletas do FC Porto ontem, na estreia da Viking Cup, com o cansaço a fazer-se notar rapidamente.
Ainda assim, com Ljubomir Obradovic a fazer constantes substituições para ir dando momentos de repouso a todos, os dragões conseguiram impor a sua maior qualidade durante grande parte do tempo e derrotaram o Runar, terceiro classificado do campeonato norueguês, por 36-28, com o resultado a disparar na ponta final.
Hoje, às 15h00, o FC Porto joga com o Viking Stavanger, a equipa anfitriã.
in "ojogo.pt"
"Se até Falcao tem tido dificuldades..."
Kléber não atravessa um bom momento - o jejum de golos dura há dois meses - mas, ainda assim, mereceu grande destaque no site da FIFA, ao qual concedeu uma entrevista em que conta pormenores da sua (ainda) curta carreira. O avançado não escondeu que tudo tem acontecido muito rápido, em ciclos de um ano, e que isso tem prejudicado a sua evolução. "As coisas sempre aconteceram rápido de mais para mim", contou, tentando explicar como é que aos 21 anos está no FC Porto e já se estreou pela selecção do Brasil.
Kléber não procurou desculpas para as exibições menos conseguidas, preferindo usar um exemplo concreto para explicar as dificuldades que tem sentido. "Imaginem chegar ao FC Porto, que vinha da temporada mais vitoriosa da sua história, e ter a missão de substituir o artilheiro da equipa. É difícil. Se o próprio Falcao, que é um jogador consagrado, tem tido dificuldades para manter o mesmo nível enquanto se adapta ao novo clube, eu também não vou ter? Mas tenho a certeza de que tudo vai ser melhor. Posso render muito mais", admitiu.
Do Atlético Mineiro ao Marítimo, para chegar ao FC Porto em apenas dois anos. Kléber tem tido uma ascensão meteórica, mas que não lhe retira a humildade. "Afinal, só tenho 21 anos. Estou feliz, sei que estou a evoluir. Nenhuma fase dura mais de um ano até que já surja uma grande mudança", lembrou, recuando até 2009, quando atravessou pela primeira vez o Atlântico. "Pesquisei na internet sobre a ilha da Madeira, vi que tinham brasileiros no clube - o Cláudio Pitbull, ex-Grêmio, estava lá. Fiquei entusiasmado e vim. Aceitei". O resto da história é conhecida: um braço de ferro entre os dragões e os insulares que terminou apenas no último Verão.
Mudo ao telefone com Mano Menezes
Em Setembro, Kléber deixou meio Brasil de boca aberta quando foi convocado para os jogos com o México e a Costa Rica, que falharia por lesão. O sonho foi adiado por dois meses, já que a estreia surgiria com o Gabão. O avançado revelou uma conversa com o seleccionador que o deixou, literalmente, sem palavras. "Duas horas antes da convocatória, o Sidnei Lobo, adjunto do Mano Menezes, ligou-me e disse que o técnico queria ter uma palavrinha comigo. Fiquei completamente mudo. Aquilo apanhou-me de surpresa", admitiu, reafirmando o desejo de estar nas Olimpíadas de Londres.
in "ojogo.pt"
MERCADO
Lucho espera pelo Dragão
O Internacional de Porto Alegre enviou um representante a Marselha para negociar a contratação de Lucho, mas segundo a Imprensa brasileira, o argentino está na expectativa de receber uma proposta do FC Porto. As negociações decorrem, mas do Brasil surgiu a garantia de que Lucho desviará logo a sua rota se a oferta do FC Porto se confirmar.
Iturbe alheio a rumores
Iturbe diz nada saber sobre os rumores que apontam o Racing Avellaneda como estando disposto a negociar com o FC Porto para o contratar. O argentino reagiu ontem através do Twitter, garantindo estar concentrado no seu clube: "Não sei de nada em relação ao que se tem dito. A minha cabeça está focada em jogar no FC Porto e graças a Deus estou no bom caminho".
in "abola.pt"
Guarín antecipa o adeus mas aguarda pelos clubes
CONDIÇÕES ACERTADAS COM A JUVENTUS
“Estou e estarei sempre agradecido ao FCPorto. Independentemente da decisão do clube e da minha, continuarei a ser dragão até ao fim. Não quero dizer com isto que já é certo que vou sair, estou simplesmente a expressar-vos o meu sentimento”, escreveu Guarín na sua página do Facebook, ontem à noite. Ainda que de forma enigmática, o internacional colombiano, de 25 anos, como que antecipou o seu adeus ao FC Porto e aos portistas, embora acrescente que a sua saída ainda não está garantida.
“Estou e estarei sempre agradecido ao FCPorto. Independentemente da decisão do clube e da minha, continuarei a ser dragão até ao fim. Não quero dizer com isto que já é certo que vou sair, estou simplesmente a expressar-vos o meu sentimento”, escreveu Guarín na sua página do Facebook, ontem à noite. Ainda que de forma enigmática, o internacional colombiano, de 25 anos, como que antecipou o seu adeus ao FC Porto e aos portistas, embora acrescente que a sua saída ainda não está garantida.
Em todo o caso, parece claro que Fredy Guarín está mesmo com um pé de fora do Dragão e deve muito provavelmente rumar a Itália, para representar a Juventus. Refira-se que para a sua transferência ficar consumada faltará apenas o acordo entre os clubes, porque entre a Vecchia Signora e o jogador parece estar tudo acertado. Isto segundo avançou, ontem, o jornal italiano “Tuttosport”, tendo como base uma reunião bem sucedida entre Giuseppe Marotta, diretor-desportivo da Juventus, e o empresário do médio, Marcelo Ferreyra.
in "record.pt"
Polivalência de Danilo
ESTÁ DISPONÍVEL E DEVE ENTRAR NA CONVOCATÓRIA
Com o certificado internacional do lado de cá do Atlântico, Vítor Pereira tem a certeza da disponibilidade de Danilo para o encontro frente ao V. Guimarães. O treinador não deu a garantia de que vai chamar o brasileiro, mas é praticamente certa a sua inclusão no grupo de 18 convocados. Recorde-se que o lateral tinha sido incluído nos eleitos para o Estoril, mas à condição e num lote de 19.
Pronto a jogar e perante a provável partida de Guarín para o futebol italiano, a questão que se coloca é a seguinte: onde pode jogar Danilo? Na defesa ou no meio-campo, conforme têm apontado vários treinadores no Brasil? A resposta de Vítor Pereira foi tudo menos esclarecedora: “É um jogador com qualidade e, com as suas características, vai ajudar-nos. É polivalente e entendo que pode desempenhar mais do que uma posição, em função das necessidades do jogo”, referiu o técnico dos dragões.
in "record.pt"
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