sábado, 5 de março de 2011

F.C. Porto-V. Guimarães, 2-0 (crónica)

O líder tarda mas não falha com um banco a render juros


O líder tarda mas não falha. Décima vitória consecutiva na Liga, afastando qualquer tentativa de pressão oriunda do sul. O F.C. Porto superou um minhoto europeu e fica a torcer pelo outro. Falcao e Cristian Rodriguez abateram o Vitória (2-0).

A espera foi longa. A estratégia de Manuel Machado amarrou um Dragão órfão de Hulk mas ruiu como um baralho de cartas, quando a segunda ofensiva azul e branca chegou à baliza de Nilson.

Foi, antes de mais, uma vitória de André Villas-Boas. Mexeu bem e provou ter um banco com soluções à altura, quando a ausência de Walter continua a incomodar. Guarín, Rodriguez e Ruben Micael, mais o resistente James, confirmaram o triunfo azul e branca.

Desespero antes de o ser

O F.C. Porto passara a primeira meia-hora a disputar território com o Vitória e meros quinze minutos a dominar por inteiro, ansiando por um golo em cima do intervalo. Não apareceu. Veio a segunda parte e novo ataque em força, que o jeito escasseava na fria noite de sábado. 

O Vitória, constantemente reinventado por Manuel Machado, surgiu no Dragão com trincos (Cléber) disfarçados de centrais, laterais convertidos em médios ofensivos (Jorge Ribeiro) e falsos avançados a aparecer de todo o lado, sem ordem previsível para os adversários.

Belluschi a menos

Quando os adeptos vitorianos ocuparam o seu sector no recinto portista, a equipa visitante estava por cima. E assim esteve, a espaços, obrigando o F.C. Porto a pensar duas vezes antes de subir o bloco rumo à baliza de Nilson. Qualquer deslize redundaria num contra-ataque letal, percebeu-se.

Falcao teve duas oportunidades na primeira parte, Alvaro Pereira uma. Ambos tomaram decisões erradas, Nilson fez o resto para conservar o nulo. No reatamento, como referido, o F.C. Porto correu contra o tempo e a perspectiva de aflição.

André Villas-Boas não perdeu a aposta em Maicon, sentando Otamendi no banco, mas James Rodriguez tardou em apagar a memória de Hulk. Se Belluschi estivesse nos seus dias, esta realidade seria coberta pelo manto do espectáculo. Não estava, longe disso. Foi o primeiro a sair, quando o técnico decidiu mexer.

Ruído rapidamente abafado

Guarín entrou em campo (55m) quando os ponteiros do relógio começavam a ameaçar. Varela, um dos mais inconformados nesse período, abandonou o terreno de jogo pouco depois, por troca com Cristian Rodriguez (65m). Os adeptos estranharam. E James, fica em campo? Fica.

Em três minutos, os treinadores de bancada perceberam que nem tudo vem nos livros, ou nos jornais. Villas-Boas acreditou em James e o miúdo estendeu a passadeira para o golo de Radamel Falcao. Bola em profundidade, remate cruzado, 1-0!

Em Olhão, o F.C. Porto marcou na mesma altura, mais segundo menos segundo, já com o banco a render juros. 

Lençol remendado

Manuel Machado mexera em dose dupla, ainda antes do tento inaugural, mas o Vitória pouco fizera nos segundos quarenta e cinco minutos. Aceitou a pressão do F.C. Porto e acreditou demasiado na falta de inspiração. Momentânea, lá está. Cléber, central adaptado, não teve pernas nem soube cobrir espaço no remate de Falcao.

O jogo terminou aí. A estratégia vitoriana passava por um lençol esticado, depois encolheu e, quando quis alargar de novo, já apresentava remendos pouco sólidos. Os dragões perceberam e atacaram com método, sem loucuras. 

Quando James cedeu o seu lugar a Ruben Micael, recebeu uma ovação e não palmas tímidas. Mérito de Villas-Boas, antes de mais. Varela estava em crescendo e seria uma substituição facilmente condenável. Assim, mão à palmatória. A chave do encontro ficou nas mãos do colombiano e do incontornável Falcao. 

Ruben Micael comprovou a noite inspirada do técnico azul e branco. Perdeu tempo num lance, ganhou noutro ao isolar Cristian Rodriguez para o 2-0. Festa completa no Dragão.

in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-V. Guimarães, 2-0 (destaques)

Falcao, há coisas que não mudam, não é?


Falcao, fundamental como sempre
O F.C. Porto não estava a ter um jogo fácil. Mandava no futebol, é certo, jogava mais perto da baliza adversária do que o contrário, mas encontrava uma dificuldade notória em criar situações de golo. Pela primeira vez esta temporada, aliás, chegou ao intervalo de um jogo do campeonato no Dragão sem marcar, e sem vencer. O que parecia indicar algo de novo. Parecia, de facto. Mas há coisas que não mudam nunca: Falcao. Contra todas as novas tendências, o colombiano surgiu a fazer o golo que valeu o triunfo. Ao minuto 68, como fizera em Olhão. Um minuto feliz, decididamente. Já na primeira parte, de resto, Falcao tinha ficado duas vezes perto do golo (não podem dizer que não tinha avisado, portanto), mas as finalizações tinham sido paradas por Nilson.

James, de colombiano para colombiano
Começou bem, caiu de produção, mas voltou a tempo de ser decisivo. Absolutamente decisivo, aliás: excelente assistência para o golo de Falcao. Uma assistência de grande jogador. Ele que depois rematou a rasar o poste. Tem talento e isso vale tudo, mesmo quando parece numa noite infeliz.

Rodriguez, que regresso!
É certo que jogou na melhor fase do F.C. Porto, após o golo de Falcao que tranquilizou o futebol da equipa e proporcionou algumas das melhores jogadas. Mas é certo também que Rodriguez contribuiu muito para isso, ele que entrou cheio de vontade. Como prémio fez o golo da tranquilidade.

Álvaro Pereira, pela esquerda, correr, correr
Quase marcava, ainda na primeira parte, o que não é uma novidade mas quase: marcou ao Juv. de Évora, apenas. O remate saiu torto, porém. Além disso, deu profundidade à esquerda, fartou-se de correr, de ganhar a linha de fundo e de cruzar. Nem tudo lhe saiu bem, mas agitou o jogo.

João Moutinho, melhor do que recentemente
Fez um remate aos 82 minutos, na marcação de um livre, que proporcionou a Nilson grande defesa. Não chegou para fazer o primeiro golo na liga, mas coroou uma exibição melhor do que as últimas, consistente, adulta e mais solta. Sobretudo na segunda parte, após a entrada de Guarín.

Nilson, fundamental quando foi preciso
O guarda-redes aguentou o nulo até ao limite do possível com em duas ou três defesas qualidade, mais uma mão-cheia de outras sem a mesma espectacularidade. Parou, por exemplo, um remate e um cabeceamento de Falcao na primeira parte, e impediu o golo de Moutinho numa defesa após um livre.

Bruno Teles, velocidade à esquerda
O lateral foi, à semelhança do que aconteceu no F.C. Porto com Álvaro Pereira, um dos alimentadores do ataque vimaranense. Em velocidade, colado à linha, estendeu o futebol e apoiou o ataque. Na defesa tapou o flanco e ganhou vários despiques individuais, nas saídas para o ataque correu que se fartou.

in "maisfutebol.iol.pt"

Dragão adopta Porto Canal

Em vez de uma Benfica TV azul e branca, um canal generalista inspirado pelo dragão foi a decisão tomada pelo FC Porto para o alargamento da sua plataforma comunicacional, num gesto que Pinto da Costa considera ainda um contributo para "reanimar este Norte, que está moribundo por vontade dos sulistas" (ler declarações à parte). O contrato foi assinado na última quarta-feira, entre os dragões e a proprietária espanhola MEDIApro, prevendo a possibilidade de envolvimento na gestão do Porto Canal ou mesmo, numa etapa futura, a participação no capital da estação televisiva. Pelo menos até essa altura, o negócio não implicará um grande esforço financeiro para os portistas.

Num comunicado pouco revelador, o FC Porto estabelece como objectivos do projecto reforçar a expressão pública e promover a marca e promete mais novidades "aquando da fase de concretização das intenções acordadas", o que deverá suceder, sabemos, durante o defeso da época desportiva. Do outro lado da mesa, o Porto Canal congratula-se com a possibilidade de "assumir uma dimensão reforçada no panorama televisivo português". Em conversa com O JOGO, mas muito circunscrita, o director-geral Juan Figueroa limitou-se a elogiar a dimensão do FC Porto, cujo interesse entende como confirmação do "bom trabalho desenvolvido" desde 29 de Setembro de 2006, dia em que se iniciaram as emissões.

Presente nas grelhas digitais da ZON, Clix e MEO, o Porto Canal tem, naturalmente, um âmbito regional, muito centrado nos concelhos do Grande Porto e sustentado pelas autarquias, empresas e universidades locais, em particular a pública. Esse enraizamento acabou por encaixar bem nos estudos que os dragões fizeram a respeito da criação de um canal televisivo próprio, hipótese essa que a análise aos dados recolhidos desaconselhou, por concluir que uma versão azul e branca da Benfica TV não ajudaria à implementação do conceito pretendido, ao contrário de um canal genérico, de programação tradicional e alma azul e branca. Outra característica essencial, e que será mais verosímil numa empreitada assim, é o pressuposto de que não haja custos para o FC Porto. Se for o clube a gerir a estação, as despesas terão de ser cobertas pelas receitas. O negócio, de resto, não implicará dispêndios, pelo menos nas etapas iniciais. Passará a implicar quando, e se, a entrada no capital for concretizada.

in "ojogo.pt"


Pinto da Costa

"Beneficiar o nosso clube e reanimar o Norte"

"Tudo o que havia para dizer está expresso sucintamente no nosso comunicado, apenas poderei acrescentar que, como em todos os projectos do nosso clube, vamos privilegiar a qualidade", disse Pinto da Costa a O JOGO sobre a parceria ontem anunciada.

Instado a esclarecer sobre os objectivos concretos e a dimensão da associação do FC Porto ao Porto Canal, Pinto da Costa comentou: "Este é o primeiro passo de uma acção que serve para beneficiar o nosso clube e reanimar este Norte que está moribundo por vontade dos sulistas e de alguns nortenhos com os olhos postos na capital".

in "ojogo.pt"

Fama de Villas-Boas chega à América

O FC Porto e André Villas-Boas continuam a coleccionar elogios. Desta vez foi a consagrada publicação norte-americana "Sports Illustrated" a relatar uma temporada de sucessos no Dragão, já depois dos elogios recentes que vieram do não menos importante "Wall Street Journal". No mais recente trabalho, já que ambos foram, curiosamente, assinados pelo jornalista Gabriele Marcotti, enumeram-se as vitórias conquistadas esta época antes de se apresentar as origens de André Villas-Boas, desde a história com Bobby Robson - que o levou até ao FC Porto - até à sua passagem pela Académica. A idade do treinador também é destacada, assim como a "inevitável" comparação com Mourinho. No entanto, escreve-se que Villas-Boas "gosta mais de atacar" e é até "mais sofisticado tacticamente". A finalizar recorda-se ainda a capacidade que o FC Porto tem para se reinventar anualmente, devido à constante venda de jogadores para os principais campeonatos europeus

in "ojogo.pt"

Carlos Pereira assume queixa na FIFA contra o FC Porto

POR CAUSA DO ASSÉDIO AO AVANÇADO KLÉBER


O Marítimo apresentou queixa na FIFA contra o FC Porto, devido ao assédio deste ao avançado Kléber. “Fizemos aquilo que tínhamos de fazer, só espero que o próprio atleta não fique perturbado com a envolvência do processo que se arrasta há algum tempo. A FIFA não é tão célere a resolver as situações”, assumiu ontem o presidente Carlos Pereira na abertura da exposição Centenarium em S. Vicente.
De acordo com os regulamentos da Liga, o FC Porto poderá ser penalizado com a subtração de 3 pontos. “Não vou antecipar cenários. Quero deixar que as instâncias próprias se pronunciem”, acrescentou.
in "record.pt"


Carlos Pereira sem medo de processo judicial

Carlos Pereira, presidente do Marítimo, disse ontem não temer o processo judicial que o FC Porto comunicou há dias, na sequência de uma entrevista sua. "Sei que pode aparecer algo na Liga, mas ainda não fui notificado e também não é algo que me tire o sono, porque a verdade não deve doer. Deve ser defendida e há coisas que não passam de 'fait divers'", disse à RTP Madeira. Sobre Kléber, que se diz estar comprometido com os dragões, Carlos Pereira repetiu a ideia de haver "um valor contratual que é preciso respeitar" e anunciou um Marítimo "intransigente" que, acrescentou, "não poderá ser prejudicado pelo poder que os outros pensam que têm".

in  "ojogo.pt"

James: Um benjamim que já dá luta

PRIMEIRO A SALTAR QUANDO É PRECISO MEXER NO ATAQUE


Chegou ao FC Porto com o rótulo de “Cristiano Ronaldo colombiano”, mas foi com pezinhos de lã que ganhou espaço no plantel. Tardou a estrear-se em jogos oficiais – só o fez já em outubro, numa eliminatória da Taça de Portugal, frente ao Limianos e como suplente utilizado –, mas hoje em dia já é o terceiro reforço mais utilizado por André Villas-Boas, logo atrás de João Moutinho e de Otamendi. Por outro lado, é o primeiro a saltar para o onze quando o técnico é obrigado a mexer no trio atacante habitual, composto por Hulk, Varela e Falcão. Falamos, pois claro, de James Rodríguez.
Esta noite, na receção ao V. Guimarães, o benjamim do plantel azul e branco vai ocupar a vaga deixada em aberto por Hulk, que cumpre um jogo de castigo. Com apenas 19 anos e em época de estreia, dará mais um sinal claro de que já ultrapassou jogadores como Cristian Rodríguez, Walter ou Mariano González na hierarquia azul e branca.
in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-V. Guimarães (antevisão): a derrota e o campeão

Villas-Boas recorda último desaire na Invicta com um sorriso


André Villas-Boas sabe que algumas derrotas têm um sabor agridoce. Nem sabem mal. O último triunfo do V. Guimarães na Invicta, aliás, traz gratas recordações ao treinador do F.C. Porto.

Era a época de Robson e Mourinho, altura em que o jovem dragão já conhecia os cantos à casa. Nessa semana, os dragões perdiam mas festejavam o título nacional.

Seria, ainda assim, hora de despedida. Bobby Robson ia fazendo as malas, rumo a Barcelona, dois anos após ter aberto as portas do F.C. Porto ao jovem André Villas-Boas. 

A 28 de Abril de 1996, na 32ª jornada da prova, o Vitória aproveitou algum relaxamento dos dragões e chegou ao triunfo (2-3). Na semana anterior, com a derrota do perseguidor Benfica, o campeonato passava a ser uma garantia.

Neste sábado, no Estádio do Dragão, não há ambiente de festa. O título continua no horizonte, à distância de três vitórias. Se o Benfica ceder frente a outro adversário minhoto, o Sp. Braga, será mais que um domingo qualquer para as cores azuis e brancas.

Três derrotas portistas, três vitórias do Vitória

Este enquadramento histórico, nada mais que uma simples curiosidade, encontra um ponto de ligação com a presente temporada. Um sinal de alerta, aliás, ou dois. O F.C. Porto perdeu apenas três jogos, todos eles no Estádio do Dragão. Nenhum na Liga. Contudo, na primeira volta, foi o Vitória a travar a marcha do líder, com um empate que valeu a primeira expulsão na carreira de André Villas-Boas. E um «mea culpa» inusitado no nosso futebol.

Um ponto final, apenas, para enquadrar esta prosa. Nos duelos entre portistas e vitorianos, na Invicta, registam-se 53 triunfos caseiros, 14 empates e apenas 3 vitórias visitantes. A última delas, já percebeu, foi há quinze anos.

Com Falcao mas sem Hulk

Agora, o presente. Villas-Boas prepara o duelo de sábado com uma enorme contrariedade. Afinal, apenas mais um teste ao plantel. O F.C. Porto continuou a vencer sem Falcao. O colombiano voltou e bisou em Olhão. Desta vez, falta Hulk, o melhor marcador da Liga. Avança James Rodriguez.

O panorama clínico está desanuviado como nunca. Emídio Rafael, com lesão prolongada, é a única baixa no grupo. Hulk cumpre castigo por acumulação de cartolinas amarelas e surgem vários nomes em risco de exclusão. Na fase crítica da época, não há espaço para poupanças.

Faouzi volta para matar saudades

O V. Guimarães continua em zona europeia, apesar dos desaires frente a técnicos estreantes, na Cidade Berço. Mozer foi ao Minho vencer com a Naval e Ulisses Morais fez o mesmo com a Académica, na semana passada. Machado ripostou as críticas com o registo pontual.

Abdelghani Faouzi regressa à convocatória e espera matar saudades de um adversário querido. O marroquino marcou o primeiro - e único - golo na Liga frente ao F.C. Porto. Depois, apagou-se. Freire, Maranhão e Edson Sitta estão lesionados, enquanto Rui Miguel cumpre castigo. 

EQUIPAS PROVÁVEIS:

F.C. Porto: Helton; Fucile, Rolando, Otamendi e Alvaro Pereira; Belluschi, Fernando e João Moutinho; Varela, Falcao e James.

V. Guimarães: Nilson; Alex, NDiaye, João Paulo e Bruno Teles; Renan; João Alves, João Ribeiro e Jorge Ribeiro; Toscano e Edgar.

in "maisfutebol.iol.pt"

Sapunaru tem créditos

Dúvida maior nem estará no preenchimento da vaga de Hulk, mas sim quem será o lateral-direito. Villas Boas preferirá ainda o romeno a Fucile. Equipa diferente... com os mesmos. 

Duas dúvidas para o desafio de hoje, com o V. Guimarães, marcado para o Dragão, às 19.45 horas, com transmissão em directo na TVI: quem jogará no lugar de Hulk e de... lateral direito, porque nas restantes posições, salvo qualquer imponderável de última hora ou tentação de Villas em imitar Manuel Machado, que disse em conferência de Imprensa ser imprevisível por mudar assiduamente de estratégia e até de jogadores, deverão ser ocupadas pelos seus habituais titulares - Helton; Rolando, Otamendi, Álvaro Pereira; Belluschi, Fernando, João Moutinho; Falcao e Varela.

Atendendo a que Fucile parece que foi finalmente à guerra pela titularidade no lado direito da defesa , porque o esquerdo é de Álvaro Pereira e de mais ninguém, será de admitir a possibilidade de o treinador dos dragões poder estar ainda indeciso sobre a unidade a utilizar naquele posto. Isto a levar em consideração as trocas e baldrocas ocorridas nos últimos jogos, num ora jogas tu, ora jogo eu e... tu e mais eu curioso a denunciar não alternância, mas sim mudança de titular, como deu a sensação no jogo com o Sevilha, no Dragão, e em Olhão.

Aliás, foi mais a partida com o Olhanense que reabriu a porta a Fucile e... à dúvida, quando Villas Boas trocou, ao intervalo, Sapunaru pelo uruguaio, mais Varela por James...O FC Porto ganhou então novo fôlego, superior caudal ofensivo e também agressividade no jogo. 

Mesmo assim, e tendo em consideração que Sapunaru pode muito bem ter baixado uns furos no seu rendimento, nem por isso Villas Boas deverá deixar de apostar naquele que, contra todas as expectativas, foi quem em momento de indefinição garantiu segurança e até alguma ousadia no lado direito da defesa. Terá, portanto, o romeno créditos ainda suficientes para se manter na (sua) posição. 

A confirmar-se Sapunaru na equipa e o regresso de James à titularidade, condição que perdeu nos últimos dois jogos, o FC Porto vai ter frente ao V. Guimarães um onze inédito apenas com a introdução de um só jogador, James, porque Falcao nunca jogou na frente de ataque com o colombiano e Varela. El tigre fez parelhas com todos os extremos, até com Ukra, sem que alguma vez tenha ocorrido a combinação que se adivinha e que será, talvez, a mais lógica.


in "abola.pt"

sexta-feira, 4 de março de 2011

Cristian Rodríguez regressa à lista de convocados


Avançado uruguaio substitui o castigado Hulk para o embate com o Vitória de Guimarães.
Hulk irá cumprir castigo no encontro da 22ª jornada, contra o Vitória de Guimarães, devido à acumulação de cartões amarelos, e André Villas-Boas colmatou a ausência do extremo brasileiro com a chamada do uruguaio Cristian Rodríguez.
O técnico do FC Porto voltou a excluir Walter e Souza da lista de eleitos e o lateral esquerdo Emídio Rafael continua a ser a única baixa por lesão.
O FC Porto, líder com 59 pontos, defronta, este sábado, o Vitória de Guimarães, quinto com 32 pontos, às 19h45, no Estádio do Dragão, em jogo a contar para a 22ª jornada da I Liga.
Lista de convocados:
Guarda-redes: Helton e Beto;
Defesas: Fucile, Sapunaru, Maicon, Rolando, Otamendi e Álvaro Pereira;
Médios: Fernando, Guarin, João Moutinho, Belluschi e Rúben Micael;
Avançados: Falcao, Varela, James, Mariano e Rodriguez.
in "sapo.desporto.pt"

AVB: "Temos de nos sentir ameaçados pela motivação do Benfica"

André Villas-Boas voltou a distribuir elogios ao Benfica, garantindo, na véspera de uma jornada em que o Minho se intromete na candidatura ao título, que só assumirá a conquista do título quando for uma certeza... matemática.


Álvaro Pereira afirmou esta semana que pretende "manter a invencibilidade até à morte". Partilha desta ideia?

Não é uma obrigação. Aliás, até podemos manter a invencibilidade, mas se tivermos nove empates não seremos campeões. Compreendo que possa ser um estímulo, mas só será um prémio se a isso adicionarmos o título de campeão nacional.


Acredita que só algo de muito inesperado poderá retirar o título ao FC Porto?

Acho perfeitamente possível que o FC Porto não seja campeão. Já nos apontaram um ciclo negativo esta temporada, ao qual respondemos com uma série importante de vitórias. Mas, um novo ciclo negativo pode estar à porta, ou não... Queremos acreditar que o que fazemos é suficiente para nos mantermos neste ciclo positivo. Dependemos apenas de nós, tendo em conta a vantagem que temos, e estamos confiantes que podemos manter este percurso de sucesso até ao final. No entanto, o futebol é imprevisível e, por isso, vou encarar esta possibilidade até ser uma questão matemática, até porque, do outro lado, há uma equipa com uma sequência de vitórias igualmente importante, extremamente motivada, e com um grande balão emocional que é ganhar dois jogos no último minuto. Isso transcende as pessoas, o povo, faz alimentar o ego e, nesse sentido, estamos perante uma equipa que está no topo da sua motivação. Só um FC Porto igualmente no topo da sua motivação se manterá com esta distância pontual.


No Benfica, continua a acreditar-se no título e a equipa parece motivada, tendo em conta as declarações dos seus jogadores e treinadores. Como se motiva a sua equipa?

Não há melhor motivação do que acreditar que vamos ser campeões. Se os outros, com esta distância, se sentem motivados, nós teremos de nos sentir ameaçados por essa motivação para também continuarmos num nível motivacional elevado de forma a triunfarmos.


Esta jornada vai jogar primeiro do que o Benfica. Para si, é indiferente?

Nem sequer é uma questão. Para mim é igual, desde que se atribua um determinado tempo de recuperação entre os jogos. Já jogámos com mais tempo, menos tempo, antes, depois, já jogámos muito em cima de jogos da Selecção, de jogos europeus… Portanto, é igual.


No final do jogo com o Sporting, Jorge Jesus falou de uma equipa fatigada. Acredita que esta jornada pode ser decisiva para o campeonato, tendo em conta que o Benfica vai jogar a Braga?

Gostava de ter a minha equipa tão fatigada como a dele, porque era sinal de que tinha jogado a meia-final da Taça da Liga. Acredito que o sentimento dele também seja esse, até pela forma como festejaram a passagem à final. São as condicionantes de uma equipa de topo que se manteve dentro dos objectivos definidos.


Tem seis jogadores em risco de suspensão, numa altura em que o jogo da Luz se aproxima. Tem algum plano para resolver esse problema?

Não, mas olhamos para isso com algum cuidado. Acho que o facto de um jogador estar em risco de suspensão também inibe determinado tipo de maus comportamentos. Temos o exemplo do Hulk, ou até mesmo do Helton, que passaram uma série de jogos sem ver o quinto amarelo. Vamos mantendo a situação assim e logo veremos o que acontece.


Tal como em Espanha, com o Real Madrid e Barcelona, o Benfica e o FC Porto destacam-se de todos os outros adversários. Sente que o campeonato perde interesse devido a esse facto?

Não me parece que esteja a perder o interesse, bem pelo contrário. Se olharmos para os últimos 20 anos, temos registo para vitórias do Boavista e Sporting no campeonato. Também há um percurso muito forte do FC Porto e, há uns anos, do Benfica. Não é um dado novo, até porque em Espanha se passa o mesmo, apesar de o Valência e o Corunha também terem sido campeões. No ano passado, em Portugal, tivemos o Braga a ameaçar até à última jornada. É uma questão histórica, cultural e nada dramática.

"Se não formos competentes podemos perder pontos"

Há um ajuste de contas para fazer com o Guimarães, tendo em conta que foi um dos dois clubes que roubou pontos ao FC Porto na primeira volta?

Não há esse sentimento de revolta, apenas a manutenção dos objectivos que temos estabelecidos; conseguimos vencer o primeiro jogo de cinco que queremos ganhar, nada mais. Se isso eventualmente não acontecer, teremos oportunidade de redefinir objectivos para um novo ciclo. Se vencermos o Guimarães, estaremos a dar mais uma demonstração da nossa força, porque vamos defrontar um adversário que tem alcançado os objectivos para esta época e que está às portas de uma final na Taça de Portugal. Vamos encontrar um adversário de prestígio, que, de ano para ano, tem sempre muitas entradas e saídas de jogadores, mas que, apesar disso, se mantém sempre fiel ao seu estilo e forma de jogar. Nesse sentido, esperamos grandes dificuldades.


Defrontar o Guimarães representa um risco elevado nesta altura do campeonato?

Jogar contra o Guimarães, fora ou em casa, é sempre extremamente complicado. É uma equipa que pode criar grandes dificuldades, porque tem um treinador que gosta de definir estratégias diferentes consoante os jogos. Essas estratégias não são fáceis de analisar e podem causar alguma surpresa, até pela possibilidade de introdução de novos jogadores no onze inicial. Tentamos fazer uma leitura do que pode acontecer, estamos confiantes na nossa organização, mas tendo sempre como negativo esse factor surpresa que o Guimarães pode apresentar através da sua imprevisibilidade.


Teme que os jogadores do FC Porto possam relaxar nesta partida, tendo em conta que há um jogo a meio da próxima semana, com o CSKA, e uma vantagem de oito pontos para o Benfica?

Não, isso não é possível. Tivemos uma boa semana de recuperação e trabalhámos os nossos princípios de jogo. Também tivemos dois dias de folga que, para nós, são fundamentais, sobretudo na recuperação mental. Para além disso, trabalhámos muito forte durante esta semana e acredito que podemos realizar um bom jogo. No entanto, tudo dependerá da forma como encararmos mais este desafio: venceremos se estivermos comprometidos com o jogo e se formos competentes, mas se não o fizermos podemos perder pontos.

Sílvio e Lima, "notícia falsa"

A notícia surgiu esta semana, na qual se garantia que o FC Porto já teria assegurado as contratações de Lima e Sílvio, do Braga, para a próxima temporada. André Villas-Boas perdeu pouco tempo a comentar essa possibilidade, tendo-se limitado a negar a contratação dos dois jogadores. "Esse assunto pode morrer imediatamente: é uma notícia absolutamente falsa", afirmou o treinador portista.

"Sou o que sou porque tenho grandes jogadores"

André Villas-Boas afirmou esta semana que não era "nada de especial" como treinador; terá sido falsa modéstia ou mais uma tentativa de se demarcar de José Mourinho? "O que disse sinto-o diariamente: só sou o que sou porque tenho à minha disposição um núcleo de jogadores com um grande talento. Só eles nos podem levar até ao sucesso. Também acredito muito na liberdade de decisão dentro da nossa equipa técnica e por isso é que temos uma grande empatia. Aqui, todos decidem. Somos uma equipa técnica que sabe dialogar e em que o seu líder é a voz de todos e não apenas a sua voz. Não é uma demarcação de José Mourinho, porque isso não é uma preocupação para mim; foi apenas uma constatação de alguém que apareceu há pouco tempo no futebol."

Estatutos da FPF: "Longe do abismo"

A questão da adequação dos estatutos da FPF à lei portuguesa continua por resolver, com a FIFA e a UEFA a dilatarem o prazo para se encerrar em definitivo o assunto, sob pena de a Selecção Nacional, mas também os clubes portugueses, serem penalizados. André Villas-Boas admite que não tem um conhecimento profundo sobre o assunto, mas, mesmo assim, não se negou a comentar esta polémica. "Falta-me conhecimento para dar uma opinião. No entanto, dá para perceber que há um choque tremendo entre duas posturas; não vou assumir a defesa de nenhuma delas, mas também me parece que as ameaças da FIFA e da UEFA podem ser apenas para pressionar. Não me parece que estejamos numa situação de abismo, como se quer vender. Há apenas um aviso e esperemos que se chegue rapidamente a um acordo. Nada mais."

in "ojogo.pt"





"Belluschi encontrou em Moutinho um sócio ideal"

Para a família Belluschi, 2 de Março de 2011 não foi um dia qualquer. Ficou gravado para sempre na memória dos Belluschi como aquele em que o agregado familiar foi aumentado com a chegada de Francesca, a primeira filha de Fernando Belluschi e a primeira neta de Carlos e Silvia Belluschi, os pais do médio portista. Francesca chega numa altura em que o argentino atravessa uma boa fase na equipa de André Villas-Boas, abrilhantada com o golo marcado ao Olhanense, festejado, de resto, com a bola debaixo da camisola, antecipando a chegada da filha e simulando a barriga da mulher. "Belluschi está maravilhado por ser pai. Estava ansioso que esse momento chegasse. E nós também, claro", disse o pai de Belluschi a O JOGO a partir de Quirquinchos, uma pequena cidade na região de Santa Fé, na Argentina, a 400 quilómetros de Buenos Aires.

Por estes dias, Carlos Belluschi está em casa com o irmão de Belluschi, dado que a mulher, Silvia, está no Porto a amparar os primeiros dias da neta. "Acompanhei tudo pela internet. Felizmente, agora é mais fácil a comunicação e podemos ver e falar com eles todos os dias. Fui obrigado a aprender a usar o computador para poder estar em contacto com o meu filho e também ver os jogos do FC Porto. Quando os transmitem, vou ao computador e vejo-os."
A felicidade de Carlos Belluschi não se limita ao nascimento da neta, mas também ao momento que Belluschi atravessa na equipa portista. Um dos melhores momentos da carreira, diz o pai. "Está um espectáculo. No Newell's Old Boys, River Plate e no Olympiacos alcançou picos de rendimento como aquele que agora atravessa. Vejo todos os jogos, em directo ou em diferido, e sei que ele se sente muito bem, porque está a jogar novamente na posição de que mais gosta e em que mais rende. O treinador anterior colocava-o quase como um avançado, mais próximo da área, e ele não se sentia muito bem. Agora é um médio puro, arranca jogadas e parece um avião. Avança e recua todo o tempo. Com o Olhanense, fez um grande jogo. Falámos depois, e até lhe disse para parar um pouco, porque durante 90 minutos não parou de correr. No fim continuava a correr como se o jogo estivesse a começar. Parecia um rato atómico", explicou.

Para o bom momento do filho, Carlos Belluschi tem uma explicação. Aliás, é a mesma que André Villas-Boas costuma dar quando algum jogador se destaca. "A equipa está muito bem, com ideias claras e espírito ofensivo. Belluschi encontrou em Moutinho um sócio ideal. Ambos escolhem os tempos de jogo e são muito parecidos, porque trocam de posição e sobem à vez ao ataque. E a presença de Falcao também é muito importante. Belluschi conhece-o bem desde os tempos em que representaram o River Plate. Trata-se de um ponta-de-lança impressionante. Voltou a jogar depois da lesão e esteve muito bem."

Os golos difíceis e os pulmões que não param de encher

Apesar de, nesta altura, as temperaturas quentes fazerem da Argentina um lugar especial, Carlos Belluschi não se importava de trocar o país natal pelo Porto, precisamente para poder acompanhar o médio portista numa ocasião de grande felicidade. O pai de Belluschi já esteve duas vezes no Porto e ficou encantado com a cidade, mesmo que as saídas para passear com o filho se tenham revelado algo complicadas. Fama e frio foram as razões. "Tínhamos de ter um gorro e também era preciso escondermo-nos um pouco, porque os adeptos são fanáticos. Tratam-no muito bem, mas, às vezes, é complicado sair para passear ou comer", recorda Carlos Belluschi.

De seguida lembra-se do último golo marcado pelo camisola sete e derrete-se em elogios. "Ele não é de marcar muitos golos, mas, quando marca, são sempre bonitos. Ou marca com um remate forte ou faz um chapéu. Desde Agosto que não marcava, ou porque a bola esbarrava nos ferros ou porque não queria entrar. Também é verdade que, no FC Porto, não joga para o golo, mas antes para assistir os três avançados e depois tentar recuperar de novo a bola. Belluschi nunca se cansa, tem dois pulmões enormes."

A partir de Quirquinchos, o pai de Belluschi torce para que o FC Porto "se consiga sagrar campeão o mais rápido possível". "A equipa está muito bem, mas não se pode desleixar, porque os adversários são bons. Quanto a Belluschi, ele não vai abrandar, mesmo que sinta dores. Desde que não haja risco de lesão, ele aguenta e joga sempre. E também sei que ainda pode jogar melhor. Conheço-o e sei que não tem limites. Não é fácil manter-se num nível tão alto, mas vai continuar a evoluir", diz o pai de Belluschi, isto antes de tratar de ver as últimas fotografias da neta, acabadas de chegar por e-mail.

Só lhe falta mesmo a selecção

Aos 27 anos, no auge da carreira, Belluschi não desiste de chegar à selecção argentina. O pai fala em sonho. Por enquanto, nem Maradona, que chamou mais de cem jogadores, nem Sergio Batista o convocaram. "O meu filho tem uma vontade enorme de representar a selecção da Argentina. Na última convocatória, contava ser chamado, mas não foi. É o que lhe falta. Penso que já merece e não o digo por ser pai dele. Vejo-o a jogar e creio que tem nível suficiente para ser chamado, para se poder mostrar. Oxalá lhe dêem a oportunidade", diz Carlos Belluschi.

in "ojogo.pt"


«Iturbe vai para cima sem olhar a nomes»

EX-BENFIQUISTA LÉO IMPRESSIONADO


Neymar contra Iturbe. Mais do que o Santos-Cerro Porteño do Grupo 5 da Taça dos Libertadores, as atenções voltaram-se para o duelo entre dois dos mais promissores jogadores do futebol mundial. O 1-1 final agrada mais aos paraguaios do que aos brasileiros, mas os adeptos portistas querem é ouvir mais uma voz autorizada a apresentar o “novo Messi”.
Comecemos por aí a conversa com Léo, o lateral-esquerdo ex-Benfica que sentiu na pele as capacidades de La Pulguita: “Messi? Muito exagerado. É muito novo, tem muito para crescer ainda.” Iturbe ainda perde, naturalmente, nas comparações, mas tal facto não impede Léo de registar a tremenda qualidade do reforço dos dragões.
in "record.pt"

Gijón quer ficar com Castro

MAIS UM EMPRÉSTIMO


O Sp. Gijón não tem opção de compra sobre André Castro, mas o médio dos dragões tem tido um arranque tão positivo nas Astúrias que já se comenta a possibilidade de o clube encetar contactos com o FC Porto tendo em vista nova cedência do médio internacional Sub-21 português.
Castro renovou com os dragões antes de ser emprestado ao clube do principal escalão espanhol, pelo qual já soma cinco jogos, os três últimos na condição de titular.
in "record.pt"

Inter, Juventus, Liverpool e Man. United seguem Rolando

Rolando está a ser bastante cobiçado na Europa do futebol, tendo surgido, depois de revelado o interesse de Inter e Juventus, as sondagens de Liverpool e Man. United.


Quem o confirma é Peppino Tirri, empresário que representa o defesa-central do FC Porto em Itália, em declarações ao Calciomercato.

"A Juventus seguiu-o e continua a segui-lo. Mas também o Inter Milão, o Liverpool e o Man. United têm-no debaixo de olho, como é normal acontecer no caso dos jogadores importantes. Até agora não houve movimentações oficiais, mas elas podem ocorrer no final de Abril ou início de Maio", salientou o agente.

Rolando, de 25 anos, é um dos pêndulos da defesa "azul-e-branca", que esta temporada sofreu apenas três derrotas, sendo um dos jogadores com mais minutos realizados na equipa de André Villas Boas.

Certo é que, para contratar o internacional português, qualquer clube interessado terá que "esbarrar", logo à partida, numa cláusula de 30 milhões de Euros com que a SAD do FC Porto "blinda" o atleta.


in "rr.pt"

F.C. Porto: só Hulk e Rafa falham V. Guimarães

Dragões quase na máxima força


O F.C. Porto cumpriu esta quinta-feira o penúltimo treino antes da recepção ao V. Guimarães. Villas-Boas continua a afinar estratégias para a recepção aos minhotos, com a missão de manter a vantagem pontual para o Benfica, quando o campeonato entra na recta decisiva.

Os dragões estão, praticamente, na máxima força. No ensaio desta quinta, apenas Rafa esteve ausente, continuando a fazer tratamento. No entanto, também Hulk vai falhar o jogo com os vimaranenses, devido a castigo.

Os convocados para o encontro serão conhecidos na sexta-feira, no final do último treino que está marcado para as 10h30 no Olival e que decorrerá à porta fechada.

in "maisfutebol.iol.pt"

Só o Benfica travou a dupla Varela - James

Puro-sangue colombiano disfarçou como ninguém a longa ausência... de Falcao Parceria de sonho com o lisboeta: apenas a águia levou a melhor Modelo regressa frente ao Guimarães. 

O FC Porto volta a mudar a face do ataque deste sábado, com o V. Guimarães, e desta vez por efeito mínimo da suspensão de Hulk: quinto amarelo, um jogo de fora.

Nada de mais, se compararmos, principalmente, com a longa ausência de Falcao, oito jogos seguidos longe da equipa, período durante o qual o Incrível teve que vestir a pele de 9, duplicando o espaço livre nas alas, factor crucial para abrir as portas da titularidade a James Rodriguez.

Males que vêm por bem, é o mínimo que se pode dizer. Afinal, o menino-prodígio colombiano provou que merecia mais do que a semi-obscuridade de segunda ou terceira escolha, e foi com a ascensão tardia do James Bond de Tolima que o FC Porto ressurgiu mais belo e brilhante: com um Varela fora de forma pós-lesão, foi James que resgatou o atractivo e devolveu alguma da criatividade suspensa no ataque portista; foi James quem desatou os problemas mais complexos; foi James quem recuperou a vertigem e até a espectacularidade perdida com a mudança de hábitos de Hulk, obrigado a fazer desajeitadamente de Falcao.



in "abola.pt"