sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

JULIAN ELEVA «INTENSIDADE DEFENSIVA» PARA VENCER O CAB


A deslocação à Madeira parece-lhe suficientemente delicada, mas Julian Terrell não admite outro desfecho se não a vitória, que nem precisa de ser por números amplos, como aconteceu em oito dos nove triunfos conseguidos pelos Dragões, sempre por margens iguais ou superiores a 17 pontos. Ao poste norte-americano basta sair do Funchal com o primeiro lugar consolidado, na jornada que encerra a primeira volta da fase regular.

Na equipa do CAB, Julian destaca a influência de Fred Gentry e Jorge Coelho, que já foram Dragões, e para a soma da décima vitória portista em 11 jornadas insiste na intensidade defensiva como solução. Só depois pensará em dar espectáculo.

Antecipado por Julian Terrell ao www.fcporto.pt, depois de mais um treino no Dragão Caixa, o CAB Madeira-FC Porto Ferpinta joga-se a partir das 15h30 de sábado, no Pavilhão Clube Amigos do Basquete, no Funchal.

Reflexão e determinação
«A pausa natalícia foi benéfica para a equipa. Temos trabalhado arduamente e o facto de dispormos de alguns dias para descansar foi muito bom. O intervalo de duas semanas sem competir chegou depois de uma derrota, o que nos permitiu reflectir sobre o que poderíamos ter feito melhor e regressámos em força e ainda mais determinados a vencer.» 

Consolidar o primeiro lugar
«O jogo na Madeira será o último da primeira volta e espero somar mais uma vitória, saindo de lá com o primeiro lugar mais consolidado. Para isso, teremos de jogar como habitualmente, como equipa, porque é essa a nossa filosofia de jogo.» 

Coelho e Gentry
«Conheço muito bem o valor de certos jogadores, como o Jorge Coelho e o Frederick Gentry, mas uma equipa não é constituída apenas por dois elementos. Teremos que revelar atenção a muitos outros aspectos colectivos.» 

Intensidade defensiva
«Para mantermos o nível exibicional, temos que garantir uma elevada intensidade defensiva. É ai que reside a nossa mais-valia, até porque qualquer jogador na nossa equipa tem capacidade para marcar pontos. Por isso, o essencial será mesmo impedir a outra equipa de marcar.»

Dar espectáculo
«Apesar da frequência com que conseguimos vitórias por margens dilatadas, os jogadores não sentem a pressão de vencer por 20 ou 30 pontos. Uma vitória é uma vitória e, no final, o que conta é o número de pontos somados, o que não quer dizer que não tentaremos dar espectáculo e vencer por uma margem ampla sempre que possível.»



in "fcp.pt"

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