Sábado era um dia especial para o MaiaBasket, mas terminou com agressões ao atleta Nuno Marçal, ex-FC Porto, num restaurante no estádio da Luz, e com a equipa a ter de chamar a polícia para garantir a segurança dos jogadores.

Com a situação fora do controle, a equipa da Maia decidiu sair do local. «Os meus jogadores sabiam que se extremassem posições iria ser pior, por isso acabámos por sair, de forma humilhante pela porta de trás», contou o dirigente.
«Não tivemos apoio nenhum do Benfica, nem da Federação. Ligámos ao senhor Pinto Alberto [vice-presidente da Federação de Basquetebol], mas ele não encontrou os seguranças. Então ligámos ao 112 e veio o carro patrulha. Estávamos sozinhos e não sabíamos se eles viriam atrás do Nuno. A polícia ficou connosco até partirmos», adiantou ainda o presidente do Maia Basket, ainda agastado com a situação.
«Não estamos habituados a isto. A situação aconteceu por causa do passado desportivo do Nuno, por ele ter jogado no FC Porto. São coisas que não são habituais nesta modalidade e que acontecem quando as pessoas misturam o futebol com as outras coisas», disse ainda, explicando que, o grupo que protagonizou a situação seria, «provavelmente de adeptos do Benfica, mas não podemos dizer com certeza, porque não estavam identificados».
Mas frisa que não responsabiliza o clube: «Isto não foi propositado. Já tínhamos almoçado lá e fomos bem recebidos. Agora só queremos que haja uma retratação por termos sido abandonados ali sem apoio. Já enviamos o relatório à Federação, à Associação de Basquetebol do Porto e ao Benfica», adiantou.
Contactado pelo Maisfutebol, Nuno Marçal preferiu não se pronunciar sobre a situação. «Ele disse-me que foi o pior momento da carreira dele», garante o presidente sobre o internacional de 37 anos, que que passou grande parte da carreira ao serviço do FC Porto.
in "maisfutebol.iol.pt~"
Sem comentários:
Enviar um comentário