Depois do triunfo (3-0) na Bélgica frente ao Genk, para a Liga Europa, o FC Porto regressou esta sexta-feira de manhã aos trabalhos, dando início à preparação para o desafio com o Beira-Mar, no domingo, para a Liga Zon Sagres.
Os titulares da partida europeia fizeram trabalho de recuperação, como é habitual nestas situações. De resto, o técnico André Villas-Boas não pôde contar com quatro atletas. Hulk está ainda no Brasil depois do falecimento da sobrinha, ao passo que Mariano González, Cristian Rodríguez e Freddy Guarín continuam a recuperar das respetivas lesões.
De referir que no sábado Villas-Boas fará a antevisão da partida com a turma aveirense, que se realiza no Estádio do Dragão.
in "record.pt"
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Otamendi: "FC Porto? É o desafio que quero"
in "ojogo.pt"
Discurso Directo
João Moutinho
"Decidi sair para onde pudesse ganhar"
Pouco depois de ter participado na vitória por 3-0 do FC Porto sobre o Genk e numa altura em que, em Alvalade, o Sporting perdia com o Brondby, João Moutinho cedeu à insistência dos jornalistas e aceitou, pela primeira vez, comentar as declarações do presidente do Sporting sobre a sua saída de Alvalade. José Eduardo Bettencourt, recorde-se, chamou "maçã podre" ao antigo capitão sportinguista. "Acho que isso não é verdade. Como sempre disse, estou agradecido ao Sporting e aos sócios e eles sabem que sempre dei tudo ao clube. Os meus amigos e colegas também sabem que não é verdade. No Sporting queriam que não ficasse e decidi sair para um clube onde pudesse ganhar", começou por referir. A insistência na expressão utilizada pelo dirigente do Sporting mereceu uma reacção de João Moutinho. "São palavras proferidas por ele, ele que as explique. Não gostei de as ouvir, mas costuma dizer-se que a personalidade das pessoas se vê nas adversidades e foi isso que aconteceu. Dói ouvir isso, mas penso apenas no FC Porto que é o clube que represento", frisou, negando que seja a raiva a servir-lhe de combustível. "Estou sempre pronto para dar o melhor e não é por raiva que isso acontece. Vou dar sempre tudo como fazia antes", concluiu.
Helton
"Soubemos sofrer"
Uma boa mão-cheia de defesas decisivas de Helton permitiram ao FC Porto sair de Genk sem golos sofridos e com um resultado que praticamente garante o acesso à fase de grupos da Liga Europa. O guarda-redes brasileiro fez questão de distribuir os louros pelo resultado, garantindo que "toda a equipa trabalhou para esta vitória". "Agora saberemos todos fazer a auto-análise ao que se passou, mas estou muito feliz por ter contribuído para o resultado", acrescentou, explicando logo a seguir que auto-análise é essa que a equipa vai fazer. "Soubemos sofrer", explicou. "Tivemos momentos em que tínhamos de controlar o jogo e com conversa e trabalho, vamos corrigir o que correu menos bem." Com um seleccionador novo no Brasil - Mano Menezes sucedeu a Dunga - Helton não coloca de parte a hipótese de voltar à canarinha. "A minha obrigação é trabalhar para ajudar o FC Porto. A selecção é uma consequência desse trabalho e se tiver outra oportunidade, certamente vou fazer tudo para aproveitar."
DISCURSO DIRECTO
Podíamos ter marcado mais golos na primeira parte e depois as coisas complicaram-se um pouco. Marquei um lindo golo. Espero que este seja o meu ano. Estou a tentar fazer tudo o que o técnico quer para tentar melhorar o nível do ano passado. Não acho que haja mais concorrência este ano. Há que lutar por um lugar. Mudou o treinador e há sempre novas expectativas e vontade de corrigir os erros do ano passado. Queremos voltar à Champions porque o FC Porto pertence lá.
Belluschi
Apesar de ter marcado, estou aqui mais para servir os meus companheiros do que para fazer golos, mas se tiver a oportunidade, como aconteceu neste jogo, nunca vou deixar de tentar. Não podia ter desejado melhor estreia nas competições europeias e este resultado dá algum conforto para o jogo em casa. Sempre ambicionei jogar numa prova como esta. O futebol europeu é mais rápido e estou a adaptar-me bem, até porque tenho aprendido muito com os conselhos do Fernando e do mister.
Souza
Foi uma vitória importante para as nossas aspirações nesta competição. Este resultado dá-nos alguma tranquilidade e podemos gerir o jogo da segunda mão de outra forma. Aproveito a oportunidade para dedicar esta vitória ao Hulk. Estamos todos com eles. Quanto à minha exibição, posso dizer que me senti muito bem na estreia. Não sei se vou continuar a jogar, mas o mister já sabe que se quiser continuar a apostar em mim, estarei sempre preparado para tentar ajudar a equipa
Ukra
in "ojogo.pt"
André Villas-Boas: "Conseguimos explorar a ganância do Genk"
O resultado folgado de ontem colocou praticamente o FC Porto na fase de grupos da Liga Europa, mas André Villas-Boas rejeitou a ideia de que haverá facilidades nesta competição. "Há equipas importantes nesta prova. Este é o nosso primeiro passo, mas há mais passos para vencer, e apesar de ter sido um resultado expressivo, não é tranquilo, porque o Genk é uma equipa goleadora e que cria dificuldades." O treinador não concordou com a ideia de que o resultado foi exagerado para aquilo que se passou em campo e explicou o jogo mais detalhadamente. "Construímos o 1-0 e criámos oportunidades para chegar ao 3-0. Partimos da expulsão deles para matar o jogo. É um facto que o Helton fez uma grande exibição e poderíamos ter controlado o jogo de outra forma, até porque depois do primeiro golo não procurámos o segundo de uma forma cautelosa. Em vez disso, fomos agressivos e o Genk acabou por aproveitar as nossas perdas de bola para se aproximar da baliza. Eles não tinham nada a perder, apostaram numa defesa a três, ficaram expostos e nós conseguimos explorar essa ganância." Neste contexto, segue-se a explicação para as substituições aparentemente cautelosas. "Queria jogar com os desequilíbrios, porque sentia que a equipa ganhava as bolas e depois ficava um pouco intranquila. Com as substituições, a ideia era trazer mais posse e chegar à baliza do Genk de uma forma mais sustentada. Só que, de vez em quando, houve erros na saída de bola e o Genk explorou isso. Há coisas que registámos e sabemos que temos de evoluir. De qualquer forma, levámos três jogos sem sofrer golos." Villas-Boas desvalorizou ainda as muitas oportunidades criadas pelo Genk - voltou a elogiar Helton - e não concordou com as críticas à arbitragem. "Disseram-me que é penálti. Para mim é assunto encerrado, mas para o Vercauteren será o assunto da semana." O treinador negou ainda interesse em Salvio - assinou pelo Benfica - e reconheceu qualidades a Otamendi. "A história diz que levamos a melhor quando entramos numa disputa de mercado com o Benfica. Portanto, se tivéssemos entrado na corrida, o Salvio estaria no plantel do FC Porto. Quanto ao Otamendi, o importante foi definir um perfil. Se ele é um bom jogador, também tem outras equipas europeias interessadas. Apesar disso, penso que se o FC Porto entrar na corrida, ele virá."
As últimas palavras foram para Hulk. "Neste momento, nem sequer está em equação o seu regresso. Ele é que definirá o momento, quando se sentir confortável para isso, porque tem essa liberdade. O clube deseja que ele ultrapasse esta fase difícil o mais rapidamente possível. Fomos invadidos por um sentimento de tristeza e queremos dedicar esta vitória a um companheiro."
in "ojogo.pt"
A Estrela: Helton (8)
Pode parecer estranho ver surgir Helton como figura num jogo em que o FC Porto acabou por golear o seu adversário, mas a verdade é que se os azuis e brancos transformaram o encontro da segunda mão numa formalidade, devem-no bem ao brasileiro. Helton transmitiu confiança com intervenções seguras e começou logo com a defesa da noite, a remate de Barda (56'), que desviou para canto. Nova intervenção preciosa (75') numa entrada de Buffel e depois (86') voltou a negar o golo a Dugary.
Souza rebentou Cristal à bomba
Sapunaru 5
Não passou por grande situações de apuro, ao contrário do que se previa, com a estrela do Genk, De Bruyne, no seu raio de acção. Com a bola nos pés, foi lento, não conseguiu criar profundidade e um melhor dinamismo pelo corredor direito.
Rolando 5
Pareceu menos sereno nos cortes do que habitualmente. Facilitou na marcação a Vossen (8') e permitiu o remate do avançado quando parecia ter o lance controlado. Subiu mais no terreno do que Maicon para apoiar o meio-campo. Dobrou bem Helton (86') em mais um lance de perigo do Genk.
Maicon 5
Depois de uma primeira parte sem manchas, uma desatenção do brasileiro (52') ia custando um golo, mas Helton defendeu o remate de Barda. A seguir voltou a deixar-se surpreender, desta vez por Buffel (75'), que entrou pelas costas e só não marcou devido à intervenção de Helton.
Álvaro Pereira 5
Algumas dificuldades no período de maior assédio do Genk à baliza do FC Porto, designadamente com as entradas nas costas dos adversários. Até ali, Buffel e Vossen, que foram caindo na seu espaço, não lhe colocaram grandes problemas. A atacar, notou-se a falta de rotina com Ukra, que começou na esquerda, levando-o a procurar descair para o meio para tentar encontrar uma solução.
Fernando 6
Está um jogador diferente, com um raio de acção mais amplo, e ontem não se coibiu de fazer passes bem medidos para as costas da defesa belga para Varela (7', 16'). Sem bola, esteve atento nas compensações e entregou-se à luta pela recuperação. Chegou atrasado à marcação de Ogunjimi (55'), que falhou a emenda para o golo, mas saiu-se bem, apesar de perder a noção da colocação do terreno em certas alturas.
Belluschi 6
Um golo alcançado com uma bola bem colocada salvou uma exibição menos conseguida, com lances em que se notou uma certa falta de concentração e perdas de bola que não costuma permitir. No meio-campo, Belluschi foi dos que mais sofreram com a superioridade numérica do Genk. Antes, o argentino tinha recarregado um remate de Falcao (12'), mas sem sucesso.
Moutinho 5
Não teve o peso desejado no futebol da equipa e não foi o jogador esperado para dinamizar o jogo. A marcação apertada dos belgas no meio-campo privou-o de espaço nas transições, e os passes nem sempre lhe saíram bem doseados.
Ukra 5
O azar de Hulk fez dele titular inesperado, mas esteve longe de aproveitar a oportunidade de se mostrar, melhorando apenas quando passou do flanco esquerdo para o direito, por onde criou perigo (45') numa excelente iniciativa, ao passar por dois defesas e rematar para Courtois brilhar.
Varela 4
Começou bem, com um cruzamento atrasado (13') a passe de Fernando que Matoukou cortou, mas pouco ou nada se viu até à sua substituição (60'). Incapaz de imprimir velocidade e de explodir pelo seu flanco, como se pede a um extremo. Muito apagado.
Falcao 6
Sofreu uma falta para grande penalidade num lance em que mostrou a sua experiência nestas andanças, quando fazia um compasso de espera para receber mais apoio no ataque. Depois não se deixou contagiar pela pressão de ter de transformar o castigo máximo e marcou um golo importante, mais um, depois de se ter estreado esta época contra o Benfica. Antes (12'), já tinha criado perigo com um remate (12') que Joneleit deteve.
Souza 6
Substituiu Varela (60') para ajudar a segurar o meio-campo, que o Genk dominou numa fase em que veio para cima da área do FC Porto para tentar empatar. Curiosamente, foi ele que acabou por marcar o golo (83') que garantiu a vitória portista, com um remate frontal fulminante.
Rúben Micael 6
Villas-Boas trocou Ukra pelo madeirense (74'). Muito bem no lance do segundo golo, no compasso de espera para meter a bola redondinha para o golo de Souza.
Walter 4
Seis minutos em campo, sem tempo para se mostrar.
in "ojogo.pt"
Jogo com pés, mãos e ainda a cabeça de Villas-Boas
Está feito: o FC Porto está a 90 minutos burocráticos de entrar formalmente na Liga Europa depois de uma exibição com ares de Champions. A equação de sucesso começou na inteligência de Falcao e ganhou consistência nas mãos de Helton, solidificando-se em definitivo com um tiro de Souza e com a arte de Belluschi. Quatro sul-americanos frios. Pelo meio, ainda houve dedo de André Villas-Boas, que mexeu - e bem - no que não funcionava. Terá servido de exemplo para outras batalhas, porque esta está ganha. Vamos às explicações. Por mais que se queira fugir da referência, porque a ideia não é que soe a desculpa, a verdade é que este jogo começou antes... de começar. Sem Hulk, Villas-Boas viu-se forçado ao improviso, sabendo de antemão que, sem ele, perdia a mola que mexe verdadeiramente com a velocidade do jogo. E notou-se.
Ukra foi a aposta, mas é preciso um bocadinho mais do que assinalar essa entrada directa no onze. Surpreendentemente, ainda que familiarizado com o flanco, Ukra posicionou-se à esquerda, deslocando Varela para o lado contrário. Porquê? Talvez porque Villas-Boas não estivesse convencido de que Sapunaru daria ao flanco, de forma regular, a profundidade desejada, e que Álvaro Pereira garantia do lado contrário. Assim, trocando, equilibrava à esquerda um lateral atrevido com o extremo menos rotinado; à direita, conjugava um Sapunaru mais contido com a irreverência de Varela. Uma irreverência teórica, porque Varela foi quase sempre discreto até sair. Belluschi também demorou a arrancar, perdendo-se em deslizes de atenção num meio-campo que, por causa da diferença de desenhos, foi garantindo ao Genk superioridade numérica até às entradas certeiras de Souza e Rúben Micael. Não era uma superioridade de talento, a do Genk, mas, mesmo assim, ter gente a mais nessa zona foi atrapalhando a construção de jogo aos portistas, espevitados aqui e ali por algumas aberturas de Fernando e pela natureza incansável de Falcao.
Incansável e inteligente. Numa jogada que parecia perdida, porque não tinha companhia, o colombiano fez um compasso de espera com a bola nos pés, já na área, e Joneleit fez o resto: uma falta que o árbitro viu e que o público nem queria acreditar que tivesse existido. Indiferente aos assobios, Falcao marcou o penálti e deu a um FC Porto que jogava à velocidade de quem sabia que a eliminatória se podia resolver a duas mãos (e que esta era em casa do adversário, convém lembrar...) uma tranquilidade adicional. O jogo era bonito? Não, não era, mas o FC Porto, mais apostado em moer o juízo ao adversário do que em asfixiá-lo com uma pressão vistosa, tinha-o nas mãos. Deixou-o escorregar por entre os dedos no início da segunda parte, altura em que o Genk imprimiu outra velocidade, esbarrando na segurança de Helton. Uma, duas, três vezes.
Villas-Boas cansou-se e resolveu corrigir: apostou primeiro em Souza, depois em Rúben, sacrificando os dois alas, e - embora com a ajuda preciosa de Matoukou, expulso aos 66' - recuperou o controlo das operações. Uma ou outra vez quebrado por erros nos passes e desatenções defensivas que Helton foi resolvendo até que o resultado magro, virou goleada farta; primeiro com uma bomba de Souza, depois com a arte de Belluschi. Ponto final nesta história e, sem dúvida alguma, nesta eliminatória.
in "ojogo.pt"
Maldição em cacos
Nem uma terrível tradição em solo belga conseguiu travar um FC Porto que soma 3 vitórias consecutivas, 6 golos marcados e... nenhum sofrido em 2010/11. O registo é perfeito e o sucesso perante o Genk tem o valor acrescido de ter resolvido, de imediato, a questão da entrada na fase de grupos da Liga Europa.
A estreia de André Villas-Boas como treinador em jogos internacionais foi resolvida com a maior das naturalidades e nem sequer a ausência de última hora, de Hulk, se revelou um problema insanável para os azuis e brancos.
Após muitos momentos amargos vividos ao longo dos anos frente ao Anderlecht, mas também contra o Standard Liège e Brugges, a visita ao Genk revelou-se um bálsamo execional, até porque estava perante o FC Porto uma formação que reparte a liderança do seu campeonato. A Bélgica ficou mais doce.
Novidades
O triunfo em Genk será lembrado por diversos motivos, mas um dos que podem ter peso em termos futuros é o alargar de opções que concede maior profundidade ao plantel. O jovem Ukra foi lançado para o onze em face da ausência de Hulk. Walter, um avançado no qual se depositam fortes esperanças de um elevado rendimento, fez a sua estreia oficial pelos dragões. No entanto, desta vez o suplente mais precioso foi o brasileiro Souza, que apontou um golo importante para consolidar a vantagem no marcador.
De resto, e depois de na época passada a falta de ajuda dos médios na finalização ter sido um lastro para a equipa, ontem já houve dose dupla com, para além de Souza, também Belluschi a fazer o gosto ao pé.
Palito passou a ser oficial - Alvaro Pereira muda de nome
O mundo do futebol está recheado de alcunhas, algumas delas até bem curiosas, e Alvaro Pereira oficializou ontem a dele. O uruguaio há muito que é conhecido por Palito, mas nunca tinha jogado com esse nome nas costas. Até chegar a Genk. O esguio lateral sul-americano começou a ser tratado dessa forma no Quilmes e gostou tanto que quando chegou ao Dragão não se inibiu de contar a alcunha aos mais recentes colegas. Agora, já toda a Europa sabe...
in "record.pt"
Otamendi garantido na defesa portista
Nicolas Otamendi estava ontem praticamente de abalada para o Porto, com a transferência presa por questões de pormenor alegadamente relacionados com as formas de pagamento.
Fernando Raffaini, presidente do Velez Sarsfield, já admitia a saída do jogador rumo ao FC Porto desde ontem, quando, no final de uma primeira reunião a sós com Marcelo Simonian (empresário mandatado pelos dragões), afirmou existir «um princípio de acordo, mas é preciso discutir algumas coisas mais...», impondo um dia de intervalo negocial para comunicar aos seus pares as duas propostas em mão.
Dessas duas propostas discutidas com o agente que trouxe, entre outros, Lucho González para o dragão, a que mais discussão motivou foi a da compra integral do passe, com o pagamento de metade do valor à cabeça e «os outros 50 por cento em duas tranches posteriores, mas com a brevidade possível», revelou Raffaini.
Uma segunda proposta, menos do agrado do Velez, apontava para a compra de uma parcela maioritária do passe, entre 50 e 70 por cento, por parte do FC Porto, admitindo-se, nessa alternativa, que o próprio Simonian adquirisse o restante dos direitos do jovem internacional argentino.
O valor considerado para início das negociações foi de 10 milhões de dólares, aproximadamente 7,8 milhões de euros, um valor um terço abaixo da cotação do jogador (15 milhões de dólares) e que, por isso mesmo, deu ao FC Porto margem para avançar até à eventual aquisição total do passe, algo em discussão na altura em que esta edição saía para as bancas.
Pela parte do FC Porto, não há ainda a garantia oficial da transferência, mas A BOLA sabe que o jogador poderá ser anunciado, durante o dia de hoje, com a natural comunicação à CMVM.
in "abola.pt"
Moutinho: «Chamarem-me maçã podre sempre dói»
João Moutinho garantiu esta quinta-feira, no final da vitória do F.C. Porto sobre o Genk, em jogo da Liga Europa, que lhe doeu ouvir o presidente do Sporting tratá-lo por «maçã podre». «Claro que sempre dói, mas não pensei nisso mas sim no F.C. Porto, clube que estou agora a representar», disse o médio citado pela Agência Lusa. Pelo caminho, o médio que se impôs rapidamente no F.C. Porto disse que «as palavras ficam com quem as diz». «Estou sempre motivado e não é pela raiva que vou tentar dar mais de mim, dei sempre tudo e vou continuar a dar», acrescentou, deixando a entender que não vai dar importância ao que disse José Eduardo Bettencourt.
João Moutinho, recorde-se, deixou o Sporting neste início de época para se transferir para o F.C. Porto, que pagou 10 milhões de euros e cedeu o central Nuno André Coelho ao rival de Lisboa para assegurar a contratação do antigo capitão leonino. Desde que chegou ao Dragão, Moutinho foi titular em todos os jogos oficiais.
in "maisfutebol.iol.pt"
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Souza: «Não podia ter melhor estreia»
Souza, jogador do F.C. Porto, que se estreou nas competições europeias, ao entrar durante o jogo na Bélgica com o Genk, acabando por fazer o segundo golo num grande tiro de fora da área:
«Não podia ser melhor estreia, nem para mim nem para a equipa. O 3-0 dá um grande conforto e vai permitir-nos gerir melhor o jogo da segunda-mão em casa. Por isso vamos poder concentrar-nos na liga portuguesa. Sempre esperei entrar bem na equipa, isso aconteceu, consegui fazer um golo e agradeço a oportunidade ao treinador. Quero dedicar o golo ao Hulk.»
in "maisfutebol.iol.pt"
Villas Boas: «Otamendi é um jogador importante»
André Villas Boas confirmou o interesse do F.C. Porto em Otamendi e mostrou confiança no sucesso das negociações. «O Otamendi é um jogador importante, interessa a grandes equipas europeias, mas quando o F.C. Porto se meter no negócio Otamendi, acho que terá sucesso», disse, mostrando grande optimismo.
«Se o F.C. Porto tivesse entrado na luta, o Salvio estaria o F.C. Porto»
Mudando a mira para o jogo o Genk, o treinador aproveitou para dedicar a vitória na Bélgica a Hulk, que
viajou para o Brasil devido ao falecimento de uma sobrinha. «É uma situação bastante triste e tocou-nos a todos de modo particular. Queríamos ganhar para lhe dedicar a vitória. O nosso abraço vai para ele.» Sobre a vitória, e apesar de ter sido uma vitória expressiva, Villas Boas deixou algumas críticas à equipa. «É um resultado expressivo, mas não é um resultado tranquilo. É um facto que o nosso guarda-redes fez uma exibição excelente, que impediu o golo do Genk. Poderíamos ter controlado o jogo de outra forma», disse.
Acho que depois do 1-0, na procura do segundo golo, fomos pouco cautelosos. Expusemo-nos em demasia e foi nas nossas falhas defensivas que o Genk apareceu frente ao golo. Com o decorrer do jogo, os jogadores foram comunicando, foram melhorando e conseguiram manter a disciplina que permitiu o 3-0.»
in "maisfutebol.iol.pt"
Ukra: «Mais tranquilos para o jogo em casa»
Com a indisponibilidade de Hulk, Ukra foi a novidade na equipa portista diante do Genk. No final do encontro, o jovem extremo disse não ter acusado o peso da inesperada titularidade.
"Senti-me bem, que era o mais importante", afirmou Ukra, que também demonstrou satisfação com o confortável triunfo dos dragões. "Com esta vitória estamos mais tranquilos para o jogo em casa".
Ukra, por outro lado, dirigiu palavras de solidariedade ao companheiro Hulk, que teve de viajar para o Brasil devido ao falecimento de um familiar. "Dedicamos à vitória ao Hulk e dizer que estamos com ele", observou.
in "record.pt"
"Senti-me bem, que era o mais importante", afirmou Ukra, que também demonstrou satisfação com o confortável triunfo dos dragões. "Com esta vitória estamos mais tranquilos para o jogo em casa".
Ukra, por outro lado, dirigiu palavras de solidariedade ao companheiro Hulk, que teve de viajar para o Brasil devido ao falecimento de um familiar. "Dedicamos à vitória ao Hulk e dizer que estamos com ele", observou.
in "record.pt"
Villas-Boas: «Helton fez uma exibição excelente»
O treinador do FC Porto, André Villas-Boas, admitiu, após a vitória folgada (3-0) no terreno do Genk, que o guarda-redes Helton fez uma "exibição excelente", evitando o golo adversário. O técnico portista aproveitou para dedicar a vitória a Hulk, que esteve ausente devido à morte de um familiar.
"É verdade que o nosso guarda-redes fez uma exibição excelente", admitiu Villas-Boas, acrescentando que os seus jogadores deveriam ter gerido o jogo de uma forma mais cautelosa."Poderíamos ter controlado o jogo de outra forma. Fomos pouco cautelosos na procura do segundo golo, e foi devido às nossas perdas infantis que o Genk conseguiu chegar com perigo à nossa baliza", frisou o treinador portista
Villas-Boas aproveitou ainda para dedicar a vitória folgada a Hulk, referindo que o jogador "decidirá o momento para regressar, quando se sentir confortável".
F.C. Porto a um passo da Liga Europa após vencer Genk por 3-0
O FC Porto deu hoje um passo de gigante em direção à fase de grupos da Liga Europa de futebol, ao derrotar o Genk, por 3-0, na Bélgica, com golos sul-americanos de Falcao, Souza e Belluschi.
O colombiano Falcao colocou o FC Porto em vantagem na transformação de uma grande penalidade muito contestada, aos 29 minutos, que foi dilatada pelo brasileiro Souza (82) e pelo argentino Belluschi (90), com dois grandes golos.
Os portistas, órfãos do brasileiro Hulk, dispensado à última da hora por razões familiares, estrearam-se na Liga Europa -- sete anos após o triunfo na final da Taça UEFA, em Sevilha -- com uma exibição pálida, mas segura, que lhes valeu o primeiro triunfo de sempre na Bélgica em jogos oficiais.
O FC Porto assumiu o controlo do jogo desde o primeiro minuto, em parte consentido pelo Genk, apostado mais em tapar os caminhos para a sua baliza do que em possuir a bola, mas sem criar situações de perigo.
Belluschi, aos 07 minutos, a passe de Varela, rematou por cima, Falcao, aos 12, finalizou uma excelente jogada individual contra Eric Matoukou e João Moutinho, na recarga, voltou a acertar no central.
O Genk, com as "setas" Vossen e Barda apontadas à baliza de Helton, explorando os lançamentos para as costas da defesa dos "dragões", evidenciou grandes preocupações defensivas, defendendo, quase sempre, atrás da linha da bola.
O FC Porto chegou à vantagem na transformação de uma grande penalidade por Falcao, aos 29 minutos, após o árbitro italiano Luca Banti ter entendido que Torben Joneleit, num ombro a ombro com o colombiano, cometeu falta.
A formação belga provocou um calafrio à defesa do FC Porto na resposta pronta ao golo sofrido, muito contestado pelos adeptos belgas, mas o remate de Vossen, foi desviado por Sapunaru em cima da linha de baliza.
O intervalo do encontro chegou com uma "trivela" de Ukra à figura do guarda-redes Courtois, de apenas 18 anos, que já tinha mostrado serviço minutos antes a um remate de Falcao, aos 43, a passe de Varela.
O Genk entrou na segunda parte com uma atitude mais ofensiva e apostado em anular a vantagem do FC Porto e, já com Marvim Ogunjimi no lugar de Jelle Vossen, criou uma série de lances flagrantes de golo.
Barda, aos 55 minutos, explorou uma falha de Maicon e rematou fraco à figura de Helton, e aos 55 foi Ogunjimi a falhar o remate na área portista, novamente após falha defensiva. Aos 56, foi a vez de Helton negar o golo a Barda.
Aos 66 minutos o Genk ficou reduzido a 10 elementos por expulsão de Eric Matoukou, por entrada dura a João Moutinho, e a missão do FC Porto ficou facilitada, apesar do atrevimento dos belgas.
Falcao, na transformação de um livre aos 68 minutos e num lance aos 77, esteve perto de aumentar a vantagem do FC Porto, desígnio que viria a ser conseguido por Souza, aos 82, através de um potente remate em posição frontal.
Os belgas nunca baixaram os braços e criaram várias situações de perigo para a baliza dos portistas, nomeadamente por David Hubert, aos 87 minutos, e por Daniel Tözser, a que Helton correspondeu com uma grande defesa.
Já sobre o apito final do encontro, o FC Porto gorou dilatar a vantagem para 3-0 por Belluschi, aos 90 minutos, através de um remate forte e colocado, na sequência de um passe do regressado à competição Ruben Micael.
in "jn.pt"
O colombiano Falcao colocou o FC Porto em vantagem na transformação de uma grande penalidade muito contestada, aos 29 minutos, que foi dilatada pelo brasileiro Souza (82) e pelo argentino Belluschi (90), com dois grandes golos.
Os portistas, órfãos do brasileiro Hulk, dispensado à última da hora por razões familiares, estrearam-se na Liga Europa -- sete anos após o triunfo na final da Taça UEFA, em Sevilha -- com uma exibição pálida, mas segura, que lhes valeu o primeiro triunfo de sempre na Bélgica em jogos oficiais.
O FC Porto assumiu o controlo do jogo desde o primeiro minuto, em parte consentido pelo Genk, apostado mais em tapar os caminhos para a sua baliza do que em possuir a bola, mas sem criar situações de perigo.
Belluschi, aos 07 minutos, a passe de Varela, rematou por cima, Falcao, aos 12, finalizou uma excelente jogada individual contra Eric Matoukou e João Moutinho, na recarga, voltou a acertar no central.
O Genk, com as "setas" Vossen e Barda apontadas à baliza de Helton, explorando os lançamentos para as costas da defesa dos "dragões", evidenciou grandes preocupações defensivas, defendendo, quase sempre, atrás da linha da bola.
O FC Porto chegou à vantagem na transformação de uma grande penalidade por Falcao, aos 29 minutos, após o árbitro italiano Luca Banti ter entendido que Torben Joneleit, num ombro a ombro com o colombiano, cometeu falta.
A formação belga provocou um calafrio à defesa do FC Porto na resposta pronta ao golo sofrido, muito contestado pelos adeptos belgas, mas o remate de Vossen, foi desviado por Sapunaru em cima da linha de baliza.
O intervalo do encontro chegou com uma "trivela" de Ukra à figura do guarda-redes Courtois, de apenas 18 anos, que já tinha mostrado serviço minutos antes a um remate de Falcao, aos 43, a passe de Varela.
O Genk entrou na segunda parte com uma atitude mais ofensiva e apostado em anular a vantagem do FC Porto e, já com Marvim Ogunjimi no lugar de Jelle Vossen, criou uma série de lances flagrantes de golo.
Barda, aos 55 minutos, explorou uma falha de Maicon e rematou fraco à figura de Helton, e aos 55 foi Ogunjimi a falhar o remate na área portista, novamente após falha defensiva. Aos 56, foi a vez de Helton negar o golo a Barda.
Aos 66 minutos o Genk ficou reduzido a 10 elementos por expulsão de Eric Matoukou, por entrada dura a João Moutinho, e a missão do FC Porto ficou facilitada, apesar do atrevimento dos belgas.
Falcao, na transformação de um livre aos 68 minutos e num lance aos 77, esteve perto de aumentar a vantagem do FC Porto, desígnio que viria a ser conseguido por Souza, aos 82, através de um potente remate em posição frontal.
Os belgas nunca baixaram os braços e criaram várias situações de perigo para a baliza dos portistas, nomeadamente por David Hubert, aos 87 minutos, e por Daniel Tözser, a que Helton correspondeu com uma grande defesa.
Já sobre o apito final do encontro, o FC Porto gorou dilatar a vantagem para 3-0 por Belluschi, aos 90 minutos, através de um remate forte e colocado, na sequência de um passe do regressado à competição Ruben Micael.
in "jn.pt"
Genk-F.C. Porto, 0-3 (crónica)
Uma sucessão feliz de erros que não tiveram nada a ver com ele permitiram ao F.C. Porto arrancar uma vitória preciosa na Bélgica. Primeiro o árbitro Luca Baldi, de Itália, assinalou (mal) um penalty por falta inexistente sobre Falcao, mais tarde Matoukou teve uma entrada duríssima sobre João Moutinho e foi expulso.
O F.C. Porto aproveitou as ofertas que lhe caíram do céu e garantiu a primeira vitória em solo belga. Mais do que isso, aliás, garantiu uma vantagem brilhante para a segunda-mão do play-off de acesso à fase de grupos. Um desastre parece curto para afastar os azuis e brancos da próxima fase da prova que assumiram querer ganhar.
O Genk, de resto, raramente mostrou poder constituir-se verdadeiramente como um obstáculo. Mesmo jogando fora de casa, o F.C. Porto assumiu maior posse de bola e teve quase sempre o domínio do jogo. A primeira parte foi toda dele e valeu-lhe uma série de ocasiões de perigo, perante uma equipa belga inofensiva.
Sem a presença de Hulk, e por arrasto sem a capacidade de mudar a velocidade do jogo que só o brasileiro tem, André Villas Boas apostou na irreverência de Ukra para criar situações de remate. Uma aposta bem conseguida: o jovem extremo encostou à direita, deu grande largura ao ataque e esteve repetidamente em jogo.
O F.C. Porto jogava pelas alas, criava situações de perigo e rematava com uma bonita cadência. O golo, porém, só surgiu num erro do árbitro: se há falta, é de Falcao sobre Joneleit. Certo é que o central belga caiu, o colombiano caiu por arrasto dentro da área e o árbitro assinalou falta. O mesmo Falcao marcou o penalty.
Uma expulsão que veio mesmo a calhar...
O golo tranquilizou os azuis e brancos, ao mesmo tempo que atrasou a reacção do Genk. Só na segunda parte, aliás, os belgas conseguiram reagir. Nessa altura, valeu Helton. O treinador do Genk substituiu o inoperante Vossel pelo jovem Ogunjimi e a equipa virou do avesso. Muito mais determinada, acutilante e profunda.
Nessa altura, Barda, Ogunjimi e Buffel ficaram perto do empate. Depois, e numa jogada inofensiva, Matoukou teve uma entrada muito dura ao pé de João Moutinho, uma entrada que só com muita felicidade não trouxe consequências para o médio portista, e foi expulso. Com menos um jogador, o Genk caiu aos trambolhões.
... e dois golaços para dar brilho à noite
F.C. Porto voltou então a assentar o jogo, Villas Boas trocou Varela e Ukra por Ruben Micael e Souza, a equipa trocou o 4x3x3 por um 4x2x3x1 bem mais conservador e recuperou o controlo do jogo. Teve mais posse de bola, manteve o adversário longe da baliza de Helton e nos minutos finais construiu um resultado brilhante.
Fê-lo aliás através de dois golaços: Souza encheu o pé de fora da área, num tiro ao ângulo indefensável, Belluschi entrou na área em simulações e atirou em arco também junto ao poste. Dois grandes golos, que valem praticamente a passagem à fase de grupos e dão brilho a uma vitória que chegou a parecer em risco
in "maisfutebol.iol.pt"
O F.C. Porto aproveitou as ofertas que lhe caíram do céu e garantiu a primeira vitória em solo belga. Mais do que isso, aliás, garantiu uma vantagem brilhante para a segunda-mão do play-off de acesso à fase de grupos. Um desastre parece curto para afastar os azuis e brancos da próxima fase da prova que assumiram querer ganhar.
O Genk, de resto, raramente mostrou poder constituir-se verdadeiramente como um obstáculo. Mesmo jogando fora de casa, o F.C. Porto assumiu maior posse de bola e teve quase sempre o domínio do jogo. A primeira parte foi toda dele e valeu-lhe uma série de ocasiões de perigo, perante uma equipa belga inofensiva.
Sem a presença de Hulk, e por arrasto sem a capacidade de mudar a velocidade do jogo que só o brasileiro tem, André Villas Boas apostou na irreverência de Ukra para criar situações de remate. Uma aposta bem conseguida: o jovem extremo encostou à direita, deu grande largura ao ataque e esteve repetidamente em jogo.
O F.C. Porto jogava pelas alas, criava situações de perigo e rematava com uma bonita cadência. O golo, porém, só surgiu num erro do árbitro: se há falta, é de Falcao sobre Joneleit. Certo é que o central belga caiu, o colombiano caiu por arrasto dentro da área e o árbitro assinalou falta. O mesmo Falcao marcou o penalty.
Uma expulsão que veio mesmo a calhar...
O golo tranquilizou os azuis e brancos, ao mesmo tempo que atrasou a reacção do Genk. Só na segunda parte, aliás, os belgas conseguiram reagir. Nessa altura, valeu Helton. O treinador do Genk substituiu o inoperante Vossel pelo jovem Ogunjimi e a equipa virou do avesso. Muito mais determinada, acutilante e profunda.
Nessa altura, Barda, Ogunjimi e Buffel ficaram perto do empate. Depois, e numa jogada inofensiva, Matoukou teve uma entrada muito dura ao pé de João Moutinho, uma entrada que só com muita felicidade não trouxe consequências para o médio portista, e foi expulso. Com menos um jogador, o Genk caiu aos trambolhões.
... e dois golaços para dar brilho à noite
Fê-lo aliás através de dois golaços: Souza encheu o pé de fora da área, num tiro ao ângulo indefensável, Belluschi entrou na área em simulações e atirou em arco também junto ao poste. Dois grandes golos, que valem praticamente a passagem à fase de grupos e dão brilho a uma vitória que chegou a parecer em riscoin "maisfutebol.iol.pt"
Liga Europa: Genk-F.C. Porto, 0-3 (ficha)
O F.C. Porto deslocou-se à Bélgica para bater o Genk, líder do campeonato daquele país, por 2-0, na primeira mão do «play-off» de acesso à fase de grupos da Liga Europa. O encontro ficou ainda marcado pela expulsou de Matoukou, por uma falta duríssima sobre João Moutinho.
Com mais uma unidade, o F.C. Porto aumentou a vantagem para 3-0, num grande golo de Souza, aos 83. Belluschi ainda teve tempo para marcar o terceiro e os dragões regressam a Portugal com a eliminatória praticamente decidida.
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F.C. Porto: Prediger emprestado ao Cruzeiro
Prediger tem finalmente clube. O médio argentino foi emprestado ao Cruzeiro de Belo Horizonte, onde vai reencontrar o compatriota Farias. A transferência já foi oficializada pelo clube brasileiro, que dá conta de um contrato de empréstimo com opção de compra de 50 por cento dos direitos económicos do jogador. A cedência de Prediger ao clube brasileiro prolonga-se por um ano, sendo que se no final do Cruzeiro quiser pode adquirir 50 por cento dos direitos económicos do jogador por dois milhões de euros. Recorde-se que Prediger foi adquirido há um ano pelo F.C. Porto ao Colón por 3,7 milhões de euros.
Afastada fica a hipótese de se transferir para a Grécia. O Aris Salónica pretendia o argentino e a transferência chegou a ser dada como certa. Segundo contou ao Maisfutebol o irmão Ezequiel Prediger, o Aris falhou porém na apresentação de garantias financeiras e o F.C. Porto não permitiu o negócio».
Desta forma o médio avançou para o outro lado do Atlântico, onde conseguiu lugar no Cruzeiro. Volta a deixar Portugal sem ainda se ter estreado na liga nacional: Prediger realizou apenas 239 minutos oficiais no futebol português, divididos entre dois jogos na Taça da Liga e um jogo na Taça de Portugal.
O trinco só esteve, de resto, seis meses no F.C. Porto. Em Janeiro, na reabertura do mercado, foi emprestado ao Boca Juniors, onde também não foi feliz. Esta quinta-feira foi oficializado no Cruzeiroao lado de Pablo, outro médio defensivo, que os mineiros asseguraram em Espanha, junto do Saragoça, também por empréstimo.
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Hulk não defronta o Genk devido a falecimento de sobrinha
O avançado Hulk não joga esta quinta-feira, na Bélgica, frente ao Genk, em partida da primeira-mão do play-off de acesso à Liga Europa.
O avançado foi informado do falecimento de uma sobrinha, pelo que já deixou a concentração da equipa e viaja nas próximas horas para a terra natal, em Paraíba.
O funeral da menina, filha de uma das irmãs de Hulk, realiza-se esta sexta-feira. A família espera pela chegada do jogador do F.C. Porto ao Brasil para o último adeus à criança.
A informação da ausência de Hulk do jogo desta noite foi confirmada ao Maisfutebol por fonte portista, que adiantou que o jogador deixou de ser opção para o treinador André Villas-Boas.
Refira-se que o treinador levou dezanove jogadores para a Bélgica, pelo que continua a ter elementos suficientes para completar a lista de jogo.
Na lista de jogadores não seguiu, porém, Rodriguez, que ficou de fora dos convocados devido a problemas físicos. Por isso, Walter pode estrear-se, havendo também a opção pelo jovem Ukra
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