segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

MODALIDADES: RESULTADOS DA FORMAÇÃO

Conheça aqui os últimos resultados das equipas de formação de andebol, basquetebol e hóquei em patins. Este foi um fim-de-semana especialmente feliz para o hóquei em patins, uma vez que os iniciados e juvenis se tornaram campeões distritais.

Basquetebol

Sexta-feira

Campeonato Nacional Sub20, 2ª fase Norte
Guifões SC-FC Porto, 77-67

Sábado

Campeonato Distrital Sub14C, 2.ª divisão, 1.ª fase, série D2
FC Porto–GD Bolacesto, 38-58

Domingo

Torneio Nacional de Sub14A, 1.ª Fase, Norte A
FC Porto, Basquete de Barcelos, 66-41

Domingo

Campeonato Distrital da 1.ª Divisão de Sub16, 2.ª fase
FC Porto–Vasco da Gama “A”, 62-67


Hóquei em Patins

Sábado

Campeonato Distrital de Juniores Série B (final)
Valongo–FC Porto, 5-4
Marcadores: Tomás Castanheira (2), Telmo (1) e João Ramalho (1)

Sábado
Campeonato Distrital de Iniciados Série A (final)
Infante de Sagres – FC Porto, 2-3
Marcadores: Filipe Ribeiro (2) e Dinis Abreu (1)

Domingo
Campeonato Distrital de Juvenis (final)
Infante de Sagres–FC Porto, 1-15
Marcadores: Luís Melo (2), Álvaro Morais (2), Xavier Cardoso (2), João Almeida (6), Diogo Seixas (1) e José Martins (2)


Andebol

Domingo

Campeonato Nacional de Juniores 1.ª Div., 1.ª fase
Sporting-FC Porto, 35-32

Domingo

Campeonato Nacional de Juvenis 1.ª Div., 1.ª fase
FC Porto–Xico Andebol, 32-24



in "fcp.pt"

«Era importante deixar outra imagem» - Lucho

Lucho González diz que os adeptos do FC Porto podem contar no futuro com mais exibições como a do jogo com o V. Setúbal, que os azuis-e-brancos venceram por 2-0.

«Dominámos a partida praticamente do primeiro ao último minuto», destacou o médio argentino, em declarações ao Porto Canal.

«Era importante deixar outra imagem, depois da derrota sofrida em Barcelos, com o Gil Vicente», disse el comandante, autor do golo que abriu o caminho para o triunfo ante a equipa sadina, com um remate colocado à entrada da área.

«Foi um bom jogo. Vamos continuar assim», prometeu.


in "abola.pt"

Iturbe promete ser um amor de verão do Bolton

APÓS INTERESSE NO INVERNO



A imprensa inglesa voltou a insistir ontem no interesse do Bolton em conseguir o empréstimo de Iturbe junto do FC Porto. Naturalmente, esta será uma hipótese a colocar-se somente na reabertura do mercado de transferências no verão.
A atenção que o emblema britânico dispensa ao jovem extremo argentino não é de agora, uma vez que as primeiras notícias sobre o tema surgiram ainda antes da janela de transferências do passado mês de janeiro. Com um estatuto de diamante em bruto que tem de ser lapidado dentro de portas, é pouco provável que a SAD coloque sequer a hipótese de ceder Iturbe, mesmo que este pudesse evoluir num clube como oBolton. De acordo com as mesmas notícias, o empréstimo terá sido mesmo discutido durante o último mês, com o desfecho que se conhece.
Note-se que Iturbe esteve na ordem do dia durante a última semana depois de um desabafo nas redes sociais aparentemente relacionado com a sua exclusão da Liga Europeia. Vítor Pereira já disse que tudo foi sanado.
in "record.pt"

Defour observado no Dragão

Defour foi ontem observado por um elemento da federação belga, tendo em vista o próximo jogo amigável da selecção frente à Grécia (29 de Fevereiro). O médio, que até tem sido titular, começou a partida com o V. Setúbal no banco, entrando, no entanto, ainda na primeira parte, devido à lesão de Fernando. Servette, Feirense, Leiria, Braga e Portimonense também estiveram representados no Dragão.



Fernando lesionado

Fernando saiu lesionado do jogo de ontem, ainda na primeira parte, devido a um "traumatismo na crista ilíaca", situado na zona da pélvis. O médio começou a queixar-se logo nos primeiros minutos do encontro com o V. Setúbal, mas ainda aguentou 34', altura em que pediu para ser substituído. Hoje é reavaliado.

in "ojogo.pt"

FC Porto 2 - 0 Setugal ( Declarações)

Vítor Pereira

"Estamos mais equilibrados"

Na ressaca da derrota em Barcelos, um triunfo caseiro com assinatura de Lucho e de Janko e eis o FC Porto a encantar os adeptos, na confirmação da passagem às meias-finais da Taça da Liga. "Estamos mais equilibrados", acredita o treinador, Vítor Pereira, que aproveitou a recepção ao Vitória de Setúbal para preparar um futuro que, pela amostra do jogo de ontem, se oferece "bom", embora não arrisque mais adjectivos, neste capítulo, nem sequer para sublinhar a aspiração à conquista da Taça da Liga, um troféu que o FC Porto ainda não saboreou. "Um jogo de cada vez", pede Vítor Pereira, que, no de ontem, assistiu a uma boa exibição azul e branca. "Havia muita gente nova, o tempo para os ligar ainda não foi suficiente, mas, assistimos aqui a momentos de muito bom futebol, momentos que divertem e que fazem bom o futuro", admitiu. Este pode ser o rumo para os desafios seguintes: "Acredito que o FC Porto se possa apresentar a este nível e a níveis superiores, em termos de qualidade de jogo. Estamos, neste momento, mais equilibrados, do meu ponto de vista, e vamos ver. Só o futuro o dirá".
Apesar de terem apenas quatro treinos no clube, Lucho e Janko jogaram de início, para acelerar a integração. "Ligá-los o mais depressa possível com a equipa" era o objectivo e "foi conseguido": "Por coincidência, fizeram um golo cada um, estiveram bem, do ponto de vista individual, e a equipa também correspondeu, do ponto de vista colectivo". O treinador elogiou, ainda, outras caras novas. "Danilo deu profundidade ao flanco direito, esteve muito bem, assim como Alex Sandro, do outro lado", referiu, no rescaldo de uma partida que, com Maicon e Mangala no eixo da defesa, serviu como ensaio para o próximo jogo: "O objectivo foi testar os dois, porque uma coisa é treinar e outra coisa é jogar. Claro que há um ou outro pormenor a rever, mas, no geral, fizeram um jogo bem conseguido". O único senão da partida foi mesmo a lesão de Fernando, que "pediu para sair", ainda no primeiro tempo. De resto, a noite foi de reconciliação com adeptos, e até Rodríguez, que andava impaciente com as críticas dos adeptos, saiu sob aplausos: "Quem é profissional, tem de saber conviver com isto".

Danilo

"Estes dois são bons reforços"

As excelentes estreias de Lucho e Marc Janko acabaram por atirar para segundo plano outra estreia, a de Danilo, que jogou pela primeira vez na equipa titular. A resposta do brasileiro, que actuou sobre o lado direito da defesa, também foi bastante positiva, mas, mesmo assim, Danilo preferiu não dar por garantida a titularidade na próxima partida. "Essa é uma questão que tenho de deixar para o mister. Na segunda parte, acabei por sentir um pouco o desgaste, porque já estava há muito tempo sem jogar os 90 minutos, mas se o treinador precisar de mim estarei aqui para ajudar", explicou o internacional brasileiro, que também falou sobre o regresso de Lucho e a primeira aparição de Marc Janko em Portugal: "São dois jogadores que tecnicamente dispensam qualquer tipo de comentário, porque são jogadores que reforçavam qualquer equipa. Sendo assim, temos que os receber da melhor maneira possível, porque eles podem voltar a fazer o que fizeram hoje [ontem], ou seja, ajudar muito esta equipa".
O brasileiro referiu ainda que a equipa deu uma boa resposta depois da derrota em Barcelos e prometeu mais e melhor. "Tínhamos de voltar a jogar bom futebol, vencer, sabendo que a derrota com o Gil Vicente aconteceu... Agora temos de continuar a evoluir, porque temos mais para mostrar. Esta vitória serviu para levantar o ânimo", concluiu.

Janko satisfeito mas a lembrar que pode fazer melhor

Marc Janko pronunciou-se sobre o primeiro encontro de azul e branco através da sua conta na rede social Facebook. "Desfrutei do jogo, apesar de ter a noção de que estava muita gente a avaliar-me. Penso que fiz um bom trabalho se considerarmos que a última vez que fiz 90 minutos foi já há várias semanas. Sei que posso fazer muito melhor, por isso prometo que vou continuar a trabalhar no duro", registou o avançado austríaco, que deixou ainda uma palavra para os adeptos. "Estou ansioso pelos próximos jogos com esta grande equipa e estes adeptos fantásticos. Muito obrigado a todos pelos votos de felicidades e pelas palavras", concluiu, mostrando-se identificado com o clube: "Somos Porto!!!!!"

in "ojogo.pt"

O FC Porto um a um

A ESTRELA: Lucho 7

El Comandante sela regresso com golaço

O Dragão só não veio abaixo porque estava a meio-gás. Ainda assim os quase 28 mil - descontando as duas dezenas do V. Setúbal - que pagaram bilhete explodiram de alegria aos 24' quando o pé esquerdo de Lucho desenhou uma obra de arte que fez balançar as redes. El Comandante está de volta, pois claro. E já antes tinha tirado as medidas à baliza de Matos e feito um passe absolutamente fantástico a isolar Varela na direita. O recital continuou até ao apito final porque este verdadeiro reforço de Inverno chegou cheio de vontade. Vítor Pereira disse que Lucho acrescentaria qualidade e experiência à equipa e ontem, com apenas quatro treinos no Olival, já foi isso que se viu. O que vem aí só pode ser bom para os portistas.


Bracali 5
Não fez uma única defesa, mas não se livrou de alguns sustos, sobretudo quando Ney Santos acertou na barra (37'). Seguríssimo nos cruzamentos. Um senão: errou muito a reposição com os pés.

Danilo 7
Classe pura na estreia a titular e no lado direito da defesa, onde os adeptos mais o queriam ver. Além de ter estado impecável a defender deu a profundidade que tem faltado àquele lado. Roubou a bola perto da área contrária no lance do primeiro golo e fez excelentes cruzamentos. Ah! E mostrou pulmão para grandes desafios.

Maicon 6
Sem grande dificuldade, anulou Meyong e teve uma noite absolutamente tranquila, no centro da defesa, onde já sabe que também vai jogar contra o Leiria.

Mangala 6
A jogar assim arrisca reconquistar o lugar, relegando Otamendi para o banco. Esteve perto do golo aos 31' e só cometeu um erro nos 90 minutos quando permitiu que Ney Santos cabeceasse (37').

Alex Sandro 6
Pareceu algo nervoso nos primeiros minutos, errando alguns passes fáceis. Depois, subiu de produção e, também, no terreno. Aos 26' descobre Janko na área com um grande cruzamento. Já na segunda parte, assume o risco, deixa um adversário para trás, entra na área e cruza na perfeição para Varela.

Fernando 5
Regresso azarado ao onze - depois de ter cumprido um jogo de castigo - já que só aguentou pouco mais de meia hora devido a lesão. Até aí, esteve ao nível habitual: irrepreensível nas recuperações. E atrevido no ataque.

João Moutinho 7
Ninguém diria que fez o primeiro jogo ao lado de Lucho tal foi o entendimento entre ambos. Incansável na recuperação de bola e na condução dos ataques. Está na origem do segundo golo e estaria de mais alguns, não fossem os companheiros falharem a finalização.

Varela 5
Ganhou várias vezes a linha, mas os cruzamentos foram quase sempre rasteiros e fáceis para a defesa contrária. Um bom remate aos 49'.

Rodríguez 5
Depois de uma semana complicada por causa de dois incidentes com adeptos (em Barcelos e no Dragão Caixa), lutou até à exaustão por todas as bolas. Só que a produção foi quase nula. Nem cruzamentos nem remates com perigo.

Janko 7
Ao fim de quatro treinos com a nova equipa estreou-se a titular e deixou boas indicações aos adeptos. O pé esquerdo tem veneno e de cabeça é um perigo para qualquer defesa. Fez um golo típico de ponta-de-lança e só não fez mais porque Matos não deixou. Kléber nem entrou...

Defour 6
Rendeu o lesionado Fernando e ocupou, precisamente, a posição de trinco com grande categoria. Beneficiou de não ter muito trabalho defensivo para assumir as transições para o ataque em muitos lances.

James 6
O "miúdo" só precisou de quatro minutos para mostrar aos companheiros como se faz uma assistência. Janko agradeceu e facturou.

Álvaro Pereira 5
Entrou cheio de gás e praticamente só atacou.

in "ojogo.pt"

Do efeito placebo à poção mágica

Expostos os males que, em Barcelos, pareciam condenar o FC Porto à morte lenta e agonizante de todas as suas esperanças nesta época, era hora de avaliar se as imediatas contratações de Lucho e Janko eram remédio santo ou um simples fármaco a que os dragões reagiriam mais pela crença do que pelas suas propriedades terapêuticas.
A dúvida não estará totalmente desfeita no que a Janko diz respeito, mas a verdade é que o austríaco conseguiu em pouco mais de uma hora aquilo que Kléber procura há já oito jogos. É de terras gaulesas, porém, que chega a poção mágica que ameaça resgatar a equipa da inconstância, dando-lhe ritmo, inteligência e, não menos importante, golo.
De Lucho, basta-nos a ilustração do jogador que pegou na equipa pelos colarinhos, insinuando que jamais chegou a deixar o FC Porto. Sem nunca perder o seu estilo cerebral, quase científico, de quem não dá um passo em falso, o argentino reclamou a batuta, geriu e distribuiu, acelerou e travou. Mostrou à equipa como quer que ela jogue, engrandeceu Moutinho e deu asas a Danilo, um reforço que sai finalmente da redoma para nos lembrar que, afinal, pode haver uma réplica de Álvaro Pereira à direita.
É certo que estamos a retirar conclusões de um jogo da Taça da Liga e contra um V. Setúbal que só ganhou por uma vez nos últimos 13 encontros oficiais, mas a nova ordem no FC Porto permite extrapolações que vão muito para além da pobreza franciscana que foi a exibição contra o Gil Vicente. Sem preciosismos, Vítor Pereira percebeu a urgência de respostas, mandou os processos de adaptação às malvas e meteu a carne no assador.
Com oito caras novas face ao onze que foi atropelado em Barcelos, o dragão pôs à prova o meio-campo que vai durar até final da temporada, ensaiou a dupla de centrais para a recepção ao Leiria e deu-se ao luxo de voltar a ter lateral-direito. Danilo e Alex Sandro projectaram a equipa pelas faixas, criando situações para cruzamento que a referência Janko parece aconselhar.
E se esta largura é útil, agradável foi perceber a dinâmica da dupla Lucho-Moutinho, que encontrou quase sempre os apoios adequados e os ângulos certos para triangulações que permitiram à equipa comer linhas e encontrar rotas para o golo com passes de ruptura que desequilibraram os centrais sadinos.
Em tudo houve Lucho, naquela omnipresença que desgasta mais o adversário do que o próprio argentino, sempre de cabeça levantada, em passo constante e sem ponta de suor que espelhe o tanto que dá a equipa. Pensar-se-ia que, aos 31 anos, El Comandante fosse apenas a miragem de um tempo que já foi, mas quem augurou um défice de pernas ou de pulmão esqueceu-se que é com o cérebro que Lucho joga.
Essa frescura de ideias esteve quase sempre presente, por muito que a equipa tenha depois acusado alguma falta de entrosamento nas alas e a natural dificuldade de comunicação com um ponta-de-lança que acaba de aterrar num futebol distinto e numa equipa que ainda está habituada a pensar num outro perfil de homem de área.
O V. Setúbal cerrou fileiras com um onze replicado do da última jornada da Liga (só mudou três caras), muito mais preocupado em limitar os danos do que em concretizar as possibilidades matemáticas que ainda tinha de seguir em frente. Bruno Ribeiro debate-se com carências profundas e o FC Porto foi capaz de as expor sempre que deixou a bola correr, desequilibrando marcações.
O golo de Lucho, porém, vincou a certeza do resultado, limitando o atrevimento dos dragões, que se desvaneceu quase por completo quando Janko assinou o 2-0. De uma assentada, Vítor Pereira ganhava um lugar nas meias-finais da Taça da Liga e, muito mais do que isso, confirmava que tem cartas para o que resta da temporada e um líder que une as pontas e define a identidade colectiva.
Janko dificilmente escalará a montanha que são os golos de Falcao, mas Lucho trouxe luz a um FC Porto que parecia condenado a viver na sua própria sombra.

in "ojogo.pt"

domingo, 5 de fevereiro de 2012

SOZINHO NA FRENTE

Desfez-se a dupla de líderes. Com uma vitória esmagadora, que quase atingiu os 40 pontos de diferença (95-56), o campeão deixou para trás o Benfica, que tinha perdido na antevéspera, e somou, frente ao Terceira Basket, a 14.ª vitória em 15 jornadas. Na noite de domingo, no Dragão Caixa, a equipa de Moncho López fechou um fim-de-semana soberbo, gerador de cinco vitórias em apenas 48 horas.

A tomada da liderança isolada consumou-se logo ao segundo período, com a defesa portista a conceber um parcial suficientemente desequilibrado (24-7) para produzir efeitos irreversíveis e posteriormente potenciados, apesar da profunda rotatividade da equipa, que permitiu, inclusive, a distribuição dos 95 pontos globais pelos 12 jogadores utilizados, com três deles a ultrapassarem a dezena.

Sobressaiu, ainda assim, o duplo-duplo de Carlos Andrade (15 pontos e 11 ressaltos), que, mais do que dividir a condição de melhor marcador com Miguel Miranda, lhe garantiu a distinção de MVP da partida, os 10 ressaltos de Rob Johnson e, em especial, as 10 assistências de Reggie Jackson, distribuídas em apenas 18 minutos de utilização e ao ritmo de mais de uma por cada dois minutos.

FICHA DE JOGO

Campeonato da Liga, 15.ª jornada
5 de Fevereiro de 2012
Dragão Caixa, no Porto

Árbitro principal: Fernando Rocha
Árbitros auxiliares: Nelson Guimarães e Marco Gonçalves

FC PORTO FERPINTA (65): Reggie Jackson (7), José Costa (3), João Soares (8), Miguel Miranda (15) e Rob Johnson (8); Carlos Andrade (15), João Santos (12), Greg Stempin (7), André Boavida (5), David Gomes (4), Miguel Maria (6), Diogo Correia (5)
Treinador: Moncho López

TERCEIRA BASKET (56): Diogo Gonçalves (10), Nathan Bowie (8), Durrell Nevels (14), Tony Murphy (12) e Willard Pegues (8); Frederico Tavares (2), Álvaro Pontes (2)
Treinador: Rui Fonseca

Ao intervalo: 46-25
Por períodos: 22-18, 24-7, 24-14 e 25-17



in "fcp.pt"

F.C. Porto-V. Setúbal, 2-0 (destaques)

Lucho, ouro sobre azul


A estrela: Lucho González
A vida apresenta guiões dignos de reprodução hollywoodesca. Este regresso de Lucho González aqueceu o coração dos adeptos e promete acrescentar clarividência ao futebol portista. Com 31 anos, o médio argentino correu menos um pouco, aliás nunca foi algo que o distinguisse, mas preenche os espaços e tem uma leitura de jogo que irrequieta quem assiste. Como é possível descobrir caminhos, lá em baixo, que ninguém descortina da bancada? Para revalidar o selo de qualidade, nada melhor que um golo de bandeira. Pé esquerdo, fora da área, bola perto do ângulo, a bater na trave antes de entrar. Perfeito. Os adeptos esperam uma dupla criativa com Moutinho. A amostra promete.

Outros destaques:

Marc Janko
Precisará de tempo para compreender a nova realidade. Lucho já conhecia os cantos à casa. Para além disso, Marc Janko pede que o F.C. Porto apresente um estilo de jogo distinto, mais directo, algo pouco habitual no passado recente dos dragões. Junte-se as dificuldades linguísticas e a natural falta de jeito para entrar no carrossel azul e branco, com elementos que gostam de progredir ao primeiro toque, e percebe-se a exibição de Janko. Kléber sentiu o mesmo. Não devem esperar uma equipa a jogar para si. Resta aproveitar as oportunidades que forem surgindo, entretanto. Esteve perto da festa ao minuto 58, mas Matos não deixou. Perdeu tempo pouco depois. À terceira, foi de vez. Jogada colectiva, finalização na pequena área. Um golo na estreia, bom cartão de visita. Missão cumprida.


Danilo e Alex Sandro
Diferença notória de maturidade competitiva. Danilo cumpriu o primeiro jogo como titular, surgindo no lado direito da defesa. Voltou a provar que qualidade não lhe falta, medindo bem o tempo de entrada e o esforço físico. Para além disso, tem uma capacidade técnica assinalável. Deve mesmo repetir a presença no onze na Liga, face às baixas no eixo central. Evolução lógica. Tem tudo para explodir. Alex Sandro está num patamar diferente, com um desejo de minutos para crescer. Ainda se deixa trair pela ansiedade mas pode ser uma boa alternativa a Alvaro Pereira, a médio prazo.


Maicon e Mangala
Vítor Pereira debate-se com os castigos de Rolando e Otamendi para a próxima jornada da Liga. Por isso mesmo, recuperou Maicon para o eixo central e apresentou-lhe Mangala como parceiro. A velocidade de ambos e capacidade no jogo aéreo serviu para anular grande parte das ofensivas do Vitória. Ainda assim, com a subida dos laterais, não escaparam a um par de sobressaltos. Falta entrosamento mas será esta a dupla para a recepção à U. Leiria. 

Matos
Um jogo em 2009/10, sete minutos em 2010/11 e, finalmente, uma oportunidade real no V. Setúbal. Aos 32 anos, Matos defrontou um grande do futebol português. O guarda-redes sadino ficou isento de responsabilidades no golo de Lucho González. No mais, procurou evitar o avolumar do resultado e manter a sua equipa na corrida. Excelente defesa ao minuto 58, negando a festa de Janko. Pouco depois, acabaria mesmo por ser batido pelo austríaco.

Targino
Deu nova alma ao V. Setúbal. Entrou ao intervalo com a corda nos sapatos, provocando alguns sobressaltos à esquerda. Procura a felicidade no Bonfim.

in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-V. Setúbal, 2-0 (crónica)

Lucho González regressou de França, qual emigrante com saudades de casa, para apresentar uma nova onda no F.C. Porto

Nouvelle vague no Estádio do Dragão. Lucho González regressou de França, qual emigrante com saudades de casa, para apresentar uma nova onda no F.C. Porto, uma onda de confiança renovada e esperança para o futuro. O argentino pegou em régua e esquadro para desenhar o primeiro golo e confirmar as presenças na próxima fase da Taça da Liga (2-0).

Em dia de reforços, Marc Janko saiu da sombra para encerrar a festa portista, o longo fim-de-semana com triunfos em todas as frentes. Passou meia época, os danos podem ser irrecuperáveis mas os adeptos olham para 2012 como ano de reencontro com a felicidade.

A derrota em Barcelos desapareceu no horizonte. Por ora, há alegria no F.C. Porto. O fim-de-semana começou com um triunfo Vintage, as saudades de Vítor Baía ou Rui Barros. Depois o andebol, a vitória frente ao Sporting. Mais o hóquei, Benfica por terra no Dragão Caixa. O futebol profissional fechou o cortejo, antevendo duelo com os encarnados na meia-final da Taça da Liga.

Momentos de Lucho no Dragão

Momentos de Lucho no reduto portista. Tudo girou em torno do comandante, o saudado regresso a um navio em maré alta, nem sempre formoso, nem sempre seguro. A jogada de marketing desportivo funcionou.

Ao 24º minuto da recepção ao V. Setúbal, o público matou saudades da geometria argentina. Lucho González desenhou um golo de antologia, a classe espalhada por todos os poros, chegando ao pé esquerdo. Bola em arco, na trave e depois na rede. Momento forte no Dragão.


O sentimento de perfeição não perdura e diluiu-se rapidamente. Os adeptos do F.C. Porto passaram meia-hora a aplaudir um triângulo de sonho a meio-campo, com Fernando nas costas de João Moutinho e Lucho González. O coração do jogo portista batia com outro ritmo, a esperança renovava-se e crescia. Durou pouco.

A perfeição que pouco dura

Num lance aparentemente inofensivo, Fernando incorporou-se no ataque e ficou queixoso. Sentiu algo e foi directamente para o banco. Desconhecendo-se a gravidade da mazela, resta a preocupação para Vítor Pereira. Sem o pêndulo defensivo, o sector intermediário é qualquer coisa de diferente, para pior. Entrou Defour, baixou Moutinho, há também Souza mas nenhum como o Polvo.

Os adeptos relativizaram a questão mas, coincidência ou não, o Vitória começou a crescer desde esse momento. Aliás, mal Fernando saiu, Ney Santos apareceu na área para cabecear à trave. Foi o único lance de verdadeiro perigo para a baliza de Bracali, na primeira parte.

Janko à terceira

Fast forward para o minuto 63. Dupla substituição de Vítor Pereira. O F.C. Porto passa a jogar com Danilo, Maicon, Mangala, Alvaro Pereira, Defour, Moutinho, Lucho, Varela, Janko e James. Junta-se Helton, questiona-se a recuperação de Fernando e Hulk e está desenhado o onze para a recepção à U. Leiria.

Foi com esse formato, com o esboço de um dragão renovado, que o Vitória tombou de vez. Marc Janko viu Matos negar-lhe um golo, perdeu a segunda oportunidade de forma infantil mas cumpriu a missão pouco depois, na sequência de belo movimento ofensivo.

Bola em Moutinho. Dali para Lucho, de novo para o português. Abertura para a esquerda, cruzamento rápido de James e finalização de Janko, na pequena área. Beleza colectiva após o lance de inspiração de Lucho González, na etapa inicial. Reforços validados com o triunfo, soluções alargadas para a equipa portista.

Capítulo final para o V. Setúbal. Jogo sério e esforçado no Estádio do Dragão. Sucumbiu ao desaire com naturalidade. Meyong e Tiago Targino podem dar nova alma na luta pela continuidade na Liga.

in "maisfutebol.iol.pt"

«O FC Porto mostrou que é melhor»

O treinador dos dragões realçou o jogo difícil frente ao Benfica.

«O FC Porto mostrou que é melhor»
Tó Neves considerou justa a vitória do FC Porto frente ao Benfica e diz que o segredo foi o «querer, poder e solidariedade da equipa».
«Foi um jogo bastante equilibrado e depois de conseguirmos uma vantagem de dois golos pudemos gerir. Defrontaram-se duas grandes equipas, excelentes jogadores, num grande espetáculo e em que o FC Porto mostrou que é melhor.»
O guarda-redes Edo Bosch destacou os «detalhes» em que o FC Porto foi superior:
«Fizemos um grande trabalho defensivo e estes jogos decidem-se em detalhes. Falta muito campeonato, mas sabíamos que este jogo era importante. Temos de continuar a trabalhar, pois nunca vi um campeão à primeira volta.»
Autor de quatro golos, Reinaldo Ventura disse que o mérito da sua exibição foi da equipa:
«A grande figura foi a equipa. Foi uma grande vitória nossa, mas é claro que marcar quatro golos é uma maravilha.»
in "sapodesporto.pt"

Lucho: «Se não fosse o Porto, teria ficado no Marselha»

Argentino diz que nunca pensou sair antes do final da época. Mas depois surgiu a proposta de um clube que ama...


A TF1 viajou com Lucho González para o Porto, acompanhou a chegada do médio argentino e falou com ele no Centro de Treinos do Olival. Numa reportagem que serviu como uma espécie de despedida de Lucho do Marselha. Deram-lhe o título de «Testamento de Lucho».

A reportagem tinha até depoimentos do treinador Deschamps e do colega Mandada, que lamentavam a saída do argentino. Lucho garante que ele próprio não pensava deixar o campeonato francês. «Nunca pensei sair do Marselha antes do final da época. Mas apresentou-se uma boa oportunidade.» 

«Tenho a certeza que se não fosse o F.C. Porto, teria terminado a época no Marselha. Foi uma boa saída para todos. É a melhor solução para mim, porque regresso a um clube que amo, e estou feliz por isso, mas é uma boa solução também para o Marselha, por causa da sua situação financeira.» 

Pelo caminho Lucho voltou a falar do assalto que sofreu em casa e que o fez, ao lado do mulher e do filho, refém de três homens armados. «Claro que me afectou», disse. «Claro que sim. Também afectou o meu futebol, mas não é uma desculpa para a minha descida de forma.» 

«Mas também foi duro ver partir jogadores importantes para o grupo. Penso sobretudo em Niang.» Recorde-se que com Lucho e Nianga o Marselha recuperou o título nacional 18 anos depois da última vez. «A festa do título é uma imagem que ficará para sempre na minha memória.»

in "maisfutebol.iol.pt"

“EL COMANDANTE” REINALDO DERRUBA BENFICA

O FC Porto Império Bonança venceu este domingo o Benfica, por 6-5, num jogo em que Reinaldo Ventura foi a figura, ao marcar cinco golos. O resultado é o espelho de um encontro emotivo e a espaços bem jogado, em que os Dragões se superiorizam com naturalidade. Afinal de contas, os lisboetas não vencem o FC Porto, para o campeonato, desde a época 2008/09, e estão agora cinco pontos atrás no campeonato.

Depois de uma sentida homenagem a Joaquim Santos, pai do capitão Filipe Santos, que faleceu na quinta-feira, o FC Porto entrou melhor na partida, com Caio e Pedro Gil a serem os primeiros a testar Ricardo Silva. Aos quatro minutos, Reinaldo Ventura apareceu isolado, mas o golo não surgiu. A partir daí, o Benfica foi capaz de equilibrar as operações apostando essencialmente no contra-ataque, com os Dragões a dominarem em termos de posse de bola.

Os visitantes chegaram primeiro ao golo, por intermédio de João Rodrigues, que rematou antes do meio-campo, aos nove minutos. A reacção dos Dragões foi imediata, com Reinaldo Ventura a atirar à trave, dois minutos depois. Mas o “careca” do FC Porto só marcaria na conversão de um livre directo, a castigar falta de Luís Viana, aos 13 minutos. O número 66 desferiu um remate directo, violento, e comemorou “à Lucho González”, com a mão sobre a testa.

A partir desse momento, as equipas encaixaram-se e a partida desceu um pouco de intensidade. No entanto, num contra-ataque, os lisboetas voltaram a colocar-se em vantagem, por intermédio de Diogo Rafael. No minuto seguinte, os azuis e brancos beneficiaram de um livre directo, dado que o adversário cometeu a décima falta. Reinaldo Ventura, na recarga, restabeleceu o empate, sendo justo dizer que a eficácia portista nas bolas paradas foi decisiva para o triunfo.

Aos 22 minutos, o FC Porto colocou-se pela primeira vez em vantagem, através de um remate de meia distância de Reinaldo Ventura, que o guarda-redes Ricardo Silva acabou por desviar para as próprias redes. No entanto, em cima do intervalo, Carlos López fez o 3-3, num desvio feliz a um remate que parecia destinado à tabela.

Na segunda parte, foi de bola parada que os Dragões regressaram ao comando do marcador, com novo tento de Reinaldo Ventura, na conversão de um penálti a castigar falta de Sérgio Silva. O Benfica ainda voltou a empatar, por Carlos López (que não desperdiçou o livre directo correspondente à décima falta portista), mas seria a última vez em que o faria na partida.

Com mais “pulmão” do que o adversário, os azuis e brancos estiveram perto de regressar à liderança quando o guarda-redes Ricardo Silva, com a máscara, defendeu um penálti de Reinaldo Ventura (a castigar falta de Sérgio Silva quando Pedro Gil seguia isolado). Aos 34 minutos, o guardião evitou que o espanhol marcasse por duas vezes, mas à terceira não conseguiu evitar o remate vitorioso de Caio, à boca da baliza.

Este foi o momento decisivo da partida, em que o pavilhão “explodiu”, e não mais o FC Porto largaria a liderança. A importância de Edo Bosch veio ao de cima, com um punhado de defesas importantes (incluindo um livre directo de Carlos López), mas Reinaldo Ventura surgiria de novo para praticamente “matar” o jogo, aos 41 minutos, na conversão do livre directo correspondente à 15.ª falta benfiquista. Até ao apito final, os Dragões controlaram o jogo, com Pedro Gil a desperdiçar ainda um penálti.

O golo de Diogo Rafael, a segundos do fim, não foi mais do que o estrebuchar de um Benfica que vê o FC Porto conquistar o campeonato há dez anos consecutivos. Ainda há muitos jogos pela frente, mas já se vislumbra uma luz que pode guiar o FC Porto para o desejado hendecacampeonato.

FICHA DE JOGO

FC Porto Império Bonança-Benfica, 6-5
Campeonato nacional, 14.ª jornada
5 de Fevereiro de 2012
Pavilhão Dragão Caixa, no Porto

Árbitros: Luís Peixoto (Lisboa), Joaquim Pinto (Porto) e José Nave (Lisboa)

FC PORTO: Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira, Caio, Pedro Gil e Reinaldo Ventura
Jogaram ainda: Gonçalo Suíssas, Filipe Santos (cap.) e Tiago Santos
Treinador: Tó Neves

BENFICA: Ricardo Silva (g.r.), Valter Neves (cap.), João Rodrigues, Sérgio Silva e Luís Viana
Jogaram ainda: Carlos López, Diogo Rafael, Esteban Abalos, Cláudio Filho e Pedro Henriques (g.r.)
Treinador: Luís Sénica

Ao intervalo: 3-3
Marcadores: João Rodrigues (9m), Reinaldo Ventura (13m, 20m, 22m, 30m [pen.] e 41m), Diogo Rafael (19m e 50m), Carlos López (23m e 31m) e Caio (34m)

Cartões azuis: Luís Viana (13m e 43m), Tiago Santos (43m) e Ricardo Silva (48m)



in "fcp.pt"

Muito mais fortes

Até Branislav Pokrajac, treinador do Sporting, gostava de entender a atitude da sua equipa, sabendo-se há muito que a chave do jogo do FC Porto assenta na defesa e na velocidade. Mas para além de não ter essa resposta, o sérvio disse ainda estar zangado por não ter visto uma defesa com vontade e mostrou-se pouco satisfeito com a atitude de dois ou três jogadores.
Sendo verdade que Pokrajac, como principal responsável pela equipa, devia ter as respostas, por outro lado tem toda a razão. O Sporting, que tinha a terceira possibilidade da época para alcançar a liderança, foi uma equipa lenta, apagada e sem soluções para ultrapassar a excelente defesa apresentada pelo FC Porto, na maior parte do tempo um 6:0 seguro, elástico e sobretudo rápido a bloquear as acções dos laterais leoninos. Os números não deixam dúvidas: o Sporting fez 7 golos em 30 remates de primeira-linha. O cubano Carol, só para dar um exemplo, que tinha marcado 13 golos nos dois jogos anteriores, ambos com o Águas Santas, fez um único.
A atitude portista valeu 13 acções defensivas - oito de Gilberto Duarte, que fez uma bela partida nesse sector -, às quais se devem ainda juntar as 16 defesas de Hugo Laurentino. É a partir desta autêntica muralha que tudo o resto se desenrola, com os afamados contra-ataques (sete golos em nove tentativas), os ataques rápidos e ainda o desenvolvimento de ataque planeado com soluções. O Sporting não teve hipóteses e a diferença no marcador é elucidativa e justa.

Figura

Hugo Laurentino
Entende-se que lhe chamem Gato

O Dragão Caixa teve ontem vários duelos: o FC Porto-Sporting, o dos seus treinadores sérvios, mas também o dos dois guarda-redes que mais vezes são chamados à Selecção Nacional. Hugo Laurentino, aquele que raramente joga na equipa das Quinas, esteve extraordinário e foi um terrível último obstáculo para as investidas leoninas. Fez 16 defesas, algumas espantosas e a justificar o apelido de Gato. Ainda apanhou um dos seis livres de 7 metros que Pedro Solha lhe marcou.

DECLARAÇÕES

Ljubomir Obradovic tr. FC Porto
"Importante ter mais 6 pontos"

"O FC Porto entrou muito concentrado, sabíamos que era um jogo muito importante para passar a ter seis pontos para o Sporting e tendo eles ainda que jogar com o Benfica", lembrou Ljubomir Obradovic. "Analisamos o sistema de jogo individual e colectivo do Sporting e respondemos com boa defesa, bom contra-ataque, só sofremos um golo de contra-ataque no final do jogo e isto fez a diferença no resultado", disse ainda o técnico do FC Porto.

Branislav Pokrajac tr. Sporting
"Defesa não jogou com vontade"

"Parabéns ao FC Porto, que jogou a um nível muito alto e nós não estávamos preparados para jogar a este nível", começou por admitir o técnico leonino. "Antes do encontro disse aos jogadores que queria ver o que podíamos e como podíamos jogar contra uma equipa forte como visitantes e é claro que não posso estar contente. A nossa defesa não jogou com vontade. Especialmente na primeira parte quando perdemos cinco/seis bolas no ataque e o FC Porto fugiu e acabou com o jogo".

Classificação

J V E D GM-GS P
1º FC PORTO 18 16 0 2 575-424 50
2º Águas Santas 19 14 2 3 534-479 49
3º Benfica 19 14 1 4 580-436 48
4º Sporting 19 13 2 4 516-445 47
5º Madeira SAD 17 12 0 5 502-415 41
6º ABC 18 9 1 8 460-444 37
7º Belenenses 17 8 3 6 490-487 36
8º Sp. da Horta 18 7 0 11 474-550 32
9º Xico Andebol 18 3 1 14 470-560 25
10º AC Fafe 18 3 1 14 453-559 25
11º S. Bernardo 18 2 2 14 422-557 24
12º ISMAI 19 1 1 17 461-581 22
próxima jornada 19ª
terça-feira, dia 07/02
FC Porto-Madeira SAD 21h00
sábado, dia 11/02
S. Bernardo-ABC 18h00
Xico Andebol-Sporting da Horta 18h00
Belenenses-AC Fafe 18h30

FC Porto aponta aos franceses

Passado que está o Sporting, os dragões jogam agora com Madeira SAD, na terça-feira, para depois apontarem baterias à Taça EHF, onde vão defrontar os franceses do Saint Raphael nos oitavos-de-final. A primeira mão é no próximo sábado, no Dragãozinho.

in "ojogo.pt"





Pai diz que Iturbe «está cada dia mais triste»

Depois do empresário, foi a vez do pai de Juan Iturbe dar conta do descontentamento do jovem argentina pelas poucas oportunidades que tem merecido no FC Porto de Vítor Pereira.

«Escolhemos o FC Porto porque, tradicionalmente, é um clube que forma bons jovens talentos. Mas a situação que vivemos é a oposta. Não tem tido oportunidades para jogar e, a cada dia que passa, o meu filho fica um pouco mais triste», lamenta Juan Iturbe em declarações ao Blo golo.

Depois de o empresário ter lamentado a ausência do jogador na lista de inscritos do FC Porto para a Liga Europa, o treinador Vítor Pereira veio dizer que já transmitiu confiança ao jogador, dizendo-lhe que terá de esperar pelo tempo certo para se afirmar.~


in #abola.pt"

Moutinho promovido

ENVERGA A BRAÇADEIRA PELA TERCEIRA OCASIÃO



Hulk é o novo dono da braçadeira do FC Porto, mas hoje vai ser João Moutinho a capitanear os dragões. Depois de Helton ter abdicado do seu estatuto devido às especificidades do seu posicionamento no terreno, o médio internacional português subiu um degrau na hierarquia dos capitães e foi agora obrigatoriamente promovido pelas ausências do Incrível e de Rolando – foi o central quem liderou o conjunto na recente viagem a Barcelos.
Assim, esta será a terceira partida de João Moutinho como capitão dos azuis e brancos, depois de anos a envergar a braçadeira do Sporting. O médio já havia merecido semelhante honra no segundo jogo dos dragões na atual edição da Taça da Liga, na receção ao Estoril, isto depois de ter capitaneado a equipa no jogo de pré-época frente ao Rio Ave, em Vila do Conde.
in "record.pt"

Varela com a corda toda na competição predileta

EXTREMO JÁ MARCOU 4 VEZES NA TAÇA DA LIGA



Marcar ao V. Setúbal e contribuir para uma vitória do FC Porto seria a melhor prenda de aniversário para Silvestre Varela, ele que completou 27 anos a meio da semana.
O extremo atravessa o seu melhor momento da temporada, tendo faturado por duas vezes no novo ano, embora só contra o Estoril tenha ajudado a um triunfo dos dragões. Em Barcelos assinou um tento de belo efeito, mas que não foi suficiente para impedir a primeira derrota dos portistas ao fim de 55 jogos invictos no campeonato.
in "record.pt"

Clássico que decide

Mais uma vez, FC Porto e Benfica são os candidatos ao título nacional de hóquei em patins. Mais uma vez, um jogo entre estes dois colossos poderá ser o ponto de partida para o sucesso interno da época. Hoje, às 15h00, as duas equipas defrontam-se no Dragão Caixa. O favoritismo aponta para quem tem o factor casa do seu lado e também ostenta um currículo que pesa, traduzido em dez títulos consecutivos. Por parte dos benfiquistas, uma equipa ainda mais habilitada do que a do ano anterior - quando terminou com os mesmos pontos dos dragões - e que ainda na jornada anterior conseguiu suplantar, por larga margem, o Candelária - a terceira força do hóquei nacional - dá também garantias de que pode lutar pela vitória.
Ambos os clubes assumem que vão entrar para ganhar, mas também reconhecem que o resultado final não será um factor absoluto na luta pelo título. O passado recente aponta, contudo, em sentido inverso: na época anterior, a decisão passou precisamente pelos encontros entre ambos e ainda pelos jogos frente ao Candelária. Por isso, para lá dos discursos de circunstância, quem ganhar hoje dá um passo, bem grande, em frente.

in "ojogo.pt"

Castro: "São dois jogadores inteligentes que se enquadram bem"

Castro está convencido de que o FC Porto vai tirar dividendos da dupla que promete formar-se com Lucho e João Moutinho no meio-campo. O médio emprestado ao Sporting Gijón conhece bem os dois jogadores, depois de ter jogado com ambos nos azuis e brancos. "São dois jogadores inteligentes que vão enquadrar-se bastante bem juntos", comentou. As características de cada um prometem elevar ainda mais o nível. "Ocupam o campo de maneira diferente. Mas com o Lucho, o FC Porto ganha um elemento que vai trazer outra maturidade ao jogo, capaz de marcar muito bem os momentos e o ritmo que mais convém à equipa e isso é muito importante", esclareceu.
Saber como é que Moutinho vai actuar em função de Lucho é uma questão a que só Vítor Pereira poderá responder, mas que já será perceptível a partir do jogo com o V. Setúbal. Castro é que não vê necessidade de mudar grande coisa, à partida: "Não me parece que com o Lucho em campo o João tenha de mudar o que quer que seja na sua forma de jogar. Acho que até se complementam bastante bem de certa forma".
Com Lucho e Moutinho, o FC Porto ganha mais capacidade empreendedora sobre o jogo e cada um, a seu tempo, poderá até conseguir ter mais iniciativa ofensiva. "O Lucho cobre muito bem o campo nas diagonais e isso pode ajudar o Moutinho a soltar-se mais para a frente. Acredito que a equipa passe a jogar melhor e mais equilibrada", sustentou.
Mas, para além de poder assumir mais o jogo, a chegada de Lucho traz outros aspectos positivos: "Ele era um jogador muito importante em termos de organização de jogo no tempo em que esteve no FC Porto". Mas não é só. O enquadramento à margem do relvado também vai sair reforçado. "Ter jogadores bons em quantidade é sempre positivo, nunca é um problema, mas com o Lucho haverá que contar com ele no balneário. Sempre foi um jogador de peso. Sabe o que a equipa precisa e acredito que as coisas até se tornem mais fáceis para Vítor Pereira, que poderá contar com a ajuda dele", acrescentou Castro, que confia que a concorrência será agora mais apertada no meio-campo.

Experiência ganha mais peso no meio-campo

Não há dúvidas de que o FC Porto vai ganhar em maturidade com a integração de Lucho no meio-campo, ao lado de João Moutinho. Esse é mesmo um dos aspectos apontados por Castro e os números dão-lhe razão. É certo que o argentino só esteve quatro temporadas no futebol português, mas esteve sempre entre os jogadores mais utilizados por Jesualdo Ferreira. Entre 2005/06 e 2008/09, El Comandante somou 111 jornadas a defender as cores azuis e brancas, o que traduz bem o peso que ele representava para a equipa e a experiência que foi acumulando à custa disso.
Com João Moutinho o trajecto vai no mesmo sentido. Apesar de só ter 25 anos, são já 206 jogos no campeonato português entre a sua estreia com a camisola do Sporting no escalão principal (2004/05) e a temporada que decorre. Parece inequívoco que, com esta dupla, Vítor Pereira passa a contar com um colectivo mais preparado para assumir o jogo e gerir as suas incidências e que deverá permitir ainda estabilizar o sector.

in "ojogo.pt"

Cebola encara adeptos

Não está a ser pacífico o momento que Cristian Rodríguez atravessa no FC Porto. Ontem ainda, o uruguaio desabafou através do Facebook, questionando os adeptos que têm posto em causa a sua atitude, a meses do final do seu contrato com os azuis e brancos. Já não bastava o episódio de Barcelos e o envolvimento do uruguaio com os adeptos que não contiveram bocas desagradáveis à porta do autocarro da equipa, depois da derrota com o Gil Vicente, ontem Cebola foi mais longe e não escondeu o desconforto por se ter tornado o alvo preferido das críticas aos jogadores: "Agora levo insultos dos meus adeptos."
Esta crispação entre o uruguaio e alguns associados nem chega a ser novidade e até já teve repercussões em mais do que um momento esta temporada, mas esta foi a reacção de maior descontentamento de Rodríguez, que não esconde o seu amor ao Peñarol, mas que aproveitou para garantir que o FC Porto já mora no seu coração. "Queria saber quando deixei de correr a uma bola? E quando não tentei deixar o meu máximo dentro de campo?", questionou-se, alegadamente depois de ter voltado a ouvir algumas bocas no Dragão Caixa, onde anteontem assistiu a parte do FC Porto-Gijón.
Incidentes à parte, o Cebola voltou a ser convocado, sinal de que tem a confiança do treinador.

Vitória em Donetsk já tinha motivado reacção do uruguaio

Esta temporada, Cristian Rodríguez já dera sinais de mal-estar com as críticas de que vinha sendo vítima, a seguir à vitória do FC Porto na Liga dos Campeões, em Donetsk, frente ao Shakhtar (2-0): "Amanhã podemos ir fazer compras ou ir ao cinema sem ninguém a dizer-nos coisas pelas costas". Este foi um sinal de que a paciência do uruguaio já tinha sido posta à prova antes. Mas, pelos vistos, o jogador passou por outro episódio recentemente, que o levou a ir mais longe para se defender das críticas.

in "ojogo.pt"