domingo, 12 de maio de 2013

Pinto da Costa não quer imitar o Benfica


O presidente portista apela à concentração e lembra que o título ainda não está garantido
Ao intervalo do jogo entre as equipas B do FC Porto e do Braga, que decorre em Pedroso, Pinto da Costa voltou a comentar a reviravolta na tabela classificativa do campeonato depois da vitória sobre o Benfica. E mais uma vez deixou um alerta aos jogadores. "Esta semana é para trabalhar e para nos mentalizarmos de que temos de estar com os pés no chão porque ainda falta um jogo. Não nos vamos considerar campeões como o Benfica se considerou após o jogo com o Marítimo", disse, lembrando os festejos dos jogadores benfiquistas depois do triunfo na Madeira.

O presidente portista não esqueceu ainda de, a propósito de festejos precipitados, e alertando para a dificuldade da deslocação a Paços de Ferreira, de lembrar as três festas que António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, tinha projetado recentemente. "Eles é que sabem os momentos que devem festejar. O presidente da Câmara de Lisboa, que até é meu amigo, apelou ao civismo nas três manifestações de festejos e talvez isso os tenha levado a pensar que o FC Porto já tinha atirado a toalha ao chão", rematou 

im "ojogo.pt"

KELVIN "Sou Chelsea até à morte"


Numa entrevista a uma televisão brasileira, o portista antecipou a final da Liga Europa com uma frase polémica
Em entrevista para o Brasil, e de viva voz, via Skype, ao programa televisivo Esporte Interativo Kelvin, o herói do FC Porto na vitória sobre o Benfica, disse que torcerá pelo Chelsea no final da Liga Europa, na próxima quarta-feira. "Estou a torcer pelo Chelsea, sou sincero. Não tem essa de futebol português. Sou Chelsea até à morte", disse o portista, quando convidado a antecipar a final de Amesterdão. Perguntaram-lhe ainda se já tinha visto as referência elogiosas depois do golo e o brasileiro confessou, na altura, que ainda estava "a chegar a casa" e que por isso não vira as referências. A entrevista foi feita esta madrugada, com um repórter em casa do brasileiro e a transmitir, via skype, para o Brasil. 


Kelvin lembrou ainda os dois golos marcados ao Braga, reforçando o estatuto de talismã dos dragões. "Foi Deus que me iluminou. Contra o Braga também, quando fiz dois golos em duas oportunidades. Hoje não foi diferente. Tive poucas oportunidades de ter bola e na oportunidade que sobrou acabei por fazer o golo", descreveu, na mesma entrevista.



Sobre o lance, Kelvin relatou-o à sua maneira. "Não vi o golo, mas lembro-me de receber a bola, tocar para o Liedson, que abriu na lateral, ele tabelou comigo, dominei com a perna direita e chutei no canto com a perna esquerda, que é a minha mais forte, e saí para o abraço". Acreditar que tinha sido mesmo golo demorou um tempo. "Primeiro olhei, mas quando vi todos a comemorar e já nem olhei mais. Saí a correr e não sabia o que fazer, se chorava ou se dava umas risadas. Fui feliz e comemorei", rematou.

in "ojogo.pt"

DIVISÃO DE PONTOS EM PEDROSO


O FC Porto B empatou a uma bola na recepção ao Braga B, em jogo da 41.ª e penúltima jornada do campeonato nacional da Segunda Liga.

Num jogo dominado pelos jovens do FC Porto B, em especial na primeira parte, acabou por ser oi Braga a adiantar-se no marcador, através de um remate do ex-Dragão Enmídio Rafael, que sofreu um desvio e traiu o guarda-redes Elói.

O golo dos minhotos conrariava a moral do jogo, mas o FC Porto B acabaria por chegar à igualdade em cima do intervalo, quando Edu aproveitou uma jogada confusa para fazer o golo.

Na segunda parte o FC Porto B continuou a ser a melhor equipa em campo e a que mais forçou o ataque, mas já sem o ritmo do arranque do jogo, acabando por não conseguir contrariar a defesa do Braga.

FICHA DE JOGO

FC Porto B- Braga B, 1-1
Segunda Liga, 41.ª jornada
12 de Maio de 2013
Estádio de Pedroso, em Vila Nova de Gaia
Assistência: 448 espectadores

Árbitro: Manuel Oliveira (Porto)

FC PORTO B: Elói, David Bruno, Zé António, Tiago Ferreira, M' Bola, Mikel (Sérgio Oliveira, 70), Tozé, Michael, Edú, Dellatorre (Caballero, 75) e Vion (Fábio Martins, 75).
Não utilizados: Stefanovic, Anderson, Floro e Ricardinho 
Treinador: Rui Gomes

BRAGA B: Kritciuk, Tomás, Palmeira, Gonçalo, Emídio Rafael, Tiago (Piqueti, 46), Guilherme, Patrão, Nikiema, Manoel (Rabiola, 46) e Nuno Valente (Xavier, 66)
Não utilizados: Cavadas, Leandro, Diogo e Afonso
Treinador: António Conceição

Ao intervalo: 1-1
Marcadores: Emídio Rafael (27m) e Edu (45+1m)
Cartões amarelos: Guilherme (11), Tiago (13), M' Bola (76) e Fábio Martins (85)


in "fcp.pt"

HEXA DE RUI PEDRO ARRASA GAFANHA


Uma goleada das antigas, com seis golos de Rui Pedro, arrasou o Gafanha, que perdeu por 9-2 em jogo da 5.ª jornada do campeonato nacional de Sub 15.

A figura do jogo foi Rui Pedro, que à sua conta apontou seis golos, tendo o bis de Marcelo e Tavares completado os nove golos dos Dragõezinhos.

O FC Porto recebe na sexta e última jornada o Benfica, jogo marcado para 19 de Maio.



JUVENIS DERROTADOS PELOS FERROS

Quatro bolas nos ferros, um golo mal anulado e um penalti por assinalar ditaram a derrota este domingo do FC Porto no terreno do Benfica, por 1-2, em jogo da 2.ª jornada da fase final do campeonato nacional de juvenis.

Os jovens do FC Porto entraram bem na partida e logo nos primeiros minutos remataram uma bola ao poste e outra à trave. Logo a seguir, foram prejudicados com a decisão do árbitro, que anulou mal um golo na sequência de um livre.

Em contra-ataque o Benfica abriu o marcador aos 33 e ampliou aos 58, numa altura em que o FC Porto forçava no ataque, tendo atirado mais duas bolas à trave e sofrido um penalti a que o juiz da partida fez vista grossa.

Já em cima do final, André Gomes marcou o golo do FC Porto, que é agora segundo classificado, a três pontos do Benfica.


in "fcp.pt"

Kelvin: «Ainda nem acredito»

JOGADOR ACORDOU INCRÉDULO


Decisivo na vitória deste sábado do FC Porto frente ao Benfica, por 2-1, Kelvin acordou esta manhã ainda incrédulo com o feito alcançado.

O golo do jovem paranaense de 19 anos, aos 92 minutos de jogo, colocou os azuis e brancos na rota do título e a dependerem apenas de si para se sagrarem campeões nacionais.

"Estou muito feliz com o golo e pela grande vitória de ontem contra o Benfica. Foi um dos jogos mais emocionantes da minha vida! Estou sem palavras, ainda nem acredito. SOMOS PORTO. A luta continua rumo ao título", escreveu Kelvin no Instagram após partilhar a imagem do momento do remate certeiro.

Recorde-se que Kelvin saltou do banco de suplentes aos 79 minutos de jogo para substituir Lucho González e, tal como tinha acontecido frente ao Sp. Braga, mostrou ser o verdadeiro trunfo de Vítor Pereira.

O jovem brasileiro jogou em apenas sete jogos da 1.ª liga esta época, marcou três golos, um deles ontem e os outros dois na partida frente ao Sp. Braga, em que carimbou a reviravolta do FC Porto selando o resultado final em 2-1.

in "record.pt"

Acreditar a 300 quilómetros de distância

Cerca de uma centena de sócios e simpatizantes dos azuis e brancos cantaram juntos em Lisboa "Porto campeão".


O relógio corria indiferente ao sofrimento dos adeptos que encheram a Casa do FC Porto em Lisboa para ver o clássico com o Benfica. O FC Porto precisava de ganhar, mas o marcador registava um empate a uma bola perto do fim e o tempo não jogava a favor dos azuis e brancos. A cada segundo que passava aumentavam os nervos e a ansiedade entre os cerca de uma centena de sócios e simpatizantes do FC Porto que fizeram da casa de Lisboa um mini-estádio do Dragão.

A partida encaminhava-se para o final e havia quem na assistência já não conseguisse disfarçar o desânimo. "O que é que aconteceu à equipa?", questionava um dos adeptos. "É preciso ter calma. Nós acreditamos até ao fim", contrapôs um dos presentes.

A 300 quilómetros de distância, no estádio Dragão, Kelvin também acreditou até ao final. Combinou com Liedson, rematou cruzado e marcou o golo da vitória azul e branca, ao minuto 91.

Na Casa do FC Porto de Lisboa, toda a tensão, ansiedade e nervos em franja acumulados resultaram num grito de imenso de "golo", numa explosão de alegria incontrolada, saltos, abraços, punhos cerrados no ar e cantou-se "Porto campeão".

 Sérgio Araújo, do grupo Dragões da TAP, só viu "uma equipa a jogar" e considera que, "se calhar, o tricampeonato está mesmo aqui à porta". "Tenho muito respeito, o Benfica é uma grande instituição, um grande clube, mas lamento ver uma equipa que não era de encarnado - era cor de laranja. Foi uma equipa com falta de glória, falta de atitude."

Para José Dias, o Porto "jogou bem" e podia ter marcado mais golos. Se revalidarem o título, os "dragões" serão campeões com justiça, sublinha.

Na opinião de Bruno Capelas, um brasileiro natural de São Paulo adepto do Santos e do FC Porto, o "jogo foi muito bom", mas confessa que não esperava sofrer tanto. Quanto a Vitor Pereira, "vai ser campeão e então deve continuar".

in "rr.pt"

Invasão de campo e agressões


Três adeptos do FC Porto foram detidos por terem invadido o relvado assim que Kelvin marcou o golo da vitória. Um deles chegou ao meio-campo e abraçou João Moutinho. Também um adepto do Benfica foi detido no final do jogo por ter provocado e insultado um agente da PSP.

Mais tarde, após o apito final, uma equipa de reportagem da Antena 1, composta pelo relatador Fernando Eurico e pelo técnico Manuel Augusto, foi agredida por adeptos do FC Porto quando recolhiam reações sobre o clássico. Os dois sofreram ferimentos ligeiros e receberam tratamento hospitalar. Refira-se que, também no final do clássico, o speaker de serviço repetiu o resultado final da seguinte forma: “FCPorto 2, Visitante 1.” Por fim, na garagem do Dragão os portistas espicaçaram os rivais: “Foi limpinho, limpinho...”

in "record.pt"

Fernando disse adeus

falha derradeiro embate


Não foi com sorrisos que Fernando disse adeus à presente época e entrou de férias. Depois de ter visto o nono cartão amarelo, que o afasta prontamente da derradeira jornada da Liga, na Mata Real, frente ao Paços de Ferreira, o médio, de 25 anos, lesionou-se com alguma gravidade e teve mesmo de abandonar o relvado de maca e com uma expressão de dor.

No final da partida, a assessoria de imprensa dos dragões revelava que Fernando tinha sofrido uma entorse traumática no tornozelo direito, que será reavaliado na terça-feira, dia que Vítor Pereira escolheu para o regresso aos treinos, dessa feita para começar a preparar a tal deslocação ao reduto do Paços de Ferreira e que vai encerrar o campeonato.

in "record.pt"

Everton próximo de Vítor Pereira


O Everton foi um dos muitos clubes que estiveram no clássico. Contrariamente aos demais, esteve particularmente interessado em ver o treinador portista em ação. 

Vítor Pereira chorou de alegria, Jorge Jesus ajoelhou-se no relvado (foto ASF)Isto porque o emblema de Liverpool perdeu David Moyes para o Manchester United e já há algum tempo que se encontra de olho em Vítor Pereira. 

Não é o único a poder suceder a Moyes, mas depois da vitória de ontem frente ao Benfica e de se ter posicionado para conquistar o seu segundo título nacional marcou muitos pontos. Tanto mais que, independentemente de ser campeão ou não, é certa a sua saída. 

Um volte-face que parece ser de todo impensável, pois até já lhe terá sido comunicado que não ficava na próxima época no dragão. 


in "abola.pt"

«Ganhar assim até teve mais piada» - Lucho


Jogador experimentado nos grandes jogos, nos grandes palcos e nas grandes decisões, Lucho González não escondeu toda a sua satisfação pelo desfecho final de um encontro que os dragões acabaram por vencer mesmo ao cair do pano, não dando espaço a qualquer reação do rival de Lisboa, que ficou completamente impotente para fazer o que quer que fosse a partir daquele momento. 

El Comandante, em declarações ao Porto Canal após o apito final de Pedro Proença, falou de um jogo decisivo em que só havia um resultado possível para os dragões, que acabaram por o conquistar, vincou, e de forma merecida. 

«Sabíamos que era uma espécie de final antecipada que tínhamos de ganhar. Apesar do golo ter surgido no final do jogo, fizemos por merecer a vitória e não escondo que assim até teve mais piada», comentou o médio argentino. 

Concentrados para Paços de Ferreira

Feliz, mas cauteloso, Lucho lembrou que ainda há uma derradeira jornada para disputar e essa, sim, vai decidir a entrega do título, pelo que os dragões não podem perder o foco agora que um objetivo que pareceu perdido está, como nunca, à mão de semear. 

«Ainda não ganhámos nada, temos mais um jogo pela frente, que será muito difícil, e teremos de estar extremamente concentrados para ganhar em Paços de Ferreira», apelou o experiente médio argentino, de 32 anos.


in "abola.pt"

Pinto da Costa quer vitória do Benfica na Liga Europa


Pinto da Costa, presidente do FC Porto, fleumático, ainda que se admita estar na altura prestes a explodir de alegria. Conteve-se entretanto. Afinal, o campeonato não está ganho, mas quase. «Falta jogar e ganhar ainda em P. Ferreira», lembrou, ao Porto Canal.

Todos os cuidados são poucos para os dragões, que costumam gerir estas situações com muita ponderação e tiveram recente (mau) exemplo do que se não deve fazer antes do tempo. Os festejos dos encarnados no final da partida com o Marítimo, no Funchal, não foram esquecidos. Foi uma lição, ainda que já conhecida de cor e salteado pelos portistas... 

«Não podemos entrar em euforias por ganhar ao Benfica. Aliás, ao Benfica já ganhamos muitas vezes, até por 5-0», não perdeu a oportunidade de enviar umas farpas ao adversário.

Mas apesar de criticar «o antijogo permanente» dos encarnados surpreendeu logo de seguida com declaração de solidariedade... fora de portas. «Desejo é que traga para Portugal a taça da Liga Europa, que já tivemos a felicidade de ganhar. E faço votos sinceros disso», fez questão de frisar.

«Naturalmente, porque não sou hipócrita, já gostava que fosse o V. Guimarães a vencer a Taça de Portugal. Sem querer dividir o País, é um clube do Norte», salvaguardou. 


in "abola.pt"

Um mês e duas caras do herói


O último mês de Kelvin é uma viagem na montanha russa: herói contra o Braga, regressou à B, somou erros disciplinares e voltou em grande à equipa principal.
Os últimos 30 dias de Kelvin vão ficar para a posteridade, tantas foram as emoções e os sentimentos contraditórios vividos entre o dia (13 de abril), em que bisou ao Braga e evitou que o FC Porto se atrasasse na luta pelo título, e ontem, quando assumiu de vez a capa de super-herói daquilo que pode ser o tricampeonato azul e branco. 

Depois do tal jogo, estranhamente não foi a seguir utilizado com o Moreirense e, na semana seguinte, desceu à equipa B para enfrentar o Leixões. Zangado, ficou de cabeça perdida quando Rui Gomes o substituiu e mostrou-o numa reação exagerada que em nada agradou à estrutura portista. 

Dias depois, foi apanhado a conduzir sem carta e manteve-se na B, destacando-se contra o Feirense. Como prémio, voltou. E Vítor Pereira não o poderia ter repescado em melhor altura...

in "ojogo.pt"

James festeja no Twitter


Colombiano utilizou a famosa rede social para comentar a vitória frente ao Benfica, alcançada já em período de descontos.
O triunfo frente ao Benfica levou os jogadores do FC Porto à loucura e James Rodriguez já explicou, através da conta pessoal no "Twitter", o que sentiu após o encontro.

"grande vitoria e a equipa sempre unida, os adeptos estiveram fantasticos! Obrigado pelo apoio", escreveu o colombiano.

Janko, lembra-se? Festejou!


O avançado austríaco que o ano passado ajudou o FC Porto a conquistar o bicampeonato festejou a vitória nas redes sociais.
"Boa Sorte, Amigos!... Somos Porto!!!" deixava antever que Janko não deixaria de seguir o clássico da noite entre FC Porto e Benfica.

Momentos depois da vitória, regresso às redes sociais para partilhar apenas "É!!!!!!!!!!!!!", o que foi mote para muitos comentários e partilhas de adeptos portistas.

in "ojogo.pt"

sábado, 11 de maio de 2013

Vítor Pereira: «Jesus é grande treinador»


Vítor Pereira, treinador do FC Porto, em declarações à SportTV

«Valorizo a equipa e os adeptos. Acreditámos sempre. Fomos premiados perto do fim. Os adeptos também mereciam, depois de um campeonato difícil e que continua difícil. Temos uma final contra a terceira melhor equipa. É uma grande final.

Emocionado? Cada um vive as coisas da sua forma. Eu tenho a minha forma particular. Vivemos com alegria por chegar ao primeiro lugar, mas tendo consciência de que temos um jogo muito difícil para fazer.

Fui feliz nas substituições. Tínhamos de arriscar e o Kelvin tem muita qualidade e tem irreverência, «irresponsabilidade». Estou satisfeito com grande atitude, grande entrega de todos.

A nossa equipa foi a única que quis ganhar. Jogámos sempre para ganhar. Benfica tem qualidade, o jogo repartiu-se em alguns momentos.

Independentemente do resultado do campeonato, reconheço a grande capacidade e a qualidade do treinador do Benfica. É um grande treinador, aconteça o que acontecer no final da Liga.

Não quero abordar esse assunto (funerais). Peço é que encham o estádio do Paços de Ferreira. Falta-nos uma vitória. Eles têm muita qualidade, são profissionais sérios, com grande qualidade de jogo. Teem feito uma época brilhante e vão de certeza desejar acabar da melhor maneira possível. Acreditamos no nosso trabalho. Vamos a Paços para garantir o título».


in "maisfutebol.iol.pt"

Pinto da Costa: «Ganhar ao Benfica não é motivo de festejo...»

FALOU AINDA DAS PALAVRAS DE ANTÓNIO MEXIA


Com alguma ironia à mistura, como é hábito no seu discurso, Pinto da Costa comentou a vitória (2-1) sobre o Benfica, na 29.ª jornada da Liga, que coloca os dragões na frente do campeonato, com 1 ponto de avanço para os encarnados.

"Não temos nada a festejar, pois uma vitória sobre o Benfica por si só não é motivo de festejo. Temos uma grande equipa, obrigámos o Benfica a jogar defensivamente, a atirarem-se para o chão constantemente, para travar o nosso ímpeto e tivemos o prémio justo no final, pela nossa forma de jogar e lutar", frisou, juntando depois a ironia ao seu discurso, a propósito das palavras de António Mexia, presidente executivo da EDP, que considerou que o título do Benfica "seria bom para o PIB".

"Espero que, se ganharmos o campeonato, não sejamos acusados pelo doutor António Mexia de prejudicar o PIB nacional. Vamos tentar ser campeões, mas vamos tentar ajudar Portugal a sair da crise, para que o António Mexia não nos culpe do PIB que temos", disse.

Pinto da Costa comentou a segurança que rodeia o clássico entre FC Porto e Benfica, considerando o "aparato policial exagerado".

O líder portista falou aos jornalistas junto à garagem do Dragão, considerando que a equipa está "motivada" mas lembrando que "será difícil".

Kelvin: «Foi um golo histórico»
BRASILEIRO DIZ QUE A FELICIDADE É "ENORME"

Kelvin mostrava-se feliz pelo golo da vitória no clássico frente ao Benfica, num lance que poderá ter decidido o campeonato:

"A felicidade é enorme. Agradeço a Deus por tudo o que fez por mim. Vocês vêem os nossos jogos e tudo isto é merecido. Foi um golo histórico para mim que estou a começar a carreira. Falta um jogo para selar o campeonato. Agora é forcarmo-nos no jogo de Paços de Ferreira", sublinhou em entrevista rápida à Sport TV, este sábado.

O jovem avançado descreveu depois o lance decisivo:

"Foi tabela com o Liedson, dominei e chutei de esquerda, o meu pé forte. Felizmente marquei. O treinador pediu o mesmo que pediu contra o Sp. Braga. Pediu-me para jogar solto, para me desmarcar. Eu desmarquei-me bem e fiz o golo", prosseguiu.

Kelvin disse ainda que vai "aprender com os erros", em referência ao período disciplinar menos bom por que passou, que coincide com uma estadia na equipa B.

"Vou aprender com os erros. Vou errar bastante na vida e espero a partir de agora acertar sempre".

in "record.pt"


Kelvin, o fã de Robinho e das pedaladas


Nascido há dezanove anos em Curitiba, no Paraná, Kelvin começou por dar nas vistas por ter tido uma ascenção meteórica. Em quatro meses, por exemplo, passou dos juniores de um clube médio brasileiro para um grande clube europeu. O F.C. Porto, claro, que ganhou a corrida ao sprint.

No Brasil deixou cerca de duas dezenas de jogos e um impacto enorme. Tudo começou, aliás, quando o treinador Roberto Cavalo foi ver um treino dos juniores: gostou de Kelvin e convidou-o a fazer um treino com a equipa principal. O jovem chegou, treinou com os seniores e foi convocado.

A partir daí fez onze jogos seguidos, sete deles como titular. Recebeu elogios de Scolari e de Dorival Junior, que o consideraram uma das maiores promessas brasileiras. Roberto Cavalo, esse, estava rendido. Disse até tratar-de de um jovem com «um pé esquerdo abençoado por Deus».

Palmeiras, Cruzeiro, At. Mineiro e Internacional cobiçaram então o jogador, mas foi o F.C. Porto que ganhou a corrida. Logo em janeiro, dois meses depois da estreia como jogador sénior, os azuis e brancos enviaram um médico ao Brasil, Kelvin fez exames médicos e assinou contrato de imediato.

Kelvin era no entanto pouco mais do que uma criança: ainda não tinha por exemplo completado 18 anos. Como se haveria de ver mais tarde, faltava-lhe maturidade. Por isso foi dispensado pelo Paraná, que se fartou dos atrasos sucessivos de um miúdo que deixara de estar focado no clube.

O jovem viajou para Portugal e no jogo de apresentação mostrou qualidades técnicas: por exemplo na pedalada que colocou em cima de um defesa do Peñarol para assistir Walter na estreia no Dragão. Fã de Robinho, que tentava imitar no jeito de jogar, Kelvin mostrava ser um típico brasileiro.

No entanto ainda não estava preparado para jogar num clube como o F.C. Porto, ele que acabara de cumprir 18 anos. Foi cedido ao Rio Ave, onde fez 27 jogos (22 dos quais na liga, mas apenas 10 como titular) e marcou dois golos. Em Vila do Conde, ganhou experiência no futebol português.

Esta época, e com alguma surpresa, Kelvin foi integrado no plantel do campeão. Até agora fez 10 jogos oficiais apenas, sete dos quais na liga, tendo apontado três golos na equipa principal. 

Dois decisivos com o Sp. Braga, a dar um triunfo no campeonato sobre os minhotos, nos últimos momentos da partida. Esta noite com o Benfica marcou nos descontos para colocar o FC Porto na liderança da Liga a uma jornada do fim. 

Em junho, Kelvin faz 20 anos: o fã de Robinho e das pedaladas continua muito longe de ser um produto acabado. Na flash desta noite, no Dragão, disse que vai continuar a errar. Kelvin é menino, reagiu mal a uma substituição com o Leixões. Depois, foi apanhado a conduzir sem carta. Mas no Dragão, num jogo decisivo, acelerou para um golo que pode valer o bicampeonato aos dragões.


in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-Benfica, 2-1 (destaques dos dragões)


Kelvin, o menino voltou a decidir


A FIGURA: Kelvin
Decidiu o jogo. Provavelmente o campeonato. Tudo o resto é ornamental. 

POSITIVO: João Moutinho
Enorme na leitura e gestão dos acontecimentos. Só ele é capaz de isolar um colega com um subtil toque calcanhar (Alex Sandro), só ele tem a visão periférica para rasgar a teia defensiva e num passe longo colocar Varela em posição VIP. Intenso, inteligente, até a ganhar bolas nas alturas (!). O Porto teve um mestre de operações competente, organizado e de coração enorme durante os 90 minutos. Moutinho tem alma de dragão.

NEGATIVO: James Rodríguez 
Sem explosão, sem capacidade de definir passes de rotura, sem acerto nas bolas paradas. Teve bola, sim, movimentou-se, é verdade, mas sempre sem afligir os contrários e entusiasmar os seus partidários. O Porto precisa de mais James. Um James com outra capacidade de aceleração, até com outra inspiração. Um James que não falhe o que falhou aos 85 minutos. Imperdoável. 

Alex Sandro
Eletrizante no duelo com Salvio. Arrisca dribles em zonas proibidas porque sabe que escapa sem sanções inibitórias. É fantástico o à-vontade que demonstra no contato com a bola. Arranca, toca, recebe à frente e reclama quase sempre uma posição de conforto para o cruzamento. Neste último item terá estado menos bem, embora a escassa presença de dragões na área do Benfica atenue a observação. 

Otamendi
Acertadíssimo no processo defensivo, pleno de desejo na ajuda às linhas mais adiantadas. O roubo e cavalgada imediata, aos 60 minutos, é o sinal mais forte de uma atuação nivelada por cima. Fica um único reparo: aos 62 minutos parou sem se perceber porquê e Ola John criou um lance de algum perigo. Terá ouvido o mesmo apito da bancada que nós ouvimos? 

Varela
Vinha de um jogo muito bom na Choupana, possivelmente o seu melhor da época, e presumiu-se que podia repetir a façanha diante do Benfica. Não desiludiu, nem surpreendeu. Teve bons momentos, mormente na fase inicial do segundo tempo. Primeiro num centro/remate, desviado por Artur Moraes, e depois num pormenor técnico soberbo sobre Maxi Pereira, finalizado com um bom remate.

Jackson
Ativo, desconcertante, vários pormenores deliciosos. Tudo ok, mas e remates à baliza? Mais vítima do que culpado, é certo, mas faltou-lhe isso para uma nota mais elevada. 

in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-Benfica, 2-1 (crónica)


Jesus faltou à lição de Kelvin


Brasileiro marcou o golo da vitória e que dá a liderança aos azuis e brancos (foto de arquivo) (foto ASF)Jorge Jesus esperava ter aprendido o suficiente para contrariar o histórico de resultados frente ao F.C. Porto. Não o fez. Faltou a uma lição sobre Kelvin, o herói improvável, errante, crista ao vento e pinta de brinca na areia. Saltou do banco para decidir o clássico. Benfica entrega a liderança numa semana.

Cinco pontos perdidos em dois jogos. O anterior líder não esteve mal no Dragão, parecia até confortável quando o 2-1 apareceu. Mas jogou demasiado perto do limite, aceitou o risco e perdeu. A roleta russa tramou os encarnados.

Que clássico, que emoção! Nem sempre bem jogado, mas com uma intensidade única, incomparável. A melhor face do futebol português.

Ola John a ver Salvio correr

Vítor Pereira esperava o reforço do setor intermediário por parte do Benfica e Jorge Jesus não iria mudar de ideias quando considerava que essa seria a melhor forma para garantir um equilíbrio de forças numa zona nevrálgica do relvado.

O treinador encarnado ganhou essa aposta, embora Ola John tenha sido um mero figurante no clássico do Dragão. O talento é inegável mas o holandês voltou a demonstrar uma angustiante falta de cultura tática, sobretudo em processos defensivos.

O F.C. Porto poderia explorar esse flanco mas James Rodriguez esteve em noite de inexplicável nervosismo, errando passes sem conta, notando-se até alguma velocidade de execução. Os dragões viraram-se então para a esquerda. Aliás, pelo mesmo corredor onde o Benfica apresentava um Salvio desconcertante.

Foi por ali que surgiu o primeiro golo do encontro. Lançamento lateral de Salvio. Bola na área, vários ressaltos, Garay no remate cruzado, desvio e Lima a encostar ao segundo poste.

Com 19 minutos de jogo, Lima provava ser um caça-dragões, voltando a marcar nos duelos com a formação azul e branca. Outro nome a merecer figurar na ficha de jogo, em detrimento de Oscar Cardozo. Mobilidade e instinto.

Resposta imediata

Não havia superioridade que justificasse, de qualquer forma, a vantagem no marcador. Em cinco minutos, os dragões regressaram ao jogo. Alex Sandro insistiu pela esquerda e abriu para Varela. Este cruzou rasteiro, a bola desviou em Maxi Pereira e seguiu para a baliza, enganando Artur.

O intervalo chegaria com um empate lógico, acertado perante o equilíbrio de forças. Logo após o 1-1, João Moutinho disparou para uma grande defesa de Artur Moraes. A maior emoção, ainda assim, chegaria no regresso aos balneários, quando Vítor Pereira foi falar com Pedro Proença e a equipa técnica do Benfica foi atrás. Raul José, adjunto de Jesus, discutiu de forma veemente com o técnico portista.

O F.C. Porto entrou na segunda metade com maior dinâmica. Varela criou um par de ocasiões de perigo mas o jogo foi entrando numa fase repleta de paragens, de cartões, quedas, mais perdas de tempo (Artur exagerou neste capítulo).

Roderick cedo e Kelvin a tempo

Jesus não gostou de ver Matic e Enzo Pérez em risco de expulsão, temendo a fragilidade de uma muralha fundamental para o sucesso do Benfica. O sérvio esteve uma vez mais irrepreensível. Ao minuto 64, Roderick substituiu Gaitán e reforçou a aposta no empate. Demasiado cedo.

Lembram-se de Kelvin? Daquele miúdo que resolveu frente ao Sp. Braga, foi para a equipa B amuar, foi conduzir sem carta e desapareceu das convocatórias? Voltou. E já nos minutos finais, quando o Benfica parecia mais confortável, já depois de Cardozo entrar para obrigar Helton a grande defesa (E de James, em posição irregular, a atirar ao poste), decidiu o clássico.

Discutir-se-à a justiça do resultado, desta inversão no topo na tabela, mas tudo se resume ao talento e à ambição. Kelvin, pela esquerda, à entrada da área, colocou todo o fogo do dragão naquele remate cruzado de pé esquerdo, afastando a bola de Artur.

Benfica de rastos. A perder a liderança numa semana, a sair em lágrimas do Dragão. Golpe de teatro ou Jesus ainda não aprendeu o suficiente para evitar esta realidade?

in "maisfutebol.iol.pt"

Afinal, havia outro líder... (2x1)


Ponto final, parágrafo. Ou quase. O FC Porto tem as portas do título nacional abertas, a não ser que não consiga passar em Paços de Ferreira e o Benfica ganhe, na Luz, com o Moreirense, na derradeira jornada. Os portistas, ao cair do pano, derrotaram o Benfica por 2x1, em encontro da 29.ª jornada da Liga portuguesa.
Muita emoção e um golo para cada lado na primeira parte
FC Porto e Benfica apresentaram-se no Dragão com a ideia fixa de escrever mais um pedaço de história neste campeonato. Os clássicos entre rivais - ninguém nega, todos o sabem - vivem-se, sentem-se e respiram-se de uma forma diferente dos restantes duelos.
O 225.º confronto oficial entre dragões e águias (em todas as competições) foi aparentemente - só aparentemente - igual a outros tantos: sorrisos de um lado, tristeza do outro e muita picardia. Foi igual em quase tudo. Quase, menos numa pequena (para muitos grande) coisa. Do lado azul e branco era impensável imaginar o Benfica a fazer a festa de campeão no seu palco sagrado. Os encarnados, porém, chegavam perseguidos ainda por um outro pensamento com toques de pesadelo: «O Benfica não pode perder este ano o campeonato, outra vez».
Dragão vestiu-se de gala para o clássico ©Catarina Morais
A noite portuense, algo fria neste mês de maio, contrastava com a rivalidade bem quente entre os adeptos. O Estádio do Dragão, esse, estava em "ponto de rebuçado" para a decisão do título de campeão nacional.
Chegado ao palco portista com a necessidade de vencer ou empatar, para não depender do resultado dos nortenhos na última jornada, o Benfica procurou segurar-se frente a um FC Porto forte e suportado emocionalmente pelo seu público. A casa azul e branca encheu. Emoção, crença, lealdade. Tudo ao rubro.
Ao Benfica dois resultados interessavam: vencer e arrumar a questão, ou empatar e permanecer com dois pontos de avanço antes da última jornada. Para os homens da casa, por seu lado, a matemática exigia uma vitória. No entanto, se os azuis e brancos sabiam que um triunfo os recolocava no topo da tabela, sabiam também que isto, ao contrário de gerar uma dinâmica de conquista, podia provocar alguma ansiedade no grupo, complicando, desse modo, o duelo frente ao Benfica.
Nesta reta final do campeonato, quando tudo se decide, os encarnados realizavam o seu 53.º jogo oficial da temporada. O FC Porto, há algum tempo a realizar apenas um encontro por semana, apresentava (teoricamente) um desgaste menor mas, por outro lado, uma necessidade maior de vitória; os portistas estão fora das provas europeias e da Taça de Portugal.
O recente empate das águias, em casa, com o Estoril (1x1) desbaratou o avanço de quatro pontos, que ia imperando na frente da classificação, e reacendeu a "chama" do dragão na luta pelo título. Ainda assim, o Benfica entrou líder em campo com dois pontos de vantagem.
Lima marcou o primeiro golo da noite ©Catarina Morais
Na distribuição das equipas, Vítor Pereira maquilhou o "seu Porto" com o onze de gala. Alex Sandro recuperou o seu espaço no lado esquerdo do eixo defensivo, enquanto que Varela foi aposta no corredor atacante. Do outro lado, sem surpresa, Jorge Jesus apostou em Enzo Pérez. André Almeida fez a vez de Melgarejo na lateral-esquerda e Lima foi a referência no ataque. O flanco esquerdo, esse, ficou para Ola John. Gaitán jogou como número «10» dos encarnados.
Um clássico, sobretudo com a carga decisiva como este, subtrai também racionalidade em razão da emoção aos jogadores. Não são máquinas, são homens de carne e osso e sentem o que se passa em redor deles.
A entrada em jogo dos portuenses foi pressionante e ao longo dos primeiros 45 minutos repetiram-se alguns lances de perigo junto à baliza de Artur. Ainda assim, Lima nunca deixou que os portistas se entusiasmassem e foram dele as poucas ações do Benfica.
Numa delas, o brasileiro abriu mesmo o marcador, aos 19 minutos. Maxi Pereira lançou longo, os jogadores de ambas as equipas lutaram dentro da grande área e a bola acabou por sobrar para Lima, que emendou ao segundo poste! Estava feito o primeiro, era a festa dos adeptos benfiquistas no Dragão.
O segundo golo da noite nasceu dos pés de Varela ©Catarina Morais
Não duraria muito, no entanto. É que aos 25 minutos o FC Porto empatou. Varela, na esquerda, cruzou, a bola bateu em Maxi Pereira e acabou por trair Artur Moraes, que não conseguiu evitar o golo. Euforia na plateia azul e branca. Estava feito o empate.
Até final da primeira parte, o Benfica foi gerindo o resultado e deu a iniciativa de jogo ao FC Porto. No entanto, o resultado manteve-se empatado a um golo. Os homens da casa venciam apenas na posse de bola; 61 por cento contra 39 do Benfica.
O golo de Kélvin incendiou o Dragão, adeptos invadiram o recinto de jogo
Assim como na primeira, foi a segunda parte. O Benfica andou às voltas com nova entrada vertiginosa do FC Porto. Aos 49 minutos, por exemplo, Varela quase fazia o segundo, depois de um remate no lado esquerdo do ataque portista. Valeu ao Benfica a "sapatada" de Artur Moraes na bola.
Depois da hora de jogo o FC Porto baixou o ritmo e o Benfica tentava sair em ataque rápido. Contudo, dava sempre mais FC Porto na partida. O Estádio do Dragão parecia agora mais adormecido. O animador do palco portista, durante uma pausa no jogo, chegou mesmo a pedir no sistema sonoro: «Acorda, Dragão».
Nos últimos cinco minutos do tempo regulamentar, James Rodríguez tinha tudo para fazer o segundo do clube azul e branco. El Bandido apareceu na cara de Artur mas atirou ao poste. Vítor Pereira, no banco, nem queria acreditar no que acabava de falhar o jogador colombiano.
Jesus, do outro lado, pedia à sua equipa para subir no terreno. O Dragão puxava pela sua equipa, os benfiquistas iam roendo as unhas. Já ninguém estava sentado. A adrenalina disparava. Um golo, nesta altura, decidia, por certo, o resultado final e o campeonato.
Já em tempo de descontos o Dragão deitou fogo. Kélvin, que já tinha resolvido o duelo com SC Braga, rematou forte e colocado para o fundo da baliza de Artur Moraes.
Loucura no Dragão. Os adeptos chegaram mesmo a invadir o campo depois do golo e deram trabalho à polícia e aos seguranças do estádio.
Chegaria, pouco depois, o apito final. Há troca de líder no topo da classificação e já cheira a campeão na Invicta.
in "zerozero.pt"
50 mil no Dragão
Os portistas não faltaram à chamada e o Estádio do Dragão registou casa cheia no clássico frente ao Benfica, com 50.177 adeptos nas bancadas
Muita polícia
O Estádio do Dragão contou com um fortíssimo contingente policial dentro e fora do estádio. Foram cerca de 1000 polícias a vigiar tudo e todos
Confusão ao intervalo
No caminho para o túnel, Raúl José, adjunto de Jorge Jesus, foi afastado por Helton, depois de uma troca de palavras com elementos do banco azul e branco
Cimeira europeia no Dragão
Foram muitos os clubes a marcar presença neste jogo. Real Madrid, Barcelona, Manchester United, Chelsea, Tottenham, entre mais