quinta-feira, 20 de outubro de 2011

ESTRELA VERMELHA É O ADVERSÁRIO NA TAÇA EHF

O FC Porto Vitalis vai defrontar o RK Estrela Vermelha na terceira eliminatória da Taça EHF, ditou o sorteio realizado esta terça-feira na sede da instituição, em Viena. As duas mãos estão agendadas para 26 ou 27 de Novembro e 3 ou 4 de Dezembro. Os Dragões tiveram acesso directo a esta eliminatória depois de se classificarem no segundo lugar do seu grupo de apuramento para a Liga dos Campeões.

Os sérvios do Estrela Vermelha ultrapassaram, na segunda eliminatória, os montenegrinos do HC Mojkovac. Foram por nove vezes campeões nacionais e somam cinco participações na fase de grupos da Liga dos Campeões. Nas últimas duas temporadas nas competições europeias, ficaram pelo caminho na terceira eliminatória da Taça EHF.

O sorteio da próxima fase da prova, os oitavos-de-final, irá ter lugar a 6 de Dezembro, pelas 11h00 locais, na sede da EHF.



in "fcp.pt"

Miguel Lopes processa Saragoça

O jogador tentou a integração no plantel do clube espanhol, mas nunca obteve resposta dos dirigentes. Emanuel Calçada, advogado de Miguel Lopes, explica que há um contrato assinado e o Saragoça não está a cumprir.


Miguel Lopes avançou para a Justiça com um processo contra o Saragoça, por incumprimento do clube espanhol. O jogador defende que tem um contrato de uma época ao clube de Aragão, por empréstimo do FC Porto.

Os dirigentes do Saragoça não conseguiram inscrever o lateral português antes do fecho do mercado, atrasando-se cinco minutos e isso inviabiliza a utilização do jogador até nova abertura do período de transferências, mas, na opinião do advogado do jogador, não anula o contrato de trabalho, entretanto, estabelecido.

Emanuel Calçada, em declarações à Renascença, explica que "entendemos que há uma violação, por parte do clube, dos deveres da entidade empregadora para com o Miguel. Consequentemente foi intentada uma acção, nos tribunais espanhóis, para o Miguel Lopes ser ressarcido de todos os direitos".

O advogado acrescenta que o jogador tentou resolver o problema de todas as formas, mas "o clube nunca ligou nenhuma".

O lateral direito está sem jogar e sem treinar no Saragoça. Isto apesar desta situação não mexer com o contrato que tem com o FC Porto. O jogador mantém o vínculo com os campeões nacionais.

"A FC Porto SAD mantém o vínculo com o Miguel, mas aquilo que está em causa é a actual época desportiva", esclareceu Emanuel Calçada, reforçando que o jogador foi cedido ao clube espanhol durante a temporada 2011/12.



in "rr.pt"

Champions: Hulk (e Messi) são quem mais remata ao lado


Mas o argentino acerta mais


Lionel Messi é o jogador que mais remata na Liga dos Campeões, ao fim de três jornadas. É o líder dos remates enquadrados com a baliza (8) e também dos remates para fora (15), de acordo com as estatísticas oficiais da UEFA.

Aqui, é seguido de perto pelo portista Hulk, que tem 14 remates desenquadrados com a baliza. O brasileiro do FC Porto tem apenas quatro remates que foram ao alvo, dois dos quais deram golo. Messi também tem dois golos, aos quais junta duas assistências. Hulk tem um passe para golo.

Quanto ao Benfica, a outra equipa portuguesa em prova, Óscar Cardozo é quem mais acerta com a baliza (seis remates) e Gaitán quem mais remata ao lado (cinco).



in "maisfutebol.iol.pt"

Oito amarelos são recorde na principal prova da UEFA

SÓ A ROMA TINHA SIDO TÃO ADMOESTADA



Bateram-se recordes de indisciplina no jogo entre o FC Porto e o Apoel. O Grupo G já é, de resto, o mais indisciplinado da atual edição da Champions, com 36 amarelos e 4 vermelhos nos 6 jogos disputados. Mas há mais. Na partida de ontem, foram 8 os portistas que viram o cartão amarelo e, desde 2001, quando a UEFA começou a fazer as estatísticas dos jogos sob a sua égide, só a Roma (2006/07), frente ao Lyon, havia visto tantos amarelos num só compromisso.
O total de 11 cartolinas amarelas mostradas no total do jogo de ontem – 3 para os homens do Apoel – também vai entrar para o livro de recordes da Champions, igualando o tal Roma-Lyon e um outro jogo entre o Real Madrid (5) e a Roma (6), em 2007/08...
in "record.pt"

Declarações


Moutinho

"As coisas não me estão a sair bem"

João Moutinho não teve problemas em reconhecer que atravessa um mau momento de forma, comum a todo o grupo orientado por Vítor Pereira. "Não tenho estado ao meu nível. As coisas não me estão a sair bem a mim, e à equipa, mas não podemos pensar individualmente. Se formos uma equipa, as coisas não se vão notar. Não estamos a conseguir, nem estamos a concretizar oportunidades, e fomos penalizados com um empate", defendeu o médio do FC Porto.
"Em teoria é tudo muito fácil. Temos de mostrar dentro de campo que somos melhores. Não fizemos as coisas da melhor forma para sairmos daqui com a vitória e dar um passo em frente nesta competição", acrescentou Moutinho a propósito do quinto ponto perdido pelo FC Porto no grupo G da fase de grupos desta edição da Liga dos Campeões.
Confrontado com o que terá faltado, o médio apontou: "Faltou muita coisa, faltou intensidade. O APOEL é uma equipa matreira, sabíamos que ia jogar no nosso erro, com jogadores rápidos na frente, foi eficaz, teve um remate e marcou, mas nós não conseguimos ser eficazes". Como "infelizmente", disse, o FC Porto saiu do Dragão com um resultado que não queria, a receita é simples: "Vamos, mais uma vez, levantar a cabeça no jogo que temos no campeonato [domingo, com o Nacional] para depois voltarmos a pensar nesta competição".

Em minutos está igual...

Moutinho assumiu ontem que não está bem, sendo que no único dado concreto que pode ser analisado na comparação com a última época, o tempo de jogo, não há registo para grandes diferenças. Por esta altura, com Villas-Boas, o médio somava 979 minutos de competição; este ano, com Vítor Pereira, contabiliza apenas mais 10. Mesmo na Selecção, há dois jogos completos de qualificação, podendo-se acrescentar apenas os 45 minutos que realizou no amigável desta época frente ao Luxemburgo.

Hulk

"Contávamos já estar na liderança"

Hulk voltou a marcar ao APOEL, mas desta vez o FC Porto não conseguiu vencer os cipriotas, para desalento do brasileiro. "Resultados destes acontecem... Infelizmente não correu como queríamos. Entrámos para ganhar, não conseguimos, e agora só nos resta seguir em frente e levantar a cabeça". Mais do que isso, Hulk assume que os jogadores do plantel - e não só - contavam já estar na liderança do Grupo G da Liga dos Campeões. "Não somos só nós. Toda a gente esperava que o FC Porto já estivesse na liderança deste grupo, até pelo trabalho que temos feito. Mas, como já referi, infelizmente não conseguimos vencer esta partida e acredito que fomos infelizes em alguns momentos do jogo. Tivemos algumas oportunidades, mas não conseguimos marcar mais golos. Apesar disso, é preciso dizer que os jogadores correram sempre, deram o máximo e só nos faltou mesmo a vitória", concluiu.

Helton critica árbitro

Apesar de ter sido considerado o melhor em campo, Helton não concorda com a apreciação e valoriza o colectivo. "Não foi o resultado que queríamos, mas a equipa até esteve bem", disse, deixando no ar críticas à equipa de arbitragem. "Não nos podemos agarrar a isso, mas a equipa de arbitragem não esteve bem em alguns momentos, como no final, quando o APOEL poderia ter marcado num lance em que o Rolando sofreu falta". O capitão admite que há coisas para corrigir e não quer recordar a última época. "O passado é cobrado".

Discurso directo

"Eles defenderam muito, tornando o jogo mais difícil. A pesar do resultado, a nossa confiança não sai abalada e temos todas as hipóteses de ganhar lá. Um jogo mau qualquer equipa tem"
James
"Há que assumir este mau resultado com responsabilidade e continuar a lutar. A equipa sentiu a responsabilidade de ganhar. Já estamos acostumados aos assobios quando os resultados não satisfazem"
Guarín
"Antes de começar o jogo, o empate saberia a vitória. Mas da forma como o jogo se desenvolveu não soube assim tão bem.Provámos mais uma vez que merecemos mais atenção, mais respeito."

Vítor Pereira

"Faltou-nos confiança e o APOEL defendeu"

Justificar os maus resultados do FC Porto com a ausência do goleador Falcao começa a ser redutor. À excepção do actual ponta-de-lança do Atlético de Madrid, Vítor Pereira decalcou o onze-base da época passada e foi o primeiro a reconhecer que a força do colectivo é que não funcionou contra o APOEL. "Não fizemos uma exibição conseguida. Estivemos intranquilos e a querer fazer as coisas muito depressa, sem paciência e pouca confiança a circular a bola. Mas o APOEL também não é uma equipa qualquer. Isso deve ser realçado. É uma equipa bem organizada, muito rápida e com jogadores perigosos nas transições ofensivas. Por outro lado, defendem com muita gente atrás da linha da bola, concedendo por isso poucos espaços", descreveu.
A forma de dar a volta à equipa cipriota sempre esteve na ponta da língua, mas nada funcionava na prática. "Tentámos chegar à baliza com muitos cruzamentos e remates exteriores, mas muitas vezes de forma precipitada e não conseguimos", desabafou o treinador dos portistas, apontando ao mesmo tempo para uma vitória em Chipre. "Está tudo em aberto no grupo e temos que ganhar lá de modo a rectificar este resultado. Assumimos que não foi um jogo conseguido da nossa parte, mas há que perceber que tipo de adversário tivemos pela frente esta noite", repetiu. Confrontado com as confissões frescas de João Moutinho, que assumiu não estar bem a nível individual, à imagem da equipa, Vítor Pereira reagiu com ponderação. "Faltam os resultados. Os resultados trazem a confiança e os bons jogos só se conseguem com confiança", atalhou.
Contas feitas, o FC Porto está mais do que nunca metido "num grupo complicado e muito equilibrado". "As equipas são muito iguais, cada uma com os seus argumentos. Este APOEL demonstrou por que razão ganhou em casa ao Zenit e pontuou com o Shakhtar", lembrou, reassumindo que o Walter da actualidade já faria falta na Liga dos Campeões. "Só que em Agosto deparava-se com um problema familiar. Contamos com o Walter e o Kléber fez um belíssimo jogo", vincou. Por último, deu razão aos assobios dos adeptos. "Nós trabalhamos para eles. Sentem o clube, mas vamos dar a resposta contra o Nacional", prometeu.
in "ojogo.pt"

FC Porto um a um


Helton 7

Figura inesperada ao cair do pano

O jogo acaba com uma defesa de Helton que evita o golo da vitória do APOEL. Quem diria que uma equipa cipriota poderia dispor de uma oportunidade destas em pleno Dragão? Mas só ficará surpreso quem não assistiu ao jogo. Helton é a figura inesperada por causa disso e de muito mais, porque, antes, já evitara outros golos, como no lance em que um passe errado de Otamendi (63') deixou isolado um adversário, levando o guarda-redes a pôr cobro ao perigo, ou outro em que Aílton cabeceou (86') perante a passividade de Guarín.
Contas feitas, Vítor Pereira bem pode agradecer a Helton este pontinho, escasso, é certo, mas de acordo com a fraca exibição de 12 dos jogadores - só Hulk e Helton escaparam. O capitão do FC Porto segurou o barco e evitou um daqueles resultados capazes de fazer afundar os objectivos. A defesa já nos descontos deixa tudo como estava...

Sapunaru 5
Teve uma oportunidade de golo nos pés (23'), mas saiu-lhe... um passe. A defender, conseguiu sair-se bem, de uma maneira geral, ainda que o APOEL não tenha atacado preferencialmente pelo seu lado.

Rolando 5
Acabou por se ver ligado ao golo do empate ao não se conseguir interpor para evitar o remate. Esteve atento às dobras e tentou ser a voz de comando de uma defesa demasiado intranquila. Fez falta e viu um cartão amarelo (48') na sequência de uma perda de bola do meio-campo.

Otamendi 4
Aíltodeu-lhe muito que fazer. Sentiu dificuldades a atacar a bola perante a pressão. Esteve precipitado. Uma perda de bola de Hulk (29') levou-o a cometer falta e a ver um amarelo, que o terá condicionado dali para a frente, mas está longe do central que se conhece.

Álvaro Pereira 4
Não é o mesmo Palito, está sem rasgo, sem pulmão, lento a recuperar e pouco empreendedor. Até os cruzamentos, que eram uma das suas imagens de marca, já não lhe saem bem. Continua a dar a impressão de não estar no seu melhor fisicamente e deixou de ter a preponderância que se lhe reconhecia a atacar.

Fernando 4
Entrou aos lances sem determinação e não teve a genica necessária para funcionar à frente da defesa. Demasiado macio no lance do empate (19'), caindo facilmente na finta de corpo de Aílton. Só as dobras defensivas (30' e 32') evitaram uma exibição para esquecer.

Guarín 4
Errou de mais, nos passes e nas desmarcações, provocando alguns calafrios à equipa. Não se movimentou como convinha para criar espaços, foi um jogador lento a recuperar num meio-campo que demonstrou pouco querer. Vítor Pereira corrigiu-o (38'), mas nada se alterou, irritando até os adeptos. Distraiu-se ao permitir um cabeceamento de Aílto(86'), num canto, que obrigou Heltoa aplicar-se.

João Moutinho 4
Longe do seu melhor, incapaz de fazer jogar, de criar ou abrir espaços, está sem o rasgo que o caracterizava e esteve longe de ser um jogador capaz de desequilibrar o adversário. Tentou um remate sem convicção (55') e foi esbracejando perante o marasmo que estava a presenciar, mas sem demonstrar capacidade para mudar o que quer que fosse. Saiu tarde.

Hulk 6
A equipa só conseguiu criar perigo com ele, que fez o golo (13') na primeira oportunidade. Depois, a bola nem sempre lhe chegou nas melhores condições para fazer mais, ainda que continue demasiadamente preocupado com as faltas, mais do que em jogar. Podia ter marcado em duas ocasiões (65' e 79'), mas a bola saiu ao lado.

James Rodríguez 4
Terá sido a pior, senão uma das piores exibições de James no FC Porto. Quase não se deu por ele, nem quando procurou espaço noutras posições. A substituição foi assobiada, mas não pela produção até aí...

Kléber 5
Sem o impacto desejado no ataque e sem peso na defesa contrária. De positivo, só um remate à meia-volta (12') e um cabeceamento (42'). Já depois da hora, chegou atrasado a um dos poucos cruzamentos decentes de Varela.

Varela 4
A missão era fácil: fazer melhor do que James, mas ficou-se pelos mínimos, registando-se, apesar de tudo, dois cruzamentos (79' e 90'+1') que, bem aproveitados, poderiam ter feito mossa.

Belluschi 4
Entrou, rematou no minuto seguinte e... afundou-se no jogo como os outros.

Defour 4
Entrou para o lugar de Moutinho e ninguém piou, mas acrescentou pouco de relevante, desperdiçando uma hesitação da defesa que lhe poderia ter permitido marcar (90'+2').

in "ojogo.pt"

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

FC Porto ganha na Madeira

TRIUNFO (32-28) A FECHAR A 8.ª JORNADA


O F.C. Porto venceu o Madeira SAD por 32-28, no jogo que marcou o encerramento da oitava jornada do Andebol 1. Ao intervalo, os tri-campeões nacionais já seguiam na frente (18-16), após uma primeira parte em que a turma portista comandou quase sempre o marcador, chegando por vezes a ter vantagens de 4 golos.

No segundo tempo os insulares reagiram, empataram a 20 golos (36 minutos) e mantiveram o jogo em aberto por mais 10 minutos, altura em que o FC Porto voltou a fugir no marcador, regressando a vantagens relativamente confortáveis de 3 golos.
No FC Porto, realce para a eficácia de Pedro Spínola, com 9 golos em 13 remates, e de Ricardo Moreira, com 6 golos em oito tentativas.
No Madeira SAD, que jogou apenas com 12 jogadores e desperdiçou quatro dos nove livres de sete metros de que dispôs, Nuno Silva, com 7 golos em 10 tentativas, foi o melhor.
Com este resultado, o FC Porto ascende ao quarto lugar, com 20 pontos, os mesmos que o Sporting que é terceiro, e menos 1 que o SL Benfica. O Águas Santas lidera com 23 pontos. O Madeira SAD é sétimo, com 16 pontos, os mesmos que o ABC de Braga, sexto.
in "record.pt"

Afinal, como ataca o Porto? Simples e ineficaz

O Maisfutebol olhou para o F.C. Porto-Apoel como um teste à qualidade ofensiva dos dragões, num cenário europeu. Vítor Pereira admitiu a necessidade de uma vitória na terceira jornada da Liga dos Campeões e os adeptos anteciparam uma noite de intensa pressão da formação portista.

Perceber como o Porto ataca ajuda a explicar o que funciona e o que falha nesta versão 2011/12. As ideias pré-concebidas assemelharam-se ao filme do jogo. Este F.C. Porto depende, em demasiada, das derivações de Hulk da direita para o centro, com remate.

Suspeitava-se ainda, e confirma-se, que Kléber não é serviço com regularidade pelo ar. Os dragões chegam poucas vezes à linha de fundo, com James (nada inspirado) e Hulk a preferirem o jogo interior. Sobrava Alvaro Pereira, em intensa produção à esquerda. Sapunaru, bem menos.

O meio-campo emperrou. Joga demasiado recuado, com Guarín e Moutinho e pisarem terrenos na linha intermediária para alimentar os flancos. Escassearam ideias num tridente onde Fernando continua ser, quase exclusivamente, um tampão.

O jogo começou pela esquerda. Sem ideias e com Hulk tapado, Alvaro Pereira é a solução. Este evita a linha de fundo e cruza. Uma vez, duas, três. Pelo meio, uma ideia, Moutinho, Guarín, desmarcação pelo chão. Kléber atira contra Chiotis. Coisa rara.

Ao oitavo minuto, Vítor Pereira tenta ajustar a estratégia. Fala com Hulk. Este transmite algo a Guarín. Sapunaru aparece na frente, centra para Kléber a meia altura. Bom remate, defesa para canto.

Hulk marca. Um livre de longe, uma bola parada, frango à mistura, golo. Durou pouco. Ailton empata. Volta tudo ao início.

O empate regressa para a repetição da fórmula. Demasiado simples e ineficaz. Primeiro, Alvaro cruza, ainda longe da área. Depois, aposta-se no lance típico de Hulk. Da direita para o centro, remate. Desviado. O brasileiro não desiste. Insiste na receita.

Pelo meio, alguns improvisos. Fernando remata de longe, por cima. Sapunaru cruza na direita, para o solitário Kléber. Depois, Guarín, também de longe. Sem ideias, o meio-campo do F.C. Porto recorre à meia distância.

A segunda parte não traz novidades. O Apoel agradece e irrita o adversário. Até Varela entrar, restam ensaios de fora da área. Guarín e Moutinho ficam-se pelas intenções, Hulk faz o seu movimento e origina por duas vezes a sensação de golo.

Vítor Pereira decide mexer, finalmente. Varela entra em campo, junta-se a Alvaro Pereira na esquerda e começa a carrilar jogo pelo corredor. Os dois cruzam como o F.C. Porto não cruzara até então.

Faltava, por essa altura, discernimento e concentração. E Walter, talvez. Defour teve a melhor oportunidade, num ressalto na área, mas foi até Hélton a segurar o empate, em cima do apito final.

Em suma, uma fórmula curta para observadores atentos. Poucas soluções para uma prova milionária.



in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-Apoel, 1-1 (destaques)

A figura: Hulk
Inaugurou a contagem no Estádio do Dragão, apesar de Chiotis recolher grande parte do protagonismo no lance. Continua a ser uma referência incontornável quando o jogo colectivo do F.C. Porto não produz efeitos. Esteve, contudo, longe de uma noite particularmente inspirada. O compatriota William Boaventura tapou grande parte dos caminhos e Hulk acabou por recorrer à jogada típica: derivação da direita para o centro e remate forte, à procura da felicidade. Por duas vezes, na etapa complementar, transmitiu mesmo a sensação de golo.

Desilusão: Guarín
Volta a demonstrar uma crescente tendência para jogar em baixas rotações, começando a seguir um caminho que promete irritar profundamente os adeptos do F.C. Porto a curto prazo. Entra em vários lances a passo, trata a bola com carinho quando se exige velocidade, as variações de ritmo parecem inexistentes, o meio-campo passa a ser um mero acessório na construção de jogo. Regressou à Liga dos Campeões depois de cumprir dois jogos de castigo pela expulsão na Supertaça Europeia mas, pelo que demonstrou, podia ter atrasado o retorno ao onze. Otamendi podia entrar neste espaço, face aos erros acumulados ao longo do encontro. Fica-se pela menção.

Momento: minuto 18
Ailton gela o Estádio do Dragão. Hulk colocara o F.C. Porto em vantagem com um enorme contributo de Chiotis, na sequência de um pontapé colocado mas aparentemente controlável. Antecipou-se, naquele momento, uma noite sossegada para os portistas. Ao minuto 18, contudo, foi Ailton contra o Mundo. E Ailton venceu. O brasileiro passou por Fernando à entrada da área, rematou rasteiro, a bola passou entre as pernas de Rolando e cruzou caminho para bater Hélton. Susto no Dragão. Um susto duradouro.

Outros destaques

Hélton
Dividiu protagonismo final com Hulk. Poderia mesmo ter sido a figura do encontro, uma vez que evitou a derrota do F.C. Porto num par de contra-ataques venenosos do Apoel, quando os dragões arriscavam tudo para chegar à vantagem. A última imagem é sintomática. Ailton recebeu a bola na área, ao segundo poste, mas Hélton saiu da baliza e evitou o 1-2 com uma enorme mancha.

Kléber
Esforçado. Regressou à competição depois da lesão contraída na jornada anterior da Liga dos Campeões. Pode queixar-se da falta de jogo à sua medida, contando-se pelos dedos os cruzamentos para a sua zona ao longo de grande parte do encontro. Ainda assim, entrou bem e esteve perto do golo. Incansável, tentou apresentar-se como alternativa para os ataques recorrentemente individualizados do F.C. Porto. Em vão.

Alvaro Pereira
Municiou grande parte do jogo ofensivo da formação portista. A fórmula era evidente: Hulk a fintar de um lado, Alvaro Pereira a correr e cruzar do outro. O lateral uruguaio correu vários quilómetros, assumindo a iniciativa quando poucos o faziam, mas as coisas nem sempre correram bem.

Varela
Bela entrada em campo. Revitalizou o flanco esquerdo, substituindo um James Rodriguez em noite não. Olhando para trás, poderia ter entrado mais cedo.

Ailton
Belo jogador. Provocou erros de Otamendi e Rolando, acabando mesmo por anular a desvantagem do Apoel de Nicósia com um belo trabalho e remate cruzado, ao minuto 19. Já antes, conseguira entrar na área do F.C. Porto com uma jogada pela linha de fundo. Continuou a provocar desequilíbrios, mantendo a defensiva contrária em sentido.



in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-Apoel, 1-1 (crónica)

O F.C. Porto não passou na prova dos nove. A equação que estava a ser desenhada no pós-descalabro de S. Petersburgo exigia prova categoria na rainha das competições. As vitórias sobre Académica e Pêro Pinheiro foram um sinal de melhoria a pedir confirmação. Não surgiu, num jogo em que o futebol portista esteve estranhamente nervoso e não chegou para bater o Apoel Nicósia (1-1).

Dois descuidos deram dois golos e abriram um jogo no qual se previa uma superioridade portista. O primeiro, mais grave, foi de Chiotis, guarda-redes do Apoel, com uma abordagem amadora ao livre de Hulk. Marcador aberto, poderia respirar fundo o F.C. Porto. Por pouco tempo. Se marcou aos 13, sofreu aos 18, em nova falha de concentração, agora de Fernando que deu a Aílton todo o tempo e espaço para fazer brilhar o seu talento. Jogo empatado. Baralha e volta a dar.

Vítor Pereira tinha apostado no onze previsível, fazendo regressar Guarín e Kléber. Pela frente estava um Apoel organizado, com um bom avançado, quatro jogadores de médio plano em Portugal e mais alguns desconhecidos. Uma equipa certinha que não devia ser obstáculo a este F.C. Porto, mas vai fazendo pela vida na Champions.

Aliás, depois do empate a melhor ocasião do segundo tempo até foi dos cipriotas, num cabeceamento de Oliveira a rasar o poste. O Apoel acaba por ser a antítese dos seus barulhentos adeptos: futebol com pezinhos de lã, passando entre as gotas de chuva sem fazer estrondo. Quando se dava por eles, estavam a tentar incomodar Helton que, ainda assim, não fez uma única defesa na primeira parte.

Dois tiros de Hulk e um susto no final

O nervosismo portista passou muito pela fraca capacidade de criar jogo ofensivo, pese a esmagadora posse de bola. Guarín, displicente e muito recuado, foi mais problema que solução. Moutinho está longe daquilo que é capaz e James passou por uma noite menos feliz. Sobrava Hulk. Que é «Incrível», mas nem sempre chega.

Pertenceram, porém, ao brasileiro as principais investidas portistas no segundo tempo. Jogadas típicas, com movimento da direita para o centro e disparo. Falhou a pontaria. Um deles até não foi por muito, mas valeu o mesmo. Obviamente, é pouco. Quando as melhores ocasiões do F.C. Porto frente a uma equipa como o Apoel Nicósia surgem de dois remates de longe que nem acertaram na baliza, percebe-se o deserto de ideias.

Vítor Pereira poderá, também, ter pensado que a solução chegaria mais tarde ou mais cedo. Só mexeu na equipa a meia hora do fim, talvez com a memória no jogo com o Shakhtar, quando o banco não foi preciso para desbloquear igual resultado. Desta vez foi tarde e Varela, Belluschi e, depois, Defour não fizeram subir a equipa conforme se pedia. O golo ficaria a centímetros. Aqueles que faltaram a Kléber para empurrar o centro venenoso de Varela, nos descontos.

O F.C. Porto não abdicou do estilo até ao final, mas não encontrou o abre-latas. O Apoel não se desmoronou. Jogou com o relógio, assustou de bola parada e somou mais um pontinho. Tão inesperado como aquele que foi ganho em Donetsk. E só não foram três porque Helton salvou a equipa em cima do apito final. Quando termina a primeira volta, lideram surpreendentemente.

Para os portistas, complicam-se as contas. Quatro pontos em três jogos não é horrível, mas dá que pensar, até porque só resta um jogo em casa. O F.C. Porto vai ter de vencer em Nicósia. E mostrar muito mais futebol.



in "maisfutebol.iol.pt"


Belluschi renova, Guarín ainda não

PÉROLAS SÃO PARA SEGURAR



Fernando Belluschi vai renovar o seu contrato com o FC Porto, ainda esta semana, por mais duas temporadas, até 2015. Os dragões procuram, assim, segurar as suas pérolas e, nesse sentido, o contrato de Fredy Guarín também será prolongado, mas este processo, ao contrário do do argentino, não ficará resolvido no imediato.
Num dossiê em tudo idêntico ao de Alvaro Pereira, também a folha salarial de Belluschi será melhorada, não estando prevista qualquer alteração na cláusula de rescisão, que permanece fixada nos 30 milhões de euros. Ainda no que toca ao Samurai – alcunha pela qual Belluschi é conhecido –, refira-se que o médio ainda não é titular indiscutível, mas só ele participou em todos os jogos esta época.
in "record.pt"

Surpresa com intenção de queixa do Standard Liège

«SITUAÇÃO EM VIAS DE SER SOLUCIONADA»



O FC Porto mostrou-se surpreendido com a atitude do Standard de Liège, que ameaçou fazer queixa por ainda não ter recebido os valores acordado nas transferências de Mangala e Defour.
"Estamos surpreendidos com a atitude do Standard de Liège, uma vez que a situação está em vias de ser solucionada", disse à agência Lusa uma fonte dos "dragões".
Outra fonte próxima do processo contactada pela Lusa adiantou que o FC Porto ainda não terá recebido as verbas da transferência de Falcao e Ruben Micael para o Atlético de Madrid, podendo ser esse o motivo do atraso do pagamento aos belgas.
De acordo com uma nota publicada no sítio oficial do clube belga, o FC Porto prometeu pagar os valores acordados "até ao final da semana que findou", a 7 de outubro, quando os "dragões" falaram com o diretor geral do Standard, Pierre François.
"Apesar desta promessa de pagamento - já tardia - nenhum valor foi pago pelo FC Porto. O Standard de Liège vai iniciar imediatamente os procedimentos que se impõem junto das instâncias competentes", lê-se no comunicado.
in "record.pt"

Capitães à volta do líder

Os minutos que antecederam o treino de ontem ficaram marcados por uma conversa de Vítor Pereira com os quatro capitães de equipa - Helton, Hulk, Rolando e João Moutinho. No entanto, o treinador desvalorizou a importância do momento na conferência de Imprensa. "Não foi nada de especial. Estivemos a falar sobre a gestão do tempo e horários. Nada de muito importante", referiu.


in "ojogo.pt"

Renovação para blindar Otamendi


Além da renovação de Belluschi, cujo processo detalhámos na edição de ontem, o FC Porto vai ainda fechar, nos próximos dias, o novo contrato de Otamendi. No caso do central argentino, a revisão do vínculo vai fazer-se acompanhar do aumento da cláusula de rescisão, que clube e jogador entendem estar desfasada.
Contratado em Agosto do ano passado, o internacional pela Alviceleste está blindado por 15 milhões de euros, número que está ao alcance de várias equipas europeias que têm seguido o seu percurso no Dragão e que podem fazer chegar uma proposta definitiva à SAD azul e branca.
Reforçando a protecção de Otamendi, os portistas ganham margem negocial futura, uma vez que está posta de parte, actualmente, a negociação do jogador de 23 anos; é bom lembrar que o campeão nacional já investiu oito milhões de euros no argentino, valor recorde por um central. Otamendi tem justificado essa quantia em campo, tendo sido importante para o ciclo vitorioso de Villas-Boas e reforçando o seu estatuto com Vítor Pereira.
É, além disso, titular da selecção argentina e um dos jogadores mais promissores na sua posição, ao ponto de ter sido já ventilado o interesse de clubes como o Roma e o Málaga no seu concurso.
Com contrato até 2015, Otamendi vai dar um salto na sua folha salarial, passando a auferir um vencimento mais consentâneo com um contrato longo e uma cláusula avultada. Os pormenores ainda estão em segredo e nenhuma das partes os desvenda, mas um colaborador do agente FIFA Marcelo Simonian estará esta semana na Invicta para fechar uma operação que está a ser preparada há alguns meses.

in "ojogo.pt"

Standard avança com queixa


O Standard de Liège anunciou ontem, através do seu sítio, que vai apresentar queixa contra o FC Porto nas "instâncias competentes" devido ao alegado incumprimento no pagamento das transferências de Mangala e Defour. O clube belga referiu que o FC Porto prometeu proceder ao pagamento durante a semana passada, algo que não se terá verificado. "O FC Porto respondeu aos telefonemas do nosso Director-Geral no dia 7 de Outubro, sexta-feira, para anunciar o pagamento dos valores relativos às transferências de Mangala e Defour no decorrer da semana que passou", escreveu o clube no seu sítio antes de detalhar o que pretende fazer. "Apesar desta promessa de pagamento - já tardia -, nenhum valor foi pago pelo FC Porto. O Standard de Liège vai iniciar imediatamente os procedimentos que se impõem junto das instâncias competentes."
Entretanto, e segundo a agência Lusa, que cita uma "fonte ligada ao FC Porto", os azuis e brancos ficaram espantados com esta tomada de posição do clube belga. "Estamos surpreendidos com a atitude do Standard de Liège, uma vez que a situação está em vias de ser solucionada." Ainda segundo outra fonte próxima do processo, novamente contactada pela Lusa, o motivo deste atraso "pode" estar relacionado com a possibilidade de o FC Porto ainda não ter "recebido as verbas das transferências de Falcao e Rúben Micael para o Atlético de Madrid".
Recorde-se que o Standard já tinha denunciado, a 26 de Setembro, o atraso do FC Porto nos pagamentos relacionados com as transferências de Defour e Mangala, que custaram 12,5 milhões de euros aos dragões.

Primeiro clube de James reclama pagamento

O FC Porto nada tem a ver com isso, mas não deixa de ser uma história curiosa em que James Rodríguez está envolvido. O seu primeiro clube - Academia Tolimense - reclama que o Envigado, para onde o prodígio se mudou em 2005, nunca pagou nada pelo passe do jogador ou pelos direitos de formação. "Praticamente roubaram-nos o James. Foi connosco a Medellín e, como foi figura, goleador e campeão, o sr. Upegui, dono do Envigado, falou com a família e não nos teve em conta", disse Yul Calderón, director da Academia, ao jornal "El País". Entretanto, o coordenador da formação do Envigado diz que, além de dinheiro, foram oferecidos equipamentos, facto que a Academia desmente. Quanto ao pai do jogador, diz que o negócio foi feito com a mãe, mas mais uma vez a Academia nega e diz que ambos sabiam e que o Envigado ainda lhes ofereceu emprego.

in "ojogo.pt"

«Walter sempre fez muitos golos», diz empresário

O empresário de Walter diz que o FC Porto tem razões para confiar no avançado brasileiro e que só por motivos extra-futebol passou por dificuldades no Dragão.

«O Walter sempre marcou muitos golos, desde os sub-15. Acredito muito nele, teve alguns problemas extra-futebol, como todos sabem, mas agora está bem», disse Theodoro Fonseca, em declarações prestadas à Antena 1.



in "abola.pt"

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Vítor Pereira pede paciência: «O Shakhtar perdeu-a...»


Treinador diz que é essencial trabalhar a bola e fazer uma pressão alta para vencer um Apoel que ainda não perdeu


Referindo que a normalidade do F.C. Porto é ganhar, e por isso o jogo com o Apoel é mais em que só a vitória constituirá um bom resultado, Vítor Pereira não deixou de alertar para o perigo que constitui a formação cipriota. E sobretudo alertou para a necessidade dos adeptos serem pacientes.

«O Apoel é uma equipa que surpreendeu o Zenit em casa, que surpreendeu o Shakhtar em Donetsk, é uma equipa organizada, que está com o mesmo treinador há cinco anos e já tem alguma experiência de Liga dos Campeões», começou por referir Vítor Pereira. «Joga muito compacta e muito solidária.»

Vítor Pereira: se fosse hoje, Walter seria inscrito

Treinador explica exclusão do jogador da Champions



Walter, um caso notável de eficácia, fica de fora do F.C. Porto-Apoel por não ter sido inscrito na Liga dos Campeões. Depois do póquer do brasileiro ao Pêro Pinheiro para a Taça de Portugal, Vítor Pereira explicou essa decisão, para dizer que o avançado é hoje um jogador diferente.

«A decisão que tomámos na altura teve a ver com o Walter da altura. O que vos garanto é que o Walter hoje é um jogador diferente, não é o mesmo Walter daquela altura. Hoje é um jogador mais confiante, que trabalha muito bem, que nos transmite confiança e qualidade», afirmou o treinador.

Por isso não tem reservas em afirmar que hoje não hesitaria em inscrever Walter na Champions. «Na altura as decisões que tomámos tiveram a ver com o Walter dessa altura.» Veio então a pergunta sobre se Walter seria inscrito se a decisão fosse tomada agora. «Sim, seria inscrito», disse.




«Rolando tem qualidade e carácter»

Vítor Pereira sai em defesa do central, depois dos jogos infelizes na selecção nacional, e diz-se orgulhoso de um jogador assim


O duplo compromisso da Selecção Nacional fez cair sobre Rolando uma série de dúvidas: acusado de duas exibições infelizes, com influência directa nos golos adversários, o central do F.C. Porto ficou subitamente muito sujeito à crítica. Vítor Pereira, porém, sai em defesa do jogador.

«O Rolando é um jogador de grande qualidade, de grande carácter, que dá muito à nossa equipa. Só posso falar sobre o que faz no F.C. Porto e aqui dá tudo ao colectivo. É um Rolando que nos honra e nos orgulha, dá tudo por esta equipa. Estamos muito satisfeitos por ter um Rolando no nosso plantel.»

Encerrada esta questão, partiu-se então para outras: Kléber, por exemplo. O brasileiro regressa após três semanas de ausência por lesão, estará por isso com ritmo para ser decisivo? «O Kléber vai estar ao melhor nível, vai dar uma boa resposta. É esse Kléber que eu espero amanhã.»

Houve também Iturbe: não foi inscrito na Champions, e não poderia jogar por isso mesmo, mas lesionou-se em Sintra, na goleada sobre o Pêro Pinheiro. Naquela que foi a estreia. Foi duro? «Ele está cheio de vontade de recuperar o mais rápido possível para voltar a estar pronto para nos ajudar.»



in "maisfutebol.iol.pt"




Guarín: «Reencontrar Falcao foi muito bonito»


Médio do F.C. Porto diz que os une uma amizade muito grande e que os jogos da selecção são agora ainda mais especiais


O jogo da Colômbia com a Bolívia permitiu a Guarín reencontrar Falcao. O avançado, curiosamente, resolveu o encontro com um golo nos descontos, mas antes disso ainda teve tempo de matar saudades do médio do F.C. Porto. «Pude viajar com ele aqui do Porto e foi uma sensação muito bonita», disse.

«Somos muito amigos, partilhamos muito no futebol e na vida pessoal, os dois mais o James. Poder encontrar-me com ele no aeroporto e viajarmos juntos foi muito bom», disse Guarin, que já tinha saudades. «às vezes queremos mudar de ambiente, ele tomou a decisão de ir para o At. Madrid e espero que seja feliz.»



in "maisfutebol.iol.pt"

FC Porto continua forte


O confronto entre FC Porto e Académica, na primeira jornada da Liga Portuguesa, foi, tal como no ano passado, um duelo equilibrado. Na última época, a turma estudantil foi a única a travar os dragões em todo o campeonato e foi ainda capaz de os eliminar na Taça de Portugal. "Tem tudo a ver com a qualidade das equipas. É verdade que fomos a única equipa que contrariou o FC Porto, mas não há grandes explicações racionais para isso", afirma o capitão dos estudantes Fernando Sousa.
Na análise ao adversário de domingo, o extremo não encontra grandes fragilidades no FC Porto, apesar dos erros dos primeiros 20 minutos de jogo. "Ainda estamos no início da época, é uma fase de treino para depois fazer ajustes, talvez seja esse o ponto fraco, mas isso é comum a todas as equipas", lembra.
Fernando Sousa, que já defrontou os campeões nacionais por diversas vezes, acredita que a continuidade de quase todos os jogadores é o ponto forte do FC Porto. "Eles têm uma equipa muito parecida com a do ano passado, com maturidade e muita experiência. São os grandes favoritos ao título, têm grande equipa, tal como o Benfica", conclui.

Primeiro MVP é Andrade

Carlos Andrade, do FC Porto foi o jogador mais valioso da primeira jornada da Liga, com 31 pontos de valorização. Na vitória frente à Académica (95-76), o extremo contabilizou 25 pontos, seis ressaltos, três roubos de bola e duas assistências.

in "ojogo.pt"

Outro cubano no Dragão


Daymaro Salina é o segundo cubano no andebol português, tendo assinado contrato por dois anos com o FC Porto. O pivô tem no guarda-redes e compatriota Alfredo Quintana - chegado em Março ao Dragão -, que conhece desde os 15 anos, um bom suporte na adaptação a esta nova etapa da carreira. "Ele tem-me ajudado muito. Conheço o Quintana desde os 15 anos, quando começámos a jogar. Tem sido muito importante, já me levou a conhecer a cidade, a zona do rio, que já sei que se chama Douro. Deu para ver que o Porto é uma cidade muito bonita, com pessoas simpáticas e amáveis, pelo menos aquelas com quem falei", diz Daymaro a O JOGO.
Com 2 metros e 103 kg, este internacional de Cuba está já à disposição de Ljubomir Obradovic, que passa agora a ter uma terceira opção no posto de pivô, juntando-se a Tiago Rocha e Ricardo Pesqueira no plantel dos tricampeões nacionais. "Aqui o trabalho é mais exigente, há uma grande diferença em relação àquilo a que estava habituado. Mas julgo que tenho trabalhado bem", refere o atleta, sentindo-se, "preparado para fazer um bom trabalho", ainda que admita "algum nervosismo" à medida que a possibilidade de se estrear se aproxima.
De resto, Daymaro, que já estava há uns dias a treinar com o plantel, considera o FC Porto "uma equipa maravilhosa, com muita qualidade e composta por grandes jogadores", tendo objectivos claros: "Quero ser campeão. O FC Porto já perdeu dois jogos? Mas está tudo em aberto, nada que mude o pensamento e aquilo que quero é ganhar o campeonato".
Com 58 internacionalizações, Daymaro esteve no Mundial da Croácia, em 2009 - tal como Alfredo Quintana - e conhece, portanto, grandes palcos. Ainda assim, o Dragão Caixa não lhe passou despercebido. "É um pavilhão muito bonito e com grandes condições de trabalho", avaliou, falando num "grande ambiente" quando a conversa se transferiu para o Estádio do Dragão, onde esteve a assistir ao FC Porto-Benfica.

Não contam como estrangeiros

Passando o FC Porto a ter um atleta sérvio (Nenad Malencic) e dois cubanos (Alfredo Quintana e Daymaro Salina), surgiu a questão: quantos jogadores estrangeiros podem ter as equipas portuguesas de andebol? Henrique Torrinha, presidente da Federação de Andebol de Portugal, dissipou as dúvidas. "Este ano mudámos as regras e as equipas que jogam nas competições europeias podem ter dois atletas não comunitários, isto para lhes dar mais possibilidades de competir lá fora, com outros argumentos", começou por dizer Torrinha.
Relativamente aos atletas cubanos, o líder federativo revelou que "as federações de Cuba e Portugal assinaram um protocolo", pelo que os atletas oriundos daquele país jogam nas mesmas condições dos atletas nacionais, não ocupando vagas de estrangeiro. "Temos de ir aos países emergentes e Cuba está a abrir-se ao mundo e tem grandes desportistas", explicou.
Assim, o FC Porto acaba até por ter uma vaga de estrangeiro ainda por preencher no seu plantel.

Mais soluções a pivô e na defesa

Com Ricardo Pesqueira, de apenas 19 anos, em fase de aprendizagem e amadurecimento, o FC Porto tinha em Tiago Rocha o único pivô pronto para as grandes exigências de um tricampeão. Com a chegada de Daymaro Salina, os dragões reforçam aquela posição, tornando o plantel mais consistente e dando mais possibilidades ao técnico Ljubomir Obradovic. Além disso, Daymaro é igualmente um defensor, ajudado pelos seus dois metros de altura, o que vem também dar mais força a um sector que tem sido a imagem de marca da equipa portista e que, está época, ainda não alcançou a forma desejada.

in "ojogo.pt"