terça-feira, 13 de março de 2012

Rodríguez quer ir para o Grémio

GARANTIA DO IRMÃO DO URUGUAIO


Cristian Rodríguez será um jogador livre no final desta temporada, pois termina a sua ligação ao FC Porto. A possibilidade de renovar com os dragões chegou a estar em cima da mesa, mas o uruguaio pretende prosseguir carreira noutras paragens. Clubes interessados nos seus serviços não faltam, mas o esquerdino já definiu a sua preferência. Ainda assim, é nas mãos do seu empresário, Paco Casal, que coloca o seu futuro.
“Em junho ele ficará livre e tem a hipótese de ir para o Inter de Milão. Ele pode prosseguir carreira em Itália, na Turquia ou no Brasil, mas sei que ele gostaria muito de jogar no Grémio”, revelou Rodrigo Rodríguez, irmão do Cebola, em declarações à Rádio Guaíba. “No Brasil ele ficaria mais perto da família, do seus país e é por isso que gostaria de jogar no Grémio”, prosseguiu o familiar.
Em todo o caso, o desejo de Rodríguez pode não ser concretizado, pois a decisão de escolher o seu próximo clube caberá ao empresário. Isto, segundo garantia dada pelo referido irmão. “O Inter de Milão trabalha muito com o empresário do Cristian, que é o mesmo do Alvaro Recoba, do Diego Forlán... Por isso, a hipótese de ele ir para o Inter tem de ser tida em conta. O último a saber destas situações é sempre o jogador. Ele quer ir para o Grémio, mas se o seu empresário não quiser, não tem como fugir à sua decisão. O Cristian respeita muito o seu empresário, com quem trabalha há muito tempo”, concluiu Rodrigo Rodríguez.
in "record.pt"

MODALIDADES: RESULTADOS DA FORMAÇÃO

Conheça aqui os resultados do fim-de-semana das equipas de formação de andebol, basquetebol e hóquei em patins.

ANDEBOL

Domingo
Campeonato Nacional de Juniores 1.ª Div., 1.ª fase
SC Espinho–FC Porto, 23-31

Campeonato Nacional de Juvenis 1ª Div., 1.ª fase
EA Moimenta Beira–FC Porto, 23-43

BASQUETEBOL

Sexta-feira
Campeonato Nacional Sub20, 2.ª fase Norte
Desportivo de Leça-FC Porto, 74-62

Domingo
Torneio Nacional Sub14A, 1.ª fase A
FC Porto–BC Vila Real, 52-58

HÓQUEI EM PATINS

Sexta-feira
Campeonato Nacional Juvenis Norte A
FC Porto–Óquei de Barcelos, 4-1
Marcadores: Álvaro Morais (2), João Almeida e Diogo Seixas

Sábado
Campeonato Nacional Juniores Norte B
Gulpilhares-FC Porto, 6-12
Marcadores: Renato Castanheira (2), Telmo (4), Tomás Castanheira (5) e Miguel Costa

Campeonato Nacional Juvenis Norte B
AD Viana-FC Porto, 3-5
Marcadores: Álvaro Morais (2), Diogo Seixas (2) e João Almeida

Campeonato Nacional Iniciados Norte B
Infante de Sagres–FC Porto, 1-5
Marcadores: Rato (2), Dinis (3)

Campeonato Nacional Infantis Norte A
ED Viana-FC Porto, 0-7
Marcadores: João Lima, Alexandre Barreira, Nuno Ferreira e Hugo Santos (4)

in "fcp.pt"

Varela antecipa regresso ao ativo

Varela recomeçou ontem a treinar-se no Olival. Ainda com limitações, naturalmente, mas a fazer prever que a sua recuperação será mais rápida do que se previa, entre três semanas, na melhor das hipóteses, a quatro ou até mais, pois foi-lhe diagnosticada uma rotura. 

Mas em menos de 15 dias - lesionou-se a 26 de fevereiro, no jogo com o Feirense - o extremo portista já está a fazer trabalho de campo.

Não é provável que Varela esteja disponível até ao jogo com o Nacional, fica já em aberto é a possibilidade de poder ser mobilizado para a partida seguinte, com o Benfica, agora para a Taça da Liga, marcado para o dia 20. 

De fora continuam também Fernando, Djalma, jogadores que são hoje novamente reavaliados, mais Danilo e Emídio Rafael.

in "abola.pt"

Castro: «Andar emprestado já não faz sentido»

Em destaque no Sp. Gijón, médio português quer afirmar-se.


André Castro volta a ser a figura do momento no Sp. Gijón. Foi um golo do médio português que derrotou o Sevilha (1-0) e colocou um ponto final na série de sete jogos sem vencer. Muito acarinhado na cidade asturiana, o jogador dos quadros do F.C. Porto sente que esta é uma época de afirmação.

«Andar emprestado já não faz sentido. Quando acabar a época terei 24 anos. Tenho de me afirmar. Tenho feito boas épocas quando sou emprestado, tanto no Olhanense como no Sporting, e agora algo tem de se decidir. Não se trata de uma exigência, mas não é bom andar sempre emprestado. Nunca sabemos onde vamos estar na época seguinte», diz o médio ao Maisfutebol.

Portista de corpo e alma, Castro sente condições para integrar o plantel azul e branco. «Acredito que posso lugar por um lugar. Jogo numa Liga forte. Estão aqui muitos portugueses, e alguns com dificuldades para jogar com regularidade. Eu tenho jogado», destaca.

Para já o médio português concentra-se em ajudar o Sp. Gijón a garantir a permanência, como fez no jogo com o Sevilha. «Foi um golo e uma vitória muito importantes, para dar ânimo à equipa e acalentar a esperança. Esta era a primeira final. Tudo é possível. Este clube merece a permanência. Estamos em penúltimo lugar e o estádio está quase sempre cheio. Espero que esta vitória sirva de alavanca», deseja.

Seleção, o sonho que já esteve tão próximo

A Seleção Nacional é uma meta que esteve bem perto de ser alcançada, e que continua no horizonte. O médio já foi chamado por Paulo Bento, mas procura ainda a primeira internacionalização, com o Europeu à vista. «Estar lá seria um sonho. O mister Paulo Bento está atento ao trabalho de todos, pelo que vou continuar a trabalhar. Era uma grande alegria», diz o jogador do Sp. Gijón, que desempenha uma posição que parece estar ainda em aberto, no que diz respeito às opções finais do selecionador. «Espero que existam lugares em aberto, para alimentar o sonho. Só ter essa possibilidade já é bom», acrescenta.

Castro debruçou-se também sobre as contas da Liga portuguesa, nesta conversa com o Maisfutebol, manifestando a convicção de que o título vai ficar no Dragão. «Está a ser um grande campeonato, muito equilibrado. Mas penso e espero que o F.C. Porto seja campeão. Acompanho sempre os jogos. Isto é o coração a falar, mas também é do que tenho visto. Tem tudo para ser campeão, e acredito nos meus colegas», afirma o jogador, que elogia a postura do Sp. Braga: «O título é possível, pois estão a apenas um ponto. É candidato, e há que dar-lhes os parabéns, pois têm surpreendido de ano para ano.» 

in "maisfutebol.iol.pt"

Ressacas com mensagens públicas

OS JOGOS-CHAVE DA ÉPOCA


A semana começou com os portistas a lamberem feridas longe de olhares alheios. Técnicos e jogadores não tiveram grandes motivos para sorrir no treino de segunda-feira. Recordamos-lhe as mensagens em jogos-chave.
Ressacas com mensagens públicas:
"Sabemos qual é o nosso valor" - Após igualdade frente ao Feirense (0-0).
Vamos continuar a trabalhar com alegria e de cabeça levantada. Tivemos 45 minutos em que os conseguimos encostar às cordas - Depois do empate com o Benfica (2-2).
Falta-nos alma de equipa. Uma equipa que quer resolver as coisas individualmente não é uma equipa. Não podemos ficar à sombra da bananeira em relação ao que se ganhou na época passada - Após jogo perante o Apoel (1-1).
Tenho confiança nesta equipa. Grande atitude e caráter. É este o caminho a seguir - Depois da igualdade frente ao Zenit (0-0).
Grande jogo... Fizemos um grande jogo. Portanto, agora o importante é manter o nível - Após triunfo sobre o Benfica (3-2).
in "record.pt"

Djalma pára um mês

SOFREU UMA ROTURA MUSCULAR NA FACE POSTERIOR DA COXA DIREITA 



A suspeita começou a ganhar forma assim que Djalma se agarrou à sua perna direita nos minutos finais do jogo contra a Académica. O angolano, de 24 anos, seria a mais recente vítima de uma lesão muscular do plantel azul e branco? A confirmação chegou ontem de manhã. Sim, Djalma sofreu uma rotura muscular na face posterior da coxa direita e deverá ficar afastado da competição durante cerca de um mês.
O período de paragem expectável pode ser alargado ou encurtado ligeiramente de acordo com a capacidade de regeneração dos tecidos musculares do próprio jogador, uma imprevisibilidade potenciada ainda pelo facto de o FC Porto não ter revelado no seu boletim clínico o grau da lesão.
in "record.pt"

Moncho sem medo

Fechada mais uma ronda do campeonato, as atenções viram-se agora para a Final a 8 da Taça de Portugal, que se começa a disputar depois de amanhã em Fafe. A abrir, o FC Porto vai ter pela frente o Barreirense, existindo a possibilidade de, nas meias-finais, defrontar o Benfica, o que significaria a disputa de dois clássicos no espaço de uma semana - para a liga os dois rivais têm encontro marcado para dia 24. Porém, Moncho López não entra no campo das hipóteses. "Só me interessa o real, não os 'ses'. Se isso acontecer, se houver dois jogos seguidos com o Benfica, os jogadores vão estar preparados", garantiu o técnico ao site do FC Porto.
Independentemente dos adversários, Moncho López só quer pensar em recuperar um troféu que conquistou em 2010, no Entroncamento: "No início da temporada traçámos vários cenários, que passavam por vencer todas as competições. Queríamos vencer a Supertaça, o que conseguimos, queremos vencer o campeonato - que é a nossa obsessão -, e queremos vencer a Taça de Portugal".
Quinta-feira, os dragões e o conjunto da Margem Sul vão reeditar a final da Taça Hugo dos Santos, de Janeiro, que terminou com o triunfo azul e branco no último segundo. Moncho deixa elogios à formação do compatriota António Herrera, classificando-a de "muito bem orientada, organizada e cheia de talento". "É um adversário a ter em conta", reforçou o espanhol, que, se se sair vitorioso, arrecada o seu sétimo troféu ao serviço dos dragões.

in "ojogo.pt"

Pedro Spínola MVP da 1ª jornada

Pedro Spínola foi o primeiro MVP da fase final do Nacional de andebol. O lateral-direito do FC Porto fez sete golos, em dez remates, e três assistências, todas com golo, no empate dos portistas a 24 golos frente ao Madeira SAD. Os azuis e brancos têm ainda o guarda-redes Alfredo Quintana no sete ideal, que se completa com dois atletas do Sporting (Frankis Carol e Ricardo Dias), outros dois do Águas Santas (Pedro Cruz e Nuno Pimenta) e um do ABC (Miguel Sarmento).

in "ojogo.pt"

Fernando fora do puzzle

O empate com a Académica não deixou apenas marcas pontuais. Fernando saiu lesionado e, apurou O JOGO, dificilmente recuperará para a Choupana. A extensão da contusão sofrida no joelho direito prevê um tempo de recuperação superior ao desejado, ao ponto de, pelo menos ontem, se colocar também em dúvida a visita à Luz, na próxima terça-feira. Ontem, Fernando fez apenas tratamento.
Com Souza e Guarín há muito fora do plantel, a solução para a substituição do Polvo sairá da "fórmula Standard". Defour é o favorito, mas também há Mangala, que voltou aos treinos sem limitações.
Ambos foram utilizados em Liège por Lazlo Boloni no papel de trinco, mas Rolão Preto, adjunto do romeno, explicou a O JOGO por que escolheria Defour como substituto ideal de Fernando: "Mangala é um bom recuperador, rápido e agressivo, mas tem dificuldade em jogar para a frente. E, numa equipa como o FC Porto, isso é obrigatório. Defour tem desvantagem nas bolas altas, mas é o mais indicado para desenvolver um estilo de futebol à FC Porto, mais apoiado e em ataque continuado", referiu.
Com esta dupla técnica, o Standard experimentou as duas soluções. Mangala foi o primeiro. "Depois da saída de Fellaini para o Everton, apostámos no miúdo. Teria uns 17 anos. Jogava ele e, à frente, o Defour e o Witsel", recorda. Aliás, foi para trinco que o agora central foi contratado pelo Standard. "É trinco de formação, mas nós entendemos que tinha todas as características de um central", sublinha.
Na segunda metade da época, o francês passou para a defesa e Defour recuou no terreno. Mas não foi o único. "Mudámos também o triângulo: Defour e Witsel mais recuados e o De Camargo à frente", lembrou Rolão Preto. "Alta rotação" era o que via nesta dupla, que compara aquilo que, juntos, Defour e João Moutinho podem fazer. "São dois jogadores rotativos, que vão buscar jogo, constroem, mudam de posição e fazem girar a bola. Se estiverem bem, para mim, deveriam ser eles a jogar sempre", surpreende. E Fernando? "Uma equipa como o FC Porto não pode ficar presa a um só jogador. Ao Falcao talvez, porque faz a diferença pelos golos que marca. Agora ao Fernando... Acho que se a equipa, de vez em quando, tem quebras é pelas dificuldades que sente em marcar golos e pelas fragilidades que não eram habituais nos centrais. Não me parece que seja pela falta do Fernando", continua.
As dificuldades de adaptação que Defour está a sentir são naturais. "Além de ser um país novo e uma língua desconhecida, chegou ao FC Porto numa época em que tudo mudou. Mudou o treinador, os jogadores, os desafios. E, claro, tem uma concorrência diferente da que tinha no Standard", justifica, certo de que "com continuidade e ritmo certo" pode pegar de estaca na equipa. No fundo, garante, trata-se de "um jogador à imagem de Moutinho, embora este chegue mais à frente e remate mais."

Belga é talismã e ganha quase sempre que é titular

Durante cinco meses, Defour foi uma espécie de talismã para Vítor Pereira: sempre que era titular o FC Porto ganhava. O empate a zero na receção ao Zenit quebrou a regra, mas foi em Barcelos que o belga provou pela primeira vez o duro sabor da derrota num jogo que iniciou. Contas feitas, o saldo é amplamente positivo: nove vitórias, um empate e uma derrota. Como trinco nunca foi primeira opção, mas contra o Setúbal e agora com a Académica já foi chamado a fechar o miolo na companhia de João Moutinho. Agora deve ter essa responsabilidade a tempo inteiro. Ele que, desde a chegada de Lucho, não voltou a ser titular. Nos últimos oito jogos soma apenas 175 minutos.

Erick Mombaerts

"Mangala tem rotinas como trinco"

AMS

O selecionador dos sub-21 da França só utilizou Mangala como central, mas já o viu atuar algumas vezes à frente do quarteto defensivo, quando o reforço portista jogava no Standard de Liège. Por isso, lembra a Vítor Pereira que tem ali uma boa alternativa para número 6. Em declarações a O JOGO, Erik Mombaerts diz que Mangala tem rotinas na posição e características ideais para substituir o Polvo. "Não me admirava nada que pudesse fazer essa posição porque tem características e rotinas para isso. Já fez alguns jogos no Standard de Liège como número 6. Considerando a lesão do Fernando, usar o Mangala seria uma boa aposta, até porque não estou a ver no plantel do FC Porto outro jogador com características para o fazer", referiu, explicando o seu raciocínio. "Atendendo à forma como o FC Porto atua no seu setor mais recuado, com os laterais a subirem muito e os centrais a abrirem para cobrir esse espaço, o trinco recua bastante, funcionando quase como terceiro central, uma espécie de sentinela da defesa. Ele é rápido e atlético e isso permite-lhe cobrir várias zonas do terreno, caindo em cima do médio-ofensivo ou do avançado do adversário. ", frisou.

in "ojogo.pt"

Polvo apontado ao Inter de Milão de... Villas-Boas

A notícia não é propriamente nova, mas ontem foram-lhe acrescentados alguns pormenores interessantes: caso André Villas-Boas assuma o comando técnico na próxima temporada, o Inter de Milão poderá reforçar-se no Dragão, tendo James Rodríguez e Fernando como alvos bem identificados para ajudar a construir um plantel que permita recolocar a equipa na rota dos títulos. A Imprensa transalpina de ontem insistia no interesse no trinco, apontando para um negócio a rondar os 20 milhões de euros. A cláusula do Polvo, recorde-se é de 30 milhões. Porém, haveria um dado novo: o FC Porto pretendia incluir o médio-ofensivo Ricardo Alvarez na transação. Alvarez, de 23 anos, chegou esta época a Itália proveniente do Vélez Sarsfield e custou 12 milhões de euros. Soma três internacionalizações pela seleção principal da Argentina e 22 jogos pelos nerazzurri, em todas as competições e é visto como uma peça importante no futuro do clube.

in "ojogo.pt"

Empresário desvaloriza "amuo" de Rolando

Central não escondeu o desagrado por ter sido substituído por Vítor Pereira, durante a segunda parte do FC Porto-Académica, quando os dragões perdiam. Cardoso da Silva considera que se está a fazer uma "tempestade num copo de água". 



Cardoso da Silva, representante de Rolando, lamenta a "tempestade num copo de água" que está a ser feita em torno da reacção do defesa quando foi substituído durante o FC Porto-Académica.

O central não escondeu o desagrado por sair durante a segunda parte do FC Porto-Académica do passado sábado e que terminou com um empate a uma bola. Rolando já tinha sido substituído no jogo anterior, com o Benfica, também no decurso da segunda parte.

Apesar do cenário, o empresário de Rolando explica que se tratam de episódios que acontecem no calor do jogo.
"São coisas do futebol. Às vezes, há momentos menos bons, mas ele está bem, calmo. Aconteceu no calor do jogo. A equipa estava a perder. Talvez por isso, reagiu dessa forma, mas hoje já deverá estar arrependido", diz Cardoso da Silva, numa entrevista aBola Branca, na qual transmite ao jogador uma mensagem de tranquilidade.
"Uma pessoa não pode ser analisada por um dia, porque há todo um trajecto em causa. Desde 2003 que é titular. Primeiro no Belenenses, depois no FC Porto. Acho que estão a fazer uma tempestade num copo de água", frisa o representante.

Cardoso da Silva aposta em vitória azul e branca na ChoupanaFrente ao Nacional, o FC Porto vai apresentar-se desfalcado de várias unidades. Cardoso da Silva acredita que, "como quase sempre acontece nos momentos-chave", Rolando e toda a equipa vão corresponder com uma vitória na Choupana.
"É uma equipa forte psicologicamente e, nos momentos certos, raramente falha. Na semana passada, o FC Porto reagiu da forma que reagiu na Luz. Estou convencido que o FC Porto acabará por trazer os três pontos da deslocação à Choupana, com maior ou menor dificuldade", conclui Cardoso da Silva.
in "rr.pt"

Seis emprestados brilham numa jornada de pé quente

Não deixa de ser curioso, irónico até, que num fim de semana em que o FC Porto arrancou a ferros o golo do empate caseiro com a Académica, seis dos 20 jogadores de campo que os dragões emprestaram também tenham marcado.
Primeiro foi Castro, no sábado, e, depois, Walter, Souza, Atsu, Sérgio Oliveira e Edú a faturarem no domingo desportivo. Todos venceram os jogos, ao contrário do clube com o qual têm contrato. Já agora, como curiosidade, refira-se que Ernesto Farías - esse mesmo, El Tecla que já fez parte dos quadros dos dragões - assinou um hat trick no triunfo do Independiente no terreno do Boca Juniors.
Castro está em situação complicada no campeonato espanhol. O Sporting Gijón até trocou de treinador - Javier Clemente rendeu Manuel Preciado - mas o médio continua a ser um dos indiscutíveis do penúltimo classificado da liga espanhola. Castro marcou o único golo no importante triunfo sobre o Sevilha [ver também página 31].
No domingo, Souza estreou-se com a camisola do Grémio e fez o primeiro golo de cabeça da carreira, ajudando à goleada por 5-0 ao Novo Hamburgo, em partida da Taça Farroupilha (campeonato gaúcho). Ainda no Brasil, Walter, que no Dragão andava zangado com os golos desde outubro, abriu o marcador do Cruzeiro no triunfo sobre o Vila Nova para o "Mineirão". Porém, também foi expulso perto do final. ..
Por cá, Atsu voltou a ser a grande figura entre os cedidos do FC Porto. O extremo foi o melhor jogador em campo no triunfo do Rio Ave sobre o Setúbal, num passo importante para assegurar a permanência. Atsu fez o 1-0 e esteve na origem do 3-0, de autoria de Yazalde.
Na Liga Orangina, mais dois golos de jovens portistas. Sérgio Oliveira, que começou a época no Malines, da Bélgica, onde não foi muito feliz, fez o segundo golo do Penafiel (vitória 2-1 sobre o Arouca). O médio-ofensivo, conhecido por ter uma cláusula de 30 milhões, já marcou três golos na equipa que ainda se mantém na luta pela subida e que conta ainda com Diogo Viana e Vítor Bruno, que também passaram pelo FC Porto. Finalmente, Edú, médio que foi campeão nacional nos sub-19, na época passada, manteve a veia goleadora ao marcar na vitória do Trofense sobre o Moreirense.
Os outros cedidos não marcaram e alguns até nem jogaram, como Guarín que só se deve estrear pelo Inter no próximo fim de semana. Em todo o caso, a maioria cumpre os desígnios dos empréstimos: jogar com regularidade e "crescer". Casos de Beto (Cluj), Kieszek (Roda), Ventura (Olhanense), Fucile (Santos), Miguel Lopes (Braga), Ivo Pinto (Leiria), David Bruno (Trofense), Sereno (Colónia), André Pinto (Olhanense), Abdoulaye (Académica), Addy (Panetolikos), Soares (Arouca), Belluschi (Génova), Pedro Moreira (Gil Vicente), Kelvin (Rio Ave) e Ukra (Braga).


Base de recrutamento para a equipa B ou valorizar para vender

São mais de vinte os jogadores que o FC Porto emprestou, quase todos a emblemas que disputam o principal escalão nos respetivos campeonatos. David Bruno e Edú (Trofense), Soares (Arouca) e Sérgio Oliveira (Penafiel) são as exceções. Os mais jovens foram rodar para ganhar experiência e alguns devem regressar ao FC Porto na próxima temporada para integrar o plantel da equipa B. Edú é um deles, tendo já sido informado disso mesmo pelos responsáveis azuis e brancos. Kelvin, Atsu e David Bruno podem seguir-lhe as pisadas. Outros poderão render alguns milhões, como são os casos de Guarín e Belluschi. Mas também de Fucile - o Santos tem direito de opção - ou Beto - o Cluj já manifestou interesse em contratá-lo a título definitivo.

3 questões: Christian Atsu, jogador do Rio Ave, emprestado pelo FC Porto

"Prefiro ser cedido a ir para a equipa B"


1 - Fez esta semana mais um golo a somar a uma série de boas exibições. Regressa ao FC Porto na próxima época?

Ainda não sei se volto. Já se falou disso, mas não sei. É bom estar a fazer bons jogos e faço-os com o objetivo de voltar. Mas sei que não será fácil. Neste momento, ainda não tenho espaço na equipa, mas o FC Porto está a observar-me, e espero tê-lo na próxima época. As boas exibições deixam-me mais perto disso.

2 - Prefere regressar para ser usado na equipa B ou continuar emprestado?

O que prefiro é jogar na primeira equipa do FC Porto, porque só assim fico perto de ser convocado para a seleção do Gana, que é um dos meus sonhos. Se for para ir para a equipa B, se calhar prefiro outro ano de empréstimo a uma equipa da primeira divisão. Este está a ser muito importante para mim. Estou a trabalhar arduamente e a crescer.

3 - Que tipo de feedback tem recebido durante este empréstimo por parte do FC Porto?

Não tenho tido feedback. Dão-me os parabéns quando faço bons golos, mas, além disso, ninguém fala comigo. Não sei o que estão a pensar sobre esta minha época, mas sei que têm bons planos para mim e por isso não é importante se falam comigo ou não. Estou concentrado no Rio Ave e na evolução da minha carreira.

in "ojogo.pt"

Grémio convida dragões

O Grémio de Porto Alegre, onde joga Souza por empréstimo, convidou o FC Porto para a inauguração do seu novo estádio, o "Grémio Arena". No Brasil o jogo já é projetado como um duelo entre Hulk e o Gladiador (Kléber, o mesmo que esteve com um pé no Dragão no início de 2010), estando agendado para dezembro, com duas possibilidades de data, 9 ou 16. Nessa altura há campeonato nacional e as provas europeias estão na fase decisiva, o que poderá inviabilizar a viagem dos portistas ao Brasil. Nesta altura, já está concluída mais de metade de obra.

in "ojogo.pt"

Conversa de 40 minutos

Vítor Pereira já disse em conferência de Imprensa tudo o que pensa sobre a lentidão e a falta de agressividade na primeira parte contra a Académica e, por isso, optou por não o repetir na habitual palestra que precede o primeiro treino da semana. Ainda assim, a conversa com o grupo foi mais longa do que o habitual e o treino começou com quase 40 minutos de atraso. Tudo para passar ao grupo uma mensagem de otimismo e confiança. O FC Porto continua líder e a depender apenas de si próprio para ser campeão pelo que o empate não pode desmoralizar as tropas, defendeu o técnico junto do grupo. Recuperar o otimismo decorrente da vitória na Luz e reforçar o moral da equipa foi o grande enfoque do discurso.
A palestra também abordou aspetos técnico-táticos, alguns deles corrigidos durante a mesma. Uma conversa, garantem a O JOGO, dentro dos padrões habituais. Ao contrário do que aconteceu por alturas da última derrota interna da época - em Barcelos -, desta vez Vítor Pereira não se terá queixado de falta de atitude, nem terá sido especialmente crítico. Foram 40 minutos de discurso tranquilo e comunhão de ideias entre o grupo, que reconheceu erros na última partida e, tal como o treinador, também está confiante numa resposta imediata.
Às 11h10 os jogadores subiram finalmente ao relvado para começar a treinar. Nos rostos, nenhum sinal de incómodo. Pelo contrário: surgiram de sorriso largo. Os 15 minutos abertos decorreram num ambiente descontraído, sendo até visíveis algumas brincadeiras.
À disposição de Vítor Pereira estiveram apenas 19 jogadores, e três deles guarda-redes. A confirmar-se o quadro clínico que afastou Varela, Danilo, Fernando e Djalma da sessão, a que se junta o castigo de Hulk, então a convocatória para o Nacional terá de incluir um júnior, uma vez que apesar de restarem 18 elementos, um deles é o terceiro guarda-redes: Kadú. E isso incluindo já os regressos de Mangala e Iturbe, excluídos da última partida. Para substituir o castigado Hulk, Vítor Pereira deve optar pela experiência de Cristian Rodríguez, que não saiu do banco no último jogo.

Sapunaru já operacional, Djalma longe do regresso

Além de Fernando, Vítor Pereira também não pode contar com Djalma na visita ao Nacional. O extremo angolano tem uma rotura muscular na face posterior da coxa direita e ficará afastado durante algum tempo. Pelo contrário, Sapunaru recuperou rapidamente da contusão sofrida na perna direita e já ontem treinou com toda a normalidade. É opção, embora não se saiba se será titular.

in "ojogo.pt"

segunda-feira, 12 de março de 2012

"GANHAR A TAÇA É MUITO IMPORTANTE PARA NÓS"

Com o primeiro lugar da fase regular quase consolidado, em função do triunfo sobre o Vitória de Guimarães e da derrota do Benfica em Ovar, Moncho López direcciona as atenções da equipa para a Final 8 da Taça de Portugal. A partir de quinta-feira, em Fafe, os Dragões tentam recuperar o troféu, e o Barreirense, o adversário nos quartos-de-final, só lhe merece elogios.

Não é prioridade, ou até essencial, porque o fundamento de toda a época portista assenta na revalidação do título, mas a recuperação da Taça, conquistada em Março de 2010, no Entroncamento, é um objectivo abertamente assumido por Moncho. Se o conseguir, o treinador galego somará o sétimo troféu em pouco mais de dois anos.

Taça de Portugal é o troféu a recuperar?
É para ganhar, naturalmente. É um dos nossos grandes objectivos. No início da temporada, traçámos vários cenários, que passavam por vencer todas as competições; depois, dividimos esse objectivo geral em vários: queríamos vencer a Supertaça, o que conseguimos, queremos vencer o campeonato - que é a nossa obsessão -, queremos vencer a Taça de Portugal. Este ano tínhamos uma especial vontade de conquistar a Supertaça, e mantemos essa atitude para a Taça, também muito importante para nós.

O Barreirense é, uma vez mais, o adversário. E é uma equipa que normalmente causa dificuldades ao FC Porto...
O Barreirense é uma equipa muito bem orientada, muito bem organizada e cheia, cheia de talento. O treinador chegou há pouco ao campeonato principal e já está a mostrar a sua competência. Pôs o Barreirense a praticar um excelente basquetebol, como foi possível ver na Taça Hugo dos Santos, quando eliminou o Benfica nas meias-finais. É um adversário a ter conta.

Existe a probabilidade de defrontar o Benfica nas meias-finais, o que, a acontecer, será o primeiro de dois clássicos no espaço de uma semana.
Sou sincero: não gosto muito de falar de hipóteses. É claro que respondo à questão, até dentro do respeito que tenho pelo vosso trabalho, mas só me interessa o real, não os “ses”. Se isso acontecer, se houver dois jogos seguidos com o Benfica, os jogadores vão estar preparados. A nossa equipa treina muito, e treina em alta intensidade, com altas cargas de trabalho e esforços máximos. Para nós, não será um problema fazer dois jogos em pouco tempo contra um rival, um adversário forte. Até porque será uma realidade que vamos encontrar nos playoffs. Não é nada de novo, não é especial. Agora, há que pensar que, primeiro, temos que vencer o Barreirense.



in "fcp.pt"

F.C. Porto: Mangala apto, Fernando e Djalma de fora

Varela faz trabalho condicionado no relvado


Mangala já trabalhou sem limitações nesta segunda-feira, dia em que o F.C. Porto começou a preparar a visita ao Nacional, em jogo da 23ª jornada da Liga. O central francês é menos uma preocupação para o departamento médico, que desde o jogo com a Académica tem mais dois «clientes»: Fernando e Djalma.

O médio brasileiro apresenta uma contusão no joelho direito, tal como tinha sido adiantado no sábado, e no caso do avançado angolano confirma-se uma rotura muscular na face posterior da coxa direita. Ambos fizeram tratamento nesta segunda-feira.

Varela também já pisa a relva, mas ainda a trabalhar de forma condicionada. Danilo continua em tratamento à lesão no ligamento lateral interno do joelho esquerdo, enquanto que Emídio Rafael permanece em repouso.

Os «dragões» voltam a treinar na manhã desta terça-feira (10h30), no centro de treinos, com os primeiros quinze minutos abertos à comunicação social.
in "maisfutebol.iol.pt"

SUB15 SOMAM 26.ª VITÓRIA CONSECUTIVA

A equipa Sub15 do FC Porto venceu, neste domingo, no mini-estádio do Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, o Vitória de Guimarães, por 5-0, em jogo da quarta e antepenúltima jornada da segunda fase do Campeonato Nacional de Juniores C.

Com este triunfo, a equipa orientada por António Folha elevou para 26 o número de vitórias consecutivas no cômputo das duas fases da prova. João Gonçalo, Leandro, Bruno Costa e Luís Mata, que bisou, foram os autores dos golos do FC Porto, que ao intervalo já vencia por 2-0.

Os Dragões lideram a Série B, com 12 pontos, mais cinco do que o Braga, que é segundo.



in "fcp.pt"

Estado de alerta

ÚLTIMA EXIBIÇÃO FEZ SOAR AS CAMPAINHAS



Incapacidade, falta de dinâmica e ausência de agressividade foram acusações que Vítor Pereira dirigiu aos seus jogadores no final do jogo com a Académica, tão surpreendido que ficou com a falta de atitude até ao intervalo. Não foi a primeira vez que mostrou o seu desagrado, mas nunca neste contexto. O FC Porto entrou em campo como líder isolado na Liga Zon Sagres e embalado pelo triunfo na Luz, mas isso não foi suficiente para projetar a equipa para uma boa exibição e um resultado tranquilo.
De 3 pontos, a vantagem na tabela foi reduzida para 1, esvaziando a margem de erro e Vítor Pereira sabe o que o espera até ao final do campeonato. Das oito jornadas que faltam, cinco serão disputadas fora de portas, sendo que uma das partidas em casa é diante do Sporting.
in "record.pt"

Gestão de risco

PLANTEL MAIS CURTO SUSCETÍVEL A PROBLEMAS



Uma gestão com pinças, mas ainda assim arriscada. Vítor Pereira dirige um plantel mais curto do que o habitual após as movimentações do fecho de mercado e, por isso, mais suscetível às limitações criadas por problemas físicos ou castigos inoportunos.
O caso desta semana é exemplar: são apenas quatro os dias úteis de trabalho entre a receção à Académica e a visita ao Nacional, tendo a equipa técnica de preparar-se para a ausência de Hulk na Choupana, por ter visto o 5.º cartão amarelo – quando essa limpeza de cadastro faria mais sentido na próxima partida em casa, contra o Olhanense – e esperar que as lesões sofridas por Fernando, Djalma e Sapunaru sejam recuperáveis a breve trecho.
A reavaliação será feita esta manhã, mas o facto de o tempo de recuperação ser curto até à Madeira, seguindo-se nova deslocação à Luz para a Taça da Liga, vai certamente consumir alguns neurónios a Vítor Pereira, sobretudo depois de a posição confortável saída do clássico ter sido comprometida.
in "record.pt"

Defour para todo o serviço

DEIXOU DE SER TITULAR APÓS DERROTA EM BARCELOS



Pode parecer estranho em condições normais, mas no FC Porto acontece que um médio sem aspirações a quebrar o triângulo intocável da titularidade (Fernando, João Moutinho e Lucho) acaba por ter um papel crucial no plantel. Em face das movimentações do fecho de mercado, Steven Defour assume-se como alternativa única quando é preciso mexer no meio-campo.
Por isso, a lesão de Fernando obrigou a que o ex-Standard, de 23 anos, fosse chamado a entrar em campo ainda no primeiro tempo, frente à Académica, e emerge como chave-mestra para compor a zona intermediária dos azuis e brancos se o brasileiro não conseguir recuperar a tempo da batalha da Choupana.
A inteligência tática de Defour é um argumento forte a seu favor e chegou a dar a Vítor Pereira a ideia de que poderia mudar o paradigma do meio-campo através da sua presença. Todavia, rapidamente Fernando reconquistou o seu espaço e a referência posicional à frente da defesa voltou a ser indispensável. Mesmo assim, o preenchimento de espaços do belga foi excelente face à Briosa, dado que permitiu o 3x3x4 da cavalgada final sobre a baliza de Peiser sem que o equilíbrio fosse perdido na retaguarda.
Tendo sido vítima do descalabro em Barcelos, onde foi titular pela última vez, Defour adaptou-se à função de especialista a sair do banco: foi utilizado em 7 vezes nos últimos 8 jogos oficiais do FC Porto e sempre com o estatuto de suplente utilizado.
in "record.pt"

Corrida ao título: o que falta ao FC Porto

Os pontos quentes do último terço da época


A reta final da época para o FC Porto tem os pontos teoricamente quentes distribuídos. Os dragões já têm apenas a Taça da Liga, além do campeonato. Para essa prova voltam à Luz a 21 de março, uma semana depois da visita ao Nacional, outro momento de exigência alta, em teoria, na Liga. 

A 7 de Abril têm a visita a Braga. Duas semanas mais tarde, dois jogos seguidos de alta rotação: nos Barreiros, a 29 de Abril, e a receção ao Sporting, para a penúltima jornada da Liga. Dos dez jogos que faltam para a Liga, o FC Porto tem quatro em casa e seis fora.

Calendário do FC Porto

Nacional-FC Porto, 23ª jornada Liga, 18/3

Benfica-FC Porto, meia-final Taça da Liga, 21/3

P. Ferreira-FC Porto, 24ª jornada Liga, 25/3

FC Porto-Olhanense, 25ª jornada Liga, 1/4

Sp. Braga-FC Porto, 26ª jornada Liga, 7/4

[Final Taça da Liga, 14/4]

FC Porto-Beira Mar, 27ª jornada Liga, 22/4

Marítimo-FC Porto, 28ª jornada Liga, 29/4

FC Porto-Sporting, 29ª jornada Liga, 6/5

Rio Ave-FC Porto, 30ª jornada Liga, 13/5

in "maisfutebol.iol.pt"

Adiar os golos virou um hábito

Ao fim de 22 jogos disputados no campeonato, há uma tendência que há muito se define e tem ganho contornos ainda mais sólidos nas últimas semanas: o FC Porto tem por norma entrar "a dormir" nos jogos e é muito mais forte nas retas finais. Foi na segunda parte que a equipa marcou 65% dos 51 golos da época. E 18 destes (35%) surgiram nos últimos 15 minutos, período em que a equipa é mais fértil e que já permitiu salvar 5 pontos para um total de 13 acrescentados na segunda parte a empates registados ao intervalo: Setúbal, Marítimo, Leiria e Feirense (em casa), Beira-Mar e Benfica (fora); e à derrota parcial contra a Académica no último desafio. Neste caso, apenas um ponto.
O número de golos no último quarto de hora iguala o total obtido na primeira parte dos jogos. E a prova de que a equipa raramente entra disposta a matar o jogo cedo são os (apenas) três golos marcados nos primeiros 15 minutos.
Mais um dado a dar força à teoria: 14 dos resultados da equipa nestas 22 jornadas melhoraram após o intervalo. Sete mantiveram-se e apenas um piorou.
Depois da derrota por 3-1 em Barcelos (2-0 ao intervalo), acreditou-se que o grito de revolta de Vítor Pereira teria espantado definitivamente a apatia habitual em cada início de partida. Puro engano. Em dois dos três jogos seguintes, os dragões voltaram a entrar "a dormir" e só uma valente "injeção de cafeína" ao intervalo acordou os jogadores a tempo de se evitarem males maiores. A insistência em facilitar previa dissabor semelhante ao que aconteceu com a Académica, embora a reação após o intervalo tenha permitido salvar um ponto em período de descontos, bem melhor do que no dito jogo contra o Gil Vicente.
Curioso é o facto de cinco dos sete jogos em que recuperação tardia foi possível terem sido disputados no Dragão, o que dá a sensação de que a equipa aborda o jogo de forma mais rigorosa quando joga fora de casa e está num ambiente em que, teoricamente, é mais difícil vencer.

Braga também "relaxado" mas não guarda tudo para o fim


Tal como o FC Porto, também o Braga costuma deixar para a segunda parte a resolução das partidas. Os Guerreiros do Minho são mesmo a equipa que mais pontos conquistou nas segundas partes (17), mas ao contrário do FC Porto não guardam tudo para o fim: só um ponto foi conquistado nos últimos 15 minutos. Já para o Benfica a diferença é gritante. Em igual número de golos (51), os encarnados marcam 51% no primeiro tempo e nunca "sacaram" pontos perto do apito final. Por isso, têm "apenas" oito golos nos últimos 15 minutos, menos 10 do que o FC Porto.

Relógio desequilibrado 


No segundo melhor período em termos de pontaria, o FC Porto marca apenas metade dos golos que tem no último quarto de hora. Neste relógio nota-se tendência para primeiras partes em crescendo, mas de pouca eficácia quando comparadas com as segundas.

Equilíbrio foi parte do sucesso de Villas-Boas


Uma equipa a tempo inteiro parece ter sido parte significativa do segredo do FC Porto de André Villas-Boas para conquistar o campeonato com apenas três empates consentidos em 30 jornadas. Os golos marcados quase não poderiam ter sido repartidos de forma mais equitativa: 36 no primeiro tempo contra 37 após o intervalo, sem que haja um "pique" enorme em nenhum dos seis quartos de hora dos jogos. O mais profícuo foi o compreendido entre o minuto 30 e o 45, mas 16 golos não representam uma fatia tão exagerada como os 18 que a equipa de Vítor Pereira já leva no último quarto do jogo.
Para se ter uma noção da dimensão deste número, basta referir que, com Villas-Boas, o FC Porto só marcou 14 golos nesse período, menos quatro do que agora, mas no total de 30 jogos, quando agora só ainda estão disputados 22.
Resolver os jogos na segunda parte é um hábito que já vem da época passada, mas os adeptos nunca desesperaram tanto. Com Villas-Boas, o FC Porto conquistou 18 pontos após o intervalo, mas 16 deles no período compreendido entre os 45 e os 75 minutos. Só contra a Naval, na primeira jornada, Hulk marcou já perto do fim. O susto surtiu efeito: nunca mais o FC Porto chegou a uma fase tão adiantada sem que este não estivesse já praticamente arrumado.
Se alargarmos a contagem aos jogos de todas as competições (e foram 58!) a regra não muda. Os dragões fizeram 70 golos após o intervalo, mas recolheram ao descanso já com 67, o que volta a provar que, apesar da maioria dos jogadores ter transitado de ano, este é um problema recente.
Se fizermos outro tipo de leitura, o resultado é o mesmo: a equipa de Villas-Boas melhorou 16 vezes o resultado após regressar do balneário. Isso representa 53% dos jogos, contra os 64% de agora.

Vítor Pereira partilha com James maior mérito das recuperações


Tal como nos jogos contra Leiria, Feirense e Benfica, também contra a Académica Vítor Pereira foi decisivo para resgatar pontos ao marasmo em que a equipa estava caída. Foi do banco que surgiram os primeiros sinais de inconformismo, com substituições arrojadas e um risco grande assumido na procura da vitória. Esta foi, por exemplo, a quarta vez que o técnico lançou Djalma para lateral-direito e que usou dois pontas-de-lança em simultâneo. Além disso, prescindiu outra vez de um central.
Além de Vítor Pereira, também James tem estado em destaque nos pontos ganhos nos finais dos jogos. O colombiano foi diretamente responsável pelas vitórias já referidas, sempre com um golo e uma assistência.
Ao treinador pede-se agora que consiga que a equipa pratique aquilo que, por palavras, já apregoou algumas vezes: um jogo conseguido por inteiro. "A nossa primeira parte foi horrível. Demonstrámos uma apatia que não é própria de quem quer revalidar o título", disse após a derrota de Barcelos. Ou, "demos 45' de vantagem à Académica. Na primeira parte não existimos como equipa", apontou anteontem.

3 questões: Rogério Gonçalves, Treinador

"Há tendência para facilitar..."


1 Como se explica o apagão do FC Porto depois de uma grande vitória na Luz?

Às vezes, por defrontar uma equipa teoricamente mais acessível, os jogadores relaxam um pouco. A Académica fez um golo, evitou ao máximo o do FC Porto, moralizou-se e foi acreditando nela própria. Depois as coisas tornaram-se naturalmente mais difíceis porque entretanto o bloco da Académica baixou e os espaços ficaram muito mais reduzidos.


2 A que se devem as constantes más entradas da equipa?

Em primeiro lugar deve dizer-se que hoje as equipas pequenas já não são assim tão pequenas e que nenhum adversário vai ao Dragão já derrotado. Mas o que acontece é que os jogadores, perante um adversário mais fraco, facilitam um bocado. Por isso é que quem conseguir dominar melhor a parte mental, consegue melhores desempenhos.


3 É correto depreender que quanto mais apertados estiverem na luta pelo título, melhor estará o FC Porto?

É verdade que estarão mais despertos. São excelentes jogadores, grandes profissionais e estão sempre disponíveis para trabalhar, mas terão consciência que um deslize lhes pode roubar o título. Costumo dizer que a aproximação de pontos é uma pressão positiva. Quando se está mais folgado há tendência a facilitar.

in "ojogo.pt"

A época negra de Rolando

Esta temporada está a revelar um Rolando diferente, depois de um defeso agitado. O central do FC Porto tem tido reações que não se lhe conheciam, a última das quais no jogo com a Académica, quando não conteve o descontentamento pela substituição ordenada por Vítor Pereira. Rolando já tinha sido substituído na Luz, "provando" ali uma sensação que nunca tinha experimentado, mas de que o coletivo acabaria por beneficiar com os três pontos conquistados. No entanto esta temporada tem sido anormal por mais motivos para o central, que já recebeu ordem de expulsão em três jogos, algo que nunca tinha acontecido na sua carreira. De positivo sublinham-se os três golos, curiosamente todos ao V. Guimarães - dois na Supertaça e um na Liga.


in "ojogo.pt"

Antero Henrique volta ao banco na Choupana

Antero Henrique, o diretor geral da SAD do FC Porto, já poderá sentar-se no banco de suplentes na partida com o Nacional, uma vez que o castigo de um mês termina hoje. Recorde-se que Antero Henrique foi castigado com um mês de suspensão e 1500 euros de multa na sequência de incidentes ocorridos com o diretor desportivo do Leiria, Rodolfo Vaz, no túnel do Estádio do Dragão, após o final do jogo entre as duas equipas. Por isso, Antero ficou na bancada em quatro jogos: Setúbal, Benfica, Feirense e Académica. O saldo foram três vitórias e um empate.


in "ojogo.pt"

Ausência de Hulk é só a ponta do icebergue

O FC Porto perdeu dois pontos contra a Académica, mas também saiu desse jogo sem Hulk para a deslocação à Choupana, de sexta-feira. O brasileiro, recorde-se, viu o quinto cartão amarelo e terá de cumprir um jogo de suspensão. Mas os efeitos colaterais do jogo com os Estudantes não devem ficar por aqui, a confirmarem-se as ausências de Fernando, Sapunaru e Djalma, trio que sofreu consequências físicas do encontro da 22ª jornada.
Vítor Pereira corre sérios riscos de não contar com qualquer um dos três lesionados, a quem se juntam Danilo, Mangala e Varela. Seis baixas que restringem, e muito, as opções para o jogo com os madeirenses. É certo que os jogadores ainda serão reavaliados hoje, dia de regresso ao trabalho, mas, neste momento, as perspetivas de os recuperar a tempo não são muito elevadas.
Começando pela ausência de Hulk, percebe-se que os "sucessores" naturais do Incrível - Varela e Djalma - estarão provavelmente fora de combate, pelo que a primeira dor de cabeça de Vítor Pereira passará por encontrar uma solução que limite ao máximo os efeitos na dinâmica ofensiva a utilizar com o Nacional. Djalma será reavaliado, mas havendo a suspeita de uma lesão muscular na face posterior da coxa direita, as hipóteses de uma recuperação estão longe de ser as melhores.
Outra questão não menos premente passa por colmatar a ausência de Fernando, que saiu antes do intervalo do embate com a Académica, a contas com uma contusão no joelho esquerdo. Aqui, Defour e Moutinho são as alternativas, até porque o plantel não tem outro médio com características semelhantes. Sobra, aliás, apenas Lucho para completar o setor intermediário.
Em termos defensivos, e partindo do princípio que Sapunaru também não recupera, o técnico do FC Porto deverá optar por voltar a desviar Maicon para a direita e compor a dupla de centrais com Rolando e Otamendi, uma vez que Mangala - embora tendo reintegrado os trabalhos de forma limitada - ainda não deverá estar em condições para entrar nestas contas.

Cristian Rodríguez "empurrado" para a titularidade na Choupana


Sem Hulk e com a provável ausência de Djalma, que se deverá juntar à de Varela, Vítor Pereira fica sem grandes alternativas para as alas, devendo ter de recorrer a James e Cristian Rodríguez para compor a equipa na Choupana. Curiosamente, e na ausência de Hulk esta época, por lesão, Vítor Pereira nunca optou por colocar os dois sul-americanos nas alas, preferindo juntar James na direita e Varela na esquerda em três jogos e colocar Varela na direita e Cristian Rodríguez na esquerda, noutra vez. Cebola (direita) e James (esquerda) só foram titulares frente ao Rio Ave, mas com Hulk no eixo.

Indisponíveis


Fernando

É um dos indiscutíveis

Fernando soma 1433 minutos de jogo no campeonato, tendo sido titular nos 16 jogos a que foi chamado. O Polvo é por isso um dos cinco jogadores mais utilizados por Vítor Pereira esta época, o que traduz bem a importância que tem na equipa.

Djalma

Tem peso nas opções

É um jogador de que Vítor Pereira não prescinde, tendo sido titular numa fase importante do final de 2011, até ter de representar Angola na Taça das Nações Africanas. Cinco vezes titular, soma 510 minutos no campeonato, mas não marcou.

Sapunaru

Estava a recuperar

A lesão de Sapunaru não parece grave, mas suficiente para o afastar da equipa numa altura em que vinha recuperando o seu lugar na defesa, depois de uma ausência da equipa, por opção, de quase quatro meses.

Varela

Lesão inoportuna

Estava a atravessar o seu melhor momento de forma da temporada antes de sair lesionado contra o Feirense. Soma 861 minutos no campeonato e três golos marcados desde o início de 2012, altura em que passou a ser uma aposta mais frequente.

Danilo

Expectativas adiadas

Lesionou-se contra o Manchester City, depois de ter realizado duas boas exibições contra o V. Setúbal e o Leiria, que deixaram poucas dúvidas quanto à sua titularidade dali em diante. Agora, precisa de recuperar o comboio que perdeu cedo.

Mangala

Alternativa para o eixo

Foi titular na Liga Sagres em cinco jogos, somando 450 minutos de jogo, na sua primeira temporada no FC Porto. Mas já se percebeu que Mangala é uma alternativa a ter em conta não só para o futuro. Tal como Danilo, lesionou-se contra o City.

Baixas devem beneficiar Iturbe


Iturbe tem lugar praticamente assegurado na próxima convocatória de Vítor Pereira, a confirmarem-se as ausências de Fernando, Djalma e Sapunaru, Danilo, Varela, Mangala, todos lesionados. Somando Hulk, que ficará a cumprir suspensão contra o Nacional, a esta equação, o plantel fica reduzido a 16 jogadores, três dos quais guarda-redes (Helton, Bracali e Kadú). Ou seja, Vítor Pereira só poderá chamar 15 jogadores, o que deixa em aberto três lugares a preencher por juniores. A menos que alguém recupere a tempo.
Dito isto, Iturbe passará de preterido com a Académica para o banco e com boas hipóteses de acrescentar tempo aos 101 minutos de jogo que fez até ao momento, esta temporada. O argentino não tem andado nada satisfeito por não fazer parte das opções no FC Porto, mas desta vez pode ter visto chegar uma oportunidade para se mostrar.

Maicon à bica para a Mata Real


Os problemas de Vítor Pereira só não atingem uma proporção ainda mais catastrófica para a deslocação à Choupana porque Maicon conseguiu resistir aos amarelos. O central soma quatro no campeonato e está à bica. Se tivesse sido admoestado contra a Académica, falharia a visita à Madeira, deixando o treinador com apenas Rolando, Otamendi, Alex Sandro e Álvaro Pereira no setor defensivo. Maicon safou-se, mas mantém o alerta. Agora para a Mata Real.

in "ojogo.pt"