sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

F.C. Porto: só Rafa e Alvaro Pereira não treinaram

«Operação Rio Ave» encerra este sábado


O F.C. Porto voltou a trabalhar esta sexta-feira com vista à recepção ao Rio Ave, agendada para o próximo domingo, pelas 18h15. O encontro conta para a 18ª jornada da Liga portuguesa.

Com Falcao já integrado no dia de quarta-feira, mas ainda não em condições de enfrentar a equipa de Vila do Conde, André Villas-Boas apenas não pôde contar com Alvaro Pereira e Rafa que mantêm os respectivos planos de recuperação. O uruguaio desenvolve treino condicionado, enquanto o lateral português está a iniciar o tratamento à fractura do perónio que fez no jogo com o Gil Vicente, para a Taça da Liga. 

A preparação para o encontro com o Rio Ave encerra este sábado, no Olival, pelas 10h30. O apronto decorre à porta fechada.

in "maisfutebol.iol.pt"

Villas-Boas: «Há uma tentativa de criar uma ferida»

TÉCNICO ASSEGURA QUE EQUIPA NÃO SE DEIXA DESESTABILIZAR


André Villas-Boas afirmou esta sexta-feira, na conferência de imprensa de antevisão do jogo com o Rio Ave, que a derrota com o Benfica não afetou a confiança da equipa.
"Há uma tentativa de criar uma ferida mas estamos intactos. A eliminatória [da Taça de Portugal] não está perdida. A derrota  foi obviamente importante mas não abalou os nossos processos", disse.
Villas-Boas: «Mal-entendido com Fucile esclarecido»
VILLAS-BOAS E JOGADOR CONVERSARAM


André Villas-Boas revelou esta sexta-feira, em conferência de imprensa, que já conversou com Fucile e que entre os dois o assunto está encerrado.
"Conversei com ele. Acredito no que me disse, que aquilo não tinha nada a ver com ele. O mal-entendido foi esclarecido", revelou.
O treinador do FC Porto disse ainda que Fucile "é um jogador que merece atenção mas o plantel é muito competitivo".
Fucile não jogou frente ao Benfica e na madrugada de quinta-feira na sua página no Facebook era possível ler a seguinte explicação.
"Não se preocupem, não falhei a partida devido a lesão, simplesmente o diretor técnico considera que não sou a melhor opção, como titular ou suplente, para ganhar ao Benfica. Por isso fui afastado dos eleitos", começou por escrever o internacional uruguaio, prosseguindo com as justificações: "É simplesmente uma decisão técnica baseada na experiência e conhecimento e com o propósito de atingir a vitória, que é o que todos queremos."
Villas-Boas exige vitória frente ao Rio Ave
TREINADOR SUBLINHA QUALIDADE DO ADVERSÁRIO


André Villas-Boas só admite um triunfo na receção ao Rio Ave, domingo, às 18 e 15, de forma a ultrapassar o ciclo de 2 jogos consecutivos sem vencer (Gil Vicente e Benfica), algo inédito esta época: "É uma obrigação."
Mas o treinador do FC Porto chama a atenção para a qualidade da formação orientada por Carlos Brito. "É uma equipa competitiva, combativa, organizada e com saídas rápidas para o ataque, mas com critério. Não espero outra coisa do Rio Ave. Vai criar-nos dificuldades", apontou o técnico.
Quanto à situação de Walter, jogador que foi preterido dos 18 no clássico de quarta-feira, Villas-Boas voltou a manifestar "confiança total" nas suas capacidades, embora tenha reconhecido que o avançado brasileiro "anda à procura de mais".
in "record.pt"


Rúben Micael ou Guarín para o lugar de Belluschi

Belluschi vai falhar o segundo jogo do campeonato esta temporada. O primeiro foi por opção de Villas-Boas que o sentou a seu lado no banco, agora será por castigo; nos outros 17 foi sempre titular. O argentino completou uma série de cinco cartões amarelos e é baixa confirmada para a recepção ao Rio Ave. Portanto, o técnico portista vai ter de eleger um novo parceiro para João Moutinho na zona mais ofensiva do sector intermediário.

Rúben Micael e Guarín estão na linha da frente para render El Samurai, isto atendendo às opções recentes de Villas-Boas. O madeirense é o que tem as características mais parecidas e foi o eleito contra o Leiria, no tal jogo em que o argentino não saiu do banco. Nessa altura, o meio-campo foi preenchido por Fernando, Rúben e Moutinho, um tridente que deu conta do recado - o FC Porto goleou por 5-1 - e pode ser repetido no domingo. Além disso, Rúben apresenta três golos e várias assistências esta época, mesmo não sendo presença assídua no onze.

Guarín também terá uma palavra a dizer: foi ele que substituiu Belluschi a meio do clássico de quarta-feira e tem sido aposta do técnico em todas as posições do meio-campo. A questão é se Villas-Boas quer um parceiro de fibra para Moutinho - no caso Guarín - ou um que assuma as transições rápidas e arrisque mais no passe - no caso Rúben Micael.

in "ojogo.pt"

Sereno é meia aposta ganha

Sereno foi a surpresa de André Villas-Boas no onze que enfrentou o Benfica, actuando como lateral-esquerdo, papel que acabou por cumprir com sucesso, apesar das naturais limitações ofensivas. Não que o alentejano desconheça em absoluto a posição, até porque em Guimarães fez 14 jogos nessa posição em três épocas. A verdade é que Sereno é defesa-central, daí não ter a velocidade requerida a um lateral cujas funções secundárias, depois assegurar a defesa, passam por apoiar o ataque, abrindo linhas de passe nas alas, entrando nas costas dos defesas, ou cruzando para a área. "Como defesa-central adaptado a lateral-esquerdo é sempre complicado ter as rotinas colectivas e o ritmo próprio que essa função implica. Além disso, dar apoio no ataque é sempre difícil para quem não está habituado a cruzar", explicou a O JOGO Geromel, central do Colónia, antigo parceiro de Sereno no eixo da defesa do Guimarães de 2005 a 2007. Colocar Sereno no lado esquerdo, sabendo que o seu melhor pé é o direito, tem outras consequências: "Naturalmente que seria mais fácil adaptá-lo na direita. À esquerda tem de flectir para o interior para procurar o melhor pé e encontrar outras opções no apoio ao ataque", acrescentou.

Mas se a ideia era anular o benfiquista Salvio, evitando que pudesse criar desequilíbrios ao romper pela direita e cruzando para a área, então Sereno estancou uma fonte de alimentação para Cardozo, obrigando o extremo do Benfica a procurar outros espaços onde pudesse criar desiquilibrios. "Sendo um defesa- central de raiz, é mais fácil para ele defender. A atacar faz o que pode", concluiu Geromel, a cumprir a terceira época no Colónia, da Bundesliga.

Luciano Amaral, que também jogou com Sereno no Vitória de Guimarães tem a mesma opinião, acrescentando apenas um pormenor: "Num clube como o FC Porto ser versátil, como ele, é sempre vantajoso".

Já venceu o Benfica como lateral-esquerdo

Sereno não estranhou totalmente jogar como lateral-esquerdo contra o Benfica, até porque já o tinha feito na época passada, com o Guimarães, na Taça de Portugal, jogo que o vitorianos venceram por 1-0, com um golo do central Lazzaretti. Substituído aos 69 minutos, sobre Sereno O JOGO - que lhe atribuiu 6 pontos, num máximo de 10 - escreveu: "Só quando Dí Maria passou para o seu flanco é que teve mais problemas, pois com Ramires, foi intransponível".

Um defesa feroz

Sálvio vinha recolhendo elogios, mas anteontem passou despercebido pelo clássico no relvado do Dragão. O culpado? Sereno esteve em óptimo nível no capítulo de defender, reduzindo o caudal ofensivo do Benfica pelo lado direito do seu ataque.

Otamendi já está pronto


Palito precisa de tempo

Tal como Falcao, Otamendi também não jogou o clássico, embora tenha estado no banco de suplentes, devido a um edema traumático no tornozelo direito. Um problema que deixou de ser e o argentino já pode reentrar nas opções para o jogo com os vila-condenses. E atendendo à última exibição de Maicon, não será de estranhar que Rolando receba um novo companheiro de posto. Ainda indisponível está Álvaro Pereira - assim como Rafa - pelo que o problema na esquerda se mantém. O Palito precisa de mais duas semanas de recuperação, no mínimo.

in "ojogo.pt"

El tigre só joga em Braga

Falcao foi considerado apto para competição na véspera do clássico com o Benfica, mas, tal como O JOGO revelou em primeira mão, acabou por assistir ao clássico na bancada e, ao que tudo indica, também não será opção para o Rio Ave, domingo às 18h15. El Tigre tem o problema no joelho esquerdo clinicamente debelado - por isso o seu nome não aparece no boletim médico desde terça-feira - só que ainda precisa de trabalho específico de consolidação, o que vai adiar o regresso aos relvados.

Ora, o compromisso depois do Rio Ave é em Braga e aí Villas-Boas já sabe que terá o goleador à disposição, assim como para a visita a Sevilha, da Liga Europa. Contudo, até é provável que Falcao jogue uns dias antes: o seleccionador da Colômbia incluiu-o na lista para o particular com Espanha, a meio da semana, e esse pode mesmo ser o jogo que marca o seu regresso. Pelo menos, terá que se apresentar em Madrid para ser visto pelos responsáveis da selecção.

Terminado o "mind game" em torno da presença no clássico, Falcao continua a trabalhar no Olival ao lado dos companheiros procurando recuperar a forma para o jogo em Braga, uma deslocação sempre complicada para o FC Porto, ainda por cima em vésperas do duplo compromisso com o Sevilha.

Depois de um 2010 de sonho em que marcou 42 golos entre FC Porto e selecção da Colômbia - só Messi e Ronaldo superaram essa marca -, o colombiano entrou com o pé esquerdo no novo ano. Devido a sucessivas lesões ainda só fez um jogo e um golo, com a Naval, passando a maior parte do tempo na enfermaria.

Confirmando-se a indisponibilidade de El Tigre para domingo e atendendo ao facto de Walter nem sequer ter ido para o banco contra o Benfica, Hulk deve voltar a ser a escolha para ponta-de-lança do FC Porto, com Varela e James nas alas. Contudo, não é de descartar uma cambiante táctica na recepção aos vila-condenses, com a adopção do 4x4x2 ensaiado em Barcelos, na Taça da Liga. Nesse caso, o Incrível poderia jogar com Varela no ataque, sendo o meio-campo reforçado com mais um elemento e são vários os candidatos à posição 10: James, Rodríguez, Rúben Micael ou Guarín. Situações para Villas-Boas ensaiar nos dois treinos que faltam até à partida da 19ª jornada do campeonato, com a certeza de que Falcao ainda não está em condições de fazer um jogo com este tipo de exigências.

in "ojogo.pt"

Maicon no fim da linha após mais um despiste

CENTRAL ACUMULA ERROS GRAVES


Imaturidade. É a única explicação plausível para a forma como Maicon está a desperdiçar a enorme confiança que em si foi depositada por André Villas-Boas, mas também pela administração da SAD. O brasileiro, de apenas 22 anos, recebeu o testemunho da titularidade após a venda de Bruno Alves, mas acumula erros graves e será difícil que volte a ocupar um plano de primazia dentro do grupo nesta temporada.
Por muito menos, Fucile e Walter foram ostracizados. Ainda por cima, os seus deslizes voltaram a colocar o foco da crítica sobre a defesa do FC Porto, uma vez mais apontada a dedo como um sector que não está à altura da qualidade do resto do grupo. No eixo, pelo menos, parece chegada a altura de uma aposta definitiva em Nico Otamendi, um internacional argentino, também de 22 anos, mas com qualidades que o apontam como um futuro grande central.
in "record.pt"

Empresário de Hulk discute futuro no Dragão


Juan Figer, empresário de Hulk, tem uma reunião agendada para este mês no Dragão, na qual será discutido o futuro do avançado do F. C. Porto.

 
Juan Figer, o empresário de Hulk, vai este mês ao Dragão para falar com o F. C. Porto sobre o futuro do avançado. A garantia foi dada, ao JN, pelo próprio agente, através do telefone.

"Mantenho o contacto com os dirigentes portistas, nomeadamente com Pinto da Costa e Antero Henrique. Este mês irei a Portugal, ao Porto e a Lisboa, pois, nesta altura, os clubes começam a preparar a próxima época", justificou Figer, adiantando "estar no futebol há 40 anos" e sublinhando que o seu raio de acção estende-se a diversos clubes, inclusive na Europa.

Naturalmente, pelo papel de destaque no F. C. Porto, acrescido da condição de rei dos marcadores em Portugal (19 golos, na Liga), muitas das atenções continuam a centrar-se em Hulk. "Está a jogar muito bem. Vocês sabem-no e toda a gente o diz. O seu trabalho é reconhecido, até pela selecção. Na próxima semana vou a Paris, assistir ao França-Brasil, e vou falar com ele", afirmou, satisfeito pela evolução do atleta, sem esconder tratar-se de um fruto bastante apetecido.

"São muitos os clubes a fazerem perguntas sobre Hulk", reforçou, contornando a pergunta do JN, sobre se esta será a última temporada do brasileiro no Dragão.Embora confirmando que o avançado será um dos temas da sua reunião com a SAD, Figer escudou-se no sigílio negocial para não revelar a origem das propostas, bem como as intenções portistas.

Hulk tem contrato até 2014 e uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros. Desde Agosto de 2010, por escolha dos adeptos e dos treinadores, tem sido todos os meses eleito o melhor jogador da Liga.

in "jn.pt"

Kléber: Marítimo diz ter recebido «ameaças do F.C. Porto»

Carlos Pereira garante que não se deixa intimidar


Carlos Pereira garantiu que a polémica que se instalou à volta de Kléber levou a que fossem feitas até ameaças físicas. «Tivemos um contacto com o F.C. Porto para receber ameaças», disse o presidente do Marítimo em entrevista à RTP. «Dos anos que já levo desta vida desportiva, não me intimido com ameaças.» 

Em causa, recorde-se, estava a vontade do Marítimo vender Kléber ao Sporting, enquanto o At. Mineiro preferia vender o passe do avançado brasileiro ao F.C. Porto. Com quem já teria aliás chegado a acordo. «A justiça será capaz de resolver todas as situações», acrescentou o presidente do clube insular. 

«Os factos são factos, os factos estão provados e tenho a certeza que esta situação será resolvida pelas instâncias jurídicas desportivas. Accionámos a cláusula de opção de compra dos direitos económicos do jogador, e fizemo-lo com o conhecimento da FIFA, por uma proposta que não fosse inferior à proposta mais alta.»

Ora por isso Carlos Pereira diz que o Marítimo é que agora tem o direito de negociar Kléber e pode fazê-lo com quem quiser. «Será que o euro do F.C. Porto é diferente do euro do Sporting e do Benfica? Não é. Estamos disponíveis para negociar com o F.C. Porto, só que não nos deixamos intimidar por ameaças.»

in "maisfutrbol.iol.pt"

Rui Moreira e o 'clássico': "Foi uma derrota merecida"

Os erros individuais e a atitude com que a equipa do FC Porto entrou em campo, quarta-feira, diante do Benfica, levam Rui Moreira a considerar que a derrota (0-2), na 1ª Mão das meias-finais da Taça de Portugal, foi um resultado acertado.
"Foi uma derrota merecida do FC Porto. Quando uma equipa comete erros individuais como cometeu, quando entra em campo com aquela atitude psicológica, não admira que o FC Porto tenha perdido. Foi um jogo mau, com muitos erros da defesa e, em jogos entre grandes equipas, esses erros pagam-se muito caro", começa por afirmar o conhecido adepto "azul-e-branco", em entrevista a Bola Branca.
Maicon abriu o caminho a Fábio Coentrão no primeiro golo, mas Rui Moreira considera que não foi só o central brasileiro que errou.

"O Maicon parece ter alguma dificuldade em perceber onde estão os adversários numa série de jogos. Mas não queria condenar apenas o Maicon. Houve erros de Maicon, de Helton e até de Fernando, que esteve abaixo daquilo que é exigível", acusa.

No decorrer do jogo de ontem, o presidente da Associação Comercial do Porto (ACP) confessa que chegou a ter saudades de Ernesto Farias, tendo em consideração a escassez de opções para o ataque. Walter ficou na bancada e o comentador e adepto portista entende que algo se "passará" com o brasileiro.

"Alguma coisa se passará. Ou não estará satisfeito com a forma como o jogador aborda os jogos, ou então não sei. Acho que se percebeu que falta alguém no eixo da área. O FC Porto abdicou do seu modelo de jogo tradicional a partir do segundo golo do Benfica. Tentou jogar sempre rápido e depois não havia uma referência na grande-área. Dei por mim a pensar, a meio da 2ª Parte, que se ainda tivéssemos o Farías, poderia ter sido diferente", considera.

Rui Moreira conclui, ainda, que há jogadores no FC Porto que são insubstituíveis e que, quando algum desses falha uma partida "é previsível que aconteça aquilo que ontem aconteceu".

"O Álvaro Pereira é insubstituível, o Falcao é insubstituível, o Hulk é insubstituível e o Moutinho é insubstituível. Quando uma equipa joga sem dois desses elementos, é previsível que aconteça aquilo que ontem aconteceu", remata.

in "rr.pt"

«Podemos fazer três golos na Luz» - Fucile

orge Fucile viu na bancada a derrota com o Benfica, admite que a presença na final da Taça de Portugal é agora «mais difícil» de concretizar, mas recusa retirar o FC Porto da corrida ao Jamor. «Podemos fazer três golos e seguir em frente», acredita.

«Foi um jogo infeliz para nós. Eles tiveram um par de ocasiões e conseguiram marcar dois golos. Depois, conseguiram preservar o resultado. Foi muito difícil assistir ao jogo na bancada, os nervos estão à flor da pele. O bonito do futebol é há uma segunda volta dentro de 70 dias. Estamos preparados para ganhar e chegar à final da Taça de Portugal», afiança o defesa uruguaio em declarações à Rádio Renascença.

«Podem esperar por um FC Porto no seu melhor, mais forte. Temos onze pontos de diferença e queremos aumentar a distância. Temos que fazer o nosso trabalho e eles vão fazer o deles. A Taça ficou mais difícil. Eles fizeram dois golos aqui mas nós podemos fazer três e seguir em frente», remata.


in "abola.pt"

Newcastle aponta a Hulk

Com os cofres cheios mercê da transferência de Andy Carroll para o Liverpool, o Newcastle elegeu Hulk como o alvo prioritário para a próxima época. 

Os magpies encaixaram qualquer coisa como 40 milhões de euros com a venda do passe do avançado inglês, razão pela qual enfrentam o mercado com desafogo e particular entusiasmo.

O valor em causa, porém, parece curto para tirar o Incrível do Dragão. A cláusula de rescisão do avançado brasileiro, recorde-se, está fixada em astronómicos 100 milhões de euros.


in "abola.pt"

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Fucile relaciona 'desabafo': «Tentam criar-nos problemas»

Na página do jogador no Facebook, surgem declarações segundo as quais, Fucile considera que foi "afastado dos eleitos" porque o treinador entende que o lateral não é "a melhor opção como titular". Numa entrevista exclusiva a BB, o uruguaio nega que tenha dito o que está escrito, e 'aponta o dedo' a «quem está abaixo do FC Porto na classificação...»

Fucile foi para a bancada por opção técnica no clássico e na página do jogador no Facebook surgem declarações do uruguaio, segundo as quais, Fucile explica que foi “afastado dos eleitos” porque o treinador entende que o lateral não é “a melhor opção como titular ou como suplente para ganhar ao Benfica”.

Numa entrevista exclusiva a BB, Fucile nega que tenha dito o que está escrito, e aponta o dedo a "quem está abaixo do Porto na classificação". «Querem criar problemas onde não existem», refere o jogador.

Sobre o que está escrito na rede social na internet, Fucile garante que não é da sua responsabilidade e «em momento algum referiu ter sido afastado dos eleitos porque o treinador entendia que o lateral não seria a melhor opção» para ganhar ao Benfica.

Por último, a propósito deste tema, Fucile garante que a relação com o treinador André Villas-Boas é a melhor, «respeitando sempre as decisões» do treinador.
Sobre o jogo de ontem, o defesa uruguaio acha que o Porto «não foi feliz», lembrando contudo que a eliminatória ainda vai a meio. 
Entretanto, Fucile, em Dezembro, renovou contrato com os dragões até 2014. Para o lateral foi um sinal claro da «confiança da SAD portista» nas suas qualidades.
Nestas declarações a BB, Fucile garante um «Porto forte e unido frente ao Rio Ave...»

in "rr.pt"

F.C. Porto: Falcao já treina sem limitações

O F.C. Porto já prepara a recepção ao Rio Ave, a contar para a 18ª jornada da Liga. Os dragões treinaram esta quinta-feira, poucas horas após a derrota frente ao Benfica, com Radamel Falcao plenamente integrado e sem qualquer limitação.

Segundo revela o site oficial dos azuis e brancos, os únicos elementos a cargo do departamento médico são agora Alvaro Pereira e Emídio Rafael. O uruguaio treina de forma condicionada, enquanto recupera de uma cirurgia ao ombro, e o português faz apenas tratamento depois de ter sido operado a uma fractura no perónio. 

Os dragões voltam a treinar na sexta-feira, às 10h30 (porta fechada), antes de André Villas-Boas falar à comunicação social, por volta das 12h30. 

in "maisfutebol.iol.pt"

Fucile:«Treinador considera que não sou a melhor opção»

Numa mensagem escrita em espanhol e colocada na sua conta no Facebook, durante a última madrugada, Jorge Fucile explicou os motivos pelos quais ficou de fora do clássico com o Benfica.
"Não se preocupem, não falhei a partida devido a lesão, simplesmente o diretor técnico considera que não sou a melhor opção, como titular ou suplente, para ganhar ao Benfica. Por isso fui afastado dos eleitos", começou por escrever o internacional uruguaio, prosseguindo com as justificações: "É simplesmente uma decisão técnica baseada na experiência e conhecimento e com o propósito de atingir a vitória, que é o que todos queremos."
Trata-se de uma mensagem que causa alguma estranheza, ainda mais tendo em conta a rígida política de comunicação do clube. Jorge Fucile, de 26 anos, é dos jogadores que está há mais épocas no clube e conhece bem a política da casa. Recorde-se, por exemplo, que no final do clássico nenhum jogador do FC Porto falou na zona mista.
Leia aqui a mensagem de Fucile na íntegra:
"No se preocupen no falte al partido por lesion, simplemente el DT considera que no soy la mejor opcion como titular o suplente para ganarle a Benfica por lo cual fui excluido del plantel. Es simplemente una decision tecnica basada en la experiencia y conocimiento a los efectos de lograr la victoria que es lo que todos queremos..."
in "record.pt"

Ruben Micael colocado na órbita da Roma

FC PORTO TERÁ EXIGIDO CERCA DE 5 MILHÕES


Ruben Micael foi apontado à Roma, de Itália. Segundo o site Calciomercato, o emblema da Serie A já apresentou uma proposta à SAD azul e branca pelo médio.
A notícia diz ainda que o FC Porto terá exigido uma verba a rondar os 5 milhões de euros para libertar o jogador.
Ruben Micael tem contrato com os dragões até junho de 2014 e está blindado por uma cláusula de rescisão de... 30 milhões de euros.
in "record.pt"

O FC Porto um a um


Helton 5
Foi traído pela displicência de Maicon no primeiro golo, não conseguindo impedir que Coentrão lhe desviasse a bola por baixo do corpo. No segundo, ficou a sensação de que só conseguiu ver a bola muito depois do remate de Javi Garcia e, como tal, não se conseguiu esticar o suficiente. Ainda evitou que Cardozo tornasse o resultado pior com uma enorme defesa com o pé esquerdo, tipo guarda-redes de andebol.

Sapunaru 5
Melhor a atacar do que a defender na primeira parte, porque muitas vezes teve de andar não só atrás de Gaitán como de Fábio Coentrão; e o argentino fez-lhe algumas maldades. Ainda assim, lutou até à exaustão, procurando minimizar os prejuízos. Subiu de produção após o intervalo, porque teve menos trabalho na retaguarda, surgindo ainda mais no apoio aos homens da frente e até a finalizar.

Rolando 4
Abanou quando pressionado e fartou-se de apostar nos lançamentos longos, entregando invariavelmente a bola ao Benfica, até porque elegeu Hulk como destinatário das bolas e era quase impossível ao brasileiro ganhar nas alturas a Luisão. De positivo, alguns cortes importantes.

Maicon 3
Voltou a falhar em momentos decisivos. Praticamente nada lhe saiu bem e o erro, inadmissível em alta competição, cometido logo aos 6', serviu apenas para lhe aumentar os nervos e destruir a estratégia montada por Villas-Boas. O público não lhe perdoou, pressionando-o ainda mais a cada lance disputado. Até os cortes mais simples foram feitos em esforço.

Sereno 5
A surpresa de Villas-Boas no onze, mas não foi por ele que o FC Porto perdeu. Adaptado à esquerda, cumpriu com a função que lhe foi entregue: controlar Salvio. E mesmo não tendo as características ideias para o fazer, surgiu algumas vezes no ataque, dando a profundidade que faltou a James.

Fernando 5
Exibição condicionada pela intranquilidade dos centrais, o que o obrigou a fechar ainda mais junto da área. Com isso, foi destapando zonas que seriam suas por natureza, e foi dessa forma que Javi Garcia teve espaço para rematar e fazer o segundo golo. Esteve perto de marcar nos descontos da primeira parte, mas permitiu o corte na altura em que ia atirar. Na segunda parte, foi dos que mais tentaram conduzir a bola para a frente.

Belluschi 4
Noite sem chama do argentino, incapaz de criar desequilíbrios. É verdade que teve pouca bola, mas as decisões que tomou foram quase sempre erradas. Com más entregas, permitiu algumas transições venenosas do Benfica. Nem de livre conseguiu incomodar Júlio César. Aos 37' queixou-se de uma falta de Coentrão dentro da área.

Moutinho 5
Bem melhor na segunda parte do que na primeira, mas uma exibições sem o fulgor de outras. Tentou alvejar a baliza de Júlio César um par de vezes, só que a pontaria e a força não contribuíram. Se o FC Porto não conseguiu assumir a controlo do meio-campo, tal deveu-se também à sua incapacidade para aparecer em zonas de decisão.

Varela 6
Em dia de aniversário fez os possíveis por receber a prenda ideal. Mas parecia que estava sozinho a lutar contra o mundo. Todos os lances de perigo do FC Porto saíram dos seus pés. Além de ter feito gato-sapato de Peixoto, Coentrão e companhia em alguns lances, arrancou cruzamentos - quase todos rasteiros - que os companheiros invariavelmente desperdiçaram. Trocou de lado na segunda parte, continuando a assumir o protagonismo das jogadas.

James 4
Passou quase ao lado do clássico, ou melhor, chegou um pouco atrasado, já que podia ter reequilibrado as contas aos 19', quando falhou de forma incrível o desvio a um cruzamento de Varela. Aos 37' teve finalmente um lance de registo, assumindo a condução da bola e entregando-a a Belluschi no interior da área.

Hulk 5
Começando pelo melhor: duas bombas do meio da rua, a primeira saiu perto do poste e a segunda, Júlio César defendeu como pôde. Dito de outra forma, muito pouco para aquilo a que habituou os adeptos portistas. Exagerou nos lances individuais e muitas vezes tomou a decisão errada - rematar -, quando tinha linhas de passe.

Rodriguez 4
Primeira aposta de Villas-Boas, mas foi mais coração do que razão, e o exemplo perfeito disso foi o remate despropositado aos 68', com Varela totalmente sozinho na esquerda. Nada mudou, e a verdade é que o FC Porto até foi menos perigoso depois da sua entrada.

Guarín 4
Reacção do técnico à expulsão de Coentrão. Recebeu um amarelo por protestos e terminou como avançado sem que tenha feito algo de significativo.

Rúben Micael 4
Que podia fazer em dez minutos que os companheiros não fizeram em noventa? A qualidade do passe foi notória, mas a equipa estava com os braços quase caídos.

in "ojogo.pt"

Varela: "Ainda temos um jogo na Luz"

A um clássico nunca falta tempero, mas Varela tinha mais uma razão do que todos os outros companheiros para desejar um final feliz, no reencontro com o Benfica. A primeira mão da meia-final da Taça de Portugal coincidiu com o aniversário do atacante portista, que, na noite em que completou 26 anos, não guardou grandes recordações da data: o FC Porto sofreu a segunda derrota caseira desta temporada, depois da que impusera o Nacional, na Taça da Liga, e na ressaca do empate (2-2) com o Gil Vicente, na mesma prova, mas, Varela não se deixou abater. "Vamos levantar a cabeça", afirmou, decidido, na entrevista televisiva realizada imediatamente após o final da partida. "Foi só um jogo de Taça de Portugal, temos um outro na Luz", lembrou, com pressa de voltar ao relvado e correr por um resultado melhor. "Vamos pensar nos jogos do campeonato, que é o mais importante", declarou, recusando dar a Taça de Portugal por perdida: "Claro que não! Somos uma equipa que já demonstrou carácter, e vamos continuar a lutar pelos nossos objectivos".

in "ojogo.pt"

André Villas-Boas: "Os nossos erros é que desequilibraram"

O discurso de André Villas-Boas após o encontro foi essencialmente centrado nos erros defensivos que proporcionaram os dois golos do Benfica. No primeiro, apontou, "Maicon tem a bola controlada, mas há falta de comunicação" e, no segundo, um toque mal calculado de Fernando permite o golo a Javi García. "O que desequilibrou o jogo foi um determinado número de erros", afirmou o treinador, aludindo sobretudo a esses dois lances.

O primeiro, sofrido "bastante cedo, trouxe alguma intranquilidade" à equipa, que nessa altura jogou "em crescendo, mas com pouco critério para chegar ao empate, muito em aceleração e em esforço". Depois, "à procura do empate sofreu o 2-0, que desequilibrou ainda mais a partida". Villas-Boas apontou "falta de poderio" dos azuis e brancos para chegar ao golo e, por outro lado, "o Benfica foi tremendamente eficaz e até poderia ter marcado mais um golo".

O facto de os dois tentos terem sido "sofridos em fase de construção" mereceu-lhe também um curioso comentário: "Nós somos uma equipa de posse de bola, gostamos de ter a bola, é esse o nosso estilo, o nosso carácter, e temos orgulho nele. Podemos perder bolas em posse, mas pelo menos mantemos o nosso estilo e não vamos mudar o nosso carácter. Temos é de as perder menos vezes." De qualquer forma, o treinador não quis "penalizar demasiado os erros colectivos", uma vez que a equipa acredita na "organização".

Após a expulsão, o FC Porto teria tido, teoricamente, mais condições para lutar pelo resultado, mas Villas-Boas é daquele tipo de treinadores que desvaloriza os desequilíbrios numéricos. "Com dez elementos, o Benfica tornou-se mais compacto e manteve-se competente", disse, garantindo que não sentiu a falta de um ponta-de-lança no banco de suplentes (Walter ficou de fora) para poder mexer com o jogo: "A questão do ponta-de-lança é um preconceito. Quando se perde, todos pensam que poderia ter mexido no jogo, mas eu não penso assim. As opções que tinha no banco em termos ofensivos seriam suficientes para discutir o jogo."

Quanto à segunda mão, Villas-Boas está confiante na reviravolta. "Podemos invertê-la", disse, acreditando num "sentimento de revolta" por parte dos futebolistas. "O que se passou hoje pode passar-se na Luz. Nada é impossível", recordou, até porque o FC Porto é uma equipa "tradicionalmente forte nas segundas mãos".
Sobre o campeonato, explicou que o FC Porto tem de "acreditar na sua organização para ganhar ao Rio Ave" e que, com "muito campeonato para jogar, o FC Porto apenas tem de dar um sinal competente". "Apenas isso", concluiu.

in "ojogo.pt"



Taça de Portugal: F.C. Porto-Benfica, 0-2 (crónica)

A capacidade de ser adulto e saborear o que é bom


O sossego de quem não erra é inestimável. Já o equívoco grave do pecador normalmente não traz nada de bom. É assim no futebol como na vida. Tantas vezes nos vemos sem espaço para o perdão, sem lugar para a redenção, longe do indulto. No Clássico, o F.C. Porto abusou do erro. Sofreu dois golos inadmissíveis, sentiu a culpa a esburacar-lhe o âmago e jamais foi capaz de reagir convenientemente. 

Perdeu. Perdeu bem e sem direito a apelo. 

Mais perto do Jamor está o Benfica. Um déspota esclarecido no regresso ao Dragão de tão pestilentas memórias. Foi rigoroso, inclemente, abusou dos lapsos contrários e matou o jogo em 26 minutos. 

Maicon estendeu-se ao comprido no colchão velho da humilhação e Fábio Coentrão encostou a biqueira à bola para o 0-1; num assomo de adrenalina e pundonor, os dragões tiveram o imberbe James falhar de baliza aberta e entregaram-se à penitência, à auto-flagelação; logo depois, o 0-2 de Javi García, num cocktail de desconcentração a dividir por Fernando e Helton. 

David Luiz? Dele ninguém se lembrou.

A defesa ruiu e levou todo o Porto atrás

Jesus deu à equipa uma roupagem de Bogart. Sisuda, aparentemente desinteressada, mergulhada no vácuo de um olhar perdido num copo de gin. Por entre o fumo esvoaçante de um cigarro preguiçoso, a cabeça erguia-se num alerta surpreendente e pedia mais: Play it again, Sam, em instantes de Casablanca retratados no Dragão. 

E assim foi. Num jogo de aparências, o Benfica mascarou-se de vítima frágil, recuou no terreno e geriu as evidências a seu bel-prazer. Play it again, Sam e os dois golos surgiram, agrilhoados à incompetência de uma defesa do Porto trémula e de tiques ridículos. 

Sereno foi defesa esquerdo improvisado, consciente a defender e vazio a atacar; Maicon comprometeu como já fez outras vezes este ano e pincelou uma tela de vulgaridade assustadora; Helton não foi o guarda-redes do costume, demasiado confiante e, por paradoxal que seja, extremamente falível. 

As fundações do F.C. Porto ruíram bem cedo e levaram toda a equipa atrás.

Não houve Falcao, muito menos Walter

Em defesa do líder da Liga, é de bom tom sublinhar mais uma ausência de Falcao. A somar às de Alvaro Pereira e Emídio Rafael. Menos compreensível é a exclusão de Walter. 

A perder, André Villas-Boas só pôde retirar de campo James Rodríguez (sem maturidade para uma trama desta densidade) e colocar o homónimo Cristian. Mais tarde, já em superioridade numérica (pela expulsão de Coentrão), apostou as fichas todas com Guarín e Rúben Micael. Isso, dois médios. Estranho, muito estranho por sinal. 

Desequilibrado atrás e depauperado à frente, o Porto foi um espectro sem alma, nem ordem. Teve vontade (muita), honestidade (ainda mais), mas muitas e muitas limitações. Além do desperdício inacreditável de James, houve um remate extraordinário de Hulk (de regresso às noites de egoísmo) e nada mais.

A melodia (ou evolução) tem um responsável: Jesus 

Consequências desta peleja? Insondáveis. Há, claramente, uma diferença entre tropeço e fracasso. O Porto esta noite tropeçou numa montanha (que cresce e cresce) e só daqui a três meses saberá se fracassou. Por alturas da segunda-mão, a jogar-se na Luz. A não ser que os danos colaterais se disseminem pelo trajecto imaculado no campeonato nacional. 

Por agora, elogie-se a evolução óbvia do Benfica. Passou de matéria melosa, ansiosa por afecto, a um corpo confiante, adulto, capaz de saborear a cumplicidade de um gin. Play it again, Sam. A melodia é da autoria de Jesus.

in "maisfutebol.iol.pt"