sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Málaga prepara 40 milhões de euros por Hulk

De acordo com a rádio espanhola Cadena Ser, o clube andaluz está a preparar essa proposta a fazer junto da SAD "azul-e-branca".



O Málaga está a preparar uma proposta de 40 milhões de Euros por Hulk, segundo avança, esta quinta-feira, a rádio Cadena Ser.
O clube andaluz está determinado em reunir o máximo de argumentos financeiros para convencer a SAD do FC Porto a libertar o "Incrível".

Ainda assim, o Málaga deverá esbarrar na intransigência dos "azuis-e-brancos", que não prescindem de receber a totalidade do valor inscrito na cláusula de rescisão do avançado brasileiro: 100 milhões de Euros.

Com contrato válido até 2016, Hulk tem sido alvo de enorme cobiça dos emblemas europeus mais reforçados em termos financeiros: Man. City, Chelsea e Anzhi.
in "rr.pt"

"O BARCELOS PODE SER A SENSAÇÃO DO CAMPEONATO"

A condição de MVP da partida e a sua inclusão no cinco ideal da primeira jornada não bastaram para convencer Carlos Andrade sobre a qualidade da exibição portista na vitória sobre a Académica. O extremo dos Dragões quer mais de si e da equipa, e alimenta a expectativa de que ambos possam melhorar a cada jogo. A começar pela recepção ao Barcelos, às 15h00 de sábado.

Vitória meio amarga
“O jogo é para ganhar, como todos os outros, e surge depois de uma vitória frente à Académica, que nos deixou um sabor meio amargo, porque sabemos que poderíamos ter feito muito melhor. Temos, por isso, a expectativa de melhorar a cada jogo.”

Sensação em potência
“Será um jogo completamente diferente daquele que disputamos no Troféu António Pratas, até porque o Barcelos fez algumas alterações, tem um jogador novo e uma equipa que pode transformar-se na sensação do campeonato.”

Muito caminho pela frente
“Apesar de estarmos a jogar apenas com dois norte-americanos, já registamos alguma evolução, em especial na defesa. No ataque, o timing dos bloqueios e das saídas bloqueadas ainda não estão a 100 por cento, mas também ainda é cedo para atingir esse nível. Temos muito caminho pela frente.”



in "fcp.pt"

Inesperado duelo de grandes


É um encontro de vizinhos, habitualmente animado e que suscita grande interesse nos adeptos. Mas este FC Porto-Águas Santas, o primeiro da época, marcado para amanhã, às 18 horas, no Dragão Caixa, apresenta um pormenor inédito: os maiatos defrontam os dragões na condição de líderes isolados do campeonato.
"FC Porto e Águas Santas são duas equipas que estão a lutar para o título", surpreende Filipe Mota. "O Águas Santas está em primeiro lugar sem derrotas. Já venceu o Sporting, empatou com o Benfica", justifica, para de pronto desafiar: "Mas agora não vai ter tanta sorte...".
Do outro lado, Pedro Cruz admite que "gostava muito de ser campeão", mas explica porque razão tal é muito difícil: "Temos um plantel muito curto. É verdade que estamos num bom momento de forma, que fizemos bons resultados, vencemos o Sporting, ganhámos em Braga, empatámos com o Benfica... mas sabemos que na segunda volta vamos ter que ir à Luz, a Alvalade e teremos de voltar a jogar com o FC Porto".
Para amanhã está, então, marcado o primeiro jogo do campeonato com os dragões. "É sem dúvida o jogo mais difícil de todos os que já tivemos. O FC Porto é campeão, joga em casa, tem um excelente plantel e possui, em postos específicos, os melhores atletas do campeonat. Vai ser mesmo muito complicado", diz, encolhendo os ombros, Pedro Cruz. "Se há equipas em que nós podemos escolher um ou dois jogadores para marcar, no FC Porto qual é que vamos escolher? São todos muito fortes na transição. Para ganharmos, tem de passar um pouco por nós. Tentar colocar o nosso ritmo. Como é que isso se faz? Pois, aí é que está o problema. Só fazendo um jogo perfeito", completa o atirador.
Filipe Mota revela-se mais confiante e tem a receita para impor a primeira derrota aos maiatos. "Temos de entrar fortes, concentrados, bastante coesos na defesa para aproveitar o nosso contra-ataque", diz, admitindo que "este ano, apenas com o ABC a nossa equipa esteve bem na defesa".

Mota sobre Pedro Cruz
"Está num bom momento e devia ir à selecção"

Jogam na mesma posição, conhecem-se bem e ambos aceitaram o desafio de analisar-se um ao outro. "O Pedro Cruz não é um central, é mais um primeira linha e é um bom atirador", começou por dizer Filipe Mota, o central do FC Porto, considerando que o seu adversário "está numa boa fase", pelo que, "continuando assim, pode vir a ser chamado à selecção", atira.
"A Selecção Nacional deve aproveitar o momento de forma de cada jogador e se o Pedro Cruz nesta altura é um dos jogadores que está em melhores condições, acho que sim, devia ir à selecção", justifica.

Cruz sobre Filipe Mota
"É um dos melhores centrais portugueses"

"Sinceramente, prefiro não comentar questões da selecção. Claro que me agradam as palavras do Filipe Mota, um colega de profissão que considero um amigo. Fizemos parte das selecções jovens, foi sempre das pessoas com que me dei melhor e é alguém de quem gosto bastante, mas prefiro ficar à parte dos assuntos da selecção", respondeu Pedro Cruz à sugestão de Filipe Mota, que considera "um dos melhores centrais em Portugal e, de longe, dos melhores defesas". O meia-distância dos maiatos diz que o portista "é uma das peças-chave da equipa" e que "é por ele que passa todo o jogo do FC Porto".

in "ojogo.pt"

Cluj quer ficar com Beto


Se o FC Porto não estiver interessado em ficar com Beto na próxima temporada, o Cluj avançará com uma proposta de compra do passe do internacional português, que se encontra cedido até final da temporada ao emblema romeno. Isso mesmo foi revelado ontem por Iuliu Muresan, presidente do clube, que está encantado com o profissionalismo e a qualidade do jogador emprestado pelos portistas. "Beto é o melhor guarda-redes do nosso campeonato; é uma mais-valia na equipa e um excelente profissional. É óbvio que nos interessa ficar com ele a título definitivo, apesar de ser um jogador caro", admitiu, a O JOGO, o dirigente romeno, que revelou ser do Cluj "a prioridade no caso de o FC Porto querer negociar" o guarda-redes. Apesar de já estar a preparar a próxima temporada, o presidente do emblema orientado por Jorge Costa lembrou que tem "muito tempo para abordar esse assunto" com a SAD portista. "Até porque não sabemos quais são as intenções do clube em relação ao futuro de Beto", lembrou.
Detentor de 20 por cento dos direitos económicos de Álvaro Pereira, o Cluj não está, pelo menos por enquanto, interessado em ceder essa fatia em troca do guarda-redes, hipótese que foi levantada pela Imprensa local. "Isso nunca foi abordado. Nem o FC Porto falou connosco, nem estamos interessados em misturar os assuntos", assegurou o dirigente. "Temos 20 por cento do passe e não queremos negociar para já, até porque o jogador se tem valorizado no FC Porto", explicou.

"Sinal de reconhecimento"

Por intermédio de O JOGO, Beto agradeceu o interesse do Cluj em ficar com o seu passe, mas lembrou que tem contrato com o FC Porto e que não foi contactado por ninguém sobre o assunto. "Li a notícia e, se o presidente tem essa intenção, é sinal de que o meu trabalho está a ser reconhecido e fico satisfeito por isso. Mas o que sei é que tenho contrato com o FC Porto por mais uma temporada e, até à data, isso é para cumprir", frisou.

in "ojogo.pt"

"Está a faltar-nos alma de equipa"


Vítor Pereira não consegue dormir quando perde, mas na noite que se seguiu ao empate com o APOEL também não terá conseguido pregar olho. O treinador foi para casa fazer uma reavaliação do que se passou nos 90 minutos em que a equipa demonstrou uma gritante incapacidade para ultrapassar os blocos dos cipriotas. Visto e revisto o jogo, Vítor Pereira traçou o diagnóstico: falta alma à equipa e solidariedade em campo, além de ter detectado alguma sobranceria. Foi esta a mensagem que procurou transmitir ao grupo na palestra que antecedeu o primeiro treino após a perda de mais dois pontos na Liga dos Campeões. E terminou a pedir que cada um dê um pouco mais. Só com "solidariedade dentro das quatro linhas", sublinhou, é que o FC Porto poderá retomar o trilho do sucesso recente.
Durante pouco mais de cinco minutos, Vítor Pereira reuniu o plantel - faltaram apenas Iturbe, Fucile e Rafa - no centro do relvado do Olival a uma distância confortável para que os jornalistas não ouvissem tudo, mas, também, perto o suficiente para que se entendessem as frases mais fortes do discurso, aquelas que proferiu levantando um pouco a voz. O vento, a favor de quem tentava escutar, deu a ajuda que faltava.
A conversa começou com um assumir de responsabilidades pelo resultado da véspera. Depois, sem nunca individualizar, insistiu que a equipa se exibiu vários furos abaixo do pretendido, admitiu erros que espera não ver repetidos e reafirmou o desejo de ver a resposta adequada com o Nacional, já no domingo. "O que me custou mais foi ver algum excesso de confiança. Deu a sensação de que achavam que a coisa se resolveria mais cedo ou mais tarde, sem grande esforço, num ou outro lance individual ou num erro deles, e isso levou-nos a cometer erros", atirou, lançando desde logo um repto: "Temos que ser mais solidários". E usou a partida em Coimbra como exemplo. O FC Porto vinha de uma série de três jogos sem ganhar, a pressão atingia os limites, mas a equipa, mesmo sem Kléber, levou os três pontos para casa.
As críticas em jeito de alerta continuaram: "Passámos muito tempo a discutir com o colega porque este não passou a bola ou porque não acompanhou a jogada, ou isto ou aquilo. Está a faltar-nos alma de equipa", concluiu. Vítor Pereira aproveitou ainda para comparar o percurso actual com o da época passada, com a intenção de mexer com o orgulho dos seus jogadores. "Isto é a Liga dos Campeões, mas se quiserem ficar à sombra da bananeira do que conseguimos na época passada, tudo bem... Só que não vamos ter sucesso", sublinhou, apresentando a receita para o mal de que padece o FC Porto. "A solução passa pelo trabalho como equipa. É preciso mais de cada um. Cada um de nós tem que dar mais em campo", pediu, dando ordens para que o trabalho de campo se iniciasse. Resta, agora, aos portistas esperarem pelo jogo de domingo, com o Nacional - a equipa que mais vezes ganhou no Dragão - para perceber se a mensagem passou.

Mudar os nomes sem tocar na fórmula

Vítor Pereira realizou três substituições durante a segunda parte da partida com o APOEL, mas em nenhumas delas mexeu no sistema táctico da equipa. Os gráficos apresentados pela UEFA, retirados do sistema que segue todos os passos dos jogadores em campo, e que servem também para apresentar a disposição táctica da equipa nas duas partes do jogo, demonstra que não houve mudanças no FC Porto, tendo Vítor Pereira optado por trocar jogadores sem nunca mexer na forma final. Quando saiu Fernando para entrar Belluschi, Guarín passou a ocupar a posição do brasileiro, enquanto Varela se limitou a colar ao lado esquerdo do ataque, até então entregue a James. Mesmo o belga Defour, que não consta desse gráfico por só ter entrado aos 79', foi chamado ao jogo para preencher os mesmos espaços de Moutinho.

in "ojogo.pt"

Moutinho precisa de continuar a jogar


João Moutinho deu a cara no final do jogo com o APOEL, assumindo uma exibição má e um momento menos bom ao nível pessoal e colectivo. Confrontado com a honestidade do médio do FC Porto e com aquilo que seria mais aconselhável fazer, tratando-se de um jogador que conhece bem, Carlos Pereira, antigo treinador do internacional português no Sporting, apontou o caminho a seguir, sem hesitações. "O João Moutinho é sempre um jogador útil, mesmo quando não está no seu melhor, e se ele reconheceu estar a atravessar um momento menos bom é simplesmente porque exige sempre muito dele próprio, porque só sabe trabalhar em alta rotação", explicou. O próprio Moutinho admitiu, no final do encontro, que faltou "muita coisa" à equipa e Carlos Pereira sublinhou uma atitude que não estranhou vinda de quem veio: "Acredito que esta situação mexe muito com ele. Mas não me parece que seja o único responsável por este abaixamento de forma. O FC Porto tem um colectivo muito homogéneo e quando se ressente afecta todos os jogadores. Mas ao assumir isto ele só demonstrou a sua honestidade profissional".
Carlos Pereira insistiu na ideia de que, com ele, João Moutinho seria sempre uma aposta e juntou argumentos: "É um jogador que nunca oscila muito de rendimento, um profissional que cuida bem dele fora dos relvados, responsável e exemplar, um jogador honesto que tem carácter suficiente para assumir as suas responsabilidades e dar a cara". A experiência que viveu com ele em Alvalade sustenta, de resto, as afirmações anteriores. A regularidade de Moutinho era de tal forma evidente que nem chegava a poupá-lo. "Podia estar menos bem, mas isso não o impedia de trabalhar ao máximo, por isso, como é que poderia algum treinador pensar em deixar de insistir num jogador como ele ou deixá-lo a descansar quando ele estava sempre bem fisicamente".

Rúben cola-lhe o rótulo de imprescindível

Mais do que centrar o problema do FC Porto em João Moutinho, Rúben Micael repartiu "culpas" pelo colectivo azul e branco. Para o madeirense que se transferiu para o Saragoça, o ex-leão deve manter-se na equipa. "O João tem capacidade para continuar a jogar, apesar de tudo, porque tem muita qualidade e a equipa não pode desperdiçar um jogador como ele. Juntamente com Fernando, são os dois jogadores mais importantes daquele meio-campo", frisou. O momento é de facto menos bom, "mas ele sabe que pode render mais". O trabalho do treinador, apontou, terá de ser mais psicológico do que técnico. "Terá de lhe dar moral e transmitir confiança para que ele possa ultrapassar esta fase", justificou. Agora, do que não há dúvidas é que a culpa não morre solteira. "Ele teve carácter para assumir que não estava bem e que a equipa também não, mas isso devia ser assumido por outros que também não estão a jogar bem. O problema do João Moutinho é que não está habituado a jogar mal e vive mal com isso", sublinhou Rúben Micael.

in "ojogo.pt"

Rafa vai ser operado e não joga esta época

Rafa não treinou ontem e o FC Porto informou que o lateral-esquerdo está em repouso devido a uma fractura de fadiga no perónio esquerdo. É uma lesão ainda relacionada com aquela que significou o desfecho antecipado da temporada e que volta agora a levantar problemas, a ponto de os dragões terem optado por recorrer novamente a uma intervenção cirúrgica. Rafa vai ser operado na segunda-feira e já não joga esta época. O defesa de 25 anos está sem competir desde finais de Janeiro e não fazia parte dos planos do FC Porto, que não o inscreveu na Liga nem na UEFA. Ainda assim, qualquer cenário competitivo para Rafa está posto de parte numa altura muito precoce, forçando-o, feitas as contas, a ano e meio de paragem. Com contrato até 2013, o lateral fará a sua recuperação junto do departamento clínico dos azuis e brancos.


in "ojogo.pt"

Rui Moreira: «Saída de Falcão não justifica tudo»

TRABALHO DE VÍTOR PEREIRA "É INSATISFATÓRIO"



Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto e conhecido adepto portista avaliou, em declaração ao Público, o trabalho de Vítor Pereira como insatisfatório.
"Não digo que seja o único culpado, mas o trabalho é naturalmente insatisfatório. A saída de Falcao justifica algo, mas não justifica tudo", disse.
“A equipa não consegue fazer circulação de bola e há, de facto, um problema de forma de muitos jogadores”, considerou.
Para Rui Moreira a "SAD tem de avaliar se esta é uma situação temporária ou "se há problema mais profundo com a liderança do balneário".
“Se houver entendimento de que há algum problema de autoridade, motivação ou entendimento do treinador com jogadores, acredito que será feita uma alteração radical", afirmou.
in "record,pt"

«Temos de ser mais maduros» - Guarín

dentidade desconhecida, o dragão não se revê no espelho. Guarín admite a imagem pouco nítida de um FC Porto poderoso e a ditar leis dentro das quatro linhas, desencontrado com as vitórias num contexto de menor acerto exibicional.

«Lembro-me do que aconteceu há duas épocas. Quando jogávamos mal, empatávamos, tínhamos resultados negativos. É um pouco isso que se está a passar. Esperemos que esta fase não se prolongue por muito tempo, pois precisamos rapidamente de perceber o que há a fazer para vencer todos os compromissos», sublinha o médio, também ele desinspirado no frustrante empate com o APOEL.

O sentimento de frustração que contagia o universo azul e branco requer tratamento adequado, imediato e eficaz. «Quando o FC Porto não está bem, as coisas não saem bem. Deixámo-nos levar pelo desespero, pela intranquilidade, pelos assobios dos adeptos. Há que ser um pouco mais maduro e encarar de frente estas dificuldades, com a plena consciência de que o FC Porto tem de mandar sempre em casa, assim como nos jogos fora», projecta, o colombiano, a reacção.

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in "abola.pt"

Pressão sobre Vítor Pereira

Vítor Pereira não é, neste momento, o treinador mais consensual deste mundo. Tremendo desafio o do treinador do FC Porto, que ouviu assobios, extensivos à equipa, na sequência de uma má exibição (de longe a pior na Champions desta época) e de um resultado que obriga os dragões a não se distraírem nem um bocadinho nas três jornadas que faltam.

O jogo com o Nacional também não é de vida ou de morte, mas é o próximo depois de um meio desaire na Champions. E, por isso, está proibido de falhar. Pressão? Tem que ter, e se não conseguisse viver com ela com certeza que não teria sido contratado para dirigir a equipa que acabou de ganhar a Liga Europa.

As muitas críticas que já ouviu são suportadas em factos, mas Vítor Pereira tem por onde se defender... Por muito que digam que se sentem muito bem no clube, aqueles jogadores que andaram nas bocas do mundo durante o defeso e ficaram, como, por exemplo, Álvaro Pereira e Guarín, não são os mesmos. Simples coincidência? Talvez, mas não deixa de ser relevante que um e outro, principalmente o colombiano, estejam longe do seu valor. Ficaram e nenhum deles disse que ficou contrariado.



in "abola.pt"

«É Vítor Pereira quem tem de encontrar o mal no FC Porto» - Rodolfo Reis

Rodolfo Reis arrasador na análise ao momento do FC Porto. Antigo capitão dos dragões qualifica como «medíocre» a exibição diante do APOEL e diz que terá de ser Vítor Pereira a «encontrar o mal» no clube.

«Estou bastante apreensivo. É verdade que o Porto não perdeu nada este ano, mas os índices que vem demonstrando deixam-nos preocupados», afirma Rodolfo Reis, em declarações àRenascença, referindo que «um FC Porto normal» teria ultrapassado o adversário cipriota.

«O Porto fez um jogo medíocre, para não dizer menos, e tem de arredar caminho», alerta, argumentando que «Vítor Pereira é quem tem de encontrar o mal» que afecta o clube.

«Neste momento ele existe, não é um mal de morte, mas o Porto não está alegre, não corre, não disputa as bolas, chega sempre atrasado. A imagem que vem cá para fora é a de que os jogadores, e não um ou dois, mas a sua grande maioria, estão cansados, fatigados», descreve



in "abola.pt"

Inter prepara ofensiva por Moutinho

O Inter Milão poderá tentar a contratação de João Moutinho na reabertura do mercado de transferências, em Janeiro.

De acordo com o site italiano Tuttomercato, o emblema milanês tem acompanhado com atenção as exibições do internacional português, pelo qual deverá apresentar uma proposta formal najanela de Inverno.

A mesma fonte dá conta de que João Moutinho dificilmente deixará os dragões ainda esta época, apontando desde já para nova ofensiva dos nerazzurri no próximo defeso.

O médio, de 25 anos, tem contrato com o FC Porto até 2015 e uma cláusula de rescisão fixada em 40 milhões de euros.



in "abola.pt"

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

ESTRELA VERMELHA É O ADVERSÁRIO NA TAÇA EHF

O FC Porto Vitalis vai defrontar o RK Estrela Vermelha na terceira eliminatória da Taça EHF, ditou o sorteio realizado esta terça-feira na sede da instituição, em Viena. As duas mãos estão agendadas para 26 ou 27 de Novembro e 3 ou 4 de Dezembro. Os Dragões tiveram acesso directo a esta eliminatória depois de se classificarem no segundo lugar do seu grupo de apuramento para a Liga dos Campeões.

Os sérvios do Estrela Vermelha ultrapassaram, na segunda eliminatória, os montenegrinos do HC Mojkovac. Foram por nove vezes campeões nacionais e somam cinco participações na fase de grupos da Liga dos Campeões. Nas últimas duas temporadas nas competições europeias, ficaram pelo caminho na terceira eliminatória da Taça EHF.

O sorteio da próxima fase da prova, os oitavos-de-final, irá ter lugar a 6 de Dezembro, pelas 11h00 locais, na sede da EHF.



in "fcp.pt"

Miguel Lopes processa Saragoça

O jogador tentou a integração no plantel do clube espanhol, mas nunca obteve resposta dos dirigentes. Emanuel Calçada, advogado de Miguel Lopes, explica que há um contrato assinado e o Saragoça não está a cumprir.


Miguel Lopes avançou para a Justiça com um processo contra o Saragoça, por incumprimento do clube espanhol. O jogador defende que tem um contrato de uma época ao clube de Aragão, por empréstimo do FC Porto.

Os dirigentes do Saragoça não conseguiram inscrever o lateral português antes do fecho do mercado, atrasando-se cinco minutos e isso inviabiliza a utilização do jogador até nova abertura do período de transferências, mas, na opinião do advogado do jogador, não anula o contrato de trabalho, entretanto, estabelecido.

Emanuel Calçada, em declarações à Renascença, explica que "entendemos que há uma violação, por parte do clube, dos deveres da entidade empregadora para com o Miguel. Consequentemente foi intentada uma acção, nos tribunais espanhóis, para o Miguel Lopes ser ressarcido de todos os direitos".

O advogado acrescenta que o jogador tentou resolver o problema de todas as formas, mas "o clube nunca ligou nenhuma".

O lateral direito está sem jogar e sem treinar no Saragoça. Isto apesar desta situação não mexer com o contrato que tem com o FC Porto. O jogador mantém o vínculo com os campeões nacionais.

"A FC Porto SAD mantém o vínculo com o Miguel, mas aquilo que está em causa é a actual época desportiva", esclareceu Emanuel Calçada, reforçando que o jogador foi cedido ao clube espanhol durante a temporada 2011/12.



in "rr.pt"

Champions: Hulk (e Messi) são quem mais remata ao lado


Mas o argentino acerta mais


Lionel Messi é o jogador que mais remata na Liga dos Campeões, ao fim de três jornadas. É o líder dos remates enquadrados com a baliza (8) e também dos remates para fora (15), de acordo com as estatísticas oficiais da UEFA.

Aqui, é seguido de perto pelo portista Hulk, que tem 14 remates desenquadrados com a baliza. O brasileiro do FC Porto tem apenas quatro remates que foram ao alvo, dois dos quais deram golo. Messi também tem dois golos, aos quais junta duas assistências. Hulk tem um passe para golo.

Quanto ao Benfica, a outra equipa portuguesa em prova, Óscar Cardozo é quem mais acerta com a baliza (seis remates) e Gaitán quem mais remata ao lado (cinco).



in "maisfutebol.iol.pt"

Oito amarelos são recorde na principal prova da UEFA

SÓ A ROMA TINHA SIDO TÃO ADMOESTADA



Bateram-se recordes de indisciplina no jogo entre o FC Porto e o Apoel. O Grupo G já é, de resto, o mais indisciplinado da atual edição da Champions, com 36 amarelos e 4 vermelhos nos 6 jogos disputados. Mas há mais. Na partida de ontem, foram 8 os portistas que viram o cartão amarelo e, desde 2001, quando a UEFA começou a fazer as estatísticas dos jogos sob a sua égide, só a Roma (2006/07), frente ao Lyon, havia visto tantos amarelos num só compromisso.
O total de 11 cartolinas amarelas mostradas no total do jogo de ontem – 3 para os homens do Apoel – também vai entrar para o livro de recordes da Champions, igualando o tal Roma-Lyon e um outro jogo entre o Real Madrid (5) e a Roma (6), em 2007/08...
in "record.pt"

Declarações


Moutinho

"As coisas não me estão a sair bem"

João Moutinho não teve problemas em reconhecer que atravessa um mau momento de forma, comum a todo o grupo orientado por Vítor Pereira. "Não tenho estado ao meu nível. As coisas não me estão a sair bem a mim, e à equipa, mas não podemos pensar individualmente. Se formos uma equipa, as coisas não se vão notar. Não estamos a conseguir, nem estamos a concretizar oportunidades, e fomos penalizados com um empate", defendeu o médio do FC Porto.
"Em teoria é tudo muito fácil. Temos de mostrar dentro de campo que somos melhores. Não fizemos as coisas da melhor forma para sairmos daqui com a vitória e dar um passo em frente nesta competição", acrescentou Moutinho a propósito do quinto ponto perdido pelo FC Porto no grupo G da fase de grupos desta edição da Liga dos Campeões.
Confrontado com o que terá faltado, o médio apontou: "Faltou muita coisa, faltou intensidade. O APOEL é uma equipa matreira, sabíamos que ia jogar no nosso erro, com jogadores rápidos na frente, foi eficaz, teve um remate e marcou, mas nós não conseguimos ser eficazes". Como "infelizmente", disse, o FC Porto saiu do Dragão com um resultado que não queria, a receita é simples: "Vamos, mais uma vez, levantar a cabeça no jogo que temos no campeonato [domingo, com o Nacional] para depois voltarmos a pensar nesta competição".

Em minutos está igual...

Moutinho assumiu ontem que não está bem, sendo que no único dado concreto que pode ser analisado na comparação com a última época, o tempo de jogo, não há registo para grandes diferenças. Por esta altura, com Villas-Boas, o médio somava 979 minutos de competição; este ano, com Vítor Pereira, contabiliza apenas mais 10. Mesmo na Selecção, há dois jogos completos de qualificação, podendo-se acrescentar apenas os 45 minutos que realizou no amigável desta época frente ao Luxemburgo.

Hulk

"Contávamos já estar na liderança"

Hulk voltou a marcar ao APOEL, mas desta vez o FC Porto não conseguiu vencer os cipriotas, para desalento do brasileiro. "Resultados destes acontecem... Infelizmente não correu como queríamos. Entrámos para ganhar, não conseguimos, e agora só nos resta seguir em frente e levantar a cabeça". Mais do que isso, Hulk assume que os jogadores do plantel - e não só - contavam já estar na liderança do Grupo G da Liga dos Campeões. "Não somos só nós. Toda a gente esperava que o FC Porto já estivesse na liderança deste grupo, até pelo trabalho que temos feito. Mas, como já referi, infelizmente não conseguimos vencer esta partida e acredito que fomos infelizes em alguns momentos do jogo. Tivemos algumas oportunidades, mas não conseguimos marcar mais golos. Apesar disso, é preciso dizer que os jogadores correram sempre, deram o máximo e só nos faltou mesmo a vitória", concluiu.

Helton critica árbitro

Apesar de ter sido considerado o melhor em campo, Helton não concorda com a apreciação e valoriza o colectivo. "Não foi o resultado que queríamos, mas a equipa até esteve bem", disse, deixando no ar críticas à equipa de arbitragem. "Não nos podemos agarrar a isso, mas a equipa de arbitragem não esteve bem em alguns momentos, como no final, quando o APOEL poderia ter marcado num lance em que o Rolando sofreu falta". O capitão admite que há coisas para corrigir e não quer recordar a última época. "O passado é cobrado".

Discurso directo

"Eles defenderam muito, tornando o jogo mais difícil. A pesar do resultado, a nossa confiança não sai abalada e temos todas as hipóteses de ganhar lá. Um jogo mau qualquer equipa tem"
James
"Há que assumir este mau resultado com responsabilidade e continuar a lutar. A equipa sentiu a responsabilidade de ganhar. Já estamos acostumados aos assobios quando os resultados não satisfazem"
Guarín
"Antes de começar o jogo, o empate saberia a vitória. Mas da forma como o jogo se desenvolveu não soube assim tão bem.Provámos mais uma vez que merecemos mais atenção, mais respeito."

Vítor Pereira

"Faltou-nos confiança e o APOEL defendeu"

Justificar os maus resultados do FC Porto com a ausência do goleador Falcao começa a ser redutor. À excepção do actual ponta-de-lança do Atlético de Madrid, Vítor Pereira decalcou o onze-base da época passada e foi o primeiro a reconhecer que a força do colectivo é que não funcionou contra o APOEL. "Não fizemos uma exibição conseguida. Estivemos intranquilos e a querer fazer as coisas muito depressa, sem paciência e pouca confiança a circular a bola. Mas o APOEL também não é uma equipa qualquer. Isso deve ser realçado. É uma equipa bem organizada, muito rápida e com jogadores perigosos nas transições ofensivas. Por outro lado, defendem com muita gente atrás da linha da bola, concedendo por isso poucos espaços", descreveu.
A forma de dar a volta à equipa cipriota sempre esteve na ponta da língua, mas nada funcionava na prática. "Tentámos chegar à baliza com muitos cruzamentos e remates exteriores, mas muitas vezes de forma precipitada e não conseguimos", desabafou o treinador dos portistas, apontando ao mesmo tempo para uma vitória em Chipre. "Está tudo em aberto no grupo e temos que ganhar lá de modo a rectificar este resultado. Assumimos que não foi um jogo conseguido da nossa parte, mas há que perceber que tipo de adversário tivemos pela frente esta noite", repetiu. Confrontado com as confissões frescas de João Moutinho, que assumiu não estar bem a nível individual, à imagem da equipa, Vítor Pereira reagiu com ponderação. "Faltam os resultados. Os resultados trazem a confiança e os bons jogos só se conseguem com confiança", atalhou.
Contas feitas, o FC Porto está mais do que nunca metido "num grupo complicado e muito equilibrado". "As equipas são muito iguais, cada uma com os seus argumentos. Este APOEL demonstrou por que razão ganhou em casa ao Zenit e pontuou com o Shakhtar", lembrou, reassumindo que o Walter da actualidade já faria falta na Liga dos Campeões. "Só que em Agosto deparava-se com um problema familiar. Contamos com o Walter e o Kléber fez um belíssimo jogo", vincou. Por último, deu razão aos assobios dos adeptos. "Nós trabalhamos para eles. Sentem o clube, mas vamos dar a resposta contra o Nacional", prometeu.
in "ojogo.pt"

FC Porto um a um


Helton 7

Figura inesperada ao cair do pano

O jogo acaba com uma defesa de Helton que evita o golo da vitória do APOEL. Quem diria que uma equipa cipriota poderia dispor de uma oportunidade destas em pleno Dragão? Mas só ficará surpreso quem não assistiu ao jogo. Helton é a figura inesperada por causa disso e de muito mais, porque, antes, já evitara outros golos, como no lance em que um passe errado de Otamendi (63') deixou isolado um adversário, levando o guarda-redes a pôr cobro ao perigo, ou outro em que Aílton cabeceou (86') perante a passividade de Guarín.
Contas feitas, Vítor Pereira bem pode agradecer a Helton este pontinho, escasso, é certo, mas de acordo com a fraca exibição de 12 dos jogadores - só Hulk e Helton escaparam. O capitão do FC Porto segurou o barco e evitou um daqueles resultados capazes de fazer afundar os objectivos. A defesa já nos descontos deixa tudo como estava...

Sapunaru 5
Teve uma oportunidade de golo nos pés (23'), mas saiu-lhe... um passe. A defender, conseguiu sair-se bem, de uma maneira geral, ainda que o APOEL não tenha atacado preferencialmente pelo seu lado.

Rolando 5
Acabou por se ver ligado ao golo do empate ao não se conseguir interpor para evitar o remate. Esteve atento às dobras e tentou ser a voz de comando de uma defesa demasiado intranquila. Fez falta e viu um cartão amarelo (48') na sequência de uma perda de bola do meio-campo.

Otamendi 4
Aíltodeu-lhe muito que fazer. Sentiu dificuldades a atacar a bola perante a pressão. Esteve precipitado. Uma perda de bola de Hulk (29') levou-o a cometer falta e a ver um amarelo, que o terá condicionado dali para a frente, mas está longe do central que se conhece.

Álvaro Pereira 4
Não é o mesmo Palito, está sem rasgo, sem pulmão, lento a recuperar e pouco empreendedor. Até os cruzamentos, que eram uma das suas imagens de marca, já não lhe saem bem. Continua a dar a impressão de não estar no seu melhor fisicamente e deixou de ter a preponderância que se lhe reconhecia a atacar.

Fernando 4
Entrou aos lances sem determinação e não teve a genica necessária para funcionar à frente da defesa. Demasiado macio no lance do empate (19'), caindo facilmente na finta de corpo de Aílton. Só as dobras defensivas (30' e 32') evitaram uma exibição para esquecer.

Guarín 4
Errou de mais, nos passes e nas desmarcações, provocando alguns calafrios à equipa. Não se movimentou como convinha para criar espaços, foi um jogador lento a recuperar num meio-campo que demonstrou pouco querer. Vítor Pereira corrigiu-o (38'), mas nada se alterou, irritando até os adeptos. Distraiu-se ao permitir um cabeceamento de Aílto(86'), num canto, que obrigou Heltoa aplicar-se.

João Moutinho 4
Longe do seu melhor, incapaz de fazer jogar, de criar ou abrir espaços, está sem o rasgo que o caracterizava e esteve longe de ser um jogador capaz de desequilibrar o adversário. Tentou um remate sem convicção (55') e foi esbracejando perante o marasmo que estava a presenciar, mas sem demonstrar capacidade para mudar o que quer que fosse. Saiu tarde.

Hulk 6
A equipa só conseguiu criar perigo com ele, que fez o golo (13') na primeira oportunidade. Depois, a bola nem sempre lhe chegou nas melhores condições para fazer mais, ainda que continue demasiadamente preocupado com as faltas, mais do que em jogar. Podia ter marcado em duas ocasiões (65' e 79'), mas a bola saiu ao lado.

James Rodríguez 4
Terá sido a pior, senão uma das piores exibições de James no FC Porto. Quase não se deu por ele, nem quando procurou espaço noutras posições. A substituição foi assobiada, mas não pela produção até aí...

Kléber 5
Sem o impacto desejado no ataque e sem peso na defesa contrária. De positivo, só um remate à meia-volta (12') e um cabeceamento (42'). Já depois da hora, chegou atrasado a um dos poucos cruzamentos decentes de Varela.

Varela 4
A missão era fácil: fazer melhor do que James, mas ficou-se pelos mínimos, registando-se, apesar de tudo, dois cruzamentos (79' e 90'+1') que, bem aproveitados, poderiam ter feito mossa.

Belluschi 4
Entrou, rematou no minuto seguinte e... afundou-se no jogo como os outros.

Defour 4
Entrou para o lugar de Moutinho e ninguém piou, mas acrescentou pouco de relevante, desperdiçando uma hesitação da defesa que lhe poderia ter permitido marcar (90'+2').

in "ojogo.pt"

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

FC Porto ganha na Madeira

TRIUNFO (32-28) A FECHAR A 8.ª JORNADA


O F.C. Porto venceu o Madeira SAD por 32-28, no jogo que marcou o encerramento da oitava jornada do Andebol 1. Ao intervalo, os tri-campeões nacionais já seguiam na frente (18-16), após uma primeira parte em que a turma portista comandou quase sempre o marcador, chegando por vezes a ter vantagens de 4 golos.

No segundo tempo os insulares reagiram, empataram a 20 golos (36 minutos) e mantiveram o jogo em aberto por mais 10 minutos, altura em que o FC Porto voltou a fugir no marcador, regressando a vantagens relativamente confortáveis de 3 golos.
No FC Porto, realce para a eficácia de Pedro Spínola, com 9 golos em 13 remates, e de Ricardo Moreira, com 6 golos em oito tentativas.
No Madeira SAD, que jogou apenas com 12 jogadores e desperdiçou quatro dos nove livres de sete metros de que dispôs, Nuno Silva, com 7 golos em 10 tentativas, foi o melhor.
Com este resultado, o FC Porto ascende ao quarto lugar, com 20 pontos, os mesmos que o Sporting que é terceiro, e menos 1 que o SL Benfica. O Águas Santas lidera com 23 pontos. O Madeira SAD é sétimo, com 16 pontos, os mesmos que o ABC de Braga, sexto.
in "record.pt"

Afinal, como ataca o Porto? Simples e ineficaz

O Maisfutebol olhou para o F.C. Porto-Apoel como um teste à qualidade ofensiva dos dragões, num cenário europeu. Vítor Pereira admitiu a necessidade de uma vitória na terceira jornada da Liga dos Campeões e os adeptos anteciparam uma noite de intensa pressão da formação portista.

Perceber como o Porto ataca ajuda a explicar o que funciona e o que falha nesta versão 2011/12. As ideias pré-concebidas assemelharam-se ao filme do jogo. Este F.C. Porto depende, em demasiada, das derivações de Hulk da direita para o centro, com remate.

Suspeitava-se ainda, e confirma-se, que Kléber não é serviço com regularidade pelo ar. Os dragões chegam poucas vezes à linha de fundo, com James (nada inspirado) e Hulk a preferirem o jogo interior. Sobrava Alvaro Pereira, em intensa produção à esquerda. Sapunaru, bem menos.

O meio-campo emperrou. Joga demasiado recuado, com Guarín e Moutinho e pisarem terrenos na linha intermediária para alimentar os flancos. Escassearam ideias num tridente onde Fernando continua ser, quase exclusivamente, um tampão.

O jogo começou pela esquerda. Sem ideias e com Hulk tapado, Alvaro Pereira é a solução. Este evita a linha de fundo e cruza. Uma vez, duas, três. Pelo meio, uma ideia, Moutinho, Guarín, desmarcação pelo chão. Kléber atira contra Chiotis. Coisa rara.

Ao oitavo minuto, Vítor Pereira tenta ajustar a estratégia. Fala com Hulk. Este transmite algo a Guarín. Sapunaru aparece na frente, centra para Kléber a meia altura. Bom remate, defesa para canto.

Hulk marca. Um livre de longe, uma bola parada, frango à mistura, golo. Durou pouco. Ailton empata. Volta tudo ao início.

O empate regressa para a repetição da fórmula. Demasiado simples e ineficaz. Primeiro, Alvaro cruza, ainda longe da área. Depois, aposta-se no lance típico de Hulk. Da direita para o centro, remate. Desviado. O brasileiro não desiste. Insiste na receita.

Pelo meio, alguns improvisos. Fernando remata de longe, por cima. Sapunaru cruza na direita, para o solitário Kléber. Depois, Guarín, também de longe. Sem ideias, o meio-campo do F.C. Porto recorre à meia distância.

A segunda parte não traz novidades. O Apoel agradece e irrita o adversário. Até Varela entrar, restam ensaios de fora da área. Guarín e Moutinho ficam-se pelas intenções, Hulk faz o seu movimento e origina por duas vezes a sensação de golo.

Vítor Pereira decide mexer, finalmente. Varela entra em campo, junta-se a Alvaro Pereira na esquerda e começa a carrilar jogo pelo corredor. Os dois cruzam como o F.C. Porto não cruzara até então.

Faltava, por essa altura, discernimento e concentração. E Walter, talvez. Defour teve a melhor oportunidade, num ressalto na área, mas foi até Hélton a segurar o empate, em cima do apito final.

Em suma, uma fórmula curta para observadores atentos. Poucas soluções para uma prova milionária.



in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-Apoel, 1-1 (destaques)

A figura: Hulk
Inaugurou a contagem no Estádio do Dragão, apesar de Chiotis recolher grande parte do protagonismo no lance. Continua a ser uma referência incontornável quando o jogo colectivo do F.C. Porto não produz efeitos. Esteve, contudo, longe de uma noite particularmente inspirada. O compatriota William Boaventura tapou grande parte dos caminhos e Hulk acabou por recorrer à jogada típica: derivação da direita para o centro e remate forte, à procura da felicidade. Por duas vezes, na etapa complementar, transmitiu mesmo a sensação de golo.

Desilusão: Guarín
Volta a demonstrar uma crescente tendência para jogar em baixas rotações, começando a seguir um caminho que promete irritar profundamente os adeptos do F.C. Porto a curto prazo. Entra em vários lances a passo, trata a bola com carinho quando se exige velocidade, as variações de ritmo parecem inexistentes, o meio-campo passa a ser um mero acessório na construção de jogo. Regressou à Liga dos Campeões depois de cumprir dois jogos de castigo pela expulsão na Supertaça Europeia mas, pelo que demonstrou, podia ter atrasado o retorno ao onze. Otamendi podia entrar neste espaço, face aos erros acumulados ao longo do encontro. Fica-se pela menção.

Momento: minuto 18
Ailton gela o Estádio do Dragão. Hulk colocara o F.C. Porto em vantagem com um enorme contributo de Chiotis, na sequência de um pontapé colocado mas aparentemente controlável. Antecipou-se, naquele momento, uma noite sossegada para os portistas. Ao minuto 18, contudo, foi Ailton contra o Mundo. E Ailton venceu. O brasileiro passou por Fernando à entrada da área, rematou rasteiro, a bola passou entre as pernas de Rolando e cruzou caminho para bater Hélton. Susto no Dragão. Um susto duradouro.

Outros destaques

Hélton
Dividiu protagonismo final com Hulk. Poderia mesmo ter sido a figura do encontro, uma vez que evitou a derrota do F.C. Porto num par de contra-ataques venenosos do Apoel, quando os dragões arriscavam tudo para chegar à vantagem. A última imagem é sintomática. Ailton recebeu a bola na área, ao segundo poste, mas Hélton saiu da baliza e evitou o 1-2 com uma enorme mancha.

Kléber
Esforçado. Regressou à competição depois da lesão contraída na jornada anterior da Liga dos Campeões. Pode queixar-se da falta de jogo à sua medida, contando-se pelos dedos os cruzamentos para a sua zona ao longo de grande parte do encontro. Ainda assim, entrou bem e esteve perto do golo. Incansável, tentou apresentar-se como alternativa para os ataques recorrentemente individualizados do F.C. Porto. Em vão.

Alvaro Pereira
Municiou grande parte do jogo ofensivo da formação portista. A fórmula era evidente: Hulk a fintar de um lado, Alvaro Pereira a correr e cruzar do outro. O lateral uruguaio correu vários quilómetros, assumindo a iniciativa quando poucos o faziam, mas as coisas nem sempre correram bem.

Varela
Bela entrada em campo. Revitalizou o flanco esquerdo, substituindo um James Rodriguez em noite não. Olhando para trás, poderia ter entrado mais cedo.

Ailton
Belo jogador. Provocou erros de Otamendi e Rolando, acabando mesmo por anular a desvantagem do Apoel de Nicósia com um belo trabalho e remate cruzado, ao minuto 19. Já antes, conseguira entrar na área do F.C. Porto com uma jogada pela linha de fundo. Continuou a provocar desequilíbrios, mantendo a defensiva contrária em sentido.



in "maisfutebol.iol.pt"

F.C. Porto-Apoel, 1-1 (crónica)

O F.C. Porto não passou na prova dos nove. A equação que estava a ser desenhada no pós-descalabro de S. Petersburgo exigia prova categoria na rainha das competições. As vitórias sobre Académica e Pêro Pinheiro foram um sinal de melhoria a pedir confirmação. Não surgiu, num jogo em que o futebol portista esteve estranhamente nervoso e não chegou para bater o Apoel Nicósia (1-1).

Dois descuidos deram dois golos e abriram um jogo no qual se previa uma superioridade portista. O primeiro, mais grave, foi de Chiotis, guarda-redes do Apoel, com uma abordagem amadora ao livre de Hulk. Marcador aberto, poderia respirar fundo o F.C. Porto. Por pouco tempo. Se marcou aos 13, sofreu aos 18, em nova falha de concentração, agora de Fernando que deu a Aílton todo o tempo e espaço para fazer brilhar o seu talento. Jogo empatado. Baralha e volta a dar.

Vítor Pereira tinha apostado no onze previsível, fazendo regressar Guarín e Kléber. Pela frente estava um Apoel organizado, com um bom avançado, quatro jogadores de médio plano em Portugal e mais alguns desconhecidos. Uma equipa certinha que não devia ser obstáculo a este F.C. Porto, mas vai fazendo pela vida na Champions.

Aliás, depois do empate a melhor ocasião do segundo tempo até foi dos cipriotas, num cabeceamento de Oliveira a rasar o poste. O Apoel acaba por ser a antítese dos seus barulhentos adeptos: futebol com pezinhos de lã, passando entre as gotas de chuva sem fazer estrondo. Quando se dava por eles, estavam a tentar incomodar Helton que, ainda assim, não fez uma única defesa na primeira parte.

Dois tiros de Hulk e um susto no final

O nervosismo portista passou muito pela fraca capacidade de criar jogo ofensivo, pese a esmagadora posse de bola. Guarín, displicente e muito recuado, foi mais problema que solução. Moutinho está longe daquilo que é capaz e James passou por uma noite menos feliz. Sobrava Hulk. Que é «Incrível», mas nem sempre chega.

Pertenceram, porém, ao brasileiro as principais investidas portistas no segundo tempo. Jogadas típicas, com movimento da direita para o centro e disparo. Falhou a pontaria. Um deles até não foi por muito, mas valeu o mesmo. Obviamente, é pouco. Quando as melhores ocasiões do F.C. Porto frente a uma equipa como o Apoel Nicósia surgem de dois remates de longe que nem acertaram na baliza, percebe-se o deserto de ideias.

Vítor Pereira poderá, também, ter pensado que a solução chegaria mais tarde ou mais cedo. Só mexeu na equipa a meia hora do fim, talvez com a memória no jogo com o Shakhtar, quando o banco não foi preciso para desbloquear igual resultado. Desta vez foi tarde e Varela, Belluschi e, depois, Defour não fizeram subir a equipa conforme se pedia. O golo ficaria a centímetros. Aqueles que faltaram a Kléber para empurrar o centro venenoso de Varela, nos descontos.

O F.C. Porto não abdicou do estilo até ao final, mas não encontrou o abre-latas. O Apoel não se desmoronou. Jogou com o relógio, assustou de bola parada e somou mais um pontinho. Tão inesperado como aquele que foi ganho em Donetsk. E só não foram três porque Helton salvou a equipa em cima do apito final. Quando termina a primeira volta, lideram surpreendentemente.

Para os portistas, complicam-se as contas. Quatro pontos em três jogos não é horrível, mas dá que pensar, até porque só resta um jogo em casa. O F.C. Porto vai ter de vencer em Nicósia. E mostrar muito mais futebol.



in "maisfutebol.iol.pt"


Belluschi renova, Guarín ainda não

PÉROLAS SÃO PARA SEGURAR



Fernando Belluschi vai renovar o seu contrato com o FC Porto, ainda esta semana, por mais duas temporadas, até 2015. Os dragões procuram, assim, segurar as suas pérolas e, nesse sentido, o contrato de Fredy Guarín também será prolongado, mas este processo, ao contrário do do argentino, não ficará resolvido no imediato.
Num dossiê em tudo idêntico ao de Alvaro Pereira, também a folha salarial de Belluschi será melhorada, não estando prevista qualquer alteração na cláusula de rescisão, que permanece fixada nos 30 milhões de euros. Ainda no que toca ao Samurai – alcunha pela qual Belluschi é conhecido –, refira-se que o médio ainda não é titular indiscutível, mas só ele participou em todos os jogos esta época.
in "record.pt"

Surpresa com intenção de queixa do Standard Liège

«SITUAÇÃO EM VIAS DE SER SOLUCIONADA»



O FC Porto mostrou-se surpreendido com a atitude do Standard de Liège, que ameaçou fazer queixa por ainda não ter recebido os valores acordado nas transferências de Mangala e Defour.
"Estamos surpreendidos com a atitude do Standard de Liège, uma vez que a situação está em vias de ser solucionada", disse à agência Lusa uma fonte dos "dragões".
Outra fonte próxima do processo contactada pela Lusa adiantou que o FC Porto ainda não terá recebido as verbas da transferência de Falcao e Ruben Micael para o Atlético de Madrid, podendo ser esse o motivo do atraso do pagamento aos belgas.
De acordo com uma nota publicada no sítio oficial do clube belga, o FC Porto prometeu pagar os valores acordados "até ao final da semana que findou", a 7 de outubro, quando os "dragões" falaram com o diretor geral do Standard, Pierre François.
"Apesar desta promessa de pagamento - já tardia - nenhum valor foi pago pelo FC Porto. O Standard de Liège vai iniciar imediatamente os procedimentos que se impõem junto das instâncias competentes", lê-se no comunicado.
in "record.pt"

Capitães à volta do líder

Os minutos que antecederam o treino de ontem ficaram marcados por uma conversa de Vítor Pereira com os quatro capitães de equipa - Helton, Hulk, Rolando e João Moutinho. No entanto, o treinador desvalorizou a importância do momento na conferência de Imprensa. "Não foi nada de especial. Estivemos a falar sobre a gestão do tempo e horários. Nada de muito importante", referiu.


in "ojogo.pt"

Renovação para blindar Otamendi


Além da renovação de Belluschi, cujo processo detalhámos na edição de ontem, o FC Porto vai ainda fechar, nos próximos dias, o novo contrato de Otamendi. No caso do central argentino, a revisão do vínculo vai fazer-se acompanhar do aumento da cláusula de rescisão, que clube e jogador entendem estar desfasada.
Contratado em Agosto do ano passado, o internacional pela Alviceleste está blindado por 15 milhões de euros, número que está ao alcance de várias equipas europeias que têm seguido o seu percurso no Dragão e que podem fazer chegar uma proposta definitiva à SAD azul e branca.
Reforçando a protecção de Otamendi, os portistas ganham margem negocial futura, uma vez que está posta de parte, actualmente, a negociação do jogador de 23 anos; é bom lembrar que o campeão nacional já investiu oito milhões de euros no argentino, valor recorde por um central. Otamendi tem justificado essa quantia em campo, tendo sido importante para o ciclo vitorioso de Villas-Boas e reforçando o seu estatuto com Vítor Pereira.
É, além disso, titular da selecção argentina e um dos jogadores mais promissores na sua posição, ao ponto de ter sido já ventilado o interesse de clubes como o Roma e o Málaga no seu concurso.
Com contrato até 2015, Otamendi vai dar um salto na sua folha salarial, passando a auferir um vencimento mais consentâneo com um contrato longo e uma cláusula avultada. Os pormenores ainda estão em segredo e nenhuma das partes os desvenda, mas um colaborador do agente FIFA Marcelo Simonian estará esta semana na Invicta para fechar uma operação que está a ser preparada há alguns meses.

in "ojogo.pt"

Standard avança com queixa


O Standard de Liège anunciou ontem, através do seu sítio, que vai apresentar queixa contra o FC Porto nas "instâncias competentes" devido ao alegado incumprimento no pagamento das transferências de Mangala e Defour. O clube belga referiu que o FC Porto prometeu proceder ao pagamento durante a semana passada, algo que não se terá verificado. "O FC Porto respondeu aos telefonemas do nosso Director-Geral no dia 7 de Outubro, sexta-feira, para anunciar o pagamento dos valores relativos às transferências de Mangala e Defour no decorrer da semana que passou", escreveu o clube no seu sítio antes de detalhar o que pretende fazer. "Apesar desta promessa de pagamento - já tardia -, nenhum valor foi pago pelo FC Porto. O Standard de Liège vai iniciar imediatamente os procedimentos que se impõem junto das instâncias competentes."
Entretanto, e segundo a agência Lusa, que cita uma "fonte ligada ao FC Porto", os azuis e brancos ficaram espantados com esta tomada de posição do clube belga. "Estamos surpreendidos com a atitude do Standard de Liège, uma vez que a situação está em vias de ser solucionada." Ainda segundo outra fonte próxima do processo, novamente contactada pela Lusa, o motivo deste atraso "pode" estar relacionado com a possibilidade de o FC Porto ainda não ter "recebido as verbas das transferências de Falcao e Rúben Micael para o Atlético de Madrid".
Recorde-se que o Standard já tinha denunciado, a 26 de Setembro, o atraso do FC Porto nos pagamentos relacionados com as transferências de Defour e Mangala, que custaram 12,5 milhões de euros aos dragões.

Primeiro clube de James reclama pagamento

O FC Porto nada tem a ver com isso, mas não deixa de ser uma história curiosa em que James Rodríguez está envolvido. O seu primeiro clube - Academia Tolimense - reclama que o Envigado, para onde o prodígio se mudou em 2005, nunca pagou nada pelo passe do jogador ou pelos direitos de formação. "Praticamente roubaram-nos o James. Foi connosco a Medellín e, como foi figura, goleador e campeão, o sr. Upegui, dono do Envigado, falou com a família e não nos teve em conta", disse Yul Calderón, director da Academia, ao jornal "El País". Entretanto, o coordenador da formação do Envigado diz que, além de dinheiro, foram oferecidos equipamentos, facto que a Academia desmente. Quanto ao pai do jogador, diz que o negócio foi feito com a mãe, mas mais uma vez a Academia nega e diz que ambos sabiam e que o Envigado ainda lhes ofereceu emprego.

in "ojogo.pt"