terça-feira, 10 de agosto de 2010

Varela, o senhor 40 milhões


O FC Porto e Silvestre Varela chegaram ontem a acordo para o prolongamento por mais duas épocas do contrato que os unia, sendo agora válido até 2015, numa prova de reconhecimento pelo contributo do extremo à equipa. Para além de terem sido revistas e aumentadas as condições salariais, Varela passou também a pertencer ao restrito grupo dos jogadores com cláusulas de rescisão. A dele, de 40 milhões, supera os 30 milhões de Rolando, Maicon, Raul Meireles, Belluschi, Fernando, Álvaro Pereira, Rúben Micael ou Sérgio Oliveira. No FC Porto, só Hulk tem uma cláusula superior: 100 milhões de euros

Recorde-se que Varela chegou ao Dragão na época passada a custo zero, depois de ter terminado a ligação com o Estrela da Amadora, revelando-se uma das melhores apostas do clube. O internacional português realizou uma excelente época de estreia no FC Porto e foi a figura de destaque na Supertaça Cândido de Oliveira, factores que levaram o FC Porto a apresentar a proposta de renovação que surge na sequência da política de blindagem dos principais activos do clube, que já beneficiou Hulk e Álvaro Pereira e se deve estender, em breve, a Falcao, Belluschi ou Guarín, entre outros.

Numa época má para o FC Porto, como foi a última, Varela conseguiu sobressair, isto apesar de ter sofrido duas lesões no percurso. A primeira logo no início da temporada e que o obrigou a uma paragem de cerca de um mês; em Março, Varela fracturou o perónio e terminou abruptamente a época, contrariedade que o impediu de ir ao Mundial da África do Sul. Mesmo assim, refira-se que marcou 11 golos, suplantando a melhor marca pessoal. Apesar das limitações naturais de quem esteve quatro meses parado, Varela surgiu em boa forma neste início de época e foi a figura da equipa no clássico.

Produto da formação do Sporting, Varela nunca se conseguiu afirmar em Alvalade, tendo sido cedido ao Casa Pia, ao Vitória de Setúbal e ao Huelva. De regresso a Portugal, desvinculou-se dos leões e assinou por uma temporada pelo Estrela da Amadora, onde tem foi uma das principais figuras. Atento, o FC Porto acenou-lhe com um contrato de quatro temporadas que o extremo aceitou, na altura, sem pestanejar. Agora, prolongou-o.

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Os jogos com a camisola do FC Porto, já com a Supertaça. As duas leões impediram-no de acumular mais minutos.

"Renovar depois da Supertaça tem um duplo sabor"

Em declarações exclusivas a O JOGO, Varela reagiu à renovação do contrato. "É um momento único na minha carreira. Fico muito feliz por me ter afirmado no FC Porto. Sinto que foi mais um grande passo na minha carreira e espero continuar muitos e bons anos no FC Porto. O facto de esta renovação surgir dois dias depois da conquista da Supertaça tem um duplo sabor. Começámos bem os jogos oficiais e estamos orgulhosos, mas queremos mais. Temos muita vontade de crescer enquanto equipa", referiu, mostrando-se seguro de que fez a melhor escolha quando assinou pelo FC Porto há um ano. "Tenho trabalhado muito desde novo para atingir metas como esta e a minha situação prova que, com muito trabalho, tudo é possível. Fiz a aposta certa ao vir para o FC Porto e vou continuar a trabalhar da mesma forma para atingir novos objectivos e continuar a crescer enquanto jogador", acrescentou.


in "ojogo.pt"

Fucile foi dispensado da seleção uruguaia - acusou a mesma lesão que o impediu de alinhar na supertaça


Jorge Fucile foi dispensado dos trabalhos da seleção do Uruguai devido a uma lesão muscular, a mesma que o impediu de alinhar na Supertaça, frente ao Benfica. O lateral estava convocado para o jogo particular com Angola, amanhã, em Lisboa, juntamente com os seus companheiros de equipa Alvaro Pereira e Cristian Rodríguez, mas acabou por deixar o lote de eleitos por indicação do selecionador Juan Verzeri. Para o seu lugar foi chamado Alvaro González, da Lazio.


Desta forma, o defesa, de 25 anos, já deverá estar, esta manhã, no Olival para prosseguir o programa de recuperação, embora ainda não tenha sido divulgada a especificidade da lesão. Recorde-se que a ausência de Fucile tinha sido uma das notas de destaque na convocatória para o duelo com o Benfica, não tendo sido dada qualquer explicação oficial para o facto. Soube-se apenas que um problema físico de última hora tinha estado na origem do afastamento.

Flanco protegido

Perante este cenário, o lateral permanece em dúvida para o jogo com a Naval, no próximo sábado, tudo dependendo da maneira como evoluir a lesão ao longo dos próximos dias. No entanto, essa é uma situação que está longe de dominar as preocupações de André Villas-Boas, uma vez que Cristian Sapunaru está recuperado e Miguel Lopes é outra opção para o lado direito da defesa. Ambos deram conta do recado na Supertaça.

in "record.pt"

Meireles entra na lista europeia


O nome de Raul Meireles vai circular pela Europa provavelmente até ao dia de fecho de mercado, mas a verdade é que o médio continua a fazer parte dos quadros do clube enquanto não aparecem propostas concretas pela compra do seu passe e a transferência, que parecia iminente desde Junho, vai ficando adiada.


Depois de ter alinhado alguns minutos no encontro frente ao Benfica para a Supertaça, em clara prova de confiança da equipa técnica, surge mais um importante sinal de que o número 3 continua a ser considerado para esta temporada, uma vez que o seu nome ficou incluído na lista para o play-off da Liga Europa, que os dragões enviaram na ultima segunda-feira para a sede da UEFA, em Nyon.

A questão que se coloca a partir de agora está relacionada com o facto de o médio ser ou não utilizado nos dois jogos frente ao Genk, a 19 e 26 deste mês. Se jogar, Raul Meireles vê a porta de saída ficar parcialmente fechada.

Porquê? Partindo do princípio que o FC Porto ultrapassa os belgas e segue para a fase de grupos, Raul Meireles não poderá disputar as competições europeias por outro clube.

Ora, será difícil a quem quer que seja pagar um valor alto por um jogador e depois não poder utilizá-lo na Europa, ainda que FC Porto admita vender o jogador por valores abaixo da cláusula de rescisão, que é de 30 milhões de euros.

Se o dragão for eliminado da Liga Europa pelo Genk, ao abrigo do regulamento de competições o jogador poderá transferir-se para o estrangeiro desde que, obviamente, seja sempre respeitado o timing de fecho de mercado, dia 31 de Agosto.

FUCILE TAMBÉM CONTA

Alvo de interesse do Schalke 04, Jorge Fucile também está enquadrado no grupo para a UEFA, o que significa que deverá permanecer no dragão pelo menos durante mais um ano.

O defesa uruguaio não se estreou oficialmente pelo FC Porto, uma vez que não encontrou a plenitude física depois de ter disputado o Mundial da África do Sul, mas continua a ser dado como imprescindível no clube, apesar de André Villas Boas contar com mais dois laterais direitos, Sapunaru e Miguel Lopes.

A lista que seguiu para Nyon tem carácter definitivo apenas para o jogo com o Genk e se ultrapassar o play-off e entrar na fase de grupos da Liga Europa o FC Porto pode fazer as rectificações que considerar necessárias.

in "abola.pt"

Goiás ainda à espera da proposta por Tolói

Até ao final da última segunda-feira ainda não havia fumo branco para a transferência de Rafael Tolói, do Goiás para o FC Porto, mas Syd de Oliveira, embora preocupado porque admite ter outras ofertas para equacionar, dizia a A BOLA que o «destino dele será o FC Porto, salvo surpresa maior».

«Tolói teve folga e não houve ainda necessidade de o chamar, pois a proposta formal do FC Porto ainda não chegou à nossa mesa. Temos que aguardar», disse o presidente do clube, confessando não ter dado ainda a importância requerida a outras opções para Tolói pelo facto de «um intermediário autorizado ter dito que o FC Porto pretendia o assunto resolvido na primeira semana de Agosto, e ela já terminou...».

Da forma como as coisas foram colocadas publicamente, era de esperar que o futebolista já não defrontasse anteontem o Palmeiras. «Nem sequer equacionámos essa possibilidade porque até à hora do jogo não chegou a proposta oficial, e por isso Rafael jogou normalmente», esclareceu o dirigente brasileiro, Syd de Oliveira.

Incontactável desde que fez algumas referências públicas a meio da semana passada quanto à possibilidade de jogar no Dragão, Rafael Tolói, segundo diversas opiniões colhidas junto dos meios da comunicação social mais próximos do Goiás, estaria já preparado para seguir viagem para Portugal.

Pelo menos, fez disso eco, mas desde que o assunto se tornou público, prevalece a cortina de silêncio habitualmente imposta pelo FC Porto quando o alvo está bem sinalizado.

Desde sábado que as tentativas de contacto telefónico, oriundas de Portugal ou do Brasil, são despachadas para a caixa de correio, deixando um rasto de suspense sobre a matéria, até porque nas declarações que tinha efectuado, Rafael Tolói também já quase falava à dragão...

in "abola.pt"

Goiás não liberta Toloi por menos de 4 milhões - presidente dificulta a missão dos dragões

O presidente do Goiás não está disposto a facilitar a transferência de Rafael Toloi para o FC Porto, exigindo um valor nunca inferior a 4 milhões de euros para ceder 50 por cento dos direitos económicos que possui. Um valor muito superior ao que Juan Figer, empresário mandatado pelos dragões, terá apresentado aos dirigentes do clube brasileiro.


“Falaram-me em 2,5 milhões de euros e por essa quantia ele não sai de certeza. É muito pouco. É um grande jogador e, se o querem levar, terão de pagar mais”, adiantou Syd de Oliveira a Record.

Em termos concretos, o líder do Goiás assegura que até ao momento não recebeu qualquer proposta oficial da FC Porto, SAD, mostrando-se até surpreendido pelas notícias que dão conta de uma transferência praticamente concretizada.

“Não chegou às minhas mãos nenhum documento, pelo que fiquei admirado quando me disseram que estava tudo acertado. Informaram-me do interesse do FC Porto, mas não passa de uma possibilidade entre outras”, explicou Syd de Oliveira, obrigando os dragões a apontarem baterias noutras direções para não serem ultrapassados.

Para o caso de falharem as negociações por Toloi, na calha para reforçar a defesa estão também nomes dos brasileiros Dalton e Miranda, além do argentino Nicolás Otamendi e do uruguaio Sebastián Coates.

in "record.pt"

Renteria pode seguir emprestado para... o Marítimo


Renteria esteve no Porto nos últimos dias para confirmar a recuperação de um problema de saúde que inviabilizou a cedência anterior a outro clube. O jogador esteve, por exemplo, na órbitra de regresso a Braga, mas o tal problema foi adiando o que agora pouca força tem para se concretizar. Entre as várias hipóteses que tem para dar sequência à carreira, ao que O JOGO apurou, é o Marítimo a mais forte. O FC Porto estaria disposto a emprestá-lo e os madeirenses bastante interessados em recebê-lo. A confirmar-se, o negócio poderia significar nova aproximação entre partes que, ainda que de forma indirecta, se opuseram a propósito de Kléber, o ponta-de-lança que André Villas-Boas quer para concorrer com Falcao e Walter. Contactado por O JOGO, Carlos Pereira não confirmou o interesse no avançado colombiano, garantindo também que o dossiê Kléber não sofrera qualquer evolução nos últimos dias.


Renteria, deseja regressar defenitivamente à Colombia.

O avançado Wason Rentería mais conhecido por Renteria, está em Portugal a tentar acertar com o F.C. Porto uma nova página para a sua carreira. O colombiano não entra nos planos dos dragões e a hipótese de representar o Sp. Braga, onde esteve na segunda metade da época passada, também está fora de questão.

«Neste momento tenho de estar tranquilo. Não sei as razões pelas quais o F.C. Porto e o Sp. Braga não chegaram a acordo. Mas o futebol é assim mesmo e agora vou analisar as propostas que possam existir. Vou ao Brasil esta terça-feira, vou reunir-me com o meu empresário e devo ficar a saber mais. No aspecto pessoal seria bom regressar à Colômbia. É o desejo que tenho. Quero estar satisfeito a jogar e estando perto da minha família, é seguro que o vou conseguir», explicou Rentería, em entrevista ao jornal colombiano «Futbolred».

No seu país falou-se de um possível ingresso no Nacional de Medellín, mas Renteria desmentiu o cenário, confirmando a existência de contactos, mas lamentando que o acordo nunca tenha aparecido.

Apesar das indefinições quanto ao seu futuro, o avançado não culpa os dirigentes do F.C. Porto: «Não há problema nenhum. Tenho apenas fé que possamos chegar a um acordo e possa sair para um novo clube. O que mais quero é jogar e estar tranquilo, profissionalmente falando.»

in "Maisfutebol.iol.pt"

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Dragão avança para Otamendi - central custará 6 milhões de euros


O FC Porto já escolheu o substituto de Bruno Alves. Segundo a RTPN o emblema azul e branco está perto de contratar o internacional argentino Nicólás Otamendi.


Otamendi, de 22 anos, alinha no Vélez Sársfield e representou a seleção albiceleste no Mundial na África do Sul.

O FC Porto irá pagar cerca de 6 milhões pelo central e só avançará para a contratação do brasileiro Toloi se o negócio com o Vélez Sársfield não se concretizar.

in "record.pt"

Entrevista a Guarín: «Quero ser o jogador do final da época passada»

Figura incompreendida, muitas vezes contestada, Freddy Guarín vai silenciando os críticos. Basta olhar para os últimos dois meses da época anterior. O colombiano conquistou um lugar no meio-campo do F.C. Porto, mostrou força, carácter e um pontapé diabólico. Cinco golos marcados no campeonato no campeonato e um na final da Taça de Portugal lançam oficialmente a candidatura do rapaz de Puerto Boyacá à titularidade.


Em declarações exclusivas ao Maisfutebol, Guarín reconhece ter uma forte concorrência na campanha pelo acesso ao onze inicial. João Moutinho, Fernando Belluschi, Rúben Micael, Souza, Castro... «Quem estiver melhor vai jogar mais vezes», diz o internacional da Colômbia, que só pretende repetir as últimas imagens da época passada.

E, já se sabe, a última imagem é a que fica. «Sinto que a expectativa das pessoas em relação a mim aumentou», refere ao nosso jornal. Há razões para isso, como indicam os números. Depois de tímidas 15 aparições como suplente utilizado na sua primeira época no F.C. Porto (um golo), Freddy Guarín elevou a fasquia para 19 presenças (nove a titular) e cinco golos no campeonato nacional.

Uma lesão comprometeu-lhe o início da preparação, mas Freddy é robusto e habituado às dificuldades, ou não tivesse nascido numa das zonas mais afectadas pelo conflito armado na Colômbia.

Houve algumas mudanças no plantel, como é normal. O F.C. Porto está mais forte?

«O F.C. Porto está muito bem. Os jogadores novos chegaram porque são bons. Vou tentar ajudá-los ao máximo, para que entendam o que é este clube. Aqui há muita paixão e amor pela camisola. É assim que se ganham campeonatos.»

Acabou a época passada com golos e boas exibições. Tem consciência que a expectativa das pessoas em relação ao Freddy Guarín aumentou?

«Tenho e isso é importante. Preciso ratificar o meu lugar na equipa. Tive um grande final de época e não quero decepcionar ninguém. Quero continuar a ser o Guarín dos últimos jogos da temporada anterior e ajudar a equipa a ganhar todos os títulos.»

A concorrência para o meio-campo é forte: João Moutinho, Ruben Micael, Belluschi... Há lugar para si na equipa?

«Não há dúvida que há grandes jogadores para o meu lugar. Tenho consciência disso. Depende da necessidade do técnico, do que ele vir em cada jogador. Eu estou sempre disposto a ajudar. O F.C. Porto exige que estejamos sempre no máximo. Quem estiver melhor vai jogar mais vezes. Não sei se vou ser sempre titular, mas é isso que procuro.»

Apesar de excluído do primeiro jogo oficial da temporada 2010/11, Freddy Guarín enche André Villas-Boas de elogios. Em entrevista ao Maisfutebol, o médio colombiano diz mesmo que a troca de treinador nos dragões foi «importante». «É bom poder treinar com um técnico jovem como o André.»


A iniciar a terceira temporada no F.C. Porto, depois de ter chegado à Europa para jogar no Saint-Etiènne, Freddy Guarín procura convencer os contestatários e conquistar a admiração do novo mister. Aos 24 anos, o internacional da Colômbia sabe que não pode adiar eternamente as promessas veladas e intermitentes feitas nas duas últimas épocas.

Como têm sido estas primeiras semanas de trabalho?

«Agora estou bem, mas tive um problema muscular no início e fui obrigado a falhar alguns jogos de preparação. Agora só penso em jogar muitas vezes e em estar sempre disponível para o mister Villas-Boas.»

Já que fala nele, que tal tem corrido a adaptação ao novo treinador?

«Não o conhecia. A verdade é que está a ser óptimo. Foi importante a troca de treinador. É bom termos um técnico tão jovem.»

O Jesualdo Ferreira tem 64 anos. Faz toda a diferença ser agora orientado por um técnico pouco mais velho do que a maior parte dos jogadores?

«Faz, é bom. No meu caso, por exemplo, a diferença de idades é de apenas oito anos e a nossa relação pessoal ganha com isso. Falamos abertamente, sem problemas. Entendo perfeitamente as indicações dele e estamos a treinar com muita alegria. Temos de ser conscientes e aprender rapidamente aquilo que o André Villas-Boas deseja.»


in "maisfutebol.iol.pt"

Fucile desfalca selecção do Uruguai no particular com Angola


Jorge Fucile é baixa de última hora na selecção do Uruguai, que defronta a congénere de Angola no particular agendado para quarta-feira, no Estádio do Restelo.


Segundo informação da Associação Uruguaia de Futebol, citada pelo jornal uruguaio «Ovación», o jogador do F.C. Porto, que já no sábado não participou na Supertaça, tem uma lesão muscular e será substituído por Álvaro González, defesa da Lazio.

«Tata», como também é conhecido, viajará para Lisboa e terá, assim, uma nova oportunidade na «Celeste», depois de ter sido preterido pelo técnico Óscar Tabárez para o Mundial da África do Sul.

F.C. Porto no mercado: Goiás à espera da ofensiva por Toloi



O F.C. Porto está no mercado para contratar o substituto de Bruno Alves. Rolando e Maicon transitam da época passada, Sereno chegou a custo zero e está a adaptar-se. Rafael Toloi (Goiás) continua na agenda, embora não seja o único nome cogitado no reino do Dragão.


Os responsáveis portistas dividem-se entre o investimento avultado num nome consagrado ou a aposta num talento para valorizar a médio prazo. Se a segunda hipótese vingar, como esperado, o F.C. Porto irá avançar formalmente para o internacional sub-20 pelo Brasil.

Rafael Toloi é representado por Juan Figger, o mesmo empresário que colocou Hulk e Walter no clube azul e branco. Defesa-central de 19 anos, tem um potencial tremendo e promete retorno significativo no futuro.

Rolando e Maicon exibiram-se a grande nível na Supertaça Cândido de Oliveira. Porém, no seio do F.C. Porto, estudam-se os potenciais riscos de uma aposta num eixo central demasiado jovem.

Sereno tem 25 anos, Rolando atingirá a mesma idade no final do mês e Maicon tem apenas 21. Toloi celebrará o 20º aniversário em Novembro.

De qualquer forma, o Goiás está à espera da investida do F.C. Porto. Juan Figger tem intermediado os contactos exploratórios e o clube brasileiro acredita que a proposta oficial chegará nos próximos dias.

«Não existe nenhuma proposta oficial do F.C. Porto, até ao momento. Tenho conhecimento do interesse do F.C. Porto, apenas isso, para já. O representante do jogador é Juan Figger», explica Syd de Oliveira, presidente do Goiás, ao Maisfutebol.

«Será o próximo zagueiro da selecção»

Syd de Oliveira acredita que Rafael Toloi conquistaria, de imediato, um lugar no onze do F.C. Porto: «Ele será o próximo zagueiro da selecção do Brasil, pode acreditar nisso. O Rafael tem qualidade para ser titular em qualquer equipa do Mundo! Está bem aqui no Goiás, mas vão surgir novidades muito bem breve». O F.C. Porto é a possibilidade mais forte, pergunta-se. «É. É uma grande possibilidade», confirma o líder do clube brasileiro.

O jogador já tinha comentado esta possibilidade, em declarações ao nosso jornal, no passado sábado. «Ficaria muito feliz. Quem não gosta de jogar no F.C. Porto? É um clube grande na Europa, conhecido em todo o mundo e muito respeitado por projectar os jogadores. O F.C. Porto tem vários brasileiros, agora tem até um grande amigo meu que é o Walter e que se mudou agora para aí.»

A Minha Homenagem !!! Radamel Falcao Garcia

Tomás Costa e Walter fora do treino

Os dragões voltaram hoje aos treinos, mas André Villas Boas não contou com vários jogadores na primeira sessão de preparação para o jogo com a Naval, no sábado.


O FC Porto regressou hoje ao trabalho depois da conquista da Supertaça Cândido de Oliveira, diante do Benfica, no último sábado.

Pinto da Costa marcou presença num treino onde foram muitas as ausências no grupo de André Villas-Boas. O técnico portista não contou com os internacionais uruguaios (Alvaro Pereira, Fucile e Rodriguez), os sub-21 portugueses (Castro e Ukra) e Tomás Costa e Walter.
Para colmatar as lacunas, Villas-Boas chamou vários jovens da formação e já viu Ruben Micael e Sapunaru treinarem sem limitações físicas, abrindo assim boas perspectivas para a sua utilização diante da Naval, no sábado (19h15).
O FC Porto volta a treinar esta terça-feira no centro de estágio do Olival.

in "desporto.sapo.pt"

Agressão do João ferreira ao Alvaro Pereira.



Veremos que consequencias terá esta "inedita" agressão de um arbitro a um jogador do FC Porto. Pensei que ja tinha visto tudo na arbitragem portuguesa. O anti-Portismo é patente, mas penso que depois de todas as agressões que sofreram os nosso jogadores por parte dos adversarios no jogo da Super Taça o cumulo foi a agressão do arbitro ao Alvaro.

Espero para ver !!!!

Águias foram ultrapassadas no confronto directo

O 50º título no futebol sénior de Pinto da Costa enquanto presidente serviu para desempatar a favor do FC Porto o histórico do confronto directo entre dragões e águias. O Estádio de Aveiro foi palco do 215º clássico entre estas duas equipas, tendo o FC Porto alcançado o 82º triunfo, mais um do que o rival. Registam-se, ainda, 53 empates. A diferença de golos marcados e sofridos pende para a Luz: 350-312. O primeiro jogo oficial entre FC Porto e Benfica realizou-se a 28 de Junho de 1931 no Campo do Arnado em Coimbra, na final do Campeonato de Portugal que os encarnados venceram por 3-0. Em 83/84, o Benfica tinha uma vantagem de 17 vitórias, mas desde a entrada de Pinto da Costa para a presidência, os portistas foram equilibrando a balança dos clássicos, estando neste momento à frente.


Refira-se ainda que no número de títulos conquistados, a vantagem do Benfica passou para apenas um: 67 contra 66.

in "ojogo.pt"

A transição rápida é eterna


Transição rápida, lembra-se? Sim, Jesualdo Ferreira referiu-se a ela durante quatro anos, destacando-a entre as razões do sucesso que valeram três campeonatos, duas taças de Portugal e outras tantas Supertaças. A 17ª Supertaça do FC Porto não leva o nome do antecessor, mas André Villas-Boas bem que beneficiou da tal transição rápida, ainda que haja pormenores que não a tornando melhor, fazem desta rápida saída para o ataque, ao minuto 67, um pormenor de uma marca de água que o novo treinador pretende ver no estilo de jogo da equipa. No cômputo geral, Villas-Boas quererá um FC Porto menos expectante, mas isso não invalida que deixe de desejar uma equipa capaz de aproveitar o contra-ataque.

O FC Porto precisou de apenas 14 segundos para recuperar a bola junto da sua área,fazê-la passar por três jogadores e festejar o remate certeiro de Falcao, que dessa forma marcou o seu primeiro golo ao Benfica. Pouco ou muito tempo? Talvez mais importante do que isso sejam outros pormenores que passaram despercebidos, escondidos pela rapidez e pelo movimento dos intervenientes na jogada que sentenciou o resultado.

É certo que o sucesso de uma equipa precisa, na maioria dos casos, de um erro do adversário. Ontem foi esse o caso. Saviola foi quem errou o passe diante da área portista, Carlos Martins foi quem deixou de pressionar Álvaro Pereira, David Luiz foi o central que não estava na defesa. O mérito do FC Porto esteve também em aproveitar isso mesmo, em especial a ausência do defesa-central que, à imagem do que faz regularmente, havia entrado pelo meio-campo do FC Porto na procura do desequilíbrio. Ou seja, os portistas revelaram a inteligência para aproveitar tudo isto e cumprir na perfeição a sua parte do trabalho, já que não basta o erro alheio.

O resto é trabalho de casa. Fernando tem de participar mais no processo ofensivo? Tem, disse André Villas-Boas na pré-temporada. Pois bem, a concluir o ataque que resultou no 2-0, estavam três portistas na área do Benfica: Falcao, autor do golo, Belluschi mais perto do segundo poste, e... Fernando, o trinco que Villas-Boas quer mais interveniente na construção do jogo. Aliás, o brasileiro foi o primeiro a tentar abraçar o colombiano que concluiu na perfeição outro trabalho de casa. Depois de dois cruzamentos por alto terem semeado, na primeira parte, o pânico na área benfiquista, Villas-Boas pediu, para a segunda metade, cruzamentos rasteiros...



E a diferença foi... Belluschi
 
Houve uma diferença óbvia entre o FC Porto de Villas-Boas que venceu a Supertaça e o FC Porto de Jesualdo que jogou três clássicos com o Benfica na época passada, tendo apenas vencido o último. Qual? O maior número de faltas praticado pela equipa, que denota maior agressividade na procura da bola e também maior pressão sobre o adversário. O JOGO falou com Carlos Azenha, ex-adjunto de Jesualdo, para tentar perceber as diferenças de comportamento e chegou a uma conclusão: Belluschi. O argentino foi o grande culpado pela subida dos níveis de agressividade no meio-campo.


Primeiro os números da época passada. No primeiro clássico, disputado na Luz, o FC Porto perdeu por 1-0 e fez 22 faltas contra 20 do Benfica. No clássico do meio, que valeu a Taça da Liga para o Benfica, o FC Porto somou 16 faltas apenas e os encarnados registaram 20. No último clássico, no Dragão e que terminou com a vitória portista por 3-1, houve 14 faltas da equipa de Jesualdo e 15 da equipa de Jesus. Anteontem, a tendência inverteu-se. O FC Porto fez 24 faltas e o Benfica apenas 19. "Menos faltas pode indicar mais posse de bola", esclareceu Carlos Azenha. E foi isso mesmo que aconteceu, porque o Benfica registou 55 por cento de posse de bola contra 45 por cento do FC Porto. Ora, na pressão sobre o adversário destacou-se Belluschi. "O FC Porto foi muito agressivo no meio-campo. Se a missão de recuperador de bolas de Fernando faz com que cometa faltas, já Belluschi esteve mais agressivo do que o habitual. Se houve Moutinho, que no Sporting também fazia pressão sobre o adversário, a grande diferença teve que ver com Belluschi", explicou. Em contraponto às 24 faltas de anteontem, a média na época passada foi de 16,13 infracções por jogo.

Números

22

O FC Porto de Jesualdo Ferreira registou 22 faltas no clássico da época passada jogado na Luz e que o Benfica venceu por 1-0. O árbitro foi Lucílio Baptista e no túnel houve muita confusão.

16

Na final da Taça da Liga disputada no Algarve, e que o Benfica arrecadou, o FC Porto fez apenas 16 faltas. Jorge Sousa foi o árbitro.

14

No Dragão o FC Porto venceu por 3-1 e somou 14 faltas, o valor mais baixo dos clássicos da época passada com o Benfica.

in "ojogo.pt"

Villas-Boas O mais novo a vencer

Ao erguer a Supertaça Cândido de Oliveira depois de derrotar o Benfica em Aveiro, André Villas-Boas tornou-se o segundo mais jovem treinador do futebol português a vencer um troféu. Melhor só Albano Paulo, que, ao serviço da Académica, venceu na época de 1938/39 a Taça de Portugal com 31 anos, depois de bater o Benfica por 4-3 no Campo das Salésias. Villas-Boas tem 32 anos.


Ainda assim, o treinador do FC Porto conseguiu suplantar Juca, que, com 33 anos, venceu o Campeonato Nacional pelo Sporting na época de 1961/62. Sendo o mais novo treinador do FC Porto de todos os tempos, agora Villas-Boas passa a ser também o mais novo a vencer um troféu no clube.

Se Juca venceu no Sporting com 33 anos, Sven-Goran Eriksson precisou de mais dois para ganhar o campeonato e a Taça de Portugal no Benfica na época de 1982/83. No Benfica, houve ainda quem ganhasse com menos idade, mas não se tratava de uma competição a nível nacional. Foi Cosme Damião (um dos fundadores do clube), que, com 23 anos, venceu o Campeonato de Lisboa em 1910.

Ao vencer a Supertaça, Villas-Boas bateu Artur Jorge e José Mourinho por grande diferença, precisamente os dois treinadores do FC Porto que também ganharam títulos nos primeiros anos de carreira. Artur Jorge venceu o Campeonato Nacional em 1984/85, com 39 anos, e José Mourinho precisou de mais um para vencer o campeonato de 2002/03. A mesma idade tinha Pedroto quando venceu a Taça de Portugal de 1968.

in "ojogo.pt"

Rúben de volta, Sapunaru para rever

O plantel do FC Porto volta esta manhã aos treinos, dando início à preparação do encontro com a Naval, da primeira jornada do Campeonato. Rúben Micael, que falhou a Supertaça devido a um problema muscular na coxa direita, deve receber autorização para treinar integrado. Por outro lado, Sapunaru será reavaliado. O lateral saiu do clássico com uma contusão na clavícula direita e ainda não se sabe se estará operacional. Mariano, é que é certo, não será opção para o jogo na Figueira da Foz. Esta manhã Villas-Boas ainda não terá à disposição o central e o avançado que faltam para completar o plantel.


Dois jogos por semana

Esta vai ser a última semana de Agosto em que Villas-Boas poderá orientar treinos todos os dias. A partir de sábado, dia da visita ao terreno da Naval, o FC Porto jogará de quatro em quatro dias. Seguir-se-á o Genk (19), a recepção ao Beira-Mar (22) e aos belgas (26), terminando o mês em Vila do Conde (29).

in "ojogo.pt"

Toloi é para fechar nos próximos dias


Não se referiu concretamente ao nome de Rafael Toloi, até porque o assunto está entregue à SAD, mas André Villas-Boas fez saber na conferência de imprensa que se seguiu ao triunfo sobre o Benfica que pretende ver rapidamente fechado o dossiê defesa-central. Uma vontade que deverá ser satisfeita, até porque os ecos que chegam do Brasil dão conta de que o negócio será fechado nos próximos dias.


Já se fala numa proposta a rondar os 3 milhões de euros, por 50 por cento dos direitos económicos, embora esteja algo distante dos 4 milhões que os responsáveis do Goiás pretendem para libertar o seu promissor defesa. Uma diferença que não deverá ser difícil de ultrapassar ou não fosse Juan Figger o empresário mandato pela SAD para negociar a transferência.

Toloi, de 19 anos, é o preferido dos azuis e brancos para preencher o lugar deixado em aberto por Bruno Alves. Nesta altura, Villas-Boas conta apenas com Rolando, Maicon e Sereno, daí a sua preocupação em receber um reforço para o setor recuado o mais depressa possível. Apesar da sua juventude, Toloi destaca-se pela sua grande maturidade, assumindo-se como o patrão da defesa do Goiás.

A par da vontade de ver chegar mais um central, Villas-Boas terá ficado satisfeito com a exibição de Rolando e Maicon na Supertaça. Colmatar a ausência de Bruno Alves é uma das preocupações do treinador.

in "record.pt"


Empresário de Hulk e Walter pode por Tolói, do Goiás, no Porto

O zagueiro Rafael Tolói segue sendo assediado pelo futebol europeu. Depois de ser sondado por Milan, Juventus e Palermo (todos da Itália), o jovem defensor de 19 anos agora é cotado para atuar no Porto, de Portugal. O trunfo dos lusitanos para contar com o brasileiro é o fato do empresário de Tolói, Juan Figger, ser o mesmo de Walter e Hulk (atacantes portistas) e deter 50% dos direitos federativos do atleta.


Segundo dirigentes do Goiás, o zagueiro está avaliado em € 8 milhões (cerca de R$ 18 milhões), mas o Porto só teria que desembolsar metade do valor, uma vez que há o interesse do representante do jogador de transferi-lo para o futebol da Europa. Marcelo Segurado, diretor-administrativo do Goiás, admitiu que já existem negociações.

“Posso confirmar que há contatos, mas não diretamente com os dirigentes do Porto, e sim por intermédio do empresário do Tolói. Isto porque ele tem 50% dos direitos econômicos e nós temos a outra metade”, explicou o cartola, em entrevista para o jornal português Record.

O Porto está interessado na contratação de um zagueiro depois que perdeu o capitão Bruno Alves para o Zenit, da Rússia. Como Tolói teve um bom desempenho com a camisa do Brasil no último Mundial Sub-20, ele é bem visto pelos dirigentes do time, que recentemente contratou o volante Souza, do Vasco, e o atacante Walter, do Inter, companheiros do zagueiro nas seleções de base.

“Jogar na Europa é um sonho que vocês nem imaginam. A língua ajuda e tenho aí um amigo, que é o Walter. É bom ter pessoas que se conhece num novo clube. Comecei a jogar aos 17 anos nos profissionais, fui titular nas duas últimas temporadas. Já tenho alguma experiência. Sou versátil, tenho técnica, força e sou rápido”, vangloriou-se o camisa 3 do Esmeraldino.

Além de Hulk, Walter e Souza, o Porto conta com mais três brasileiros: o goleiro Helton (ex-jogador do Vasco), o zagueiro Maicon (revelado no Cruzeiro) e o volante Fernando (que surgiu no Vila Nova e se projetou nas categorias de base da seleção).

in "Gazeta Press"

João Moutinho foi único reforço à vista


Das nove caras novas que integram o plantel do FC Porto em 2010/11, a única que subiu ao relvado do Municipal de Aveiro foi a de João Moutinho. Caso único, mas suficiente, até porque se trata da contratação mais cara de sempre dos azuis e brancos.


E a verdade é que o médio português assentou como uma luva no meio-campo de Villas-Boas, ajudando a encurtar a distância entre os sectores. De passe fácil, o ex-capitão dos leões contribuiu para a fluidez de jogo dos dragões e mostrou-se disponível em todas as ações defensivas.

Para estreia, Moutinho esteve a um nível superior. A noite foi memorável, já que ergueu pela terceira vez a Supertaça (duas delas pelo Sporting), e até poderia ter sido mais rica, não fosse Luisão impedir sobre a linha de golo que tivesse feito o gosto ao pé.

in "record.pt"

Alegria voltou - varela retomou o caminho


Silvestre Varela tinha-se lesionado no dia 20 de março, precisamente na véspera da final da Taça da Liga, frente ao Benfica. Uma fratura do perónio esquerdo obrigou-o a interromper de forma abrupta a melhor época da sua carreira. O extremo, de 25 anos, percorreu um calvário de quatro meses até voltar a entrar nas opções do treinador. Agora é a Villas-Boas que tem de agradar e esse passo já foi dado, com a chamada à titularidade na decisão da Supertaça. A alegria voltou ao rosto do internacional português.

Muito acarinhado pelos companheiros, principalmente após a brilhante jogada e respetiva assistência no segundo golo, Varela não esqueceu quem mais o ajudou durante a fase de recuperação, tendo cumprimentado os responsáveis clínicos do FC Porto instantes depois de ter deixado o relvado. Um momento carregado de simbolismo para um dos jogadores mais talentosos do plantel. Que o digam Ruben Amorim e Luisão, vítimas das suas fintas desconcertantes.

Competitivo

Com o Drogba da Caparica em campo, a equipa ganhou um novo colorido. A velocidade aumentou e Alvaro Pereira agradeceu a colaboração defensiva no flanco esquerdo. O extremo voltou ao ponto onde tinha parado em março. O nível competitivo é idêntico e a confiança mantém-se inabalável.

Uma proeza para quem teve uma lesão tão complicada. Quando as atenções da nação portista estavam centradas nas contratações ou em Hulk, a grande figura da pré-época, acabou por ser Varela, o herói da Supertaça. Só lhe faltou o golo para coroar uma exibição de classe.

in "record.pt"

Sapunaru é reavaliado - em dúvida para o arranque do campeonato


Sapunaru pode juntar-se a Mariano González e entrar na lista dos indisponíveis por lesão para o jogo frente à Naval. O azar voltou a bater à porta do romeno, de 26 anos, num jogo com o Benfica. Depois dos incidentes no túnel da Luz, que o afastaram dos relvados portugueses por mais de meio ano, Sapunaru regressou ao ativo em Aveiro, frente aos encarnados, e lesionou-se, ficando em dúvida para o arranque na Liga.


O lateral-direito, que foi titular na Supertaça em detrimento de Fucile e Miguel Lopes, sofreu uma contusão com hematoma no calcanhar direito e teve mesmo de ser substituído. Agora vai ser reavaliado, já esta manhã, no regresso aos treinos, mas permanecerá em dúvida para o jogo na Figueira da Foz. Em dúvida para a Naval estão também James e Walter, que aguardam pela chegada dos respetivos certificados internacionais.

Garantidamente de fora desse jogo vai estar Mariano, a recuperar de uma lesão grave. O argentino até esteve em Aveiro, mas apenas para assistir à partida, tal como os restantes colegas não convocados.

in "record.pt"

Alvaro Pereira: «Que isto tenha sido o início de algo lindo»


No espaço de apenas uma semana, o FC Porto mostrou duas caras bem distintas: uma negra em Paris e outra brilhante em Aveiro. Mas, afinal de contas, qual delas é a verdadeira imagem deste novo FC Porto? Alvaro Pereira foi confrontado com esta questão, no final do jogo com o Benfica, e foi direto na sua resposta: “Espero que o verdadeiro FC Porto seja este e não o de Paris. Desejo que isto tenha sido o início de algo bonito, de algo muito lindo.”


De facto, para o internacional uruguaio, a conquista da Supertaça Cândido de Oliveira foi apenas uma entrada ou, se preferirem, um aperitivo apetitoso, mas é ao prato principal que já aponta e sem reservas. “Agora é tempo de descansar e de festejar com esta família, que somos todos nós, para depois pensarmos no futuro. Está a começar uma época que vai ser muito dura e todos queremos disputar o título nacional até ao fim”, garantiu o Palito, antes de mudar de tema.

Resposta

Centrando-se depois na face negra da equipa, aquela que imperou durante a pré-temporada, Alvaro Pereira não fugiu ao modelo de discurso interno e também apontou aos críticos: “Nessa fase houve críticas, mas elas não influenciaram as nossa metas. Temos um projeto de vitória jogo a jogo, queremos crescer como equipa e ganhar troféus, por isso temos de continuar por este caminho, treinando com tranquilidade.”

A vitória perante o grande rival Benfica logo voltou a dominar o discurso de Alvaro Pereira, uma vez que a postura adotada pela equipa nesse compromisso serve de exemplo para o que aí vem. O lateral-esquerdo reconheceu isso mesmo e garante que a atitude será a mesma, independentemente do adversário. O próximo dá pelo nome de Naval 1.º de Maio e, pese embora as diferenças para o campeão nacional, Alvaro Pereira acredita que o FC Porto vai encarar esse compromisso da mesma forma que fez em relação à Supertaça Cândido de Oliveira.

“Nós não olhamos para o nome dos adversários. Sabíamos que era um clássico, mas a nossa atitude é igual seja com o Benfica ou outra equipa qualquer. Começámos agora uma nova época e queremos seguir por este caminho”, prosseguiu, antes de concluir.

Exemplo

Por fim, Alvaro Pereira analisou o jogo com o Benfica pela perspetiva positiva, ou seja, pelo que de melhor o FC Porto apresentou. Afinal de contas, são esses os aspetos que a equipa terá de manter nos jogos que se seguem: “Mostrámos desde o primeiro minuto que queríamos ganhar e foi isso que acabou por acontecer. Fizemos um grande jogo e esperamos continuar neste caminho, sem empolgamentos, para continuarmos a ganhar.”

in "record.pt"

Tolói favorito para a defesa

Rafael Tolói, do Goiás, é o favorito a entrar no Dragão para ocupar a vaga deixada por Bruno Alves, transferido para o Zenit na semana passada por 22 milhões de euros.


Tolói, 19 anos (faz 20 em 10 de Outubro), não será, ou ainda não será, ao olhar comum, um jogador com a maturidade suficiente para entrar directamente no onze do FC Porto, mas já é titular do Goiás desde 2008, e ao terceiro ano de Brasileirão, é visto no Brasil como um dos defesas-centrais com futuro certo na selecção canarinha, depois do soberbo Mundial de sub-20 que fez no Egipto, onde se sagrou vice-campeão, ao lado de Souza, Kardec e outros craques em ascensão, como Ganso.

O FC Porto ainda maneja outras possibilidades, mas Tolói leva alguma vantagem, reforçada pelo horizonte desenhado sábado na Supertaça, onde Rolando e Maicon transmitiram garantias totais frente ao campeão nacional em título, e o FC Porto acredita poder, desta forma, investir em alguém que, sem a pressão do imediatismo, possa consolidar com a devida tranquilidade o processo de adaptação e amadurecimento.

O Goiás jogou ontem à tarde com o Palmeiras de Felipão, razão por que o assunto ficou na prateleira o fim-de-semana, mas Syd de Oliveira, presidente do Goiás, disse a A BOLA que ele tem «grandes hipóteses de sair já para o FC Porto. Há mais gente interessada, porque o futuro dele é a Europa, mas apesar de ainda não haver uma proposta formalizada ao nosso clube, as pessoas em quem delegámos o negócio dizem-me que o acordo não será muito difícil».

in "abola.pt"

Raul Meireles nas contas do técnico e do mercado


Não está de parte uma transferência neste Verão. Jogou em Aveiro, mas dúvida sobre o futuro é... relativa. Estrangeiro à espera dele.


A exibição na Supertaça foi uma prova evidente da confiança dos portistas neste início de ciclo no clube, ajudou a realçar uma variedade de soluções no plantel e, por outro lado, a potenciar uma dúvida... relativa no que diz respeito à posição de Raul Meireles nos planos dos dragões. O médio foi utilizado na segunda parte e foi a primeira vez que Villas Boas o colocou em acção.

O treinador do FC Porto disse, no final do jogo, que o internacional português «faz parte do plantel e vai continuar a fazer, e a prova disso é que jogou», mas o futuro de Meireles não deixa de ser uma questão em aberto, pelo menos enquanto o mercado deste Verão não fechar portas.

Villas Boas também já afirmou e demonstrou que é avesso à discriminação, mesmo sobre quem, como Raul Meireles, pode dar o salto. De qualquer modo, a perspectiva da saída do médio prevalece, pois há na Europa gente seduzida pelo futebol do jogador, que tem cláusula de rescisão prevista no contrato.

Ou seja, a única linguagem capaz de convencer os portistas é a dos milhões, e ainda que até os gigantes do futebol exibam maior moderação nos gastos, também não será um espanto se, por estes dias, Raul Meireles seguir o exemplo de Bruno Alves e iniciar uma vida lá fora.

in "abola.pt"

Genk, adversário do F.C. Porto, goleia e lidera na Bélgica

O Genk foi neste domingo ao terreno do Gent vencer por 4-0, em partida da segunda jornada do campeonato da Bélgica. Terminada a segunda jornada, o adversário do F.C. Porto no «play-off» da Liga Europa lidera a Jupiler League com duas vitórias e em igualdade pontual com o Mechelen.


Depois de ter vencido o Germinal Beerschot (2-1) na primeira ronda, o Genk deixou neste domingo uma manifestação de força, dominando por completo a partida. O primeiro golo aconteceu logo aos 13 minutos, num remate de longe. Ainda antes do intervalo Ngongca fez o segundo.

O treinador do Gent procedeu a duas alterações ao intervalo, mas não adiantou de muito. Vossen fez o terceiro para o Genk aos 66m e a dez minutos do final a goleada foi consumada com o quarto golo, apontado por Camus, que tinha entrado cinco minutos antes para o lugar de Dugary.

O Genk jogou com Courtois, Matoukou, João Carlos, Ngongca, Pudil, Dugary (Camus, 76m), De Bruyne (Ogunjimi, 86m), Hubert, Toszer, Barda e Vossen (Huysegems, 90m).

in "maisfutebol.iol.pt"

Entrevista a Rolando: «Vou ajudar Villas-Boas a ganhar muitos troféus»


Genes africanos, ADN de campeão, Rolando é um nome cada vez mais unânime na defesa do F.C. Porto. Aos 24 anos, o central de origem cabo-verdiano tem um longo caminho a percorrer e uma tarefa concreta entre mãos: fazer esquecer a perda de Bruno Alves.


A vida de Rolando Jorge Pires Fonseca deu uma volta completa desde o dia 31 de Agosto de 1985 até hoje. Da calidez de São Vicente restam as memórias e sensações, nada mais. Da pacatez de uma existência despreocupada, não há sinais. Não, nada.

Titular absoluto da Selecção Nacional, candidato a um lugar de proa na Selecção Nacional, Rolando vive pressionado pela exigência competitiva do dia-a-dia e pela necessidade imperiosa de conquistar, antes de mais, André Villas-Boas e a nação portista.

Os primeiros indicadores da época 2010/11 são-lhe inteiramente favoráveis, após ter passado os quatro jogos do Campeonato do Mundo sentado no banco de suplentes. O sucesso do novo ciclo do dragão passa muito por aquilo que Rolando conseguir conferir ao quarteto defensivo.

Em entrevista ao Maisfutebol, o marcador do primeiro golo frente ao Benfica, na Supertaça, parece convencido da competência de André Villas Boas.

«Estou a gostar muito de trabalhar com ele. Trouxe métodos inovadores, diferentes e está a ser óptimo treinar às ordens dele», diz-nos o número 14 do F.C. Porto, certo de que as boas ideias e intenções morrem no esquecimento se não forem acompanhadas de troféus.

«Já se sabe que no fim o trabalho de um treinador resume-se ao número de títulos que conquista. Vou ajudar o André a ganhar muitos troféus, porque também me estarei a ajudar a mim e à instituição.»

O terceiro lugar na Liga está atravessado na garganta de Rolando. O defesa central do F.C. Porto teve de «aturar» comentários pouco agradáveis nas férias e não quer voltar a passar pelo mesmo. Em entrevista ao Maisfutebol, Rolando assume que nem tudo correu bem na época 2009/10 e exala ambição na hora de projectar o novo ano desportivo.


Num regresso à meninice e à vida dura na sociedade cabo-verdiano, o internacional português fala dos sonhos de criança e ainda das dificuldades passadas nos primeiros anos em Portugal. A recompensa do presente «no melhor clube português» atenua as agruras de um passado nem sempre recompensador.

O Rolando que joga hoje no F.C. Porto é muito diferente daquele que vivia cheio de sonhos em Cabo Verde?

«Com certeza, muito. Saí de lá com 15 anos, ainda com pouca consciência sobre a vida. Portugal é um país muito mais desenvolvido. Cresci muito desde que cá cheguei, aprendi muito com a cultura portuguesa e mudei grande parte dos meus hábitos.»

Nessa altura, ainda em Cabo Verde, imaginava ser possível chegar um dia a um clube como o F.C. Porto?

«Não imaginava, sinceramente¿ quer dizer, tinha os meus sonhos de menino. Na escola, quando me perguntavam o que queria ser, respondia sempre a mesma coisa: jogador de futebol. A minha família e os meus amigos tentavam desencorajar-me, porque em Cabo Verde ninguém é profissional de futebol. Por isso comecei a pensar que tinha mesmo de vir para Portugal. Tinha essa ambição e consegui cumpri-la.»

Quando saiu do Belenenses em 2008 teve vários convites e optou pelo F.C. Porto. Porquê?

«Escolhi este clube porque é o melhor de Portugal e um dos melhores da Europa. Não o digo por dizer, basta olhar para os números dos últimos anos. O Porto prova anualmente que é o melhor. Persegui este sonho e tornei-o realidade. Não foi fácil, encontrei muitas barreiras pelo caminho e sofri muito. Agora estou bem, estou óptimo.»

Sente-se realizado na sua vida profissional?

«Em parte. Sempre que alcanço uma meta, penso de imediato noutra. Tenho ainda muitos sonhos por cumprir e objectivos por alcançar.»

E para este ano quais são essas metas?

«Ser campeão nacional, acima de tudo. Vamos fazer o possível e o impossível para isso suceder. O ano passado fizemos o que pudemos, embora reconheça que algumas coisas não correram bem. Acho que percebemos o que aconteceu e há que corrigir isso para seguir em frente. O F.C. Porto tem de estar na frente, seja qual for a competição.»

O terceiro lugar na Liga do ano passado custou a digerir?

«Ficar em terceiro num clube com a dimensão do Porto é mau. É muito complicado passar as férias e ter de aturar as pessoas que gostam de outros clubes. Se tivesse sido campeão nacional, era só receber parabéns. Assim, o período de descanso neste Verão foi bem pior. Não quero voltar a ser terceiro.»

Sem Bruno Alves, a principal referência no eixo da defesa do F.C. Porto passa a ser Rolando. O antigo capitão rumou a São Petersburgo, deixou uma herança pesada e uma imagem inigualável de raça e carisma. As comparações são quase sempre injustas e neste caso não é diferente.


Em entrevista ao Maisfutebol, Rolando assume a pressão de ser titular do F.C. Porto, enche de elogios o agora atleta do Zenit e refuta o rótulo de patrão. Seguro nas palavras, o internacional português acredita que os dragões estão bem servidos de opções para o centro do quarteto defensivo.

Maicon e Sereno merecem palavras simpáticas por parte de um dos heróis da Supertaça Cândido Oliveira. O golo marcado ao Benfica e a exibição seguríssima terão servido para aliviar a preocupação nas hostes portistas. Rolando começa a impor-se e não quer falhar no maior desafio da sua carreira.

Sem o Bruno Alves, a pressão sobre o Rolando vai aumentar. Concorda?

«Concordo e isso só me dá motivação. Se aumentarem a pressão sobre mim vou ficar muito satisfeito, porque é sinal que as pessoas acreditam que posso dar ainda mais.»

Sente-se com capacidade para ser o patrão da defesa do F.C. Porto?

«Não gosto dessa expressão. O nosso patrão é o Pinto da Costa. Sei que com o tempo e mais jogos posso desempenhar um papel importante dentro da equipa. Todos temos de perceber qual a nossa função no clube.»

O Sereno é, para já, a única cara nova no lote de centrais. É uma mais-valia?

«Já o conheço há mais de dez anos. Tivemos muitos duelos no Alentejo. Ele jogava no Elvas e eu no Campomaiorense. Éramos grandes rivais. Tornou-se num grande amigo e está a tentar ganhar o seu espaço neste grande clube. Não é fácil, a pressão é enorme, mas tenho a certeza que ele vai conseguir. Tem muita qualidade e é um homem humilde.»

O Bruno Alves saiu para o Zenit. O F.C. Porto fica bem servido de centrais?

«Fica. O Bruno é um atleta espectacular, deu muito ao Porto e à selecção e adoro jogar ao lado dele. Mas estamos bem servidos. O Maicon esteve a aprender durante um ano, participou em jogos importantes e conhece bem a casa. O Sereno, como disse, é um jogador tranquilo e de grande qualidade. Fez-lhe muito bem a passagem por Espanha.»

in "maisfutebol.iol.pt"

domingo, 8 de agosto de 2010

Melhores Momentos

André Villas-Boas : "O grito de revolta que tínhamos de dar"

A vencer no presente, a perspectivar o futuro, mas seriam as mágoas do passado a dar início às declarações de um treinador obviamente feliz pela sua primeira conquista na condição de treinador. André Villas-Boas falou em sentimento de indignação. "Era um grito de revolta que o FC Porto tinha de dar, pelo que aconteceu no ano passado. Também o deu a terminar a época passada, com o 3-1 do Dragão. Vamos continuar sempre neste caminho, determinados e esclarecidos. Isto ultrapassa os sonhos de criança. O FC Porto tem o compromisso de ganhar e ganhou. Todos fizeram um grande esforço e mostrámos muita confiança. Fomos organizados tacticamente e nas bolas paradas. Andavam preocupados com o Falcao, mas ele marcou quando tinha de marcar", avisou.


O treinador portista apreciou sobremaneira "a organização táctica, com boa comunicação entre os jogadores. Houve um sentido de responsabilidade que ajudou a manter a equipa coesa e equilibrada, com e sem bola, em todos os sectores". Por tudo isto, "a vitória foi justíssima, porque o FC Porto dominou todo o jogo e não demos quaisquer hipóteses ao Benfica".

Conquistar um título, para Villas-Boas, "é sempre importante. Foi um grito de revolta de um clube que leva dez supertaças, enquanto o outro leva uma, nos confrontos directos". "Acreditamos nas nossas capacidades pois chegaram a pôr em causa a gestão da nossa pré-época. Estamos focados nas nossas obrigações e vamos encarar todas as competições com tranquilidade e seriedade e continuar a acreditar no processo de crescimento e, sobretudo, na capacidade de transcendência", anotou.

Sobre Jorge Jesus, restam elogios. "Sempre admirei a forma como constrói as suas equipas. Se o cumprimentei? Não, simplesmente porque não nos cruzámos em campo. Mas existe um respeito mútuo e envio-lhe daqui [sala de Imprensa] os meus cumprimentos.

Em termos individuais, Villas-Boas assegurou que "enquanto não chegar nenhum fax a bater a cláusula de rescisão de Raul Meireles ele faz parte do grupo de trabalho. Fucile? A mesma coisa que acabei de dizer". Já quanto à chegada de um novo central, o treinador recordou que "falta um elemento para completar quatro elementos para esse sector, mas essa decisão será breve".

in "ojogo.pt"

FC Porto um a um

Helton


Concentração máxima em todos os lances. Se nos cantos revelou segurança a agarrar a bola ou a socá-la, entre os postes evidenciou-se ao parar dois remates de Carlos Martins, um na primeira e outro na segunda parte, e ainda outro de Saviola. Importantíssimo para garantir a inviolabilidade das redes na noite em que foi capitão. Muitas vezes saiu da baliza e foi aconselhar calma aos companheiros em situações de stress e falar com o árbitro.

Sapunaru

Duelo interessante com Fábio Coentrão, com mais lances ganhos do que perdidos. Bem no jogo aéreo, aproximou-se dos centrais quando foi preciso afastar o perigo da área. Subiu ao ataque e protagonizou um remate-surpresa, cheio de estilo, que Roberto afastou para canto aos 23'. Saiu, lesionado, aos 74' por troca com Miguel Lopes.

Rolando

Boa exibição do internacional português, coroada com um golo de cabeça, num golpe que surpreendeu Roberto logo aos 3'. Foi o patrão da defesa, mostrando muita rapidez na leitura dos lances e controlo do jogo aéreo. Tinha falado em buraco com a saída de Bruno Alves, mas a verdade é que, juntamente com Maicon, preencheu-o bem. O golo deu-lhe muita confiança e tranquilidade.

Maicon

Se o brasileiro teve uma ou outra falha durante a primeira parte, também foi verdade que afastou o perigo muitas vezes ao longo de todo o jogo. Corpulento, soube impor o físico no jogo aéreo e não deu veleidades a Cardozo na área portista. O bom entendimento manifestado com Rolando parece dar garantias para o futuro, sossegando um sector sensível da equipa.

Álvaro Pereira

Apenas 90 minutos divididos por dois jogos na pré-época, no Torneio de Paris, foram suficientes para o internacional uruguaio aguentar a Supertaça toda em ritmo acelerado. E não deixou de subir ao ataque, com algumas arrancadas vigorosas depois de manter em segurança a retaguarda. Só mais uma coisa: iniciou a jogada do segundo golo ao mandar subir Varela e meter-lhe a bola com precisão no espaço vazio. Um pormenor importantíssimo que resultou no golo que sossegou a equipa.

Fernando

Bem posicionado, foi um muro na zona central e recuperou muitas bolas. Depois veio o melhor. Saiu a jogar com a bola controlada, solto e desinibido, escolhendo ora passe ora a progressão no relvado. Bem diferente do Fernando da época passada.

Belluschi

Dos vários cantos que marcou, o primeiro resultou em golo. Sempre a trocar de posição com João Moutinho, foi um dos responsáveis pela boa circulação e posse de bola e, também por isso, um alvo das entradas dos benfiquistas. Sem bola, deu uma ajuda a Fernando na pressão sobre o adversário. Três remates para fora, todos durante a primeira parte.

João Moutinho

Iniciou a jogada que resultou em canto e no primeiro golo portista, partindo para uma actuação em que se notou a boa capacidade de passe e leitura de jogo. Entregou-se à partida com muita raça, fazendo recuperações, e surgiu também na zona de finalização. Aos 44' teve o golo nos pés, mas Luisão deu o corpo à bola junto à baliza de Roberto.

Hulk

Andou a tentar o golo durante todo o jogo, mas não teve a pontaria afinada. O brasileiro começou bem, com uma finta e um cruzamento a partir da direita para Varela desperdiçar a primeira oportunidade de golo do jogo, e depois protagonizou alguns remates tortos. Mas, mesmo sem essa definição nítida do remate, notou-se que foi uma dor de cabeça constante para a defesa benfiquista, que nunca sabia muito bem o que ia sair dos pés do brasileiro. Aos 44' voltou a evidenciar-se com um cruzamento perigoso para João Moutinho rematar contra Luisão. Na segunda parte esteve mais apagado, não conseguindo desequilíbrios, a não ser num remate enrolado aos 63'.

Falcao

Marcou o primeiro golo da temporada e que golo, depois de uma pré-época em branco. Viu a aceleração de Varela pela esquerda, correu para a área e antecipou-se que nem uma flecha a Airton, metendo o pé para um golo impetuoso, festejado como se um fardo tivesse acabado de cair dos ombros. O jogo do colombiano foi de paciência, moendo os centrais na procura de espaços e andando, muitas vezes, longe da área. Recuou para procurar tabelas e servir a entrada dos médios. Na área poucas ou nenhumas oportunidades teve para bater Roberto. Mas quando teve, marcou. Eficácia máxima.

Rodríguez

Entrou aos 68' para o lugar do estourado Varela, que um minuto antes oferecera o golo a Falcao, e tentou ser incisivo quando o Benfica procurava a redução no marcador. Teve espaços e tentou o golo com dois remates. Um deles foi uma autêntica bomba, com a bola a sair ligeiramente por cima da barra. Andou na esquerda e também na direita, procurando ganhar ritmo físico para lutar com Varela por um lugar no onze. A vantagem é do português.

Miguel Lopes

Substituiu Sapunaru na recta final do jogo e a equipa não perdeu segurança defensiva, nem profundidade no ataque pelo lado direito. Fez alguns cortes na área e saiu a jogar, combinando com Rodríguez.

Raul Meireles

Primeiros minutos absolutos na época quando continua com a porta da saída aberta. Entrou para o lugar de João Moutinho e foi o médio do costume: pouco tempo com a bola nos pés, passes para transições rápidas e fluidez da equipa. E levantou o primeiro troféu da temporada, quem sabe o seu último.

in "ojogo.pt"

A Figura: Varela - Tenho vários rins, alguém quer um?


Depois da lesão que o retirou da parte final da temporada passada e de uma pré-época com poucos minutos nas pernas, havia dúvidas quanto à condição física do extremo. Em Aveiro ficaram totalmente dissipadas. Varela arrancou uma grande exibição, com cavalgadas e fintas que deixaram de rastos a defesa do Benfica. Rúben Amorim sentiu o poder do portista na primeira parte e depois foi Luisão, no lance do segundo golo, que ficou sem os rins, partidos por uma finta desconcertante. O camisola 17 serviu Falcao e o resultado ficou arrumado. Antes já tinha dado outro nó ao central brasileiro. O canto que resultou no primeiro golo nasceu de um remate do extremo, desviado pela linha de fundo por um adversário. Ou seja, Varela teve preponderância nos dois golos. Pelo meio ainda sentiu a sola de César Peixoto na perna.

Momento: 67'

[0-2]

Varela obriga Falcao a voar

O corte providencial de Luisão no último minuto da primeira parte deixara o Benfica no jogo. A segunda parte pôde começar com alguma incerteza que se manteve durante algum tempo, mas uma jogada magistral decidiu o vencedor no minuto 67'. A sair da área com a bola dominada, Álvaro Pereira percebe o adiantamento de Rúben Amorim e faz sinal a Varela para que corra, que a bola vai lá ter. Com campo para correr e Luisão amarelado, o extremo portista dá-lhe um nó cego e cruza rasteiro para a entrada de Falcao ao primeiro poste. Rápido a fugir à marcação de Airton, o colombiano remata de primeira. Um grande golo, numa grande jogada, para definir um justíssimo vencedor.

A partir daí, o Benfica ainda tentou reagir, mas fê-lo em desespero de causa, ante um adversário que controlou as operações com lucidez e sem nunca trair os seus princípios de jogo.

in "ojogo.pt"

Que bem assenta o fato novo

Um conceito, uma forma de estar e a confiança no plano de operações permitiu ao FC Porto ganhar de forma categórica o primeiro troféu oficial da época. E conseguiu-o com mestria frente ao campeão nacional, que desconfiou da própria sombra e deu-se mal ao tentar regressar ao sistema que na época passada lhe conferiu o êxito, mas que a pré-temporada tem mostrado estar desajustado aos actuais intérpretes. Ao voltar ao 4x4x2, em vez do 4x3x3 que tem ensaiado, Jorge Jesus avaliou mal o adversário e até a própria equipa, que poucas vezes conseguiu jogou de igual para igual com um FC Porto personalizado, que gosta de ter a bola, de a tratar bem, que não dá espaços nem perdeu o que, embora usando um figurino diferente, de bom fazia nas épocas anteriores. E fez o segundo golo numa transição rápida depois de passar grande parte do tempo restante a provar que sabe jogar em ataque continuado e é capaz de explorar os pontos fracos do opositor.


André Villas-Boas apresentou o esquema esperado, alterando apenas uma das personagens cogitadas: Sapunaru apareceu como lateral-direito em vez de Miguel Lopes, o que pode explicar-se pela capacidade de o romeno defender por dentro, dobrar os centrais e jogar bem de cabeça. No resto, foi sem surpresa que se viu o FC Porto fazer posse de bola, atacá-la quando a perde, envolver os laterais nos lances ofensivos e apostar nas vantagens numéricas, como se viu principalmente na primeira parte, quando Varela e Álvaro Pereira, com o apoio de Moutinho ou Belluschi, infernizaram a vida a Rúben Amorim, que raramente contava com o apoio de Carlos Martins.

O Benfica contrapôs o esquema da época passada, com César Peixoto na lateral esquerda, Coentrão a tentar ser Dí Maria e passar algum tempo perdido, sem sequer conseguir ser Coentrão. O meio-campo completava-se com Airton mais recuado, Aimar a tentar ficar na linha de Carlos Martins e Coentrão e Saviola a ter de recuar para receber jogo.

O golo cedo - aconteceu num canto com falhas de marcação mas podia ter ocorrido na jogada bem construída que lhe deu origem - permitiu aos portistas manterem o seu futebol sereno e concentrado, onde é notória a presença de João Moutinho, tanto na dinâmica de jogo como na temporização ou a lutar pela bola. Ao lado dele, há até um novo Belluschi, com quem faz trocas de posição constantes. O argentino, que nunca se deu bem com as transições rápidas e pouca bola nos pés, parece estar agora na praia dele, jogando e fazendo jogar, circulando a bola (só emperra quando chega a Hulk, que mesmo assim foi muitas vezes à linha e jogou para a equipa) ou aparecendo nas zonas de tiro.

Jorge Jesus teimou na estratégia durante uma hora, até trocar (59') Aimar por Jara e fazer de Coentrão médio-interior. Tal como 4x4x2, o 4x3x3 também teve que lidar contra a falta de espaço para jogar, porque o FC Porto roubou bola e espaço, teve a arte de encolher o campo quando lhe dava jeito e de alargá-lo sempre que Varela ou Álvaro Pereira (e mais tarde Rodríguez) exploravam o corredor esquerdo, porque desde cedo tinham descoberto que era por ali que iriam encontrar o mapa da mina. Assim aconteceu aos 67', criando um momento mágico e sentenciando a partida.

A vontade dos jogadores do Benfica, que nunca se renderam, valorizou um jogo intenso, menos conflituoso do que têm sido os clássicos dos últimos anos (mesmo assim César Peixoto devia ter visto vermelho por agressão) e onde ficou claro que, apesar de euforia da pré-época o campeão está bem mais titubeante do que pretendente, que apresentou um conceito bem definido, bem interpretado e no qual os jogadores não só dão mostras de confiarem como transmitem a ideia de lhes ser ajustado.

Benfica 0
FC Porto 2

Jogo no Estádio Municipal de Aveiro

Relvado aceitável

Assistência: cerca de 30 000 espetadores

Árbitro: João Ferreira (Setúbal)

Assistentes Pais António e Luís Ramos

Benfica

Roberto, Ruben Amorim, Luisão (Sidnei, 69), César Peixoto, David Luiz, Airton, Carlos Martins, Pablo Aimar (Jara, 59), Fábio Coentrão (Gaitán, 77), Saviola e Cardozo

Suplentes: Júlio César, Maxi Pereira, Sidnei, Javi Garcia, Gaitán, Jara e Nuno Gomes)

FC Porto

Helton, Sapunaru (Miguel Lopes, 74), Rolando, Maicon, Álvaro Pereira, Fernando, João Moutinho (Raul Meireles, 81), Belluschi, Varela (Cristian Rodriguez, 69), Hulk e Falcao

Suplentes: Beto, Miguel Lopes, Sereno, Souza, Raul Meireles, Ukra e Cristian Rodriguez)

Ao intervalo 0-1

Golos
0-1, Rolando, 03 minutos; 0-2, Falcao, 67

Cartão amarelos: Fernando (19), Fábio Coentrão (30), Luisão (47), Aimar (51), Álvaro Pereira (56), David Luiz (57), Sapunaru (57), Jara (63), João Moutinho (76) e Helton (86)


in "ojogo.pt"

Ultrapassagem à vista - VANTAGEM DAS ÁGUIAS JÁ É DE APENAS UM TROFÉU

O FC Porto encurtou a distância para a margem mínima: a Supertaça de ontem foi o 66.º troféu a entrar para o palmarés dos dragões, contra os 67 já conquistados pelo Benfica. A luta pela liderança do futebol português ganha, assim, um aliciante especial e Jorge Nuno Pinto da Costa tem a possibilidade de igualar, e até ultrapassar, os títulos do grande rival ainda esta época, quando estão por disputar a Liga, a Taça de Portugal, a Taça da Liga e a competição europeia – embora aí sem confronto direto (o Benfica está na Liga dos Campeões e o FC Porto na Liga Europa).


Os encarnados levam ainda confortável vantagem no campeonato nacional (32 contra 24), mantêm avanço semelhante na Taça de Portugal (24-15), mas são esmagados na Supertaça (17-4) e é por aí, portanto, que os dragões conseguem equilibrar as contas e começar a pôr em causa a eterna liderança das águias.

in "record.pt"

PC chega aos 50

Pinto da Costa já era, há muito tempo, o presidente com mais títulos conquistados, mas faltava a “cereja” que chegou ontem e logo frente ao grande rival: a vitória na Supertaça deu ao líder do FC Porto o 50.º troféu, um registo quase inacreditável conseguido em 28 anos à frente dos dragões. A primeira conquista da nova temporada tem a particularidade de coincidir com o primeiro título de André Villas-Boas, o técnico escolhido por Pinto da Costa para reiniciar um novo ciclo de vitórias. Para já, a vitória na Supertaça – e, mais do que isso, a prometedora exibição dos azuis e brancos – dá uma vez mais razão à escolha do presidente. Como os números provam, tem sido quase sempre assim...


15.º treinador

Villas-Boas sucede a 14 treinadores na “cinquentenária” lista das conquistas de Pinto da Costa. Neste particular, o principal contributo para o número mágico pertence a Artur Jorge, com nove títulos. Seguem-se Jesualdo Ferreira, com seis, e logo a seguir Bobby Robson, Fernando Santos e José Mourinho, cada um com cinco troféus. Para a marca agora alcançada foram também fundamentais as passagens de Tomislav Ivic e António Oliveira (ambos com quatro), Carlos Alberto Silva (três), Victor Fernández (dois) e ainda José Maria Pedroto, António Morais, Octávio Machado e Rui Barros (um). E, claro, o recém-chegado André Villas-Boas.

E antes?

Desde a sua fundação, em 1893, até ao dia em que Pinto da Costa subiu à presidência, 17 de abril de 1982, o FC Porto tinha 16 troféus conquistados, sendo que as competições nacionais apenas tiveram início na década de 20. Mesmo assim, em mais de seis décadas, os dragões conquistaram, tudo somado, apenas um terço (!) dos títulos conseguidos pelo atual presidente. Das 66 competições ganhas pelo FC Porto, 50 pertencem à gestão de Pinto da Costa. A única prova que lhe falta, entre todas as que o clube já disputou, é a Taça da Liga.

in "record.pt"

Há 16 anos que o Benfica não marca ao FC Porto

Com o jogo de ontem, já vão seis Supertaças consecutivas disputadas entre Benfica e FC Porto com os encarnados a terminarem em branco. A última vez que as águias marcaram foi em 1994, num jogo que ficou 1-1 (na altura, a decisão ainda era a duas mãos). Esse golo foi apontado por Vítor Paneira e, daí para cá, não mais o Benfica voltou a festejar contra os dragões em jogos para esta competição: 0-0 na segunda mão, em 1994/95; 0-1 ainda em 1994/95 (finalíssima); 0-1 e 0-5 em 1996/97; 0-1 em 2004/05 e, para terminar, o 0-2 de ontem, em Aveiro. Em confrontos diretos, o FC Porto alargou a vantagem: ganhou dez vezes a Supertaça frente ao Benfica e perdeu apenas uma. Refira-se ainda que a equipa de Jorge Jesus não ficava em branco, num jogo oficial, desde 21 de novembro de 2009, quando empatou 0-0 em Alvalade. Desde então marcou sempre. Até ontem. Isto é: 259 dias depois, o ataque dos encarnados voltou a “engasgar”.

in "record.pt"

Kadu: estrela aos 15 anos

A carreira de Aldo Geraldo Manuel Monteiro, conhecido por Kadu, continua numa ascensão meteórica. Apesar de ter apenas 15 anos – só celebra o 16.º aniversário a 30 de novembro –, o guarda-redes dos juvenis do FC Porto acaba de ser convocado para a seleção principal de Angola. “Estou feliz”, escreveu o craque precoce na sua página do Facebook.


Aproveitando a presença em Portugal para a realização de dois jogos de preparação – hoje, às 17.30 horas, em Alverca diante do Olhanense e no próximo dia 11, frente ao Uruguai, no Restelo –, o selecionador dos angolanos, o francês Hervé Renard, pretende ver o jovem guarda-redes em ação.

“O Kadu já está a ser acompanhado por nós há algum tempo. Agora, o treinador nacional quer ver o jogador integrado nos trabalhos de preparação de forma a ter uma melhor perceção do seu valor”, confirmou a Record Paulo Ribeiro, secretário-técnico da seleção de Angola que vai ficar em Lisboa até ao próximo sábado, dia 14.

Ontem, ainda decorriam contactos entre os responsáveis da federação angolana e do FC Porto para definir a data de apresentação de Kadu nos trabalhos da seleção. “Uma vez que é fim-de-semana, os serviços administrativos do clube estão encerrados. Por isso, temos conversado através do telefone, mas há abertura total por parte do FC Porto tendo em vista a cedência do Kadu”, referiu Paulo Ribeiro, o qual se mostrou esperançado: “Talvez hoje [ontem] à noite já se junte ao estágio.”

Os angolanos estão instalados em Oeiras, no mesmo hotel utilizado pela Seleção Nacional, e realizam os treinos no Jamor. Ao que indica, Kadu já deve integrar o grupo amanhã e tem hipóteses de se estrear pela seleção principal diante do Uruguai, 4.º classificado no último Mundial. Curiosamente, um jogo disputado no Restelo, casa onde chegou em finais de 2008 pela mão do seu representante, Luís Alves.

in "record.pt"

Varela: «Temos trabalhado para isto» - extremo diz que fc porto está mais forte

O avançado do FC Porto, Silvestre Varela, mostrou-se satisfeito pela conquista da Supertaça. "Temos trabalhado para isto, e foi importante para o clube marcar cedo", afirmou.

Sobre a época que se aproxima, o jogador sublinha que "o Porto, de ano para ano, está mais forte", confessando que se continuarem a trabalhar estarão "mais próximos de arrecadar o título".

in "record.pt"

Falcão espera campeonato difícil - «Fizemos o que o técnico queria»

Falcão, autor do golo que carimbou a vitória (2-0) do FC Porto sobre o Benfica e a conquista da Supertaça, garantiu que a equipa cumpriu as ordens de Villas-Boas e que o campeonato será muito complicado para todas as equipas.


"Foi importante conquistar este troféu. O objetivo era vencer e fizemos o que o técnico queria", começou por dizer.

O avançado dos dragões não quer pensar em ser o melhor marcador da Liga e garantiu que todas as equipas vão sentir dificuldades no campeonato.

"Primeiro penso na equipa e só depois é que vou pensar em ser melhor marcador. Esta temporada vai ser difícil para todas as equipas", finalizou o avançado colombiano.

in "record.pt"

FC Porto superior vence 17.ª Supertaça


No primeiro «round», entre Benfica e FC Porto, vitória para oa dragões. Rolando marcou logo aos 3 minutos, Falcao confirmou vitória aos 67.


Recorde aqui as incidências da partida que se realizou em Aveiro.

Entrada de rompante do FC Porto na temporada 2010/2011, com a conquista da 17.ª Supertaça.

Nos onzes, Airton ganhou posição a Javi Garcia e entrou no onze. César Peixoto assumiu a posição de lateral-esquerdo, com Fábio Coentrão mais avançado. Do lado do FC Porto, Villas Boas deu a titularidade a Sapunaru e deixou Raul Meireles no banco.

E começou bem cedo a demonstração de força portista, com Rolando, livre de marcação, a inaugurar o marcador na sequência de um canto - Roberto fica de novo debaixo de escrutínio, uma vez que a bola passou à frente das suas mãos.

O Benfica não conseguiu responder à desvantagem, excepto numa breve reacção pouco antes do intervalo. De resto, quase todas as suas unidades se exibiram num nível abaixo do recentemente mostrado. Varela regressou em grande plano e construiu a jogada do segundo golo, aos 67, a oferecer o golo a Falcao.


Com arbitragem de João Ferreira, eis as aquipas:

BENFICA: Roberto; Ruben Amorim, Luisão (Sidnei, 69), David Luiz e César Peixoto; Airton; Carlos Martins, Aimar (Jara, 59) e Fábio Coentrão (Gaitán, 77); Saviola e Cardozo

FC PORTO: Helton; Sapunaru (Miguel Lopes, 74), Rolando, Maicon e Álvaro Pereira; Fernando, Belluschi e João Moutinho (Raul Meireles, 82); Hulk, Falcao e Varela (Rodriguez, 69).

Marcador: 0-1 por Rolando (4); 0-2 por Falcao (67)

Disciplina: Cartão amarelo a Fábio Coentrão (30), Luisão (47), Aimar (51), David Luiz (57), Jara (64) ; Fernando (19); Alvaro Pereira (56), João Moutinho (76), Helton (86)
 
in "abola"

Maicon: «É grande responsabilidade substituir Bruno Alves, mas estou feliz»

Maicon, jogador do F.C. Porto que foi titular no centro da defesa, em declarações na zona mista no final da vitória sobre o Benfica por 2-0 que valeu a conquista da Supertaça Cândido de Oliveira:


«Foi uma grande exibição de todo o plantel, toda a gente deu o máximo dentro de campo e o título foi merecido. Se substituir o Bruno Alves é uma grande responsabilidade? Com certeza. É uma grande responsabilidade. Não só para mim mas qualquer jogador que fosse chamado a fazê-lo no F.C. Porto. Vou trabalhar duro, vou trabalhar firme para conquistar o meu lugar neste clube. Estou feliz por ter sido titular e termos conquistado mais um título. Este F.C. Porto serve de modelo para o resto da época, esteve muito forte, esteve melhor do que na pré-época e firme na procura do troféu.»

Helton: «Foi uma resposta a quem não acreditava no treinador»
 
Helton, guarda-redes e capitão do F.C. Porto, em declarações no final da vitória por 2-0 sobre o Benfica, que valeu a conquista da Supertaça Cândido de Oliveira:


«Foi uma boa resposta do grupo, com empenho, dedicação, seriedade e muito profissionalismo. Nós trabalhamos o melhor e o único lugar onde podemos provar isso é dentro do relvado. A exibição que fizemos hoje responde a muita coisa. Foi uma resposta a muitos que não acreditavam no grupo e sobretudo não acreditavam no nosso mister. Houve muitas bocas relativamente à capacidade do nosso treinador. Está mais do que provado que as coisas, quando têm que ser, acontecem. Podíamos ter perdido, mas ganhámos. Já são dez títulos em seis anos no F.C. Porto. A equipa atravessou momentos ruins, mas conseguiu ultrapassar e está agora de cabeça erguida. Vamos aproveitar o dia de hoje e gozar esta vitória.»

in "maisfutebol.iol.pt"

Varela: «Sinto que valeu a pena voltar mais cedo de férias»


Varela, jogador do F.C. Porto que foi titular, em declarações na zona mista no final da vitória sobre o Benfica por 2-0 que valeu a conquista da Supertaça Cândido de Oliveira:


«Sinto-me feliz, conseguimos o nosso objectivo neste jogo e agora temos de continuar a trabalhar. Marcar cedo foi importante, porque pudemos gerir melhor o jogo e acabou por correr bem. Estamos unidos, fortes e a fazer o que o treinador pede. Sinto que valeu a pena regressar mais cedo de férias para começar a recuperar da lesão. Passei um tempo complicado, ainda estou à procura do melhor ritmo, mas estou bem para continuar a trabalhar. Para quando noventa minutos em campo? Não sei, isso o meu organismo é que vai decidir. Mas sinto-me mais confiante. Depois de ter recuperado comecei a trabalhar cada vez melhor e agora quero recuperar a melhor forma.»

in "maisfutebol.iol.pt"

«Maçã podre eu? Todos os meus ex-colegas continuam meus amigos e sabem o que se passou»

João Moutinho, ex-jogador do Sporting que assinou pelo F.C. Porto esta época, em declarações na zona mista no final da vitória sobre o Benfica por 2-0 que valeu a conquista da Supertaça Cândido de Oliveira:


«Como reajo às palavras de José Eduardo Bettencourt que me chamou uma maçã podre? Isso... Todos os colegas que deixei para trás continuam meus amigos e sabem o que se passou. Não vou estar a colocar mais nada em causa. Tenho de fazer o meu trabalho, agradecer aos adeptos do Sporting que todos eles sabem o que dei pelo grupo. Agora é uma nova fase da minha vida e vou trabalhar para conseguir atingir os objectivos que o F.C. Porto quer.»

«Já tinha conquistado a Supertaça, é mais um título na minha carreira. Tenho de agradecer aos adeptos e aos meus colegas pelo excelente trabalho que fizemos dentro de campo, mostramos que somos uma grande equipa e que estamos unidos em prol do objectivo. É fácil jogar no meio-campo do F.C. Porto. Todos me acolheram muito bem e quando todos trabalhamos em prol do mesmo objectivo é mais fácil conseguir atingi-lo. Conseguimos sair com uma vitória que é o que mais ambicionávamos.»

in "maisfutebol.iol.pt"

André Villas-Boas: «Isto ultrapassa os sonhos de criança»


André Villas-Boas considera que a vitória sobre o Benfica ultrapassa «todos os sonhos de criança» e é «um grito de revolta». O treinador do F.C. Porto sublinhou ainda «o factor motivacional» ao explicar as razões da vitória dos dragões na Supertaça.


«Isto ultrapassa os sonhos de criança. O Porto tem o compromisso de ganhar e ganhou. Todos fizeram um grande esforço e mostrámos muita confiança. Fomos organizados tacticamente e nas bolas paradas. Andavam preocupados com o Falcao, mas ele marcou quando tinha de marcar.

O Benfica teve pouca bola. Isso foi um factor decisivo?

«Gerimos bem todos os momentos do jogo. O factor motivacional pesou muito e a resposta foi óptima. Houve inspiração e sentimento de responsabilidade, tal como na época passada no Dragão, quando o Benfica queria ser campeão onde não devia.»

É um título importante a nível pessoal?

«Um título é sempre importante. Foi um grito de revolta de um clube que leva dez supertaças, enquanto o outro leva uma, nos confrontos directos. A imprensa colocou em causa determinado tipo de gestão na pré-época e esta foi uma boa resposta. Temos agora um play-off decisivo para este clube, contra o Genk. Este triunfo traz tranquilidade.

Qual foi o momento do jogo?

«Não houve um momento concreto. Fomos capazes de assimilar a mensagem passada durante a semana. O minuto 84, quando o Saviola falhou isolado? Talvez.

Villas-Boas conta com Meireles e Fucile: «Fazem parte do grupo»
Depois da saída de Bruno Alves, muitos apontam Raul Meireles como o próximo a deixar o reino azul e branco. O médio jogou dez minutos frente ao Benfica e confundiu os indicadores de mercado. André Villas-Boas assegurou que conta com ele e também com Jorge Fucile.


«O plantel está em construção. Este processo está a decorrer e não escondemos as lacunas que temos. Queremos equilibrar o grupo o mais depressa possível. Não podemos cometer erros e queremos ter certezas. Falta um central, sem dúvida.»

Raul Meireles jogou hoje. É para continuar?

«O Raul faz parte do plantel. Jogou e conquistou mais um troféu. Conto com ele e com o Fucile. Está de saída? Se chegar um fax com a cláusula de rescisão, pode ser».

O Helton é o capitão. Ser guarda-redes não pode criar problemas?

«Tem uma distância maior a percorrer, mas uma liderança assume-se naturalmente. O Helton é uma transmissão do desejo e sentimento do clube para dentro do campo. É um capitão válido e com carácter.»

Villas-Boas: palavras de elogio para Jesus e... Mourinho

André Villas-Boas deixou palavras de grande elogio para José Mourinho, no final da Supertaça. O técnico quis esclarecer eventuais dúvidas levantadas pelas suas declarações recentes e assegurou estar muito grato ao treinador do Real Madrid.


«Não há qualquer sentimento de ciúme. Trocamos mensagens frequentemente e estou-lhe muito grato. Mas também me sei defender. Ele vai ser o melhor treinador de todos os tempos.»

Jesus já o cumprimentou?

«Não, porque ainda não nos cruzámos. O ano passado cumprimentei-o em Coimbra. Sou um admirador da forma como constrói as suas equipas e respeito-o muito.»



in "maisfutebol.iol.pt"

Falcao !!! 2-O


SL Benfica 0-2 FC Porto

Simão | Vídeo do MySpace

Fantasticos !!!!